FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO
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- Márcio de Barros Padilha
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1 FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO ESPAÇO RESERVADO AO TI: PROPOSTA Nº DATA DA ENTRADA: / / RECEBIDO POR: I. IDENTIFICAÇÃO DO PROMOTOR NOME: Nº DE SÓCIO: MORADA: CÓDIGO POSTAL - LOCALIDADE: CONCELHO: TELEFONE: TELEMÓVEL: II. FORMAÇÃO ACADÉMICA / EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Pag. 1 NIPC
2 III. PROJECTO A) SÍNTESE DO PROJECTO B) METODOLOGIAS / TECNOLOGIAS Pag. 2
3 C) VANTAGENS E INOVAÇÃO D) RECURSOS Pag. 3
4 IV. VIABILIDADE FINANCEIRA (JUSTIFICAÇÃO) A) INVESTIMENTO INICIAL Descrição Valor TOTAL OBSERVAÇÕES Pag. 4
5 B) CUSTOS B 1 ) CUSTOS FIXOS Descrição Mês Quantidades Preço Unitário Total TOTAL OBSERVAÇÕES B 2 ) CUSTOS VARIÁVEIS Descrição Mês Quantidades Preço Unitário Total TOTAL OBSERVAÇÕES Pag. 5
6 C) RECEITAS/PROVEITOS Descrição Mês Quantidades Preço Unitário Total TOTAL OBSERVAÇÕES D) RESULTADO ESPERADO Total Recitas (1) Total Custos (2) Resultado (1-2) TOTAL OBSERVAÇÕES Pag. 6
7 V. CRONOGRAMA Cronograma das Actividades Fases de implementação J F M A M J J A S O N D OBSERVAÇÕES Pag. 7
8 NOTA EXPLICATIVA I. IDENTIFICAÇÃO DO PROMOTOR DO PROJECTO Introduzir os dados pessoais. II. FORMAÇÃO ACADÉMICA / EXPERIENCIA PROFISSIONAL Indicar as informações académicas e profissionais relevantes para o projecto. III. PROJECTO A) RESUMO SINTÉTICO DO PROJECTO (O QUÊ, PARA QUEM, COMO, PORQUÊ) Breve explicação realçando o objectivo e funcionamento do projecto. B) METODOLOGIAS/TECNOLOGIAS Indicar o tipo de metodologias e/ou tecnologias que irá utilizar. C) ESPECIFICIDADE (VANTAGENS E INOVAÇÃO) Indicar que vantagens e inovações poderá introduzir no mercado/público-alvo que vai atingir. D) RECURSOS (ESPAÇO E TEMPO) Indicar os principais recursos que serão necessários para a implementação/ desenvolvimento do projecto. Especificar e quantificar como obterá os recursos fonte de financiamento Recursos humanos Recursos físicos Recursos logísticos IV. VIABILIDADE FINANCEIRA (JUSTIFICAÇÃO) A) INVESTIMENTO INICIAL - São todos os recursos financeiros necessários para montar a estrutura inicial do projecto/negócio e iniciar a actividade. Normalmente ocorrem somente uma vez, no inicio do projecto. B) CUSTOS São todas as saídas de dinheiro, ou seja, valores gastos para manter o negócio em funcionamento. B 1 ) CUSTOS FIXOS - São custos gastos todos os meses e que não dependem directamente das vendas do negócio. B 2 ) CUSTOS VARIÁVEIS - Estão directamente associados à produção do produto ou serviço e variam, regra geral, na proporção directa das vendas. C) RECEITAS/PROVEITOS São todos as entradas de dinheiro, subsídios, ou outras verbas que suportam as despesas. D) RESULTADO ESPERADO É a diferença entre as receitas e os custos totais. V. CRONOGRAMA É um mapa de planeamento elaborado na fase de execução do projecto, em determinado período de tempo. Pag. 8
9 Missão e Regulamento interno / Enquadramento Portugal e o mundo atravessam tempos complexos. Acreditamos que os problemas, e as soluções, actuais são o resultado do conjunto de esforços das pessoas e das suas organizações (Estado, ONGs, empresas, etc.) e, a ser assim, consideramos que as pessoas, têm poder para influenciar o seu futuro e os dos outros. Esses tempos e problemas, são um forte incentivo à sociedade civil para que haja sobre os problemas, na tentativa de os resolver ou pelo menos minorar. Assim o TI é essencialmente um instituto de criação e transferência de saber para a sociedade, nas suas variadas disciplinas, tendo por objectivo a criação de um mundo melhor, onde as pessoas possam desenvolver o seu potencial humano e tenham acesso a bens básicos como cuidados de saúde, a educação, alimentação, segurança e a participarem activamente na sua comunidade social. O TI é um instituto essencialmente prático, ou seja, promove a transferência de conhecimento e energia para a sociedade, sob a forma de soluções práticas, com impacto na qualidade de vida das pessoas e do ambiente 2. Visão Todas as pessoas podem participar activamente na sua vida, se viverem num ambiente encorajador do seu potencial 3. Missão Desenvolver programas de desenvolvimento económico, social e cultural, com impacto na qualidade de vidas das pessoas e nas suas perspectivas de vida. Promover uma atitude empreendedora face á vida, pelo incentivo à acção, criando respostas práticas para apoio de criação de projectos empresariais, tecnológicos e sociais. 4. Valores Os valores que orientam a nossa forma de actuar são: Ética: considerado como a procura da melhor forma de viver em sociedade e utilizar os recursos do planeta Inovação: descoberta de novos caminhos técnicos, científicos e culturais, para resolução de problemas Humanidade: acreditamos que o ser humano, deve estar no centro do processo de desenvolvimento sustentável Pragmatismo: resolvemos problemas Pag. 9
10 5. Organização Existem dois níveis da organização, a saber: 5.1 Legal Mesa da Assembleia geral, constituída por: 1 presidente 2 secretários Direcção, constituída por: 1 Presidente 1 tesoureiro 1 secretário Conselho Fiscal 3 conselheiros Poderes O TI obriga-se através de 2 assinaturas de membros da direcção Remunerações e pagamentos O desempenho de funções nos órgãos sociais não é remunerada, podendo no entanto, a prazo a Assembleia Geral decidir a profissionalização das funções e s suas remunerações. Tendencialmente, as despesas efectuadas pela direcção que decorram das suas funções, como telefones, deslocações e despesas de representação, serão suportadas pelo TI. 5.2 Estatutária Para além dos órgãos legais, são criados dois conselhos: O Conselho Geral constituído por personalidades de relevo técnico ou científico, sócias ou não, por convite da Direcção e/ou proposta de sócios: Reúne uma vez por ano e aprecia o trabalho realizado e faz recomendações de açção É presidido pelo presidente da Assembleia Geral O Conselho técnico é constituído pelos gestores dos projectos e é um conselho consultivo da direcção: Apreciação de propostas de projectos Reúne regularmente É presidido pelo presidente da direcção Pag. 10
11 Representações internacionais e regionais As representações internacionais e regionais serão criadas caso a caso, em função dos projectos e equipas em causa e desde que sejam benéficas para desenvolvimento da missão da TI 6. Sócios Os sócios fundadores, como prémio pela sua iniciativa e no sentido de existir estabilidade do projecto inicial, terão 10 votos por sócio, os restantes, não fundadores, terão direito a 1 voto. Os sócios fundadores são todos aqueles que estiverem na assembleia constitutiva. Quotizações anuais Estudantes (n/trabalhadores) e desempregados - 20 Individuais 60 Colectivos 120 (ou+) ou superior Compete à direcção a avaliação e aprovação de sócios, bem como a definição das quotizações, podendo abrir excepções, como o diferimento do pagamento de quotas ou o seu pagamento em espécie (produtos ou serviços). As quotas são pagas, tendencialmente, anualmente e por desconto bancário directo, podendo ser pagas em prestações, a pedido do sócio. 6.1 Benefícios dos sócios Os sócios terão um conjunto de benefícios, em particular o facto de poderem ter um local e ambiente propício para discussão reflexão e desenvolvimento de projectos, incluindo candidaturas a fundos nacionais ou internacionais. Esse ambiente é formalizado por: Startup Project: Permite desenvolver projectos, protótipos, testes, enquadrados numa organização formal, credível Permite organizar/mobilizar recursos Apoio de gestão e marketing Divulgação institucional e na internet Utilização de auditório/incubadora Bolsa de competências (BC) Os sócios apresentam, voluntariamente, as suas competências, preferências e condições Pag. 11
12 Os projectos recrutam preferencialmente na BC A BC é divulgada internamente e externamente Bolsa de projectos Divulgação de necessidades concretas para desenvolvimento de projectos, internamente e externamente, via internet. Um evento, interno, anual, formativo a preço de custo 7. Financiamento O TI é financiando por: Quotas dos seus associados Comissões cobrados aos projectos Fundos e subsídios Doações e patrocínios, incluindo venda de publicidade, publicações Venda de serviços e/ou produtos relacionados com a sua actividade 8. TI Project O TI cumpre o seu objecto social através da criação e desenvolvimento de projectos, pontuais ou permanente e de startups projects Os projectos e startups funcionam como centros de custos autónomos dentro do TI e têm de ser aprovados pela direcção, após parecer prévio positivo do conselho técnico. Existirá uma direcção em matriz, ou seja: Vertical assumida pela direcção ou seu staff, que controla regularmente a conformidade da proposta inicial (objectivos, serviços, custos, responsabilidades), nomeadamente por inquéritos de satisfação aplicados directamente aos clientes /utilizadores dos projectos Horizontal: assumida pelo director /gestor do projecto, na persecução dos objectivos propostos e aceites pelo TI. Em caso de falha grave ou dolosa a direcção pode decidir interromper o projecto, nomeadamente quando implique responsabilidade comerciais ou civis não previstas, ou que afecte o bom nome do TI, bem como accionar cláusulas de garantia, do contrato entre o proponente e o TI. 8.1 Projectos Pag. 12
13 Os projectos constituem acções organizadas, tendente a produzem um serviço que acrescente valor, replicando uma boa prática ou criando novas práticas, de preferência baseado e conhecimento científico ou tecnológico. Cada projecto tem um director, que será obrigatoriamente o seu proponente e que é civilmente responsável perante o TI, nomeadamente, no que respeita responsabilidades contratuais assumidos perante terceiros pelo TI e em seu nome. Processo de criação de um projecto Todos os projectos terão de ter um proponente que assumirá o cargo de director O proponente terá de preencher o questionário em anexo (proposta de projecto). A proposta será apresentada ao Conselho Técnico (CT) que deliberará sobre a sua validade, nomeadamente, sobre a capacidade de o promotor o desenvolver A avaliação do CT incide primeiro sobre a conformidade do projecto, e só depois sobre a sua qualidade, podendo fazer recomendações de alteração Após o parecer do CT, o projecto é avaliado pela direcção para aprovação. Os critérios de avaliação da direcção são: Enquadramento no objecto social do Tree Institute Capacidade técnica e experiencia do promotor Sustentabilidade financeira e capacidade de gerar receitas Responsabilidades assumida pela Tree Institute O não cumprimento de qualquer um dos quesitos, implica a não aprovação do projecto, podendo ser alterado/melhorado para nova aprovação. O custo de cada processo de análise é de Startups Project (SP) incubação O SP é um veículo de apoio ao desenvolvimento de novas empresas ou organizações sem fins lucrativos, que necessitem de apoio no seu lançamento e/ou teste e que se autonomizarão no futuro. Cada SP terá um gestor, que será obrigatoriamente o seu proponente e que é civilmente responsável perante o TI, nomeadamente, no que respeita responsabilidades contratuais assumidos perante terceiros pelo TI e em seu nome. Um SP implica sempre a criação de uma marca, com que irá operar. O processo de aprovação de um SP implica a apresentação de um mini-plano de negócios, de acordo com o PCN (Programa de Criação de Negócios). Os critérios de avaliação são: Capacidade técnica e experiencia do promotor Pag. 13
14 Sustentabilidade financeira e capacidade de gerar receitas Responsabilidades assumida pela Tree Institute O orçamento e serviços a prestar pelo TI, poderão ser variados como: Alojamento físico, em parceria Contabilidade Recepção telefónica e encaminhamento Pela sua variedade, os custos e ganhos serão analisados e definidos caso-a-caso. O custo de cada processo de análise é de Projectos e acções estratégicas (PAE) A Direcção, após consultar o CT, pode atribuir o estatuto de PAE a projectos que tenham uma dimensão ou impacto nacional e/ou internacional e desenvolver acções que promovam o TI. Serão projectos âncora, através dos quais possamos comunicar a nossa imagem institucional. Poderão ser objecto de acções específicas, por parte da direcção, para a sua divulgação ou captação de apoios. Terem impacto a nível nacional Serem inovadores do ponto de vista tecnológico ou metodológico Serem, e/ou poderem vir a ser, uma referência nacional ou internacional 8.4 Project fee Sobre os projectos o TI cobra uma comissão de 15% sobre facturação, para fazer face a despesas de estrutura e criação de uma margem positiva de rentabilidade, do TI. Será essa margem positiva que permitirá prestar serviços aos associados e afirmar o TI como uma organização de referência nacional e internacional. Esta comissão pode ser reduzida até 5%, nos casos em que existam poucos custos de gestão e manutenção dos projectos Pag. 14
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