NÚCLEO DE PESQUISA DO DISCURSO
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- Ângelo Garrau Gil
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1 NÚCLEO DE PESQUISA DO DISCURSO Lícia HEINE (UFBA) O Núcleo de Pesquisa do Discurso (NUPED), alocado no ILUFBA, desenvolve pesquisas nas linhas discursivas, envolvendo não somente os pressupostos teóricometodológicos da Linguística Textual e Análise do Discurso de linha francesa. Seu objetivo é fomentar o estudo do texto e do discurso para capacitar discentes e pesquisadores do Curso de Letras e áreas afins, articulando atividades de ensino e pesquisa. É coordenado pela Profª Drª Lícia Heine, e as atividades são realizadas no Departamento de Fundamentos para o Estudo das Letras, onde o núcleo desenvolve pesquisas centradas nos estudos do texto e/ou discurso, a partir da Lingüística Textual e Análise do Discurso, sem, no entanto, haver misturas teóricas entre as duas correntes, uma vez que as duas linhas dialogam, mas mantém características próprias que as diferenciam. Desse modo, os estudos realizados no grupo problematizam questões teóricas que abarcam as duas linhas de estudos linguísticos, distinguindo-as e criando condições para um debate consistente entre essas posições, contribuindo sobremodo com a formação do discente, sob a perspectiva hodierna da Linguística. Em 2012 finalizou o projeto intitulado Compreensão ou copiação textual nos manuais de Língua Portuguesa do Ensino fundamental, no qual analisou o livro didático da Coleção Projeto Araribá, objetivando observar se as atividades de interpretação de texto pressupunham que o aluno realizasse apenas uma cópia mecânica do mesmo, ou se exigiam que o aluno realizasse inferências para construir o sentido do texto. O referido projeto culminou, em 2015, em um livro intitulado: O texto no livro didático: reflexões e sugestões, publicado pela Edufba, no qual constam os resultados da referida pesquisa. Atualmente, a pesquisa do NUPED se volta para validar, como elementos de referenciação, não somente expressões da linguagem verbal, mas também os que se realizam através de signos imagéticos, visto que são elementos constitutivos do texto, compreendido como um evento dialógico, linguístico-semiotico. Palavras-chave: Texto, Dialogismo, Ideologia.
2 REFLEXÕES SOBRE AS ANÁFORAS ESQUEMÁTICAS PRONOMINAIS Daglécia SANTOS, (UFBA) Analisa-se, neste trabalho, a construção referencial, em especial as anáforas esquemáticas pronominais. Essas anáforas são realizadas principalmente por proformas pronominais de 3ª pessoa, e não têm a função de retomar referentes que foram introduzidos anteriormente, mas ativam novos referentes com base em âncoras discursivas. Com isso, pode-se afirmar que as anáforas esquemáticas pronominais não estabelecem uma relação semântica correferencial, a sua ativação referencial ocorre de forma implícita e indireta. Do mesmo modo, Marcuschi (2010) considera que essas anáforas propiciam um processo de ativação remática e temática ao mesmo tempo, já que introduzem novos objetos de discurso como se já fosse dado, o que promove uma espécie de cadeia referencial que contribui para a construção da tessitura do texto. Para tal análise, parte-se do pressuposto de que a construção da coerência envolve processos altamente complexos. Sendo necessário, portanto, o estabelecimento de relações diversas e a ativação de conhecimentos, os quais devem ser partilhados ao menos em parte pelos interlocutores. À vista disso, entende-se que a construção referencial [...] se faz por meio de práticas sociais multimodais e não somente linguísticas. (MONDADA, 2010, p. 16), isto posto, é preciso salientar que considerar apenas a materialidade verbal como responsável à construção da cadeia referencial do texto, significa limitar este fenômeno. Deste modo, têm-se como embasamento teórico as pesquisas sobre referenciação que se encontram alicerçadas na perspectiva discursivainteracional da língua. Para atingir tal objetivo, será realizada uma análise das ocorrências retiradas de comentários extraídos dos principais Blogs Jornalísticos do país. Por meio deste trabalho, constata-se que para a depreensão de objetos de discurso e à atribuição de sentidos são necessários processos que ultrapassam os mecanismos linguísticos verbais. Com isso, conclui-se que a interpretação referencial se dá na instância discursiva, na qual se faz necessário ultrapassar os limites do cotexto, além de estabelecer relações apoiadas em âncoras sociocognitivas e contextuais. Palavras-chave: Anáfora, Referenciação, Coesão
3 A SEMIÓTICA COMO ELEMENTO DE COESÃO TEXTUAL: ANÁFORAS ASSOCIATICAS EM TIRINHAS Edineia de Oliveira SANTOS, (UFBA) Lícia Maria Bahia HEINE (UFBA) O presente trabalho, A semiótica como elemento de coesão textual: anáforas associativas em tirinhas, tem como objetivo analisar o modo como a coesão textual se realiza em tirinhas de quadrinhos, observando sua importância para a construção de sentido do gênero em questão. Para tanto, recorrem-se à Linguística Textual, em especial a fase Bakhtiniana, em que o texto é concebido como evento dialógico, linguístico-semiótico (HEINE, 2012), dando atenção ao dialogismo de Bakhtin, mostrando que o texto não é opaco, ele extrapola os aspectos formais de sua constituição, englobando fatores sociais, históricos e também ideológico (HEINE, 2012), não se restringindo ao código linguístico. Assim, recorrem-se as seguintes questões: o tratamento da coesão sofre modificações nos postulados da visão de texto como evento dialógico?; o tratamento da coesão textual no gênero tiras em quadrinhos é pouco explorado?; e a semiótica favorece a compreensão dialógica do gênero em foco? Cabe retomarmos ao conceito de coesão proposto por Halliday e Hasan (1976), os fundadores deste termo nos estudos linguísticos, para refletirmos à necessidade de considerarmos a coesão além do código verbal. Desse modo, propõe-se considerar a coesão, em especial a anáfora associativa, como retomada que não se restringe em manter um antecedente materializado, portanto, são operações textuais que não se limitam apenas ao cotexto, mas recorrem, sobremodo, ao contexto ideológico, pragmático e sócio-histórico (HEINE, 2014). De tal modo, procura-se transcender o conceito e tratamento da coesão textual, proposto, apenas, em seu escopo formal, através do código linguístico, para mostrarmos que a coesão em tirinhas se efetiva através da semiótica, já que a o verbo-visual favorece a compreensão do gênero em foco. O corpus de análise compõe-se de tirinhas de quadrinhos da Turma da Mônica, da Mafalda e do Calvin. A partir da análise dos dados podemos afirmar que o tratamento da coesão ainda é mínimo, tendo em vista que os exercícios escolares, quando envolvem questões de coesão textual, pautam-se no código verbal. Palavras-chave: Coesão; Dialogismo; Semiótica.
4 A LINGUÍSTICA TEXTUAL SOB A PERSPECTIVA BAKHTINIANA Lícia Maria Bahia Heine (UFBA) A transição entre os séculos XX e XXI aponta avanços na Linguística Textual (LT) que dão sinais de novas fases a perspectiva sociocognitiva (KOCH, 2004) e a fase bakhtiniana (HEINE, 2012) no Brasil. Neste trabalho, objetiva-se refletir sobre essa nova fase, denominada de Fase bakhtiniana. Pergunta-se, então, por que uma nova fase da LT? Tradicionalmente, a LT possui três fases: a análise transfrástica, a construção de gramáticas textuais e a construção das teorias textuais. Nos primeiros momentos, o texto ainda estava sob o primado do formalismo linguístico, apresentando-se como um produto. Na fase Construção das teorias textuais, o contexto pragmático ganha relevância para a compreensão textual, determinando um enfoque extralinguístico. Koch (2004, p. 21) instaura a virada sociocognitivista, em que o texto passa a ser considerado resultado de processos mentais. Após análise desses passos, chegamos à conclusão que essas fases se apegaram e se apegam ao texto enquanto cotexto, pois, em nenhum momento, se observam análises coesivas processadas através da linguagem não verbal, tendo como elementos referenciais signos icônicos. Isso ocorre porque a coesão ainda está presa a Halliday e Hasan (1976), para os quais a coesão ocorre quando a interpretação de algum elemento no discurso é dependente da de outro. Há de se registrar, ainda, que as fases precedentes deixaram de pôr em foco os aspectos socioideológicos inerentes a qualquer texto, visto que o texto no processo comunicativo se reveste de uma multiplicidade de sentidos, marcados ideologicamente. Por fim, a fase bakhtiniana distancia-se do sujeito pragmático, voltando-se para o sujeito dialógico, eminentemente social, mas que retém nuances singulares a ele inerentes. A fase bakhtiniana alicerça-se, pois, na teoria do Bakhtin, tendo por base a ideia fundamental de que o texto é evento dialógico. A pesquisa está em processo e tem como corpus charges, extraídas, sobretudo, em livros didáticos do ensino fundamental. Palavras-chave: Texto, Dialogismo, Ideologia.
5 A RELAÇÃO EXOTÓPICA ENTRE SUJEITOS: UM ESTUDO NO DIALOGISMO EM TEXTOS PRESENTES NOS LIVROS DIDÁTICOS Myrian Conceição Crusoé Rocha SALES (UFBA) Lícia Maria Bahia HEINE (UFBA) Esta pesquisa tem por objetivo analisar a relação exotópica no processo de construção de sentidos nos estudos da Linguística Textual hodierna. Para esta análise, foram selecionados textos e questões de compreensão textual presentes em livros didáticos. Apoiando-se no dialogismo bakhtiniano, o agir do sujeito é caracterizado pelo ato responsível, havendo assim uma dimensão valorativa desse sujeito sobre seu próprio ato (estético). A concepção bakhtiniana de estético resulta de um processo que busca representar o mundo do ponto de vista da ação exotópica do autor, que está fundada no social e no histórico, nas relações sociais de que participa o autor. (SOBRAL, 2013). O autor deve tornar-se o outro em relação a si mesmo, olhar para si mesmo com os olhos do outro. (BAKHTIN, 2011). Essa relação exotópica não se faz presente apenas no autor, mas nos sujeitos (seja leitor ou autor), pois possuem dimensões valorativas e sempre respondem axiologicamente. Percebe-se, portanto, sujeitos axiológicos no processo textual, sejam no mundo real ou fictício. Não se trata apenas da relação entre autor(es) e personagens, mas de posições axiológicas assumidas por sujeitos responsivos. Tais discussões são importantes também para análise de textos semióticos, verbo-visuais, considerados como obras de arte que envolvem imagens, cores, signos e, às vezes, gestos e expressões faciais, todos esses gestos expressivos demostram valores axiológicos do autor-criador. Surge, então a seguinte reflexão: como as questões de compreensão com textos verbo-visuais são elaboradas no livro didático? Elas ainda estão direcionadas à imanência do sistema linguístico, ou estão alicerçadas nos princípios discursivos, em especial nos da dialogicidade bakhtiniana, que transcendem a materialidade linguística, pondo em foco não apenas pressupostos teóricos pragmáticos, mas também histórico-ideológicos. Para a Linguística Textual de cunho bakhtiniano (HEINE; HEINE, 2012), a análise do texto não para na cotextualidade, na imanência do sistema linguístico, justamente porque a mesma se fundamenta nas reflexões da linguística formal, voltada, sobretudo, para a fonologia, morfologia e sintaxe, tendo como limite máximo de análise a sentença. O texto deve ser visto, sobremodo, nos pressupostos teóricos do filósofo russo Mikhail Bakhtin, considerando a dialogicidade, respeitando o sujeito responsivo, certificando que o discurso não é individual, mas se constrói entre pelo menos dois interlocutores sociais, ou se constrói como um diálogo entre discurso, mantendo relações com outros textos. Esta pesquisa mostrará como os textos verbo-visuais são tratados nos Livros Didáticos, fundamentando-se na teoria bakhtiniana. Palavras-chave: Relação exotópica; Dialogicidade; Construção de sentidos.
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