9 PRÁTICAS CULTURAIS
|
|
|
- Sebastiana Salazar Estrela
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 9 PRÁTICAS CULTURAIS
2 9.1 PREPARO DO SOLO
3 Preparo do Solo Quando realizado de maneira incorreta, leva rapidamente àdegradação das características do solo, culminando com o declínio paulatino do seu potencial produtivo.
4 Aspectos a considerar: - Restituição de nutrientes; -Conservação do solo; -Aeração e infiltração de água; -Controle de plantas daninhas; -Controle de doenças; -Possibilidade de formação de camadas compactadas: -- pé-de-arado e pé-de-grade
5 Principais pontos na escolha do método de preparo - Grau de compactação do solo; -Volume de restos culturais; -Infestação de invasoras; -Fertilidade do perfil do solo explorado pelas raízes.
6 Objetivos : -Oferecer condições de semeadura; -Conseguir uma boa germinação; -Estabelecimento e desenvolvimento da cultura; -Facilitar a colheita.
7 Tipos de preparo do solo para o feijoeiro - Preparo convencional; -Preparo reduzido; -Plantio direto
8 Preparo convencional Preparo reduzido Plantio direto
9 Preparo Convencional -utilizam-se equipamentos de disco - (Arados ou Grades); arados de aiveca: -> profundidade -melhor inversão do solo -melhor leito de semeadura Objetivo da Aração: -eliminar camadas superficiais compactadas -favorecer a aeração do solo -melhorar infiltração de água -Melhorar o desenvolvimento das raízes -Profundidade de trabalho: cm
10 Preparo convencional -Umidade adequada; -Alterar o uso de implementos; -Alternar a profundidade de trabalho. Problemas de degradação do solo são minimizados
11 Arados de aiveca
12 Grade pesada Arado de discos
13 Preparo Reduzido Redução do número de operações: -Economizar tempo; -Economia de trabalho e combustível; -Diminuir a erosão; -Maior sustentabilidade.
14 ARADO ESCARIFICADOR: Deve ser utilizado em solo com menor umidade. Não forma torrões grandes. LIMITAÇÃO DESSE IMPLEMENTO: Presença de tocos e raízes grossas no solo, que dificultam ou pioram a qualidade do preparo.
15 Arado escarificador de 7 hastes Com destorroador Destorroador
16 Preparo reduzido do solo
17 SISTEMA PLANTIO DIRETO - Semeadura diretamente no solo não revolvido; -Solo descompactado; -Possui camada com restos vegetais; -Fertilidade homogênea; -Maior inclinação do terreno.
18 Sistema Plantio Direto -O solo épreparado somente onde são depositadas as sementes; -Proteção do ambiente; -Maior sustentabilidade; -Semeadoras equipadas para o sistema; -Redução no uso de máquinas; -Redução no custo de produção; -Redução de perda de solo por erosão; -Melhoria na estrutura do solo.
19
20 Feijão em plantio direto maio/2012
21 Feijão em Sistema Plantio Direto
22 Semeadura realizada com haste escarificadora
23 Tabela. Produtividade de grãos do feijoeiro de inverno irrigado sob dois mecanismos de abertura do sulco para aplicação do fertilizante. Selvíria -MS. Tratamentos Arf et al. (2008) Kaneko et al. (2010) Produtividade de grãos (kg ha -1 ) Disco Duplo b b b Haste Escarificadora a a a C.V. (%) 17,20 8,20 12,64 12,66
24 Tabela: Rendimento de grãos sob diferentes preparos do solo na cultura do feijão. Selvíria -MS, Preparo do Rendimento de grãos (kg ha -1 ) solo Média Plantio Direto b Cultivo Convencional ab Cultivo Mínimo a C.V. (%) 20,62 10,96 22,14 Médias seguidas de letras diferentes dentro de preparo do solo diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. Fonte: Silva et al. (2004).
25
26
27 Cultivo de feijão em sistema orgânico Andradina SP Maio de 2015
28
29
30 9.2 - SEMEADURA
31 ÉPOCAS DE SEMEADURA Feijão das águas - Agosto a setembro; -Início do período chuvoso; -As plantas se desenvolvem no final do inverno e durante primavera, coincidindo a colheita com o início do verão; - Problemas: -- Falta de umidade na semeadura; -- Ocorrência de veranicos; -- Excesso de umidade na colheita nas semeaduras tardias.
32 Fonte: Pizan et al. (1996)
33 Feijão da seca - Janeiro e fevereiro; -As plantas irão se desenvolver durante o verão e outono, coincidindo a colheita em período de redução na precipitação pluvial; - Problemas: -- Excesso de chuvas na semeadura; -- Ocorrência de veranicos; -- Excesso de umidade na colheita nas semeaduras antecipadas; -- Ocorrência de geadas nas semeaduras tardias.
34 Fonte: Pizan et al. (1996).
35 Feijão de inverno -Abril a junho; -Uso de irrigação; -A colheita é realizada durante os meses de inverno; -Problemas: -- Ocorrência de geadas; -- Excesso de umidade na colheita em semeaduras tardias.
36 FEIJÃO DE INVERNO VANTAGENS -Altos rendimentos; -Colheita em período seco; -Produto de melhor qualidade; -Ótimas condições de produção de sementes; -Entressafra melhores preços; -Melhor uso do solo; -Diminuição da incidência de pragas e doenças; -Menor interferência de fatores climáticos.
37 Fonte: Pizan et al. (1996).
38 OBSERVAÇÃO Em áreas onde há inverno rigoroso, a semeadura deve ser realizada em julho, no entanto pode-se ter problemas na colheita em função do início do período chuvoso do novo ano agrícola. 4ª Época de Semeadura
39
40 ÉPOCAS DE SEMEADURA E COLHEITA DA CULTURA DO FEIJÃO NO BRASIL Safra Jan. Fev. Março Abril Maio Junho Primeira C Segunda S S S C C C Terceira S S S Safra Julho Ago Set. Out. Nov. Dez. Primeira S S S C C Segunda Terceira C C C S Semeadura e C -Colheita Fonte: Informações Econômicas
41 9.2.2 POPULAÇÃO DE PLANTAS Produtividade = f (vagens área -1 x grãos vagem -1 x massa de 100 grãos) Alta herdabilidade Baixa População de Plantas - Controle de pragas e doenças; -Controle de plantas daninhas
42 População adequada de plantas - Recobrimento da área no período de florescimento; -Tipos de Plantas Tipo I Tipo II Tipo III Determinado Indeterminado arbustivo Indeterminado Prostrado
43 Tabela: Faixa usual de espaçamentos entrelinhas em função do hábito de crescimento da planta. Hábito de crescimento Espaçamento (m) 1 Espaçamento (m) 2 Tipo I 0,30 a 0,50 0,40 a 0,45 Tipo II 0,45 a 0,60 0,45 a 0,50 Tipo III 0,45 a 0,75 0,50 a 0,60 Fonte: 1 Fancelli e Dourado Neto (1997) 2 Arf (2014)
44 Tabela: População de plantas em função do hábito de crescimento da planta. Hábito de crescimento População de plantas (mil ha -1 ) Média (mil ha -1 ) Número de plantas por metro Tipo I Tipo II Tipo III Fonte: Fancelli e Dourado Neto (1997)
45 Aspectos importantes para evitar falhas na cultura - Qualidade das sementes (germinação e vigor); -Regulagem da semeadora -- Distância entre sementes -- Profundidade uniforme -Solo com boa umidade; -Capricho do operador (usar ajudante); -Classificação das sementes por tamanho; -Cuidados com as linhas coincidentes com o local das rodas do trator.
46 Semeadura em covas 10 cm 1 semente/cova (10 sem/m) Espaçamentos entre covas 20 cm 2 sementes/cova (10 sem/m) 30 cm 3 sementes/cova (10 sem/m) Conclusão: O rendimento aumenta com a redução do número de sementes/cova. Rendimento relativo: 1 semente/cova = 100% 2 sementes/cova = 96% 3 sementes/cova = 91% Fonte: Vieira (sem data)
47 Tabela: Produtividade do feijoeiro em função de espaçamentos entrelinhas, densidade na linha e adubação. Selvíria MS. Tratamentos Rendimento (kg/ha) Adubação/área Adubação/planta 18cm a Esp. 36cm b 54cm b 8 plantas/m plantas/m plantas/m CV (%) 19,47 12,47 DMS esp ,14 densidade - - Fonte: Arf et al. (1990)
48 Tabela 2. Resultados médios de matéria seca, componentes do rendimento e produção de sementes de feijão obtidos em seis espaçamentos e em três densidades de semeadura. Selviria-MS. Tratamentos Densidade Matéria seca (g/planta) N o vagens/ planta N o sementes/ vagem Peso de 100 sementes (g) Produção (kg/ha) 8 planta/m 8,43 a 12,92 a 5,02 19, b 12 plantas/m 6,74 b 9,84 b 4,97 19, ab 16 plantas/m 5,20 c 8,78 b 4,90 19, a Espaçamento (m) 0,20 x 0,80 5,74 b 10,49 ab 4,99 19, ,30 x 0,80 7,03 ab 10,62 ab 4,93 19, ,20 x 0,70 5,79 b 9,64 b 4,78 19, ,30 x 0,70 6,87 ab 9,92 ab 4,85 19, ,60 7,85 a 12,32 a 5,25 19, ,50 7,42 ab 10,12 ab 5,00 19, C.V. (%) 23,97 19,08 12,32 3,36 17,21 Fonte: Arf et al. (1996)
49
50
51 Cultivar Pérola Junho/2012
52 Cultivar Pérola com redução na população de plantas Junho/2012.
53 Cultivar Pérola com redução na população de plantas Junho/2012.
54 Tabela: Efeito da profundidade de adubação na produtividade do feijoeiro. Profundidade Produtividade (kg/ha) (cm) da seca das águas Fonte: Adaptado de Chaib et al. (1984)
55 Tabela. Utilização de sementes certificadas, no Brasil em 2007/08. Cultura Produção de sementes Demanda de sementes Taxa de utilização 2005/06 (t) 2006/07 (t) Potencial (t) Efetiva (t) 2007/08 (%) Arroz Arroz irrigado Milho Trigo Triticale Soja Feijão Fonte: Rava e Costa (2009).
56 Tabela. Efeito do uso de sementes certificadas sobre o rendimento de dois cultivares de feijão, em Unaí MG. Cultivar Produtividade (kg/ha) Grão Semente Pérola Valente Incremento 20 % Fonte: Adaptado de Lobo Junior (2005)
57 9.2.3 Consumo de sementes por área P x D x A Q = x G x E Onde: Q = quantidade de sementes, em kg P = massa de 100 sementes, em gramas D = número de sementes por metro de fileira A = área da lavoura, em m 2 G = poder germinativo das sementes em % E = espaçamentos entrelinhas, em metros Fonte: Vieira (1978)
58 D x P x 10 Q = PG x E Onde: Q = quantidade de sementes, em kg ha -1 D = Número de plantas por metro de fileira P = Peso de 100 sementes, em gramas PG = poder germinativo, em % E = espaçamento entre fileiras, em m Fonte: EMBRAPA CNPAF (1989)
59 9.2.4 Tratamento de Sementes Algumas das principais doenças da cultura são transmitidas por sementes -Antracnose -Mancha angular -Bacteriose
60 É uma prática importante que tem a função de eliminar patógenos e oferecer proteção durante o desenvolvimento inicial da planta. Produtos: Captan, Derosal, Euparen, Kobutol, Mayran Plantacol, Pecenol, Terraclor, Vetran Rhodiauram, Vitavax, Vitavax+Thiram Muito usado na FEPE - UNESP
61
62 Controle de pragas via semente -Counter -Cruiser -Furadan -Marzinc -Promet -Ralzer -Semevin Inseticidas
63 TRATAMENTO DE SEMENTES Trata-se de uma prática relativamente barata, quando comparada ao custo total de produção do feijoeiro ou ao dano causado pelas doenças citadas
64 9.2.5 Inoculação de Sementes Especificidade Rhizobium leguminosarum bv. phaseoli Rhizobium phaseoli Rhizobium tropici
65 FATORES QUE AFETAM -Água -O 2 -T C -Nutriente
66 CUIDADOS NA INOCULAÇÃO -Realizar a inoculação à sombra -Semeadura no mesmo dia -Solos com boa umidade
67 RESULTADOS????? -Solo corrigido? -Adubação no sulco com N em baixas quantidades? -Validade do inoculante? -Deficiência de P (form. e func. dos nódulos)? -Presença de elevado n de estirpes?
68 Inoculação com Azospirillum brasilense? Inoculação pode ser: -Na semente -Foliar Hipótese: aumento do volume radicular proporcionando maior quantidade de raízes para formação de nódulos pelo rizóbio.
69 Cultivar Pérola Momento de aplicação de Azospirillum brasilense via foliar 10 DAE (maio/2013).
70 Cultivar Pérola Maio/2013
71 Cultivar Pérola junho/2013
TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA
1º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA Maia Barnabé Sambongo Dir. Fazenda Quizenga TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA ÁREA DE 1º ANO 1. Supressão Vegetal
3 Plantio e Semeadura
3 Plantio e Semeadura 1 Plantio Éo ato de se colocar mudas ou partes vegetativas no solo para a instalação de determinada cultura. Exemplos: - Cana-de-açúcar; - Mandioca; - Arroz no cultivo com transplantio
Sistemas de manejo do solo
Sistemas de manejo do solo Introdução Uso e preparo do solo O arado. Evolução dos conhecimentos de uso e manejo do solo. O Ecossistema tropical Temperatura elevada e solos muito imteperizados 1 Sistemas
Culturas. A Cultura do Feijão. Nome Cultura do Feijão Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha
1 de 7 10/16/aaaa 11:19 Culturas A Cultura do Nome Cultura do Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do feijão José Salvador
Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho
Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Engº Agrº Robson F. de Paula Coordenador Técnico Regional [email protected] Silagem de qualidade começa no campo! E no momento
CUIDADOS TÉCNICOS COM GRAMADOS
CUIDADOS TÉCNICOS COM GRAMADOS CUIDADOS PRÉ-PLANTIO ERRADICAÇÃO DE ERVAS DANINHAS Você deve erradicar as ervas daninhas da área a ser gramada. Esta operação pode ser feita através da capina mecânica ou
RENOVAÇÃO DE PASTAGENS COM PLANTIO DIRETO
RENOVAÇÃO DE PASTAGENS COM PLANTIO DIRETO EXPERIÊNCIAS DA MONSANTO DO BRASIL MARCIO SCALÉA ABRIL 2007 Manejo Genética Alimentação Sanidade GENÉTICA M A N E J O ALIMENTAÇÃO S A N I D A D E FASE PRODUTIVA
9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO
9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5.1 Controle de Pragas PRINCIPAIS PRAGAS -Lagarta elasmo -Vaquinhas - Mosca branca -Ácaro branco -Carunchos LAGARTA ELASMO Feijão da seca aumento da população
Manejo da cultura da soja com foco em terras baixas. Giovani Theisen
Manejo da cultura da soja com foco em terras baixas Giovani Theisen Soja em terras baixas» Manejo do solo e rotação» Implantação da cultura» Fixação biológica de nitrogênio» Manejo de pragas Soja requer
SISTEMAS DE CULTIVO. Eliminação de plantas não desejáveis, diminuindo a concorrência com a cultura implantada.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPT. FITOTECNIA E FITOSSANITARISMO DISCIPLINA AGRICULTURA GERAL (AF001) PROFS. OSWALDO TERUYO IDO E RICARDO AUGUSTO DE OLIVEIRA MONITORA ANA SELENA
Agrícola ISO 9001 OHSAS 18001 ISO 22000 ISO 14001
Agrícola ISO 9001 OHSAS 18001 ISO 22000 ISO 14001 1 Tema: PREPARO REDUZIDO E PLANTIO DIRETO Local: Ribeirão Preto - SP Palestrante: Hilário 2 LOCALIZAÇÃO Latitude: 20º28 41 S UAM Longitude: 47º52 21 W
SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008
SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008 19 ANOS DE FUNDAÇÃO MARÇO 1989 PODEMOS ESCOLHER O QUE SEMEAR, MAS SOMOS OBRIGADOS A COLHER
PLANTIO DIRETO. Definição JFMELO / AGRUFBA 1
Definição JFMELO / AGRUFBA 1 INFLUÊNCIAS NO SOLO Matéria orgânica Estabilidade dos agregados e infiltração JFMELO / AGRUFBA 2 INFLUÊNCIAS NO SOLO Temperatura do solo JFMELO / AGRUFBA 3 INFLUÊNCIAS NO SOLO
CIRCULAR TÉCNICA N o 159 JUNHO 1988 PREPARO DE SOLOS EM ÁREAS ACIDENTADAS
IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAIS BRASILEIRAS ISSN 0100-3453 CIRCULAR TÉCNICA N o 159 JUNHO 1988 INTRODUÇÃO PREPARO DE SOLOS EM ÁREAS ACIDENTADAS Deuseles João Firme * João
BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa
BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa O QUE SÃO AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS (BPA)? Os consumidores estão cada vez
PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14
PRODUÇÃO ECONÔMICA DE SILAGEM 2º Dia de Campo de Ovinocultura Pedro Canário/ES 29/11/14 Pergunta fundamental 1 Quanto custa produzir um quilo de carne????????? Pergunta fundamental 2 O que produz o pecuarista?
Passo a passo na escolha da cultivar de milho
Passo a passo na escolha da cultivar de milho Beatriz Marti Emygdio Pesquisadora Embrapa Clima Temperado ([email protected]) Diante da ampla gama de cultivares de milho, disponíveis no mercado
Campeão de Produtividade de Soja Região Sudeste. ANTONIO LUIZ FANCELLI Fundador do CESB e Docente da ESALQ/USP SAFRA 2011/2112
Campeão de Produtividade de Soja Região Sudeste ANTONIO LUIZ FANCELLI Fundador do CESB e Docente da ESALQ/USP SAFRA 2011/2112 Dados do Participante (Campeão) PRODUTOR: FREDERIK JAKOBUS WOLTERS CONSULTOR
Sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) de Corte da Embrapa Milho e Sorgo
Sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) de Corte da Embrapa Milho e Sorgo Ramon C. Alvarenga¹ e Miguel M. Gontijo Neto¹ Pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) A Embrapa Milho e Sorgo
http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/ervilha.htm
Página 1 de 5 Olericultura A Cultura da Ervilha Nome Cultura da Ervilha Produto Informação Tecnológica Data Abril - 1999 Preço - Linha Olericultura Informações gerais sobre a Resenha Cultura da Ervilha
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UMA SEMEADORA-ADUBADORA DE PLANTIO DIRETO NA CULTURA DA SOJA
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UMA SEMEADORA-ADUBADORA DE PLANTIO DIRETO NA CULTURA DA SOJA Jorge Ricardo Moura 3 ; Elton Fialho dos Reis 1,4 ; João Paulo Arantes Rodrigues da Cunha 2,4 ; 1 Pesquisador Orientador
Contexto e importância da diversificação de culturas em sistemas de produção de soja no Brasil
Contexto e importância da diversificação de culturas em sistemas de produção de soja no Brasil Eng. Agr. Dr. Henrique Debiasi Eng. Agr. Dr. Julio C. Franchini Eng. Agr. Dr. Alvadi A. Balbinot Jr. VII Congresso
POPULAçÃO DE PLANTAS DE SOJA NO SISTEMA DE SEMEADURA DIRETA PARA O CENTRO-SUL DO ESTADO DO PARANÁ
/,-----------. (c;) EM.PRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECuARIA EMBRAPA ~ Vinculada ao M'nisté,io da Ag,iculMa ~., CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA - CNPSo Rodovia Carlos João Slrass (Londrina/Warta)
AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS
IX SIMPÓSIO NACIONAL CERRADO BRASÍLIA 12 A 17 DE OUTUBRO DE 2008 AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS ANTÔNIO MARCOS COELHO OBJETIVOS : INTRODUÇÃO - CONCEITOS E DEFFINIÇÕES: PRECISÃO NA AGRICULTURA
A IMPORTÂNCIA DO PLANTIO DIRETO E DO PLANTIO CONVENCIONAL E AS SUAS RELAÇÕES COM O MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
A IMPORTÂNCIA DO PLANTIO DIRETO E DO PLANTIO CONVENCIONAL E AS SUAS RELAÇÕES COM O MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO Admir Bortoleti Junior (Discente do Curso de Agronomia/AEMS) Luiz Gustavo Gonçalves (Discente
DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA
DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA Por: Julio Franchini Área: Manejo do Solo Julio Franchini possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual
DENSIDADE DE SEMEADURA DE CULTIVARES DE MAMONA EM PELOTAS, RS 1
DENSIDADE DE SEMEADURA DE CULTIVARES DE MAMONA EM PELOTAS, RS 1 Sérgio Delmar dos Anjos e Silva 1, Rogério Ferreira Aires 2, João Guilherme Casagrande Junior 3, Claudia Fernanda Lemons e Silva 4 1 Embrapa
MUNDO. -CIAT existe mais de 38 mil genótipos de. Phaseolus vulgaris L.; -Outras coleções: EUA, México e Inglaterra. - Elevado número de cultivares;
6 CULTIVARES MUNDO - Elevado número de cultivares; -CIAT existe mais de 38 mil genótipos de Phaseolus vulgaris L.; -Outras coleções: EUA, México e Inglaterra BRASIL - Mantidas coleções de linhagens e cultivares
PLANTADEIRAS DE MÚLTIPLA SEMEADURA
PLANTADEIRAS DE MÚLTIPLA SEMEADURA Plantio direto para todo tipo de cultura. A Case IH lança no mercado sua linha de plantadeiras para todos os tipos de cultura: girassol, aveia, trigo, arroz, algodão,
Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado*
ISSN 1678-9636 Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado* 49 O feijoeiro é uma das principais culturas plantadas na entressafra em sistemas irrigados nas regiões Central e Sudeste do Brasil.
PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP
PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP Autores: Eng.º Agr.º José Alberto Ávila Pires Eng.º Agr.º Wilson José Rosa Departamento Técnico da EMATER-MG Trabalho baseado em: Técnicas
GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS
GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS SEÇÃO 1: Preparação do solo para plantio de ananás 1. Identificação da área para o plantio de ananas 1.A área seleccionada deve ter via de acesso 1. Se não tiver via
COMPARAÇÃO DE DIFERENTES FONTES DE CÁLCIO EM SOJA
COMPARAÇÃO DE DIFERENTES FONTES DE CÁLCIO EM SOJA 1 INSTITUIÇÃO REALIZADORA SEEDS Serviço Especial em Diagnose de Sementes Ltda CNPJ 91.356.055/0001-94 Endereço: Rua João de Césaro, 255 - Sala 06 - Bairro
Cana-de-açúcar na alimentação de vacas leiteiras
Cana-de-açúcar na alimentação de vacas leiteiras Roberta Aparecida Carnevalli Pesquisadora Embrapa Agrossilvipastoril Cana-de-açúcar Alimentação humana xaropes sacarose Aguardente Combustível etanol energia
AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE ALGODÃO HERBÁCEO EM ESPAÇAMENTO ESTREITO COM CLORETO DE MEPIQUAT RESUMO
AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE ALGODÃO HERBÁCEO EM ESPAÇAMENTO ESTREITO COM CLORETO DE MEPIQUAT Antonio César Bolonhezi (1), Edivaldo André Gomes (2) (1)UNESP-Ilha Solteira(SP) E-mail: [email protected].
Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto
Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto José Henrique T. Rocha José Henrique Bazani Eduardo S. A. C. Melo José Leonardo de Moraes Gonçalves Departamento de Ciências Florestais ESALQ - USP Conceitos:
A inserção do cultivo do arroz irrigado na Agricultura de Baixo Carbono do Plano Agrícola e Pecuário, Safra 2013/14
A inserção do cultivo do arroz irrigado na Agricultura de Baixo Carbono do Plano Agrícola e Pecuário, Safra 2013/14 Eng. Agr. Sérgio Iraçu Gindri Lopes Gerente da Divisão de Pesquisa Estação Experimental
Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro
Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro Henrique Antunes de Souza Fernando Lisboa Guedes Equipe: Roberto Cláudio Fernandes Franco Pompeu Leandro Oliveira Silva Rafael Gonçalves Tonucci
INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA. Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG
INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG - No Brasil o Sistema de Integração Lavoura Pecuária, sempre foi bastante utilizado,
Conte com a Pampa para uma colheita de sucesso na próxima safra!
GUIA DE CULTIVARES A semente é a base do sucesso de uma lavoura. Sua qualidade é essencial para os bons resultados de cada safra, garantindo maior produtividade, competitividade e o lucro do produtor.
FERTILIDADE E MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO
FERTILIDADE E MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO Henrique Pereira dos Santos 1, Renato Serena Fontaneli 1, Anderson Santi 1, Ana Maria Vargas 2 e Amauri Colet Verdi 2 1 Pesquisador,
Produção sustentável de grãos e carne bovina na região do Bolsão-Sul-Mato-Grossense
Produção sustentável de grãos e carne bovina na região do Bolsão-Sul-Mato-Grossense Ademir H. Zimmer Júlio Salton Armindo N. Kichel Engº. Agrsº. Pesquisadores Embrapa Gado de Corte e Agropecuária Oeste
A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.)
A Cultura do Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris L.) Aspectos gerais Família: Fabaceae (ex) Leguminosae Mesma espécie do feijoeiro comum Qualquer cultivar de feijão pode ser usada para colheita de vagens,
Localização. O Centro Nacional de Pesquisa de Trigo está localizado em Passo Fundo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil.
Localização Peru Chile Bolívia Paraguai Uruguai Argentina Passo Fundo, RS O Centro Nacional de Pesquisa de Trigo está localizado em Passo Fundo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Embrapa Trigo Rodovia
SEMEADORA-ADUBADORA. Prof. Dr. Carlos Eduardo Angeli Furlani RESULTADOS DE PESQUISAS
SEMEADORA-ADUBADORA RESULTADOS DE PESQUISAS 1 Rendimento da cultura de milho em diferentes manejos do solo e tipos de sulcadores (haste x disco duplo) utilizados na operação de semeadura. (Klein & Boller,
Taurino Alexandrino Loiola
PRINCIPAIS PROBLEMAS DA CULTURA DO FEIJÃO SOB A ÓTICA DO AGRÔNOMO DE CAMPO Taurino Alexandrino Loiola Brasília / DF, 03/12/2010 Culturas na safra Panorama das safras: 08/09 09/10 Soja 8.195 ha (+38%) Feijão
Milho + investimento mínimo, máximo retorno. Aildson Pereira Duarte e Isabella Clerici de Maria
Milho + brachiaria: investimento mínimo, máximo retorno Aildson Pereira Duarte e Isabella Clerici de Maria Pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento
A Vida no Solo. A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local;
A Vida no Solo A Vida no Solo A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local; O solo é constituído por alguns componentes: os minerais, o húmus, o ar, a água e os seres
SEMEADORAS PARA GRÃOS MIÚDOS
SEMEADORAS PARA GRÃOS MIÚDOS Plantio direto, para todo tipo de cultura. A Case IH lança no mercado na sua linha de semeadoras para todos os tipos de cultura: girassol, aveia, trigo, arroz, algodão, sorgo,
ALTERAÇÕES DAS PROPRIEDADES FÍSICAS EM UM CAMBISSOLO APÓS 12 ANOS DE CULTIVO DE MILHO PARA SILAGEM 1
ALTERAÇÕES DAS PROPRIEDADES FÍSICAS EM UM CAMBISSOLO APÓS 12 ANOS DE CULTIVO DE MILHO PARA SILAGEM 1 Alafer Santelmo da Cruz 2 ; Fabrício Flavio Amler 3 ; Rosieli de Souza Pahl 4 ; Romano Roberto valicheski
NUTRIÇÃO FOLIAR (FATOS E REALIDADES) Prof. Dr. Tadeu T. Inoue Solos e Nutrição de Plantas Universidade Estadual de Maringá Departamento de Agronomia
NUTRIÇÃO FOLIAR (FATOS E REALIDADES) Prof. Dr. Tadeu T. Inoue Solos e Nutrição de Plantas Universidade Estadual de Maringá Departamento de Agronomia FATOS 80.000 70.000 60.000 ÁREA CULTIVADA (milhões/ha)
PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO
PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO Valdecir Batista Alves (1), Gessí Ceccon (2), Júlio Cesar Salton (3), Antonio Luiz Neto Neto (4), Leonardo
Claudinei Kurtz Eng Agr MSc Epagri EE Ituporanga Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas. Governo do Estado
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DA CULTURA DA CEBOLA Claudinei Kurtz Eng Agr MSc Epagri EE Ituporanga Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Governo do Estado AMOSTRAGEM DO SOLO Solo da camada 0-20cm 1ha = 2000
Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha
1 de 5 10/16/aaaa 11:24 Culturas A Cultura do Milho Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do milho
SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1
SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 2 Limpeza: 2 CUIDADOS DO JARDIM NO OUTONO 2 Limpeza: 2 Adubação:
FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO. Produção Integrada de Arroz Irrigado
FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO Produção Integrada de Arroz Irrigado O que é a Produção Integrada de Arroz Irrigado? A Produção Integrada é definida como um sistema de produção agrícola de
COMPARATIVO ENTRE UMA LAVOURA IRRIGADA E DE SEQUEIRO NO RS
COMPARATIVO ENTRE UMA LAVOURA IRRIGADA E DE SEQUEIRO NO RS LEVANTAMENTO REALIZADO POR FARSUL/CEPEA 19/05/2014 PROPRIEDADE TÍPICA: MUINCÍPIO DE CRUZ ALTA Característica da Propriedade: 44 ha Reserva Legal
INFLUÊNCIA DE PLANTAS DE COBERTURA DO SOLO NA OCORRÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS E NA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE TRIGO
INFLUÊNCIA DE PLANTAS DE COBERTURA DO SOLO NA OCORRÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS E NA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE TRIGO AMARAL, Kevin Bossoni do 1 ; CAMPOS, Ben-Hur Costa de 2 ; BIANCHI, Mario Antonio 3 Palavras-Chave:
AGRONOMIA. Questão 1 Padrão de resposta esperado:
Questão 1 O Controle Biológico de pragas pode ser vantajoso em relação ao Controle Químico : Protegendo a biodiversidade. Não deixando resíduos nos alimentos, na água, no solo. Sendo específicos. Evitando
INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA ALYSSON PAOLINELLI
INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA ALYSSON PAOLINELLI SISTEMAS TRADICIONAIS DE EXPLORAÇÃO DA FAZENDA: Onde é pasto sempre foi pasto e será pasto! Onde é lavoura sempre foi lavoura e será lavoura! QUASE SEMPRE
Custo de Produção do Milho Safrinha 2012
09 Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 1 Carlos DirceuPitol Luiz2 Broch1 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso2 9.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez requerem
ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA PRODUÇÃO DE MELANCIA E CENOURA COM FINANCIAMENTO EM ANAPOLIS GO
ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA PRODUÇÃO DE MELANCIA E CENOURA COM FINANCIAMENTO EM ANAPOLIS GO Fernanda Martins Dias 1 ; Simone Janaína da Silva Morais 1 ; Ricardo Caetano Rezende 2 1 Licenciada
De Charles W. Rice Karina Fabrizzi e Paul White Departamento de Agronomia. Pesquisa e Extensão da Kansas
Manejo de solos tropicais no mundo De Charles W. Rice Karina Fabrizzi e Paul White Departamento de Agronomia Pesquisa e Extensão da Kansas Clima Solos Manejo Luz solar CO 2 Rendimento Propriedades Químicas
MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO
UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS I MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO Profª Fernanda Basso Manejo e Conservação do Solo Sistema de manejo conjunto de operações que contribuem
AGRICULTURA FAMILIAR NO NORDESTE BRASILEIRO KIT EQUIPAMENTOS PARA O PEQUENO PRODUTOR, ESPECIALMENTE DE ALGODÃO
AGRICULTURA FAMILIAR NO NORDESTE BRASILEIRO KIT EQUIPAMENTOS PARA O PEQUENO PRODUTOR, ESPECIALMENTE DE ALGODÃO Campina Grande, PB 2000 INTRODUÇÃO No Nordeste brasileiro, no caso específico da cotonicultura,
CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR
CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR 1 DELAI, Lucas da Silva; 1 ALVES Victor Michelon; 1 GREJIANIN, Gustavo; 1 PIRANHA, Michelle Marques
Aplicação de dejetos líquidos de suínos no sulco: maior rendimento de grãos e menor impacto ambiental. Comunicado Técnico
Comunicado Técnico PÓLO DE MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA EM ALIMENTOS COREDE-PRODUÇÃO FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO PASSO FUNDO, RS JUNHO, 27 Nº 1 Aplicação de dejetos
10 AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
10 AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA CONVENCIONAL (SOJA LIVRE) EM LUCAS DO RIO VERDE, MT O objetivo deste experimento foi avaliar o potencial produtivo de cultivares de soja convencionais (Soja Livre) em
ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA
ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA NESTA AULA SERÁ ABORDADO Importância de conservar o solo e sua influência sobre as plantas As formas e métodos de conservação do terreno Como combater
Manual e Especificação Técnica
Telhados verdes e jardins elevados Manual e Especificação Técnica Sistema Telhado Verde SkyGarden Paisagismo O sistema de telhado verde da SkyGarden é o resultado de décadas de pesquisas no Japão, em um
Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes de Milho
Milho e Sorgo Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes de Milho Sete Lagoas Março 2012 Economia do Uso de Novas Tecnologias A escolha racional do agricultor: Aumento da produtividade dos
DISTRIBUIDORES DE FERTILIZANTES E CORRETIVOS
DISTRIBUIDORES DE FERTILIZANTES E CORRETIVOS -CORRETIVOS: - Definição INTRODUÇÃO -FERTILIZANTES: - Definição -MAIS UTILIZADOS - Exemplos: 2- APLICADORES DE CORRETIVOS 2.1 PRÉ REQUISITOS - Dose de aplicação
Aimportância do trigo pode ser aquilatada pela
199 Trigo não é somente para alimentar o homem Renato Serena Fontaneli Leo de J.A. Del Duca Aimportância do trigo pode ser aquilatada pela posição ocupada como uma das culturas mais importantes para alimentar
ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA
ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA III Reunião Técnica do CEMADEN Tema: Extremos Climáticos e Colapso de Produção Agrícola Fortaleza/CE 02 e 03 de abril de 2012 Antecedentes Altos índices
6 PRÁTICAS CULTURAIS
6 PRÁTICAS CULTURAIS 6.1 PREPARO DO SOLO - Histórico e Objetivos -Tipos de Preparo -- Aração + Gradagem - Discos -Aiveca -Escarificador -- Grade pesada + Grade Leve No caso de revolvimento do solo CUIDADOS
SISTEMA DE MANEJO DO SOLO COM PALHADA. Sistema Plantio Direto (SPD) com qualidade
SISTEMA DE MANEJO DO SOLO COM PALHADA Sistema Plantio Direto (SPD) com qualidade Valmor dos Santos INOVAÇÃO AGRÍCOLA E INSTITUTO PAS 77-9971-2234 (Vivo / WhatsApp) TEMAS QUE SERÃO ABORDADOS - Objetivos;
Adoção da Agricultura de Precisão no Brasil. Alberto C. de Campos Bernardi e Ricardo Y. Inamasu EMBRAPA 1
Adoção da Agricultura de Precisão no Brasil Alberto C. de Campos Bernardi e Ricardo Y. Inamasu EMBRAPA 1 Agricultura de Precisão A agricultura de precisão se deu inicio na década de 90 com o uso de monitores
PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ
PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ Carteira de Agronegócios Projetos Propostos Teresina, PI novembro 2013 SUMÁRIO Características atuais dos principais setores de agronegócio piauiense
Canola. Informação sobre a. Reunião Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e Biodiesel DF 03.07.2013
Produção de mel Informação sobre a Produção de Canola Raízes profundas Reunião Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e Biodiesel Brasília DF 03.07.2013 Engº Agrº Msc Valdir Zonin SEAPA Coordenador
Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia
Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia ESALQ - USP Produção Vegetal agosto - 2013 Prof. José Laércio Favarin Composição química Importância do nitrogênio Composição cafeeiro Kg
IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 486
Página 486 COMPONENTES DE PRODUÇÃO DA BRS NORDESTINA CULTIVADA EM DIFERENTES FONTES DE ADUBAÇÃO 1 Josely Dantas Fernandes 1, Lucia Helena Garófalo Chaves 2, José Pires Dantas 3, José Rodrigues Pacífico
ATRIBUTO FÍSICO DO SOLO EM FUNÇÃO DE SISTEMAS DE CULTIVO E VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO
ATRIBUTO FÍSICO DO SOLO EM FUNÇÃO DE SISTEMAS DE CULTIVO E VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO Mauricio Viero Rufino 1 ; Jorge Wilson Cortez 2 ; Paulo Henrique Nascimento de Souza 3 ; Renan Miranda Viero 3 ; Eduardo
PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014
ANO III / Nº 73 PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014 Núcleo 1 Chapadão do Sul Eng. Agr. Danilo Suniga de Moraes O plantio de algodão
PLANTIO DIRETO NA REGIÃO CENTRO SUL DO PARANÁ: SITUAÇÃO ATUAL, PROBLEMAS E PERSPECTIVAS
PLANTIO DIRETO NA REGIÃO CENTRO SUL DO PARANÁ: SITUAÇÃO ATUAL, PROBLEMAS E PERSPECTIVAS Lutécia Beatriz Canalli Eng. Agr., MSc Solos, Dra em Agronomia - Produção Vegetal Sistemas de produção sustentáveis
Vantagens e Desvantagens da Utilização da PALHA da Cana. Eng. Agr. Dib Nunes Jr. GRUPO IDEA
Vantagens e Desvantagens da Utilização da PALHA da Cana Eng. Agr. Dib Nunes Jr. GRUPO IDEA NOVO PROTOCOLO AMBIENTAL (Única, Orplana e Secretaria do Meio Ambiente) Áreas mecanizáveis Extinção das queimadas
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO PROTEÇÃO VEGETAL Grupo de Serviço OBRAS COMPLEMENTARES Código DERBA-ES-OC-04/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a execução de proteção
Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para modelos sustentáveis de agricultura.
FUNDAÇÃO MOKITI OKADA Mokiti Okada - CPMO Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para modelos sustentáveis de agricultura. Leandro de Almeida Amado Engenheiro Agrônomo, MSc Assistente Técnico Outubro
CONJUNTURA 24.05.2010 FEIJÃO. João Ruas Gerência de Alimentos Básicos Superintendência de Gestão da Oferta
CONJUNTURA 24.05.2010 FEIJÃO João Ruas Gerência de Alimentos Básicos Superintendência de Gestão da Oferta MERCADO -Comportamento das principais cultivares plantadas no Brasil; -Situação da Safra 2009/2010;
Cultura Da Mandioca (Manihot esculenta subsp esculenta)
Cultura Da Mandioca (Manihot esculenta subsp esculenta) CULTURA DA MANDIOCA (Manihot esculenta subsp esculenta) 1 - Características É um arbusto perene, pertencente à família botânica Euphorbiaceae, planta
Resultados de Experimentação e Campos Demonstrativos de Milho Safra 2010/2011
3 Resultados de Experimentação e Campos Demonstrativos de Milho Safra 200/20 André Luis F. Lourenção 3.. Introdução Analisando o oitavo levantamento da Conab (20), observase que a área semeada com milho
Canola. Brasília, Setembro de 2010.
Canola Brasília, Setembro de 2010. Canola: A canola ocupa o terceiro lugar entre as oleogionosas cultivadas no mundo. A internação no Brasil ocorreu em 1974 procedente do México, país criador da canola.
ES MA 03 GRAMA EM PLACAS OU ENLEIVAMENTO. 1. Generalidades. 2. Definições. 3. Tipos de Grama em Placa
ES MA 03 GRAMA EM PLACAS OU ENLEIVAMENTO 1. Generalidades Esta Especificação estabelece os procedimentos mínimos necessários para a execução do revestimento vegetal por gramas em placas ou enleivamento
Recomendação de Adubação N, P e K....para os estados do RS e SC
Recomendação de Adubação N, P e K...para os estados do RS e SC Recomendação de Adubação Objetivo Elevar os teores dos nutrientes (N, P e K) no solo a níveis considerados adequados para as culturas expressarem
Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde. Informações sobre Adubação orgânica e Adubação Verde
1 de 5 10/16/aaaa 10:13 Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde Nome Adubação Orgânica e Adubação Verde Produto Informação Tecnológica Data Abril - 2000 Preço - Linha Adubação Orgânica Resenha
Tecnologia & Engenharia Desafio Prático. Temporada 2014. Tecnologia & Engenharia. Desafio Prático. Torneio Brasil de Robótica
Temporada 2014 Tecnologia & Engenharia Desafio Prático Tecnologia & Engenharia Desafio Prático 7 3 1 4 5 6 2 1. Agroenergia: Descrição: trata-se da fabricação e uso dos diversos tipos de biocombustíveis
SISTEMAS DE PREPARO DE SOLO E MANEJO DE COBERTURA MORTA EM POMARES DE CITROS
SISTEMS DE PREPRO DE SOLO E MNEJO DE COBERTUR MORT EM POMRES DE CITROS Pedro ntonio Martins uler Pesquisador - IPR Área de Fitotecnia [email protected] 35ª Semana da Citricultura Cordeirópolis, 5 de junho
CONDIÇÕES ESPECIAIS SOJA E SOJA IRRIGADA SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 2. OBJETO DO SEGURO
CONDIÇÕES ESPECIAIS SOJA E SOJA IRRIGADA SEGURO AGRÍCOLA 1. APLICAÇÃO 1.1. As presentes Condições Especiais complementam as Condições Gerais da apólice de Seguro Agrícola e se aplicam ao seguro de Soja
