EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS



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Transcrição:

PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PERFURAÇÃO - INTRODUÇÃO A perfuração de um poço de petróleo é realizada através de uma sonda, conforme ilustrado nas figuras abaixo. Na perfuração rotativa, as rochas são perfuradas pela ação da rotação e peso aplicados a uma broca existente na extremidade de uma coluna de perfuração, a qual consiste basicamente de comandos (tubos de paredes espessas) e tubos de perfuração (tubos de paredes finas). Os fragmentos da rocha são removidos continuamente através de um fluido de perfuração ou lama. O fluido é injetado por bombas para o interior da coluna de perfuração através da cabeça de injeção, ou swivel, e retorna à superfície através do espaço anular formado pelas paredes do poço e a coluna. Ao atingir determinada profundidade, a coluna de perfuração é retirada do poço e uma coluna de revestimento de aço, de diâmetro inferior ao da broca, é descida no poço. O anular entre os tubos do revestimento e as paredes do poço é cimentado com a finalidade de isolar as rochas atravessadas, permitindo então o avanço da perfuração com segurança. Após a operação de cimentação, a coluna de perfuração é novamente descida no poço, tendo na sua extremidade uma nova broca de diâmetro menor do que a do revestimento para o prosseguimento da perfuração. Do exposto, percebe-se que um poço é perfurado em diversas fases, caracterizadas pelos diferentes diâmetros das brocas. PERFURAÇÃO: SONDAS E PLATAFORMAS A perfuração é a segunda etapa na busca de petróleo. Ela ocorre em locais previamente determinados pelas pesquisas geológicas e geofísicas. Para realizá-la, perfura-se um poço - o pioneiro - mediante o uso de uma sonda. Comprovada a existência do petróleo, outros poços serão perfurados para se avaliar a extensão da jazida. Essa informação é que vai determinar se é comercialmente viável ou não, produzir o petróleo descoberto. Caso a análise seja positiva, o número de poços perfurados forma um campo de petróleo - poço de desenvolvimento. Como o tempo de vida útil de um campo de petróleo é de cerca de 30 anos, a extração é feita de forma racional para que esse período não seja reduzido. Para cada 100 poços exploratórios perfurados em busca de petróleo e gás natural, a Petrobras obteve no período 2003/2005 índices de sucesso maiores do que 40%, superiores à média mundial, que fica em torno de 20%. O Brasil domina a tecnologia de perfuração submarina em águas profundas - acima de 400 metros- e ultraprofundas - acima de 2.000 metros.

SONDAS As sondas utilizadas na perfuração de poços de petróleo são classificadas de acordo com sua utilização como terrestres ou marítimas. Se a perfuração ocorrer em terra - conhecida como onshore -, o equipamento utilizado possui brocas que giram para romper a rocha, trazendo até a superfície o material extraído do subsolo. As sondas de perfuração terrestres são muito semelhantes. Uma das variáveis é o transporte para chegar ao local a ser perfurado: nos de fácil acesso, é feito por estradas, enquanto que nos mais difíceis, como, por exemplo, ilhas ou florestas, há a necessidade de embarcações ou helicópteros. O sistema de perfuração marítima, offshore, segue os mesmos moldes da terrestre, contudo, as sondas marítimas diferem entre si por se adequarem às diferentes profundidades em que atuam. Esses equipamentos são instalados em plataformas fixas, móveis ou sobre navios. PLATAFORMAS FIXAS São instaladas em campos localizados em lâminas d'água de até 200 metros. Elas possuem a vantagem de serem completamente estáveis até nas piores condições do mar. Em todo o mundo, essas plataformas utilizam, com maior freqüência, estruturas moduladas de aço - a outra opção é o concreto. A instalação dos equipamentos no local de operação é feita com estacas cravadas no solo marinho. Estes verdadeiros "gigantes de aço" são projetados para receber todos os equipamentos de perfuração, estocagem de material, alojamento de pessoal e todas as instalações necessárias para a produção dos poços de petróleo.

PLATAFORMAS MÓVEIS Auto-eleváveis: Plataforma marítima com três ou mais pernas de tamanho variável, que pode ser posicionada em locais de diferentes profundidades, em lâminas d'água entre 5 e 130 metros - na zona situada entre a praia e o início dos abismos oceânicos. O sistema é composto por uma balsa de casco chato e largo, triangular ou retangular, que suporta as pernas. O transporte da plataforma até o local de perfuração dos poços exploratórios é feito por rebocadores ou por propulsão própria. Quando chegam ao local, suas pernas são arriadas lentamente, por meio de macacos hidráulicos ou elétricos, até o fundo do mar. Seu casco fica acima do nível da água, a uma altura segura e fora da ação das ondas. Semi-submersíveis: plataformas flutuantes constituídas de uma estrutura de um ou mais conveses. O apoio e feito por flutuadores submersos que sofrem movimentação devido à ação das ondas, ventos e correntezas. Este tipo de plataforma fica situado na superfície do mar para que sofra menor impacto das condições impostas por ele. Além disso, possui um sistema de ancoragem ou de posicionamento dinâmico. Ancoragem: esse sistema restaura o posicionamento original pela ação de 8 a 12 âncoras e cabos (e/ou correntes) fixados no fundo do mar e que funcionam como molas, produzindo esforço capaz de reagir ao efeito das ondas, ventos ou correntezas.

Posicionamento dinâmico: as plataformas que utilizam esse sistema não possuem ligação física com o fundo do mar, exceto pelos equipamentos de perfuração. Elas possuem sensores acústicos que identificam a deriva. A restauração da sua posição flutuante é feita por propulsores presentes no seu casco, acionados por computador. A profundidade de operação das plataformas que apresentam sistema de ancoragem é limitada, enquanto que as que utilizam o posicionamento dinâmico podem perfurar em águas de cerca de 500 metros de profundidade.

Plataforma de pernas atirantadas: unidades flutuantes que possuem estrutura semelhante à da plataforma semi-submersível. A diferença entre elas ocorre no sistema de ancoragem no fundo do mar. A ancoragem é feita por meio de estruturas tubulares, com tendões fixos no fundo do mar por estacas e mantidos esticados pelo excesso de flutuação da plataforma. Esse sistema proporciona uma maior estabilidade da plataforma porque diminui drasticamente os seus movimentos. Com isso, as operações de perfuração e produção se assemelham às executadas em plataformas fixas. NAVIOS-SONDA São navios projetados para explorar poços submarinos situados em águas muito profundas. Eles possuem uma abertura no centro do casco por onde passa a coluna de perfuração. Da mesma forma que as plataformas semi-submersíveis, os navios mais modernos são equipados com sistemas de posicionamento dinâmico. Por meio de sensores acústicos, propulsores e computadores, são anulados os efeitos do vento, ondas e correntezas, que geralmente deslocam o navio de sua posição. A utilização dos navios-sonda em perfurações proporciona algumas vantagens em relação aos outros tipos de plataformas: grande capacidade de estocagem, perfuração de poços em qualquer profundidade e operação sem a necessidade de barcos de apoio ou de serviços. Plataformas tipo FPSO - Os FPSOs (Floating, Production, Storage and Offloading) são navios com capacidade para processar e armazenar o petróleo, e prover a

transferência do petróleo e/ou gás natural. No convés do navio, é instalada um planta de processo para separar e tratar os fluidos produzidos pelos poços. Depois de separado da água e do gás, o petróleo é armazenado nos tanques do próprio navio, sendo transferido para um navio aliviador de tempos em tempos. O navio aliviador é um petroleiro que atraca na popa da FPSO para receber petróleo que foi armazenado em seus tanques e transportá-lo para terra. O gás comprimido é enviado para terra através de gasodutos e/ou reinjetado no reservatório. Os maiores FPSOs têm sua capacidade de processo em torno de 200 mil barris de petróleo por dia, com produção associada de gás de aproximadamente 2 milhões de metros cúbicos por dia.

LAMA DE PERFURAÇÃO Funções principais: - Manter a pressão ideal para que as paredes do poço não desmoronem - Lubrificar e resfriar a broca - Deter o gás e o petróleo, no caso de descoberta Carregar o cascalho para a superfície (limpando e permitindo análise) SISTEMA DE CIRCULAÇÃO DE FLUÍDOS

Podem ser: A base de água (exemplo: bentonita + água) A base de óleo (óleo diesel, por exemplo) Outros aditivos são utilizados para ajuste da densidade (barita), redução da corrosão e da atividade bacteriana. Também são utilizados polímeros: 1- Gomas naturais, amidos e extratos 2- Compostos a base de celulose (HEC-hidroxi etil celulose,cec-carboxi EC,etc) 3- Compostos de nitrila (R-C N) Fluídos de base óleo mineral são mais utilizados em poços profundos e em perfurações direcionais. São mais caros e de maior impacto ambiental. No caso de lamas sintéticas, o óleo mineral é substituído por substâncias artificiais. Não são muito usados em função do preço elevado. REVESTIMENTO DO POÇO Tubos de aço especiais colocados um dentro do outro. Funções principais: - Não permitir a perda de fluído de perfuração para as formações - Permitir o retorno do fluído de perfuração à superfície, para o devido tratamento - Evitar a contaminação da água de possíveis lençóis freáticos - Dar suporte para os equipamentos de cabeça do poço, etc.

PERFURAÇÃO: EQUIPAMENTOS SISTEMA DE SUSTENTAÇÃO DE CARGAS Torre de Perfuração SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS

PRINCIPAIS COMPONENTES DA COLUNA DE PERFURAÇÃO BROCAS: Brocas: tricônicas com dentes de aço,tricônica com insertos de tungstênio, broca de PDC (diamante sintético), broca de diamante natural

SISTEMA DE SEGURANÇA DO POÇO

FERRAMENTAS DE MANUSEIO DA COLUNA Chave flutuante, cunha e colar de segurança

PRODUÇÃO: EQUIPAMENTOS ÁRVORE DE NATAL

OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO: Operações que tem por objetivo permitir a produção econômica e segura de HC: Tipos gerais: I- Completação (canhoneio do revestimento, perfilagens complementares, teste de avaliação) II- Restauração (ampliação do canhoneio, correção da infiltração de água ou gás na zona produtora etc) II- Recompletação (isolamento da zona, canhoneio de nova zona, conversão) III-Limpeza (trabalhos que permitem com que o poço tenha condições de elevar os fluídos produzidos:instalação de equipamento de elevação artificial,de equipamentos de injeção) IV- Estimulação (aumentar a capacidade produtiva do poço: fraturamento hidráulico, acidificação etc) V-Avaliação (define a necessidade de estimulação e verificação do fluído produzido: (teste de formação)