Molecular Co. Vmol. Simulador Tridimensional de Moléculas
|
|
|
- Stella Gonçalves Alencastre
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Molecular Co. Vmol Simulador Tridimensional de Moléculas David Macedo da Conceição Fernando Waitman Leonardo Ventura Ricardo Augusto Fernandes Departamento de Ciência da Computação Instituto de Matemática e Estátistica Universidade de São Paulo
2 1 Introdução O projeto do grupo Molecular Co. teve por objetivo desenvolver um sistema de simulação tridimensional de modelos moleculares didáticos com a finalidade de auxiliar o ensino de Geometria Molecular na disciplina de Química no Ensino Médio. Este busca prever o arranjo espacial entre os átomos de uma molécula de ligações covalentes, determinando nestes as interações intermoleculares que por sua vez determinam suas propriedades físicas. Neste estudo a visualização das formas moleculares é especialmente dificultada naqueles em que o arranjo é tridimensional. Busca-se a superação de tais dificuldades, com a utilização de modelos plásticos que em geral têm tamanho reduzido, não sendo satisfatórios no uso em sala de aula. A simulação tridimensional de modelos moleculares, se acoplada a um sistema de projeção, pode substituir os modelos plásticos e assim proporcionar uma melhor visualização e um melhor entendimento da Geometria Molecular. O sistema, batizado de Vmol, em um primeiro momento trabalharia com um número finito de moléculas lineares, angulares, triangulares, piramidais e tetraédricas, definidas em arquivo. Poderia posteriormente aceitar a entrada de fórmulas estruturais pelo usuário, definindo internamente a configuração geométrica da molécula. Este último se mostrou inviável. 2 Escolha da Linguagem e das Bibliotecas Gráficas O trabalho se iniciou definindo a linguagem e a biblioteca gráfica. Optou-se em utilizar a GP (Graphics Package), desenvolvida inicialmente por Luiz Henrique Figueiredo e estudada no livro Sistemas Gráficos 3D (SG3D) dos Professores Jonas Gomes e Luiz Velho, um dos livros base da disciplina. Assim utilizou-se programação estruturada em Linguagem C-Ansi. Porém, muito tempo foi gasto compreendendo a biblioteca, pois a documentação não era a esperada. O livro desenvolve toda a construção de um Sistema Gráfico, fazendo a ponte entre a teoria e a implementação, porém esta muitas vezes é extremamente abstrata, fazendo uso de diversas camadas que não são discutidas no curso. Além disso, a descrição das estruturas de dados e dos parâmetros não está completa, sendo o nome dos últimos, nem sempre auto- explicativos. Por outro lado, este trabalho proporcionou o fascinante e completo estudo da implementação de um Sistema Gráfico, o que a utilização de outras bibliotecas não proporcionaria. 3 A Geração Interna das Geometrias Moleculares e os Métodos de Química Computacional Paralelamente ao estudo da GP, pesquisou-se os métodos de Química Computacional que dariam base à geração das Geometrias Moleculares a partir de descrições dadas pelo usuário
3 das ligações entre os átomos, sendo eles os métodos Ab Initio, Semi-empírico e Campos de Força. Os métodos Ab Initio baseiam-se no estudo quântico das interações atômicas e portanto estava descartado, pelo desconhecimento do grupo sob o assunto. Além disso, apesar de serem os mais precisos, são O(n 4 ), onde n é o número de átomos na molécula. Os métodos semi-empíricos, mais rápidos que os primeiros porém mesclam Quântica à Mecânica Clássica e pelo mesmo motivo anterior foi descartado. Os métodos de Campos de Força (Force Fields), baseiam-se nos conhecimentos da Física Clássica o que o tornava viável. Trabalha-se estimando a energia potencial da molécula em função de diversos parâmetros geométricos como comprimentos de ligação, ângulos de ligação, ângulos de torsão, entre outros. As diversas possibilidades de conformações das moléculas refletem os mínimos locais dessa função. Assim métodos de Otimização Contínua podem ser aplicados equações como: Esta descreve a distância entre os centros atômicos, como um sistema massa-mola em função dos n átomos no sistema. Tais métodos são O(n 2 ), melhores que métodos semi-empíricos e a precisão é suficiente ao intuito do projeto. Infelizmente a dificuldade reside na obtenção das constantes como K Hn na função acima. Tais constantes dependem não só dos pares de elementos ligados, mas também dos tipos de ligações envolvidas, podendo ser da ordem de dezenas, milhares ou milhões, dependendo da quantidade de elementos envolvidos no sistema e não foram publicamente encontradas. Assim, um dos objetivos do projeto foi abandonado ficando-se apenas com a simulação de moléculas previamente definidas em arquivo, com os centros atômicos em coordenadas cartesianas. Tais arquivos são descritos a partir dos dados dos comprimentos de ligações da molécula e dos ângulos de ligações como no exemplo abaixo, que simboliza a molécula de água: Tais dados são calculados facilmente à partir dos comprimentos de ligação de 95,84 pm e um ângulo de ligação de 104,45, dados comuns na literatura de Química.
4 4 Dificuldades encontradas na GP Um dos primeiros problemas encontrados com a GP foi com a compreensão da camada de construção de cena. Na GP desenvolve-se uma linguagem de extensão especialmente construída para a descrição de cenas 3D. Os arquivos de descrição dessas, de extensão scn, são interpretados pela biblioteca e geram a estrutura scene com as descrição dos objetos, de luz e de câmera, etc. Após a compreensão dos aspectos básicos da biblioteca GP, verificou-se que os tipos primitivos disponibilizados no pacote resumiam-se à Esfera, o que era suficiente para representar os átomos nos modelos sem hastes. Preferiu-se porém utilizar o modelo balls and sticks (esferas e hastes), por ser mais didático ao ensino médio, pois torna mais claro o ângulo entre as ligações. Assim, necessitou-se criar alternativas à representação das hastes. Optou-se por manter o modelo na origem e fazer a movimentação da câmera em torno da origem em oposição à idéia de rotação do modelo, porém a GP não disponibiliza esse movimento. Assim foi necessária a sua implementação, percorrendo os pontos de uma esfera virtual em torno da origem na qual a câmera se move. Decidiu-se também por uma interface gráfica, baseada na toolkit TK disponibilizada no site do SG3D e baseada na GP. Ela disponibiliza a abertura de janelas, chamando as funções do Sistema Operacional, porém apenas implementa botões com textos. Infelizmente também não possui qualquer documentação. 5 Soluções desenvolvidas e Implementações O desenvolvimento do projeto passou por encontrar as soluções aos problemas acima apresentados. As moléculas simuladas são definidas em um arquivo txt como o abaixo, representando respectivamente os átomos 0,1 e 2 da molécula de H 2 O: centro = , raio = 0.8, cor = 1 0 0, ligacoes = centro = , raio = 0.5, cor = 0 0 1, ligacoes = centro = , raio = 0.5, cor = 0 0 1, ligacoes = H2O.txt Os centros representam coordenadas cartesianas tridimensionais dos centros atômicos e os raios representam os raios atômicos. As cores em descrição RGB, são definidas, uma para cada
5 elemento, apenas com intuito pedagógico. As ligações representam à quais outros átomos o átomo em questão está ligado. Implementou-se a função cria_cena() para que a partir do arquivo de entrada respectivo a molécula selecionada gera-se o arquivo de cena. Um exemplo de arquivo de cena está logo abaixo: scene light = dist_light direction = 0, 1, -1 object = csgobj shape = csg_prim sphere center = 0.00, 0.00, 0.58, radius = 0.30, material = plastic ka = 0.2, kd = 0.8, ks = 0.0, d_col = 1.00, 0.00, 0.00, s_col = 1.00, 0.00, 0.00 object = csgobj shape = csg_prim sphere center = 0.00, -0.75, 0.00, radius = 0.12, material = plastic ka = 0.2, kd = 0.8, ks = 0.0, d_col = 0.00, 1.00, 1.00, s_col = 0.00, 1.00, 1.00 object = csgobj shape = csg_prim sphere center = 0.00, 0.75, 0.00, radius = 0.12, material = plastic ka = 0.2, kd = 0.8, ks = 0.0, d_col = 0.00, 1.00, 1.00, s_col = 0.00, 1.00, 1.00 object = csgobj shape = csg_prim ellipsoid center = 0.00, -0.38, 0.29, radius = 0.47, 0.10, 0.10, rotation = -0.91, 0.00, 0.00, material = plastic ka = 0.2, kd = 0.8, ks = 0.0, d_col = 0.75, 0.75, 0.75, s_col = 0.75, 0.75, 0.75 object = csgobj shape = csg_prim ellipsoid center = 0.00, 0.38, 0.29, radius = 0.47, 0.10, 0.10, rotation = 0.91, 0.00, 0.00, material = plastic ka = 0.2, kd = 0.8, ks = 0.0, d_col = 0.75, 0.75, 0.75, s_col = 0.75, 0.75, 0.75 ; Vmol.scn O exemplo acima descreve a cena gerada a partir de H2O.txt com sua luz e objetos. Um objeto sphere, que representa um átomo e um objeto ellipsoid, utilizado para representar as hastes em moléculas planares.
6 O objeto sphere é descrito em termos de sua forma e material e é gerado a partir do único tipo primitivo tridimensional disponibilizado pela biblioteca, uma esfera unitária criada sempre na origem, com raio unitário sofrendo transformações de translação e escala em seus eixos para se adequar ao objeto descrito. O parâmetros de visualização baseiam-se nas características do material, aqui definido como plastic. O objeto ellipsoid também é derivado de uma esfera primitiva na qual se aplicam transformações de escala nos eixos. É usado para representar as hastes nas moléculas planas. O objeto trilist, também usado no projeto, não é tridimensional e representa uma malha de triângulos e foi utilizada em moléculas espaciais devido a insucessos de opções anteriores para a representação das hastes com objetos tridimensionais primitivos. A primeira das alternativas foi a implementação de um objeto primitivo cilíndrico, porém não se considerou o tempo hábil para tal, já que envolvia a implementação de mais de uma dezena de funções para que ele se adequasse às necessidades da biblioteca. A segunda, em parte utilizada, foi à representação das hastes por elipsóides gerados a partir da já falada esfera unitária e de suas transformações de escala, disponibilizadas na biblioteca. Essa solução foi adotada nas moléculas planas, de até três átomos, pois nas moléculas com estrutura espacial não se conseguiu contornar um problema nas rotações. Para que se posicionasse a haste no local adequado ao modelo, necessitava-se da rotação nos objetos primitivos. Porém elas apenas estão implementadas em torno dos eixos cartesianos, o que não foi suficiente para se chegar à construção das moléculas espaciais. Não se conseguiu resolver o seguinte problema: Dado dois pontos no espaço e um elipsóide de comprimento igual à distância entre esses pontos, posicionado na origem, quais são os ângulos de rotação alfa, beta e gama em torno dos eixos x, y, z, de modo a posicionar o elipsóide de modo a unir os pontos? Acredita-se que um ponto de partida para a resolução do mesmo pode ser encontrado no Capítulo 4, do livro Fundamentos de Computação Gráfica, dos mesmos autores de SG3D e base da matéria, porém não abordado no curso. O capítulo trata de rotações em um espaço tridimensional à partir dos Ângulos de Euler porém não houve tempo hábil para o estudo mais detalhado, sendo que as tentativas de resolução que fizemos não tiveram resultados positivos.
7 Além do aspecto dos objetos, luz e câmera foram dois pontos abordados na implementação. Independentemente de qualquer movimentação, a câmera está sempre apontada para a origem. Implementou-se para que a iluminação acompanhe a movimentação da câmera. A movimentação ocorre através da função muda_camera() percorrendo os pontos de uma esfera virtual em torno do modelo, indo-se para norte, sul, leste, oeste, nordeste, noroeste, sudeste e sudoeste. Há ainda a possibilidade de aproximação (Zoom In) e distanciamento (Zoom Out) do modelo molecular, diminuindo ou aumentando o raio da esfera base do movimento, observando-se os limites do plano perto e plano longe. O movimento em torno da esfera, foi construído vetorialmente, alterando-se os parâmetros da estrutura view, pertencente a estrutura scene, anteriormente citada. Os campos da estrutura view, correspondem à posição da câmera (center), à direção de observação (vetor normal - n) e o vetor vertical (up). Um novo vetor v é definido a partir do produto vetorial dos dois anteriores. Nas rotações para leste e oeste, acha-se o ponto N, somando-se o ponto C 1 a um múltiplo de v, calculado em função do raio da esfera. A diferença entre esse novo ponto e a origem, define a direção do novo vetor normal. Tornando esse vetor unitário e multiplicando-o pelo raio da circunferência, acha-se o novo centro da câmera. Basta agora inverter seu sentido para se ter o novo vetor normal. No caso dos movimentos norte e sul é ainda necessário atualizar o vetor up, em raciocínio análogo. Nordeste, Sudeste, Noroeste e Sudoeste, são composições dos movimentos descritos até o momento. Tanto os movimentos de câmera como a escolha da molécula apresentada são acessados no programa através de uma interface gráfica que tem por objetivo ser intuitiva ao usuário, sem que ele tenha grandes conhecimentos de Informática ou Química e foi construída baseada na TK. Como o único widget disponível por ela é o Button que é um botão com texto, houve a necessidade de alterá-la para que ele contivesse imagens e todo o software ficasse em uma mesma janela. A construção da interface acontece a partir da leitura do arquivo LIST.txt que contém a lista das moléculas simuladas. Ao se acrescentar moléculas ao arquivo, a interface é automaticamente modificada. Os eventos capturados podem carregar uma nova cena, no caso dos botões de Moléculas, ou modificar a câmera na cena já existente no caso dos botões do Browser ou de Zoom. Os primeiros, disparam a rotina função elem() que vai levar aos procedimentos de leitura de arquivos de entrada e geração de cena. Já o segundo grupo, leva à função muda_camera().
8 Sendo o primeiro ou o segundo grupo, o processo de rasterização prossegue, baseado nas funções da GP até a geração da imagem da cena. 6 Algoritmos e Modelos de Representação utilizados na GP O sotware desenvolvido utiliza para atribuição de cor de um Objeto Gráfico o modelo RGB. A representação dos objetos é construtiva (CSG). No cálculo de superfícies visíveis faz-se uso do Algoritmo de Traçado de Raios. O modelo de iluminação utilizado é o Modelo de Phong. A fonte de luz utilizada é do tipo Direcional, ou seja, uma fonte de luz muito distante como o sol. O material utilizado é composto, portanto possui componentes de reflexão ambiente, difusa e especular. 7 Resultados Apresenta-se abaixo a interface em uma visão do modelo C 2 H 6 :
9 À direita, têm-se os botões de controle com o browser, formando uma Rosa dos Ventos, a lista rotativa de botões de moléculas, os botões de Zoom, representados pela imagem de lupas, o botão Salvar, representado por um disquete, o botão Informações, azul com a letra i e finalmente em vermelho o botão Sair. À esquerda temos a simulação de uma molécula de Etano (C 2 H 6 ), com dois átomos de Carbono, em azul, e seis átomos de Hidrogênio, ligantes, em verde-azulado. Infelizmente, a utilização da GP, tornou o software desenvolvido muito pesado já que ela não faz uso de qualquer hardware especializado e o processo de mudança de câmera toma alguns segundos dependendo da configuração da máquina. Desse modo, não se consegue dar um movimento próximo do contínuo à molécula, então opta-se por rotações de câmera em ângulos maiores. Mesmo assim, o Vmol pode proporcionar bons resultados didáticos. Para moléculas de quatro átomos, por exemplo, pode-se ter Geometrias Trigonais Planas ou Geometrias Piramidais. Utilizando-se do Vmol podemos mostrar essa diferença a partir dos exemplos do SO 3 e do NH 3 : Em ambos os casos vemos que uma determinada vista das moléculas são iguais, porém ao irmos levando a câmera para Leste a impressão vai mudando: Continuando o movimento, pode-se perceber de modo mais fácil que a molécula de SO 3 é planar, ou seja trigonal plana e a de NH 3 é espacial, ou seja piramidal:
10 8 Conclusão Ainda que o projeto não tenha conseguido implementar a geração interna das Geometrias Moleculares, como objetivo secundário, cumpriu seu objetivo principal ao modelar os principais exemplos de uma aula de Geometria Molecular. Pode-se somar a ele a modelagem de outras moléculas, principalmente para o ensino de Química Orgânica, com o tema Isomeria Espacial. Nesse estudo mostra-se como uma mesma fórmula estrutural pode gerar duas conformações diferentes no espaço e nele há as mesmas dificuldades de visualização do modelo. Assim, sugere-se a modelagem de alguns exemplos como o cis-1,2- dicloroetano e o trans-1,2-dicloro etano para a aula de Isomeria Geométrica e ainda os isômeros dextrógiro e levógiro do 2-hidróxi-butanóico (ácido lático) para a aula de Isomeria Ótica. Interessante também é a implementação utilizando uma biblioteca profissional que otimize os cálculos e possa fazer os movimentos de forma mais contínua e rápida. 9 Bibliografia Jensen, Frank - Introduction to computational chemistry - New York,Wiley,1999 Velho, Luiz; Gomes, Jonas - Sistemas Gráficos 3D - Rio de Janeiro, IMPA, 2001 Velho, Luiz; Gomes, Jonas - Fundamentos da Computação Gráfica - Rio de Janeiro, IMPA, 2003
Molecular Co. Visualizador de Moléculas
Molecular Co. Visualizador de Moléculas David Macedo da Conceição n o USP : 3681479 Fernando Waitman n o USP : 4951109 Gabriel H. Pugliese n o USP : 5639061 Leonardo Ventura n o USP : 5382607 Ricardo A.
DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS
DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS Aluno: Marcos Paulo Moraes Orientador: André Silva Pimentel Introdução A nanotecnologia está associada a diversas áreas de pesquisa
Computação Gráfica - 09
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 9 [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Objetos
Computação Gráfica - 09
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 9 [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Objetos
Professor: Pedro Augusto Lopes Aluno (a): Série: 1ª Data: / / Lista de Química I
Professor: Pedro Augusto Lopes Aluno (a): Série: 1ª Data: / / 2019. Lista de Química I Valor: 4,0 Nota: Orientações: - A lista deverá ser respondida na própria folha impressa ou em folha de papel almaço.
Representação de Objetos e Cenas. Soraia Musse
Representação de Objetos e Cenas Soraia Musse Roteiro 1. Formas de Representação 1.1. Representação Aramada 1.2. Superfícies Limitantes 1.3. Enumeração Espacial 1.4. Representação Paramétrica 1.5. Grafo
4 Implementação do Gerador de arquivos VRML - VRMLGer
29 4 Implementação do Gerador de arquivos VRML - VRMLGer Neste capítulo são apresentados o desenvolvimento do Gerador de arquivos VRML - VRMLGer, a linguagem de programa utilizada, a estrutura da entrada
Mudanças de Coordenadas em Sistemas de Cores
Mudanças de Coordenadas em Sistemas de Cores Bruno Teixeira Moreira e Emídio Augusto Arantes Macedo Ciência da Computação 1 o. Período Professor: Rodney Josué Biezuner Disciplina: Geometria Analítica e
Fundamentos da Computação Gráfica
Fundamentos da Computação Gráfica Trabalho 3 Rendering. Ray Tracing Manuel Alejandro Nodarse Moreno (1322198) Introdução Ray Tracing (traçado de raios) é um algoritmo, de computação gráfica, usado para
4 Análise de Dados. 4.1.Procedimentos
4 Análise de Dados 4.1.Procedimentos A idéia inicial para a comparação dos dados foi separá-los em series de 28 ensaios, com a mesma concentração, para depois combinar esses ensaios em uma única série.
Introdução à Modelagem Molecular
Introdução à Modelagem Molecular Prof. Alex Fabiano C. Campos, Dr Introdução Métodos teóricos e técnicas computacionais para modelar ou imitar o comportamento de moléculas e sistemas atômicos. Empregados
2.1 Princípios gerais da ligação química. Ligações químicas
2.1 Princípios gerais da ligação química Ligações químicas A associação de átomos formando moléculas, ou em agregados de maiores dimensões como, por exemplo, nos metais, é possível pelo estabelecimento
Resumo. Computação Gráfica: Uma Proposta de Plano Pedagógico. Áreas Correlatas. Definição. Uma Visão Integrada da C.G.
Computação Gráfica: Uma Proposta de Plano Pedagógico Luiz Velho Definições Metodologia Estrutura Avaliação Discussão Resumo IMPA - Instituto de Matemática Pura e Aplicada Definição Computação Gráfica:
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Química e Biologia. Dr. Tiago P. Camargo
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Química e Biologia Dr. Tiago P. Camargo Forma das moléculas Correlação da geometria com propriedades físico-químicas Instável Instável
Capítulo 1. INTRODUÇÃO
Capítulo 1. INTRODUÇÃO A simulação numérica de problemas de engenharia ocupa atualmente uma posição de destaque no cenário mundial de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. O crescente interesse,
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Pedro Martins Menezes. Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Pedro Martins Menezes Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos Niterói 2008 Pedro Martins Menezes Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos Trabalho de Conclusão
Estrutura molecular Ligação química
Estrutura molecular Ligação química A grande diversidade de materiais que nos rodeia tem origem na variedade de substâncias que os constituem. Esta variedade e diversidade resulta das diferentes combinações
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens -Linhas e superfícies escondidas
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens -Linhas e superfícies escondidas Júlio Kiyoshi Hasegawa 26 Fontes: Rogers, D. F. Procedural Elements for Computer Graphics Introdução Linhas e superfícies
ORDEM. Periocidade. SÓLIDO CRISTALINO OU CRISTAL agregado ordenado e periódico de átomos, moléculas ou iões, formando uma estrutura cristalina regular
Capítulo I ESTRUTURA CRISTALINA DE SÓLIDOS ORDEM curto alcance médio alcance longo alcance Periocidade unidimensional bidimensional tridimensional SÓLIDO CRISTALINO OU CRISTAL agregado ordenado e periódico
Computação Gráfica II
Computação Gráfica II Representação de Objetos Prof. Rodrigo Rocha [email protected] http://www.bolinhabolinha.com Pipeline de visualização 3D 1 Representação dos objetos Aramada (Wire frame)
Teclado Virtual. MAC0420/MAC5744 Introdução Computação Gráfica. IME Instituto de Matemática e Estatística USP Universidade de São Paulo
Teclado Virtual MAC0420/MAC5744 Introdução Computação Gráfica - IME Instituto de Matemática e Estatística USP Universidade de São Paulo Grupo Cristina Fang Daniel M. G. Clua Paulo Cheque Vivian D. Betoni
Capítulo 3 Primeiros Passos em OpenGL Função Desenha Função Teclado Função Inicializa Programa Principal...
Sumário Prefácio...15 Capítulo 1 Introdução...17 Capítulo 2 Instalação...22 2.1 Visão Geral das Bibliotecas OpenGL...22 2.2 Bibliotecas Necessárias para Execução...24 2.3 Bibliotecas Necessárias para Compilação...24
1º Teste Computação Gráfica
1º Teste Computação Gráfica LEIC-Alameda Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 19 de Abril de 25 Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O Teste tem
Tutorial para o uso do aplicativo TransCal 1.1
Tutorial para o uso do aplicativo TransCal 1.1 1 Teoria do aplicativo TransCal 1.1 O aplicativo TransCal é um software com fins educacionais, especialmente projetado para ser um instrumento auxiliar no
ESPECIFICAÇÃO DE SOFTWARE
ESPECIFICAÇÃO DE SOFTWARE Integrantes do grupo: Joel Edu Sánchez Castro Fernando Hattori Miguel Angel Galarreta Valverde Felipe Martins dos Santos 1 SUMÁRIO DESCRIÇÃO...3 REQUISITOS...3 REQUISITOS FUNCIONAIS
SIMULAÇÃO EM CFD DE UM TANQUE DE MISTURA UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE MALHA
SIMULAÇÃO EM CFD DE UM TANQUE DE MISTURA UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE MALHA Victor Gabriel Santos Silva João Inácio Soletti José Luís Gomes Marinho Sandra Helena Vieira Carvalho [email protected]
FCAV/ UNESP. DISCIPLINA: Química Orgânica. ASSUNTO: Isomeria
FCAV/ UNESP DISCIPLINA: Química Orgânica ASSUNTO: Isomeria Prof a. Dr a. Luciana Maria Saran 1 1. ISÔMEROS Isômeros: dois ou mais compostos diferentes que apresentam a mesma fórmula molecular. Isomeria
Ligação Química. - Os elétrons mais fracamente ligados ao átomo podem tomar parte na formação de ligações químicas.
Ligação Química É necessário compreender (prever) as ligações químicas, se quisermos entender as propriedades químicas e físicas de elementos e compostos. - Os elétrons mais fracamente ligados ao átomo
Fundamentos da modelagem Molecular - 1
Fundamentos da modelagem Molecular - 1 Departamento de Física UFPel ufpellogo Introdução Rotas para a pesquisa Conexão entre experimento, simulação e teoria Sistema real Fazer modelos do sistema Fazer
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Aula 2. SIG- Eng. Cartográfica Prof. Luciene Delazari
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Aula 2 SIG- Eng. Cartográfica Prof. Luciene Delazari Descrição de uma realidade com algum propósito Modelo MODELAR Termo geral para denotar o processo de construir representações
Reconstrução e Síntese de Cenários Tridimensionais a partir de Imagens Estereoscópicas
MAC499 - Trabalho de Formatura Supervisionado Reconstrução e Síntese de Cenários Tridimensionais a partir de Imagens Estereoscópicas Alunos: Daniel Ferreira Santos Eduardo Bretones Mascarenhas Apolinário
5.1 Visualização da curva silhueta em R 4 Alguns exemplos de superfícies em R 4
5 Aplicações Neste capítulo apresentaremos algumas aplicações da curva silhueta. A primeira é auxiliar na visualização de superfícies em R 4. A silhueta destaca importantes curvas na superfície e identifica
Maxwell Severo da COSTA; Freddy Fernandes GUIMARÃES
Comparação entre a aproximação Z+1 e o cálculo de buraco de camada real no estudo da dinâmica nuclear dos isômeros do dicloroetileno induzida pela foto-ionização dos elétrons da camada K do cloro (ClK)
Polaridade das moléculas
Polaridade das moléculas Determinar a polaridade de uma molécula é identificar se ela apresenta polos negativos e positivos (molécula polar) ou não (molécula apolar). Para isso, é necessário conhecer o
Introdução à Computação Gráfica. Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti
Introdução à Computação Gráfica Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti Estrutura do Curso Ênfase na parte prática Avaliação através de trabalhos de implementação C / C++ OpenGL c/ GLUT Grau (nota) baseado
CONSTRUÇÃO DE UM MODELO MOLECULAR PARA O ENSINO DE GEOMETRIA MOLECULAR UTILIZANDO JUJUBAS
CONSTRUÇÃO DE UM MODELO MOLECULAR PARA O ENSINO DE GEOMETRIA MOLECULAR UTILIZANDO JUJUBAS Bárbara Mileny Monteiro da Silva 1 ; Marcielio Alves dos Santos 2 ; Anderson Sávio de Medeiros Simões 3 Instituto
MAT001 Cálculo Diferencial e Integral I
1 MAT001 Cálculo Diferencial e Integral I GEOMETRIA ANALÍTICA Coordenadas de pontos no plano cartesiano Distâncias entre pontos Sejam e dois pontos no plano cartesiano A distância entre e é dada pela expressão
Guia do professor - Fábrica de Cubos e Mosaicos
Guia do professor - Fábrica de Cubos e Mosaicos Introdução Os mosaicos são uma das mais bonitas criações, estando presente em tapeçarias, decoração de interiores, vitrais, cobertura de piso, em obras de
Processamento de Malhas Poligonais
Processamento de Malhas Poligonais Tópicos Avançados em Computação Visual e Interfaces I Prof.: Marcos Lage www.ic.uff.br/~mlage [email protected] Conteúdo: Notas de Aula Curvas 06/09/2015 Processamento
SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA - QUÍMICA
SOLUÇÃO PC. Percebe-se pela geometria apresentada, que: 3 2 () A hibridização de é sp d. 2 2 6 2 6 2 0 6 2 0 6 Xe (Z 54) : s 2s 2p 3s 3p 4s 3d 4p 5s 4d 5p Xe (camada de valência): SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA
Curso de Geomática Aula 2. Prof. Dr. Irineu da Silva EESC-USP
Curso de Geomática Aula Prof. Dr. Irineu da Silva EESC-USP Sistemas de Coordenadas Determinar a posição de um ponto, em Geomática, significa calcular as suas coordenadas. Calcular as coordenadas de um
Calibração da lente do fotômetro imageador utilizando o programa UASDA Univap All Sky Data Analysis
Calibração da lente do fotômetro imageador utilizando o programa UASDA Univap All Sky Data Analysis Valdir Gil Pillat 1, José Ricardo Abalde 2 1 Bolsista, FAPESP/ TT4, Universidade do Vale do Paraíba,
DESENHO TÉCNICO AULA 01 INTRODUÇÃO À UNIDADE CURRICULAR
DESENHO TÉCNICO AULA 01 INTRODUÇÃO À UNIDADE CURRICULAR Desenho Técnico (módulo 2) Competência: Produzir desenho técnico mecânico com auxilio de CAD Habilidades: Produzir desenho técnico mecânico com auxilio
18/04/ Formas das moléculas. 6. Formas das moléculas. 6. Formas das moléculas. 6. Formas das moléculas
As estruturas de Lewis mostram como os átomos estão unidos nas moléculas e nos íons poliatômicos. Entretando, elas não mostram a geometria tridimensional Átomos centrais rodeados por pares ligados apenas
5 Integrando objetos sintéticos à cena real
5 Integrando objetos sintéticos à cena real Neste capítulo são apresentados os principais pontos necessários à composição de uma cena com objetos sintéticos. Desde a iluminação dos objetos até a integração
DISCIPLINA/ATIVIDADE
FORMULÁRIO Nº 19 PROGRAMA DE DISCIPLINA/ATIVIDADE CONTEÚDO DE ESTUDOS MATEMÁTICA CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA/ATIVIDADE CÓDIGO CHT: 68H TEÓRICA: 68H E CÁLCULO VETORIAL I GGM00160 PRÁTICA : ----- ESTÁGIO:
Computação Gráfica. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto
Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto [email protected] Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto Email: [email protected] Site: http://www.kusumoto.com.br CARGA HORÁRIA SEMANAL: 02 horas-aula
Estudo de Pontes de Madeira com Tabuleiro Multicelular Protendido O PROGRAMA OTB
Estudo de Pontes de Madeira com Tabuleiro Multicelular Protendido 48 3. O PROGRAMA O primeiro programa para cálculo dos esforços internos de pontes protendidas de madeira foi desenvolvido por Joe Murphy,
Ligações covalentes múltiplas
Formação de ligações covalentes por sobreposição de orbitais atômicos Sobreposição frontal de orbitais Ligação covalente σ (sigma) Sobreposição lateral de orbitais Ligação covalente π (pi) A molécula do
PEF 5743 Computação Gráfica Aplicada à Engenharia de Estruturas
PEF 5743 Computação Gráfica Aplicada à Engenharia de Estruturas Prof. Dr. Rodrigo Provasi e-mail: [email protected] Sala 09 LEM Prédio de Engenharia Civil Iluminação Para a compreensão do funcionamento da
2.1.2 Ligação covalente
2.1.2 Ligação covalente Adaptado pelo Prof. Luís Perna Ligações covalentes Quando a partilha de eletrões é significativa e localizada entre átomos denomina-se de ligação covalente. Nem todos os átomos
FCAV/ UNESP. DISCIPLINA: Química Orgânica. ASSUNTO: Isomeria
FCAV/ UNESP DISCIPLINA: Química Orgânica ASSUNTO: Isomeria Prof a. Dr a. Luciana Maria Saran 1 1. ISÔMEROS Isômeros: dois ou mais compostos diferentes que apresentam a mesma fórmula molecular. Isomeria
Introdução a Engenharia e Ciência dos Materiais
Introdução a Engenharia e Ciência dos Materiais Estrutura Cristalina Prof. Vera L Arantes 2014 25/3/2014 ESTRUTURA CRISTALINA 2 ARRANJO ATÔMICO Por que estudar? As propriedades de alguns materiais estão
Valence shell electron pair repulsion (VSEPR)
Ligação química II geometria molecular Ligação química II geometria molecular Teoria da repulsão electrónica dos pares de e - da camada de valência Valence shell electron pair repulsion (VSEPR) Prediz
Verificação de uma Fundação em Microestacas
Manual de engenharia No. 36 Atualização 06/2017 Verificação de uma Fundação em Microestacas Programa: Arquivo: Grupo de Estacas Demo_manual_en_36.gsp O objetivo deste manual de engenharia é mostrar como
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Informática. Fundamentos de Computação Gráfica
1. Imagens sísmicas Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Informática Fundamentos de Computação Gráfica Aluno: Stelmo Magalhães Barros Netto Relatório do trabalho Imagens Sísmicas
PMR2560 ELEMENTOS DE ROBÓTICA 2016 TRABALHO DE VISÃO COMPUTACIONAL CALIBRAÇÃO DE CÂMERAS E VISÃO ESTÉREO
PMR2560 ELEMENTOS DE ROBÓTICA 2016 TRABALHO DE VISÃO COMPUTACIONAL CALIBRAÇÃO DE CÂMERAS E VISÃO ESTÉREO Esse trabalho consiste de três partes. Na primeira parte do trabalho você vai calibrar duas câmeras
Geometria analítica: descobrindo a reta que tange duas circunferências e entendendo a construção geométrica.
Geometria analítica: descobrindo a reta que tange duas circunferências e entendendo a construção geométrica. Sobre Ontem estava pensando em algumas funções interessantes para implementar em um editor de
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) Tópicos que serão explorados na aula Introdução Tipos de MMCs Sistema de medição (as réguas e apalpadores) Programas computacionais Erros Compensação (Calibração
INF2608 Fundamentos da Computação Gráfica Prova Final de
INF268 Fundamentos da Computação Gráfica Prova Final de 2. Aluno(a):_ Eduardo Ribeiro matrícula: Questão Pts. a ) 3. 2 a ) 3. 3 a ) 4. Nota Para fazer a prova, favor observar o seguinte:. A prova é individual.
Ficha de preparação para o 2º teste- Física e Química 10º CPM e CPSI
Ficha de preparação para o 2º teste- Física e Química 10º CPM e CPSI 1. A substância composta fluoreto de hidrogénio, HF, está representada na figura segundo notação de Lewis. 1.1 O que representam os
Projeções. Prof. Márcio Bueno
Projeções Prof. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com Projeções Visão humana: enxerga em 2D, a sensação de profundidade vem da diferença entre as vistas esquerda e direita do mesmo objeto Projeção:
Universidade Federal do Pará Curso de Licenciatura em Matemática PARFOR Lista de Exercícios Referentes a Prova Substitutiva de Geometria Analítica
1 Universidade Federal do Pará Curso de Licenciatura em Matemática PARFOR Lista de Exercícios Referentes a Prova Substitutiva de Geometria Analítica 1. Determine a distância entre os pontos A(-2, 7) e
SketchUp: Tutorial I INTERFACE. Criado em: 16 de Julho de 2017, por Pedro Rodrigues
SketchUp: Tutorial I INTERFACE Criado em: 16 de Julho de 2017, por Pedro Rodrigues Atualizado em: ----- 1 - Abrir o programa: Clicar no ícone do programa no Menu Iniciar Escolher um Template Começar a
Interface DMES para Programação Máquinas de Medir por Coordenadas em Ambiente de Realidade Virtual
Interface DMES para Programação Máquinas de Medir por Coordenadas em Ambiente de Realidade Virtual Autores Leonam Joao Leal de Paula Orientador Alvaro Jose Abackerli Apoio Financeiro Pibic 1. Introdução
Ligações Químicas. Profª. Ms. Loraine Cristina do Valle Jacobs DAQBI.
Ligações Químicas Profª. Ms. Loraine Cristina do Valle Jacobs [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/lorainejacobs DAQBI Propriedades das Ligações Químicas TEORIA DA REPULSÃO DOS
Estudo do átomo de carbono (Hibridização), Estrutura de Lewis, Carga formal. Aula 2
Universidade Federal de Ouro Preto Estudo do átomo de carbono (Hibridização), Estrutura de Lewis, Carga formal Aula 2 Flaviane Francisco Hilário 1 1 Estudo do átomo de carbono 1.1 - Configuração eletrônica
Computação Gráfica. Prof. MSc André Yoshimi Kusumoto
Computação Gráfica Prof. MSc André Yoshimi Kusumoto [email protected] Primitivas gráficas em duas dimensões Matrizes em Computação Gráfica Todas as transformações geométricas podem ser representadas
Estudo Dirigido - Desvendando a Geometria Analítica: Distância entre dois pontos
Estudo Dirigido - Desvendando a Geometria Analítica: Distância entre dois pontos Conteúdo: Plano Cartesiano Público-alvo: Alunos de Ensino Médio Competências; Modelar e resolver problemas que envolvem
Teoria da Ligação Covalente. Teoria da Ligação de Valência (TLV)
Teoria da Ligação Covalente Teoria da Ligação de Valência (TLV) Teoria da Ligação Covalente Teorias de Lewis e VSEPR identificam: - Pares de elétrons ligados - Pares de elétrons isolados - Forma molecular
1º Teste de Computação Gráfica
1º Teste de Computação Gráfica LEIC/LESIM/LCI Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 15 de Abril de 23 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O teste
Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS PROGRAMACAO E INTEGRACAO DE JOGOS I. Marcelo Henrique dos Santos
Aula 4 Email: Site: [email protected] www.marcelohsantos.com.br Conceitos sobre a Unity Conceitos sobre a Unity BARRA DE CONTROLE DA CENA O primeiro menu drop-down é para escolher o modo de desenho.
Fundamentos de Química Orgânica. Prof. Dr. Fábio Herbst Florenzano
Fundamentos de Química Orgânica Prof. Dr. Fábio Herbst Florenzano Informações gerais Prof. Fábio Sala A-08, campus II Email: [email protected] Estrutura da disciplina Aulas Expositivas Estudos Dirigidos
Sumário COMPUTAÇÃO GRÁFICA E INTERFACES. Modelos e modelagem. Modelos e modelagem. Transformações Geométricas e Visualização 2D
Sumário COMPUTAÇÃO GRÁFICA E INTERFACES Transformações Geométricas e Visualização D Transformações geométricas Pipeline de visualização D Transformação de coordenadas Window-Viewport Recorte (Clipping)
QUÍMICA ORGÂNICA LIGAÇÕES QUÍMICAS GEOMETRIA MOLECULAR HIBRIDIZAÇÃO
QUÍMICA ORGÂNICA LIGAÇÕES QUÍMICAS GEOMETRIA MOLECULAR IBRIDIZAÇÃO 1 Geometria molecular O arranjo tri-dimensional dos átomos em uma molécula geometria molecular A teoria da repulsão dos pares de elétrons
CONTEÚDOS PARA BANCA MATEMÁTICA II. EDITAL Mestres e Doutores
CONTEÚDOS PARA BANCA MATEMÁTICA II EDITAL 07-2010 Mestres e Doutores 1- Trigonometria: identidades trigonométricas e funções circulares; a) Defina função periódica e encontre o período das funções circulares,
Prof. Hugo Braibante Química - UFSM
Prof. Hugo Braibante Química - UFSM estereoquímica Conceitos Forma tridimensional das moléculas Moléculas como objeto-imagens Moléculas com simetria Separação de Enantiômeros Diastereoisômeros Atividade
QUI109 QUÍMICA GERAL (Ciências Biológicas) 8ª aula /
QUI109 QUÍMICA GERAL (Ciências Biológicas) 8ª aula / 2016-2 Prof. Mauricio X. Coutrim (disponível em: http://professor.ufop.br/mcoutrim) A LIGAÇÃO COVALENTE É BASEADA NO COMPARTILHAMENTO DE ELÉTRONS Ex.
António Costa. Paulo Roma Cavalcanti
Introdução à Computação Gráfica Preâmbulo Adaptação: Autoria: João Paulo Pereira António Costa Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti Computação Gráfica Modelos Matemáticos Análise (reconhecimento de
