4.2 Estudo Geotécnico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "4.2 Estudo Geotécnico"

Transcrição

1 4.2 Estudo Geotécnico O Estudo Geotécnico foi desenvolvido de acordo com o Termo de Referência do Edital e baseados na Instrução de Serviço IS-206 das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários, do DNIT/2010. O estudo realizado objetivou avaliação das condições atuais do pavimento existente nas interseções e do terreno natural da Av. Júlia Rodrigues Torres com vistas a elaboração de revisão do projeto de melhoria da Travessia Urbana na BR-232 em Belo Jardim, assim como a indicação das ocorrências de materiais para emprego nas diversas camadas do pavimento Terreno Natural O Estudo do Terreno Natural abrangeu sondagens e coletas com retirada de amostras para caracterização do material até 1,00 m abaixo do greide do projeto geométrico, suficientes para definição do perfil geotécnico do terreno. As sondagens foram executadas a pá e picareta com espaçamento de 100 em 100 metros e nos intervalos, quando houve variação de material. Com o material coletado das sondagens foram feitos os seguintes ensaios que estão apresentados no final desse capítulo: - Granulometria por Peneiramento - Granulometria por Sedimentação - Limite de Plasticidade e Liquidez - Compactação - Índice de Suporte Califórnia - Índice de Forma - Durabilidade - Adesividade

2 4.2.2 Areal O areal estudado está situado a 10,10 km, será utilizado na camada de cimento com areia para assentamento do paralelepípedo e nas obras de concreto de cimento Portland. Para o estudo do areal foi coletado material de cada furo para realização dos ensaios de granulometria, equivalente de areia e teor de matéria orgânica. No final desse capítulo, é apresentado um croqui com sua localização, o boletim de sondagem e o resumo dos ensaios Material Pétreo localização. As pedreiras estudadas estão apresentadas no final desse capitulo mostrando sua A pedreira Britac está localizada a 12,10 km deverá ser utilizada nas obras de concreto de cimento Portland, base de brita graduada e CBUQ e também no revestimento em paralelepipedos. A pedreira Brical foi estudada e está apresentada no final desse capitulo. Para o estudo dessas pedreiras serão executados os seguintes ensaios: - Abrasão de Los Angeles - Adesividade - Índice de Forma - Durabilidade Os resultados desses ensaios estão apresentados no final desse capitulo Material para Terraplenagem A escolha no campo da área de jazida foi feita em função do volume necessário a execução dos aterros, foi estudado apenas uma jazida.

3 Para o estudo desta jazida foram executadas sondagens com coleta de amostras de cada horizonte detectado para realização dos seguintes ensaios: - Granulometria por Peneiramento - Limite de Plasticidade e Liquidez - Compactação - Índice de Suporte Califórnia - Equivalente de Areia Os resultados desses ensaios estão apresentados no final desse capitulo Ocorrência de Materiais para Pavimentação No estudo de ocorrência de materiais para pavimentação, serão abordados estudos distintos para jazida de solo, areal e pedreira Jazida de Solo Não foi encontrada na região, próxima a obra, nenhuma ocorrência de solo com característica para emprego na execução de base. Então optou-se em utilizar base de brita graduada tratada com cimento em função do pequeno volume a ser utilizado. Quanto ao material para sub-base será utilizada a mesma jazida indicada para terraplenagem, uma vez que as características do material também é adequado para utilização em subbase.

4 FURO Nº ESTACA POSIÇÃO E-X-D PROFUNDIDADE (cm) DE A REGISTRO Nº CLASSIFICAÇÃO ,00 E ,00 D ,00 E ,00 D ,00 E Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. OBSERVAÇÕES : AV. JULIA RODRIGUES RODOVIA: BR-232/PE TRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM Extensão: 4,79 km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOLETIM DE SONDAGEM - SUBLEITO EG - 01

5 Registro Nº Furo Nº Estaca ou Km Posição E D E D E Profundidade DE (cm) A " " /8" Nº Nº Nº Nº Faixa do DNIT FF FF F FF F L.L NL NL NL NL NL I.P NP NP NP NP NP E.A Granulometria AASHO No ormal 12 Golpe es AASHO Inter. 26 Golpes AASHO Mod. 56 Golpes Peneiramento - % Passando I.G Classif. T.R.B A-2-4 A-4 A-2-4 A-4 A-2-4 DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA 10,1 10,7 9,5 10,5 11,2 I.S.C Expansão 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão D. "In Situ"(g/dm³) UMID. Nat. (%) 5,2 5,2 4,1 5,3 5,3 Grau de Comp. (%) OBSERVAÇÕES: Dados de Campo AV. JULIA RODRIGUES RODOVIA: TRECHO: Extensão: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM SUBTRECHO: SEGMENTO: 4,79 Km ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 ( CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN RESUMO DE ENSAIOS - SUBLEITO EG - 02 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

6 FURO Nº ESTACA POSIÇÃO E-X-D PROFUNDIDADE (cm) DE A REGISTRO Nº CLASSIFICAÇÃO ,00 D ,00 E Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 1 RODOVIA: BR-232/PE TRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM Extensão: 4,79 km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOLETIM DE SONDAGEM - SUBLEITO EG - 03

7 Registro Nº Furo Nº 1 2 Estaca ou Km Posição D E Profundidade DE 0 0 (cm) A " " /8" Nº Nº Nº Nº Faixa do DNIT FF FF L.L NL NL I.P NP NP E.A Granulometria AASHO No ormal 12 Golpe es AASHO Inter. 26 Golpes AASHO Mod. 56 Golpes Peneiramento - % Passando I.G 0 0 Classif. T.R.B A-2-4 A-2-4 DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA 8,7 8,2 I.S.C Expansão 0,0 0,0 DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão D. "In Situ"(g/dm³) UMID. Nat. (%) 3,1 3,1 Grau de Comp. (%) OBSERVAÇÕES: Dados de Campo INTERSEÇÃO Nº 1 RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 ( CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO RESUMO DE ENSAIOS - SUBLEITO EG - 04

8 FURO Nº ESTACA POSIÇÃO E-X-D PROFUNDIDADE (cm) DE A REGISTRO Nº CLASSIFICAÇÃO ,00 D ,00 E Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 2 RODOVIA: TRECHO: Extensão: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM SUBTRECHO: SEGMENTO: 4,79 km ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOLETIM DE SONDAGEM - SUBLEITO EG - 05

9 Registro Nº Furo Nº 1 2 Estaca ou Km Posição D E Profundidade DE 0 0 (cm) A " " /8" Nº Nº Nº Nº Faixa do DNIT F FF L.L NL NL I.P NP NP E.A Granulometria AASHO No ormal 12 Golpe es AASHO Inter. 26 Golpes AASHO Mod. 56 Golpes Peneiramento - % Passando I.G 0 0 Classif. T.R.B A-2-4 A-2-4 DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA 8,9 10,1 I.S.C Expansão 0,0 0,0 DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão D. "In Situ"(g/dm³) UMID. Nat. (%) 3,1 5,2 Grau de Comp. (%) OBSERVAÇÕES: Dados de Campo INTERSEÇÃO Nº 2 RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: SUBTRECHO: BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM SEGMENTO: 4,79 Km ENTR. PE / ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN RESUMO DE ENSAIOS - SUBLEITO EG - 06 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

10 FURO Nº ESTACA POSIÇÃO E-X-D PROFUNDIDADE (cm) DE A REGISTRO Nº CLASSIFICAÇÃO ,00 E ,00 D Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr Ar.si.c/pedr. OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 3 RODOVIA: BR-232/PE TRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM Extensão: 4,79 km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOLETIM DE SONDAGEM - SUBLEITO EG - 07

11 Registro Nº Furo Nº Estaca ou Km Posição Profundidade (cm) Granulometria AASHO No ormal 12 Golpe es AASHO Inter. 26 Golpes AASHO Mod. 56 Golpes Dados de Campo Peneiramento - % Passando Faixa do DNIT L.L I.P E.A I.G Classif. T.R.B DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DE A 2" 1" 3/8" Nº 4 Nº 10 Nº 40 Nº 200 D. "In Situ"(g/dm³) UMID. Nat. (%) Grau de Comp. (%) OBSERVAÇÕES: E D F FF NL NL NP NP 0 0 A-2-4 A ,4 10, ,0 0, ,2 4, INTERSEÇÃO Nº 3 RODOVIA: SUBTRECHO: BR-232/PE TRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM SEGMENTO: Extensão: 4,79 Km ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 ( CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN RESUMO DE ENSAIOS - SUBLEITO EG - 08 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

12 FURO Nº ESTACA POSIÇÃO E-X-D PROFUNDIDADE (cm) DE A REGISTRO Nº CLASSIFICAÇÃO ,00 E ,00 D Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. Ar.si.c/pedr. OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 4 RODOVIA: BR-232/PE TRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM Extensão: 4,79 km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOLETIM DE SONDAGEM - SUBLEITO EG - 09

13 Registro Nº Furo Nº Estaca ou Km Posição Profundidade (cm) Granulometria AASHO No ormal 12 Golpe es AASHO Inter. 26 Golpes AASHO Mod. 56 Golpes Dados de Campo Peneiramento - % Passando Faixa do DNIT L.L I.P E.A I.G Classif. T.R.B DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C Expansão DE A 2" 1" 3/8" Nº 4 Nº 10 Nº 40 Nº 200 D. "In Situ"(g/dm³) UMID. Nat. (%) Grau de Comp. (%) OBSERVAÇÕES: E D F FF NL NL NP NP 0 0 A-2-4 A ,1 10, ,0 0, ,30 4, INTERSEÇÃO Nº 4 RODOVIA: SUBTRECHO: BR-232/PE TRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM SEGMENTO: Extensão: 4,79 Km ENTR. PE - 144/ ENTR. PE (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 ( CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN RESUMO DE ENSAIOS - SUBLEITO EG - 10 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

14 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO JAZIDA Nº LOCALIZAÇÃO DISTÂNCIA AO EIXO UTILIZAÇÃO J.01 - ATERRO ESTACA ,00 - LE 3,40 Km ÁREA UTILIZÁVEL 4.500,00 m² EXPURGO MÉDIO 450,00 m³ ESPESSURA MÉDIA UTILIZÁVEL BASE C/MISTURA - SUB-BASE - MAT.SELEC. - C.DE ATERRO 5,00 m VOLUME TEÓRICO (100%) ,00 m³ VOLUME UTILIZÁVEL (90%) ,00 m³ PROPRIETÁRIO PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO JARDIM - PE SÃO BENTO DO UNA JAZIDA J.01 - ATERRO ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO BELO JARDIM-PE - TELEFONE: BENFEITORIAS EXISTENTES NÃO HÁ COORDENADAS N MALHA TIPO DE VEGETAÇÃO 30 m x 30 m RASTEIRA 30m L JAZIDA J.01 - ATERRO CARACTERÍSTICAS GEOTÉCNICAS GRANULOMETRIA % PASSANDO FAIXA DO DNER L.L I.P E.A I.G CLASSIFICAÇÃO TRB nº X ó Mmín Mmáx Xmín Xmáx 2" " /8" Nº Nº Nº Nº F/F NP A.4 DENSIDADE MÁXIMA UMIDADE ÓTIMA 9 7,6 0,3 7,1 8,1 7,3 7,9 CBR EXPANSÃO 9 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 M. E. " IN SITU " UMIDADE NATURAL 9 2,6 0,4 2,3 3,1 2,2 3,0 GRAU DE COMPACTAÇÃO (%) KM 178 EST. 0+0,00 CARUARU KM 182,0 EST ,00 1,10 km BR m 15m 0,50 km 2,00 km KM 183,1 F-3 F-2 F-1 F-6 F-5 F-4 F-9 F-8 F-7 PESQUEIRA EG - 11 BELO JARDIM AASHO INTERM. 26 GOLPES DADOS DE CAMPO PE-180

15 FURO Nº ESTACA POSIÇÃO E-X-D PROFUNDIDADE (cm) DE A REGISTRO Nº CLASSIFICAÇÃO E Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. Ag. ar. si. am. esc. OBSERVAÇÕES : JAZIDA J.01 - ATERRO (ESTACA ,00 - LE A 3,40 Km) RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : SEGMENTO : ENTR.PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOLETIM DE SONDAGEM - JAZIDA EG - 12

16 DENOMINAÇÃO LOCALIZAÇÃO REGISTRO Nº FURO Nº PROFUNDIDADE - cm - GRANULOMETRIA FAIXA DNER PENEIRAS - % PASSANDO LIMITE DA LIQUIDEZ ÍNDICE DE PLASTICIDADE EQUIVALENTE DE AREIA ÍNDICE DE GRUPO CLASSIFICAÇÃO T.R.B. CLASSIFICAÇÃO USC JAZIDA J.01 - ATERRO ESTACA ,00 - LE A 3,40 Km DE A " " /8" Nº Nº Nº Nº F/F F/F F/F F/F F/F F/F F/F F/F F/F NP NP A.4 A.4 A.4 A.4 A.4 A.4 A.4 A.4 A.4 AASHO NORMAL 12 GOLPES AASHO INTERM. 26 GOLPES AASHO MODIF. 56 GOLPES DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA C.B.R. EXPANSÃO DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA C.B.R. EXPANSÃO DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA C.B.R. EXPANSÃO ,8 8,6 8,2 9,0 8,9 8,5 8,7 9,1 8, ,2 0,1 0,1 0,2 0,0 0,1 0,0 0,1 0, ,3 7,5 7,1 8,1 7,8 7,5 7,7 7,9 7, ,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 DADOS DECAMPO DENS. IN SITU (g/dm 3 ) UMID. NATURAL (%) GRAU DE COMP. (%) APROVEITÁVEL OBSERVAÇÕES: ,5 2,5 2,1 3,1 3,1 2,3 2,3 3,1 2, RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO : BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO RESUMO DE ENSAIOS - JAZIDA EG - 13

17 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO JAZIDA Nº LOCALIZAÇÃO DISTÂNCIA AO EIXO UTILIZAÇÃO ESPESSURA MÉDIA UTILIZÁVEL PROPRIETÁRIO BASE C/MISTURA ÁREA UTILIZÁVEL 4.500,00 m² EXPURGO MÉDIO 450,00 m³ 5,00 m VOLUME TEÓRICO (100%) ,00 m³ VOLUME UTILIZÁVEL (90%) ,00 m³ J.01 - ATERRO C/MISTURA DE 30% DE BRITA CORRIDA, EM PESO ESTACA ,00 - LE 3,40 Km PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO JARDIM - PE SÃO BENTO DO UNA JAZIDA J.01 - ATERRO JAZIDA J.01 - ATERRO C/ MISTURA ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO BELO JARDIM-PE - TELEFONE: BENFEITORIAS EXISTENTES MALHA TIPO DE VEGETAÇÃO CARACTERÍSTICAS GEOTÉCNICAS FAIXA DO DNER L.L I.P E.A I.G CLASSIFICAÇÃO TRB nº X ó Mmín Mmáx Xmín Xmáx 2" " /8" Nº Nº Nº Nº D 5 NL 5 NP 0 A.2.4 DENSIDADE MÁXIMA UMIDADE ÓTIMA 5 7,2 6,8 7,5 CBR EXPANSÃO 5 0,0 0,0 0,0 KM 178 EST. 0+0,00 CARUARU KM 182,0 EST ,00 1,10 km BR m 15m 0,30 km 2,00 km KM 183,1 COORDENADAS N L m F-3 F-2 F-1 F-6 F-5 F-4 F-9 F-8 F-7 PESQUEIRA EG - 13A BELO JARDIM GRANULOMETRIA % PASSANDO AASHO INTERM. 26 GOLPES NÃO HÁ 30 m x 30 m RASTEIRA PE-180 DADOS DE CAMPO M. E. " IN SITU " UMIDADE NATURAL GRAU DE COMPACTAÇÃO (%)

18 DENOMINAÇÃO LOCALIZAÇÃO REGISTRO Nº FURO Nº PROFUNDIDADE - cm - GRANULOMETRIA FAIXA DNER PENEIRAS - % PASSANDO LIMITE DA LIQUIDEZ ÍNDICE DE PLASTICIDADE EQUIVALENTE DE AREIA ÍNDICE DE GRUPO CLASSIFICAÇÃO T.R.B. CLASSIFICAÇÃO USC NAT MIST NAT MIST NAT MIST NAT MIST NAT MIST DE A " " /8" Nº Nº10 85 Nº JAZIDA J.01 - ATERRO C/MISTURA DE 30% DE BRITA CORRIDA, EM PESO ESTACA ,00 - LE A 3,40 Km Nº F/F D F/F D F/F D F/F D F/F D 22 NL 24 NL 22 NL 23 NL 25 NL 4 NP 5 NP NP NP 4 NP 5 NP A.4 A.2.4 A.4 A.2.4 A.4 A.2.4 A.4 A.2.4 A.4 A AASHO NORMAL 12 GOLPES AASHO INTERM. 26 GOLPES AASHO MODIF. 56 GOLPES DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA C.B.R. EXPANSÃO DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA C.B.R. EXPANSÃO DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA C.B.R. EXPANSÃO ,3 6,8 7,1 7,5 7,8 7,0 7,7 7,4 7,6 7, ,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 DADOS DECAMPO DENS. IN SITU (g/dm 3 ) UMID. NATURAL (%) GRAU DE COMP. (%) APROVEITÁVEL OBSERVAÇÕES: ,5 2,1 3,1 2,3 2, RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO : BR-232/PE SUBTRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM SEGMENTO: 4,79 Km ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,1515 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO RESUMO DE ENSAIOS - JAZIDA EG - 14

19 CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO SÃO JOSÉ DO BONFIM / MÃE D'ÁGUA ANÁLISE ESTATÍSTICA DE JAZIDAS EG - 15 BR-232/PE 4,79 Km RODOVIA: TRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM EXTENSÃO: ENSAIOS GRANULOMETRIA PENEIRAS % PASSANDO JAZIDAS JAZIDA J.01 - ATERRO ESTACA ,00 - LE A 3,40 Km JAZIDA J.01 - C/MISTURA ESTACA ,00 - LE A 3,40 Km X σ n X min. X máx. X σ n M min. M máx. X σ n X min. X máx. 2" " /8" Nº Nº Nº Nº % de Silte FAIXA D.N.E.R. OU D.E.R. F/F D L.L NL I.P NP E.A I.G. 1 0 CLASSIF. T.R.B. A.4 A.2.4 DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA I.S.C EXPANSÃO DENS. MÁXIMA UMID. ÓTIMA 7,6 0,3 9 7,3 7,9 7,2 5 6,8 7,5 I.S.C EXPANSÃO 0,0 0,0 9 0,0 0,0 0,0 5 0,0 0,0 D. "IN SITU"(g/dm 3 ) GRAU DE COMPACT. 2,6 0,4 9 2,2 3,0 UMID.NATURAL AASHO NORMAL 12 GOLPES AASHO NTERM. 26 GOLPES DADOS DE CAMPOS ELEMENTOS ESTAT.

20 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO AREAL Nº LOCALIZAÇÃO DISTÂNCIA AO EIXO PROPRIETÁRIO ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO BENFEITORIAS EXISTENTES TIPO DE VEGETAÇÃO ÁREA A.01 - RIO IPOJUCA ESTACA ,00 - LE 14,10 Km AREIA COMERCIAL ESTOQUE AREAL A.01 - RIO IPOJUCA DEPÓSITO DE AREIA DO RIO IPOJUCA SÃO BENTO DO UNA EXPURGO MÉDIO PROFUNDIDADE COORDENADAS 2,00 km VOLUME TEÓRICO (100%) VOLUME UTILIZÁVEL (90%) SUFICIENTE L N AREAL A.01 - RIO IPOJUCA MALHA UTILIZAÇÃO CARACTERISTICAS GEOTÉCNICAS GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO PENEIRAS % PASSANDO MÓDULO DE FINURA EQUIVALENTE DE AREIA 1'' 3/4" 3/8'' Nº 4 Nº 8 Nº 16 Nº 30 Nº 50 Nº 100 Nº 200 PAV. - DREN. Nº X ó Mmin Mmax Xmin Xmax ,72 2,48 2, CARUARU KM 178 EST. 0+0,00 KM 182,0 EST ,00 11,00 km 1,10 km BR-232 PE-180 KM 183,1 PESQUEIRA TEOR DE MATÉRIA ORGÂNICA TEOR DE AEGILA EM TORRÕES TEOR DE MAT. PULVERULENTO EG - 16 PERMEABILIDADE PESO ESPECÍFICO REAL UMIDADE NATURAL 5 2,65 2,65 2,66 BELO JARDIM

21 FURO Nº ESTACA POSIÇÃO E-X-D PROFUNDIDADE (cm) DE A REGISTRO Nº CLASSIFICAÇÃO AM Areia média grossa lavada AM Areia média grossa lavada AM Areia média grossa lavada AM Areia média grossa lavada AM Areia média grossa lavada OBSERVAÇÕES : AREAL A.01 - RIO IPOJUCA (ESTACA ,00 LE A 10,10 Km RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: SUBTRECHO: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM SEGMENTO: 4,79 Km ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOLETIM DE SONDAGEM - AREAL EG - 17

22 AREAL Nº LOCALIZAÇÃO REGISTRO Nº FURO Nº AREAL A.01 - RIO IPOJUCA ESTACA ,00 - LE A 10,10 Km AM.01 AM.02 AM.03 AM.04 AM.05 PROFUNDIDADE (cm) DE A GRANULOMETRIA PENEIRAS - % PASSANDO MÓDULO DE FINURA 3/4" 3/8" Nº 4 Nº 8 Nº 16 Nº 30 Nº 50 Nº 100 Nº ,70 2,48 2,91 2,85 2,64 EQUIVALENTE DE AREIA TEOR DE MATÉRIA ORGÂNICA TEOR DE ARGILA EM TORRÕES TEOR DE MAT. PULVERULENTO PERMEABILIDADE PESO ESPECÍFICO REAL 2,65 2,66 2,65 2,66 2,65 UMIDADE NATURAL OBSERVAÇÕES : RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km182,15 15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO RESUMO DE ENSAIOS - AREAL EG - 18

23 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO PEDREIRA Nº LOCALIZAÇÃO DISTÂNCIA AO EIXO MATERIAL UTILIZAÇÃO ÁREA UTILIZÁVEL EXPURGO MÉDIO ESPESSURA MÉDIA UTILIZÁVEL P.01 - BRITAC ESTACA ,00 - LE 16,10Km GRANITO CINZA PAV. - DRENAGEM - OAC - OAE - CONCRETO SUFICIENTE - - PEDREIRA P.01 - BRITAC PEDREIRA BRITAC COORDENADAS N L SÃO BENTO DO UNA VOLUME TEÓRICO (100%) - VOLUME UTILIZÁVEL (90%) PROPRIETÁRIO SUFICIENTE SR, MARCELO ALVES 4,00 km ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO TEL BENFEITORIAS EXISTENTES EXPLORAÇÃO COMERCIAL PEDREIRA P.01 - BRITAC MALHA TIPO DE VEGETAÇÃO GRANULOMETRIA % PASSANDO AMOSTRA TIPO 3" 2 1/2" 2" 1/2" CARUARU KM 178 EST. 0+0,00 KM 182,0 EST ,00 11,00 km 1,10 km BR-232 KM 183,1 PESQUEIRA EG - 19 BELO JARDIM - - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E MECÂNICAS ENSAIOS IN NATURA BRITA 19 BRITA 12 AMOSTRA TIPO IN NATURA BRITA 19 BRITA 12 1" ABRASÃO LOS ANGELES DESGASTE 23,0 FAIXA MASSA ESPECÍFICA REAL MASSA APARENTE COMPAC.g/cm³ SOLTA-g/cm³ ABSORÇÃO DE ÁGUA - % 3/4" CRIVO 0,73 5/8" ÍNDICE DE FORMA PAQUÍMETRO 1/2" PLACA 3/8" ADESIVIDADE S/DOPE MÁ Nº RR-MODIF. 0,50% SATISF. Nº ADESIVIDADE S/DOPE MÁ Nº 40 RIEDEL WEBER 0,50% BOA B PE-180 Nº 100 DESAGR.-% 3,2 DURABILIDADE Nº 200 Nº CICLO 0 OBSERVAÇÕES:

24 NBR NM 51 - ABRASÃO LOS ANGELES - DNER ME - 035/98 PENEIRAS DE ABERTURAS DE AMOSTRA - MASSA PARCIAL MALHAS QUADRADAS PASSANDO RETIDO GRADUAÇÕES Nº / POL mm Nº / POL mm A B C D E F G 3 " / 2 " ± / 2 " 63 2 " ± 50 2 " / 2 " 37, ± ± / 2 " 37,5 1 " ± ± ± 25 1 " 25 3 / 4 " ± ± 25 3 / 4 " 19 1 / 2 " 12, ± ± 10 1 / 2 " 12,5 3 / 8 " 9, ± ± 10 3 / 8 " 9,5 1 / 4 " 6, ± 10 1 / 4 " 6,3 N º 4 4, ± 10 N º 4 4,75 Nº 8 2, ± 10 NÚMERO DE ESFERASDE AÇO MASSAS TOTAIS ( gramas) 5000 ± ± ± ± ± ± ± 50 NÚMERO ROTAÇÕES DO TAMBOR RESULTADO DO ENSAIO FAIXA VALOR DO ABRASÃO B ENQUADRADA "LOS ANGELES" 23 COMPOSIÇÃO DA AMOSTRA PENEIRAS DE ABERTURAS DE FRAÇÕES OBSERVAÇÃO MALHAS QUADRADAS MASSA PASSANDO RETIDO gramas Nº / POL mm Nº / POL mm 3 / 4 " 19 1 / 2 " 12, / 2 " 12,5 3 / 8 " 9, PESO TOTAL DA AMOSTRA MASSA RETIDA DIAMETRO >1,7 mm PROPRIETÁRIO: PROCEDÊNCIA PEDREIRA BRITAC - Britas Belo Jardim Ltda. Marcelo Alves LOCALIZAÇÃO: AMOSTRA: NATUREZA : REGISTRO: Km 7 da PE-180 Belo Jardim Granito Cinza 134 LABORATÓRIO OPERADOR: DATA: CALCULISTA: VISTO: CENTRAL ROSEANE 22/06/12 ELETRONICA JOSÉ GARCIA RODOVIA: BR-232/PE TRECHO : RECIFE - PARNAMIRIM SUBTRECH0: ENTR.PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO : Km 178,0 - Km 182,15 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO EXTENSÃO: 4,79 Km CONSULPLAN ABRASÃO LOS ANGELES EG - 20

25 PESO DA AMOSTRA TOTAL 2.411,00 PESO PESO QUE PENEIRAS RETIDO PASSA % PASSANDO OBSERVAÇÕES PARCIAL ACUMULADO 1/2 100,0 3/8 261, ,85 89, ,15 98,70 4, ,60 7,10 0,3 FUNDO 6,13 0,97 0,0 A R E I A P E D R E G U L H O mm 100 0,050 0,074 0,15 0,18 0,30 0,42 0,6 1,2 2,0 2,4 4,8 6,4 9,5 12,7 19,1 25,4 38,1 50,8 63,5 76, PERCENTAGEM QUE PASSA Pol /4" 3/8" 5/8" 1 1/4" 1/2" 3/4" 1" 11/2" " OBSERVAÇÕES : PROCEDÊNCIA : FURO : ESTACA : POSIÇÃO : AMOSTRA : PROFUNDIDADE : DATA : Brita Nº RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN GRANULOMETRIA DOS AGREGADOS EG - 21 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

26 PESO DA AMOSTRA TOTAL 3.117,74 PESO PESO QUE PENEIRAS RETIDO PASSA % PASSANDO OBSERVAÇÕES PARCIAL ACUMULADO FUNDO 1" 100,0 3/ , ,22 58,0 3/ ,60 676,62 22, ,34 3,28 0,1 10 3,28 0,00 0,0 A R E I A P E D R E G U L H O mm 100 0,050 0,074 0,15 0,18 0,30 0,42 0,6 1,2 2,0 2,4 4,8 6,4 9,5 12,7 19,1 25,4 38,1 50,8 63,5 76, PERCENTAGEM QUE PASSA Pol. OBSERVAÇÕES : /4" 3/8" 5/8" 1 1/4" 1/2" 3/4" 1" 11/2" " PROCEDÊNCIA : FURO : ESTACA : POSIÇÃO : AMOSTRA : PROFUNDIDADE : DATA : Brita Nº RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO: SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN GRANULOMETRIA DOS AGREGADOS EG - 22 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

27 ÍNDICE DE FORMA DE AGREGADO - MÉTODO DO CRIVO GRADUAÇÃO CRIVO REDUTOR I CRIVO REDUTOR II FÓRMULA ABERTURA PESOS DAS ABER- PESO ABER- PESO RETIDO % RETIDO % + (1/2 ) CIRCULAR FRAÇÕES TURA RETIDO TURA RETIDO 1 2 FAIXA IF = PASS. RETIDO (g) (mm) (mm) 100.n 76,0 63, ,0 25,0 CÁLCULO: A 63,5 50, ,0 21,0 201,0 +(1/2. 35,5 IF = ( ) 50,0 38, ,0 17,0 100.n 38,0 32, ,0 12,7 RESULTADO: B C D 32,0 25, ,0 10,5 IF = 0,73 25,0 19, ,7 8,5 OBS.: 19, ,5 6,3 19,0 16, , ,4 6,3 196,1 15,0 16,0 12, , ,8 5,3 184,4 13,0 12,7 9, , ,8 4,2 97,2 7,5 12,7 9, ,3 4,2 9,5 6, ,8 3,2 OPERADOR: 1 SOMA DAS PERCENTAGENS - ÍNDICE DE FORMA DE AGREGADO - MÉTODO PAQUÍMETRO 2 DATA: - 201,0 35,5 VISTO: FAIXA A GRADUAÇÃO PENEIRAMENTO MÉDIA DAS MEDIDAS FÓRMULA MALHA ABERTURA PESO ARITIMÉTRICA PONDERADA % RETIDO PASS. RETIDO C e C e 76,0 64,0 Nº DE GRÃOS MEDIDOS 64,0 50,0 IF = 50,0 38,0 IF = C e RESULTADO: B C D 38,0 32,0 32,0 25,0 25,0 19,0 19,0 12,5 19,0 12,5 12,5 9,5 SOMATÓRIO OBS.: 1 2 DATA: OPERADOR: VISTO: OBSERVAÇÃO : RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: BR-232/PE SUBTRECHO: RECIFE - PARNAMIRIM ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) 4,79 Km SEGMENTO: Km 178,0 - Km 182,15 15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ÍNDICE DE FORMA DE AGREGADO EG - 23

28 COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA DE AMOSTRA ANTES DO ENSAIO COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA DE AMOSTRA APÓS ENSAIOS PENEIRAS - mm FRAÇÕES PESO PERDA S MÉDIA PONDERADA GRAN. ORIG. PASSANDO RETIDO PESO - g % RETIDO - g PESO - g % 63,5 38, ,7 2912,9 87,1 2,9 1,50 38,0 19, ,9 1464,2 35,8 2,4 0,62 19,0 9, ,2 969,0 31,0 3,1 0,53 9,5 4, ,2 269,4 30,6 10,2 0,53 T O T A I S ,0 5615,5 184,5-3,2 9,5 4, ,0 4,8 2, ,0 2,4 1, ,0 1,2 0, ,0 0,6 0, ,0 0,3 0, , T O T A I S ,0 OBSERVAÇÃO : Nos Agregados não se observa os indícios de tricamentos RODOVIA: TRECHO: EXTENSÃO: BR-232/PE RECIFE - PARNAMIRIM SUBTRECHO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO: 4,79 Km Km178,0 - Km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO DURABILIDADE DE AGREGADOS EG - 24

29 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO PEDREIRA P.02 - BRICAL EG - 25 PEDREIRA Nº LOCALIZAÇÃO DISTÂNCIA AO EIXO MATERIAL UTILIZAÇÃO ÁREA UTILIZÁVEL EXPURGO MÉDIO - ESPESSURA MÉDIA UTILIZÁVEL - VOLUME TEÓRICO (100%) - VOLUME UTILIZÁVEL (90%) PROPRIETÁRIO - ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO - BENFEITORIAS EXISTENTES MALHA - TIPO DE VEGETAÇÃO - GRANULOMETRIA % PASSANDO OBSERVAÇÕES: AMOSTRA TIPO 3" 2 1/2" 2" 1/2" P.02 - BRICAL ESTACA ,00 - LD 54,50 Km GRANITO CINZA PAV. - DRENAGEM - OAC - OAE - CONCRETO SUFICIENTE SUFICIENTE EXPLORAÇÃO COMERCIAL CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E MECÂNICAS ENSAIOS IN NATURA BRITA 19 BRITA 12 AMOSTRA TIPO IN NATURA BRITA 19,1 BRITA 25,4 ABRASÃO LOS ANGELES MASSA ESPECÍFICA REAL MASSA APARENTE DESGASTE 19,2 16,2 16,1 FAIXA A B G COMPAC.g/cm³ SOLTA-g/cm³ 2,67 1" ABSORÇÃO DE ÁGUA - % 0,30 3/4" CRIVO 0,71 5/8" ÍNDICE DE FORMA PAQUÍMETRO 1/2" PLACA 3/8" ADESIVIDADE S/DOPE N.SAT. N.SAT. N.SAT. Nº 04 RR-MODIF. 0,50% SATISF. SATISF. SATISF. Nº 10 ADESIVIDADE S/DOPE REG. Nº 40 RIEDEL WEBER 0,50% OTIMA Nº 100 DESAGR.-% 8,33 DURABILIDADE Nº 200 Nº CICLO 5 PEDREIRA P.02 - BRICAL COORDENADAS N L BELO JARDIM PEDREIRA BRICAL 600 m BR-232 PESQUEIRA CARUARU KM 182,0 KM 124,1 EST ,00

30 ABRASÃO LOS ANGELES GRADUAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ENSAIO DE DESGASTES PENEIRAS POLEGADAS OU NUMEROS PESO DAS FRAÇÕES EM GRAMAS PASSANDO RETIDO A B C D E F G 3'' 2 1/2'' a 2 1/2'' 2'' a 2'' 1 1/2'' a a 1 1/2'' 1'' a a 1'' 3/4'' a 3/4'' 1/2'' /2'' 3/8'' /8'' 1/4'' /4'' Nº Nº 4 Nº NUMEROS DE ESFERAS PESO DAS ESFERAS (grs.) ± ± ± ± ± ± ± 25 NUMEROS DE REVOLUÇÕES RESULTADOS PESO INICIAL: PESO RETIDO NA PEN. Nº 12 PESO PASSANDO NA PEN. Nº 12 ABRASÃO LOS ANGELES (%) ADESIVIDADE MÉTODO R. R. L. FAIXA 5.000, ,0 808,0 16,2 B LIGANTE TIPO DOPE TIPO CAP 50/70 D 20 % DOPE SEM DOPE 0,3 0,75 OCORRÊNCIA HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 24 HORAS NÃO HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 48 HORAS NÃO HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 72 HORAS RESULTADO LIGANTE TIPO NÃO SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO ADESIVIDADE MÉTODO ''RIEDEL WEBER" CAP 50/70 % DOPE DESLOCAMENTO SOL. INICIAL Nº SOL. FINAL Nº RESULTADO OBRA: LOCALIZAÇÃO: PROCEDÊNCIA: CARUARU PE PEDREIRA BRICAL LABORATÓRIO: NATUREZA: AMOSTRA: CENTRAL DO DER PE GRANITO OPERADOR: DATA: CALCULISTA: Jonas Jonas Monteiro OBSERVAÇÕES: Brita 19,1 mm RODOVIA : BR-232/PE TRECHO : RECIFE - PARNAMIRIM CONSULPLAN SUBTRECHO : ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) CONSULTORIA E PLANEJAMENTO SEGMENTO : Km 178,0 - Km 182,15 EXTENSÃO: 4,79 Km 1 FINALIDADE: VISTO: CBUQ REGISTRO: LOS ANGELES ADESIVIDADE 135 EG - 26

31 ABRASÃO LOS ANGELES GRADUAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ENSAIO DE DESGASTES PENEIRAS POLEGADAS OU NUMEROS PESO DAS FRAÇÕES EM GRAMAS PASSANDO RETIDO A B C D E F G 3'' 2 1/2'' a 2 1/2'' 2'' a 2'' 1 1/2'' a a 1 1/2'' 1'' a a 1'' 3/4'' a 3/4'' 1/2'' /2'' 3/8'' /8'' 1/4'' /4'' Nº Nº 4 Nº NUMEROS DE ESFERAS PESO DAS ESFERAS (grs.) ± ± ± ± ± ± ± 25 NUMEROS DE REVOLUÇÕES RESULTADOS PESO INICIAL: PESO RETIDO NA PEN. Nº 12 PESO PASSANDO NA PEN. Nº 12 ABRASÃO LOS ANGELES (%) FAIXA , , ,0 16,1 G ADESIVIDADE MÉTODO R. R. L. LIGANTE TIPO DOPE TIPO % DOPE SEM DOPE CAP 50/60 D 20 0,3 0,75 OCORRÊNCIA HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 24 HORAS NÃO HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 48 HORAS NÃO HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 72 HORAS RESULTADO LIGANTE TIPO NÃO SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO ADESIVIDADE MÉTODO ''RIEDEL WEBER" CAP 50/60 % DOPE DESLOCAMENTO SOL. INICIAL Nº SOL. FINAL Nº RESULTADO OBRA: LOCALIZAÇÃO: PROCEDÊNCIA: FINALIDADE: CARUARU PE PEDREIRA BRICAL CBUQ LABORATÓRIO: NATUREZA: AMOSTRA: REGISTRO: CENTRAL DO DER PE GRANITO OPERADOR: DATA: CALCULISTA: VISTO: Jonas Jonas Monteiro OBSERVAÇÕES: Brita 25,4 mm LOS ANGELES ADESIVIDADE RODOVIA : BR-232/PE TRECHO : RECIFE - PARNAMIRIM CONSULPLAN SUBTRECHO : ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) CONSULTORIA E PLANEJAMENTO EG - 27 SEGMENTO : Km 178,0 - Km 182,15 EXTENSÃO: 4,79 Km

32 ENSAIOS DE ABRASÃO LOS ANGELES E ADESIVIDADE ABRASÃO "LOS ANGELES" P E N E I R A S (POL.) PASSANDO RETIDO A B C D 1 1/2" 1" " 3/4" /4" 1/2" /2" 3/8" P E S O E M G R A M A S 3/8" 1/4" /4" Nº Nº 4 Nº R E S U L T A D O PESO INICIAL: 5.000,00 gr PESO RETIDO # Nº ,2 gr PESO PASSANDO # Nº12 959,8 gr ABRASSÃO "LOS ANGELES" 19,2 - FAIXA "A" OBSERVAÇÃO GRANITO ALCALINO COM BIOTITA NÚMERO DE ESFERAS PESO DAS ESFERAS - g NÚMERO DE = DEVOLUÇÕES ± ± ± ± LIGANTE TIPO DOPE TIPO DOPE - % ADESIVIDADE - MÉTODO R.R.L. CAP - 50/60 KLING BETA SEM DOPE COM 0,5% COM 0,7% OCORRÊNCIA HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 24 HORAS NÃO HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 48 HORAS NÃO HOUVE DESLOCAMENTO NO PERÍODO DE 72 HORAS RESULTADO NÃO SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO DOPE TIPO DOPE - % ADESIVIDADE - MÉTODO "RIEDEL-WEBER" KLING BETA SEM DOPE COM 0,5% COM 0,7% DESLOCAMENTO SOL. INICIAL N.º I I I SOL. FINAL N.º VI VII X RESULTADO REGULAR ÓTIMA ÓTIMA PROCEDÊNCIA: LOCALIZAÇÃO: NATUREZA: GRANITO ALCALINO COM BIOTITA LABORATÓRIO: OPERADOR: DATA: CALCULISTA: VISTO: OBS: CENTRAL PAULO JOSÉ PEDREIRA BRICAL P.02 - EXPLORADA COMERCIALMENTE CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO RODOVIA : BR-232/PE TRECHO : RECIFE - PARNAMIRIM SUBTRECHO : ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO : Km 178,0 - Km 182,15 EXTENSÃO: 4,79 Km EG - 28

33 ÍNDICE DE FORMA DE AGREGADO PESO ESPECÍFICO REAL - DNER -ME 81/94 GRADUAÇÃO DA FAIXA CRIVO DE ABERTURA CIRCULAR (POL.) PASSAN. RETIDO PESOS DAS FRAÇÕES DA AMOSTRA ABERTURA ( Pol.) CRIVO REDUTOR I PÊSO RETIDO ( g.) RETIDO ( % ) ABERT. ( Pol.) CRIVO REDUTOR I I PÊSO RETIDO ( g.) RETIDO ( % ) A B C D 3" 2 1/2 " /2" 1 " 2 1/2" 2 " /4 " 27/32 " 2" 1 1/2 " " 11/16 " 1 1/2 " 1 1/4 " /4 " 1/2 " 1 1/4 " 1 " /8 " 13/32 " 1 " 3/4 " /2 " 11/32 " 3/4 " 5/8 " /8 " 1/4 " 3/4 " 5/8 " /8 " 1270,0 63,50 1/4 " 505,0 25,25 5/8 " 1/2 " /16 " 1100,0 55,00 7//32 " 465,0 23,25 1/2 " 3/8 " /4 " 1205,0 60,25 5/32 " 440,0 22,00 1/2 " 3/8 " /4 " 5/32 " 3/8 " 1/4 " /16 " 1/8 " SOMA DAS PERCENTAGENS FÓRMULA : Número de frações 3 SOMA (1) 178, SOMA (2) 70,50 CÁLCULO : RESULTADO : ÍNDICE = 0,5 x SOMA (2) + SOMA (1) ÍNDICE DE FORMA 100 x Número de frações 0,71 PESO ESPECÍFICO REAL DO AGREGADO GRAUDO E ABSORÇÃO DETERMINAÇÃO N. PÊSO DO AGREGADO ÚMIDO PESO DO AGREGADO SECO PÊSO DO AGREGADO IMERSO PÊSO DA ÁGUA ABSORVIDA VOLUME DO AGREGADO PESO ESPECIFICO REAL N g. g. g. g. dm 3 g/dm ,1 1040,0 649,9 3,1 390,1 2, ,5 993,8 621,5 2,7 372,4 2, ,4 1033,2 647,1 3,2 386,1 2,676 PESO ESPECÍFICO REAL - MÉDIO 2,670 g/dm3 TEOR DE ABSORÇÃO % 0,3 0,3 0,3 TEOR DE ABSORÇÃO MÉDIO 0,3 % PREOCEDÊNCIA LOCALIZAÇÃO NATUREZA AMOSTRA PEDREIRA BRICAL GRANITO 1 LABORATORIO OPERADOR DATA CALCULISTA VISTO CENTRAL PAULO JOSÉ SEBASTIÃO ARMANDO RODOVIA : BR-232/PE TRECHO : RECIFE - PARNAMIRIM CONSULPLAN SUBTRECHO : ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) CONSULTORIA E PLANEJAMENTO SEGMENTO : Km 178,0 - Km 182,15 EXTENSÃO: 4,79 Km EG - 29

34 DURABILIDADE DO AGREGADO DNER-ME SANIDADE DE AGREGRADO POR PENEIRAMENTO SOUNDNESS OF AGGREGATES BY USE OF Na 2 SO4 Mg SO4 X DADOS DA AMOSTRA REGISTRO N PROCEDENCIA P - BRICAL CARACTREISTICAS DO ENSAIO NÚMERO DE CICLOS 5 LOCALIZAÇÃO: PERÍODO DO ENSAIO 17 HORAS DADOS DA SOLUÇÃO COMPOSIÇÃO DATA PREPARAÇÃO Sulfato de Sódio DENSIDADE 2,807 ENSAIO DATA DO INICIO DATA DO TERMINO COMPOSIÇÃO GRANULOMETRICA DA AMOSTRA INICIAL PESO DAS FRAÇÕES DA AMOSTRA POL OU N PASSANDO RETIDO - ANTES DEPOIS PERCENTAGEM DE PERDA APÓS O ÚLTIMO CICLO PERCENTAGEM DE PERDA CORRIGIDA - mm mm % g. g. % % 2 1/2-1 1/2 63,5 38,0 0,00 0,0 0, /2-3/4 38,0 19,0 0,00 0,0 0, /4-3/8 19,0 9,5 76, ,0 1000,0 0,00 0,00 3/8 - N 4 9,5 4,8 23,08 300,0 285,0 4,99 1,15 3/8 - N 4 9,5 4,8 20,00 110,00 106,12 3,53 0,71 N 4 - N 8 4,8 2,4 20,00 110,00 103,21 6,17 1,23 N 8 - N 16 2,4 1,2 20,00 110,00 101,87 7,39 1,48 N 16 - N 30 1,2 0,6 20,00 110,00 100,33 8,79 1,76 N 30 - N 50 0,6 0,3 20,00 110,00 98,98 10,02 2,00 N 50 - N 100 0,3 0, < N 100 0,15 - SOMA 8,33 EXAME QUANTITATIVO Não houve partículas maiores do que 19 mm. Não houve fedilhamento em nenhuma fração da amostra. As partículas menores do que 9,5 mm., apresentaram quebra. A amostra apresentou uma perda de : 8,33 % após 5 ciclos. CONCLUSÃO MENOR QUE 12 % - ATENDE AS ESPECIFICAÇÕES DO D.N.E.R. PREOCEDÊNCIA PEDREIRA BRICAL LOCALIZAÇÃO NATUREZA GRANITO CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO RODOVIA : BR-232/PE TRECHO : RECIFE - PARNAMIRIM SUBTRECHO : ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO : Km 178,0 - Km 182,15 EXTENSÃO: 4,79 Km EG - 30

35 SUBLEITO ENSAIOS DE SEDIMENTAÇÃO

36 Amostra total AMOSTRA PA ARCIAL UMIDADE NATURAL AMOSTRA TOTAL PARCIAL RESULTADOS CÁPSULA Nº CÁPSULA Nº 750/ PEDREGULHO PESO BRUTO ÚMIDO (g) 129,44 142,46 PESO BRUTO ÚMIDO ,5 PESO BRUTO SECO (g) 129,11 142,04 PESO ÚMIDO 3719,60 121,9 AREIA PESO DA CÁPSULA (g) 26,33 21,5 PESO RETIDO NA PEN. Nº10 871,21 51,0 PESO DA ÁGUA (g) 0,33 0,42 PESO ÚMIDO PASS. NA PEN. Nº ,39 SILTE P. DO SOLO SECO (g) 102,78 120,54 PESO SECO PASS. NA PEN. Nº ,27 22,8 2 3 UMIDADE (%) 0,32 0,35 PESO DA AMOSTRA SECA 3710,48 121,49 ARGILA MÉDIA (%) 0,33 2,7 PENEIRAMENTO PESO ESPECÍFICO REAL P.R P. QU E PASSA % QUE PASSA CÁPSULA Nº: PENEIRAS PARCIAL ACUMULADO AM TOTAL PENEI. PICNOMÊTRO Nº 9 5 POL. MM. POL. PICNOMÊTRO + SOLO g 164,24 160,84 3" 76,2 0, ,48 100,00 3" PICNOMÊTRO g 137,92 140,95 2 1/2" 63,5 0, ,48 100,00 2 1/2" SOLO g 26,32 19,89 2" 50,8 0, ,48 100,00 2" PICNOMÊTRO + ÁGUA g 623,9 626,50 1 1/2" 38,1 0, ,48 100,00 1 1/2" PICN + ÁGUA + SOLO g 640,2 638,8 1" 25,4 0, ,48 100,00 1" ÁGUA DESLOCADA g 16,30 12,30 3/4" 19,1 10, ,48 99,73 3/4" TEMPERATURA ºC /2" 12,7 8, ,48 99,51 1/2" CORR. DEVIDO À TEMP. - 0,9977 0,9977 3/8" 9,5 200, ,87 94,11 3/8" VOLUME DO SOLO cm 3 10,02 7,59 Nº 4 4,8 256, ,97 87,18 Nº 4 P. ESPECÍFICO REAL g/cm 3 2,621 2,615 Nº 8 2,4 370, ,85 77,21 Nº 8 PESO ESPECÍFICO REAL (MÉDIA) Nº 10 2,0 25, , ,52 Nº 10 2,618 g/cm 3 Nº 16 1,19 15,41 106,08 66,81 Nº 16 K 1 = 100 = 0,03 K2= 4 = 0,63 Nº 30 0,59 21,36 84,72 53,36 Nº 30 Nº 40 0,42 15,46 69,26 43,62 Nº 40 Nº 50 0,297 8,04 61,22 38,56 Nº 50 Nº 100 0,149 12,88 48,34 30,45 Nº 100 Nº 200 0,074 7,81 40,53 25,53 Nº 200 BÉCHER 03 HORA OBSERVADA TEMPO (MIN) DECORRIDO TEMPERAT. ºC 2 LEITURA CORRIGIDA DIÂMETRO DAS PART (MM) ALTURA DE QUEDA 3 % DAS PARTICULA S % DA AM. 07:52 30 seg 1, ,5 0, ,0209 0, ,56 27,8 21,27 07:53 1 min 1, ,5 0, ,0159 0, ,41 21,1 16,17 07:54 2 min 1, ,5 0, ,0147 0, ,26 19,5 14,95 07:56 4min 1, ,5 0, ,0129 0, ,72 17,1 13,12 08:00 8min 1, ,5 0, ,0119 0, ,57 15,8 12,10 08:07 15min 1, ,0 0, ,0100 0, ,27 13,3 10,16 08:22 30min 1, ,0 0, ,0083 0, ,96 11,0 8,43 08:52 1h 1, ,0 0, ,0058 0, ,66 7,7 5,88 09:52 2h 1, ,5 0, ,0046 0, ,50 6,1 4,07 11:52 4h 1, ,5 0, ,0038 0, ,35 5,0 2,68 15:52 8h 1, ,0 0, ,0030 0, ,20 4,0 1,73 08:52 25h 1, ,0 0, ,0028 0, ,20 3,7 1,42 OBSERVAÇÕES : AV. JULIA RODRIGUES OBSERVAÇÃO: SEDIMENTAÇÃO PESO DA AMOSTRA ÚMIDA: PESO DA AMOSTRA SECA: PROVETA: DENSÍMETRO: 121,9 121, LEITURA DO DENSIOMETRO COOR. DEVIDO À TEMP + MENI + DENSI TOTAL PROCEDÊNCIA: PROFUNDIDADE: FURO : LOCALIZAÇÃO: LADO: REGISTRO : SUBLEITO EST. 2 LE 121 RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 - (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR SEDIMENTAÇÃO EG - 31

37 SEDIMENTAÇÃO PENEIRAMENTO Nº 200 Nº 100 Nº 50 Nº 40 Nº 16 Nº 10 Nº 4 3/8 3/ / ,001 0,01 0, ARGILA COLOIDAL ARGILA ARGILA E SILTE SILTE SILTE AREIA FINA MÉDIA AREIA FINA MÉDIA GROSSA AREIA FINA PEDREGULHO GROSSA PEDREGULHO PEDREGULHO ABNT AASHTO DNER SUCS

38 UMIDADE NATURAL AMOSTRA CÁPSULA Nº 738/ ,01 147,76 PESO BRUTO ÚMIDO ,71 147,42 PESO ÚMIDO 5285,50 124,55 26,41 21,72 PESO RETIDO NA PEN. Nº ,31 0,30 0,34 PESO ÚMIDO PASS. NA PEN. Nº ,19 109,30 125,70 PESO SECO PASS. NA PEN. Nº ,70 CÁPSULA Nº PESO BRUTO ÚMIDO (g) PESO BRUTO SECO (g) PESO DA CÁPSULA (g) PESO DA ÁGUA (g) P. DO SOLO SECO (g) TOTAL PARCIAL RESULTADOS PEDREGULHO AREIA SILTE 20,62 54,28 23,45 Amostra total AMOSTRA PARCIAL A CÁPSULA Nº: UMIDADE (%) MÉDIA (%) 0,27 0,27 PESO DA AMOSTRA SECA 5274, ,21 3 0,27 PENEIRAMENTO PESO ESPECÍFICO REAL P.R PARCIAL P. QU E PASSA ACUMULADO % QUE PASSA ARGILA PENEIRAS AM TOTAL PENEI. PICNOMÊTRO Nº 5 6 POL. MM. POL. PICNOMÊTRO + SOLO g 166,63 58,59 3" 76,2 0, ,01 100,00 3" PICNOMÊTRO g 140,95 46,94 2 1/2" 63,5 0, ,01 100,00 2 1/2" SOLO g 25,68 11,65 2" 50,8 0, ,01 100,00 2" PICNOMÊTRO + ÁGUA g 626,3 151,30 1 1/2" 38,1 0, ,01 100,00 1 1/2" PICN + ÁGUA + SOLO g 642,3 158,55 1" 25,4 8, ,01 99,85 1" ÁGUA DESLOCADA g 16,00 7,25 3/4" 19,1 9, ,01 99,68 3/4" TEMPERATURA ºC /2" 12,7 10, ,01 99,49 1/2" CORR. DEVIDO À TEMP. - 0,9974 0,9974 3/8" 9,5 150, ,10 96,63 3/8" VOLUME DO SOLO cm 3 9,68 4,40 Nº 4 4,8 351, ,80 89,97 Nº 4 P. ESPECÍFICO REAL g/cm 3 2,646 2,641 Nº 8 2,4 470, ,80 81,05 Nº 8 PESO ESPECÍFICO REAL (MÉDIA) Nº 10 2,0 88, , ,38 Nº 10 2,643 g/cm 3 Nº 16 1,19 24,59 99,62 63,67 Nº 16 K 1 = 100 = 0,02 K2= 4 = 0,64 Nº 30 0,59 21,84 77,78 49,71 Nº 30 Nº , ,09 71,69 45,82 Nº 40 Nº 50 0,297 7,91 63,78 40,76 Nº 50 Nº 100 0,149 15,11 48,67 31,11 Nº 100 Nº 200 0,074 9,39 39,28 25,10 Nº 200 BÉCHER 02 HORA OBSERVADA PESO DA AMOSTRA ÚMIDA: SEDIMENTAÇÃO 124,55 124,21 2 OBSERVAÇÃO: DENSIDADE REAL CAPSULA 753 PESO DA AMOSTRA SECA: PROVETA: DENSÍMETRO: 1 1 TEMPO (MIN) LEITURA DO TEMPERAT. COOR. DEVIDO À LEITURA DIÂMETRO ALTURA DE % DAS % DA AM. DECORRID TEMP + MENI + DAS PART O DENSIOMETRO ºC DENSI CORRIGIDA (MM) QUEDA PARTICULAS TOTAL 08:01 30 seg 1, ,0 0, ,0210 0, ,72 27,2 21,56 08:02 1 min 1, ,0 0, ,0158 0, ,41 20,4 16,21 08:03 2 min 1, ,0 0, ,0138 0, ,11 17,8 14,16 08:05 4min 1, ,0 0, ,0107 0, ,42 13,8 10,97 08:09 8min 1, ,0 0, ,0078 0, ,96 10,1 7,99 08:16 15min 1, ,0 0, ,0048 0, ,50 6,2 4,90 08:31 30min 1, ,0 0, ,0047 0, ,50 6,0 4,80 09:01 1h 1, ,0 0, ,0033 0, ,20 4,2 3,36 10:01 2h 0, ,0 0, ,0027 0, ,20 3,5 2,20 12:01 4h 0, ,0 0, ,0026 0, ,20 3,3 1,65 16:01 8h 0, ,0 0, ,0010 0, ,89 1,3 0,58 09:01 25h 0, ,5 0, ,0008 0, ,89 1,0 0,41 3 1,65 OBSERVAÇÕES : AV. JULIA RODRIGUES PROCEDÊNCIA: PROFUNDIDADE: FURO : LOCALIZAÇÃO: LADO: SUBLEITO EST. 12 LE 123 RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO: REGISTRO : Km 178,0 - Km 182,15 - (CIDADE DE BELO JARDIM) ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR SEDIMENTAÇÃO EG - 32

39 100 SEDIMENTAÇÃO PENEIRAMENTO Nº 200 Nº 100 Nº 50 Nº 40 Nº 16 Nº 10 Nº 4 3/8 3/ / , , , , ARGILA COLOIDAL ARGILA ARGILA E SILTE SILTE SILTE AREIA FINA MÉDIA AREIA FINA MÉDIA GROSSA AREIA FINA PEDREGULHO GROSSA PEDREGULHO PEDREGULHO ABNT AASHTO DNER SUCS

40 Amostra total AMOSTR RA PARCIAL UMIDADE NATURAL AMOSTRA TOTAL PARCIAL RESULTADOS CÁPSULA Nº CÁPSULA Nº 763/ PEDREGULHO 138,02 142,65 PESO BRUTO ÚMIDO ,0 137,76 142,32 PESO ÚMIDO 4435,50 121,11 26,75 21,89 PESO RETIDO NA PEN. Nº ,61 AREIA 0,26 0,33 PESO ÚMIDO PASS. NA PEN. Nº ,89 SILTE 111,01 120, ,91 27,1 UMIDADE (%) 0,23 0,27 PESO DA AMOSTRA SECA 4427, ,80 3 ARGILA MÉDIA (%) 0,25 9,7 PENEIRAMENTO PESO ESPECÍFICO REAL PENEIRAS P.R % QUE PASSA % QUE PASSA PARCIAL ACUMULADO AM TOTAL PENEI. PICNOMÊTRO Nº 6 4 POL. MM. POL. PICNOMÊTRO + SOLO g 75,58 157,68 3" 76,2 0, ,52 100,00 3" PICNOMÊTRO g 46,94 142,13 2 1/2" 63,5 0, ,52 100,00 2 1/2" SOLO g 28,64 15,55 2" 50,8 8, ,52 99,82 2" PICNOMÊTRO + ÁGUA g 151,36 626,70 1 1/2" 38,1 9, ,52 99,62 1 1/2" PICN + ÁGUA + SOLO g 169,43 636,5 1" 25,4 35, ,62 98,81 1" ÁGUA DESLOCADA g 18,07 9,80 3/4" 19,1 102, ,31 96,49 3/4" TEMPERATURA ºC /2" 12,7 108, ,35 94,03 1/2" CORR. DEVIDO À TEMP. - 0,9977 0,9977 3/8" 95 9,5 106, ,71 91,62 3/8" VOLUME DO SOLO cm 3 10, ,75 Nº 4 4,8 298, ,41 84,89 Nº 4 P. ESPECÍFICO REAL g/cm 3 2,703 2,698 Nº 8 2,4 215, ,92 80,02 Nº 8 PESO ESPECÍFICO REAL (MÉDIA) Nº 10 2,0 135, , ,97 Nº 10 2,701 g/cm 3 Nº 16 1,19 10,82 109,98 70,08 Nº 16 K 1 = 100 = 0,02 K2= = 0,64 PESO BRUTO ÚMIDO (g) PESO BRUTO SECO (g) PESO DA CÁPSULA (g) 40,2 PESO DA ÁGUA (g) P. DO SOLO SECO (g) PESO SECO PASS. NA PEN. Nº 10 CÁPSULA Nº: Nº 30 0,59 12,81 97,17 61,91 Nº 30 Nº 40 0,42 9,32 87,85 55,98 Nº 40 Nº 50 0, ,73 79,12 50,41 Nº 50 Nº 100 0,149 11,28 67,84 43,23 Nº 100 Nº 200 0,074 10,00 57,84 36,86 Nº 200 SEDIMENTAÇÃO BÉCHER 05 HORA OBSERVADA TEMPO (MIN) PESO DA AMOSTRA ÚMIDA: LEITURA DO 121,11 120,80 TEMPERAT. 2 OBSERVAÇÃO: DENSIDADE REAL CAPSULA 737 PESO DA AMOSTRA SECA: PROVETA: DENSÍMETRO: COOR. DEVIDO À 2 1 LEITURA DIÂMETRO DAS ALTURA DE % DAS % DA AM :19 08:20 08:21 08:23 08:27 08:34 08:49 09:19 10:19 12:19 16:19 09:19 OBSERVAÇÕES : DECORRIDO DENSIOMETRO ºC TEMP + MENI + DENSI CORRIGIDA PART (MM) QUEDA PARTICULAS TOTAL 30 seg 1, ,0 0, ,0323 0, ,41 42,4 32,65 1 min 1, ,0 0, ,0253 0, ,26 33,2 25,57 2 min 1, ,0 0, ,0233 0, ,95 30,6 23,54 4min 1, ,0 0, ,0218 0, ,57 28,6 22,03 8min 1, ,0 0, ,0195 0, ,27 25,6 19,70 15min 1, ,0 0, ,0177 0, ,96 23,2 17,88 30min 1, ,0 0, ,0160 0, ,66 21,0 16,16 1h 1, ,0 0, ,0146 0, ,50 19,2 14,74 2h 1, ,0 0, ,0136 0, ,35 17,8 12,50 4h 1, ,0 0, ,0120 0, ,05 15,7 9,74 8h 1, ,5 0, ,0106 0, ,89 13,9 7,78 25h 1, ,5 0, ,0086 0, ,89 11,3 5,68 AV. JULIA RODRIGUES PROCEDÊNCIA: PROFUNDIDADE: FURO : LOCALIZAÇÃO: LADO: REGISTRO : SUBLEITO EST. 22 LE 125 RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 - (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR SEDIMENTAÇÃO EG - 33

41 100 SEDIMENTAÇÃO PENEIRAMENTO Nº 200 Nº 100 Nº 50 Nº 40 Nº 16 Nº 10 Nº 4 3/8 3/ / ,0001 0,001 0,01 0, ARGILA COLOIDAL ARGILA ARGILA E SILTE SILTE SILTE AREIA FINA MÉDIA AREIA FINA MÉDIA GROSSA AREIA FINA PEDREGULHO GROSSA PEDREGULHO PEDREGULHO ABNT AASHTO DNER SUCS Peneiras

42 Amostra total AMOSTRA PA ARCIAL UMIDADE NATURAL AMOSTRA TOTAL PARCIAL RESULTADOS CÁPSULA Nº CÁPSULA Nº 750/ PEDREGULHO PESO BRUTO ÚMIDO (g) 129,44 142,46 PESO BRUTO ÚMIDO ,8 PESO BRUTO SECO (g) 129,11 142,04 PESO ÚMIDO 3719,60 121,9 AREIA PESO DA CÁPSULA (g) 26,33 21,5 PESO RETIDO NA PEN. Nº10 771,21 56,0 PESO DA ÁGUA (g) 0,33 0,42 PESO ÚMIDO PASS. NA PEN. Nº ,39 SILTE P. DO SOLO SECO (g) 102,78 120,54 PESO SECO PASS. NA PEN. Nº ,95 20,4 2 3 UMIDADE (%) 0,32 0,35 PESO DA AMOSTRA SECA 3710,16 121,49 ARGILA MÉDIA (%) 0,33 2,8 PENEIRAMENTO PESO ESPECÍFICO REAL P.R P. QU E PASSA % QUE PASSA CÁPSULA Nº: PENEIRAS PARCIAL ACUMULADO AM TOTAL PENEI. PICNOMÊTRO Nº 9 5 POL. MM. POL. PICNOMÊTRO + SOLO g 164,24 160,84 3" 76,2 0, ,16 100,00 3" PICNOMÊTRO g 137,52 140,95 2 1/2" 63,5 0, ,16 100,00 2 1/2" SOLO g 26,72 19,89 2" 50,8 0, ,16 100,00 2" PICNOMÊTRO + ÁGUA g 623,9 626,50 1 1/2" 38,1 0, ,16 100,00 1 1/2" PICN + ÁGUA + SOLO g 640,2 638,8 1" 25,4 0, ,16 100,00 1" ÁGUA DESLOCADA g 16,30 12,30 3/4" 19,1 10, ,16 99,73 3/4" TEMPERATURA ºC /2" 12,7 8, ,16 99,51 1/2" CORR. DEVIDO À TEMP. - 0,9977 0,9977 3/8" 9,5 30, ,55 98,69 3/8" VOLUME DO SOLO cm 3 10,42 7,59 Nº 4 4,8 306, ,65 90,42 Nº 4 P. ESPECÍFICO REAL g/cm 3 2,558 2,615 Nº 8 2,4 370, ,53 80,44 Nº 8 PESO ESPECÍFICO REAL (MÉDIA) Nº 10 2,0 45, , ,21 Nº 10 2,586 g/cm 3 Nº 16 1,19 15,41 106,08 69,17 Nº 16 K 1 = 100 = 0,03 K2= 4 = 0,65 Nº 30 0,59 21,36 84,72 55,24 Nº 30 Nº 40 0,42 14,46 70,26 45,81 Nº 40 Nº 50 0,297 8,04 62,22 40,57 Nº 50 Nº 100 0,149 12,88 49,34 32,17 Nº 100 Nº 200 0,074 13,81 35,53 23,17 Nº 200 BÉCHER 03 HORA OBSERVADA TEMPO (MIN) DECORRIDO TEMPERAT. ºC 2 LEITURA CORRIGIDA DIÂMETRO DAS PART (MM) ALTURA DE QUEDA 3 % DAS PARTICULA S % DA AM. 07:52 30 seg 1, ,5 0, ,0209 0, ,56 28,0 22,18 07:53 1 min 1, ,5 0, ,0159 0, ,41 21,3 16,87 07:54 2 min 1, ,5 0, ,0147 0, ,26 19,7 15,59 07:56 4min 1, ,5 0, ,0129 0, ,72 17,3 13,68 08:00 8min 1, ,5 0, ,0119 0, ,57 15,9 12,62 08:07 15min 1, ,0 0, ,0100 0, ,27 13,4 10,60 08:22 30min 1, ,0 0, ,0083 0, ,96 11,1 8,79 08:52 1h 1, ,0 0, ,0058 0, ,66 7,7 6,13 09:52 2h 1, ,5 0, ,0046 0, ,50 6,1 4,24 11:52 4h 1, ,5 0, ,0038 0, ,35 5,1 2,79 15:52 8h 1, ,0 0, ,0030 0, ,20 4,0 1,83 08:52 25h 1, ,0 0, ,0028 0, ,20 3,7 1,51 OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 1 OBSERVAÇÃO: SEDIMENTAÇÃO PESO DA AMOSTRA ÚMIDA: PESO DA AMOSTRA SECA: PROVETA: DENSÍMETRO: 121,9 121, LEITURA DO DENSIOMETRO COOR. DEVIDO À TEMP + MENI + DENSI TOTAL PROCEDÊNCIA: PROFUNDIDADE: FURO : LOCALIZAÇÃO: LADO: REGISTRO : SUBLEITO EST. 30 LD 126 RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 - (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR SEDIMENTAÇÃO EG - 34

43 100 SEDIMENTAÇÃO PENEIRAMENTO Nº 200 Nº 100 Nº 50 Nº 40 Nº 16 Nº 10 Nº 4 3/8 3/ / ,0001 0,001 0,01 0, ARGILA COLOIDAL ARGILA ARGILA E SILTE SILTE SILTE AREIA FINA MÉDIA AREIA FINA MÉDIA GROSSA AREIA FINA PEDREGULHO GROSSA PEDREGULHO PEDREGULHO ABNT AASHTO DNER SUCS

44 Amostra total AMOSTRA PA ARCIAL UMIDADE NATURAL AMOSTRA TOTAL PARCIAL RESULTADOS CÁPSULA Nº CÁPSULA Nº 750/ PEDREGULHO PESO BRUTO ÚMIDO (g) 129,44 142,46 PESO BRUTO ÚMIDO ,4 PESO BRUTO SECO (g) 129,11 142,04 PESO ÚMIDO 3719,60 121,9 AREIA PESO DA CÁPSULA (g) 26,33 21,5 PESO RETIDO NA PEN. Nº ,31 39,1 PESO DA ÁGUA (g) 0,33 0,42 PESO ÚMIDO PASS. NA PEN. Nº ,29 SILTE P. DO SOLO SECO (g) 102,78 120,54 PESO SECO PASS. NA PEN. Nº ,83 21,1 2 3 UMIDADE (%) 0,32 0,35 PESO DA AMOSTRA SECA 3712,14 121,49 ARGILA MÉDIA (%) 0,33 2,4 PENEIRAMENTO PESO ESPECÍFICO REAL P.R P. QU E PASSA % QUE PASSA CÁPSULA Nº: PENEIRAS PARCIAL ACUMULADO AM TOTAL PENEI. PICNOMÊTRO Nº 9 5 POL. MM. POL. PICNOMÊTRO + SOLO g 164,24 160,84 3" 76,2 0, ,14 100,00 3" PICNOMÊTRO g 137,02 140,95 2 1/2" 63,5 0, ,14 100,00 2 1/2" SOLO g 27,22 19,89 2" 50,8 0, ,14 100,00 2" PICNOMÊTRO + ÁGUA g 623,9 626,50 1 1/2" 38,1 0, ,14 100,00 1 1/2" PICN + ÁGUA + SOLO g 640,2 638,8 1" 25,4 25, ,14 99,33 1" ÁGUA DESLOCADA g 16,30 12,30 3/4" 19,1 40, ,14 98,25 3/4" TEMPERATURA ºC /2" 12,7 55, ,14 96,77 1/2" CORR. DEVIDO À TEMP. - 0,9977 0,9977 3/8" 9,5 480, ,43 83,82 3/8" VOLUME DO SOLO cm 3 10,92 7,59 Nº 4 4,8 446, ,53 71,78 Nº 4 P. ESPECÍFICO REAL g/cm 3 2,487 2,615 Nº 8 2,4 250, ,41 65,04 Nº 8 PESO ESPECÍFICO REAL (MÉDIA) Nº 10 2,0 90, , ,60 Nº 10 2,551 g/cm 3 Nº 16 1,19 20,41 101,08 52,08 Nº 16 K 1 = 100 = 0,03 K2= 4 = 0,52 Nº 30 0,59 10,36 90,72 46,75 Nº 30 Nº 40 0,42 8,46 82,26 42,39 Nº 40 Nº 50 0,297 8,04 74,22 38,24 Nº 50 Nº 100 0,149 12,88 61,34 31,61 Nº 100 Nº 200 0,074 15,81 45,53 23,46 Nº 200 BÉCHER 03 HORA OBSERVADA TEMPO (MIN) DECORRIDO TEMPERAT. ºC 2 LEITURA CORRIGIDA DIÂMETRO DAS PART (MM) ALTURA DE QUEDA 3 % DAS PARTICULA S % DA AM. 07:52 30 seg 1, ,5 0, ,0249 0, ,56 33,7 21,08 07:53 1 min 1, ,5 0, ,0209 0, ,41 28,3 17,69 07:54 2 min 1, ,5 0, ,0187 0, ,26 25,3 15,82 07:56 4min 1, ,5 0, ,0157 0, ,72 21,2 13,28 08:00 8min 1, ,5 0, ,0129 0, ,57 17,4 10,91 08:07 15min 1, ,0 0, ,0100 0, ,27 13,5 8,45 08:22 30min 1, ,0 0, ,0083 0, ,96 11,2 7,01 08:52 1h 1, ,0 0, ,0058 0, ,66 7,8 4,89 09:52 2h 1, ,5 0, ,0046 0, ,50 6,2 3,22 11:52 4h 1, ,5 0, ,0038 0, ,35 5,1 2,39 15:52 8h 1, ,0 0, ,0030 0, ,20 4,0 1,70 08:52 25h 1, ,0 0, ,0028 0, ,20 3,8 1,43 OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 2 OBSERVAÇÃO: SEDIMENTAÇÃO PESO DA AMOSTRA ÚMIDA: PESO DA AMOSTRA SECA: PROVETA: DENSÍMETRO: 121,9 121, LEITURA DO DENSIOMETRO COOR. DEVIDO À TEMP + MENI + DENSI TOTAL PROCEDÊNCIA: PROFUNDIDADE: FURO : LOCALIZAÇÃO: LADO: REGISTRO : SUBLEITO EST. 90 LD 128 RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : SEGMENTO: ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Km 178,0 - Km 182,15 - (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR SEDIMENTAÇÃO EG - 35

45 100 SEDIMENTAÇÃO PENEIRAMENTO Nº 200 Nº 100 Nº 50 Nº 40 Nº 16 Nº 10 Nº 4 3/8 3/ / ,0001 0,001 0,01 0, ARGILA COLOIDAL ARGILA ARGILA E SILTE SILTE SILTE AREIA FINA MÉDIA AREIA FINA MÉDIA GROSSA AREIA FINA PEDREGULHO GROSSA PEDREGULHO PEDREGULHO ABNT AASHTO DNER SUCS

46 Amostra total AMOSTRA A PARCIAL UMIDADE NATURAL AMOSTRA TOTAL PARCIAL RESULTADOS CÁPSULA Nº CÁPSULA Nº 738/ PEDREGULHO PESO BRUTO ÚMIDO (g) 136,01 147,76 PESO BRUTO ÚMIDO ,3 PESO BRUTO SECO (g) 135,71 147,42 PESO ÚMIDO 5285,50 124,55 AREIA PESO DA CÁPSULA (g) 26,41 21,72 PESO RETIDO NA PEN. Nº10 862,10 59,4 PESO DA ÁGUA (g) 0,30 0,34 PESO ÚMIDO PASS. NA PEN. Nº ,40 SILTE P. DO SOLO SECO (g) 109,30 125,70 PESO SECO PASS. NA PEN. Nº ,29 22,3 2 3 UMIDADE (%) 0,27 0,27 PESO DA AMOSTRA SECA 5273,39 124,21 ARGILA MÉDIA (%) 0,27 2,0 PENEIRAMENTO PESO ESPECÍFICO REAL PENEIRAS P.R PARCIAL P. QU E PASSA ACUMULADO % QUE PASSA AM TOTAL PENEI. PICNOMÊTRO Nº 5 6 POL. MM. POL. PICNOMÊTRO + SOLO g 166,63 58,59 3" 76,2 0, ,39 100,00 3" PICNOMÊTRO g 140,55 46,94 2 1/2" 63,5 0, ,39 100,00 2 1/2" SOLO g 26,08 11,65 2" 50,8 0, ,39 100,00 2" PICNOMÊTRO + ÁGUA g 626,3 151,30 1 1/2" 38,1 0, ,39 100,00 1 1/2" PICN + ÁGUA + SOLO g 642,3 158,55 1" 25,4 11, ,09 99,79 1" ÁGUA DESLOCADA g 16,00 7,25 3/4" 19,1 23, ,85 99,35 3/4" TEMPERATURA ºC /2" 12,7 22, ,60 98,92 1/2" CORR. DEVIDO À TEMP. - 0,9974 0,9974 3/8" 9,5 5, ,69 98,81 3/8" VOLUME DO SOLO cm 3 10,08 4,40 Nº 4 4,8 131, ,39 96,32 Nº 4 P. ESPECÍFICO REAL g/cm 3 2,581 2,641 CÁPSULA Nº: Nº 8 2,4 310, ,39 90,44 Nº 8 PESO ESPECÍFICO REAL (MÉDIA) Nº 10 2,0 358, , ,65 Nº 10 2,611 g/cm 3 Nº 16 1,19 15,59 108,62 73,15 Nº 16 K 1 = 100 = 0,02 K2= 4 = 0,67 Nº 30 0,59 20,84 87,78 59,12 Nº 30 Nº 40 0,42 25,09 62,69 42,22 Nº 40 Nº 50 0,297 7,91 54,78 36,89 Nº 50 Nº 100 0,149 10,11 44,67 30,08 Nº 100 Nº 200 0,074 8,59 36,08 24,30 Nº 200 BÉCHER 02 HORA OBSERVADA TEMPO (MIN) DECORRIDO 2 OBSERVAÇÃO: DENSIDADE REAL CAPSULA :01 30 seg 1, ,0 0, ,0200 0, ,72 26,1 21,80 08:02 1 min 1, ,0 0, ,0178 0, ,41 23,2 19,40 08:03 2 min 1, ,0 0, ,0148 0, ,11 19,3 16,12 08:05 4min 1, ,0 0, ,0127 0, ,42 16,5 13,83 08:09 8min 1, ,0 0, ,0108 0, ,96 14,1 11,76 08:16 15min 1, ,0 0, ,0078 0, ,50 10,1 8,48 08:31 30min 1, ,0 0, ,0047 0, ,50 6,1 5,10 09:01 1h 1, ,0 0, ,0033 0, ,20 4,3 3,57 10:01 2h 0, ,0 0, ,0027 0, ,20 3,5 2,55 12:01 4h 0, ,0 0, ,0026 0, ,20 3,4 1,98 16:01 8h 0, ,0 0, ,0010 0, ,89 1,3 0,53 09:01 25h 0, ,5 0, ,0008 0, ,89 1,0 0,37 OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 3 SEDIMENTAÇÃO PESO DA AMOSTRA ÚMIDA: PESO DA AMOSTRA SECA: PROVETA: DENSÍMETRO: 124,55 124, LEITURA DO DENSIOMETRO TEMPERAT. ºC COOR. DEVIDO À TEMP + MENI + DENSI LEITURA CORRIGIDA DIÂMETRO DAS PART (MM) ALTURA DE QUEDA % DAS PARTICULAS 3 % DA AM. TOTAL PROCEDÊNCIA: PROFUNDIDADE: FURO : LOCALIZAÇÃO: LADO: REGISTRO : SUBLEITO EST. 170 LE 130 RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO: Km 178,0 - Km 182,15 - (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR SEDIMENTAÇÃO EG - 36

47 100 SEDIMENTAÇÃO PENEIRAMENTO Nº 200 Nº 100 Nº 50 Nº 40 Nº 16 Nº 10 Nº 4 3/8 3/ / ,0001 0,001 0,01 0, ARGILA COLOIDAL ARGILA ARGILA E SILTE SILTE SILTE AREIA FINA MÉDIA AREIA FINA MÉDIA GROSSA AREIA FINA PEDREGULHO GROSSA PEDREGULHO PEDREGULHO ABNT AASHTO DNER SUCS

48 Amostra total PARCIAL AMOSTRA UMIDADE NATURAL AMOSTRA TOTAL PARCIAL CÁPSULA Nº 738/ ,01 147,76 PESO BRUTO ÚMIDO ,71 147,42 PESO ÚMIDO 5285,50 124,55 26,41 21,72 PESO RETIDO NA PEN. Nº10 896,31 0,30 0,34 PESO ÚMIDO PASS. NA PEN. Nº ,19 109,30 125,70 PESO SECO PASS. NA PEN. Nº ,18 RESULTADOS CÁPSULA Nº PEDREGULHO PESO BRUTO ÚMIDO (g) 17,00 PESO BRUTO SECO (g) AREIA PESO DA CÁPSULA (g) 60,10 PESO DA ÁGUA (g) P. DO SOLO SECO (g) CÁPSULA Nº: UMIDADE (%) MÉDIA (%) 0,27 0,27 PESO DA AMOSTRA SECA 5273, ,21 3 0,27 PENEIRAMENTO PESO ESPECÍFICO REAL P.R PARCIAL P. QU E PASSA ACUMULADO % QUE PASSA PENEIRAS AM TOTAL PENEI. PICNOMÊTRO Nº 5 6 POL. MM. POL. PICNOMÊTRO + SOLO g 166, ,5959 3" 76,2 0, ,49 100,00 3" PICNOMÊTRO g 141,55 46,94 2 1/2" 63,5 0, ,49 100,00 2 1/2" SOLO g 25,08 11,65 2" 50,8 0, ,49 100,00 2" PICNOMÊTRO + ÁGUA g 626,3 151,30 1 1/2" 38,1 0, ,49 100,00 1 1/2" PICN + ÁGUA + SOLO g 642,3 158,55 1" 25,4 8, ,49 99,85 1" ÁGUA DESLOCADA g 16,00 7,25 3/4" 19,1 9, ,49 99,68 3/4" TEMPERATURA ºC /2" 12,7 9, ,49 99,51 1/2" CORR. DEVIDO À TEMP. - 0,9974 0,9974 3/8" 9,5 40, ,58 98,73 3/8" VOLUME DO SOLO cm 3 9,08 4,40 Nº 4 4,8 81, ,28 97,19 Nº 4 P. ESPECÍFICO REAL g/cm 3 2,755 2,641 Nº 8 2,4 490, ,28 87,90 Nº 8 PESO ESPECÍFICO REAL (MÉDIA) Nº 10 2,0 258, , ,00 Nº 10 2,698 g/cm 3 Nº 16 1,19 14,59 109,62 73,25 Nº 16 K 1 = 100 = 0,02 K2= 4 = 0,67 Nº 30 0,59 20,84 88,78 59,33 Nº 30 Nº ,42 27,09 61, ,22 Nº 40 Nº 50 0,297 10,91 50,78 33,93 Nº 50 Nº 100 0,149 10,11 40,67 27,18 Nº 100 Nº 200 6,39 6,39 34,28 22,91 Nº 200 BÉCHER 02 HORA OBSERVADA 08:01 08:02 08:03 08:05 08:09 08:16 08:31 09:01 10:01 12:01 16:01 09:01 PESO DA AMOSTRA ÚMIDA: SEDIMENTAÇÃO 124,55 124,21 SILTE ARGILA 2 OBSERVAÇÃO: DENSIDADE REAL CAPSULA 753 PESO DA AMOSTRA SECA: PROVETA: DENSÍMETRO: 3 20,96 TEMPO (MIN) LEITURA DO TEMPERAT. COOR. DEVIDO À LEITURA DIÂMETRO ALTURA DE % DAS % DA AM. DECORRID TEMP + MENI + DAS PART O DENSIOMETRO ºC DENSI CORRIGIDA (MM) QUEDA PARTICULAS TOTAL 30 seg 1, ,0 0, ,0190 0, ,72 24,3 20,14 1 min 1, ,0 0, ,0158 0, ,41 20,2 16,74 2 min 1, ,0 0, ,0138 0, ,11 17,6 14,62 4min 1, ,0 0, ,0107 0, ,42 13,6 11,33 8min 1, ,0 0, ,0078 0, ,96 9,9 8,25 15min 1, ,0 0, ,0048 0, ,50 6,1 5,06 30min 1, ,0 0, ,0047 0, ,50 6,0 4,96 1h 1, ,0 0, ,0033 0, ,20 4,2 3,47 2h 0, ,0 0, ,0027 0, ,20 3,4 2,50 4h 0, ,0 0, ,0026 0, ,20 3,3 1,95 8h 0, ,0 0, ,0010 0, ,89 1,2 0,51 25h 0, ,5 0, ,0008 0, ,89 1,0 0, ,95 OBSERVAÇÕES : INTERSEÇÃO Nº 4 PROCEDÊNCIA: PROFUNDIDADE: FURO : LOCALIZAÇÃO: LADO: SUBLEITO EST. 225 LE 132 RODOVIA : TRECHO : EXTENSÃO : BR / PE RECIFE - PARNAMIRIM 4,79 Km SUBTRECHO : ENTR. PE-144 / ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO: REGISTRO : Km 178,0 - Km 182,15 - (CIDADE DE BELO JARDIM) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR SEDIMENTAÇÃO EG - 37

49 100 SEDIMENTAÇÃO PENEIRAMENTO Nº 200 Nº 100 Nº 50 Nº 40 Nº 16 Nº 10 Nº 4 3/8 3/ / ,0001 0,001 0,01 0, ARGILA COLOIDAL ARGILA ARGILA E SILTE SILTE SILTE AREIA FINA MÉDIA AREIA FINA MÉDIA GROSSA AREIA FINA PEDREGULHO GROSSA PEDREGULHO PEDREGULHO ABNT AASHTO DNER SUCS

50 4.3 Estudo Ambiental Considerações Iniciais Os Estudos Ambientais das Obras de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR-232, com extensão de 4,15km, seguem as orientações da IS 246 do DNIT/2006, onde se inclui o levantamento do Passivo Ambiental, conforme sistemática indicada no Manual Rodoviário de Conservação, Monitoramento e Controle Ambientais do DNIT; o cadastramento das áreas degradadas ocorrentes no interior da faixa de domínio e adjacências e um diagnóstico ambiental para determinação das prioridades nas intervenções. Em conformidade com esta documentação os Estudos Ambientais se estruturam em: Caracterização do Empreendimento; Diagnóstico Ambiental; Caracterização da Rodovia para Determinação dos Índices de Risco; Determinação da Prioridade nas Intervenções; Análise dos Riscos da Exploração das Jazidas; Análise Integrada Impactos Ambientais Caracterização do Empreendimento Histórico

51 A BR-232 é uma rodovia brasileira que se inicia em Recife-PE e parte rumo ao interior de Pernambuco, terminando em Parnamirim. Trata-se da segunda rodovia em volume de tráfego no Estado de Pernambuco perdendo apenas para a BR-101. nomenclatura atual. O Trecho fazia parte da antiga BR-25, e teve sua denominação alterada em 1964 para a utilização. Foi construída nos anos de 1968 e 1970, desta forma já ultrapassa 30 anos de sua A duplicação efetuada em 2001 a 2003, no governo Fernando Henrique, comprendeu o segmento mais movimentado, entre Recife e caruaru. Posteriormente, em , foi realizada a duplicação do trecho compreendido entre Caruaru e São Caitano Importância Regional A rodovia BR-232 representa para os municípios do Agreste e Sertão uma das maiores vias de escoamento dos seus produtos, bem como exerce um papel fundamental no intercâmbio comercial e cultural entre as cidades vizinhas. e Amazonas. Muito usada no transporte de carga entre Recife e os estados do Piaui, Maranhão, Pará Tal importância para o transporte regional e sua função catalisadora para novos investimentos faz com que a as melhorias da travessia urbana seja uma reivindicação prioritária para o estado de Pernambuco. Os benefícios podem ser apontados como: Objetivos e Justificativas A Melhoria da travessia Urbana tem como objetivos a Diminuição de riscos de acidentes e Proporcionar Melhores condições operacionais de segurança e conforto do usuário; A BR-232 atende a um tráfego sempre crescente, constituindo-se uma das maiores vias de escoamento de produtos, exercendo um papel fundamental no intercâmbio comercial e

52 cultural entre as cidades, portanto de importância estratégica para a região em termos de circulação de produtos e pessoas Localização Geográfica As melhorias da travessia urbana serão realizadas na sede do município de Belo Jardim, a qual faz parte da Mesorregião do Agreste Pernambucano e da microrregião do Vale do ipojuca.(figura 1). Limita-se a norte com Jataúba e Brejo da Madre de Deus, a sul com São Bento do Una e Sanharó, a leste com Tacaimbó, e a oeste com Pesqueira. A sede do município tem uma altitude aproximada de 608 metros e coordenadas geográficas de S e W de Greenwich. Fonte: Zoneamento Agroecológico de Pernambuco, ZAPE;2001. Figura 1: Meso e Microrregiões de Pernambuco

53 As obras serão realizadas na rodovia BR-232/PE, trecho Recife-Parnamirim, subtrecho entr. PE-144-Entr. PE-180 (Belo Jardim) e segmento km 178,00-km 182,15. O início e o final do trecho em estudo são apresentados a seguir nas figuras 02 e 03. Fig.02: Início do Trecho - km 178,00 Fig.03: Final do Trecho - km 182, Obras a Executar As obras de melhoria da travessia urbana compreenderão a correção do traçado geométrico das interseções além das atividades descritas a seguir: Execução de Terraplenagem; Execução de Pavimentação; Implantação dos dispositivos de drenagem; Implantação da Sinalização; Proteção Ambiental Área de Influência A delimitação da Área de Influência de uma determinada atividade constitui-se em um dos requisitos para a avaliação de impactos ambientais e base fundamental para a condução dos processos de amostragem e coleta de dados, necessários ao diagnóstico e prognósticos ambientais. Para esse trabalho, foram definidas: área diretamente afetada, área de influência indireta e área de influência remota, considerando-se os impactos provenientes das atividades do empreendimento sobre os recursos naturais (fauna, flora, recursos hídricos) e sobre os fatores sócioeconômicos (população beneficiada, vias de acesso, turismo, infraestrutura urbana, etc.)

54 A) Área Diretamente Afetada ADA Área Diretamente Afetada é definida como aquela onde as obras são realizadas, envolvendo toda a faixa de domínio e as áreas impactadas e modificadas, mesmo estando fora dela, tais como as usadas para extração de materiais de construção (empréstimos, jazidas de solo, pedreiras e areais), para construção de caminhos de serviço, bem como para a implantação de desvios de tráfego provisórios ou permanentes. Também estão incluídas na ADA aquelas usadas para acampamentos e oficinas, bem como usinas misturadoras de solos, concretos e asfaltos. Como conseqüência, pertence a ADA, todos os espaços físicos e, portanto, ambientes atingidos pelas atividades voltadas à implantação e pavimentação da rodovia. A ADA é mais suscetível a receber os impactos decorrentes da execução das obras e das atividades de operação. É nesta faixa que deverão ser controlados e monitorados os problemas que ocasionam perdas diretas (tanto da rodovia, quanto de moradores e proprietários vizinhos), por meio de assoreamentos, erosões, acidentes, desapropriações de ocupações irregulares da faixa de domínio, entre outros. Na área diretamente afetada deverão ser tomados cuidados especiais, principalmente no que se refere à obtenção de materiais de construção (caixa de empréstimo, pedreiras, jazidas de solo, areais) e, também, no que se refere ao descarte de materiais e resíduos (destino dos bota-foras, entulhos de excesso de terraplenagem, pavimentos, etc.). B) Área de Influência Indireta AII É definida como sendo a área delimitadora de uma faixa para cada lado da rodovia, tomando como referência o limite da eficácia das ações mitigadoras que podem ser desencadeadas a partir do órgão rodoviário (em geral restritas à Área Diretamente Afetada e parcialmente à Indireta). C) Área de Influência Remota AIR É definido com sendo os impactos proporcionados pela melhoria operacional da rodovia terão repercussões positivas em nível do desenvolvimento regional, significando o aumento

55 da atratividade de toda a região em termos de alternativa locacional para novos investimentos, em especial aqueles ligados à educação, turismo e comércio alimentício. Esses efeitos não estão limitados à área de influência do empreendimento e, nessa medida, é importante assinalar a existência de uma área de influência econômica ou remota, beneficiada pelos efeitos positivos das obras sobre a qual os responsáveis pelo empreendimento têm uma reduzida capacidade de intervenção. Dessa forma, as ações possíveis na Área de Influência Remota dependem de decisões sociais que envolvem o governo estadual, a assembléia legislativa e câmaras municipais, com preponderância do desejo das sociedades organizadas existentes localmente ou de instituições não envolvidas no projeto, e não são alcançáveis pelas decisões políticas ou opiniões técnicas tomadas no âmbito do DNIT, ou dos organismos ambientais envolvidos no estudo. A AIR atinge o município da microrregião do vale do Ipojuca Diagnóstico Ambiental da Área do Projeto Apresenta-se, neste item um Diagnóstico ambiental, abrangendo os itens do meio físico: clima, solos, análise dos riscos de erosão, relevo e geologia. Este item atende a dois objetivos, quais sejam: Prover um mínimo de subsídios para a avaliação dos impactos ambientais do projeto; Fornecer suporte para determinação dos índices Técnico (IT), de Risco (IR) e de Prioridade (IP), os quais, por sua vez, determinarão um Nível de Intervenção para correção dos eventuais problemas ambientais gerados pelo empreendimento, compatível com a importância da rodovia e sistema geoambiental onde está inserida, evitando-se, assim, a proposição de soluções descabidas quanto à complexidade e custos (conforme metodologia do Manual Rodoviário de Conservação, Monitoramento e Controle Ambientais DNER,2006).

56 Tem como objetivo específico prover um conhecimento regional e localizado dos aspectos geoambientais e sócio-econômicos do entorno da via e sua área de influência, com os seguintes objetivos específicos: Dados climáticos: permitirá identificar as possibilidades de ocorrência de eventuais problemas relacionados com: fontes de abastecimento d'água para o projeto; períodos de impedimentos à execução das obras; resistência à erosão dos solos (em função da intensidade pluviométrica), dentre outros; Vegetação: sendo um bem ambiental dos mais importantes, sujeito à proteção legal em vários dispositivos da legislação federal, estadual e municipal, sua caracterização permitirá identificar possíveis restrições no que se refere aos desmatamentos necessários à implantação das obras (exploração de jazidas e empréstimos laterais, abertura de caminhos de serviço, etc) de modo a se evitar interferências em áreas de proteção ambientais legalmente instituídas, tais como: matas ciliares, Mata Atlântica (latu sensu), vegetação protetora de encostas e topos de relevo, etc.; Geologia/Geomorfologia/Relevo: facultará o conhecimento dos eventuais obstáculos de transposição topográfica que poderão envolver grande movimentação de terras; as áreas sujeitas a alagamentos; os pontos e/ou subtrechos cuja descaracterização topográfica poderá desencadear processos erosivos; os pontos notáveis de valorização da paisagem, etc.; Hidrografia: permitirá identificar os recursos superficiais e subterrâneos passíveis de preservação em função do uso atual e potencial de abastecimento humano; as faixas de preservação ambiental dos cursos d'água em conformidade com a legislação pertinente; os dados preliminares para os estudos hidrológicos a serem desenvolvidos no projeto, dentre outros aspectos; Solos: a caracterização pedológica fornecerá conhecimentos acerca da susceptibilidade erosiva dos solos; da estabilidade dos taludes em função da conjunção dos parâmetros textura, estrutura e permeabilidade; da fertilidade, o que norteará a reabilitação de áreas degradadas (Passivo Ambiental) e áreas a serem degradadas (exploração de jazidas, etc.); Caracterização do Meio Físico Clima

57 O tempo é definido como o conjunto dos fenômenos meteorológicos que ocorrem num período de poucas horas a alguns dias, enquanto que o clima é o estado do tempo num período de poucas horas a alguns dias, enquanto que o clima é o estado médio do tempo num período anos (A Organização Meteorológica Mundial OMM considera um período mínimo de 30 anos). O Nordeste, onde se localiza o Estado de Pernambuco, é conhecido como uma região problemática do ponto de vista climático. Em sua porção considerada semi-árida a precipitação anual se apresenta com valores abaixo de 800 mm total anual (compreendendo o chamado polígono das secas), com poucas exceções em áreas de altitudes mais elevadas, e tem flutuações interanuais muito alta. Essa variabilidade interanual tem como conseqüências secas severas e chuvas em excesso em anos diferentes. Algumas secas duram dois ou mais anos. O clima predominante da região é quente e seco, do tipo tropical chuvoso, com temperaturas mais amenas no período chuvoso que sofre variações ao longo do tempo, mas de forma geral tem início no mês de abril podendo estender-se até agosto ou setembro (Fig. 04). Fonte: Ana/Hidroweb, 2012 Figura 04: Climograma de Belo Jardim-PE

58 A caracterização do clima se reveste de importância em termos ambientais, haja vista que se constitui um dos parâmetros para determinação do Índice Geoambiental (IG), na metodologia utilizada neste Estudo Ambiental (Manual Rodoviário de Conservação, Monitoramento e Controle Ambientais). O estudo dos sistemas atmosféricos, como seus períodos e áreas de atuação, intensidades e variabilidades, é muito importante para a previsão do tempo e para a descrição da climatologia da Região em estudo, assim como da própria variabilidade e previsão climática. Assim, os sistemas atmosféricos suas principais características são descritas a seguir: a) A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é formada pela confluência dos ventos alísios do Hemisfério Norte (Alísios de Nordeste) e os do Hemisfério Sul (Alísios de Sudeste). A confluência resulta em movimentos ascendentes de ar com alto teor de vapor d água. Ao subir na atmosfera, o vapor d água se resfria e condensa. Em geral, a ZCIT atua sobre uma Região qualquer por um período de tempo superior a dois meses, ou seja, é um fenômeno tipicamente climático, e sua localização futura pode ser prevista com alguns meses de antecedência. O eixo da ZCIT varia longitudinalmente durante o ano e sua intensidade depende da circulação geral da Atmosfera bem como do aquecimento da superfície. A ZCIT é o principal sistema de produção de chuvas no Agreste e Sertão de Pernambuco e atuam sobre o Estado durante os meses de fevereiro a julho. No Agreste a maioria das chuvas depende da posição da ZCIT (Sistema principal) e de outros sistemas meteorológicos. Nos anos nos quais a ZCIT não atua nos meses de março e/ou abril, todo o Estado sofre com a falta de chuvas, principalmente no semi-árido, inclusive na bacia leiteira do Agreste do Estado. b) Frentes Frias

59 A penetração das Frentes Frias no Nordeste de regiões sub-antárticas, adentrando o Brasil, ou instabilidades causadas pelo avanço de sistemas, constitui o segundo principal mecanismo da produção de chuvas no Nordeste. A freqüência desses sistemas é de aproximadamente um a cada cinco dias no Sul e Sudeste do Brasil. Mas, somente alguns desses sistemas ou parte deles penetram mais ao norte. Dessa forma, são poucos os sistemas que influenciam o Nordeste produzindo chuvas na sua parte central, norte e leste durante todo o ano. As Frentes Frias atuam influenciando as precipitações no Agreste e Litoral nos meses de maio a agosto com máximo em julho. c) Ondas de Leste As Ondas de Leste são perturbações, em geral de pequena amplitude, observadas nos ventos alísios e atuam no leste do estado de Pernambuco e no Nordeste (5º a 13 S, do leste do Rio Grande do Norte até o nordeste da Bahia), principalmente no período que vai de maio a agosto. Apesar de sua pequena amplitude, as Ondas de leste podem produzir chuvas intensas e inundações. O deslocamento dessas ondas, associadas a conglomerados convectivos, se dá de leste para oeste a partir do Oceano Atlântico até atingir o litoral da Região Nordeste. Apesar de sua pequena amplitude, podem produzir chuvas intensas e inundações, e em alguns casos penetram até 300 km dentro do continente. Esses sistemas são muito freqüentes em alguns anos, mas essa freqüência e intensidade dependem da temperatura da superfície do mar, do cisalhamento meridional do vento, e da circulação troposférica no Atlântico Tropical. d) Os Ciclones na Atmosfera Superior Os Ciclones nas camadas da média e alta troposfera, do tipo baixas frias, também conhecidas como vórtices ciclônicos da atmosfera superior (VCAS), atuam no estado de Pernambuco principalmente nos meses de novembro a fevereiro.

60 O aparecimento desses vórtices está relacionado com a circulação geral da atmosfera, com a Alta da Bolívia, com a posição da Zona de Convergência do Atlântico Sul. A denominação baixa fria se deve ao fato de que a temperatura do ar no centro do vórtice ser mais baixa do que na área que o circunda. O centro do vórtice apresenta movimento vertical descendente o que justifica o ar mais frio e a quase ausência de precipitação na área logo abaixo dele. As regiões periféricas ao centro do vórtice apresentam movimentos verticais ascendentes com chuvas advindas, principalmente de nuvens convectivas. No período da tarde, chuvas do tipo pancadas de nuvens convectivas podem ocorrer no centro do vórtice devido ao grande aquecimento das áreas localizadas abaixo do centro. A atuação dos VCAS sobre o Estado se dá de forma muito irregular, já que esses sistemas, na dependência de seu posicionamento, podem produzir tanto chuvas intensas como seca, em qualquer área do Estado ou até mesmo em todo o Estado. Por outro lado, o seu tempo de vida varia de cinco a vinte dias, podendo produzir enchentes e inundações, bem como veranicos severos, dependendo de sua localização espacial, e prejudicando as plantações e as pastagens. A freqüência desses sistemas tem uma grande dependência na variabilidade interanual da atmosfera e eles são mais constantes em anos de ocorrência de episódio do fenômeno de El Niño/ Oscilações do Sul. Relevo/Unidade de Paisagem/Unidade Geoambiental Para este estudo serão enfocadas as áreas cristalinas, mais precisamente no Planalto da Borborema que é a compartimentação geomorfológica presente no trecho estudado. O Planalto da Borborema trata-se de uma parte da Plataforma do Nordeste reativada durante o Ciclo Brasiliano e estabilizada recentemente. Caracteriza-se por uma tectônica positiva de grande raio de curvatura, submetida, no entanto a movimentações verticais vigorosas que a distinguem das demais áreas estabilizadas do embasamento. Localmente as rochas granitizadas foram levantadas por intrusões comandadas por fraturas reativadas. As influências litológicas decorrentes da intensidade de granitização ressaltam filões mais resistentes e massas intrusivas, aprofundando zonas diaclasadas que produzem segmentos

61 angulosos ao longo dos cursos d água. As formas de erosão diferencial se refletem ao nível de estilo de dissecação, na densidade dos talvegues, no perfil e na inclinação das encostas. O Município de Belo Jardim está inserido nas unidades de Paisagem da Encosta Setentrional e do Pediplano Central do Planalto da Borborema, ficando a sede do município totalmente inserida nesta segunda unidade. (Figura 05). Figura 05: Unidades de Paisagem

62 O pediplano Central consiste numa configuração aproximadamente triangular compreendendo o setor central do Planalto da Borborema. Trata-se de um compartimento elevado levemente inclinado para leste. Correspondendo a um nível intermediário da Borborema, relacionado com a Superfície dos Cariris Velhos ou Superfície Soledade (Andrade, 1958 e 1968). Seu limite a norte se dá com os Maciços Setentrionais por intermédio de um desnivel relativamente forte e uma diferença de dissecado, relacionado com a falha de direção E-O, ou seja o Lineamento Pernambuco. Na direção leste, limita-se com as Encostas Orientais da Borborema, através de uma diferença de modelado e, a oeste, com o Pediplano do Baixo São Francisco, por meio de um desnivel também relacionado com uma falha de direção N-S, formando escarpa dissecada. O Pediplano Central, mesmo não se constitui no setor mais elevado da Borborema apresenta-se como um importante dispersor hidrográfico, ressaltando padrões de drenagem que variam do radial ao dendrítico, com controle estrutural. Hipóteses paleogeográficas atuais admitem que os pediplanos originaram-se de uma vasta e lenta degradação, em condições muito úmidas, seguidas de intensa aridez. Esta degradação iniciou-se no Terciário e posteriormente, sofreram um aperfeiçoamento de fases mais modernas de pediplanação, contemporânea ao Grupo Barreiras. É comum a presença de seixos rolados nos terraços e interflúvios das cabeceiras fluviais sugerindo a existência de um período climático mais úmido, em épocas pretéritas. Ainda nesta unidade de Paisagem são encontradas as Unidades Geoambientais, que na área onde serão realizadas as obras predominam os Pediplanos Arenosos/argilosos com também as Superfícies dissecadas (figura 06).

63 Figura 06: Unidades de Geoambientais

64 Geologia A área de estudo encontra-se inserida, geologicamente, na Província Borborema, como pode ser observada na figura 07, apresentada a seguir. Figura 07:Arcabouço Tectônico da Província da Borborema A Província Borborema, também denominada de arcabouço geológico do Precambriano do Nordeste, engloba faixas supracrustais de idade proterozóica e domínios gnáissicomigmatíticos paleoproterozóicos ou arqueanos, que são cortados por um volumoso cortejo de granitóides e intensa deformação neoproterozóica, relacionados ao Ciclo Brasiliano (Santos & Brito Neves, 1984; Jardim de Sá, 1984, 1994). As estruturas dominantes são as falhas transcorrentes dextrógiras com direção E-W ou NE-SW. A área de estudo encontra-se inserida, geologicamente, na Província Borborema, estando constituída pelos litótipos do Batólito Caruaru-Arcoverde, datado do Neoproterozóico (Figura 08).

65 Figura 08: Mapa Geológico

66 O Batólito Caruaru-Arcoverde (Neves e Mariano, 1999; Neves et al., 2000a) é um dos maiores corpos intrusivos da Província Borborema. Ele estende-se por cerca de 120 km na direção leste-oeste da cidade de Bezerros até próximo à cidade de Arcoverde. O plúton Caruaru-Arcoverde consiste de quartzo sienitos, sienogranitos e monzogranitos inequigranulares grossos, localmente porfiríticos, tipicamente com coloração creme a avermelhada. Segundo os dados da CPRM (2008), a principal feição do domínio central da Província Borborema é um sistema de zonas de cisalhamento transcorrentes dextrais, com direção E-W a ENE- WSW, e sinistrais, com direção NNE-SSW a NE-SW ( Vauchez e Egydio-Silva, 1992; Neves e Vauchez, 1995a; Vauchez et al., 1995; Neves e Mariano, 1999; Neves et al., 2000; Silva e Mariano, 2000). Estas zonas de cisalhamento retrabalham uma foliação de baixo ângulo presente em ortognaisses e rochas supracrustais e estão espacialmente associadas com plútons graníticos e sieníticos. Solos O solo é formado por um conjunto de corpos naturais tridimensionais, resultante da ação integrada do clima e organismos sobre o material de origem, condicionado pelo relevo em diferentes períodos de tempo, o qual apresenta características que constituem a expressão dos processos e dos mecanismos dominantes na sua formação. De acordo com o Manual Técnico de Pedologia do IBGE (2007), dentre as diversas definições de solo, a que melhor se adapta ao levantamento pedológico é a do Soil taxonomy (1975) e do Soil survey manual (1984) em que o Solo é a coletividade de indivíduos naturais, na superfície da terra, eventualmente modificado ou mesmo construído pelo homem, contendo matéria orgânica viva e servindo ou sendo capaz de servir à sustentação de plantas ao ar livre. Em sua parte superior, limitase com o ar atmosférico ou águas rasas. Lateralmente, limita-se gradualmente com rocha consolidada ou parcialmente desintegrada, água profunda ou gelo. O limite inferior é talvez o mais difícil de definir. Mas, o que é reconhecido como solo deve excluir o material que mostre pouco efeito das interações de clima, organismos, material originário e relevo, através do tempo.

67 As classes de solos nas áreas de influência onde está inserida a via variam obedecendo aos fatores de formação de solos, ou seja, variam conforme as caracteristicas geológicas, aspectos climáticos, estrutura do relevo, atuação dos organismos e o tempo de maturação. Na área de influência do projeto, são encontrados solos do tipo Planossolos, sua distribuições espacial pode ser observada através do mapa pedológico (Figura 09). Os Planossolos (PL20) é formado da associação de Planossolo + Neossolos Litólicos de textura média com cascalho a cascalhento, com substrato gnáissico, xistoso e granítico, ambos com horizonte A moderado. Unidade de Mapeamento de solos (Unimap) PL 20 Solos componentes Proporção (%) Planossolo 65 Solo Litólico 35 A classe dos Planossolos compreende solos minerais com horizonte A ou E seguido de horizonte B plânico, imperfeitamente ou mal drenados, com horizonte superficial ou subsuperficial eluvial, de textura mais leve, que normalmente contrasta abruptamente com o horizonte B ou com transição abrupta conjugada com acentuada diferença de textura do A para o horizonte B imediatamente subjacente, adensado, geralmente de acentuada concentração de argila. Em relação a permeabilidade, é lenta ou muito lenta, constituindo, por vezes, um horizonte pã, responsável pela formação de lençol d água sobreposto (suspenso), de existência periódica e presença variável durante o ano. A Característica distintiva marcante é a diferenciação bem acentuada entre os horizontes A ou E e o B, devido à mudança textural normalmente abrupta, ou com transição abrupta conjugada com acentuada diferença de textura do A para o horizonte B. Decorrência bastante notável, nos solos quando secos, é a exposição de um contato paralelo à disposição dos horizontes, formando limite drástico, que configura um fraturamento muito nítido entre o horizonte A ou E e o B. Tipicamente, um ou mais horizontes subsuperficiais apresentam-se adensados, com teores elevados em argila dispersa, constituindo, por vezes, um horizonte pã, condição essa que responde pela restrição à percolação de água, independente da posição do lençol freático,

68 ocasionando retenção de água por algum tempo acima do horizonte B, o que se reflete em feições associadas com excesso de umidade. Os solos desta classe ocorrem preferencialmente nas áreas de relevo plano ou suave ondulado, onde as condições ambientais e do próprio solo favorecem vigência periódica anual de excesso de água, mesmo que de curta duração, especialmente em regiões sujeitas a estiagem prolongada, e até mesmo sob condições de clima semi-árido. Os Neossolos Litólicos compreendem uma classe de solos constituídos por material mineral, que não apresentam alterações expressivas em relação ao material originário devido à baixa intensidade de atuação dos processos pedogenéticos, seja em razão de características inerentes ao próprio material de origem, como maior resistência ao intemperismo ou composição química, ou dos demais fatores de formação (clima, relevo ou tempo), que podem impedir ou limitar a evolução dos solos. Os Neossolos Litólicos são solos pouco evoluídos, rasos, com no máximo 50 cm até o contato com o substrato rochoso, de textura e fertilidade variáveis, estando esta última relacionada, principalmente, ao material de origem e ao clima. Devido à pequena espessura desses solos, o fluxo d água em seu interior é precocemente interrompido, facilitando o escoamento em superfície, gerado pela rápida saturação do solo, e em subsuperfície, na zona de contato solo-rocha. Tal situação pode responder pela ocorrência de processos erosivos e, mais especificamente, de deslizamentos, se agravando nas encostas mais íngremes e desprovidas de cobertura vegetal. Apresentam horizonte A ou hístico, assentes diretamente sobre a rocha ou sobre um horizonte C ou Cr ou sobre material com 90% (por volume) ou mais de sua massa constituída por fragmentos de rocha com diâmetro maior que 2 mm (cascalhos, calhaus e matacões), que apresentam um contato lítico típico ou fragmentário dentro de 50cm da superfície do solo. Admite um horizonte B em início de formação, cuja espessura não satisfaz a qualquer tipo de horizonte B diagnóstico.

69 Figura 09: Mapa Pedológico

70 Análise dos Riscos de Erosão A causa fundamental da erosão hídrica seja ela laminar ou linear, em sulcos ou ravinas, é o impacto da chuva sobre o solo. A erodibilidade de um solo, ou seja, à capacidade de um determinado solo resistir à erosão, é função das condições internas ou intrínsecas do solo, como sua composição mineralógica e granulométrica e características físicas e químicas, e das suas condições externas ou atributos da superfície do solo, relacionadas ao manejo do solo. A erosividade da chuva, as propriedades dos solos (textura, densidade aparente, porosidade, teor de matéria orgânica, teor e estabilidade de agregados e ph do solo), cobertura vegetal e característica das encostas podem ser considerados como fatores controladores dos processos erosivos. A intensidade de dissecação do relevo pela drenagem está diretamente ligada à porosidade e à permeabilidade do solo e da rocha. Rochas e solos impermeáveis dificultam a infiltração das águas pluviais e, conseqüentemente, apresentam maior quantidade de água em superfície para ser drenada em direção às partes mais baixas do terreno. Maior quantidade de água em superfície implica em um número maior de canais de drenagem, maior disponibilidade de energia potencial para o escoamento superficial (runoff) e, portanto, uma maior capacidade erosiva ou de promover a morfogênese. Sob o ponto de vista pedológico a erodibilidade de um solo depende de vários de seus atributos como: textura, teor de matéria orgânica, estrutura, permeabilidade, declividade, comprimento de rampa e forma da encosta, e, naturalmente, das precipitações pluviométricas. Recorrendo-se a Resende (1983) relativamente ao risco de erosão associado aos fatores Relevo versus Textura, tem-se quanto a influência da textura dos solos nos processos erosivos: Em materiais argilosos, com o empacotamento da argila, o entalhamento em profundidade é difícil, mas o transporte é facilitado devido à menor massa; embora, em função da agregação, a erosão se torna difícil; Os solos mais arenosos, por serem mais pesados, têm um transporte mais difícil, porém, devido à falta de agregação, a erosão profunda é mais fácil;

71 O silte é de fácil transporte e fácil desagregação tendo, quando em declive, um entalhamento profundo em todos os lados. Resende (1983), apresenta os principais parâmetros para determinação dos efeitos da textura em relação aos processos erosivos. Parâmetros para Determinação dos Efeitos da Textura na Erosão dos Solos Textura Facilidade Composição Efeitos Principais Argilosa Transporte Grão simples São retirados do sistema junto com os nutrientes Siltosa Deslocamento Grãos simples São retirados do sistema junto com os e transporte e agregados nutrientes Areia fina Deslocamento Grãos simples e São retirados do sistema junto com os e transporte agregados de areia nutrientes ou apenas retrabalhados e silte Areia grossa Decomposição Grão simples e Tendem a permanecer na superfície, Agregados de dando alguma proteção ao solo argila, silte e areia fina Cascalho, Permanecem Pedaços de rochas ou Permanecem na superfície, reduzindo como seixo como resíduos de cristais a erosão Fonte: Resende (1983) Os mapas-síntese dos riscos de erosão hídrica do Nordeste (SUDENE), que é a resultante dos mapas de erodibilidade dos solos, relevo e erosividade das chuvas, confirma-se para a área do Projeto, riscos apenas medianos, conforme as seguintes classificações ali presentes: Erodibilidade do solo: forte (classe 3) fator K maior que 0,30 em todo o trecho. Erosividade das chuvas: fraca (R menor que 340). Relevo e declividades: ondulado (declividade moderada - 5 a 12%). Risco de erosão hídrica: fraca (classe 3). De acordo com Wischmeier & Smith (1965), citados por Bertoni & Lombardi Neto (1990), o fator K (que mede a propensão à erodibilidade de um solo) significa vulnerabilidade ou suscetibilidade do solo à erosão, que é a recíproca da sua resistência à erosão.

72 Já o fator R (fator chuva), é um índice numérico que expressa a capacidade da chuva de causar erosão em uma área sem proteção. Tal indicação leva a concluir que, em função principalmente da natureza dos solos presentes no trecho estudado, faz-se necessário adotar-se medidas de proteção contra a erosão nos taludes de cortes e nas áreas de exploração de jazidas tais como valetas de proteção e revestimento vegetal. Quanto ao risco de erosão os Planossolos possuem permeabilidade lenta ou muito lenta, constituindo, por vezes, um horizonte pã, responsável pela formação de lençol d água sobreposto (suspenso), de existência periódica e presença variável durante o ano. Também apresentam uma diferenciação bem acentuada entre os horizontes A ou E e o B, devido à mudança textural normalmente abrupta, ou com transição abrupta conjugada com acentuada diferença de textura do A para o horizonte B. Tal situação pode responder pela ocorrência de processos erosivos e, mas como na área do via tem relevo plano os processos erosivos são amenizados. Em relação aos Neossolos Litólicos, devido à pequena espessura desses solos, o fluxo d água em seu interior é precocemente interrompido, facilitando o escoamento em superfície, gerado pela rápida saturação do solo, e em subsuperfície, na zona de contato solo-rocha. Tal situação pode responder pela ocorrência de processos erosivos. Os processos erosivos nestes solos são minimizados em decorrência do baixo índice pluviométrico na área de estudo. Recursos Hídricos Águas Superficiais A região onde se desenvolve o traçado encontra-se inserido na Unidade de Planejamento UP3 - Bacia Hidrográfica do rio Ipojuca (Figura 10). Segundo a Secretaria de Recursos Hídricos e Energéticos de Pernambuco (SRHE) Unidade de Planejamento Hídrico UP3, que corresponde à bacia hidrográfica do rio Ipojuca, localizase em sua totalidade no Estado de Pernambuco, entre as latitudes de e de latitude sul, e e de longitude oeste de Gr.

73 Limita-se ao norte com a bacia hidrográfica do rio Capibaribe (UP2) e o Estado da Paraíba; ao sul com as bacias hidrográficas dos rios Uma (UP3) e Sirinhaém (UP4); a leste, com o segundo e terceiro grupos de bacias hidrogréfcas de pequenos rios litorâneos GL2 e GL3 (UP15 e UP16) e o Oceano Atlântico e, a oeste, com as bacias hidrográficas dos rios Ipanema (UP7) e Moxotó (UP8) e o Estado da Paraíba. A bacia do rio Ipojuca está inserida, mas microregiões de Suape, de Vitória de Santo Antão e do Vale do Ipojuca. Figura 10: Bacias Hidrográficas de Pernambuco Fonte: Zoneamento Agroecológico de Pernambuco (ZAPE) O rio Ipojuca nasce nas encostas da serra do Pau D arco, no município de Arcoverde, a uma altitude de, aproximadamente, 900m. Seu percurso, com cerca de 294 km, é preponderantemente orientado na direção oeste-leste, sendo seu regime fluvial intermitente, tornando-se perene a partir do seu médio curso, nas proximidades da cidade de Caruaru. Seus principais afluentes, pela margem direita são: riacho Liberal, riacho Papagaio, riacho Pau Santo e rio do mel e, pela margem esquerda, riacho Angelo Novo, riacho da Onça, riacho

74 dos Mocós, riacho do Meio e riacho Pata Choca. O riacho Liberal, seu afluente mais importante, tem suas nascentes nas encostas da Serra do Buco, município de Venturosa, a uma altitude aproximada de 1.000m. Drena ao longo dos seus 36 km de extensão, áreas dos municípios de Alagoinha, Pesqueira e Sanharó, e deságua no rio Ipojuca, a cera de 6 km à jusante da cidade de Sanharó. Seu estuário foi bastante alterado nos últimos anos em decorrência da instalação do Complexo Portuário de Suape. A bacia hidrográfica do rio Ipojuca abrange uma área de 3.514,35km², correspondendo a 3,55% da área do Estado, estando nela incluídas áreas de 24 municípios dos quais 12 estão com suas sedes inseridas na bacia. Quase toda a bacia hidrográfica do rio Ipojuca é representada por rochas cristalinas e cristalofilianas do Pré-Cambriano, de vez que 97% da sua área de 3.514,3km² situa-se nesse contexto geológico. No município de Belo Jardim são encontradas algumas barragens como a Barragem do Bitury e a Valdeci Torres, mostradas a seguir nas figuras 11 e 12. Fig. 11: Barragem Bitury Fig. 12: Barragem Valdeci Torres Águas Subterrâneas A região está totalmente inserida no Domínio Hidrogeológico Fissural, o qual é formado de rochas do embasamento cristalino que englobam o subdomínio de rochas ígneas constituído pelo Batólito caruaru-arcoverde.

75 Conclusões O diagnóstico do Meio Físico permite verificar que os principais recursos abióticos ameaçados pelas atividades humanas são as águas superficiais, e o ar, através das quais são obvia e diretamente atingidos os recursos bióticos e o meio antrópico, este especialmente nos aspectos sócioeconômicos. Os outros componentes do meio físico ou recebem impactos negativos de pequena monta, ou a implantação apresenta impactos positivo Caracterização do Meio Biótico Caracterização da Flora caducifólia. A vegetação nativa, caracterizada por vegetação de floresta subcaducifólia e de Resultado de intensa ação antrópica, a vegetação nativa da área do trecho foi removida em decorrência da expansão urbana. Profundas alterações estruturais, na vegetação tem sido detectado em função dessa intensa atividade agrícola e pecuária, o que, juntamente com as queimadas, tem contribuído para o surgimento de uma vegetação secundária com menor diversidade específica denominadas Capoeiras. Compostas por vegetação de porte alto e médio, com indivíduos arbóreos espaçados permite um maior adensamento do sub-solo que devido à penetração da luz. A vegetação de Caatinga não é de preservação permanente nos termos legais, ao contrário da Mata Atlântica e ecossistemas associados Caracterização Sócio-Econômica Município de Belo Jardim Histórico do Município

76 A ocupação de Pernambuco, até o século XVII, permaneceria restrita ao litoral e a uma estreita faixa de engenhos na Zona da Mata, mas após a saída dos holandeses iniciou-se o processo de ocupação rural do Agreste e sertão através da doação de sesmarias aos oficiais que participaram da Insurreição Pernambucana. Com o estabelecimento das sesmarias e das fazendas de gado que deveriam abastecer de carne, couro e animais de carga toda a zona canavieira do Nordeste surgiram várias vias para a distribuição da produção, as quais eram chamadas de caminhos das boiadas, ligando os as cidades sertanejas até Recife, Olinda e Salvador, já no final do século XVII. O Agreste, onde se localiza o município abrangido pelo projeto, começou a ser efetivamente colonizado a partir da segunda metade do século XVII e seu processo de urbanização, foi de um modo geral, resultado do desenvolvimento econômico da região, através da criação do gado bovino para corte e aproveitamento de seus derivados, principalmente o couro e, em menor escala, através do cultivo do algodão. As cidades agrestinas desenvolvidas ao longo das estradas das boiadas poderiam ser consideradas tanto como cidades itinerantes como cidades comerciais. No local onde atualmente se encontra a sede do Município de Belo Jardim, havia em 1853, uma fazenda de criação, de propriedade do senhor Francisco Cordeiro Wanderley. Aos poucos, a fazenda que pertencia à Joaquim Cordeiro Wanderlei, foi abrigando novos moradores e intensificou-se por localizar-se perto da estrada de ferro central de Pernambuco. Em 1854, instalou-se uma feira na localidade, que na época era um povoado conhecido pelo nome de Capim. Com o crescimento da povoação, surgiu a idéia da construção de uma casa de orações, sendo edificado então, um simples orataório. Progredindo rapidamente, o povoado foi elevado a categoria de vila através da lei estadual Nº 260, de 03 de julho de A partir dessa nova situação administrativa, que se deu principalmente porque Belo Jardim encontrava-se no eixo da grande via de comunicação, a localidade foi beneficiada e começou a viver uma nova era, mas, a situação também trouxe o ostracismo para os que ficaram ao largo.

77 Entre 1872 e 1873, pessoas da localidade edificaram uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Bom Conselho, e posteriormente outra igreja foi levantada, em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, que é a atual matriz. Em 1881, o missionário capuchinho Frei Cassiano de Camachio, durante uma prédica, leva ao conhecimento dos fiéis que a partir daquela data, o Município passaria a ter o nome de Belo Jardim. Belo Jardim pertencia ao Município do Brejo da Madre de Deus, que a essa altura, vivia em decadência. Estabeleceu-se então, uma grande rivalidade e uma permanente disputa pelo poder, culminando com a ascensão de Belo Jardim a condição de sede do Município do Brejo da Madre de Deus e, concomitantemente, elevada a categoria de cidade, graças ao dispositivo da Lei orgânica dos Municípios (Lei \par 991, de 01/07/1909). Essa nova situação de cidade sede municipal deu-se pela Lei Nº 1.627, de 29 de março de 1924, permanecendo até 1928, quando, desmembrado do município do Brejo da Madre de Deus cuja sede voltou a ser a cidade de igual nome, foi criado o novo Município de Belo Jardim pela Lei Estadual Nº 1.931, de 11 de setembro do mesmo ano, tendo sido instalado em 01 de janeiro de Formação Administrativa Conforme o IBGE (2012), o distrito foi criado com a denominação de Belo Jardim, pela lei provincial nº 1830, de , subordinado ao município de Brejo da Madre de Deus. Elevado à categoria de vila com a denominação de Belo Jardim, pela lei estadual nº 991, de Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Belo Jardim figura no município de Brejo da Madre de Deus. Elevado a condição de cidade e sede do municipio com a denominação de Belo Jardim, pela lei estadual nº 1931, de Constituído de 3(três) distritos: Belo Jardim, Aldeia Velha e Serra do Vento. Desmembrado de Brejo Madre de Deus. Constituído do distrito sede. Instalado em Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, município é constituído de 3 distritos: Belo Jardim, Aldeia Velha e Serra do Vento. Pelo decreto-lei estadual nº 235, de

78 1938, o distrito de Aldeia Velha passou a denominar-se Xururú, confirmado pelo decreto estadual nº 336, de No quadro fixado para vigorar no período de , o município é constituído de 3 distritos: Belo Jardim, Serra do Vento Canto e Xururú ex-aldeia Velha. Pela lei municipal nº 40, de , é criado o distrito de Água Fria, confirmado pela lei estadual nº 1819, de , e anexado ao município de Belo Jardim. Em divisão territorial datada de , o município é constituído de 4 distritos: Belo Jardim, Água Fria, Serra do Vento e Xururú. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII Pela lei estadual nº 4968, de , desmembra do município de Belo Jardim o distrito de Xururu. Elevado à categoria de município. Pela lei estadual nº 4978, de , desmembra do município de Belo Jardim o distrito de Serra do Vento. Elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de , o município é constituído do distrito sede. Pelo Acórdão do Tribunal de Justiça, mandado de Segurança nº 56933, de , os municípios de Serra do Vento e Xururu. Foram extintos voltando a pertencer ao município de Belo Jardim como a categoria de distrito. Em divisão territorial datada de , o município é constituído de 4 distritos: Belo Jardim, Água Fria, Serra do Vento e Xururu. Assim permanecendo em divisão territorial datada de População De acordo com o Censo IBGE/2010, a população do município de Belo Jardim é formada por habitantes, em uma área territorial de 218,432km², o que lhe confere uma densidade demográfica de 173,17 hab/km². A população residente em área urbana é pessoas, dentre os quais são homens e são mulheres. Na Zona Rural residem pessoas, em que são homens e são mulheres.

79 O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal- IDHM é de 0,625, situando o município em 87 no ranking estadual e no nacional. Quanto ao Índice de Exclusão Social, que é construído por 07 (sete) indicadores (pobreza, emprego formal, desigualdade, alfabetização, anos de estudo, concentração de jovens e violência) é de 0,371, ocupando a 37º colocação no ranking estadual e a 3.622º no ranking nacional. Ainda segundo o IBGE (2010), existiam no município domicílios particulares permanentes, dentre os quais, possuíam abastecimento de água da rede geral de abastecimento, possuíam banheiro de uso exclusivo do domicílio, possuíam energia elétrica, possuíam lixo coletado por serviço de limpeza. Economia Em Belo Jardim, o evento Jardim Cultural, oferece shows de artistas regionais e nacionais, oficinas de arte, exposições e apresentação de danças regionais. Outra festa da cidade acontece em homenagem ao padroeiro São Sebastião, com novenas, romarias e parque de diversões. O município tem como principais atividades a agroindústria com maior potencialidade de desenvolvimento para produtos alimentícios e avicultura. tomate, alho, cana-de-açúcar e goiaba. Seus principais produtos são feijão, milho, batata-doce, banana, café, mandioca, Ainda, são instaladas as indústrias como a do segmento automotivo voltada à produção de acumuladores de chumbo-ácido, a Acumuladores Moura S.A. (Baterias Moura); além das empresas Cremosinho Sorvete de Iogurte; Cirutex Produtos Cirúrgicos; Carbom Mania, de bolsas; EMPAC, fábrica de pré-moldados; Miriam & Brenda Confecções; Danata, fábrica de iogurtes; Aço Coelho e móveis tubulares. E outras indústrias que já existiam a mais tempo como a Palmeiron; Natto Mafisa e Mipiaci. Turismo

80 Em Belo Jardim, o evento Jardim Cultural, oferece shows de artistas regionais e nacionais, oficinas de arte, exposições e apresentação de danças regionais. Outra festa da cidade acontece em homenagem ao padroeiro São Sebastião, com novenas, romarias e parque de diversões. Dentre os atrativos naturais turísticos de Belo Jardim, pode-se destacar a Cachoeira do Engenho Tira Teima e a Cachoeira Bitury,a qual localiza-se no interior da mata, com uma queda de vinte metros. Essa queda d água move a roda-d agua do engenho, para a produção artesanal de rapadura e aguardente de cana, a tradicional cachaça pernambucana. Outras atrações naturais do município são: a Corredeira da Espalhadeira, com dois pontos para banho; a Fazenda Inhumas, com sua casa grande e uma bela lagoa; a Serra dos Ventos, de clima permanentemente ameno; e a Serra do Caboclo, a 12 km do centro da cidade, que tem como destaque a Pedra do Caboclo. O topo desta gigantesca pedra está a mais de 100 metros de formação da serra e a sua altura tem gerado várias histórias, algumas fantasiosas. Dizem os moradores da região que, num dia claro, sem nuvens, e com auxílio de uma luneta, dali uma pessoa pode enxergar o mar (CPRM, 2008). Infraestrutura Urbana O Município de Belo Jardim possui o abastecimento de água do sistema Bitury, gerido pela Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento). Quanto ao acesso da população aos serviços de distribuição d água, esgotamento sanitário e coleta de lixo, os dados do Censo de 2010 do IBGE, registram para o Município, que para um total de domicílios, eram atendidos pelo sistema de abastecimento da rede geral.

81 Dos domicílios particulares permanentes, tinham o lixo coletado pelo serviço de limpeza. No que diz respeito ao serviço de energia elétrica, dos domicílios totais possuíam abastecimento elétrico pela companhia distribuidora. A companhia distribuidora de energia elétrica, como ocorre em todos os municípios do Estado de Pernambuco ficam á cargo da CELPE (Companhia Energética de Pernambuco). O município apresenta ainda a seguinte rede de infraestrutura: INFRAESTRUTURA Estabelecimentos bancários Agência bancária 04 Educação Estabelecimentos de ensino fundamental 102 Estabelecimentos de ensino médio 10 Saúde Estabelecimentos de saúde 34 Estabelecimentos ambulatoriais 22 Leitos hospitalares 61 IBGE, Caracterização da Rodovia para Determinação dos Índices de Risco Este item visa suprir informações para a determinação do Índice Técnico (IT), apresentado no Quadro de Determinação dos Índices IT, IR e IP adiante, conforme metodologia adotada (Manual Rodoviário de Conservação, Monitoramento e Controle Ambientais DNER, 1996). a) Estado de Conservação A Rodovia está implantada em área já antropizada. b) Características de Interesse Antrópico

82 tem-se: Considerando-se os três parâmetros da metodologia adotada, relativamente a este item, b.1) Interesse estratégico Consideram-se, na avaliação deste item os seguintes parâmetros: Rota de evacuação de regiões de risco de catástrofes (naturais ou não); Traçado alternativo para eventual interrupção de vias principais; Via de ligação a pontos estratégicos de segurança pública/nacional. O trecho em estudo não apresenta singularidade com relação a estes parâmetros. b.2) Interesse Sócio-Econômico As obras proporcionarão melhores condições de acesso. b.3) Risco de Danos Ambientais Este item tem como objetivo a identificação de bens ambientais (biofísicos e antrópicos) que possam ser prejudicados com os elementos do empreendimento, especialmente nas áreas de jazidas, uma vez tratar-se de um Projeto de recuperação. São considerados bens ambientais as áreas protegidas por lei (parques, reservas, APAs, etc.) além de corpos hídricos que abasteçam centros urbanos e industriais (rios, lagos, reservatórios, represas), onde acidentes possam por em risco a qualidade/quantidade das águas destinadas ao uso. São ainda bens ambientais as formas de vegetação de preservação permanente definidas na legislação federal (Código Florestal e Resolução CONAMA 004/95) e estadual que exercem a função de preservar o relevo, os cursos d água e demais fontes de abastecimento Determinação da Prioridade nas Intervenções Este item determinou, com base no diagnóstico anterior, um Índice Técnico e de Risco geoambiental para o projeto e, conseqüentemente, um Índice de Prioridade para as intervenções ambientais corretivas que se fizerem necessárias. Estão embutidos no conceito de risco, não só os

83 parâmetros de natureza biofísica, mas, também, os de natureza técnica e sócio-econômica, de sorte que, o Índice de Prioridade resultante decorre de um conjunto integrado de fatores. A caracterização ambiental apresentada anteriormente encadeou o preenchimento do quadro Determinação da Prioridade nas Intervenções, apresentado a seguir, atingindo-se os seguintes índices (em negrito e sublinhado no referido quadro):. Índice de Risco Técnico (IT) = 3 (médio). Índice de Risco Geoambiental/Climático (IR) = 1 (baixo). Índice de Prioridade (IP) = 3 (médio) Interpretando-se os resultados alcançados, tem-se as seguintes conclusões: A resultante dos dois índices referidos é um Índice de Prioridade (IP) = 3, ou seja, de média magnitude, o que significa que não há necessidade de se adotar medidas complexas e onerosas para mitigar os impactos a serem gerados pelo empreendimento, situando-se o Nível de Intervenção correspondente, no nível 2. O mediano valor atribuído ao Índice Técnico decorre da conjunção dos fatores importância sócio-econômica da rodovia e do volume de tráfego. Por sua vez, a baixa precipitação pluviométrica e os médios atributos de risco de erosão levaram a um Índice de Risco Geoambiental também baixos. Uma das maiores vantagens da metodologia em apreço é que ela permite que se determine um nível de intervenção que seja compatível com a importância sócio-econômica e geoambiental do segmento rodoviário em estudo, evitando a proposição de soluções descabidas no que concerne a complexidade e custos, valorizando, pois, a racionalidade nas intervenções, as quais estão assim classificadas:. Nível 1 (Índices de Prioridade na faixa de 1 a 2): Intervenções com menor custo de implantação, indicadas para baixos Índices de Prioridade, p. ex.: execução de canaletas de drenagem sem revestimento ou revestidas com grama;

84 acerto manual de taludes; aplicação de solo cimento ensacado para obturação de taludes erodidos, pequenas operações de terraplenagem para correção da inclinação de taludes; etc.. Nível 2 (Índices de Prioridade na faixa de 3 a 5): Intervenções de natureza executiva mais complexa, envolvendo equipamentos de maior porte, equipes humanas com especialização adequada aos serviços, e, em alguns casos, necessitam de matéria prima obedecendo a especificações técnicas. Estas soluções serão indicadas para Índices e Prioridade médios, podendo-se citar como exemplos: canaletas de drenagem revestidas em concreto; acerto de taludes pelo uso de equipamentos de terraplenagem; utilização de gabiões na recuperação de taludes erodidos; confecção de muros de peso; aplicação de drenos sub-horizontais; etc.. Nível 3 (Índices de Prioridade na faixa de 6 a 7): Finalmente, neste grupo encontram-se aquelas soluções com o custo de implantação mais elevado entre os três níveis considerados, tendo-se como exemplos: cortinas atirantadas; muros em concreto armado; terra armada; aplicação de estacas raiz; etc. É necessário frisar que a proteção vegetal deve ser considerada como complemento à todos os níveis, independentemente da solução adotada.

85 QUADRO DE LEVANTAMENTO DE PARÂMETROS PARA CARACTERIZAÇÃO DA RODOVIA 1. Condição Geral da Via/Pista e Acostamento Péssimo Regular Bom X 2. Sistema de Drenagem Suficiente X Insuficiente Bem conservado 3. Volume de Tráfego X Mal conservado Mais de veículos/dia 4. Características de Interesse Antrópico Interesse estratégico Sim X Não Interesse sócio-econômico Sim X Não Risco de dano ambiental Sim Não X 5 Cobertura Vegetal Densa Esparsa X Nula Adequada: Sim X Não 6. Solo/Taludes Estável X Médio Instável 7. Clima Precipitação: 770 mm/ano Estiagem prolongada: Sim X Não QUADRO DE LEVANTAMENTO DE PARÂMETROS PARA CARACTERIZAÇÃO DA RODOVIA DE INTERVENSÕES

86 ÍNDICE DE PRIORIDADE ÍNDICE ÍNDICE DE RISCO TÉCNICO < = > = DETERMINAÇÃO DE PRIORIZAÇÃO DE INTERVENÇÕES

87 Determinação dos Índices IT, IR e IP 1. Condições Gerais da Via / Pista e Acostamento V1: Péssimo V2 Regular V3 Bom 1a. ESTADO DE CONSERVAÇÃO SISTEMA DE DRENAGEM Condições Insuficiente Insuficiente Suficiente Suficiente Gerais da via Mal Conservada Bem Conservada Mal Conservada Bem Conservada V1 Péssimo Mau Regular V2 Mau Regular Ótimo V3 Regular Bom Ótimo 2. ÍNDICE TÉCNICO VOLUME MÉDIO DE TRÁFEGO DIÁRIO Estado de Conservação < 300 < 700 < 1400 < 3000 > 3000 Ótimo Bom Regular Mau Péssimo a. Interesse Estratégico +1 Interesse Sócio-Econômico +1 IT = 3+ 0 = 3 Risco de Dano Ambiental RISCO GEO-AMBIENTAL COBERTURA VEGETAL Tipo/Estado de Solo Densa/Adequada Densa/Inadequada Esparsa/Adequada Esparsa/Nula/Inadequada Estável G0 G1 G2 Médio G1 G2 G3 Instável G2 G3 G4 3a. RISCO CLIMÁTICO: Nulo Precipitação até 1000 mm/ano sem estiagem prolongada Baixo Precipitação até 1000 mm/ano com estiagem prolongada Médio Precipitação < 2000 mm/ano Alto Precipitação > 2000 mm/ano 3b. ÍNDICE DE RISCO Risco Climático RISCO GEO-AMBIENTAL Nulo Baixo Médio Alto G G G G G DETERMINAÇÃO DE PRIORIZAÇÃO DE INTERVENÇÕES

88 Análise dos Riscos da Exploração das Jazidas Para implantação e pavimentação do trecho em estudo será necessário, segundo os Estudos de Terraplenagem, a utilização de 1 jazida, cujos riscos ambientais são comentados a seguir: Jazidas Localização Estaca de Projeto Lado Distância Vegetação Préexistente Benfeitorias Risco Ambiental Antrópico J ,00 E 3, Biofísico Apesar de ser uma área antropizada, observa-se que haverá uma pequena perda da biota em decorrência de haver, na área a ser utilizada, uma vegetação nativa. antrópico. A ausência de benfeitorias e caminhos de serviço rurais, por sua vez reduz o risco Após a utilização da Jazida será necessária a devida revegetação da área utilizada evitando assim que posteriormente processos erosivos sejam ativados tornanando-se em passivos ambientais Análise Integrada O diagnóstico ambiental e do meio antrópico destaca que a área de influência é uma região de ocupação antiga já impactada pelo povoamento, por empreendimentos econômicos e pela exploração intensiva dos recursos naturais. Registra também que as obras não deverão acarretar transformações significativas na estrutura produtiva, dinâmica e demográfica. O diagnóstico do meio físico permite verificar que os principais recursos abióticos ameaçados pelas atividades humanas são as águas superficiais, o solo e o ar, através dos quais atingem os recursos bióticos, principalmente o homem, este nos aspectos sócio-econômicos e afetando a qualidade de vida das populações Impactos Ambientais Em se tratando de um ambiente já bastante explorado, deve-se destacar que o meio biótico já se encontra fragmentado e empobrecido de espécies nativas, deste modo, o

89 empreendimento não ocasionará impactos ambientais significativos, pois serão tomadas as medidas mitigadoras de impactos ambientais. Os impactos positivos embora se distribuam pelos três subsistemas ambientais concentram-se mais no meio antrópico e isso condiz com a natureza da infra-estrutura viária. No entanto o meio físico será beneficiado quando se visualizam as obras de drenagem e controle das operações ao tratar dos recursos ambientais. Impactos ao meio Físico Recursos Minerais As obras de terraplenagem, a implantação de canteiros, a execução da pavimentação e das obras complementares irão requerer o uso de materiais provenientes de pedreiras, jazidas de empréstimos e depósitos de areia. Esse incremento necessário nas atividades de mineração da região apresenta aspectos positivos e negativos. Os aspectos positivos são representados pelo incentivo à produção e conseqüente movimentação da economia, com crescimento da oferta de empregos, aumento de arrecadações públicas, etc. Do ponto de vista negativo, podem ser apontadas: as alterações paisagísticas inerentes a exploração de jazidas e pedreiras; a geração de vertentes abruptas e sem cobertura vegetal; as modificações introduzidas no sistema de drenagem natural, podendo resultar em acumulações de água (piscinas) que, por sua vez, podem se tornar criadouros de vetores de doenças. Fenômenos erosivos e de assoreamento têm, muitas vezes, sua origem em pedreiras e jazidas mal exploradas. Além desses problemas, os trabalhos de exploração de jazidas e pedreiras e o beneficiamento dos materiais resultantes em usinas de solos e de asfalto e unidades de britagem, são fontes de vibrações, ruídos, poeiras e fumaça, gerados pelos equipamentos utilizados nas suas operações. Deve-se ainda considerar as possibilidades de acidentes de trabalho envolvidas em todas essas unidades industriais.

90 A exploração de areais, por sua vez, quando não corretamente executada, pode provocar importantes modificações nos regimes dos rios, quando executada em seu leito, ou resultar em crateras, quando da exploração de áreas de várzea. Neste último caso, um aspecto positivo é representado pela geração de áreas de criação de alevinos, as próprias crateras, incrementando a atividade pesqueira. Do mesmo modo, quando bem executada, a dragagem dos fundos de rios pode representar um elemento de reequilíbrio fluvial, colaborando para a redução de enchentes. A potencialização (efetivação e/ou magnificação) dos aspectos positivos desse impacto pode ser conseguida pela divulgação das necessidades da obra, em termos de insumos minerais, e pela preferência e apoio aos produtores locais. Para a mitigação de seus aspectos negativos, recomenda-se: Elaboração de planos de exploração racional de pedreiras e jazidas; Monitoramento, controle e adequação desses planos, ao longo da exploração; Recuperação Ambiental, para a fase de pós exploração. Os principais recursos minerais que as obras demandarão são materiais de construção. Os outros materiais são areia, brita e pedra granítica, bem como os materiais granulares mais grosseiros que são usados como substrato. Estes materiais são extraídos na própria região e aquisição é feita por meio de terceiros, a qual deverá ser realizada com os cuidados e com as licenças ambientais correspondentes, conforme está estabelecido nas normas e especificações. Ar A exploração de pedreiras e a execução da terraplenagem trarão efeitos negativos ao meio, como a degradação do ar, relacionados à emissão de poeira em decorrência ao tráfego de veículos pesados, as detonações e as instalações de britagem e das usinas de asfalto (poeira e fumaças). Quanto à operação de usinas de asfalto e/ou de concreto, que evidentemente oferecem maiores riscos às populações vizinhas, elas terão suas localizações e atividades (sujeita a licenciamento ambiental específico).

91 Ruídos e Vibrações As principais fontes de ruídos serão os equipamentos utilizados durante as obras, com destaque especial para a execução de terraplenagem e as explorações de jazidas de solo e caixas de empréstimo, que atingirão, além dos operários em atividade, a população residente nas proximidades. Desta forma, os serviços de construção deverão ter regras especiais de trabalho, especialmente no período noturno. A Emissão de ruídos representa ainda, na fase de construção, impactos sobre a fauna local que, pela própria mobilidade, se afastarão do incômodo durante as operações mais ruidosas. Início ou Aceleração de Processos Erosivos Os responsáveis pelo surgimento desse impacto serão os trabalhos de terraplenagem, particularmente quando realizados em áreas suscetíveis ao fenômeno (solos erodíveis, altas declividades, etc.), ainda mais, quando os serviços forem executados em períodos de maior pluviosidade. Esse impacto será sentido não só ao longo da área diretamente afetada pela construção, mas também e principalmente, junto às áreas de obtenção de materiais de construção (jazidas e áreas de empréstimo). Mesmo durante o período de operação, esse impacto terá seus efeitos extremamente reduzidos, desde que os serviços de manutenção rodoviária não sejam negligenciados. Durante o período de construção, ele não deve provocar alterações que possam comprometer de forma marcante a qualidade ambiental, uma vez que tem abrangência local e duração temporária. Para que os efeitos sejam mitigados, deve-se realizar: Programação dos serviços de terraplenagem levando em consideração os elementos climáticos, de modo que sejam evitados trabalhos nos meses mais chuvosos. Implantar, rigorosamente, todos os elementos de drenagem previstos em projeto e, se possível, melhorá-los. Executar a proteção vegetal imediatamente após a construção de cada elemento de terraplenagem.

92 Corrigir imediatamente os processos erosivos incipientes, Interferências com a Qualidade das Águas Superficiais e Subterrâneas Durante a fase de construção, deve-se considerar, além daspossibilidades de geração de sedimentos e assoreamento dos cursos de drenagem, diretamente relacionados, há a possibilidade, ainda, de vazamentos de efluentes de garagens e oficinas (óleos e graxas), além de águas servidas (banheiros, cozinhas e refeitórios) dos canteiros de obras e outras estruturas de apoio às obras (como áreas de obtenção de materiais de construção, usinas de asfalto, centrais de britagem e outras). Para minimizar tais condições, os canteiros deverão ser instalados a distâncias seguras dos cursos de drenagem e próximos às estruturas urbanas de coleta e tratamento de efluentes, facilitando a solução desta possível manifestação do impacto, a partir de entendimentos com o poder público e a iniciativa privada local, tornando-o de baixa magnitude, porém de média importância. Deposição de Materiais de Descarte Os três tipos principais de materiais de descarte, gerados pelo empreendimento, destacam-se como potenciais geradores desse impacto: Restos de vegetação retirados, incluindo o horizonte orgânico dos solos; Solos, rochas alteradas e rochas geotecnicamente ruins ou saturadas de água, cujo emprego seja impossível, indesejável, difícil ou oneroso (caso dos solos argilosiltosos saturados); Excessos de materiais de corte, em relação aos utilizados em aterros. Para esses materiais há necessidade de prever-se usos ou locais adequados para deposição. Além disso, são necessárias tecnologias de deposição e acumulação compatíveis com uma baixa agressão ambiental, pois em caso contrário, os mesmos poderão resultar em locais de início de processos erosivos e, consequentemente, de fornecimento de materiais para o assoreamento dos cursos de drenagem.

93 O descarte inadequado desses materiais pode representar, ainda, elementos extremamente agressivos à paisagem local, muitas vezes resultando na desestabilização do próprio leito estradal. Os bota-foras deverão ser tratados como aterros rodoviários, devendo ser compactados, protegidos por hidrossemeadura ou enleivamento, dotados de condição de drenagem adequada e localização, preferentemente, em terrenos pouco inclinados, sem vegetação de porte, longe de cursos d água e tendo sua fundação preparada para recebê-los. As medidas Recomendadas na Fase de Construção da obra, são: Deposição e reserva de solos orgânicos e restos vegetais para o revestimento de taludes de aterros, para facilitar o recobrimento vegetal. Seguir, criteriosamente, as indicações de Projeto quanto aos locais de bota-foras, respeitando as Especificações técnicas e procurando seu engastamento ao terreno natural, segundo índices de conformação, compactação, recobrimento vegetal, drenagem e outros. Impactos ao meio Biótico Supressão da Vegetação Nativa Esse impacto encontra-se, com freqüência, diretamente associado às etapas de Abertura de Acessos, Implantação de Canteiros e Alojamentos. Nestes momentos será removida a vegetação existente dentro dos diferentes setores alvo das ações inerentes a cada etapa. Estes impactos não são expressivos na obra, visto que a área é bastante antropizada.. Formação de Ambientes Propícios ao Desenvolvimento de Vetores O acúmulo de lixo e de sucatas nas áreas dos canteiros, alojamentos e áreas de apoio às obras (pedreiras, jazidas, areais, centrais de britagem, usinas de asfalto e outras), além da própria estocagem de materiais, pode atuar como um agente de atração de espécies sinantrópicas, dentre as quais se incluem roedores que atuam como vetores de agentes etiológicos de diversas doenças. Poderá gerar, ainda, ambientes propícios à proliferação de mosquitos e moscas, vetores de outras tantas endemias.

94 Também as águas servidas (cozinha e esgotos), poderão levar à criação de tais condicionantes. Trata-se, portanto, de um impacto que, embora restrito à fase de construção e de caráter local e baixa magnitude, pela facilidade de mitigação, torna-se de grande importância, caso venha a ocorrer. As medidas Recomendadas são: Ensacar o lixo gerado nos canteiros e alojamentos, para o recolhimento pelo serviço local ou para seu transporte a locais indicados pela Prefeitura da cidade. Alternativamente, o lixo degradável poderá ser enterrado, adotando-se procedimentos que evitem contaminação dos cursos d'água e incêndios. Tratar as águas servidas em fossas sépticas, sumidouros e caixas de gordura, com deságüe final distante de poços ou cursos de captação. Impactos Sobre a Socioeconomia Alteração no Cotidiano da População graus de intensidade. Esse impacto deverá ocorrer em todas as fases do empreendimento, com diferentes A mobilização da mão-de-obra para as obras civis de construção, por sua vez, constitui uma ação capaz de provocar grandes expectativas nas populações afetadas, em virtude de sua natureza arregimentadora. Esta oportunidade gera aspectos positivos, quanto às possibilidades de obtenção de emprego e melhoria geral na renda pessoal. Entretanto, ao mesmo tempo, introduz num ambiente relativamente estável, oportunidades para mudanças acentuadas nos costumes ou no quadro geral dos comportamentos, pouco compatíveis com aqueles típicos dessas comunidades. A presença e circulação de grande número de pessoas e equipamentos introduzem um elemento de transtorno no ambiente em que as relações humanas se desenvolvem. As medidas recomendadas são:

95 Comunicação constante do DNIT com a população local, esclarecendo as dúvidas existentes e mantendo-a informada sobre as diversas ações ligadas às obras, priorizando as informações sobre os desvios de tráfego e o cronograma das atividades a serem desenvolvidas próximo aos centros urbanos e localidades rurais. Planejamento da mobilização de mão-de-obra, máquinas, materiais e equipamentos, de forma a minimizar as perturbações na vida da população residente. Contato constante com as Prefeituras locais e demais órgãos públicos, de modo a acompanhar as alterações sofridas nos municípios e, se for o caso, adotar medidas necessárias para minimizar o impacto. Alteração no quadro demográfico A mobilização de mão-de-obra para as obras civis possui, um fator arregimentador de população e, também, de deslocamento populacional que pode assumir grande intensidade e peso, dependendo do meio para o qual a população se desloca ou onde a arregimentação acontece. Dependendo do contingente envolvido, essa ação poderá ter grande impacto nas comunidades afetadas. regiões afetadas. Entre os efeitos previsíveis desse impacto estão alterações no quadro demográfico das De um lado, a introdução desse contingente de pessoas significa uma modificação substancial nas taxas de crescimento da população. Se os equipamentos e serviços estiverem dimensionados, aproximadamente, para uma taxa de crescimento esperada em virtude da rotina, um crescimento acelerado constitui transtorno não desprezível. Outro fator demográfico relevante refere-se às modificações abruptas na estrutura etária da população e na sua composição por sexo. A mão-de-obra mobilizada para essas obras é, via de regra, predominantemente masculina e concentrada na faixa etária de 20 a 40 anos. No que tange à natureza do impacto pelos efeitos que provoca na utilização de equipamentos e serviços existentes, é negativa.

96 Como os efeitos desse impacto devem cessar, assim que as obras forem concluídas, trata-se de um impacto pequeno e temporário, apresentando-se, igualmente, como reversível. As medidas recomendadas são: Priorização da contratação de mão-de-obra local, de forma a reduzir a entrada de pessoas estranhas à região. Aumento ta Oferta de Postos de Trabalho A mobilização de mão-de-obra significa exatamente a geração de postos de trabalho relacionados à construção civil, nesse sentido é prevista a criação de muitos empregos na implantação das obras e na construção das variantes. Esta geração de empregos contribuirá para aumentar a renda familiar dos operários beneficiados, influenciando no aumento da demanda por bens e serviços. Aumentando a oferta de postos de trabalho, espera-se que ocorram dois fatos; em primeiro lugar uma melhoria geral na taxa de ocupação da população e, simultaneamente, o crescimento do emprego formal, ou seja, com registro em carteira e os direitos correlatos, amenizando os efeitos locais do desemprego. Em segundo lugar, oferece novas possibilidades de trabalho para os segmentos mais jovens da população, que tem menor oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. Este é um impacto de natureza indiscutivelmente positiva. Medida Recomendada: Priorização da contratação de mão-de-obra local. Aumento da Demanda por Bens e Serviços O aumento da demanda por bens e serviços está relacionado a dois eventos distintos, sendo o primeiro, o impacto primário das obras de construção civil e o outro derivado do aumento da taxa de salário e da renda da população, desde a mobilização da mão-de-obra.

97 Interferência com a Infra-estrutura Viária e de Transmissão As interferências na malha urbana, normalmente, ocorrerão com paralisações do tráfego rodoviário, provocando transtornos decorrentes de engarrafamentos. Medida Recomendada: Planejamento das obras segundo as normas vigentes e em comum acordo com os concessionários. Alteração no quadro de Saúde Tendo em vista que a questão dos acidentes de trabalho deverá ser equacionada pelas empresas de construção, à luz da legislação vigente, e o componente ambiental concernente à Saúde e Segurança Ocupacional da mão de obra serão os impactos avaliados na questão geral, quanto ao estado de saúde da população. A concentração de mulheres dedicadas à prostituição nas proximidades dos aglomerados de trabalhadores, proliferando doenças venéreas, como blenorragia e outras sexualmente transmissíveis. A conseqüência previsível dessa situação de risco é a elevação das incidências dessas doenças parasitárias e sexualmente transmissíveis, na população das áreas atingidas. Esse impacto, efetivando seus efeitos, possui clara natureza negativa, uma vez que se trata de colocar sob risco de infecções, populações que não dispõem de meios adequados de defesa sanitária, nas condições de relativa transitoriedade em que viverão. Como, entretanto, espera-se que boa parte da mão de obra seja recrutada nas proximidades, a magnitude desse impacto deverá ser baixa, embora sua importância possa tornar-se grande, caso a população seja atingida e/ou não tomadas as providências cabíveis. Medidas Recomendadas:

98 Realizar exames médicos admissionais, bem como periódicos, durante o tempo de duração das obras, de modo a monitorar qualquer alteração no quadro de saúde da mão-de-obra. Tratar adequadamente a água de abastecimento dos canteiros, bem como todos os efluentes oriundos dos mesmos, visando não só proteger os trabalhadores empregados na construção, como a população circunvizinha. Desenvolver atividades de educação em saúde, que deverão abranger toda a mãode-obra contratada. Fiscalizar continuamente as condições sanitárias dos canteiros de obras Levantamento do Passivo Ambiental Considerações Iniciais Uma das maiores preocupações dos administradores rodoviários tem sido a acumulação de passivos ambientais. No caso particular da construção de rodovias, semelhante a qualquer outra obra contratada com terceiros, a responsabilidade civil sobre os passivos, inclusive ambiental, recai diretamente sobre o contratante e a responsabilidade criminal sobre os administradores da contratante. Dessa forma, o DNIT, orientado pela necessidade de se resguardar das conseqüências da geração de passivos, somada à maior consciência da necessidade de proteger os recursos naturais, tem buscado uma maior qualidade em todas as suas operações, sejam de projetos, de obras, de conservação e de operação rodoviária Cadastramento do Passivo Ambiental Apresenta-se, neste item, os levantamentos de campo, quantificações e avaliações, e indicação de soluções para recuperação do Passivo Ambiental Conceitualmente define-se Passivo Ambiental de redes viárias (DNER ISA-246) como: toda ocorrência decorrente da falha de construção, restauração ou manutenção da rodovia capaz de atuar como fator de dano ou degradação ambiental à área de influência direta, ao corpo estradal ou ao usuário, ou a causada por terceiros ou por condições climáticas adversas, capaz de atuar como fator de dano ou degradação ambiental ao corpo estradal ou ao usuário.

99 Metodologia No levantamento do Passivo Ambiental do projeto em apreço, leva-se em conta a identificação dos problemas nos seguintes agrupamentos:. Grupo I: Faixa de Domínio e Áreas Adjacentes;. Grupo II: Áreas Exploradas (pedreiras, areais, jazidas, empréstimos e bota-foras).. Grupo III Problemas decorrentes da Ação de Terceiros;. Grupo IV: Interferência com Aglomerações/Equipamentos Urbanos Levantamento O Passivo Ambiental da Variante é pouco relevante, haja vista as seguintes razões: a) Grupo I - Faixa de Domínio e Áreas Adjacentes Neste agrupamento concentra-se todo o Passivo Ambiental de natureza física, consistindo, basicamente de problemas em cortes: erosões e pequenos ravinamentos. Decorre principalmente da combinação dos fatores natureza dos solos versus ausência de proteção. Ao longo do tempo, tais fatores concorreram para um processo de erosão laminar diferencial dos maciços, deformando-lhes a inclinação, resultando, em alguns casos, no solapamento da base dos taludes. Desta forma, os problemas nos cortes não resultam de instabilidades geológicas, mas sim da associação dos fatores citados anteriormente. Com efeito, em termos geomorfológicos, o modelado, sendo de dissecação fluvial homogênea, não obedece a controle estrutural (ver caracterização ambiental). b) Grupo II Áreas Exploradas Identificação de antigas áreas de uso para apoio as obras que interfiram ou tenham potencial de interferência na rodovia e/ou em comunidades lindeiras.

100 Compreende o registro de problemas originados em áreas utilizadas para apoio às obras, a saber: áreas exploradas para obtenção de materiais de construção (brita, areia, seixo, solo, cascalho), ocupadas por bota-foras, acampamentos, etc. Nenhum problema relacionado com áreas exploradas nas margens da rodovia foi encontrado. c) Grupo III Problemas Decorrentes da Ação de Terceiros Identificação de problemas decorrentes de ações de terceiros. Compreenderá o registro de passivos decorrentes de ações de terceiros (p.ex. lavouras, indústrias, atividades agrícolas, terraplanagens, lixo etc.) que interfiram ou com potencial de interferência no corpo estradal e/ou faixa de domínio da rodovia. Não foram encontrados problemas relacionados com a ação de terceiros com potencial interferência ao empreendimento. d) Grupo IV Interferências com Aglomerações/Equipamentos Urbanos Consiste na identificação de interferência com núcleos urbanos e compreenderá a caracterização das travessias urbanas e seus equipamentos. Na área de interferência do projeto em estudo, existem equipamentos de apoio ao viajante (postos de combustível, restaurantes, hotel e pousada), além de oficinas e comércio. No entanto não será necessária a remoção dos mesmos. e) Grupo V Identificação de acessos irregulares e ocupações da Faixa de Domínio. Identificação de acessos irregulares e ocupações da Faixa de Domínio. Compreenderá a caracterização dos acessos e o uso indevido da faixa de domínio por terceiros.

101 Grupo I - Faixa de Domínio e Áreas Adjacentes Discriminação e Classificação do Problema: ER 16 Localização: Cobertura Vegetal (m 2 ): km 178,40 Gramíneas 250,00 Lado LD Arbustiva - Distância ao eixo 5,50 Arbóreas - Montante X Inexistente - Jusante Classif. do Material (%): Dimensões (m): 1 a categoria 70 Comprimento 2 a categoria 20 Largura 3 a categoria 10 Altura Gravidade: Presença de água: Interna 00 Lençóis freáticos aflorantes Externa 01 Retenção de águas pluviais Solução Soluções Propostas: Os processos erosivos serão solucionados com a implantação do projeto de drenagem e após a realização da revegetação das áreas de taludes. Comentários:

102 Grupo I - Faixa de Domínio e Áreas Adjacentes Discriminação e Classificação do Problema: ER 04 Localização: Cobertura Vegetal (m 2 ): km 178,45 Gramíneas Lado LD Arbustiva Distância ao eixo 5,50 Arbóreas Montante X Inexistente Jusante Classif. do Material (%): Dimensões (m): 1 a categoria 65 Comprimento 40,00 2 a categoria 25 Largura 3,00 3 a categoria 10 Altura 0,80 Gravidade: Presença de água: Interna 01 Lençóis freáticos aflorantes Externa 01 Retenção de águas pluviais Solução Soluções Propostas: Os processos erosivos serão solucionados com a implantação do projeto de drenagem e após a realização da revegetação das áreas de taludes. Comentários:

103 Grupo V - Ocupação da Faixa de Domínio Discriminação e Classificação do Problema: AI 60 Localização: km 178,05 Caracterização do Problema: Lado LE Acesso a loteamento não obedece às normas técnicas do Dimensões DNIT. Comprimento 5,00 Largura 8,00 Altura Pista de Rolamento Interferência com o Corpo Estradal Acostamento X Sistema de Drenagem X Segmento Crítico N Talude de Aterro Gravidade: Talude de Corte Interna 01 Áreas remanescentes da Faixa de Domínio Externa 01 Soluções Propostas: Solução: Padronizar os acessos conforme as normas técnicas do DNIT. Comentários:

104 Grupo V - Ocupação da Faixa de Domínio Discriminação e Classificação do Problema: Localização: km 179,00 Caracterização do Problema: Lado LD Acesso a pousada não obedecendo às normas Dimensões técnicas do DNIT. Comprimento 5,00 Largura 7,50 Altura - Interferência com o Corpo Estradal Pista de Rolamento X Acostamento Sistema de Drenagem Segmento Crítico N Talude de Aterro Gravidade: Talude de Corte Interna 01 Área remanescentes da Faixa de Domínio Externa 01 Soluções Propostas: Solução: Padronizar os acessos conforme as normas técnicas do DNIT. Comentários:

105 4.4 Estudo Hidrológico Objetivo Os Estudos Hidrológicos tiveram como objetivo a pesquisa para a obtenção de elementos de natureza pluviométrica e pluviográfica da região além de fornecer os subsídios necessários para a definição da descarga de projeto, da obra da estaca 16+15,00 da Av. Júlia Rodrigues Torres. Foram elaborados cálculos a partir dos dados coletados dos elementos existentes de pluviometria, pluviografia e cartográficos da área de interesse do projeto Coleta e Apresentação dos Dados Os dados pluviométricos utilizados foram obtidos da série histórica do Posto de Belo Jardim PE instalado em 1963 pela SUDENE Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste através de site da Internet. Os elementos a seguir caracterizam o referido posto pluviométrico: Posto : Município : Belo Jardim Tipo : Pluviométrico Latitude : 08º.20 S Longitude : 36º.27 W

106 Altitude: 616m Data de instalação : 1963 Entidade instaladora : SUDENE Foram extraídos os elementos de chuva máxima mensal anual do período de observação de 1963 a 1992 e elaborados os gráficos de curva intensidade x duração para os diversos tempos de recorrência desejados utilizando-se o método estatístico de Gumbel conforme discriminado a seguir. Processamento estatístico dos dados pelo critério de Gumbel; Utilização da fórmula de Ven-Te-Chow, para a definição da curva representativa das precipitações máximas, correspondente a 1 dia de duração; Utilização das relações existentes entre as chuvas de 6 minutos, 1 hora e 24 horas de duração, para obtenção das curvas de precipitação-duração-freqüência. De posse da série histórica de dados pluviométricos, após o respectivo processamento estatístico, ajustou-se uma curva representativa das precipitações máximas em função de sua probabilidade de ocorrência, utilizando-se a fórmula de Ven-Te-Chow. seguintes equações: Para a realização da análise estatística da série histórica obtida foram utilizadas as P P Med = n ( P P u = n 1 Med ) 2 Onde: P Med.= Precipitação média durante o período observado, em mililitros; P = Máxima precipitação diária anual, em milímetros; n = Quantidade total das máximas precipitações diárias anuais consideradas na análise; u = Desvio padrão das máximas precipitações diárias anuais.

107 equação: A freqüência com que cada uma dessas chuvas poderá ocorrer foi determinada pela N F = n + 1 Onde: F = Freqüência de ocorrência de determinada chuva, em percentual; N = Número de ordem ocupado por cada uma das precipitações máximas diárias anuais, dispostas numa ordem decrescente de valores; n = Quantidade total das máximas precipitações diárias anuais consideradas na análise. A probabilidade de ocorrência de cada uma das máximas precipitações diárias anuais foi estabelecida pela equação: Onde: 1 T R = F T R = Probabilidade de ocorrência de cada uma das máximas precipitações diárias anuais; F = Freqüência de ocorrência de cada uma das máximas precipitações diárias anuais, em decimal. seguinte fórmula: Para a determinação das precipitações para chuvas de 1 dia de duração, foi utilizada a Onde: P = PMed. + P = Precipitação máxima para chuvas de 1 dia de duração, em milímetros; P med. = Precipitação média durante o período observado, em milímetros; n = Desvio padrão das máximas precipitações diárias anuais; Kn K = Fator de freqüência, obtido das tabelas de Gumbel Fatores de freqüência, em função do período de observação e dos tempos de recorrência. Através da análise das curvas de Intensidade-duração-freqüência, contidas na publicação Chuvas Intensas no Brasil do Eng. Otto Pfafstetter, o Eng. Jaime Taborga Torrico, constatou a proporcionalidade entre as relações de precipitações de 6 minutos/24 horas e de 1 hora/24

108 horas para as diversas regiões brasileiras, traduzindo-as sob forma de mapa de Isozonas ou zonas de mesma relação pluviométrica em sua publicação denominada Práticas Hidrológicas. Os valores das precipitações para chuvas de 1 dia de duração, correspondentes aos tempos de recorrência utilizados na proporcionalidade entre as relações de precipitações, foram convenientemente convertidos para chuvas com duração de 24 horas, 1 hora e 6 minutos, através da utilização das porcentagens indicadas no mapa das Isozonas, para a isozona correspondente a região na qual o projeto está inserido. A plotagem dos valores obtidos através das relações pluviométricas, possibilitou a obtenção das retas de precipitação-duração-freqüência, para os tempos de recorrência utilizados no projeto. As curvas de Intensidade-duração-frequência foram obtidas através de analogias com as retas de precipitação-duração-freqüência, respeitando-se os tempos de recorrência utilizados. Para 6 minutos: P i( 6 min) = i(6 min) = 10P 0,10 Para 1 hora: i (1hora) = P Para 2 horas: P i(2horas ) = 2 Para 24 horas i (24 horas) = P Os resultados desses estudos estão contidos no final do capítulo Clima

109 De acordo com a classificação de Koppen, o clima na região é do tipo Aw, característico das savanas tropicais. Clima quente, com verão úmido e o inverno seco de baixa. A temperatura média no mês mais quente mantém-se acima de 18º. C, limite abaixo do qual não se podem desenvolver certas plantas tropicais. A região compreendida por esses climas constitui o domínio da vegetação megatérmica, que exige uma temperatura constantemente alta e chuvas abundante. A umidade relativa do ar é muito elevada, com médias anuais em torno de 80%. No período de Maio a Julho os valores são mais elevados podendo atingir até 87%. A época mais seca vai de Novembro a Janeiro, com médias que chegam até 74%. O resultado desse estudo é apresentado no final do capítulo.

110 TABELA GUMBEL - Fatores de Freqüencia "K" Calculado por M.D.Reid em Nov de 1942 N/Tr PERÍODO DE RECORRENCIA (Tr anos ) ,058 1,848 2,289 2,606 2,847 3,588 4, ,034 1,809* 2,242 2,553 2,789 3,516 4, ,996 1,777 2,202 2,509 2,741 3,456 4, ,013 1,748 2,168 2,470 2,699 3,405 4, ,981 1,721 2,138 2,437 2,663 3,360 4, ,967 1,703 2,112 2,410 2,632 3,321 4, ,955 1,682 2,087 2,379 2,601 3,283 3, ,943 1,664 2,066 2,355 2,575 2,250 3, ,934 1,649 2,047 2,335 2,552 3,223 3, ,926 1,636 2,032 2,317 2,533 3,199 3, ,919 1,625 2,018 2,302 2,517 3,179 3, ,911 1,613 2,004 2,286 2,500 3,157 3, ,905 1,603 1,992 2,272 2,484 3,138 3, ,899 1,593 1,980 2,259 2,470 3,121 3, ,893 1,584 1,969 2,247 2,470 3,104 3, ,888 1,575 1,958 2,235 2,444 3,088 3, ,883 1,568 1,949 2,224 2,432 3,074 3, ,879 1,560 1,941 2,215 2,422 3,061 3, ,874 1,553 1,932 2,205 2,412 3,048 3, ,870 1,547 1,942 2,196 2,402 3,037 3, ,866 1,541 1,917 2,188 2,393 3,026 3, ,863 1,535 1,910 2,180 2,385 3,015 3, ,860 1,530 1,904 2,173 2,377 3,005 3, ,856 1,525 1,897 2,166 2,369 2,996 3, ,853 1,520 1,892 2,160 2,362 2,987 3, ,851 1,516 1,886 2,152 2,354 2,979 3, ,848 1,511 1,881 2,147 2,349 2,971 3, ,845 1,507 1,876 2,142 2,344 2,963 3, ,843 1,503 1,871 2,137 2,338 2,957 3, ,840 1,499 1,867 2,131 2,331 2,950 3, ,838 1,495 1,862 2,126 2,326 2,943 3, ,836 1,492 1,858 2,121 2,321 2,936 3, ,834 1,489 1,854 2,117 2,316 2,930 3, ,832 1,485 1,850 2,112 2,311 2,924 3, ,830 1,482 1,846 2,108 2,307 2,919 3, ,828 1,478 1,842 2,104 2,303 2,913 3, ,826 1,476 1,839 2,100 2,298 2,903 3, ,824 1,474 1,836 2,096 2,291 2,903 3, ,823 1,471 1,832 2,093 2,290 2,898 3, ,821 1,469 1,830 2,090 2,287 2,894 3, ,820 1,466 1,827 2,086 2,283 2,889 3, ,818 1,461 1,824 2,083 2,280 2,885 3, ,817 1,462 1,821 2,080 2,276 2,881 3, ,815 1,459 1,818 2,077 2,273 2,875 3, ,814 1,457 1,816 2,074 2,270 2,873 3, ,813 1,455 1,813 2,071 2,267 2,869 3, ,812 1,453 1,811 2,069 2,264 2,865 3, ,810 1,451 1,809 2,063 2,261 2,862 3, ,809 1,449 1,805 2,064 2,258 2,858 3, ,808 1,448 1,801 2,061 2,256 2,855 3, ,807 1,446 1,802 2,059 2,253 2,852 3,446 RODOVIA: TRECHO: SUBTRECHO: SEGMENTO LOTE: CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO Fatores de Freqüência QD

111 70º 64º 62º 58º 54º 50º 46º 42º 38º 0º 4º 8º 12º 16º 20º 24º 28º 32º TEMPO DE RECORRÊNCIA EM ANOS ZONA 1 HORA / 24 HORAS CHUVA 6 min 24 h CHUVA A B C D E F G H 36,2 38,1 40,1 42,0 44,0 46,0 47,9 49,0 35,8 37,8 39,7 41,6 43,6 45,5 47,4 49,4 35,6 37,5 39,5 41,4 43,3 45,3 47,2 49,1 35,5 37,4 39,3 41,2 43,2 45,1 47,0 48,9 35,4 37,3 39,2 41,1 43,0 44,9 46,8 48,8 36,3 37,2 39,1 41,0 42,9 44,8 46,7 48,6 35,0 36,9 38,8 40,7 42,6 44,5 46,4 48,3 34,7 36,6 38,4 40,3 42,2 44,1 46,9 47,8 33,6 36,4 37,2 39,0 40,9 42,7 44,5 46,3 32,5 34,3 36,0 37,6 39,6 41,3 43,1 44,8 7,0 8,4 9,8 11,2 12,6 13,9 15,4 16,7 6,3 7,5 8,5 10,0 11,2 12,4 13,7 14,9 RODOVIA : BR- 232/PE TRECHO : RECIFE - PARNAMIRIM SUBTRECHO : Entr. PE Entr. PE-180 (BELO JARDIM) SEGMENTO : km 178,0 - km 182,15 (CIDADE DE BELO JARDIM) ISOZONAS DE IGUAL PRECIPITAÇÃO CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO QD

112 MUNICÍPIO DE BELO JARDIM - PE PERÍODO DE OBSERVAÇÃO : 23 ANOS (1963 a 1992) EXPURGADOS OS ANOS DE 76 A 79 E 87 A 89 POSTO PLUVIOMÉTRICO N LATITUDE : 08º 20' S LONGITUDE : 36º 27' W ALTITUDE 616m Período de Observação: 23 anos FONTE : REDE HIDROCLIMATOLÓGICA DO NORDESTE - SUDENE SÉRIE HISTÓRICA ( Máxima Mensal anual ) ANOS Pi Pi (decresc) (Pi - P) (Pi - P) M 2 F=M/(N+1) (mm) (mm) (mm) (mm) (%) , ,0 61, ,42 0, , ,0 51, ,77 0, , ,0 50, ,60 0, , ,9 37, ,95 0, , ,4 27,98 783,03 0, , ,1 16,68 278,31 0, , ,9 15,48 239,71 0, , ,3 10,88 118,43 0, , ,1 7,68 59,02 0, , ,2 0,78 0,61 0, , ,8 0,38 0,15 0, , ,0-6,42 41,18 0, , ,0-9,42 88,69 0, , ,4-15,02 225,52 0, , ,5-16,92 286,20 0, , ,1-17,32 299,89 0, , ,5-18,92 357,87 0, , ,2-23,22 539,05 0, , ,4-25,02 625,87 0, , ,5-25,92 671,71 0, , ,3-34, ,00 0, , ,0-38, ,90 0, , ,0-50, ,91 0,96 TR= 1/F (ano) 24,0 12,0 8,0 6,0 4,8 4,0 3,4 3,0 2,7 2,4 2,2 2,0 1,8 1,7 1,6 1,5 1,4 1,3 1,3 1,2 1,1 1,1 1,0 TOTAIS 1.711,6 N = 23 P = σ = 74,42 (Média das precipitações máximas diárias anuais) 30,31 (Desvio Padrão) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO PROCESSO ESTATÍSTICO QD

113 Fórmula Geral de Ven Te Chow: P = P + kσ T R Tempo de Recorrência (anos) k 1,593 1,980 2,470 3,121 3,766 P 122,70 134,43 149,29 169,02 188,57 VALORES DA CORRELACIONAR ZONA 1 hora / 24 horas 6 min / 24 horas 10 15, / C 39,7 39,5 39,2 38,8 38,40 9,8 8,5 PRECIPITAÇÃO (mm) TR (ANOS) (EM HORAS) DIÁRIA , ,70 134,36 53,34 13, ,43 147,21 58,15 14, ,29 163,47 64,08 16, ,02 185,08 71,81 18, ,57 206,49 79,29 17,55 CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ANÁLISE PLUVIOMÉTRICA QD

114 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 CURVA INTENSIDADE X DURAÇÃO DE BELO JARDIM - PE TR=10 ANOS 79,4 64,1 55,1 48,7 43,8 39,8 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 TEMPO (h) PRECIPITAÇÃO (mm/h) CONSULPLAN CURVA DE INTENSIDADE X DURAÇÃO PARA 10 ANOS QD CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

115 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 CURVA INTENSIDADE X DURAÇÃO DE BELO JARDIM - PE TR=15 ANOS 87,0 70,2 60,4 53,4 48,0 43,6 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 PRECIPITAÇÃO (mm/h) CONSULPLAN CURVA DE INTENSIDADE X DURAÇÃO PARA 15 ANOS QD CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

116 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 CURVA INTENSIDADE X DURAÇÃO DE BELO JARDIM - PE TR=25 ANOS 96,6 78,0 67,0 59,3 53,3 48,4 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 TEMPO (h) PRECIPITAÇÃO (mm/h) CONSULPLAN CURVA DE INTENSIDADE X DURAÇÃO PARA 25 ANOS QD CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

117 CURVA INTENSIDADE X DURAÇÃO DE BELO JARDIM - PE TR=50 ANOS 120,0 100,0 109,4 80,0 60,0 88,3 75,9 67,1 60,4 54,8 40,0 20,0 0,0 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 TEMPO (h) PRECIPITAÇÃO (mm/h) CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO CURVA DE INTENSIDADE X DURAÇÃO PARA 50 ANOS QD

118 CURVA INTENSIDADE X DURAÇÃO DE BELO JARDIM - PE TR=100 ANOS 140,0 120,0 120,8 100,0 96,9 80,0 60,0 82,9 73,0 65,3 59,0 40,0 20,0 0,0 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 TEMPO (h) PRECIPITAÇÃO (mm/h) CONSULPLAN CURVA DE INTENSIDADE X DURAÇÃO PARA 100 ANOS QD CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

119 RELAÇÃO: TEMPO DE DURAÇÃO - ALTURA DE CHUVA - TEMPO DE RECORRÊNCIA DE BELO JARDIM- PE TR = 100 anos TR = 50 anos 180,0 170,0 160,0 150,0 140,0 130,0 120,0 PRECIPITAÇÃO (mm) 100 TR = 25 anos TR = 15 anos TR = 10 anos ,1 110,0 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 CONSULPLAN RELAÇÃO: TEMPO DE DURAÇÃO-ALTURA DE CHUVA - TEMPO DE RECORRÊNCIA DE SERRA TALHADA - PE QD CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

120 122,70 134,43 149,29 169,02 188,57 300,00 250,00 200,00 150,00 100,00 50,00 0,00 PROBABILIDADE EXTREMA POSTO DE BELO JARDIM - PE PERÍODO DE RETORNO (ANOS) PRECIPITAÇÃO (mm) CONSULPLAN PROBABILIDADE EXTREMA QD CONSULTORIA E PLANEJAMENTO

121 5. PROJETOS

122 5. Projetos Os estudos apresentados no capítulo anterior propiciaram a elaboração do Projeto Executivo de Engenharia, compostos dos projetos relacionados a seguir: 5.1 Projeto Geométrico 5.2 Projeto de Terraplenagem 5.3 Projeto de Drenagem 5.4 Projeto de Pavimentação 5.5 Projeto de Sinalização 5.6 Projeto Ambiental 5.7 Projeto de Obras Complementares

123 5.1 Projeto Geométrico O projeto geométrico foi elaborado de acordo com as especificações de serviços encontrados na IS-208 das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários do DNIT Projeto de Adequação das Interseções Foram projetadas as adequações de três interseções e a implantação de uma, que dá acesso a Av. Júlia Rodrigues Torres. Com base nos elementos obtidos do cadastro da situação existente dos estudos topográficos e na inspeção feita por engenheiros desta consultora foram analisadas as possibilidades que oferecessem maior conforto e segurança aos usuários da rodovia sem criar condições onerosas. Todas as interseções existentes são em T, cujos layouts apresentam curvas com raios simples, gota central, na maioria dos casos sem as faixas de aceleração e desaceleração ou tapers de espera. Essas faixas foram redimensionadas e apresentadas em detalhes de sorte a melhor acomodar os fluxos de tráfego que por ela se processam. A interseção que dá acesso a Av. Júlia Rodrigues Torres, pelas suas condições de geometria, foi projetada também em T.

124 Interseção Objetivo O objetivo da implantação da interseção 01 é a de ligar a Av. Julia Rodrigues Torres à BR-232, a altura do km 178,0, vindo a ser o primeiro acesso a cidade de Belo Jardim Serviços Necessários intervenções: Para efetivação da implantação desse acesso serão necessárias as seguintes a) Prolongamento da Av. Julia Rodrigues Torres da estaca 7+0,00 a estaca 27+0,00 com 360,00 m em pista dupla e com as seguintes características: - Largura de cada pista: 7,00m - Largura do canteiro central: 1,00m - Largura dos passeios: 2,00m - Tipo de revestimento: revestimento em paralelepípedo Serão necessários também a demolição de um pontilhão existente com 10m de vão e a construção de um bueiro duplo celular de concreto de 3,00 x 3,00m (detalhe 01), com 20,00m de comprimento. lado e do outro da rodovia. Será implantada uma interseção tipo T e faixas de aceleração e desaceleração, de um A estrada existente (estaca 8+0,00) será mantida como uma alternativa de acesso ao conjunto habitacional ora em construção no km 177,70.

125

126 Interseção Objetivo A interseção 02 virá a ser o segundo acesso a cidade de Belo Jardim. Geometricamente não apresenta nenhuma necessidade de modificação, a não ser a definição de pistas de aceleração e desaceleração. Em frente a este acesso temos o acesso a Comunidade Frei Damião que, para seu acesso foi construída uma pista revestida com paralelepípedo, na qual foi projetada uma pequena adequação com a finalidade de disciplinar o trafego para os dois acessos Serviços Necessários Os serviços necessários para implantação dessa melhoria são: a) Implantação de pistas de aceleração e desaceleração no lado direito e esquerdo que será em CBUQ com base de BGTC e sub-base estabilizada granulometricamente. b) Melhoria (com meio-fio) no acesso a Comunidade Frei Damião (detalhe 02)

127 Interseção Objetivo A interseção 03 dá acesso ao centro da cidade de Belo Jardim. Geometricamente não apresenta nenhuma necessidade de modificação, a não ser a definição de pistas de aceleração e desaceleração Serviços Necessários Os serviços necessários para implantação dessa melhoria são: a) Implantação de pistas de aceleração e desaceleração no lado direito e esquerdo que será em CBUQ com base de BGTC e sub-base estabilizada granulometricamente. b) Melhoria (com meio-fio) no acesso.

128 Interseção Objetivo Geometricamente não apresenta nenhuma necessidade de modificação, a não ser a definição de pistas de aceleração e desaceleração Serviços Necessários Os serviços necessários para implantação dessa melhoria são: a) Implantação de pistas de aceleração e desaceleração no lado direito e esquerdo que será em CBUQ com base de BGTC e sub-base estabilizada granulometricamente. b) Melhoria (com meio-fio) no acesso Trecho Condições do trecho Ao longo de do segmento não serão necessários intervenções na pista de rolamento e nos acostamento. Os mesmos se encontram em bom estado de conservação.

129 Os acessos as fabricas também não sofrerão intervenções. Os projetos das interseções e do acesso da Av. Júlia Rodrigues Torres estão apresentados em planta específica, em escala conveniente contendo todos os detalhes necessários a construção, de acordo com o Manual de Projeto de Interseções do DNIT, no Volume 2 Projeto de Execução.

130 CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO AV. JULIA RODRIGUES TORRES 2,00 7,00 1,00 7,00 2,00 3, 0-4,0 % 3, 0-4,0 % SEÇÃO TRANSVERSAL TIPO QD ,00 FAIXA DE DOMÍNIO 3% BR ,50 3,50 3,50 2,50 ACOSTAMENTO FAIXA DE ROLAMENTO FAIXA DE ROLAMENTO ACOSTAMENTO 3 % 40,00 FAIXA DE DOMÍNIO

131 5.2 Projeto de Terraplenagem O Projeto de Terraplenagem foi desenvolvido de acordo com a Instrução de Serviço IS-209 do Manual de Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários do DNIT/2010, tomando como base às informações e condicionantes definidas pelos Estudos Geotécnicos e pelos Projetos Geométrico e de Pavimentação. Os serviços de terraplenagem objetivaram a execução das interseções, e da Av. Júlia Rodrigues Torres, para otimização do tráfego na Travessia Urbana de Belo Jardim, compreendendo os seguintes serviços: Execução de cortes e aterros, de acordo com o projeto geométrico; Execução de complemento da terraplenagem com material selecionado, nos últimos 0,60m de aterro, em camadas de 0,20m de espessura, compactadas na energia correspondente a 100% da energia do Proctor Intermediario; Para atendimento aos objetivos citados, foram desenvolvidos os seguintes serviços: Cálculo das notas de serviços; Cálculo dos volumes de cortes e aterros; Classificação dos materiais a serem escavados e sua quantificação; Distribuição dos volumes a serem escavados em cortes e empréstimos, indicando a origem e a destinação, nos aterros.

132 5.2.1 Consideração para Elaboração do Projeto Definiu-se a partir de Estudos Geotécnicos os taludes a serem adotados, como sendo 3:2 (V:H) para cortes em solo, 2:3 (V:H) para os taludes de aterros Distribuição dos Materiais Em função da concepção do projeto de pavimentação, que fornece os valores do ISC do projeto para o subleito e das características geotécnicas dos materiais, classificaram-se os materiais quanto a sua origem e destinação, permitindo assim a elaboração da distribuição dos materiais adotando a seguinte nomenclatura no projeto: Cortes Aterros Cortes Todos os cortes foram utilizados nos aterros Aterros O volume de aterro foi classificado em: volume de corpo de aterro e volume de acabamento de terraplenagem, considerando-se para o corpo de aterro um grau de compactação de 95% do Proctor Normal e para o acabamento de terraplenagem um grau de compactação de 100% do Proctor Intermediario Jazida As áreas de jazida estudada se caracterizam por materiais argilo-arenosos, para emprego nas camadas de terraplenagem. Foi utilizada nas últimas camadas de aterro (Material Selecionado).

133 5.2.6 Volumes Escavados Os volumes totais são relacionados a seguir: Volume total de corte (1ª categoria) 5.701,696 m³ Volume total de aterro (Geométrico) 4.797,282 m³ serviço e mapa de cubação. A seguir é apresentada seção tipo de terraplenagem, distribuição, resumo e nota de

134 SEÇÃO DE TERRAPLENAGEM

135 CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO 20,00 SEÇÃO TRANSVERSAL DE TERRAPLENAGEM QD ,50 1,00 9,50-3,0 % ULTIMA CAMADA DE ATERRO EM MATERIAL SELECIONADO COM CBR > 10 % -3,0 % REBAIXO DO CORTE E SUBSTITUIÇÃO POR MATERIAL SELECIONADO COM CBR > 10 % GREIDE DE TERRAPLENAGEM 1 1

136 DISTRIBUIÇÃO E RESUMO DE TERRAPLENAGEM

137 PROCEDÊNCIA DO MATERIAL ESCAVADO DESTINO DO MATERIAL ESCAVADO MOMENTO DE TRANSPORTE BOTA FORA C/ALC/E/RC/ EMPRÉSTIMO/JAZIDA CORTE VOLUME ( m³ ) LOCALIZAÇÃO VOLUME ( m³ ) ( m³. km ) LOCALIZAÇÃO VOLUME (m³) A/PRC DMT (km) LADO AREAL DF (km) LADO ESTACA A ESTACA 1ª CAT. 2ª CAT. 3ª CAT. ESTACA A ESTACA PARCIAL ACUMULADO 1ª CAT. 2ª CAT. 3ª CAT. ESTACA A ESTACA 1ª CAT. 2ª CAT. 3ª CAT. INTERSEÇÃO 01 INTERSEÇÃO 01 AV JULIA RODRIGUES AV. JULIA RODRIGUES C , , ,577 A , , , ,577 0, ,467 C01-I02 BLD , ,85 609,414 A , ,00 609, ,991 1, ,682 C01-I03 BLE , ,00 872,580 A , ,00 872, ,571 2, ,360 C01-I03 BLD , ,00 296,903 A , ,00 296, ,474 2, ,873 DMT (km) MOMENTO DE TRANSPORTE (m³ x km) BORDO LD BR-232 C , ,00 USADO NO ATERRO 01 DO RAMO 01 BORDO LD BR-232 RAMO 01 RAMO 01 C ,00-10,085 A , ,00 10,085 10,085 0,084 0,847 C , ,67 33,373 A , ,00 33,373 43,458 0,047 1,569 C , ,00 1,727 A , ,00 1,727 45,185 0,063 0,109 C01-BLD , ,00 566,617 A , ,00 566, ,802 0,100 56,662 C01-I04-BLD , ,10 202,876 A , ,00 202, ,678 3, ,956 RAMO 02 RAMO 02 C , ,00 98,669 A , ,45 98,669 98,669 0,032 3,157 C , ,00 68,752 A , ,45 68, ,421 0,069 4,744 C01-I03-BLD , ,00 64,185 A , ,45 64, ,606 2, ,745 C01-I04-BLD , ,10 58,332 A , ,45 58, ,938 3, ,420 J.01 3,60 LD ,00-294,906 A , ,45 294, ,844 7, ,060 INTERSEÇÃO 02 INTERSEÇÃO 02 BORDO LADO ESQUERDO BORDO LADO ESQUERDO C , ,00 166,696 A , ,00 166, ,696 0,022 3,667 C01-BLD , ,85 10,910 A , ,00 10, ,606 0,082 0,895 MOVIMENTO DE TERRAS BORDO LADO DIREITO BORDO LADO DIREITO C , ,85 USADO NO ATERRO 01 DA AV. JULIA RODRIGUES INTERSEÇÃO 03 INTERSEÇÃO 03 BORDO LADO ESQUERDO BORDO LADO ESQUERDO C , ,00 USADO NO ATERRO 01 DA AV. JULIA RODRIGUES BORDO LADO DIREITO BORDO LADO DIREITO C , ,00 USADO NO ATERRO 01 DA AV. JULIA RODRIGUES INTERSEÇÃO 04 INTERSEÇÃO 04 BORDO LADO DIREITO BORDO LADO DIREITO C , ,10 USADO NO ATERRO 01 DO RAMO 02 E NO ATERRO 01 DA INTERSEÇÃO 02 BORDO LADO ESQUERDO LEGENDAS: C01-I02 BLD Corte 01 da Interseção 02-Bordo lado direito C01-I03 BLE Corte 01 da Interseção 03-Bordo lado esquerdo C01-I03 BLD Corte 01 da Interseção 03-Bordo lado direito C01-BLD Corte 01 do Bordo lado direito da BR-232 C01-I04-BLD Corte 01 da Interseção 04-Bordo lado direito QD SUBTOTAL 5.996,602 0,000 0, ,602 25, ,212 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 #DIV/0! 0,000 CONVENÇÕES: C = CORTE ORIGEM 1ª CAT. 2ª CAT. 3ª CAT. DESTINO 1ª CAT. 2ª CAT. 3ª CAT. TOTAL A = ATERRO CORTE 5.701,696 0,000 0,000 A 5.996,602 0,000 0, ,602 E = EMPRÉSTIMO RC 0,000 BF 0,000 0,000 0,000 0,000 RC = REBAIXAMENTO DE CORTE AR = AREAL PRC = PREENCHIMENTO DO REBAIXO DE CORTE E AR J 294,906 ALC = ALARGAMENTO DE CORTE TOTAL 5.996,602 0,000 0, ,602 0,000 0, ,602 J = JAZIDA

138 1. O movimento de terras apresentado foi obtido com base nos perfis de solos, e nos mapas de cubação e inclui os volumes referentes a Corpo-de-Aterros, Cortes, Rebaixamento, Material de Empréstimos e Jazidas. 2. A procedência do material a ser escavado é a seguinte: ORIGEM CORTES + REBAIXOS AREAIS EMPRÉSTIMOS+JAZIDAS TOTAL Volumes 5.701, , , O destino do material escavado é o seguinte: ORIGEM ATERRO BOTA-FORA CAMADA DRENANTE TOTAL Volumes 5.996, , O Movimento de Terras é o seguinte: RESUMO DO MOVIMENTO DE TERRAS QD Compactação ITEM DISCRIMINAÇÃO 1ª CATEGORIA 2ª CATEGORIA 3ª CATEGORIA 4.1 Escavação em cortes e/ou empréstimos c/ transporte até 50m 2.939,315 0,000 0, Escavação em cortes e/ou empréstimos c/ transporte entre 51m e 200m 658,091 0,000 0, Escavação em cortes e/ou empréstimos c/ transporte entre 1001m e 1200m 609,414 0,000 0, Escavação em cortes e/ou empréstimos c/ transporte entre 2001m e 3000m 1.233,668 0,000 0, Escavação em cortes e/ou empréstimos c/ transporte entre 3001m e 5000m 261,208 0,000 0, Escavação em cortes e/ou empréstimos c/ transporte entre 7001m e 9000m 294,906 0,000 0,000 a) Corpo de Aterro c/100% do Proctor Normal : 1.218,979 m³ b) Acabamento de Terraplenagem c/100% do Proctor Intermediário: 3.578,303 m³ Totais 5.996,602 0,000 0,000

139 ORIGEM DO MATERIAL ESCAVADO EMPRÉSTIMO/JAZIDA DISTÂNCIA ESTACA VOLUME CORTE - FIXA (m³) ATERRO Nº ESTACA LADO (km) INICIAL - INTERSEÇÃO 01 FINAL AV. JULIA RODRIGUES C , , ,750 A , ,00 180,00 21,45 0, ,600 1, ,750 0, ,205 EXTENSÃO (m) DESTINO DO MATERIAL ESCAVADO LARGURA MÉDIA DA PLATAFORMA (m) ESPESSURA (m) VOLUME COMPACTADO A EMPOLAMENTO 100% DO PN (m³) VOLUME NECESSÁRIO (m³) DMT (km) MOMENTO DE TRANSPORTE (m³.km) RAMO 01 C01-BLD , ,00 814,679 A , ,00 168,00 9,55 0,41 651,743 1,25 814,679 0,100 81,468 RAMO 02 J ,00 - D 3, ,844 A , ,45 121,96 8,25 0,47 467,875 1,25 584,844 7, ,557 INTERSEÇÃO 02 BORDO LADO ESQUERDO C , ,00 177,606 A , ,00 80,59 6,50 0,27 142,085 1,25 177,606 0,022 3,907 MATERIAL SELECIONADO QD TOTAL 4.472, , , ,879 1, ,137

140 NOTA DE SERVIÇO

141 Rodovia: BR RECIFE - PARNAMIRIM - INTERS. 01 ESTACA ALINHAMENTO Cota LADO ESQUERDO Off-Set NOTA DE SERVIÇO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Página: Trecho: BORDO LE BR BELO JARDIM - MC TERRAP. % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota 30+ 0,08 632,803 3,79-3,00% 632,369 3,51 632, ,790-0, ,474 0,00% 0,21 632, ,00 632,568 4,48-3,00% 632,056 4,14 632, ,548-0, ,180 0,00% 0,25 632, ,00 632,251 5,11-3,00% 631,740 4,77 631, ,236-0, ,884 0,00% 0,24 632, ,93 631,956 5,76-3,00% 631,427 5,40 631, ,952-0, ,589 0,00% 0,24 631, ,00 631,954 5,76-3,00% 631,425 5,41 631, ,950-0, ,587 0,00% 0,24 631, ,00 631,701 6,44-3,00% 631,104 6,05 631, ,667-0, ,285 0,00% 0,25 631, ,00 631,368 7,08-3,00% 630,772 6,68 630, ,331-0, ,972 0,00% 0,24 631, ,00 631,202 7,40-3,00% 630,602 7,00 630, ,164-0, ,812 0,00% 0,23 631, ,00 631,027 7,39-3,00% 630,438 7,00 630, ,986-0, ,648 0,00% 0,23 630, ,00 630,662 7,37-3,00% 630,104 7,00 630, ,620-0, ,314 0,00% 0,20 630, ,00 630,296 7,36-3,00% 629,758 7,00 629, ,255-0, ,968 0,00% 0,19 630, ,93 629,928 7,35-3,00% 629,404 7,00 629, ,894-0, ,614 0,00% 0,19 629, ,00 629,925 7,35-3,00% 629,401 7,00 629, ,891-0, ,611 0,00% 0,19 629, ,00 629,575 7,36-3,00% 629,039 7,00 629, ,537-0, ,249 0,00% 0,19 629, ,00 629,219 7,36-3,00% 628,677 7,00 628, ,178-0, ,887 0,00% 0,19 629, ,00 628,858 7,36-3,00% 628,315 7,00 628, ,817-0, ,525 0,00% 0,19 628, ,31 628,846 7,36-3,00% 628,304 7,00 628, ,805-0, ,514 0,00% 0,19 628, ,00 628,683 7,36-3,00% 628,138 7,00 628, ,648-0, ,348 0,00% 0,20 628, ,00 628,535 7,05-3,00% 627,978 6,68 628, ,493-0, ,178 0,00% 0,21 628, ,00 628,228 6,41-3,00% 627,681 6,05 627, ,191-0, ,862 0,00% 0,22 628, ,00 627,912 5,74-3,00% 627,416 5,41 627, ,888-0, ,578 0,00% 0,21 627, ,00 627,630 5,07-3,00% 627,183 4,77 627, ,608-0, ,326 0,00% 0,19 627, ,31 627,621 5,05-3,00% 627,176 4,75 627, ,599-0, ,318 0,00% 0,19 627, ,00 627,376 4,41-3,00% 626,966 4,14 627, ,362-0, ,090 0,00% 0,18 627, ,00 627,166 3,78-3,00% 626,749 3,50 626, ,154-0, ,854 0,00% 0,20 627,153 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\nsBordoBR232_F.db ( 18/07/ :41:50 ) Impressão em : 18/7/ :45:53

142 Rodovia: BR RECIFE - PARNAMIRIM - INTERS. 01 ESTACA ALINHAMENTO Cota NOTA DE SERVIÇO Página: 1 Trecho: RAMO01 - MC TERRAP. LADO ESQUERDO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Off-Set % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota 0+ 0,00 625,382 6,46 3,00% 625,149 6,30 624, ,443-0,483 3,50 624,855-3,00% 3,92 625, ,00 625,988 7,45 3,00% 625,881 7,38 625, ,882-0,222 3,50 625,555-3,00% 3,70 625, ,51 626,115 7,68 3,00% 626,065 7,65 625, ,990-0,154 3,50 625,731-3,00% 3,66 625, ,86 626,296 8,25 3,00% 626,384 8,12 626, ,233-0,093 3,50 626,036-3,00% 3,61 626, ,00 626,534 8,57 3,00% 626,606 8,46 626, ,400-0,048 3,50 626,248-3,00% 3,57 626, ,00 626,851 9,12 3,00% 626,930 9,00 626, ,660 0,000 3,50 626,555-3,00% 3,52 626, ,00 627,221 11,76 3,00% 627,281 11,67 626, ,910 0,020 3,50 626,826-3,00% 3,50 626, ,73 627,345 12,66 3,00% 627,393 12,59 627, ,994 0,021 3,50 626,910-3,00% 3,51 626, ,00 628,556 17,46 3,00% 627,869 17,00 627, ,270 0,088 3,50 627,254-3,00% 3,74 627, ,46 628,755 7,50 3,00% 627,832 6,88 627, ,608 0,017 3,50 627,520-3,00% 4,29 626, ,00 628,718 6,90 3,00% 627,826 6,30 627, ,609 0,028 3,50 627,532-3,00% 4,34 626, ,00 628,371 3,83 3,00% 627,870 3,50 627, ,568 0,197 3,50 627,660-3,00% 5,28 626, ,67 628,083 3,65 3,00% 627,859 3,50 627, ,971-0,217 3,50 627,649-3,00% 5,88 626, ,00 628,034 3,62 3,00% 627,848 3,50 627, ,925-0,183 3,50 627,638-3,00% 5,98 625, ,86 627,786 3,56 3,00% 627,703 3,50 627, ,681-0,084 3,50 627,493-3,00% 6,21 625, ,00 627,754 3,55 3,00% 627,676 3,50 627, ,585-0,014 3,50 627,466-3,00% 6,22 625, ,00 627,474 3,52 3,00% 627,446 3,50 627, ,375-0,034 3,50 627,236-3,00% 6,08 625, ,00 627,263 3,53 3,00% 627,216 3,50 627, ,187-0,075 3,50 627,006-3,00% 4,95 626, ,00 627,055 3,55 3,00% 626,986 3,50 626, ,779 0,102 3,50 626,776-3,00% 3,59 626, ,27 626,987 3,55 3,00% 626,911 3,50 626, ,943-0,137 3,50 626,701-3,00% 3,65 626, ,00 626,956 3,56 3,00% 626,871 3,50 626, ,959-0,192 3,50 626,661-3,00% 3,70 626, ,00 626,852 3,24 3,00% 626,747 3,17 626, ,854-0,203 3,50 626,546-3,00% 3,70 626, ,00 626,643 2,61 3,00% 626,497 2,51 626, ,645-0,224 3,50 626,316-3,00% 3,72 626, ,00 626,434 1,97 3,00% 626,247 1,85 626, ,435-0,244 3,50 626,086-3,00% 3,65 626, ,00 626,225 1,34 3,00% 625,997 1,19 625, ,225-0,264 3,50 625,856-3,00% 3,72 626, ,00 626,016 0,71 3,00% 625,747 0,53 625, ,015-0,284 3,50 625,626-3,00% 3,87 625, ,00 625,848 0,20 3,00% 625, , ,847-0,300 3,50 625,442-3,00% 3,57 625,554 E:\1P_2012\Belo Jardim\nsRamo1F.db ( 18/07/ :57:48 ) Impressão em : 18/7/ :58:03

143 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.01 ESTACA ALINHAMENTO Cota NOTA DE SERVIÇO Página: 1 Trecho: RAMO02 - MC DE TERRAP. LADO ESQUERDO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Off-Set % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota 0+ 2,49 633,193 0,36 3,00% 632,895 0,16 632, ,190-0,300 3,50 632,785-3,00% 4,13 632, ,00 633,059 0,89 3,00% 632,679 0,64 632, ,961-0,302 3,50 632,555-3,00% 4,61 631, ,00 632,829 1,57 3,00% 632,391 1,27 632, ,593-0,240 3,50 632,248-3,00% 3,85 632, ,00 632,598 2,24 3,00% 632,104 1,91 632, ,323-0,276 3,50 631,941-3,00% 4,70 631, ,00 632,315 2,88 3,00% 631,816 2,55 631, ,841-0,101 3,50 631,635-3,00% 5,54 630, ,00 632,028 3,51 3,00% 631,529 3,18 631, ,544-0,111 3,50 631,328-3,00% 6,23 629, ,00 631,885 3,83 3,00% 631,385 3,50 631, ,237 0,043 3,50 631,175-3,00% 6,32 629, ,26 631,877 3,83 3,00% 631,377 3,50 631, ,217 0,055 3,50 631,167-3,00% 6,32 629, ,00 631,736 3,84 3,00% 631,232 3,50 631, ,031 0,095 3,50 631,022-3,00% 5,98 629, ,00 631,400 3,82 3,00% 630,925 3,50 630, ,736 0,084 3,50 630,715-3,00% 5,16 629, ,00 631,061 3,80 3,00% 630,618 3,50 630, ,564-0,051 3,50 630,408-3,00% 5,30 629, ,26 631,052 3,79 3,00% 630,610 3,50 630, ,549-0,044 3,50 630,400-3,00% 5,34 629, ,00 630,866 3,77 3,00% 630,465 3,50 630, ,214 0,146 3,50 630,255-3,00% 5,65 628, ,00 630,617 3,72 3,00% 630,286 3,50 630, ,875 0,306 3,50 630,076-3,00% 5,66 628, ,78 630,277 3,68 3,00% 630,014 3,50 629, ,504 0,405 3,50 629,804-3,00% 5,61 628, ,00 629,827 3,54 3,00% 629,772 3,50 629, ,137 0,531 3,50 629,562-3,00% 5,43 628, ,00 629,686 7,10 3,00% 629,543 7,00 629, ,526 0,808 3,50 629,228-3,00% 5,14 628, ,07 628,952 7,42 3,00% 629,233 7,00 629, ,080 0,943 3,50 628,918-3,00% 4,82 628, ,00 628,743 7,62 3,00% 629,157 7,00 628, ,045 0,902 3,50 628,842-3,00% 4,76 628, ,00 627,808 8,37 3,00% 628,720 7,00 628, ,900 0,610 3,50 628,405-3,00% 4,33 627, ,00 627,669 7,88 3,00% 628,256 7,00 628, ,730 0,317 3,50 627,941-3,00% 3,69 627, ,45 627,616 7,34 3,00% 627,844 7,00 627, ,690-0,056 3,50 627,529-3,00% 3,68 627, ,00 627,367 7,02 3,00% 627,330 7,00 627, ,493-0,374 3,50 627,015-3,00% 3,87 627, ,00 626,807 7,27 3,00% 626,403 7,00 626, ,756-0,563 3,50 626,088-3,00% 3,82 626, ,00 626,751 7,29 3,00% 626,310 7,00 626, ,639-0,539 3,50 625,995-3,00% 3,79 626,437 E:\1P_2012\Belo Jardim\nsRamo2F.db ( 19/07/ :45:58 ) Impressão em : 19/7/ :46:52

144 Rodovia: BR RECIFE - PARNAMIRIM ESTACA COTA DIST. LADO ESQUERDO NOTA DE SERVIÇO EIXO Página: 1 Trecho: AV. JULIA RODRIGUES - BELO JARDIM - NS TERRAP. LADO DIREITO OFFSET BORDO IV BORDO III BORDO II BORDO I COTAS BORDO I BORDO II BORDO III BORDO IV OFFSET DIST. COTA COTA DIST. COTA DIST. COTA % DIST. Projeto Terreno Dif. DIST. % COTA DIST. COTA DIST. COTA DIST. COTA DIST. COTA 7+ 0,00 627,994 11, ,139 11,00 627,439 0,00% 1,00 627, ,830-0,391 10,00-3,00% 627, ,38 627, ,00 627,795 11, ,822 11,00 627,122 0,00% 1,00 627, ,471-0,349 10,00-3,00% 626, ,41 627, ,00 627,949 11, ,505 11,00 626,805 0,00% 1,00 626, ,292-0,487 10,00-3,00% 626, ,44 627, ,00 627,391 11, ,188 11,00 626,488 0,00% 1,00 626, ,782-0,294 10,00-3,00% 626, ,49 626, ,00 626,834 11, ,871 11,00 626,171 0,00% 1,00 626, ,332-0,161 10,00-3,00% 625, ,48 626, ,00 626,327 11, ,554 11,00 625,854 0,00% 1,00 625, ,078-0,223 10,00-3,00% 625, ,27 625, ,00 625,887 11, ,237 11,00 625,537 0,00% 1,00 625, ,753-0,216 10,00-3,00% 625, ,27 625, ,00 625,449 11, ,920 11,00 625,220 0,00% 1,00 625, ,347-0,127 10,00-3,00% 624, ,11 625, ,00 625,119 11, ,603 11,00 624,903 0,00% 1,00 624, ,999-0,095 10,00-3,00% 624, ,27 625, ,00 624,720 11, ,286 11,00 624,586 0,00% 1,00 624, ,600-0,014 10,00-3,00% 624, ,02 624, ,00 624,299 11, ,969 11,00 624,269 0,00% 1,00 624, ,079 0,190 10,00-3,00% 623, ,05 623, ,00 623,748 11, ,652 11,00 623,952 0,00% 1,00 623, ,617 0,335 10,00-3,00% 623, ,04 623, ,00 623,330 11, ,336 11,00 623,636 0,00% 1,00 623, ,263 0,373 10,00-3,00% 623, ,43 623, ,00 623,044 11, ,019 11,00 623,319 0,00% 1,00 623, ,746 0,573 10,00-3,00% 623, ,03 622, ,00 622,785 11, ,702 11,00 623,002 0,00% 1,00 623, ,033 0,968 10,00-3,00% 622, ,65 621, ,00 622,677 11, ,638 11,00 622,938 0,00% 1,00 622, ,889 1,049 10,00-3,00% 622, ,79 621, ,00 621,146 12, ,415 11,00 622,715 0,00% 1,00 622, ,503 0,212 10,00-3,00% 622, ,42 620, ,00 620,618 13, ,220 11,00 622,520 0,00% 1,00 622, ,583-0,063 10,00-3,00% 622, ,34 619, ,00 620,126 13, ,119 11,00 622,419 0,00% 1,00 622, ,437-0,018 10,00-3,00% 622, ,39 619, ,00 620,176 13, ,111 11,00 622,411 0,00% 1,00 622, ,695-0,284 10,00-3,00% 622, ,50 619, ,00 620,324 13, ,198 11,00 622,498 0,00% 1,00 622, ,639-0,141 10,00-3,00% 622, ,24 619, ,00 620,899 13, ,378 11,00 622,678 0,00% 1,00 622, ,113 0,565 10,00-3,00% 622, ,09 619, ,00 621,451 12, ,652 11,00 622,952 0,00% 1,00 622, ,431 0,522 10,00-3,00% 622, ,25 619, ,00 621,313 13, ,020 11,00 623,320 0,00% 1,00 623, ,879 0,441 10,00-3,00% 623, ,68 620, ,00 621,407 14, ,482 11,00 623,782 0,00% 1,00 623, ,138 0,644 10,00-3,00% 623, ,39 622, ,00 621,985 14, ,038 11,00 624,338 0,00% 1,00 624, ,994 0,344 10,00-3,00% 624, ,16 624, ,00 623,074 13, ,688 11,00 624,988 0,00% 1,00 624, ,726 0,261 10,00-3,00% 624, ,90 624, ,00 624,581 12, ,275 11,00 625,575 0,00% 1,00 625, ,369 0,205 10,00-3,00% 625, ,20 625, ,00 624,919 11, ,429 11,00 625,729 0,00% 1,00 625, ,519 0,210 10,00-3,00% 625, ,61 626, ,00 625,810 11, ,201 11,00 626,501 0,00% 1,00 626, ,332 0,169 10,00-3,00% 626, ,53 626, ,00 626,661 11, ,972 11,00 627,272 0,00% 1,00 627, ,201 0,071 10,00-3,00% 626, ,33 627, ,00 627,629 11, ,744 11,00 628,044 0,00% 1,00 628, ,078-0,034 10,00-3,00% 627, ,23 628, ,00 628,611 11, ,515 11,00 628,815 0,00% 1,00 628, ,981-0,166 10,00-3,00% 628, ,27 628, ,59 629,238 11, ,946 11,00 629,246 0,00% 1,00 629, ,488-0,242 10,00-3,00% 628, ,31 629, ,00 629,731 11, ,282 11,00 629,582 0,00% 1,00 629, ,865-0,283 10,00-3,00% 629, ,29 629, ,00 630,805 11, ,014 11,00 630,314 0,00% 1,00 630, ,536-0,222 10,00-3,00% 630, ,14 630, ,00 631,454 11, ,703 11,00 631,003 0,00% 1,00 631, ,310-0,307 10,00-3,00% 630, ,47 631,411 E:\1P_2012\Belo Jardim\nsAv_JuliaRodrigF.db ( 18/07/ :49:40 ) Impressão em : 18/7/ :51:25

145 NOTA DE SERVIÇO Página: 2 Rodovia: BR RECIFE - PARNAMIRIM Trecho: AV. JULIA RODRIGUES - BELO JARDIM - NS TERRAP. LADO ESQUERDO EIXO LADO DIREITO ESTACA OFFSET BORDO IV BORDO III BORDO II BORDO I COTAS BORDO I BORDO II BORDO III BORDO IV OFFSET COTA DIST. DIST. COTA COTA DIST. COTA DIST. COTA % DIST. Projeto Terreno Dif. DIST. % COTA DIST. COTA DIST. COTA DIST. COTA DIST. COTA 24+ 0,00 631,921 11, ,350 11,00 631,650 0,00% 1,00 631, ,928-0,278 10,00-3,00% 631, ,33 631, ,00 632,457 11, ,954 11,00 632,254 0,00% 1,00 632, ,210 0,044 10,00-3,00% 631, ,19 632, ,00 632,994 11, ,516 11,00 632,816 0,00% 1,00 632, ,766 0,050 10,00-3,00% 632, ,19 632, ,59 633,305 11, ,812 11,00 633,112 0,00% 1,00 633, ,150-0,039 10,00-3,00% 632, ,21 633, ,00 633,689 11, ,039 11,00 633,339 0,00% 1,00 633, ,430-0,091 10,00-3,00% 633, ,23 633, ,00 634,289 11, ,556 11,00 633,856 0,00% 1,00 633, ,029-0,173 10,00-3,00% 633, ,26 633, ,00 634,735 11, ,073 11,00 634,373 0,00% 1,00 634, ,545-0,172 10,00-3,00% 634, ,35 634, ,00 635,652 11, ,590 11,00 634,890 0,00% 1,00 634, ,035-0,145 10,00-3,00% 634, ,23 634,940 E:\1P_2012\Belo Jardim\nsAv_JuliaRodrigF.db ( 18/07/ :49:40 ) Impressão em : 18/7/ :51:25

146 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.02 ESTACA ALINHAMENTO Cota NOTA DE SERVIÇO Página: 1 Trecho: BORDO LADO DIREITO - NS DE TERRAP. LADO ESQUERDO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Off-Set % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota 85+ 5,00 642,444 0,21 0,00% 642, , ,437-0,300 3,50 642,032-3,00% 3,69 642, ,00 642,737 0,21 0,00% 642, , ,734-0,305 3,82 642,315-3,00% 4,11 642, ,00 643,256 0,16 0,00% 643, , ,254-0,242 4,45 642,879-3,00% 5,13 643, ,00 643,987 0,26 0,00% 643, , ,985-0,389 5,09 643,443-3,00% 5,89 644, ,00 644,491 0,21 0,00% 644, , ,489-0,310 5,73 644,007-3,00% 6,49 645, ,00 645,146 0,26 0,00% 644, , ,118-0,355 6,36 644,572-3,00% 7,13 645, ,00 645,566 0,15 0,00% 645, , ,561-0,215 7,00 645,136-3,00% 7,83 646, ,00 646,342 0,28 0,00% 645, , ,310-0,381 7,00 645,719-3,00% 7,86 647, ,00 646,707 0,13 0,00% 646, , ,700-0,188 7,00 646,303-3,00% 7,87 647, ,00 647,527 0,29 0,00% 647, , ,536-0,440 7,00 646,886-3,00% 7,83 648, ,72 648,007 0,27 0,00% 647, , ,014-0,410 7,00 647,394-3,00% 7,61 648, ,00 648,078 0,27 0,00% 647, , ,084-0,405 7,00 647,469-3,00% 7,59 648, ,00 648,544 0,20 0,00% 648, , ,527-0,286 7,00 648,031-3,00% 7,50 648, ,00 648,993 0,15 0,00% 648, , ,989-0,219 7,00 648,560-3,00% 7,32 649, ,00 649,530 0,18 0,00% 649, , ,514-0,249 7,00 649,054-3,00% 7,21 649, ,00 649,917 0,13 0,00% 649, , ,914-0,189 7,00 649,515-3,00% 7,16 649, ,00 650,501 0,23 0,00% 650, , ,498-0,346 7,00 649,942-3,00% 7,17 650, ,72 650,768 0,18 0,00% 650, , ,764-0,267 7,00 650,287-3,00% 7,13 650, ,00 650,825 0,19 0,00% 650, , ,821-0,275 7,00 650,336-3,00% 7,12 650, ,00 651,390 0,31 0,00% 650, , ,369-0,442 7,00 650,717-3,00% 7,08 650, ,00 651,596 0,19 0,00% 651, , ,579-0,272 7,00 651,098-3,00% 7,10 651, ,00 651,933 0,16 0,00% 651, , ,926-0,238 7,00 651,479-3,00% 7,11 651, ,85 652,307 0,21 0,00% 651, , ,287-0,300 7,00 651,777-3,00% 7,12 651,958 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter02\nsInt02BordoBr232LD_F.db ( 19/07/ :19:02 ) Impressão em : 19/7/ :19:38

147 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.02 ESTACA ALINHAMENTO Cota NOTA DE SERVIÇO Página: 1 Trecho: BORDO LADO ESQUERDO - NS DE TERRAP. LADO ESQUERDO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Off-Set % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota 83+ 4,29 639,005 3,55-3,00% 638,928 3,50 639, ,335-0, ,033 0,00% 0,22 639, ,00 639,353 3,94-3,00% 639,408 3,86 639, ,760-0, ,524 0,00% 0,17 639, ,41 639,630 5,30-3,00% 640,199 4,45 640, ,744-0, ,332 0,00% 0,28 640, ,00 639,622 5,43-3,00% 640,248 4,49 640, ,770-0, ,383 0,00% 0,26 640, ,00 639,567 7,32-3,00% 641,033 5,12 641, ,355-0, ,187 0,00% 0,11 641, ,00 640,111 8,16-3,00% 641,719 5,74 641, ,105-0, ,891 0,00% 0,15 642, ,41 640,989 8,26-3,00% 642,273 6,33 642, ,563-0, ,463 0,00% 0,07 642, ,00 641,050 8,25-3,00% 642,305 6,37 642, ,624-0, ,496 0,00% 0,09 642, ,00 641,759 8,63-3,00% 642,848 7,00 643, ,219-0, ,058 0,00% 0,11 643, ,00 642,636 8,16-3,00% 643,409 7,00 643, ,928-0, ,619 0,00% 0,21 643, ,00 643,390 7,87-3,00% 643,970 7,00 644, ,441-0, ,180 0,00% 0,18 644, ,00 644,024 7,76-3,00% 644,531 7,00 644, ,120-0, ,741 0,00% 0,26 645, ,00 644,685 7,61-3,00% 645,092 7,00 645, ,620-0, ,302 0,00% 0,23 645, ,00 645,516 7,21-3,00% 645,654 7,00 645, ,965-0, ,864 0,00% 0,07 645, ,00 646,382 7,11-3,00% 646,215 7,00 646, ,835-0, ,425 0,00% 0,30 646, ,00 647,067 7,19-3,00% 646,776 7,00 646, ,294-0, ,986 0,00% 0,21 647, ,00 647,603 7,18-3,00% 647,337 7,00 647, ,847-0, ,547 0,00% 0,20 647,852 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter02\nsInt02BordoBr232LE_F.db ( 19/07/ :21:14 ) Impressão em : 19/7/ :21:43

148 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.03 ESTACA ALINHAMENTO Cota LADO ESQUERDO Off-Set NOTA DE SERVIÇO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Página: Trecho: BORDO LADO DIREITO - MC DE TERRAP. % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota ,00 659,974 0,18 3,00% 659, , ,965-0,265 3,50 659,595-3,00% 3,64 659, ,00 660,172 0,27 2,45% 659, , ,160-0,395 4,14 659,641-3,00% 4,37 659, ,00 660,358 0,35 1,91% 659, , ,349-0,519 4,77 659,686-3,00% 5,07 660, ,00 660,346 0,30 1,36% 659, , ,338-0,444 5,41 659,732-3,00% 5,72 660, ,00 660,391 0,29 0,82% 659, , ,385-0,426 6,05 659,778-3,00% 6,33 660, ,00 660,435 0,28 0,27% 660, , ,431-0,408 6,68 659,823-3,00% 6,85 660, ,00 660,467 0,27 0,00% 660, , ,463-0,407 7,00 659,846-3,00% 7,16 660, ,00 660,499 0,27 0,00% 660, , ,496-0,407 7,00 659,878-3,00% 7,16 660, ,00 660,562 0,27 0,00% 660, , ,559-0,405 7,00 659,943-3,00% 7,15 660, ,00 660,761 0,36 0,00% 660, , ,756-0,538 7,00 660,008-3,00% 7,13 660, ,00 660,697 0,28 0,00% 660, , ,690-0,407 7,00 660,073-3,00% 7,10 660, ,00 660,643 0,20 0,00% 660, , ,636-0,288 7,00 660,137-3,00% 7,13 660, ,00 660,719 0,21 0,00% 660, , ,710-0,298 7,00 660,202-3,00% 7,15 660, ,00 660,859 0,26 0,00% 660, , ,851-0,374 7,00 660,267-3,00% 7,25 660, ,00 660,993 0,30 0,00% 660, , ,987-0,445 7,00 660,331-3,00% 7,33 660, ,00 661,119 0,34 0,00% 660, , ,116-0,509 7,00 660,396-3,00% 7,37 660, ,00 661,176 0,34 0,00% 660, , ,164-0,493 7,00 660,461-3,00% 7,35 660, ,00 661,092 0,24 0,00% 660, , ,081-0,346 7,00 660,526-3,00% 7,22 660, ,00 661,182 0,26 0,00% 660, , ,174-0,374 7,00 660,590-3,00% 7,26 660, ,00 661,228 0,24 0,00% 660, , ,222-0,357 7,00 660,655-3,00% 7,27 661, ,00 661,259 0,22 0,00% 660, , ,254-0,324 7,00 660,720-3,00% 7,24 661, ,00 661,319 0,22 0,00% 660, , ,313-0,318 7,00 660,784-3,00% 7,24 661, ,00 661,402 0,23 0,00% 661, , ,396-0,337 7,00 660,849-3,00% 7,28 661, ,00 661,462 0,23 0,00% 661, , ,457-0,333 7,00 660,914-3,00% 7,25 661, ,00 661,503 0,21 0,00% 661, , ,498-0,309 7,00 660,979-3,00% 7,24 661, ,00 661,573 0,21 0,00% 661, , ,569-0,316 7,00 661,043-3,00% 7,23 661, ,00 661,593 0,18 0,00% 661, , ,587-0,269 7,00 661,108-3,00% 7,24 661, ,00 661,611 0,17 0,00% 661, , ,607-0,257 7,00 661,140-3,00% 7,21 661, ,00 661,634 0,17 0,28% 661, , ,630-0,247 6,68 661,183-3,00% 6,89 661, ,00 661,707 0,17 0,83% 661, , ,703-0,255 6,03 661,267-3,00% 6,25 661, ,00 661,779 0,18 1,39% 661, , ,779-0,267 5,38 661,351-3,00% 5,60 661, ,00 661,821 0,16 1,94% 661, , ,818-0,241 4,73 661,435-3,00% 4,95 661, ,00 661,892 0,17 2,50% 661, , ,889-0,248 4,08 661,519-3,00% 4,29 661, ,00 661,873 0,12 3,00% 661, , ,869-0,169 3,50 661,595-3,00% 3,58 661,720 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter03\nsInt03BordoBr232LD_F.db ( 19/07/ :37:42 ) Impressão em : 19/7/ :38:25

149 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.03 ESTACA ALINHAMENTO Cota LADO ESQUERDO Off-Set NOTA DE SERVIÇO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Página: Trecho: BORDO LADO ESQUERDO - MC DE TERRAP. % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota ,00 660,447 3,71-3,00% 660,138 3,50 660, ,543-0, ,243 0,00% 0,20 660, ,12 660,404 4,13-3,00% 660,132 3,95 660, ,551-0, ,251 0,00% 0,20 660, ,00 660,377 4,30-3,00% 660,131 4,14 660, ,554-0, ,255 0,00% 0,20 660, ,00 660,501 5,01-3,00% 660,145 4,77 660, ,590-0, ,289 0,00% 0,20 660, ,00 660,413 5,56-3,00% 660,187 5,41 660, ,656-0, ,349 0,00% 0,20 660, ,12 660,442 6,00-3,00% 660,232 5,86 660, ,707-0, ,408 0,00% 0,20 660, ,00 660,431 6,16-3,00% 660,254 6,05 660, ,742-0, ,435 0,00% 0,21 660, ,00 660,432 6,75-3,00% 660,328 6,68 660, ,866-0, ,528 0,00% 0,23 660, ,00 660,464 7,07-3,00% 660,365 7,00 660, ,904-0, ,575 0,00% 0,22 660, ,86 660,502 7,06-3,00% 660,410 7,00 660, ,938-0, ,620 0,00% 0,21 660, ,00 660,503 7,06-3,00% 660,412 7,00 660, ,939-0, ,622 0,00% 0,21 660, ,00 660,622 7,08-3,00% 660,498 7,00 660, ,009-0, ,708 0,00% 0,20 661, ,00 660,782 7,14-3,00% 660,572 7,00 660, ,077-0, ,782 0,00% 0,20 661, ,86 660,684 7,04-3,00% 660,632 7,00 660, ,134-0, ,842 0,00% 0,20 661, ,00 660,689 7,04-3,00% 660,633 7,00 660, ,135-0, ,843 0,00% 0,20 661, ,00 660,774 7,06-3,00% 660,687 7,00 660, ,193-0, ,897 0,00% 0,20 661, ,00 660,812 7,05-3,00% 660,742 7,00 660, ,240-0, ,952 0,00% 0,19 661, ,00 660,920 7,08-3,00% 660,796 7,00 661, ,286-0, ,006 0,00% 0,19 661, ,00 660,831 7,01-3,00% 660,834 7,00 661, ,318-0, ,044 0,00% 0,18 661, ,00 660,823 6,86-3,00% 660,857 6,81 661, ,331-0, ,061 0,00% 0,18 661, ,00 660,918 6,19-3,00% 660,930 6,17 661, ,375-0, ,115 0,00% 0,17 661, ,00 661,075 5,58-3,00% 661,004 5,54 661, ,432-0, ,170 0,00% 0,18 661, ,00 661,196 4,98-3,00% 661,078 4,90 661, ,507-0, ,225 0,00% 0,19 661, ,00 661,327 4,38-3,00% 661,151 4,26 661, ,579-0, ,279 0,00% 0,20 661, ,00 661,494 3,81-3,00% 661,225 3,63 661, ,621-0, ,334 0,00% 0,19 661, ,00 661,516 3,68-3,00% 661,240 3,50 661, ,629-0, ,345 0,00% 0,19 661,630 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter03\nsInt03BordoBr232LE_F.db ( 19/07/ :35:12 ) Impressão em : 19/7/ :36:26

150 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.04 ESTACA ALINHAMENTO Cota NOTA DE SERVIÇO Página: 1 Trecho: BORDO LADO DIREITO - NS DE TERRAP. LADO ESQUERDO COTAS NO EIXO LADO DIREITO Off-Set % Cota Dist. Projeto T.N. Dif. Dist. Cota % Off-Set Cota ,00 670,634 0,20 0,00% 670, , ,633-0,300 3,50 670,228-3,00% 3,59 670, ,00 670,720 0,22 0,00% 670, , ,719-0,327 4,14 670,267-3,00% 4,31 670, ,00 670,803 0,24 0,00% 670, , ,802-0,352 4,77 670,306-3,00% 4,95 670, ,00 670,842 0,22 0,00% 670, , ,841-0,333 5,41 670,346-3,00% 5,57 670, ,00 670,852 0,19 0,00% 670, , ,851-0,285 6,05 670,385-3,00% 6,11 670, ,00 670,922 0,20 0,00% 670, , ,908-0,284 6,68 670,424-3,00% 6,71 670, ,00 670,912 0,17 0,00% 670, , ,900-0,246 7,00 670,443-3,00% 7,05 670, ,00 670,958 0,18 0,00% 670, , ,956-0,273 7,00 670,472-3,00% 7,09 670, ,00 671,001 0,17 0,00% 670, , ,001-0,260 7,00 670,531-3,00% 7,10 670, ,00 671,033 0,16 0,00% 670, , ,036-0,237 7,00 670,589-3,00% 7,08 670, ,00 671,082 0,15 0,00% 670, , ,085-0,228 7,00 670,647-3,00% 7,07 670, ,00 671,132 0,15 0,00% 670, , ,133-0,217 7,00 670,705-3,00% 7,05 670, ,00 671,175 0,14 0,00% 670, , ,176-0,203 7,00 670,763-3,00% 7,05 670, ,00 671,244 0,14 0,00% 671, , ,244-0,213 7,00 670,822-3,00% 7,07 670, ,00 671,280 0,15 0,00% 671, , ,280-0,219 7,00 670,851-3,00% 7,09 670, ,00 671,316 0,15 0,00% 671, , ,316-0,226 6,69 670,889-3,00% 6,82 671, ,00 671,402 0,17 0,00% 671, , ,403-0,255 6,08 670,966-3,00% 6,19 671, ,00 671,492 0,19 0,00% 671, , ,493-0,287 5,46 671,042-3,00% 5,59 671, ,00 671,554 0,19 0,00% 671, , ,560-0,296 4,85 671,119-3,00% 4,95 671, ,00 671,615 0,20 0,00% 671, , ,621-0,298 4,24 671,196-3,00% 4,35 671, ,10 671,664 0,20 0,00% 671, , ,664-0,300 3,80 671,250-3,00% 3,92 671,428 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter04\nsInt04BordoBr232LD_F.db ( 19/07/ :10:26 ) Impressão em : 19/7/ :11:16

151 MAPA DE CUBAÇÃO

152 Rodovia: BR RECIFE - PARNAMIRIM - INTERS. 01 ESTACA 30+ 0,10 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO Trecho: BORDO LE BR BELO JARDIM - MC TERRAP. V O L U M E S (m³) Página: CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 1, ,00 2,617 42,865 42,865 42, ,93 3,056 28,156 28,156 71, ,00 3,744 34,252 34, , ,00 4,065 78,092 78, , ,00 3,602 76,670 76, , ,93 3,510 35,299 35, , ,00 3,596 35,790 35, , ,00 3,643 72,389 72, , ,31 3,644 1,139 1, , ,00 3,333 68,676 68, , ,00 2,198 55,313 55, , ,31 2,179 0,684 0, , ,00 1,610 37,292 37, ,617 SUB-TOTAL TOTAIS 566, ,617 0,000 0,000 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\mcBordoBR232.db ( 18/07/ :36:00 ) Impressão em : 18/7/ :37:53

153 Rodovia: BR RECIFE - PARNAMIRIM - INTERS. 01 ESTACA 0+ 0,00 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO V O L U M E S (m³) Página: 1 Trecho: Ramo01 CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 1,612 0, ,51 2,226 10,085 14,360 17,951-7,866-7, ,86 3,689 12,874 16,092-16,092-23,958 SUB-TOTAL 10, ,00 4,327 12,565 15,706-15,706-39, ,73 6,584 63,991 79,989-79, , ,00 0,705 7,518 2,916 58,314 72,892-69, , ,46 2,255 3,470 13,998 51,950 64,938-50, , ,00 0,472 6,387 14,378 51,968 64,961-50, , ,67 0,004 7,729 2,062 61,192 76,490-74, , ,86 9,319 0,019 86, , , , ,00 9,375 10,609 13,262-13, ,448 SUB-TOTAL 33, ,00 5, , , , , ,27 1,268 45,784 57,230-57, , ,00 0,001 0,781 0,002 6,894 8,618-8, , ,00 0,364 0,008 11,447 14,308-14, , ,00 0,074 0,627 0,740 9,911 12,389-11, , ,00 0,170 0,100 0,976 2,909 3,636-2, ,494 SUB-TOTAL TOTAIS 1, , ,678 45, , ,678 E:\1P_2012\Belo Jardim\mcRamo1.db ( 18/07/ :38:20 ) Impressão em : 18/7/ :39:52

154 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.01 ESTACA 0+ 2,49 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO V O L U M E S (m³) Página: Trecho: RAMO02 - MC DE TERRAP. CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 0,725 0, ,00 0,841 0,202 13,712 3,110 3,888 9,824 9, ,00 1,096 2,129 19,366 23,316 29,145-9,779 0, ,26 1,485 5,925 19,690 61,445 76,806-57,116-57, ,00 1,477 5,491 7,025 27,072 33,840-26,815-83, ,00 1,261 2,356 27,379 78,467 98,083-70, , ,26 1,241 2,426 0,322 0,614 0,768-0, , ,00 0,861 3,411 4,985 13,841 17,301-12, , ,78 0,199 4,942 5,713 45,036 56,295-50, , ,00 0,009 5,793 0,437 22,630 28,287-27, , ,07 10,616 0,041 74,407 93,009-92, , ,00 9,738 60,364 75,455-75, ,208 SUB-TOTAL 98, ,00 4,849 36,468 45,585-45, , ,45 0,871 1,033 1,937 13,075 16,344-14, , ,00 6,840 59,968 8,030 10,038 49, , ,00 6,857 6,847 6, ,424 SUB-TOTAL TOTAIS 68, , , , , ,844 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\mcRamo2.db ( 19/07/ :42:56 ) Impressão em : 19/7/ :44:38

155 Rodovia: BR RECIFE - PARNAMIRIM ESTACA 7+ 0,00 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO Trecho: AV. JULIA RODRIGUES - BELO JARDIM - MC TERRAP. V O L U M E S (m³) Página: CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 15, ,00 20, , , , ,00 11, , , , ,00 11, , , , ,00 8, , , , ,00 1,786 0, ,786 4,508 5,636 97, , ,00 0,161 4,019 19,463 44,699 55,874-36, , ,00 0,723 15,784 8, , , , , ,00 0,902 16,696 1,625 32,479 40,599-38, , ,00 1,637 21,680 22, , , , , ,00 2,974 57,431 46, , , , , ,00 28,611 29, , , , , ,00 0,002 30,533 0, , , , , ,00 3,015 16,332 30, , , , , ,00 2,132 2,918 46, , , , , ,00 2,706 2,025 4,836 4,943 6,178-1, , ,00 4,173 0,021 68,780 20,458 25,572 43, , ,00 9, ,272 0,212 0, , , ,59 11,373 57,120 57, ,418 SUB-TOTAL 3.535, , ,00 10, , , , ,00 12, , , , ,00 5, , , , ,59 7,046 34,477 34, , ,00 10, , , , ,00 11,950 0, , , ,897 SUB-TOTAL TOTAIS 2.640, , , ,474 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\mcAv_JuliaRodrig.db ( 18/07/ :25:28 ) Impressão em : 18/7/ :27:15

156 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.02 ESTACA 85+ 5,00 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO V O L U M E S (m³) Página: Trecho: BORDO LADO DIREITO - MC DE TERRAP. CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 0, ,00 2,093 22,726 22,726 22, ,00 4,102 61,949 61,949 84, ,00 5,778 98,802 98, , ,00 5, , , , ,72 4,476 94,724 94, , ,00 4,517 5,768 5, , ,00 2,810 73,267 73, , ,00 1,718 45,281 45, , ,72 1,930 34,139 34, , ,00 1,975 2,504 2, , ,00 1,586 35,606 35, , ,85 1,924 0,000 31,318 31, ,324 SUB-TOTAL TOTAIS 620, ,324 0,000 0,000 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter02\mcInt02BordoBr232LD.db ( 19/07/ :15:34 ) Impressão em : 19/7/ :16:18

157 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.02 ESTACA 83+ 4,30 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO Trecho: BORDO LADO ESQUERDO - MC DE TERRAP. V O L U M E S (m³) Página: CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 0,847 0, ,41 1,622 0,247 18,646 1,864 2,330 16,316 16, ,00 1,522 0,300 0,934 0,162 0,203 0,731 17, ,00 0,538 2,459 20,592 27,587 34,484-13,892 3, ,41 0,324 2,391 4,051 22,806 28,507-24,456-21, ,00 0,460 2,985 4,153 28,477 35,597-31,443-52, ,00 0,911 1,040 13,711 40,250 50,313-36,602-89, ,00 1,015 0,527 19,264 15,668 19,586-0,322-89, ,00 2,420 34,354 5,270 6,588 27,766-61, ,00 2,679 0,000 50,992 50,992-10,910 SUB-TOTAL TOTAIS 166, , , , , ,606 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter02\mcInt02BordoBr232LE.db ( 19/07/ :16:52 ) Impressão em : 19/7/ :17:32

158 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.03 ESTACA ,00 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO Trecho: BORDO LADO DIREITO - MC DE TERRAP. V O L U M E S (m³) Página: CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 1, ,00 2,967 40,103 40,103 40, ,00 3,322 62,893 62, , ,00 3,263 65,854 65, , ,00 3,404 66,674 66, , ,00 2,149 55,528 55, , ,00 3,292 54,408 54, , ,00 4,330 76,225 76, , ,00 2,773 71,030 71, , ,00 3,353 61,258 61, , ,00 2,903 62,558 62, , ,00 3,076 59,784 59, , ,00 2,833 59,083 59, , ,00 2,292 51,247 51, , ,00 2,093 43,854 43, , ,00 1,248 33,409 33, , ,00 0,679 8,671 8, ,580 SUB-TOTAL TOTAIS 872, ,580 0,000 0,000 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter03\mcInt03BordoBr232LD.db ( 19/07/ :32:48 ) Impressão em : 19/7/ :33:20

159 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.03 ESTACA ,00 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO Trecho: BORDO LADO ESQUERDO - MC DE TERRAP. V O L U M E S (m³) Página: CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 1, ,12 1,505 10,716 10,716 10, ,00 2,122 23,358 23,358 34, ,12 2,273 37,620 37,620 71, ,00 2,257 6,524 6,524 78, ,86 2,243 44,670 44, , ,00 2,240 0,323 0, , ,00 2,569 48,091 48, , ,86 1,609 20,588 20, , ,00 2,183 19,235 19, , ,00 2,189 43,728 43, , ,00 1,625 0,003 38,140 0,030 0,038 38, , ,00 1,706 33,308 0,030 0,038 33, , ,00 1,482 31,878 31, ,105 SUB-TOTAL 0,060 0, ,00 1,428 2,909 2, ,013 SUB-TOTAL TOTAIS 361, ,088 0,060 0,075 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter03\mcInt03BordoBr232LE.db ( 19/07/ :29:40 ) Impressão em : 19/7/ :32:04

160 Rodovia: BR RECIFE PARNAMIRIM - INTERS.04 ESTACA ,00 Á R E A S (m²) MAPA DE CUBAÇÃO V O L U M E S (m³) Página: Trecho: BORDO LADO DIREITO - MC DE TERRAP. CORTE ATERRO CORTE ATERRO ATERRO EMP. DIFERENÇA BRUCKNER 0, ,00 1,899 28,619 28,619 28, ,00 1,522 34,212 34,212 62, ,00 1,735 32,575 32,575 95, ,00 1,521 32,557 32, , ,00 1,293 28,133 28, , ,00 1,305 25,982 25, , ,00 1,547 28,526 28, , ,00 1,377 29,240 29, , ,10 1,122 21,362 21, ,208 SUB-TOTAL TOTAIS 261, ,208 0,000 0,000 1 E:\1P_2012\Belo Jardim\Inter04\mcInt04BordoBr232LD.db ( 19/07/ :08:46 ) Impressão em : 19/7/ :09:11

161 5.3 Projeto de Drenagem e Obras de arte correntes O Projeto de drenagem foi desenvolvido para a Av. Júlia Rodrigues Torres, tendo em vista que trata-se de um segmento para implantação. Os demais projetos de adequação referem-se apenas aos ajustes das interseções existentes não necessitando de intervenção com vista a drenagem. A única obra existente da Av. Júlia Rodrigues Torres (estaca ,00) foi levantada pelo sistema convencional de topografia e em escritório avaliada a sua eficiência. Foram realizadas visitas in loco para a verificação do comportamento hidráulico e estrutural da obra existente e optou-se pela demolição da mesma e a construção de um bueiro do tipo BDCC 3,00 x 3,00m. A obra existente tem o funcionamento hidráulico adequado para as condições locais, entretanto a sua estrutura, aparentemente antiga, não oferece condições seguras para o tráfego futuro. A montante existe um BDCC 3,00 x 3,00m sob a rodovia BR-232, com vários anos de funcionamento. Essa obra nunca apresentou problema de natureza hidráulica. Drenagem Superficial A drenagem superficial será feita apenas com meio-fio nas faixas de aceleração e desaceleração (MFC-03) e na Av. Júlia Rodrigues Torres (MFC-05). O Projeto de Drenagem é apresentado no Volume 2- Projeto de Execução.

162 CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO LADO DIREITO LADO DIREITO LADO ESQUERDO LADO ESQUERDO LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO TIPO TIPO TIPO ESTACA - ESTACA (m) ESTACA - ESTACA (m) ESTACA - ESTACA (m) ESTACA - ESTACA (m) Interseção 01 Interseção 01 Ramo 01 Bordo LD da BR , ,00 168,00 MFC , ,00 180,00 MFC 03 Ramo 02 Av. Julia Rodrigues 0 + 0, ,00 141,00 MFC , ,00 331,00 MFC 05 Av. Julia Rodrigues Canteiro - Av.Julia Rodrigues ,00 MFC , ,00 309,00 MFC 05 Canteiro - Av.Julia Rodrigues , ,00 309,00 MFC 05 Interseção 02 Ilha 01 27,00 MFC , ,00 95,00 MFC 03 Ilha 02 19,00 MFC , ,00 158,00 MFC 03 Gota 62,00 MFC 05 Interseção 03 Interseção , ,00 180,50 MFC , ,00 195,00 MFC , ,00 125,00 MFC 03 Interseção 04 Ilha 01 43,00 MFC , ,00 100,00 MFC 03 Ilha ,00 MFC , ,00 80,00 MFC 03 Interseção , ,00 90,00 MFC , ,00 145,00 MFC 03 Interseção , ,00 180,00 MFC 03 TIPO MEIO - FIO QD TOTAL MFC-03 - LD TOTAL MFC-05 - LD 1.044,00 m TOTAL MFC-03 - LE 793,50 m 979,00 m TOTAL MFC-05 - LE TOTAL MFC-03 TOTAL MFC ,00 m 1.837,50 m 1.619,00 m

163 CON SULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO LOCALIZAÇÃO ESTACA ENTRADA D'ÁGUA DESCIDA D'ÁGUA LOCALIZAÇÃO ENTRADA D'ÁGUA DESCIDA D'ÁGUA LADO EDA - 01 EDA - 02 EXTENSÃO ESTACA TIPO EDA - 01 EDA - 02 EXTENSÃO TIPO Interseção 01 Interseção 01 Av. Julia Rodrigues Ramo ,00 x 2,80 DAR-02 LE 3 + 0,00 x 2,15 DAR-02 LD ,00 x 5,30 DAR-02 LE 5 + 0,00 x 1,80 DAR-02 LD ,00 x 3,00 DAR-02 LE 8 + 0,00 x 1,00 DAR-02 LD ,00 x 1,00 DAR-02 LE Ramo ,00 x 2,50 DAR-02 LD Interseção ,00 x 2,50 DAR-02 LD ,00 x - 1,20 DAR-02 LE ,00 x 1,00 DAR-02 LD ,00 x - 2,00 DAR-02 LE Av. Julia Rodrigues ,00 x 2,00 DAR-02 LD ,00 x 3,80 DAR-02 LD ,00 x 3,50 DAR-02 LD ,00 x 4,50 DAR-02 LD LADO ENTRADA E DESCIDA D'ÁGUA Interseção 01 Interseção 01 Total LE EDA ,00 und Total LD EDA ,00 und DAR ,10 m DAR ,75 m Interseção 02 EDA ,00 und Total LE EDA ,00 und Total Geral DAR ,05 m DAR ,20 m QD

164 CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO ESTACA A DEMOLIR ITEM COMP. EIXO DE PROJETO TIPO E DIMENSÕES (m) (m) A IMPLANTAR - SUBSTITUIR - ALONGAR OU MANTER EXISTENTE ADOTAR COMP. TIPO E DIMENSÕES (m) TIPO E DIMENSÕES (m) TOTAL BERÇO SERVIÇO ESCONS. VOL. ESTIMADOS (m³) TIPO DE BOCAS COTAS ESCAV. REAT. ESQUERDA C.CENTRO DIREITA MONTANTE JUSANTE ,00 PONTILHÃO 6,00X7,00 BDCC 3,00 x 3,00 20,00 C S 0º 76,000 32,000 NT NT 620, ,012 BUEIROS - NOTAS DE SERVIÇO TOTAL 76,000 32, TIPO DAS BOCAS 2. TIPO DE BERÇO 3. TIPO DE SERVIÇO TIPO DE BUEIRO NT - NÍVEL DE TERRA T - EM TERRA R - REPARAR S - SUBSTITUIR B(N)P - Bueiro (N) de Placa CX - CAIXA P - PEDRA MARROADA I - IMPLANTAR M - MANTER B(N)CC - Bueiro (N) celular de concreto C - CONCRETO P - PROLONGAR D - DEMOLIR B(N)TC - Bueiro (N) tubular OBSERVAÇÕES: Resumo Geral CORPO DE BUEIRO BDCC 3,00 x 3,00 = 20,00 m BOCA DE BUEIRO BDCC 3,00 x 3,00 = 2,00 m Escavação = 76,000 m³ Reaterro = 32,000 m³ QD

165 5.4 Projeto de Pavimentação Avenida Júlia Rodrigues Torres O pavimento do acesso, em pista dupla, será em paralelepípedo entre a estaca 7 + 0,00 e a estaca ,00, uma vez que já existe um segmento desse acesso com esse tipo de pavimento. Para o dimensionamento do pavimento em paralelepípedo, será utilizado o Método de PELTIER, cuja fórmula é apresentada a seguir: l 1 + l = ISC + 5 P onde: ISC = CBR do subleito, em percentual l = espessura total do pavimento em cm P = carga por roda, em tonelada l = l 1 + l 2 l 1 = espessura do paralelepípedo mais o colchão de areia l 2 = espessura da sub-base De acordo com a orientação do referido método é utilizada seguinte expressão: l + l = ISC + 5 P onde:

166 P = 5 toneladas por roda l = l 1 + l 2 l 1 = paralelepípedo + farofa de cimento e areia l 2 = sub-base ISC = 10% Então tem-se: l + l = ISC + 5 P l = l 1 + l 2 = 29,03 l 1 = 15,0 cm l 2 = 14,03 cm Resumidamente, tem-se o seguinte dimensionamento: - Sub-base granular com espessura de 14,03cm, adotou-se 15,0 cm com CBR > 30% - Colchão de cimento e areia, no traço 1:8, com 5,0 cm de espessura - Pedra granítica com espessura de 10,0 cm Rodrigues Torres. No final desse capitulo será apresentada a seção de pavimentação da Av. Julia seguinte dimensionamento: Nas interseções com a BR-232 serão adotadas a solução de pavimento flexível com o - Sub-base estabilizada granulometricamente com e = 0,15m - Base de brita graduada tratada com cimento com e = 0,15m - Revestimento em CBUQ com e = 0,05m.

167 1 8 cm CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO AV. JULIA RODRIGUES TORRES 2,00 7,00 1,00 7,00 2,00 DETALHE 1 3, 0-4, 0 % 3, 0-4, 0 % PASSEIO EM CONCRETO AO TRAÇO 1:3:5 SEÇÃO TRANSVERSAL DE PAVIMENTAÇÃO QD CONCRETO MAGRO DETALHE 1 MEIO-FIO 15 a 20 cm LINHA D ÁGUA REVESTIMENTO EM PARALELEPÍPEDO PARALELEPIPEDO COM 0,10m DE E S P E S S U R A R E J U N TA D O C O M ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA (1:3) CONCRETO MAGRO CAMADA DE FAROFA DE CIMENTO E AREIA AO TRAÇO 1:8 DE ASSENTAMENTO COM 0,05m DE ESPESSURA CAMADA DE SUB-BASE COM 0,15m DE ESPESSURA COM CBR > 30% DE SOLO DE JAZIDA

168 5.5 Projeto de Sinalização Considerações Gerais O projeto de sinalização foi elaborado tendo em vista atender aos princípios da Engenharia de Tráfego e em observância às determinações contidas no Código Nacional de Trânsito (edital 1998). Foram consultados o Manual de Sinalização Rodoviária do DNIT (edição 2010), sendo a metodologia adotada para atender às condições de geometria e a segurança da via e a segurança do usuário da referida via. O projeto de sinalização é composto de Sinalização Gráfica Horizontal e Sinalização Gráfica Vertical. Inclui-se, também neste projeto a parte referente as defensas Sinalização Gráfica Horizontal 1. Considerações Gerais A Sinalização Gráfica Horizontal é uma das ferramentas que a Engenharia de Tráfego utiliza para melhorar o controle, a operação, a orientação e a segurança do tráfego, além de complementar a sinalização vertical, visando enfatizar a mensagem que se procura transmitir. A Sinalização Gráfica Horizontal constará de marcas longitudinais e transversais, símbolos, inscrições no pavimento e dispositivos de canalização permanente demarcados sobre o pavimento cuja função é organizar o fluxo de veículos e pedestres de forma a tornar mais eficiente e seguro a operação da via.

169 A Sinalização Gráfica Horizontal proporciona ao usuário da via um guia ótico para uma direção segura e confortável, tanto de dia quanto de noite, pois é a única forma de transmissão de mensagem, para cuja percepção e entendimento, não se torna necessário ao condutor desviar sua atenção do leito da via. Mostra claramente os limites da via com relação ao tráfego oposto e ao acostamento, além de alertar para as zonas de proibição de ultrapassagem ou de mudança de faixa. especificadas. A Sinalização Gráfica Horizontal será executada nas cores branca e amarela a seguir 2. Emprego da Cor Branca a) nas demarcações longitudinais como linhas de bordo delimitando os acostamentos e nos dispositivos de canalização permanente cujos fluxos se processam no mesmo sentido. b) nas demarcações transversais como linhas de retenção, faixas para travessia de pedestre etc. c) na marcação das inscrições no pavimento como setas, símbolos e inscrições no pavimento. de 2 anos. O material a ser empregado na sinalização horizontal será tinta acrílica para o tempo 3. Emprego da Cor Amarela a) nas demarcações longitudinais como nas linhas de divisão de sentidos opostos e nos dispositivos de canalizações permanentes cujos fluxos se processam em sentidos opostos. c) nas demarcações longitudinais como nas linhas de divisão de sentidos opostos e nos dispositivos de canalizações permanentes cujos fluxos se processam em sentidos opostos Sinalização Gráfica Vertical

170 1. Considerações Gerais A Sinalização Gráfica Vertical é um subsistema da sinalização viária, que se utiliza de dispositivos de controle de trânsito, onde o meio de comunicação (sinal) está na posição vertical, fixado ao lado em postes de sustentação ou suspenso sobre a pista, utilizando placas ou painéis, fixados em semi-pórticos ou pórticos, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente variáveis, mediante símbolos e/ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas. A Sinalização Gráfica Vertical tem por finalidade aumentar a segurança, ajudar a manter o fluxo de tráfego em ordem, reforçar a sinalização horizontal e fornecer informações aos usuários da via. As placas de sinalização são classificadas em: - Placas de regulamentação cuja finalidade é informar aos usuários as condições de obrigação, limitações, proibições ou restrições. Seu desrespeito constitui infração. - Placas de advertência cuja finalidade é alertar para situações potencialmente perigosas. Possuem caráter de recomendação. - Placas de indicação cuja finalidade é orientar os usuários da via no caso de seu deslocamento, informando as direções, sentidos e distâncias às localidades a serem atingidas. - Placas educativas cuja finalidade é fornecer aos motoristas preceitos gerais que o ajudem a praticar uma direção segura na via e, ainda, a de fornecer orientação permanentemente quanto a procedimentos básicos de segurança a serem adotadas em situações de caráter tanto geral como específico. 2. Sinais de Regulamentação Os sinais de regulamentação serão feitos por meio de símbolos, números, e palavras nas cores, vermelha, branca e preta de acordo com o preconizado pelo Código de Trânsito Brasileiro. As placas (padrão) de forma circular terão diâmetro igual a 1,00m, independente da velocidade permitida de projeto, ou seja, 60 km/h e 80 km/h respectivamente. As placas de forma octogonal terão lado igual a 0,414 m e as de forma triangular terão lado igual a 1,00m.

171 3. Sinais de Advertência Os sinais de advertência serão feitos por meio de símbolos, números e palavras nas cores, amarela e preta. Para os sinais de forma quadrada (padrão), o lado do quadrado será igual a 1,00m, independente da velocidade de projeto, ou seja, 60 km/h nas pistas marginais e 80 km/h nas vias principais respectivamente. 4. Sinais de Indicação. As placas de indicação serão feitas por meio de setas, números e palavras nas cores verdes e brancas, de acordo com o estabelecido no Código de Trânsito Brasileiro e os Manuais de Sinalização do DENATRAN e do DNER. As placas terão dimensões de 2,00m x 1,00m e 2,00 x 0,50 5. Placas Educativas As placas educativas serão feitas por meio de mensagens educativas com letras na cor preta sobre fundo branco com dimensões de 2,00 x 1, Resumo do Projeto Mensagens As mensagens foram projetadas com letras maiúsculas e números de acordo com o padrão Série D do Standard Alphabets for Highway Sings and Paviment Markings FHWA. As dimensões dos caracteres componentes das mensagens foram fixadas em função da legibilidade, consideradas as condições operacionais da via e os padrões normais de acuidade visual, resultando na adoção da altura de 100 mm para as letras das placas convencionais. indicação da mensagem. As setas utilizadas foram dimensionadas em função das letras, do número de linhas e

172 Posicionamento As placas de regulamentação foram posicionadas ao longo da via condicionada pela distância mínima de visibilidade necessária para a sua visualização e o tipo de situação que se está regulamentando As placas de advertência e de pré-sinalização, além da distância mínima para a sua visualização foi adotado como regra geral o afastamento de 150 a 200m entre o sinal e o local de advertência ou entre a pré-sinalização e o local da confirmação de saída Dispositivos Auxiliares. Os dispositivos auxiliares da sinalização horizontal são constituídos por superfícies refletivas aplicados ao pavimento da rodovia, permitindo ao condutor melhores condições de operação principalmente em percursos à noite. Como dispositivos auxiliares foram utilizados tachas e tachões monodirecionais brancos e bidirecionais amarelos sobre as pinturas demarcadoras dos zebrados, ao longo das linhas de divisão de fluxos de mesmo sentido e ao longo das linhas de bordo. Foram ainda utilizados balizadores no lado externo das curvas, nas entradas e saídas das pontes e nas ilhas das interseções. RESUMO DE QUANTIDADES DISCRIMINAÇÃO SINALIZAÇÃO VERTICAL TOTAL (und.) TOTAL (m²) Sinais de L = 0,60m x 0,67 (identificação) 6 2,412 Sinais de L = 0,414m (octogonal) 4 3,310 Sinais de L = 1,00m (triangular) 8 3,464 Sinais de Ø = 1,00m 44 34,540 Sinais de 1,00m x 1,00m 21 21,000 Sinais de 2,00m x 1,00m 27 54,000 Sinais de 2,00m x 0,50m 3 3,000

173 RESUMO DE QUANTIDADES DISCRIMINAÇÃO SINALIZAÇÃO HORIZONTAL TOTAL Faixa contínua amarela com 0,15m de largura 508m² Faixa de continua branca com 0,15m de largura 2.510m² Faixa interrompida branca com 0.15m de largura 80m² Setas 253m² Zebrados 361m² Travessia de Pedestres 15 m² Palavra pare 52 m² Tachas Monodirecionais 508 ud Tachões Monodirecionais 461 ud Tachões Bidirecionais 477 ud SINALIZAÇÃO DE OBRAS E EMERGENCIAIS SINALIZAÇÃO VERTICAL TOTAL (und.) TOTAL (m²) Sinais de Ø = 0,80 8 4,0192 Sinais de 0,80m x 0,80m 8 5,120 Sinais de 1,25m x 0,40m 8 4,000 Sinais de 1,25m x 0,80m 2 2,000 Sinais de 1,50m x 1,000m 6 9,000 Barreira Classe II 18 - Iluminador Intermitente 2 - Bandeira Apoiada em Cone 2 - Pare / Siga 2 - Cone 6 -

174 5.6 Projeto Ambiental Considerações sobre a Recuperação do Passivo Ambiental O Passivo Ambiental característico do modal rodoviário se limita e é constituído por externalidades geradas pela existência da rodovia sobre terceiros e por externalidades geradas por terceiros sobre a rodovia. Muitas vezes os passivos ambientais gerados por terceiros nem sempre podem ser identificados ou responsabilizados de forma que o órgão rodoviário terá de assumi-lo em benefício da via e de seus usuário. Os passivos Ambientais de natureza física consistem, basicamente, de problemas em cortes: erosões e pequenos escorregamentos. Decorre principalmente da combinação dos fatores natureza dos solos versus relevo movimentado versus alta precipitação pluviométrica versus ausência de proteção. Ao longo do tempo, tais fatores concorreram para um processo de erosão laminar diferencial dos maciços, deformando-lhes a inclinação, resultando, em alguns casos, no solapamento da base dos taludes; para equacionar estes problemas indica-se soluções simples, quais sejam: a regularização manual nas faces erodidas dos taludes, a hidrossemeadura e implantação de dispositivos de drenagem. A presença de lixões a céu aberto, muito comum nas proximidades dos centros urbanos, não foi detectada na área das obras, em vista que a cidade possui um aterro sanitário com 6,62 hectares de área, construído através de uma parceria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectma) com o Ministério do Meio Ambiente. Os Aterros sanitários diferem dos lixões

175 que apesar de se caracterizem como locais para disposição final dos resíduos possuem aplicação de critérios de engenharia e normas operacionais específicas, para garantir a segurança da disposição do lixo e o benefício da saúde pública e do meio ambiente. O aterro conta com balança rodoviária eletrônica informatizada com capacidade de 30 toneladas, célula de aterramento pronta para entrada em operação de recepção de lixo; estação de tratamento de chorume; rede de energia e iluminação; sistema viário interno, sendo parte em terra compactada e parte com pavimentação; cercamento de toda a área com mourões de concreto e arame farpado; e vala séptica para resíduos de serviços de saúde. (Figuras 15 e 16) Especificações e Procedimentos para Recuperação das Jazidas, Canteiros de Obras, Taludes e Áreas de Empréstimo A reabilitação ambiental das áreas das jazidas deverá se pautar pelas seguintes especificações gerais do DNIT: DNIT 071/ ES Tratamento ambiental de áreas afetadas pelo uso ou pela implantação de obras rodoviárias e do passivo ambiental de áreas classificadas como planas ou de baixa declividade. DNIT 072/ ES, apresentada em anexo, a qual é usada no tratamento ambiental de áreas afetadas pelo uso ou degradadas pela implantação de obras rodoviárias e do passivo ambiental de áreas classificadas como íngremes e de difícil acesso. DNIT 074/ ES - Tratamento ambiental de taludes e encostas por intermédio de dispositivos de controle de processos erosivos.

176 DNIT 078/ PRO - Condicionantes ambientais pertinentes à segurança rodoviária na fase de obras Procedimento; DNIT 070/2006 PRO Condicionantes Ambientais das Áreas de Uso de Obras. DNIT 102/ ES - Proteção do Corpo Estradal - Proteção Vegetal Detalhamento das Etapas: O detalhamento das etapas apresentado a seguir, para utilização da reabilitação de áreas de empréstimos e jazidas, complementa os procedimentos constantes das Especificações do DNIT, já referidas anteriormente. a) Remoção da Cobertura Vegetal Realizar a retirada da vegetação paripassu ao avanço da exploração da jazida, jamais desmatando além do necessário; Retirar, inicialmente, o material lenhoso (árvores, caso existam) e picotear toda a copa/galhadas para incorporação ao solo, conjuntamente com o todo e o resto da vegetação de menor porte (arbustos, arvoretas, etc.) a serem removidas e que deverão se encontrar também devidamente fragmentadas; Evitar o uso do fogo (queimadas) para a remoção de qualquer tipo de vegetação; b) Obras de Drenagem Antes do processo de exploração, após o desmatamento das áreas ainda não exploradas ou nas áreas já utilizadas como jazidas, criar um anel de canais estreitos (valetas à céu aberto) para o escoamento das águas pluviais no entorno da jazida, de modo a evitar que a maior parte das ravinas escoem para dentro da área decapeada. No caso de já existirem valetas ou sulcos erosivos, proceder o entupimento das valetas e desviar toda a drenagem para áreas externas. Em alguns casos pode-se fazer uma tapagem ou barreira com o material da jazida para evitar que as águas corram para as áreas instáveis. c) Decapeamento A retirada do solo superficial (camadas A e B), aquele mais propício à proliferação da flora e microorganismos, é uma etapa fundamental para a recuperação ambiental de áreas degradadas.

177 O decapeamento consiste na retirada das camadas de material de solo para estocagem no entorno da jazida para posterior reaproveite com as seguintes etapas: Remoção de toda a camada superficial de solo orgânico (nível A), caso esta ocorra, numa altura variável de até 30 cm; Remoção, em seguida, da segunda camada (horizontes B/C). Em jazidas já exploradas, sem camada orgânica, onde o nível B/C está aparente, este, também deverá ser decapeado. Esse material poderá ser o único elemento a se contar para a revegetação. Ainda que possa apresentar uma natureza estéril, suas qualidades químicas são facilmente alteráveis pela calagem e adubação; Retirada gradual do solo, através de remoções sucessivas de acordo com o desenvolvimento ou expansão da lavra; Todos os resíduos orgânicos e a própria vegetação de porte herbáceo, devem ser removidas conjuntamente com o solo. d) Estocagem do Solo Superficial Obtido o material do decapeamento, deverá ser procedida sua estocagem numa área adequada ou no entorno da jazida, de modo a se formar duas pilhas distintas (níveis A e B) sem misturá-las. As pilhas devem ser baixas (principalmente a do nível A), circundadas por valetas para facilitar a drenagem e estocadas de modo a facilitar a reutilização posterior. Após dois ou três meses, antes de sua reutilização (recobrimento das áreas exploradas), promover um revolvimento das pilhas para melhorar a aeração e preservar a atividades biológica. Durante todo o período de estoque, procurar adicionar o máximo de matéria orgânica às pilhas, principalmente na de material mais estéril (nível B). e) Recomposição do Relevo (Fase Pós-Exploração) Após o término da exploração, deve-se fazer uma limpeza geral da área, e nivelar ao máximo o piso da área explorada, espalhando-se, nas depressões ou cavas, os entulhos de materiais porventura existentes. Os taludes recém abertos ou os antigos instáveis devem ser suavizados de modo a torná-los o mais compatível possível com a topografia original. Nestes taludes, fazer sulcos longitudinais horizontais fortemente inclinados para dentro, com aproximadamente 5 cm de largura ou promover picoteamento, afastados 30 a 50 cm para receber a hidrossemeadura.

178 Ao término do nivelamento topográfico, refazer os condutos ou superfícies de escoamento das águas pluviais, desviando-a das áreas mais sensíveis a erosão, ou seja, aquelas que tenham sido decapeadas e se situem próximas às encostas, canalizando-as para mais de uma direção. O desvio pode ser feito quando do nivelamento do piso da jazida por meio de trator, imprimindo uma leve inclinação no terreno e/ou por canais estreitos feitos com enxada ou picareta. Nas áreas mais sensíveis, revestir os canais com cascalho para diminuir a velocidade das águas e evitar o aprofundamento da erosão. Após os trabalhos de direcionamento geral das águas pluviais, deve-se, sequencialmente espalhar o reaproveite (solo superficial) estocado na fase de preparação ou durante o processo de exploração. O espalhamento deve ser feito na ordem inversa do decapeamento, primeiro espalhando-se os níveis mais profundos (B e C) e, subsequentemente, o nível mais superficial (0 a 30 cm) do nível A, rico em matéria orgânica. Promover a revegetação com gramíneas associadas às leguminosas nas jazidas e empréstimos e hidrossemeadura nos taludes de cortes conforme especificação DNIT 071/ Escolha das Espécies Vegetais Face à ausência de vegetação nativa nas áreas a serem tratadas e tendo em vista que os processos de revegetação, tanto de cortes quanto das áreas das jazidas de materiais serão a hidrossemeadura (nos cortes) e o plantio de gramíneas associadas a leguminosas (nas jazidas), a escolha das espécies vegetais recaem sobre aquelas recomendadas na especificação DNIT 071/2006. As espécies selecionadas pertencem a duas famílias botânicas, Gramineae e Leguminosae que, devido à similaridade quanto às características de interesse, serão descritas e agrupadas conforme relação a seguir, ressaltando-se que os estudos edafopedológicos são os melhores indicadores para seleção das espécies. Considerando a disponibilidade do comércio, grupa-se na consorciação, 3 a 4 tipos de sementes de gramíneas e 3 a 4 tipos de sementes de leguminosas, as quais se completam quanto às características botânicas e visuais planejadas. Por sua vez as gramíneas, ao consorciarem-se com as leguminosas, tiram proveito da fixação de nitrogênio que caracteriza estas últimas.

179 Tais espécies têm as seguintes características de interesse: apresentam alta capacidade reprodutiva, baixa exigência em fertilidade e melhoram as características do substrato através da fixação biológica de nitrogênio atmosférico. Devido às características de desenvolvimento do sistema radicular, favorecem a captação e reciclagem de nutrientes, presentes em camadas mais profundas do perfil. Lista das Espécies Vegetais a Serem Utilizadas na Revegetação das Jazidas e Empréstimos Espécies Nativas Nome Vulgar a) Gramíneas. Setária anceps capim sectária. Brachiaria Humidícola humidicola, quicuio da Amazônia. Brachiaria Decumbens decumbens. Brachiaria Brizantha brizantão, brachiarão. Paspalum notatum grama batatais. Milinis Minitiflora capim gordura. Axonopus ObtusifoliusChase grama-de-folha-larga. Eragrostis Curvula capim chorão. Lolium Multiflorum azevêm b) Leguminosas. Cajanus Cajan feijão guandu. Estizolobium anterrinum mucuna. Puerária Phaseolóides kudzu tropical. Calopogonium Muconoides calopo. Centrocema Pubescens centrosema. Estizolobium anterrinum mucuna Cuidados relacionados com a Segurança do Usuário, do Trabalho e com o Meio Ambiente Os trabalhos rotineiros de fiscalização de obras rodoviárias envolvem: O controle da qualidade dos serviços em função dos projetos; O controle tecnológico dos materiais em função das especificações;

180 As medições. À parte tais atividades, emergem como de interesse especial da Fiscalização, as questões ambientais na dimensão biofísica e antrópica bem como as questões relacionadas com a segurança do usuário e dos operários no transcorrer das obras. A preservação do meio ambiente é um componente relativamente novo nos projetos de obras rodoviárias no Brasil. A legislação incidente é ampla e tem sido aperfeiçoada e incorporada às instâncias estaduais e municipais com maior vigor, a partir da Constituição de A Lei Federal 9.605/98 de Crimes Ambientais (disponível em: amplia o rigor, imputando maiores responsabilidades e penalizações para quem pratica crimes ambientais, ampliando a possibilidade de participação popular e institucional nas denúncias de crimes o que pode retardar obras em função de embargos judiciais. Desta forma, a Fiscalização e toda a equipe envolvida com as obras deverá se manter bem atualizada relativamente às situações que podem gerar crimes ambientais para evitar transtornos em decorrência de ações que, anteriormente, não se apresentavam como críticas em relação ao aparato jurídico ambiental. tratados de per si a seguir: Surge então como de interesse especial da Fiscalização os seguintes aspectos que serão A sinalização de obras; Os desmatamentos; O canteiro de obras; Os caminhos de serviço; Os cursos d água e; A legislação ambiental A Construtora deverá aproveitar o período chuvoso, a partir de abril para realizar as seguintes atividades relacionadas com a recuperação das jazidas, tirando partido das chuvas para garantir uma melhor fixação das espécies plantadas:

181 Realizar as análises pedológicas de cada jazida explorada para determinação das necessidades de calagem e adubação; Revegetação das áreas das jazidas de materiais, tomando-se partido da disponibilidade de chuvas, o que proporcionará melhor fixação das espécies plantadas Canteiro de Obras A maioria das vezes a implantação de canteiros de obras nos projetos rodoviários resultam nos seguintes impactos negativos: Descaracterização da paisagem, pelo desmatamento e presença de construções improvisadas; Carreamento de material provocado pela ação das águas das chuvas em direção aos cursos d água, acompanhado de processo erosivo; Possibilidade de contaminação e águas pelo arrasto de substâncias não biodegradáveis (óleo, graxas, material asfáltico, etc.), vazados dos equipamentos (veículos, tanques de estocagem, etc.) A presença de mão-de-obra empregada na obra gera os seguintes impactos: Possibilidade de transmissão e doenças infecto-contagiosas, especialmente as sexualmente transmissíveis; Aumento da demanda de serviços, particularmente os de saúde; Alterações comportamentais, gerando atritos motivados especialmente pela ingestão e bebidas alcoólicas, inatividade e isolamento de famílias; Possibilidade de contaminação de águas, se não houver este cuidado quando da implantação do acampamento. medidas: Para mitigar tais impactos caberá à Fiscalização verificar o cumprimento das seguintes

182 Em razão dos altos índices de desemprego nos municípios diretamente afetados pelas obras, prezar no sentido de que as contratações recaiam sobre a mão-de-obra local, levando-se em conta que são várias as atividades construtivas que não requerem mão-de-obra especializada; Só aprovar a instalação do Canteiro de Obras em locais onde não ocorra instalação de processos erosivos; recalque diferencial; instabilidades físicas a exemplo de escorregamentos, deslizamentos, depósitos de tálus, etc.; topografia acidentada; susceptibilidade a cheias e inundações; lençol freático aflorante; proximidade de nascentes de cursos d água; direção de ventos para núcleos urbanos próximos. Outras ações que serão monitoradas pela Fiscalização será a observância das seguintes medidas a serem implantadas no Canteiro de Obras: Implantação de fossa séptica nas áreas do canteiro, pedreira e britador; Quando da desativação do acampamento, proceder a tratamento paisagístico da área, com utilização de espécies nativas da região; Remoção sistemática da camada superficial de solo poluído com substâncias não biodegradáveis (óleo, graxas, etc.); Submissão periódica da mão-de-obra a exames médicos, no sentido de se investigar a ocorrência de doenças infecto-contagiosas; Promoção de palestras de conscientização ecológica junto aos operários e ampliar as alternativas de entretenimento. Deverá ainda a Construtora: Informar previamente à Prefeitura local acerca da instalação do Canteiro; Observar a legislação de uso e ocupação do solo vigente no Município de sorte a não haver confrontação legal; Compatibilizar o horário das atividades do Canteiro com a lei do silêncio de sorte a evitar incômodos à população; Exigir da empreiteira a instalação de um sistema de sinalização, envolvendo advertências, orientações, riscos e demais aspectos do ordenamento operacional e do tráfego, com objetivos internos e externos;

183 Realizar inspeções sistemáticas no Canteiro para observância da manutenção de estruturas de segurança, saúde e lazer, em especial a adoção do programa de segurança que consiste no cumprimento, por parte da Construtora, das seguintes normas de segurança do trabalho: NR-4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho SESMET; NR-5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA; NR-6 Equipamento de Proteção Individual EPI; NR-7 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO; NR-15 Atividades e Operações Insalubres; NR-16 Atividades e Operações Perigosas; NR-17 Ergonomia; NR-18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção PCMAT; NR-19 Explosivos; NR-21 Trabalhos à Céu Aberto; NR-26 Sinalização de Segurança. A Fiscalização deverá ainda se engajar com a Construtora para a realização de um Programa de Educação Ambiental com o objetivo de conscientizar os empregados da obra no que diz respeito aos cuidados a serem tomados no trato com as questões ambientais. Constará basicamente da promoção de palestras com todos os empregados da obra objetivando fornecer aos empregados da obra uma "cultura ambiental", através do conhecimento dos bens ambientais existentes na área do projeto, das consequências resultantes da sua degradação, da legislação incidente, bem como das penalidades previstas. Deve-se dar ênfase aos seguintes tópicos: Os processos erosivos decorrentes da descaracterização do relevo (abertura de cortes na estrada, desorganização da drenagem e erosões nas áreas das jazidas); Explanação acerca dos riscos de exploração da jazida; Técnicas de recuperação das áreas a serem degradadas.

184 Explanação acerca de imperiosa necessidade de se evitar desmatamentos desnecessários na área de jazidas. Cumprimento da sinalização de obras, enfocando-se, especialmente, os limites de velocidade de caminhões e caçambas nos caminhos de serviço e trechos urbanos críticos, com vistas a evitar acidentes com terceiros. Este Programa deverá ser implantado antes do início das obras e contar com a seguinte equipe, a ser alocada pela Construtora: Um especialista em meio ambiente; Um engenheiro com prática em fiscalização de obras Caminhos de Serviço Os impactos resultantes dos caminhos de serviço são os seguintes: Levantamento de poeira devido ao tráfego de veículos pesados; Interrupção de caminhos naturais da fauna; Perda de biomassa devido ao desmatamento e decapeamento. Caberá à Fiscalização acompanhar o cumprimento das seguintes exigências com relação aos Caminhos de Serviço: Aguamento sistemático, de modo a evitar o levantamento de poeira pelo tráfego de veículos; Implantação de obras de drenagem para evitar a interrupção dos caminhos de serviço e, consequentemente, o retardardamento do fornecimento e materiais para a terraplenagem e pavimentação; Recuperação posterior dos caminhos, quando da sua desativação onde se deverá proceder a uma subsolagem do solo, aguamento e espalhamento da camada fértil estocada nas laterais, de sorte a facultar a regeneração natural dos caminhos Recomendações para Preservação dos Cursos d Água

185 A Fiscalização deverá dar importância especial às áreas de nascentes de rios e riachos, por se constituírem áreas de preservação permanente segundo o Código Florestal e Resolução CONAMA 04/95, cuja proteção deve ser assegurada. Devendo-se adotar os seguintes procedimentos: Evitar o lançamento de materiais resultantes das atividades e terraplenagem e/ou pavimentação nos cursos d água; Evitar a lavagem de veículos e equipamentos nas margens dos cursos d água; utilizar calhas e dissipadores de energia que direcionem as águas pluviais, através do meio-fio ou sarjetas, principalmente nos aclives e declives mais acentuados; Escolher local adequado para disposição final do material de expurgo ou área de empréstimo; Construir instalações sanitárias adequadas nos canteiros de obras, evitando o lançamento in natura nos cursos d água. A adoção das medidas acima relacionadas deverá contribuir para a contenção da erosão e do consequente assoreamento dos cursos d água, além de proteger a qualidade dos mananciais da área Sinalização das Obras As situações que normalmente requerem sinalização de obras rodoviárias e que devem ser acompanhadas pela Fiscalização são: Faixa central impedida, faixa esquerda impedida, faixa direita impedida, pista escorregadia, distância ao local das obras, obras no acostamento, homens na pista, caminhões e máquinas na pista, trecho impedido, desvio à direita e desvio à esquerda. A velocidade e a carga dos veículos devem ser limitadas; os dispositivos auxiliares de canalização a serem usados são: barreiras, cones, balizadores e marcadores tubulares; a iluminação artificial durante à noite deverá considerar lanterna portátil ou fixa, pisca-pisca e lâmpada elétrica; os dispositivos controladores de trânsito

186 deverão considerar: sinalizador com bandeira, carregador de bandeira, carro piloto e semáforos. Deverá, ainda, observar a Fiscalização, com relação à sinalização de obras: Antes do início das obras, deverão ser submetidos à fiscalização do DNIT, para aprovação,do respectivo projeto de sinalização; Todos os dispositivos e controle de trânsito deverão ter especificações próprias; Sinais não normatizados não poderão ser colocados nos locais das obras; Os sinais deverão ser posicionados de forma a não interferir nas distâncias de visibilidade e não limitar-se às condições operacionais dos segmentos; O âmbito dos dispositivos deverá considerar: sinais de trânsito, dispositivos de canalização, dispositivos luminosos e controle de trânsito; O trânsito, nos trechos em obras, serão controlados por sinais de regulamentação, advertência e indicação; Os trechos em mão única deverão ser operados por sinaleiros, barreiras e sinais complementares. Nas estradas rurais de acessos às jazidas deverá, ainda a sinalização implantar sinalização de advertência, bem como controlar a velocidade dos caminhões Programas de Acompanhamento e Monitoramento de Impactos Os programas ambientais são exigências da resolução CONAMA 01/86 e neste estudo, observa-se principalmente o conteúdo do artigo 6, Inciso IV da referida resolução. As obras de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR-232, pelas condições identificadas na área do empreendimento durante o diagnóstico ambiental realizado e em decorrência dos impactos identificados e medidas mitigadoras propostas, requer q execução dos seguintes planos ambientais: Programa de Controle Ambiental - PCA (Obras) Objetivo

187 O objetivo deste plano será a execução de ações para prevenir a degradação ambiental corrigindo a degradação resultante de ações executadas durante as obras. Conteúdo Ele deve incorporar toda a recuperação de áreas degradadas, estabelecer as estratégias para controle de ações para prevenção de processos erosivos e de assoreamento ao longo da obra, recuperação paisagística da jazida e empréstimos, gestão de resíduos sólidos produzidos na etapa cosntrutiva, gestão de efluentes líquidos, no monitoramento e redução de poeira, fumaça e ruídos, além de ações que assegurem a manutenção da saúde e segurança dos trabalhadores. Responsável pelo Desencadeamento da Execução A execução do PCA será de inteira responsabilidade do empreendedor que arcará com todos os encargos financeiros e tomará as iniciativas para a execução do programa. Equipe Necessária Engenheiro civil com experiência em construção e fiscalização de obras rodoviárias ; e gestor ambiental com experiência em execução de Planos de Controle Ambiental Plano de Monitoramento do Projeto Ambiental O plano de monitoramento das áreas degradadas reabilitadas será desenvolvido com base em inspeção de campo, com periodicidade (mínima semestral) a ser definida em cada caso e através da aplicação de planilha especifica, onde serão registradas todas as situações encontradas nas áreas reabilitadas, objetivando verificar a eficácia das medidas de proteção ambiental adotadas no projeto. Um plano de monitoramento, dentro do contexto usualmente empregado em literatura técnica, compreende uma série de práticas que pretendem, a partir da escolha de parâmetros considerados estratégicos, fornecer informações sobre características ambientais que variam em espaço e tempo, com vistas à avaliação do estágio ambiental de um determinado ecossistema. É

188 implementado quando se deseja aferir, periodicamente, os efeitos provocados pela manifestação de determinados impactos ambientais, com o objetivo de promover ações de controle, capazes de manter ou elevar seu nível de efetividade. O plano de monitoramento ora apresentado é um componente importante do projeto ambiental, constituindo-se num instrumento de valor para aproximar as atividades da construção e a operação da rodovia dos preceitos ambientais preconizados nas normas ambientais do DNIT. Como objetivos mais específicos do referido plano, podem ser relacionados: a) Avaliar impactos previstos ou não, depois da obra implantada, como: Processos erosivos; Evolução das espécies arbóreo-arbustivas; Observações sobre a fauna; Qualidade da água; Qualidade do ar; Poluição Sonora e vibrações; Risco de Acidentes; Risco de Incêndios. b) Detectar sinais que evidenciem que impactos iminentes podem ocorrer, exigindo, assim, imediatas medidas corretivas; c) Ajustar algumas medidas mitigadoras propostas em decorrência da persistência dos impactos detectados. d) Aperfeiçoar futuros estudos ambientais. Uma das características indispensáveis ao plano de monitoramento do projeto ambiental consiste no pragmatismo dos parâmetros analisados, selecionando-se os que permitem uma real avaliação das condições ambientais. A vegetação a ser implantada deverá ser constantemente monitorada através da avaliação da sua evolução, nas diversas etapas da obra, para identificar falhas ou deficiências decorrentes da execução ou implantação. O monitoramento das populações faunísticas é muito oneroso e de difícil execução, particularmente pela ausência de padrões e pela dificuldade do estabelecimento de padrões que

189 efetivamente correlacionam os resultados do monitoramento com a influência da rodovia. Neste caso, o monitoramento da fauna, que permite uma relação direta da mesma com a rodovia, é o censo de animais atropelados. Articulação Institucional Para atividades concernentes ao acompanhamento e fiscalização da execução dos serviços/obras de reabilitação ambiental de áreas degradadas, durante a fase de construção será utilizada a infra-estrutura da supervisão de obras e da empreiteira sob a orientação de técnicos especialistas (Engenheiro Florestal, Técnico Florestal ou Agrônomo); sob a fiscalização do DNIT. O monitoramento em áreas específicas de controle ambiental, tais como, qualidade das águas, do ar, poluição sonora e vibrações, estatística de acidentes rodoviários, populações faunísticas, restauração do patrimônio biótico, recomenda-se planejar Convênios com empresas públicas ou privadas, universidades, etc (Empresas de Água e Esgoto, Embrapa, Emater, entre outras). No quadro da página seguinte apresenta-se o Plano de Monitoramento, indicando os métodos a serem empregados, a freqüência das amostragens e as providências que deverão ser tomadas no decorrer dos trabalhos.

190 Plano de Monitoramento MEIO FÍSICO 1. Solos e rochas Erosão Solifluxão MÉTODO FREQÜÊNCIA PROVIDÊNCIAS V V S, 1 M,1 1,3 1,3 2. Drenagens Qualidade da água Inundações Assoreamento MÉTODO FREQÜÊNCIA PROVIDÊNCIAS O, Q, V V V M, 1 M, 1 M,1 2,5,8,9,15 3 1,3,15 3. Ar Gases Ruídos Poeiras Vibrações V A V,T V,T M M P P 5,8 5,6,8 4,8 6,7 MEIO BIÓTICO 1. Flora Taludes Maciços nativos 2. Fauna Caça Atropelamentos V V,E V V,E P M P P 1,8 9,14 9,8 9,10,12 MEIO ANTRÓPICO Acidente com operários E P 9,10,11 Obs.: Método: A observação auditiva; O observação olfativa; E avaliação estatística; Q avaliação química; T observação tátil; V inspeção visual. Freqüência: S inspeção semanal; M inspeção mensal; C mensal durante o 1 º ano e, após, semestral; D trimestral durante o 1 º ano e, após, semestral; P permanente; I após intensas precipitações. Providências: 1 incrementar cobertura de taludes; 2 evitar lançamento de poluentes; 3 limpeza de talvegues / drenagens / taludes; 4 aspersão de água; 5 manutenção de veículos; 6 evitar trabalhos noturnos; 7 evitar trânsito com peso excessivo; 8 fiscalização; 9 campanha educacional; 10 sinalização; 11 uso de equipamento de proteção individual EPI; 12 identificação das áreas de ocorrência e adoção de medidas de proteção/ prevenção; 13 acionar órgãos (saúde/bombeiros/polícia); 14 análises das espécies (mortalidade/sanidade/desenvolvimento); 15 tratamento de lixo.

191 5.6.6 Discriminação e Quantitativos dos Serviços de Reabilitação Ambiental Apresenta-se, a seguir um resumo das quantidades das áreas a serem revegetadas e logo após uma planilha com todo o quantitativo das áreas a serem implantados o processo de hidrossemeadura e o enleivamento. Resumo das Quantidades Itens de Serviço Unid. Quant Especificação DNIT. Enleivamento m 2 873,80 ES-102/2009. Hidrossemeadura m 2 938,00 ES-102/ Anexos A seguir são apresentados os seguintes quadros Revegetação de Área de Empréstimo, Canteiro de Obras, Jazidas e Areais; Recuperação de Jazidas; Jazida a ser utilizada; Localização do Bota-fora.

192 / / \ \ ////////////////////\\\\\\ \\\\ / / / / / / CON S U L PL A N CONSULTORIA E PLANEJAMENTO Área Virgem Área Explorada Estoque de solo orgânico Estoque de solo orgânico REVEGETAÇÃO DE ÁREAS DE EMP R ÉSTIMOS, CANTE I RO DE OBR A S, JA Z IDA S E AREAIS Estoque de solo orgânico Área Restaurada Procedimento - Evitar derrubar Ávores e estocar o solo orgânico e restos de vegetação. / / / / / / / / / / / / / / / / // / / / // / \ \\ \ \ \ \ \\ \\ \ \\ \ \ \\ \ \\ /// \\ \ \ \ \ \ \ \ //////// \ \ \ \ \ \ \ / / / \ \ \ \ \ \ // / / \ \ \ \ \ // \ \ / / \ \ // \\ /// / / \\ \\ // \\ / // // //// // // // \\\/ // \\\ // / \\ \\ /// / \\ // \\ // \\ \\\ /// // \\\\ \\\\ /// //// ///// /// /// /// // // // // // // /// // ////// ////////// /////////////\ //////\\\\\\\\ \\\\\\\\\\\\\\ \\\\\\\\////// \ ///////// /// // /// // //// /// // /// // // / /// // / // // // / /// \/ \/ \/ // // /// // // // / / // / // / /\ /\ / /\ /\ / // // / / / / / / / / / / / / // /\ /\ // \ // \/ // // / // // // // / // / / // / / / / / / / / / / / / / / // / // / ///////// - Após a exploração, regularizar a superfície resultante e os taludes. - Execução valetas de proteção, se necessário. - Recompor a cobertura vegetal, inclusive nos taludes, espalhando o solo estocado de modo uniforme. - Utilizar o processo de hidrossemeadura.

193 Recuperação Progressiva Lavrada em Painéis A B SS CF SS CF SS CF X Z SS SS CF SS CF Legenda: SS - Subsolo; CF - Camada fértil do solo Obs.: O tamanho de cada módulo deverá coincidir com o da malha de cada jazida. Fonte: Coppin e Bradshaw (1982) - Manual de Recuperação de Áreas Degradadas - IBAMA CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO RECUPERAÇÃO DE JAZIDAS

194 CONSULTORIA E PLANEJAMENTO JAZIDA Nº LOCALIZAÇÃO DISTÂNCIA AO EIXO UTILIZAÇÃO ESPESSURA MÉDIA UTILIZÁVEL PROPRIETÁRIO BASE C/MISTURA ÁREA UTILIZÁVEL 4.500,00 m² EXPURGO MÉDIO 450,00 m³ 5,00 m VOLUME TEÓRICO (100%) ,00 m³ VOLUME UTILIZÁVEL (90%) ,00 m³ J.01 - ATERRO C/MISTURA DE 30% DE BRITA CORRIDA, EM PESO ESTACA ,00 - LE 3,40 Km PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO JARDIM - PE SÃO BENTO DO UNA JAZIDA J.01 - ATERRO ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO BELO JARDIM-PE - TELEFONE: BENFEITORIAS EXISTENTES NÃO HÁ COORDENADAS N MALHA TIPO DE VEGETAÇÃO 30 m x 30 m RASTEIRA 30m L JAZIDA J.01 - ATERRO CARACTERÍSTICAS GEOTÉCNICAS FAIXA DO DNER L.L I.P E.A I.G CLASSIFICAÇÃO TRB nº X ó Mmín Mmáx Xmín Xmáx 2" " /8" Nº Nº Nº Nº D 5 NL 5 NP 0 A.2.4 DENSIDADE MÁXIMA UMIDADE ÓTIMA 5 7,2 6,8 7,5 CBR EXPANSÃO 5 0,0 0,0 0,0 KM 178 EST. 0+0,00 CARUARU KM 182,0 EST ,00 1,10 km BR m 15m 0,30 km 2,00 km KM 183,1 F-3 F-2 F-1 F-6 F-5 F-4 F-9 F-8 F-7 PESQUEIRA BELO JARDIM GRANULOMETRIA % PASSANDO AASHO INTERM. 26 GOLPES PE-180 DADOS DE CAMPO M. E. " IN SITU " UMIDADE NATURAL GRAU DE COMPACTAÇÃO (%)

195 COORDENADAS N L SÃO BENTO DO UNA 1,50 km 5,00 km PE-180 CARUARU KM 182,0 EST ,00 1,10 km BR-232 PESQUEIRA KM 178 EST. 0+0,00 KM 183,1 BELO JARDIM BOTA- FORA CONSULTORIA E PLANEJAMENTO BOTA-FORA

196 5.7 Projeto de Obras Complementares O projeto de Obras Complementares contemplou o seguinte serviço: Passeio em concreto Passeio em Concreto Julia Rodrigues Torres. O projeto previu a construção de passeio de concreto nos locais de calçada na Av. O quadro a seguir apresentado mostra a quantidade de calçada a ser executada.

197 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : PASSEIO EM CONCRETO SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE UNID. APLICAÇÃO QUANTIDADES RUA JULIA RODRIGUES TORRES PD 7 + 0,00 A ,00 400,00 2,00 800,00 m² 800,00 PE 7 + 0,00 A ,00 400,00 2,00 800,00 m² 800,00 TOTAL m² 1.600,00 PASSEIO EM CONCRETO QD

198 6. DOCUMENTOS PARA LICITAÇÃO

199 6.1 QUADRO DE QUANTIDADES

200 ITEM CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UND. QUANTIDADE PREÇO ( R$ ) UNITÁRIO TOTAL ( R$ ) 1.0 INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE CANTEIRO E ACAMPAMENTO 1.1 COMPOSIÇÃO INSTALAÇÃO DO CANTEIRO E ACAMPAMENTO M2 193, COMPOSIÇÃO MANUTENÇÃO DO CANTEIRO E ALOJAMENTO MÊS 5, MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E PESSOAL 2.1 COMPOSIÇÃO MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E PESSOAL UND 1, TERRAPLENAGEM S ESC. CARGA TRANSP. MAT 1ª CAT DMT 50 M ES-280 E ES-281 M , S ESC. CARGA TRANSP. MAT 1ª CAT DMT 50 A 200M C/E ES-280 E ES-281 M3 658, S ESC. CARGA TRANSP. MAT 1ª CAT DMT 1001 A 1200M C/E ES-280 E ES-281 M3 609, S ESC. CARGA TRANSP. MAT 1ª CAT DMT 2001 A 3000M C/E ES-280 E ES-281 M , S ESC. CARGA TRANSP. MAT 1ª CAT DMT 3000 A 5000M C/E ES-280 E ES-281 M3 261, COMPOSIÇÃO ESC. CARGA TRANSP. MAT 1ª CAT DMT 7001 A 9000M C/E M3 294, S COMPACTAÇÃO DE ATERROS A 100% PROCTOR NORMAL ES-282 M , COMPOSIÇÃO ACABAMENTO DE TERRAPLENAGEM C/ 100% DO PROCTOR INTERMEDÍARIO M , DRENAGEM S CORPO BDCC 3,00 X 3,00 M ALT. 0 A 1,00 M AC/BC ES-286 M 20, S BOCA BDCC 3,00 X 3,00 M AC/BC ES-286 UND 2, S ESCAVAÇÃO MANUAL EM MATERIAL DE 1A CAT M3 76, S REATERRO E COMPACTAÇÃO M3 32, S MEIO FIO DE CONCRETO - MFC 03 AC/BC ES-290 M 1.837, S MEIO FIO DE CONCRETO - MFC 05 AC/BC ES-290 M 1.619, S ENTRADA D'ÁGUA - EDA 01 AC/BC ES-291 UND 16, S DESCIDA D'ÁGUA TIPO RAP. - CANAL RETANG.- DAR 02 AC/BC ES-291 M 40, S DEMOLIÇÃO DE DISPOSITIVOS DE CONCRETO ARMADO ES-296 M3 42, PAVIMENTAÇÃO S REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO ES-299 M , S SUB-BASE SOLO ESTABILIZADO GRANUL. S/ MISTURA ES-303 M ,340 Projeto Executivo das Obras de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR-232, trecho: Recife Parnamirim, subtrecho: Entr. PE- 144 Entr. PE-180, segmento: km 178,0 km 182,15, com extensão de 4,15 km QUADRO DE QUANTIDADES QD

201 ITEM CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UND. QUANTIDADE PREÇO ( R$ ) UNITÁRIO TOTAL ( R$ ) 5.3 COMPOSIÇÃO BASE DE BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO M , S IMPRIMAÇÃO ES-306. M , COMPOSIÇÃO AQUISIÇÃO DE CM-30 T 9, COMPOSIÇÃO TRANS. DE MATERIAL BETUMINOSO À FRIO T 9, S PINTURA DE LIGAÇÃO ES-307. M , COMPOSIÇÃO AQUISIÇÃO DE RR-1C T 3, COMPOSIÇÃO TRANS. DE MATERIAL BETUMINOSO À FRIO RR-1C T 3, S CBUQ - CAPA ROLAMENTO AC/BC ES-313 T 956, COMPOSIÇÃO AQUISIÇÃO DE MATERIAL BETUM. CAP 50 / 70 T 57, COMPOSIÇÃO TRANS. DE MATERIAL BETUMINOSO À QUENTE CAP - 50/70 T 57, S SUB-BASE SOLO ESTABILIZADO GRANUL. S/ MISTURA DO TRECHO EM PARALELEPÍPEDO ES-303 M3 840, COMPOSIÇÃO COLCHÃO DRENANTE DE AREIA P/ FUNDAÇÃO DE ATERROS M3 280, COMPOSIÇÃO PAVIMENTO EM PARALELEPÍPEDO PEDRA GRANÍTICA M , SINALIZAÇÃO 6.1 SINALIZAÇÃO VERTICAL S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE L= 0,60m x 0,67 (IDENTIFICAÇÃO) ES-340 M2 2, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE L= 0,414 (OCTOGONAL)) ES-340 M2 3, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE L = 1,00 (TRIANGULAR)) ES-340 M2 3, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE Ø=1,00M) ES-340 M2 34, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE 1,00M X 1,00M) ES-340 M2 21, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE 2,00M X 1,00M) ES-340 M2 54, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE 2,00M X 0,50M) ES-340 M2 3, SINALIZAÇÃO HORIZONTAL S PINTURA FAIXA C/TERMOPLÁSTICO-3 ANOS (P/ ASPERSÃO) - FAIXA CONTÍNUA AMARELA COM 0,15M DE LARGURA ES-372/00. M2 508, S PINTURA FAIXA C/TERMOPLÁSTICO-3 ANOS (P/ ASPERSÃO) - FAIXA CONTÍNUA BRANCA COM 0,15M DE LARGURA ES-372/00. M , S PINTURA FAIXA C/TERMOPLÁSTICO-3 ANOS (P/ ASPERSÃO) - FAIXA INTERROMPIDA BRANCA COM 0,15M DE LARGURA ES-372/00. M2 80, S PINTURA SETAS E ZEBRADO TERM.-3 ANOS (P/ ASPERSÃO) - SETAS ES-372/00. M2 253, S PINTURA SETAS E ZEBRADO TERM.-3 ANOS (P/ ASPERSÃO) - ZEBRADO ES-372/00. M2 361, S PINTURA FAIXA C/TERMOPLÁSTICO-3 ANOS (P/ ASPERSÃO) - TRAVESSIA DE PEDESTRES ES-372/00. M2 15, S PINTURA FAIXA C/TERMOPLÁSTICO-3 ANOS (P/ ASPERSÃO) - PALAVRA "PARE" ES-372/00. M2 52, S FORN. E COLOCAÇÃO DE TACHA REFLET. MONODIRECIONAL ES-372/00. M2 508, S FORN. E COLOCAÇÃO DE TACHÃO REFLET. MONODIRECIONAL ES-339. UND 461, S FORN. E COLOCAÇÃO DE TACHÃO REFLET. BIDIRECIONAL ES-339. UND 477, SINALIZAÇÃO DE OBRAS E EMERGENCIAIS S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE Ø=0,80M) ES-340 M2 4, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE 0,80M X 0,80M) ES-340 M2 5, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE 1,25M X 0,40M) ES-340 M2 4,000 Projeto Executivo das Obras de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR-232, trecho: Recife Parnamirim, subtrecho: Entr. PE- 144 Entr. PE-180, segmento: km 178,0 km 182,15, com extensão de 4,15 km QUADRO DE QUANTIDADES QD

202 ITEM CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UND. QUANTIDADE S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE 1,25M X 0,80M) ES-340 M2 2, S FORN. E IMPLANTAÇÃO PLACA SINALIZ. TOT.REFLETIVA (SINAIS DE 1,50M X 1,00M) ES-340 M2 9, COMPOSIÇÃO BARREIRA DE SINALIZAÇÃO TIPO II M2 12, COMPOSIÇÃO ILUMINADOR UD 2, COMPOSIÇÃO BANDEIRA APOIADA EM CONE UD 2, COMPOSIÇÃO SINALIZAÇÃO PARE / SIGA UD 2, COMPOSIÇÃO CONE UD 6,00 PREÇO ( R$ ) UNITÁRIO TOTAL ( R$ ) 7.0 OBRAS COMPLEMENTARES 7.1 COMPOSIÇÃO PASSEIO EM CONCRETO (15 Mpa) M , PROTEÇÃO AMBIENTAL S HIDROSSEMEADURA ES-341 M2 938, S ENLEIVAMENTO ES-341 M2 873,800 Projeto Executivo das Obras de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR-232, trecho: Recife Parnamirim, subtrecho: Entr. PE- 144 Entr. PE-180, segmento: km 178,0 km 182,15, com extensão de 4,15 km QUADRO DE QUANTIDADES QD

203 6.2 DEMONSTRATIVO DAS QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO

204 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES RUA JULIA RODRIGUES TORRES PD 7 + 0,00 A ,00 400,00 7, ,00 m² 2.800,00 PE 7 + 0,00 A ,00 400,00 7, ,00 m² 2.800,00 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A , ,53 m² 3.575,53 INTERSEÇÃO ,00 A , ,09 m² 2.500,09 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 991,71 m² 991,71 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 901,62 m² 901, ,95 QD

205 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : SUB-BASE ESTABILIZADA GRANULOMETRICAMENTE SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840,00 0, ,53 536,33 m³ 536,33 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0, ,09 375,01 m³ 375,01 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,15 991,71 148,76 m³ 148,76 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,15 901,62 135,24 m³ 135, ,34 QD

206 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : BASE DE BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO (BGTC) SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840,00 0, ,53 536,33 m³ 536,33 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0, ,09 375,01 m³ 375,01 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,15 991,71 148,76 m³ 148,76 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,15 901,62 135,24 m³ 135, ,34 QD

207 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : IMPRIMAÇÃO COM CM-30 SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840, ,53 m² 3.575,53 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A , ,09 m² 2.500,09 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 991,71 m² 991,71 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 901,62 m² 901, ,95 QD

208 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : AQUISIÇÃO DE CM-30 SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840, ,53 4,29 0,0012 t/m² t 4,29 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A , ,09 3,00 0,0012 t/m² t 3,00 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 991,71 1,19 0,0012 t/m² t 1,19 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 901,62 1,08 0,0012 t/m² t 1,08 9,56 QD

209 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : TRANSPORTE DE CM-30 SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840, ,53 4,29 0,0012 t/m² t 4,29 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A , ,09 3,00 0,0012 t/m² t 3,00 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 991,71 1,19 0,0012 t/m² t 1,19 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 901,62 1,08 0,0012 t/m² t 1,08 9,56 QD

210 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : PINTURA DE LIGAÇÃO COM RR-1C SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE UNID. APLICAÇÃO QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840, ,53 m² 3.575,53 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A , ,09 m² 2.500,09 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 991,71 m² 991,71 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 901,62 m² 901, ,95 QD

211 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : AQUISIÇÃO DE RR-1C SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840, ,53 0,0004 t/m2 t 1,43 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A , ,09 0,0004 t/m2 t 1,00 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 991,71 0,0004 t/m2 t 0,40 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 901,62 0,0004 t/m2 t 0,36 3,19 QD

212 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : TRANSPORTE DE RR-1C SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840, ,53 0,0004 t/m2 t 1,43 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A , ,09 0,0004 t/m2 t 1,00 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 991,71 0,0004 t/m2 t 0,40 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 901,62 0,0004 t/m2 t 0,36 3,19 QD

213 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : EXECUÇÃO DE CBUQ FAIXA B DO DNIT SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840,00 0, ,53 178,78 429,06 2,4000 t/m3 t 429,06 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0, ,09 125,00 300,01 2,4000 t/m3 t 300,01 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,05 991,71 49,59 119,01 2,4000 t/m3 t 119,01 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,05 901,62 45,08 108,19 2,4000 t/m3 t 108,19 956,27 QD

214 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : AQUISIÇÃO DE CAP-50 / 70 SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840,00 0, ,53 178,78 429,06 6,0000 % t 25,74 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0, ,09 125,00 300,01 6,0000 % t 18,00 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,05 991,71 49,59 119,01 6,0000 % t 7,14 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,05 901,62 45,08 108,19 6,0000 % t 6,49 57,38 QD

215 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : TRANSPORTE DE CAP-50 / 70 SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES INTERSEÇÃO ,00 A ,00 840,00 0, ,53 178,78 429,06 6,0000 % t 25,74 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0, ,09 125,00 300,01 6,0000 % t 18,00 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,05 991,71 49,59 119,01 6,0000 % t 7,14 INTERSEÇÃO ,00 A ,00 0,05 901,62 45,08 108,19 6,0000 % t 6,49 57,38 QD

216 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN E JA ME N TO SERVIÇO : SUB-BASE ESTABILIZADA GRANULOMETRICAMENTE DO TRECHO RODOVIA : EM PARALELEPÍPEDO SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE UNID. APLICAÇÃO QUANTIDADES RUA JULIA RODRIGUES TORRES PD 7 + 0,00 A ,00 400,00 7,00 0, ,00 420,00 m³ 420,00 PE 7 + 0,00 A ,00 400,00 7,00 0, ,00 420,00 m³ 420,00 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO 840,00 QD

217 CONSULPLAN C ON SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : COLCHÃO DE AREIA NO TRECHO EM PARALELEPÍPEDO SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM DENSIDADES TAXA DE APLICAÇÃO UNID. QUANTIDADES RUA JULIA RODRIGUES TORRES PD 7 + 0,00 A ,00 400,00 7,00 0, ,00 140,00 m³ 140,00 PE 7 + 0,00 A ,00 400,00 7,00 0, ,00 140,00 m³ 140,00 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO 280,00 QD

218 CONSULPLAN C O N SU LTO RIA E P LAN EJA MEN TO SERVIÇO : RODOVIA : PAVIMENTO EM PARALELEPÍPEDO - PEDRA GRANÍTICA SUBTRECHO: ITEM BR-232/PE ENTR.PE-144/ENTR.PE-180 (BELO JARDIM) LOCALIZAÇÃO EXTENSÃO LARGURA ESPESSURA ÁREA VOLUME MASSA DMT ESTACA A ESTACA (m) (m) (m) (m²) (m³) (t) (km) REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA DE BELO JARDIM ESTIMATIVA UNID. QUANTIDADES RUA JULIA RODRIGUES TORRES PD 7 + 0,00 A ,00 400,00 7, ,00 m² 2.800,00 PE 7 + 0,00 A ,00 400,00 7, ,00 m² 2.800,00 DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE PAVIMENTAÇÃO 5.600,00 QD

219 6.3 RESUMO DAS DISTÂNCIAS MÉDIAS DE TRANSPORTES

220 SERVIÇOS MATERIAL QUADRO DE RESUMO DAS DISTÂNCIAS DE TRANSPORTES PERCURSO TRANSPORTE LOCAL ( DMT ) KM TRANSPORTE COMERC. ( DMT ) KM ORIGEM DESTINO NÃO PAV PAV TOTAL NÃO PAV PAV TOTAL SUB-BASE Solo "In Natura" J.01 Pista 0,30 3,10 3, BASE DE BRITA GRADUADA (BGTC) Brita P.01 Usina ,00 8,10 12,10 Brita graduada Usina Pista - 2,40 2, OAC, OAE e OC Cimento, Aço, Tábua e Tubos de Concreto Areia Belo Jardim Areal Instalação Industrial Instalação Industrial ,2 4,30 2,00 8,10 4,50 10,10 CBUQ IMPRIMAÇÃO Brita Pedreira Instalação ,00 8,10 12,10 Areia Areal Industrial ,00 8,10 10,10 CAP 50 / 70 Candeia/BA Instalação Industrial ,90 756,90 Instalação CM-30 Candeia/BA ,90 756,90 Industrial Instalação PINTURA DE LIGAÇÃO RR-1C Candeia/BA ,90 756,90 Industrial SUTRECHO : BOTA FORA Concreto armado Entr. BR 232 /Pe180 ENTR. PE ENTR. PE-180 (BELO JARDIM) Bota Fora 1,5 5,0 6,5 EXTENSÃO : 4,15 Km DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTES QD t.média Transporte

221 6.4 DEMONSTRATIVO DO CONSUMO DE MATERIAIS

222 CON SULPLAN CONSULTORIA EPLANEJAMENTO DEMONSTRATIV VO DO CONSUMO DE MATERIAIS QD BR-232/PE ENTR.PE ENTR. P E-180 (BELO JARDIM) 4,15 Km RODOVIA: SUBTRECO: EXTENSÃO: CBUQ (Faixa B) BASE DE BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO CONCRETO SIMPLES MATERIAIS DEMONSTRATIVO DO CONSUMO DE MATERIAIS CONSUMO POR m³ CONSUMO POR t UND QUANTIDADE UND QUANTIDADE UND QUANTIDADE UND QUANTIDADE BRITA m³ (0,671x 2,4)/1,5 = 1,0736 t 0,671x2,4 = 1,6104 m³ 0,671/1,5 = 0,4473 t 0,671 AREIA m³ (0,241 x 2,4)/1,5 = 0,3856 t 0,241x2,4 = 0,5784 m³ 0,241/1,5 = 0,1607 t 0,241 FILLER m³ t 0,028x2,4 = 0,0672 t 0,028 LIGANTE m³ 0,060x2,4 = 0,1440 0,060 TOTAL 2,400 1,00 BRITA m³ (0,96x2,1)/1,5 = 1,344 t 2,016 m³ 0,96/1,5 = 0,640 0,960 CIMENTO m³ (0,04x2,1)/1,5 = 0,056 t 0,084 m³ 0,04/1,5 = 0,027 0,040 TOTAL 2,100 1,000 CIMENTO m³ 0,257 0,42 m³ 0,107 t 0,15 AREIA m³ 0,55 0,825 m³ 0,23 t 0,344 BRITA m³ 0,85 1,275 m³ 0,35 t 0,53 ADIV. PLAST. m³ 0,094 m³ t ADIV. AR. m³ 0,0001 m³ t CURA QUIM m³ 0,00115 m³ t SELANTE m³ 0, m³ t ISOLANTE m³ 4,545 AÇO m³ 0,007 0,0020 TRAÇO DO CBUQ TAXAS DE APLICAÇÃO TRAÇO DE CONCRETO (m³) DENSIDADES Pintura de Ligação: 0,4 kg/m³ (Faixa B) Imprimação : 1,2 kg/m³ SIMPLES Cimento : 1,4 t/m³ Concreto Simples : 2,4 t/m³ Areia: 24,1% Cim. : 420,0 kg Brita Solta : 1,5 t/m³ CBUQ (Massa) : 2,4 t/m³ Brita: 67,1% Areia : 0,55 m³ Areia Solta : 1,5 t/m³ Filler: 2,8% Brita : 0,65 m³ Binder : 2,4 t/m³ Ligante: 6,0% Solo : 1,6 t/m³

223 6.5 LOCALIZAÇÃO ESQUEMÁTICA DAS OCORRÊNCIAS DE MATERIAIS

224 CONSULPLAN CONSULTORIA E PLANEJAMENTO LOCALIZAÇÃO DE MATERIAIS PARA PAVIMENTAÇÃO QD D=54,50 km LD P-2 J-1 P-1 P-2 A-1 INÍCIO DO TRECHO 1º ACESSO A BELO JARDIM AV. JULIA RODRIGUES TORRES - LD 2º ACESSO A BELO JARDIM - LD Est. 0 Est. 35 Est. 98 Est. 174 Est. 228 Est. 232 Est ,00 km 178,0 km 178,1 km 179,15 km 180,8 km 181,9 km 182,15 JAZIDA ATERRO PEDREIRA BRITAC PEDREIRA BRICAL AREAL RIO IPOJUCA Est ,00 LD D = 3,4 km Est ,00 LD D = 12,10 km Est. 0+0,00 LD D = 54,50 km Est ,00 LD D = 10,10 km ,00 m² suficiente suficiente suficiente ,00 m³ suficiente suficiente suficiente 3º ACESSO A BELO JARDIM - LD Sub-base / Mat. Selecionado Brita / Paralelo Brita / Paralelo Pav. e drenagem ENTR. PE-180 P/ SÃO BENTO DO UNA - LE SAIBREIRAS Canteiro D= Margem CONVENÇÕES AREAL FINAL DO TRECHO D=3,4 km LD J-1 D=10,10 km LD PEDREIRA CANTEIRO A-1 P-1 D=12,10 km LD

225 6.6 CRONOGRAMA FÍSICO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS

226 DIAS CORRIDOS ITEM ATIVIDADES INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE CANTEIROS E ACAMPAMENTOS 2.0 MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO 3.0 TERRAPLENAGEM 4.0 DRENAGEM CRONOGRAMA FÍSICO PAVIMENTAÇÃO SINALIZAÇÃO OBRAS COMPLEMENTARES 8.0 PROTEÇÃO AMBIENTAL QD

227 7. INFORMAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE EXECUÇÃO DA OBRA

228 7.1 Fatores Condicionantes Localização O segmento está localizado na Rodovia BR-232, trecho Entr. BR 423 (B) (São Caetano) - Entr. PE-217 (Pesqueira), subtrecho Entr. PE-144- Entr. PE-180 (Belo Jardim), entre o km 178,0 e km 182,15, na Cidade de Belo Jardim. Sua extensão total é de 4,15 km. A região onde está localizado o segmento acima descrito, é parte integrante da mesoregião do Agreste de Pernambuco denominada Microregião do Vale do Ipojuca da qual fazem parte dezesseis municípios, entre eles os municípios de Belo Jardim Clima O clima, segundo a classificação climática de Wlademir de Köppe é do tipo AW características das savanas tropicais. Clima semi-árido e sub-úmido, cujas características principais são as temperaturas constantemente altas e chuvas de outono a inverno, coincidindo o período seco com o verão. A precipitação média anual na região de Belo Jardim é de 955mm, com o período chuvoso compreendido entre os meses de março a abril, onde ocorre 70% do total da precipitação. A temperatura média anual na região é da ordem 26 C, sendo máxima de 29,2 C e mínima de l9 C, ocorrendo nos meses de agosto a outubro temperaturas máximas da ordem de 33 C.

229 7.1.3 Apoio Logístico e Condições de Acesso O apoio logístico será a cidade de Belo Jardim, pois oferece toda infra- estrutura de serviços, tais como bancos, hospitais, supermercados, correio, energia elétrica e etc. Será adotada como alternativa a cidade de Caruaru, distante apenas 50 km. Para alcançar a cidade de Belo Jardim, o acesso poderá ser feito por qualquer das opções indicadas a seguir, dependendo da origem da construtora. Origem Recife Fortaleza Roteiro BR-232 até Belo Jardim BR-116 até Jati/Cem CE-297 até a Divisa CE/PE, PE-430 até Bom Nome/PE e BR-232 até Belo Jardim. Salvador BR-324 até Feira de Santana/BA, BR-116 até Santanópolis/BA, BR-407 até Juazeiro/BA, Petrolina/PE, BR-428 até Cabrobó/PE, BR- 316 até Floresta/PE, PE-390 até Serra Talhada e BR-232 até Belo Jardim.

230 7.2 Organização e Prazo Prazo O prazo previsto para execução da obra é de 150 (cento e cinquenta) dias corridos Acampamento e Usina de Asfalto na Rodovia. O acampamento e a Usina de Asfalto deverão se localiza na estaca 232, lado esquerdo à 1,0 km do eixo. A pedreira indicada é a Pedrac, comercial que fica localizada na km 127, Lado direito Pessoal Técnico necessário à Execução da obra Tendo em vista os diversos tipos de serviços, seus quantitativos e o prazo de execução da obra, considera-se como essencial ao desenvolvimento das obras, a seguinte equipe básica: Pessoal de Nível Superior

231 01 Engenheiro Residente Pessoal de Nível Médio 01 Chefe de Escritório 01 Laboratorista 01 Encarregado de Terraplenagem e Pavimentação 01 Topógrafo Pessoal Técnico Necessário à Supervisão da Obra Coordenação 01 Engenheiro Residente 01 Chefe de Escritório 01 Digitador 01 Servente 01 Motorista Equipe de Fiscalização 01 Topógrafo 02 Auxiliares de Topografia 01 Laboratorista Chefe 01 Laboratorista 01 Auxiliar de Laboratório 01 Fiscal de Terraplenagem e Pavimentação 01 Fiscal de Drenagem 01 Motoristas Escritório para a Fiscalização, Laboratório, Veículos as seguintes instalações. A empresa contratada deverá construir em seu acampamento, junto à usina de asfalto,

232 Escritório para Fiscalização: Deverá ser construído em local a ser previamente combinado com a Fiscalização, um escritório de obras com móveis e utensílios para uso da equipe da Fiscalização. No mínimo, deverão ser considerados os seguintes cômodos: sala para os engenheiros e sala para a equipe administrativa.

233 7.3 Equipamentos Mínimos Relação de Equipamento Minimo ORDEM DISCRIMINAÇÃO TIPO, POTÊNCIA OU QUANTIDADE CAPACIDADE 01 Caminhão Basculante 170 HP 4 02 Caminhão Carroceria fixa 1 03 Caminhão Tanque Pressurizado 136 V litros 2 04 Carregadeira Frontal Pneumática 145 HP 1 05 Carregadeira de Pneus 170 HP 1 06 Motoniveladora 185 HP 2 07 Rolo de Pneu Autopropelido 127 HP 1 08 Rolo Vibratório Autopropulsor 11,5t 1 09 Rolo Tanden Autopropelido 58 HP 1 10 Trator de Pneu 123 HP 2 11 Trator de Esteiras D HP 1 12 Uina de Asfalto com Anel de Reciclagem 80/100t 1 13 Vibro Acabadora Eletrônica de Asfalto 98 HP 1 14 Distribuidor de Asfalto 130 CV Compressor de Ar 350 PCM 1 16 Perfuratriz Manual 2 17 Caminhão Munk 1 18 Retroescavadeira 1

234 7.4 Canteiro Obras seguir. O canteiro de obras será construído na estaca 232+0,00 - LE. O projeto é apresentado a

235

236 8. ESPECIFICAÇÕES

237 8. Especificações apresentados: A execução dos serviços obedecerá às condições estabelecidas nos documentos a seguir Normas Gerais de Trabalho, onde são disciplinados os aspectos ligados à definição das áreas de atuação e responsabilidade das partes contratantes. Serão fornecidas pelo DNIT, em volume à parte Especificações Gerais, oficialmente adotadas pelo DNER e complementadas e adaptadas ao projeto pelas Especificações Complementares e Particulares. 8.2 Especificações Complementares, que se aplicam a serviços requeridos no projeto, porém, não detalhados nas Especificações Gerais.

238 8.1 Especificações Gerais As Especificações Gerais para Obras Rodoviárias, oficialmente adotadas pelo DNIT, são aplicáveis aos serviços projetados, ressalvadas as modificações e acréscimos específicos indicados nas Especificações Particulares. Deverão ser utilizadas as seguintes especificações gerais de serviço: a) Terraplenagem Serviços Preliminares Caminhos de Serviço Cortes Empréstimos Aterro DNIT-104/2009-ES DNIT-105/2009-ES DNIT-106/2009-ES DNIT-107/2009-ES DNIT-108/2009-ES b) Drenagem e Obras de Arte Correntes Meios-fios e guias Demolição de dispositivos de concreto DNIT-020/2006-ES DNIT-027/2004-ES c) Pavimentação Regularização do subleito DNER-ES 299/97 Sub-base estabilizada granulometricamente DNER-ES 301/97 Base de brita graduada tratada com cimento DNER-ES 302/97 Imprimação DNER-ES 306/97 Pintura de ligação DNER-ES 307/97 Concreto asfáltico DNIT 031/2006-ES Acostamento DNER-ES 315/97 d) Obras Complementares e Sinalização Sinalização horizontal Sinalização vertical DNIT 100/2009-ES DNIT 101/2009-ES

239 e) Proteção do Corpo Estradal Proteção Vegetal DNIT 102/2009-ES f) Materiais Água para concreto DNER-EM 34/97 Peneiras de malhas quadradas para análise Granulometria de solos DNER-EM 35/95 Recebimento e aceitação de cimento Portland Comum e Portland de alto forno DNER-EM 36/95 Agregado graúdo para concreto de cimento DNER-EM 37/97 Agregado miúdo para concreto de cimento DNER-EM 38/97 Asfalto diluído tipo cura rápida DNER-EM 362/97 Arame farpado de aço zincado DNER-EM 366/97 Tinta a base de resina acrílica para sinalização rodoviária DNER-EM 368/97 Emulsões asfálticas catiônicas DNER-EM 369/97 Microesferas de vidro para sinalização rodoviária horizontal DNER-EM 373/97 Fios e barras de aço para concreto armado DNER-EM 374/97

240 8.2 Especificações Complementares A seguir estão apresentadas as Especificações Complementares, com o objetivo de normalizar os serviços que não se enquadram nas Especificações Gerais do DNIT. São elas: a) Terraplenagem EC-T-01 EC-T-02 EC-T-03 Camada drenante de areia Execução de canteiro central, calçadas e meios-fios Roçada Manual b) Pavimentação EC-P-01 Controle Deflectométrico na Execução da camada e pavimento e Terraplenagem c) Sinalização EC-S-01 EC-S-02 EC-S-03 Placa de Sinalização Vertical Tachas e Tachões Sinalização na fase de obras e) Meio Ambiente EC-MA-03 EC-MA-04 Fornecimento, plantio e acompanhamento de mudas de árvores, arbustos, forrações e enleivamento. Hidrossemeadura

241 EC-MA-05 Conformação de caixas de empréstimos, jazidas, pedreiras, locais de bota-fora, caminhos de serviço, áreas de apoio, quando áreas de passivo ambiental.

242 EC-T-01 Camada Drenante de Areia 1. Generalidades Esta especificação se aplica a execução de colchão drenante de areia nos locais correspondentes aos rebaixos de corte. 2. Materiais Deverá ser utilizado areia proveniente dos areais indicados pelo projeto 3. Execução Consiste na carga de areia no local de origem, transporte da origem até o local de aplicação, descarga no local de aplicação, espalhamento e adensamento nos locais correspondentes aos rebaixos indicados pelo projeto. 4. Equipamentos Escavadeira para carga no local de origem; Caminhão basculante para o transporte; Trator D-4 para espalhamento; Rolo pé de carneiro para compactação 5. Medição A camada drenante de areia será medida em metros cúbicos de material adensado nos locais correspondentes aos rebaixos de corte, de acordo com as dimensões do rebaixo estabelecidas pelo projeto. 6. Pagamento O pagamento será feito com base nas quantidades medidas pelos preços unitários propostos, que deverão incluir todas as operações, equipamentos, materiais, mão-de-obra e incidências inerentes à realização dos serviços.

243 EC-T-02 Execução de Canteiro Central, Calçadas e Meios-Fios 1. Generalidades Esta Especificação se aplica à regularização do canteiro central e revestimento com terra vegetal, com 10 cm de espessura. 2. Materiais Os materiais utilizados na regularização das áreas de canteiro central serão os do subleito da plataforma implantada, para a via. No caso de substituição ou adição de materiais, estes serão provenientes de ocorrências indicadas no Projeto e deverão satisfazer às condições previstas na Especificação DNER-ES-P (item 2). A terra vegetal provirá de locais aprovados pela Fiscalização e deverá Ter características de top Soil, com matéria orgânica. 3. Equipamento 4. Execução Serão utilizados os seguintes tipos de equipamentos: a) motoniveladora com escarificador b) carro-tanque c) rolos compactadores lisos, vibratórios ou de pneus d) compactadores manuais vibratórios ou pneumáticos e) caminhões f) carregadeiras Toda a vegetação e material orgânico existente no canteiro serão removidos e depositados em local adequado, indicado pela Fiscalização. Após a execução de cortes ou adição de material necessário para atingir o greide de projeto, proceder-se-á a uma escarificação geral, na profundidade de 15 cm, seguida de pulverização, umedecimento ou geração, compactação e acabamento. O grau de compactação deverá ser, no mínimo, de 95% em relação ao peso específico aparente seco, máximo obtido no ensaio DNER ME Sobre a superfície assim acabada, deverá ser colocado o revestimento de terra vegetal, com 10 cm de espessura, conforme previsto no projeto, espalhado manualmente ou por motoniveladora, sem compactação. 5. Controle Tecnológico Serão procedidos os seguintes ensaios na execução da regularização das áreas do canteiro central.

244 a) determinação de peso específico aparente in situ, com espaçamento máximo de 100 m ao longo dos canteiros. b) ensaios de caracterização (limite de liquidez, limite de plasticidade e granulometria, respectivamente pelos métodos DNER ME 44-64, e 80-64) com espaçamento máximo de 300 m e no mínimo um grupo de ensaios por dia. c) Um ensaio de compactação segundo o método DNER ME 47-64, com espaçamento máximo de 100 m. o número de ensaios poderá ser reduzido se verificada a homogeneidade do material. Os valores máximos e mínimos decorrentes da amostragem a serem confrontados com os especificados, para fins de aceitação dos serviços, serão alçados pelas seguintes fórmulas: X máx 1, 29 N. = X + + 0, 68 X mín 1, 29 N. = X + 0, Medição A medição da execução dos canteiros centrais será do seguinte modo: a) para execução de regularização do canteiro central e revestimento com terra vegetal por metro quadrado de área regularizada e recoberta de conformidade com esta Especificação. b) para material adicional para regularização do canteiro central por metro cúbico de material escavado, transportado e aplicado, sendo essa medição procedida na jazida por diferença de seções transversais levantadas a nível. 7. Pagamento O pagamento será efetuado para as quantidades medidas, pelos preços unitários propostos, que compreendem todos os materiais, equipamentos, transporte, mão-de-obra, encargos e incidências necessárias à execução dos serviços, como especificado.

245 EC-T-03 Roçada Manual 1. Generalidades A Roçada consiste no corte de vegetação de pequeno porte, na faixa de domínio, melhorando a visibilidade e o aspecto da rodovia. Serão adotadas as normas e padrões de desempenho para serviços de conservação adotados pelo DNER. 2. Ferramentas A operação de roçada manual será executada mediante a utilização adequada de ferramentas, tais como: foice, facão, machado e roçadeira. 3. Execução 4. Medição 5. Pagamento A fiscalização indicará os locais para a execução da roçada manual. A medição da roçada manual será procedida em metros quadrados. O pagamento será feito, para as quantidades medidas, pelos preços unitários propostos, que incluirão todas as operações de limpeza, materiais, ferramentas, mão-de-obra, encargos e incidências decorrentes.

246 EC-P-01 Controle Deflectométrico na Execução de Camadas de Pavimento e Terraplenagem 1. Objeto Está especificação se aplica aos serviços de controle deflectométrico das camadas do pavimento e última camada da terraplenagem, visando a homogeneidade do processo executivo, verificar a qualidade estrutural das camadas para liberação, bem como fornecer subsídios para o relatório final as built, o que irá facilitar a elaboração, por parte do DNIT, de um plano de manutenção preventiva, com maior destaque para os segmentos que apresentem maiores deflexões, com maiores probabilidades de ocorrência de defeitos. 2. Execução O controle deflectometríco consiste no levantamento contínuo e sistemático das deflexões máximas, bem como determinação do delineamento da bacia de deformação, e diversas camadas do pavimento e última camada da terraplenagem. Os serviços serão desenvolvidos com a utilização da Viga Benkelman ou do equipamento Falling Weight Deflectometer, regidos pelas normas:. DNER ME-24/96 Determinação das Deflexões pela Viga Benkelman; DNER ME-61/94 Delineamento da linha de influência longitudinal da bacia de deformação por intermédio da Viga Benkelman; DNER PRO 175 Aferição da Viga Benkelman; DNER PRO 273/96 Determinação das deflexões utilizando o deflectômetro de impacto tipo Falling Weight Deflectometer (FWD). A determinação das deflexões deverão ser feitas a cada 20m, alternadamente em cada faixa de tráfego. A cada 100m deverão ser executadas as leituras para a determinação da linha de influência longitudinal (bacia de deformação). camadas: O Controle de qualidade através das deflexões deverá ser feito no topo das seguintes Restauração da pista existente: Sobre a superfície do pavimento existente; Sobre a superfície do pavimento, após fresagem; Sobre a superfície do reforço executado. Pavimento da Pista Nova:

247 Sobre a superfície da última camada da terraplenagem (camada de material selecionado); Sobre a sub-base de concreto rolado. Sobre a placa de CCP - para controle de transferência de cargas. Todas as deflexões serão anotadas em fichas apropriadas. As deflexões máximas serão representadas em um gráfico contínuo por tipo de camada/superfície. Sobre a placa de CCP (pav. rígido) deverão ser feitas a cada 6 placas alternadamente, leituras de deflexão para determinação da transferência de cargas nas juntas transversais. Medida de Transferência de Carga na Junta. Colocar a placa de carga em um lado da junta com o bordo da placa tocando a junta. Medir a deflexão no centro da placa de carga e a 30cm do centro. Calcular a deflexão da transferência de carga pela seguinte equação: D TC = 100x ( d es / d c ) x B Onde, D TC = deflexão da transferência de carga em porcentagem. d es = deflexão do lado descarregado (10-2 m). d c = deflexão do lado carregado. B = fator de correção do arqueamento da placa dado pela expressão B = d o (centro) / d 30 (centro), onde d o = deflexão no meio da placa de concreto. d 30 = deflexão a 30cm do meio da placa de concreto. 3. Controle Os pontos ou segmentos que apresentem deflexões mais elevadas, incompatíveis, tanto relativamente aos segmentos adjacentes quanto à limitação da deflexão máxima admissível definida pelo projeto, deverão ter suas causas pesquisadas. Para tomada de decisão quanto à aceitação/rejeição dos serviços, poderão ser necessários ensaios complementares, segundo as especificações pertinentes, do DNIT, a critério da Fiscalização. 3.1 Aceitação das camadas de Terraplenagem e Pavimentação:

248 - Deverá ser calculada a deflexão característica do segmento D c = D (média) + σ (desvio padrão); - Para aceitação do (s) segmento (s) para o (s) qual (ais) é solicitada a liberação, cada segmento deverá apresentar no mínimo 95% da extensão, atendendo D c limite especificado no projeto para a camada de pavimento em questão. - No caso das medições de deflexão para verificação da eficiência de transferência de carga nas juntas transversais, a relação da leitura antes e após a junta, deverá ser superior a 80%. - A Fiscalização, com Base em ensaios complementares, e novos parâmetros obtidos em campo de acordo com as especificações pertinentes do DNIT, poderá ajustar os limites da deflexão máxima admissível definida pelo projeto. 4. Medição A medição será feita em quilômetro de extensão de leitura das deflexões, para cada superfície que forem efetuadas as leituras. 5. Pagamento O Pagamento será feito com base na quantidade medida, pelo preço unitário contratual, e inclui todas as operações, inclusive mobilização e desmobilização dos equipamentos, mão-de-obra e seus encargos, e quaisquer outros itens eventuais necessários.

249 EC-S-01 Placa de Sinalização Vertical (Película Refletiva do Tipo Grau Técnico) 1. Generalidades Sinalização vertical: o processo de sinalização constituído por dispositivos montados sobre suportes, no plano vertical, fixos ou móveis, por meio dos quais são fornecidas mensagens de caráter permanente e, eventualmente variáveis, através de legendas ou símbolos, com propósito de regulamentar, advertir ou indicar, uso das vias pelos veículos e pedestres da forma mais segura e eficiente, visando o conforto e segurança do usuário e melhor fluxo do tráfego. Placas de sinalização são dispositivos para controle de trânsito, verticais ao lado ou sobre a pista, transmitindo mensagens fixas e eventualmente móveis mediante símbolos, ou legendas previamente conhecidas e legalmente instituídas, visando regulamentar, advertir ou indicar quanto ao uso das vias, pelos veículos e pedestres de forma mais segura e eficiente. Painéis são dispositivos especiais constituídos por chapas metálicas com mensagens visando segurança e melhor fluxo de tráfego, suspensas sobre a rodovia por meio de estruturas adequadas. 2. Condições Gerais 2.1 A seleção e implantação da sinalização vertical devem obedecer aos requisitos básicos seguintes: a) atender a uma real necessidade; b) chamar a atenção dos usuários; c) transmitir uma mensagem clara e simples; d) orientar o usuário para a boa fluência e segurança de tráfego; e) impor respeito aos usuários; f) fornecer tempo adequado para uma ação correspondente; g) disciplinar, em última análise, o uso da rodovia. 2.2 Todos os materiais utilizados na sinalização vertical devem satisfazer às exigências das especificações do Manual de Materiais para Demarcação Viária (Coletânea de normas, revisada em 1994). 3. Condições Específicas 3.1 Tipos de Sinalização

250 3.1.1 A escolha do tipo de material a ser empregado na sinalização vertical deve ser em função do volume de tráfego, velocidade dos veículos, tipo de rodovia. Esta orientação é dada pelo Manual de Sinalização do DNER, em fase de revisão. 3.2 Material Chapas a) chapa de aço zincado, na espessura de 1,25mm, com o mínimo de 270g/m² de zinco; b) chapas de alumínio, na espessura mínima de 1,5mm. c) as chapas terão a superfície posterior preparada com tinta preta fosca. d) as chapas para placas totalmente refletivas terão a superfície terão a superfície que irá receber a mensagem, preparada com primer. e) as chapas para placas semi refletivas terão a superfície que irá receber a mensagem pintada na cor específica do tipo de placa. f) Os suportes metálicos serão de aço galvanizado ou de aço com proteção de tinta anti-corrosiva Película A película refletiva deve ser a do tipo Grau Técnico, que consiste de lentes esféricas inclusas em uma resina transparente com a superfície exterior lisa e plana. Possui adesivo sensível à pressão protegido por papel siliconizado. Deve ser resistente às intempéries, possuir grande aregularidade de maneira a proporcionar ao sinal as características de forma, cor e legenda ou símbolos e visibilidade sem alterações, tanto a luz divina como à noite sob luz refletida Propriedades A. Fotometria Coeficientes de Retroreflexão A tabela A mostra os valores mínimos de coeficientes de retroreflexão, expressos em candelas por lux por metro quadrado (cd/lux/m²). As medidas são feitas de acordo com a norma ASTM E 810 Método Padrão para Coeficiente de Retroreflexão de Películas Refletivas. A película mantém no mínimo 90% dos valores da Tabela A com água caindo sobre sua superfície, quando medidas de acordo com o padrão de chuva FP-85, seção e seção do AASHTO M 268. B. Cor

251 As cores das películas refletivas estão de acordo com a tabela B, conforme especificado pela norma NBR ou ASTM D C. Adesivo A película Grau Técnico possui um adesivo sensível à pressão, Classe 1 da norma ASTM D É recomendado para aplicação manual ou com a utilização de um rolo mecânico pressionador. Esse adesivo é apropriado para a produção rápida de sinais em grande escala. A aplicação da película deve ser sempre com temperatura superior à 18ºC. Ângulo de Obs.¹ Tabela A - Coeficientes Mínimos de Retroreflexão em candelas/lux/m² Ângulo de Entrada² Refletividade conforme a norma NBR Branca Amarela Vermelha Verde Azul Marrom 0,2º -4º , ,2º 30º ,5 1,7 1 0,5º -4º ,5 4, ,5º 30º ,2 0,8 0,5 1. Ângulo de entrada: O ângulo formado entre o eixo de iluminação e o eixo perpendicular à superfície da película refletiva. 2. Ângulo de observação ou divergência: O ângulo formado entre o eixo de iluminação e o eixo de observação. Cor Amarela 0,498 Tabela B - Limites da Coordenada de Cromaticidade CIE Limite de Refletância (Y) x y x y x y x y Mín. Máx. Branca 0,303 0,287 0,368 0,353 0,340 0,380 0,274 0,316 35,0 0,412 0,557 0,442 0,479 0,520 0,438 0,472 29,0 45 Vermelha 0,613 0,297 0,798 0,292 0,636 0,364 0,558 0,352 8,0 12 Azul 0,144 0,030 0,244 0,202 0,190 0,247 0,066 0,208 1,0 Verde 0,030 0,380 0,166 0,346 0,286 0,428 0,201 0,776 3,5 Marrom 0,445 0,353 0,604 0,396 0,556 0,443 0,445 0,386 4, Munsell 6,3GY 6,77/0,8 1,25Y 6/12 8,2R 3,78/14 5,8PB 1,32/6,8 0,65BG 2,84/8,45 5YR 3/6 Laranja 0,550 0,360 0,630 0,370 0,581 0,418 0,516 0,394 14, Métodos de Teste para o Adesivo e para as Propriedades do Filme A menos que especificado de outro modo, as propriedades listadas abaixo se aplicam às películas de esferas inclusas. A. Armazenamento Padrão

252 Todas as amostras a serem testadas devem ser condicionadas por um período de 24 horas à temperatura de 23ºC + 1ºC e em umidade relativa de 50% + 4% antes do teste. B. Painel Padrão e Aplicação A não ser que especificado de outra forma, a película refletiva deve ser aplicada de acordo com as recomendações do fabricante em um painel de alumínio 6061-T6 com espessura mínima de 1mm, limpo e desengraxado com um ácido fraco. Para se determinar à ausência de contaminação, deve-se fazer o teste de quebra d água ou o teste de remoção brusca de fita adesiva. C. Métodos de Teste 1. Adesão Materiais necessários: Resultado: Aplique 10cm de uma amostra - Peso de 800g Não deverá descolar mais do de 25,4 x 150mm ao painel de que 50mm após 5 minutos - Tira de película de 25,4 x teste e coloque-o com a face 150mm voltada para baixo. Suspenda o painel pelo lado livre. 2. Resistência ao Impacto Materiais necessários: Resultado: Aplique a película ao painel de - Tira de película de 76 x Não deverá ser observada teste. Direcione a queda do 152mm separação do painel ou peso ao centro da película. trincas na área - Peso de 910g Deixe o peso de 910g cair imediatamente fora do sobre a superfície do centro da impacto. placa. 3. Encolhimento Materiais necessários: Resultado: Remova o liner protetor da - Uma folha de película de 230 Não deverá haver película e coloque-a sobre uma x encolhimento maior do que superfície lisa e plana, mantendo a face do adesivo voltada para cima. 230mm 0,8mm após 10 min. e do que 3,2mm após o período de 24 horas. 4. Flexibilidade Materiais necessários: Resultado: Remova o liner protetor da - Tira de película com Não deverá ocorrer quebra película e aplique uma camada dimensões de 2,5 x 152mm ou trincas na película de talco no lado do adesivo. Passe a tira ao redor de um mandril de 1/8 de diâmetro, mantendo o lado do adesivo em contato com o eixo do mandril. 5. Brilho Resultado: Teste de acordo com a norma Taxa não inferior à 40. ASTM D 523 utilizando um medidor de brilho de 85º Uso

253 A. Aplicação A película refletiva Grau Técnico deve ser condicionada em um ambiente que permita garantir a temperatura mínima de 18ºC ao longo do rolo ou partes de película. A aplicação é feita de modo satisfatório em substratos apropriadamente preparados e com aplicadores mecânicos. A aplicação pode ser feita das seguintes formas: B. Substratos 1. Aplicador manual de rolos pressionadores de 1220mm de largura. 2. Aplicação manual com o uso de roletes de borracha ou espátulas de plástico de 50mm de largura. A película deve ser espatulada com vigor, múltiplas vezes. Refaça o procedimento nas extremidades. Para uso em sinalização de tráfego, a maioria dos substratos rígidos, planos, não porosos, lisos e limpos podem ser preparados para aplicação de película refletiva. O substrato mais indicado é o alumínio, devido a sua resistência e durabilidade. O usuário deve avaliar cuidadosamente qualquer outro substrato. C. Processo de Serigrafia As películas Grau Técnico podem ser processadas pelo método de serigrafia. O processamento deve ocorrer em ambientes com temperatura na faixa de 18 a 27ºC e umidade relativa de 20 a 50%. Deve ser utilizada uma tela do tipo PE-157 (62 fios/cm). D. Processo de Secagem de Películas Serigrafadas Os sinais processados devem ser secos em ar por um período de 24 horas, acondicionados individualmente em prateleiras abertas que permitam a adequada circulação de ar. Para secagem em estufa, os sinais devem ser secos ao ar por um período de 30 minutos. O tempo de secagem em estufa à 80ºC deve ser de 2 horas. E. Corte As películas podem ser cortadas utilizando guilhotina, ploter eletrônico ou manualmente com moldes ou lâminas apropriadas. Importante: Sempre utilize películas do mesmo lote de fabricação na montagem de um sinal que contenha dois ou mais módulos de película da mesma cor, garantindo a aparência uniforme das cores durante o dia e durante a noite. F. Pré-Mascaramento e Pré-Espaçamento

254 Utilize a fita de pré-espaçamento ou papel máscara como suporte para o corte eletrônico ou manual de letras, números ou símbolos para tornar mais rápido e preciso o processo de aplicação de legendas. A película pode ser pré-mascarada para proteção da superfície durante a pintura ou para ajudar na aplicação manual de pedaços grandes ou irregulares de película. G. Aplicação de Verniz Não é recomendada a aplicação de verniz sobre a película Grau Técnico. O verniz pode afetar a performance da película e reduzir sua vida útil. H. Limpeza Placas de sinalização que necessitem ser limpas deverão ser molhadas e esfregadas com uma esponja macia embebida em uma solução de detergente suave. Lave a placa inteira, evitando a abrasão. Enxaguar em seguida com bastante água. Não utilizar solventes para limpar os sinais Armazenamento A película deverá ser armazenada em local fresco e seco, com temperaturas entre 18 e 24ºC e umidade relativa entre 30 e 50%. Deverá ser utilizada dentro de um período de um ano após a data da compra, registrada em nota fiscal. Os rolos devem ser armazenados sempre na horizontal (de preferência, dentro da embalagem original). Rolos parcialmente utilizados também devem ser armazenados dentro da embalagem ou mantidos suspensos na horizontal em um suporte passando através do tubo. Películas cortadas e não processadas devem ser mantidas sobre uma superfície plana. Os sinais prontos e aplicados no substrato devem ser mantidos na vertical. Os sinais processados por serigrafia devem ter a superfície protegida por papel siliconizado (o liner da película pode ser utilizado). O lado brilhante ou tratado deve ser voltado para a superfície do sinal. Espaçadores como espuma ou isopor devem ser utilizados para separar um sinal do outro. Sinais de dupla face devem ter ambas as faces protegidas. Evite a utilização de fitas para amarração e não empilhe os sinais para não deixá-los sob excesso de pressão. Empacote os sinais prontos de modo a impedir sua movimentação. Não permita que os painéis ou sinais prontos se molhem durante o transporte ou armazenamento. Se os sinais empacotados se molharem, desempacote e seque-os Considerações Gerais de Desempenho A durabilidade de película Grau Técnico dependerá da escolha e preparação do substrato, do processamento de acordo com as recomendações da área geográfica, das condições de exposição e da manutenção das placas. A máxima durabilidade ocorrerá em aplicações verticais e estacionárias.

255 O usuário deve determinar a conveniência de qualquer substrato não metálico antes do uso. Aplicação em superfícies excessivamente ásperas e sem primer, não resistentes a intempéries e expostas à condições severas e não usuais pode reduzir a vida útil do material. As pastas para serigrafia, quando usadas de acordo com as recomendações, tem performance comparável à película refletiva de cor correspondente. 3.3 Equipamento 3.4 Execução Os equipamentos utilizados na implantação da sinalização vertical, são: Caminhão Munck (para as placas suspensas); Cone de sinalização Inicialmente deve ser feito o levantamento da área para verificação das condições do terreno de implantação das placas Limpeza do local de forma a garantir a visibilidade da mensagem a ser implantada Marcação da localização dos dispositivos a serem implantados, de acordo com o projeto de sinalização Distribuição das placas nos pontos já localizados anteriormente Escavação da área para fixação dos suportes Preparação da sapata ou base, em concreto de cimento, para recebimento dos suportes das estruturas de sustentação das placas que assim o exigirem Fixação das placas aos suportes e às travessas através de parafusos, porcas e contraporcas Implantação da placa de forma que os suportes fixados mantenham rigidez e posição permanente e apropriada, evitando que balancem, girem ou sejam deslocados A implantação das placas ou painéis suspensos deve contar com a utilização de caminhão Munck e de corda para servir de guia, devido às suas dimensões evitando giros ou deslocamentos das placas. Fase em que o trânsito deverá ser desviado, com o auxílio de cones ou qualquer dispositivos com a mesma finalidade. 4. Manejo Ambiental

256 Quando existir vegetação de porte (árvore e/ou arbusto) no local previsto à implantação da sinalização, desloca-la para posição mais próxima possível da inicial, sem prejuízo da emissão da mensagem. 5. Inspeção 5.1 Controle do Material Cada elemento da sinalização vertical deverá ser observado quanto ao atendimento das características prescritas no capítulo 5 desta Norma. Não devem ser utilizados placas amassadas e/ou arranhadas. 5.2 Controle de Execução O controle dos serviços deve ser realizado através de verificações dos seguintes requisitos prescritos no projeto e no Manual de Sinalização do DNER, em fase de revisão Localização, tipos e dimensões da sinalização Eventual obstrução à visibilidade da sinalização Condição da fundação para fixação da estrutura de suporte em concreto de cimento Portland, nas dimensões e resistência previstas Altura da sinalização em relação à superfície do pavimento Fixação dos suportes e da sinalização Necessidade de substituição de placas de sinalização por avarias quaisquer Tipo de película utilizada Sinalização adequada para os serviços de implantação. 5.3 Aceitação e Rejeição O não atendimento a qualquer dos requisitos estabelecidos nesta Norma implica na correção ou substituição imediata da peça. A aceitação da implantação de qualquer elemento da sinalização será condicionada ao atendimento a todos os requisitos desta Norma. 6. Critérios de Medição

257 Os serviços de sinalização vertical serão medidos pela área efetivamente aplicada expressa em m².

258 EC-S-02 Tachas e Tachões 1. Generalidades As tachas ou tachões são delimitadores constituídos de superfícies refletoras, aplicados a suportes de pequenas dimensões principalmente quanto à altura, de forma circular ou quadrada, fixados no pavimento por meio de pinos, ou por colas especiais. 2. Materiais Serão empregados materiais de alta resistência a compressão e tração, revestidos com películas refletorizantes. 3. Execução A fixação das tachas ou tachões compreenderá as seguintes operações: Determinação pela fiscalização dos locais onde serão cravadas as tachas ou tachões; Limpeza da área; Abertura de furos onde serão colocados os pinos de fixação; Aplicação de cola especial à base de poliéster; Fixação das tachas ou tachões. 4. Medição O serviço de implantação das tachas ou tachões será medido por unidade. 5. Pagamento O pagamento será feito com base nas quantidades medidas pelo preço unitário proposto, que deverá incluir todas as operações de fixação, materiais, ferramentas, mão-de-obra, encargos e incidências inerentes à realização do serviço.

259 EC-S-03 Sinalização na Fase de Obras 1. Generalidades A sinalização de obra tem por finalidade alertar os usuários da via que a mesma esta em obras, e, portanto, existem obstáculos e perigos ao trafego. 2. Dispositivos a serem utilizados Os dispositivos a serem utilizados são os seguintes: Placas de sinalização; Barreiras; Piquetes com pintura refletiva; Delineador direcional (balizador com seta); Dispositivos luminosos; Cones; Painel com seta iluminada; Bandeiras; Sinal pare-portátil; Tachas e tachões refletivos; Sinalização horizontal provisória; Dispositivo de segurança individual; Dispositivo de segurança em veículos de serviço. A seguir apresentamos as principais características de cada dispositivo. 2.1 Placas de Sinalização As placas são basicamente de advertência, regulamentação e indicativas e deverão obedecer, quanto a dimensões, cores e refletorização, as orientações advindas do Manual de Sinalização de Obras Emergências do DNER, 1996 e os projetos tipos apresentados no Volume 2 Projeto Básico de Execução. 2.2 Barreiras São dispositivos de madeira, pintados nas cores laranja e branca, alternadamente e refetivas ao menos na cor laranja. Podem ser fixas ou móveis: as fixas são utilizadas em obras de maior porte e as móveis quando da execução de serviços em etapas ao longo da rodovia e serão executadas conforme figuras n 07, 08 e 09 do Manual de Sinalização de Obras e Emergências - DNER, Piquetes com Pintura Refletiva

260 São dispositivos confeccionados com material leve e preferencialmente flexível (plástico, fibra, madeira), com e sem suporte nas dimensões de 0,75m x 0,15m, pintados nas cores laranja e branco e alternadas em faixas oblíquas a 45 e refletivas pelo menos na cor laranja. 2.4 Delineador Direcional (Balizador com Seta) Placa de 0,50m x 0,60m com símbolo e cores de acordo com o indicado no Manual de Sinalização de Transito do CONTRAN, de Dispositivos Luminosos Utilizados durante a noite, quando necessário para o reconhecimento de barreiras e canalização de trânsito. Tratam-se de dispositivos capazes de serem vistos a distância. São de dois tipos, lâmpadas elétricas protegidas, cor vermelha e pisca-pisca de cor amarela, que deverão acender de 70 a 120 vezes por minuto, sendo que o tempo aceso deverá ser no mínimo de 25% do tempo total. Para sua utilização deverá ser seguido inicialmente o recomendado no Manual de Sinalização de Obras e Emergências de 1996, devendo-se estudar criteriosamente a sua localização nos casos não previstos. 2.6 Cones São dispositivos de borracha ou de material plástico, eficientes na canalização de trânsito, quando relacionados a serviços moveis ou temporários. Os cones devem ser refletorizados para seu uso ia noite. 2.7 Painel com Seta Iluminada O painel com seta é um sinal composto de lâmpadas piscantes ou que acendam de modo seqüencial. É um dispositivo eficiente de dia ou de noite para desviar o fluxo de trafego para direita, esquerda, os dois lados e em operações móveis. O painel piscante possui três modos de operação: Seta para direita Seta para esquerda Seta para ambos os lados O painel seqüencial acende suas lâmpadas em seqüência, dirigindo o trafego para a direita ou esquerda. As lâmpadas do painel com seta iluminada devem ser amarelas, acender de 25 a 40 vezes por minuto e permanecer um mínimo de 50% do seu tempo acesa para a seta piscante e 25% para a seta seqüencial.

261 Deverão ser confeccionados de forma retangular, construção solida e pintados de preto fosco e seta na cor laranja. Podem ser montados sobre veículos, reboques ou suportes mais leves. As dimensões e as situações em que devem ser usados e não usados devem ser observadas no Manual de Sinalização de Obras e Emergências (1996). 2.8 Bandeiras A utilização de bandeiras, como elemento de controle do fluxo do tráfego, é indicada como elemento de alerta complementar, em situações de alto risco devido à verificação de elevados volumes de tráfego, altas velocidades, má visibilidade, necessidades de interrupção do fluxo e obras móveis na rodovia. Trata-se de dispositivo confeccionado em tecido ou plástico flexível, preso a suporte rígido a ser transportado por um sinalizador, devendo ter a forma de um quadrado com 0,60m de lado e cor vermelha. Os procedimentos básicos que o sinalizador deverá seguir são indicados no Manual de Sinalização de Obras e Emergências (1996). 2.9 Sinal Pare - Portátil Esse sinal deverá ter as mesmas formas e cor estabelecidas pelo Código Nacional de Trânsito, e ter 0,25 metros de dimensão por lado. Deverão ser utilizados em locais de execução de obras em que o trafego se dará em apenas uma faixa para os dois sentidos, alternando-se o direito de passagem, interrompendo-se alternadamente cada sentido junto ao inicio do estreitamento da pista Dispositivos de Segurança Individual São equipamentos que objetivam melhorar as condições de segurança das pessoas que irão exercer suas atividades sobre o leito viário e próximo ao fluxo de veículos, através de sua melhor visualização à distância. Os dispositivos usualmente utilizados são coletes, punhos, vestimentas e faixas de cores fosforescentes e/ou refletivas. Nos serviços móveis e situações de emergências, tais como: serviços de medição, topografia, sinalização de solo, etc.., Deverá ser obrigatória a utilização do colete. Os sinaleiros (bandeirinhas) também deverão utilizar este dispositivo em qualquer situação.

262 Os dispositivos deverão ser confeccionados em material leve e arejado a fim de proporcionar segurança e conforto ao usuário, nas cores laranja (fosforescente) e branco, disposta em faixas horizontais e refletivas para uso noturno. Os demais equipamentos poderão ser utilizados em complementação ao colete, quando forem necessários Dispositivos de Segurança em Veículos de Serviço Todos os veículos de serviço que necessitarem trafegar em velocidade reduzida ou permanecerem estacionados no leito viário, mesmo que por espaços de tempo reduzidos, deverão estar equipados com dispositivos de sinalização. Para uso diurno deverão ser pintadas faixas horizontais e/ou verticais com no mínimo de 0,05m de largura. Nas cores laranja e branca em tarjas alternadas, tanto na sua dianteira quanto na sua traseira. No caso de utilização por período noturno as faixas deverão ser refletivas e os veículos dotados de luz amarela intermitente em sua parte mais alta, ou portarem painel com seta iluminada conforme descrito no item Tachas e Tachões Refletivos Atender às características e prescrições informadas no manual de sinalização Sinalização Horizontal Provisória Valem os elementos, características e informações contidas no Manual de Sinalização de Obras de Emergências 1996 do DNER. 3. Execução Ao início do prazo contratual, o Contratado deverá propor e submeter ao DNER: a) um plano de execução da obra onde estejam previstos os procedimentos que serão seguidos na instalação e deslocamento de canteiros de obras e nas execução de serviços que venham a interferir diretamente com os percursos desenvolvidos pelos usuários; b) as rotinas de trabalho e de abertura de frentes de trabalho que minimizem o grau ao usuário, acompanhadas dos respectivos projetos de sinalização das obras; c) um responsável específico para este assunto, cuidando da implantação, operação, manutenção e aperfeiçoamento das rotinas previstas e dos dispositivos de sinalização.

263 d) sinalização na fase de obras consistirá de um conjunto de providências objetivando orientar e alertar o motorista, com a devida antecedência, sobre as eventuais alterações e instruções em relação ao padrão operacional anterior e aos procedimentos a serem então seguidos mediante dispositivo, mensagem e estímulos visuais padronizados, facilmente inteligíveis e visíveis e sem incorreções, com tradições ou desatualizações. Este conjunto de providência tomará por base as especificações e recomendações constantes do Manual de Sinalização Rodoviário do DNER, bem como das diretrizes posteriores constantes do Manual de Sinalização de Obras e Emergências do DNER. Essas prevêem o emprego de elementos físicos verticais, como placas fixas e móveis; dispositivos canalizadores como barreiras/cavaletes, cones e balizadores; dispositivos luminosos de iluminação contínua ou intermitente; placas luminosas com mensagens fixas ou painéis móveis com mensagens variáveis em quantidade suficiente e com as informações adequadas para orientar os motoristas em locais perigosos particularmente à noite, como desvios de trajetória e circulação adjacente à cavas, valas, abismos e equipamentos. Também é prevista a utilização de tachas, tachões, delineadores de bordo, bem como de sinalização horizontal refletiva provisória, empregando tinta com características de durabilidade e custo apropriadas a finalidade, em função da duração da transitoriedade e da natureza da superfície de rolamento, especialmente em locais particularmente perigosos e após serviços na pista existente (reparos intensos e outros que ocultem a sinalização horizontal pré-existente), bem como no caso de circulação viária sobre camada de pavimento não final. Não será permitida a superposição de pinturas e delineadores e outras circunstancias que confundam a clara percepção pelo motorista das manobras a efetuar. Os cavaletes devem ser colocados de maneira a formar uma barreira, a uma distancia mínima do obstáculo que permita o usuário que mesmo numa eventualidade venha bater no cavalete, não atinja o obstáculo, principalmente a noite. Os cones serão utilizados para direcionar o trafego de veículos. As lâmpadas serão utilizadas como sinalização noturna, alertando os usuários do perigo com antecedência. tipo do DNER As placas e delineadores complementam a sinalização e deve obedecer ao projeto Após cada alteração do esquema operacional, deverão ser rearranjados os dispositivos de sinalização, os quais serão completamente removidos, ao final das obras que originaram sua implantação. Não obstante a fiel obediência a estas especificações, a responsabilidade final pela segurança e controle do transito e inteiramente do executante, o qual deverá tomar das as providencias adicionais porventura necessárias e compatíveis com essa responsabilidade, inclusive nos eventuais períodos de paralisação contratual.

264 4. Medição e Pagamento Os serviços de sinalização horizontal e vertical serão medidos pela área efetivamente aplicada expressa em m². As barreiras, piquetes, dispositivos luminosos, cones, painéis com seta iluminada, barreiras, tachas e tachões serão medidos de acordo com a quantidade efetivamente utilizada expressa em und.

265 EC-MA-03 Fornecimento, Plantio e Acompanhamento de Mudas de Árvores, Arbustos, Forrações e Enleivamento 1. Generalidades Com a finalidade de oferecer aos usuários uma visão agradável da rodovia e do seu entorno, procurando valorizar a vegetação existente, a paisagem natural em si, bem como possibilitar a recuperação de áreas degradadas e as áreas terraplenadas, serão plantadas espécies ao longo da rodovia, tanto no canteiro central como nos bordos, conforme suas características, proporcionando também uma sinalização viva do trecho e segurança quanto a possíveis acidentes serem amortecidos através de maciços vegetais introduzidos nos taludes de aterro. Da mesma maneira, deverão ser plantadas as espécies vegetais para atender a recuperação das caixas de empréstimos, jazidas, pedreiras, caminhos de serviço, canteiro de obras e outra unidade de apoio às obras. 2. Materiais As espécies indicadas no projeto e relacionadas a seguir devem ser fornecidas em mudas de boa qualidade, pois o plantio e o acompanhamento do início do crescimento de toda a vegetação será responsabilidade da empreiteira. Nos Quadros I e II, são apresentadas as espécies recomendadas para composição da cobertura vegetal. Quadro I Lista de Espécies Nome científico Denominação popular Aplicação * Abutilon umbellifuorum BQ, BA Aristida pallens Barba de bode TC, TA Brachiaria decumbens Braquiária TC, TA Brachiaria humidicola Braquiária TC, TA Desmodium sp. Pega-pega TC, TA Macfadyena ungüis-cati Cipó unha-de-gato TC Jacaranda micrantha Caroba BQ, BA Cynodon dactylon Grama bermuda TA, TC Paspalum saurae Grama pensacola TA, TC Pirostegia venusta Cipó são joão BQ, BA Tabebuia chrysotricha Ipê-amarelo BQ,BA Tibouchina sellowiana Quaresmeira BQ, BA * Taludes de corte TC; taludes de aterro TA; banquetas BQ; berma de aterro BA

266 Obs.: Esta relação, a juízo da Fiscalização do DNER, poderá sofrer modificações qualitativas em função da disponibilidade de mudas e da adaptabilidade das espécies, bem como de modo a atender às proposições do programa de Paisagismo. Quadro II Lista de Espécies Recomendadas para Recomposição da Cobertura Vegetal em Áreas Alteradas Nome científico Denominação popular Aplicação * Allophulus edulis Chal-chal BF, AE, CO, ET, JZ Bauhinia forticata Pata de vaca BF, AE, CO, ET, JZ Cabraela canjerana Canjerana BF, AE, CO, ET, JZ Campomanesia xanthocarpa Guabiroba BF, AE, CO, MC Casearia sylvestris Carvalinho MC Cecropia catharinensis Embauba BF, AE, CO, ET, JZ Cedrela fissilis Cedro BF, AE, CO, ET Erythrina crista-galli Corticeira MC Eugenia uniflora Pitanga BF, AE, CO, ET, JZ, MC Ficus spp. Figueiras MC Inga marginata Ingá-feijão BF, AE, CO, ET, JZ Inga spp. Ingás MC Jacaranda micrantha Caroba BF, AE, CO, ET, JZ Lantana Câmara Lantana BF, AE, CO, ET, JZ Leucaena leucocephala Leucena BF, AE, CO, ET, JZ Lithraea brasiliensis Pau-de-bugre BF, AE, CO, ET, JZ Luehea divaricata Açoita-cavalo MC Myrsine ferruginea Capororoca BF, AE, CO, ET Ocotea porosa Canela-sassafrás BF, AE, CO, ET Parapiptadenia rigida Angico BF, AE, CO, ET, JZ Patogonula americana Guajuvira MC Pterocarpus violaceus Pau-sangue MC Salix humboldtiana Salso MC Sapium glandulatum Leiteiro BF, AE, CO, ET, JZ Sebastiania klotzschiana Branquilho MC Schinus terebinthifolius Aroeira-vermelha BF, AE, CO, ET, JZ Schyzolobium parahyba Guapuruvu BF, AE, CO, ET Sloanea guianensis Laranjeira-do-mato BF, AE, CO, ET Tabebuia spp. Ipês BF, AE, CO, ET, MC Terminalia australis Sarandi MC Tibouchina sellowiana Quaresmeira BF, AE, CO, ET, JZ Virola oleifera Bocuva BF, AE, CO,ET

267 Bota-foras BF; áreas de empréstimos AE; jazidas JZ; canteiros de obra desativados CO; estradas, caminhos e trilhas de serviço ET; cabeceiras de pontes e matas ciliares alteradas MC Obs.: Esta relação, a juízo da Fiscalização do DNER, poderá sofrer modificações qualitativas em função da disponibilidade de mudas e da adaptabilidade das espécies, bem como de modo a atender às proposições do programa de Paisagismo. 3. Execução As espécies a serem plantadas devem atender uma função específica do projeto, devendo ser plantadas conforme posições constantes nas plantas do projeto de Engenharia. Deverá proceder-se ao plantio das mudas, apenas depois de cumprida a etapa a que a vegetação complementa e com autorização de início pela fiscalização, por exemplo: A vegetação destinada ao canteiro central deverá ser liberada para plantio quando o canteiro central estiver preparado para tal; Nas áreas frontais das placas de sinalização serão plantadas mudas de Lantana, lembrando que a placa deve ser implantada primeiro; Observar as indicações das forrações dos taludes e respectivas cristas de cortes e péde-aterro, na redução dos efeitos erosivos; Observar o corte, retirada e aproveitamento das árvores, ao longo da faixa de domínio, que estiverem localizadas a menos de 10m do bordo do acostamento, procurando manter a vegetação nativa da região, principalmente nas travessias de rios. A operação de plantio de mudas deve seguir as seguintes instruções e normas: a - Preparo do Solo Nos locais onde se apresentam solos férteis (solo orgânico) estes devem ser armazenados de forma apropriada, para posterior reincorporação nos locais que irão receber a recomposição vegetal. Nas áreas com solos compactados, os mesmos devem ser afofados, antes do recobrimento com solo orgânico; No caso do volume de solo orgânico removido e armazenado não for suficiente para cobrir uma área a ser atingida com a execução de medidas de recomposição vegetal, pode ser usado um produto comercial ou uma mistura de um terço (1/3) de terra arenosa, um terço (1/3) de vermiculita expandida, um terço (1/3) de esterco de

268 curral curtido e 50 a 300 gramas de micronutrientes (F.T.E.) e 0,300 à 1,0 Kg (dependendo do tamanho da cova) de um fertilizante fosfatado natural. b - Adubação Proceder-se-á, previamente, à coleta de amostras do solo das áreas a reabilitar e à realização de análises físicas e químicas em laboratório especializado, para obtenção dos parâmetros visando às devidas correções de ph e de concentração de nutrientes do solo, para garantia do pleno desenvolvimento da cobertura vegetal a ser introduzida. Toda correção do solo deverá, assim, ser baseada na análise quantitativa e qualitativa realizada por laboratório credenciado. O PH do solo deverá ser elevado para 6,5 com a aplicação de calcário dolomítico. Será usada uma fonte de fosfatados e potássicos, para corrigir as deficiências de matéria orgânica, agente que condiciona a estrutura física e química do solo, podendo ser suprimida com a adição de cama de aviário curtida ou similar. As mudas uma vez plantadas deverão receber pelo menos duas adubações por ano, nas quais devem ser utilizados fertilizantes químicos e orgânicos. A primeira dose do adubo químico será aplicada com 3 Kg de esterco de curral curtido ou cama de aviário, por muda, e a segunda dose será de adubo químico. c - Preparo das Covas As covas foram projetadas de modo a acomodar diferentes espécies e exigências especiais das mudas (as dimensões serão de 0,40 x 0,40 x 0,40m para arbustos e 0,60 x 0,60 x 0,60m para árvores); Nas covas com uma profundidade maior que 0,40m a camada de terra vegetal (camada superior) deve ser armazenada separadamente e colocada como camada inferior no enchimento da cova; Após aberta a cova e providenciada a terra de enchimento, a muda tem que ser preparada para o plantio. d - Exigências às mudas e execução de plantio O plantio das mudas deverá ser preferencialmente logo após a extração do material. As mudas devem ser inspecionadas para detectar possíveis ataques de praga e doenças e se a embalagem não está praguejada, com ervas daninhas; Será necessário irrigar duas vezes por dia, de forma lenta para que a água penetre no mínimo 10cm dentro das embalagens;

269 As mudas plantadas devem ser irrigadas três vezes por semana no primeiro mês e duas vezes do segundo mês em diante. Três meses após o plantio deve ocorrer a recomposição das mudas mortas. e - Proteção das mudas As mudas plantadas ficam sujeitas a predação, principalmente no seu início, por parte de transeuntes e freqüentadores menos esclarecidos. A proteção mais simples, seria o uso de três estacas de madeira ou bambu, enterradas no solo em forma de tripé, em cuja extremidade seria amarrada a muda. Outro sistema seria a fixação de 4 estacas no solo, de modo a ficarem com 1,60m de altura livre e uni-las com travessa de ripas ou revesti-las com tela de arame. Obs.: Para execução de enleivamento através de placas de leivas, permanecem válidas as instruções do item 5.3.1, da especificação DNER-ES 341/97. f - Manutenção dos Plantios Tratos Culturais Abrange, basicamente, a capina (coroamento) das áreas plantadas, o combate sistemático a pragas e doenças (formiga, fungos e outros), a adubação em cobertura ao final do primeiro ano do plantio e o replantio de falhas observadas durante o desenvolvimento da vegetação introduzida. Além dessas atividades, as áreas plantadas, bem como toda a extensão da pista de rolamento, deverão ser monitoradas com o objetivo de prevenir possíveis ocorrências de espécies invasoras, capazes de competir com a vegetação introduzida. Os tratos culturais dispensados às mudas constam do coroamento e do controle sistemático à formiga cortadeira. Nos períodos de estiagens prolongadas, as mudas devem ser regadas com freqüência diária. O replantio adota a substituição da muda eventualmente perdida por outra, de preferência contendo raiz embalada. 4. Controle A germinação, o brotamento e o acompanhamento, bem como a substituição de mudas mortas, serão controlados pela Fiscalização. 5. Medição A medição será efetuada por unidade de árvores e arbustos plantados e por metro quadrado (m2) de forrações e enleivamento. 6. Pagamento

270 O pagamento será efetuado conforme o preço unitário da proposta, para cada item, após a verificação do brotamento das espécies. As unidades que não vingarem não serão indenizadas, devendo as mesmas serem substituídas pelo executante, sem ônus para o DNER. No preço unitário proposto deverão estar incluídos a aquisição das espécies, transporte, ferramental, mão de obra, encargos, irrigação periódica, colocação de adubo posterior e demais cuidados do acompanhamento, bem como todos os possíveis custos diretos e indiretos necessários a execução do serviço.

271 EC-MA-04 Hidrossemeadura 1. Objetivo A presente especificação tem por objetivo fixar os procedimentos mínimos necessários para a execução do revestimento vegetal por hidrossemeadura, considerando-se os diversos fatores, como: a) Clima; b) Tipos de solos; c) Qualidade do revestimento; d) Proteção imediata dos aterros, cortes e bota-foras. 2. Referências 3. Definição Prevalece o conteúdo do item 2 da Especificação DNER-ES-341/97. acréscimo: Prevalece o conteúdo do item 3 da Especificação DNER-ES-341/97 com o seguinte Consiste na aplicação hidromecânica de uma massa pastosa composta por fertilizantes, sementes, camada protetora, adesivos e matéria orgânica viva. O traço característico dessa composição é determinado pelas necessidades de correção do solo e de nutrição da vegetação a ser introduzida. Considerando-se sempre uma quantidade mínima de camada protetora, que é a garantia da proteção imediata do terreno. Lançada por um jato de alta pressão, essa massa adere e cola na superfície do terreno, formando uma camada protetora consistente que, além de fixar as sementes, e demais componentes funciona como um escudo contra a ação das intempéries (chuva, ventos, etc...). 4. Condições Gerais Prevalece o conteúdo do item 4 da Especificação DNER-ES-341/ Condições Específicas

272 5.1 Garantia dos Serviços Os serviços executados deverão ter uma garantia mínima de 12 (doze) meses, a partir da conclusão dos mesmos, para que se tenha a certeza de estar o revestimento vegetal consolidado. 5.2 Especificação dos Materiais a Serem Utilizados Prevalece o conteúdo do item 5.1 da Especificação DNER-ES-341/97, com o seguinte detalhamento: Camada Protetora - É um material obtido da trituração de várias fibras vegetais e acetato de celulose, que após a trituração assume a forma assemelhada do algodão, e tem por objetivo fixar a semente e demais materiais, dando uma proteção imediata ao solo no combate à erosão, além de inúmeras outras funções como: Ajudar a conservar a umidade do solo; Controlar a temperatura; Prevenir a compactação do solo; Reduzir impacto da chuva sobre a superfície semeada; Reduzir o escoamento de água sobre a superfície; Impedir a erosão do solo; Melhorar a estrutura do terreno; Diminuir a evaporação; Controlar a infestação de ervas indesejáveis; Evitar a emigração das sementes hidrossemeadas; Abrigar as sementes, protegendo-as dos raios solares, evitando desta forma, o seu ressecamento. Proporcionar sobre a superfície jateada a formação de um micro-clima favorável a melhor e mais rápida germinação das sementes; A quantidade a ser utilizada é de kg de camada protetora por hectare. Obs. Essas quantidades mínimas são exigidas, pois se for colocado quantidade menor, o objetivo não será alcançado, que é de proteção imediata do terreno na aplicação da camada protetora Fertilizantes N P K + Micronutrientes - Fertilizante indicado é o organo mineral 3-6-3, com 50% químico e 50% orgânico, à razão de kg por hectare na aplicação, ou seja 150 kg por m 2 de área e mais 2.000kg por hectare em adubação N-P-K, no plantio e cobertura. Turfa calcitada a razão de kg por hectare.

273 Sementes - A qualidade das sementes é fator decisivo para qualquer plantio, principalmente na hidrossemeadura. Nesse processo encontram-se solos com problemas de: 1. Umidade; 2. Compactação; 3. Lixiviamento; 4. Fertilidade, etc... Portanto, as sementes devem ser de primeira qualidade, obtidas de campos de produção com comprovado requinte e geneticidade, proveniente de plantas resistentes a PH baixos, pouca fertilidade e umidade. No campo se constata esses requisitos através da rápida germinação que deve variar de 24 (vinte e quatro) horas para algumas espécies a 15 (quinze) dias para outras, ressalvadas condições fortuitas decorrentes de secas prolongadas ou temperaturas não condizentes com a vegetação implantada. As espécies que poderão ser usadas consistirão em BERMUDA GRASS E PENSACOLA, em canteiros centrais, BRACHIÁRIA ARAGROSTIS CURVULA, LOLIUM PERENE, LOLIUM ANUAL, MILINIS MINUTIHORIS, CALOPOGONIUM, cortes, aterros e áreas de bota-fora Adesivo Fixador - Tem como finalidade principal ajudar na fixação dos materiais aplicados na hidrossemeadura e deve apresentar as seguintes características principais: Ser inofensivo à saúde; Ser insensível às oscilações de temperatura; Não perder seu efeito e nem alternar suas propriedades sob radiação solar (raios ultravioletas); Não prejudicar a germinação das sementes; Possibilitar a mistura de fertilizantes com sementes e todos os demais componentes; Manter sua permeabilidade ao ar e a água, mesmo sem implantação de vegetação protetora; Manter sua permeabilidade ao ar e a água superficial, bem como a umidade proveniente do subsolo; Pode ser aplicado em todos os tipos de solo;

274 Promover o estabelecimento de microorganismo e portanto, a formação de húmus Mistura Aquosa - É a seguinte a descrição do processo: a) Escarificação - Toda a superfície dos taludes já concluídos a ser hidrossemeada deve ser escarificada com furos desencontrados, podendo ser executados manualmente ou com equipamentos próprios. b) Calagem - A calagem é uma prática agrícola de máxima importância, usada para eliminar os efeitos tóxicos do alumínio e manganês do solo, além de proceder à correção de deficiência em cálcio e magnésio. No entanto, como a calagem deve ser feita antes do plantio e na hidrossemeadura torna-se difícil, os serviços poderão ser executados com o aumento de matéria orgânica na aplicação e as correções passam a serem feitas após o plantio, nos locais aonde a vegetação apresenta problemas. Obs. As quantidades de calcário a serem utilizadas são determinantes pelo resultado da análise de solo. c) Adubação Orgânica da Área - A adubação orgânica normal deverá ser executada de 2 a 3 semanas que antecedem ao tratamento da hidrossemeadura, salvo quando a aplicação das matérias orgânicas é feita com material industrializado ou com a adoção de técnicas avançadas de decomposição, além do que a matéria orgânica deve estar apta a ser usada na aplicação. Obs. Quando a matéria orgânica é obtida através de compostos orgânicos produzidos por indústrias, estes estão sujeitos a fiscalização rigorosa do órgão competente, razão pela qual podem ser confiáveis. Deve ser exigido o registro de produtor, expedido pelo Ministério da Agricultura, dos fabricantes dos adubos a serem utilizados. São os seguintes os produtos que podem ser utilizados como adubos: Lixo industrializado; Tortas oleaginosas; Esterco de curral; Excremento de galinha; Húmus de minhoca; Vegetal decomposto; Turfa calcitada. O produto mais recomendado é o vegetal decomposto em razão do mesmo conter todos os elementos que a planta precisa, ou seja, N P K mais micro elementos e mais a matéria

275 orgânica necessária, haja visto que tal produto é obtido através de processo de decomposição de vegetais. Sementes - A seleção das sementes será baseada nos seguintes e principais pontos: No elenco das espécies que tiverem melhor desenvolvimento nas obras do DNER, considerando-se o clima, altitude e capacidade de contenção das encostas, as sementes de gramíneas, devem ser provenientes de fornecedores idôneos e acompanhadas de certificado, com elementos mínimos que permitem avaliar a qualidade do produto, constante de: Origem; Data da expedição do certificado; Nome científico da espécie; Poder germinativo; Grau de pureza; Valor cultural. As sementes deverão apresentar, como condições mínimas, o que seguem no quadro adiante para sementes: NACIONAIS SEMENTES PUREZA% GERMINAÇAO % V ALOR CUL TURAL % Gramíneas Leguminosas ,26 IMPORTADAS SEMENTES PUREZA% GERMINAÇAO % V ALOR CUL TURAL % Gramíneas As sementes podem ser de procedência nacional ou importadas, desde que, sejam de boa qualidade. Considerando-se as dificuldades de aquisição de determinadas espécies, cujo fornecimento está sujeito a: Condições de plantio e oferta pelos produtores; Maior ou menor demanda do setor agropecuário consumidor; Oferta do mercado fornecedor; Considerando-se ainda as condições locais em que está sendo localizada a obra, as espécies que poderão ser usadas são as seguintes: Gramíneas Aragrostis Curvula; Brachiária decubens stopt;

276 Brachiária rudiziagalis; Loliurn; Melinis Minutiflora; Paspalurn notatum; Bermuda Grass; Calopogoniurn Na dificuldade de obtenção de qualquer uma das espécies de gramíneas acima apontadas, a mesma poderá ser substituída por outras equivalentes desde que a espécie escolhida atenda às necessidades técnicas de cobertura e contenção exigidas para o local. - Classe de Aplicações Nas áreas planas e inclinadas poderão ser usadas variedades consorciadas, constantes essas de: Lolium; Melinis Minutiflora; Brachiária Decumbs; Brachiária Rudiziagális / Calopogonium. Realizando os serviços com coberturas consorciadas, as quantidades das variedades acima identificadas devem ser as adiantes discriminadas, para o canteiro central da rodovia: a) Paspalum Notatum = 100 kg por hectare consorciada com Bermuda Grass, 20 kg por hectare. b) Bermuda Grass = 60 kg por hectare, se utilizada individualmente. Para taludes inclinados e áreas planas em bermudas distantes da estrada, o consórcio de sementes de gramíneas e leguminosas aconselhado é o seguinte: Em Aterros, Cortes e Áreas Sujeitas a Deslizamentos. a) Brachiária Decubens = 130 kg por hectare. b) Brachiária Rudziagális = 72 Kg por hectare. c) Calopogomum = 32 Kg por hectare. d) Melinis Minutiflora = 20 Kg por hectare. Em Áreas Planas de Pouco Risco (que possa ser usado trator e grades). a) Brachiária decubens = 150 Kg por hectare. b) Brachiária Rudziagális = 50 Kg por hectare. c) Calopogomum = 32 Kg por hectare.

277 Obs. As variedades das sementes poderão ser mudadas desde que a variedade escolhida esteja entre as indicadas ou que a variedade escolhida esteja entre as indicadas ou que a escolhida atenda as necessidades técnicas da obra. 5.3 Equipamentos Prevalece o conteúdo do item 5.2 da Especificação DNER-ES-341/97, com o seguinte acréscimo ou complemento: 5.4 Execução 01 (um) veículo leve para uso do encarregado de equipe. 01 (um) caminhão com equipamento para hidrossemeadura com capacidade mínima de 7500 litros. 01 (um) conjunto de escarificação do tipo correntão com giradores, correntes de diferentes tamanhos etc. 01 (uma) grade de discos de levante hidráulico. 01 (um) trator agrícola de potência mínima de 55 HP. 01 (um) equipamento pneumático para escarificação em cortes duros com brocas especiais. Enxadões preparados para escarificação de profundidade. Outras ferramentas manuais, etc. Prevalece o conteúdo do item 5.3 da Especificação DNER-ES-341/97, com os seguintes detalhamentos e acréscimos: A terra vegetal a empregar poderá provir do material acumulado por ocasião dos serviços preliminares de limpeza e desmatamento (solo orgânico). A execução obedecerá as seguintes etapas: a) Análise química e fisica do solo a ser aplicado; b) Escarificação do solo para remover a camada oxidada; c) Aplicação da massa com equipamentos especiais; d) Fertilizações de cobertura e replantes até a total formação da camada vegetal; e) Garantia total dos serviços por 12 (doze) meses, após a conclusão dos serviços Ordem dos Serviços forma: De posse dos resultados das análises de solo, a empresa deve proceder da seguinte Nivelamento da área a ser aplicada a hidrossemeadura. Serviços de picoteamento com furos desencontrados. Obs. Não poderão ser executados picoteamento em curva de nível.

278 Aplicação da hidrossemeadura com camada protetora. A aplicação deve ser feita com tanques especiais para este tipo de trabalho, sendo que a capacidade do tanque deverá ser de no mínimo litros, equipado com bomba apropriada para lançamento de massa consistente. A massa da camada protetora é densa e ocupa um volume maior do tanque, sendo a razão das exigências mínimas do equipamento solicitado. Fertilização de Cobertura Após 45 dias da aplicação da hidrossemeadura com camada protetora deverá ser feita a primeira aplicação de fertilizantes, visando corrigir as deficiências nutricionais das plantas. Daí para frente deverão ser feitas tantas fertilizações quantas forem necessárias para a perfeita formação da cobertura vegetal. Obs. Aconselha-se, fertilizar 02 (duas) vezes no mínimo, sendo uma em 45 dias após o plantio, e a outra no rebaixamento do período chuvoso. Enchimento do Tanque seguinte forma: No processo de mistura aquosa, o enchimento do tanque de litros se dará da Colocar litros de água no tanque; Adicionar o aparelho agitador; Adicionar o fertilizante organo mineral ou NPK; Adicionar matéria orgânica no caso de uso de NPK simples; Adicionar o adesivo fixador vagarosamente para evitar a formação de caroços; Adicionar o material formador da camada protetora constituído por fardos de fibra de celulose a razão de Kg por hectare; Acrescentar as sementes selecionadas, com o tanque sempre em agitação; Tomar o cuidado de se colocar as sementes no tanque sempre em último lugar; Após a colocação dos insumos agrícolas no tanque, completar o volume do tanque com água. Obs. Com o uso do material como camada protetora não é obrigatório o uso do ADESIVO FIXADOR se o mesmo já conter o elemento fixador em sua composição. Jateamento

279 A aplicação deve ser feita pulverizando-se uniformemente a mistura aquosa sobre a superfície preparada. Durante todo o processo de aplicação o misturador deverá estar em movimento a fim de se garantir a suspensão do material e a homogeneização da mistura do tanque. Adotando-se o processo do jateamento com material da camada protetora no tanque das sementes, e as etapas de revestimento são as seguintes: a) Com o aparelho agitador sempre em movimento, dirigir o jato para a superfície a ser revestida de modo a recobrir toda a área, procurando desenvolver a operação o mais uniforme possível. b) A aplicação deverá ser feita das partes mais altas para as partes mais baixas, evitando-se encharcamento e o escorregamento da mistura. Com esse processo, o volume de (7.500 lt.) será utilizado para revestir de 800 a 1000 m2, isto é 7,5 litros da mistura aquosa deverá ser jateada par à recobrir uniformemente 1 (um) m2 de superfície Adubação Os fertilizantes devem ser aplicados continuamente com a operação de plantio. Deverá ser usado fertilizante organo mineral à razão de kg por hectare kg por hectare de adubo N.P.K. na aplicação e cobertura, aplicado em etapas de acordo com as necessidades da vegetação Mulch O indicado é o material para camada protetora, à razão de kg por hectare Tratos Culturais culturais: Até que se dê a consolidação do revestimento são necessários os seguintes tratos - Fertilização Após decorridos 45 dias da aplicação deve-se, obrigatoriamente, fazer a primeira adubação de cobertura, utilizando-se adubo nitrogenado em quantidade necessária ao perfeito desenvolvimento da planta. Obs. A operação deverá ser repetida no rebaixamento do período chuvoso. - Tratamento Fito - Sanitário

280 O tratamento fito - sanitário deverá ser aplicado sempre que o revestimento vegetal sofrer ataque de pragas e moléstias, até que se dê seu eficaz desenvolvimento e consolidação. A escolha dos defensivos agrícolas, época, forma e término de aplicação, fica a juízo da fiscalização. Dever-se-á, contudo, utilizar defensivos que tenham, baixo índice de toxidade, baixo poder residual e que facilmente entre em decomposição. problemas: As dosagens devem ser rigorosamente controladas para evitar os seguintes a) Intoxicação com o pessoal envolvido e outros danos ecológicos. b) Contaminação dor recursos hídricos e outros danos ecológicos. c) Da deriva ser carregada pelo vento sobre culturas agrícolas adjacentes e causar danos às colheitas. d) Da deriva atingir o fluxo viário ou usuário. Para um controle eficaz dos itens acima mencionados, as seguintes precauções devem ser adotadas: Evitar a aplicação de defensivos em dias de chuva e / ou vento. Aplicar a solução de modo que o jato caminhe sempre na direção dos ventos, nunca em sentido contrário. O aplicador deverá estar munido de luvas e máscaras. Não permitir que o pessoal diretamente envolvido na operação fume, coma ou beba durante a operação. Ao término do tratamento fito-sanitário, todo o pessoal envolvido na operação deverá tomar banho, de preferência com água fria. Água morna dilata os poros e facilita a penetração das partículas de defensivos impregnadas na superfície da pele para o organismo. - Replantio Após haver cumprido o período próprio de emergência das espécies hidrossemeadas, é necessário proceder a um replante, atingindo-se principalmente as superfícies que apresentam falhas de germinação ou mesmo de aplicação. Os repasses serão repetidos, a juízo de fiscalização, até que toda superfície esteja completamente revestida Recursos Indispensáveis

281 Para a execução dos serviços com camada protetora, a empresa executora das obras deverá dispor dos seguintes recursos mínimos: a) Ter uma unidade produtora de material com a finalidade de camada protetora nas condições exigidas, ou contrato com uma indústria que se comprometa a fornecer dentro das especificações e nas quantidades necessárias. b) Ter uma unidade produtora de fertilizantes organo mineral devidamente registrada no Ministério da Agricultura ou contrato com uma empresa que se comprometa a fornecer os fertilizantes. c) Mão de Obra Básica 6. Inspeção 01 (um) Encarregado. 01 (um) motorista. 01 (um) aplicador. 03 (três) serventes. Prevalece o conteúdo do item 6 da Especificação DNER-ES-341/97, com os seguintes acréscimos e a seguinte alteração: 7. Medição 8. Pagamento Prevalece o conteúdo do item 7 da Especificação DNER-ES-341/97. Os serviços serão medidos em metros quadrados (m 2 ) de áreas hidrossemeadas, sendo feitas medições mensais segundo os seguintes critérios: 70% (setenta por cento) na aplicação; 20% (vinte por cento) na germinação; 10% (dez por cento) no fechamento.

282 EC-MA-05 Conformação de Caixas de Empréstimos, Jazidas, Pedreiras, Locais de Bota-Fora, Caminhos de Serviço, Áreas de Apoio, Quando Áreas de Passivo Ambiental 1. Generalidades Esta especificação se aplica as atividades relacionadas com a recuperação ambiental de canteiros de obras, caminhos de serviços, jazidas, pedreiras, caixas de empréstimo, bota-foras e áreas de apoio outras, como às referentes à recuperação de passivos ambientais. Para efeito desta especificação, conformação é uma operação que compreende cortes ou aterros de até 0,40m de espessura, objetivando direcionar adequadamente o escoamento das águas, regularizar a superfície e preparar o terreno para a operação de reposição da camada vegetal. 2. Equipamentos 3. Execução Poderão ser empregados: Trator de esteiras com lâmina; Motoniveladora; Rolos compactadores; e Caminhão pipa e outros, a critérios da Fiscalização. No que se refere a execução das operações de bota-fora os maciços resultantes, constituídos de solos classificados como sendo de 1ª ou 2ª categorias, deverão ser conformados e compactados. Para sua compactação, se necessário, o maciço deverá ser inicialmente umedecido. Os bota-foras deverão atender ao disposto no Projeto de Engenharia; a critério da Fiscalização poderão ser executados como alargamentos dos aterros. O equipamento para sua compactação deverá ser o mesmo utilizado nos aterros; o grau de compactação mínimo a ser assegurado é de 80% do Proctor Normal, para os bota-foras que não se caracterizam como alargamento de aterro. Para aqueles executados simultaneamente com os aterros terão as mesmas exigências destes. Os maciços resultantes das operações de bota-fora constituídos de material de 3ª categoria deverão ser trabalhados segundo a Especificação DNER-ES 282/97, item Previamente aos serviços de conformação geométrica propriamente ditos deverá ser efetuado o preparo da área compreendendo: Remoção de todos os prédios, pisos e bases de concreto; Vedação satisfatória ou enchimento de fossas e sumidouros; Remoção de cercas; Preparo do substrato através da correção físico-química; Erradicação de áreas propícias ao acúmulo de águas pluviais; Remoção de quaisquer barramentos ou obstáculos decorrentes das obras; Desobstrução da rede de drenagem natural; Implantação de um sistema de drenagem superficial; Remoção de bueiros provisórios.

283 Em seqüência, serão procedidos os serviços de conformação de caixas de empréstimos, jazidas, áreas de apoio, locais de bota-fora e depósitos de material oriundo de fresagem de pavimento, os quais deverão ser executados de tal forma que as superfícies resultem isentas de depressões ou valas, de modo a oferecer condição adequada de escoamento para as águas superficiais. Os taludes deverão ser regularizados e ter inclinação compatível com o tipo de material utilizado. Não serão permitidas arestas vivas nas cristas dos maciços dos bota-foras. Quando necessário, a fiscalização determinará a implantação de rede de drenagem para contenção de processos erosivos. 4. Controle O controle dos serviços será laboratorial para a determinação do grau de compactação e umidade, e visual, com topografia, para a conformação das áreas. 5. Medição Serão medidos separadamente os seguintes itens: a) Espalhamento e Compactação de Bota-foras. A medição será efetuada pela determinação do volume de material de bota-fora compactado, expresso em metros cúbicos. b) Conformação Mecânica de Caixas de Empréstimos, Jazidas, Canteiro de Obras e áreas de Passivo Ambiental quadrados. A medição constituirá na determinação da área executada, expressa em metros 6. Pagamento O pagamento do espalhamento e compactação de bota-fora e conformação mecânica de caixas de empréstimo, jazidas, canteiro de obras e de áreas do passivo ambiental será feito após a medição dos serviços, com base nos preços unitários propostos para sua completa execução, onde estarão inclusos todos os custos diretos e indiretos, equipamentos, mão de obra, encargos e eventuais necessários a completa execução dos serviços.

284 9. ANEXOS

285 9.1 CÓPIA DO TERMO DE REFERÊNCIA

286 Processo nº / ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA ELABORAÇÃO DE REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO E SUPERVISÃO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA (BELO JARDIM) DA RODOVIA BR OBJETIVO O Termo de Referência ora apresentados têm por finalidade definir os objetivos e as diretrizes a serem observados na Elaboração de Revisão do Projeto Executivo e Supervisão das Obras de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR- 232: Lote: Único; Rodovia: BR-232/PE ; Trecho: Recife - Parnamirim; Subtrecho: Entr. PE-144 Entr. PE-180 (Belo Jardim); Segmento: Km 178,00 Km 182,15; Extensão: 4,15 Km; Código PNV: 232BPE0190 e 232BPE0210 Os serviços serão desenvolvidos em duas fases distintas, a saber: Fase I - Revisão do Projeto Executivo de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR-232; 79

287 Processo nº / Fase II - Supervisão das Obras de Melhoria da Travessia Urbana (Belo Jardim) da Rodovia BR-232 FASE I - REVISÃO DO PROJETO EXECUTIVO DE MELHORIA DA TRAVESSIA URBANA (BELO JARDIM) DA RODOVIA BR-232; 2 DEFINIÇÕES 2.1 Legal Observar, no que couber, as definições estabelecidas no Art. 6º da Lei nº de 1993, modificada pela Lei de Deverão ser obedecidas, também, as prescrições da IS DG/DNIT nº 015/2006, de 20/02/06, publicado no Boletim Administrativo nº 051, de 18 a 22/02/2006, bem como o Boletim Administrativo nº 023 de 05 a 09/06/ Projeto Executivo Para fins dos presentes Termos de Referência, denomina-se Projeto Executivo de Engenharia, o conjunto de estudos e projetos a elaborar necessários e suficientes à execução do complexo das obras de engenharia, de acordo com as normas pertinentes do DNIT e da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. O conjunto dos elementos técnicos deverá definir um elenco de soluções que permitam implantar e pavimentar o trecho da rodovia, para uma vida útil de 10 (dez) anos, dotando-a de melhores condições operacionais, de segurança e conforto do usuário, preservando as condições ambientais, tudo em conformidade com as definições e orientações, constantes do EB-103, das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários (Escopos Básicos / Instruções de Serviço) adotados pelo DNIT (IPR-726). Os serviços serão desenvolvidos visando o diagnóstico atual do trecho, envolvendo a definição do problema existente, quanto às condições de sua implantação/pavimentação, segurança de operação, obras de arte correntes / especiais, estabilidade de cortes / aterros (taludes), drenagem e condições ambientais, propondo soluções que venham possibilitar a correção das deficiências encontradas. 3 ESCOPO DA ATUALIZAÇÃO DO PROJETO DE ENGENHARIA 80

288 Processo nº / A revisão do projeto executivo de engenharia para implantação, assim como todos os serviços previstos, serão desenvolvidos, seqüencialmente, dentro das seguintes fases (EB 103 IPR 726/2010): a) Preliminar; b) Minuta de Projeto Executivo Revisado; c) Projeto Executivo Revisado. 3.1 Fase Preliminar Etapa caracterizada pela coleta e análise de dados, com finalidade de estudar soluções a serem propostas e elaboração do Relatório Parcial, contendo a descrição, plantas dos estudos efetuados e plano de trabalho para prosseguimento, em conformidade com as Instruções de Serviço relacionadas no item 3.2 Fase Preliminar do EB-103 das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários. Nessa fase, será analisado o Projeto Executivo já existente, verificando-se a compatibilidade do projeto com a situação atual do segmento. Ao final da Fase Preliminar, todos os levantamentos de campo necessários à proposição das diversas alternativas de solução deverão estar concluídos. 3.2 Estudos para o Projeto Executivo Os trabalhos deverão ser elaborados de acordo com as Instruções para Apresentação de Relatórios e Projetos de Engenharia para Rodovias Federais, adotados pelo DNIT. Deverão ser observados, no que couber, os seguintes Manuais e demais normativos, de modo a adequar o antigo projeto às normas atuais: Manual de Serviços de Consultoria para Estudos e Projetos Rodoviários; Manual de Projeto Geométrico de Rodovias Rurais 1999; Manual de Pavimentação DNER 1996; Manual de Reabilitação de Pavimentos Asfálticos 1998; Manual de Sinalização Rodoviária ; Manual de Custos Rodoviários SICRO 2; 81

289 Processo nº / Manual de Gestão Ambiental de Estradas; Corpo Normativo Ambiental para Empreendimentos Rodoviários; Manual para Ordenamento do Uso do Solo nas Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais; Norma DNIT 012/2004 PRO (Requisitos para Qualidade em Projetos Rodoviários); Instruções de Proteção Ambiental das Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais; As instruções abaixo estabelecem critérios e diretrizes complementares aos existentes nos itens 3 e 4 do EB-103 das Diretrizes Básicas para a Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários Estudos Topográficos a. Pelo Método Convencional Elaborados conforme preconizado nas IS-204 e 205, das Diretrizes Básicas. Recomenda-se empregar o processo eletrônico-digital, abaixo descrito. b. Pelo Processo Eletrônico-Digital Os estudos topográficos, pelo processo Eletrônico-Digital, serão atualizados com a utilização de equipamentos GPS (Ground Position System) e de Estação Total. Serão executadas as seguintes tarefas principais: b.1. Implantação de marcos planialtimétricos com utilização de equipamentos GPS (Ground Position System); Locação do eixo de referência para o levantamento; Levantamento cadastral da faixa de domínio; Levantamento de seções transversais, com detalhamento da plataforma atual; Levantamentos especiais; Levantamento de locais de ocorrências de materiais; 82

290 Processo nº / Levantamento de passivo ambiental; Elaboração de planta topográfica. b.2. Implantação de Marcos Planialtimétricos com Utilização de Equipamentos GPS Para controle dos Estudos Topográficos deverá ser implantada uma rede de marcos planialtimétricos, com coordenadas e cotas verdadeiras no segmento. Para cada observação, deverão ser implantados dois marcos de concreto dotados de pinos metálicos, afastados entre si de, aproximadamente, 200 m. O segundo marco em cada observação tem como finalidade possibilitar o fechamento angular e a determinação do azimute. As determinações poderão ser feitas a partir de marcos do IBGE/IGA ou marcos de referência com leitura de GPS. b.3. Locação do Eixo de Referência para o Levantamento A locação do eixo de referência deverá ser feita pelo bordo da pista de rolamento, em função das condicionantes locais correspondentes à segurança da equipe. O eixo locado deverá ser estaqueado de 20m em 20m, em tangentes e de 10m em 10m em curvas. A materialização dos pontos locados será feita por meio de tachas, prego ou piquetes de madeira, dependendo do revestimento existente. Os pontos materializados serão assinalados com tinta apropriada no leito, sendo a estaca correspondente pintada no bordo da faixa de rolamento, ou do acostamento. A locação do eixo poderá ser realizada com a utilização de trena de aço. Os pontos da locação deverão ser levantados por Estação Total, quando da ocasião do levantamento da faixa de domínio. b.4. Levantamento Cadastral da Faixa de Domínio O levantamento cadastral da faixa de domínio será atualizado por processo de irradiação de pontos, com utilização de Estação Total, devendo ser levantados todos os pontos de interesse do projeto, tais como, benfeitorias existentes, interseções, acessos a postos de abastecimento, obras-de-arte especiais, obras-de-arte corrente, 83

291 Processo nº / dispositivos de drenagem superficial, placas de sinalização vertical, obras complementares, obras de contenção, redes de serviços públicos (água potável, água pluvial, esgoto, redes elétricas e de telefonia). b.5. Levantamento das Seções Transversais, com Detalhamento da Pista Existente O levantamento das seções transversais deverá ser atualizado também com a utilização de Estação Total. Deverão ser levantados, no mínimo, os seguintes pontos da plataforma: eixo, bordos, início e fim de acostamentos, fundo de sarjetas, cristas de corte e aterros, pés de cortes e aterros. As seções serão prolongadas em direção ao lado dos melhoramentos indicados em projetos. Serão levantadas seções transversais em todos os pontos locados, abrangendo largura adequada aos serviços. b.6. Levantamentos Especiais Os levantamentos especiais serão atualizados por meio de processo de irradiação de pontos, com utilização de Estação Total e têm como finalidade fornecer base topográfica para elaboração de projetos de obras-de-arte correntes, interseções, pontos de parada de ônibus, etc. Todas as áreas de empréstimos e jazidas serão amarradas por coordenadas geográficas, determinadas por GPS, e discriminados todos os segmentos, ao longo do eixo locado, de existência de solos moles. b.7. Levantamento dos Locais de Ocorrências de Materiais Os locais de ocorrências de materiais para pavimentação (pedreiras, jazidas, areais e empréstimos) serão atualizados por processo irradiação de pontos, com utilização de Estação Total. b.8. Elaboração de Plantas Topográficas Os estudos topográficos serão representados em plantas desenhadas na escala 1:2.000, contendo toda a planimetria da faixa, com as curvas de nível eqüidistantes de 1,0 m. 84

292 Processo nº / O perfil será elaborado nas escalas H = 1:2.000 e V = 1: Componente Ambiental Deverá ser atualizado de acordo com as exigências do órgão ambiental competente para proceder ao licenciamento e da IS-246 das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários. Além disso, qualquer solução proposta que envolva aumento nos quantitativos de terraplenagem deverá ser devidamente detalhada e os quantitativos deverão ser acrescentados de forma destacada no orçamento da obra. a. Estudos Ambientais É importante destacar alguns aspectos relevantes para o levantamento do passivo ambiental, indicados no Manual acima citado, conforme se segue: b. O cadastramento das áreas degradadas ocorrentes no interior da faixa de domínio. VI-A avaliação dos impactos decorrentes das obras previstas no projeto. VII-O passivo ambiental existente deverá ser objeto de levantamento expedito com identificação, dimensão aproximada e localização, incluindo: b.1. Descrição dos problemas ambientais decorrentes da existência da rodovia a ser pavimentada (erosões, assoreamentos, inundações, deslizamentos, etc.), que interfiram ou que tenham potencial para interferir, não só no corpo estradal, mas também em áreas e/ou comunidades lindeiras à faixa de domínio; b.2. Descrição dos problemas ambientais decorrentes de atividades de terceiros (lavouras, indústrias, loteamentos, etc.) que interfiram ou que tenham possibilidades de interferir no corpo estradal e/ou faixa de domínio da rodovia. b.3. Descrição das antigas áreas de uso (acampamentos, usinas, pedreiras, jazidas, etc.) que não tenham possibilidade de uso e que possam ou não interferir na rodovia e /ou áreas lindeiras. b.4. Descrição de possível interferência de áreas de preservação ecológica. c. Relatório Ambiental 85

293 Processo nº / Será atualizado conforme preconizado na IS-246 das Diretrizes Básicas de modo que os documentos sejam suficientes para implantar medidas corretivas recomendadas pelos estudos ambientais, por intermédio do seu detalhamento e quantificação. Acrescentam-se a essas atividades: c.1. Elaboração de especificações complementares e/ou particulares que garantam, através de penalidades financeiras razoáveis, a execução das obras de proteção programadas e da recuperação de áreas degradadas pelo uso com acampamentos, usinas, etc. e pela exploração de materiais de construção em empréstimos, areais, pedreiras, etc. c.2. Atualização de relatório de avaliação ambiental, seguindo o modelo do Escopo Básico a ser apresentado junto com a Minuta do Projeto Executivo de Engenharia Atualizado, a qual deverão ser descritos, todas as obras, serviços e medidas corretivas. Esses relatórios deverão ser apresentados, com a inclusão de mapas, esquemas, croquis ou diagrama unifilar em escala adequada com representação esquemática dos problemas ambientais levantados, captações de água para consumo humano, os quais sejam passíveis de contaminação Drenagem e OAC Na atualização dos estudos hidrológicos, deve-se observar tempos de recorrência constantes do quadro abaixo: Pavimentação a. Estudos Geotécnicos a.1. Avaliação Estrutural da Pista de Rolamento 86

294 Processo nº / Para desenvolver a avaliação estrutural da Pista de Rolamento existente serão executadas as seguintes atividades: Sondagens de pista e acostamentos, a partir dos levantamentos de campo anteriormente mencionados, deverão ser executadas sondagens, com o objetivo de definir e caracterizar as camadas do pavimento existente (granulometria e índices físicos) e suas espessuras. O Posicionamento desses poços de sondagem deverá ser criteriosamente estudado de forma a contemplar 1 poço para cada segmento homogêneo. Essa atividade poderá ser dispensada em trecho onde trabalhos anteriores já tenham definido essa estrutura. Os poços de sondagem serão perfurados a pá e picareta na junção da pista com o acostamento. No caso onde os problemas existentes necessitarem de análise mais aprofundada, devido a deformações elevadas, deverá ser também determinada a densidade in situ e coletadas amostras para a realização de ensaios de compactação e resistência. a.1.1. Definição das Características do Subleito para Pavimentos Novos Para definir as características do subleito para execução de pavimento novo, serão efetuadas sondagens a pá e picareta para coleta de amostras e realização de ensaios. As sondagens serão realizadas conforme o espaçamento preconizado na IS- 206 Investigação geotécnica do pavimento. Com o material coletado nas sondagens serão feitos os seguintes ensaios: -granulometria por peneiramento; -índices físicos; -compactação; -ISC. Os dois primeiros ensaios serão feitos em todos os furos de sondagem e os dois últimos em furos alternados. Todos os ensaios serão realizados de acordo com os Métodos de Ensaios do DNER absorvidos pelo DNIT. a.2. Sondagens nos Cortes para Verificação de Nível D água (NA) 87

295 Processo nº / As sondagens nos cortes para verificação do NA, com profundidade de 1,50m abaixo da cota do subleito, serão de, no mínimo, 3 (três) furos, um em cada ponto de passagem (PP) e outro no meio do corte. Proceder a análise dos resultados em função da sazonalidade. a.3. Estudos de Ocorrências Serão revisadas as ocorrências de areia, solos e material pétreo, em conformidade com as soluções previstas. O estudo das ocorrências pétreas consistirá na estimativa de volume de expurgo e volume útil, bem como coleta de amostras para serem submetidas aos ensaios de Abrasão Los Angeles, índice de forma e de adesividade. O estudo dos areais consistirá na avaliação da área e volume úteis a explorar e coleta de amostras para ensaios de granulometria, equivalente de areia e determinação do teor de matéria orgânica. Para as ocorrências de materiais granulares, será lançado um reticulado com malha de 30m em 30m de forma a caracterizar cada ocorrência, em termos de qualidade e volume. Nos vértices do reticulado, serão executadas sondagens, com coleta de amostras para ensaios de granulometria sem sedimentação, limites de liquidez, plasticidade e, em furos alternados, equivalente de areia, ensaios de compactação e ISC, sendo 09 (nove) o número mínimo de ensaios, após rejeição de valores espúrios. A posição dos furos, em uma ocorrência, será escolhida de forma que se cubra toda sua área sendo que os vértices externos da área utilizável serão necessariamente sondados. Todos os ensaios serão executados em conformidade com as Normas do DNIT, e os estudos atenderão ainda às Instruções de Serviço IS- 206 das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários. Serão avaliadas também as condições de acessibilidade das ocorrências. No caso de materiais lateríticos deverão ser realizados ensaios para determinação da relação sílica-sesquióxido de ferro Ensaios de Laboratórios Devem ser realizados, no mínimo, os ensaios de laboratório descritos a seguir: a - Estudos do Subleito 88

296 Processo nº / Incluindo sondagens e coleta com retirada de amostras para caracterização do material, até 1,5 m abaixo do greide do Projeto Geométrico. Verificar o manual de Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários item IS- 206 Investigação geotécnicas do pavimento. Com o material coletado em cada furo de sondagem serão realizados os seguintes ensaios: Caracterização: (granulometria por peneiramento e sedimentação, LL e LP); Compactação; Índice de Suporte Califórnia (ISC/CBR); e Densidade in situ. b - Sondagens a pá e picareta (uma a cada 2 km) Índice de Suporte Califórnia e granulometria com sedimentação. material de base proctor modificado material de sub-base proctor intermediário. Para cada furo material de reforço do subleito proctor intermediário material de subleito proctor normal c - Estudos de Ocorrências de Materiais para Pavimentação Saibreiras, com mínimo de 9 furos, para os seguintes ensaios: Granulometria por peneiramento simples Limite de liquidez Limite de plasticidade (para cada furo) Equivalente de areia (em furos alternados) Ensaios de compactação ISC e Densidade in situ Depósitos de areia 89

297 Processo nº / Ensaios de granulometria (para cada areal) Teor de matéria orgânica (para cada areal) Materiais pétreos (pedreiras) Ensaios de abrasão Los Angeles (para cada pedreira) Ensaios de adesividade (para cada pedreira) Durabilidade (para cada pedreira) Projeto de Sinalização Será revisado o Projeto de Complementação de Sinalização conforme preconiza a IS-215, bem como, o Projeto de Sinalização da rodovia durante a execução das obras. A complementação e/ou previsão de nova sinalização deverá ser feita em conformidade com as seguintes publicações: -IS-215 e IS-224; -Manual de Sinalização de Trânsito, CONTRAN/ Manual de Sinalização do DNIT OBS: Quando houver divergência entre os Manuais do DNIT e do CONTRAN, verificar o código de trânsito Orçamento e Plano de Execução da Obra a. Orçamento da Obra O orçamento da obra será atualizado conforme preconizado na IS-220 das Diretrizes Básicas e na IS DG/DNIT nº 15/2006, de 20 de fevereiro de 2006, publicada no Boletim Administrativo nº 051, de 22 de fevereiro de Junto ao orçamento da obra deverão ser encaminhadas três avaliações de mercado, elaboradas por corretores credenciados, para as áreas a serem desapropriadas. 90

298 Processo nº / Os Preços dos materiais ou serviços que não forem cotados a partir das tabelas do SICRO deverão ser justificados com a apresentação de três cotações no mercado. b. Plano de Execução da Obra O plano de execução da obra será revisto conforme preconizado na IS-222 das Diretrizes Básicas e na IS DG/DNIT nº 15/2006, de 20 de fevereiro de 2006, publicada no Boletim Administrativo nº 051, de 22 de fevereiro de APRESENTAÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO No decorrer dos serviços deverão ser apresentados, nos prazos estabelecidos a seguir, os Relatórios previstos no quadro abaixo: DISCRIMINAÇÃO PRAZOS (Dias Corridos ) Relatório Preliminar 1 15 Minuta de Projeto Executivo 30 Projeto Executivo Impressão Final 45 (*) - O aceite destes relatórios será dado pela Super.Reg. mediante despacho, exarado em processo aberto na mesma Relatório Preliminar O Relatório Preliminar deverá ser entregue ao final da fase Preliminar, de acordo com o previsto no item 4. cronograma de entrega dos relatórios. Serão elaborados como prescrito no item 4.1 do EB-103 das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários. O Relatório deverá ser apresentado em 3 vias (Sup. Reg), conforme abaixo descrito, dando entrada na Super. Reg. interessada. A Sup.Reg. emitirá o seu parecer sobre o conteúdo do Relatório. Caso a Sup. Reg. julgue que o Relatório está em condições de ser aceito, enviará uma cópia do parecer à CGDESP, fazendo menção ao processo onde anexou as análises dos Relatórios Periódicos. Não deve ser aberto um novo Processo. 91

299 Processo nº / VOL. N TÍTULO FORMATO N DE VIAS 1 Relatório da Fase Preliminar (Textos, Gráficos e Desenhos) 2 Relatório Preliminar de Avaliação Ambiental RPAA SUPER. REG TOTAL A4 2 2 A Projeto Executivo Minuta A Minuta do Projeto Executivo Atualizada deverá ser entregue no prazo previsto no item 4. - Cronograma de Apresentação de Relatórios, contendo todos os estudos e projetos que respaldem as soluções aprovadas, desenvolvidas em termos de detalhamento de projeto executivo, com as informações, desenhos, gráficos e anexos necessários à sua análise, assim como, especificações, quadros demonstrativos e de quantidades, orçamento, etc. Deverão ser apresentadas, as metodologias adotadas, os serviços executados e os resultados obtidos, em estrita consonância com os presentes Termos de Referência, complementados, pelas Instruções de Serviço pertinentes, constantes das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos. Quando da existência, no decorrer do Projeto, de estudos comparativos de soluções, a Minuta incluirá os elementos detalhados referentes apenas aos estudos aprovados pelo DNIT. Não obstante, nos volumes da Minuta, onde for adequado, deverão constar descrições, em capítulos específicos, de forma resumida e abrangente, de todos os trabalhos desenvolvidos, hipóteses consideradas e solução final adotada. A Minuta do Projeto Executivo compreenderá os seguintes volumes: VOL. N TÍTULO FORMATO N DE VIAS 1 Relatório do Projeto e Documentos para a SUPER. REG./ CGDESP TOTAL A

300 Processo nº / Licitação 2 Projeto de Execução A Orçamento e Plano de Execução da Obra A4 1 1 Será confeccionada, apenas, 01 (uma) via de cada volume, que será enviada à CGDESP, por intermédio da Super. Reg., após a análise da Super. Reg., que emitirá um parecer sobre seu conteúdo, empregando o mesmo Processo que encaminhou os demais Relatórios. Obs.: Deverá ser incluída, no Volume-1, na forma de um Apêndice, uma cópia do presente Termo de Referência Impressão Definitiva do Projeto Executivo A Impressão Definitiva do Projeto Executivo deverá estar de acordo com a Minuta do Projeto Executivo aprovada, observadas as correções, complementações e esclarecimentos abordados nas análises elaboradas pelo DNIT. A Impressão Definitiva do Projeto Executivo deverá ser constituída pelos seguintes volumes: VOL. N TÍTULO FORMATO N DE VIAS 1 Relatório do Projeto e Documentos para a Licitação SUPER. REG./ CGDESP TOTAL A4 3(***) 2(*) 5 2 Projeto de Execução A3 3 2(*) 5 3 Orçamento e Plano de Execução da Obra (*) - Uma das vias em espiral, para a licitação. (***) - Uma via para o Órgão Ambiental. A4 3(***) 2(*) 5 A Impressão Definitiva do Projeto Executivo deverá estar de acordo com a Minuta do Projeto Executivo aprovada, observado as correções, complementações e esclarecimentos abordados nas análises elaboradas pelo DNIT, e deverá ser 93

301 Processo nº / constituída pelos volumes, conforme apresentado no item 4.3, Fase de Projeto Executivo, do EB-105, das Diretrizes Básicas de 2010 Obs.: Deverá ser incluída, no Volume-1, na forma de um Apêndice, uma cópia do presente Termo de Referência Forma de Apresentação Todos os Relatórios apresentados deverão ser devidamente encadernados, conforme preconizado nas Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários, das Instruções para Apresentação de Relatórios (IPR- 727/2006), edição de dezembro de OUTRAS ORIENTAÇÕES A fim de suprimir falhas que eventualmente ocorram nos projetos, as firmas consultoras devem controlar a qualidade dos mesmos ao longo das etapas em andamento, de modo a evitar transtornos para o atendimento ao cronograma de tal forma que as medições correspondentes não fiquem retidas até a sua aprovação. Todos os contatos relativos à Elaboração dos Projetos, inclusive sobre preservação ambiental e segurança, serão feitos junto a CGDESP/DPP, a CGMA/DPP, em Brasília, em conjunto com a Super. Reg. de Pernambuco. Todos os Relatórios e Projetos Básico / Executivo, além das vias impressas, serão, também encaminhados, gravados em CD-ROM, de forma a facilitar a consulta. Para os Projetos Básico, Minutas e Executivo em mídia magnética serão apresentados: CD Nº 01 - Projeto (sem orçamento) CD Nº 02 - Orçamento e Plano de Execução da Obra Devem ser, adequadamente, identificados: pontos notáveis (referidos à quilometragem); início e fim de cada segmento; Apresentar a Ficha Resumo do Projeto conforme modelo anexo. 94

302 Processo nº / FASE II - SUPERVISÃO DAS OBRAS DE MELHORIA DA TRAVESSIA (BELO JARDIM) DA RODOVIA BR-232 URBANA Prazo 150 dias consecutivos - NORMAS E MANUAIS a) Manuais, Normas e Especificações Gerais de Obras Rodoviárias do DNIT e, DNER, quando não houver, ainda, a correspondente do DNIT (podem ser obtidos no site do DNIT : b) Norma DNIT PRO - Gestão de Qualidade em Obras Rodoviárias - Procedimentos; c) Norma DNIT 013/2004-PRO - Requisitos para a qualidade em obras rodoviárias Procedimento; d) Norma DNIT 014/2004-PRO - Requisitos para a qualidade em supervisão de obras rodoviárias Procedimento. - ABRANGÊNCIA Os serviços de supervisão objeto destes Termos de Referência abrangem: a) Verificação da efetividade da gestão da qualidade técnica e ambiental das obras; b) Medição e avaliação dos serviços e obras previstos no projeto de engenharia; c) Relatórios mensais, final e As Built ; d) Serviços de consultoria rodoviária em geral; 95

303 Processo nº / e) Acompanhamento da implantação das medidas de proteção ambiental, previstas no projeto de engenharia; f) Realização do controle tecnológico dos materiais e serviços executados; e g) Realização do controle geométrico dos serviços executados. - RESPONSABILIDADES A supervisora das obras responderá: pelos serviços definidos por este edital e termos de referência como sendo de responsabilidade da supervisora, entre os quais a execução dos ensaios e das medições mensais das obras a serem executadas; pela verificação da efetividade da gestão da qualidade da(s) construtora(s), em especial pelo conjunto dos controles geométrico e tecnológico; pela verificação da qualidade da implantação do componente ambiental do projeto de engenharia; pela eficácia do cumprimento das medidas de redução de acidentes e aumento da segurança de trânsito durante as obras e por aperfeiçoamentos e/ou correções de aspectos inadequados ou insuficientes, porventura, observados in loco ; pelos elementos, dados, informações, registros, análises e conceituações sobre as obras e/ou a(s) construtora(s) que vier (em) a ser apresentada(s) à Fiscalização do DNIT. pelas instalações completas de sua administração, laboratórios e demais infraestrutura necessária ao adequado acompanhamento e fiscalização das obras, em local distinto do canteiro de obras da construtora. - ATRIBUIÇÕES a) Analisar o projeto básico ou executivo e outros documentos relativos à obra a ser supervisionada, com o objetivo de se inteirar de suas características técnicas, das 96

304 Processo nº / soluções de projeto e das condicionantes ambientais e outros aspectos particulares da obra; b) Verificar o cronograma de execução da obra constante do projeto e, se for o caso, efetuar a sua re-elaboração, em conjunto com a construtora e a Fiscalização do DNIT. c) Verificar a efetividade do(s) Sistema(s) de Gestão da Qualidade adotado(s) pela(s) construtora(s). d) Acompanhar a execução de cada etapa da obra contratada e o cumprimento pela(s) construtora(s) das obrigações contratuais; informar tempestivamente à fiscalização do DNIT a constatação de ocorrências em que caibam o registro e a comunicação formal. e) Executar os controles geométricos e tecnológicos das obras, para fins de aprovação e liberação. Caso sejam observados desvios em relação às prescrições das normas em vigor, a supervisora considerará o serviço como não executado e informará, incontinenti, à Fiscalização do DNIT, sobre o problema observado e a providência tomada. f) Elaborar e manter atualizado o controle físico-financeiro da obra. g) Efetuar, em modelo específico, as medições mensais das obras executadas ela(s) construtora(s) e submetê-las, com os elementos e dados de campo, às aprovações pela Fiscalização do DNIT. h) Esclarecer dúvidas e prestar as informações de projeto necessárias à completa e adequada execução das obras pela(s) construtora(s). i) Emitir parecer técnico sobre eventuais propostas da construtora, particularmente as referentes às alterações de projeto na fase de execução das obras, ou modificação de prazo; j) Coletar, organizar e manter, à disposição da Fiscalização do DNIT, dados e informações relativas às obras e à(s) empresa(s) construtora(s); k) Efetuar registros, elaborar análises e emitir conceitos relativos às obras e à(s) empresa(s) construtora(s); 97

305 Processo nº / l) Elaborar os projetos As Built, conforme Escopo Básico EB-117 das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários DNIT, Ed. 2010; m) Acompanhar a implantação, no campo, das soluções previstas no projeto de engenharia, independentemente de o projeto ser básico ou executivo. Caso venham a ocorrer situações específicas, em que determinadas soluções de projeto não estejam suficientemente claras, ou com nível de detalhamento tal que impossibilite a sua implementação no campo, a supervisora deverá elaborar o detalhamento pertinente, de forma a possibilitar a execução do serviço em questão; n) Participar em conjunto com a(s) construtora(s) e/ou o DNIT, da definição de soluções de questões técnicas ou contratuais das obras em andamento, seja por rotina ou por iniciativa de qualquer das partes envolvidas. o) Prestar serviços de consultoria rodoviária para dirimir questões técnicas e contratuais rotineiras ou por iniciativa da Fiscalização do DNIT; p) Acompanhar a implementação da Reabilitação Ambiental, quando for o caso, nos seguintes aspectos: _ verificação da eficácia de medidas de proteção ambiental adotadas em função de padrões pré-estabelecidos, em especial quanto à qualidade da água de mananciais que abasteçam núcleos urbanos e de processos erosivos porventura detectados na faixa de domínio da rodovia. - RELATÓRIOS A Supervisora deverá: a) Elaborar relatório mensal, em 3 (três) vias, com informações técnicas, financeiras e administrativas sobre o andamento da obra; b) Elaborar relatório mensal de avaliação técnica da(s) construtora(s), tecendo comentários sobre: _ A efetividade do(s) Sistema(s) de Gestão de Qualidade da(s) construtora(s); _ A qualidade das obras de engenharia executadas no período; 98

306 Processo nº / _ O pessoal e equipamentos mobilizados pela(s) construtora(s); _ A situação do(s) cronograma(s) físico-financeiro(s) de andamento das obras, mediante a comparação do previsto com o executado; _ Segurança ocupacional no canteiro de obras; _ A eficácia da sinalização e das medidas de segurança de trânsito durante as obras; c) Elaborar relatório mensal, em 3 (três) vias, com informações técnicas, financeiras e administrativas sobre o andamento dos trabalhos de supervisão (este relatório deverá ser apresentado em volume separado do referente aos trabalhos da(s) construtora(s); d) Elaborar o Relatório Final dos Trabalhos de Supervisão, em 3 (três) vias, no qual serão condensadas e organizadas todas as informações técnicas, financeiras e administrativas anteriormente emitidas a respeito da obra; e e) Elaborar o(s) projeto(s) As Built da(s) obra(s), conforme preconizado na EB- 117, das Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários, apresentado em 3 (três) vias. 99

307 9.2 CÓPIA DO CONTRATO

308

309

310

311

312

SUMÁRIO 2.0 - SONDAGENS, AMOSTRAGENS E ENSAIOS DE LABORATÓRIO E CAMPO

SUMÁRIO 2.0 - SONDAGENS, AMOSTRAGENS E ENSAIOS DE LABORATÓRIO E CAMPO ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE SERVIÇOS GEOTÉCNICOS ADICIONAIS SUMÁRIO 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 - SONDAGENS, AMOSTRAGENS E ENSAIOS DE LABORATÓRIO E CAMPO 2.1 - CORTES 2.2 - ATERROS 2.3 - OBRAS DE

Leia mais

PAVIMENTO ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Prof. Dr. Ricardo Melo. Terreno natural. Seção transversal. Elementos constituintes do pavimento. Camadas do pavimento

PAVIMENTO ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Prof. Dr. Ricardo Melo. Terreno natural. Seção transversal. Elementos constituintes do pavimento. Camadas do pavimento Universidade Federal da Paraíba Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Laboratório de Geotecnia e Pavimentação ESTUDOS GEOTÉCNICOS Prof. Dr. Ricardo Melo PAVIMENTO Estrutura construída após

Leia mais

0 JAN/2013 - - - - 3 - O PONTO CHAVE INDICA A AMARRAÇÃO AOS DETALHES APRESENTADOS PARA " DESCIDAS D AGUA". 1 - DIMENSÕES EM cm.d

0 JAN/2013 - - - - 3 - O PONTO CHAVE INDICA A AMARRAÇÃO AOS DETALHES APRESENTADOS PARA  DESCIDAS D AGUA. 1 - DIMENSÕES EM cm.d 1 - DIMENSÕES EM cm.d 2 - AJUSTAR NA OBRA A ZONA DE CONTATO DA ENTRADA COM A DESCIDA D ÁGUA TIPO RÁPIDO EM MEIO - CANA DE CONCRETO OU CALHA METÁLICA 3 - O PONTO CHAVE INDICA A AMARRAÇÃO AOS DETALHES APRESENTADOS

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT RODOVIA : BR-304/CE TRECHO : ENTR. BR-116 (BOQUEIRÃO DO CESÁRIO) DIVISA CE/RN SUBTRECHO

Leia mais

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ESTUDOS GEOTÉCNICOS

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ESTUDOS GEOTÉCNICOS ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ESTUDOS GEOTÉCNICOS 2.2.1 - INTRODUÇÃO Os Estudos Geotécnicos foram realizados com o objetivo de conhecer as características dos materiais constituintes do subleito

Leia mais

17/04/2015 SOLOS MATERIAIS GRANULARES PARA PAVIMENTAÇÃO: SOLOS E AGREGADOS. Referências. Prof. Ricardo A. de Melo

17/04/2015 SOLOS MATERIAIS GRANULARES PARA PAVIMENTAÇÃO: SOLOS E AGREGADOS. Referências. Prof. Ricardo A. de Melo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia e Pavimentação (LAPAV) MATERIAIS GRANULARES PARA PAVIMENTAÇÃO: SOLOS E AGREGADOS

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA

MEMORIAL DESCRITIVO PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA MEMORIAL DESCRITIVO É OBRIGATÓRIO A EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE CONTROLE TECNOLÓGICO DAS OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA, SENDO INDISPENSÁVEL À APRESENTAÇÃO DO LAUDO TÉCNICO DE CONTROLE TECNOLÓGICO E DOS RESULTADOS

Leia mais

RELATORIO DE SONDAGEM ROTATIVA MISTA RELATORIO DE POÇO DE INSPEÇÃO RELATORIO FINAL DE ENSAIOS GEOTÉCNICOS

RELATORIO DE SONDAGEM ROTATIVA MISTA RELATORIO DE POÇO DE INSPEÇÃO RELATORIO FINAL DE ENSAIOS GEOTÉCNICOS PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE SMURBE SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS URBANAS A/C GERENTE DO CONTRATO SMURBE 097/2009 ENG.º LUIZ CARLOS MACHADO ROSA CONTRATO SMURBE 097/09 ORDEM DE SERVIÇO 21/09

Leia mais

RELATÓRIO DE SONDAGEM

RELATÓRIO DE SONDAGEM Vitória, 19 de junho de 201 RELATÓRIO DE SONDAGEM CLIENTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KENNEDY OBRA/LOCAL: SANTA LUCIA - PRESIDENTE KENNEDY CONTRATO: ETFC.0..1.00 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...02 PERFIL

Leia mais

Granulometria. Marcio Varela

Granulometria. Marcio Varela Granulometria Marcio Varela Granulometria Definição: É a distribuição, em porcentagem, dos diversos tamanhos de grãos. É a determinação das dimensões das partículas do agregado e de suas respectivas porcentagens

Leia mais

Associado à. Associação Brasileira de Mecânica do Solos 38 ANOS

Associado à. Associação Brasileira de Mecânica do Solos 38 ANOS Associado à Associação Brasileira de Mecânica do Solos 38 ANOS 38 ANOS MEMORIAL DESCRITIVO OBRA PONTE PARAUAPEBAS - PARÁ DATA Outubro de 2011 Belém, 11 de outubro de 2011 Referência: Ponte em Parauapebas,

Leia mais

Definição. laje. pilar. viga

Definição. laje. pilar. viga Definição É a rocha artificial obtida a partir da mistura, e posterior endurecimento, de um aglomerante (normalmente cimento portland), água, agregado miúdo (areia quartzoza), agregado graúdo (brita),

Leia mais

Laboratório de Geotecnia. Ensaios Laboratoriais de Caracterização do Agregado Leve LECA

Laboratório de Geotecnia. Ensaios Laboratoriais de Caracterização do Agregado Leve LECA Laboratório de Geotecnia Ensaios Laboratoriais de Caracterização do Agregado Leve LECA Relatório LABGEO - 22 Ensaios Laboratoriais de Caracterização do Agregado Leve LECA Relatório LABGEO - Out/22 Ensaios

Leia mais

Utilização de Material Proveniente de Fresagem na Composição de Base e Sub-base de Pavimentos Flexíveis

Utilização de Material Proveniente de Fresagem na Composição de Base e Sub-base de Pavimentos Flexíveis Utilização de Material Proveniente de Fresagem na Composição de Base e Sub-base de Pavimentos Flexíveis Garcês, A. Universidade Estadual de Goiás, Anápolis-GO, Brasil, [email protected] Ribeiro,

Leia mais

Pavimentação - base estabilizada granulometricamente

Pavimentação - base estabilizada granulometricamente MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Ensaios Geotécnicos Material do subleito os ensaios estão apresentados no quadro 01

Ensaios Geotécnicos Material do subleito os ensaios estão apresentados no quadro 01 PROCEDIMENTO PARA DIMENSIONAR PAVIMENTAÇÃO EM VIAS DE TRÁFEGO LEVE E MUITO LEVE DA PMSP PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO/P01 1 Introdução Apresenta-se os procedimentos das diretrizes para o dimensionamento

Leia mais

RUA CAETANO GONÇALVES e RUA VEREADOR PINTO MACHADO

RUA CAETANO GONÇALVES e RUA VEREADOR PINTO MACHADO PREFEITURA MUNICIPAL DE BAGÉ ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONVITE nº 008/2008 PROJETOS: GEOMÉTRICO, TERRAPLENAGEM, PAVIMENTAÇÃO, DRENAGEM E SINALIZAÇÃO DE VIAS RUA CAETANO GONÇALVES e RUA VEREADOR PINTO

Leia mais

SESI PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS

SESI PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS SIMÕES FILHO BAHIA. PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS Salvador, Outubro/2010 SIMÕES FILHO BAHIA. A P R E S

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO TERRAPLENAGEM REMOÇÃO DE CAMADA SUPERFICIAL (0,20 M)

MEMORIAL DESCRITIVO TERRAPLENAGEM REMOÇÃO DE CAMADA SUPERFICIAL (0,20 M) MEMORIAL DESCRITIVO É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO DE CONTROLE TECNOLÓGICO E OS RESULTADOS DOS ENSAIOS REALIZADOS EM CADA ETAPA DOS SERVIÇOS, CONFORME EXIGÊNCIAS DO DNIT Departamento Nacional

Leia mais

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS Pavimento x outras obras civis Edifícios: Área de terreno pequena, investimento por m 2 grande FS à ruptura grande Clima interfere muito pouco no comportamento estrutural

Leia mais

TABELA. A seguir é apresentada a tabela que ajudou na escolha dos valores de CN.

TABELA. A seguir é apresentada a tabela que ajudou na escolha dos valores de CN. TABELA - Método do Hidrograma Unitário Triangular (Grandes Bacias) A determinação das vazões máximas das grandes bacias foi possível com a utilização do Método do Histograma Triangular Unitário (MHTU)

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-P02 PREPARO DO SUBLEITO DO PAVIMENTO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO... 3 2. DESCRIÇÃO... 3 3. TERRAPLENAGEM... 3 4. COMPACTAÇÃO

Leia mais

Compactação dos Solos

Compactação dos Solos Compactação dos Solos Compactação dos Solos A compactação de um solo consiste basicamente em se reduzir seus vazios com o auxílio de processos mecânicos. Adensamento - expulsão da água Compactação - expulsão

Leia mais

PROJETO BÁSICO COM DETALHAMENTO CONSTRUTIVO DOS MOLHES DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO ARARANGUÁ, MUNICÍPIO DE ARARANGUÁ (SC)

PROJETO BÁSICO COM DETALHAMENTO CONSTRUTIVO DOS MOLHES DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO ARARANGUÁ, MUNICÍPIO DE ARARANGUÁ (SC) PROJETO BÁSICO COM DETALHAMENTO CONSTRUTIVO DOS MOLHES DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO ARARANGUÁ, MUNICÍPIO DE ARARANGUÁ (SC) PRODUTO III INVESTIGAÇÕES GEOTÉCNICAS SONDAGEM DE SIMPLES RECONHECIMENTO POR SPT

Leia mais

Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Agregados para concreto Os agregados constituem um componente importante no concreto, contribuindo com cerca de 80% do peso e 20% do custo de concreto

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS INTERDEPENDÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DAS MISTURAS BETUMINOSAS TIPO C.B.U.Q.

TRABALHOS TÉCNICOS INTERDEPENDÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DAS MISTURAS BETUMINOSAS TIPO C.B.U.Q. 01 / 07 SINOPSE O trabalho apresenta aspectos conceituais do comportamento das relações físicas envolvidas no sistema, e misturas tipo C.B.U.Q., levando em consideração as características físicas rotineiras

Leia mais

Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais

Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais Diretoria de Infra-Estrutura Manual de Fiscalização de Obras e Vias Rurais Rodovia: Contrato: Lista de Verificação das Principais Atividades do Eng. Fiscal

Leia mais

DNIT. Solos Compactação utilizando amostras não trabalhadas Método de Ensaio. Resumo. 8 Resultados... 4

DNIT. Solos Compactação utilizando amostras não trabalhadas Método de Ensaio. Resumo. 8 Resultados... 4 DNIT Janeiro/2013 NORMA DNIT 164/2013-ME Solos Compactação utilizando amostras não trabalhadas Método de Ensaio MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE IN- FRAESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA

Leia mais

SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS PARA PAVIMENTAÇÃO 1.1 CLASSIFICAÇÃO TRB TRANSPORTATION RESEARCH BOARD

SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS PARA PAVIMENTAÇÃO 1.1 CLASSIFICAÇÃO TRB TRANSPORTATION RESEARCH BOARD SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS PARA PAVIMENTAÇÃO 1.1 CLASSIFICAÇÃO TRB TRANSPORTATION RESEARCH BOARD A classificação HRB (Highway Research Board), é resultante de alterações da classificação do Bureau

Leia mais

BASENG Engenharia e Construção LTDA

BASENG Engenharia e Construção LTDA RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO GEOLÓGICO- GEOTÉCNICA: SONDAGEM A PERCUSSÃO LT2 ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO CONTRUÇÃO DE UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO HOSPITAL E MATERNIDADE Praia de Boiçucanga São Sebatião / SP

Leia mais

TRANSPORTES E OBRAS DE TERRA

TRANSPORTES E OBRAS DE TERRA TRANSPORTES E OBRAS DE TERRA Movimento de Terra e Pavimentação NOTAS DE AULA MECÂNICA DOS SOLOS Prof. Edson de Moura Aula 04 Granulometria de Solos 2011 17 Granulometria de Solos A finalidade da realização

Leia mais

BR-290/BR-116/RS Ponte sobre o Rio Guaíba Pista Dupla com 3 Faixas Porto Alegre, Eldorado do Sul

BR-290/BR-116/RS Ponte sobre o Rio Guaíba Pista Dupla com 3 Faixas Porto Alegre, Eldorado do Sul CARACTERIZAÇÃO DE SOLOS MOLES DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE E SUAS MELHORIAS COM ADIÇÃO DE CAL V WORKSHOP DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO NAS CONCESSÕES Apresentação Lélio A. T. Brito, MSc., CONCEPA

Leia mais

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 Materiais de Construção de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 AGREGADOS AGREGADOS DEFINIÇÃO É o material particulado, incoesivo, de atividade química praticamente nula, constituído de misturas de partículas

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTO FLEXÍVEL Aula 2/4

DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTO FLEXÍVEL Aula 2/4 200799 Pavimentos de Estradas II DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTO FLEXÍVEL Aula 2/4 Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana [email protected] (14) 3422-4244 AULA 04 1. INTRODUÇÃO: Para o dimensionamento

Leia mais

RECUPERAÇÃO ASFÁLTICA DOS ACESSOS INTERNOS MEMORIAL DESCRITIVO

RECUPERAÇÃO ASFÁLTICA DOS ACESSOS INTERNOS MEMORIAL DESCRITIVO RECUPERAÇÃO ASFÁLTICA DOS ACESSOS INTERNOS MEMORIAL DESCRITIVO Concórdia, dezembro de 2008 1 - APRESENTAÇÃO Este projeto refere-se à recuperação da pavimentação asfáltica em CAUQ (Concreto Asfáltico Usinado

Leia mais

Procedimento para Serviços de Sondagem

Procedimento para Serviços de Sondagem ITA - 009 Rev. 0 MARÇO / 2005 Procedimento para Serviços de Sondagem Praça Leoni Ramos n 1 São Domingos Niterói RJ Cep 24210-205 http:\\ www.ampla.com Diretoria Técnica Gerência de Planejamento e Engenharia

Leia mais

Agregados para misturas betuminosas e tratamentos superficiais para estradas, aeroportos e outras áreas de circulação

Agregados para misturas betuminosas e tratamentos superficiais para estradas, aeroportos e outras áreas de circulação EN 303 para misturas betuminosas e tratamentos superficiais para estradas, aeroportos e outras áreas de circulação Características dos agregados grossos e finos Granulometria (análise granulométrica) Resistência

Leia mais

MANUAL DE BOLSO Nº 1: Investigação Geotécnica

MANUAL DE BOLSO Nº 1: Investigação Geotécnica MANUAL DE BOLSO Nº 1: Investigação Geotécnica OUTUBRO DE 2012 T E R R E S T R E. empresa sedeada em Itu/SP fornece consultas, projetos, ensaios especiais e serviços na área de geotecnia, drenagem, pavimentação,

Leia mais

ANEXO 4 SONDAGEM (ORIGINAL)

ANEXO 4 SONDAGEM (ORIGINAL) ANEXO 4 SONDAGEM (ORIGINAL) 1. RELATÓRIO DE SONDAGEM 1.1 Objetivos O presente relatório tem por objetivo descrever os critérios e procedimentos adotados na execução dos serviços de sondagem geotécnica

Leia mais

VALOR (R$) - c/ BDI 12.675.927,42 74,64% 15.818.304,02 74,67% 4.307.581,46 25,36% 5.366.018,71 25,33% 16.983.508,88 21.184.322,73

VALOR (R$) - c/ BDI 12.675.927,42 74,64% 15.818.304,02 74,67% 4.307.581,46 25,36% 5.366.018,71 25,33% 16.983.508,88 21.184.322,73 LOCAL OBRA : RIO VERDE : CANALIZAÇÃO E PISTAS MARGINAIS - CÓRREGO SAPO R E S U M O D O O R Ç A M E N T O SERVIÇO VALOR (R$) - s/ % VALOR (R$) - c/ % 1.0 - CANAL 1.1 - TERRAPLENAGEM... 5.269.441,44 31,03%

Leia mais

TERRAPLENAGEM Conceitos Básicos de Terraplenagem Definição Operações básicas da terraplenagem: Classificação dos materiais:

TERRAPLENAGEM Conceitos Básicos de Terraplenagem Definição Operações básicas da terraplenagem: Classificação dos materiais: - Conceitos Básicos de Terraplenagem - Elaboração do Projeto de terraplenagem - Movimento de terra Cálculo de volumes, DMT e notas de serviço - Diagrama de Bruckner - Execução de terraplenagem- equipamentos

Leia mais

DRENAGEM DO PAVIMENTO. Prof. Ricardo Melo 1. INTRODUÇÃO 2. TIPOS DE DISPOSITIVOS SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM PAVIMENTO

DRENAGEM DO PAVIMENTO. Prof. Ricardo Melo 1. INTRODUÇÃO 2. TIPOS DE DISPOSITIVOS SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM PAVIMENTO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Disciplina: Estradas e Transportes II Laboratório de Geotecnia e Pavimentação SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM PAVIMENTO DRENAGEM DO

Leia mais

FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA - FAVIP ENGENHARIA CIVIL

FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA - FAVIP ENGENHARIA CIVIL 1 FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA - FAVIP ENGENHARIA CIVIL EXECUÇÃO DE CONCRETO ASFÁLTICO EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO Vladimir de Souza Amorim Caruaru - 2010 2 FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA - FAVIP ENGENHARIA

Leia mais

INSTRUÇÃO GEOTÉCNICA

INSTRUÇÃO GEOTÉCNICA 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é apresentar os procedimentos para o adequado desenvolvimento de estudos e projetos de pavimentação no Município de São Paulo. 2. ESTUDO GEOTÉCNICO DO SUBLEITO Os

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. * escavação dos materiais constituintes do terreno natural até o greide de terraplenagem indicado no projeto;

MEMORIAL DESCRITIVO. * escavação dos materiais constituintes do terreno natural até o greide de terraplenagem indicado no projeto; MEMORIAL DESCRITIVO Município: Piratini/RS Local da obra: Rua 24 de Maio, Rua Princesa Isabel e Rua Rui Ramos. Área total: 12.057,36 m² 1) Introdução: O presente Memorial Descritivo tem por finalidade

Leia mais

supervisão das obras no Rodoanel - Trecho Sul

supervisão das obras no Rodoanel - Trecho Sul /2008 Os serviços DE supervisão das obras no Rodoanel - Trecho Sul VALTER BOULOS* CARLOS YUKIO SUZUKI** O sucesso de uma obra de porte como o Rodoanel Metropolitano Mário Covas depende de uma série de

Leia mais

Total de páginas: 8 1

Total de páginas: 8 1 1/24 Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Aula T6 Pavimentos 2/24 Sumário da aula Pavimentos rodoviários: Tipos de pavimentos Funções das camadas do pavimento Materiais de pavimentação:

Leia mais

Utilização de Resíduos Oriundos do Corte de Rochas Graníticas Como Agregado Mineral Em Misturas de Concreto Asfáltico

Utilização de Resíduos Oriundos do Corte de Rochas Graníticas Como Agregado Mineral Em Misturas de Concreto Asfáltico Utilização de Resíduos Oriundos do Corte de Rochas Graníticas Como Agregado Mineral Em Misturas de Concreto Asfáltico Wilber Feliciano Chambi Tapahuasco Universidade Federal do Pampa, Alegrete-RS, Brasil,

Leia mais

ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO MATERIAIS BÁSICOS EMPREGADOS NA PRODUÇÃO DAS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTOS

ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO MATERIAIS BÁSICOS EMPREGADOS NA PRODUÇÃO DAS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTOS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO MATERIAIS BÁSICOS EMPREGADOS NA PRODUÇÃO DAS ARGAMASSAS DE REVESTIMENTOS INTRODUÇÃO O empirismo durante a especificação dos materiais A complexidade do número de variáveis envolvidas

Leia mais

ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BOA VISTA PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA URBANA

ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BOA VISTA PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA URBANA 1 ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BOA VISTA PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA URBANA LOCALIZAÇÃO: Avenida Jacob Wagner Sobrinho NOVA BOA VISTA / RS JUNHO DE 2013 1 2 1.0 INTRODUÇÃO

Leia mais

Tecnologia da Construção I CRÉDITOS: 4 (T2-P2)

Tecnologia da Construção I CRÉDITOS: 4 (T2-P2) UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IT836

Leia mais

E 373 Inertes para Argamassa e Betões. Características e verificação da conformidade. Especificação LNEC 1993.

E 373 Inertes para Argamassa e Betões. Características e verificação da conformidade. Especificação LNEC 1993. 1.1. ÂMBITO Refere-se esta especificação a agregados para betão. Agregados para betão são os constituintes pétreos usados na composição de betões nomeadamente areias e britas. 1.2. ESPECIFICAÇÕES GERAIS

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES OBRA: ESTACIONAMENTOS DO COMPLEXO MULTIEVENTOS E CAMPUS DE JUAZEIRO CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES 1/5 PISOS EXTERNOS Pavimentação em Piso Intertravado de Concreto Conforme delimitado

Leia mais

ESTUDO DE CARACTERÍSTICA FÍSICA E MECÂNICA DO CONCRETO PELO EFEITO DE VÁRIOS TIPOS DE CURA

ESTUDO DE CARACTERÍSTICA FÍSICA E MECÂNICA DO CONCRETO PELO EFEITO DE VÁRIOS TIPOS DE CURA ESTUDO DE CARACTERÍSTICA FÍSICA E MECÂNICA DO CONCRETO PELO EFEITO DE VÁRIOS TIPOS DE CURA AUTORES : Engº Roberto J. Falcão Bauer (Diretor técnico) Engº Rubens Curti (Gerente técnico) Engº Álvaro Martins

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS OBRA: Pavimentação Asfáltica em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) sobre revestimento existente. LOCAL: Rua Olímpio Maciel e Rua José Coelho. Fevereiro / 2010 1 SUMÁRIO

Leia mais

TABELA DE PREÇOS UNITÁRIOS PROJETOS data-base: MAIO/14

TABELA DE PREÇOS UNITÁRIOS PROJETOS data-base: MAIO/14 1- ESTUDO TRÁFEGO 1.1 16 h e cálculo nº n) - tráfego baixo 1500 un 3.093,57 1.3 24 h e cálculo nº n) - tráfego baixo

Leia mais

PAVIMENTO ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Prof. Dr. Ricardo Melo. Terreno natural. Seção transversal. Elementos constituintes do pavimento

PAVIMENTO ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Prof. Dr. Ricardo Melo. Terreno natural. Seção transversal. Elementos constituintes do pavimento Universidade Federal da Paraíba Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Laboratório de Geotecnia e Pavimentação ESTUDOS GEOTÉCNICOS Prof. Dr. Ricardo Melo PAVIMENTO Estrutura construída após

Leia mais

Influence of coarse aggregate shape factoc on concrete compressive strength

Influence of coarse aggregate shape factoc on concrete compressive strength Influência do índice de forma do agregado graúdo na resistência a compressão do concreto Resumo Influence of coarse aggregate shape factoc on concrete compressive strength Josué A. Arndt(1); Joelcio de

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA C.B.U.Q.

MEMORIAL DESCRITIVO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA C.B.U.Q. MEMORIAL DESCRITIVO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA C.B.U.Q. Inter.: PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CATANDUVA. 1. PESQUISA: Os logradouros contemplados com a pavimentação asfáltica deverão ser objeto de análise

Leia mais

PLASTICIDADE DOS SOLOS

PLASTICIDADE DOS SOLOS INTRODUÇÃO Solos finos granulometria não é suficiente para caracterização; formados por partículas de grande área superficial (argilominerais) interação com a água propriedades plásticas f(tipo de argilomineral);

Leia mais

Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II

Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II CBUQ Ana Elza Dalla Roza e Lucas Ribeiro [email protected] - [email protected] Dosagem Marshall O primeiro procedimento de dosagem

Leia mais

RELATÓRIO DE SONDAGEM

RELATÓRIO DE SONDAGEM RELATÓRIO DE SONDAGEM Cliente: TJMG Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais Local: Vazante - MG Obra: Novo Fórum Tipo: Sondagem de Simples Reconhecimento, com SPT. Data: 27/03/2012 Uberaba, 27 de

Leia mais

DER/PR ES-P 05/05 PAVIMENTAÇÃO: BRITA GRADUADA

DER/PR ES-P 05/05 PAVIMENTAÇÃO: BRITA GRADUADA PAVIMENTAÇÃO: BRITA GRADUADA Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304 8130 www.pr.gov.br/transportes

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA DE DUPLICAÇÃO, RESTAURAÇÃO E MELHORAMENTOS DA RODOVIA BR-381/MG

ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA DE DUPLICAÇÃO, RESTAURAÇÃO E MELHORAMENTOS DA RODOVIA BR-381/MG DNIT - SREMG João Monlevade - 28/06/2012 ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA DE DUPLICAÇÃO, RESTAURAÇÃO E MELHORAMENTOS DA RODOVIA BR-381/MG RODOVIA: BR-381MG TRECHO: DIVISA ES/MG - DIV. MG/SP

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS UFBA-ESCOLA POLITÉCNICA-DCTM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS ROTEIRO DE AULAS CONCRETO FRESCO Unidade III Prof. Adailton de O. Gomes CONCRETO FRESCO Conhecer o comportamento

Leia mais

Por que pavimentar? 1. IMPORTÂNCIA PARA ECONOMIA MUNDIAL. 1. Importância para Economia Mundial (cont.) Extensão de vias pavimentadas

Por que pavimentar? 1. IMPORTÂNCIA PARA ECONOMIA MUNDIAL. 1. Importância para Economia Mundial (cont.) Extensão de vias pavimentadas INTRODUÇÃO AO DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Por que pavimentar? Prof. Ricardo A. de Melo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia

Leia mais

17/04/2015 AGLOMERANTES HIDRÁULICOS PARA PAVIMENTAÇÃO REFERÊNCIAS CAL HIDRÁULICA. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia

17/04/2015 AGLOMERANTES HIDRÁULICOS PARA PAVIMENTAÇÃO REFERÊNCIAS CAL HIDRÁULICA. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia e Pavimentação (LAPAV) AGLOMERANTES HIDRÁULICOS PARA PAVIMENTAÇÃO Prof. Ricardo

Leia mais

ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO SOLO DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ

ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO SOLO DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. APARELHAGEM... 3 5. EXECUÇÃO DO ENSAIO... 5 6. RESULTADOS...

Leia mais

IP-04 INSTRUÇÃO PARA DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS PARA TRÁFEGO LEVE E MÉDIO

IP-04 INSTRUÇÃO PARA DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS PARA TRÁFEGO LEVE E MÉDIO 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é apresentar as diretrizes para o dimensionamento de pavimentos flexíveis de vias urbanas submetidas a tráfego leve e médio no Município de São Paulo. 2. ESTUDO GEOTÉCNICO

Leia mais

Conceitos de Projeto e Execução

Conceitos de Projeto e Execução Pisos Industriais: Conceitos de Projeto e Execução Públio Penna Firme Rodrigues A Importância do Pavimento Industrial Conceituação Piso - Pavimento Quanto à fundação Fundação direta (sobre solo ou isolamento

Leia mais

13/06/2014 DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS PELA RESILIÊNCIA INTRODUÇÃO. Introdução. Prof. Ricardo Melo

13/06/2014 DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS PELA RESILIÊNCIA INTRODUÇÃO. Introdução. Prof. Ricardo Melo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia e Pavimentação DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS PELA RESILIÊNCIA Prof. Ricardo Melo

Leia mais

PAVIMENTOS INTERTRAVADO PERMEÁVEL COM JUNTAS ALARGADAS

PAVIMENTOS INTERTRAVADO PERMEÁVEL COM JUNTAS ALARGADAS PAVIMENTOS INTERTRAVADO PERMEÁVEL COM JUNTAS ALARGADAS Introdução Pavimentos permeáveis são definidos como aqueles que possuem espaços livres na sua estrutura onde a água pode atravessar. (FERGUSON, 2005).

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE INDÍCE 1- Introdução/ Objectivos... 2- Análise Granulométrica... 2.1- Introdução e descrição dos ensaios... 2.2- Cálculos efectuados, resultados encontrados e observações... 2.3- Conclusão... 3- Ensaio

Leia mais

IP-06/2004 DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS COM BLOCOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO

IP-06/2004 DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS COM BLOCOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é fornecer os subsídios de projeto para pavimentos com peças pré-moldadas de concreto no Município de São Paulo, orientando e padronizando os procedimentos de caráter

Leia mais

Durante o evento serão fornecidas novas informações pelo Prof. Claudio Mahler que será responsável pela condução do mesmo.

Durante o evento serão fornecidas novas informações pelo Prof. Claudio Mahler que será responsável pela condução do mesmo. CONCURSO PREVISÃO DE PROVA DE CARGA EM PLACA O concurso de previsão de prova de carga em placa será realizado no dia 27 de novembro de 2015 durante o ÑSAT2015. O concurso tem por objetivo a previsão de

Leia mais

AGETOP AGÊNCIA GOIANA DE TRANSPORTES E OBRAS RELATÓRIO DE SONDAGEM A PERCUSSÃO

AGETOP AGÊNCIA GOIANA DE TRANSPORTES E OBRAS RELATÓRIO DE SONDAGEM A PERCUSSÃO AGETOP AGÊNCIA GOIANA DE TRANSPORTES E OBRAS RELATÓRIO DE SONDAGEM A PERCUSSÃO Av. JC-15, com R.BF-25 e BF-23, Jd. Curitiba Cidade: Goiânia GO Goiânia, 11 de outubro de 2011. AGETOP AGÊNCIA GOIANA DE TRANSPORTES

Leia mais

Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin

Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compactação dos Solos Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compactação É o processo mecânico de aplicação de forças externas, destinadas a reduzir o volume dos vazios do solo, até atingir a massa específica

Leia mais

CONCRETO SUSTENTÁVEL: SUBSTITUIÇÃO DA AREIA NATURAL POR PÓ DE BRITA PARA CONFECÇÃO DE CONCRETO SIMPLES

CONCRETO SUSTENTÁVEL: SUBSTITUIÇÃO DA AREIA NATURAL POR PÓ DE BRITA PARA CONFECÇÃO DE CONCRETO SIMPLES 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CONCRETO SUSTENTÁVEL: SUBSTITUIÇÃO DA AREIA NATURAL POR PÓ DE BRITA PARA CONFECÇÃO DE CONCRETO SIMPLES Prof Dr.Jorge Creso Cutrim Demetrio OBJETIVOS 1. Analisar a viabilidade

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO EXECUÇÃO DE PASSEIO PÚBLICO

MEMORIAL DESCRITIVO EXECUÇÃO DE PASSEIO PÚBLICO MEMORIAL DESCRITIVO EXECUÇÃO DE PASSEIO PÚBLICO AGUA BOA - MT AGROVILA SANTA MARIA Rua Projetada A - B - C Avenida Projetada - LD e LE 3.1 - CALÇADA 3.1.1- Introdução Calçamentos são elementos complementares

Leia mais

PRAÇA MOINHOS DE VENTO PROJETO PLANIALTIMÉTRICO E DE TERRAPLENAGEM

PRAÇA MOINHOS DE VENTO PROJETO PLANIALTIMÉTRICO E DE TERRAPLENAGEM PRAÇA MOINHOS DE VENTO PROJETO PLANIALTIMÉTRICO E DE TERRAPLENAGEM Rua da Alegria, Bairro Estância Velha PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS RS CONTRATO 178/2011 TOMADA DE PREÇOS 018/2011 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...

Leia mais

ISF 207: ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Os Estudos Geotécnicos serão desenvolvidos em duas fases:

ISF 207: ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Os Estudos Geotécnicos serão desenvolvidos em duas fases: ISF 207: ESTUDOS GEOTÉCNICOS 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes dos Estudos Geotécnicos nos Projetos de Engenharia de Infraestrutura Ferroviária. 2. FASES DOS ESTUDOS Os Estudos Geotécnicos

Leia mais

DNIT. Pavimentos flexíveis Base de solo melhorado com cimento - Especificação de serviço /2009 NORMA DNIT - ES

DNIT. Pavimentos flexíveis Base de solo melhorado com cimento - Especificação de serviço /2009 NORMA DNIT - ES DNIT /2009 NORMA DNIT - ES Pavimentos flexíveis Base de solo melhorado com cimento - Especificação de serviço MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA

Leia mais

Propriedades do Concreto

Propriedades do Concreto Universidade Federal de Itajubá Instituto de Recursos Naturais Propriedades do Concreto EHD 804 MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO Profa. Nívea Pons PROPRIEDADES DO CONCRETO O concreto fresco é assim considerado até

Leia mais

FICHA DE ANÁLISE DA PROPOSTA TÉCNICA

FICHA DE ANÁLISE DA PROPOSTA TÉCNICA FICHA DE ANÁLISE DA PROPOSTA TÉCNICA EDITAL N o 258/2004-00 - LOTE 01 (Duplicação e Restauração da Pista Existente) TÓPICOS PONTUAÇÃO MÁX CONSOL-ENGENHEIROS CONSULTORES ETEL ESTUDOS TÉCNICOS LTDA. ENGESPRO

Leia mais

Eixo Temático ET-06-003 - Recuperação de Áreas Degradadas CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS PARA IMPLANTAÇÃO DE UMA BIORRETENÇÃO EM LOTES RESIDENCIAIS

Eixo Temático ET-06-003 - Recuperação de Áreas Degradadas CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS PARA IMPLANTAÇÃO DE UMA BIORRETENÇÃO EM LOTES RESIDENCIAIS 318 Eixo Temático ET-06-003 - Recuperação de Áreas Degradadas CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS PARA IMPLANTAÇÃO DE UMA BIORRETENÇÃO EM LOTES RESIDENCIAIS Mayco Sullivan Araújo de Santana RESUMO Para implantar

Leia mais

CONTROLE TECNOLÓGICO DE PAVIMENTOS DE CONCRETO

CONTROLE TECNOLÓGICO DE PAVIMENTOS DE CONCRETO CONTROLE TECNOLÓGICO DE PAVIMENTOS DE CONCRETO TECNOLOGIA DO CONCRETO CR - CONCRETO ROLADO CS - CONCRETO SIMPLES CONCRETO ROLADO CONCEITUAÇÃO Concreto de consistência seca e trabalhabilidade que permita

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO ARGOPAR PARTICIPAÇÔES LTDA FUNDAÇÕES ITABORAÍ SHOPPING ITABORAÍ - RJ ÍNDICE DE REVISÕES

RELATÓRIO TÉCNICO ARGOPAR PARTICIPAÇÔES LTDA FUNDAÇÕES ITABORAÍ SHOPPING ITABORAÍ - RJ ÍNDICE DE REVISÕES CLIENTE: FOLHA 1 de 17 PROGRAMA: FUNDAÇÕES AREA: ITABORAÍ SHOPPING ITABORAÍ - RJ RESP: SILIO LIMA CREA: 2146/D-RJ Nº GEOINFRA ÍNDICE DE REVISÕES REV DESCRIÇÃO E / OU FOLHAS ATINGIDAS Emissão inicial DATA

Leia mais

O que é filtragem? Técnicas de filtragem para irrigação. Porque utilizar a filtragem? Distribuição das partículas sólidas

O que é filtragem? Técnicas de filtragem para irrigação. Porque utilizar a filtragem? Distribuição das partículas sólidas Técnicas de filtragem para irrigação Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP IV SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA Bebedouro, 06 de julho de 2006 O que é filtragem? Processo de

Leia mais

Tópicos Especiais de Engenharia Civil ALBUQUERQUE SOBRINHO, E. J. (2010)

Tópicos Especiais de Engenharia Civil ALBUQUERQUE SOBRINHO, E. J. (2010) Tópicos Especiais de Engenharia Civil ALBUQUERQUE SOBRINHO, E. J. (2010) Introdução Investigações diretas e indiretas Qual sua importância e aplicação? Quais as técnicas empregadas nas investigações diretas

Leia mais

PREFEITURA DO RECIFE ME-3

PREFEITURA DO RECIFE ME-3 ME-3 MÉTODOS DE ENSAIO GRÃOS DE PEDREGULHO RETIDOS NA PENEIRA DE 4,8 MM DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA, DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG.

Leia mais

Memória Descritiva e Justificativa

Memória Descritiva e Justificativa Memória Descritiva e Justificativa 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS O presente projecto diz respeito à pavimentação de arruamentos na freguesia de Santa Joana. Os arruamentos a pavimentar são os seguintes: Rua

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-P23-REPARAÇÃO DE PAVIMENTOS DANIFICADOS POR ABERTURA DE VALAS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO...3 2. S...3 3. RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS

Leia mais

PLANILHA DE ORÇAMENTO PARA OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA

PLANILHA DE ORÇAMENTO PARA OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA MUNICÍPIO: INDAIAL PLANILHA DE ORÇAMENTO PARA OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA PROJETO: PAVIMENTAÇÃO INTERTRAVADA COM BLOCO DE CONCRETO LOCALIZAÇÃO: TRECHO: RUA MINAS GERAIS (EST. 0+00 PP) AO PARQUE MUNICIPAL

Leia mais

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. DEFINIÇÃO... 3

Leia mais

CONSTRUÇÃO DA SUPERESTRUTURA Tipos de Serviços em Pavimentação

CONSTRUÇÃO DA SUPERESTRUTURA Tipos de Serviços em Pavimentação CONSTRUÇÃO DA SUPERESTRUTURA Tipos de Serviços em Pavimentação IMPRIMAÇÃO (Prime Coat) ADP Bases Granulares - Aumentar coesão superficial - Impermeabilização - Aderência com revestimento ADP: CM-30 e CM-70

Leia mais

COMPARATIVO LABORATORIAL DE MISTURAS ASFÁLTICAS MOLDADAS NO CENTRO E LIMITES DAS FAIXAS B E C DO DNIT 1

COMPARATIVO LABORATORIAL DE MISTURAS ASFÁLTICAS MOLDADAS NO CENTRO E LIMITES DAS FAIXAS B E C DO DNIT 1 COMPARATIVO LABORATORIAL DE MISTURAS ASFÁLTICAS MOLDADAS NO CENTRO E LIMITES DAS FAIXAS B E C DO DNIT 1 Janaína Terhorst Pizutti 2, José Antônio Santana Echeverria 3, João Paulo Avrella 4, Ricardo Zardin

Leia mais

3. Programa Experimental

3. Programa Experimental 3. Programa Experimental 3.1. Considerações Iniciais Este estudo experimental foi desenvolvido no laboratório de estruturas e materiais (LEM) da PUC- Rio e teve o propósito de estudar o comportamento de

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Professora: Mayara Moraes

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Professora: Mayara Moraes Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Professora: Mayara Moraes Consistência; Textura; Trabalhabilidade; Integridade da massa / Segregação Poder de retenção de água / Exsudação Massa

Leia mais

DER/PR ES-P 16/05 PAVIMENTAÇÃO: BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO

DER/PR ES-P 16/05 PAVIMENTAÇÃO: BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO DER/PR ES-P 16/05 PAVIMENTAÇÃO: BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000

Leia mais

UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL PARECER DE GEOTECNIA

UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL PARECER DE GEOTECNIA UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL PARECER DE GEOTECNIA Rua Macéio, s/n Bairro Barcelona São Caetano do Sul /SP PAR 15026 Março/2015 Revisão 0 CPOI Engenharia e Projetos Ltda Índice 1. INTRODUÇÃO...3

Leia mais