Laminados. de alumínio



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Transcrição:

Laminados de alumínio

COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO Vista aérea da fábrica Alumínio SP Fundada em 9 na cidade de Alumínio (SP), a CBA, empresa do Grupo Votorantim, é uma das maiores indústrias do mundo no setor. Atuando de forma integrada, desde a extração da bauxita até a produção de semimanufaturados, possui capacidade instalada de. t/ano de alumínio primário. A criolita e o fluoreto de alumínio sintéticos, utilizados nesse processo, são também produzidos internamente pela indústria, que tem grande parte da energia utilizada em sua operação gerada por usinas hidrelétricas próprias. CBA Qualidade ISO 9 As reservas de bauxita que abastecem sua fábrica estão localizadas em Minas Gerais (Poços de Caldas, Mantiqueira e Cataguases) e no Pará (Paragominas e Trombetas). Para corresponder à qualidade exigida pelo mercado, a CBA dispõe dos mais avançados equipamentos. Um laminador de alta produtividade, com capacidade de laminação de bobinas de até t e controle de espessura computadorizado, garante laminados de alumínio com mínima variação de espessura. No acabamento, uma moderna máquina de corte confere às chapas e bobinas prétensionadas total planicidade, atendendo ainda à execução de produtos especiais em lavrado stucco e lavrado CBA Piso. O resultado desses constantes investimentos se traduz na alta confiabilidade de sua linha e na expressiva participação de mercado.

Laminados Produto obtido através de um processo de transformação mecânica que consiste na redução da secção transversal por compressão do metal, através da passagem entre dois cilindros de aço ou ferro fundido com eixos paralelos que giram em torno de si mesmos. Existem dois processos básicos de laminação de alumínio: laminação a quente e laminação a frio. LAMINAÇÃO A QUENTE Processo que consegue grandes reduções da secção transversal do metal a uma temperatura igual a temperatura de recristalização do alumínio (aproximadamente º C). A redução da espessura por passe é de aproximadamente % dependendo da dureza do material que está sendo laminado. O material resultante deste processo da laminação pode ser comercializado ou usado como matéria prima no processo de laminação a frio. LAMINAÇÃO A FRIO Processo de laminação realizado a temperaturas bem inferiores aquelas de recristalização do alumínio. O número de passes neste processo depende da espessura inicial, da espessura final, da liga e da têmpera do produto desejado. A deformação a frio confere encruamento ao alumínio aumentando os limites de resistência e escoamento com diminuição do alongamento. Neste processo controlamos rigidamente a espessura, a planicidade e o refile lateral do material. Os laminados CBA podem ser obtidos também pelo processo de fundição contínua Caster, que consiste na produção de tiras de alumínio mediante injeção de metal líquido entre cilindros refrigerados internamente com água. O produto final deste processo pode ser comercializado ou usado como matéria prima no processo de laminação a frio. Os laminados CBA podem ser fabricados com os seguintes tipos de acabamento superficial conforme NBR 7 e 8: ACABAMENTO COMUM Acabamento padrão de fabricação podendo ser planificado por prétensionamento. ACABAMENTO BRILHANTE Acabamento especial em uma única face da chapa onde se exige alta refletibilidade podendo ser planificada por prétensionamento. ACABAMENTO LAVRADO STUCCO Acabamento especial gravado em ambas as faces com aparência semelhante ao estuque. ACABAMENTO LAVRADO PISO Acabamento gravado em uma das faces com ressaltos uniformes e dispostos perpendicularmente. Fundição de placas sistema wagstaff Os laminados CBA podem ser fornecidos com aplicação de filme plástico em uma das faces o que visa reduzir riscos provenientes do processo de estampagem e do manuseio.

Classificação de ligas O sistema de classificação das ligas de laminação está baseado na norma ABNT NBR 8 (compatível com as normas da Aluminium Association). Para identificação das ligas de alumínio usamos um sistema de designação numérica de quatro dígitos, onde o primeiro dígito indica o grupo de ligas conforme quadro abaixo: GRUPO PRINCIPAL ELEMENTO DE LIGA xxx Alumínio não ligado de pureza mínima de 99,% xxx Cobre xxx Manganês xxx Silício xxx Magnésio xxx Magnésio e silício O segundo dígito indica modificações da liga original ou dos limites de impurezas. Os dois últimos dígitos identificam a liga de alumínio ou indicam a pureza do alumínio. 7 xxx Zinco 8 xxx Outros elementos Designação de têmperas As têmperas são classificadas de acordo com os processos a que se submete o material, da seguinte forma: F : COMO FABRICADO Aplicase a produtos obtidos através de processos de conformação nos quais não se emprega nenhum controle especial sobre as condições térmicas ou de encruamento. Não se especificam limites para as propriedades mecânicas. O : RECOZIDO Aplicase a produtos acabados, no estado em que apresentam o menor valor de resistência mecânica. H : ENCRUADA Aplicase a produtos de ligas não tratáveis termicamente, ou seja, ligas onde o aumento da resistência mecânica se consegue apenas por deformação plástica a frio (encruamento). Na definição da têmpera, a letra H será seguida de um ou mais dígitos onde, o primeiro dígito indica o processo ou processos a que foi submetido o material: H H H Somente encruamento Deformado plasticamente a frio e parcialmente recozido. Deformado plasticamente a frio e estabilizado.

O segundo dígito indica o grau de encruamento em ordem crescente, sendo os principais denominados conforme segue: GRAU TERMO COMUMENTE USADO /8 duro / duro ½ duro / duro 8 Duro 9 Extra duro Laminador a frio irreversível O terceiro dígito, quando utilizado, indica a variação de uma têmpera de dois dígitos. É usado quando o grau de controle das têmperas ou as propriedades mecânicas diferem, porém, são próximas da têmpera H de dois dígitos. Além disso, o terceiro dígito é estabelecido para chapas lavradas ou modeladas. Limites de composição química das ligas de alumínio CBA (%) LIGA Si Fe Cu Mn Mg Cr Ni Zn Ti OUTROS CADA TOTAL ALUMÍNIO,,,,,,,, 99, 7,,,,,,,, 99,7,9 (Si+Fe),,,,,, 99,, (Si+Fe),,,,,, 99,, (Si+Fe),,,,,, 99,, (Si+Fe),,,,,, 99,,,,,,,,, 99,,,7,,,,,,, Rest.,,7,,,,8,,,, Rest.,,8,,,8,,8,,,,, Rest.,,7,,,8,,8,,,,, Rest.,,7,,,,,,,, Rest.,,,,,,8,,,,, Rest. 8,,,,,,,,,, Rest. 8,,9,,,,,,,,, Rest. (MÍN.) NOTAS: ) QUANDO NÃO SE MENCIONA UMA FAIXA, A PORCENTAGEM INDICADA É A MÁXIMA; ) QUANDO NÃO ESTÁ INDICADO O VALOR () CONSIDERAR COMO OUTROS. Equivalência de ligas com normas internacionais CBA ABNT/ASTM DIN ALEMANHA AI 99, NF FRANÇA A A UNI ITÁLIA PALP99, BS INGLATERRA B CSA CANADÁ 99C ISO INTERNACIONAL AI99, Cu AI 99, A PALP99, C EAI A/L E AI Mn Cu AM PAI Mn,Cu Mc AI Mn Cu AI Mn Mg AMIG PAI Mn,Mg AI Mn, Mg, N AI Mg AG, PAI Mg,8 N AI Mg, PAI Mg, L8,8 Gr AI Mg,

Propriedades mecânicas Os dados de tensão são expressos na unidade megapascal (Mpa), equivalente a N/mm². A medida de unidade Kgf/mm² é obtida dividindose o valor indicado por 9,8. LIGA TÊMPERA LIMITE DE RESISTÊNCIA À TRAÇÃO (Mpa) MÍNIMO MÁXIMO LIMITE DE ESCOAMENTO (Mpa) MÍNIMO,<e e>, ALONGAMENTO MÍNIMO mm (%),<e e>,,<e e>,,<e e>,,<e e>8, DUREZA BRINEL (HB) / O H 8 9 7 8 8 H H H8 H9 9 7 7 8 7 8 O H H H H8 H9 7 9 7 9 7 8 8 7 8 8 O H H H H8 8 9 9 7 8 8 O H H H H8 H9 9 8 9 8 8 9 8 8 7 O H H H H8 9 8 7 9 9 8 7 77 O H H H H8 H9 9 7 9 8 9 8 7 O H H H H8 H9 8 9 8 9 9 9 8 O H H H H8 7 7 8 8 7 9 7 8 7 8 7 77 NOTAS: ) OS VALORES INDICADOS NÃO IMPLICAM GARANTIA FORMAL ) CONFORME NBR 7 O MATERIAL PODERÁ SER FABRICADO NA CORRESPONDENTE TÊMPERA HX ) PARA AS LIGAS COM TÊMPERA HX NÃO SE IMPLICA O LIMITE MÁXIMO DE RESISTÊNCIA A TRAÇÃO ) PARA AS LIGAS COM A TÊMPERA H, UTILIZAR OS LIMITES ESPECIFICADOS NA TÊMPERA O ) PARA AS LIGAS COM A TÊMPERA H, UTILIZAR OS LIMITES ESPECIFICADOS NA TÊMPERA H

Limites de fabricação ESPESSURA e LARGURA CHAPAS PLANAS COMPRIMENTO MÍN. MÁX. MÍN. MÁX. BOBINAS LARGURA MÍN. MÁX., < e <,, < e <, PLANICIDADE Planificado e pré tensionado Planificado e prétensionado REFILE Refilado Refilado, < e <, Planificado Refilado, < e <, 8 Como laminado Não refilado, < e <,7 8 Como laminado Não refilado,7 < e 8 Como laminado Não refilado Tolerância na espessura para chapas e bobinas LIGAS 8 8 LIGAS ESPESSURA e LARGURA L < < L < ESPESSURA e LARGURA L < < L <, < e <,,,, < e <,,,, < e <,,., < e <,,.7, < e <,,,, < e <,,,8, < e <,8,,7, < e <,8,,9,8 < e <,,,8,8 < e <,,7,, < e <,,,9, < e <,,8,, < e <,,8,, < e <,,8,, < e <,,9,, < e <,,9,, < e <,,,, < e <,,,, < e <,,,, < e <,,,8, < e <,,,8, < e <,,,, < e <,,8,, < e <,,,, < e < 8,,,, < e < 8,,, 8, < e <,,, 8, < e <,,,, < e <,7,,, < e <,7,, NOTA: TODOS OS VALORES INDICADOS SÃO VÁLIDOS EM mm PARA MAIS OU PARA MENOS. Tolerância na largura das chapas planas ESPESSURA e, < e <,, < e <,, < e <, LARGURA L L < < L < < L < < L <,,,,,,,,, 7, 8, 9,

Tolerância no comprimento das chapas planas ESPESSURA e C <..... COMPRIMENTO C..... 7. 7......, < e <,,,,,,,,, 7,, < e <,,,,,,,, 7, 8,, < e <,7 8, 9,,,,,,, 8, Tolerância na largura das bobinas refiladas ESPESSURA e L < < L < LARGURA L < L < < L < 7 7 < L <.. < L <., < e <,,,,,,,, < e <,,,,,, Tolerância na planicidade de chapas planificadas LIGAS,, ESPESSURA e DISTÂNCIA LONGITUDINAL OU TRANSVERSAL DAS ONDAS LATERAIS OU CENTRAIS < D < < D < < D < D >,,,, < e <, 8,,, < e<, 8, 8, 8,,, < e <, 9, < e <, 7 NOTA: A CHAPA DEVE SER APOIADA SOBRE UMA SUPERFÍCIE PLANA, ESTANDO SUJEITA UNICAMENTE AO SEU PESO PRÓPRIO. NÃO SE APLICAM PARA AS CHAPAS NOS ESTADOS E F. TODOS OS VALORES INDICADOS SÃO VÁLIDOS EM mm, PARA MAIS OU PARA MENOS. Tolerância no desvio de esquadro para chapas planas COMPRIMENTO NOMINAL C < LARGURA NOMINAL L < L >, x Cada fração de mm de largura, x Cada fração de mm de largura C >,8 x Cada fração de mm de largura,8 x Cada fração de mm de largura Tolerância no desvio lateral de chapas planas ESPESSURA e LARGURA L C < COMPRIMENTO C, < e <, L < < L < < L < 9 L > 9,,,, 8 9 7 8, < e <, < L < L >,,,,,,,, 7, 8,,, Tolerância no desvio lateral de bobinas ESPESSURA e LARGURA L < L < < L < < L < < L < < L, < e <,, < e <, NOTA: TOLERÂNCIA NO DESVIO DE CHAPAS EM BOBINAS, EM QUALQUER TRECHO DE ATÉ mm.

Laminados com acabamento especial LAVRADO STUCCO É produto da laminação que sofreu uma modificação superficial, podendo ser fabricado em chapas ou bobinas. Os laminados lavrados Stucco são utilizados em refrigeradores, máquinas de lavar, ar condicionado, materiais para revestimento de câmaras frigoríficas, revestimento interno de ônibus e para a construção civil, especificamente telhas para cobertura. Limites de fabricação LIGAS TÊMPERAS ESPESSURA COMPRIMENTO LARGURA CHAPAS BOBINAS H H H H7 H9 H H H7 H9,, à à à H H H H7 H9 H H H7 H9,, à à à H H,, à à à NOTA: OUTRAS LIGAS, TÊMPERAS E DIMENSÕES PODEM SER FABRICADAS MEDIANTE CONSULTA. Entendese espessura de chapa stucco antes da operação de lavragem. Após operação de lavragem, considerar um acréscimo na espessura de até, mm. Quanto ao ressalto podemos dividir a aplicação dos laminados stucco em dois grupos: Stucco padrão Ressalto padrão CBA, destinado ao mercado em geral principalmente aos encarroçadores de ônibus. Stucco raso Material normalmente destinado a aplicações onde se requer estampagem profunda (ex: defletor de calor) Detalhe da chapa Stucco Fabricação chapa Stucco

Fabricação chapa piso CBA LAVRADO CBA PISO Ultilizados em pisos antiderrapantes tais como: ônibus, escadas rampas de acesso e na indústria de construção (decorativo). Os laminados Lavrado CBA pisos são fabricados na liga, têmpera H, liga, têmpera H e liga H. Limites de fabricação ESPESSURA DA BASE ALTURAS DOS RESSALTOS LARGURA COMPRIMENTO, a,, a, a a NOTA: OUTRAS LIGAS, TÊMPERAS E DIMENSÕES PODEM SER FABRICADAS MEDIANTE CONSULTA. PROPRIEDADES MECÂNICAS As têmperas dos laminados lavrados são obtidas a partir de têmperas definidas pelo processo de laminação a frio, de acordo com a seguinte tabela: CHAPAS LAVRADAS H TÊMPERA ORIGINAL DOS LAMINADOS ANTES DA OPERAÇÃO LAVRAGEM H H H H H H Detalhe da chapa piso H H7 H H7 H H7 H H H H H H H9 H9 H9 H8 H8 H8 H9 H9 H9 H9 H9 H9 PROPRIEDADES MECÂNICAS LIGA TÊMPERA H Limite de resistência à tração: a 8 MPa Limite de escoamento: 9 a MPa Alongamento: a % Densidades: ESPESSURA DA BASE,,,,7 PESO (kg/m),,8,9 8,

Observações importantes DIÂMETRO INTERNO DAS BOBINAS ) Laminados na espessura entre, a,9 mm com espula de alumínio: 7, mm e, mm com espula de papelão: mm, 8 mm e mm com núcleo vazio: mm, 8 mm e mm ) Laminados na espessura entre, a, mm com espula de papelão: mm, 8 mm e mm com núcleo vazio: mm, mm,8 mm e mm ) Laminados na espessura entre, a, mm com núcleo vazio: 8 mm e mm ) Laminados com largura a mm diâmetro interno de mm DIÂMETRO EXTERNO DAS BOBINAS ) Laminados fabricados com produto procedente do sistema de fundição contínua (Caster) diâmetro externo máximo:.98 mm (, kg / mm de largura) peso de até: 9. kg ) Laminados fabricados com produto proveniente do processo de laminação a quente diâmetro externo máximo:. mm (,7 kg / mm de largura) peso máximo da bobina:. kg PLANICIDADE ) Laminados de espessura entre, mm e, mm podem ser fornecidos com planicidade prétensionada, o que garantirá um maior grau de planicidade. ) Laminados de espessura entre, mm e, mm podem ser fornecidos refilados e planificados. ) Para espessura acima de, mm, os Laminados são fornecidos sem garantia de planicidade, conforme laminado. REFILE LATERAL Os laminados CBA de espessura acima de, mm são fornecidos sem refile lateral e as larguras possíveis de serem fabricados, nessas condições, são os seguintes: 8 mm, 9 mm, mm e mm. Laboratório

Tabela para cálculo do peso da bobina Para conhecer o peso da bobina, ultilizase o fator de multiplicação da tabela abaixo em função dos diâmetros internos e externos. Exemplo: Bobina com largura de mm, diâmetro interno de mm e diâmetro externo de 9 mm fator de.8 Fator x Largura =.8 x = 8 kg. e / i 7,, mm 8,7,,,8,79,7,7,,,9,8,7,8,7,8 7 7 8 8 9 9,8,9,7,88,7,8,,,7,9,8,7,7,87,99,,8,8,8,8,7,8,,,779,9,97,7,8,,8,9,,,9,8,8,8,8,,9,,9,9,,8,98,7,7,7,,,8,7,99,,8,7,8,77,7,,,,89,7,78,,988,,79,9,9,777,79,7,,7,,,,7,,,7,,,,79,,7,8,9,7,79,7,,,98 8,97,9,,7,9 7,79,778,8,9 7,997,779,7 7,,779 8, Principais aplicações dos laminados de alumínio LIGA APLICAÇÃO Refletores; luminárias; rufos / cumeeiras; tanques não estruturais para indústria química; chapas lisas e bobinas para uso geral; defletores de calor Painéis decorativos; etiquetas metálicas; utensílios domésticos. Utensílios domésticos; peças estampadas; chapa sutcco para decoração. Barramentos elétricos; peças ou equipamentos onde se requer alta condutividade elétrica. Coberturas para construção civil (telhas); calhas e forros; fachadas; carrocerias de ônibus ou caminhão; tampas metálicas; estampagem em geral. Coberturas para construção civil (telhas); calhas e forros. Carrocerias para ônibus e caminhão; placas de sinalização; indústria naval; persianas; ilhoses; peças estampadas com alta solicitação mecânica; vagões ferroviários, piso para ônibus (chapa piso).

Linha de corte longitudinal e transversal de chapas e bobinas RAIOS DE DOBRAMENTO VÁLIDOS PARA LARGURAS t LIGA TÊMPERA, MÍN.,8,,,8 /t /t H /t /t t H /t t /t H /t /t H8 /t /t / /t H /t /t /t t H /t /t /t /t t H /t /t H8 /t /t t H /t /t /t /t /t H /t /t t H /t /t t /t H /t /t H8 /t t /t H /t /t t H /t /t t /t H /t /t H8 /t t /t /t /t /t H /t /t t H /t H /t t H8 /t /t t /t /t /t H /t /t /t /t t H /t t t /t /t t H /t /t H8 /t /t t MÉTODO ALUMINIUM ASSOCIATION TABELA 7.. Neta tabela estão apresentados os raios* mínimos de dobramento, recomendados para chapas e lâminas. * válidos para dobramento a 9º Tabela de dobramento

Embalagem INSTRUÇÕES SOBRE MANUSEIO, ESTOCAGEM E TRANSPORTE Metal nobre, especialmente onde sua aparência é muito importante, o alumínio requer maiores cuidados durante o transporte, manuseio e estocagem: Estocar em lugar seco e arejado ; Não arrastar o material no chão ; Não arrastar ou deslizar as chapas entre si ; Não arrastar ou deslizar as espiras das bobinas entre si ; Evitar contato com os outros metais ; Não fazer pilhas muito altas durante o armazenamento ; Não estocar o material nas proximidades de fontes emanadoras de vapores agressivos,tais como: linha de anodização, eletroposição, etc; Após as embalagens abertas, manter o alumínio livre de sujeira tais como: poeira,cavacos etc; Ao manusear fardos de chapa, evitar as flexão das mesmas. INSTRUÇÕES SOBRE CORROSÃO O alumínio tem resistência natural à corrosão e distinguese de outros metais pelo fato de se auto proteger. Quando em contato com o ar, cobinase com o oxigênio criando uma película transparente, dura e impermeável. O alumínio é atacado pela corrosão quando a água fica retida entre as chapas ou pela embalagem. Não havendo uma ventilação adequada, ocorrerá reação de oxidação, causando manchas esbranquiçadas na superficie do material. Embalagem para chapas em rolo (bobinas) Pallet autoportante e tampo de madeira; Materiais envoltos em papel kraft ou em plástico; Aplicação de película protetora de polietileno (quando solicitado); Material intercalado com papel de seda; Eixo das bobinas na horizontal ou na vertical; Embalagem com produto absorvente de umidade (ex: sílica gel). Embalagem para chapas planas Pallet autoportante e tampo de madeira; Materiais envoltos em papel kraft ou plástico; Material intercalado com papel de seda (quando solicitado); Aplicação de película protetora de polietileno (quando solicitado); Embalagem com produto absorvente de umidade (ex: sílica gel).

janeiro ESCRITÓRIO CENTRAL CBA Praça Ramos de Azevedo, CEP 79 São Paulo SP Tel ().7 Fax ().8,. e. http://www.aluminiocba.com.br FÁBRICA (ALUMÍNIO SP) Rua Moraes do Rego, 7 Alumínio SP CEP 8 Tel () 7.8 VENDAS SÃO PAULO Cabos de alumínio ().7 Construção civil ().7 Distribuição ().7 Embalagens ().77 Transportes ().7 Exportação ().7 GERÊNCIA DE FILIAIS Tel ().7 Belém (PA) Rodovia BR (Km ), n 9 Coqueiro CEP 7 Tel (9). Fax (9).7 Caxias do Sul (RS) Rua Antonio Montemezzo, Floresta CEP 9998 Tel ().9 Fax (). Contagem (MG) Av. Dr. Antonio Chagas Diniz, Distrito Industrial CEP Tel (). Fax ().77 Curitiba (PR) Rua Isaac Guelmann, Novo Mundo CEP 8 Tel ().99 Fax () 8.7 Esteio (RS) Rodovia BR, 7 Bairro Industrial CEP 97 Tel () 7.89 Fax () 7.77 Fortaleza (CE) Av. Francisco Sá, 98 Barra do Ceará CEP Tel (8) 8.88 Fax (8) 8.88 Gaspar (SC) Rua Anfilóquio Nunes Pires, Figueira CEP 89 Tel (7).777 Fax (7).7 Recife (PE) Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, Imbiribeira CEP 7 Tel (8) 9. Fax (8) 9.8 Ribeirão Preto (SP) Av. Mogiana, Vila Carvalho CEP 77 Tel (). Fax () 8.98 Rio de Janeiro (RJ) Av. Brasil, 9 Parada de Lucas CEP Tel () 8.787 Fax () 9.9 Salvador (BA) Rua Secundária Campinas de Pirajá CEP 7 Tel (7) 9. Fax (7) 9. São Paulo (SP) Av. Henry Ford, / Mooca CEP 9 Tel ().888 Fax () 7.9 FÁBRICA VENDAS São Paulo VENDAS FILIAIS REPRESENTANTES