Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis
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- Sílvia Azenha Beltrão
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1 Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis
2 Pneumáticos Histórico Década de 20 Começo das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil Fundação da ANIP, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo é defender os interesses do setor.
3 QUEM REPRESENTAMOS
4 Histórico SUSTENTABILIDADE 1999 Início do Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis com base na Resolução 258/ Criação da Reciclanip.
5 A Criação da RECICLANIP A Reciclanip foi criada para fortalecer as iniciativas já realizadas pelo Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis. Segue o modelo de gestão de empresas européias, com grande experiência na coleta e destinação de pneus inservíveis. A Reciclanip é uma entidade sem fins lucrativos, por isso não comercializa pneus.
6 Entidades INTERNACIONAIS Responsabilidade do Produtos Sistema livre Responsabilidade do Governo (financiado através de impostos)
7 Início com a Resolução 258/99 do CONAMA. Atualização para a Resolução 416/09 do CONAMA (atual). Base JURÍDICA
8 Representa as empresas fabricantes de pneus no Brasil. A RECICLANIP Cuida exclusivamente das ações de coleta e reciclagem de pneus inservíveis. Suas atividades são sustentadas pelo investimento das empresas fabricantes de pneus no Brasil. Neste ponto, a Reciclanip é diferente das empresas européias, uma vez que, em outros países, as empresas são pagas pelos vários agentes da cadeia produtiva para cobrir as despesas operacionais e garantir a destinação de pneus inservíveis.
9 A RECICLANIP Cuida exclusivamente das ações de coleta e reciclagem de pneus inservíveis. É responsável pela criação dos pontos de coleta com parceiros, pela gestão da logística reversa do produto e pelo fomento para novas destinações.
10 As metas são calculadas e fiscalizadas em toneladas. Para o cálculo de meta de toneladas, é aplicado um fator de desgaste de 30% sobre o peso do pneu novo. Os fabricantes (e também os importadores de pneus) devem recolher um pneu inservível a cada pneu produzido para o mercado de reposição. Resolução 416/09 É obrigatória a existência de pelo menos 1 ponto de coleta em todas as cidades com mais de 100 mil habitantes. Responsabilidade compartilhada: todos os entes da cadeia - distribuidores, revendedores, destinadores, consumidores finais e o poder público deverão implantar, em articulação com fabricantes e importadores, procedimento de coleta e destinação de pneus inservíveis no Brasil.
11 Fábrica Importador Loja de Pneus Reformados ou segunda mão Ponto de Coleta Transporte Logística DIARIAMENTE pelo menos 60 caminhões retiram 850 toneladas de pneus inservíveis dos pontos de coleta.
12 Fábrica Importador Loja de Pneus Reformados ou segunda mão Ponto de Coleta Transporte Logística DIARIAMENTE Grande parte do material vai para as cimenteiras como combustível alternativo ao coque de petróleo.
13 Fábrica Importador Loja de Pneus Reformados ou segunda mão Triturador Ponto de Coleta Transporte Logística DIARIAMENTE Como algumas cimenteiras não recebem pneus inteiros, alguns caminhões seguem com material para trituração.
14 Fábrica Loja de Pneus Importador Ponto de Coleta Transporte Triturador Transporte Reformados ou segunda mão Logística DIARIAMENTE Outro destino possível é a granulação. Neste caso, o material granulado segue depois para ser usado em outros produtos, como asfalto borracha, pisos de quadras poliesportivas e tapetes de borracha para carros, entre outros.
15 O programa é desenvolvido por meio de parceiros, na maioria dos casos com prefeituras, que cedem um terreno dentro de normas específicas de segurança e higiene. Este local é usado para recolher e armazenar o material vindo de origens diversas, como borracharias, revendedoras e dos próprios cidadãos. Pontos de COLETA O responsável pelo ponto de coleta comunica a Reciclanip sobre a necessidade de retirada do material quando atinge a quantidade de 2000 pneus de passeio ou 300 pneus de caminhões. A partir daí, a Reciclanip programa a retirada do material com os transportadores conveniados. É importante que a área do ponto de coleta seja coberta e protegida, a fim de se evitar o acúmulo de água ou mesmo a entrada de pessoas não autorizadas.
16 Guarda-mor Manaus/AM Poços de Caldas/MG Tangará/MT Contagem/MG Arapoti/PR A Evolução dos PONTOS DE COLETA
17 Localização DESTINOS CIMENTEIRAS GRANULADORES E TRITURADORES PIROLISE E CALDEIRA
18 Logística REVERSA 812 km 2229 km 1330 km 1309 km 2057 km 1548 km 960 km 1428 km 532 km Infraestrutura precária de transportes. 627 km 550 km Grandes extensões para deslocamento. Distribuição não uniforme de pontos de coleta e destinos finais. 854 km
19 Logística EM NÚMEROS RR 743 AP Pontos de coleta. AM 45 Destinações CE PA / processadores. MA RN AC RO MT TO PI PE BA Rotas em atividade. 19 Transportadoras MG ativas na rede. MS 200 SP Caminhões PR envolvidos. SC km RS Rodados por dia.
20 A Evolução do VOLUME COLETADO (em toneladas) 1999 a Dezembro de ,28 milhões toneladas coletadas e destinadas; Equivalente a 456 milhões de pneus passeio; USD 194,0 milhões investidos
21 INVESTIMENTO No Brasil, a atividade de coleta e destinação de pneus inservíveis é sustentada pelas empresas que fabricam pneus no País. US$ 194,0 milhões US$ 43 milhões (de 1999 até Dezembro de 2012) (previsão para 2013)
22 Importador Fábrica DESTINAÇÃO Loja de Pneus Pneus reformados ou segunda mão Ponto de Coleta Transporte Trituração Transporte
23 Dados de DESTINAÇÕES Área Geográfica Brasil Formas de Destinação TOTAL COLETADO E DESTINADO ( Kt ) 338 * Ano de Referência 2012 Valorização Energética(%) 67,1 Reutilização do Material(%) 32,9 Reuso (%) N/D Reforma (%) N/D Exportação (%) 0 Total Coletado e Destinado (%) 100 Formas não Reconhecidas (%) 15** Fonte: (*)BRASIL Dados Reciclanip (**) Levantamento IPT 2005
24 VALORIZAÇÃO ENERGÉTICA DESTINAÇÕES Cimenteiras 67,0%
25 VALORIZAÇÃO ENERGÉTICA DESTINAÇÕES Pirolise 0,1%
26 VALORIZAÇÃO ENERGÉTICA DESTINAÇÕES Caldeiras 0,0%
27 REUTILIZAÇÃO DO MATERIAL DESTINAÇÕES Pisos/Gramados 6,5%
28 REUTILIZAÇÃO DO MATERIAL DESTINAÇÕES Artefatos de Borracha 8,0%
29 REUTILIZAÇÃO DO MATERIAL DESTINAÇÕES Asfalto 2,0%
30 REUTILIZAÇÃO DO MATERIAL DESTINAÇÕES Construção Civil 1,5%
31 REUTILIZAÇÃO DO MATERIAL DESTINAÇÕES Siderúrgica 7,0%
32 REUTILIZAÇÃO DO MATERIAL DESTINAÇÕES Laminação 7,9%
33 Em julho de 2011 Relatório do IBAMA O IBAMA publicou o Relatório de Pneumáticos, que apresenta os dados de coleta e destinação de pneus inservíveis no Brasil. Cumprimento da Resolução CONAMA nº. 416/2009, pelas empresas fabricantes e importadoras de Outubro de 2009 a Dezembro de Meta Destinação Cumprimento (t) (t) (%) Fab. de Pneus , ,09 105,88% Import. de Pneus , ,53 87,04%
34 Em Agosto de 2012 Relatório do IBAMA Percentual de cumprimento das metas de destinação pelos fabricantes e importadoras (2011) Meta Destinação Cumprimento (t) (t) (%) Fabricantes de Pneus , ,58 101,79% Importadores de Pneus , ,61 66,74% Fonte: CTF/IBAMA. Tal como ocorreu em 2010, os fabricantes nacionais de pneus superaram a meta de destinação estabelecida para o ano de 2011, enquanto os importadores de pneus não a atingiram.
35 Próximos DESAFIOS Fomentar novas destinações. Tornar o pneu um resíduo de valor positivo.
36 Próximos DESAFIOS Gestão compartilhada Fabricação Importação MERCADO Pneus Novos EXPORTADOS Pneus novos Fora do país MERCADO DE REPOSIÇÃO 100 MONTADORAS Pneus novos REVENDEDORAS Pneus novos Pneus reformados Em circulação CLIENTES (retidos com proprietário) Pneus usados FROTAS Pneus novos Pneus reformados Pneus usados SUCATEIROS Pneus usados 45 PNEU INSERVÍVEL REFORMADORAS Pneus reformados BORRACHARIAS Pneus 1/0 vida Pneus reformados 54 Fonte: Estudo IPT/2006. Margem de erro de pesquisa de 1.2%
37 ASSOCIAÇÃO RECICLANIP Rua Flórida, º andar CJ. 41 Brooklin Novo São Paulo/SP (11)
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