MIG - Identidade Sicoob Acessibilidade
Acessbilidade 1. introdução Mais do que cumprir a lei (Lei 10.098/2000 e Decreto 5.296/2004), contemplar acessibilidade nas edificações das cooperativas do Sicoob significa oferecer dignidade às pessoas com deficiência, pois garante o direito de ir e vir e o acesso aos serviços disponibilizados. Quando a acessibilidade é contemplada, a prestação de um atendimento de excelência às pessoas com deficiência fica muito mais fácil e natural, quebrando barreiras arquitetônicas e atitudinais. Acessibilidade tem como principais objetivos: garantir o acesso apropriado às pessoas com deficiência (conforto, independência e segurança na utilização dos ambientes e equipamentos) e a funcionalidade do espaço edificado (sinalização tátil, sonora e visual de forma integrada), incluindo rotas acessíveis e a padronização de soluções, com possibilidade de melhorias opcionais. Garantir a acessibilidade é promover uma norma geral que incluirá premissas e conceitos (eliminação de barreiras arquitetônicas, comunicação visual, auditiva e tátil) e determinará o que é imprescindível para eliminação de obstáculos na comunicação, sendo que para isso pode ser necessário ou não uma ajuda técnica e uma norma para produtos. Dessa forma, as cooperativas que estiverem respeitando os requisitos da acessibilidade estarão garantindo um ambiente inclusivo, menos obstruído por barreiras arquitetônicas e proporcionará autonomia, conforto e segurança para as pessoas com deficiência. 3
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual O conceito do Desenho Universal demonstra que ambientes livres beneficiam a todos, não somente às pessoas com deficiência. Um piso tátil de orientação para a pessoa com deficiência visual ou uma programação visual explícita que atenda ao surdo beneficiam também os visitantes e todos aqueles que freqüentam a agência. Máquinas de auto-atendimento acessíveis a uma pessoa em cadeira de rodas também facilitam o acesso de pessoas com menor estatura e pessoas idosas. A falta dela gera: Impossibilidade de atendimento a uma parcela considerável da população; Sensação de esquecimento e desconforto; Situações constrangedoras; Exclusão social; Prejuízo financeiro com pagamento de multas; Prejuízo na imagem institucional. Por outro lado um ambiente acessível garante: respeito ao direito de ir e vir e a prática da cidadania; condições adequadas para a prestação de um atendimento de qualidade; novos consumidores e fidelização de antigos clientes; reconhecimento como uma empresa cidadã que exerce suas responsabilidades sociais; inclusão social. 4
Acessbilidade Este Manual estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação das cooperativas às condições de acessibilidade. Todas as cooperativas que vierem a ser adequadas, devem atender aos dispositivos deste Manual para serem consideradas acessíveis. O Manual de Excelência está embasado nas Leis e Normas de Acessibilidade vigentes e de amplitude federal. No estabelecimento de critérios e parâmetros técnicos adotados, foram consideradas as diversas formas de deficiência e suas conseqüentes implicações no espaço edificado. 1.1. Formas de comunicação e sinalização Visual - É realizada através de textos ou figuras. Tátil - É realizada através de caracteres em relevo, Braille ou figuras em relevo. Sonora - É realizada através de recursos auditivos. 1.2. Tipos de sinalização Permanente - Sinalização utilizada nas áreas e espaços cuja função já esteja definida, identificando os diferentes espaços ou elementos de um ambiente ou de uma edificação. No mobiliário, deve ser utilizada para identificar os comandos. Direcional - Sinalização utilizada para indicar a direção de um percurso ou a distribuição espa- 5
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual cial dos diferentes elementos de um edifício. Na forma visual, associa setas indicativas de direção, a textos, figuras ou símbolos. Na forma tátil, utiliza recursos como linha-guia ou piso tátil De emergência - Sinalização utilizada para indicar as rotas de fuga e saídas de emergência das edificações, dos espaços e do ambiente urbano, ou para alertar quanto a um perigo iminente. Temporária - Sinalização utilizada para indicar informações provisórias ou que podem ser alteradas periodicamente. 1.3. Informações essenciais As informações essenciais aos espaços nas edificações, no mobiliário, nos espaços e equipamentos urbanos devem ser sinalizadas de forma visual, tátil ou sonora, no mínimo conforme tabela 1. Visual Tátil Sonora Permanente X X Edificação Direcional X X (no piso) espaço De emergência X X X equipamentos Temporária X Permanente X X (no piso) X Mobiliário Temporária X Tabela 1 Aplicação e formas de comunicação e sinalização 6
Acessbilidade 2. Símbolos Representações gráficas que, através de uma figura ou de uma forma convencionada, estabelecem a analogia entre o objeto ou a informação e sua representação. Todos os símbolos podem ser associados a uma sinalização direcional. 2.1. Símbolo internacional de acesso A indicação de acessibilidade das edificações, do mobiliário, dos espaços e dos equipamentos urbanos deve ser feita por meio do símbolo internacional de acesso. A representação do símbolo internacional de acesso consiste em pictograma branco sobre fundo azul (Pantone 2925 C). Ele pode, opcionalmente, ser representado em branco e preto (pictograma branco sobre fundo preto ou pictograma preto sobre fundo branco). A figura deve estar sempre voltada para o lado direito. Nenhuma modificação, estilização ou adição deve ser feita a este símbolo. O símbolo internacional de acesso deve indicar a acessibilidade aos serviços e identificar espaços, edificações, mobiliário e equipamentos urbanos onde existem elementos acessíveis ou utilizáveis por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. 7
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Esta sinalização deve ser afixada em local visível ao público, sendo utilizada principalmente nos seguintes locais, quando acessíveis: entradas; áreas e vagas de estacionamento de veículos; áreas acessíveis de embarque/desembarque; sanitários; áreas de assistência para resgate, áreas de refúgio, saídas de emergência; áreas reservadas para pessoas em cadeira de rodas; equipamentos exclusivos para o uso de pessoas portadoras de deficiência. 8
Acessbilidade 2.2. Símbolo internacional de pessoas com deficiência visual (cegueira) A representação do símbolo internacional de pessoas com deficiência visual (cegueira) consiste em um pictograma branco sobre fundo azul (referência Munsell 10B5/10 ou Pantone 2925 C). Este símbolo pode, opcionalmente ser representado em branco e preto (pictograma branco sobre fundo preto ou pictograma preto sobre fundo branco). A figura deve estar sempre voltada para a direita. Nenhuma modificação, estilização ou adição deve ser feita a este símbolo. O símbolo internacional de pessoas com deficiência visual deve indicar a existência de equipamentos, mobiliário e serviços para pessoas com deficiência visual. 9
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 2.3. Símbolo internacional de pessoas com deficiência auditiva (surdez) A representação do símbolo internacional de pessoa com deficiência auditiva (surdez) consiste em pictograma branco sobre fundo azul (Pantone 2925C). Este símbolo pode, opcionalmente ser representado em branco e preto (pictograma branco sobre fundo preto ou pictograma preto sobre fundo branco). Nenhuma modificação,estilização ou adição deve ser feita a este símbolo. O símbolo internacional de pessoa com surdez deve ser utilizado em todos os locais, equipamentos, produtos, procedimentos ou serviços para pessoa com deficiência auditiva (surdez). 10
Acessbilidade 3. Sinalização visual A sinalização visual vertical deve atender aos requisitos de espaçamento, proporção e altura do texto, acabamento e contraste. A altura da sinalização visual deve estar em conformidade com os alcances e cones visuais estabelecidos. A sinalização visual em áreas de circulação, quando suspensa, deve ser instalada a uma altura livre mínima de 2,10 m do piso. 3.1. Braille As informações em Braille não dispensam a sinalização visual com caracteres ou figuras em relevo, exceto quando se tratar de folheto informativo. Devem estar posicionadas abaixo dos caracteres ou figuras em relevo. O arranjo de seis pontos e o espaçamento entre as celas Braille, conforme figura a seguir, devem atender às seguintes condições: diâmetro do ponto na base: 2 mm; espaçamento vertical e horizontal entre pontos medido a partir do centro de um ponto até o centro do próximo ponto: 2,7 mm; 11
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual largura da cela Braille: 4,7 mm; altura da cela Braille:7,4 mm; separação horizontal entre as celas Braille: 6,6 mm; separação vertical entre as celas Braille: 10,8 mm; altura do ponto: 0,65 mm. 3.2. Texto e figuras Os textos, figuras e pictogramas em relevo são dirigidos às pessoas com baixa visão, para pessoas que ficaram cegas recentemente ou que ainda estão sendo alfabetizadas em Braille. Devem estar associados ao texto em Braille. 12
Acessbilidade As figuras em relevo devem atender às seguintes condições: contornos fortes e bem definidos; simplicidade nas formas e poucos detalhes; figura fechada, completa, com continuidade; estabilidade da forma; simetria. Os caracteres em relevo devem atender às seguintes condições, conforme exemplificado: caracteres grafados em maiúsculas; altura do relevo: 0,8 mm a 1,0 mm; altura dos símbolos: mínimo 150 mm; altura dos caracteres: 16 mm a 51 mm ; distância entre caracteres: 5 mm; distância entre linhas: 45 mm. A sinalização sonora deve ser associada à sinalização visual. E deve ser precedida de um prefixo ou de um ruído característico para chamar a atenção do ouvinte. 13
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Os alarmes sonoros, bem como os alarmes vibratórios, devem estar associados e sincronizados aos alarmes visuais intermitentes, de maneira a alertar as pessoas com deficiência visual e as pessoas com deficiência auditiva (surdez). Informações sonoras verbais podem ser digitalizadas ou sintetizadas, e devem ter as seguintes características: conter apenas uma oração - uma sentença completa, com sujeito, verbo e predicado, nesta ordem; estar na forma ativa e não passiva; estar na forma imperativa. 3.3. Sinalização tátil A sinalização tátil vertical deve atender aos requisitos de espaçamento, proporção e altura do texto,acabamento e contraste. Os símbolos em relevo devem ser instalados entre 1,40 m e 1,60 m do piso. A sinalização vertical em Braille ou texto em relevo deve ser instalada de maneira que a parte inferior da cela Braille ou do símbolo ou do texto esteja a uma altura entre 0,90 m e 1,10 m do piso. A sinalização vertical deve ter a respectiva correspondência com o piso tátil. 14
Acessbilidade MODELO 10 cm 21 cm FONTES Texto principal Myriad Pro Bold (25 mm) sempre em maiúsculas, aplicadas com relevo de 1 mm, em PVC cinza escura e boradas chanfradas BRAILLE Fonte BrailleKiama (Braille), sempre em minúsculas, fonte 27 (7,4 mm de altura), executada em chapa metálica na cor alumínio natural ou em PVC cinza claro BRAILLE NO BATENTE Fonte BrailleKiama (Braille), sempre em minúsculas, fonte 27 (7,4 mm de altura), executada em chapa metálica na cor alumínio natural ou em PVC cinza claro, com dimensões de 13mm de altura por 60 mm de comprimento, aplicado entre 90 e 110 cm do piso 15
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual A G Ê NC IA R IO DE J ANEIR O A UTO AT E NDIME NTO DAS 6H ÀS 22H P R E S S IONE O BOTÃO PAR A E NT R A R 3.4. Sinalização visual e tátil no acesso Aplicação da sinalização visual e tátil no pórtico de auto-atendimento quando adaptada em edificações existentes. No caso de reformas com sustituição do pórtico ou instalações, considerar a distância do piso à base da sinalização igual a 90 cm, reduzindo a caixa da botoeira para as dimensões de 18 cm de largura por 10 cm de altura. Aplicação da sinalização visual e tátil na vidraçaria é permitida para casos em que não exista pórtico de acesso. 90 c m para reforma ou ins talação 114 mc para adaptações A G Ê NC IA R IO DE J ANEIR O A UTO AT E NDIME NTO DAS 6H ÀS 22H P R E S S IONE O BOTÃO PAR A E NT R A R A UTO AT E NDIME NTO DAS 6H ÀS 22H 90 c m para reforma ou ins talação 114 mc para adaptações 115 P R E S S IONE O BOTÃO PAR A E NT R A R 20 5 12 30 16
Acessbilidade 4. O espaço físico A principal dificuldade de uma pessoa com deficiência física é a locomoção. Se levarmos em consideração tal observação saberemos que todas as adequações para estas pessoas estão ligadas ao seu deslocamento, ou seja, com a estrutura física/arquitetônica. Portanto as adequações nas agências bancárias, voltadas especificamente para este grupo de pessoas, dividem-se principalmente em 5 grandes grupos: Acesso; Circulação interna; Sanitários; Comunicação; Circulação externa. Nas agências bancárias todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício. 17
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Na adaptação das agências existentes deve ser previsto no mínimo um acesso, vinculado através de rota acessível à circulação principal e às circulações de emergência, quando existirem. Nestes casos a distância entre cada entrada acessível e as demais não pode ser superior a 50m. O percurso entre o estacionamento de veículos e a(s) entrada(s) principal(is) deve compor uma rota acessível. Quando da impraticabilidade de se executar rota acessível entre o estacionamento e as entradas acessíveis, devem ser previstas vagas de estacionamento exclusivas para pessoas com deficiência, interligadas à(s) entrada(s) através de rota(s) acessível(is). No caso de existir porta giratória ou outro dispositivo de segurança de ingresso que não seja acessível, deve ser prevista junto a este outra entrada que garanta condições de acessibilidade. A mesma deve estar devidamente sinalizada com o SIA (Símbolo Internacional de Acesso) e prever uma comunicação da forma para utilização da mesma. Desta maneira estaremos orientando nossos clientes e evitando possíveis falhas de atendimento; Deve ser prevista a sinalização informativa, indicativa e direcional da localização das entradas acessíveis. 4.1. Área de Circulação As figuras abaixo mostram dimensões referenciais para deslocamento em linha reta de pssoas em cadeiras de rodas. 18
Acessbilidade 4.1.1. Área para Manobra de Cadeiras de Rodas sem Deslocamento A figura abaixo mostra as medidas necessárias para a manobra de cadeiras de rodas sem deslocamento. 19
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 4.1.2. Área para Manobra de Cadeira de Rodas com Deslocamento A figura abaixo mostra as medidas necessárias para a manobra de cadeiras de rodas com deslocamento. 4.2. Dispositivos Baseados nos alcances manual frontal e lateral das pessoas que utilizam cadeira de rodas, devemos instalar dispositivos, como interruptores, campanhias/alarmes, maçanetas de portas, interfones, entre outros, nas seguintes alturas: 20
Acessbilidade 4.3. Empunhadura Objetos tais como corrimãos e barras de apoio, entre outros, devem ter seção circular com diâmetro entre 3 e 4,5cm, além de estarem afastados no mínimo 4cm da parede ou outro obstáculo. Quando o objeto for embutido em nichos deve-se prever também uma distância livre mínima de 15cm, conforme figura abaixo. 21
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual subseção. São admitidos outros formatos de seção, desde que sua parte superior atenda às condições desta 4.4. Capachos, forrações, carpetes e tapetes Os capachos devem ser embutidos no piso e nivelados de maneira que eventual desnível não exceda 5mm; Os carpetes e forrações devem ter as bordas firmemente fixadas ao piso e devem ser aplicados de maneira a evitar enrugamento da superfície; A altura da felpa do carpete em rota acessível não deve ser superior a 6mm. Deve ser evitado o uso de manta ou forro sob o carpete. Deve-se optar por carpetes com maior resistência a compressão e desgaste, que devem ser confeccionados em felpa laçada com fios bem torcidos, com no mínimo, 10 tufos por cm2. 22
Acessbilidade 4.5. Portas Para que uma pessoa em cadeira de rodas possa ultrapassar uma porta, é necessário prever espaços mínimos junto a mesma. As figuras abaixo exemplificam as medidas recomendadas. As portas, inclusive de elevadores, devem ter um vão livre mínimo de 0,80m e altura mínima de 2,10m. Em portas de duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter o vão livre de 0,80m. As portas devem ter condições de serem abertas com um único movimento e suas maçanetas devem ser do tipo alavanca, instalada a uma altura entre 0,90m e 1,10m. Quando localizadas em rotas acessíveis, recomenda-se que as portas tenham na sua parte inferior, inclusive no batente, revestimento resistente a impactos provocados por bengalas, muletas e cadeiras de rodas, até a altura de 0,40m a partir do piso, conforme figura abaixo. A porta deve ter uma barra de apoio associado à maçaneta. Ela deve estar localizada a uma distância de 10cm da face onde se encontra a dobradiça e com comprimento igual à metade da largura da porta. Deve haver uma área mínima de 0,60m que permita a aproximação de pessoas que utilizam cadeira de rodas ou andadores, para que a maçaneta seja alcançada em uma posição que não dificulte o movimento de abertura da porta. 23
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 24
Acessbilidade 5. modos de acesso Existem diversas formas de acesso à uma edificação. Muitas delas não são adequadas às pessoas com deficiência física como escadas ou rampas íngremes. Às vezes imaginamos que basta uma rampa para garantirmos o acesso às pessoas com mobilidade reduzida. Esse é um pensamento muito comum, mas equivocado. Se levarmos em conta a autonomia dessas pessoas, devemos seguir rigorosamente a inclinação máxima recomendada, pois quando uma rampa ultrapassa essa angulação, perde completamente sua funcionalidade, não oferecendo condições para uma pessoa em cadeira de rodas transpô-la sozinha. 5.1. Rampas 5.1.1. Inclinação da Rampa Para saber a inclinação adequada de cada rampa, devemos aplicar a seguinte fórmula: i = h x 100 / c - (fonte NBR 9050/04), que descreve as alturas, comprimentos e números de segmentos ideais para cada inclinação. 25
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual c = comprimento da rampa (metros) h = altura a vencer (metros) i = percentual de inclinação (%) A rampa deve atender às seguintes características: A rampa deve ter inclinação de acordo com os limites estabelecidos na tabela abaixo; Para inclinação entre 6,25% e 8,33% devem ser previstas áreas de descanso nos patamares a cada 50m de percurso; 26
Acessbilidade Em reformas, quando esgotadas as possibilidades de soluções que atendam integralmente a tabela acima, podem ser utilizadas inclinações superiores a 8,33% (1:12) até 12,5% (1:8), conforme a tabela a seguir: Inclinação admissível em cada segmento de rampa Desníveis máximos de cada segmento de rampa Número máximo de segmentos de rampa i h % m 5,00 (1:20) 1,50 Sem limite 5,00 (1:20) < i < 6,25 (1:16) 1,00 Sem limite 6,25 (1:16) < i < 8,33 (1:12) 0,80 15 Para inclinação entre 6,25% e 8,33% devem ser previstas áreas de descanso nos patamares a cada 50m de percurso. Em reformas, quando esgotadas as possibilidades de soluções que atendam integralmente a tabela acima, podem ser utilizadas inclinações superiores a 8,33% (1:12) até 12,5% (1:8), conforme a tabela a seguir: Inclinação admissível em cada segmento de rampa Desníveis máximos de cada segmento de rampa Número máximo de segmentos de rampa i h % m 8,33 (1:12) < i < 10,00 (1:10) 0,20 4 10,00 (1:10) < i < 12,5 (1:8) 0,075 1 27
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual A inclinação transversal não pode exceder 2% em rampas internas e 3% em rampas externas. A largura livre mínima é de 1,50m. Para edificações existentes, quando a construção de rampas nas larguras indicadas ou a adaptação da largura das rampas for impraticável, podem ser executadas rampas com largura mínima de 0,90m com segmentos de no máximo 4m, medidos na sua projeção horizontal; Quando não houver paredes laterais as rampas devem incorporar guias de balizamento com altura mínima de 0,05m, instaladas ou construídas nos limites da largura e na projeção dos guarda-corpos, conforme a figura abaixo. 28
Acessbilidade Para rampas em curva, a inclinação máxima admissível é de 8,33% (1:12) e o raio mínimo de 3m, medido no perímetro à curva, conforme a figura abaixo. 29
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 5.1.2. Guias de Balizamento As guias de balizamento devem ter altura mínima de 0,5cm, conforme a figura abaixo. 5.1.3. Patamares das Rampas No início e no término da rampa devem ser previstos patamares com dimensão longitudinal mínima recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível 1,20m, além da área de circulação adjacente, conforme figura abaixo; Entre os segmentos de rampa deve ser previsto patamar longitudinal mínimo de 1,20m sendo recomendável 1,50m. Os patamares situados em mudanças de direção devem ter dimensões iguais à largura da rampa. 30
Acessbilidade externas. A inclinação transversal dos patamares não pode exceder 2% em rampas internas e 3% em rampas 5.1.4. Desnível Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas acessíveis, mas no caso de sua existência deve-se ter alguns cuidados, como os descritos a seguir: Até 5mm não demandam tratamento especial; 31
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Desníveis entre 5mm e 15mm devem ser tratados em forma de rampa, com inclinação máxima de 1:2 (50%). Superiores a 15mm devem ser considerados como degraus. 5.2. Corrimãos e Guarda-Corpos Os corrimãos e guarda-corpos devem ser construídos com materiais rígidos, serem firmemente fixados às paredes, barras de suporte ou guarda-corpos e oferecerem condições seguras de utilização. 5.2.1. Corrimãos Devem ser instalados em ambos os lados das escadas fixas e das rampas. Ter largura entre 3cm e 4,5cm, sem arestas vivas. É necessário um espaço livre de no mínimo 4cm entre a parede e o corrimão. Os corrimãos devem permitir boa empunhadura e deslizamento, sendo preferencialmente de seção circular, conforme a figura abaixo. 32
Acessbilidade Quando embutidos na parede, os corrimãos devem estar afastados 4cm da parede de fundo e 15cm da face superior da reentrância, conforme demonstrado na figura a seguir. 33
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Os corrimãos laterais devem prolongar-se pelo menos 30cm antes do início e após o término da rampa ou escadas, sem interferir com áreas de circulação ou prejudicar a vazão. Em edificações existentes, onde for impraticável promover o prolongamento do corrimão no sentido do caminhamento, este pode ser feito ao longo da área de circulação ou fixado na parede adjacente. As extremidades dos corrimãos devem ter acabamento recurvado, serem fixadas ou justapostas à parede ou piso, ou ainda ter desenho contínuo, sem protuberâncias. 34
Acessbilidade Para degraus isolados e escadas, a altura dos corrimãos deve ser de 0,92m do piso, medidos de sua geratriz superior. Para rampas e opcionalmente para escadas, os corrimãos laterais devem ser instalados a duas alturas: 0,92m e 0,70m do piso, medidos da geratriz superior. Os corrimãos laterais devem ser contínuos, sem interrupção nos patamares das escadas ou rampas. Quando se tratar de escadas ou rampas com largura superior a 2,40m, é necessária a instalação de corrimão intermediário. Os corrimãos intermediários somente devem ser interrompidos quando o comprimento do patamar for superior a 1,40m, garantindo o espaçamento mínimo de 0,80m entre o término de um segmento e o início do seguinte, conforme figura a seguir. 35
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 5.2.2. Guarda-Corpos As escadas e rampas que não forem isoladas das áreas adjacentes por paredes devem dispor de guarda-corpo associado ao corrimão, conforme figura a seguir. 36
Acessbilidade 37
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 5.3. Rebaixamento de Calçadas As calçadas devem ser rebaixadas junto às travessias de pedestres sinalizadas com ou sem faixa, com ou sem semáforo, e sempre que houver foco de pedestres. Não deve haver desnível entre o término do rebaixamento da calçada e o leito carroçável. E eles devem ser construídos na direção do fluxo de pedestres. A inclinação deve ser constante e não superior a 8,33% (1:12), conforme figura a seguir. 38
Acessbilidade A largura dos rebaixamentos deve ser igual à largura das faixas de travessia de pedestres, quando o fluxo de pedestres calculado ou estimado for superior a 25 pedestres/min/m. Em locais onde o fluxo de pedestres for igual ou inferior a 25 pedestres/min/m e houver interferência que impeça o rebaixamento da calçada em toda a extensão da faixa de travessia, admite-se rebaixamento da calçada em largura inferior até um limite mínimo de 1,20m de largura de rampa; Deve ser garantida uma faixa livre no passeio, além do espaço ocupado pelo rebaixamento, de no mínimo 0,80m, sendo recomendável 1,20m. As abas laterais do rebaixamentos devem ter projeção horizontal mínima de 0,50m e compor planos inclinados de acomodação. A inclinação máxima recomendada é de 10%. 5.4. Sanitário Adaptado Os sanitários de uso comum ou uso público devem ter no mínimo 5% do total de cada peça instalada acessível, respeitada no mínimo uma de cada. Quando houver divisão por sexo, as peças devem ser consideradas separadamente para efeito de cálculo. Os sanitários acessíveis devem localizar-se em rotas acessíveis, próximos à circulação principal, preferencialmente próximo ou integrados às demais instalações sanitárias, e ser devidamente sinalizados. Nas cooperativas podem existir dois tipos de sanitários acessíveis: (1) privativo e (2) coletivo. 39
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 5.4.1. Sanitário Acessível Privativo O sanitário acessível privativo deve ter dimensão mínima de 1,70m de largura por 2,10m de comprimento para que uma pessoa em cadeira de rodas possa realizar as manobras necessárias confortavelmente. 5.4.2. Boxe Acessível dentro do Sanitário Coletivo No caso em que o sanitário acessível seja um boxe dentro do sanitário coletivo devemos garantir que tenha entrada independente do sanitário coletivo e seguir as recomendações abaixo: As dimensões mínimas dos boxes acessíveis devem ser de 1,50m x 1,70m para permitir manobras necessárias da cadeira de rodas; O boxe para bacia sanitária acessível deve garantir as áreas para transferência diagonal, lateral e perpendicular, bem como área de manobra para rotação de 180 graus, conforme a figura a seguir; A bacia sanitária deve estar instalada na parede de menor dimensão; A porta do boxe deve ter vão livre mínimo de 0,80m e a área de abertura da porta não deve interferir com a área de transferência. Recomenda-se que a porta do boxe tenha abertura para o lado externo; 40
Acessbilidade Deve ser instalado um lavatório dentro do boxe, em local que não interfira na área de transferência. 41
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 5.4.3. Porta A porta do sanitário acessível deve estar sinalizada com o Símbolo Internacional de Sanitários Acessíveis, ocupando área entre 1,40m e 1,60m do piso, localizado no centro da porta, ocupando área a uma distância do batente entre 15cm e 45cm. Para os sanitários acessíveis, deve ser acrescido, para cada situação, o Símbolo Internacional de Acesso: A porta deve ter vão livre de 0,80m e altura mínima de 2,10m. Se tiver duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter o vão livre de 0,80m. Ela pode ter na sua parte inferior, inclusive no batente, revestimento resistente a impactos provocados por bengalas, muletas e cadeira de rodas, até a altura de 0,40m a partir do piso, conforme a figura abaixo. Além disso deve ter uma barra de apoio instalada junto às dobradiças no lado interior da porta.barras de Apoio 42
distante do umbral da porta, sempre no mesmo lado que a maçaneta. Alternativamente, o texto em Braille pode ser colocado no batente na altura de 1m do piso, no lado da maçaneta. SINALIZAÇÃO TÁTIL A sinalização tátil é composta de piso podotátil (piso tátil) e informações táteis em corrimãos. O piso tátil pode ser direcional ou de alerta e deve ser aplicado conforme informações na sequência deste manual. As informações da sinalização tátil em corrimãos deve ser aplicada conforme descrito na sequ~encia deste manual. Acessbilidade SINALIZAÇÃO VISUAL Sem relevo 15 cm 140 cm SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL NA PAREDE Com relevo SINALIZAÇÃO TÁTIL NO BATENTE Alternativa 40 cm 90 cm 90 cm Batedor de porta em chapa de metal Corte 43
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Devem ter diâmetro entre 3cm e 4,5cm, e estar firmemente fixadas em paredes a uma distância mínima destas de 4cm da fase interna da barra. Suas extremidades devem estar justapostas nas paredes ou ter desenvolvimento contínuo até o ponto de fixação com formato recurvado. Localização das Barras de Apoio: Junto à bacia sanitária, na lateral e no fundo, devem ser colocadas barras horizontais para apoio e transferência, com comprimento mínimo de 0,75m a 0,80m de altura do piso acabado (medidos pelo eixo de fixação); A distância entre o eixo da bacia e a face da barra lateral ao vaso deve ser de 0,40m, estando posicionada a uma distância mínima de 0,50m da borda frontal da bacia; A barra da parede do fundo deve estar a uma distância máxima de 0,11m da sua face externa à parede e estender-se no mínimo 0,30m além do eixo da bacia, à parede lateral, conforme a figura abaixo. 44
Acessbilidade 45
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 6. Sinalização Tátil 6.1. Sinalização de portas Nas portas deve haver informação visual (número da sala, função etc.) ocupando área entre 1,40 m e 1,60 m do piso, localizada no centro da porta ou na parede adjacente, ocupando área a uma distância do batente entre 15 cm e 45 cm. A sinalização tátil (em Braille ou texto em relevo) deve ser instalada nos batentes ou vedo adjacente (parede, divisória ou painel), no lado onde estiver a maçaneta, a uma altura entre 0,90 m e 1,10 m. 6.2. Planos e mapas táteis As superfícies horizontais ou inclinadas (até 15% em relação ao piso) contendo informações em Braille, planos e mapas táteis devem ser instaladas à altura entre 0,90 m e 1,10 m. Os planos e mapas devem possuir um reentrância na sua parte inferior com no mínimo 0,30 m de altura e 0,30 m de profundidade, para permitir a aproximação frontal de uma pessoa em cadeira de rodas. 46
Acessbilidade D A V Modelo de mapa tátil LEGENDA Sinalizador tátil direcional com textura em relevo linear e cromodiferenciada do piso adjacente Sinalizador tátil de alerta com textura em relevos tronco cônicos e cromodiferenciada do piso adjacente Sinalizador visual de alerta com cor contraste aplicada nos degraus Mapa Tátil - Sempre posicionado em local de acesso direto a partir da porta acessível O piso tátil não precisa ir até o sanitário quando o sanitário estiver em área interna da agência P agamentos e R ec ebimentos D S anitário Masculino S anitário F eminino A Caixa Atendimento Prioritário - Guichê Acessível A D Cadeiras de Espera uso exclusivo do Atendimento Prioritário Mesa destinada a pessoa treinada para atendimento a pessoas com deficiência A tendimento A D A A Conjunto de espera sinalizado como Uso Preferencial D A A sobe A A D A V Detalhe da sinalização da escada Rampa D D A A 47
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Não é necessário que o mapa esteja em escala. A percepção é realizada em relação ao ponto onde a pessoa com deficiência está, considerando somente o sentido do deslocamento. A rampa somente deve ser sinalizada caso faça parte do trajeto a ser percorrido no percurso do piso tátil. Não sinalize rampas de plataforma ou a rampa de acesso da agência. O Mapa Tátil deve ser posicionado sempre que possível na direção da porta acessível. Também deve ser orientado como quem observa a agência olhando-a de frente. A esquerda e direita no posicionamento do mapa devem obedecer a direita e esquerda do espaço real. Da mesma forma, a frente e fundos do prédio devem estar posicionados mais próximos e mais distantes no mapa, respectivamente. Em agências em ângulo, realize rotações do Mapa Tátil a fim de simplificar a leitura. Para sinalizar alguma plataforma elevatória interna utilize o pictograma de elevador. 48
Acessbilidade CAIXA MESA DE ATENDIMENTO PORTA GIRATÓRIA VOCÊ ESTÁ AQUI + CAIXA ELETRÔNICO ENTRADA 49
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual ENTRADA PORTA GIRATÓRIA VOCÊ ESTÁ AQUI BANHEIRO CAIXA ELETRÔNICO CAIXA furado 50
Acessbilidade ELEVADOR ESCADA RAMPA MESA DE ATENDIMENTO 51
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 6.3. Sinalização tátil de corrimãos É recomendável que os corrimãos de escadas e rampas sejam sinalizados através de: anel com textura contrastante com a superfície do corrimão, instalado 1,00 m antes das extremidades; sinalização em Braille, informando sobre os pavimentos no início e no final das escadas Sinalização fixas e rampas, tátil de instalada corrimãosna geratriz superior do prolongamento horizontal do corrimão. SINALIZAÇÃO EM BRAILLE 6.4. Sinalização tátil tátil de piso no piso A sinalização tátil no piso pode ser do tipo de alerta ou direcional. Ambas devem ter cor contrastante com a do piso adjacente, e podem ser sobrepostas ou integradas ao piso modulação existente, atendendo piso às Sinalização tátil de alerta em seguintes condições: 52
Acessbilidade quando sobrepostas, o desnível entre a superfície do piso existente e a superfície do piso implantado deve ser chanfrado e não exceder 2 mm; quando integradas, não deve haver desnível. 6.4.1. Sinalização tátil de alerta A textura da sinalização tátil de alerta consiste em um conjunto de relevos tronco-cônicos conforme tabela abaixo. A modulação do piso deve garantir a continuidade de textura e o padrão de informação. Mínimo (mm) Máximo (mm) Diâmetro de base do relevo 22 30 Distância horizontal entre centros de relevo 42 53 Distância diagonal entre centros de relevo 60 75 Altura do relevo Entre 3 e 5 NOTA: Distância do eixo da primeira linha de relevo até a borda do piso = 1/2 distância horizontal entre centros. Diâmetro do topo = 1/2 a 2/3 do diâmetro da base A sinalização tátil de alerta deve ser instalada perpendicularmente ao sentido de deslocamento nas seguintes situações: 53
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual obstáculos suspensos entre 0,60 m e 2,10 m de altura do piso acabado, que tenham o volume maior na parte superior do que na base, devem ser sinalizados com piso tátil de alerta. A superfície a ser sinalizada deve exceder em 0,60 m a projeção do obstáculo, em toda a superfície ou somente no perímetro desta, conforme figura 60; nos rebaixamentos de calçadas, em cor contrastante com a do piso, conforme figuras 61 e 62; no início e término de escadas fixas, escadas rolantes e rampas, em cor contrastante com a do piso, com largura entre 0,25 m a 0,60 m, afastada de 0,32 m no máximo do ponto onde ocorre a mudança do plano, conforme exemplifica a figura 63; junto às portas dos elevadores, em cor contrastante com a do piso, com largura entre 0,25 m a 0,60 m, afastada de 0,32 m no máximo da alvenaria, conforme exemplifica a figura 64; junto a desníveis, tais como plataformas de embarque e desembarque, palcos, vãos, entre outros, em cor contrastante com a do piso. Deve ter uma largura entre 0,25 m e 0,60 m, instalada ao longo de toda a extensão onde houver risco de queda, e estar a uma distância da borda de no mínimo 0,50 m. 54
Acessbilidade Sinalização tátil de alerta em obstáculos suspensos Sempre que existir totem, realize marcação de piso de alerta ao redor da sua base. 55
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual Sinalização tátil de alerta nos rebaixamentos das calçadas 56
Acessbilidade Sinalização tátil de alerta nas escadas 6.4.2. Sinalização tátil direcional A sinalização tátil direcional deve: ter textura com seção trapezoidal, qualquer que seja o piso adjacente; ser instalada no sentido do deslocamento; 57
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual ter largura entre 20 cm e 60 cm; ser cromodiferenciada em relação ao piso adjacente. A textura da sinalização tátil direcional consiste em relevos lineares, regularmente dispostos. Mínimo (mm) Máximo (mm) Largura de base do relevo 30 40 Largura do topo 20 30 Altura do relevo Entre 4 e 5 (quando em placas sobrepostas, a altura do relevo pode ser de 3) Distância horizontal entre centros de relevo 70 85 Distância horizontal entre bases de relevo 45 55 NOTA: Distância do eixo da primeira linha de relevo à borda do piso = 1/2 distância horizontal entre centros. 58
Acessbilidade A sinalização tátil direcional deve ser utilizada em áreas de circulação na ausência ou interrupção da guia de balizamento, indicando o caminho a ser percorrido e em espaços amplos. Para a composição da sinalização tátil de alerta e direcional, sua aplicação deve atender às seguintes condições: quando houver mudança de direção entre duas ou mais linhas de sinalização tátil direcional, deve haver uma área de alerta indicando que existem alternativas de trajeto. Essas áreas de alerta devem ter dimensão proporcional à largura da sinalização tátil direcional; quando houver mudança de direção formando ângulo superior a 90, a linha-guia deve ser sinalizada com piso tátil direcional; nos rebaixamentos de calçadas, quando houver sinalização tátil direcional, esta deve encontrar com a sinalização tátil de alerta; nas portas de elevadores, quando houver sinalização tátil direcional, esta deve encontrar a sinalização tátil de alerta, na direção da botoeira; nas faixas de travessia, deve ser instalada a sinalização tátil de alerta no sentido perpendicular ao deslocamento, à distância de 0,50 m do meio-fio. Recomenda-se a instalação de sinalização tátil direcional no sentido do deslocamento, para que sirva de linha-guia, conectando um lado da calçada ao outro; 59
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 60
Acessbilidade 6.4.3. Sinalização visual de degraus Todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na borda do piso, em cor contrastante com a do acabamento, medindo entre 0,02 m e 0,03 m de largura. Essa sinalização pode estar restrita à projeção dos corrimãos laterais, com no mínimo 0,20 m de extensão. 61
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 62
Acessbilidade 7. Sinalização de emergência As rotas de fuga e as saídas de emergência devem ser sinalizadas com informações visuais e sonoras. Nas escadas que interligam os diversos pavimentos, inclusive nas de emergência, junto à porta corta- -fogo, deve haver sinalização tátil e visual informando o número do pavimento. A mesma sinalização pode ser instalada nos corrimãos. Em saídas de emergência devem ser instalados alarmes sonoros e visuais. Os alarmes sonoros, bem como os alarmes vibratórios, devem estar associados e sincronizados aos alarmes visuais intermitentes, para alertar as pessoas portadoras de deficiência visual e as pessoas com deficiência auditiva. Os mecanismos e dispositivos de emergência devem conter informações táteis e visuais, representadas através de símbolos. 63
MIG - Instruções Gerais - Identidade Visual 7.1. Alarmes sonoros Os alarmes sonoros devem atender às seguintes condições: ter intensidade e freqüência entre 500 Hz e 3 000 Hz; freqüência variável alternadamente entre som grave e agudo, se o ambiente tiver muitos obstáculos sonoros (colunas ou vedos); intermitência de 1 a 3 vezes por segundo; intensidade de no mínimo 15 dba superior ao ruído médio do local ou 5 dba acima do ruído máximo do local. Recomenda-se adotar em ambientes internos valores entre 35 dba e 40 dba e em ambientes externos, valores entre 60 dba a 80 dba. 7.2. Alarmes visuais Os alarmes visuais devem atender às seguintes características: aparência intermitente; luz em xenônio de efeito estroboscópico ou equivalente; 64
Acessbilidade intensidade mínima de 75 candelas; taxa de flash entre 1 Hz e 5 Hz; ser instalados a uma altura superior a 2,20 m acima do piso, ou 0,15m inferior em relação ao teto mais baixo; ser instalados a uma distância máxima de 15 m; podem ser instalados num espaçamento maior até o máximo de 30 m, quando não houver obstrução visual. 7.3. Sinalização de áreas de resgate A porta de acesso às áreas de resgate deve ser identificada com sinalização em material fotoluminescente ou ser retroiluminada. A área de resgate deve ser sinalizada, junto à demarcação do M.R. no piso. Devem ser afixadas instruções sobre a utilização da área de resgate. 65