Coleção LITURGIA E TEOLOGIA
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- Brenda de Santarém Andrade
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1 AS FESTAS CRISTÃS
2 Coleção LITURGIA E TEOLOGIA Como estudar liturgia, Ione Buyst Orientações para ministros extraordinários da comunhão, Valter M. Goedert A celebração litúrgica e seus dramas, Antonio Sagrado Bogaz e Ivanir Signorini A missa: da última ceia até hoje, Pe. José Luiz Gonzaga do Prado A dimensão estética da liturgia: arte sagrada e espaços para celebração, Dionísio Borobio Reforma litúrgica: renovação ou revolução?, Antônio S. Bogaz / João H. Hansen As festas cristãs: história, sentido e tradição, Edith Momméja
3 EDITH MOMMÉJA AS FESTAS CRISTÃS História, sentido e tradição
4 Título original: Les fêtes chrétiennes: histoire, sens et traditions Éditions des Béatitudes, S.O.C., 2012 ISBN Tradução: Margarida Maria Cichelli Oliva Direção editorial: Claudiano Avelino dos Santos Assistente editorial: Jacqueline Mendes Fontes Revisão: Cícera G. S. Martins Iorlando Rodrigues Diagramação: Dirlene França Nobre da Silva Capa: Marcelo Campanhã Impressão e acabamento: PAULUS Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Momméja, Edith As festas cristãs: história, sentido e tradição / Edith Momméja; [tradução Margarida Maria Cichelli Oliva]. São Paulo: Paulus, (Coleção Liturgia e teologia) Título original: Les fêtes chrétiennes: histoire, sens et traditions Bibliografia. ISBN Ano litúrgico 2. Festas religiosas 3. Festas religiosas - Cristianismo 4. Igreja Católica - Liturgia I. Título. II. Série CDD Índices para catálogo sistemático: 1. Festas religiosas: Cristianismo Tempos e festas: Ano litúrgico: Cristianismo ª edição, 2014 PAULUS 2014 Rua Francisco Cruz, São Paulo (Brasil) Fax (11) Tel. (11) [email protected] ISBN
5 Introdução As festas religiosas são numerosas e dão ritmo à nossa vida, mas, para muitos, não têm sentido nenhum. O objetivo deste livro é encontrar esse sentido e pô-lo ao alcance de todos em uma linguagem simples e clara. Trata-se de recuperar a verdadeira essência de cada festa porque, muitas vezes, só o que resta são os sinais exteriores e a forma. Para o Natal, são, antes de tudo, os presentes, uma ceia farta e a magia das iluminações. Eis-nos aqui transformados em meros objetos do consumismo. Esquecemos que temos uma alma, que ela também tem fome de nutrição, não da mesma nutrição do corpo, mas nutrição de essência divina. É por isso que algumas pessoas sentem-se mal, sentem certa inquietação, durante esse período de Natal. Os psicólogos dizem que o número de suas consultas aumenta nesse período do ano. Essas festas, aliás, se as colocarmos umas em seguida às outras, pois não são independentes, nos contam uma bela história, a do amor de Deus por nós, suas criaturas. Trata-se de uma verdadeira caminhada espiritual, em busca do sentido de nossa vida. Cada festa veicula seu próprio sentido e seu próprio ensinamento, e nos leva, passo a passo, por um caminho que conduz à Vida. 5
6 Participar dessas festas é também deixar o tempo profano de nosso cotidiano para mergulhar no tempo sagrado, ou tempo divino; deixar, assim, essa temporalidade, o espaço- -tempo, fonte de angústia e de dor, e a história de nossa própria vida, para nos encontrarmos, por um momento, no tempo sagrado primordial, no qual tudo é harmonia e paz e no qual o tempo se detém. Esse desejo de eternidade, pelo qual desaparece a noção de tempo e se esfuma o ciclo de vida e de morte, não é um pouco a esperança de cada um? Um desejo inconsciente de eternidade. A socióloga Françoise Brisse-Magerand 1 explica que essa intuição universal de uma plenitude irremediavelmente perdida suscitou tentativas para dominar o tempo e encontrar as origens, aquele grande tempo do começo, a beatitude de antes da ruptura: 2 Nós não somos mortais, mas moribundos, em vias de morrer, como que implacavelmente devorados pelo tempo. O sofrimento está enraizado, e indefinidamente prolongado, neste mundo, pela temporalidade. Os filósofos, os técnicos ascéticos e contemplativos, os místicos indianos, perseguem, todos, o mesmo objetivo: curar o homem da existência no tempo. É preciso esgotar a duração, percorrendo-a, ao invés, para desembocar finalmente no Não-Tempo, o Não-Tempo eterno. Daí esse entusiasmo atual pela meditação. O cristão abolirá o tempo profano, reintegrando-o no tempo sagrado primordial. 3 Por isso, ele não comemora verdadeiramente um acontecimento, ele simplesmente reatualiza um mistério, transpondo-o para o tempo presente. É isso, também, o que a tradição talmúdica transmite, nos diz o 1 VV.AA., L Europe, Mythes et traditions, Brepols, capítulo Du sacré au profane, p Ruptura com a proximidade de Deus, quando Adão e Eva foram expulsos do jardim do Éden. 3 VV.AA., L Europe, Mythes et Traditions, Brepols, Françoise BRISSE-MAGERAND, p
7 rabino Jacky Milewski, 4 quando evoca a Páscoa judaica: Em cada geração, o homem tem a obrigação de se considerar como tendo ele mesmo saído do Egito. Trata-se de reencontrar a fonte de cada um dos mistérios dessas festas, que nos reenvia, obrigatoriamente, à Fonte inesgotável que é o Amor de Deus, aquela plenitude primordial que a proximidade de Deus dava a Adão e Eva. Participar das festas, como Igreja, com os outros, é, portanto, se reanimar comungando nessa Fonte-plenitude que é Deus, o que se autonomeia Eu sou. Deus é o Senhor dessa Existência, desse tempo divino que não tem começo nem fim. Ele nos propõe deixar o nosso ciclo de vida e de morte e reintegrar o ciclo da Vida em Deus. Ele mesmo vem nos trazer a chave dessa Existência à qual todos nós aspiramos: seu Filho Jesus. Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim (Jo 14,6). Se conhecêsseis o dom de Deus! 4 Texto chamado Haggadah de Pessa h, lido na noite de páscoa e citado pelo rabino Jacky MILEWSKI no seu livro Les fêtes de pèlerinage dans la tradition juive, PUF, p
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