Relações entre handicap



Documentos relacionados
A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia

APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL: ESTUDO DOS FATORES DE ATRASO E DE ADIAMENTO DA ADAPTAÇÃO

OBJETIVO. Palavras-chave: Saúde pública, perda auditiva e linguagem

PROTOCOLO DE ADAPTAÇÃO DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAIS AASI- EM ADULTOS

Texto apresentado para consulta pública. PROTOCOLO DE ADAPTAÇÃO DE AASI EM ADULTOS (com adendo para idosos)

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO

SISTEMA FREQUENCIA MODULADA (FM)

A surdez é uma deficiência que fisicamente não é visível, e atinge uma pequena parte da anatomia do indivíduo.

Justificativa e demonstração da abordagem correta para adaptação dos aparelhos audtivos em 2012

TEMA: Intervenção cirúrgica para tratamento de otosclerose coclear

A expressão da atitude de CERTEZA em indivíduos com perda auditiva bilateral: análise prosódica.

Título: Teste de fala filtrada em indivíduos com perda auditiva neurossensorial em freqüências altas associada à presença de zonas mortas na cóclea.

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde

Palavras-chave: Presbiacusia, AASI, Reabilitação Auditiva

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05

3 Classificação Resumo do algoritmo proposto

file:///w:/fono_usp/texto/conteudo/5_politicas_publicas_ok/legislaca... Portaria nº 432 de 14 de novembro de 2000.

Auditando processos de feedback de clientes

Maria Inês Gazzola Paulino

PROGRAMA COMPUTACIONAL DE ENSINO DE HABILIDADES AUDITIVAS

PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL

PORTARIA Nº 589, DE 08 DE OUTUBRO DE 2004

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DA INDICAÇÃO DE PRÓTESE AUDITIVA BINAURAL NA CIDADE DE TERESINA

4 Segmentação Algoritmo proposto

EMENTA: Mamografia de rastreamento - Periodicidade atrelada a riscos - Financiamento Público CONSULTA

ISO 9001:2008. A International Organization for Standardization (ISO) publicou em a nova edição da Norma ISO 9000:

Guia do sistema de implante coclear Nucleus para educadores

ATA DO FÓRUM DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL 27º. ENCONTRO INTERNACIONAL DE AUDIOLOGIA, BAURU SÃO PAULO - 15 DE ABRIL DE 2012

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

Deficiência Auditiva. Definição. Definição, Classificação, Características e Causas

5 Conclusões e Recomendações

Sistema de Gestão da Qualidade

PERDA AUDITIVA INDUZIA POR RUIDO - PAIR CENTRO ESTADUAL DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR GVSAST/SUVISA/SES/GO 1

ALUNOS DO 7º ANO CONSTRUINDO GRÁFICOS E TABELAS

Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006

ASSOCIAÇÃO ENTRE HANDICAP AUDITIVO E RESULTADOS AUDIOMÉTRICOS EM IDOSOS PRESBIACÚSICOS QUE USAM O APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS

EXEMPLO DE PLANEJAMENTO PARA O PROCESSO DE CAPACITAÇÃO DE MONITORES DO PST

Aplicação do questionário APHAB para análise do benefício da prótese auditiva

Pesquisa de Condições de Vida Gráfico 24 Distribuição dos indivíduos, segundo condição de posse de plano de saúde (1) Estado de São Paulo 2006

PNAD - Segurança Alimentar Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE

Acidentes de transportes passam a ser a principal causa de morte não natural do Estado de São Paulo

QUEDA NO NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO DO CATARINENSE É ACOMPANHADA POR PEQUENA DETERIORAÇÃO DA QUALIDADE DAS DÍVIDAS

CONDIÇÃO BUCAL DO IDOSO E NUTRIÇÃO: REFLEXÕES DA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA.

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

Deficiência auditiva parcial. Annyelle Santos Franca. Andreza Aparecida Polia. Halessandra de Medeiros. João Pessoa - PB

5.4 Transplantes. 1 Rim. Os dados dos transplantes serão analisados por grupos de órgãos.

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde,

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO

Conheça o SUS e seus direitos e deveres, como usuário da saúde

Centro Auditivo Teuto Brasileiro

PEDAGOGIA HOSPITALAR: as politícas públicas que norteiam à implementação das classes hospitalares.

4 Metodologia da Pesquisa

PESQUISA SOBRE PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR SUMÁRIO EXECUTIVO

Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO

CAPACITAÇÃO DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE EM SAÚDE AUDITIVA INFANTIL: EFETIVIDADE DA VIDEOCONFERÊNCIA

I TIPO DE DESCARGA DE BACIA SANITÁRIA INSTALADA EM DOMICILIO SEGUNDO CLASSE SOCIAL CONSUMIDORA E RESPECTIVO CONSUMO MÉDIO PER CAPITA

Filtros de sinais. Conhecendo os filtros de sinais.

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

PROJETO JOVEM DOUTOR BRASIL UMA ESTRATEGIA DE EDUCAÇÃO EM SAUDE. Wanderléia Blasca

Direitos das Pessoas com Deficiência: Conceitos, Tendências e Desafios

Gerenciamento de Problemas

Ana Paula Bruner Novembro 2012

PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO PAIR. Ana Cláudia F.B. Moreira Fonoaudióloga

Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:

Análise Estruturada de Sistemas

Políticas de saúde: o Programa de Saúde da Família na Baixada Fluminense *

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

CECAD Consulta Extração Seleção de Informações do CADÚNICO. Caio Nakashima Março 2012

Faculdade de Alta Floresta - FAF

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 3.630, DE 2004

ANEXO II. Formulários Padronizados do PROAVI

COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC. Lara Pessanha e Vanessa Saavedra

Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro

Audiometria Tonal de Alta-Frequência (AT-AF) em crianças ouvintes normais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Karina Angel Bento

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO

Integrando com sucesso o Flex:trial em suas atividades. Guia de aconselhamento 2.0 do Flex:trial

DOCENTES DO CURSO DE JORNALISMO: CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE VOCAL

PARECER DOS RECURSOS

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS

O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO

Minuta de Resolução Programa de Ações Afirmativas da Udesc

Transcrição:

Relações entre handicap auditivo, desempenho dos aparelhos de amplificação sonora individuais, benefício e satisfação em adultos atendidos por um programa de saúde auditiva credenciado ao SUS. Palavras Chave: deficiência auditiva; auxiliares da audição e satisfação do paciente. Introdução A deficiência auditiva é uma das mais frequentes privações sensoriais que a população apresenta. Segundo dados do estudo Global Burden of Disease, foi estimado que 278 milhões de indivíduos no planeta tivessem algum tipo de deficiência auditiva (1). O indivíduo que apresenta deficiência auditiva sofre sérias desvantagens que limitam ou impedem o cumprimento de um papel esperado pela sociedade. Tais desvantagens são conhecidas por handicap auditivo. O momento da decisão de usar um dispositivo de amplificação sonora parte da auto-percepção do handicap auditivo (2). O processo de seleção e adaptação de aparelhos de amplificação sonora (AASI) envolve, entre outras, as etapas de verificação e validação. A verificação pode ser realizada por meio de três diferentes procedimentos: medidas baseadas nos registros obtidos com o acoplador 2cc; mensurações in situ com microfone sonda e medidas comportamentais em campo livre. A validação pode ser realizada pelo levantamento do benefício e satisfação do uso da amplificação, através de questionários de auto-avaliação (3). Para melhor estabelecer as implicações da deficiência auditiva e a necessidade do uso da amplificação, os questionários relacionados à avaliação de handicap, benefício e satisfação do usuário de AASI constituem-se como ferramentas importantes para a reabilitação de indivíduos deficientes auditivos. Esses recursos podem ser aplicados no início e após o processo de adaptação do AASI. Observa-se, assim, que a amplificação não se restringe exclusivamente à tentativa de tornar os sons mais audíveis. Mais do que isso, ela representará uma nova condição de escuta, que trará repercussões no sistema nervoso auditivo central. Os efeitos da privação sensorial induzem à consequências importantes no desempenho auditivo ao longo do tempo, que podem ser minimizados com a re-introdução do estímulo através do AASI. De acordo com a publicação das Portarias Saúde Auditiva, o Ministério da Saúde assegura e regulamenta a assistência ao portador de deficiência auditiva, passando este a ter acesso aos

centros conveniados, que devem garantir tanto a seleção e a adaptação do AASI, de acordo com as necessidades do paciente. (4). Objetivo Este estudo teve como objetivo estabelecer relações entre handicap auditivo, desempenho, benefício e satisfação de pacientes, novos usuários de amplificação, após o processo de seleção e adaptação do AASI. Casuística e Método Participaram do estudo dezenove indivíduos com perda auditiva neurossensorial bilateral. Os participantes foram avaliados longitudinalmente através da aplicação dos questionários de auto-avaliação de handicap auditivo, benefício e satisfação. Também foi realizada a verificação da performance da amplificação através das medições in situ, em momentos distintos: na entrada no serviço de saúde auditiva, após a realização do diagnóstico audiológico e após a adaptação do AASI, respeitando o período de aclimatização e considerando a data de concessão do AASI. Foram realizadas comparações e correlações entre os dados coletados e informações do prontuário, através dos seguintes métodos estatísticos: Correlação de Spearman e Teste de Wilcoxon. Resultados Foram analisados os 19 prontuários, no período de janeiro a junho de 2008. Dentre os 19 sujeitos, 63,1% (n=12) eram do gênero feminino e 36,8% (n=7) do gênero masculino. A faixa etária dos participantes foi de 20 a 89 anos, com predominância entre 50 a 69 anos sendo 70,0% (n=14) dos sujeitos nessa faixa etária. TABELA 1 - Correlação entre benefício global e as subescalas do APHAB

Legenda (Tabela 1, 2, 3 e 4): Facilidade de Comunicação (FC), Comunicação na Presença de Ruído de Fundo (RF), Comunicação em Ambientes Reverberantes (RV), Desconforto aos sons ambientais (D), Questão 1 (Q1), Questão 3 (Q3), Intervalo de Confiança (IC) e Coeficiente de Variação (CV). Os resultados nos sugerem que há correlação significante entre o benefício global e as subescalas RV e RF. TABELA 2 - Correlação entre as medidas do ganho funcional e ganho de inserção A comparação entre o ganho funcional e o ganho de inserção mostra diferença estatisticamente significante nas frequências de 3 e 4KHz. Nota-se que há tendência a significância na frequência de 500Hz, porém nas frequências de 1 e 2 KHz as medidas são similares. TABELA 3 - Correlação entre grau da perda e tempo de privação TABELA 4 - Correlação entre tempo de privação sensorial e handicap auditivo Na correlação entre grau da perda e tempo de privação sensorial, nota-se significância estatística. Já a correlação entre o tempo de privação sensorial e o handicap auditivo houve significância.

Análise e Discussão No presente estudo, houve correlação significante entre o benefício global e as subescalas RV e RF. Isto demonstra que aqueles pacientes que conseguem ultrapassar as dificuldades impostas por situações não ideais de comunicação, como em presença de ruído e reverberação, referindo benefício, terão bom aproveitamento geral do AASI. A subescala D apresentou pontuação negativa em relação ao benefício demonstrando redução das dificuldades auditivas com o uso de AASI em ambientes relativamente favoráveis, ambientes reverberantes e ambientes com elevado nível de ruído (5). A comparação entre o ganho funcional e o ganho de inserção mostra diferença estatisticamente significante nas frequências de 3 e 4KHz. Nota-se que há tendência a significância na frequência de 500Hz, porém nas frequências de 1 e 2 KHz as medidas são similares. Esse aspecto sugere que as diferenças nas frequências altas (3 e 4KHz) se devam aos efeitos da ressonância natural (perda de inserção) que é desconsiderada (subtraída) na medida in situ (ganho de inserção). Com relação às baixas frequências, os efeitos das modificações das características dos moldes usados pelos pacientes, como, por exemplo, ventilações, cujas respostas em ganho fossem inferiores a 5dB, não puderam ser identificadas no ganho funcional (menor variação é de 5dB). Todavia, nas mensurações in situ, as variações de ganho foram observáveis a partir de 1dB (6). A correlação entre grau da perda e tempo de privação mostra significância. Ou seja, aqueles pacientes com maior tempo de privação foram aqueles que apresentaram maior grau de perda. A correlação entre tempo de privação sensorial e handicap auditivo na subescala emocional apresentou significância. Isto quer dizer que, quanto maior a privação sensorial, maior o handicap auditivo (7,8). Ao longo dos anos, pode-se inferir que as privações se acumulam trazendo maiores dificuldades. Dentre as alterações sensoriais que acompanham o processo de envelhecimento, a deficiência auditiva é uma das mais inabilitantes. Esta modificação diminui o contato social, gerando alterações emocionais. Além da limitação auditiva decorrente da deficiência auditiva adquirida, verifica-se o aparecimento do handicap auditivo, relacionado a fatores não auditivos e às alterações emocionais e sociais desencadeados pela deficiência auditiva (9). Conclusões

Os questionários de auto-avaliação podem servir como recursos importantes para avaliar os indivíduos antes, durante e depois de atingido o processo de aclimatização, com relação ao benefício e satisfação com o uso do AASI. A verificação da performance eletroacústica realizada através das medidas de ganho funcional e de inserção traz dados essenciais sobre a resposta dos aparelhos e apesar de serem, no geral, coincidentes são complementares por registrarem detalhes específicos em determinadas faixas de freqüências. A partir dos resultados encontrados alerta-se para a urgência da intervenção imediata aos pacientes, antes que o grau da perda possa progredir, de forma a prevenir o agravamento dos efeitos da privação sensorial. Novos estudos devem ser conduzidos, com casuística maior, de forma a dar continuidade às investigações a respeito dos fatores que concorrem para o aproveitamento da amplificação em pacientes com perdas auditivas neurossensoriais.

Referências Bibliográficas 1. World Health Organization. Deafness and hearing impairment. Fact Sheet, Geneva, n. 300, Mar. 2006. Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs300/en/index.html>. Acesso em: 07 de outubro de 2008. 2. Magni C, Armentano JN, Moreira OS, Winter EW. Investigação do grau de satisfação entre usuários de amplificação monoaural e binaural. Distúrbios da Comunicação, São Paulo: dezembro de 2005; 17(3): 323-332. 3. Rissatto M.R. Seleção e verificação do processo de adaptação de aparelhos de amplificação sonora individual e o impacto na percepção de fala em crianças. Dissertação de mestrado. Pontifícia Universidade São Paulo: 2007. 4. Brasil. Portaria nº 587, de 07 de outubro de 2004. Determina a adoção de providências necessárias à organização e implantação das Redes Estaduais de Atenção à Saúde Auditiva pelas Secretarias de Estado da Saúde. Extraído de: http://dtr2001.saude.gov.br/sas/portarias/port2004/pt-587.htm. Acesso em maio de 2008. 5. Silman S, Iorio MCM, Mizhahi MM, Parra VM. Próteses auditivas: um estudo sobre seu benefício na qualidade de vida de indivíduos portadores de perda auditiva neurossensorial. Distúrbios da Comunicação, São Paulo: agosto 2004; 16(2): 153-165. 6. Bosso JR. 2005 Ganho funcional e ganho de inserção: comparação da performance em usuários de aparelhos de amplificação sonora individual. Bauru: FOB-USP, 2005. 7. Rosa MRD, Dante G, Ribas A. Programa de Orientação a Usuários de Prótese Auditiva e Questionários de Auto-avaliação: Importantes Instrumentos para uma Adaptação Auditiva Efetiva, Revista eletrônica de otorrinolaringologia do mundo. 2006; 10(3), p.384. 8. Boéchat EM. Plasticidade e Amplificação. In: Piccolotto LF, Defi-Lopes DM, Limongi SCO. (Org.). Tratado de Fonoaudiologia. 2 ed. São Paulo: Roca, 2008, No prelo. 9. Marques AC, Kozlowski L, Marques JM. Reabilitação auditiva no idoso. Revista Brasileira Otorrinolaringologia. São Paulo: dezembro 2004; 6(70).