MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA

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Transcrição:

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Política Nacional de Resíduos Sólidos Instituída pela Lei 12.305/2010 e regulamentada pelo Decreto 7.404/2010, após 21 anos de tramitação no Congresso nacional Tem interação com a Lei 11.445/2007 Politica Federal de Saneamento Básico (saneamento Básico no Brasil abrange: Abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo dos resíduos sólidos urbanos e drenagem urbana) É uma política Ambiental, portanto ligada a Lei de Crimes Ambientais para o caso do seu descumprimento. Traz como foco principal: Encerramento de lixões até 2014 e a responsabilidade compartilhada da destinação final ambientalmente adequada A Constituição Federal leva a titularidade da prestação dos serviços de manejo dos resíduos para os Municípios, devendo o Estado e a União devem apoiar os Municípios, tendo em vista a necessidade de preservação ambiental ao qual todos os entes são responsáveis

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI 12.305 DE 02/08/2010 REÚNE: Princípios, Objetivos, Instrumentos, Diretrizes, Metas e Ações A serem adotados pela União isoladamente ou em parceria com Estados, Distrito Federal, Municípios e Particulares VISANDO

HIERARQUIA DAS AÇÕES NO MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (ART. 9º) Destinação final

OS PLANOS DE RESÍDUOS SÓLIDOS PLANO NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Planos Estaduais de Resíduos Sólidos Planos Microrregionais e de Regiões Metropolitanas Planos Planos Intermunicipais Municipais Planos de Gerenciamento de RS

A ELIMINAÇÃO DOS LIXÕES ATÉ 2/8/2014

Diagnóstico Brasil Disposição adequada de resíduos 1.540 municípios com aterros 93,8 milhões de habitantes (58% da população urbana) Fonte: PNSB/IBGE 2008 Com aterro sanitário Sem aterro sanitário

DIAGNÓSTICO BRASILEIRO Catadores 600 mil Catadores 35 mil organizados mais de 30% em situação de extrema pobreza. VULNERABILIDADE DIGNIDADE E SEGURANÇA

Diagnóstico Destinação dos resíduos sólidos urbanos em países europeus (2010) e no Brasil (2008)

Principais desafios Elaboração e implementação de Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (municipais/intermunicipais/metropolitanos) Gestão associada de resíduos sólidos urbanos; Erradicação de lixões e alocação Catadores; Alavancar a coleta seletiva harmonizada coma logística reversa; Alimentação do SINIR/SINISA; Fiscalização de Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

MODELO TECNOLÓGICO COM AÇÕES PARA A REDUÇÃO DA DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS Construção de Galpões de Triagem Apoio a Programas de Coleta Seletiva Construção de Centros de Reciclagem de RCD Construção de Aterros Sanitários

MODELO TECNOLÓGICO COM AÇÕES PARA A REDUÇÃO DA DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS Coleta Seletiva Triagens de Reciclados Associações de Catadores Pontos de Entrega Voluntária Compostagem

Proposta de modelo de Coleta Seletiva

Proposta de modelo de Coleta Seletiva

Campanhas Educativas

ACESSO AOS RECURSOS, INCENTIVOS E FINANCIAMENTOS PELA UNIÃO PARA AÇÕES RELATIVAS A RESÍDUOS SÓLIDOS EXIGÊNCIA: A elaboração de plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos PRIORIDADE: OS CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS (ART 45) e OS MUNICÍPIOS QUE: Optarem por soluções consorciadas intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, implementando plano intermunicipal, ou planos microrregionais de resíduos sólidos; e Implantarem a coleta seletiva com a participação de cooperativas ou outras formas de associação de catadores Política Nacional de Resíduos

SISTEMA DE INFORMAÇÕES Art. 12. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão e manterão, de forma conjunta, o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir), articulado com o Sinisa e o Sinima O conteúdo do plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos será disponibilizado para o Sinir, na forma do regulamento (Art. 19-7 ) Política Nacional de Resíduos

LOGÍSTICA REVERSA: UMA MUDANÇA CULTURAL E ABRANGENTE EM GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Responsabilidade Compartilhada Acordos Setoriais Logística Reversa Política Nacional de Resíduos

RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA DOS: VISANDO À: Minimização da geração de resíduos sólidos e rejeitos; e Redução dos impactos à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos Política Nacional de Resíduos

LOGÍSTICA REVERSA Política Nacional de Resíduos

ACORDO SETORIAL Ato de natureza contratual entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes para a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto

LOGÍSTICA REVERSA, RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA E OS ACORDOS SETORIAIS Responsabilidade Compartilhada Logística Reversa Logística Reversa Logística Reversa FORNECEDOR (COMPONENTES E MATÉRIAS PRIMAS) INDÚSTRIA CLIENTE CONSUMIDOR ACORDO SETORIAL Retorno ao mercado Retorno ao mercado Reutilização Reciclagem Tratamento Reutilização Reciclagem Tratamento ATERRO Política Nacional de Resíduos

CADEIAS DE PRODUTOS COM OBRIGATORIEDADE DE IMPLEMENTAR A LOGÍSTICA REVERSA (ART. 33) Pneus Política Nacional de Resíduos

ESTRUTURA DO COMITÊ ORIENTADOR PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS DE LOGÍSTICA REVERSA Ministério do Meio Ambiente que é o coordenador Ministério da Saúde Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Fazenda Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio COMITÊ ORIENTACOMITÊ ORIENTADOR (PRESIDÊNCIA MMA) DOR (PRMMMMMMMAESIDÊNCIA MMA) Política Nacional de Resíduos

1º As cadeias de produtos sujeitas a dispositivo legal que determina a L.R. para as quais não existem normas; 2º Grau e extensão dos impactos gerados à saúde pública e ao meio ambiente e viabilidade técnica e econômica da L.R.; 3º Existência de iniciativas dos setores empresariais, via propostas formais e espontâneas de L.R.; e 4º Cadeias de produtos para as quais já existam normas com vistas à L.R., mas têm necessidade de revisão. Política Nacional de Resíduos

1º Descarte de Medicamentos Coordenação: Ministério da Saúde; 2º Embalagens em Geral Coordenação: Ministério do Meio Ambiente 3º Resíduos e Embalagens de Óleos Lubrificantes Coordenação: Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento 4º Lâmpadas Fluorescente, de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista Coordenação: Ministério do Meio Ambiente 5º Resíduos Eletroeletrônicos Coordenação: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Política Nacional de Resíduos

Produtos Situação Atual Prazo Embalagens Plásticas de Óleos Lubrificantes Lâmpadas de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista Provável data da assinatura do Acordo Edital publicado 05/07/2012 duas propostas recebidas aguardando avaliação do CI Novembro /2012 Dezembro /2012 Embalagens em Geral Edital publicado em 05/07/2012 - Aguarda propostas Produtos Eletroeletrônicos e seus Elaboração de Estudo de Viabilidade Resíduos Previsão de Edital 2/1/2013 1/11/2012 1/12/2012 1/3/2013 Previsão encerramento Edital Política Nacional de Resíduos

Produtos Norma legal Data Outras Normas Legais Embalagens de Agrotóxicos Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (Oluc) Lei 7802/1989 11/7/1989 Decreto 4.074/2002 Lei 9974/2000 (Alteração) 6/6/2000 - Resolução CONAMA 362/2005 23/6/2005 Resolução Conama 450/2012 Pneus Pilhas e Baterias Resolução CONAMA 416/2009 30/9/2009 - Resolução CONAMA 401/2008 4/11/2008 Resolução Conama 424/2010 Política Nacional de Resíduos

Política Nacional de Resíduos

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Ronaldo Hipólito Soares Gerente Departamento de Ambiente Urbano ronaldo.hipolito@mma.gov.br Política Nacional de Resíduos