Cliente: Sindicerv Veículo: www.estadao.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa Femsa traz 5 cervejas europeias do portfólio da Heineken SÃO PAULO - A Femsa está trazendo ao Brasil cinco cervejas europeias que integram o portfólio internacional da Heineken. Amstel Pulse (da Holanda), Birra Moretti (Itália), Edelweiss (Áustria), Murphy''s Irish Stout e Murphy''s Irish Red, ambas da Irlanda, são marcas com mais de 100 anos de tradição e, a partir de agora, devem integrar o segmento premium brasileiro. Segundo o diretor de Marketing da Femsa Cerveja Brasil, Ricardo Morici, a chegada dessas cervejas ao País estava sendo programada pela Femsa há aproximadamente um ano e meio, e não tem relação direta com a compra da divisão de cervejas da Femsa no Brasil pela empresa holandesa. Antes da operação, anunciada em janeiro, a Heineken já possuía 17% de participação na Femsa Cerveja Brasil. De acordo com o executivo, a Femsa avaliou, dentro do portfólio da Heineken, quais marcas teriam espaço no Brasil. Escolhidas as cervejas que seriam trazidas ao País, a companhia iniciou o processo para autorizar as importações. O lançamento é nacional, mas Morici informou que a distribuição deve ser focada em grandes metrópoles e algumas marcas devem ser mais direcionadas para as regiões Sul e Sudeste do País. A distribuição também será principalmente direcionada a restaurantes, bares especializados e supermercados voltados para a classe A e AA. De acordo com o executivo da Femsa, o segmento premium responde por 1% do volume total de cerveja comercializado no País. Em faturamento, a participação seria de 1,5%, com esse nicho movimentando aproximadamente R$ 300 milhões por ano, ante R$ 20 bilhões de todo o mercado de cerveja. Na Europa Ocidental, as cervejas premium chegam a representar 40% do setor. Na Argentina, essa participação seria de 10% e no Chile, de 8,5%. "Acredito que, no médio e longo prazo, podemos alcançar uma fatia em linha com a América Latina", disse o executivo. Para ele, trazer novas opções de produtos para o consumidor deve ajudar a desenvolver o segmento premium no País.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.portalexame.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa AmBev investe R$ 10 milhões em sustentabilidade Cervejaria vai construir duas usinas de biomassa Sandro Bassili, diretor de Sustentabilidade da AmBev, diz que a cervejaria brasileira economiza 815 milhões de litros de água em processo de fabricação de bebidas A AmBev tem um desafio em 2010 que vai muito além de cumprir metas e conquistar espaço na geladeira do brasileiro. A cervejaria está investindo na racionalização dos recursos naturais utilizados ao longo do processo de fabricação de seus líquidos. Só neste ano, serão destinados 10 milhões de reais na criação de duas novas usinas de biomassa, uma alternativa ao óleo diesel. "Atualmente, 32% das matrizes energéticas das nossas fábricas são de energia alternativa", diz Sandro Bassili, diretor de sustentabilidade da AmBev. Isso significa que oito plantas de biomassa transformam casca de arroz e casca de coco em combustível para rodar as máquinas que produzem cerveja. No lugar das emissões de gás carbônico, a queima dos materiais orgânicos ajudam a reduzir a poluição do meio ambiente em até 35%, poupando cerca de 1,6 milhão de árvores por ano. Outra preocupação ambiental da AmBev é com os resíduos industriais descartados em suas fábricas. Em 2008, a companhia reaproveitou 98,2% dos subprodutos como vidro, alumínio, fermento, bagaço de malte, entre outros. Essa iniciativa gerou para a cervejaria líder nacional uma receita extra de 72,6 milhões de reais. "A meta para este ano é conseguirmos 78 milhões de reais com o reaproveitamento dos resíduos", diz Bassili.
Numa parceria com a Universidade de São Paulo (USP) da cidade de São Carlos, interior de São Paulo, e com a ONG holandesa Water Footprint Network, a AmBev vai medir neste ano o volume de água gasto em suas unidades industriais. A intenção é identificar no processo de fabricação de bebidas onde há mais desperdício. "Em 2003, precisávamos de 4,88 litros de água para produzir um litro de cerveja. Hoje, gastamos 3,9 litros de água a cada litro de cerveja produzido", explica Bassili. "Isso significa uma economia de 815 milhões de litros de água, o suficiente para abastecer durante um mês uma cidade com 150 mil habitantes", contabiliza o diretor que trabalha há 19 anos na companhia brasileira. O processo de fabricação das bebidas da AmBev envolve captar água do rio. Por isso, todas as fábricas da companhia têm estação de tratamento de efluentes, para devolver tratado o líquido extraído do rio. "A água é devolvida tão boa quanto o seu estado de origem", garante Bassili, que conta com uma equipe de 300 funcionários dedicados ao desenvolvimento de práticas sustentáveis na cervejaria. "Ainda neste ano vamos adotar uma bacia hidrográfica para ajudar com recursos financeiros em sua preservação", afirma. Ao que tudo indica, a AmBev está disposta a fazer sua parte na construção de um mundo melhor, como manda a sua missão.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.euronews.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa Heineken e Carlsberg querem reduzir custos A Heineken diz que 2010 não vai ser fácil. A terceira maior cervejeira do mundo anunciou um plano de redução de custos, devido às quebras no consumo. Também a Carlsberg, a quarta maior produtora de cerveja, pretende cortar as despesas. As duas empresas revelam que tiveram lucros em 2009, mas em contrapartida perderam consumidores. Para combater a crise viram-se obrigadas a aumentar os preços. A América do Norte e a Europa foram os países onde se registou uma maior quebra. A Heineken depende especialmente dos mercados do hemisfério norte, que estagnaram. A cervejeira holandesa está a concluír o processo de aquisição da Scotish & Newcastle, em conjunto com a Carlsberg. Conta ainda aumentar a presença na América Latina através da compra da mexicana FEMSA. A SABMiller, o segundo grupo cervejeiro mundial, dá conta de uma estagnação do volume de vendas a nível mundial.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.exame.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa AmBev investe R$ 10 milhões em sustentabilidade Cervejaria vai construir duas usinas de biomassa DIVULGAÇÃO Sandro Bassili, diretor de Sustentabilidade da AmBev, diz que a cervejaria brasileira economiza 815 milhões de litros de água em processo de fabricação de bebidas A AmBev tem um desafio em 2010 que vai muito além de cumprir metas e conquistar espaço na geladeira do brasileiro. A cervejaria está investindo na racionalização dos recursos naturais utilizados ao longo do processo de fabricação de seus líquidos. Só neste ano, serão destinados 10 milhões de reais na criação de duas novas usinas de biomassa, uma alternativa ao óleo diesel. "Atualmente, 32% das matrizes energéticas das nossas fábricas são de energia alternativa", diz Sandro Bassili, diretor de sustentabilidade da AmBev. Isso significa que oito plantas de biomassa transformam casca de arroz e casca de coco em combustível para rodar as máquinas que produzem cerveja. No lugar das emissões de gás carbônico, a queima dos materiais orgânicos ajudam a reduzir a poluição do meio ambiente em até 35%, poupando cerca de 1,6 milhão de árvores por ano. Outra preocupação ambiental da AmBev é com os resíduos industriais descartados em suas fábricas. Em 2008, a companhia reaproveitou 98,2% dos subprodutos como vidro, alumínio, fermento, bagaço de malte, entre outros. Essa iniciativa gerou para a cervejaria líder nacional uma receita extra de 72,6 milhões de reais. "A meta para este ano é conseguirmos 78 milhões de reais com o reaproveitamento dos resíduos", diz Bassili. Numa parceria com a Universidade de São Paulo (USP) da cidade de São Carlos, interior de São Paulo, e com a ONG holandesa Water Footprint Network, a AmBev vai medir neste ano o volume de água gasto em suas unidades industriais. A intenção é identificar no processo de fabricação de bebidas onde há mais desperdício. "Em 2003, precisávamos de 4,88 litros de água para produzir um litro de cerveja. Hoje, gastamos 3,9 litros de água a cada litro de cerveja produzido", explica Bassili. "Isso significa uma economia de 815 milhões de litros de água, o suficiente para abastecer durante um mês uma cidade com 150 mil habitantes", contabiliza o diretor que trabalha há 19 anos na companhia brasileira. O processo de fabricação das bebidas da AmBev envolve captar água do rio. Por isso, todas as fábricas da companhia têm estação de tratamento de efluentes, para devolver tratado o líquido extraído do rio. "A água é devolvida tão boa quanto o seu estado de origem", garante Bassili, que conta com uma equipe de 300 funcionários dedicados ao desenvolvimento de práticas sustentáveis na cervejaria. "Ainda neste ano vamos adotar uma bacia hidrográfica para ajudar com recursos financeiros em sua preservação", afirma. Ao que tudo indica, a AmBev está disposta a fazer sua parte na construção de um mundo melhor, como manda a sua missão.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.folha.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa Com 41% de teor alcoólico, nova cerveja escocesa é a mais forte do mundo da Folha Online Divulgação Cerveja escocesa tem percentual alcoólico semelhante ao da vodca e da cachaça A cervejaria escocesa BrewDog acaba de lançar a cerveja com maior teor alcoólico do mundo: 41%. Batizada Sink the Bismarck (o nome faz referência ao moderno navio alemão utilizado na Segunda Guerra Mundial), a bebida é 1% mais forte do que a alemã Schorschbock e possui percentual semelhante aos de destilados como vodca e cachaça. Para se ter uma ideia, as cervejas mais consumidas no Brasil, do tipo pilsen, têm entre 3,5% e 5% de teor alcoólico. Também nesta linha de cervejas fortes, chegou com exclusividade ao Brasil, no fim de janeiro, a norte-americana Samuel Adams Utopias 2009, que possui 25% de graduação alcoólica. Uma das mais caras do mundo, a bebida custa R$ 750 (a garrafa de 550 ml) ou R$ 75 (a dose de 50 ml).
Cliente: Sindicerv Veículo: www.odocumento.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa Com 41% de teor alcoólico, nova cerveja escocesa é a mais forte do mundo A cervejaria escocesa BrewDog acaba de lançar a cerveja com maior teor alcoólico do mundo: 41%. Batizada Sink the Bismarck (o nome faz referência ao moderno navio alemão utilizado na Segunda Guerra Mundial), a bebida é 1% mais forte do que a alemã Schorschbock e possui percentual semelhante aos de destilados como vodca e cachaça. Para se ter uma ideia, as cervejas mais consumidas no Brasil, do tipo pilsen, têm entre 3,5% e 5% de teor alcoólico. Também nesta linha de cervejas fortes, chegou com exclusividade ao Brasil, no fim de janeiro, a norte-americana Samuel Adams Utopias 2009, que possui 25% de graduação alcoólica. Uma das mais caras do mundo, a bebida custa R$ 750 (a garrafa de 550 ml) ou R$ 75 (a dose de 50 ml).
Cliente: Sindicerv Veículo: www.estadao.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa Femsa traz 5 cervejas europeias do portfólio da Heineken SÃO PAULO - A Femsa está trazendo ao Brasil cinco cervejas europeias que integram o portfólio internacional da Heineken. Amstel Pulse (da Holanda), Birra Moretti (Itália), Edelweiss (Áustria), Murphy''s Irish Stout e Murphy''s Irish Red, ambas da Irlanda, são marcas com mais de 100 anos de tradição e, a partir de agora, devem integrar o segmento premium brasileiro. Segundo o diretor de Marketing da Femsa Cerveja Brasil, Ricardo Morici, a chegada dessas cervejas ao País estava sendo programada pela Femsa há aproximadamente um ano e meio, e não tem relação direta com a compra da divisão de cervejas da Femsa no Brasil pela empresa holandesa. Antes da operação, anunciada em janeiro, a Heineken já possuía 17% de participação na Femsa Cerveja Brasil. De acordo com o executivo, a Femsa avaliou, dentro do portfólio da Heineken, quais marcas teriam espaço no Brasil. Escolhidas as cervejas que seriam trazidas ao País, a companhia iniciou o processo para autorizar as importações. O lançamento é nacional, mas Morici informou que a distribuição deve ser focada em grandes metrópoles e algumas marcas devem ser mais direcionadas para as regiões Sul e Sudeste do País. A distribuição também será principalmente direcionada a restaurantes, bares especializados e supermercados voltados para a classe A e AA. De acordo com o executivo da Femsa, o segmento premium responde por 1% do volume total de cerveja comercializado no País. Em faturamento, a participação seria de 1,5%, com esse nicho movimentando aproximadamente R$ 300 milhões por ano, ante R$ 20 bilhões de todo o mercado de cerveja. Na Europa Ocidental, as cervejas premium chegam a representar 40% do setor. Na Argentina, essa participação seria de 10% e no Chile, de 8,5%. "Acredito que, no médio e longo prazo, podemos alcançar uma fatia em linha com a América Latina", disse o executivo. Para ele, trazer novas opções de produtos para o consumidor deve ajudar a desenvolver o segmento premium no País.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.alagoinhasnoticias.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa Transalvador divulga balanço de operação de controle da Lei Seca A Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador/Setin) realizou operação de controle de álcool e direção (Lei Seca) com os condutores de veículos de Salvador, incluindo taxistas, entre 21h de segunda-feira (22) e 6h desta terça-feira (23). As equipes de fiscalização abordaram 120 condutores. Destes, quatro foram autuados administrativamente, com multa de R$ 957, recolhimento da CNH e retenção do veículo, conforme determina o Artigo 165 do CTB. Nenhum condutor apresentou quantidade de álcool superior a 0,30mg por litro de ar expelido. A Transalvador removeu um veículo por motivos diversos, recolheu quatro carteiras de habilitação e foram lavrados quatro autos de infração referentes à Lei Seca e outros seis de naturezas diversas.