PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ODONTOLOGIA

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2 0 FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE CUIABÁ Cuiabá/Mato Grosso

3 1 CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ODONTOLOGIA Projeto Pedagógico elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante do Curso de Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, homologado pelo Colegiado do Curso. Cuiabá/Mato Grosso 2017

4 2 SUMÁRIO LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS... 7 APRESENTAÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR E DO CURSO GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) DADOS GERAIS DO CURSO PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS INSTITUCIONAIS PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS RESPONSABILIDADE SOCIAL POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO CONCEITOS ACADÊMICOS MODELO ACADÊMICO CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL AULA MODELO MATERIAL DIDÁTICO PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS BSC ACADÊMICO DO CURSO DE ODONTOLOGIA OBJETIVOS DO CURSO ESTRUTURA CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR INTERDISCIPLINARIDADE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR ACESSIBILIDADE PLENA COMPATIBILIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA ARTICULAÇÃO DA TEORIA COM A PRÁTICA... 67

5 TÓPICOS ESPECIAIS DISCIPLINAS SEMIPRESENCIAIS CONTEÚDOS CURRICULARES PLANO DE ENSINO EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA CONTEÚDOS PERTINENTES ÀS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL CONTEÚDOS PERTINENTES ÀS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS CONTEÚDOS PERTINENTES ÀS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E AO ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA ATIVIDADES PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS E ESTÁGIO CURRICULAR INTEGRAÇÃO E INTERAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) AULAS PRÁTICAS ESTÁGIO CURRICULAR ASPECTOS RELACIONADOS A SEGURANÇA DO USUÁRIO DO SUS EDUCAÇÃO EM SAÚDE GESTÃO EM SAÚDE INTERAÇÃO COM A COMUNIDADE LOCORREGIONAL RESPONSABILIDADE SOCIAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO OBJETIVOS CARGA HORÁRIA, ESTRUTURA E ORIENTAÇÃO AVALIAÇÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES APOIO AO DISCENTE APOIO EXTRACLASSE APOIO PSICOPEDAGÓGICO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ATIVIDADES DE NIVELAMENTO ATIVIDADES EXTRACURRICULARES

6 PROGRAMAS DE PARTICIPAÇÃO EM CENTROS ACADÊMICOS E EM INTERCÂMBIOS AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ATIVIDADES DE TUTORIA TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO- APRENDIZAGEM NÚMERO DE VAGAS PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA AVALIAÇÃO DO PPC CORPO DOCENTE E TUTORIAL NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO GESTÃO DO CURSO RELAÇÃO DO COORDENADOR COM OS DOCENTES E DISCENTES DO CURSO REPRESENTATIVIDADE NOS COLEGIADOS SUPERIORES EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR CORPO DOCENTE DO CURSO TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO REPRESENTATIVIDADE DOS SEGMENTOS PERIODICIDADE DAS REUNIÕES REGISTRO E ENCAMINHAMENTO DAS REUNIÕES COMPONENTES DO COLEGIADO DO CURSO TUTORES TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO EXPERIÊNCIA DO CORPO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

7 5 4.6 RESPONSABILIDADE DOCENTE PELA SUPERVISÃO DA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO E EXPERIÊNCIA DOCENTE INFRAESTRUTURA GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL (TI) ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA SERVIÇOS ACADÊMICOS SALA DE PROFESSORES SALAS DE AULA ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA BIBLIOTECA ACERVO BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIBLIOTECA VIRTUAL PERIÓDICOS CIENTÍFICOS ELETRÔNICOS LABORATÓRIOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUANTIDADE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUALIDADE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: SERVIÇOS UNIDADES HOSPITALARES E COMPLEXO ASSISTENCIAL CONVENIADO SISTEMA DE REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA LABORATÓRIOS DE ENSINO PARA A ÁREA DA SAÚDE... Erro! Indicador não definido LABORATÓRIOS DE HABILIDADES... Erro! Indicador não definido PROTOCOLOS DE EXPERIMENTOS... Erro! Indicador não definido. 6 REQUISITOS LEGAIS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (Conforme disposto na Lei N , de 27 de dezembro de 2012) TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA

8 DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto n /2005) PREVALÊNCIA DE AVALIAÇÃO PRESENCIAL PARA EAD INFORMAÇÕES ACADÊMICAS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC ANEXO I

9 7 LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS Quadro 1 - O PDI e as Políticas de Ensino do Curso Quadro 2 - O PDI e as Políticas de Extensão do Curso Quadro 3 - O PDI e as Políticas de Pesquisa ou Iniciação Científica do Curso Quadro 4 - BSC Acadêmico Quadro 6 - Composição do NDE Quadro 7 - Perfil do coordenador do Curso Quadro 8 - Titulação do corpo docente do Curso Quadro 9 - Componentes do Colegiado do Curso Figura 1- Disciplinas Profissionalizantes Figura 2- Aula Modelo Figura 3 - Tempos Didáticos Tabela 1- Matriz Curricular... Erro! Indicador não definido. Tabela 2- Infraestrutura da IES... Erro! Indicador não definido. Tabela 3 - Acervo Geral da Biblioteca Tabela 4 - E-Books Tabela 5 - Periódicos Eletrônicos da Base EBSCO Tabela 6 - Periódicos Eletrônicos Outras Bases Tabela 7- Laboratórios Didáticos Especializados: quantidade

10 8 APRESENTAÇÃO A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá entende o Projeto Pedagógico como um documento orientador de um curso, que traduz as políticas acadêmicas institucionais, fundamenta a gestão acadêmica, pedagógica e administrativa e articula as ações a serem adotadas em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais. O projeto contempla conhecimentos e saberes necessários à formação das competências, estabelecidas a partir do perfil do egresso, que nortearão todo o processo de ensinoaprendizagem. Sua estrutura prevê diversos elementos, dentre eles o contexto educacional e suas particularidades, os objetivos do curso, a matriz curricular com observância aos seus elementos e sua respectiva operacionalização, a metodologia e estratégias de ensino, os recursos humanos e materiais, bem como a infraestrutura adequada ao pleno funcionamento do curso. Dessa forma, o Projeto Pedagógico do Curso - PPC de Odontologia foi construído coletivamente, e implementado por meio do seu Núcleo Docente Estruturante - NDE, órgão que elabora e acompanha a sua consolidação em sintonia com o Colegiado do Curso. O processo de elaboração do PPC considerou a concepção de um Curso Superior que se concentrasse na aprendizagem, no aluno e no professor. No que concerne ao primeiro, considera-se que a aprendizagem se processa por meio de uma atividade cognitiva, nesse sentido, aprender é operar mentalmente, é raciocinar, é refletir, é agir, e consequentemente, resulta em mudanças de comportamento. Entende-se o aluno como um sujeito ativo, que ao assumir o papel de protagonista do seu processo ensino-aprendizagem, viabilizará o desenvolvimento de suas capacidades intelectuais e atitudinais. Neste contexto, o professor assume o papel de mediador da aprendizagem, um processo em que a transmissão de conhecimentos evolui para uma postura dinâmica que estimula o diálogo, a interação e a cooperação. Ao professor é necessário ser capaz de adequar sua linguagem, suas estratégias e recursos ao perfil dos alunos, de forma a viabilizar uma comunicação assertiva, tornando significativa a aprendizagem. Cabe ao NDE zelar para que esse documento se reflita como o produto de olhares atentos ao perfil do profissional, às competências e habilidades, aos conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais), à matriz curricular, à metodologia de ensino, às atividades de aprendizagem, e ao processo de avaliação, de modo que todos sejam objetivo de discussões, de revisão de paradigmas, de mudança de modelos mentais, de hábitos e de culturas. Nesse sentido, esse Projeto Pedagógico está aberto às inovações, práticas e legislações, que exijam fazer reestruturações, capazes de propiciar o fortalecimento dos vínculos entre educação e sociedade, visando a, em última instância, direcionar, positivamente, os destinos das pessoas e as políticas públicas que as influenciam. Por essas razões, o PPC do Curso de Odontologia será atualizado para fazer frente aos desafios, sempre que se fizer necessário. A preocupação que permeia todo o PPC é a formação de um profissional com senso crítico e reconhecida capacidade em articular os conceitos para resolver problemas, agindo de forma ética e com competência, criatividade, autonomia, determinação, objetividade, sensibilidade e sociabilidade, competências tão reconhecidas e valorizadas pelo mundo do trabalho.

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12 10 1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR E DO CURSO 1.1 GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A. A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá faz parte do grupo Kroton Educacional, empresa privada do ramo da educação, com uma trajetória de mais de 45 anos, por meio da marca Pitágoras, na prestação de serviços educacionais, com várias unidades de ensino distribuídas pelos estados brasileiros. Dentre as instituições de ensino que agregam o grupo estão a ANHANGUERA, FAMA, PITÁGORAS, UNIC, UNIME, UNIRONDON, UNOPAR e UNIDERP. Dados Institucionais da Kroton Educacional CNPJ/MF n.º / Av Paulista, 1106, Bela Vista CEP: São Paulo SP Fone: (11) comunicaçã[email protected] Home Page: Principais Dirigentes Executivos Presidente (CFO): Rodrigo Galindo Vice-Presidente Acadêmico: Mário Ghio Junior Vice-Presidente Presencial: Américo Matiello Diretora de Avaliação e Desenvolvimento Institucional (DDI): Gislaine Moreno 1.2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA IUNI Educacional S.A. CNPJ n.º / Rua: Av. Manoel José de Arruda, Cidade: Cuiabá CEP Fone: (65)

13 11 Home page: com Registro na Junta Comercial do Estado NIRE Representante Legal da Mantenedora NOME Gislaine Moreno FUNÇÃO Diretora de Avaliação e Desenvolvimento Institucional (DDI) e Representante Legal 1.3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) Universidade de Cuiabá Rua: Avenida José Manoel de Arruda, 3.100, Jardim Europa Cidade: Cuiabá CEP Fone: : (65) [email protected] Home page: Atos Legais: Credenciamento: o Universidade: Portaria MEC nº DOU nº 126, de 04/07/1997; Recredenciamento: o Universidade: Portaria MEC nº 1691 / 316 DE 15/04/2013 Dirigentes da IES NOME Fernando Ciriaco.Dias Neto José Cláudio Perecin Edirles Mattje Backes FUNÇÃO Reitor. Próreitor Acadêmico Diretora Acadêmica

14 12 Histórico da IES Localizada em uma região rica em recursos naturais e que oferece grandes possibilidades de desenvolvimento econômico regional e nacional, a Universidade de Cuiabá, com sede em Cuiabá, Estado de Mato Grosso, ocupa uma posição estratégica dentro de todo este sistema, pois vem contribuindo para o desenvolvimento da região pela pesquisa, pela formação de profissionais para dar suporte a esse desenvolvimento, bem como a preservação e promoção do bem comum, por meio de seus numerosos serviços de extensão. A Universidade de Cuiabá - UNIC foi reconhecida pela Portaria do MEC n.º 1.691, de 02 de dezembro de Em 14/02/90, a União das Escolas Superiores de Cuiabá, deu entrada junto ao Conselho Federal de Educação do projeto de transformação das Faculdades Integradas de Cuiabá, em Universidade de Cuiabá UNIC. Pelo Parecer CFE n. º 02/91, de 29/01/91, foi aprovada a Carta Consulta e pela Portaria n.º 02/91 de 19/02/91 foi nomeada a Comissão de Acompanhamento, que de imediato iniciou os trabalhos. Até 2013 a UNIC formou mais de alunos distribuídos em seus três campi. Seu quadro de professores é constituído por cerca de 796 docentes, incluindo doutores, mestres e especialistas nas diversas áreas do conhecimento. Além disso, conta com aproximadamente 700 funcionários técnico-administrativos diretos que prestam apoio nos diversos órgãos e setores da Universidade. Comprometida com a comunidade da qual faz parte, a UNIC através de sua ação social, atendeu gratuitamente nos últimos quatro anos, aproximadamente, pessoas carentes nas suas Clínicas, em seu Núcleo de Assistência Jurídica, nos Prontos-socorros e Creches, e discentes no seu Programa de Interiorização Universitária já em descontinuidade. A Universidade, portanto, assume seu papel e a função que a sociedade espera enquanto centro aberto receptador e decodificador dos anseios da comunidade, laboratório de fomentação do saber, de interpretação da realidade, de formação de recursos humanos capazes de atuar e interferir na comunidade, contribuindo para a mudança do meio. A UNIC, por seu porte e pela qualidade de seus cursos, desfruta de uma posição de destaque regional. A UNIC atualmente possui alunos matriculados nos 34 cursos de graduação ofertados e distribuídos nos três campi. Dispõe de um Centro de Pós-Graduação que já formou mais de alunos e conta hoje com 1554 alunos matriculados nos 46 cursos de especialização Lato Sensu e MBA ofertados nas diversas áreas de conhecimento, 6 Cursos de Pós graduação Stricto Sensu, sendo 5 Mestrados e um Doutorado. Missão Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável e de qualidade, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, contribuindo para o desenvolvimento de seus projetos de vida.

15 13 Visão Ser referência em educação, atuando de forma inovadora e sustentável, e a melhor escolha para estudar, trabalhar e investir, líder nos mercados onde atua. Valores Paixão por Educar - Somos educadores movidos pela paixão em formar e desenvolver pessoas; Respeito às Pessoas - Promovemos o respeito à diversidade e aos compromissos assumidos, cultivando relacionamentos; Honestidade e Responsabilidade - Agimos com integridade, transparência e assumimos os impactos de nossas ações; Fazer acontecer - Somos ágeis em transformar ideias e desafios em realizações; Foco em Geração de Valor Sustentável - Trabalhamos para gerar impactos positivos e sustentáveis para a sociedade; Trabalhar e Aprender Juntos - Unimos esforços para o mesmo propósito. Dados Socioeconômicos e Socioambientais da Região A UNIC, localizada na região central do Brasil, em Mato Grosso, onde se verifica a abundância de recursos naturais e que, efetivamente, viveu durante as últimas décadas um processo desordenado de crescimento, vem oferecendo suporte para a formação de profissionais que possam contribuir para o desenvolvimento regional organizado. Mato Grosso tem uma população estimada no ano de 2016 de milhões de habitantes (IBGE 2016) nos seus 141 municípios, distribuídos em km², em um espaço físico com quatro ecossistemas complexos Pantanal, Cerrado, Floresta Amazônica e Araguaia; que associados à baixa densidade demográfica apresentam grandes desafios para área educacional e socioambiental, derivadas do processo de (re)ocupação ocorridos nos anos 70, com forte presença dos estados do Sul e Sudeste, influenciando sobretudo nos saberes tradicionais (Figura 1). Em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) o estado de Mato Grosso ocupa a 11ª posição, segundo os dados do PNUD (2013), o que deixa o estado na pior posição em relação aos demais do Centro-Oeste, com um valor de 0,725, que é inferior ao valor do Brasil (0,727), cuja variação é de 0 a 1; para especialistas isto é considerado um médio desenvolvimento nacional. Dos 141 municípios, 48 tem alto índice e 05 baixo; esses parâmetros de referência são baseados na longevidade, nível de escolaridade e renda. Em contrapartida o PIB é um dos mais altos do pais (14º), com R$ bilhões no ano de 2012, devido a grande arrecadação do agronegócio (IBGE 2016). Conforme dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) no Ensino Médio constata-se que a situação permanece grave, quando Mato Grosso que ocupa a 24ª posição no ranking nacional atingindo uma pontuação de 2,7 pontos. O contexto é preocupante se considerarmos que houve uma queda a partir de 2013 ocorrendo regressão dos índices em 3,1% (IDEB 2013). Figura 1 Localização geográfica do Estado de Mato Grosso e da capital Cuiaba

16 14 O Estado de Mato Grosso vem se destacando, nas últimas décadas, pelo dinamismo econômico, pela posição destacada no agronegócio brasileiro, e pela sua contribuição à expansão das exportações brasileiras. Mato Grosso se caracteriza pelo intenso e rápido processo de ocupação da fronteira agrícola com a penetração da moderna agropecuária, que projeta o Estado como um importante pólo produtor e exportador do Brasil. O crescimento e modernização da economia mato-grossense foram determinados por iniciativas e circunstâncias externas ao Estado, principalmente as políticas e projetos do Governo brasileiro incentivando a expansão da fronteira agrícola no Centro-Oeste. Por outro lado, o empresariado do agronegócio de Mato Grosso tem uma forte influência de imigrantes que trouxeram uma cultura técnica e a iniciativa empresarial para as frentes de ocupação agropecuária. 1.4 DADOS GERAIS DO CURSO Instituição: Universidade de Cuiabá / Campus Beira Rio Endereço: Avenida Manoel José de Arruda, 3100, BairroJardim Europa, CEP Cuiabá- MT Odontologia: Bacharelado Nº de vagas ofertadas: 120 vagas semestrais Turno de funcionamento: Integral/diurno Regime de Matrícula: Seriado Semestral Duração do Curso: 8 semestres Carga Horária Total: 4000 horas Coordenador do Curso: Fábio Luis Miranda Pedro Atos legais: o Ato de criação/ Autorização: Decreto Federal - S/Nº de 07/07/1992 o Renovação do Reconhecimento pela Portaria Ministerial nº de 16/06/2005

17 15 Contexto Educacional do Curso O contexto educacional no qual foi concebido o Curso de Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá busca contemplar, com qualidade, as demandas efetivas de natureza econômica, social e socioambientais, como pode ser mostrado nas informações apresentadas neste capítulo. O contexto educacional no qual foi concebido o Curso de Odontologia da Universidade de Cuiabá busca contemplar, com qualidade, as demandas efetivas de natureza econômica, social e socioambientais. Nesse sentido, o curso adota práticas de estudos com metodologias e atividades de aprendizagem que provoquem em seus alunos o desenvolvimento da auto-aprendizagem, que estimulem a autonomia intelectual, a articulação entre teoria e prática, através de pesquisas individuais e coletivas, e a participação em atividades de extensão, como requisitos à formação de um profissional autônomo e competente. O Estado de Mato Grosso vem se destacando, nas últimas décadas, pelo dinamismo econômico, pela posição destacada no agronegócio brasileiro, e pela sua contribuição à expansão das exportações brasileiras. Ao mesmo tempo, o Estado ganha evidência pela exuberância de seus recursos naturais e pela diversidade dos seus ecossistemas, sobre os quais a expansão econômica vem gerando uma intensa pressão antrópica. A história recente de Mato Grosso se caracteriza pelo intenso e rápido processo de ocupação da fronteira agrícola com a penetração da moderna agropecuária, que projeta o Estado como um dos mais importantes pólo produtor e exportador do Brasil. Levantamento recente feito pelo governo federal cita Mato Grosso no Índice de Desenvolvimento da Família (IDF), o que melhor retrata condição de pobres no país. O Estado aparece em 10º lugar, de acordo com levantamento divulgado pelo Censo de 2010, o Índice aponta Mato Grosso com 0,62 pontos numa escala que vai de 0 a 1, sendo que 45,1% da população já são abrangidos pelos dados. A pesquisa mostra o Estado atrás de unidades da federação como Distrito Federal, São Paulo e Paraná, que aparecem respectivamente com notas 0,66, 0,65 e 0,64. Quanto maior o número, melhor o desempenho. Atualmente, Mato Grosso é o Estado do Centro-oeste com menor nível de escolaridade, o que tende a inibir a ampliação da pesquisa como também as inovações produtivas, pela influência na qualificação da mão de obra. O nível de escolaridade de Mato Grosso, estimado em 6,6 anos médios de estudo, está próximo do de Goiás e de Mato Grosso do Sul, mas bem abaixo do Distrito Federal, com 8,2 anos. Embora esta evolução seja resultado dos mecanismos de fomento e financiamento nacionais, apropriado pelo Estado de Mato Grosso, o governo do Estado vem ampliando lentamente sua presença no apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico. Mato Grosso gastou, em 2003, apenas 0,12% da receita total do Estado em ciência e tecnologia (de acordo com dados do Ministério da Ciência e Tecnologia); mesmo assim, em últimos 3 anos, o percentual de gastos do orçamento em C&T subiu de 0,05% para 0,12%, em 2003, ao mesmo tempo em que a região Centro-oeste reduzia seus gastos, chegando, neste ano ao percentual de Mato Grosso. Existem no estado do Mato Grosso 450 mil crianças matriculadas no ensino fundamental, 155 mil no ensino médio (SEDUC/MT 2015) e 151 mil alunos matriculados no ensino superior (INEP 2013). Confrontados com dados mais recentes, podemos observar um acréscimo do número de matriculados no ensino médio regular de 2,67%.

18 16 De acordo com dados do último Censo da Educação Básica do Inep/MEC de 2012, existem no Brasil matriculados no ensino médio. Já no médio técnico temos pouco mais de 1,3 milhões de alunos em todo o país. Juntando os dois níveis (médio + médio técnico), temos 9,6 milhões de possíveis estagiários. Já no nível superior, segundo o Censo Inep/MEC 2012, temos alunos. Desses, são de cursos presenciais (um crescimento de 3,1% em relação ao ano passado) e de educação à distância (aumento de 12,2% no mesmo período). Como podemos observar, no Estado do Mato Grosso, o ensino superior por sua vez não tem contado com a expansão necessária para o seu desenvolvimento. Atualmente, o número de vagas ofertadas para o sistema educacional universitário é insuficiente para suprir a demanda. A Política de Empregabilidade formaliza a atuação da Universidade de Cuiabá quanto à promoção da inserção de seus alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, o que afirma o compromisso em desenvolver a empregabilidade de seus alunos, por meio da promoção de sua qualificação profissional, especificamente nos seguintes aspectos: a) Promover a inserção dos alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, por meio da intermediação de emprego e do desenvolvimento de sua empregabilidade; b) Acompanhar a evolução profissional dos egressos; c) Entender o impacto do Ensino Superior na vida profissional dos alunos; e d) Buscar atender aos requisitos de qualificação profissional do mercado. Esses objetivos são coerentes com a missão de Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, gerando valor de forma sustentável. Integrante dessa política, o Canal Conecta é um portal web, criado para aproximar alunos e ex-alunos dos empregos disponíveis na região, de forma rápida, fácil e objetiva, bem como auxiliar as empresas na indicação dos melhores profissionais, de acordo com suas demandas mercadológicas atuais. Totalmente gratuita e inédita, a ferramenta permite às empresas a divulgação de suas vagas em aberto, incluindo estágio, visualização de currículos, agendamento de entrevistas e, ainda, a gestão de seus processos seletivos até a contratação do candidato. Os alunos e ex-alunos formados na IES poderão se candidatar para novas vagas, acompanhar o processo seletivo, acessar conteúdos sobre carreira, empreendedorismo e mercado, para auxiliar no crescimento profissional e desenvolvimento individual. A plataforma indicará cursos livres de curta duração a preços acessíveis, com o intuito de ampliar seu potencial competitivo e preparar-se para as oportunidades de empregabilidade. Por meio de algoritmos estatísticos, o sistema do Canal Conecta faz o cruzamento de dados dos candidatos mais indicados para cargos das empresas inscritas e consolida todo e qualquer tipo de vaga, para estudantes do ensino técnico até egressos que já possuem pós-graduação. A ferramenta auxiliará na gestão da carreira do aluno por tempo indeterminado, atuando como parceira da área de RH das empresas, estabelecendo uma relação com entidades de classe e empresas locais. Dessa forma, a IES restabelece também seu

19 17 compromisso com a responsabilidade social e com a cidadania no local onde está inserida. Por meio do acesso ao Canal Conecta, o aluno ou egresso registrado receberá mensagens e newsletters. Com isso, o ex-aluno poderá continuar a fazer parte da vida da instituição, além de conhecer as possibilidades de continuação de seus estudos no âmbito da instituição. As pesquisas de empregabilidade, ao abranger também egressos, permitem conhecer a evolução do desempenho dos alunos em suas carreiras e, assim, entender os efeitos da formação superior sobre suas vidas, retroalimentando as decisões no âmbito da IES. Tal pesquisa permite um acompanhamento sistêmico e periódico de alunos e exalunos da Universidade de Cuiabá, subsidiando análises de evolução salarial, índice de ocupação, relação entre ocupação e formação recebida, importância das atividades acadêmicas para a inserção no mercado, entre outras. Nessa perspectiva de transformação, o Curso de Odontologia busca atingir os objetivos propostos, uma vez que vem oportunizando esse equilíbrio, em momentos de reflexão conjunta e nas ações recíprocas. A sociedade do nosso tempo é complexa, caracterizada pelo heterogêneo, múltiplo e diverso. Uma instituição de Ensino Superior consubstancia-se em um ambiente ideal para o debate pluralista no campo das ideias. Este é o desafio proposto para o curso de Odontologia. No trabalho de reflexão realizado durante os encontros, seminários e grupos de estudo, para elaboração do presente Projeto Pedagógico, percebeu-se que o debate instigado pela diversidade proporcionou ao grupo: conhecimento, autoconfiança, transformação e a busca de uma identidade. Formas de Acesso ao Curso O ingresso na Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá é disciplinado pela Constituição Federal, pelos Pareceres CNE/CP n o 95/98 e, sobretudo, pelo que determina o Artigo 44 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu inciso II: Art. 44º. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: [...] II - de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo. Desse modo, os alunos podem ingressar no Curso de Odontologia por meio das seguintes formas: Concurso Vestibular Visando a selecionar candidatos, semestralmente a Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá oferece Concursos Vestibulares, cujas questões buscam mensurar no candidato o seu domínio das competências e habilidades, tais como aquelas definidas e avaliadas pelo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). As condições para submissão aos exames de seleção são que os candidatos tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente, ou que estejam em processo de conclusão até o início das atividades

20 18 letivas. Após os exames formais de seleção, caso haja vaga, o candidato pode agendar e se submeter a um exame simplificado, que busca avaliar uma produção textual argumentativa. Uma vez aprovado no exame simplificado, o candidato poderá ter acesso ao curso. Transferência Externa Indicada para alunos regularmente matriculados, ou com matrícula trancada em outra IES, cujo curso seja devidamente autorizado ou reconhecido pelo MEC. Eles podem solicitar Transferência Externa, em um processo que está condicionado à existência de vagas no curso pretendido. Caso o número de candidatos seja superior ao número de vagas, o candidato será submetido a um processo seletivo específico. Reaproveitamento de Curso Esta é uma forma de ingresso em que o candidato portador de diploma de nível superior, devidamente reconhecido, solicita isenção do vestibular para ocupar uma vaga nos cursos da IES. Este processo está condicionado à existência de vaga no curso pretendido. Caso o número de vagas seja inferior ao número de candidatos será realizado um processo seletivo específico. Prouni Por meio do Programa Universidade Para Todos (Prouni) do Governo Federal é possível o ingresso de alunos de baixa renda em instituições particulares credenciadas pelo Ministério da Educação com bolsas integrais ou parciais. Enem Considerando que o Exame Nacional de Ensino Médio - Enem avalia competências e habilidades inerentes a esse nível de ensino, o candidato pode optar por ingressar na Instituição, utilizando suas notas obtidas nesse exame, de acordo com os critérios estabelecidos pelo MEC.

21 19 2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS INSTITUCIONAIS 2.1 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS A filosofia adotada pela Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá prevê um processo educacional onde predominam a formação crítica dos indivíduos sobre a sociedade e seu papel enquanto cidadão transformador e o compromisso com a formação do homem e com o desenvolvimento social, científico e tecnológico. Acredita-se que é preciso articular a formação científico-profissional e a formação ética, política e estética; a aprendizagem como atividade de assimilação/compreensão/produção do conhecimento; e o processo de ensino-aprendizagem que tem como proposta explícita a liberdade, a igualdade, a autonomia de direitos, democracia, cidadania, humanização da natureza, existência social e do próprio homem. A instituição trabalha ações na administração, nos cursos, nos colegiados, nos Núcleos Docentes Estruturantes, no sentido de manter uma estrutura organizacional dinâmica, flexível, permitindo ajustes permanentes, adaptações e inovações contínuas, rupturas quando necessárias e transformações sobre o que está acontecendo em níveis de desenvolvimento cognitivo e tecnológico e, desta forma, se tornar agente promotora destas transformações. Para tanto, as aulas têm propostas dinâmicas, com conteúdos que usam a problematização e os estudos de casos como forma de tornar o aluno agente ativo no processo de ensino-aprendizagem. Ao mesmo tempo, essa proposta metodológica é flexível e estimula a discussão e a contextualização acerca de temas atuais entre alunos e professor, alinhados com a proposta das competências a serem desenvolvidas na aula. Essa proposta desloca qualquer ideia de que a Diretriz Acadêmica definida pela Kroton possa causar engessamento ou falta de coerência com as demandas locais. A Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá se propõe a preparar profissionais pensantes, críticos, reflexivos e criativos, por meio do ensino, pesquisa e extensão, além de buscar formar profissionais competentes, éticos e cidadãos. A relação entre a concepção filosófica e a prática pedagógica tem sido acompanhada por meio de avaliações em níveis de processos, avaliações de ensino-aprendizagem e avaliações atitudinais, tendo como ferramenta fundamental a avaliação institucional e a Comissão Própria de Avaliação (CPA), bem como, em discussões sobre os cursos nos aspectos administrativos e didático-metodológicos e em atividades do cotidiano dos colegiados. O projeto pedagógico da instituição, conforme descrito no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), visa proporcionar aos alunos uma formação prática, realista, cidadã e solidária com as necessidades do meio, integrando aspectos regionais e nacionais, por meio de currículos flexíveis que permitem eleger, reformular, ampliar as modalidades de formação. Este trabalho vem sendo desenvolvido no curso por meio dos seus colegiados, Núcleos Docentes Estruturantes, avaliações aplicadas pela Comissão Própria de Avaliação e reuniões entre coordenadores de curso, diretores e discentes. Em cada matriz curricular há disciplinas optativas que permitem atender a demandas de necessidade local, caso não tenham sido contempladas em outras disciplinas, ou não tenham sido contextualizadas em discussões em salas de aula. A identidade da Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá é construída continuamente, a partir dos princípios ético-políticos, epistemológicos e educacionais. Os

22 20 princípios ético-políticos que embasam o planejamento e as ações institucionais refletem-se nos valores e atitudes da comunidade acadêmica, nas atividades de ensino, nas relações entre as pessoas e destas com o conhecimento. Esses princípios são: I. O respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, portador de direitos e deveres; II. o respeito às diversidades de pensamento e ideologias, como possibilidades de crescimento individual e social; III. o compromisso com as finalidades e objetivos da instituição, considerando a atividadefim, educação, acima de qualquer interesse particular; IV. a busca constante da qualidade institucional através da qualidade de seus elementos humanos, de sua estrutura organizacional e de seus programas de ação; e V. o respeito às limitações físicas, mentais e emocionais. A Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá também adota o Princípio Ser Educador, que norteia as ações de todos os colaboradores, pois a instituição acredita que a educação somente é possível se houver comprometimento em educar. Nessa perspectiva, se assume o compromisso em contribuir com o estabelecimento do sentimento de pertença de toda a comunidade acadêmica. O Ser Educador possui, essencialmente, como característica do seu trabalho, a capacidade formadora, empreendedora e reflexiva, que contribui para o desenvolvimento de indivíduos conscientes, guiados por valores éticos e morais necessários à coletividade. Em consonância com os princípios filosóficos, a Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolve ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, buscando o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. 2.2 RESPONSABILIDADE SOCIAL A Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolve ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, buscando o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. As ações de Responsabilidade Social são norteadas pelas diretrizes de seu Projeto de Desenvolvimento Institucional. Faz parte da missão da IES contribuir para melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável. Para alcançar esse objetivo, a Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá desenvolve Projetos Institucionais de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, voltados para a diversidade e consciência humana, buscando o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade.

23 21 A garantia deste comprometimento institucional dá-se por meio das seguintes políticas: I. Gestão universitária democrática, aberta e transparente, especificando seu compromisso social com o ensino de qualidade e envolvendo o corpo social na tomada de decisão e no debate e direcionamento das ações; II. investimento na capacitação do corpo docente e promoção de programas de treinamento ao pessoal administrativo, que visem à permanente qualificação e atualização; III. possibilidade de oferta de bolsas de estudos a funcionários e docentes, como também aos seus dependentes, cumprindo seu compromisso social em propiciar o acesso e o crescimento profissional; IV. promoção de palestras que abordem a promoção humana e a igualdade étnico-racial; V. realização de ações que proporcionem a educação ambiental; VI. inclusão digital por meio da disseminação das tecnologias de informação; VII. manutenção de currículos dos cursos que contemplem atividades complementares para contribuir no desenvolvimento de habilidades e competências acadêmicas, inclusive aquelas constituídas fora do âmbito escolar, relacionadas ao mundo do trabalho, à prática profissional e às ações de extensão junto à comunidade; VIII. disseminação do conhecimento por meio de projetos de extensão e cursos livres; IX. ampliação do acesso ao ensino de qualidade por meio da adesão a programas de bolsas de estudos promovidos por órgãos federais, estaduais e municipais, além de programas promovidos com recursos próprios; X. desenvolvimento de projetos de extensão que envolvam ações de inclusão social, promovendo a integração da comunidade com a instituição; XI. interação e atendimento à sociedade através de prestação de serviços de qualidade; e XII. realização de ações voltadas à educação ambiental. Por meio dessas políticas, a Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá busca contribuir para o desenvolvimento econômico e social de sua região por meio de ações e programas de responsabilidade social, abaixo citadas, integrando as comunidades acadêmica e local: Trote Solidário: é um programa que tem o objetivo de engajar alunos, professores, coordenadores, colaboradores, gestores e diretores no desenvolvimento de ações que promovam cidadania, educação e trabalho em equipe, reafirmando o compromisso de IES socialmente responsável e marcando posição contrária ao trote violento. Semana do Ensino Responsável: momento em que apresenta os resultados e feitos de seus projetos sociais desenvolvidos ao longo do ano à comunidade por meio de atendimentos, palestras, campanhas, oficinas, jogos e atividades recreativas envolvendo alunos e colaboradores de todos os cursos. Semana Global de Empreendedorismo: é um evento que envolve 190 países com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora, conectando,

24 22 capacitando e inspirando as pessoas a empreender, a partir do movimento. A Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá participa todos os anos dessa semana, que ocorre durante todo o mês de novembro, por meio de diversas atividades, como oficinas, workshops, palestras, feiras, apresentação de projetos, envolvendo alunos, professores, colaboradores e a comunidade, abordando o empreendedorismo de alguma maneira. Além dessas ações, a Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá adota mecanismos de incentivo e apoio à Inclusão Social, envolvendo a alocação de recursos que possibilitem o acesso e permanência dos alunos, tais como: Bolsas de estudo oferecidas por meio de uma política de gerenciamento e concessão interna; financiamentos alternativos; e atendimento ao público-alvo da educação especial por meio de um núcleo que garante a acessibilidade plena a todos os acadêmicos da educação especial, respeitando seu direito de matrícula e permanência no Ensino Superior. Em consonância com os princípios filosóficos, a Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolve ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, buscando o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade, especialmente no que se refere à sua contribuição em relação: I. À Inclusão Social: alcançada por meio da adoção de mecanismos de incentivo e apoio a processos de inclusão social, envolvendo a alocação de recursos que possibilitem o acesso e permanência dos estudantes (bolsas de estudo, atendimento ao públicoalvo da educação especial, financiamentos alternativos e outros); II. à Promoção Humana e Igualdade Étnico-Racial: partindo da premissa de que a escola tem papel preponderante para eliminação das discriminações e para emancipação dos grupos discriminados, proporciona acesso aos conhecimentos científicos, aos registros culturais diferenciados, à conquista da racionalidade, que rege as relações sociais e raciais, aos conhecimentos avançados, indispensáveis para consolidação e ajuste das nações como educacionais, que valorizam e respeitam as pessoas para que não haja discriminações sociais e raciais em sua comunidade acadêmica; III. ao Desenvolvimento Econômico e Social: almejado por meio de ações e programas que concretizam e integram as diretrizes curriculares com os setores sociais e produtivos, incluindo o mercado profissional, assim por meio de experiências de produção e transferência de conhecimentos, tecnologias e dispositivos decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais, visando ao atendimento de demandas locais, regionais e nacionais; IV. à Defesa do Meio Ambiente: presente em ações e programas que concretizam e integram as diretrizes curriculares com as políticas relacionadas à preservação do meio ambiente, estimulando parcerias e transferência de conhecimentos, como também em experiências de produção e transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais voltadas para a preservação e melhoria do meio ambiente; e V. à Preservação da Memória Cultural, da Produção Artística e do Patrimônio Cultural: buscada por meio de ações e programas que concretizam e integram as diretrizes curriculares com as políticas relacionadas ao patrimônio histórico e cultural, visando a sua preservação, como também o estímulo à transferência de conhecimentos e tecnologias, decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais com vistas à

25 23 preservação da memória e do patrimônio cultural. 2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO As políticas institucionais de ensino, pesquisa e extensão, constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do Curso. O PDI e as Políticas de Ensino do Curso Quadro 1 - O PDI e as Políticas de Ensino do Curso. PDI CURSO PDI CURSO PDI POLÍTICAS DE ENSINO DO PDI E DO CURSO Elaboração e execução de projeto para estimular a abordagem interdisciplinar, a convivência, com foco em resolução de problemas, inclusive de natureza regional, respeitando as diretrizes curriculares pertinentes; O PPC de Odontologia foi concebido consonante com o modelo pedagógico institucional, adotando os conceitos de conhecimento, competência e habilidades com base nos quais foi concebido o BSC do curso, aonde se apresentam o perfil do egresso, as áreas de atuação e os respectivos objetivos, que delinearam a estrutura curricular fundamentada nas DCNO. A abordagem interdisciplinar e a convivência são exploradas de forma mais característica nas disciplinas institucionais e nas disciplinas de área área da saúde. Preparação do contexto e das circunstâncias para implementação das novas metodologias de ensino-aprendizagem adotadas; Atendendo à política do PDI, o curso de Odontologia mescla a prática de metodologias ativas e inovadoras de ensino-aprendizagens e recursos tradicionais e efetivos para o melhor ensino odontológico; o uso de TICs é adotado em todas as disciplinas, cujo principal AVA é o ILANG, denominado Portal Universitário. Todas as disciplinas do curso concebem suas atividades de aprendizagem teóricas e/ou práticas bem como as atividades de aprendizagem orientadas e as descrevem no respectivo Plano de Ensino, especificando-as nas Aulas Estruturadas elaboradas de acordo com as Unidades de Ensino, Temas ou Conteúdos, definidos no SISCON do curso para cada disciplina. Ambos Plano de Ensino e Aulas Estruturadas são disponibilizados aos alunos semestralmente no PU. O curso de Odontologia incorpora continuamente as TICs nas suas diversas disciplinas por meio do PU, aonde é possível interagir por meio eletrônico com os alunos através de mensagens, avisos, posts, discussões, postagem dos planos de ensino e das aulas estruturadas. Docentes e alunos participam, de forma colaborativa, por meio da construção coletiva, do processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares e pesquisas adicionais de temas correlatos. Somam-se aos recursos do PU o ambiente virtual dos EDs e das disciplinas interativas, compondo um cenário de aprendizagem contemporâneo, completo, inovador e motivador das atividades acadêmicas do ensino da Odontologia, aonde as interações midiáticas são incorporadas como recursos indispensáveis. Elaboração e execução de projeto que, com base na abordagem interdisciplinar, maximize a integração entre a teoria e a prática, bem como entre a instituição e o seu entorno;

26 24 CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO Consonante com a natureza da formação do cirurgião-dentista, a estrutura curricular concebida para este curso busca a máxima integração teóricoprática com vistas à formação do egresso definido no BSC do curso. A articulação da teoria com a prática é contemplada na abordagem dos diversos conteúdos componentes do SISCON do curso, tanto nas disciplinas DE ÁREA como nas disciplinas DO CURSO, observando o equilíbrio teóricoprático, permitindo, na prática e no exercício das atividades, a aprendizagem da arte de aprender; busca a abordagem precoce de temas inerentes às atividades profissionais de forma integrada, sem perda dos conhecimentos essenciais ao exercício da profissão; compromete o aluno com o desenvolvimento científico e a busca do avanço tecnológico. Elaboração e execução de projeto de oferta de cursos baseados em currículos por competências e habilidades; A avaliação, como parte integrante do processo ensino-aprendizagem do curso de Odontologia tem caráter formativo, sendo concebida como diagnóstica, contínua, inclusiva e processual; prioriza os aspectos qualitativos sobre os quantitativos, considerando a verificação de competências, habilidades e atitudes. É desenvolvida através de métodos e instrumentos diversificados, exemplificados no tópico 3.15 deste PPC, em que possam ser observadas as atitudes e os conhecimentos construídos/adquiridos pelo aluno. O acompanhamento e a observação do professor e dos resultados dos instrumentos de avaliação aplicados explicitarão a aquisição das competências, habilidades e atitudes, bem como os estudos posteriores necessários para atingi-las. O processo avaliativo do rendimento acadêmico do curso de Odontologia é regido pelas disposições gerais fixadas pelo Regimento Interno da instituição. Elaboração do BSC Acadêmico para cada curso; Para cada curso da Faculdade foi concebido um Balanced Scored Card Acadêmico BSC Acadêmico baseado no perfil profissional almejado, bem como nas competências a serem trabalhadas, considerando que um conteúdo profissionalizante somente será ministrado se estiver associado diretamente ao desenvolvimento de uma competência necessária para a empregabilidade dos egressos do curso. Assim o BSC Acadêmico do curso de Odontologia, apresentado no Capítulo 2 deste PPC, nortea a sua concepção e fornece as seguintes informações: Perfil profissional do egresso; Campos de atuação do curso; Competências a serem desenvolvidas; Habilidades a serem desenvolvidas; Disciplinas relacionadas às competências do curso; Conteúdos profissionalizantes e de conhecimento prévio relacionados às competências e disponibilizados no SISCON. Elaboração de atividades provocadoras de aprendizagem que visam incutir no aluno o interesse pelo tema abordado nas atividades de aprendizagem presencial e/ou não presencial; O procedimento metodológico para execução das aulas compreenderá atividades de aprendizagem teórico/ práticas e atividades de aprendizagem orientadas. ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM TEÓRICO/PRÁTICAS: As aulas teóricas serão desenvolvidas de forma interativa, com projeção multimídia, aulas interativas em programas de computador, exposição dialogada, discussão e problematização dos assuntos, trabalhos em grupo, utilização diversificada de recursos didáticos e audiovisuais, objetivando a construção de espaços potenciais de ensino-aprendizagem. As aulas práticas serão ministradas em laboratórios, clínicas, campos de estágio, etc. nas quais serão desenvolvidas as atividades práticas relacionadas à ementa da disciplina. ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM ORIENTADAS: são atividades extraclasse, desenvolvidas pelos acadêmicos em todas as disciplinas, visando à autoaprendizagem. Estas atividades são descritas na

27 25 PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO aula estruturada de forma clara e objetiva, e disponibilizadas para os alunos contendo o tempo médio que o acadêmico necessitará para o seu desenvolvimento, sendo possível compor as avaliações parciais. O AVA Ilang pode favorecer essa nova forma de avaliar por meio do incentivo à interação e através das ferramentas síncronas e assíncronas oferecidas no Portal Universitário: fóruns, s, chats, lista de discussão, palestras, etc. Elas devem proporcionar um ambiente propício à aprendizagem colaborativa e construção coletiva. As TIC na educação superior permitem mostrar várias formas de captar e mostrar o mesmo objeto, representando-o sob ângulos e meios diferentes: pelos movimentos, cenários, sons, integrando o racional e o afetivo, o dedutivo e o indutivo, o espaço e o tempo, o concreto e o abstrato. Promoção do estágio supervisionado com o objetivo de oferecer ao estudante experiências práticas que complementam o seu aprendizado, de forma a aperfeiçoar o seu processo de formação profissional e humana. As especificidades do estágio são contempladas no Plano de Ensino e Aprendizagem, que respeita as determinações das Diretrizes Curriculares e do Projeto Pedagógico do Curso, assim como todos os dispositivos legais federais e os fixados pelo Ministério da Educação e órgãos competentes; Consonante com a natureza da formação do cirurgião-dentista, a estrutura curricular concebida para este curso busca a máxima integração teóricoprática com vistas à formação do egresso definido no BSC do curso. A articulação da teoria com a prática é contemplada na abordagem dos diversos conteúdos componentes do SISCON do curso, tanto nas disciplinas DE ÁREA como nas disciplinas DO CURSO, observando o equilíbrio teóricoprático, permitindo, na prática e no exercício das atividades, a aprendizagem da arte de aprender; busca a abordagem precoce de temas inerentes às atividades profissionais de forma integrada, sem perda dos conhecimentos essenciais ao exercício da profissão; compromete o aluno com o desenvolvimento científico e a busca do avanço tecnológico. Revisão e atualização contínua dos projetos pedagógicos segundo escala de prioridades baseada nas avaliações institucionais e nas Diretrizes Curriculares Nacionais; O processo de auto avaliação anual da instituição oportuniza o levantamento de dados e a análise crítica das atividades desenvolvidas que especificam as ações necessárias a serem desenvolvidas no planejamento estratégico da instituição. Os resultados da auto avaliação do curso de Odontologia procuram identificar os aspectos que dificultam e/ou facilitam a ação acadêmica do curso, assim como sugerem estratégias de intervenção para corrigir rumos, consolidar sua ação pedagógica e alcançar efetivamente maior qualidade no ensino-aprendizagem. A coordenação do curso de Odontologia de posse dos relatórios estatísticos emitidos pela Comissão Própria de Avaliação CPA da instituição e informações próprias (reuniões, formulários próprios, pesquisa-ação...) redige anualmente seu Planejamento Estratégico Acadêmico (PEC), no qual busca estabelecer e cumprir compromissos relacionados às diversas melhorias e incrementos necessários às condições de oferta das diversas atividades acadêmicas do curso à luz das DCNO. Promoção de eventos de difusão do conhecimento científico em áreas prioritárias, com envolvimento do corpo docente e discente, inclusive com efeitos multiplicativos de outros eventos de que professores e alunos tenham participado; O curso de Odontologia oferta de forma sistemática e permanente Programas, Projetos e Cursos de Extensão e Pós graduação Lato sensu e Estrictu sensu com vistas a atender as solicitações da comunidade acadêmica e do entorno da instituição. Pode-se citar alguns projetos Banco

28 26 PDI de Dentes Humanos, Núcleo de Biossegurança e Bioética em Odontologia, e Jornada Acadêmica, Cursos de extensão acadêmica e profissonalizante nas diversas áreas da odontologia assim como cursos de especializações.estas ações além de atender às políticas extensionistas da instituição para o curso buscam reduzir as taxas de evasão, aumentando a retenção dos alunos. Desenvolvimento de ações que reduzam as taxas de evasão. CURSO O curso de Odontologia oferta de forma sistemática e permanente Programas, Projetos e Cursos de Extensão e Pós graduação Lato sensu e Estrictu sensu com vistas a atender as solicitações da comunidade acadêmica e do entorno da instituição. Pode-se citar alguns projetos Banco de Dentes Humanos, Núcleo de Biossegurança e Bioética em Odontologia, e Jornada Acadêmica, Cursos de extensão acadêmica e profissonalizante nas diversas áreas da odontologia assim como cursos de especializações.estas ações além de atender às políticas extensionistas da instituição para o curso buscam reduzir as taxas de evasão, aumentando a retenção dos alunos. O PDI e as Políticas de Extensão do Curso O curso de Odontologia da Universidade de Cuiabá consoante com o MEC define a extensão como um programa de formação da educação superior, voltado a estreitar a relação entre universidade e sociedade, aberto a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino, que confere certificado aos estudantes concluintes. Compreende PROGRAMAS, PROJETOS E CURSOS voltados a disseminar ao público externo o conhecimento desenvolvido e sistematizado nos âmbitos do ensino e da pesquisa e, reciprocamente, compreender as demandas da comunidade relacionadas às competências acadêmicas da IES". Quadro 2 - O PDI e as Políticas de Extensão do Curso. PDI CURSO PDI CURSO POLÍTICAS DE EXTENSÃO DO PDI E DO CURSO Aperfeiçoamento das atividades de extensão nos cursos, à luz da autoavaliação institucional e de cursos; O curso de Odontologia oferta de forma sistemática e permanente Programas, Projetos e Cursos de Extensão com vistas a atender as solicitações da comunidade acadêmica e do entorno da instituição. Constituem Projetos de Extensão do curso de odontologia da Universidade de Cuiabá: Banco de Dentes Humanos, Núcleo de Biossegurança e Bioética em Odontologia, e Jornada Acadêmica. Constituem Programas de Extensão da instituição: Feira da Cidadania; Giro das Profissões Ação global. Ampliação das atividades, segundo áreas prioritárias, especialmente onde for considerado mais necessário o estreitamento das relações entre a teoria e a prática; De acordo com a demanda de atendimentos odontológicos necessários à comunidade de Cuiabá e redondezas, o curso de Odontologia oferta de forma sistemática e com regularidade semestral os seguintes CURSOS DE EXTENSÃO: 1. Aumento de coroa clínica e outras cirurgias periodontais estéticas e préprotéticas 2. Cirurgia Bucal Menor 3. Endodontia de Molares - Básico (parte I) e Avançado* (parte II) 4. Inlays, Onlays e Facetas Cerâmicas 5. Ortodontia Preventiva e Interceptadora - Básico (parte I) e Avançado* (parte II)

29 27 PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO 6. Reabilitação com Prótese Parcial Fixa - Básico (parte I) e Avançado* (parte II) 7. Restaurações de Resinas Compostas Policromáticas, Tratamento de Dentes com Alterações Cromáticas Oferecimento de cursos de extensão em áreas selecionadas, conforme as demandas da comunidade, detectadas mediante sondagem sistemática; O constante desenvolvimento, crescimento e procura por novas tecnologias e procedimentos faz com que o curso esteja sempre em sintonia com parceiros e profissionais para as atualizações necessárias. sempre levando em conta a necessidade da sua comunidade. Estímulo à experimentação de novas metodologias de trabalho comunitário ou de ações sociais, envolvendo o aluno com diferentes possibilidades de atuação no sentido de reduzir as mazelas sociais e promover a disseminação do conhecimento do bem público; Ao buscar atender esta política institucional do PDI da Universidade de Cuiabá, foram concebidos e implantados, com contribuição colaborativa de todos os cursos da IES, coordenadores, docentes, discentes e funcionários, os Programas institucionais denominados: Ação Global; Giro das Profissões. Os relatórios e respectivos projetos se encontram arquivados na Direção Acadêmica da IES. Estabelecimento de ações que aliem a projeção da imagem da instituição a serviços específicos prestados à comunidade; Varias ações estabelecidas tem projetado a imagem da Instituição a serviços específicos da comunidade como participação efetiva dos eventos sociais como Dia da responsabilidade social, Ação global. Estabelecimento de estratégias para parcerias na busca de recursos financeiros externos, governamentais ou não governamentais, desde que compatíveis com as normas e políticas da instituição. Neste sentido, o curso de Odontologia busca participar dos editais públicos e dos Programas Federais com vistas à mobilidade acadêmica dos seus discentes, estando a instituição regularmente inscrita e participando do Programa Ciência sem Fronteira e do Programa Santander de Mobilidade Internacional. O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso A Universidade de Cuiabá ainda não definiu uma política de iniciação científica no seu PDI, entretanto estimula os cursos em iniciativas individuais. Assim, o curso de Odontologia, por meio do seu Colegiado de Curso e do NDE, concebeu GEPO _ GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA EM ODONTOLOGIA em 2011, cujo propósito é estimular ações dentre do âmbito da iniciação científica e ao mesmo tempo vinculando tais ações ao programa de pós graduação Strictu Sensu buscando interrelacionar a pósgraduação com a graduação. Quadro 3 - O PDI e as Políticas de Pesquisa ou Iniciação Científica do Curso. PDI CURSO PDI CURSO POLÍTICAS DE PESQUISA DO PDI E DO CURSO Promoção a atividades de pesquisa científiaca Os docentes são estimulados a participarem de projetos de pesquisa, dentro e fora da instituição Promover estudos, pesquisas e atividades relacionadas promoção de saúde bucal e a Odontologia Criação de grupo de pesquisa relacionados à temática de promoção de saúde, biologia e medicina periodontal

30 28 PDI CURSO Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, desenvolvendo desse modo o entendimento do homem e do meio em que vive. Há o estímulo à docentes e discentes no desenvolvimento de pesquisas, com disponibilidade de laboratórios e material para as atividades.

31 29 3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO 3.1 CONCEITOS ACADÊMICOS Para construção dos conceitos acadêmicos da instituição, primeiramente, debruçou-se acerca de respostas que pudessem elucidar a seguinte pergunta: Qual o objetivo do aluno ao ingressar em um curso superior? Naturalmente vários motivos podem responder a essa questão. Entretanto, foi necessária uma resposta que em certa medida representasse a maioria dos ingressantes, pois somente assim, num trabalho de pensar e repensar conjunto e participativo, seria possível criar os conceitos, elaborar os processos e implementar ações que levassem à concretização dos objetivos da grande maioria dos futuros alunos. Considerando isso, assumiu-se que o objetivo do aluno ao ingressar no Ensino Superior é de ter sucesso pessoal e/ou profissional, é ter um sonho realizado de conquista e superação, é consquistar a empregabilidade, tornando-se apto a ingressar e manter-se no mercado de trabalho, seja por meio do emprego, do empreendedorismo, da pesquisa ou de qualquer outra forma de ocupação. Tendo reconhecido a empregabilidade como centro dessa representação, a próxima pergunta que estimulou a busca por respostas, então, foi descobrir o que é preciso ter para ganhar empregabilidade? Um dos valores emergentes na sociedade pós-industrial é a progressiva intelectualização da atividade humana, que requer cada vez mais o uso das tecnologias e do conhecimento constituído por quatro pilares: SABER, FAZER, SER e CONVIVER (DELORS, 1999). O SABER permite compreender melhor a área de conhecimento escolhida pelo aluno e compreender o ambiente sob os seus diversos aspectos. Dessa forma, deve despertar a curiosidade intelectual, estimular o sentido crítico e permitir compreender o real, mediante a aquisição de autonomia na capacidade de discernir. Entretanto, de nada adianta SABER se o aluno não consegue utilizar e aplicar os conceitos e teorias adquiridas no meio onde vive (FAZER).O SER e o CONVIVER constituem a formação do cidadão, já que trata do desenvolvimento do indívíduo e da aprendizagem do viver com os outros. A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá entende como tarefa fundamental a promoção da convivência entre os acadêmicos dos diversos cursos, trabalhando a competência socioafetiva tão necessária hoje no mercado de trabalho. Consonante com esses conceitos e com o objetivo de atender aos novos desafios da Educação Superior, foi desenvolvido o Modelo Acadêmico Kroton Learning System - KLS 2.0, pautado na qualidade e na inovação, com foco na promoção da empregabilidade dos alunos MODELO ACADÊMICO Tendo em vista a missão, a visão e os valores da IES, que remetem para o objetivo de melhorar a vida das pessoas e ser referência em educação, com ética, respeito e integridade, promovendo o desenvolvimento das pessoas e atuando de forma inovadora e

32 30 sustentável, o Curso de Graduação em Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá é organizado e suas matrizes curriculares são configuradas para promover a relação entre as teorias essenciais e a prática profissional, a fim de formar os egressos com as competências necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho. Leva-se em conta, nessa perspectiva, a progressiva intelectualização da atividade humana. Atualmente, as atividades de trabalho requerem inteligência, criatividade, preparação cultural, enfim, requerem conhecimento. Ou seja, o conhecimento é um recurso indispensável. Em concordância com Delors (1999), a Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá entende que cada um dos quatro pilares do conhecimento [...] deve ser objeto de atenção igual por parte do ensino estruturado, a fim de que a educação apareça como uma experiência global a levar a cabo ao longo de toda a vida, no plano cognitivo, no prático, para o indivíduo enquanto pessoa e membro da sociedade (UNESCO, 1999). Tendo como suporte pressupostos teóricos de autores como Perrenoud, Delors e Zabala, em termos práticos, foram desenvolvidas ações para cada um dos pilares que a IES define como conhecimento. A aprendizagem baseada em conteúdos acumulados é substituída pela visão de que conteúdos não constituem o núcleo de uma proposta educacional, mas representam suporte para o desenvolvimento de competências. Assim, os métodos, as técnicas e as estratégias não são meios no processo de ensinar e aprender, mas se identificam com o próprio exercício das competências, mobilizados pelas habilidades, atitudes e conhecimentos em realizações profissionais. Por meio da integração entre o SABER, o FAZER, o SER e o CONVIVER, o curso desenvolve nos alunos não apenas uma nova mentalidade para o exercício profissional, mas um conjunto de habilidades procedimentais e atitudinais, que contribuirão para a formação cidadã. O KLS 2.0 foi concebido para possibilitar a concretização desta proposta. Um modelo integrado com as tecnologias da informação e comunicação (TIC), que focaliza a qualidade e a essencialidade dos conteúdos para a formação do perfil profissional desejado. Portanto, a proposta do curso privilegia os conteúdos essenciais que poderão ser aplicados no desenvolvimento das competências necessárias para cada campo de atuação em questão. O pressuposto é o de que o conteúdo ensinado, por si só, não levará à formação do profissional que se deseja para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. A articulação, a operacionalização e a contextualização são o cerne do processo de aprendizagem para que os conhecimentos construídos e assimilados possam ser colocados em prática de forma eficaz. Consequentemente, torna-se imperativo que o processo de ensino-aprendizagem forneça ao aluno as ferramentas necessárias para que ele possa desenvolver suas competências, a partir da articulação de habilidades, tais como: mobilizar o que aprendeu, desenvolver autonomia intelectual diante de um desafio profissional, saber transformar informações em conhecimentos pessoais, fazer análises e sínteses, relacionar aprendizado e tirar conclusões.

33 31 A ideia de competência pode ser sintetizada, segundo Moretto (2005), em três aspectos básicos: ideia de pessoa, ser capaz de; a ideia de mobilização, isto é, a capacidade de se mobilizar o que sabe para realizar o que se busca; e a ideia de conhecimento intelectual, a cognição. O conceito de competência, portanto, está relacionado à sua finalidade, que consiste em abordar e resolver situações complexas. Nesse contexto, o que muda na prática é que as atividades de aprendizagem que antes continham apenas conteúdos conceituais, agora, necessariamente, deverão conter conteúdos procedimentais e atitudinais trabalhados metodologicamente numa proposta relacional dos diferentes conteúdos, atividades de aprendizagem e avaliação. Para a organização da matriz curricular do KLS 2.0 foi construída uma metodologia, adaptada a partir de uma ferramenta de gestão, denominada Balanced Scorecard (BSC), desenvolvida pelos professores da Harvard Business School (HBS), Robert Kaplan e David Norton. O BSC Acadêmico é uma adaptação dos conceitos e princípios do Balanced Scorecard para escolha, organização, disponibilização, distribuição e avaliação das competências, habilidades e conteúdos de cada curso ofertado na IES. Na construção do BSC Acadêmico foram considerados: PERFIL DO EGRESSO O curso Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá se compromete a estruturar e atender um perfil profissional com sólida formação geral e humanística, capacidade de análise, domínio dos conceitos de sua área aliada a uma postura reflexiva e de visão crítica que fomente a capacidade e a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica de forma a atender ao mercado de trabalho. ÁREA DE ATUAÇÃO A definição de área de atuação possui o intuito de facilitar a apuração das competências e habilidades necessárias para o bom desempenho profissional e não deve ser confundida com local de trabalho. Tornar precisas as áreas de atuação do curso permite selecionar as competências e habilidades necessárias para um profissional especialista na área escolhida, porém generalista e abrangente. COMPETÊNCIAS GERAIS Determinam o que o aluno deve conhecer bem para ser capaz de desempenhar suas funções na área de atuação em que está sendo formado. COMPETÊNCIAS TÉCNICAS Determinam o que o aluno deve conhecer bem para aplicar métodos, processos e ser capaz de responder às situações concretas encontradas na realidade profissional, por meio da concretização da aprendizagem na forma de um produto, tais como maquete, laudo, projeto, procedimento, entre outros. DISCIPLINA

34 32 Representa o nome do componente curricular que agrega toda a estruturação de uma competência. UNIDADE DE ENSINO Trata-se das ementas que representam o conjunto de conteúdos. CONTEÚDO Desdobramento dos assuntos granulares que devem ser trabalhados para o desenvolvimento das competências previstas. CLASSIFICAÇÃO DO CONTEÚDO Determina se o conteúdo é teórico ou prático (aquele que exige roteiros de aulas práticas e vivências em laboratórios específicos/campo). CARGA HORÁRIA DO CONTEÚDO Definição de carga horária para cada conteúdo contemplado. TIPO DE OFERTA Modalidade de oferta presencial ou semipresencial (neste caso, exclusivo para curso reconhecido). CATEGORIZAÇÃO DA DISCIPLINA Disciplina de fundamento ou profissionalizante CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR O processo de concepção e organização da matriz curricular e, consequentemente, das disciplinas que a compõem, segue um percurso particular dentro do KLS 2.0. Esse percurso inicia-se com a definição das Competências que subsidiarão o ensino crítico, reflexivo e criativo, por meio do desenvolvimento de conteúdos curriculares que contemplem saberes fundamentais à construção de um perfil acadêmico e profissional do egresso. Desvia-se o foco da construção da disciplina como elemento fundador resultante no currículo, sem contudo deixar de considerar sua importância no conjunto organizado que compõe a Estrutura de uma Matriz Curricular. Sendo assim, no contexto do KLS, as competências podem ser compreendidas como aptidões adquiridas quando da junção e coordenação de conhecimentos, habilidades, valores e atitudes que permitem ao aluno constituir domínio suficiente para exercer, de modo eficaz e eficiente, as atividades requeridas no contexto do trabalho, nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Essa capacidade de mobilizar recursos cognitivos em resposta às diversas situações determina a seleção das técnicas apropriadas (o fazer associado ao aplicar, às habilidades exigidas pela prática) e suporta a definição dos conteúdos que devem ser ministrados em uma disciplina. O currículo é visto como conjunto integrado e articulado de situações-meio, didaticamente concebidas e organizadas para promover aprendizagens significativas e funcionais, o alvo

35 33 de controle constitui-se na geração das competências profissionais gerais e específicas. A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá trabalha o currículo por competências, no qual o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdos, em que aluno atua como sujeito passivo. Assume-se, nessa construção, o conceito de que uma disciplina consiste na soma de competências gerais. A derivação da competência geral em seus componentes constitutivos depende, porém, da categorização das disciplinas, a saber: Disciplinas de Fundamentos ou Disciplinas Profissionalizantes. DISCIPLINAS DE FUNDAMENTOS Uma disciplina de fundamentos é, como se anuncia, elaborada para abranger as competências e conteúdos que estabelecem as relações de base e subsidiam a posterior imersão em conteúdos de cunho profissional. São alicerces que consolidam a estrutura conceitual necessária para o aluno progredir, englobando conteúdos fundamentais que se interligam aos eixos de formação. Por meio de conteúdos que orientam a construção do conhecimento, proprocionam ao aluno conhecer e aprender conceitos e contextos para que ele seja capaz de desenvolver as competências profissionalizantes. Uma boa fundamentação conceitual e contextualizada facilitará a aprendizagem dos conteúdos profissionalizantes. Uma disciplina de fundamentos é, portanto, a base estruturante para que as disciplinas profissionalizantes possam oportunizar o desenvolvimento das competências exigidas durante o exercício profissional. DISCIPLINAS PROFISSIONALIZANTES As disciplinas profissionalizantes propiciam o desenvolvimento das competências técnicas exigidas para a atuação do futuro egresso. É nesse momento do seu percurso formativo que o aluno desenvolve o fazer prático, articulando os saberes, as habilidades, técnicas e atitudes que prenunciam a capacidade de responder a situações reais e complexas com os quais os profissionais se deparam cotidianamente. Essa capacidade de aprendizagem e de resposta às situações concretas contribui para o desenvolvimento de atitude profissional, possibilitando a construção dessas experiências em novos saberes, possíveis de serem mobilizados em diferentes contextos. Uma disciplina profissionalizante depreende de competências gerais e técnicas, bem como de produtos, ou entregas, relacionados ao exercício prático profissional. Os conteúdos que precisam ser ministrados derivam, portanto, da técnica e do produto (Figura 1). Figura 1- Disciplinas Profissionalizantes

36 34 G T P C Competência Geral Competência Técnica Produto Conteúdos CONHECER para ser capaz de ATUAR PROFISSIONALMENTE, nas diferentes Áreas de Atuação APLICAR (métodos, processos, técnicas) para ser capaz de RESPONDER as situações complexas encontradas na realidade profissional. ENTREGAR (maquete, laudo, projeto), para ser capaz de SOLUCIONAR problemas. TEMAS que orientam a construção do conhecimento e que constituem a base mais granular para o processo de ensino e aprendizagem. A disciplina profissionalizante é, portanto, concebida para atender ao conceito acadêmico do KLS 2.0, por meio de um ambiente de ensino-aprendizagem, com o enfoque na empregabilidade. 3.2 METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL Nos dias de hoje, a educação visa fundamentalmente à preparação para o exercício da cidadania, cabendo ao curso formar acadêmicos com conhecimentos, habilidades, valores, atitudes, ética, e formas de pensar em atuar na sociedade, por meio de uma aprendizagem significativa. Nessa perspectiva, todas as ações do Curso de Odontologia ocorrem no sentido de romper com a perspectiva tradicional e se dirigir para um modelo em que professor e aluno interagem no processo de ensino-aprendizagem, por meio de diferentes canais e procedimentos de ensino, visando que as aprendizagens se tornem significativas. O principal papel na promoção de uma aprendizagem significativa é desafiar os conceitos já aprendidos, para que se reconstruam de forma mais ampliada. Isso é feito por meio de planejamento, quando se coloca ao aluno um novo desafio, no sentido de buscar formas de provocar instabilidade cognitiva. Dessa forma, planejar uma aula significativa é a primeira etapa da metodologia a ser aplicada, pois representa, em primeira análise, buscar formas criativas e estimuladoras de desafiar as estruturas conceituais dos alunos. Isso é importante, pois, segundo Ausubel (1982), é indispensável para que haja uma aprendizagem significativa, que os alunos se predisponham a aprender significativamente. Neste sentido, busca-se estratégias de ensino-aprendizagem utilizando recursos tais como: mapas conceituais, metodologias baseadas em projetos, tecnologias interativas de ensino, visitas técnicas, aulas práticas de laboratório, estudo de caso, problematização, grupos de verbalização e grupo de observação, metodologias de simulação, oficinas (workshops), aulas expositivas dialogadas, tempestade cerebral, seminários, aprendizagem baseada em problema, etc. O Curso de Odontologia adota uma metodologia de trabalho que considera o perfil do ingressante, ensejando que cada disciplina ofertada possibilite o desenvolvimento das habilidades e competências projetadas, possibilitando que o egresso tenha o perfil que lhe

37 35 garanta uma boa empregabilidade. Para tal, a metodologia nasce do planejamento, que propõe novas metodologias, mais atualizadas e condizentes com os perfis dos ingressantes e egressos na atualidade. Além disso, considerando os diferentes perfis que temos em nossa IES, busca-se ontemplar nesse na metodologia a acessibilidade plena. Entende-se que a acessibilidade plena se remete ao direito assegurado ao público-alvo da educação especial às condições de igualdade no acesso, na permanência e na terminalidade dos estudos na educação superior. Tais condições são promovidas institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de barreiras, a saber: arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, nas comunicações e digitais. A acessibilidade arquitetônica se concretiza por meio do rompimento de barreiras físicas dentro do espaço acadêmico, incluindo a estrutura física da IES, de forma que seus ambientes permitam o desenvolvimento de atividades acadêmicas. Os exemplos mais comuns de acessibilidade arquitetônica são a presença de rampas, banheiros adaptados, elevadores adaptados, piso tátil, entre outras. A acessibilidade atitudinal está relacionada à capacidade do indivíduo de identificar-se como parte integrante da diversidade, livre de preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações, visto que são as atitudes que impulsionam a remoção de barreiras. Essa acessibilidade ocorre por meio de ações e projetos relacionados à acessibilidade em toda a sua amplitude. Por meio destas atitudes, a acessibilidade metodológica (também conhecida como pedagógica) é promovida pela eliminação de barreiras por meio de metodologias e técnicas de estudo desenvolvidas pelo docente. É possível notar a acessibilidade metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos pedagógicos, flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência, como, por exemplo: pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores e leitores de tela, comunicação alternativa, aprofundamento de estudos, entre outros recursos, conforme a Resolução VP Acadêmica de Graduação n 1/2015, que regulamenta o atendimento ao público-alvo da educação especial, por meio do Núcleo de Educação Especial Inclusiva - NUEEI. A acessibilidade digital e nas comunicações se efetiva por meio das variadas formas de comunicação sem obstáculos, como a língua de sinais, aprofundamento de estudos, uso de programas específicos por intermédio de computadores, bem como a difusão e facilidade no uso de novas tecnologias, mecanismos digitais e de tecnologias assistivas. Para garantir a contratação e gestão do Intérprete o NUEEI disponibiliza para as unidades o Manual de orientações para Gestão do Intérprete da Libras e a Declaração para solicitação de intérprete da Libras. Além das orientações para a contratação dos intérpretes da Libras e, atentos à formação do professor e a familiarização com o contexto dos alunos, a IES oferece curso de capacitação em Educação Inclusiva e em Libras, oportunizando o contato e a difusão da Língua Brasileira de Sinais. Essas orientações contribuem para a eliminação de barreiras comunicacionais. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial no Curso de Odontologia é realizado pelo NUEEI, composto por profissionais da área da Educação Especial, que conta com a participação colaborativa de outros profissionais do

38 36 Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo atendimento local na IES, composto por um representante dos coordenadores, um representante docente, um representante do Corpo técnico-administrativo e um representante da CPA. O procedimento metodológico para execução das aulas considera o que determina o Kroton Learning System, sobre cujos princípios, fundamentação e evolução foram descritos no item AULA MODELO Em sintonia com os conceitos acadêmicos adotados, o Curso de Odontologia vem buscando estratégias de ensino-aprendizagem por meio de metodologias ativas que desenvolvam competências e habilidades necessárias ao egresso que se quer formar, como possibilidade de desenvolvimento do pensamento, da autoanálise e da autoaprendizagem. Por meio de situações propostas, didaticamente concebidas e organizadas para promover aprendizagens significativas e funcionais, o alvo constitui-se na geração das competências profissionais gerais e técnicas. Dessa forma, o KLS 2.0 considera que a sala de aula é um espaço de aprendizado dialógico, baseando-se em situações da realidade profissional (SRs) e situações-problema (SPs), que instiguem reflexão e ação. Nesse sentido, foi criada a Aula Modelo, cujos principais objetivos são: Maximizar a eficácia das atividades em sala de aula. Estruturar o tempo fora da sala de aula para o máximo benefício de aprendizagem. Criar e manter o espírito de parceria entre alunos e professores. A Aula Modelo, baseada no conceito Sala de Aula Invertida, compreende três momentos didáticos, a saber: Pré-aula, momento que antecede a aula, tem por objetivos desafiar, incentivar e estimular o aluno para a aprendizagem, por meio de proposições via webaula (WA), livro didático (LD), objetos de aprendizagem, textos ou outros recursos que o professor julgar relevantes. Aula mediada, momento em que são desenvolvidas atividades para resolver situações-problema, momento em que as trocas de experiências e conhecimentos são estimuladas. Pós-aula, momento destinado à realização de atividades e de propor novos desafios a fim de despertar os alunos para novas aprendizagens. As aulas são planejadas para serem desenvolvidas na seguinte sequência: Introdução: Levantamento de ideias a partir do assunto que foi proposto na préaula. Desenvolvimento: Desencadeamento do tema e explicação dialógica do assunto pelo professor. Conclusão: Nessa etapa o professor deve fazer uma síntese geral do assunto, retomando os pontos mais importantes, e questionando os alunos para perceber como a aprendizagem está se processando.

39 37 O professor, tendo o Plano de Ensino como referência, estrutura a sua aula modelo e disponibiliza, juntamemnte com o Plano de Ensino, no Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA, apresentando uma sequência sistematizada do que deve ser desenvolvido em sala de aula, tais como: os conteúdos, os textos, os exercícios e/ou as atividades a serem realizadas. Os materiais sugeridos pelo professor não devem se limitar apenas ao assunto que será abordado, devem também permitir ao aluno o estudo aprofundado do tema. Todo o material e as atividades de aprendizagem utilizadas ficarão disponíveis para o aluno durante todo o tempo de sua formação. Assim, a qualquer momento, o aluno poderá revisar o tema estudado e, a cada semestre, terá à sua disposição não apenas os materiais e atividades de aprendizagem daquele semestre, mas também os de todos os semestres já cursados. Resumidamente, a Aula Modelo está representada pela figura abaixo (Figura 2): Figura 2- Aula Modelo Esse modelo parte do pressuposto de que o conhecimento não deva ocorrer apenas ao tempo previsto para a duração das aulas, conforme determina a Resolução nº 3/2007 e no Parecer CNE/CES nº 261/2006, que define que Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que compreenderá: I. preleções e aulas expositivas; II. atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas.

40 38 Deste modo, o aluno desenvolve, no mínimo, 60 minutos de atividades acadêmicas efetivas, 50 minutos de aula e 10 minutos de atividades orientadas compreendidas entre a pré-aula e a pós-aula. Todo o conteúdo é planejado pelo professor da disciplina, promovendo uma inter-relação entre os tempos didáticos e, consequentemente, viabilizando o desenvolvimento do aluno. Neste cenário, o professor está presente em todo o processo orientando, auxiliando e intermediando o processo de ensino-aprendizagem. É importante ressaltar que para a Aula Modelo foi estruturado um material didático baseado na sistematização conceitual e no ensino fundamentado na problematização, que possiilita ao aluno o desenvolvimento do pensamento crítico e a aplicação dos conhecimentos em situações práticas e reais. Os materiais didáticos visam potencializar o processo ensinoaprendizagem por meio de livro didático, webaula, roteiro de aulas práticas, entre outros. Para além desses materiais, o professor pode, se julgar necessário, agregar novos recursos e materiais que contribuirão com o desenvolvimento da disciplina. As disciplinas que não possuem Material Didático também terão os três momentos didáticos planejados e aplicados pelo professor da disciplina. Em uma disciplina de fundamento, a problematização do conteúdo é realizada a partir de sua competência e dos resultados geradores de aprendizagem. Já para uma disciplina profissionalizante, a problematização do conteúdo é realizada a partir da competência técnica e do produto. Resumindo, a metodologia adotada pelo KLS 2.0 pode ser representada por meio da aula modelo e pelos materiais adotados, conforme figura abaixo. Figura 3 - Tempos Didáticos Pré-Aula Sistematização de conceitos. Deve ser provocativa e despertar o interesse do aluno no conteúdo. Webaula, roteiro do vídeo, livro didático e atividades diagnósticas. METODOLOGIA Aula Mediada Resolução de situação-problema. Aprofundamento por meio de atividades. Plano de aula e roteiros de aula prática (quando a disciplina exigir CH prática). Pós-Aula Preparação para a aula seguinte. Atividade de aprendizagem.

41 39 Por fim, a metodologia adotada, em consonância com o modelo acadêmico, promove ações de ensino-aprendizagem para desenvolver as competências necessárias para a empregabilidade dos seus alunos. Sabe-se que entre os principais desafios da era contemporânea é que os jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento e de suas comunidades, uma das abordagens adotadas passa pelo desenvolvimento de competências socioemocionais. Nesse processo, aprende-se a colocar em prática as atitudes e habilidades que possibilitarão ao aluno controlar suas emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável. Dessa forma, com base nos quatro pilares da educação - aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver -, a IEs prepara os alunos não apenas para o aprendizado dos conteúdos curriculares, mas também a serem pessoas colaborativas e críticas, preparadas para desenvolver uma atividade profissional MATERIAL DIDÁTICO O material didático da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá é um recurso pedagógico relevante, o qual auxilia o processo de ensino-aprendizagem e materializa o ensino por competências. A cada aula, correspondente a uma seção do material, o conteúdo é abordado de forma contextualizada e exemplificada numa situação-problema (SP). Isso exige que o aluno compreenda e mobilize os conteúdos teóricos para análise, síntese e aplicação deles na resolução de um problema, viabilizando e reforçando o desenvolvimento das competências almejadas no perfil profissional do egresso. Para o corpo docente são disponibilizados planos de aulas e roteiros para as aulas práticas, contendo orientações de didática de ensino do conteúdo e técnicas de mediação para resolução da situação-problema (SP). Tais materiais auxiliam o planejamento do professor em relação à aula, permitindo a avaliação contínua e formativa da aprendizagem em sala de aula, como também estimulam a autonomia do professor em sala de aula, permitindo a flexibilidade e interdisciplinaridade, focando nas necessidades locorregionais de seus discentes. Dessa forma, por meio dos materiais didáticos busca-se desenvolver o pensamento crítico dos alunos e as competências profissionais para a resolução de problemas, as quais são cada vez mais exigidas pelos empregadores. A produção dos materiais didáticos segue etapas rigorosas de qualidade que são organizadas por processos que interligam uma cadeia que tem como princípio a elaboração, posteriormente a editoração e, por fim, a disponibilização do material ao aluno no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Esta construção tem o BSC do curso como documento norteador para promover a transformação do conteúdo em material didático, buscando oferecer todos os elementos necessários, compatibilizando com aprofundamento e coerência, aliando teoria e prática por meio das situações-problema apresentadas ao longo do material. O material didático oferecido ao aluno da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá também será pensado de acordo com os requisitos de acessibilidade necessários para a inclusão do público-alvo da Educação Especial, a saber, pessoas com:

42 40 deficiência; transtornos globais do desenvolvimento (Autismo, Síndrome de Rett, Síndrome de Asperger, Transtorno Desintegrativo da Infância) altas habilidades/superdotação Para tanto, haverá materiais compatíveis com leitores de tela e textos com fonte ampliada, vídeos com janela da Libras e, quando solicitado, a disponibilização de recursos e adaptações específicas. A IES disponibilizará auxílio de ledor/transcritor, intérprete da Libras, equipamentos (computador com software leitor de tela, para digitalização e conversão de texto em áudio), além de formação continuada para o corpo docente e colaboradores, a fim de contribuir com o processo de inclusão dos alunos por meio de ações para atender os espectros de acessibilidade metodológica, atitudinal, programática, digital e nas comunicações em busca da acessibilidade plena. 3.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO Partindo do princípio de que o aluno ingressa no Ensino Superior principalmente para ter empregabilidade, o Curso de Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, por meio do KLS 2.0, se preocupa com uma formação do profissional-cidadão competente e capacitado a ingressar e manter-se no mercado de trabalho, desenvolvendose com eficiência e eficácia na área que escolheu atuar. Para a formação desse egresso, a proposta de organização curricular é realizada em função das competências que os acadêmicos precisam desenvolver, respeitando-se as aprendizagens, conhecimentos e as construções adquiridas anteriormente. Nessa proposta, a elaboração do currículo tem como referência o perfil do egresso. É esse perfil que orientará a definição das áreas de atuação, a composição das competências a serem desenvolvidas e, consequentemente, o conjunto de elementos que contribuirão para se estabelecer as conexões necessárias. Compreendendo que as competências permitem mobilizar conhecimentos para enfrentar determinadas situações, as atividades de aprendizagem vão além dos conteúdos conceituais, abrangendo também os conteúdos procedimentais e atitudinais, que garantirão o perfil profissional do egresso que se deseja formar. As competências a serem trabalhadas no curso estão de acordo com as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCNs e têm como foco o que o egresso necessita conhecer bem para ser capaz de desenvolver suas atividades nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Neste contexto, o egresso deve ter como pressupostos essenciais o compromisso de atuar no contexto socioeconômico e político do país, sendo um profissional e cidadão comprometido com os interesses e desafios da sociedade contemporânea e capaz de acompanhar a evolução científica e tecnológica da sua área de atuação, mantendo adequado padrão de ética profissional, conduta moral e respeito ao ser humano. Considerando as concepções filosóficas e educacionais, os objetivos formativos da IES, sua missão, visão, valores, e os preceitos dispostos no seu PDI; a Faculdade de Odontologia da

43 41 Universidade de Cuiabá busca que os egressos de todos os seus cursos superiores, sejam profissionais que tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável; tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, tecnológica e científica; atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável; saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; e sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos. No âmbito do curso, a Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia, define o perfil do egresso desse curso, em seu Art. 3º, da seguinte forma: O Curso de Graduação em Odontologia tem como perfil do formando egresso/profissional o Cirurgião Dentista, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor técnico e científico. Capacitado ao exercício de atividades referentes à saúde bucal da população, pautado em princípios éticos, legais e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade. Em alinhamento com o disposto na referida Resolução, considerando os pressupostos assumidos pela Faculdade, e mediante o conjunto de conhecimentos que serão internalizados ao longo do Curso de Odontologia, busca-se que os seus egressos tenham o perfil de profissionais generalistas, aptos a analisar, interpretar e agir em situações pertinentes à Odontologia, a partir de atitudes críticas, reflexivas e éticas, pois adquiriram habilidades suficientes para, eticamente, atuar diagnosticando, planejando e executando tratamentos odontológicos; promovendo, mantendo, prevenindo e recuperando a saúde bucal. interagindo com os outros profissionais da saúde; atendendo crianças, adultos e idosos, em diferentes níveis de complexidade; realizando pesquisas na busca de solução para problemas peculiares relacionados à saúde bucal e suas relações; gerenciando o trabalho e os recursos materiais, de modo compatível com as políticas públicas de saúde; e promovendo, prevenindo, recuperando e reabilitando a saúde do indivíduo e da comunidade, primando pela segurança. Considerando as habilidades e competências desenvolvidas ao longo do Curso e seu perfil profissiográfico; o odontólogo formado pela Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá poderá atuar nas seguintes áreas de Atenção a Grupos Especiais em Odontologia; Atenção Básica em Odontologia; Propedêutica Clínica e Cirúrgica; Reabilitação Oral; e Saúde Bucal Coletiva, descritas no item BSC ACADÊMICO DO CURSO DE ODONTOLOGIA.

44 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS A Política de Empregabilidade formaliza a atuação da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá quanto à promoção da inserção de seus alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, o que afirma o compromisso em desenvolver a empregabilidade de seus alunos, por meio da promoção de sua qualificação profissional, especificamente nos seguintes aspectos: a) Promover a inserção dos alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, por meio da intermediação de emprego e do desenvolvimento de sua empregabilidade; b) acompanhar a evolução profissional dos egressos; c) entender o impacto do Ensino Superior na vida profissional dos alunos; e d) buscar atender aos requisitos de qualificação profissional do mercado. Esses objetivos são coerentes com a missão de Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, gerando valor de forma sustentável. Integrante dessa política, o Canal Conecta é um portal web, criado para aproximar alunos e ex-alunos dos empregos disponíveis na região, de forma rápida, fácil e objetiva, bem como auxiliar as empresas na indicação dos melhores profissionais, de acordo com suas demandas mercadológicas atuais. Totalmente gratuita e inédita, a ferramenta permite às empresas a divulgação de suas vagas em aberto, incluindo estágio, visualização de currículos, agendamento de entrevistas e, ainda, a gestão de seus processos seletivos até a contratação do candidato. Os alunos e ex-alunos formados na IES poderão se candidatar para novas vagas, acompanhar o processo seletivo, acessar conteúdos sobre carreira, empreendedorismo e mercado, para auxiliar no crescimento profissional e desenvolvimento individual. A plataforma indicará cursos livres de curta duração a preços acessíveis, com o intuito de ampliar seu potencial competitivo e preparar-se para as oportunidades de empregabilidade. Por meio de algoritmos estatísticos, o sistema do Canal Conecta faz o cruzamento de dados dos candidatos mais indicados para cargos das empresas inscritas e consolida todo e qualquer tipo de vaga, para estudantes do ensino técnico até egressos que já possuem pósgraduação. A ferramenta auxiliará na gestão da carreira do aluno por tempo indeterminado, atuando como parceira da área de RH das empresas, estabelecendo uma relação com entidades de classe e empresas locais. Dessa forma a IES restabelece também seu compromisso com a responsabilidade social e com a cidadania no local onde está inserida. Por meio do acesso ao Canal Conecta, o aluno ou egresso registrado receberá mensagens e newsletters. Com isso, o ex-aluno poderá continuar a fazer parte da vida da instituição, além de conhecer as possibilidades de continuação de seus estudos no âmbito da instituição. As pesquisas de empregabilidade, ao abranger também egressos, permitem conhecer a evolução do desempenho dos alunos em suas carreiras e, assim, entender os efeitos da formação superior sobre suas vidas, retroalimentando as decisões no âmbito da IES.

45 43 Tal pesquisa permite um acompanhamento sistêmico e periódico de alunos e ex-alunos da Faculade de Odontologia da Universiade de Cuiabá, subsidiando análises de evolução salarial, índice de ocupação, relação entre ocupação e formação recebida, importância das atividades acadêmicas para a inserção no mercado, entre outras BSC ACADÊMICO DO CURSO DE ODONTOLOGIA Considerando o perfil, as competências gerais e técnicas, o profissional formado poderá atuar nas seguintes áreas profissionais: ATENÇÃO A GRUPOS ESPECIAIS EM ODONTOLOGIA ATENÇÃO BÁSICA EM ODONTOLOGIA PROPEDÊUTICA CLÍNICA E CIRÚRGICA REABILITAÇÃO ORAL SAÚDE BUCAL COLETIVA O BSC do curso de Odontologia está demonstrado abaixo: PERFIL DO EGRESSO Cirurgião dentista generalista apto a atuar na promoção e proteção à saúde, recuperação e reabilitação com foco na integralidade da atenção, no nível individual e coletivo, na esfera governamental e não governamental. CICLO BÁSICO DE FORMAÇÃO Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, fundamentos e teorias provenientes das Ciências Biológicas e da Saúde (bases moleculares e celulares, estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos) e das Ciências Humanas e Sociais (políticas de saúde, educação, filosofia, ética, trabalho e administração), entendendo o processo saúde-doença na sua contextualização biopsicossocial, para atender ao sistema de saúde vigente no país. CICLO PROFISSIONALIZANTE Atenção a Grupos Especiais em Odontologia Atenção Básica em Odontologia Propedêutica Clínica e Cirúrgica Reabilitação Oral Saúde Bucal Coletiva

46 44 Atuar na promoção e proteção, recuperação e reabilitação da saúde bucal, com foco na integralidade da atenção para grupos especiais, na esfera governamental e não governamental. Atuar na promoção e proteção à saúde bucal, com foco na integralidade da atenção, no nível individual e coletivo, na esfera governamental e não governamental Atuar na recuperação e reabilitação da saúde bucal, com foco na integralidade da atenção, no nível individual, na esfera não governamental. Atuar na recuperação e reabilitação da saúde bucal, com foco na integralidade da atenção, no nível individual, na esfera não governamental. Atuar na promoção e proteção, recuperação e reabilitação da saúde bucal, com foco na integralidade da atenção, no nível coletivo, na esfera governamental. DISCIPLINAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS Clínica Integrada de Atenção à Criança I Clínica Integrada de Atenção à Criança II Clínica Integrada de Atenção ao Adolescente Clínica Integrada de Atenção ao Idoso Clínica Integrada de Atenção ao Paciente Especial Estágio em Odontologia Hospitalar Fundamentos para Atenção à Criança I Fundamentos para Atenção à Criança II Fundamentos Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica I Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica II Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica III Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica IV Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica V Fundamentos para Assistência Odontológica I Fundamentos para Assistência Odontológica II Odontologia Morfofunciona l Clínica Integrada de Assistência Odontológica I Clínica Integrada de Assistência Odontológica II Fundamentos para Propedêutica Cirúrgica I Fundamentos para Propedêutica Cirúrgica II Odontologia Morfofuncional da Cabeça e Pescoço Propedêutica Clínica Propedêutica Odontológica I Propedêutica Odontológica II Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II Clínica Integrada de Assistência Odontológica III Clínica Integrada de Assistência Odontológica IV Clínica Integrada de Reabilitação Oral I Clínica Integrada de Reabilitação Oral II Estágio em Urgências Odontológicas Fundamentos para Reabilitação Oral I Fundamentos para Reabilitação Oral II Fundamentos para Reabilitação Oral III Odontologia Pré- Clínica em Endodontia e Prótese Trabalho de Conclusão de Curso I Ciências Odontológicas Estágio em Saúde Coletiva - Acolhimento e Referenciament o Estágio em Saúde Coletiva - Estratégia de Saúde da Família Estágio em Saúde Coletiva - Gestão do SUS Estágio em Saúde Coletiva - Levantamento Epidemiológico Odontologia Legal e Deontologia Saúde Bucal Coletiva Tópicos em Odontologia Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II

47 45 para Atenção ao Idoso e ao Paciente Especial Odontologia Pré-Clínica em Ortodontia Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II Odontologia Morfofunciona l Do Ecossistema Bucal Odontologia Pré-Clínica em Dentística e Periodontia Odontologia Pré-Clínica em Oclusão e Dentística Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II Trabalho de Conclusão de Curso II Quadro 4 - BSC Acadêmico O BSC ainda elenca as competências que o aluno terá desenvolvido com a conclusão dos conteúdos presentes no curso de Odontologia: CIÊNCIAS MOLECULARES E CELULARES Competência geral: Conhecer a estrutura e funções das moléculas biologicamente importantes ao organismo, bem como as transformações químicas realizadas pelas células nos seus processos metabólicos. Identificar e compreender os mecanismos da hereditariedade. CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS DIGESTÓRIO, ENDÓCRINO E RENAL Competência geral: Conhecer a estrutura morfofuncional dos sistemas urinário, digestório e endócrino, estimulando a reflexão sobre os processos fisiopatológicos. Conhecer o controle da temperatura corporal, da dor e da sensibilidade. CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS IMUNE E HEMATOLÓGICO Competência geral: Conhecer as reações, os mecanismos de defesa e patológicos do organismo, oriundos dos embates com diversos agentes agressores do meio ambiente, assim como as adaptações celulares frente a diversos estímulos. CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS NERVOSO E CARDIORRESPIRATÓRIO Competência geral: Conhecer a estrutura morfofuncional dos sistemas nervoso, cardiovascular e respiratório, estimulando a reflexão sobre os processos fisiopatológicos. CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS TEGUMENTAR, LOCOMOTOR E

48 46 REPRODUTOR Competência geral: Conhecer a estrutura morfofuncional dos sistemas tegumetar, locomotor e reprodutor masculino e feminino, estimulando a reflexão sobre os processos fisiopatológicos. CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS Competência geral: Conhecer a atuação e os princípios éticos inerentes ao exercício profissional da Odontologia bem como a trajetória das práticas e da formação acadêmica para o exercício profissional. Competência técnica: Conhecer a atuação do cirurgião-dentista, o mercado de trabalho, as políticas públicas, as entidades de classe e as instituições na Odontologia. Conhecer os principais agravos que acometem a cavidade bucal e conhecer a prática do cirurgião-dentista em relação aos cuidados quanto à higiene bucal. CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA I Competência geral: Conhecer, planejar e realizar de forma integrada o atendimento clínico odontológico nas áreas de Odontologia Preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia nos níveis iniciais de complexidade, respeitando os princípios éticos e de biossegurança. Competência técnica: Conhecer e aplicar os fundamentos de comportamento em ambiente cirúrgico, biossegurança em cirurgias orais e executar técnicas de exodontia, anestesiologia oral, preparo de mesa cirúrgica, sutura e prescrições medicamentosas utilizadas em cirurgias orais. Conhecer e realizar exame clínico em Odontologia, técnicas radiográficas intrabucais, processamento radiográfico e interpretar exames complementares e achados clínicos nos níveis iniciais de complexidade. Conhecer e realizar plano de tratamento aplicado às doenças periodontais, às doenças do órgão dentário com ênfase na doença cárie e planejar terapia medicamentosa, anestesia local bucal e exodontia simples. Conhecer e realizar procedimentos clínicos iniciais e proservação da assistência odontológica em práticas ambulatoriais nas áreas de prevenção, periodontia, farmacologia e cirurgia com ênfase nas técnicas anestésicas. CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA II Competência geral: Conhecer, planejar e realizar de forma integrada o atendimento clinico odontológico nas áreas de Odontologia Preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia em nível médio de complexidade, respeitando os princípios éticos e de biossegurança. Competência técnica: Conhecer e aplicar práticas clínicas de tipos de retalhos cirúrgicos utilizados em Odontologia, manobras cirúrgicas de dentes retidos, cirurgia pré-protética e cirurgia periodontal. Conhecer e realizar cirurgia periodontal, cirurgia de dentes retidos, cirurgia pré-protética, exodontias múltiplas e cirurgia de patologias bucais de média e baixa complexidade, além de realizar tratamentos restauradores, periodontais e preventivos de baixa e média complexidade. Conhecer e realizar o exame clínico em Odontologia, técnicas radiográficas intrabucais e processamento radiográfico e interpretar exames complementares e achados clínicos em casos clínicos de média complexidade. Conhecer e realizar planejamento de cirurgia periodontal, cirurgia de dentes retidos, cirurgia

49 47 pré-protética, exodontias múltiplas e outras patologias bucais bem como terapias medicamentosas, tratamentos restauradores definitivos, tratamentos periodontais e preventivos. CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA III Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em reabilitação oral com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio de resolutividade por meio de procedimentos odontológicos integrados e ênfase em dentística, periodontia, endodontia uni e birradicular e prótese unitária fixa. Competência técnica: Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco em endodontia de uni e birrradiculares Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco em prótese unitária fixa. Conhecer e realizar procedimentos odontológicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco no diagnóstico endodôntico e protético. Conhecer e realizar procedimentos odontológicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco no preparo da cavidade bucal. CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA IV Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em reabilitação oral com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio de resolutividade por meio de procedimentos odontológicos integrados, com foco em dentística, periodontia, cirurgia, endodontia uni e birradicular e prótese parcial fixa em média complexidade. Competência técnica: Conhecer as ações de baixa e alta complexidade na reabilitação da saúde bucal da criança e do adolescente Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco em diagnóstico do insucesso endodôntico. Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco na realização da prótese fixa - Assistência Odontológica Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco no planejamento da prótese fixa. Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco no retratamento endodôntico. CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO À CRIANÇA I Competência geral: Conhecer as áreas de Odontopediatria e Ortodontia para aplicar e promover as ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde bucal de baixa complexidade, no âmbito da atenção básica em saúde Competência técnica: Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em reabilitação oral, com foco na realização da prótese fixa. Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imaginológico orofacial do paciente infantil - Introdução à assistência odontológica Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imaginológico oro-facial do paciente infantil - Restaurações provisórias Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imaginológico oro-facial do paciente infantil -Terapêutica medicamentosa, acompanhamento da história médica Promover ações de baixa complexidade na reabilitação da saúde bucal do paciente infantil Promover ações de prevenção e proservação do tratamento odontológico do paciente

50 48 infantil - Clínica Integrada I Promover ações de proteção através da adequação sistêmica e oral do paciente infantil CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO À CRIANÇA II Competência geral: Conhecer as áreas de Odontopediatria e Ortodontia para aplicar e promover as ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde bucal de média complexidade, no âmbito da atenção básica em saúde. Competência técnica: Conhecer as principais ações de proteção do paciente infantil numa condição de urgência odontológica Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imaginológico oro-facial do paciente infantil - Plano de tratamento Promover ações de alta complexidade na reabilitação da saúde bucal do paciente infantil Promover ações de prevenção e proservação do tratamento odontológico do paciente infantil - Clínica Integrada II CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO ADOLESCENTE Competência geral: Conhecer as áreas de Odontohebeatria para aplicar e promover as ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde bucal de baixa complexidade, no âmbito da atenção básica em saúde Competência técnica: Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imagino lógico orofacial do paciente pediátrico Promover ações de baixa e média complexidade na reabilitação da saúde bucal do paciente pediátrico Promover ações de proteção através da adequação sistêmica e oral do paciente pediátrico Promover ações eletivas e preservação do tratamento odontológico do paciente pediátrico CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO IDOSO Competência geral: Conhecer e realizar a assistência odontológica ao paciente idoso. Competência técnica: Conhecer os fatores do envelhecimento interferentes na assistência odontológica do paciente idoso - Avaliação e Diagnóstico Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imagino lógico orofacial para o paciente idoso. Conhecer métodos preventivos de saúde bucal para o paciente idoso. Conhecer políticas públicas, programas de saúde e de educação em saúde para o paciente idoso. Conhecer técnicas de tratamento odontológico reabilitador e cirúrgico para o paciente idoso. CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO PACIENTE ESPECIAL Competência geral: Conhecer e realizar assistência odontológica ao PNE Competência técnica: Conhecer técnicas de tratamento odontológico preventivas adequados ao PNE Conhecer técnicas de tratamento odontológico reabilitador e cirúrgico adequados ao PNE Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imagino lógico orofacial adequados ao PNE. Conhecer métodos de planejamento de tratamento odontológico adequados ao PNE

51 49 Conhecer métodos preventivos de saúde bucal para o paciente idoso - Práticas clínicas integradas CLÍNICA INTEGRADA DE REABILITAÇÃO ORAL I Competência geral: Conhecer e realizar assistência odontológica integral em Reabilitação Bucal com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio da resolutividade executando procedimentos de dentística, periodontia e prótese que possibilitem a reabilitação de pacientes parcialmente desdentados por meio de Prótese Parcial Removível. Competência técnica: Conhecer e realizar procedimentos relativos a instalação e controle da Prótese Parcial Removível Conhecer e realizar procedimentos relativos à Prótese Parcial Removível Conhecer e realizar procedimentos relativos ao diagnóstico para Prótese Parcial Removível Conhecer e realizar procedimentos relativos ao planejamento para Prótese Parcial Removível CLÍNICA INTEGRADA DE REABILITAÇÃO ORAL II Competência geral: Conhecer e realizar assistência integral em saúde no âmbito da Reabilitação Bucal com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio da resolutividade para o paciente edêntulo e implantodontia. Competência técnica: Conhecer e realizar procedimentos relativos a execução e controle para implantodontia Conhecer e realizar procedimentos relativos a instalação e controle da Prótese Total Conhecer e realizar procedimentos relativos ao diagnóstico e Planejamento para Implantodontia Conhecer e realizar procedimentos relativos ao diagnóstico e Planejamento para Prótese Total ESTÁGIO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR Competência geral: Conhecer e realizar a assistência odontológica em ambiente hospitalar. Competência técnica: Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imaginológico oro-facial para assistência odontológica em ambiente hospitalar. Conhecer métodos de higiene oral adaptadas aos pacientes hospitalizados Conhecer políticas públicas, programas de saúde e de educação em saúde para Odontologia em ambiente hospitalar. Conhecer técnicas de tratamento odontológico adequados ao ambiente hospitalar ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA I Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em saúde bucal no âmbito da Atenção Básica com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio de resolutividade por meio de procedimentos odontológicos de baixa complexidade (nível 1 - cárie e doenças periodontais). Competência técnica: Conhecer e realizar ações clínicas de atenção integral em saúde visando proteção, prevenção e tratamento de agravos a saúde bucal, incluindo os atendimentos de urgências no âmbito da Atenção Básica (nível 1 - cárie e doenças

52 50 periodontais). Conhecer e realizar ações de hierarquização, com divisão de níveis de assistência clínica que assegure formas de acesso a serviços que contemplem, a complexidade requerida pelo usuário, nos limites dos recursos disponíveis para realizar ações, bem como a elaboração de planejamento clínico e programação da assistência em saúde com resolutividade (nível 1 - cárie e doenças periodontais). Conhecer e realizar ações clínicas de monitoramento em saúde, encaminhar e orientar usuários, quando necessário, a outros níveis de assistência, mantendo a responsabilização pelo acompanhamento do usuário e o seguimento do tratamento (nível 1 - cárie e doenças periodontais). Conhecer e realizar ações de acolhimento humanizado, educação em saúde bucal e universalização do acesso a escova e ao dentífricio fluoretado e executar ações de diagnóstico dos principais agravos em saúde bucal na assistência individual (nível 1 - cárie e doenças periodontais). ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA II Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em saúde bucal no âmbito da Atenção Básica com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio de resolutividade por meio de procedimentos odontológicos de baixa complexidade (nível 2 - cárie, doenças periodontais e fluorose). Competência técnica: Conhecer e realizar ações de hierarquização, com divisão de níveis de assistência clínica que assegure formas de acesso a serviços que contemplem, a complexidade requerida pelo usuário, nos limites dos recursos disponíveis para realizar ações, bem como a elaboração de planejamento clínico e programação da assistência em saúde com resolutividade (nível 2 - cárie, doenças periodontais e fluorose). Conhecer e realizar ações clínicas de monitoramento em saúde, encaminhar e orientar usuários, quando necessário, a outros níveis de assistência, mantendo a responsabilização pelo acompanhamento do usuário e o segmento do tratamento (nível 2 - cárie, doenças periodontais e fluorose). Conhecer e realizar ações de acolhimento humanizado, educação em saúde bucal e universalização do acesso a escova e ao dentífricio fluoretado e executar ações de diagnóstico dos principais agravos em saúde bucal na assistência individual (nível 2 - cárie, doenças periodontais e fluorose). Conhecer e realizar assistência clínica integral em saúde visando proteção, prevenção e tratamento dos principais agravos à saúde bucal, incluindo os atendimentos de urgências no âmbito da Atenção Básica (nível 2 - cárie, doenças periodontais e fluorose). ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA III Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em saúde bucal no âmbito da Atenção Básica com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio de resolutividade por meio de procedimentos odontológicos de baixa complexidade (nível 3 - cárie, doenças periodontais, fluorose e traumatismos dentários) Competência técnica: Conhecer e realizar ações clínicas de monitoramento em saúde, encaminhar e orientar usuários, quando necessário, a outros níveis de assistência, mantendo a responsabilização pelo acompanhamento do usuário e o segmento do tratamento (nível 3 - cárie, doenças periodontais, fluorose e traumatismos dentários). Conhecer e realizar ações de acolhimento humanizado, educação em saúde bucal e universalização do acesso a escova e ao dentífricio fluoretado e executar ações de diagnóstico dos principais agravos em saúde bucal na assistência individual (nível 3 - cárie, doenças periodontais, fluorose e traumatismos dentários).

53 51 Conhecer e realizar ações de hierarquização, com divisão de níveis de assistência clínica que assegure formas de acesso a serviços que contemplem, a complexidade requerida pelo usuário, nos limites dos recursos disponíveis para realizar ações, bem como a elaboração de planejamento clínico e programação da assistência em saúde com resolutividade (nível 3 - cárie, doenças periodontais, fluorose e traumatismos dentários). Conhecer e realizar assistência clínica integral em saúde visando proteção, prevenção e tratamento dos principais agravos à saúde bucal, incluindo os atendimentos de urgências no âmbito da Atenção Básica (nível 3 - cárie, doenças periodontais, fluorose e traumatismos dentários). ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA IV Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em saúde bucal no âmbito da Atenção Secundária com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio de resolutividade por meio de procedimentos odontológicos de média complexidade (nível 4 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários e edentulismo) Competência técnica: Conhecer e realizar ações clínicas de monitoramento em saúde, encaminhar e orientar usuários, quando necessário, a outros níveis de assistência, mantendo a responsabilização pelo acompanhamento do usuário e o segmento do tratamento (nível 4 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários e edentulismo). Conhecer e realizar ações de acolhimento humanizado, educação em saúde bucal e universalização do acesso a escova e ao dentífricio fluoretado e executar ações de diagnóstico dos principais agravos em saúde bucal na assistência individual (nível 4 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários e edentulismo). Conhecer e realizar ações de hierarquização, com divisão de níveis de assistência clínica que assegure formas de acesso a serviços que contemplem, a complexidade requerida pelo usuário, nos limites dos recursos disponíveis para realizar ações, bem como a elaboração de planejamento clínico e programação da assistência em saúde com resolutividade (nível 4 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários e edentulismo). Conhecer e realizar assistência clínica integral em saúde visando proteção, prevenção e tratamento dos principais agravos à saúde bucal, incluindo os atendimentos de urgências no âmbito da Atenção Básica (nível 4 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários e edentulismo). ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA V Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em saúde bucal no âmbito da Atenção Secundária com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio de resolutividade por meio de procedimentos odontológicos de média complexidade (nível 5 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários, edentulismo e má oclusão) Competência técnica: Conhecer e realizar ações clínicas de monitoramento em saúde, encaminhar e orientar usuários, quando necessário, a outros níveis de assistência, mantendo a responsabilização pelo acompanhamento do usuário e o segmento do tratamento (nível 5 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários, edentulismo e má oclusão). Conhecer e realizar ações de acolhimento humanizado, educação em saúde bucal e universalização do acesso a escova e ao dentífricio fluoretado e executar ações de diagnóstico dos principais agravos em saúde bucal na assistência individual (nível 5 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários, edentulismo e má oclusão). Conhecer e realizar ações de hierarquização, com divisão de níveis de assistência clínica que assegure formas de acesso a serviços que contemplem, a complexidade requerida pelo

54 52 usuário, nos limites dos recursos disponíveis para realizar ações, bem como a elaboração de planejamento clínico e programação da assistência em saúde com resolutividade (nível 5 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários, edentulismo e má oclusão). Conhecer e realizar assistência clínica integral em saúde visando proteção, prevenção e tratamento dos principais agravos à saúde bucal, incluindo os atendimentos de urgências no âmbito da Atenção Básica (nível 5 - cárie, doenças periodontais, fluorose, traumatismos dentários, edentulismo e má oclusão). ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ACOLHIMENTO E REFERENCIAMENTO Competência geral: Conhecer a Saúde Bucal como direito a condições dignas de vida, acolher, referenciar e contra referenciar o usuário de forma a garantir a integralidade da assistência à Saúde Bucal exigida para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. Competência técnica: Conhecer a área adstrita e os seus problemas através da realização de visitas domiciliares e atividades de educação em saúde bucal e escovação supervisionada. Conhecer as condições de saúde bucal dos usuários do sistema de saúde e elaborar um relatório com as informações obtidas durante as atividades práticas Conhecer e aplicar a humanização e o sistema de referenciamento e contra-referenciamento no atendimento clínico aos indivíduos da área adstrita Conhecer os diferentes níveis de atenção em saúde na prática da integralidade e do uso do acolhimento nos serviços de saúde bucal. ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Competência geral: Conhecer e atuar nos serviços públicos de Saúde Bucal no âmbito da atenção básica e da Estratégia de Saúde da Família. Competência técnica: Conhecer as técnicas para diagnosticar, planejar, executar e avaliar os problemas de saúde bucal da comunidade Conhecer os itens necessários para elaboração do relatório final do estágio em saúde coletiva com ênfase na Estratégia Saúde da Família Conhecer políticas públicas, programas de saúde e de educação em saúde Conhecer sobre reconhecimento do campo de prática de saúde bucal no SUS. ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - GESTÃO DO SUS Competência geral: Conhecer e acompanhar o planejamento e administração dos serviços de Saúde Bucal no âmbito do SUS. Competência técnica: Conhecer fundamentos de gestão e gerenciamento na saúde bucal coletiva no âmbito do SUS Conhecer os itens necessário para a elaboração do relatório final do estágio na saúde bucal coletiva no âmbito da gestão do SUS Conhecer sobre a Política Nacional de Saúde Bucal e SB Brasil Conhecer sobre Planejamento Estratégico em Saúde, Plano de Saúde e Sistemas de Informação em Saúde ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO Competência geral: Conhecer e atuar nos serviços públicos de Saúde Bucal no âmbito da atenção básica e da Estratégia de Saúde da Família.

55 53 Competência técnica: Conhecer e aplicar o Tratamento Restaurador Atraumático (ART) como componente de um programa preventivo e de educação em saúde bucal. Conhecer os itens necessários para elaboração do relatório final do estágio em saúde coletiva com ênfase em levantamento epidemiológico em saúde bucal Conhecer problemas de saúde utilizando o arsenal teórico-metodológico da epidemiologia. Conhecer sobre planejamento e realização de levantamento epidemiológico. ESTÁGIO EM URGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS Competência geral: Conhecer e realizar a assistência integral em saúde bucal com competência técnica e espírito crítico, pautados no princípio da humanização e resolutividade das urgências odontológicas. Competência técnica: Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em saúde bucal no acolhimento humanizado ao paciente com urgência odontológica Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em saúde bucal, com foco em atendimentos de urgência não endodôntica Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em saúde bucal, com foco no diagnóstico do dente álgico de origem endodôntica Conhecer e realizar procedimentos clínicos da atenção básica em saúde bucal, com foco em tratamento de urgência e endodontia de molares FORMAÇÃO INTEGRAL EM SAÚDE Competência geral: Conhecer e atuar em atividades planejadas, criando condições de produzir mudanças de comportamento desejados em relação a saúde. FUNDAMENTOS PARA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA I Competência geral: Conhecer sobre doença periodontal, diagnóstico e terapêutica clínica, cariologia e manejo minimamente invasivo da cárie dental, plano de tratamento odontológico e noções de oclusão dentária Competência técnica: Conhecer aspectos epidemiológicos e clínicos da doença cárie envolvendo: etiopatogenia, exame clínico e diagnóstico de risco e atividade de cárie. Conhecer aspectos epidemiológicos e clínicos das doenças periodontais envolvendo: classificação, exame clínico, diagnóstico, terapêutica nos processos crônicos e agudos. Conhecer os métodos de exame da dentição permanente destacando fatores oclusais que interferem na integridade dos tecidos duros, posição dental, relações dentárias intra-arcada e inter-arcadase, bem como os princípios para a construção de um plano de tratamento em Odontologia pautado na determinação de risco, prognóstico e necessidade de terapia de suporte e manutenção. Conhecer os recursos clínicos usados na adequação do meio bucal: uso dos fluoretos, remoção de áreas retentivas de biofilme bacteriano, curetagem e selamento provisório de cavidades dentárias. FUNDAMENTOS PARA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA II Competência geral: Conhecer sobre tratamento restaurador da unidade dentária, estética em Odontologia, oclusão e articulação temporo mandibular Competência técnica: Conhecer as técnicas de clareamento dentário enquanto recursão odontológico de reabilitação da saúde social.

56 54 Conhecer aspectos epidemiológicos e clínicos das lesões dentárias não cariosas envolvendo: classificação, etiologia, diagnóstico diferencial e recursos terapêuticos dentro de uma abordagem multifatorial. Conhecer os métodos clínicos e laboratoriais para avaliação da oclusão funcional envolvendo: relações intermaxilares nas posições cêntricas e durante os movimentos mandibulares, exame da articulação temporomandibular, músculos da mastigação e abordagem nos indivíduos portadores de disfunções temporomandibulares. Conhecer os recursos clínicos usados nas restaurações dentárias diretas e indiretas envolvendo: tratamentos e materiais para proteção do complexo dentina polpa, restaurações em amálgama, restaurações com resina composta e uso de retentores intrarradiculares préfabricados. FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO À CRIANÇA I Competência geral: Conhecer e interpretar dados para o diagnóstico e elaboração de planos de tratamento adequados, atuando de forma integral, multi e transdisciplinar na promoção de saúde bucal e na assistência odontológica em Odontopediatria. Competência técnica: Conhecer as ações de baixa e alta complexidade na reabilitação da saúde bucal da criança e do adolescente Reabilitação Conhecer as principais afecções da cavidade oral da criança e do adolescente, bem como suas respectivas formas de tratamento restaurador e ortodôntico Conhecer métodos de diagnóstico clinico-patológico-imaginológico oro-facial da criança e do adolescente Conhecer os conceitos básicos no atendimento de baixa complexidade da criança e adolescente, com ênfase na dinâmica das alterações físicas e comportamentais. FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO À CRIANÇA II Competência geral: Conhecer as áreas de Odontopediatria e Ortodontia para aplicar e promover as ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde bucal de baixa complexidade, no âmbito da atenção básica em saúde. Competência técnica: Conhecer e as principais alterações de desenvolvimento e/ou sistêmica que possam comprometer a integridade dos tecidos orais na criança e adolescente Conhecer e identificar as principais alterações sistêmicas e os padrões de normalidade na saúde da criança e adolescente, bem como seus respectivos tratamentos Conhecer e realizar o tratamento odontológico integral da criança e adolescente, realizando ações preventivas invasivas de média complexidade utilizando recursos ortodônticos cirúrgicos, endodôntico, restauradores e protético. Conhecer o padrão e os distúrbios de comportamento mais prevalentes na criança e no adolescente FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO AO IDOSO E AO PACIENTE ESPECIAL Competência geral: Conhecer aspectos do envelhecimento que possibilitem a realização de tratamento e procedimentos odontológicos nos pacientes idosos e as peculiaridades dos pacientes com necessidades especiais, compreendendo o nível de complexidade, compatível com o atendimento integral Competência técnica: Conhecer os fatores do envelhecimento interferentes na assistência odontológica do paciente idoso Conhecer os aspectos do envelhecimento humano que possam interferir no atendimento

57 55 odontológico integral do paciente idoso Conhecer os conceitos, a classificação do PNE para elaborar e desenvolver planejamentos de assistência odontológica integral Conhecer técnicas de tratamento odontológico adequadas ao PNE FUNDAMENTOS PARA PROPEDÊUTICA CIRÚRGICA I Competência geral: Conhecer os princípios de ética e biossegurança no atendimento cirúrgico, técnicas radiográficas extrabucais e outros métodos imaginológicos, anestesiologia oral, princípios de exodontias e biópsias sob anestesia e terapêutica medicamentosa, além de conhecer os aspectos clínicos, histopatológicos e imaginológicos para o diagnóstico de lesões bucais periféricas. Competência técnica: Conhecer e identificar anomalias dentárias, diagnosticar e indicar o tratamento dos processos proliferativos inflamatórios não-neoplásicos, lesões e condições cancerizáveis da mucosa bucal. Conhecer e identificar as técnicas radiográficas extrabucais, a anatomia radiográfica em radiografias extrabucais e realizar a interpretação radiográfica em Odontologia. Conhecer o ambiente cirúrgico, biossegurança, anestesiologia, acidentes e complicações em cirurgia bucal e as emergências durante o atendimento odontológico. Conhecer sobre os princípios da farmacologia odontológica (ação, distribuição e excreção no organismo), terapêutica medicamentosa em Cirurgia bucal e anestésicos locais odontológicos. FUNDAMENTOS PARA PROPEDÊUTICA CIRÚRGICA II Competência geral: Conhecer os aspectos clínicos, imaginológicos e histopatológicos no diagnóstico e tratamento de lesões centrais bucomaxilofaciais, além das diversas formas de terapêutica cirúrgica para as afecções bucais no campo da cirurgia bucomaxilofacial e periodontia atuando com procedimentos preventivos a fim de evitar o aparecimento de cistos e tumores odontogênicos, reduzir o índice de dentes perdidos, doença periodontal e alterações de oclusão, bem como compensar os pacientes com alterações sistêmicas que venham a se submeter a procedimentos cirúrgicos odontológicos. Competência técnica: Conhecer diagnóstico e tratamento dos cistos odontogênicos, dos tumores odontogênicos, tumores não odontogênicos e cistos não odontogênicos do complexo maxilo-mandibular, das patologias das glândulas salivares e biópsia de lesão central. Conhecer o diagnóstico e tratamento do traumatismo alvéolo-dentário dos tecidos de sustentação dos dentes, primeiro atendimento ao politraumatizado e fraturas faciais. Conhecer princípios cirúrgicos aplicados a Periodontia, com enfoque a gengivectomia, gengivoplastia, aumento de coroa clínica e cunhas proximais e retalho utilizados em cirurgia periodontal Conhecer técnicas radiográficas extrabucais, anatomia radiográfica em radiografias extrabucais e princípios de interpretação radiográfica em Odontologia - Fundamentos para Propedêutica Cirúrgica II Conhecer tratamento cirúrgico das retenções dentárias; tratamento das infecções odontogênicas; cirurgia pré-protética e das alterações de rebordo ósseo; diagnóstico e tratamento das lesões associadas ao osso. FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL I Competência geral: Conhecer os princípios biológicos e técnicos do tratamento endodôntico para incisivos, caninos e pré-molares e da Prótese Unitária Fixa e sua

58 56 aplicação clínica. Competência técnica: Conhecer o diagnóstico e o planejamento para a execução de Prótese Parcial Fixa Conhecer sobre o diagnóstico do dente com envolvimento endodôntico Conhecer sobre o tratamento endodôntico de incisivos, caninos e pré-molares Conhecer sobre retentores intraradiculares, provisórios protéticos e registro em articulador sem ajustável FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL II Competência geral: Conhecer as causas e o tratamento dos insucessos endodônticos; as técnicas endodônticas para molares e próteses unitárias fixas estéticas. Competência técnica: Conhecer procedimentos clínicos e cirúrgicos para a resolução do insucesso endodôntico Conhecer procedimentos para a instalação de Próteses Parciais Fixas Conhecer Sistemas Cerâmicos odontológicos Conhecer sobre endodontia segundo os aspectos biológicos e técnicos do tratamento endenteço de molares FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL III Competência geral: Conhecer os fundamentos da Reabilitação Bucal com foco na Prótese Parcial Removível, prótese Total e na Implantodontia visando a recuperação estética e funcional do sistema estomatológico. Competência técnica: Conhecer procedimentos clínicos para Prótese Parcial Removível Conhecer procedimentos relativos ao diagnóstico e Planejamento para Prótese Parcial Removível Conhecer procedimentos relativos ao diagnóstico e Planejamento para Prótese Total e Implantodontia HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE Competência geral: Conhecer as diversas correntes teóricas que explicam o homem, a vida em sociedade e as diversas formas de explicação da realidade social. METODOLOGIA CIENTÍFICA Competência geral: Conhecer Técnicas e métodos de Pesquisa Científica ODONTOLOGIA LEGAL E DEONTOLOGIA Competência geral: Conhecer os referenciais da Odontologia Legal, Deontologia, Bioética, Tanatologia e fundamentos da atuação, da regulamentação e fiscalização do exercício profissional. Competência técnica: Conhecer a importância da documentação odontológica, as atribuições dos profissionais auxiliares da odontologia, as normas que envolvem o segredo profissional e quais os principais erros profissionais em Odontologia. Conhecer as peculiaridades da Traumatologia e da Tanatologia Forense pertinentes ao cirurgião-dentista.

59 57 Conhecer as principais características das perícias realizadas na Odontologia e os principais aspectos da identificação humana. ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL Competência geral: Conhecer o desenvolvimento do sistema estomatognático e do dente, bem como a morfologia macroscópica dos dentes e aspectos histológicos e estruturais do dente, do complexo dentina-polpa, da articulação alvéolo-dentária e dos periodontos de inserção e proteção Competência técnica: Conhecer a anatomia e morfologia dos dentes permanentes anteriores e posteriores. Conhecer aspectos topográficos e microscópicos do complexo dentina-polpa, a anatomia topográfica da articulação alvéolo-dentária e as características anatomo-histológicas do periodonto de inserção e proteção. Conhecer e realizar escultura de dentes permanentes anteriores e posteriores em blocos de cera. Conhecer o desenvolvimento do sistema estomatognático e estruturas faciais, a odontogênese, amelogênese e a morfologia macroscópica dos dentes. ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL DA CABEÇA E PESCOÇO Competência geral: Conhecer e identificar os aspectos anatômicos, fisiológicos e histológicos dos componentes ósseos, articulares, musculares e nervosos do Sistema Estomatognático, bem como a vascularização local Competência técnica: Conhecer e identificar a anatomia, fisiologia e histologia da cavidade bucal, ATM e glândulas salivares. Conhecer e identificar os músculos craniofaciais e do pescoço e a fisiologia destas regiões. Conhecer e identificar os reparos anatômicos, fisiologia e histologia da cavidade bucal. ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL DO ECOSSISTEMA BUCAL Competência geral: Conhecer, explicar e identificar as interações ecológicas da cavidade oral, entendendo os aspectos bioquímicos, microbiológicos, farmacológicos e imunológicos relacionados às doenças cárie, da polpa e periápice e as doenças periodontais. Competência técnica: Conhecer a bioquímica da saliva, explicando e identificando os eventos bioquímicos bucais que interferem no fluxo salivar e na capacidade tamponante da saliva. Conhecer os aspectos microbiológico e imunológicos das interações ecológicas da cavidade oral, na inter-relação com o hospedeiro e os métodos e as rotinas de segurança nas análises microbiológicas da cavidade oral. Conhecer os mecanismos bioquímicos e microbiológicos relacionados com o processo de desmineralização dentária, bem como os métodos de prevenção, controle e tratamento desta condição patológica. Conhecer os mecanismos bioquímicos, microbiológicos e imunológicos relacionados com a cárie, as doenças da polpa e periápice e as doenças periodontais, associadas aos fatores de virulência dos micro-organismos residentes, bem como os métodos de prevenção, controle, tratamento dessas patologias. ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM DENTÍSTICA E PERIODONTIA Competência geral: Conhecer e aplicar os conceitos de doença e saúde bucal,

60 58 conhecendo os tecidos saudáveis, reconhecê-los em situações patológicas, definindo estratégias terapêuticas, curativas e ou preventivas através da execução de procedimentos de adequação do meio bucal, raspagem e alisamento radicular, preparo de cavidades e confecção de restaurações no laboratório, simulando o desenvolvimento da assistência odontológica individual Competência técnica: Conhecer a etiopatogenia da doença periodontal, os mecanismos da resposta imuno-inflamatória do hospedeiro frente a agressão microbiana ao periodonto e formas de tratamento das patologias periodontais (não cirúrgica e cirúrgica); conhecer as propriedades físico-mecânicas e técnicas de aplicação dos selantes de cicatrículas e fissuras Conhecer anatomia do periodonto de proteção e sustentação e os instrumentais para a prática clínica e laboratorial em periodontia; conhecer estratégias terapêuticas e curativas que utilizem preparo de cavidades para restaurações através de atividade laboratorial que simule o desenvolvimento da assistência odontológica individual. Conhecer os sistemas adesivos utilizados em atividades clínica e laboratorial na Odontologia e suas propriedades físico-mecânicas (resinas compostas e ionômero de vidro) Conhecer, planejar e executar o tratamento restaurador com materiais estéticos e realizar raspagem e alisamento radicular em manequim odontológico ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM ENDODONTIA E PRÓTESE Competência geral: Conhecer e realizar procedimentos técnicos de endodontia e prótese fixa em manequins, correlacionando com a preservação e reabilitação morfológica e funcional da unidade dentária. Competência técnica: Conhecer e realizar procedimentos de endodontia de birradiculares em manequins odontológicos. Conhecer e realizar procedimentos de endodontia de unirradiculares em manequins odontológicos. Conhecer e realizar procedimentos de moldagem e confecção de provisórios em prótese unitária fixa em manequins odontológicos. Conhecer e realizar procedimentos de preparo de prótese unitária fixa em manequins odontológicos. ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM OCLUSÃO E DENTÍSTICA Competência geral: Conhecer e aplicar os princípios de oclusão, das relações maxilomandibulares, o uso do articulador semi-ajustável, a técnica de enceramento progressivo, as etapas da técnica de restaurações em amálgama, inclusive proteção do complexo dentino-pulpar, isolamento absoluto e preparos cavitários, através de atividades em laboratório pré-clínico. Competência técnica: Conhecer e aplicar as características, propriedades e formas de apresentação dos cimentos para proteção do complexo dentina polpa em atividade préclínica (ionômero de vidro, hidróxido de cálcio, óxido de zinco com eugenol e sem eugenol). Conhecer e identificar a nomenclatura e classificação das cavidades dentais operatórias de acordo com a forma, extensão e faces envolvidas, realizar as técnicas de isolamento absoluto e os instrumentos operatórios manuais e rotatórios utilizados nos procedimentos da dentística restauradora, aplicando-os em atividade pré-clínica. Conhecer e identificar a relação oclusal dos dentes com seus antagonistas e aplicá-la nas técnicas para restaurações dentárias diretas (amálgama) em manequins e indiretas (escultura dental através de enceramento diagnóstico) em modelos de gesso montados em articulador semi-ajustável, utilizando os princípios de ergonomia e biossegurança.

61 59 Conhecer e identificar os componentes, características físicas, mecânicas e funções das ligas de amálgama para uso odontológico e as implicações clínicas vinculadas a estas propriedades. ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM ORTODONTIA Competência geral: Conhecer os princípios básicos de diagnóstico em Ortodontia e realizar a construção de aparelhos ortodônticos removíveis em laboratório. Competência técnica: Conhecer e desenvolver atividades laboratoriais e habilidades da ortodontia preventiva interceptadora. Conhecer e diagnosticar ortodontia preventiva e interceptadora. Conhecer os conceitos básicos na elaboração de aparelhos ortodônticos. Conhecer os conceitos de diagnóstico ortodôntico com base na análise cefalométrica e de modelos. PROPEDÊUTICA CLÍNICA Competência geral: Conhecer e realizar exame clínico e radiográfico intrabucal, interpretar exames histopatológicos e imaginológicos extrabucais para o diagnóstico de lesões bucais e atuar no diagnóstico precoce destas lesões, com ênfase em lesões periféricas e câncer bucal, ressaltando o papel do cirurgião-dentista na promoção de saúde e prevenção. Competência técnica: Conhecer e planejar adequação de meio bucal, biópsias, terapêutica medicamentosa para lesões bucomaxilofaciais de origem imunológica e infecciosa e realizar métodos auxiliares de tratamento para lesões imunológicas e infecciosas do complexo bucomaxilofacial. Conhecer e realizar adequação de meio bucal, biópsias de lesões bucais periféricas, prescrição medicamentosa e interpretar laudos histopatológicos de lesões periféricas do sistema estomatognático. Conhecer e realizar o exame clínico, interpretar exames complementares com foco no diagnóstico precoce de lesões cancerizáveis e câncer bucal, além de identificar estruturas anatômicas em radiografias extrabucais. Conhecer e realizar orientação para prevenção e detecção do câncer bucal, proservação dos pacientes com lesão periférica no sistema estomatognático e encaminhamento de pacientes com lesões do sistema estomatognático para tratamento multidisciplinar. PROPEDÊUTICA ODONTOLÓGICA I Competência geral: Conhecer as características microscópicas, clínicas, epidemiológicas e princípios de interpretação de exames complementares fundamentais no diagnóstico das doenças infecciosas e imunológicas com manifestações bucomaxilofaciais. Competência técnica: Conhecer e interpretar resultados dos principais exames complementares utilizados no diagnóstico de pênfigo, penfigóide, com ênfase da Imunofluorescência aplicada a doenças com manifestações orais. Conhecer e identificar as doenças imunológicas com manifestação bucomaxilofacial e as infecções bacterianas, fúngicas e virais de interesse estomatológico. Conhecer e identificar as lesões fundamentais em Estomatologia, os mecanismos microbianos de patogenicidade, imunopatologia e a resposta imune às infecções de acometimento bucomaxilofacial. Conhecer e interpretar resultados dos principais exames complementares utilizados no diagnóstico das doenças infecciosas virais, bacterianas e fúngicas com manifestação bucomaxilofacial.

62 60 PROPEDÊUTICA ODONTOLÓGICA II Competência geral: Conhecer sobre o diagnóstico oral por meio de métodos clínicos, radiográficos e histopatológicos na Odontologia. Competência técnica: Conhecer a biossegurança e ergonomia em odontologia; os fundamentos do atendimento e diagnóstico em Odontologia Identificar reparos anatômicos nas radiográficas intrabucais e interpretar exames complementares em Odontologia SAÚDE BUCAL COLETIVA Competência geral: Conhecer todos os níveis de atenção à saúde, programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, reconhecendo as ações específicas da saúde bucal coletiva propostas pela Política Nacional de Saúde Bucal Competência técnica: Conhecer a história e as diretrizes de Políticas de Saúde e de Saúde Bucal Conhecer as ações do cirurgião-dentista nos diferentes níveis de atenção no Sistema Único de Saúde e conhecer como funciona o sistema de referência e contra-referência em saúde Conhecer as diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica e a Estratégia Saúde da Família, incluindo as competências da equipe de Saúde Bucal na atenção básica Conhecer os principais indicadores epidemiológicos em saúde e em saúde bucal e conhecer as principais etapas para realização de um levantamento epidemiológico e quais os principais levantamentos em saúde bucal realizados no Brasil TÓPICOS EM ODONTOLOGIA Competência geral: Conhecer sobre gestão em saúde, reconhecendo a necessidade da elaboração de um Plano de Negócio e estruturação de processos administrativos para contratação de mão de obra e implementação de estratégias de negócio dentro de uma perspectiva sustentável e ética, bem como conhecer diferentes estratégias de estudo, pautadas na análise de diferentes organizadoras de concurso e seus estilos de prova, norteando a análise de bibliografia específica e dos conteúdos de Odontologia abordados nos concursos. Competência técnica: Conhecer estratégias financeiras e de marketing adequadas aos empreendimentos odontológicos (consultório / clínica), estudando o mercado consumidor e a concorrência. Conhecer a história do empreendedorismo e a importância para os futuros empreendedores de desenvolver atitudes empreendedoras, correlacionando-as com a estratégia de abertura e divulgação do seu empreendimento (consultório/clínica). Conhecer as diferentes abordagens dos temas referentes a Odontologia, pelas mais diversas organizadoras de concursos públicos e as etapas envolvidas nos mesmos. Conhecer o referencial teórico abordado nas provas de concursos públicos referentes a odontologia, com enfoque completamente voltado para a forma de elaboração destes conteúdos nestas provas, considerando os diferentes órgãos/ instituições. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Competência geral: Conhecer os critérios para as definições metodológicas e conhecer as etapas de elaboração do projeto de conclusão do curso.

63 61 Competência técnica: Conhecer o as características e meios para estruturar o trabalho científico. Conhecer o as características e meios para o desenvolvimento do trabalho científico, e ser capaz de definir os aspectos da metodologia científica, para cumprir o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Competência geral: Conhecer o processo de desenvolvimento do trabalho científico, norteado pelos os critérios da metodologia científica, cumprindo o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. Competência técnica: Conhecer o as características e meios para estruturar o trabalho científico. Conhecer o as características e meios para o desenvolvimento do trabalho científico, e ser capaz de definir os aspectos da metodologia científica, para cumprir o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. 3.4 OBJETIVOS DO CURSO Os objetivos do Curso de Odontologia foram concebidos e implementados buscando uma coerência, em uma análise sistêmica e global, com os seguintes aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. Neste contexto, ao se definir o BSC do Curso de Odontologia foi definido o perfil profissional do Cirurgião dentista a ser formado pela Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá e foram delineados os principais objetivos do Curso à luz das DCNs, dispostas na Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de Assim, o Curso tem como OBJETIVO PRINCIPAL: Cirurgião dentista generalista apto a atuar na promoção e proteção à saúde, recuperação e reabilitação com foco na integralidade da atenção, no nível individual e coletivo, na esfera governamental e não governamental. O objetivo do curso é atender às necessidades locais e regionais, permitindo a integração social na comunidade externa por meio das seguintes atividades: - Participação em aulas de campo, onde o acadêmicos têm a percepção de como está estruturada a sociedade e o ambiente que o cerca, sempre relacionando com eixos interdisciplinares. - Participação em Projeto de Extensão desenvolvido pelos professores e coordenação do curso de Odontologia que busca levantar a realidade da saúde bucal na sociedade interrelacionando-a com o processo de aprendizagem.

64 ESTRUTURA CURRICULAR A estrutura curricular implantada no Curso de Odontologia, da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, busca contemplar, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade plena, compatibilidade da carga horária total e articulação da teoria com a prática. Ao apresentar uma matriz curricular, o Curso tem como preocupação realizar um currículo voltado para o alcance do perfil definido para o profissional, a partir do desenvolvimento das competências previstas no BSC, estabelecidas a partir da Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002 que institui as DCNS do Curso de Odontologia, tendo em vista o mercado de trabalho e sua articulação com as tendências da profissão na sociedade contemporânea MATRIZ CURRICULAR Em atendimento ao que recomendam as Diretrizes Nacionais para Curso de Odontologia, instituídas pela Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002, a matriz curricular do Curso de Odontologia é a seguinte: DISCIPLINA SEMESTRE TIPO DE OFERTA CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH OUTROS ED - LÓGICA MATEMÁTICA 1º ACO-ED 5 5 HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE 1º DI/INTERAT IVA CH TOTAL CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS 1º PRESENCIAL METODOLOGIA CIENTÍFICA 1º PRESENCIAL ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL 1º PRESENCIAL ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL DA CABEÇA E PESCOÇO 1º PRESENCIAL ED - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 2º ACO-ED 5 5 PROPEDÊUTICA ODONTOLÓGICA I 2º DI/INTERAT IVA CIÊNCIAS MOLECULARES E CELULARES 2º PRESENCIAL CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS DIGESTÓRIO, ENDÓCRINO E RENAL CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS NERVOSO E CARDIORRESPIRATÓRIO CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS TEGUMENTAR, LOCOMOTOR E REPRODUTOR 2º PRESENCIAL º PRESENCIAL º PRESENCIAL ED - GENÉTICA E QUALIDADE DE VIDA 3º ACO-ED 5 5 FORMAÇÃO INTEGRAL EM SAÚDE 3º SAÚDE COLETIVA (OPTATIVA) 3º DI/INTERAT IVA DI/INTERAT IVA CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS 3º PRESENCIAL

65 63 IMUNE E HEMATOLÓGICO ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL DO ECOSSISTEMA BUCAL ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM OCLUSÃO E DENTÍSTICA 3º PRESENCIAL º PRESENCIAL PROPEDÊUTICA ODONTOLÓGICA II 3º PRESENCIAL ED GRAMÁTICA 4º ACO-ED 5 5 FUNDAMENTOS PARA PROPEDÊUTICA CIRÚRGICA I ODONTOLOGIA LEGAL E DEONTOLOGIA 4º CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA I 4º PRESENCIAL DI/INTERAT IVA º PRESENCIAL FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL I 4º PRESENCIAL ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM DENTÍSTICA E PERIODONTIA ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM ENDODONTIA E PRÓTESE 4º PRESENCIAL º PRESENCIAL PROPEDÊUTICA CLÍNICA 4º PRESENCIAL ED EMPREGABILIDADE 5º ACO-ED 5 5 FUNDAMENTOS PARA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA I FUNDAMENTOS PARA PROPEDÊUTICA CIRÚRGICA II ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA I ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA II CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA III SAÚDE BUCAL COLETIVA 5º 5º 5º DI/INTERAT IVA DI/INTERAT IVA º ESTÁGIO º ESTÁGIO º PRESENCIAL º PRESENCIAL DI/INTERAT IVA ED - EDUCAÇÃO AMBIENTAL 6º ACO-ED 5 5 FUNDAMENTOS PARA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA II 6º DI/INTERAT IVA FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO À CRIANÇA I 6º PRESENCIAL FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL II 6º ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA II ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA IV CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO À CRIANÇA I ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM ORTODONTIA DI/INTERAT IVA º ESTÁGIO º ESTÁGIO º PRESENCIAL º PRESENCIAL º PRESENCIAL

66 64 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 6º TCC ED - POLÍTICAS PÚBLICAS 7º ACO-ED 5 5 FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO À CRIANÇA II 7º FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL III 7º ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA III ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA IV ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ACOLHIMENTO E REFERENCIAMENTO CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO À CRIANÇA II DI/INTERAT IVA DI/INTERAT IVA º ESTÁGIO º ESTÁGIO º ESTÁGIO º PRESENCIAL CLÍNICA INTEGRADA DE REABILITAÇÃO ORAL I 7º PRESENCIAL CLÍNICA INTEGRADA DE REABILITAÇÃO ORAL II 7º PRESENCIAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 7º TCC ED - DEMOGRACIA, ÉTICA E CIDADANIA 8º ACO-ED 5 5 FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO AO IDOSO E AO PACIENTE ESPECIAL 8º DI/INTERAT IVA ESTÁGIO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR 8º ESTÁGIO ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA V ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - GESTÃO DO SUS 8º ESTÁGIO º ESTÁGIO ESTÁGIO EM URGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS 8º ESTÁGIO CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO ADOLESCENTE 8º PRESENCIAL CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO IDOSO 8º PRESENCIAL CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO PACIENTE ESPECIAL TÓPICOS EM ODONTOLOGIA 8º 8º PRESENCIAL TÓPICOS ESPECIAIS ATIVIDADES COMPLEMENTARES * ACO-EI BIOLOGIA MOLECULAR E BIOTECNOLOGIA ** ** OPTATIVA EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS ** ** OPTATIVA LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ** ** OPTATIVA PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE ** ** OPTATIVA SAÚDE COLETIVA ** ** OPTATIVA RESUMO DA CARGA HORÁRIA Total da Carga Horária Teórica 820 Total da Carga Horária Prática 1.400

67 65 Disciplina Interativa 780 Atividades ED's 40 Complementares Outras Total da Carga Horária de TCC 120 Total da Carga Horária de Estágio 800 TOTAL GERAL INTERDISCIPLINARIDADE A interdisciplinaridade é uma estratégia de abordagem em que duas ou mais disciplinas podem interagir, estabelecendo relações entre os conteúdos, objetivando proporcionar um conhecimento mais abrangente e contextualizado ao aluno. Nessa concepção, permanecem os interesses próprios de cada disciplina, porém buscando soluções dos seus próprios problemas através da articulação com as outras disciplinas. No modelo KLS 2.0 essa articulação se inicia com a escolha das disciplinas de fundamento que embasam as disciplinas profissionalizantes, as quais dão suporte, a partir das competências previstas e desenvolvidas, para a atuação do futuro egresso nas diferentes áreas da profissão FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR O princípio da flexibilização da Matriz Curricular do Curso de Odontologia é promover fluidez na oferta dos componentes curriculares e dessa forma possibilitar que coordenador e professores desenvolvam ações, entendidas como desdobramentos das competências previstas na matriz curricular, que fortalecem a identidade do curso, a partir de suas características e necessidades. Condiderando que o KLS 2.0 é organizado por competências, a flexibilidade para a oferta das disciplinas se potencializa. Significa dizer que a oferta das disciplinas se torna um processo dinâmico, que oportuniza ao aluno um percurso que o desafie e o prepare para o desenvolvimento de uma visão crítica. Rompe-se a barreira da rigidez de oferta, valorizando-se e respeitando-se a articulação entre as disciplinas. Esse dinamismo estimula o trabalho com a diversidade, a interação entre os alunos e a interdisciplinaridade. Além dessa maleabilidade na oferta e disposição de disciplinas, a flexibilização curricular se efetivará também por meio de componentes acadêmicos, tais como: Disciplinas Optativas, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares. Disciplinas Optativas

68 66 A disciplina optativa prevista no Curso de Odontologia é parte integrante da Matriz Curricular, oportunizando a flexibilização do currículo por meio de um elenco de disciplinas à escolha dos alunos, sendo elas: Biologia Molecular e Biotecnologia, Educação e Tecnologias, Libra A disciplina optativa prevista na matriz poderá ser substituída por uma das disciplinas escolhidas, devendo ser cursada com êxito pelos alunos, para o cômputo da carga horária do curso e desenvolvimento das competências nela previstas. As disciplinas previstas no elenco de disciplinas optativas apresentam congruência com as áreas de atuação do egresso e com a legislação vigente, no que se refere à disciplina de Libras - Língua Brasileira de Sinais; Psicologia Aplicada a Saúde e Saúde Coletiva A disciplina Libras, conforme determinam a Lei nº /2002 e o Decreto nº 5.626/2005, é obrigatória para as licenciaturas e o bacharelado em Fonoaudiologia e optativa para os demais cursos. Trabalho de Conclusão de Curso Descrito no item 3.8. Atividades Complementares Descritas no item ACESSIBILIDADE PLENA Conforme descrito anteriormente a Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá preocupa-se com o direito às condições de igualdade no acesso, assegurado ao públicoalvo da educação especial, na permanência e na terminalidade dos estudos na educação superior. Tais condições são promovidas institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de barreiras, a saber: arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, nas comunicações e digitais. Para o público-alvo da educação especial, a flexibilização curricular também acontece por meio da ampliação ou redução do tempo de integralização do curso. A ampliação, considera especificidades e o tempo de aprender de alunos com deficiência intelectual, por exemplo. E a redução, pode acontecer para alunos com altas habilidades/superdotação, caso comprovado extraordinário aproveitamento, conforme previsto no Art. 47 da LDB 9.394/ COMPATIBILIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA A carga horária dos cursos é orientada pela Resolução CNE/CES nº 3/2007 e pelo Parecer CNE/CES nº 261/2006, que institui o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, por meio de preleções e aulas expositivas e/ou atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas.

69 67 Dessa forma, no modelo KLS 2.0 a carga horária é mensurada em horas (60 minutos), composta de 50 minutos de aula mediada e 10 minutos de Atividades Orientadas, totalizando 60 minutos de efetiva atividade acadêmica. As Atividades Orientadas foram concebidas com a finalidade de desenvolver no aluno a cultura de autoestudo. Assim sendo, cada professor prepara e disponibiliza, antecipadamente, no Ambiente Virtual, o planejamento das atividades que preparam o aluno para a aprendizagem dos conteúdos da aula, conforme descrito anteriormente ARTICULAÇÃO DA TEORIA COM A PRÁTICA Esta articulação da teoria com a prática é contemplada na abordagem dos diversos conteúdos, observando o equilíbrio teórico-prático, permitindo o desenvolvimento de temas, inerentes às atividades profissionais, de forma integrada, propiciando ao aluno o aprimoramento científico e a busca do avanço tecnológico. Neste contexto, a estrutura curricular desenvolvida, que possui coerência com o perfil traçado para o profissional egresso, foi organizada de forma a propiciar uma articulação dinâmica entre ensino e labor profissional, prática e teoria, ambiente acadêmico e convívio comunitário, o básico e o profissionalizante, de modo que assegure ao longo do Curso a formação científico-éticohumanista do profissional almejado e que agregue diversas competências necessárias ao desenvolvimento autônomo no pensar e decidir. Para isto podem ser utilizados outros ambientes de aprendizagem, como laboratórios, empresas juniores, escritórios de aplicação, núcleos de prática, clinícas modelos, escolas de aplicação, hospitais universitários e outros ambientes externos quando possível. Na elaboração da estrutura curricular foram adotados, também, princípios que promovem a organização do curso partindo do geral para o específico, em níveis crescentes de complexidade e em sucessivas aproximações. Assim, uma sequência de conhecimentos definirá os objetivos a serem alcançados - novos conhecimentos e habilidades (cognitivos, afetivos e psicomotores) são introduzidos em momentos subsequentes, reforçando o que já se sabe e mantendo as interligações com as informações previamente aprendidas. Deste modo, o estudante vai gradualmente se apropriando do conhecimento em uma maior amplitude e profundidade, havendo uma concentração maior de disciplinas específicas à medida que o estudante vai avançando no curso, contudo se busca esta articulação desde o início da formação acadêmica, por meio da metodologia de ensino adotada TÓPICOS ESPECIAIS Tópicos Especiais são disciplinas obrigatórias, previstas nas matrizes curriculares, que têm como finalidade oferecer aos discentes a oportunidade de estudar e discutir assuntos atuais, articulados com conteúdos específicos do curso, e, portanto, de relevância para o curso. A ementa e os conteúdos podem ser revistos, editados, atualizados ou modificados a partir da necessidade mapeada, estimulando a interdisciplinariedade no curso e buscando contribuir para o desenvolvimento de habilidades e competências acadêmicas, considerando os temas mais debatidos no momento, relacionados ao mundo do trabalho e à prática profissional.

70 68 Coerente com os conceitos acadêmicos e a metodologia adotados, as disciplinas ofertadas como Tópicos Especiais promovem o debate entre o curso e os principais temas contemporâneos, a fim de formar os egressos com as competências necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho DISCIPLINAS SEMIPRESENCIAIS A Portaria MEC 1.134, de 10 de outubro de 2016 (BRASIL, 2016), autoriza as instituições de ensino superior que possuam pelo menos um curso de graduação reconhecido a introduzir, na organização pedagógica e curricular de seus cursos de graduação presenciais regularmente autorizados, a oferta de até 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, de disciplinas na modalidade a distância. Essa mesma legislação define a oferta semipresencial como quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino-aprendizagem centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes instrumentos de informação, que utilizem as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs). Na modalidade semipresencial, as TICs e os materiais didáticos utilizados ampliam as possibilidades de interação no fazer pedagógico e se constituem em importante elemento de flexibilização curricular, no que diz respeito às condições individuais do estudante, ao ritmo de aprendizagem, ao local e ao tempo de dedicação aos estudos. A introdução da oferta de disciplinas semipresenciais vem complementar o modelo pedagógico do Curso de Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, promovendo a inovação e o uso da tecnologia no processo de ensinoaprendizagem, contribuindo significativamente para aproximar ainda mais o aluno da realidade do mercado de trabalho. Na IES identificamos essas disciplinas com a nomenclatura de disciplinas interativas (DI), que têm por objetivos: - promover a inovação e o uso da tecnologia no processo de ensino-aprendizagem; - potencializar o uso das ferramentas tecnológicas; - oportunizar a autonomia na aprendizagem do aluno; - flexibilizar o currículo, no que diz respeito às condições individuais do estudante, ao ritmo de aprendizagem, ao local e ao tempo de dedicação aos estudos; - possibilitar a flexibilização do tempo e espaço; - contribuir para a formação de um aluno comprometido com o estudo e responsável pela organização de seu tempo; e - contribuir para aproximar o aluno da realidade do mercado de trabalho. As DIs têm dois formatos de execução, a depender da estrutura de carga horária da disciplina:

71 69 1) Disciplina interativa: disciplina composta por um conjunto de atividades proporcionais à carga horária semestral de acordo com o curso. Os conteúdos são definidos nos planos de ensino de cada disciplina. Para esse formato, o aluno terá um cronograma de atividades virtuais, a serem realizadas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), e uma agenda presencial, composta pela realização de atividades e avaliações na IES. No AVA, o aluno tem acesso a um material institucional estruturado com elementos que viabilizam o seu aprendizado: Webaula, videoaulas, livro didático interativo e atividades diagnósticas e de aprofundamento. Para suportar o desenvolvimento do aluno, tem-se a participação de atores que acompanham e o orientam durante o seu percurso na disciplina. São eles: o tutor, a quem compete a mediação do processo de ensino-aprendizagem; o coordenador de curso, que faz o acompanhamento das atividades presenciais obrigatórias realizadas pelo aluno. Cada um com papéis e atribuições específicas, definidas no regulamento e manual do aluno, disponibilizado no AVA. 2) Disciplina Blended: disciplina híbrida, com elementos presenciais e interativos, na qual parte do conteúdo é ofertada via material didático institucional, no AVA, e a outra parte do conteúdo e/ou componente prático é ofertada presencialmente, em espaços específicos na IES. O desenvolvimento do componente teórico ocorrerá, portanto, em sessões de autoestudo, com aporte de denso material didático, e sob orientação do tutor da disciplina. O desenvolvimento do componente teórico e/ou prático ocorrerá de forma presencial; havendo componentes práticos, estes acontecerão nos espaços indicados para a realização da prática (por exemplo: laboratórios de informática e/ou específicos), sob orientação do professor alocado na disciplina. O professor selecionado para aplicar a carga horária prática da Disciplina Blended atua em perfeito alinhamento com o material didático institucional da disciplina. Da mesma forma, ele deverá aplicar as práticas conforme os roteiros de aulas práticas (RAPs) fornecidos institucionalmente, como forma de garantir plena interação dos componentes práticos e teóricos e um percurso de aprendizagem adequado ao aluno. O total da carga horária prática da disciplina DI Blended direciona a quantidade de roteiros de aulas práticas (RAPs) que deverão ser desenvolvidos pelo professor. Do ponto de vista da operacionalização, a Aula Prática visa o desenvolvimento dos conteúdos, apresentados primeiramente no Livro Didático e na Webaula, via atividades mediadas de aprendizagem. Independente do formato, compartilham a mesma estrutura de material didático institucional, baseada no conceito de Aula Modelo Institucional do modelo KLS 2.0, que tem como intenção disponibilizar aos docentes e discentes da instituição um programa de aula concreto e organizado, alinhado com a missão, visão e valores da IES e com os princípios norteadores da aprendizagem ativa. Assim, todas as DIs possuem material didático que suporta o autoestudo do aluno, com o objetivo de sistematizar previamente o que será ministrado, dispondo ao aluno as leituras prévias e materiais complementares de estudo, dentro de uma perspectiva que coloca o aluno no centro do processo de ensino-aprendizagem, tornando-o ator e responsável pelo seu aprendizado. A aprovação na disciplina interativa e disciplina blended exige, além do rendimento, a integralização de no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária da disciplina.

72 70 Institucionalmente a oferta das disciplinas semipresenciais é normatizada por meio da Resolução 3.6 CONTEÚDOS CURRICULARES Os conteúdos curriculares definidos para o Curso estão em consonância com o que preconiza a Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002, que instituiu as Diretrizes Nacionais para Cursos de Odontologia, e buscam possibilitar, com qualidade, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: coerência com as DCNs e objetivos do curso, necessidades locorregionais, acessibilidade plena, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia e abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos, de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e pessoas com deficiência. Integra este tópico do PPC o Anexo com todos os conteúdos das disciplinas do Curso. O Curso considera as necessidades locorregionais, objetivando atender e supri-las, gerando bem-estar à comunidade local e regional com a formação de qualidade de seu futuro egresso. Os conteúdos curriculares foram agrupados em disciplinas que compõem a estrutura curricular do curso. Todos os conteúdos de cada disciplina da estrutura curricular foram cadastrados no SISCON do curso e foram classificadas em: disciplinas institucionais, disciplinas da área e disciplinas do curso (profissionalizantes). A acessibilidade plena é concretizada nos conteúdos por meio da eliminação de qualquer obstáculo arquitetônico, pedagógico, atitudinal, nas comunicações e digital, oferecendo mecanismos e meios para alcançar a todos os públicos no processo de ensinoaprendizagem, visando atender às diretrizes curriculares e objetivos do curso com a formação e desenvolvimento de egressos com formação de qualidade. A IES procura adequar os conteúdos ao perfil profissional do egresso, considerando as especificidades do público-alvo da educação especial. Assim, organizou o curso de Formação em Educação Inclusiva, e ofertou para todos os professores, buscando contribuir com as reflexões pedagógicas e adaptações necessárias para que todos os acadêmicos tenham condições de acesso para desenvolver este perfil PLANO DE ENSINO O plano de ensino do Curso da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá é um instrumento de ação educativa, que promove a organização do conteúdo programático, o planejamento do processo metodológico e avaliativo, e a sistematização do processo educacional das ações dos docentes e discentes em vista à consecução dos objetivos de aprendizagem estabelecidos.

73 71 O processo de elaboração considera a participação ativa dos docentes e deve ser consciente, refletido e planejado, trazendo consigo a característica da flexibilidade e da adaptabilidade a situações novas e imprevistas. O plano de ensino é elaborado e disponibilizado no ambiente virtual de aprendizagem, pois se trata de um documento em que se pactua o planejamento do semestre, a comunicação entre professor e aluno, passando a ser um instrumento de trabalho e um documento de compromisso com o processo de ensino-aprendizagem. Em consonância com seu modelo de ensino, os planos de ensino da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá são organizados e disponibilizados para os alunos, de acordo com os seguintes tópicos: I. Curso; II. Identificação da disciplina; III. Docente; IV. Coordenador(a); V. Carga horária; VI. Objetivos da disciplina - Competências gerais - Competências técnicas (quando for o caso); VII. Estrutura da disciplina; - Unidade de Ensino; - Conteúdo Programático VIII. Proposta metodológica; IX. Sistemática de Avaliação; X. Referências Bibliográficas - Referências Básicas; - Referências Complementares; XI. Outras Referências Esse modelo de plano de ensino permite ao professor ter clareza sobre o trabalho que desenvolverá em sala de aula. Embora a maioria das IES opte por adotar o termo Objetivo Geral, a Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá opta por utilizar o termo competência, considerando o entrelaçamento existente entre os conceitos de objetivo geral e competência, bem como de objetivos específicos e habilidades, depreendidos a partir das leituras em Perrenoud (2002), Mager (1984) e Bloom (1971). A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá trabalha o currículo por competências, no qual o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdos, em que aluno atua como sujeito passivo. O termo Competência tem recebido vários significados ao longo do tempo. Na atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), competência é definida como: Capacidade de mobilizar, articular, colocar em ação valores, habilidades e conhecimentos necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho. (BRASIL, 1996)

74 72 Diante de todo o exposto, e considerando que o plano de ensino deve guiar a ação docente no processo ensino-aprendizagem, a Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá opta por utilizar o termo competências, entendendo que 1. O objetivo geral não está apenas no campo cognitivo, não se encontra em algo que o docente deseja para o seu aluno (pois esse é o seu dever ético), mas naquilo que, após a sua completa mediação, o aluno será capaz de fazer para demonstrar que, de fato, desenvolveu a competência geral projetada; 2. Uma competência geral pode originar uma competência técnica, por isso, a seguir, é necessário anunciar qual é o produto (uma entrega que consolide uma etapa de aprendizagem pelo aluno), originado por essa competência. Nesse contexto, o objetivo do conteúdo é desenvolver Competências, cujo alcance abrangerá o CONHECER e se evidenciará no FAZER do discente/egresso, prenunciando a qualidade da sua atuação como profissional EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA Ciências Moleculares e Celulares Ementa: Origem e Evolução das Células. Composição molecular da célula. Núcleo Celular. Bases biológicas da hereditariedade. Superfície Celular, Citoplasma Celular. Diferenciação Celular e Apoptose. Padrões de Herança. Genética Bioquímica. Erros inatos do metabolismo. Genética do Sistema Imune. Genética das Doenças Complexas. Bibliografia Básica: De ROBERTIS, E. M. F. & HIB, J. Bases da Biologia Celular e Molecular. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, José. Biologia Celular e Molecular. 8ª. ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro THOMPSON & THOMPSON, NUSSBAUM, R. L. et al. Genética Médica, 7. ed. Elsevier: Rio de Janeiro, MARZZOCO,A & TORRES,B.B. Bioquímica básica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: Ciências Morfofuncionais I Ementa: Introdução ao Estudo das Ciências Morfofuncionais. Sistema Tegumentar. Sistema Locomotor. Sistema Reprodutor Masculino. Sistema Reprodutor Feminino. Bibliografia Básica: MOORE, DALLEY &. Anatomia Orientada para Clínica. 6ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, JUNQUEIRA & CARNEIRO. Histologia Básica. 11ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de Fisiologia Médica. 11ª edição. Elsevier Medicina Brasil, MOORE & PERSAUD. Embriologia Clínica. 8 ed. Elsevier Medicina Brasil, RANG & DALE. Farmacologia. 6 ed. Elsevier Medicina Brasil, Bibliografia Complementar: Metodologia Científica

75 73 Ementa: Leitura, Interpretação e Produção de Textos. Estrutura e Organização de trabalhos acadêmicos. Pesquisa Cientifica. Elaboração de Projeto de Pesquisa. Bibliografia Básica: LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Mariana De Andrade. Metodologia Científica: Ciência e conhecimento científico. 5ª ed. São Paulo: Atlas, p. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, p. ANDRADE, Maria Margarida De. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 10ª ed. São Paulo: Atlas, p. KELLER, Vicente; BASTOS, Cleverson. Aprendendo a aprender: Introução à metodologia científica. 14. ed. Petrópolis: Vozes, p. Bibliografia Complementar: Homem, Cultura e Sociedade Ementa: A formação do pensamento ocidental. O homem e a sociedade. O homem enquanto produtor e produto da cultura. As relações étnico-raciais e a luta antirracista do movimento negro do Brasil. Bibliografia Básica: CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 14ª ed. São Paulo: Editora Ática, LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. 21 rp. São Paulo: Brasiliense, LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 24ª Ed. Rio de Janeiro: Zahar, MARTINS, Carlos. O que é Sociologia? 38ª ed. São Paulo: Brasiliense MONDIN, Battista. O homem: quem é ele? 12ª ed. São Paulo: Paulus, HENRIQUES, R. Desigualdade racial no Brasil: evolução das condições de vida na década de 90. Rio de Janeiro: IPEA, BENTO, Maria Aparecida da Silva. Racialidade e produção do conhecimento. In: SEYFERTH et al. Racismo no Brasil. São Paulo: ABONG, Ação Educativa, ANPED, ARANHA, Maria Lucia Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 4.ed. Moderna. São Paulo, CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2010 LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 22. ed.rio de Janeiro: Zahar, Bibliografia Complementar: CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação, economia, sociedade e cultura. 6.ed. São Paulo: Ática, VILA NOVA, Sebastião. Introdução à Sociologia. 6.ed. São Paulo: Atlas, HOEBEL, E. Adamson; FROST, Everett L. Antropologia Cultural e Social. São Paulo: Cultrix, LAPLANTINE, Francois. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, MONDIN, Battista. Homem, quem ele e?, O: elementos de antropologia filosófica. 13.ed. São Paulo: Paulus, Introdução às Ciências Odontológicas Ementa: Visão ampliada da odontologia. Conceito de promoção de saúde e especialidades odontológicas. Aproximação do discente de odontologia com as clínicas odontológicas e verificação das rotinas acadêmicas da odontologia. Bibliografia Básica: ALVES, M.S.C.F. As intervenções em saúde bucal numa dimensão psicossocial: uma introdução a esse campo. In: FERREIRA, M.A.F.; RONCALLI, A.G.; LIMA, K.C. Saúde bucal coletiva: conhecer para atuar. Natal: EDUFRN, cap.11. p CARVALHO, A.C.P. Ensino de Odontologia no Brasil. In: CARVALHO, A.C.P.; KRIGER, L. Educação odontológica. São Paulo: Artes Médicas, cap. 2. p FRAZÃO, P.; NARVAI, P.C. Saúde bucal no Sistema Único de Saúde: 20 anos de lutas por uma política pública. Saúde em debate, v.33, n.81, p.64-71, Bibliografia ABENO. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO ODONTOLÓGICO. Mudanças nos cursos de

76 74 Complementar: Odontologia e a interação com o SUS. Reunião paralela 22º CIOSP- 29 de janeiro de BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação Nacional de Saúde Bucal. A Política Nacional de Saúde Bucal no Brasil: registro de uma conquista histórica. Brasília BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasil Sorridente. Disponível em: Acesso em: 06 maio CFO. Conselho Federal de Odontologia. Relatórios do CFO. Total geral pelos municípios Disponível em: < >. Acesso em: 28 abr CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES de 19 de fevereiro de Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia. Ciências Morfofuncionais II Ementa: Sistema Nervoso, Sistema Cardiovascular, Sistema Respiratório Bibliografia Básica: KEITH & MOORE. Embriologia Básica. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. 2 ed. São Paulo: Atheneu, TORTORA, G. J. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, WIDMAIER, Eric. Fisiologia Humana: os mecanismos das funções corporais. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, DALE & RANG. Fundamentos de Farmacologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Bibliografia Complementar: Ciências Morfofuncionais III Ementa: Sistema Urinário. Sistema Digestório. Sistema Endócrino. Temperatura Corporal. Estudo da dor. Estudo da Sensibilidade. Bibliografia Básica: ALBERT, LEHNINGER. Lehninger: Principios de Bioquímica. 6ª ed. São Paulo: Sarvier, DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu, RANG, H. P. et al. RANG & DALE - Farmacologia. 6ª ed:, Rio de Janeiro: Elsevier JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica: texto/atlas. 11ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MOORE, k. L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia Básica. 7ª ed., Rio de Janeiro: Elsevier Bibliografia Complementar: Ética, Política e Sociedade Ementa: Formação da moral ocidental. Formação da política ocidental. A explicação sociológica da vida coletiva. A construção da sociedade global. Bibliografia Básica: ARANHA, M. L. de Arruda; MARTINS, M. H. Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 4ª ed. rev. Ed. Ática: São Paulo, BARBOSA, M. L. de Oliveira; QUINTANEIRO, Tania; OLIVEIRA, Márcia G. M. de. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim, Weber. 2ª ed. Ed. UFMG: Belo Horizonte, SELL, Carlos Eduardo 2ª ed. Sociologia Clássica: Marx, Weber e Durkheim. Petrópolis: Vozes MANUEL, Castells. A Sociedade em Rede.

77 75 São Paulo SP: Paz e Terra, 2004.COMPARATO, Fábio Konder. Ética, direito, moral e religião no mundo moderno. São Paulo: Cia. das Letras, DE CICCO, Cláudio. Teoria Geral do Estado e Ciência Política. 2ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, ARANHA, Maria Lucia Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 4.ed. Moderna. São Paulo, CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2010 LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 22. ed.rio de Janeiro: Zahar, Bibliografia Complementar: CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação, economia, sociedade e cultura. 6.ed. São Paulo: Ática, CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação, economia, sociedade e cultura. 6.ed. São Paulo: Ática, HOEBEL, E. Adamson; FROST, Everett L. Antropologia Cultural e Social. São Paulo: Cultrix, HOEBEL, E. Adamson; FROST, Everett L. Antropologia Cultural e Social. São Paulo: Cultrix, LAPLANTINE, Francois. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, MONDIN, Battista. Homem, quem ele e?, O: elementos de antropologia filosófica. 13.ed. São Paulo: Paulus, Formação Integral em Saúde Ementa: As bases da Saúde Coletiva. Bases legais e históricas do SUS. Modelo Assistencial no SUS. Planejamento de saúde no SUS. Bibliografia Básica: Campos, GWS. Tratado de Saúde Coletiva. 2. ed. São Paulo / Rio de Janeiro: HUCITEC / FIOCRUZ, Carvalho G. Santos. Sistema Único de Saúde: comentários à Lei Orgânica de Saúde. 4. ed. Campinas: Unicamp, Almeida Filho Naomar De; Rouquayrol MZ.. Epidemiologia & Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: Medici, Bibliografia Complementar: Relatório Final da 8ª Conferência Nacional de Saúde Disponível em: < Guia prático do Programa Saúde da Família. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.. Guia metodológico de comunicação social em nutrição. Disponível em: Brasil. Ministério da Saúde. O Sistema Público de Saúde Brasileiro. Brasília, Disponível em: Odontologia Morfofuncional Ementa: Estudo da anatomia e histologia dos dentes permanentes e decíduos. Estudo da anatomia e histologia do cpmplexo dentino-pulpar. Estudo da anatomia e histologia do periodonto. Estudo da embriologia e topografia facial. Escultura dental. Bibliografia Básica: MADEIRA., Miguel Carlos. Anatomia do dente. 6ª Ed, São Paulo:Sarvier, KATCHBURIAN, E.; ARANA, V. Histologia e Embriologia Oral. Texto, Atlas, CorrelaçõClínicas. 2ª Ed, Rio de Janeiro:Guanabara, CATE, T. Histologia Oral. 7. ed. São Paulo: Elselvier, Bibliografia Complementar: ABRAHAMS, P. H.; HUTCHINGS, R. T. MARKS JR, S. C. Atlas colorido de anatomia humana de Mcminn. 4 ed. Rio de Janeiro: Manole, FIGUN; GARINO. Anatomia Odontológica funcional e aplicada. 3. ed. São Paulo: Médica Panamericana, ROSSI, M. Anatomia craniofacial aplicada à odontologia. 1ª Ed. Editora Santos, PUTZ, R; PABST, R. Sobotta: Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara

78 76 Koogan, VIEIRA, G. F. Atlas de Anatomia de Dentes Permanentes. Editora: Santos, Ciências Morfofuncionais IV Ementa: Adaptação e Lesão Celular. Tecido Sangüíneo. Resposta Imune. Antígenos e Anticorpos. Reações de Hipersensibilidade. Neoplasias. Imunização. Bibliografia Básica: ROBBINS & COTRAN - Patologia - Bases Patológicas das Doenças - 8ªed, Rio de Janeiro: Elsevier. ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew.; POBER, Jordan S. Imunologia Celular e Molecular. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, A.V. HOFFBRAND, P.A.H. MOSS, J.E. PETTIT. Fundamentos em Hematologia. 4ª Ed. Editora Artmed RUBIN, Emanuel. Rubin - Patologia: Bases Clinicopatológicas da Medicina. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. Bibliografia Complementar: httpwww.bio.davidson.educoursesimmunologybio307.html httpwww.ufrgs.brfavetimunovet httpwww.fo.usp.brlidopatoartegeralpatoarteintr.htm Saúde Coletiva Ementa: Epidemiologia nos serviços e o método epidemiológico. Métodos estatísticos. Bibliografia Básica: Almeida Filho Naomar De, Rouquayrol MZ.. Epidemiologia & Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: Medici, Pereira MG. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Vieira S. Introdução a Bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, Bibliografia Complementar: Coleção Saúde e Cidadania. Módulo 7:Vigilância em saúde pública. Disponível em: Indicadores Básicos de Saúde no Brasil: conceitos e aplicações. Rede Interagencial de Informações para a Saúde RIPSA Brasília: OPAS, Disponível em Guia de Vigilância epidemiológica / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. 6ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, Capítulos 1 e 3: Sistema de Informação em Saúde e Vigilância Epidemiológica. Disponível em: Odontologia Morfofuncional da Cabeça e Pescoço Ementa: A cavidade bucal: estudo da topografia e histologia. Estudo das glândulas salivares maiores e menores. Osteologia crâniofacial. Estudo da cavidade nasal e seios paranasais Articulação temporo-mandibular. Aspectos morfofuncionais dos músculos da face. Aspectos morfofuncionais dos músculos da face. Vascularização do crânio e face. Inervação da face. Metodologia: ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM TEÓRICO/PRÁTICAS CH 48h: as aulas teóricas serão desenvolvidas de forma interativa, com projeção multimídia, aulas interativas em programas de computador, exposição dialogada, discussão e problematização dos assuntos, trabalhos em grupo, utilização diversificada de recursos didáticos e audiovisuais, objetivando a construção de espaços potenciais de ensino-aprendizagem. O procedimento metodológico para execução das aulas compreende: Introdução Exposição em linhas gerais pelo professor e conversas informais com o grupo quanto ao

79 77 assunto do dia; Desenvolvimento Explicação do assunto pelo professor, bem como a construção e realização de tarefas desempenhadas pelo grupo. Conclusão Síntese geral do assunto pelo professor objetivando provocar reflexões e discussões, caso necessário. As aulas práticas serão desenvolvidas em laboratórios básicos da saúde. O procedimento metodológico para execução das atividades práticas compreenderá atividades práticas relacionadas à ementa da disciplina. ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM ORIENTADAS CH 12h: os acadêmicos desenvolverão atividades extraclasse, visando a auto-aprendizagem. Estas atividades serão descritas em forma de aula estruturada de forma clara e objetiva, e disponibilizadas para os alunos contendo o tempo médio que o acadêmico necessitará para o seu desenvolvimento, sendo possível compor as avaliações parciais. Bibliografia Básica: MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia da face: bases anatomo-funcionais a prática odontológica. 7. ed. São Paulo: Sarvier, ROSSI, M. Anatomia craniofacial aplicada à odontologia. 1ª Ed. Editora Santos, KATCHBURIAN, E.; ARANA, V. Histologia e Embriologia Oral. Texto, Atlas, Correlações Clínicas. 2ª Ed, Rio de Janeiro:Guanabara, Bibliografia Complementar: ABRAHAMS, P. H.; HUTCHINGS, R. T. MARKS JR, S. C. Atlas colorido de anatomia humana de Mcminn. 4 ed. Rio de Janeiro: Manole, FIGUN; GARINO. Anatomia Odontológica funcional e aplicada. 3. ed. São Paulo: Médica Panamericana, PUTZ, R; PABST, R. Sobotta: Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. 5ª ed. São Paulo: Elsevier, KAPIT. Anatomia: Um Livro para Colorir. 3ª ed. Roca, Odontologia Pré-Clínica em Oclusão e Dentística Ementa: Atividades práticas pré-clínicas supervisionadas. Noções de oclusão dentária. Ergonomia e Biossegurança na prática odontológica. Tratamento restaurador da cárie dentária: preparos cavitários para restaurações diretas posteriores em Dentística; proteção do complexo dentino-pulpar; materiais restauradores provisórios; materiais odontológicos para restaurações diretas posteriores - amálgama dental. Bibliografia Básica: MONDELLI, J. et al. Dentística Procedimentos Pré-Clínicos. Ed. Santos. São Paulo, 2002 MONDELLI, J.Fundamentos de DENTÍSTICA OPERATÓRIA. Ed. Santos/1a. Edição/ ª reimpressão 2008, p. VIEIRA, G.F. Atlas de anatomia de dentes permanentes coroa dental. 1Ed. Editora Santos p. Bibliografia Complementar: ANUSAVICE, K.J. Phillips materiais dentários. 11.Ed. Editora Elsevier. 2005, 824p. CARVALHO JR, O.B. Amálgama Restaurações Extensas. São Paulo, Editora Premier, p. HORSTED-BLINDSLEV, P.; MJÖR, I. A. Dentística Operatória Moderna. Ed. Santos. São Paulo, 1990 CRAIG RG, POWERS JM, Materiais dentários restauradores, 11ª edição,ed Santos, São Paulo2004. VAN NOORT R, Introdução aos materiais dentários, 2ª Edição, Artmed Editora, Porto Alegre Saúde Bucal Coletiva Ementa: Estudo integrado de tópicos relacionados às ações específicas da saúde bucal coletiva, Política Nacional de Saúde Bucal. Ações e os serviços nos diferentes níveis de atenção do SUS com ênfase na Atenção Básica. Levantamentos e índices epidemiológicos em saúde bucal.

80 78 Bibliografia Básica: ANTUNES, J. L. F.; PERES, M. A.; CRIVELLO JÚNIOR, O. Epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LIMA, K. C.; RONCALLI, A. G., FERREIRA, M. A. F. Saúde Bucal Coletiva: conhecer para atuar. Natal: EDUFRN, MOYSÉS, S.T. KRIGER, L. MOYSÉS, S.J. Saúde bucal das famílias: trabalhando com evidências. São Paulo: Artes Médicas, Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde Bucal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p. il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 17) (Série A. Normas e Manuais Técnicos). DIAS, A. A. et al. Saúde Bucal Coletiva: metodologia de trabalho e práticas. São Paulo: Santos, PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em Saúde Coletiva: Planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artmed, PINTO, V. G. Saúde Bucal Coletiva. São Paulo: Santos, 5 ed., 2008 VASCONCELOS, F. Educação popular nos serviços de saúde. 3 ed. São Paulo: HUCITEC, DIAS, A. A. et al. Saúde Bucal Coletiva: metodologia de trabalho e práticas. São Paulo: Santos, PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em Saúde Coletiva: Planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artmed, PINTO, V. G. Saúde Bucal Coletiva. São Paulo: Santos, 5 ed., 2008 VASCONCELOS, F. Educação popular nos serviços de saúde. 3 ed. São Paulo: HUCITEC, Odontologia Pré-Clínica em Dentística e Periodontia Ementa: Atividades práticas pré-clínicas supervisionadas. Tratamento restaurador da cárie dental: preparos cavitários para restaurações diretas estéticas em Dentística; hibridização dos tecidos dentários; materiais odontológicos para restaurações diretas estéticas. Princípios de Oclusão. Anatomia do Periodonto. Doença Periodontal. Bibliografia Básica: Lindhe, J. et al. Tratado de Periodontia Clínica e Implantodontia Oral. 5ª ed. Rio de Janeiro. Koogan, Anusavice, K. J. Phillips Materiais Dentários. 11ª ed. Elsevier, 2005 Baratieri, L. N. et al. Odontologia Restauradora - Fundamentos e Técnicas. 1ª ed. Ed. Santos, Bibliografia Complementar: Carranza, F. A. et al. Periodontia Clínica. 11ª ed. Rio de Janeiro. Elsevier, Schoen, D. H.et al. Instrumentação em Periodontia Contemporânea. 1ª ed. São Paulo. Santos, Netto, N. G. Introdução à Dentística Restauradora. Ed. Santos. São Paulo, Conceição, E. N. et al. Dentística Saúde e Estética. 2ª ed. Artmed, Baratieri, L. N. et al. Odontologia Restauradora - Fundamentos e Técnicas. 1ª ed. Ed. Santos, Relações Humanas em Odontologia Ementa: Integração biopsicossocial em Odontologia. Perfil profissiográfico do cirurgião-dentista. Ciências Sociais em Odontologia. A visão ampliada de convivência da equipe odontológica. Relações Humanas em Odontologia. Bibliografia Básica: CHUNG, Tom. Qualidade Começa em Mim. Osasco. S.P. Editora Maltese, 2002 COVERY, Stephen R. Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficazes. Editora Best Seller, 1990 MINICUCI, A. Relações Humanas. São Paulo: Atlas, 1992 Bibliografia Complementar: CORAÇÃO, Gustavo. A Descoberta do Outro. Editora AGIR,2001 DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo: Cultura Editores Associados, GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Editora Objetiva, 1995 JAMES, Ted. Criando seu futuro com

81 79 sucesso. Editora EKO, 2007 PHILLIPS, Maya. Excelência Emocional. Editora Madra, 1999 Odontologia Morfofuncional do Ecossistema Bucal Ementa: Aspectos Ecológicos da Cavidade Bucal. Estudos do desequilíbrio ecológico na cavidade bucal e principais patologias conseqüentes. Bibliografia Básica: STRYER, L. Bioquímica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, JORGE, A. O. C. Microbiologia Bucal. 3ª Ed. São Paulo: Santos, NEWMAN, N. G. Microbiologia Oral e Imunologia. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: ABBAS, A. K. Imunologia Celular e Molecular. 5ª Ed. São Paulo: Elsevier, 2005 UZEDA, M. Microbiologia Oral. Rio de Janeiro. Medsi, FEJERSKOV, O.; KIDD, E. Cárie Dentária A doença e o seu tratamento clínico. São Paulo. Editora Santos, NELSON, D.L., COX, M.M.LEHNINGER. Princípios de bioquímica. 4ed. São Paulo: Sarvier LORENZO, J. L. Microbiologia para o estudante de Odontologia. 1ª Ed. São Paulo: Atheneu, Propedêutica Clínica Odontológica 1 Ementa: Estudo das interações microrganismo-hospedeiro. Controle do crescimento de microrganismos. Estudo dos princípios dos exames complementares utilizados no diagnóstico das doenças infecciosas e imunológicas. Estudo das principais doenças bacterianas, fúngicas e virais com manifestação bucal. Estudo das principais doenças imunológicas com manifestação bucal. Execução e interpretação de exames complementares utilizados no diagnóstico das doenças infecciosas e imunológicas com manifestação bucal. Bibliografia Básica: NEVILLE, B. W. et al. Patologia oral e maxilofacial. 3ª ed. Rio de Janeiro: Saunders Elsevier, TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C. L.. Microbiologia. 8ª ed:são Paulo. Artmed, WANNMACHER, L.; FERREIRA, M. B.. Farmacologia clínica para dentistas. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: JORGE, A. O. C. Microbiologia bucal. 3ª Ed. São Paulo: Santos, RANG & DALE. Farmacologia. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Saunders Elsevier, TOMMASI, A. F. Diagnóstico em Patologia Bucal -3ed. PANCAST, NEWMAN, N.G.; NIESENGARD, R.J. Microbiologia Oral e Imunologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ROSEN, F.; GEHA, R. Estudo de Casos em Imunologia Um guia prático, 3ª Ed. São Paulo: Artmed, Propedêutica Clínica Odontológica 2 Ementa: Estudo do diagnóstico em Odontologia e fundamentos do atendimento odontológico. Biossegurança e Ergonomia em Odontologia. Fundamentos de Radiologia Odontológica. Técnicas radiográficas intrabucais. Qualidade de imagem radiográfica. Anatomia radiográfica Intrabucal. Prática ambulatorial e laboratorial. Bibliografia Básica: FREITAS, A.; ROSA, J. E.; SOUZA, I. F. Radiologia odontológica. 6 ed. São Paulo: Artes Médicas, WHITE,S.; PHAROAH, M. Radiologia oral. 5 ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, COLEMAN, G. C.; NELSON, J. F. Princípios de diagnóstico bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.

82 80 Bibliografia Complementar: CASATI ALVARES, L.; TAVANO, O. Curso de radiologia em odontologia. 5 ed. São Paulo: Santos, MOREIRA, C. A. Diagnóstico por Imagem em Odontologia. São Paulo: Robe, SILVERMAN, S.; EVERSOLE, L. R.; TRUELOVE, E. L. Fundamentos de Medicina Oral. Rio de Janeiro:GUANABARA KOOGAN p. SONIS, S. T.; FAZIO, R. C.; FANG, L. Medicina oral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MARCUCCI, G. Fundamentos de Odontologia: Estomatologia - 1ª ed., Guanabara Koogan, Clínica Integrada de Atenção Básica 1 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO Ementa: Estágio supervisionado em prática clínica integrada. Exame dos dentes e oclusão. Diagnóstico clínico e radiográfico da doença cárie. Plano de tratamento odontológico integral. Procedimentos iniciais no tratamento odontológico. Exame do periodonto. Prognóstico em periodontia. Condições agudas em Periodontia. Bibliografia Básica: Lindhe, J. et al. Tratado de Periodontia Clínica e Implantodontia Oral. 5ª ed. Rio de Janeiro. Koogan, Carranza, F. A. et al. Periodontia Clínica. 11ª ed. Rio de Janeiro. Elsevier, Busato, A. L. S. et al. Dentística: Filosofia, conceito e prática clínica. 1ª Ed. Artes Médicas, Bibliografia Complementar: Bussadori,S.K. Remoção química e mecânica do tecido cariado. 1ª Edição, Editora Santos, Baratieri, L.N. et al. Odontologia Restauradora, Fundamentos e Técnicas. 1ª edição, Ed. Santos, Sallum, AW et al. Periodontologia e Implantodontia - Soluções estéticas e recursos clínicos. 1ª. edição, Editora Napoleão, 2010 Wolf HF, Hassell, TM. Manual de Periodontia - Fundamentos, diagnóstico, prevenção e tratamento. 1ª. edição, Editora Artmed, Hirata R. Tips - Dicas em Odontologia Estética. 1ª. Edição, Editora Artes Médicas, Odontologia Legal e Deontologia 1 Ementa: Introdução ao estudo da Odontologia Legal. Noções de Direito Civil, Penal, Administrativo e Trabalhista importantes para o Cirurgião-dentista. Atuação do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Odontologia. Estudo da Bioética. Regulamentação do exercício profissional da Odontologia. A importância da documentação odontológica. Erros profissionais em Odontologia. Segredo profissional em Odontologia. Bibliografia Básica: AGUIAR, C. M. et al. Pesquisa em seres humanos. 1 ed. UPE, SILVA, M. (Coord.). Compêndio de Odontologia Legal. Rio de Janeiro: Medsi, VANRELL, J. P. Odontologia Legal e Antropologia Forense. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: BRASIL. Constituição Federal, Código Penal, Código de Processo Penal. Org. Luiz Flávio Gomes. 3 ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, BRASIL. Novo Código Civil. Coord. Giselle de Melo Braga Tapai. São Paulo: Revista dos Tribunais, CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA. Código de Ética Odontológica. Rio de janeiro, FRANÇA G. Medicina Legal. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2007. GALVÃO L.C.C. Medicina Legal. São Paulo: Santos, Odontologia Pré-Clínica em Endodontia e Prótese Ementa: Prática laboratorial de Reabilitação Bucal com enfoque em Endodontia e Prótese Unitária Fixa. Técnica Endodôntica. Estudo de lesões da polpa e periápice. Introdução ao estudo da Prótese Fixa. Elementos provisórios e retentores intra-radiculares

83 81 constituintes na Prótese Parcial Fixa. Bibliografia Básica: FERNANDES, K.P.S., MONACO, R.J.D, TENIS, C.A.Guia Visual de Endodontia 1a ed. Santos, LEONARDO, M.R. Endodontia: Tratamento de canais radiculares: princípios técnicos e biológicos. São Paulo. Artes Médicas, p. Volumes 1 e 2. PEGORARO, L.F. et al. Prótese Fixa. Volume 7 - Série EAP - APCD, Ed. Artes Médicas, 1a. Edição, São Paulo, 2004 (reimpressão). Fradeani, M. / Barducci, G. Tratamento Protético - Uma Abordagem Sistemática a Integração Estética Biológica e Funcional, 1a Ediçao 600 páginas Editora: Quintessence / 2009 ISBN: Bibliografia Complementar: MEZZOMO, E. Reabilitação Oral Contemporânea. 1. ed. Santos, 2006, 873p. COHEN,S,HARGREAVES,KM.Caminhos da Polpa.9ed.Rio de Janeiro.Elsevier, p. MACHADO,MEL. Endodontia - da Biologia à Técnica.SãoPaulo.Editora Santos, p. BOTTINO, M. A. Estética em Reabilitação Oral Metal Free, São Paulo:Artes Médicas, Propedêutica Clínica Odontológica 3 Ementa: Estudo das radiografias extrabucais e novos exames imaginológicos. Diagnóstico das anomalias e alterações dos órgãos dentários. Estudo dos Processos Proliferativos Não Neoplásicos, lesões de origem odontogênica do complexo estomatognático, lesões de origem não odontogênica do complexo estomatognático, patologia das glândulas salivares. Prevenção e diagnóstico precoce do câncer de boca. Prática ambulatorial e laboratorial. Bibliografia Básica: NEVILLE, B. W. et al. Patologia oral e maxilofacial. 3ª ed. Rio de Janeiro: Saunders Elsevier, JOSEPH A. REGEZI, JAMES J. SCIUBBA, RICHARD C. K. JORDAN. Patologia Oral. Editora: Elsevier, 5ª ed., WHITE,S.; PHAROAH, M. Radiologia oral. 5 ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, Bibliografia Complementar: FREITAS, A.; ROSA, J. E.; SOUZA, I. F. Radiologia odontológica. 6 ed. São Paulo: Artes Médicas, PASLER, F. Radiologia odontológica texto e Atlas. 1 ed. São Paulo: ArtMed, WHAITES, E. Radiologia odontológica. 4 ed. São Paulo: ArtMed, LANGLAIS, R. P.; MILLER, C. S. Atlas colorido de doenças comuns da boca. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MOREIRA, C. A. Diagnóstico por Imagem em Odontologia. São Paulo: Robe, Odontologia Legal e Deontologia 2 Ementa: Perícias odontológicas. O trabalho do perito odonto-legal na Identificação Policial. Identificação Odonto-legal. O estudo da Traumatologia Forense pelo cirurgião-dentista: agentes lesivos físicos mecânicos e não mecânicos. Enquadramento das lesões dentárias no Artigo 129 do Código Penal Brasileiro. O estudo da Tanatologia Forense pelo cirurgião-dentista. Odontologia do Trabalho. Interface entre Odontologia Legal e Sexologia Forense. Aspecto legal do papel do Cirurgião-dentista nos casos de maus tratos contra crianças e adolescentes. Bibliografia Básica: AGUIAR, C. M. et al. Pesquisa em seres humanos. UPE, SILVA, M. (Coord.). Compêndio de Odontologia Legal. Rio de Janeiro: Medsi, VANRELL, J. P. Odontologia Legal e Antropologia Forense. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia BRASIL. Constituição Federal, Código Penal, Código de Processo Penal. Org. Luiz Flávio Gomes. 3 ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, BRASIL. Novo

84 82 Complementar: Código Civil. Coord. Giselle de Melo Braga Tapai. São Paulo: Revista dos Tribunais, CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA. Código de Ética Odontológica. Rio de janeiro, FRANÇA G. Medicina Legal. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, GALVÃO LCC. Medicina Legal. São Paulo: Santos, Propedêutica Cirúrgica 1 Ementa: Introdução a cirurgia bucal e farmacologia. Farmacoterapia aplicada a Odontologia. Princípios da técnica exodôntica e de biópsia. Prática supervisionada de cirurgia bucal e farmacoterapia. Metodologia: ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM TEÓRICO/PRÁTICAS CH 90h: as aulas teóricas serão desenvolvidas de forma interativa, com projeção multimídia, aulas interativas em programas de computador, exposição dialogada, discussão e problematização dos assuntos, trabalhos em grupo, utilização diversificada de recursos didáticos e audiovisuais, objetivando a construção de espaços potenciais de ensino-aprendizagem. O procedimento metodológico para execução das aulas compreende: INTRODUÇÃO exposição em linhas gerais pelo professor e conversas informais com o grupo quanto ao assunto do dia; DESENVOLVIMENTO explicação do assunto pelo professor, bem como a construção e realização de tarefas desempenhadas pelo grupo e CONCLUSÃO Síntese geral do assunto pelo professor objetivando provocar reflexões e discussões, caso necessário. As aulas práticas serão desenvolvidas em laboratórios pré-clínico de técnicas odontológicas e nas clínicas de ensino. O procedimento metodológico para execução das atividades práticas compreenderá o atendimento odontológico de pacientes para tratamento cirúrgico (exodontias e biopsias) de acordo com a ementa e complexidade exigida pela disciplina. ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM ORIENTADAS CH 30h: os acadêmicos desenvolverão atividades extraclasse, visando a autoaprendizagem. Estas atividades serão descritas em forma de aula estruturada de forma clara e objetiva, e disponibilizadas para os alunos contendo o tempo médio que o acadêmico necessitará para o seu desenvolvimento, sendo possível compor as avaliações parciais. Bibliografia Básica: HUPP, J. R; ELLIS III, E; TUCKER, M. R. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. 5a ed. Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, PRADO, R.; SALIM, M. A. A. Cirurgia Bucomaxilofacial: Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro: Ed. Médica e Científica, WANNMACHER, L.; FERREIRA, M. B.. Farmacologia clínica para dentistas. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: ANDRADE, E. D., Terapêutica Medicamentosa em Odontologia, 2ª ed, Artes Médicas, FREITAS, A.; ROSA, J. E; SOUZA, I. F. Radiologia odontológica. 6a ed. São Paulo: Artes Médicas, MARCUCCI, G. Fundamentos de odontologia: estomatologia - 1ª ed., Guanabara Koogan, MILORO, M. et al, Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson. 1a Ed Volumes 1 e 2, Editora Santos, NEVILLE, B. W. et al. Patologia oral e maxilofacial. 3ª ed. Rio de Janeiro: Saunders Elsevier, Clínica Integrada de Atenção Básica 2 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO Ementa: Estágio supervisionado em prática clínica integrada. Tratamento restaurador da cárie dentária: proteção do complexo dentino-pulpar; sequência clínica das restaurações diretas. Restaurações de lesões cervicais não cariosas. Medicina Periodontal. Terapêutica medicamentosa em periodontia. Terapia de suporte em Dentística. Terapia de suporte em Periodontia.

85 83 Bibliografia Básica: ROSE LF, GENCO RG, MEALEY BL, COHEN DW. Medicina Periodontal. 1ª edição, Ed. Santos, BARATIERI, L.N. et al. Odontologia Restauradora, Fundamentos e Técnicas. 1ª edição, Ed. Santos, CONCEIÇÃO EN. Dentística Saúde e Estética. 2ª. edição. Editora Artmed, Bibliografia Complementar: MONDELLI,J. Estética e cosmética em clínica integrada. 1ª Edição, Editora Santos, SALLUM, AW et al. Periodontologia e Implantodontia - Soluções estéticas e recursos clínicos. 1ª. edição, Editora Napoleão, 2010 WOLF HF, HASSELL, TM. Manual de Periodontia - Fundamentos, diagnóstico, prevenção e tratamento. 1ª. edição, Editora Artmed, HIRATA R. Tips - Dicas em Odontologia Estética. 1ª. Edição, Editora Artes Médicas, LINDHE, LANG, KARRING. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. 05 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Clínica de Reabilitação Oral 1 Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Bucal com ênfase em Endodontia e Prótese Fixa Unitária. Elementos de diagnóstico em Endodontia. Tratamento das alterações pulpares e periapicais. Moldagem e modelagem em prótese fixa. Infraestruturas em Prótese Parcial Fixa. Bibliografia Básica: LEONARDO, M.R. Endodontia: Tratamento de canais radiculares:princípios técnicos e biológicos. São Paulo. Artes Médicas, p. LOPES, HP; SIQUIERA JR, F. Endodontia: Biologia e Técnica. 2ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, p. PEGORARO, L.F. et al. Prótese Fixa. Volume 7 - Série EAP - APCD, Ed. Artes Médicas, 1a. Edição, São Paulo, 2004 (reimpressão). MENDES,W.B.; MIYASHITA E.;OLIVEIRA G.G. Reabilitação Oral Previsibilidade e Longevidade. 1ª ed Bibliografia Complementar: MEZZOMO, E. Reabilitação Oral Contemporânea. 1. ed. Santos, 2006, 873p WALTON, R.E,TORABINEJAD, M. Princípios e Prática em Endodontia. São Paulo, Santos, 2010, 558p. BOTTINO, M. A. Estética em Reabilitação Oral Metal Free, São Paulo:Artes Médicas, VIEIRA, D. Inlay, Onlay Estético. Editora Santos, 2006, 133p. CHOEN, S. e HARGREAVES K.M.. Caminhos da Polpa. 9 ed. Editora Elsevier. Rio de Janeiro. 2007, 1079p. Propedêutica Cirúrgica 2 Ementa: Introdução a cirurgia periodontal. Tratamento cirúrgico das alterações e patologias do sistema estomatognático e complexo maxilo-mandibular. Princípios do diagnóstico e tratamento imediato dos traumatismos alvéolo-dentário. Prática supervisionada de cirurgia bucal avançada, periodontal e farmacoterapia. Bibliografia Básica: HUPP, J. R; ELLIS III, E; TUCKER, M. R. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. 5a ed. Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, PRADO, R.; SALIM, M. A. A. Cirurgia Bucomaxilofacial: Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro: Ed. Médica e Científica, DUARTE, A. C. Cirurgia Periodontal pré-protética e estética, 2ª ed., São Paulo: Editora Santos, 2003 Bibliografia Complementar: MILORO, M. et al, Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson. 1a Ed Volumes 1 e 2, Editora Santos, NEVILLE, B. W. et al. Patologia oral e maxilofacial. 3ª ed. Rio de Janeiro: Saunders Elsevier, WANNMACHER, L.; FERREIRA, M. B.. Farmacologia clínica para dentistas. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ANDRADE, E. D., Terapêutica Medicamentosa em Odontologia, 2ª ed, Artes Médicas, LlNDHE, J. Tratado de Periodontia Clínica e Implantodontia Oral, Rio de Janeiro: Guanabara-

86 84 Koogan, 1999 Estágio em Saúde Coletiva - Estratégia de Saúde da Família Ementa: Estágio supervisionado em saúde coletiva no âmbito da Estratégia de Saúde da Família com ênfase em territorialização. Estágio supervisionado em saúde coletiva no âmbito da Estratégia de Saúde da Família com ênfase na educação em saúde. Bibliografia Básica: ANTUNES, J. L. F.; PERES, M. A.; CRIVELLO JÚNIOR, O. Epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LIMA, K. C.; RONCALLI, A. G., FERREIRA, M. A. F. Saúde Bucal Coletiva: conhecer para atuar. Natal: EDUFRN, MOYSÉS, S.T. KRIGER, L. MOYSÉS, S.J. Saúde bucal das famílias: trabalhando com evidências. São Paulo: Artes Médicas, Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde Bucal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília : Ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p. il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 17) (Série A. Normas e Manuais Técnicos). DIAS, A. A. et al. Saúde Bucal Coletiva: metodologia de trabalho e práticas. São Paulo: Santos, PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em Saúde Coletiva: Planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artmed, PINTO, V. G. Saúde Bucal Coletiva. São Paulo: Santos, 5 ed., 2008 VASCONCELOS, F. Educação popular nos serviços de saúde. 3 ed. São Paulo: HUCITEC, Clínica Integrada de Atenção Básica 3 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO Ementa: Estágio Supervisionado em Clínica Odontológica Integrada de Atenção Básica. Fisiologia e Mecanismos Biomecânicos da Articulação Temporomandibular - ATM. Exame da oclusão. Articuladores Odontológicos. Tópicos especiais em Periodontia. Interrelações em Clínica Odontológica Integrada. Bibliografia Básica: DAWSON, P.E., Oclusão Funcional: Da ATM Ao Desenho Do Sorriso 1.Ed. Editora Santos p. OKESON, Jeffrey P. Tratamento das Desordens Temporomandibulares e Oclusão Edição: 6ª / 2008, Páginas: 515 NEWMAN, TAKEI, KLOKKEVOLD, CARRANZA. Carranza Periodontia Clínica. 10 ed. São Paulo: Elsevier Bibliografia Complementar: ALENCAR JÚNIOR, F.G.P. Oclusão, dores orofaciais e cefaléia. 1.Ed. Editora Santos p. OLIVEIRA, W. Disfunções temporo-mandibulares. 1.Ed. Editora Artes Médicas p. MCNEILL, Charles. Ciência e Prática da Oclusão Edição: 1ª / 2000 Páginas: 538 LINDHE, LANG, KARRING. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. 05 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan DUARTE, C.A. Cirurgia Periodontal préprotetica, estética e Peri-implantar. 03 ed. São Paulo: Santos Odontologia Pré-Clínica em Ortodontia Ementa: Princípios de diagnóstico básico em Ortodontia. Princípios da confecção de aparelhos ortodônticos removíveis Bibliografia Básica: FERREIRA, F. V. Ortodontia: diagnóstico e planejamento clínico. 7 ed. São Paulo: Artes Médicas, MAIA, F. A. Ortodontia Preventiva e Interceptadora Manual Prático. São Paulo: Livraria e Editora Santos, MOYERS, R. E. Ortodontia. 4 ed. Rio de

87 85 Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: AGUILA, F. J. Manual de Cefalometria. São Paulo: Editora Santos, ENLOW, D. H. Crescimento Facial. 3 ed. São Paulo: Artes Médicas, PROFFIT, W. R. Ortodontia Contemporânea. 4 ed. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, BISHARA, S. E. Ortodontia. São Paulo: Editora Santos, INTERLANDI, S. Ortodontia: bases para a iniciação. 5 ed. São Paulo: Artes Médicas, Trabalho de Conclusão de Curso I Ementa: Projeto de Pesquisa. Comitê de Ética em Pesquisa. Artigo científico. Bibliografia Básica: ESTRELA, Carlos. Metodologia Científica. Ensino e Pesquisa em Odontologia. 2. ed. São Paulo: Artes Médicas, Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos de Metodologia Científica. 7 ed. Ed. Atlas BASTOS, Cleverson; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 14ª ed. Petrópolis: Vozes, Grigolli AAG. Metodologia do Trabalho Científica e Recursos Informacionais na área de Saúde. Bibliografia Complementar: Nascimento DM. Metodologia do trabalho científico - teoria e prática. Forum. 2 ed Santos AR. Metodologia científica - a contrução do conhecimento. DP&A/Lamparina. 7 ed FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de; MAGALHÃES, Maria Helena de Andrade; BORGES, Stella Maris. Manual de Normatização de Publicações Técnico-Científicas. 5ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, El-Guindy, MM. Metodologia e Érica na Pesquisa Científica. 1a ed Ed. Santos, São Paulo Estágio em Saúde Coletiva - Acolhimento e Referenciamento Ementa: Estágio supervisionado em saúde coletiva no âmbito da proposta de acolhimento, referenciamento. Estágio supervisionado em saúde coletiva no âmbito da proposta de humanização. Bibliografia Básica: LIMA, K. C.; RONCALLI, A. G., FERREIRA, M. A. F. Saúde Bucal Coletiva: conhecer para atuar. Natal: EDUFRN, MOYSÉS, S.T. KRIGER, L. MOYSÉS, S.J. Saúde bucal das famílias: trabalhando com evidências. São Paulo: Artes Médicas, PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em Saúde Coletiva: planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artmed, Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde Bucal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília : Ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p. il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 17) (Série A. Normas e Manuais Técnicos). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia de recomendações para o uso de fluoretos no Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília : Ministério da Saúde, DIAS, A. A. et al. SAÚDE BUCAL COLETIVA: METODOLOGIA DE TRABALHO E PRÁTICAS. São Paulo: Santos, KRIGER, L. ABOPREV: Promoção de Saúde Bucal: paradigma, ciência e humanização. 3 ed. São Paulo: Artes Médicas, PINTO, V. G. SAÚDE BUCAL COLETIVA. São Paulo: Santos, 5 ed., Clínica de Reabilitação Oral 2

88 86 Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Bucal com ênfase em Endodontia, Prótese Unitária e Parcial Fixa. Técnica endodôntica. Sucesso e insucesso em endodontia. Cirurgias Parendodônticas. Procedimentos laboratoriais em prótese fixa. Procedimentos clínicos em prótese fixa. Implantodontia em pequenos espaços protéticos. Bibliografia Básica: PEGORARO, L. F. Prótese Fixa, Volume 7 - Série EAP - APCD Edição: 1a./ 2007 (reimpressão) MEZZOMO E, Suzuki RM. Reabilitação Oral Contemporânea. Editora Santos ªEd. LEONARDO, M.R E LEONARDO, R,T Conceitos biológicos e recursos tecnológicos. São Paulo. Artes Médicas, p. LEONARDO, M.R. Endodontia: Tratamento de canais radiculares: princípios técnicos e biológicos. São Paulo. Artes Médicas, p. Volumes 1 e 2. Bibliografia Complementar: BOTINO, M. A. Estética em Reabilitação Oral Metal Free. 1ª ed LOPES, H. P.; SIQUIERA, J. R. F. Endodontia: Biologia e Técnica. Ed. Medsi, 3 ed., BERGER CR et al. Endodontia. São Paulo Pancast, 1998, 723p. WALTON R.E.; TORABINEJAD, M. Princípios e Prática em Endodontia. São Paulo, 1997, 558p. MIYASHITA E.; MELLO A.T. Odontologia Estética Planejamento e Técnica, ed. Artes Médicas, p. Clínica Integrada de Atenção à Criança 1 Ementa: Assistência odontológica em Clínica Integrada de Atenção à Criança. Diagnóstico e planejamento Integral no paciente odontopediátrico. Introdução ao atendimento infantil. Tratamento restaurador não invasivo e invasivo na prática odontopediátrica. Doenças e alterações de interesse na prática odontopediátrica. Bibliografia Básica: CORREA, M. S. N. Odontopediatria na Primeira Infância. São Paulo: Guanabara Koogan, 3 ed p GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. Rio de Janeiro: Ed Santos, 8ª edição, p MOYERS, R. E., Ortodontia. 4 ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro p. Bibliografia Complementar: FEJERSKOV, O.; KIDD, E. Cárie Dentária A doença e o seu tratamento clínico. São Paulo. Editora Santos, BISHARA, S. E. Ortodontia. São Paulo: Editora Santos, INTERLANDI, S. Ortodontia: bases para a iniciação. 5 ed. São Paulo: Artes Médicas, TOLEDO, A. O. Odontopediatria: fundamentos para a prática clínica. 3ª ed. São Paulo: Editorial Premier Ltda. SADA, A. Odontopediatria: bases para a prática clínica. Editora Artes Médicas, 1ª ed, p. Clínica Integrada de Atenção Básica 4 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO Ementa: Estágio Supervisionado em Clínica Odontológica Integrada de Atenção Básica. Técnica endodôntica em molares no âmbito da clínica geral. Tópicos especiais em Oclusão. Disfunção Temporomandibular. Bibliografia Básica: LEONARDO, M.R. Endodontia: Tratamento de canais radiculares: princípios técnicos e biológicos. São Paulo. Artes Médicas, p. ALENCAR JÚNIOR, F.G.P. Oclusão, dores orofaciais e cefaléia. 1.Ed. Editora Santos p. OLIVEIRA, W. Disfunções temporo-mandibulares. 1.Ed. Editora Artes Médicas p. Bibliografia Complementar: COHEN,S,HARGREAVES,KM. Caminhos da Polpa. 9ed. Rio de Janeiro.Elsevier, p. MACHADO,MEL. Endodontia - da Biologia à Técnica. São Paulo.Editora Santos, p. LEARRETA, J. A. Compêndio de Diagnóstico das Patologias da ATM. São Paulo Editora Artes Médicas p. CARLSSON, G.E.;

89 87 MAGNUSSON, T. Tratamento das disfunções temporo-mandibulares na clínica odontológica. 1.Ed. editora Santos p. MONDELLI, J. Estética e Cosmética em Clínica Integrada. 1.Ed., Editora Santos p. Estágio em Urgências Odontológicas Ementa: Prática Clínica em Urgências Odontológicas e endodontia em molares. Traumatismo alvéolo dentário. Suporte básico de vida. Dor do complexo dentino-pulpar. Bibliografia Básica: ANDREASEN, J. O.; ANDREASEN, F. Texto e Atlas Colorido de Traumatismo Dental Ed. ArtMed, p. LEONARDO, M.R Endodontia: Tratamento dos canais radiculares, São Paulo, Artes Médicas,2008,1550p. MACHADO, M,E.L. Urgências em Endodontia - Bases Biológicas Clínicas e Sistêmicas. 1ed. Santos,2010,214p. Bibliografia Complementar: MELO, L.L. Traumatismo Alveolo Dentário. Série EAP APCD. Vol p. LOPES, H. P.; SIQUIERA, J. R. F. Endodontia: Biologia e Técnica. 3 ed, Guanabara Koogan,2010,968p. Clínica de Reabilitação Oral 3 Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Bucal com ênfase em Prótese Parcial Removível. Introdução ao Estudo da Prótese Parcial Removível. Planejamento para Prótese Parcial Removível. Procedimentos clínicos em Prótese Parcial Removível. Técnicas Laboratoriais em Prótese Parcial Removível. Bibliografia Básica: FIORI, S. R.; FIORI, M.A.; FIORE A.P. Atlas de Prótese Parcial Removível Princípios Biomecânicos, bioprotéticos e de oclusão. São Paulo, Santos, p. KLIEMANN, C. & OLIVEIRA, W. Manual de Prótese Parcial Removível. Santos Livraria Editora, TURANO, J. D.; TURANO, L. M. Fundamentos da Prótese Total. 9ª ed. São Paulo: Quintessence, 2009, 569p. PHOENIX, R.D. Prótese Parcial Removível Clínica. Quintessence. 3 ed p. Bibliografia Complementar: TELLES DANIEL, HOLLWEG HENRIQUE, CASTELLUCCI LUCIANO. Prótese Total - Convencional e sobre Implantes. Livraria Santos Editora Ltda Mc GIVNEY, G. P., CASTLE BERRY, D. J. Prótese Parcial Removível de Mc Craken. 9a.ed., Artes Médicas, Brasil, TODESCAN, R; SILVA, E.E.B. & SILVA, O.J. Atlas de Prótese Parcial Removível, Livraria Editora Santos, São Paulo, Trabalho de Conclusão de Curso II Ementa: Normas para apresentação do trabalho científico. Oficina de elaboração de trabalho científico. Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia Básica: ESTRELA, Carlos. Metodologia Científica. Ensino e Pesquisa em Odontologia. 2. ed. São Paulo: Artes Médicas, Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos de Metodologia Científica. 7 ed. Ed. Atlas BASTOS, Cleverson; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 14ª ed. Petrópolis: Vozes, Grigolli AAG. Metodologia do Trabalho Científica e Recursos Informacionais na área de Saúde. Ed. Santos, p. Bibliografia Nascimento DM. Metodologia do trabalho científico - teoria e prática. Forum. 2 ed Santos AR. Metodologia científica - a contrução do conhecimento.

90 88 Complementar: DP&A/Lamparina. 7 ed FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de; MAGALHÃES, Maria Helena de Andrade; BORGES, Stella Maris. Manual de Normatização de Publicações Técnico-Científicas. 5ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, El-Guindy, MM. Metodologia e Érica na Pesquisa Científica. 1a ed Ed. Santos, São Paulo Estágio em Saúde Coletiva - Levantamento Epidemiológico Ementa: Estágio supervisionado em saúde coletiva no âmbito da Estratégia de Saúde da Família, com ênfase em levantamento epidemiológico. Tratamento Restaurador Atraumático em Saúde Coletiva. Bibliografia Básica: ANTUNES, J. L. F.; PERES, M. A.; CRIVELLO JÚNIOR, O. Epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LIMA, K. C.; RONCALLI, A. G., FERREIRA, M. A. F. Saúde Bucal Coletiva: conhecer para atuar. Natal: EDUFRN, MOYSÉS, S.T. KRIGER, L. MOYSÉS, S.J. Saúde bucal das famílias: trabalhando com evidências. São Paulo: Artes Médicas, Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde Bucal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p. il. (Manual da Equipe de Campo). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Área Técnica de Saúde Bucal. Projeto SB2000: condições de saúde bucal da população brasileira no ano 2000: manual de calibração de examinadores / Secretaria Políticas de Saúde, Departamento de Atenção Básica, Área Técnica de Saúde Bucal. Brasília: Ministério da Saúde, FRENCKEN J. E, HOLMGREN C. J. Atraumatic restorative treatment (ART) for dental caries. Nijmegen: STI Book, PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em Saúde Coletiva: Planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artmed, TOURINO L, IMPARATO J, VOLPATO S, PUIG A. O Tratamento Restaurador Atraumático e sua aplicabilidade em saúde pública. J Bras Clin Odontol Int. jan/fev; n. 6, v. 31, p , Clínica Integrada de Atenção à Criança 2 Ementa: Assistência odontológica em Clínica Integrada de Atenção à Criança. Tratamento preventivo e interceptador das má-oclusões. Reabilitação em Odontopediatria. Interrelação farmacoterapia e Odontopediatria. Bibliografia Básica: BISHARA, S. E. Ortodontia. São Paulo: Ed. Santos, 1ª ed. 2004, 593p. CORREA, M. S. N. Odontopediatria na Primeira Infância. São Paulo: Guanabara Koogan, 3 ed p SADA, A. Odontopediatria: bases para a prática clínica. Editora Artes Médicas, 1ª ed, p. Bibliografia Complementar: GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. Rio de Janeiro: Ed Santos, 8ª edição, p LINO, A. P. Ortodontia Preventiva Básica. São Paulo: Artes Médicas p. McDONALD, R. E. Odontopediatria. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p INTERLANDI, S. Ortodontia: bases para a iniciação. São Paulo: Artes Médicas. 4 ed p. PROFFIT, W. R. Ortodontia Contemporânea. Rio de Janeiro Elsevier. 4 ed p. Clínica Integrada de Atenção ao Adolescente

91 89 Ementa: Assistência odontológica em Clínica Integrada de Atenção ao Paciente Adolescente. Introdução ao estudo da odontohebiatria e abordagem ao paciente adolescente. Diagnóstico e plano de tratamento em odontohebiatria. Terapêutica medicamentosa na atenção odontológica ao adolescente. Recursos para reabilitação de dentes permanentes extensamente destruídos para aplicação na Odontohebiatria. Bibliografia Básica: BARATIERI, L. N. et al. Odontologia Restauradora- Fundamentos e técnicas. Ed Santos, São Paulo, 1ª ed./2010, 802p. MYRIAN C.BREW, SALETE M. PRETTO, IRENE F. RITZEL.,Odontologia na Adolescência Uma abordagem para pais, educadores e profissionais da saúde. Ed. Mercado Aberto, Porto Alegre, SANDRA KALIL BUSSADORI e MILTON S. MASUDA, Manual de Odontohebiatria. Ed. Santos, São Paulo, 1a.edição/2005. Bibliografia Complementar: COATES, Medicina do Adolescente Editora:SARVIER2003. GOLDSTEIN, R. E. e HAYWOOD, V. B. A Estética em Oontologia - vol.ii, 2 ª edição, São Paulo, Editora Santos, 884 p.,2004. FABIO HERRMANN COELHO DE SOUZA. Fundamentos de Clínica Integral em Odontologia, 1ª. edição, São Paulo, Editora Santos, 202p JOSEF SCHMIDSEDER Odontologia Estetica- 2ª.edicão, Ed Artmed 376p /2011. ELIZA MARIA AGUEDA RUSSO Fundamentos de Odontologia - Dentística - Restaurações Diretas 1ª. São Paulo, Ed Santos 208p Gestão e Empreendedorismo em Saúde Ementa: Gestão e Empreendedorismo em Saúde. Plano de Negócio. Noções de abertura de um Consultório Odontológico. Currículo Lattes e Currículo Vitae. Recrutamento e Seleção, Política de Recursos Humanos do Consultório. Bibliografia Básica: DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo: Cultura Editores Associados,1999. LUCK, Heloísa. Metodologia de Projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 4 ed. Petrópolis: Vozes, DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: Transformando Idéias em Negócios. Rio de Janeiro: Campus, Bibliografia Complementar: BERNADI, Luiz Antonio. Manual do empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégia e dinâmicas. São Paulo: Atlas, Legislação do SUS para Concursos: Editora Auriverde. JAMES, Ted. Criando seu futuro com sucesso. 3 ed. S.C. Editora EKO, 1898 GRANDJEAN, Etienne. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, SALGADO, Léo. Manual da Empregabilidade: como procurar, achar e manter um emprego nestes tempos. Rio de janeiro: Qualitymark Ed: ABRH- Nacional, Clínica de Reabilitação Oral e Implantodontia Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Bucal com ênfase em Prótese Removível Total e Parcial convencional e sobre implantes. Introdução ao estudo da Prótese Total. Moldagens em Prótese Total convencional e próteses sobre implantes. Registros intermaxilares. Provas clínicas e execuções laboratoriais em PT. Noções cirúrgico-protéticas em implantodontia. Bibliografia Básica: TURANO, J. D.; TURANO, L. M; TURANO M.V.B. Fundamentos da Prótese Total. 8ª ed. São Paulo: Quintessence, 9 ed. 2010, 569p.TELLES D. e Colaboradores. Prótese Total - Convencional e sobre Implantes. Livraria Santos Editora Ltda p. DAVARPANAH, M. Manual da Implantodontia clínica. 1ED. Editora Artmed p. CARDOSO, A.C. Passo a passo da prótese sobre implante. 1Ed. Editora Santos

92 90 240p. Bibliografia Complementar: MISCH, C.E. Prótese sobre-implante um guia passo a passo. 1Ed. Editora Santos p. PRISCO, V.P. Prótese Total Contemporânea na Reabilitação Bucal. Editora Santos, 2007, 304p. BIANCHINI, M.A. O passo a passo cirúrgico na implantodontia da instalação à prótese. 1Ed. Editora santos p. BRANEMARK, P. Protocolo para reabilitação bucal com carga imediata (same-day teeth). 1Ed. Editora Quintessence p. Estágio em Saúde Coletiva Ementa: Estágio supervisionado em saúde coletiva no âmbito da gestão do SUS. Bibliografia Básica: ANTUNES, J. L. F.; PERES, M. A.; CRIVELLO JÚNIOR, O. Epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro: Fiocruz, LIMA, K. C.; RONCALLI, A. G., FERREIRA, M. A. F. Saúde Bucal Coletiva: conhecer para atuar. Natal: EDUFRN, Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde Bucal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p. il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 17) (Série A. Normas e Manuais Técnicos). CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro: Fiocruz, MOYSÉS, S.T. KRIGER, L. MOYSÉS, S.J. Saúde bucal das famílias: trabalhando com evidências. São Paulo: Artes Médicas, PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em Saúde Coletiva: Planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artmed, PINTO, V. G. Saúde Bucal Coletiva. São Paulo: Santos, 5 ed., 2008 Estágio em Odontologia Hospitalar Ementa: Comportamento em ambiente hospitalar: normas e biossegurança. Introdução ao tratamento do trauma de face e demais patologias do complexo facial em ambiente hospitalar Bibliografia Básica: BARROS, J. J; MANGANELLO, L. C. Traumatismo buco-maxilo-facial, São Paulo, Roca, 2ª ed DINGMAN, R. O; NATVIG, P.; Cirurgias das Fraturas Faciais, São Paulo: Santos, 3ª reimpressão PRADO, R.; SALIM, M. A. A. Cirurgia Bucomaxilofacial: Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro: Ed. Médica e Científica, 2004 Bibliografia Complementar: DE BARROS, T. E. P.; CAMPOLONGO, G. D. Odontologia Hospitalar: Revinter, p. MILORO, M. et al, Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson. 1a Ed Volumes 1 e 2, Editora Santos, WANNMACHER, L.; FERREIRA, M. B.. Farmacologia clínica para dentistas. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ANDREASEN, J. O; ANDREASEN, F. M. Texto e atlas colorido de traumatismo dental, 3a. ed, São Paulo, Artmed, OMAR ABUBAKER, KENNETH J. BENSON, Segredos em cirurgia bucomaxilofacial Artmed, 1ª ed Clínica Integrada de Atenção ao Idoso Ementa: Introdução ao estudo da atenção odontológica do paciente idoso. Abordagem e manejo

93 91 do paciente idoso. Aspectos patológicos de relevância para o atendimento ao paciente idoso. Tratamento odontológico do paciente idoso. Assistência odontológica em clínica integrada de atenção ao idoso. Bibliografia Básica: VENDOLA, M.C.C. ROQUE NETO, A. Bases Clínicas em Odontogeriatria Ed Gen, 1ª ed. São Paulo, BRUNETTI, R. Odontogeriatria Noções de Interesse Clínico. Ed. Artes Médicas, 1º ed. São Paulo, CAMPOSTRINI, E. Odontogeriatria. 1ª ed., Editora Revinter, 1ª. Ed, Rio de Janeiro, Bibliografia Complementar: MELLO, H. S. de A. Odontogeriatria. Ed Santos, 1ª. Ed., São Paulo, FREITAS, E. V. de et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Ed Guanabara Koogan, 1ª. Ed., Rio de Janeiro, 2002 SERRANO JUNIOR, CARLOS V., LOTUFO, ROBERTO FRAGA MOREIRA, MORAIS, TERESA MARCIA NASCIMENTO DE, MORAES, RODRIGO GUERREIRO BUENO DE, OLIVEIRA, MARIA CRISTINA MARINO DE Cardiologia e Odontologia: Uma Visão Integrada, Ed. Santos, são Paulo, 2007 VARELLIS, M. L. Z. O paciente com necessidades especiais - manual prático 1ª. ed., São Paulo, Editora Santos, Clínica Integrada de Atenção ao Paciente Especial Ementa: Assistência odontológica em clínica de atenção ao PNE. Introdução ao estudo da atenção odontológica ao PNE. Abordagem e manejo do PNE. Plano de tratamento na clínica odontológica de atenção ao PNE. Bibliografia Básica: HADDAD, A. S., Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais. São Paulo: Editora Santos, MUGAYAR, L. R. F. Pacientes Portadores de Necessidades Especiais Manual de odontologia e Saúde Oral. São Paulo: Pancast Editora, VARELLIS, M. L. Z. O Paciente com Necessidades Especiais na Odontologia Manual Prático. São Paulo: Editora Santos, Bibliografia Complementar: ELIAS, R. Odontologia de Alto Risco Pacientes Especiais. Editora: REVINTER ISBN: SINGI. Fisiologia para odontologia - Um guia prático para o cirurgião dentista. Rio de Janeiro: 2ª. Ed., Ed Guanabara Koogan, SONIS, S. T. et al. Princípios e Prática de Medicina Oral. Rio de Janeiro: 2 ª ed., Ed Guanabara Koogan, 1996 LITTLE, W. J. et al. Manejo Odontológico do Paciente Clinicamente Comprometido: Rio de Janeiro Ed Elsevier, SERRANO JUNIOR, C. V.et al. Cardiologia e Odontologia: Uma Visão Integrada: São Paulo, Ed. Santos,2007 As ementas e conteúdos de cada disciplina estão relacionados no Anexo I. Bibliografia Básica O acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por disciplina, está disponível na proporção média de um exemplar para menos de 10 vagas anuais autorizadas, de cada uma das disciplinas, de todos os Cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. Bibliografia Complementar

94 92 O acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, cinco títulos por unidade curricular, com 05 exemplares de cada título ou com acesso virtual CONTEÚDOS PERTINENTES ÀS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O reconhecimento do papel transformador da temática Educação Ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto regional, nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias são evidenciados na prática social atual. A Universidade de Cuiabá entende que o termo Educação Ambiental é empregado para especificar um tipo de educação, um elemento estruturante em constante desenvolvimento, demarcando um campo político de valores e práticas, mobilizando a comunidade acadêmica, comprometida com as práticas pedagógicas transformadoras, capaz de promover a cidadania ambiental. Neste contexto, no curso de Odontologia há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Os componentes curriculares que abordam a temática Educação Ambiental durante o período de integralização do curso são: o Estudo Dirigido 4 e as disciplinas: Clínica Integrada de Atenção Básica 2 e 3, Odontologia Morfofuncional do Ecossistema Bucal e Odontologia Legal e Deontologia CONTEÚDOS PERTINENTES ÀS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS Os conteúdos relacionados à temática de educação em direitos humanos estão presentes nos seguintes componentes curriculares: Homem, Cultura e Sociedade e Ética, Política e Sociedade visa o estudo antropológico desde o seu histórico até a contemporaneidade, promovendo reflexões a respeito das políticas afirmativas e as cotas como instrumentos de inclusão e de garantia dos direitos humanos, bem como sobre as políticas afirmativas relacionadas à diversidade sexual, às questões de gênero e à pessoa com deficiência CONTEÚDOS PERTINENTES ÀS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E AO ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA A temática da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena está inclusa na disciplina HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE e em outras atividades curriculares do curso (Estudos Dirigidos), conforme descrito no Capítulo 2 do PPC Modelo Acadêmico. A Universidade de Cuiabá entende que esta temática nos sistemas de ensino significa o reconhecimento da importância da questão do combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação da sociedade em redução às desigualdades. A Lei (BRASIL, 2008) e a Resolução CNE/CP n.1 (BRASIL, 2004), que concedem a mesma orientação quanto à temática indígena, não são apenas instrumentos de orientação

95 93 para o combate à discriminação, são inclusive leis afirmativas, no sentido de que reconhece a escola como lugar da formação de cidadãos e afirmam a relevância desta em promover a necessidade de valorização das matrizes culturais que fizeram do Brasil um país rico e múltiplo. Cabe esclarecer que o termo raça é utilizado com frequência nas relações sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira. Contudo, o termo foi modificado pelo Movimento Negro que, em várias situações, o utiliza com um sentido político e de valorização do legado deixado pelos africanos. É importante esclarecer que o emprego do termo étnico, na expressão étnico-racial, serve para marcar que essas relações tensas devido às diferenças na cor da pele e traços fisionômicos o são também devido à raiz cultural plantada na ancestralidade africana, que difere em visão de mundo, valores e princípios das de origem indígena, europeia e asiática. Assim sendo, a educação das relações étnico raciais impõe aprendizagens entre brancos, negros e índios, trocas de conhecimentos, quebra de desconfianças e a criação de um projeto conjunto para construção de uma sociedade justa, igual, equânime. 3.7 ATIVIDADES PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS E ESTÁGIO CURRICULAR As aulas práticas serão ministradas em laboratórios, clínicas, campos de estágio, etc. nas quais serão desenvolvidas as atividades práticas relacionadas à ementa da disciplina. O estágio curricular supervisionado tem por objetivo: oportunizar ao discente a realização de atividades práticas em situações reais de trabalho, enquanto componente da formação profissional, seja pelo desenvolvimento da competência técnico-científica, seja pelo compromisso político-social frente à sociedade. Tanto docentes quanto discentes compreendem que o estágio supervisionado no curso tem o intuito de proporcionar experiências realistas aos graduandos, funcionando como embasamento em situações reais e deverá realizar a ponte teórico-prática, permitindo que o aluno experimente o conteúdo do curso. O estágio curricular supervisionado implantado está regulamentado e institucionalizado, buscando considerar de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. REGULAMENTAÇÃO/ INSTITUCIONALIZAÇÃO A Universidade de Cuiabá estabeleceu um Regulamento de Estágio Institucional com objetivos e tarefas delimitadas do que deve ser operacionalizado de igual maneira para todos os cursos e a partir desse, o curso de Odontologia elaborou seu próprio regulamento de estágio, descrevendo as dinâmicas de orientação, prática, supervisão e avaliação do estágio. O Regulamento do Estágio Supervisionado do curso de graduação em Odontologia é criado pela Faculdade de Odontologia, aprovado pelo Colegiado de Curso mas seguindo os preceitos orientativos próprios das diretrizes curriculares. CARGA HORÁRIA Quanto ao aspecto CARGA HORÁRIA, o estágio curricular aparece na matriz do Curso de Odontologia como atividade obrigatória, de forma articulada e em complexidade crescente ao longo do processo de formação e absorve 20% da carga horária total do curso, perfazendo um total de 800 horas, estando assim em consonância com o Art. 4º das DCNO.

96 94 O estágio é desenvolvido em atividades extra e intramuros, distribuídas ao longo da matriz curricular com as seguintes denominações: ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA 40 ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ACOLHIMENTO E REFERENCIAMENTO 40 ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO 40 ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - GESTÃO DO SUS 40 ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA I 120 ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA II ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA III ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA IV ESTÁGIO EM URGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS 100 ESTÁGIO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR CARGA HORÁRIA TOTAL 800 EXISTÊNCIA DE CONVÊNIOS Para realização do estágio curricular do curso de Odontologia, a instituição pactuou CONVÊNIOS diversos, com instituições públicas e privadas, governamentais e não governamentais, filantrópicas ou com fins lucrativos, cujos contratos e termos de compromisso são arquivados e disponibilizados pela direção da instituição. Neste sentido a instituição dispensa especial relevo à relação entre estagiários, instituições de ensino e organizações onde se realizam os estágios, de forma a oportunizar ao aluno interações interpessoais, ao tempo que integra a bagagem conceitual a diferentes contextos da pratica profissional. Permite também, a compreensão das necessidades e das carências da comunidade loco-regional e auxilia na compreensão das diversas nuances do mercado de trabalho. FORMAS DE APRESENTAÇÃO Quanto às FORMAS DE APRESENTAÇÃO, durante o estágio o aluno pode desenvolver as seguintes atividades: OBSERVAÇÃO - nesta modalidade de atividade o aluno deverá entender e compreender ações de planejamento, acompanhamento e avaliação de programas de saúde ou procedimento prático realizado, bem como analisar criticamente as condições em que são realizadas estas ações e a sua inserção nesse contexto; COPARTICIPAÇÃO - o discente além dos itens citados em observação, deverá auxiliar o professor ou preceptor nas ações desenvolvidas durante o estágio; e, INTERVENÇÃO - quando o discente assume as atividades junto ao cliente ou grupo comunitário. ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO Quanto à ORIENTAÇÃO e SUPERVISÃO do estágio supervisionado no curso de Odontologia, a instituição compreende que os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem, sendo planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. O aluno será orientado e supervisionado pelos professores de estágio quando se tratar de estágio intramuros ou extramuros. Em alguns cenários de prática de estágio em espaços conveniados, é possível a participação de preceptores, profissionais do serviço que serão designados como orientadores ou supervisores de estagiário. Os preceptores e/ou professores de

97 95 estágio possuem a responsabilidade de acompanhar as questões relacionadas à prática da profissão, bem como as questões pertinentes a comportamentos, frequência ou qualquer outro assunto que exija colaboração das partes envolvidas. COORDENAÇÃO É função da COORDENAÇÃO do estágio supervisionado no curso de Odontologia realizar os contatos com as instituições conveniadas, definir os professores e pactuar os preceptores nos diferentes cenários de desenvolvimento das atividades, realizando o acompanhamento destes e dos seus respectivos estagiários, bem como a avaliação dos relatórios finais elaborados pelos alunos e corrigidos pelos orientadores e supervisores. AVALIAÇÃO A AVALIAÇÃO do desempenho do estagiário é realizada de forma contínua e sistemática, durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a análise dos aspectos técnico-científicos, sociais e humanos da profissão. Deve ser observado pelo orientador o grau de aproveitamento técnicoprofissional, a frequência às atividades programadas, o cumprimento das atividades estabelecidas, a ética e o relacionamento pessoal, a entrega dos diários de campo, relatórios parciais e do relatório final de estágio. Os acadêmicos são avaliados tendo por base o programa de estágio e sua realização conforme o cronograma estabelecido e demais critérios relativos à sua dedicação, frequência e interesse, constantes dos planos de ensino dos respectivos estágios. RESPONSABILIDADE DOCENTE PELA SUPERVISÃO DA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA Todas as ações a serem desempenhadas no curso de Odontologia que envolvem atenção à saúde bucal da população serão supervisionadas por professores cirurgiões-dentistas. Os alunos atenderão em diferentes cenários de práticas, de acordo com as atividades de ensino relacionadas. A assistência odontológica aos usuários será realizada pelos alunos por meio de procedimentos clínicos com graus de complexidade crescente ao longo do curso, bem como supervisionada por um docente, mantendo-se relação de um docente para seis unidades de atendimento Cada unidade de atendimento será constituída, no máximo, por dois alunos trabalhando conjuntamente. A atenção à saúde integral e humanizada será foco de atenção dos docentes ao longo do processo de formação dos estudantes de Odontologia. Os professores do curso participarão da formulação dos planos de tratamento e definição dos objetivos do atendimento odontológico e atuarão de acordo com a proposta de aprendizagem, cientes do compromisso com o atendimento integral e humanizado dos usuários. Todos os atendimentos serão supervisionados pelo professor e caberá a ele a definição das propostas propedêuticas e terapêuticas para cada caso após a discussão e planejamento do tratamento com o estudante. Mesmo nos cenários de estágio supervisionado, em nenhum momento, os usuários serão atendidos por alunos que não estejam sob orientação docente. A supervisão da assistência odontológica será realizada por um docente cirurgião-dentista do curso, que atuará como partícipe no desenvolvimento das competências requeridas no processo de aprendizagem e na atenção à saúde dos usuários da clínica-escola de Odontologia e dos campos de estágio do curso, compondo e fortalecendo o binômio ensinoassistência.

98 96 O Projeto do Curso de Odontologia aponta entre os pontos mais importantes a capacitação docente em habilidades que vão além da atuação clínica nas disciplinas que ministram e/ou estágio que supervisionam. Os docentes deverão possuir uma visão integral e generalista da atenção odontológica e não somente dominar os conhecimentos do exercício que uma única especialidade venha a requerer. Esse processo de formação acadêmica deve incluir um amplo espectro de habilidades, conhecimentos e atividades tais como: a) metodologia educacional b) avaliação c) métodos de investigação d) organização e planejamento institucional e) métodos de comunicação audiovisual f) desenvolvimento de programas e projetos educativos e de investigação baseados nas necessidades da população local, regional e nacional g) princípios básicos dos processos administrativos h) programas de qualidade i) humanismo e profissionalismo j) Características, organização e funcionamento do Sistema Único de Saúde O fortalecimento das relações entre docentes e estudantes será perseguido neste contexto. No processo educativo atual, a necessidade imposta pela rotina de estudantes e professores usualmente impede que se criem laços de amizade na relação entre ambos, entre outros fatores, pela prevalência de turmas grandes nas quais muitas vezes dezenas de estudantes tem aulas práticas e teóricas em salas cheias, dificultando a relação dodiscente e impossibilitando que haja um processo de troca mais interpessoal. Este curso adotará, portanto, que o processo de ensino se dê em grupos pequenos, aumentando a eficiência dos trabalhos além de torná los mais agradáveis. Isto facilita o desenvolvimento da capacidade de análise e de avaliação crítica como a capacidade de auto-avaliação que é uma habilidade que se deve adquirir nas primeiras etapas do processo de formação do adulto jovem. Ela permite manter os níveis de exigência pessoal em patamares elevados, além de desenvolver a habilidade de criticar seu próprio trabalho e melhorá lo de forma constante. Evitar se-á com isso o autocontentamento fácil que normalmente não corresponde com a realidade. Neste contexto as tensões inerentes a esta fase da vida do aluno serão avaliadas precocemente e seus efeitos minimizados INTEGRAÇÃO E INTERAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) As atividades teóricas e práticas são previstas desde o início do curso de Odontologia, e permeiam toda a formação do futuro egresso, de forma integrada e interdisciplinar, proporcionando o desenvolvimento de competências na produção do conhecimento com atividades que levem o aluno a procurar, interpretar, analisar e selecionar informações, bem como identificar problemas relevantes, que permitam sua atuação como profissional. Tanto algumas aulas práticas quanto o estágio curricular serão realizados de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde vigente, o SUS. Portanto, desenvolve-se a capacidade do acadêmico de Odontologia para atuar com segurança no Sistema Único de Saúde submetendo-se aos princípios de seu modelo de organização caracterizado por rede integrada de serviços, regionalizada e hierarquizada em

99 97 níveis de complexidade (atenção básica ou primária, atenção secundária e atenção terciária ou de média e alta complexidade ou densidade tecnológica AULAS PRÁTICAS As atividades práticas do curso de Odontologia serão desenvolvidas em diferentes cenários, ou seja, em laboratórios (de ciclo básico e específicos), instalações profissionalizantes (nas dependências da IES) e campo (cenários reais, contemplando diferentes complexidades em áreas distintas). Tanto as aulas práticas, quanto o estágio curricular (supervisionado) são realizados tanto na IES quanto em instituições conveniadas (a partir dos convênios firmados) ESTÁGIO CURRICULAR O estágio curricular supervisionado tem por objetivo: oportunizar ao discente a realização de atividades práticas em situações reais de trabalho, enquanto componente da formação profissional, seja pelo desenvolvimento da competência técnico-científica, seja pelo compromisso político-social frente à sociedade. Tanto docentes quanto discentes compreendem que o estágio supervisionado no curso tem o intuito de proporcionar experiências realistas aos graduandos, funcionando como embasamento em situações reais e deverá realizar a ponte teórico-prática, permitindo que o aluno experimente o conteúdo do curso. O estágio curricular supervisionado implantado está regulamentado e institucionalizado, buscando considerar com qualidade, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. Regulamentação/ Institucionalização A Faculdade de Odontologia da Universiade de Cuiabá estabeleceu um Regulamento de Estágio Institucional com objetivos e tarefas delimitadas do que deve ser operacionalizado de igual maneira para todos os cursos e a partir desse, o Curso de Odontologia elaborou seu próprio regulamento de estágio descrevendo as dinâmicas de orientação, prática, supervisão e avaliação do estágio. Carga horária O estágio curricular aparece na matriz do Curso de Odontologia como atividade obrigatória, de forma articulada e em complexidade crescente ao longo do processo de formação do aluno, e absorve 20 % da carga horária total do curso, perfazendo um total de 800 horas, estando assim em consonância com a DCN do curso. O estágio é desenvolvido em atividades extra e intramuros estando previsto na matriz curricular com as seguintes denominações: Estágio em Saúde Coletiva Estratégia de saúde da Famila; Estágio em Saúde Coletiva Acolhimento e refeenciamento; Estágio em Saúde Coletiva Levantamento epidemiológico; Estágio em Saúde Coletiva Gestão do Sus; Estágio em saúde bucal na atenção básica I; Estágio em saúde bucal na atenção básica II; Estágio em saúde bucal na atenção básica III; Estágio em saúde bucal na atenção básica IV; Estágio em Urgências Odontológicas; Estágio em Odontologia em âmbito hospitalar.

100 98 Convênios Para realização do estágio curricular do Curso Odontologia a IES pactuará CONVÊNIOS diversos, com instituições públicas e privadas, governamentais e não governamentais, filantrópicas ou com fins lucrativos, cujos contratos e termos de compromisso são arquivados e disponibilizados pela direção da IES. Neste sentido, a IES dispensa especial relevo à relação entre estagiários, instituições de ensino e organizações onde se realizam os estágios, de forma a oportunizar ao aluno interações interpessoais, ao tempo que integra a bagagem conceitual a diferentes contextos da pratica profissional. Permite também, a compreensão das necessidades e das carências da comunidade loco-regional e auxilia na compreensão das diversas nuances do mercado de trabalho. Formas de apresentação Durante o estágio curricular o aluno pode desenvolver as seguintes atividades: OBSERVAÇÃO - nesta modalidade de atividade o aluno deverá entender e compreender ações de planejamento, acompanhamento e avaliação de programas de saúde ou procedimento prático realizado, bem como analisar criticamente as condições em que são realizadas estas ações e a sua inserção nesse contexto; CO-PARTICIPAÇÃO - o discente além dos itens citados em observação, deverá auxiliar o professor ou preceptor nas ações desenvolvidas durante o estágio; e, INTERVENÇÃO - quando o discente assume as atividades junto ao cliente ou grupo comunitário. Orientação e supervisão A IES compreende que os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem, sendo planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnicocultural, científico e de relacionamento humano. O aluno será orientado e supervisionado pelos professores/preceptores de estágio quando se tratar de estágio intramuros ou extramuros. Os preceptores e/ou professores de estágio possuem a responsabilidade de acompanhar as questões relacionadas à prática da profissão, bem como as questões pertinentes a comportamentos, frequência ou qualquer outro assunto que exija colaboração das partes envolvidas. Coordenação É função da COORDENAÇÃO do estágio supervisionado no Curso de Odontologia, realizar os contatos com as instituições conveniadas, definir os professores e/ou pactuar os preceptores nos diferentes cenários de desenvolvimento das atividades, realizando o acompanhamento destes e dos seus respectivos estagiários, bem como acompanhar os relatórios finais elaborados pelos alunos e corrigidos pelos orientadores e supervisores. Avaliação A AVALIAÇÃO do desempenho do estagiário será realizada de forma contínua e sistemática, durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a análise dos

101 99 aspectos técnicos-científicos, sociais e humanos da profissão. Devem ser observados pelo orientador o grau de aproveitamento técnico-profissional, a frequência às atividades programadas, o cumprimento das atividades estabelecidas, a ética e o relacionamento interpessoal, a entrega dos diários de campo, relatórios parciais e do relatório final de estágio. Os acadêmicos são avaliados tendo por base o programa de estágio e sua realização conforme o cronograma estabelecido e demais critérios relativos à sua dedicação, frequência e interesse, constantes dos planos de ensino dos respectivos estágios ASPECTOS RELACIONADOS A SEGURANÇA DO USUÁRIO DO SUS Esse aspecto é desenvolvido com o aluno a partir de conteúdos trabalhados desde as aulas teóricas até sua aplicabilidade prevista no desenvolvimento de determinadas aulas práticas, bem como durante a realização do estágio curricular. Segue relação de disciplinas da matriz curricular que preveem a abordagem da temática em questão: ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ACOLHIMENTO E REFERENCIAMENTO FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO AO IDOSO E AO PACIENTE ESPECIAL CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO IDOSO CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO PACIENTE ESPECIAL FORMAÇÃO INTEGRAL EM SAÚDE EDUCAÇÃO EM SAÚDE A educação em saúde deve considerar o saber compartilhado de determinado território, o perfil epidemiológico do mesmo, bem como as necessidades individuais e coletivas da comunidade local. Esses aspectos devem fundamentar o planejamento e o gerenciamento de recursos necessários, a partir do que preconiza os atos privativos da profissão cirurgião dentista e as especificidades da área em ações multi e interprofissionais. Essas temáticas serão desenvolvidas com o aluno a partir de conteúdos trabalhados desde as aulas teóricas até sua aplicabilidade prevista no desenvolvimento de determinadas aulas práticas, bem como durante a realização do estágio curricular. Segue relação de disciplinas da matriz curricular que preveem a abordagem das temáticas em questão: FORMAÇÃO INTEGRAL EM SAÚDE SAÚDE COLETIVA SAÚDE BUCAL COLETIVA ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

102 GESTÃO EM SAÚDE A formação do profissional da saúde na contemporaneidade requer competências próprias para a gestão, desde a gestão do cuidado até a gestão das ações em saúde, considerandose portanto, as necessidades da comunidade local. Neste sentido, o olhar sobre a gestão envolve a formação crítica e reflexiva de conhecimentos acerca da epidemiologia, das Políticas Públicas de Saúde, bem como o modo de vida da comunidade locorregional. Para se atingir essas questões, serão desenvolvidas competências e habilidades a partir de conteúdos trabalhados desde as aulas teóricas até sua aplicabilidade prevista no desenvolvimento de determinadas aulas práticas, bem como durante a realização do estágio curricular. Segue relação de disciplinas da matriz curricular que preveem a abordagem da temática em questão: ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - GESTÃO DO SUS FORMAÇÃO INTEGRAL EM SAÚDE INTERAÇÃO COM A COMUNIDADE LOCORREGIONAL A inserção da IES em determinada região remete a sua aproximação das comunidades locais, fortalecendo o compromisso de um ensino com inserção do estudante na comunidade e/ou nos serviços de saúde local, desde o início do curso, com ênfase no cenário da atenção básica. Esse aspecto é desenvolvido com o aluno do curso de Odontologia a partir de conteúdos trabalhados desde as aulas teóricas até sua aplicabilidade prevista no desenvolvimento de determinadas aulas práticas, bem como durante a realização do estágio curricular. Segue relação de disciplinas da matriz curricular que preveem a abordagem da temática em questão: ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA I ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA II ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA III ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA IV ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA V ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ACOLHIMENTO E REFERENCIAMENTO ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - GESTÃO DO SUS RESPONSABILIDADE SOCIAL A inserção da IES em determinada região e seu contato com as comunidades locais, aponta para o compromisso com a responsabilidade social da IES, e no caso de cursos da saúde, o

103 101 foco está na saúde. A partir do entendimento das necessidades de determinada comunidade em que se insere a IES e seus cursos na área da saúde, se contribui para melhorar dos indicadores de saúde da comunidade local. Esse aspecto é desenvolvido com o aluno do curso de Odontologia a partir de conteúdos trabalhados desde as aulas teóricas até sua aplicabilidade prevista no desenvolvimento de determinadas aulas práticas, bem como durante a realização do estágio curricular. Segue relação de disciplinas da matriz curricular que preveem a abordagem da temática em questão: ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO AO IDOSO E AO PACIENTE ESPECIAL CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO IDOSO CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO PACIENTE ESPECIAL 3.8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma oportunidade para o aluno integrar e aplicar conhecimentos adquiridos ao longo do curso, resultando em trabalhos que tenham cunho prático ou aplicado. O modelo acadêmico adotado preconiza a importância do Trabalho de Conclusão de Curso como elemento formativo, que estimula a produção intelectual dos alunos. O TCC é a oportunidade para o aluno demonstrar sua capacidade de aplicar as competências adquiridas durante o seu percurso formativo, de forma sistematizada, em um ambiente profissional controlado e sob orientação. Por meio do TCC o discente poderá trabalhar temática relacionada à sua futura área de atuação, permitindo a pesquisa científica visando completar sua formação de qualidade e atingir o perfil desejado ao futuro egresso OBJETIVOS O TCC tem como objetivos: - Estimular a produção intelectual dos alunos, à luz de preceitos metodológicos e da interlocução com a prática profissional do aluno; - Demonstrar sua capacidade de aplicar as competências, sintetizando conhecimentos, habilidades e aspectos atitudinais, adquiridos durante o seu percurso formativo.

104 CARGA HORÁRIA, ESTRUTURA E ORIENTAÇÃO Em termos gerais, o aluno cursará o TCC I e TCC II, respectivamente, totalizando 60 horas, conforme previsto na estrutura curricular do Curso e o que preconizam o Regulamento e o Manual específicos da atividade. O Regulamento do TCC encontra-se anexo a este PPC e está institucionalizado e é de conhecimento da comunidade acadêmica, estando afixado em murais do curso e disponível na Biblioteca em local acessível. A elaboração do TCC deve observar exigências metodológicas específicas e seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, no que forem a eles aplicáveis, em relação aos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. As instruções referentes à estrutura e as orientações para a monografia encontram-se no Manual do aluno. Para realização do Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I), o acadêmico deverá efetuar o desenvolvimento de um projeto de pesquisa, intimamente ligado ao TCC II, que, por sua vez, deve cuidar do seu desenvolvimento, resultando, preferencialmente, em um trabalho que mereça publicação. Cabe ao discente escolher o tema, formular o problema, a justificativa; os objetivos gerais e específicos; elaborar a fundamentação teórica; escolher a metodologia, elaborar o cronograma de realização do trabalho; e referenciar a bibliografia básica consultada AVALIAÇÃO A avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso são contínuas e cumulativas, atendendo a um cronograma definido, considerando aspectos qualitativos e quantitativos, focalizando a aquisição de competências, habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho da prática profissional. Para ser considerado aprovado no TCC I e no TCC II, o acadêmico deve obter nota final igual ou superior a 7. Durante a realização do TCC I são contempladas três atividades avaliativas, que direcionam a elaboração do projeto, que deve ser entregue como atividade final. Durante o desenvolvimento do TCC II o acadêmico dará andamento ao projeto desenvolvido no TCC I, e será avaliado por meio de quatro atividades avaliativas. As atividades de 1 (um) a 3 (três) correspondem à elaboração do TCC final e contam como peso 6 para a integralização da nota final do aluno, enquanto a atividade 4 (quatro) corresponde à defesa presencial do TCC, e conta como peso 4 para a integralização da nota final do discente. 3.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES A Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia, prevê que os alunos cumpram atividades complementares durante suas formações, e as define no seu Art. 8º, da seguinte forma:

105 103 O projeto pedagógico do Curso de Graduação em Odontologia deverá contemplar atividades complementares e as Instituições de Ensino Superior deverão criar mecanismos de aproveitamento de conhecimentos, adquiridos pelo estudante, através de estudos e práticas independentes presenciais e/ou a distância, a saber: monitorias e estágios; programas de iniciação científica; programas de extensão; estudos complementares e cursos realizados em outras áreas afins. No Curso de Odontologia da Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá as Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios, que se efetivam por meio de experiências ou vivências intra ou extracurriculares do discente, durante o período em que frequenta o curso. Elas têm como objetivos flexibilizar, diversificar e enriquecer a formação do acadêmico, ampliando suas chances de sucesso no mercado de trabalho, e estão institucionalizadas e regulamentadas. O Regulamento de Atividades Complementares do Curso de Odontologia determina as formas de aproveitamento a serem cumpridas por meio de atividades, que podem englobar atividades de ensino, de extensão, de iniciação científica e de Estudos Dirigidos. De modo geral, as Atividades Complementares podem ser cumpridas por meio de I. atividades de ENSINO - cumpridas mediante aproveitamento de disciplinas afins cursadas em outro(s) curso(s) da instituição, mas não previstas na matriz curricular do discente; cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições; monitoria em disciplina(s) específica(s) do curso; II. atividades de EXTENSÃO mediante participação em seminários, palestras, cursos, jornadas, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização e similares; programas de extensão, relativos à área do curso; realização de estágios extracurriculares e execução de ações de extensão promovidas pela instituição; III. atividades de INICIAÇÃO CIENTÍFICA por meio de participação em programas de iniciação científica; trabalhos publicados na íntegra em periódicos da área, resumos publicados em anais de eventos científicos; apresentação de trabalhos em eventos científicos; IV. atividades de ESTUDOS DIRIGIDOS visando a desenvolver as capacidades de refletir, analisar, sintetizar, avaliar, argumentar, buscar novas informações e construir novos conhecimentos de maneira autônoma; aos alunos do Curso de Odontologia da Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, estimulando a autoaprendizagem, são propostos estudos de temas que, não apenas diversificam, flexibilizam e enriquecem seus currículos, mas também desenvolvem as competências e habilidades que são essenciais para a empregabilidade. Quanto às formas de aproveitamento, os documentos comprobatórios das atividades complementares tipo I, II e III, após apreciação pelo coordenador do curso, com a sua manifestação formal quanto à sua validação, serão encaminhados para a secretaria acadêmica, para registro no histórico escolar do aluno e guardados pela mesma até a expedição do diploma. Já as atividades cumpridas por meio dos Estudos Dirigidos serão aproveitadas mediante aprovação nas atividades por frequência e por nota, conforme descrito no Manual do Estudo Dirigido. Os Estudos Dirigidos (ED) foram instituídos como uma inovadora modalidade de Atividades Complementares Obrigatórias de ensino, respaldando-se no Parecer n o 67 do CNE/CES, que estabelece um Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação, e na Resolução CNE/CES n o 2/2007, que dispõe sobre a carga horária e os procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação. A proposta dos EDs é a concretização do desejo institucional de fazer da Educação, em

106 104 todos os níveis, um instrumento de inclusão social, comprometida com a formação de atitudes, habilidades, interesses e valores que perpassam toda a realidade social, contribuindo, dessa forma, para mudanças de comportamento, a partir de uma formação acadêmica interdisciplinar. A realização das atividades referentes aos Estudos Dirigidos ocorre por meio de ambiente virtual de aprendizagem que possibilita a interatividade, o acesso a materiais didáticos, a exercícios e avaliações, a fórum de discussão, à biblioteca digital, entre outros. OBJETIVOS E ESTRUTURA DOS EDS Os EDs apresentam-se como instrumento capaz de viabilizar as exigências de qualidade pedagógica requeridas por um processo educacional que objetiva propiciar meios para que o acadêmico possa desenvolver, entre outras habilidades, a capacidade de se comunicar e interpretar de forma eficaz, de raciocinar de forma crítica e analítica e de saber conviver com as pessoas. Além disso, os Estudos Dirigidos objetivam incentivar a autoaprendizagem, produzir novos conhecimentos com a integração de informações acadêmicas, oportunizar uma nova forma de aprender e desenvolver a criatividade, contribuir para mudanças de comportamentos e atitudes e estimular a autonomia e o aprimoramento do pensamento crítico. Considerando-se que o desenvolvimento científico e tecnológico tem provocado mudanças nas necessidades de formação profissional, as atividades centram-se no desenvolvimento de competências e habilidades, vinculando-se a um conceito mais abrangente e estrutural da inteligência humana. Nesse sentido, essa formação, antes de valorizar o conteúdo, busca valorizar o desenvolvimento de habilidades cruciais para a atuação profissional em um mercado em constante mutação. Para nortear os estudos foi elaborada uma matriz pedagógica, definindo-se em duas etapas: Revisão de Conhecimentos Prévios faz parte da matriz curricular de cada curso e, como o próprio nome diz, no ED de Revisão de Conhecimentos Prévios o aluno realiza atividades que permitam rever os conteúdos de Ciências Biológicas, Matemática e Língua Portuguesa, para nivelamento, e oportunizar ao aluno um melhor desempenho nas disciplinas oferecidas. Formação Geral (Empregabilidade; Políticas Públicas; Democracia, ética e cidadania; Ciência, tecnologia e sociedade; Responsabilidade Social; Formação de Professores): tem como meta possibilitar aos alunos o desenvolvimento do raciocínio crítico e analítico, a partir de temas de grande relevância social, como políticas públicas, responsabilidade socioambiental, novas tecnologias, visando a formação de cidadãos preparados de forma adequada para o mercado profissional. Os estudos de formação geral privilegiarão o desenvolvimento de habilidades, utilizando-se das seguintes estratégias: I. estudo de textos teóricos; II. pesquisas; III. sistematização e esquematização de informações; IV. resolução de questões discursivas e de múltipla escolha, com abordagens de situações-problema, estudos de caso;

107 105 V. simulações e interpretação de textos, imagens, gráficos e tabelas; VI. produção escrita; e VII. discussão em fóruns. A integralização da carga horária pelo aluno nos Estudos Dirigidos é validada mediante o cumprimento dos critérios mínimos definidos em regulamento próprio e a realização das atividades nos prazos determinados no calendário. AVALIAÇÃO A realização das atividades no Ambiente Virtual de Aprendizagem conta como integralização da carga horária prevista para o ED do semestre. A nota do aluno é resultante da realização da avaliação on-line. A aprovação do aluno e, consequentemente, o cômputo da carga horária relativa à atividade, estão condicionados à integralização igual ou acima de 75% da carga horária e nota igual ou acima de 7 (indicar a média conforme regulações da IES) na avaliação final. Em caso de reprovação, acumula-se o respectivo ED para o próximo semestre, não acarretando encargos financeiros, nem implicando em retenção. O detalhamento das atividades e avaliações encontram-se descritos no Manual de Estudos Dirigidos APOIO AO DISCENTE O atendimento aos discentes é fundamental para qualquer instituição de Ensino Superior, visto que o processo pedagógico só realiza seus objetivos quando contempla as necessidades dos alunos. Neste sentido, a Faculade de Odontologia da Universidade de Cuiabá ordenou diversas formas integradas de apoio aos discentes, buscando contemplar com qualidade os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares (não computadas como atividades complementares) e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios APOIO EXTRACLASSE O Curso de Odontologia Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá oferece aos seus acadêmicos o apoio extraclasse no que diz respeito à sua vida acadêmica e à sua aprendizagem, este apoio é desenvolvido na modalidade presencial e na modalidade virtual: Portal do Aluno - por meio dele é possível oferecer o apoio extraclasse aos alunos, informando-os sobre o curso, disciplinas, biblioteca, materiais didático-pedagógicos e demais informações sobre a sua vida acadêmica. Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) - constituído de Conteúdo Web, Avaliação/Exercícios On-line, Portfólio e Sistema de Mensagens, os quais têm os seguintes objetivos:

108 106 I. Conteúdo Web: enriquecem os conteúdos trabalhados em sala de aula por meio de conteúdos complementares à disciplina, que poderão conter hipertextos, vídeos e links para sites de interesse; II. Avaliação/Exercícios On-line: contribui para a fixação e verificação da aprendizagem dos conteúdos, por meio da resolução de problemas de forma contínua, além de auxiliar na complementação da avaliação presencial; III. Portfólio: caracteriza-se como um espaço para a postagem de trabalhos acadêmicos desenvolvidos, solicitados pelos docentes, dentro dos objetivos e critérios estabelecidos e com prazo determinado conforme calendário; e IV. Sistema de Mensagens: espaço que possibilita a comunicação para troca de informações, como avisos, comunicados e orientações entre alunos, professores e coordenador do Curso. Serviço de Atendimento ao Aluno - Virtual - é o atendimento disponibilizado aos alunos, que permite a realização de chamadas para esclarecimento de dúvidas sobre os produtos e serviços oferecidos presencialmente, além de acolhimento de reclamações, sugestões e solicitações diversas. Portanto, além do atendimento presencial, o aluno conta com o atendimento virtual por meio de: I. CHAT, sendo uma forma de atendimento em que o aluno poderá acessar, por meio do site da instituição, de qualquer lugar do mundo, e ter respostas on-line de forma rápida e segura; II. Fale Conosco, o aluno poderá acessar o site e encaminhar uma mensagem de e- mail. Esta demanda é encaminhada para a equipe de atendimento, que irá registrar as solicitações e respondê-las no prazo máximo de 24h a 48h, dependendo do tipo de solicitação. Coordenação do Curso - o coordenador do Curso na Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá, conforme prevê o Regimento Interno, tem como atribuições da gestão do curso: manter o clima organizacional e motivacional do corpo docente e corpo discente do curso; ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos evadidos; controlar e minimizar índices de evasão do curso; apreciar todos os requerimentos formulados pelos alunos; estimular a participação dos alunos na avaliação institucional; promover ações de autoavaliação do curso; entre outras. Assim, os alunos dispõem de acesso ao coordenador do curso para atendimento presencial e individual, sempre que tiver necessidade, mediante agendamento prévio. Serviço de Atendimento ao Aluno - é a estrutura de boas-vindas aos discentes na instituição. O setor representa o ponto único de atendimento ao aluno seja qual for o serviço solicitado. São atribuições do Serviço de Atendimento ao Aluno: realizar o pronto atendimento às demandas presenciais dos alunos; facilitar a comunicação com os alunos provendo informações, documentos; facilitar e solucionar as negociações financeiras; minimizar índices de evasão; representar a Ouvidoria da instituição; atender e encaminhar os alunos com dificuldades acadêmicas aos serviços de apoio psicopedagógico; atender as solicitações e entrega de documentos acadêmicos e financeiros; coordenar e realizar o processo de matrícula; gerar os serviços solicitados pelos discentes, como: revisão de provas; segunda via de boletos etc.; promover negociação financeira com alunos inadimplentes; atendimento de retenção; efetuar atendimento PROUNI, PROMUNI, FIES e outros créditos e entregar documentos, tais como: declarações, históricos, certificados e diplomas. Sala Integrada de Coordenadores e Professores - tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores; serve de ponto de atendimento aos alunos, que necessitam contato com professores e coordenadores, e para executar os

109 107 seguintes processos da faculdade: operacionalizar o Processo Seletivo na unidade, como a organização de salas que serão utilizadas, convocação de fiscais e garantir a segurança das provas; confeccionar e controlar processos de alterações de faltas, abono de faltas, transferências internas e externas; cadastro do quadro de horários das aulas e dos professores; cadastro, abertura e controle de salas especiais (solicitações de alunos); cadastro de aproveitamentos de estudos aprovadas pelos coordenadores de Curso; coordenar o evento de ajuste de quadro de horários dos alunos no início de cada semestre; cadastro das datas de provas para cada disciplina dos Cursos da instituição; preparar os processos com documentação física para registro de diplomas no SRD; gerir o arquivo físico de documentos dos discentes. Setor de Registro Acadêmico O Setor de Registro de Diplomas e Certificados é um órgão vinculado à Reitoria da Universidade Anhanguera UNIDERP, a qual é credenciada pelo Decreto Federal nº 246, de 18/12/1996, publicado no D.O.U. de 19/12/1996. O Setor é responsável pelo registro dos diplomas de cursos de Graduação, Sequencial de Formação Específica, de Pós-Graduação Stricto Sensu e Certificados de Pós-Graduação Lato Sensu, PRONATEC e de cursos complementares. O Setor atua em conformidade com a LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996, art. 48 1º. O processo tem como base a Portaria nº 33 DAU/MEC, de 02/08/78, e Parecer CNE/CNS nº 379/2004, de 08/12/04. O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração sequencial em livros virtuais pelo Sistema S.R.D., um sistema desenvolvido pela Kroton Educacional que tem como objetivo garantir a implantação de processos que resultem em eficiência operacional, melhoria contínua, crescimento e segurança nos registros de diplomas e certificados. Tem como vantagem melhor eficiência no processo, rapidez e segurança nas informações, todo o sistema é informatizado, permitindo acesso de qualquer lugar para um melhor acompanhamento. O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas e Certificados é o trabalho cartorial de dar fé pública em diplomas e certificados. Responsabilidades do Setor de Registro de Diplomas e Certificados - SRDC: 1. Receber os processos via on-line pelo Sistema S.R.D.; 2. Proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida acadêmica dos discentes e toda documentação que compõe o processo de diplomas e certificados; 3. Efetuar o registro que obedece a sequência numérica gerada pelo próprio Sistema; 4. Imprimir os diplomas e certificados de acordo com o layout de cada Unidade que compõe o Grupo Kroton em consonância aos seus atos regulatórios; 5. Gerir o controle de registros e seus livros;

110 Armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada aluno. O Setor de Registro de Diplomas e Certificados é um órgão vinculado à Reitoria da Universidade de Cuiabá UNIC, recredenciada pela Portaria Nº 316, de 15/04/2013, publicado em 17/04/2013. O Setor é responsável pelo registro dos diplomas de cursos de Graduação, Sequencial de Formação Específica, de Pós-Graduação Stricto Sensu e Certificados de Pós-Graduação Lato Sensu, PRONATEC e de cursos complementares. O Setor atua em conformidade com a LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996, art. 48 1º. O processo tem como base a Portaria nº 33 DAU/MEC, de 02/08/78, e Parecer CNE/CNS nº 379/2004, de 08/12/04. O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração sequencial em livros virtuais pelo Sistema S.R.D., um sistema desenvolvido pela Kroton Educacional que tem como objetivo garantir a implantação de processos que resultem em eficiência operacional, melhoria contínua, crescimento e segurança nos registros de diplomas e certificados. Tem como vantagem melhor eficiência no processo, rapidez e segurança nas informações, todo o sistema é informatizado, permitindo acesso de qualquer lugar para um melhor acompanhamento. O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas e Certificados é o trabalho cartorial de dar fé pública em diplomas e certificados. Responsabilidades do Setor de Registro de Diplomas e Certificados - SRDC: 7. Receber os processos via on-line pelo Sistema S.R.D.; 8. Proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida acadêmica dos discentes e toda documentação que compõe o processo de diplomas e certificados; 9. Efetuar o registro que obedece a sequência numérica gerada pelo próprio Sistema; 10. Imprimir os diplomas e certificados de acordo com o layout de cada Unidade que compõe o Grupo Kroton em consonância aos seus atos regulatórios; 11. Gerir o controle de registros e seus livros; 12. Armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada aluno. Ouvidoria - canal de comunicação entre as comunidades interna e externa e a Instituição, disponibilizado para atender, registrar e responder as demandas dos solicitantes, referentes aos serviços prestados pela IES, e que incluem sugestões, críticas, elogios, denúncias ou reclamações, que são contabilizados com vistas a produzir subsídios para as ações de aprimoramento permanente da Instituição. Cabe à Ouvidoria garantir o acesso direto a todos os membros da comunidade interna e externa para as seguintes categorias de serviços: I. reclamações fundamentadas; II. sugestões para mudanças de processos acadêmico-administrativos;

111 109 III. denúncias de natureza acadêmico-administrativa; e IV. agradecimentos e elogios pelos serviços prestados pelos órgãos/setores da Instituição. Neste contexto, a Ouvidoria terá, prioritariamente, atendimento eletrônico, com o objetivo de facilitar e agilizar o processo de comunicação, devendo o seu endereço eletrônico ser amplamente divulgado na IES. A Ouvidoria terá até três dias úteis para responder aos contatos recebidos pelo canal eletrônico e qualquer prazo que exceda a esse limite deverá ser comunicado ao solicitante. Para garantir a melhoria e qualidade dos serviços prestados na Instituição, a Ouvidoria deverá expedir relatórios semestrais, com informação de quantidade e tipo de reclamações, denúncias, elogios, críticas ou sugestões, para integrar o relatório anual da CPA e o Plano de Ação decorrente do processo de Avaliação Institucional APOIO PSICOPEDAGÓGICO O apoio psicopedagógico é disponibilizado para alunos com dificuldades de aprendizagem e visa a fortalecê-los, de modo que eles possam melhorar o desempenho acadêmico. O acompanhamento enfatiza a superação e/ou minimização dos problemas emocionais que se refletem no processo ensino-aprendizagem, por meio de uma proposta metodológica de acompanhamento sistemático, desenvolvido de forma articulada com todos os setores da instituição. Os casos identificados pelos professores, de distúrbios de comportamento do aluno, dificuldades de relacionamento interpessoal, dificuldade de aprendizagem ou assimilação de determinadas disciplinas, falta de concentração, depressão e outros, deverão ser levados para o Coordenador do Curso, que encaminhará ao Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), que poderá realizar o encaminhamento do aluno para profissionais qualificados, quando necessário. Durante o processo de interferência psicopedagógica, realizado por profissionais qualificados, poderá ser feito contato com a família, professores e coordenadores, que são de extrema importância, pois exercem um papel incentivador na valorização do aluno como pessoa ativa no processo de ensino, colaborando para o desenvolvimento da sua autoestima e liberdade. Cabe ressaltar que estas pessoas somente são envolvidas com a permissão e participação do próprio aluno. Assim, são realizados encaminhamentos para profissionais das diversas áreas, tais como: psicopedagogos, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, médicos, dentre outros, capacitados em prestar a melhor orientação na busca de superação das dificuldades do aluno. Após diagnóstico e orientação realizada por estes profissionais, o NAID reúne-se com a Coordenação do Curso, para elaboração de medidas a serem adotadas, com o objetivo de garantir educação inclusiva, igualdade de oportunidades, resguardando-se as diferenças e concebendo o aluno como sujeito de seu processo de aprendizagem e de construção.

112 ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial é realizado pelo Núcleo de Educação Especial Inclusiva (NUEEI), que tem por base os seguintes princípios: I. garantia dos direitos dos alunos caracterizados como público-alvo da Educação Especial, de acordo com as especificidades, oportunizando acesso e permanência no Ensino Superior; e II. desenvolvimento de seu papel de responsabilidade social como Instituição de Ensino Superior, respeitando a diversidade, garantindo educação justa e igualitária. Caracterizam-se como público-alvo da Educação Especial, com direito a atendimento pelo NUEEI, os alunos com: I. Deficiência (física, visual, auditiva, intelectual e múltipla); II. Transtorno Global do Desenvolvimento (Autismo, Síndrome de Rett, Síndrome de Asperger e Psicose Infantil); e III. Altas habilidades/superdotação. O NUEEI é composto por profissionais da área da Educação Especial e conta com a participação colaborativa de outros profissionais do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo atendimento local na IES. São eles: I. No Ensino Presencial: um representante dos coordenadores, um representante docente, um representante do Corpo técnico-administrativo e um representante da CPA; II. Nos Polos de Apoio Presencial: coordenador do Polo, três representantes dos tutores externos e um representante da secretaria do Polo. Esses profissionais desenvolvem as seguintes ações na IES: identificam o público-alvo da Educação Especial na IES; garantem o acesso e a permanência dos alunos caracterizados como público-alvo da Educação Especial matriculados nos cursos presenciais e à distância; adaptam materiais didáticos para os alunos caracterizados como público-alvo da Educação Especial; prestam assessorias às IES nas especificidades de acessibilidade física por meio do estudo da NBR9050 e legislação vigente; orientam os Colegiados de Curso para que propiciem ações de ensino e aprendizagem voltadas para o respeito à diversidade; orientam coordenadores, professores, tutores presenciais e à distância e demais colaboradores para o AEE, bem como para as especificidades da Educação Especial; pesquisam recursos tecnológicos e propostas que propiciem a inclusão do público-alvo da Educação Especial nos cursos de graduação, pós-graduação; acompanham a trajetória dos acadêmicos, público-alvo da educação especial, desde o ingresso até a conclusão do curso de graduação; e buscam parcerias com outras instituições específicas de atendimento educacional especializado. O Atendimento Educacional Especializado ofertado na IES segue o fluxograma que apresentamos a seguir:

113 111

114 ATIVIDADES DE NIVELAMENTO A Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá, preocupada com a qualidade do ensino e a formação do seu alunado, implantou uma política de ação sistemática voltada para a recuperação das deficiências de formação do ingressante dos diversos cursos da instituição, instituindo a atividade de nivelamento Português, Biologia e Matemática. Tal iniciativa tem como maior objetivo dar oportunidade aos alunos revisarem esses conteúdos.

115 113 O nivelamento responde satisfatoriamente às expectativas dos alunos e da Instituição, pois além de serem revistos aqueles conteúdos básicos, necessários ao adequado prosseguimento de seus estudos em nível superior, favorece seu desempenho acadêmico na fase inicial do curso superior escolhido. A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação utilizada pela IES, correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processo de ensinoaprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensino-aprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. A plataforma busca a todo momento entender os pontos de fragilidade do aluno e, a partir deste mapeamento e dos objetivos da disciplina, propor estudos na e personalizar o percurso da aprendizagem ATIVIDADES EXTRACURRICULARES Centro de Idiomas A Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá implantou um Centro de Idiomas que tem por finalidade despertar nos alunos da instituição o desejo pelo aprendizado de uma segunda língua por meio de um processo motivador e interativo. Diante da universalização das línguas modernas, em especial das Línguas Inglesa e Espanhola, devido a fatores políticos, socioculturais e econômicos, torna-se cada vez mais evidente a necessidade do conhecimento de tais idiomas por parte de quem não os têm, não somente pela influência cultural, mas principalmente no âmbito socioeconômico. O Centro de Idiomas tem como proposta de trabalho um ensino de línguas totalmente voltado para atender as necessidades dos alunos e envolvê-los num processo de comunicação real, onde haja a participação direta de cada um deles, sendo ofertados cursos de idiomas adequados aos contextos. Os acadêmicos da instituição representam o públicoalvo dos cursos de capacitação em línguas estrangeiras e possuem desconto nas mensalidades, que já apresentam um valor bastante inferior àquele praticado no mercado externo à instituição PROGRAMAS DE PARTICIPAÇÃO EM CENTROS ACADÊMICOS E EM INTERCÂMBIOS Apoio aos Centros Acadêmicos - CA O Curso de Odontologia Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá apresentou como princípios gerais: o respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, portador de direitos e deveres; e o respeito às diversidades de pensamento e ideologias, como possibilidades de crescimento individual e social. Na filosofia institucional se incluiu, além da preparação de indivíduos para o mercado, a preocupação com a

116 114 formação do indivíduo que busque reflexivamente e, em ações, a solução de problemas imediatos da sociedade, se constituindo num espaço privilegiado da transformação e conservação do saber, onde se exercita a reflexão, o debate e a crítica, tendo como proposta explícita a liberdade, a igualdade, a autonomia de direitos, a democracia, a cidadania, a humanização e a sua existência social. Neste contexto, os acadêmicos são incentivados pelo Curso de Odontologia, por meio da Coordenação de Curso, a motivar os líderes de turma, eleitos a cada semestre letivo, a manterem esta atividade de forma contínua, dinâmica e renovável. Reuniões periódicas são agendadas pelo Coordenador do Curso com os líderes, quando são discutidas as diversas questões relacionadas ao desenvolvimento das atividades acadêmicas, esportivas, científicas e culturais do curso. Além disso, periodicamente, a direção da instituição convida os alunos representantes de todos os cursos para discutir questões institucionais de interesse da comunidade acadêmica. Intercâmbios Será interesse do Odontologia aprimorar o ensino, propiciando aos seus discentes a possibilidade de estabelecer e desenvolver relações com IES estrangeiras, pois entende que o contato com culturas distintas constitui-se em um importante mecanismo de desenvolvimento intelectual para os discentes. O apoio ao intercâmbio é promovido pela Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá por meio do Programa de Bolsas de Mobilidade Internacional Santander Universidades, o qual possibilita a mobilidade internacional dos seus discentes e tem por escopo propiciar aos discentes indicados pelas faculdades conveniadas a oportunidade de acesso às culturas estrangeiras, realizando cursos em renomadas Universidades integrantes do Programa. Além disso, considera-se que o contato com culturas distintas e o estabelecimento de relações com IES localizadas em outros países constituem importante instrumento de formação intelectual dos seus estudantes. Os estudos e atividades acadêmicas a serem realizadas pelos discentes contemplados junto às IES de destino são computados, para efeito de integralização curricular, como AC, obedecendo ao disposto no Regimento Interno da instituição. Qualquer eventual aproveitamento de disciplina(s) cursada(s) pelos discentes contemplados nas IES de destino, a título de equivalência e para efeito de dispensa em disciplina(s) cursada(s) ou a cursar na instituição de origem, está sujeito a análise prévia e específica pelo Colegiado do Curso, obedecendo ao disposto no Regimento Interno AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO As ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de Curso, Enade, CPC e outras), no âmbito do curso, compõem o planejamento estratégico da instituição. Neste contexto, os resultados da autoavaliação do Curso de Odontologia procuram identificar os aspectos que dificultam e/ou facilitam a ação acadêmica do curso, assim como sugerem estratégias de intervenção para corrigir rumos, consolidar sua ação pedagógica e alcançar efetivamente maior qualidade no ensino-aprendizagem.

117 115 As ações acadêmico-administrativas, resultantes das avaliações externas - avaliação de Curso, ENADE e CPC, no âmbito do curso, resultam da análise do relatório do ENADE emitido pelo MEC. São realizadas reuniões com os docentes a fim de discutir o desempenho dos acadêmicos em cada questão de conhecimento geral e específica da prova. Os resultados do questionário socioeconômico considerando as questões gerais e aquelas relacionadas ao CPC são analisadas e ações empreendidas em busca de melhorias. Não se trata apenas de levantar dados, elaborar questionários, aplicá-los, analisá-los, utilizando técnicas sofisticadas, produzir relatórios, publicá-los, considerando os diversos ângulos da vida acadêmica. Esses aspectos são relevantes, mas o importante é ter clareza do que deve ser feito com os resultados levantados, com todos esses dados e informações colhidas. O importante é saber de que modo o processo de autoavaliação institucional e as avaliações externas podem ser um efetivo e eficiente instrumento de mudança e melhoria de todos os processos acadêmicos e de gestão do curso. A Comissão Própria de Avaliação trabalha de forma colaborativa com os coordenadores de curso, identificando fragilidades e potencialidades, a fim de desenvolver os Projetos de Melhorias. Todo processo é permeado por um ciclo de ações que envolvem sensibilização, coleta, análise e socialização de dados. Após a socialização dos dados revelados por meio dos instrumentos de avaliação, como o questionário de avaliação institucional, AVALIAR, os dados de ouvidoria e das avaliações externas, inicia-se o desenvolvimento e divulgação das melhorias ATIVIDADES DE TUTORIA As atividades de tutoria implantadas no Curso de Odontologia buscam atender com qualidade às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular. O tutor estabelece a conexão entre alunos, estando diretamente em contato com eles, pois são parceiros nessa construção do conhecimento. Seu papel é muito importante, pois tem a tarefa de dialogar diretamente com os estudantes, compartilhando ideias e conhecimentos, levando às reflexões em torno do conteúdo proposto. Os tutores das disciplinas semipresenciais (Disciplinas Interativas) são responsáveis por realizar atividades de mediação do processo de ensino-aprendizagem, tendo como principais atribuições: I. conhecer a estrutura e o funcionamento das disciplinas interativas; II. participar das capacitações e treinamentos organizados pela Coordenação de Área; III. participar das reuniões periódicas com o Coordenador de área responsável pela disciplina para orientações acerca do conteúdo da disciplina, e dos critérios de avaliação do trabalho semestral; IV. participar das webaulas, com a finalidade de conhecer os conteúdos programáticos para a devida orientação e acompanhamento dos alunos, interagindo com os mesmos em cada atividade a ser realizada; V. orientar os alunos nas atividades do curso, acompanhando e prestando as orientações necessárias à sua realização;

118 116 VI. receber do Coordenador de área as orientações sobre os temas dos trabalhos, bem como sobre os parâmetros de avaliação a serem adotados para a conceituação dos mesmos; VII. avaliar e conceituar os trabalhos em grupo, de acordo com as orientações recebidas, oferecendo ao aluno o devido retorno sobre seu desempenho; VIII. participar diariamente do fórum de discussão, incentivando a reflexão dos alunos, tirando dúvidas e fazendo orientações acadêmicas e de conteúdo; IX. manter a coordenação da área informada sobre o andamento das atividades e sobre o desempenho dos alunos; X. organizar e encaminhar dúvidas mais frequentes para o Coordenador de área; XI. elaborar, em conjunto com o coordenador de área, o cronograma de acompanhamento das atividades a serem realizadas no período letivo; XII. acompanhar sistematicamente a planilha com o resumo da situação de cada aluno referente às atividades das disciplinas; XIII. motivar os alunos para a necessidade de estabelecer rotinas de estudo independentes para a aprendizagem em colaboração, para a responsabilidade da autoavaliação, entre outras, com vistas a assumir com competência o controle de seu aprendizado TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) representam um conjunto de recursos tecnológicos que auxiliam nos processos informacionais e comunicativos, como importante ferramenta para o atendimento às mudanças educacionais para a melhoria da qualidade do ensino, do planejamento e da gestão dos processos educacionais. Neste contexto, o curso de Odontologia incorpora continuamente as TICs através de diversas ferramentas, entre elas podemos destacar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), o Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA), o Livro Didático Digital (LDD) e a Studiare (Plataforma de Ensino Adaptativo). O AVA é um espaço virtual que proporciona aprendizagem por meio de materiais didáticos disponibilizados para as disciplinas. Neste espaço o aluno tem acesso a materiais interativos como webaulas e livros digitais, participa de discussões com sua turma e realiza atividades avaliativas colaborativas. O aluno tem à sua disposição documentos relativos ao seu curso e disciplinas, tais como manuais com regras avaliativas, cronogramas de interações e também o plano de ensino da sua disciplina. Desse modo, docentes e discentes participam, de forma colaborativa, por meio da construção coletiva, do processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares e pesquisas adicionais de temas correlatos. O Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA) é um ambiente de estudo, onde se encontra um amplo acervo acadêmico de alta qualidade disponibilizado em diversos formatos digitais,

119 117 como livros didáticos, simuladores, infográficos, vídeos, podcast e objetos digitais de aprendizagem. Por meio da ferramenta de busca avançada, o usuário pode pesquisar sobre assuntos específicos, área de conhecimento, palavras-chave, autor e tipo de objeto que deseja utilizar. O acesso a ele se dá pelo: Proporcionar uma experiência de aprendizagem inovadora e imersiva é a proposta do aplicativo Saber para a oferta dos Livros Didáticos Digitais (LDDs). Lançado em 2015, ele está disponível para download na Apple Store, Google Play e Windows Store, e pode ser adquirido gratuitamente por qualquer usuário. Nesse espaço, são oferecidos Livros Didáticos Digitais abertos ao público em geral e conteúdo exclusivo para os alunos de suas unidades e polos de apoio presencial. Os alunos tem acesso a centenas de LDDs sobre os mais diversos assuntos e áreas do conhecimento e vivenciam a experiência da leitura ativa, o que significa ler, escutar, assistir, interagir e simular o que aprendeu a qualquer hora e lugar. Tudo isso porque os LDDs estão disponíveis para download, garantindo o acesso aos conteúdos mesmo sem internet. A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação utilizada pela IES, correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processo de ensinoaprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensino aprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. Os recursos apresentados aos discentes que ocorrem por meio do uso da plataforma Studiare são: Projeto Desafio Nota Máxima, Estudo Dirigido Nivelamento e Aula Modelo adaptativa. As TICs diretamente relacionadas à comunicação dentro da Unidade são bastante diversificadas, envolvendo a Kroton e o conjunto de unidades. Existem três grandes áreas na comunicação, compreendendo a comunicação interna direcionada a todos os colaboradores; a comunicação acadêmica direcionada para diretores, coordenadores acadêmicos e coordenadores de curso e a comunicação aos discentes. Na comunicação interna são veiculados informes, comunicações, s e programas com o objetivo de divulgar informações fundamentais para o funcionamento da Companhia como um todo, além da difusão de boas práticas e campanhas adotadas. São encontrados nesta modalidade o Portal Informa (intranet), Boletim Informa, s institucionais e de campanhas voltadas para os colaboradores, a Revista Conexão e a TV Kroton disponibilizada via Universidade Kroton. Para a comunicação acadêmica são direcionadas informações e instruções acadêmicas para o funcionamento das unidades e dos cursos, envolvendo assuntos diretamente relacionados às competências da Diretoria Geral, Coordenação Acadêmica, Coordenação de Curso e Docentes. Os meios utilizados para esta comunicação são o Portal Espaço Acadêmico, onde são divulgados documentos, informes e orientações relacionadas à área acadêmica, como Avaliação, Documentos, Processos, ENADE entre outros. Além disto, são utilizados s informativos e transmissão via satélite de informações e entrevistas às unidades, denominado Espaço Acadêmico, permitindo inclusive o envio de questionamentos sobre o tema que está sendo abordado, sendo que alguns programas são gravados e outros ocorrem ao vivo. No início de cada semestre ocorre a Semana Pedagógica em todas as unidades, utilizando reuniões com o corpo docente, coordenação e direção, sendo ainda disponibilizados programas específicos para tal fim por meio do Espaço Acadêmico, visando oferecer todas as informações necessárias, desde questões pedagógicas como também

120 118 institucionais, oferecendo uma visão sistêmica da área acadêmica da IES para todos os atores envolvidos diretamente com o modelo de ensino-aprendizagem. Na comunicação direcionada aos alunos são disponibilizados o Manual do Aluno, informações, orientações, calendários, documentos, assuntos financeiros e demais questões relacionadas à vida institucional do discente via Portal do Aluno, sendo direcionados s e informes visuais em TVs quando a unidade possui este mecanismo de comunicação. A informação também ocorre via afixação de avisos em painéis em sala de aula e em corredores da unidade, na Biblioteca, em laboratórios e demais locais de convivência acadêmica. O Coordenador de Curso e os professores também auxiliam para que esta comunicação se torne mais efetiva em sala de aula. Para os alunos calouros ocorre uma semana de preparação e recepção nas unidades, com o repasse de todas as informações importantes, bem como a informação do Manual do Aluno e o acesso ao Portal do Aluno, à Plataforma Studiare, ao Ambiente Virtual de Aprendizagem e à Biblioteca Virtual. O KLS 2.0 foi concebido a partir de metodologias atualizadas e aderentes às TICs centradas na autoaprendizagem, possibilitando o desenvolvimento da autonomia e da disciplina. Desse modo, foi possível compor um cenário de aprendizagem contemporâneo, inovador e motivador das atividades acadêmicas de ensino, em que as interações midiáticas são incorporadas como recursos indispensáveis. Cabe destacar que tão importante quanto a proposição destas TICs no processo de ensino-aprendizagem, é a garantia da acessibilidade e do processo de assimilação e domínio das mesmas. Para garantir acesso às TICs, o NUEEI realiza testes de acessibilidade e usabilidade com leitores de tela e orienta os setores responsáveis pelo desenvolvimento dos produtos. Além das orientações que visam as melhorias contínuas nos sites, AVAs e materiais, os alunos usuários de tecnologia assistiva são acompanhados para que as possíveis dificuldades sejam sanadas. Com base nas dificuldades apresentadas é possível, também, avaliar e adequar os produtos às necessidades deste público. Neste sentido, destaca-se a importância do corpo docente, coordenador de curso e acadêmico, diretor e demais colaboradores no monitoramento da disponibilidade e acesso a estas tecnologias na IES PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO- APRENDIZAGEM A prática da avaliação do processo ensino aprendizagem está intrinsecamente relacionada a uma concepção de educação e à missão a que se propõe realizar uma instituição de ensino. Para a Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá, a avaliação do processo ensino-aprendizagem assume os seguintes pressupostos e princípios: É um processo contínuo e sistemático. A avaliação não tem um fim em si mesma, é um meio, um recurso para acompanhar o desenvolvimento do processo ensinoaprendizagem, por isso não pode ser esporádica ou improvisada. Deve ser constante e planejada, ocorrendo ao longo de todo o processo, para reorientá-lo e aperfeiçoá-lo. É funcional: Ela funciona em estreita relação com as competências e habilidades estabelecidas pelas DCNs, atendendo ao perfil do egresso, pois é o alcance desses itens que a avaliação deve buscar.

121 119 É orientadora: Ela indica os avanços e dificuldades do aluno, ajudando-o a progredir na aprendizagem, orientando-o no sentido de atingir os objetivos propostos. É integral: pois deve considerar o aluno como um ser total e integrado, analisando e julgando todas as dimensões do comportamento: os elementos cognitivos, socioafetivos e psicomotor. Diante do exposto, a Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá entende que a avaliação é um processo interpretativo, baseado em aspectos qualitativos e quantitativos, que permite uma redefinição e reorientação no sentido de se alcançar os objetivos propostos. Como tal, constitui-se em um importante instrumento para orientar o processo pedagógico, fornecendo informações aos alunos, aos professores e à instituição sobre a atuação dos mesmos. Desse modo, a prática da avaliação há de cumprir funções, tais como: Diagnóstico: é importante investigar os conhecimentos que o discente possui antes de se introduzir um novo assunto; Acompanhamento: para saber se as competências e habilidades propostas para o processo ensino-aprendizagem foram alcançadas; Feedback: os resultados de avaliações têm caráter de mão dupla, pois fornecem ao alunos informações sobre o seu desempenho acadêmico e ao professor dados para avaliar sua ação didática; e Promoção: a ascensão a um nível seguinte deve ser consequência do alcance das competências, habilidades e objetivos institucionais propostos, essenciais para o alcance do perfil projetado para o egresso. O processo avaliativo do rendimento acadêmico do curso de Odontologia é regido pelas disposições gerais fixadas pelo Regimento Interno da Faculade de Odontologia da Universidaade de Cuiabá, e os procedimentos de avaliação do processo ensinoaprendizagem utilizados no curso buscam ser coerentes com as concepções teóricas, filosóficas e sociais que permeiam o PPC. De modo geral, a avaliação de aprendizagem do curso é feita por disciplina e incide sobre a frequência e o rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do acadêmico e dos resultados por ele obtidos nas avaliações. O processo de avaliação se traduz em um conjunto de procedimentos aplicados nas etapas formativa e somativa, objetivando, na primeira, a aferição da apreensão, pelo acadêmico, das competências e habilidades previstas no plano de ensino de cada disciplina, e na segunda, o consequente resultado. As avaliações são adaptadas em formato acessível, para o público-alvo da educação especial, sempre que solicitado. Desta forma, cabe destacar a disponibilização de provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos disponibilizados, é importante salientar a ampliação de tempo para realização da avaliação, para alunos com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e deficiência auditiva e a flexibilidade de correção. A flexibilidade de correção visa respeitar a condição dos acadêmicos, levando em consideração o processo de ensino e aprendizagem. Desta forma, o NUEEI orienta professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os acadêmicos no momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras para acadêmicos com surdez e ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, intelectual,

122 120 transtornos globais do desenvolvimento (autismo, Síndrome de Rett e Síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH etc.) NÚMERO DE VAGAS O número de vagas implantadas visa corresponder, com qualidade, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da instituição. O Curso de Odontologia possui 120 vagas anuais. Para este número de vagas é disponibilizado um corpo docente composto por 55 professores e uma infraestrutura de qualidade constituída por salas de aula que ocupam áreas de 80 m 2, 60 m 2 e 40 m 2 com iluminação natural e artificial todas são providas de aparelhos de ar condicionado;sistema de som, data show conectado ao computador, carteiras almofadadas para acadêmicos destros e canhotos; mesa e cadeira para professor; quadro branco; tomadas de energia, um conjunto de laboratórios de: Informática, ciências morfuncionais, Bioquímica e multidisciplinar pré-clínico e clínicas escolas que atendem as necessidades do curso PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA AVALIAÇÃO DO PPC Os discentes participarão no acompanhamento do Projeto Pedagógico do Curso mediante as reuniões com o Colegiado do Curso Odontologia, sendo registrada ata de todas as intervenções e solicitações pretendidas, tornando-se disseminador do conhecimento aos demais colegas. Da mesma forma em que compartilha as informações, poderá também receber demandas dos alunos e compartilhá-las em discussões em próximas reuniões. Estas reuniões também ocorrerão entre Coordenador de Curso e representantes de turmas, visando ouvir coletivamente as sugestões de todos os grupos de discentes. Além da oportunidade de tratar recortes de temas relevantes do projeto, associando-os ao momento pedagógicos da turma ou curso, por meio da interlocução do professor em sala de aula. Dessa forma, os professores são orientados a debater e reforçar a importância do PPC com os alunos, durante o semestre letivo, inserindo o tema em suas aulas. Entende-se o PPC como um documento vivo que revela as estratégicas e organização do curso, sujeito a inserções que oportunizam a sincronia com o contexto real, importante para o estabelecimento das competências tão explicitadas pelo Modelo Acadêmico. Nesse sentido, se faz necessário ser conhecido por todos, ao mesmo tempo em que deve merecer contribuições de atores tão importantes ao cotidiano do curso, especialmente alunos, professores e coordenador. Novas interlocuções são propostas pelos professor além da avaliação realizada pela CPA, mediante itens avaliatórios específicos que fazem referência ao PPC, mensurando seu conhecimento e solicitando sugestões para melhoria do documento e do curso.

123 121 4 CORPO DOCENTE E TUTORIAL 1 Adriana Marques Fontes Oliveira Especialista 2 Air de Carvalho Mestre 3 Alessandra Medeiros de Vasconcelos Almeida Especialista 4 Alessandra Nogueira Porto Neves Doutor 5 Alex Semenoff Segundo Doutor 6 Alexandre Meirelles Borba Doutor 7 Alvaro Henrique Borges Doutor 8 Ana Carolina Jaloreto Ribeiro Especialista 9 Ana Thereza Saboia Campos Neves Mestre 10 Andre Luiz Fernandes da Silva Mestre 11 Ana Paula Cunha Barboza Mestre 12 Andreza Maria Fabio Aranha Doutor 13 Anelise P. Kloster Albuquerque Mestre 14 Antonio Carlos Gracia de Oliveira Doutor 15 Aurélio Rosa da Silva Junior Mestre 16 Cintia Aparecida Damo Simões Mestre 17 Cristhiane Almeida Leite Doutora 18 Christianny Carvalho de Souza Mestre 19 Cyra Maria Pires Carvalho Bianco Mestre 20 Denise de Carvalho Caffer Mestre 21 Durvalino de Oliveira Mestre 22 Eduardo Eugênio Santos Almeida Mestre 23 Evanice Menezes Marçal Vieira Doutor 24 Fábio Luis Miranda Pedro Doutor 25 Fábio Lima de Almeida Especialista 26 Fernanda Silva de Assis Mestre 27 Fernanda Zanol Matos Mestre 28 Flávia Regina de Oliveira Especialista 29 Flávio Simões Mestre 30 Francisco Ricardo Botter Especialista 31 Gilberto Almeida Botelho Mestre 32 Glaucio Soares Rocha Especialista 33 Gustavo Barbosa Ribeiro Mestre 34 Hélcio Aparecido Bianchi Mestre 35 Hevelin Couto Pimenta Trevisan Mestre 36 Joana Guimarães Freitas Silva Mestre 37 João Milanez Moreira Junior Mestre 38 Kássia Dianny Ramos Mestre 39 Laura Maria de Amorin Santana Mestre 40 Luiz Evaristo Ricci Volpato Doutor 41 Maize Souza Camilo Especialista 42 Marcus Marcelo Metello de Figueiredo Especialista 43 Maria Emilia Oliveira Gomes Especialista 44 Mateus Rodrigues Tonetto Doutor 45 Maura Cristiane Gonçales Orçati Dorileo Doutora 46 Nasser Hussein Fares Doutor 47 Orlando Aguirre Guedes Doutor 48 Rejane Cristina da Cruz Nascimento Mestre

124 Roberto Maia de Almeida Especialista 50 Sandro Marcos Stefanini de Almeida Doutor 51 Simony de Andrade Passinato Especialista 52 Sylvânia de Moraes Mestre 53 Tereza Aparecida Delle Vedove Doutor 54 Thiago Iafelice dos Santos Mestre 55 Walter Betoni Junior Doutor 56 Zeila Attuy Gonçalves Mestre 57 Yolanda Benedita Abadia M. de Barros Mestre 4.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE O NDE do Curso de Odontologia foi constituído em 02/2011 de acordo com a Resolução CONAES N 1, de 17/06/2010, é constituído por um grupo de docentes que exercem liderança acadêmica no âmbito do curso, percebida na produção de conhecimentos, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição. A ata de constituição do NDE está disponível e arquivada na Coordenação do Curso. É constituído por cinco professores do curso, sendo um deles o coordenador de curso e 100% com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu; todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo 80% em tempo integral. Importa ressaltar que a instituição, por meio do seu Regimento Interno, assegura a estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso. Quadro 5 - Composição do NDE NOME COMPLETO TITULAÇÃO (mestrado doutorado) ou REGIME TRABALHO (integral ou parcial) DE DATA DE INGRESSO NO NDE 1 Fábio Luis Miranda Pedro Doutor Integral 10/02/ Flávio Simões Mestre Integral 10/02/ Álvaro Henrique Borges Doutor Integral 10/02/ Alessandra Nogueira Porto Doutora Integral 10/02/ Mateus tonetto Doutor Integral 10/02/2017

125 123 Atribuições do Núcleo Docente Estruturante são: I. Conhecer, adotar, implementar e contribuir para a consolidação, aplicação e melhoria do Projeto Pedagógico do Curso; II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino-aprendizagem do curso; III. Incentivar e contribuir para melhoria das atividades complementares; IV. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso; V. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares do curso; VI. Zelar pela atualização da contextualização regional do curso e sua coerência com o perfil do egresso; VII. Garantir que a estrutura do curso possibilite adicionalmente aos alunos com necessidades educacionais especiais a diversificação e a flexibilização curricular e metodológica; VIII. Assegurar estratégias de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a garantir continuidade no processo de acompanhamento do curso. O NDE do Curso de Odontologia realiza reuniões com intervalos semestrais, conforme atas disponíveis e arquivadas na Coordenação do Curso, para acompanhamento, estabelecimento das estratégias de consolidação e para avaliação deste PPC. Para tanto, a Coordenação do Curso se reúne periodicamente com os líderes de turma e com os professores do curso para avaliar fragilidades e fortalezas das disciplinas e seus planos de ensino. O resultado destas reuniões, juntamente com o resultado da autoavaliações promovidas com a Comissão Própria de Avaliação (CPA), são discutidos com o NDE, que define estratégias de melhorias e adequações deste PPC. O coordenador do Curso de Odontologia, juntamente com professores, realizam orientações aos alunos, em sala de aula, fazendo menção a partes e temas do PPC de forma a integrálos no contexto do documento e da organização do curso, estimulando a participação da comunidade acadêmica como um todo no conhecimento e apropriação do documento, permitindo o debate e o aperfeiçoamento, inter-relacionando essas informações com a análise detalhada dos resultados refletidos nos relatórios gerados pela CPA. A versão atualizada e impressa do PPC do curso de Odontologia enconta-se disponível na Biblioteca da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, em local público e acessível. Visando atender à acessibilidade plena, poderá ser divulgado também em outras modalidades que se julgar necessárias pelo NAID, após análise de corpo docente e discente. 4.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO O Coordenador de Curso de Odontologia é o Prof. Dr. Fábio Luis Miranda Pedro designado pelo Diretor da instituição, sendo o responsável pelo curso gestor eficaz, crítico, reflexivo, flexível e proativo, catalisa o comprometimento com uma visão clara e forte, bem como

126 124 envolve-se na busca vigorosa desta, estimulando padrões mais elevados de desempenho de todo o corpo docente e corpo discente de seu curso. Prof. Dr. Fábio Luis Miranda Pedro busca uma atuação com qualidade considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores. Quadro 6 - Perfil do coordenador do Curso FORMAÇÃO ACADÊMICA (graduação) TITULAÇÃO MÁXIMA OBTIDA TEMPO DE EXERCÍCIO NA IES (Data de admissão na IES) TEMPO DE EXERCÍCIO NA FUNÇÃO DE COORDENADOR (Data da Portaria de designação para o cargo) Graduado em Odontologia em 1991 na Faculdade de Odontologia do Oeste Paulista - UNOESTE Doutor em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo 26 anos de contrato na faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá. Data de Admissão: 01/08/1991 Exerce a função como coordenador há 07 anos Data de iniciiio da função 02/02/ GESTÃO DO CURSO Em conformidade com o previsto no Regimento da IES, são funções do Coordenador de Curso: I. Coordenar e supervisionar as atividades dos professores do curso; II. Convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; III. Representar a Coordenação do Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade; IV. Elaborar, em consonância com o Diretor da Faculdade, o planejamento estratégico do curso sob sua gestão; V. Elaborar, implementar e acompanhar o orçamento do curso; VI. Gerenciar e responsabilizar-se pela coordenação dos processos operacionais, pedagógicos e de registro do curso;

127 125 VII. Propor a adoção de estratégias de avaliação e ensino adequadas à educação inclusiva; VIII. Manter o clima organizacional e motivacional do corpo docente e corpo discente do curso; IX. Disseminar princípios e políticas que garantam a inclusão social e assegurar condições de acesso e permanência a estudantes com deficiências; X. Gerenciar e manter a padronização do Projeto Pedagógico do Curso em conformidade com os princípios institucionais; XI. Coordenar o planejamento, (re)elaboração e avaliação das atividades de aprendizagem do curso; XII. Buscar melhorias metodológicas de aprendizagem em sua área e implementá-las em seu curso; XIII. Supervisionar as atividades dos professores do curso, buscando a maximização da qualidade do trabalho dos docentes; XIV. Ser responsável pela coordenação das instalações físicas, laboratórios e equipamentos do curso; XV. Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência dos docentes e discentes; XVI. Ser responsável pela indicação da contratação e demissão de docentes do curso; XVII. Ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos evadidos; XVIII. Ser corresponsável pela divulgação do curso; XIX. Estimular a oferta e participação em atividades complementares, eventos e cursos de extensão; XX. Ser responsável pelos estágios supervisionados e não supervisionados realizados pelos discentes, quando aplicável; XXI. Ser corresponsável pela realização das atividades complementares, quando previstas; XXII. Ser responsável pelo estímulo para o bom desempenho dos discentes nas Avaliações Nacionais, como ENADE e outras aplicáveis pelo nível do programa e pelo desempenho otimizado do curso nas demais avaliações; XXIII. Ser corresponsável por ações que promovam a empregabilidade dos estudantes e dos egressos; XXIV. Ser corresponsável pelo reconhecimento do curso e renovação periódica desse processo por parte do MEC, quando aplicável; XXV. Estimular a participação dos alunos na avaliação institucional;

128 126 XXVI. Promover ações de autoavaliação do curso; XXVII. Ser responsável pelo desenvolvimento do corpo docente para aplicação de novas metodologias e técnicas pedagógicas; XXVIII. Ser responsável pela inscrição de alunos regulares e irregulares nas Avaliações Nacionais, como ENADE e outras aplicáveis pelo nível do programa, nos termos legais; XXIX. Coordenar o processo de seleção dos professores da área profissional (específica do curso); XXX. Pronunciar-se sobre matrícula, quando necessário, e acompanhar o estudo do processo de transferência de aluno, inclusive no que se refere à adaptação, ao aproveitamento de estudos e à dispensa de disciplina, para deliberação superior; XXXI. Acompanhar o cumprimento do calendário escolar; XXXII. Dar parecer sobre representação de aluno contra professor, quando couber; XXXIII. Controlar e minimizar índices de evasão do curso; XXXIV. Apreciar todos os requerimentos formulados pelos alunos, não previstos no Regimento Interno RELAÇÃO DO COORDENADOR COM OS DOCENTES E DISCENTES DO CURSO A relação Prof. Dr. Fábio Luis Miranda Pedro com os docentes e discentes do curso é avaliada por meio de questionário presente na autoavaliação e os relatórios resultantes deste processo são analisados pela CPA da instituição, ocorrendo a disponibilização subsequente à Coordenação do Curso, onde se pode verificar a relação estabelecida do(a) coordenador Prof. Dr. Fábio Luis Miranda Pedro com os docentes e discentes do Curso de Odontologia da Universidade de Cuiabá REPRESENTATIVIDADE NOS COLEGIADOS SUPERIORES O coordenador do Curso de Odontologia, conforme prevê o Regimento Interno da instituição, preside o Colegiado do Curso, órgão deliberativo em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar. Além disso, conforme o artigo 15 do Regimento Interno, poderá atuar como representante do Conselho Superior da Instituição, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa em matéria de políticas e procedimentos, administrativa, disciplinar, de natureza didático-científica da Faculdade. O artigo 51 do Regimento Interno prevê a participação de coordenador de curso na composição do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos, com o objetivo de garantir o atendimento ao Estudante com Deficiências, limitações, superdotações e com

129 127 Transtorno do Espectro Autista, prevendo o desenvolvimento de ações voltadas para o acesso, para a permanência e para qualidade do ensino oferecidos aos estudantes matriculados na Instituição e aos seus colaboradores e também promover ações de difusão dos Direitos Humanos, como processo dinâmico, multidimensional, que envolva toda a comunidade acadêmica e que dissemine a necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR O coordenador do Curso, Prof. Dr. Fábio Luis Miranda Pedro possui 21 anos de magistério superior e 07 anos dedicados a gestão acadêmica, totalizando 26 anos de experiência, conforme comprovantes no currículo profissional do coordenador. Para executar a gestão acadêmica o coordenador trabalha e domina a legislação e tecnologia educacional disponível para seu curso, compatibilizando seu desenvolvimento científico na área educacional e na gestão de processos acadêmicos e na atualização e mudança curricular REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR O regime de trabalho do coordenador é de tempo integral sendo que o número de vagas anuais autorizadas para o Curso de Odontologia é de 120 vagas, e as horas semanais dedicadas à coordenação é horas, ou seja, perfazendo uma relação de15 vagas por hora de coordenação. 4.3 CORPO DOCENTE DO CURSO TITULAÇÃO O Curso de Odontologia possui 55 docentes, conforme relação abaixo, sendo 47 docentes com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, ou seja, 85,45%, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais. De acordo com a relação apresentada, o Curso de Odontologia possui 19 docentes doutores, ou seja, 34,5%, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais. Quadro 7 - Titulação do corpo docente do Curso 1 Adriana Marques Fontes Oliveira Especialista 2 Air de Carvalho Mestre 3 Alessandra Medeiros de Vasconcelos Almeida Especialista 4 Alessandra Nogueira Porto Neves Doutor 5 Alex Semenoff Segundo Doutor

130 6 Alexandre Meirelles Borba Doutor 7 Alvaro Henrique Borges Doutor 8 Ana Carolina Jaloreto Ribeiro Especialista 9 Ana Thereza Saboia Campos Neves Mestre 10 Andre Luiz Fernandes da Silva Mestre 11 Ana Paula Cunha Barboza Mestre 12 Andreza Maria Fabio Aranha Doutor 13 Anelise P. Kloster Albuquerque Mestre 14 Antonio Carlos Gracia de Oliveira Doutor 15 Aurélio Rosa da Silva Junior Mestre 16 Cintia Aparecida Damo Simões Mestre 17 Cristhiane Almeida Leite Doutora 18 Christianny Carvalho de Souza Mestre 19 Cyra Maria Pires Carvalho Bianco Mestre 20 Denise de Carvalho Caffer Mestre 21 Durvalino de Oliveira Mestre 22 Eduardo Eugênio Santos Almeida Mestre 23 Evanice Menezes Marçal Vieira Doutor 24 Fábio Luis Miranda Pedro Doutor 25 Fábio Lima de Almeida Especialista 26 Fernanda Silva de Assis Mestre 27 Fernanda Zanol Matos Mestre 28 Flávia Regina de Oliveira Especialista 29 Flávio Simões Mestre 30 Francisco Ricardo Botter Especialista 31 Gilberto Almeida Botelho Mestre 32 Glaucio Soares Rocha Especialista 33 Gustavo Barbosa Ribeiro Mestre 34 Hélcio Aparecido Bianchi Mestre 35 Hevelin Couto Pimenta Trevisan Mestre 36 Joana Guimarães Freitas Silva Mestre 37 João Milanez Moreira Junior Mestre 38 Kássia Dianny Ramos Mestre 39 Laura Maria de Amorin Santana Mestre 40 Luiz Evaristo Ricci Volpato Doutor 41 Maize Souza Camilo Especialista 42 Marcus Marcelo Metello de Figueiredo Especialista 43 Maria Emilia Oliveira Gomes Especialista 44 Mateus Rodrigues Tonetto Doutor 45 Maura Cristiane Gonçales Orçati Dorileo Doutora 46 Nasser Hussein Fares Doutor 47 Orlando Aguirre Guedes Doutor 48 Rejane Cristina da Cruz Nascimento Mestre 49 Roberto Maia de Almeida Especialista 50 Sandro Marcos Stefanini de Almeida Doutor 51 Simony de Andrade Passinato Especialista 52 Sylvânia de Moraes Mestre 53 Tereza Aparecida Delle Vedove Doutor 54 Thiago Iafelice dos Santos Mestre 55 Walter Betoni Junior Doutor 128

131 Zeila Attuy Gonçalves Mestre 57 Yolanda Benedita Abadia M. de Barros Mestre REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO O Curso de Odontologia possui 33% (trinta e três) dos docentes com regime de trabalho de tempo parcial ou integral, conforme contratos de trabalho anexados às respectivas pastas individuais de cada professor EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE O Curso de Odontologia possui 40% dos docentes com experiência profissional (excluídas as atividades do magistério superior) de 2 anos conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE O Curso de Odontologia possui 40% dos docentes com experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos de experiência, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA De acordo com os respectivos currículos lattes, é possível comprovar que, pelo menos, 50% dos docentes do Curso de Odontologia possuem, nos últimos três anos, 4 produções científica, cultural, artística ou tecnológica, entendidas como livros, capítulos de livros, material didático institucional, artigos em periódicos especializados, textos completos em anais de eventos científicos, resumos publicados em anais de eventos internacionais, propriedade intelectual depositada ou registrada, produções culturais, artísticas, técnicas e inovações tecnológicas relevantes, publicações nacionais com e sem Qualis e regionais, considerando sua abrangência. Para a Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, a publicação tem como principal objetivo promover a produção intelectual, exercendo função essencial, na medida em que disponibiliza a divulgação dos resultados de pesquisa e promove a disseminação de conhecimentos, permitindo aos docentes aperfeiçoar e atingir o nível exigido pela comunidade científica. Para a publicação de artigos, os docentes do Curso Odontologia contam com as revistas institucionais, disponíveis no link Os critérios para publicação estão de acordo com os padrões estabelecidos pela comunidade científica. A Revista conta com equipe constituída por editores científicos, corpo editorial externo, especialistas em editoração científica e revisores.

132 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO O funcionamento do Colegiado do Curso de Odontologia está regulamentado e institucionalizado, conforme Regimento Interno da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, considerando em uma análise sistêmica e global os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamentos das decisões REPRESENTATIVIDADE DOS SEGMENTOS De acordo com o Regimento Geral da Instituição, o Colegiado de Curso, órgão deliberativo em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar, é constituído: I. pelo Coordenador de Curso; II. por 3(três) representantes dos professores; III. por 1(um) representante dos alunos, indicado por seu órgão representativo, que esteja regularmente matriculado no curso e que não tenha sido reprovado em nenhuma disciplina, dentre as já cursadas PERIODICIDADE DAS REUNIÕES As reuniões do Colegiado do Curso de Odontologia serão programadas e realizadas a cada semestre letivo, sendo realizada, ordinariamente, uma vez por semestre. Reuniões extraordinárias poderão ocorrer em conformidade com o artigo 25 do Regimento Interno da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá REGISTRO E ENCAMINHAMENTO DAS REUNIÕES Nas reuniões do Colegiado do Curso de Odontologia serão produzidas as atas que, após lidas e acordadas, deverão ser devidamente assinadas e arquivadas para fins de registro documental da Coordenação do Curso. Após a realização das reuniões com a discussão e aprovação dos pontos de pauta, os encaminhamentos serão feitos pelos respectivos responsáveis designados em cada reunião. E, de acordo com o Regimento Interno da Instituição, compete ao Colegiado de Cursos: I. Apresentar propostas relacionadas ao Projeto Pedagógico do Curso e acompanhar sua execução; II. Coordenar os programas de ensino e as experiências pedagógicas;

133 131 III. Propor alterações na regulamentação da verificação do rendimento escolar, do trancamento de matrícula, da reopção de curso, da transferência e da obtenção de novo título, para decisão do Conselho Superior; IV. Acompanhar a execução do regime didático e o cumprimento de programas aprovados; V. Emitir resoluções, normas complementares e ordens de serviço, dentro de sua esfera de competência; VI. Propor práticas de diversificação e flexibilização curricular, ouvido o NDE, quando couber, e estabelecer parâmetros para a consolidação da aprendizagem por todos os alunos do curso, inclusive aqueles com deficiência fisiológica ou psicológica, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação; VII. Analisar e aprovar, em primeira instância, alterações no Projeto Pedagógico do Curso, propostas pelo NDE, quando couber, e encaminhar o PPC para aprovação do Conselho Superior; VIII. Propor e implementar a autoavaliação no âmbito do curso em complemento à avaliação institucional; IX. Deliberar sobre proposta do Coordenador do Curso para desligamento de discente da Faculdade motivado por ato de indisciplina, contrário à lei ou que apresente risco à integridade física ou moral dos discentes, professores e empregados da Faculdade; X. Aprovar o plano acadêmico da Empresa Júnior, quando houver; XI. Exercer outras funções na sua esfera de competência, de acordo com o Regimento Interno COMPONENTES DO COLEGIADO DO CURSO Quadro 8 - Componentes do Colegiado do Curso Nome dos docentes REPRESENTAÇÃO Fabio Luis Mirana Pedro Coordenador do Curso Flavio Simões Representante Docente 1 Zeila Atty Gonçalves Representante Docente 2 Tereza aparecida Semenoff Representante Docente 3 Alessandra Porto Representante Docente 4 Durvalino de Oliveira Representante Docente 5 Antonio Nobreza Representante Discente 4.5 TUTORES TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO

134 132 Todos os tutores do Curso de Ciências Biológicas são graduados na área de formação em relação à disciplina que realializam a tutoria, conforme se comprova em seus curriculo lattes e documentos comprobatórios EXPERIÊNCIA DO CORPO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA O Curso de Odontologia possui 12% dos tutores do curso com experiência mínima de três anos em cursos à distância, conforme se comprova em seus curriculo lattes e documentos comprobatórios. 4.6 RESPONSABILIDADE DOCENTE PELA SUPERVISÃO DA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA Todas as ações a serem desempenhadas no Curso de Odontologia que envolvem atenção à saúde bucal da população serão supervisionadas por professores cirurgiões-dentistas. Os alunos atenderão em diferentes cenários de práticas, de acordo com as atividades de ensino relacionadas. A assistência odontológica aos usuários será realizada pelos alunos por meio de procedimentos clínicos com graus de complexidade crescente ao longo do curso e supervisionada por um docente, mantendo-se relação de um docente para seis unidades de atendimento. Cada unidade de atendimento será constituída, no máximo, por dois alunos trabalhando conjuntamente. A atenção à saúde integral e humanizada será foco de atenção dos docentes ao longo do processo de formação dos estudantes de Odontologia. Os professores do curso participarão da formulação dos planos de tratamento e definição dos objetivos do atendimento odontológico e atuarão de acordo com a proposta de aprendizagem, cientes do compromisso com o atendimento integral e humanizado dos usuários. Todos os atendimentos serão supervisionados pelo professor e caberá a ele a definição das propostas propedêuticas e terapêuticas para cada caso após a discussão e planejamento do tratamento com o estudante. Mesmo nos cenários de estágio supervisionado, em nenhum momento os usuários serão atendidos por alunos que não estejam sob orientação docente. A supervisão da assistência odontológica será realizada por um docente cirurgião-dentista do curso, que atuará como partícipe no desenvolvimento das competências requeridas no processo de aprendizagem e na atenção à saúde dos usuários da clínica-escola de Odontologia e dos campos de estágio do curso, compondo e fortalecendo o binômio ensinoassistência. O Projeto do Curso de Odontologia aponta entre os pontos mais importantes a capacitação docente em habilidades que vão além da atuação clínica nas disciplinas que ministram e/ou estágio que supervisionam. Os docentes deverão possuir uma visão integral e generalista da atenção odontológica e não somente dominar os conhecimentos do exercício que uma única especialidade venha a requerer. Esse processo de formação acadêmica deve incluir um amplo espectro de habilidades, conhecimentos e atividades, tais como: a) metodologia educacional b) avaliação c) métodos de investigação d) organização e planejamento institucional e) métodos de comunicação audiovisual

135 133 f) desenvolvimento de programas e projetos educativos e de investigação baseados nas necessidades da população local, regional e nacional g) princípios básicos dos processos administrativos h) programas de qualidade i) humanismo e profissionalismo j) características, organização e funcionamento do Sistema Único de Saúde O fortalecimento das relações entre docentes e estudantes será perseguido neste contexto. No processo educativo atual, a necessidade imposta pela rotina de estudantes e professores usualmente impede que se criem laços de amizade na relação entre ambos, entre outros fatores, pela prevalência de turmas grandes nas quais, muitas vezes, dezenas de estudantes têm aulas práticas e teóricas em salas cheias, dificultando a relação docentediscente e impossibilitando que haja um processo de troca mais interpessoal. Este curso adotará, portanto, que o processo de ensino se dê em grupos pequenos, aumentando a eficiência dos trabalhos, além de torná los mais agradáveis. Isto facilita o desenvolvimento da capacidade de análise e de avaliação crítica, como a capacidade de autoavaliação, que é uma habilidade que se deve adquirir nas primeiras etapas do processo de formação do adulto jovem. Ela permite manter os níveis de exigência pessoal em patamares elevados, além de desenvolver a habilidade de criticar seu próprio trabalho e melhorá lo de forma constante. Evitar se-á com isso o autocontentamento fácil, que normalmente não corresponde com a realidade. Neste contexto as tensões inerentes a esta fase da vida do aluno. 4.7 NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO E EXPERIÊNCIA DOCENTE O Núcleo de Apoio Pedagógico e Experiência Docente no âmbito do curso de Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá, caracteriza-se como um órgão de apoio e assessoramento às demandas de natureza acadêmica, atuando em consonância com o Núcleo Docente Estruturante - NDE. O Núcleo será administrado pelo coordenador acadêmico, designado pelo Diretor da Faculdade e por um colegiado de professores com experiência docente de no mínimo de 3 anos. Têm por atribuições: a) promover melhoria contínua do processo didático-pedagógico; b) vislumbrar oportunidades de desenvolvimento dos docentes, alinhando a ação de didática com a proposta do curso e o perfil dos alunos; c) contribuir com o processo de atualização e implementação do Projeto Pedagógico do Curso em alinhamento com o NDE; d) subsidiar as ações de desenvolvimento didático-pedagógico do docente a partir dos resultados da Comissão Própria de Avaliação CPA. Todas as ações discutidas e implementadas pelo núcleo terão o processo ensinoaprendizagem como cerne da ação didático-pedagógica, enfatizando-se o desenvolvimento das pessoas, o planejamento, as técnicas de ensino e da avaliação da aprendizagem, sempre alinhadas ao Modelo Acadêmico da IES.

136 134 5 INFRAESTRUTURA A UNIC está locada em prédios alugados, com um total de ,00 m 2 construídos. Essas dimensões são suficientes para o bom andamento das atividades acadêmicas, como pode ser comprovado pelas descrições a seguir. e uma boa acessibilidade aos espaços: 1. Calçadas - Recuo de 2 metros da grade de limite ao terreno, com rampas de acesso às faixas para pedestres com piso de altura do meio fio de 0,010m e sinalização tátil direcional a alerta conforme Legislação Urbana Municipal e a NBR Portarias - Três portarias, sendo elas: Avenida Beira Rio, Estacionamento, e Rua Itália, com balcões de atendimento contendo 0,73m de altura e numa extensão de 1,50m. 3. Estacionamento - O número de vagas do estacionamento foi calculado de acordo a Legislação Municipal, 1 vaga para cada 20 alunos, sendo necessário no mínimo 382 vagas. A capacidade total é de 712 vagas, destas 7 vagas reservadas para PCR e 7 vagas reservadas para idosos, respeitando a proporção exigida que é de 1% para os dois casos. 4. Pátios - Os passeios levemente elevados com piso nivelado de modo a evitar o empoçamento de água da chuva, facilitando o acesso a todas as dependências da instituição. Demais áreas compostas por jardim e paralelepípedos, facilitando assim a diminuição da temperatura e a absorção da água aos sistemas de drenagem. 5. Rampas - As rampas possuem 1,50m de largura, todas com guia de balizamento, os corrimões e guarda-corpos com altura de 0,90m à 0,72m, de acordo NBR Escadas - Com corrimãos estendem-se de 0,30m de inicio e fim da escada, pisos sinalizados visualmente nas laterais. No início e fim de cada lance contem um piso tátil de alerta. 7. Elevadores - As cabinas permite a utilização de cadeiras de rodas, com espelhos instalados acima dos corrimões com painéis laterais e no fundo a uma altura de 0,90m com espaço livre entre o painel e o corrimão de 0,40m. Os comandos da cabina estão entre uma altura de 1,35m e,90m, providos de indicação visual, tátil e audível, com comandos de emergência interligado a central de segurança 24horas. 8. Banheiros - Projetados e equipados com boxes acessíveis e independentes para PCR. 9. Sinalização Geral - As sinalizações táteis de alerta e direcional foram implantadas de modo a oferecer uma boa identificação dos espaços e identificação visual da instituição. 10. Salas de Aula - Identificação braille nas portas de acesso, lousas branca contendo 1,00m de altura a partir do chão, com cadeiras para obesos e canhotos. 11. Corredores Padronizados com interruptores, bebedouros acessível a PCR e lixeiras adequadas. A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá possui uma área de1916,47 m² destinada às instalações administrativas. Estas instalações são compostas por diversos ambientes, conforme especifica a tabela abaixo: A distribuição das salas se dá em função do tamanho das turmas, e contam com recurso de multimidea, tela para projeção, além do setor de logística que disponibiliza todo recurso de som e imagem para favorecer a prática docente. Tabela 1- Infraestrutura da IES Laboratórios:

137 135 O biotério busca atender, de maneira excelente, às necessidades práticas do ensino, dispondo dos equipamentos e mobiliários conforme descrito abaixo. Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Cadeira Mesas Caixas em polipropileno grande Caixas em polipropileno pequena Bancada Estantes Gaiolas pequenas Gaiolas grandes Timer COLL Bebedouros de animais LABORATÓRIOS DE ENSINO O curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares implantados para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (incluindo anatomia, histologia, bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) considerando, em uma análise sistêmica e global, buscam atender de forma excelente os aspectos: espaço físico, equipamentos e material de consumo compatíveis com a formação dos estudantes do curso de Odontologia conforme prevê este PPC, levando-se em conta a relação aluno/equipamento ou material. Laboratório de Anatomia Humana Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário de madeira Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Laboratório de Biofunção (Técnicas Opertórias). Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário de madeira Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira 01 01

138 136 Agitador magnético com regulagem de temperatura Fisaton Aparelho para determinação de ph Analaser 300M Balança Banho Maria Caixa de som Câmara escura de revelação para raio X Capela de exaustão de gases Centrífuga Decibelímetro Eletrocardiógrafo Estimulador elétrico Estufa de secagem Fotocolorímetro Functiongeneratior Glicosímetro Jogo de diaparzões com 12 PÇ Negatoscópio Clínico VH Máquina de tosa Módulo básico de eletricidade Módulo de cordas Vibrantes Módulo de termometria termoelétrica Módulo para física geral Osciloscópio Raios-X Refrigerador Suporte para soro Foco de luz com lente Esfingomanômetro Bomba de aquário Estetoscópio Balança de pesagem Laboratório de Ciências Moleculares e Celulares Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Agitador de tubos Agitador magnético Fisatom c/ aquecedor Balança Marte de precisão Banho-Maria Fanem com quatro galerias Capela p/ exaustão de Gases Centrífuga da Fanem Deionizador Permution Mod Destilador Biopar - Equipamentos - Eletro

139 137 Eletrônicos Eletrodos Sensoglass, mod. SC Espectrofotômetro Mod.E225-D Série Estabilizador AC, adaptador Nanda nº 12500E Estufa de esterilização e secagem Fonte com cuba de eletroforese Geladeira Lavador de pipeta Liquidificador Lupa Lambda nº de série Medidor de ph da Analyser Mod:300 M Série:3721/ Microcâmera digital color Samsung SCC Microscópio Bioval nº de série MEQ Placa de aquecimento Suporte para TV Laboratório de Microbiologia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Bancada Armário de madeira Mesa Cadeira Quadro Branco Autoclave vertical Balança eletrônica Bomba á vácuo Capela de exaustão Contador de colônia Destilador Estufa de secagem e esterilização Estufa p/ cultura Bacteriológica Exaustador Lavador de pipetas Permution Medidor de Ph Microondas Microscópio Óptico binocular Ventilador Laboratório de Microscopia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa 01 01

140 138 Cadeira Adaptador Estabilizador Agitador Magnético Balança Banho-Maria Barrilete lavador de pipetas Centrífuga Deionizador Distribuidor DS-VHS Mod: TSV 130 Série: Estufa Filtro de Linha Lavador de Pipetas Medidor de ph Micro Câmera Digital Microscópio Lupa Lambda Televisor Micrótomo Sistema de condensador e objetiva Titulador Personal de Vídeo Transformador Refrigerador Laboratório de Parasitologia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Balança elétrica Centrifuga Geladeira Microscópio Medidor de PH Placa de Aquecimento c/ agitador magnético Laboratório de Ecologia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário de madeira Armário de aço Estante de aço Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco 01 01

141 139 Mesa Cadeira Prensa Bacia retangular grande Bacia retangular pequena Bacia redonda plástica grande Lixeira de chão Aquário Grande Aquário médio Aquário pequeno Balde Lixeira de mesa Rede de pesca Jereré Laboratório Central Analítica Situação atual Projetada Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Qde Qde Cromatógrafo (Varian) 1 1 Ar condicionado 2 2 Armário 2 2 Bancadas 8 8 Bancos Laboratório de Química Orgânica I e II Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar condicionado 2 2 Armário 2 2 Bancadas 8 8 Bancos Aparelho de eletroforese 1 1 Bomba a vácuo 1 1 Rotavapor 1 1 Centrifuga 1 1 Balança semi-analítica 2 2 Placa de aquecimento 6 6 Manta de aquecimento Estufa de secagem 1 1 Barômetro 1 1 Brix 1 1 Freezer 1 1 Clínica Escola de Odontologia Descrição (INSTALAÇÕES E AMBIENTES) Situação atual Projetada Qde Qde Central de Esterilização Clínica de Radiologia Odontológica Ambulatórios de Odontologia Escovódromo com bancadas e pias para escovação adulto e infantil 01 01

142 140 Laboratório de apoio às atividades clínicas com área seca, área úmida e área técnica Sala de lavagem de instrumental Sala de selagem de materiais Laboratório pré-clínico de técnicas odontológicas Sala de Aula ao Vivo Sala de Aula da Extensão e Pós-Graduação Sala de convivência para alunos da graduação e pósgraduação Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Amalgamadores Armários guarda-volumes para os alunos Articulador semi-ajustável Autoclave industrial de barreira na central de esterilização Balança para gesso/revestimento Centrifuga para fundição Consultórios odontológicos completos (cadeira odontológica automática, equipo, refletor, mocho, unidade de sucção). Equipamento para processamento automático de última geração das radiografias panorâmicas e periapicais Fogão industrial para cozimento de resina termopolimerizável Forno a vácuo para porcelanas Forno de fundição Forno para fundição em alta fusão Geladeira duplex Instrumentais e periféricos de uso odontológico (kit) Lupa com luminárias Maçarico gás/ar Manipulador e inclusor à vácuo Mobiliário completo para os ambientes clínicos e laboratórios Mochos odontológicos Motor de bancada para acabamento Motores de implantodontia Motores elétricos Negatoscópios Plastificador a vácuo Polimerizador de resina termopolimerizável Raios-X de parede Raios-X panorâmico para diagnóstico por imagem Recortadores de gesso 03 03

143 141 Seringa de ar torno de polimento Sistema de polimerização de resina fotopolimerizável Torno de polimento Ultrassom para limpeza Unidade suctora acoplada à cadeira Vibradores de gesso GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL (TI) Os espaços de trabalho para os docentes em tempo integral buscam atender com qualidade os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. Nesses ambientes são disponibilizados equipamentos de informática para os professores em regime de tempo integral, sendo ainda disponibilizada rede wifi para aqueles que trazem seus computadores portáteis A Universidade de Cuiabá adota o conceito de Sala Integrada de Coordenadores e Professores - SICP que tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores e servir de ponto de atendimento aos alunos que necessitam contato com professores e coordenadores. Os espaços de trabalho na SICP para os docentes em tempo integral buscam atender os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. 5.2 ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA SERVIÇOS ACADÊMICOS O espaço destinado às atividades de coordenação está localizado na Sala de Coordenações ou SICP e tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores, servir de ponto de atendimento aos alunos que necessitam de algum contato com coordenadores. Cada coordenador possui gabinete individual, contando com computador, arquivos e telefone. São disponibilizadas senhas para acesso a todos os sistemas, permitindo sua familiarização e uso. O espaço destinado às atividades de coordenação está localizada na SICP e atendem as necessidades da função considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.

144 142 A SICP tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores, servir de ponto de atendimento aos alunos que necessitam contato com professores e coordenadores e executar os seguintes processos da faculdade: operacionalizar o Processo Seletivo na unidade, como a organização de salas que serão utilizadas, convocação de fiscais e garantir a segurança das provas; confeccionar e controlar processos de alterações de faltas, abono de faltas, transferências internas e externas; cadastro do quadro de horários das aulas que serão ministradas no próximo semestre com o vínculo de professores; cadastro, abertura e controle de salas especiais (solicitações de alunos); cadastro de aproveitamentos de estudos aprovadas pelos coordenadores de curso; coordenar o evento de ajuste de quadro de horários dos alunos no início de cada semestre; cadastro das datas de provas para cada disciplina dos cursos da unidade; preparar os processos com documentação física para registro de diplomas no SRD e gerir o arquivo físico de documentos dos discentes. 5.3 SALA DE PROFESSORES A convivência e a cooperação são condições importantes do cotidiano dos educadores de todos os cursos, relações estas que, na medida em que se busca a melhoria da qualidade interpessoal e intrapessoal, pode-se desenvolver e aperfeiçoar competências na perspectiva de viver juntos e, a partir da troca de experiências, terem um desempenho melhor no processo de ensino-aprendizagem. Neste processo, o que se pretende com a Sala dos Professores é resgatar e valorizar atitudes e comportamentos mais humanos e cooperativos, para que surjam inovações e atividades de aprendizagem conjuntas entre os docentes dos diversos cursos. Nesse espaço são disponibilizados 17 equipamentos de informática e 5 impressoras para os professores, sendo ainda disponibilizada rede wifi para aqueles que trazem seus computadores portáteis Sala dos professores da Universidade de Cuiabá possui.204,92. metros quadrados, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes, acústica, refrigeração com ar-condicionado possui dotadas de extintores, hidrante, alarmes contra incêndio e sinalização e iluminação de emergência, a limpeza do ambiente é realizado diariamente pelo setor de limpeza da universidade, são realizadas periodicamente manutenções preventivas pela equipe de manutenção da universidade, contando com acessibilidade plena, no moldes elencados no item 3.2, limpeza, conservação e comodidade. 5.4 SALAS DE AULA Atualmente, o curso possui 658 discentes matriculados no curso distribuidos em 09 turmas no turno matutino e vespertino turmas no turno noturno, permitindo a excelente acomodação de seus discentes em suas salas de aula. A Universidade de Cuiabá possui uma área de ,08 m² destinada às salas de aula, totalizando 252 salas, as salas de aula estão equipadas com ar-condicionado, luminárias com lâmpadas fluorescentes para um maior conforto, a limpeza do ambiente é realizado

145 143 diariamente pelo setor de limpeza da universidade, são realizadas periodicamente manutenções preventivas pela equipe de manutenção da universidade, nos corredores há extintores, hidrante, alarmes contra incêndio, sinalização e iluminação de emergência contando com acessibilidade plena são limpas diariamente e estão preparadas para atender aos requisitos de acessibilidade plena nos moldes elencados no item 3.2. As salas de aula contam com quadro branco, computador de mesa, monitor, teclado, mouse, projetor multimídia (data-show) sitema de som e cadeiras almofadas, sendo realizadas manutenções preventivas semestrais nas estruturas e nos mobiliarios. As salas de aula implantadas para o curso considerando, em uma análise sistêmica e global, buscam atender de maneira excelente os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade, e sua distribuição a acontece face ao tamanho das turmas. Salas de aula Bloco Pavimento Número da sala Descrição Código Sala Área (m²) Bloco A 0 1 Sala de Aula 1-A0 46,78 Bloco A 0 2 Sala de Aula 2-A0 94,88 Bloco A 0 3 Sala de Aula 3-A0 47,50 Bloco A 0 4 Sala de Aula 4-A0 47,33 Bloco A 0 5 Sala de Aula 5-A0 95,27 Bloco A 0 6 Sala de Aula 6-A0 47,28 Bloco A 0 8 Sala de Aula 8-A0 53,84 Bloco A 0 9 Sala de Aula 9-A0 47,23 Bloco A 0 10 Sala de Aula 10-A0 48,75 Bloco A 0 11 Sala de Aula 11-A0 47,32 Bloco A 0 12 Sala de Aula 12-A0 47,33 Bloco A 0 13 Sala de Aula 13-A0 47,58 Bloco A 0 14 Sala de Aula 14-A0 47,35 Bloco A 0 15 Sala de Aula 15-A0 47,21 Bloco A 0 16 Sala de Aula 16-A0 47,15 Bloco A 0 17 Sala de Aula 17-A0 76,41 Bloco A 0 18 Sala de Aula 18-A0 46,72 Bloco A 0 19 Sala de Aula 19-A0 71,30 Bloco A 0 20 Sala de Aula 20-A0 76,52 Bloco A 0 21 Sala de Aula 21-A0 71,68 Bloco A 1 22 Sala de Aula 22-A1 47,75 Bloco A 1 23 Sala de Aula 23-A1 47,76 Bloco A 1 24 Sala de Aula 24-A1 71,64 Bloco A 1 25 Sala de Aula 25-A1 47,37 Bloco A 1 26 Sala de Aula 26-A1 71,43 Bloco A 1 27 Sala de Aula 27-A1 47,20 Bloco A 1 29 Sala de Aula 29-A1 47,30

146 Bloco A 1 30 Sala de Aula 30-A1 79,18 Bloco A 1 33 Sala de Aula 33-A1 47,37 Bloco A 1 35 Sala de Aula 35-A1 47,32 Bloco A 1 37 Sala de Aula 37-A1 47,49 Bloco A 1 38 Sala de Aula 38-A1 77,04 Bloco A 1 39 Sala de Aula 39-A1 47,23 Bloco A 1 42 Sala de Aula 42-A1 62,62 Bloco A 1 43 Sala de Aula 43-A1 71,68 Bloco B 0 44 Sala de Aula 44-B0 93,60 Bloco B 0 45 Sala de Aula 45-B0 97,11 Bloco B 0 46 Sala de Aula 46-B0 97,50 Bloco B 0 47 Sala de Aula 47-B0 97,39 Bloco B 0 52 Sala de Aula 52-B0 97,44 Bloco B 0 53 Sala de Aula 53-B0 97,16 Bloco B 0 54 Sala de Aula 54-B0 95,03 Bloco B 0 55 Sala de Aula 55-B0 95,15 Bloco B 1 56 Sala de Aula 56-B1 97,80 Bloco B 1 57 Sala de Aula 57-B1 97,58 Bloco B 1 58 Sala de Aula 58-B1 97,70 Bloco B 1 59 Sala de Aula 59-B1 97,58 Bloco B 1 61 Sala de Aula 61-B1 105,61 Bloco B 1 62 Sala de Aula 62-B1 98,38 Bloco B 1 63 Sala de Aula 63-B1 97,36 Bloco B 1 64 Sala de Aula 64-B1 98,44 Bloco B 1 65 Sala de Aula 65-B1 98,16 Bloco B 2 66 Sala de Aula 66-B2 97,98 Bloco B 2 67 Sala de Aula 67-B2 98,35 Bloco B 2 68 Sala de Aula 68-B2 96,69 Bloco B 2 69 Sala de Aula 69-B2 96,95 Bloco B 2 71 Sala de Aula 71-B2 51,70 Bloco B 2 72 Sala de Aula 72-B2 97,58 Bloco B 2 73 Sala de Aula 73-B2 52,67 Bloco B 2 74 Sala de Aula 74-B2 97,80 Bloco B 2 75 Sala de Aula 75-B2 96,96 Bloco B 2 76 Sala de Aula 76-B2 48,38 Bloco B 2 77 Sala de Aula 77-B2 48,01 Bloco C 1 78 Sala de Aula 78-C1 52,63 Bloco C 1 93 Sala de Aula 93-C1 54,92 Bloco C 1 95 Sala de Aula 95-C1 50,73 Bloco C Sala de Aula 103-C2 47,49 Bloco C Sala de Aula 104-C2 53,17 Bloco C Sala de Aula 105-C2 48,92 Bloco C Sala de Aula 106-C2 49,00 Bloco C Sala de Aula 107-C2 48,80 Bloco C Sala de Aula 108-C2 47,49 144

147 Bloco C Sala de Aula 109-C2 50,70 Bloco C Sala de Aula 110-C2 48,72 Bloco C Sala de Aula 111-C2 81,53 Bloco C Sala de Aula 112-C2 51,15 Bloco C Sala de Aula 113-C2 82,98 Bloco C Sala de Aula 114-C2 51,22 Bloco C Sala de Aula 115-C2 79,00 Bloco D Sala de Aula 116-D0 95,46 Bloco D Sala de Aula 117-D0 95,51 Bloco D Sala de Aula 118-D0 47,63 Bloco D Sala de Aula 119-D0 101,76 Bloco D Sala de Aula 120-D0 53,30 Bloco D Sala de Aula 121-D0 96,50 Bloco D Sala de Aula 122-D0 47,54 Bloco D Sala de Aula 123-D0 47,37 Bloco D Sala de Aula 124-D0 47,52 Bloco D Sala de Aula 125-D0 71,37 Bloco D Sala de Aula 127-D0 47,50 Bloco D Sala de Aula 129-D0 47,38 Bloco D Sala de Aula 130-D0 35,34 Bloco D Sala de Aula 132-D0 35,61 Bloco D Sala de Aula 134-D0 47,46 Bloco D Sala de Aula 136-D0 47,09 Bloco D Sala de Aula 138-D0 63,30 Bloco D Sala de Aula 139-D0 63,65 Bloco D Sala de Aula 140-D0 63,45 Bloco D Sala de Aula 141-D0 62,81 Bloco D Sala de Aula 142-D0 63,48 Bloco D Sala de Aula 143-D0 63,78 Bloco D Sala de Aula 144-D1 65,72 Bloco D Sala de Aula 145-D1 65,73 Bloco D Sala de Aula 146-D1 65,17 Bloco D Sala de Aula 147-D1 65,50 Bloco D Sala de Aula 148-D1 65,41 Bloco D Sala de Aula 149-D1 65,20 Bloco D Sala de Aula 150-D1 96,06 Bloco D Sala de Aula 151-D1 64,18 Bloco D Sala de Aula 152-D1 47,20 Bloco D Sala de Aula 153-D1 63,36 Bloco D Sala de Aula 155-D1 63,50 Bloco D Sala de Aula 156-D1 95,59 Bloco D Sala de Aula 159-D1 47,59 Bloco D Sala de Aula 161-D1 47,17 Bloco D Sala de Aula 164-D1 95,50 Bloco D Sala de Aula 165-D1 95,66 145

148 Bloco D Sala de Aula 166-D1 95,37 Bloco D Sala de Aula 167-D1 95,38 Bloco D Sala de Aula 168-D2 95,54 Bloco D Sala de Aula 169-D2 96,13 Bloco D Sala de Aula 170-D2 100,87 Bloco D Sala de Aula 171-D2 101,39 Bloco D Sala de Aula 172-D2 48,58 Bloco D Sala de Aula 173-D2 95,77 Bloco D Sala de Aula 174-D2 57,89 Bloco D Sala de Aula 179-D2 47,45 Bloco D Sala de Aula 180-D2 47,47 Bloco D Sala de Aula 181-D2 47,32 Bloco D Sala de Aula 182-D2 46,96 Bloco F Sala de Aula 190-F0 47,06 Bloco F Sala de Aula 191-F0 47,05 Bloco F Sala de Aula 192-F0 47,84 Bloco F Sala de Aula 193-F0 73,99 Bloco F Sala de Aula 194-F0 47,92 Bloco F Sala de Aula 195-F0 74,30 Bloco F Sala de Aula 196-F0 47,43 Bloco F Sala de Aula 198-F0 100,90 Bloco F Sala de Aula 202-F0 70,54 Bloco F Sala de Aula 205-F0 55,85 Bloco F Sala de Aula 206-F0 54,21 Bloco F Sala de Aula 209-F0 54,22 Bloco F Sala de Aula 210-F0 62,53 Bloco F Sala de Aula 211-F0 49,15 Bloco F Sala de Aula 212-F0 62,40 Bloco F Sala de Aula 213-F0 58,75 Bloco F Sala de Aula 214-F1 95,70 Bloco F Sala de Aula 215-F1 96,18 Bloco F Sala de Aula 216-F1 95,87 Bloco F Sala de Aula 217-F1 101,63 Bloco F Sala de Aula 218-F1 95,89 Bloco F Sala de Aula 219-F1 95,58 Bloco F Sala de Aula 220-F1 101,27 Bloco F Sala de Aula 221-F1 101,33 Bloco F Sala de Aula 222-F1 101,20 Bloco F Sala de Aula 223-F1 100,94 Bloco F Sala de Aula 224-F1 96,14 Bloco F Sala de Aula 225-F1 96,14 Bloco F Sala de Aula 226-F1 101,63 Bloco F Sala de Aula 227-F1 101,74 Bloco F Sala de Aula 228-F1 46,84 Bloco F Sala de Aula 229-F1 96,00 146

149 147 Bloco F Sala de Aula 230-F2 63,70 Bloco F Sala de Aula 231-F2 65,62 Bloco F Sala de Aula 232-F2 63,45 Bloco F Sala de Aula 233-F2 63,86 Bloco F Sala de Aula 234-F2 63,95 Bloco F Sala de Aula 235-F2 66,73 Bloco F Sala de Aula 236-F2 59,57 Bloco F Sala de Aula 237-F2 63,88 Bloco F Sala de Aula 238-F2 63,60 Bloco F Sala de Aula 239-F2 63,69 Bloco F Sala de Aula 240-F2 65,62 Bloco F Sala de Aula 241-F2 66,92 Bloco F Sala de Aula 242-F2 55,46 Bloco F Sala de Aula 243-F2 65,63 Bloco F Sala de Aula 244-F2 64,67 Bloco F Sala de Aula 245-F2 63,20 Bloco F Sala de Aula 246-F2 62,28 Bloco F Sala de Aula 247-F2 67,36 Bloco F Sala de Aula 248-F2 102,14 Bloco F Sala de Aula 249-F2 65,59 Bloco F Sala de Aula 250-F2 46,87 Bloco F Sala de Aula 251-F2 65,58 Bloco F Sala de Aula 252-F2 66, ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA A IES possui 19 laboratórios com capacidade para 632 alunos, com 632 computadores de mesa, softwares,atendendo plenamente o número total de usuários, possuindo velocidade de internet via banda larga de 2 link de 50 MB cada dedicados com operadoras diferentes, refrigeração com ar-condicionado, limpeza e conservação dos espaços físicos e equipamentos. A atualização de equipamentos e softwares é feita através de trabalho conjunto entre a diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos a seus discentes. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de Atualização de Equipamentos e Softwares. A total adequação do espaço físico com condições de acessibilidade plena nos moldes elencados no item 3.2, eliminando as barreiras arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, de comunicação e digital. O laboratório de informática conta com os seguintes softwares: (Adobe Illustrator; Fotoshop ; Sketchup; Audaces; Sniffy; Autodesk (Autocad).

150 BIBLIOTECA O Sistema de Bibliotecas da IES, unidade de apoio ao ensino, pesquisa e extensão, é formado pelo acervo bibliográfico presencial e virtual, e conta com recursos tecnológicos, espaços físicos adequados, serviços e produtos. Com base neste novo cenário educacional, a Instituição vem buscando novas abordagens e modelos na prestação de serviços e ofertas de produtos. Na Biblioteca, buscamos caminhos inovadores e criativos para apoiar a aprendizagem a distância e presencial, e, principalmente, oferecer aos estudantes de ambas as modalidades oportunidades iguais de acesso às fontes de informação. Com as novas tecnologias e ferramentas de comunicação, a Biblioteca Virtual da Instituição tem como meta ofertar produtos e serviços à comunidade acadêmica, provocando na Instituição um repensar nossas ações, bem como a maneira em que os nossos serviços serão prestados no futuro. A Biblioteca tem, como premissa para atendimento, informação ao alcance de todos. E todos, para nossa unidade, são nossos alunos, professores, colaboradores, público-alvo da educação especial e a comunidade ao entorno desta. Os serviços disponibilizados pela biblioteca compreendem: Empréstimo domiciliar; Consulta local; Reserva local e on-line; Renovação local e on-line; Serviço de referência; Acesso a serviço de cópias de documentos da instituição; Serviços específicos ao deficiente visual; Ponto adicional para devolução de obras; Serviço de comutação bibliográfica; Apoio aos alunos quanto à normalização de trabalhos acadêmicos; Visita orientada; Catalogação na fonte de Trabalhos de Conclusão de Curso; Empréstimo entre Bibliotecas (EEB). As unidades recebem ainda suporte e apoio do corporativo para possíveis adequações e ampliações de espaço para a Biblioteca Presencial, orientação para as necessidades de acessibilidade plena nos termos do item 3.2, treinamento para as formas de acesso a novos produtos e serviços disponíveis na Biblioteca Virtual. Para facilitar e motivar os alunos no acesso aos E-books, periódicos científicos, jornais e revistas, são elaborados e encaminhados aos bibliotecários tutoriais com orientações de acesso às bases de dados, com o objetivo de capacitá-los e, por consequência, a orientação a alunos e professores. Também são ofertadas capacitações específicas, para que bibliotecários e assistentes recebam treinamento para apoio aos alunos público-alvo da educação especial. O horário de funcionamento da biblioteca da IES busca atender toda a necessidade da comunidade acadêmica, adequando-se à realidade da Unidade. Assim, a Biblioteca funciona, de segunda a sexta entre. 07:00 as 22:00 e Aos sábados, funciona das 08:00 as 17:00.

151 ACERVO O acervo da biblioteca está disponível no catálogo on-line da Instituição, possibilitando a recuperação da informação pela internet, permitindo a possibilidade de buscas por meio da consulta simples e avançada. No catálogo on-line também é possível realizar reservas e renovação de empréstimos. O processamento técnico do acervo é feito de acordo com padrões bibliográficos, adotando as regras de catalogação Anglo-Americano (AACR2) e o sistema padrão de classificação bibliográfica a Classificação Decimal Dewey (CDD). O preparo físico dos livros é feito pela aplicação da identificação patrimonial (número de tombo) e de etiquetas contendo o número de chamada na lombada do livro. O sistema de circulação é automatizado, permitindo o controle através da carteira de identidade estudantil. A atualização do acervo é feita por meio de trabalho conjunto entre o Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBLI, coordenadores e professores da unidade, em função das bibliografias adotadas nos Planos de Ensino. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo Bibliográfico. Todas as aquisições da biblioteca estão documentadas por notas fiscais e/ou termos de doações (originais ou cópias autenticadas disponíveis na unidade). O acervo do Sistema de Bibliotecas é totalmente informatizado pelo sistema Pergamum, no que diz respeito ao processamento técnico, trabalhos de circulação, catalogação, reserva (na biblioteca ou on-line) e consulta e renovação pelo catálogo on-line. A Biblioteca possui o serviço de alerta que informa a disponibilidade do material reservado. As unidades ainda contam com o apoio de uma equipe de especialistas em Biblioteca no corporativo, encarregados de identificar novos conteúdos, fornecedores e melhorias no acesso à informação, sejam através de conteúdos para a Biblioteca Virtual ou presencial. A aquisição sob demanda é feita no início de cada ano letivo, mas, no decorrer deste, outras sugestões podem ser feitas pelos coordenadores, professores e alunos, sendo que as obras são adquiridas de acordo com a necessidade de atualização das áreas, respeitada a programação orçamentária para esse fim. Também são fontes de sugestões de aquisições: o serviço de atendimento ao público e empréstimo entre bibliotecas, pois esses fornecem indicações sobre materiais que são procurados pelos usuários, mas que possuem alta demanda e/ou inexistentes em uma determinada unidade. Essas sugestões são reunidas, organizadas e distribuídas conforme procedimento estabelecido, sendo que este processo constitui a base do modelo de aquisição sob demanda. A organização das sugestões contribui para que seja adquirido material necessário e de acordo com a disponibilidade de recursos financeiros. No planejamento preestabelecido para a vigência do Plano de Desenvolvimento Institucional, a Biblioteca apresenta um plano de evolução para o crescimento de acervo. Outra função da Política de Aquisição e Atualização do Acervo Bibliográfico é a formação cultural, com a aquisição de grande número de títulos e periódicos, e-books e jornais, os quais possam oferecer informações diárias com a melhor qualidade. Além disso, são disponibilizadas matérias multimídias que agregam títulos técnicos e também filmes temáticos, desde clássicos do cinema até obras contemporâneas, as quais são utilizadas em exercícios pedagógicos com os alunos. Em ambos os casos, o processo de aquisição obedece às mesmas normas adotadas para a compra de obras do modelo de aquisição sob demanda.

152 150 Outro formato de aquisição previsto é a compra dos Livros-Texto por parte de nossos alunos e ofertada pela Instituição através dos serviços prestados pela Biblioteca. O Programa do Livro-Texto (PLT), em função da alta qualidade das obras aliada ao baixo custo, incentiva a leitura e promove a cultura do combate às cópias de livros. Existe ainda a Livraria Kroton, que permite a aquisição de obras indicadas na Bibliografia básica e complementar, bem como PLTs a um custo menor, sendo ofertados descontos de até 70% no preço de mercado, sendo ainda praticadas outras ofertas, como a aquisição de combos de livros a valores diferenciados a seus discentes e funcionários de todas as áreas. Tais ofertas e aquisições podem ser realizadas por meio do link Os Planos de Ensino das disciplinas são o ponto de referência fundamental para tal atualização, para a bibliografia básica, complementar e periódico científico. Tabela 2 - Acervo Geral da Biblioteca ÁREA DO CONHECIMENTO CNPQ QTD. DE TÍTULOS QTD. EXEMPLARES Enciclopédias e Referências Ciências Exatas e da Terra Ciências da Saúde Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas Engenharias Linguística, Letras e Artes Ciências Biológicas Ciências Agrárias Multidisciplinares TOTAL BIBLIOGRAFIA BÁSICA O acervo da bibliografia básica possui 09 títulos por disciplina, com disponibilização na proporção média de um exemplar para 120 vagas anuais autorizadas/pretendidas. Todo o acervo de bibliografia básica está informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.

153 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR O acervo da bibliografia complementar possui cinco títulos por disciplina, com disponibilização de dois exemplares de cada título ou com acervo virtual BIBLIOTECA VIRTUAL A Biblioteca Virtual é um espaço que facilita o acesso à informação científica e cultural, além de levar comodidade aos alunos e eliminar barreiras de espaço e tempo. É referencial de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, já que promove a difusão intelectual. Esta ferramenta é composta por bases de dados, e-books, periódicos de acesso livre, teses, monografias, artigos e links de órgãos institucionais, Regulamento, Fale Conosco e inclusive orientações quanto a acesso às bases de dados e orientações na elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso com base na Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. O acesso ocorre por meio do link Atualmente, a Biblioteca Virtual disponibiliza a seus alunos, professores e colaboradores de forma geral, um total aproximado de títulos de periódicos científicos, nas diversas áreas de conhecimento oferecidas pela Instituição, com acesso livre e de forma remota. Desta forma, auxilia na aprendizagem, permite o acesso simultâneo de vários usuários, amplia a coleção bibliográfica do acervo de forma significativa e diária. Destacamos, ainda, que praticamente toda a bibliografia complementar dos alunos se encontra disponível na Biblioteca Virtual, ofertando a seus usuários acesso simultâneo, de forma remota através de qualquer dispositivo móvel. A bibliografia complementar que está disponível na Biblioteca Virtual é atualizada e seu acervo cresce diariamente, conforme demonstrado na tabela abaixo: Tabela 3 - E-Books Títulos de e-books Quantidade Cengage 260 Minha Biblioteca Pearson TOTAL PERIÓDICOS CIENTÍFICOS ELETRÔNICOS O acervo de periódicos da Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá está disposto de acordo com as necessidades de cada curso, possuindo um total de títulos de assinaturas correntes distribuídas nas principais áreas do conhecimento, além de assinaturas dos principais jornais estaduais e municipais, com o acervo atualizado.

154 152 Tabela 4 - Periódicos Eletrônicos da Base EBSCO ÁREA DO CONHECIMENTO CNPQ QTD. ESTRANGEIRA QTD. NACIONAL Ciências Exatas e da Terra Ciências da Saúde Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas Engenharias Linguística, Letras e Artes Ciências Biológicas Ciências Agrárias Multidisciplinares TOTAL Tabela 5 - Periódicos Eletrônicos Outras Bases Revista dos Tribunais Quantidade Doutrinas Jurisprudência Súmulas Legislação Revistas 27 IOB - Informação Objetiva Quantidade Legislação Procedimento Notícia IOB - Informação Objetiva - Revista Síntese Quantidade Legislação Jurisprudência Doutrina Práticas Processuais 352 Súmulas Com a finalidade de manter nossos alunos e professores atualizados em relação ao mercado de forma geral, a Instituição se preocupa em proporcionar aos mesmos os principais jornais de circulação nacional e internacional, especialmente alguns direcionados aos cursos em funcionamento na Unidade. Com acesso através da Base Press Reader, o conteúdo disponível passa por reavaliação anualmente, privilegiando as escolhas em âmbito nacional, internacional e regional.

155 153 Jornais Press Reader Quantidade Jornais - Títulos Estrangeiros Jornais - Títulos Nacionais 29 Revistas TOTAL LABORATÓRIOS Os laboratórios da Instituição são implementados para atender todas as áreas do conhecimento ofertadas na IES, orientados pelos cursos de graduação que estão em funcionamento, com a finalidade de assegurar as premissas acadêmicas previstas nesse documento e nos respectivos roteiros de aula prática. A importância dos laboratórios na IES também está presente nas pesquisas, relacionadas aos trabalhos realizados em sala de aula, e de conclusão de curso, onde os mesmos ofertam horários específicos para desenvolvimento dos trabalhos sem impactar na programação das aulas. A preocupação da IES centra-se em oferecer os melhores equipamentos, sempre em sintonia com o mercado e roteiro das aulas práticas. Os técnicos de laboratórios são treinados e capacitados a preparar, montar e desmontar as aulas práticas, assegurando que as próximas turmas encontrem os laboratórios em condições de utilização. A estrutura física respeita o previsto em relação às normas de acessibilidade plena e equipamentos de segurança, para que todos tenham acesso aos serviços oferecidos sem causar qualquer tipo de dano aos alunos, professores e colaboradores presentes neste ambiente. Os laboratórios estão preparados para atender a demanda dos alunos caracterizados como público-alvo da Educação Especial, por meio de acessibilidade atitudinal, arquitetônica, instrumental, pedagógica e nas comunicações. Desta forma, a IES dispõe de espaços adaptados com placas de sinalização, rampas de acesso, elevador adaptado e portas adaptadas de acordo com a NBR Os computadores contam com leitor de tela instalado (NVDA) e, sempre que solicitado, a IES disponibiliza profissionais para o acompanhamento dos alunos, como o intérprete da Libras e ledor transcritor. A IES possui ainda uma equipe de profissionais especialistas em laboratórios, nas diversas áreas de conhecimento, cujas atividades principais são apoiar e zelar pela atualização dos equipamentos, planos de manutenção e garantir a entrega de insumos necessários para o bom andamento das atividades. Para garantir o programa de manutenção e atualização de equipamentos, os laboratórios são inventariados anualmente. Esta equipe ainda tem como atividade pesquisar constantemente novos fornecedores no mercado, nacional e internacional, que possam contribuir para manter as práticas alinhadas às tecnologias mais modernas ofertadas em um país com proporções continentais. A IES possui um programa de capacitação, a todos os técnicos de laboratórios, com a finalidade de desenvolver competências relacionadas às práticas laboratoriais, estímulo à pesquisa, garantir a utilização dos EPIs, aprendizagem para novos equipamentos e roteiros de aula.

156 BIOTÉRIO O biotério busca atender, de maneira excelente, às necessidades práticas do ensino, dispondo dos equipamentos e mobiliários conforme descrito abaixo. Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Cadeira Mesas Caixas em polipropileno grande Caixas em polipropileno pequena Bancada Estantes Gaiolas pequenas Gaiolas grandes Timer COLL Bebedouros de animais LABORATÓRIOS DE ENSINO O curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares implantados para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (incluindo anatomia, histologia, bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) considerando, em uma análise sistêmica e global, buscam atender de forma excelente os aspectos: espaço físico, equipamentos e material de consumo compatíveis com a formação dos estudantes do curso de Odontologia conforme prevê este PPC, levando-se em conta a relação aluno/equipamento ou material. Laboratório de Anatomia Humana Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário de madeira Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Laboratório de Biofunção Situação atual Projetada Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Qde Qde Ar Condicionado 01 01

157 155 Bancos Armário de madeira Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Agitador magnético com regulagem de temperatura Fisaton Aparelho para determinação de ph Analaser 300M Balança Banho Maria Caixa de som Câmara escura de revelação para raio X Capela de exaustão de gases Centrífuga Decibelímetro Eletrocardiógrafo Estimulador elétrico Estufa de secagem Fotocolorímetro Functiongeneratior Glicosímetro Jogo de diaparzões com 12 PÇ Negatoscópio Clínico VH Máquina de tosa Módulo básico de eletricidade Módulo de cordas Vibrantes Módulo de termometria termoelétrica Módulo para física geral Osciloscópio Raios-X Refrigerador Suporte para soro Foco de luz com lente Esfingomanômetro Bomba de aquário Estetoscópio Balança de pesagem Laboratório de Ciências Moleculares e Celulares Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa 01 01

158 156 Cadeira Agitador de tubos Agitador magnético Fisatom c/ aquecedor Balança Marte de precisão Banho-Maria Fanem com quatro galerias Capela p/ exaustão de Gases Centrífuga da Fanem Deionizador Permution Mod Destilador Biopar - Equipamentos - Eletro - Eletrônicos Eletrodos Sensoglass, mod. SC Espectrofotômetro Mod.E225-D Série Estabilizador AC, adaptador Nanda nº 12500E Estufa de esterilização e secagem Fonte com cuba de eletroforese Geladeira Lavador de pipeta Liquidificador Lupa Lambda nº de série Medidor de ph da Analyser Mod:300 M Série:3721/ Microcâmera digital color Samsung SCC Microscópio Bioval nº de série MEQ Placa de aquecimento Suporte para TV Laboratório de Microbiologia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Bancada Armário de madeira Mesa Cadeira Quadro Branco Autoclave vertical Balança eletrônica Bomba á vácuo Capela de exaustão Contador de colônia Destilador Estufa de secagem e esterilização Estufa p/ cultura Bacteriológica Exaustador Lavador de pipetas Permution Medidor de Ph Microondas Microscópio Óptico binocular Ventilador 01 01

159 157 Laboratório de Microscopia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Adaptador Estabilizador Agitador Magnético Balança Banho-Maria Barrilete lavador de pipetas Centrífuga Deionizador Distribuidor DS-VHS Mod: TSV 130 Série: Estufa Filtro de Linha Lavador de Pipetas Medidor de ph Micro Câmera Digital Microscópio Lupa Lambda Televisor Micrótomo Sistema de condensador e objetiva Titulador Personal de Vídeo Transformador Refrigerador Laboratório de Parasitologia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Balança elétrica Centrifuga Geladeira Microscópio Medidor de PH Placa de Aquecimento c/ agitador magnético 02 02

160 158 Laboratório de Ecologia Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar Condicionado Bancos Armário de madeira Armário de aço Estante de aço Armário escaninho 30 espaços Bancada Quadro Branco Mesa Cadeira Prensa Bacia retangular grande Bacia retangular pequena Bacia redonda plástica grande Lixeira de chão Aquário Grande Aquário médio Aquário pequeno Balde Lixeira de mesa Rede de pesca Jereré Laboratório Central Analítica Situação atual Projetada Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Qde Qde Cromatógrafo (Varian) 1 1 Ar condicionado 2 2 Armário 2 2 Bancadas 8 8 Bancos Laboratório de Química Orgânica I e II Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Ar condicionado 2 2 Armário 2 2 Bancadas 8 8 Bancos Aparelho de eletroforese 1 1 Bomba a vácuo 1 1 Rotavapor 1 1 Centrifuga 1 1 Balança semi-analítica 2 2 Placa de aquecimento 6 6 Manta de aquecimento 10 10

161 159 Estufa de secagem 1 1 Barômetro 1 1 Brix 1 1 Freezer 1 1 Laboratório de Tecnologia Farmacêutica Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Balança Mark 2200 (bel) 1 1 Ar condicionado 1 1 Armário 1 1 Bancadas 2 2 Bancos Balança Mark 2200 (bel) 1 1 Balança Mark 330 (bel) 1 1 Banho-maria ma158/6 (Marconi) 1 1 Copo Ford 1 1 Placas aquecedoras (Fissão) 2 2 Estufa linea (Olidef CZ) 1 1 Geladeira duplex dc33 (Electrolux) 1 1 Barrilete 20 litros 1 1 Barrilete de 5 litros 1 1 Clínica Escola de Odontologia Descrição (INSTALAÇÕES E AMBIENTES) Situação atual Projetada Qde Qde Central de Esterilização Clínica de Radiologia Odontológica Ambulatórios de Odontologia Escovódromo com bancadas e pias para escovação adulto e infantil Laboratório de apoio às atividades clínicas com área seca, área úmida e área técnica Sala de lavagem de instrumental Sala de selagem de materiais Laboratório pré-clínico de técnicas odontológicas Sala de Aula ao Vivo Sala de Aula da Extensão e Pós-Graduação Sala de convivência para alunos da graduação e pósgraduação Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Amalgamadores Armários guarda-volumes para os alunos Articulador semi-ajustável Autoclave industrial de barreira na central de esterilização Balança para gesso/revestimento Centrifuga para fundição Consultórios odontológicos completos (cadeira odontológica automática, equipo, refletor, mocho, unidade

162 160 de sucção). Equipamento para processamento automático de última geração das radiografias panorâmicas e periapicais Fogão industrial para cozimento de resina termopolimerizável Forno a vácuo para porcelanas Forno de fundição Forno para fundição em alta fusão Geladeira duplex Instrumentais e periféricos de uso odontológico (kit) Lupa com luminárias Maçarico gás/ar Manipulador e inclusor à vácuo Mobiliário completo para os ambientes clínicos e laboratórios Mochos odontológicos Motor de bancada para acabamento Motores de implantodontia Motores elétricos Negatoscópios Plastificador a vácuo Polimerizador de resina termopolimerizável Raios-X de parede Raios-X panorâmico para diagnóstico por imagem Recortadores de gesso Seringa de ar torno de polimento Sistema de polimerização de resina fotopolimerizável Torno de polimento Ultrassom para limpeza Unidade suctora acoplada à cadeira Vibradores de gesso LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUANTIDADE Os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e alunos vagas autorizadas/pretendidas, conforme tabela.

163 161 Tabela 6- Laboratórios Didáticos Especializados: quantidade Clínica Escola de Odontologia Descrição (INSTALAÇÕES E AMBIENTES) Situação atual Projetada Qde Qde Central de Esterilização Clínica de Radiologia Odontológica Ambulatórios de Odontologia Escovódromo com bancadas e pias para escovação adulto e infantil Laboratório de apoio às atividades clínicas com área seca, área úmida e área técnica Sala de lavagem de instrumental Sala de selagem de materiais Laboratório pré-clínico de técnicas odontológicas Sala de Aula ao Vivo Sala de Aula da Extensão e Pós-Graduação Sala de convivência para alunos da graduação e pósgraduação Descrição (EQUIPAMENTO / MOBILIÁRIO) Situação atual Projetada Qde Qde Amalgamadores Armários guarda-volumes para os alunos Articulador semi-ajustável Autoclave industrial de barreira na central de esterilização Balança para gesso/revestimento Centrifuga para fundição Consultórios odontológicos completos (cadeira odontológica automática, equipo, refletor, mocho, unidade de sucção). Equipamento para processamento automático de última geração das radiografias panorâmicas e periapicais Fogão industrial para cozimento de resina termopolimerizável Forno a vácuo para porcelanas Forno de fundição Forno para fundição em alta fusão Geladeira duplex Instrumentais e periféricos de uso odontológico (kit) Lupa com luminárias Maçarico gás/ar Manipulador e inclusor à vácuo Mobiliário completo para os ambientes clínicos e laboratórios Mochos odontológicos

164 162 Motor de bancada para acabamento Motores de implantodontia Motores elétricos Negatoscópios Plastificador a vácuo Polimerizador de resina termopolimerizável Raios-X de parede Raios-X panorâmico para diagnóstico por imagem Recortadores de gesso Seringa de ar torno de polimento Sistema de polimerização de resina fotopolimerizável Torno de polimento Ultrassom para limpeza Unidade suctora acoplada à cadeira Vibradores de gesso Laboratórios específicos Laboratório de Dentística onde são realizadas aulas práticas de: Odontologia préclínica em Oclusão e Dentística, Odontologia pré-clínica em Dentística e Periodontia Odontologia pré-clínica em endodontia e prótese: Localização: Bloco de Saúde III. Características Físicas: Área Construída: 200m 2 Dependências Físicas: 01 Laboratório com 04 bancadas: 185m 2 01 sala de Técnico: 15m 2 Paredes revestidas de epóx Luminárias 05 Aparelhos de Ar Condicionado Piso: Granilite Equipamentos e Móveis disponíveis Quant. Produto 03 Amalgamador ultramat 2 e Fotopolimerizador 02 Maquina de solda 04 Amalgamador 56 Equipo Modular III Pontas 01 Barrilhete para Álcool. 56 Manequins 56 Hastes para adaptar manequins 56 Luminárias de mesa 12 lt. Álcool.

165 Mochos 2 Armários de Aço 1 Mesa do Técnico 1 Cadeira 1 Televisão 1 Carteira escolar 4 Bancadas de Madeiras Laboratório de Prótese são realizadas aulas práticas de: Odontologia pré-clínica em endodontia e prótese Prótese, Odontopediatria Laboratorial, Reabilitação Oral. Localização: Bloco de Saúde III. Características Físicas: Área Construída: 200m 2 Dependências Físicas: 01 Laboratório com 03 bancadas: 185m 2 01 sala de Técnico: 15m 2 Paredes revestidas de epóx Luminárias 05 Aparelhos de Ar Condicionado Piso: Granilite Equipamentos e Móveis disponíveis Quant. Produto 06 Balança 06 Vibrador de Gesso 02 Centrifuga para Fundição 08 Recortador de Gesso 56 Equipo Modular 3 Pontas 01 Fogão 4 bocas (industrial) 01 Forno Bravac 01 Maçarico a Gás 01 Torne Nevoni 01 Vapor Jet 01 Monojato de óxido de aluminio 01 Delineador 56 Luminárias de mesa 68 Hastes para manequins 07 Prensas 01 Articulador tipo charneira 03 Articulador semi ajustáveis 10 Muflas 06 Prensas individuais 60 Agulhas de gilmore (Grande) 52 Agulhas de gilmore (pequena) 02 Base para anel de fundição

166 164 O1 Barrilhete p/ álcool 02 Botijão a gás 03 Panela de Polimerização 5 KG Gesso 5 KG Alginato 12 Lt. Álcool 2 Armários de Aço 2 Armários de Madeira 1 Mesa do Técnico 3 Cadeiras 2 Caixas de Som Amplificada 51 Mochos 3 Bancadas de Madeira LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUALIDADE Os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança buscam atender, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação, acessibilidade plena, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos. A atualização de equipamentos e insumos é feita através de trabalho conjunto entre a Diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos a seus discentes. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política e Ações de Conservação, Manutenção e Atualização de Espaço Físico e Equipamentos LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: SERVIÇOS Os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança buscam atender, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade, conforme descrito abaixo. 5.8 UNIDADES HOSPITALARES E COMPLEXO ASSISTENCIAL CONVENIADO O Hospital Geral Universitário HGU atende aos cursos da área da saúde. Presta serviços nas áreas de Clínica Médica e as especialidades: clínica cirúrgica e ginecologia, obstetrícia (baixo e alto risco, sendo a única instituição credenciada em nível III para alto risco no Estado) pediatria, Terapia Intensiva Adulto e Neonatal. Além disso, é referência Estadual em Oncologia (CACON), Terapia Renal substitutiva e transplante renal, cirurgia pediátrica, autorização para transplante de córneas e de tecido ósteo condro facio

167 165 ligamentoso, Serviços Auxiliares de Diagnóstico e Terapêutico (SADT - esta refere aos serviços prestados em anatomia patológica, quimioterapia ambulatorial e fisioterapia. Respiratória), exames análises clínicas, imagem (raios-x, ultra-som, mamografia), patologia e histocompatibilidade. A Faculdade de Odontologia, ainda oferta oferecido aos alunos os recursos da residência em cirurgia e traumatologia buco maxilo facial, serviço de fissuras lábio-palatinas, residência multiprofissional com ênfase nos pacientes com necessidades especiais, além da disciplina de Odontologia em âmbito hospitalar, que além do atendimento a rede pública de saúde, é também um campo de estágio para os acadêmicos de Odontologia. 5.9 SISTEMA DE REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA A articulação com as redes de referência e contrarreferência se faz através da interlocução entre os municípios e serviços de saúde, sendo um sistema integrado de apoio dos serviços de saúde no SUS (atenção básica, de média e alta complexidade). Essa rede possui unidades que interligam os atendimentos dos pacientes, dependendo do seu nível de complexidade, encaminhando-o de forma adequada, a fim de responder a sua demanda de saúde, nos serviços que for de sua competência. Entende-se que o principal elemento para a integração das redes de saúde é um efetivo sistema de referência e contrarreferência, entendido como mecanismo de encaminhamento mútuo de pacientes entre os diferentes níveis de complexidade dos serviços. A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá não participa da articulação e nem integra a Redes de Atenção no SUS, porém atua de forma pactuada com a rede, através de convênios/contratos de estágios, para atuar junto às unidades vinculadas às Redes de Atenção à Saúde. Essa pactuação permite que o aluno participe do atendimento de pacientes nos diferentes níveis de complexidade. 6 REQUISITOS LEGAIS 6.1 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO O Projeto Pedagógico do Curso - PPC de Odontologia está coerente com a Resolução CNE/CES nº 3, de 19 de fevereiro de 2002, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia, e buscou-se atendê-la integralmente. 6.2 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA (Conforme Lei n , de 10/3/2008; Resolução CNE/CP n. 01, de 17/06/2004)

168 166 A temática da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena está inclusa na disciplina Homem, Cultura e Sociedade e em outras atividades curriculares do curso, tais como os Estudos Dirigidos. A Faculdade de Odontologia da Universidadde de Cuiabá entende que esta temática nos sistemas de ensino significa o reconhecimento da importância da questão do combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação da sociedade em redução às desigualdades. A disciplina Homem, Cultura e Sociedade articula a formação humano-social, por meio do estudo do homem e de suas relações sociais, integrando aspectos psicossociais, culturais, filosóficos e antropológicos. São abordados assuntos como igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos; a compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais distintos, que possuem cultura e história próprias, igualmente valiosas, e que em conjunto constroem, na nação brasileira, sua história; o conhecimento e a valorização da história dos povos africanos e da cultura afro-brasileira na construção histórica e cultural brasileira; a superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no geral, pertencem, são comumente tratados; a desconstrução, por meio de questionamentos e análises críticas, objetivando eliminar conceitos, ideias, comportamentos veiculados pela ideologia do branqueamento, pelo mito da supremacia racial, que tanto mal fazem a negros, índios e brancos. Além desses, outros importantes assuntos são abordados, como: a Consolidação da Sociedade Global e Implicações Ambientais, Sociedade, Exclusão e Direitos Humanos por meio do desenvolvimento de conteúdos sobre Antropologia, Cultura, Formação do Povo Brasileiro, Heranças Indígenas, Portuguesas e Africanas, Discriminação racial, sexual, social, de pessoas com deficiência e de gênero. A Lei (BRASIL, 2008) e a Resolução CNE/CP n.1 (BRASIL, 2004), que concedem a mesma orientação quanto à temática indígena, não são apenas instrumentos de orientação para o combate à discriminação, são inclusive leis afirmativas, no sentido de que reconhecem a escola como lugar da formação de cidadãos e afirmam a relevância desta em promover a necessidade de valorização das matrizes culturais que fizeram do Brasil um país rico e múltiplo. Cabe esclarecer que o termo raça é utilizado com frequência nas relações sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira. Contudo, o termo foi modificado pelo Movimento Negro que, em várias situações, o utiliza com um sentido político e de valorização do legado deixado pelos africanos. É importante esclarecer que o emprego do termo étnico, na expressão étnico-racial, serve para marcar que essas relações tensas devido às diferenças na cor da pele e traços fisionômicos o são também devido à raiz cultural plantada na ancestralidade africana, que difere em visão de mundo, valores e princípios das de origem indígena, europeia e asiática. Assim sendo, a educação das relações étnico-raciais impõe aprendizagens entre brancos, negros e índios, trocas de conhecimentos, quebra de desconfianças e a criação de um projeto conjunto para construção de uma sociedade justa, igual, equânime.

169 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS (Conforme disposto no Parecer CNE/CP n 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP n 1, de 30/05/2012). Educação em Direitos Humanos (Parecer CP/CNE N 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CP/CNE N 1, de 30/05/2012) está contemplada na disciplina Homem, Cultura e Sociedade e, transversalmente, nas demais disciplinas do curso, como tema recorrente, garantindo atendimento ao requisito legal. Por meio do seu Núcleo de Acessibilidade local (NAID Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos), a IES garante o atendimento dos princípios da educação em direitos : a dignidade humana, a igualdade de direitos, o reconhecimento e valorização das diferenças e da diversidade, a democracia na educação, a transversalidade. O NAID é orientado pelo NUEEI - Núcleo de Educação Especial Inclusiva, que propicia ao aluno, regularmente matriculado, a permanência no Ensino Superior, garantindo o direito à Educação Inclusiva, de acordo com as especialidades, acolhendo a diversidade e garantindo educação justa e igualitária. Ao NAID caberá promover ações de difusão dos Direitos Humanos, como processo dinâmico, que envolva toda a comunidade acadêmica e que dissemine a necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (Conforme disposto na Lei N , de 27 de dezembro de 2012) O atendimento à Lei , de 27 de dezembro de 2012, é garantido pelo Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos NAID. O NAID, responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE), realiza o acompanhamento dos alunos caracterizados como público-alvo da Educação Especial, a saber, pessoas com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, desde o processo seletivo até o término do curso. Desta forma, busca garantir os recursos de acessibilidade necessários para a inclusão deste público. Cabe ressaltar que compõem o grupo de pessoas com Transtorno Global do Desenvolvimento as com Transtorno do Espectro Autista, Síndrome de Rett, Síndrome de Asperger e Psicose Infantil. O NAID é responsável em garantir que a proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, nos termos legais, seja completamente atendida. As avaliações são adaptadas em formato acessível, para o público-alvo da educação especial, sempre que solicitado. Desta forma, cabe destacar a disponibilização de provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos disponibilizados, é importante salientar a ampliação de tempo para realização da avaliação, para alunos com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e deficiência auditiva, e a flexibilidade de correção. A flexibilidade de correção visa respeitar a condição dos acadêmicos, levando em consideração o processo de ensino e aprendizagem. Desta forma, o NUEEI orienta professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os acadêmicos no momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras para acadêmicos com surdez e

170 168 ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, intelectual, transtornos globais do desenvolvimento (autismo, Síndrome de Rett e Síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH etc.). Para garantir acesso nos processos acadêmicos, sempre que solicitado, o NAID designará profissional para acompanhar o estudante. 6.5 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE O quadro abaixo apresenta o corpo docente do Curso de Odontologia, no qual pode ser verificado que todos os professores possuem formação em pós-graduação (lato sensu ou stricto sensu). Q. 17. Quadro 6.3 Titulação do corpo docente do Curso lato sensu e stricto sensu. 1 Adriana Marques Fontes Oliveira Especialista 2 Air de Carvalho Mestre 3 Alessandra Medeiros de Vasconcelos Almeida Especialista 4 Alessandra Nogueira Porto Neves Doutor 5 Alex Semenoff Segundo Doutor 6 Alexandre Meirelles Borba Doutor 7 Alvaro Henrique Borges Doutor 8 Ana Carolina Jaloreto Ribeiro Especialista 9 Ana Thereza Saboia Campos Neves Mestre 10 Andre Luiz Fernandes da Silva Mestre 11 Ana Paula Cunha Barboza Mestre 12 Andreza Maria Fabio Aranha Doutor 13 Anelise P. Kloster Albuquerque Mestre 14 Antonio Carlos Gracia de Oliveira Doutor 15 Aurélio Rosa da Silva Junior Mestre 16 Cintia Aparecida Damo Simões Mestre 17 Cristhiane Almeida Leite Doutora 18 Christianny Carvalho de Souza Mestre 19 Cyra Maria Pires Carvalho Bianco Mestre 20 Denise de Carvalho Caffer Mestre 21 Durvalino de Oliveira Mestre 22 Eduardo Eugênio Santos Almeida Mestre 23 Evanice Menezes Marçal Vieira Doutor 24 Fábio Luis Miranda Pedro Doutor 25 Fábio Lima de Almeida Especialista 26 Fernanda Silva de Assis Mestre 27 Fernanda Zanol Matos Mestre 28 Flávia Regina de Oliveira Especialista 29 Flávio Simões Mestre 30 Francisco Ricardo Botter Especialista 31 Gilberto Almeida Botelho Mestre 32 Glaucio Soares Rocha Especialista 33 Gustavo Barbosa Ribeiro Mestre

171 34 Hélcio Aparecido Bianchi Mestre 35 Hevelin Couto Pimenta Trevisan Mestre 36 Joana Guimarães Freitas Silva Mestre 37 João Milanez Moreira Junior Mestre 38 Kássia Dianny Ramos Mestre 39 Laura Maria de Amorin Santana Mestre 40 Luiz Evaristo Ricci Volpato Doutor 41 Maize Souza Camilo Especialista 42 Marcus Marcelo Metello de Figueiredo Especialista 43 Maria Emilia Oliveira Gomes Especialista 44 Mateus Rodrigues Tonetto Doutor 45 Maura Cristiane Gonçales Orçati Dorileo Doutora 46 Nasser Hussein Fares Doutor 47 Orlando Aguirre Guedes Doutor 48 Rejane Cristina da Cruz Nascimento Mestre 49 Roberto Maia de Almeida Especialista 50 Sandro Marcos Stefanini de Almeida Doutor 51 Simony de Andrade Passinato Especialista 52 Sylvânia de Moraes Mestre 53 Tereza Aparecida Delle Vedove Doutor 54 Thiago Iafelice dos Santos Mestre 55 Walter Betoni Junior Doutor 56 Zeila Attuy Gonçalves Mestre 57 Yolanda Benedita Abadia M. de Barros Mestre 1 Adriana Marques Fontes Oliveira Especialista 2 Air de Carvalho Mestre 3 Alessandra Medeiros de Vasconcelos Almeida Especialista 4 Alessandra Nogueira Porto Neves Doutor 5 Alex Semenoff Segundo Doutor 6 Alexandre Meirelles Borba Doutor 7 Alvaro Henrique Borges Doutor 8 Ana Carolina Jaloreto Ribeiro Especialista 9 Ana Thereza Saboia Campos Neves Mestre 10 Andre Luiz Fernandes da Silva Mestre 11 Ana Paula Cunha Barboza Mestre 12 Andreza Maria Fabio Aranha Doutor 13 Anelise P. Kloster Albuquerque Mestre 14 Antonio Carlos Gracia de Oliveira Doutor 15 Aurélio Rosa da Silva Junior Mestre 16 Cintia Aparecida Damo Simões Mestre 17 Cristhiane Almeida Leite Doutora 18 Christianny Carvalho de Souza Mestre 19 Cyra Maria Pires Carvalho Bianco Mestre 20 Denise de Carvalho Caffer Mestre 21 Durvalino de Oliveira Mestre 22 Eduardo Eugênio Santos Almeida Mestre 23 Evanice Menezes Marçal Vieira Doutor 24 Fábio Luis Miranda Pedro Doutor 25 Fábio Lima de Almeida Especialista 26 Fernanda Silva de Assis Mestre 169

172 Fernanda Zanol Matos Mestre 28 Flávia Regina de Oliveira Especialista 29 Flávio Simões Mestre 30 Francisco Ricardo Botter Especialista 31 Gilberto Almeida Botelho Mestre 32 Glaucio Soares Rocha Especialista 33 Gustavo Barbosa Ribeiro Mestre 34 Hélcio Aparecido Bianchi Mestre 35 Hevelin Couto Pimenta Trevisan Mestre 36 Joana Guimarães Freitas Silva Mestre 37 João Milanez Moreira Junior Mestre 38 Kássia Dianny Ramos Mestre 39 Laura Maria de Amorin Santana Mestre 40 Luiz Evaristo Ricci Volpato Doutor 41 Maize Souza Camilo Especialista 42 Marcus Marcelo Metello de Figueiredo Especialista 43 Maria Emilia Oliveira Gomes Especialista 44 Mateus Rodrigues Tonetto Doutor 45 Maura Cristiane Gonçales Orçati Dorileo Doutora 46 Nasser Hussein Fares Doutor 47 Orlando Aguirre Guedes Doutor 48 Rejane Cristina da Cruz Nascimento Mestre 49 Roberto Maia de Almeida Especialista 50 Sandro Marcos Stefanini de Almeida Doutor 51 Simony de Andrade Passinato Especialista 52 Sylvânia de Moraes Mestre 53 Tereza Aparecida Delle Vedove Doutor 54 Thiago Iafelice dos Santos Mestre 55 Walter Betoni Junior Doutor 56 Zeila Attuy Gonçalves Mestre 57 Yolanda Benedita Abadia M. de Barros Mestre 6.6 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (Conforme Resolução CONAES n 1, de 17/06/2010) O NDE do Curso de Odontologia é constituído, de acordo com a Resolução CONAES n 1, de 17/06/2010, por um grupo de cinco docentes, conforme descrito no item 4.1: NOME COMPLETO TITULAÇÃO (mestrado doutorado) ou REGIME TRABALHO (integral ou parcial) DE DATA DE INGRESSO NO NDE 1 Fábio Luis Miranda Pedro Doutor Integral 10/02/ Flávio Simões Mestre Integral 10/02/2017

173 171 3 Álvaro Henrique Borges Doutor Integral 10/02/ Alessandra Nogueira Porto Doutora Integral 10/02/ Mateus tonetto Doutor Integral 10/02/ CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS (Conforme Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). O Curso de Odontologia totaliza horas e atende à carga horaria mínima em horas estabelecidas nas Resoluções CNE/CES nº 04/2009, conforme pode ser demonstrado no quadro a seguir. RESUMO DA CARGA HORÁRIA Total da Carga Horária Teórica 820 Total da Carga Horária Prática Disciplina Interativa 780 Atividades Complementares ED's 40 Outras Total da Carga Horária de TCC 120 Total da Carga Horária de Estágio 800 TOTAL GERAL Como explicado no item sobre Aula Modelo, o parecer CNE/CES nº 261/2006 define que a carga horária é mensurada em horas (60 minutos) de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo, e que a hora-aula é decorrente de necessidades acadêmicas das instituições de Ensino Superior. 6.8 TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). O tempo mínimo de integralização do Curso de Odontologia é de 8 semestres e atende ao tempo de integralização proposto na Resolução Resolução CNE/CES n.º 04/2009 e o tempo máximo de integralização é de 12 semestres Duração do Curso (em semestres) Prazo máximo de Integralização (em semestres)

174 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA. Conforme disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei N /2000, na Lei N /2015, nos Decretos N 5.296/2004, N 6.949/2009, N 7.611/2011 e na Portaria N 3.284/2003, A Instituição, em respeito e acolhimento à diversidade, concebe a Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva de forma transversal, pois entende que a inclusão escolar deve perpassar todos os níveis e modalidades de ensino. Dessa forma, oferece aos alunos público-alvo da Educação Especial o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e os recursos necessários para garantir a acessibilidade, desde o ingresso até a conclusão do curso de graduação. Cabe ressaltar que a concepção de inclusão da Instituição converge com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e busca garantir a acessibilidade aos alunos com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá apresenta condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, atendendo ao Decreto 5.296/2004 e disponibilizando rampas de acesso às áreas acadêmico-administrativas, elevadores, possui em sua infraestrutura piso tátil, placas em braile, rampas, banheiros adaptados, entre outros. O NAID - Núcleo de Acessibilidade e Inclusão e Direitos Humanos garante o atendimento a todas as condições de acessibilidade arquitetônica de acordo com a NBR 9050, pedagógica e atitudinal. A quebra de barreiras atitudinais, por meio de processos de implementação de núcleos de acessibilidade, sensibilização e formação humana, converge com um dos valores da IES, ou seja, o respeito às pessoas, contribuindo para a construção da cultura institucional inclusiva DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto n /2005) A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá contempla a disciplina de Língua Brasileira de Sinais - Libras na estrutura curricular do Curso de Odontologia, sendo esta uma disciplina obrigatória na sua estrutura curricular, atendendo ao disposto no Decreto n /2005 e da Lei Nº PREVALÊNCIA DE AVALIAÇÃO PRESENCIAL PARA EAD Decreto n /2005, art. 4 inciso II. Os resultados dos exames presenciais prevalecem sobre os demais resultados obtidos em quaisquer outras formas de avaliação a distância, no Curso de Odontologia, conforme prevê o Decreto n /2005, Art. 4, inciso II, que define as disciplinas semipresenciais ou interativas do curso.

175 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (Art. 32 da Portaria Normativa N 40, de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC N 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010) As informações acadêmicas exigidas pela Portaria Normativa nº 40, de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC nº 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010, estão disponibilizadas na forma impressa e virtual. Estão afixadas em local visível, próximo, ao SAA as seguintes informações: I. ato autorizativo expedido pelo MEC, com a data de publicação no DOU; II. dirigentes da instituição e Coordenador de Curso efetivamente em exercício; III. relação dos professores que integram o corpo docente do curso, com a respectiva formação, titulação e regime de trabalho; IV. matriz curricular do Curso; V. resultados obtidos nas últimas avaliações realizadas pelo MEC, quando houver; e VI. valor corrente dos encargos financeiros a serem assumidos pelos alunos, incluindo mensalidades, taxas de matrícula e respectivos reajustes e todos os ônus incidentes sobre a atividade educacional. As seguintes informações estão disponibilizadas em página eletrônica própria no site da instituição e/ou do curso e também na biblioteca: I. Pojeto Pedagógico do Curso e componentes curriculares, sua duração, requisitos e critérios de avaliação; II. conjunto de normas que regem a vida acadêmica, incluídos o Estatuto ou Regimento que instruíram os pedidos de ato autorizativo junto ao MEC; III. descrição da biblioteca quanto ao seu acervo de livros e periódicos, relacionada à área do curso, política de atualização e informatização, área física disponível e formas de acesso e utilização; IV. descrição da infraestrutura física destinada ao curso, incluindo laboratórios, equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281, de 25 de junho de 2002) O reconhecimento do papel transformador da temática Educação Ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto regional, nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais, e as necessidades planetárias são evidenciados na prática social atual. A Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá entende que o termo Educação Ambiental é empregado para especificar um tipo de educação, um elemento estruturante em constante desenvolvimento, demarcando um campo político de valores e práticas, mobilizando a comunidade acadêmica, comprometida com as práticas pedagógicas transformadoras, capaz de promover a cidadania ambiental.

176 174 Neste contexto, no Curso de Odontologia há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Os componentes curriculares que abordam a temática Educação Ambiental durante o período de integralização do curso são: o Estudo Dirigido além de algumas disciplinas específicas do curso abordarem aspectos ligados a biosegurança Além disso Faculdade de Odontologia da Universidade de Cuiabá concebeu como política institucional, por meio do qual são desenvolvidas ações junto à comunidade acadêmica da Instituição, com os seguintes objetivos: desenvolver a compreensão integrada do meio ambiente para fomentar novas práticas sociais e de produção e consumo; garantir a democratização e acesso às informações referentes à área socioambiental; estimular a mobilização social e política e o fortalecimento da consciência crítica; incentivar a participação individual e coletiva na preservação do equilíbrio do meio ambiente; estimular a cooperação entre as diversas regiões do país, em diferentes formas de arranjos territoriais, visando à construção de uma sociedade ambientalmente justa e sustentável, e também fortalecer a cidadania, a autodeterminação dos povos e a solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos.

177 175 7 REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, ALBRECHT, K. Revolução dos Serviços: como as empresas podem revolucionar a maneira de tratar os seus clientes. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, BOSSIDY, L.; CHARAN, R. Execução A disciplina para atingir resultados. Rio de Janeiro: Campus, BELLONI, I. A educação superior na nova LDB. In: BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2005, p BLOOM, B. S. et al. Taxonomy of educational objectives. New York: David Mckay, p. (v. 1) BLOOM, B. S.; HASTINGS, J. T.; MADAUS, G. F. Handbook on formative and sommative evaluation of student learning. New York: McGraw Hill, p. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: MEC, Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, BRASIL. Lei n , de 27/04/1999 e Decreto n , de 25/6/2002. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002a. BRASIL. Resolução CNE/CP n. 2/2002 (licenciaturas). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002b. BRASIL. Resolução CNE/CP n. 3, 18/12/2002). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002c. BRASIL. Lei n , de 14 de abril de Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, BRASIL. Lei n , de 10 de março de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, BRASIL. Decreto n /2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, BRASIL. Decreto n /2005, art. 4, inciso II. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2005a. BRASIL. Decreto n /2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2005b.

178 176 BRASIL. Resolução CNE/CP n. 1/2006 (Pedagogia). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006a. BRASIL. Portaria n. 10, 28/7/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006b. BRASIL. Portaria n. 1024, 11/5/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006c. BRASIL. Portaria Normativa n. 12/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006d. BRASIL. Resolução CNE/CES n. 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007a. BRASIL. Resolução CNE/CES n. 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2007b. BRASIL. Resolução CNE/CES n. 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2009a. BRASIL. Resolução CNE/CES n. 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2009b. BRASIL. Resolução CNE/CP n. 1, 17/6/2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, BRASIL. Portaria nº 3, de 2 de julho de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, BRASIL. Portaria nº 1.326, de 18 de novembro de Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação: Bacharelados e Licenciatura, na modalidade de educação a distância, do Sistema Nacional de Educação Superior SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2010a. BRASIL. Portaria nº 1134, de 10 de outubro de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, BRASIL. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de Instituição do e-mec, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Teve nova redação, foi consolidada e publicada no D.O.U em 29 de dezembro de 2010 como Portaria Normativa / MEC n. 23. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2010b. BRASIL. Portaria Normativa MEC 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010. Altera dispositivos da Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2010c.. Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área da saúde, bacharelado, presencial). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2009.

179 177 BRETAS, M. L. Ordem na Cidade: O exercício cotidiano da autoridade. Rio de Janeiro: Rocco, BRUNER, J. Acción, pensamiento y lenguaje. Madrid: Alianza Editorial, CAMARGO, P. Mapa do saber. Disponível em: Acesso em 11/10/2012. CAPES FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. Tabela de Áreas de Conhecimento. Disponível em: Acesso em 27/10/12. CHRISTENSEN, Clayton M. O Dilema da Inovação: Quando novas tecnologias levam empresas ao fracasso. São Paulo: Makron Books, CONAES. Resolução nº 01, de 17 de junho de Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências. Brasília, DF: CONAES, CONTRERAS, J. A Autonomia de Professores. São Paulo: Cortez, COVEY, S. R. O 8º Hábito: da eficácia à grandeza. Rio de Janeiro: Campus, DELORS, J. (coord.) et al. Educação: um tesouro a descobrir. [Relatório para UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI]. São Paulo: Cortez Editora, DE MASI, D. O Futuro do Trabalho. Rio de Janeiro: José Olympio, DIAS SOBRINHO, J. (org.). Avaliação Institucional: a experiência da UNICAMP condições, princípios e processo. Pró-posições. v. 16, n.1[16], p , ENRICONE, D (Org.). Ser Professor. 5. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, FAVA, R. Educação 3.0: como ensinar estudantes com culturas tão diferentes. Cuiabá: Carlini & Caniato Editorial, FAVA, R. O Estrategista. Cuiabá: Ed. Unic, FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação, uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Moras, Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 8. ed. São Paulo: Cortez, JUNQUEIRA, A. M. (Org.) Educação Continuada: reflexões, alternativas. Campinas: Papirus, 2000.

180 178 KAPLAN, R.; NORTON, D. The Balanced Scorecard: translating strategy into action. Boston: Harvard Business School Press, KARDEC. A. A Obsessão. 3. ed., São Paulo: O Clarim, MACEDO, Elizabeth. Currículo e competência. In: MACEDO, Elizabeth; LOPES, Alice Casimiro (Org.). Disciplinas e integração curricular: história e políticas. Rio de Janeiro: DP&A, p MAGER, R. F. Preparing instructional objectives. Belmont: Lake Publishers Co., p. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO BRASIL. Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação: Bacharelados e Licenciatura, na modalidade de educação a distância, do Sistema Nacional de Educação Superior SINAES. Maio MORAN, J. M.. Os modelos educacionais na aprendizagem on-line Disponi vel em: Acesso em: 20/04/2012. MOREIRA, A. F. B. Currículo: questões atuais. 9. ed. Campinas: Papirus, MORETTO, V. P. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. 9. ed. Rio de Janeiro: Lamparina Editora, PERRENOUD, Philippe. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razão pedagógica. Editora Artmed. Porto Alegre: As competências para ensinar no século XXI: a formação de professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas, Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: Artmed, Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, PRIGOGINE, I. O fim das certezas: tempo, ciências e as leis da natureza. São Paulo: Unesp, RIBEIRO DA SILVA, A. C.; PACHECO, J. A. Organização Curricular por Competências no Ensino Superior. Dificuldades e Possibilidades. In: SILVA, B.; ALMEIDA, L. (org.) Actas do VIII Congresso Galaico-Português de Psicopedagogia. Braga: CIEd, pp SALDANHA, L. E. Educação brasileira contemporânea: organização e funcionamento. São Paulo, McGraw-Hill, SANTOS, B. S. A Universidade no século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo: Cortez, SCHÖN, D. A. Educando o Profissional Reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

181 179 SENGE, P. et al. Presença: propósito humano e o campo do futuro. São Paulo: Cultrix, STENGERS, I.; PRIGOGINE, I. A nova aliança. Metamorfose da Ciência. 3. ed. Brasilia: UNB, TAPSCOTT, D. Economia Digital: promessa e perigo na era da inteligência em rede. São Paulo: Makron Books, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Guia de organização curricular: o ensino de graduação e a melhoria curricular. Niterói, VYGOTSKY, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ícone ZABALA, A. A prática educativa. Porto Alegre: Artmed, ANEXO I 1º SEMESTRE HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE Ementa: A consolidação da sociedade global Acesso à informação e interconectividade global. Antecedentes históricos Aquecimento global. Aspectos econômicos e sociais da globalização. Aspectos políticos e culturais da globalização Cenários possíveis. Globalização como processo disforme, heterogêneo e inacabado. Implicações ambientais da globalização. Multiculturalismo e Homogeneidade cultural Pressupostos da globalização Ementa: As ciências sociais: formas de compreender o mundo A busca da cientificidade da Sociologia. A crítica marxista ao Estado; A dominação ideológica a partir de K. Marx; A experiência da alienação. A especificidade do fenômeno sociológico: o fato social. A explicação materialista da vida social; O trabalho como característica humana. As leituras de Durkheim, Weber e Marx. O tipo-ideal; O desenvolvimento do capitalismo moderno: o espírito capitalista e a ética protestante. Origem e desenvolvimento da sociedade capitalista: a acumulação primitiva e extração da mais-valia; O modo de produção: infraestrutura e superestrutura. Os tipos de desigualdade em perspectiva weberiana: classe, estamento e partido. Os tipos de sociedade e as formas de solidariedade; A relação indivíduo-sociedade. Os três tipos puros de dominação legítima.

182 180 Ementa: O Capitalismo: o surgimento de um novo mundo. A distinção entre Ciências Naturais e Ciências Humanas. A Revolução Francesa e um novo modelo político. Antecedentes da Revolução Francesa. Antecedentes da Revolução Industrial. Declínio do feudalismo e a emergência do capitalismo comercial. O Capitalismo e a Sociedade de Classes. O capitalismo e racionalização do mundo. O contexto histórico de surgimento das Ciências Humanas e Sociais. O desenvolvimento da Sociologia e seus principais pensadores. Revolução Industrial e a consolidação de um novo modelo econômico. Ementa: Sociedade, Exclusão e Direitos Humanos A condição humana. Explicações deterministas & Explicações antropológicas. Cultura: definições iniciais, características da cultura, Explicações sobre a origem das diferenças culturais. A distinção entre país, estado e nação; Paulo Prado e a discussão sobre a identidade nacional. Etnocentrismo x Relativismo cultural. Conceitos de raça e etnia. A formação histórica e heterogênea do povo brasileiro. A implantação de políticas afirmativas relacionadas às relações inter-étnicas: a Lei e o Estatuto da Igualdade Racial e políticas públicas. Antropologia como ciência: definição, objeto, objetivos e histórico. Campos de estudo: Antropologia Biológica e Antropologia Cultural. As heranças indígenas, portuguesa e africana. Movimentos de resistência contra o preconceito e a discriminação no Brasil O Mito da democracia racial. O preconceito como negação dos direitos humanos. Políticas afirmativas e as cotas como instrumentos de inclusão e de garantia dos direitos humanos. Políticas afirmativas relacionadas à diversidade sexual, às questões de gênero e à pessoa com deficiência. Reflexões sobre discriminação racial, sexual, social, de pessoas com deficiência e de gênero. Bibliografia Básica: CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 14. ed. São Paulo: Ática, p ISBN (80 Exemplares) LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 26ª reimpr. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. (Coleçao Antropologia Social). ISBN (79 Exemplares) LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, p. ISBN (48 Exemplares) Bibliografia Complementar:

183 181 MARCONDES, Danilo. Iniciação a história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 13. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. ISBN: (08 Exemplares). ARANHA, Maria Lucia De Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introducao a filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009, 2010, 2011, p ISBN (66 Exemplares). GEERTZ, Clifford. Interpretação das culturas, A. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, viii, 213 p (Antropologia Social). ISBN (07 Exemplares). MONDIN, Battista. Homem, quem ele e, O?: elementos de antropologia filosofica. 15rp. Sao Paulo: Paulus, p. ISBN (35 Exemplares). CASTELLS, Manuel; GERHARDT, Klauss Brandini. Sociedade em rede, A. 11. ed. São Paulo: Paz e Terra, p. (A era da informação. Economia, sociedade e cultura ; 1) ISBN (16 Exemplares). CIÊNCIAS ODONTOLÓGICAS Ementa: Principais entidades e associações de classe. Especialidades odontológicas e áreas de atuação do cirurgião-dentista. Associação Brasileira de Ensino odontológico. Federação Nacional dos Odontologistas. Conselho Federal de Odontologia. Sindicato dos Odontologistas. O cirurgião dentista generalista; Introdução às especialidades da odontologia. O cirurgião dentista na Docência. O cirurgião dentista especialista. O cirurgião dentista no Centro de Especialidades Odontológicas. O cirurgião dentista no Programa de Saúde da Família. O cirurgião dentista no Instituto Médico Legal e na Saúde do Trabalhador. O cirurgião dentista em âmbito hospitalar. O cirurgião dentista no Serviço Militar. O cirurgião dentista Gestor no Setor Público. O cirurgião dentista Gestor no Setor Privado. Processo de trabalho na clínica odontológica. Perfil atual e tendências do cirurgião-dentista brasileiro; A crise da odontologia brasileira; Mecanismos de diferenciação concorrencial na odontologia. Ementa: História da odontologia. O Ensino da Odontologia no país e Ensino da Odontologia no grupo Kroton Educacional. Aspectos antropológicos e culturais na evolução da odontologia; etapas da profissionalização da odontologia; Elementos estruturais e ideológicos do modelo de saúde bucal norte-americano. A saúde Bucal no Brasil: uma breve retrospectiva histórica. BSC de Odontologia do Grupo Kroton Educacional. Diretrizes Curriculares Nacionais para curso de graduação em Odontologia. O fortalecimento da saúde bucal no SUS; O cirurgião-dentista na arena política; A institucionalização da saúde bucal no Brasil; A saúde bucal no Brasil: uma breve retrospectiva histórica. Ementa: Introdução ao estudo do SUS. Saúde Bucal no Brasil e a Política Nacional de Saúde Bucal (PNSB).

184 182 A inserção da saúde bucal na Estratégia Saúde da Família. O início da elaboração da Política Nacional de Saúde Bucal. Portarias Ministeriais relacionadas com a implantação de Centros de Especialidades Odontológicas (CEO). Princípios doutrinários e organizativos do SUS. Constituição Federal, leis orgânicas do SUS; A inserção do cirurgião-dentista no Sistema Único de Saúde. Ementa: Noções sobre as principais doenças bucais. Técnicas de Higiene bucal. Noções sobre anomalias bucomaxilofaciais e câncer bucal. Noções sobre cárie dentária e doença periodontal. Noções sobre oclusopatias. Técnicas de higiene bucal; técnica de escovação; uso de flúor tópico e sistêmico; uso do fio dental Bibliografia Básica: ALVES, M.S.C.F. As intervenções em saúde bucal numa dimensão psicossocial: uma introdução a esse campo. In: FERREIRA, M.A.F.; RONCALLI, A.G.; LIMA, K.C. Saúde bucal coletiva: conhecer para atuar. Natal: EDUFRN, cap.11. p CARVALHO, A.C.P. Ensino de Odontologia no Brasil. In: CARVALHO, A.C.P.; KRIGER, L. Educação odontológica. São Paulo: Artes Médicas, cap. 2. p FRAZÃO, P.; NARVAI, P.C. Saúde bucal no Sistema Único de Saúde: 20 anos de lutas por uma política pública. Saúde em debate, v.33, n.81, p.64-71, Bibliografia Complementar: ABENO. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO ODONTOLÓGICO. Mudanças nos cursos de Odontologia e a interação com o SUS. Reunião paralela 22º CIOSP- 29 de janeiro de BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação Nacional de Saúde Bucal. A Política Nacional de Saúde Bucal no Brasil: registro de uma conquista histórica. Brasília BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasil Sorridente. Disponível em: Acesso em: 06 maio CFO. Conselho Federal de Odontologia. Relatórios do CFO. Total geral pelos municípios Disponível em: < >. Acesso em: 28 abr CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES de 19 de fevereiro de Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia. METODOLOGIA CIENTÍFICA Ementa: Cientificidade do Conhecimento A ciência em construção, aspectos históricos e conceituais A ética e a ciência. A filosofia como suporte para a ciência. As diferentes formas de explicação para os fenômenos os diferentes tipos de conhecimento. Característica do conhecimento científico. Características do conhecimento filosófico. Características do senso comum

185 183 Conceituando o senso comum O espírito científico. O pensamento científico. O senso comum como base para o desenvolvimento da ciência. Ementa: Normas e Padronização Científica A apresentação oral do trabalho. As principais normas da ABNT utilizada em um trabalho científico. Aspectos formais de um TCC conforme as normas da ABNT Como elaborar papers e sua utilização em apresentações acadêmicas. Considerações sobre a tabulação e análise de dados Eventos científicos O que é um artigo científico Normas da ABNT para a elaboração do artigo científico. O que são as normas para apresentação de trabalhos científicos a padronização. Ementa: Projeto de Pesquisa A pesquisa bibliográfica e a revisão bibliográfica num processo de investigação científica. A pesquisa qualitativa e a pesquisa quantitativa. As características da pesquisa bibliográfica As características da pesquisa documental As principais abordagens teóricas no âmbito das ciências sociais. Elementos do projeto de pesquisa. O que é um projeto de pesquisa? Os paradigmas da ciência a influência das ciências naturais. Técnicas para coleta de dados. Ementa: Tipos de Produção Científica A pesquisa como ferramenta para construção do conhecimento científico A pesquisa como princípio. Como elaborar resumos e resenhas normas da ABNT Compreendendo melhor os resumos e resenhas. Diferentes tipos de leitura. O fichamento como estratégia para registro de informações. O método científico O método científico e a pesquisa. O que é pesquisa? Utilizando os recursos da informática organização de arquivos. Vantagens da utilização dos princípios do método científico nas práticas profissionais. ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL Ementa: Estudo da anatomia dos dentes permanentes Conteúdos Anatomia individual dos dentes permanentes anteriores: Caninos Anatomia individual dos dentes permanentes anteriores: Incisivos Anatomia individual dos dentes permanentes: Molares

186 184 Anatomia individual dos dentes permanentes: Pré-molares Ementa: Estudo da anatomia e histologia do periodonto e do complexo dentinopulpar Anatomia do periodonto de proteção e inserção Anatomia topográfica da cavidade pulpar e condutos radiculares Dentinogênese. Histologia do Complexo Dentina-Polpa Histologia e fisiologia do periodonto de inserção. Histologia do periodonto de proteção Ementa: Estudo da embriologia, topografia facial, odontogênese, amelogênese e anatomia dental Embriologia do neurocrânio e viscerocrânio. Crescimento e desenvolvimento crânio facial Introdução à Anatomia dental. Caracteres comuns a todos os dentes. Notação dental. Morfologia dos dentes permanentes e decíduos. Odontogênese. Amelogênese. Histologia do esmalte. Lâmina: capuz, campânula, esmalte. Ementa: Prática laboratorial de Escultura Dental Escultura de canino em blocos de cera Escultura de incisivo em blocos de cera Escultura de molar em blocos de cera Escultura de pré-molar em blocos de cera Bibliografia Básica: WISE, Michael D. Oclusao e odontologia restauradora para o clinico geral. Sao Paulo: santos, p Classificação: W812o Ac (03 exemplares) CANTISANO, Waldemar. Escultura dental. Rio de Janeiro: Biblos p Classificação: C231e Ac MADEIRA., Miguel Carlos. Anatomia do dente. 6ª Ed, São Paulo:Sarvier, KATCHBURIAN, E.; ARANA, V. Histologia e Embriologia Oral. Texto, Atlas, CorrelaçõClínicas. 2ª Ed, Rio de Janeiro:Guanabara, CATE, T. Histologia Oral. 7. ed. São Paulo: Elselvier, Bibliografia Complementar: ABRAHAMS, P. H.; HUTCHINGS, R. T. MARKS JR, S. C. Atlas colorido de anatomia humana de Mcminn. 4 ed. Rio de Janeiro: Manole, FIGUN; GARINO. Anatomia Odontológica funcional e aplicada. 3. ed. São Paulo: Médica Panamericana, ROSSI, M. Anatomia craniofacial aplicada à odontologia. 1ª Ed. Editora Santos, PUTZ, R; PABST, R. Sobotta: Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, VIEIRA, G. F. Atlas de Anatomia de Dentes Permanentes. Editora: Santos, ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL DA CABEÇA E PESCOÇO Ementa: A Cavidade bucal: estudo topográfico e histológico Epitélio oral (queratinócitos, melanócitos, células de Langerhans e células de Merckel); lâmina própria (células e matriz extracelular da mucosa bucal). Fisiologia do sistema estomatognático; suprimentos vascular e nervoso da mucosa oral. Mucosa mastigatória; mucosa especializada da boca; mucosa bucal de revestimento. Vestíbulo bucal; cavidade bucal propriamente dita:( região lingual, região Palatina, região geniana, região gengivodentária) Ementa: Aspectos morfológicos dos músculos da cabeça e pescoço Análise macroscópica de peças anatômicas para identificação dos músculos da mastigação.

187 185 Análise macroscópica de peças anatômicas para identificação dos músculos supra e infrahióideos; aspectos morfofuncionais dos músculos da mastigação; músculos supra e infra-hióideos. Aspectos morfofuncionais dos músculos da mastigação; músculos faciais; músculos do pescoço; músculos da língua e orofaringe; análise macroscópica de peças anatômicas para identificação dos músculos da face. Músculos da mastigação; músculos supra e infra-hióideos; músculos faciais Ementa: Estudo das glândulas salivares, da cavidade nasal e seios paranasais e da articulação têmporo mandibular ATM Análise da anatomia da cavidade bucal. Componentes histológicos da ATM. Fisiologia da ATM; componentes anatômicos da ATM; análise da anatomia da cavidade nasal (cartilagens nasais; ossos do nariz e do septo nasal) Glândulas parótidas; glândulas sublingual; glândulas submandibulares; parênquima e estroma das glândulas salivares; glândula de Von Ebner; células serosas, mucosas e mioepiteliais das glândulas salivares. Adenômero (unidades secretoras terminais e sistema de ductos das glândulas salivares humanas). Ementa: Osteologia craniofacial: inervação e vascularização do crânio e face Análise macroscópica de peças anatômicas para identificação dos principais ramos vasculares da face; análise macroscópica de peças anatômicas para identificação dos principais ramos neurais da face. Identificação dos acidentes anatômicos dos ossos craniofaciais (Neurocrânio); identificação dos acidentes anatômicos dos ossos craniofaciais (Viscerocrânio). Origem real do nervo trigêmeo; glânglio trigeminal; ramo mandibular do nervo trigêmeo; ramo maxilar do nervo trigêmeo; ramo oftálmico do nervo trigêmeo; nervo hipoglosso; nervo glossofaríngeo; ramos faciais do nervo facial; nervo corda do tímpano; artéria vertebral; artéria carótida externa e interna; sistema linfático da cabeça e pescoço; veias da cabeça. Vértebras cervicais; morfologia geral do crânio; osso temporal; ossos esfenoides e etmoide; osso zigomático; mandíbula óssea; ossos palatinos; osso hioide; seio frontal; seio maxilar; seios etmoidais; seios esfenoidais; vertebras cervicais; morfologia geral do crânio; osso temporal; ossos esfenoides e etmoide; osso zigomático; mandíbula óssea; ossos palatinos; osso hioide; seio frontal; seio maxilar; seios etmoidais; seios esfenoidais. Bibliografia Básica: MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia da face: bases anatomo-funcionais a prática odontológica. 7. ed. São Paulo: Sarvier, ROSSI, M. Anatomia craniofacial aplicada à odontologia. 1ª Ed. Editora Santos, KATCHBURIAN, E.; ARANA, V. Histologia e Embriologia Oral. Texto, Atlas, Correlações Clínicas. 2ª Ed, Rio de Janeiro:Guanabara, Bibliografia Complementar: ABRAHAMS, P. H.; HUTCHINGS, R. T. MARKS JR, S. C. Atlas colorido de anatomia humana de Mcminn. 4 ed. Rio de Janeiro: Manole, FIGUN; GARINO. Anatomia Odontológica funcional e aplicada. 3. ed. São Paulo: Médica Panamericana, PUTZ, R; PABST, R. Sobotta: Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. 5ª ed. São Paulo: Elsevier, KAPIT. Anatomia: Um Livro para Colorir. 3ª ed. Roca, º SEMESTRE PROPEDÊUTICA ODONTOLÓGICA I

188 186 Ementa: Características das lesões fundamentais em Estomatologia e Interações microrganismo-hospedeiro. Classificação dos microrganismos; características gerais de eucariotos (fungos), procariotos (bactérias) e vírus; aspectos gerais das bactérias (morfologia, genética e crescimento bacteriano); aspectos gerais das leveduras, fungos filamentosos e fungos dimórficos; aspectos gerais, estruturais e classificação dos vírus; mecanismos de patogenicidade das bactérias, fungos e vírus. Erosões; úlceras; vesículas; bolhas; placas; manchas; máculas; pápulas; nódulos; tumores. Reações de hipersensibilidade na resposta imune a agentes infecciosos de interesse estomatológico; processos infecciosos em pacientes imunodeficientes ou imunossuprimidos; associação entre processos infecciosos e autoimunidade. Resposta imune contra fungos, bactérias e vírus de interesse estomatológico; mecanismos de evasão microbiana à resposta imune. Ementa: Prática laboratorial dos exames complementares utilizados no diagnóstico das doenças imunológicas de interesse estomatológico Imunofluorescência direta ao diagnóstico de doenças autoimunes de manifestação bucomaxilofacial. Imunofluorescência indireta ao diagnóstico de doenças autoimunes de manifestação bucomaxilofacial. Interpretação de biópsia e teste sorológico aplicados ao diagnóstico de pênfigo Interpretação do sinal de Nikolsky e biópsia aplicados ao diagnóstico de penfigóide. Ementa: Prática laboratorial dos exames complementares utilizados no diagnóstico das doenças infecciosas de interesse estomatológico Aspecto histopatológico da manifestação bucal da Actinomicose; aspecto histopatológico da manifestação bucal da tuberculose; Princípios de biópsia (tipos e indicações). Aspectos histopatológicos da paracoccidioidomicose; coloração PAS e Grocott no diagnóstico da infecção por Candida spp; aspectos histopatológicos da candidíase e histoplasmose. Aspectos histopatológicos do papiloma oral; ensaio imunoenzimático (ELISA) e Western Blot no diagnóstico das infecções virais com manifestação bucomaxilofacial. Exame anatomopatológico (macroscopia e processamento histológico; coloração por Hematoxilina e eosina - HE; colorações especiais e imunohistoquímica). Ementa: Principais doenças imunológicas, bacterianas, fúngicas e virais com manifestação bucomaxilofacial. Classificação das doenças imunológicas com manifestação bucomaxilofacial; manifestações bucais de doenças de etiologia imune; diagnóstico e conduta clínica da Úlcera Aftosa Recorrente; Líquen Plano; Síndrome de Behçet; Pênfigo; Penfigóide Cicatricial; Lúpus Eritematoso; Eritema Multiforme; Síndrome de Stevens-Johnson e Síndrome de Sjögren. Manifestações bucais de doenças virais (diagnóstico clínico e conduta); características histopatológicas de interesse para o diagnóstico clínico das infecções virais; infecções virais (Herpes Vírus Humano, Varicela, Hepatites A, B e C, HPV e HIV). Micoses cutâneas, subcutâneas, sistêmicas e oportunistas; Candidíase, Paracoccidioidomicose e Histoplasmose; manifestações bucais de doenças fúngicas (diagnóstico clínico e conduta); características histopatológicas das infecções fúngicas de interesse para o diagnóstico clínico; diagnóstico laboratorial das doenças fúngicas de interesse odontológico; uso dos agentes antifúngicos na Odontologia. Staphylococcus spp; Streptococcus spp; Mycobacterium spp; Actinomyces spp; Espiroquetideos: classificação taxonômica e aspectos gerais; manifestações bucais de

189 187 doenças bacterianas: sífilis, actinomicoses, tuberculose e hanseníase. Prevenção e conduta clínica das infecções bacterianas de interesse para a Odontologia e exames complementares nas doenças bacterianas com manifestação bucal: cultura de microrganismos; antibiograma; interpretação de alterações hematimétricas nos processos infecciosos bacterianos; características histopatológicas. CIÊNCIAS MOLECULARES E CELULARES Ementa: A química da vida Água como componente celular Aminoácidos Peptídeos PH, tampão e sais minerais Ementa: Citologia Características das Células Procariotas e Eucariotas O fenômeno da vida. Origem e Evolução das Células. Vírus: entidade biológica dependente de células Ementa: Estrutura celular: membrana e citoplasma Carboidratos, Enzimas Lipídios Proteínas Ementa: Núcleo Celular e Fundamentos Genéticos Ácidos nucleicos Comunicações Celulares Membrana Plasmática Vitaminas CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS DIGESTÓRIO, ENDÓCRINO E RENAL Ementa: Fígado, Pâncreas e Sistema Endócrino Anátomo-histologia e hormônios das glândulas adrenais. A fisiologia do estresse agudo e crônico. As doenças relacionadas ao Sistema Endócrino: hipo e hipertireoidismo, osteoporose, Doença de Addison, Síndrome de Cushing. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino: redutores de lipídeos. Funções do fígado e sua relação com a produção de colesterol, absorção de lipídios, importância da vesícula biliar. Constituição anatômica, histologia, funcionalidade de células (hepatócitos) e importância digestória. Funções do pâncreas e sua relação com a produção insulina, glucagon, somatostatina, peptidiopancreático (pâncreas endócrino), ainda enzimas digestivas, íons bicarbonato liberados no duodeno importantes na digestão (pâncreas exócrino). Sistema endócrino, incluindo as funções do hipotálamo e sua ligação com a glândula hipófise, a importância do sistema nervoso e endócrino na liberação de substâncias. Estrutura Anátomo-histológica e hormônios das glândulas hipófise, pineal, tireóide e paratireóides. Ementa: Sistema Digestório

190 188 As ciências morfofuncionais estudam o sistema digestório, incluindo a histologia do intestino grosso, a absorção de água e íons para o organismo. Ainda há o armazenamento das fezes e a produção de muco para lubrificação da região. Histologia do trato gastrointestinal, a absorção de nutrientes devido a importância das microvilosidades intestinais aumentando a superfície de contato. Ação do peristaltismo durante todo o trato digestório desde a passagem do bolo alimentar pelo esôfago até a excreção pelas fezes. Medicamentos que atuam no trato digestório, que são: antiácidos, antissecretores, protetores da mucosa, terapêutica para a bactéria Helicobacterpylori, antieméticos, laxantes, antidiarréicos, antiespasmódicos, hepatoprotetores, antifiséticos, moduladores da motilidade intestinal. Sistema digestório que é formado por órgãos como: boca, esôfago, estômago, intestinos, reto e ânus. Também as glândulas anexas ao tubo digestório (glândulas salivares, pâncreas, fígado) que serão estudados com base na embriologia, histologia, anatomia, fisiologia, patologia. Ementa: Sistema Urinário Fisiologia renal: Creatinina e ureia como marcadores da função renal. Principais nefropatias: nefrolitíase, pielonefrite, glomerulonefrites, síndrome nefrótica, insuficiência renal aguda e crônica. Principais fármacos diuréticos. Fisiologia renal: filtração glomerular, reabsorção, taxa de filtração glomerular, secreção, funções dos túbulos renais e regulação da função renal pelos hormônios antidiurético e aldosterona, excreção urinária/diurese. Regulação do equilíbrio ácido-básico, sistema renina-angiotensina-aldosterona, função endócrina: renina, eritropoietina, calcitriol. Sistema urinário, formado por rins, ureteres, bexiga, uretra, com base na embriologia, histologia, anatomia, fisiologia, patologia. Sistema urinário, incluindo o parênquima renal, os néfrons como unidades funcionais. As vias urinárias e bexiga. Fisiologia da micção. Patologias: bexiga caída, infecção urinária, cistite, incontinência urinária. Ementa: Temperatura Corporal, Estudo da dor e da sensibilidade Controle da temperatura corporal, a dor e a sensibilidade. Controle da temperatura corporal, as substâncias e os fatores envolvidos na resposta inflamatória e consequentemente no estímulo do hipotálamo tendo como consequência a febre. A fisiologia do hipotálamo como centro termorregulador ou regulador da temperatura corporal. Os mecanismos de produção de calor e de esfriamento para sobrevivência Órgãos do sentido 2 -funções do olfato e disfunções olfativas. O paladar e as funções gustativas Órgãos dos sentidos 1 visão- via visual e lesões e fisiopatologia. Audição-funcionamento da vias auditivas e perda da audição CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS NERVOSO E CARDIORRESPIRATÓRIO Ementa: Sistema Cardiovascular e Sistema Respiratório e as suas Relações Conceituação das Principais Patologias que acometem o Sistema Respiratório. Sinusite, asma, bronquite, pneumonia, edema pulmonar, enfisema, embolia pulmonar. Classificação e identificação dos principais fármacos: mucolíticos e broncodilatadores. Fenômenos mecânicos da respiração: inspiração e expiração. Ventilação pulmonar, hematose, controle da respiração. Reflexos: tosse e espirro. Ventilação pulmonar,

191 189 hematose, controle da respiração. Fenômenos mecânicos da respiração: inspiração e expiração. Outras patologias que acometem o Sistema Cardiovascular: trombose/embolia, aterosclerose, infarto do miocárdio, angina, ICC e arritmias. Sistema respiratório: organização. Desenvolvimento embrionário. Sistema respiratório: organização Ementa: Sistema Cardiovascular e suas Relações Ciclo cardíaco, sistema de condução elétrica, princípios do eletrocardiograma. Anatomia e histologia dos vasos sanguíneos. Artérias, veias e capilares Estrutura anatômica, histológica e fisiologia do coração. Parede cardíaca (pericárdio, miocárdio e endocárdio), câmaras cardíacas, valvas e ruídos cardíacos, vasos associados ao coração, circulação pulmonar e sistêmica, circulação coronariana. Organização do sistema cardiovascular e circulatório: sanguíneo e linfático. Pressão arterial, fatores determinantes. Mecanismos de controle da pressão arterial. Barorreceptores, hipertensão arterial, fármacos anti-hipertensivos. Ementa: Sistema Nervoso Central e as suas Relações Anatomia do encéfalo. Proteção do encéfalo: crânio, meninges, barreira hemoatoencefálica. Anátomo-fisiologia do cérebro, telencéfalo: hemisférios cerebrais. Diencéfalo: tálamo e hipotálamo. Anátomo-fisiologia do cerebelo e desordem: ataxia. Anátomo-fisiologia do tronco encefálico: mesencéfalo, ponte e bulbo. Desordens: Doença de Parkinson, consequências das lesões do bulbo. Anatomia da medula espinhal, proteção: coluna vertebral e meninges. Estrutura da medula espinhal associada às raízes nervosas e ao SNP. Atos reflexos, reflexos medulares, arco reflexo. Líquido cefalorraquidiano: produção, funções e circulação. Anatomia dos seios venosos. Patologia: hidrocefalia. Conceitos: sistema nervoso central e periférico. Desenvolvimento embrionário. Histologia do sistema nervoso central: neurônios, neuróglia, massas encefálica e medular. Substâncias branca e cinzenta. Patologia: esclerose múltipla. Histologia do cerebelo. Ementa: Sistema Nervoso Periférico e suas Relações Anatomia do SNP e histologia dos nervos, gânglios e terminações nervosas. Nervos cranianos e espinhais. Plexos cervical, braquial, lombar e sacral. Patologia: lesão medular e suas consequências. Classificação e identificação dos principais fármacos que atuam no sistema nervoso central: ansiolíticos, hipnóticos, sedativos, anticonvulsivantes, antidepressivos. Classificação e identificação dos principais fármacos que atuam no Sistema Nervoso Autônomo: fármacos agonistas adrenérgicos e colinérgicos, fármacos antagonistas adrenérgicos e colinérgicos. Conceituação de outras patologias que acometem o Sistema Nervoso. Meningites, Acidente Vascular Encefálico, TCE e Edema Cerebral, Doença de Alzheimer. Euforia, Depressão, Epilepsia, Lesão Medular, Poliomielite. Divisão funcional do SNP: somático e autônomo. Sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático. Organização estrutural do SNA. Potencial de membrana, impulso nervoso, sinapses químicas, neurotransmissores, transmissão sináptica excitatória e inibitória. CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS TEGUMENTAR, LOCOMOTOR E REPRODUTOR Ementa: Sistema Esquelético e Muscular Conceito de articulações; classificação das articulações; movimentos das articulações sinoviais

192 190 Divisão do esqueleto: axial e apendicular; nome e localização dos principais ossos do corpo humano. Funções do sistema esquelético; classificação morfofuncional dos ossos, características anatômicas da superfície dos ossos; Estrutura macroscópica dos ossos longos. Origem e organização geral macro e microscopicamente das estruturas que compõem o sistema muscular; Embriologia dos músculos estriados esqueléticos; Histologia do músculo liso, estriado cardíaco e estriado esquelético Ementa: Sistema Muscular Conceito de câimbra e espasmos musculares; Classificação e identificação dos principais fármacos utilizados no sistema muscular; miorelaxantes e bloqueadores neuromusculares. Estrutura morfológica das fibras musculares; Estrutura morfológica do músculo esquelético; Envoltórios musculares, classificação morfológica e funcional dos músculos. Origem e inserção muscular, nome e localização dos principais músculos estriados esqueléticos do corpo humano; Origem e inserção muscular, nome e localização dos principais músculos estriados esqueléticos do corpo humano; Mecanismo dos filamentos deslizantes. Junção neuromuscular e acoplamento excitação-contração. Tipos de contração muscular: isométrica, concêntrica e excêntrica; Metabolismo energético do músculo estriado esquelético; Tipos de fibras musculares esqueléticas. Ementa: Sistema Reprodutor Anatomia do ovário, tuba uterina (trompas de Falópio), útero, vagina, órgãos genitais externos e do assoalho pélvico feminino; Função dos órgãos reprodutores femininos; Ovogênese (oogênese). Ciclo sexual ou menstrual feminino. Ciclo ovariano e endometrial; Sistema hormonal feminino. Ato sexual feminino. Anatomia do testículo, saco escrotal, epidídimo, ducto deferente, glândula seminal, ducto ejaculatório, uretra masculina, glândula bulbouretral, próstata, pênis e do assoalho pélvico masculino; Função dos órgãos reprodutores masculinos. Espermatogênese. Ato sexual masculino; A testosterona e outros hormônios sexuais masculinos. Controle hormonal das funções reprodutivas masculinas; Controle nervoso das funções reprodutivas masculinas; Aspectos patológicos gerais do sistema reprodutor masculino. Anormalidades da função sexual masculina. Fármacos utilizados no tratamento da impotência sexual masculina.) Fisiologia da gravidez. Fisiologia do parto e da lactação. Principais doenças relacionadas à infertilidade feminina. Métodos contraceptivos. Origem e organização geral macro e microscopicamente das estruturas que compõem o sistema reprodutor masculino e feminino; Desenvolvimento embrionário dos órgãos genitais masculinos. Histologia do testículo, epidídimo, ducto deferente, próstata, glândulas seminais, glândulas bulbouretrais e do pênis; Desenvolvimento embrionário dos órgãos genitais femininos; Histologia do ovário, tuba uterina (trompas de Falópio), útero, canal vaginal e dos órgãos genitais externos. Ementa: Sistema Tegumentar e Esquelético Histologia da epiderme, derme, hipoderme ou tecido subcutâneo, e dos anexos da pele Morfofisiologia da pele e dos seus anexos; Origem e organização geral macro e microscopicamente das estruturas que compõem o sistema tegumentar Origem e organização geral, anatômica e histológica das estruturas que compõem o sistema esquelético: ossos e articulações. Osteogênese, ossificação intramembranosa e endocondral, conceito de tecidos ósseos e cartilaginosos; Histologia das cartilagens, dos ossos compactos e esponjosos.

193 191 3º SEMESTRE FORMAÇÃO INTEGRAL EM SAÚDE Ementa: As bases da Saúde Coletiva Formação dos Profissionais da Saúde. Educação em Saúde. Educação Popular em Saúde. Educação em Saúde Dialógica ou Radical. Educação Permanente em Saúde. Modelo Biomédico. Modelo da História Natural da Doença. Período Pré Patogênico. Período Patogênico. Modelo de Determinação Social da Doença. Promoção de Saúde. Promoção de Saúde e Prevenção de Doenças. Promoção da Alimentação Saudável. Promoção de Atividade Física. Saúde Coletiva. Saúde Pública. Diferenciações entre Saúde Pública e Saúde Coletiva. A Construção da Saúde Coletiva. Saúde Coletiva e Seus Campos de Saberes e Práticas. A Saúde Coletiva e o Conceito Ampliado de Saúde. Ementa: Bases legais e históricas do Sistema Único de Saúde O Sistema de Saúde no Brasil antes do Sistema Único de Saúde. Reforma Sanitária. O Novo Sistema de Saúde Sistema Único de Saúde. Objetivos do Sistema Único de Saúde. Princípios Doutrinários. Princípio da Universalidade. Princípio da Equidade. Princípio da Integralidade. As bases legais do Sistema Único de Saúde. Política Pública em Saúde, Conceito e Importância. Papel do Estado nas Políticas Públicas em Saúde. Política Pública em Saúde e os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Princípios Organizativos. Princípio da Descentralização. Princípio da Regionalização e Hierarquização. Princípio da Participação da Comunidade. Normas Operacionais Básicas. Norma Operacional de Assistência à Saúde. Ementa: Modelo Assistencial no Sistema Único de Saúde Atenção Primária à Saúde e a Reorganização da Assistência no Brasil. Programa de Saúde da Família e Estratégia de Saúde da Família. Princípios da Estratégia da Saúde da Família. Processo de Trabalho das Equipes da Saúde da Família. Impacto da Estratégia de Saúde na Família no Brasil. Núcleo de Apoio à Saúde da Família e seu papel na Estratégia de Saúde da Família. O Processo e Ferramentas de Trabalho do Núcleo de Apoio à Saúde da Família na Estratégia de Saúde da Família. Organização do Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Sistemas Comparados de Saúde. Classificação dos Sistemas de Saúde. Sistemas de Saúde na Europa, na América Latina, no Canadá e Estados Unidos da América. SUS 25 anos: Evolução, Avanços e Desafios. Organização, Operalização do SUS no Município. Descentralização, Regionalização e Pacto pela Saúde, Pacto pela vida, Pacto em defesa do SUS E Pacto de gestão objetivos e prioridades. Redes de atenção à Saúde. Ementa: Planejamento de saúde no Sistema Único de Saúde Conceitos Fundamentais de Planejamento Estratégico da Saúde. Organização e Funcionamento do Planejamento no SUS. Métodos de Planejamento Estratégico em Saúde. Passos para Elaboração do Plano de Ação: 1. Definição dos Problemas; 2. Priorização dos problemas; 3.Descrição dos problemas selecionados; 4.Explicação do Problema; 5.Seleção dos nós críticos; 6.Desenhos das Operações; 7.Identificação dos recursos críticos; 8. Análise da Viabillidade do plano; 9. Elaboração do Plano Operativo; 10. Gestão do Plano. Plano Nacional de Saúde, Objetivos e Prioridades. Plano Plurianual. Lei de Diretrizes Orçamentárias. Lei Orçamentária Anual. Plano Municipal de Saúde. Por que planejar? Diferença entre Plano e Planejamento. Plano de Saúde. Relatório Anual de Gestão.

194 192 CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS IMUNE E HEMATOLÓGICO Ementa: Adaptação e Lesão Celular Conceitos saúde x doença. Visão geral das respostas celulares ao estresse e estímulos nocivos. Adaptações celulares: atrofia, hipertrofia, hiperplasia e metaplasia. Fatores etiológicos de lesões celulares. Patogenia das lesões celulares induzidas por radicais livres. Degeneração gordurosa. Hipóxia/anóxia/isquemia em diversas situações clínicas correlacionados à patogenia da degeneração hidrópica/tumefação turva e da lesão celular irreversível. Aspectos morfológicos e fisiopatológicos. Morte celular. Necrose tecidual e tipos de necrose. Coagulação, liquefação, gangrena, caseosa, gomosa. Ementa: Imunologia: Resposta Imune Imunidade adquirida celular. Resposta imune primária e secundária. Inflamações crônicas. Imunidade adquirida: conceitos, propriedades. Imunidade adquirida humoral. Anticorpos. Imunização. Reparo tecidual. Mediadores químicos e medicamentos anti-infamatórios. Hipersensibilidades. Ementa: Neoplasias Carcinógenos químicos, físicos e biológicos. Carcinogênese, bases moleculares das neoplasias. Imunologia dos tumores. Conceitos, displasias x neoplasias, classificação, características de crescimento e comportamento biológico das neoplasias benignas e malignas, metástases. Métodos de diagnóstico e tratamento. Nomenclatura de tumores, epidemiologia do câncer, prognóstico: graduação e estadiamento. Ementa: Tecido Sanguíneo e Imunologia Conceituação dos principais tipos de anemias: ferropriva, perniciosa/megaloblástica, falciforme, talassemia, aplástica e anemias hemolíticas. Fármacos anti-anêmicos: sulfato ferroso, vitamina B-12 (cianocobalamina), ácido fólico (folatos), eritropoietina recombinante/epoetina alfa. Leucócitos e sistema imune: conceitos, tipos de leucócitos, aspectos morfológicos e funcionais. Órgãos do sistema imune e suas características morfofuncionais. Visão geral da resposta imune linhas de defesa. Imunidade inata: 1ª e 2ª linhas de defesa = barreiras naturais, inflamação aguda, sinais cardinais, sistema complemento. ODONTOLOGIA MORFOFUNCIONAL DO ECOSSISTEMA BUCAL Ementa: Biofilme oral e doenças Infecciosas Orais: Aspectos Microbiológicos e Bioquímicos Aspectos microbiológicos, imunológicos e bioquímicos das doenças cárie, periodontal e infecções endodônticas e periapicais Isolamento e Identificação de S. mutans salivar

195 193 Princípios do controle farmacológico de micro-organismos de interesse bucomaxilofacial, antibiograma e sua aplicação na Odontologia Teste de Snyder e de Fosdick Ementa: Ecossistema bucal. Identificação e controle de micro-organismos orais em diferentes nichos. Isolamento de micro-organismos de nichos bucais e coloração de GRAM Lavagem das mãos: Técnica e papel nas rotinas de controle de micro-organismos Microbiota oral: Características da microbota oral, papel da microbiota residente e organização dos biofilmes Riscos e biossegurança no laboratório: Métodos de identificação e cultivo de microorganismos. Ementa: Estudo do desequilíbrio ecológico na cavidade bucal e principais patologias consequentes Agentes desmineralizantes Erosão Ácida e fluoretos na Odontologia Fluoretos e a solubilidade do esmalte dentário em ácido Princípios ativos em enxaguatórios e dentifrícios bucais Ementa: Saliva e exame salivar Alterações bioquímicas na cavidade oral de indivíduos diabéticos Aspectos bioquímicos da saliva e da Película Adquirida Componentes orgânicos e Inorgânicos da Saliva ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM OCLUSÃO E DENTÍSTICA Ementa: Atividades laboratoriais de dentística e oclusão Aplicação dos princípios básicos de oclusão dentária em atividades laboratoriais Etapas técnicas do enceramento diagnóstico com vistas a reabilitação estético funcional Preparos cavitários classes I e II para restaurações em amálgama Restaurações em amálgama de preparos cavitários classes I e II Ementa: Materiais odontológicos para restaurações diretas posteriores - Amálgama Dentário Características físicas das ligas de amálgama para uso odontológico Componentes e funções das ligas de amálgama para uso odontológico Procedimentos operatórios para o preparo cavitário nas restaurações de amálgama Propriedades mecânicas das ligas de amálgama para uso odontológico Ementa: Preparos cavitários para restaurações de amálgama Técnicas e tipos de isolamento do campo operatório em odontologia. Instrumentos operatórios manuais e rotatórios utilizados nos procedimentos da dentística restauradora. Nomenclatura e classificação das cavidades dentais operatórias de acordo com a forma, extensão e faces envolvidas

196 194 Princípios gerais do preparo cavitário para restaurações dentais diretas com ligas de amálgama Ementa: Proteção do complexo dentinopulpar e materiais restauradores provisórios Características e propriedades do cimento de ionômero de vidro na proteção pulpar. Características e propriedades do hidróxido de cálcio Características e propriedades dos cimentos odontológicos a base de óxido de zinco e eugenol. PROPEDÊUTICA ODONTOLÓGICA II Ementa: Fundamentos de Biossegurança, Ergonomia e Semiologia na Odontologia Conceito e histórico da biossegurança; medidas de precaução-padrão da biossegurança em atendimento de saúde; uso de Equipamentos de Proteção individuais em atendimento de saúde; procedimentos após exposição a materiais biológicos em atendimento de saúde; agentes químicos e físicos utilizados na Odontologia; biossegurança em Radiologia odontológica; descarte de material biológico e/ou pérfuro-cortante em atendimento de saúde; lavagem das mãos em atendimento de saúde. Diagnóstico, prognóstico e plano de tratamento em Odontologia; interpretação de exames complementares básicos (hemograma, coagulograma, provas bioquímicas, biópsia e citologia). História da doença atual; tipos de anamnese e história social e familiar no exame clínico odontológico; história médica e revisão dos sistemas no exame clínico odontológico; identificação do paciente e queixa principal no exame clinico odontológico; avaliação extrabucal e intrabucal do paciente; variações da normalidade da cavidade bucal; palpação das cadeias linfáticas cervicais no exame clínico odontológico; exame dos dentes, periodonto e oclusão. Postura do profissional durante atendimento odontológico; posição do (s) equipamento (s) durante determinado procedimento odontológico; postura do paciente durante determinado tratamento odontológico Ementa: Fundamentos de Radiologia Odontológica Histórico e Propriedades dos raios X aplicados a Odontologia; estrutura atômica-átomo; interações atômicas-ionização importância para a radiologia odontológica, aparelhos odontológicos de Raios X; fonte de Energia; produção de raios X; física das radiações aplicadas a radiologia odontológica; tipos de radiação (corpuscular-eletromagnética) aplicadas a Odontologia; constituição do filme radiográfico intrabucal; sensibilidade dos filmes radiográficos intrabucais; processamento radiográfico dos filmes intrabucais, Câmara escura odontológica; soluções de processamento utilizadas na radiologia odontológica. Radiações ionizantes aplicadas a radiologia odontológica; radiossensibilidade; radiorresistência; tipos celulares; Portaria 453 (Controle de todo equipamento produtor de radiações ionizantes) Ministério da Saúde; Secretaria de Vigilância Sanitária; formas de proteção a radiação X (paciente e equipe de trabalho odontológica); dosimetria utilizada na radiologia odontológica; efeitos Colaterais da radiação X na Odontologia. Radiografia Periapical (unidades dentárias na radiografia periapical, Regiões: incisivos centrais superiores, incisivo lateral e canino superiores, Pré-molares superiores, molares superiores, molares inferiores, pré-molares inferiores, molares inferiores, canino inferior e incisivos inferiores) interproximal (regiões: molares e pré-molares) e oclusal (oclusal de maxila e oclusal de mandíbula). Técnica periapical (Planos antropométricos, indicações, vantagens e desvantagens, filme, angulações verticais e horizontais, pontos de incidência, técnica da bissetriz e técnica do paralelismo). Técnica interproximal (Planos antropométricos, indicações, vantagens e

197 195 desvantagens, filmes interproximais, Adaptações de filmes periapicais para radiografias interproximais, angulações verticais e horizontais, pontos de incidência). Oclusal (Planos antropométricos, indicações, vantagens e desvantagens, Filme oclusal, angulações verticais e horizontais, pontos de incidência); Métodos de localização radiográfica (Clark, Parma, Donovan, Miller-Winter, Le Master). Qualidade de diagnóstico das radiografias intrabucais, Características da radiação X (importância para a Odontologia), Erros de manipulação do filme radiográfico intrabucal, Erros de processamento radiográfico do filme intrabucal, Erros de técnica radiográfica intrabucal, Relações geométricas das estruturas bucomaxilofaciais durante a exposição radiográfica, Características do filme intrabucal radiografado e de seu processamento, Características radiográficas das estruturas maxilomandibulares. Ementa: Práticas laboratoriais de biossegurança, exame clínico e radiográfico na Odontologia Anamnese na odontologia e de aferição de sinais vitais e exame extraoral Lavagem das mãos; paramentação; assepsia; antissepsia; normas de acidentes com perfuro-cortantes; retirada de luvas; esterilização e desinfecção. Preenchimento de odontograma e PSR, Índice de placa visível e exame de oclusão Ementa: Práticas Laboratoriais de Interrelação multidisciplinar: Estomatologia - Radiologia Patologia Identificação de reparos anatômicos em radiografias periapicais, inteproximais e oclusais Interpretação de exames laboratoriais e histopatológicos no atendimento clínico odontológico Interpretação de métodos de localização radiográfica e erros radiográficos Interpretação dos achados clínicos e imaginológicos no atendimento odontológico Técnicas radiográficas periapicais, interproximais, oclusais, técnicas de localização radiográfica e de processamento radiográfico Bibliografia Básica: 4º SEMESTRE FUNDAMENTOS PARA PROPEDÊUTICA CIRÚRGICA I Ementa: Diagnóstico e tratamento das anomalias do órgão dentário, lesões bucais, câncer bucal Anomalias dentárias associadas a fatores químicos; anomalias dentárias associadas a fatores infecciosos; anomalias dentárias associadas a fatores físicos; aspectos radiográficos dos materiais dentários; fusão dental; geminação dental; taurodontia; dens in dente; macrodontia; nódulos pulpares; supranumerários; dentição natal e neonatal, Anodontia/Agenesia/ Hipodontia; pérolas de esmalte; transmigração dentária; microdontia. Características clínicas, histopatológicas, formas de diagnóstico, epidemiologia e de tratamento do câncer de boca; impacto psicossocial na vida do doente; complicações bucais relacionadas ao tratamento antineoplásico; atuação do cirurgião-dentista no tratamento oncológico do Câncer de boca. Conceito, classificação, diagnóstico, tratamento, epidemiologia e etiopatogenia dos PPNN {Lesão periférica de células gigantes (LPCG); Granuloma piogênico (GP); Fibroma ossificante periférico (FOP); Hiperplasia Fibrosa Inflamatória (HFI); Fibromatoses Gengivais (FG)}: aspectos clínicos e histopatológicos Fatores de risco para o câncer bucal (Tabaco, álcool, radiação solar, vírus oncogêneses); público alvo das lesões e condições cancerizáveis bucais; diagnóstico das lesões

198 196 cancerizáveis bucais (Características clínicas, histopatológicas); prognóstico, conduta clínica, tratamento para as lesões cancerizáveis bucais; Ementa: Estudo das radiografias Extrabucais e novos exames imaginológicos Aspectos imaginológicos de lesões orais intraósseas, Diferenças imaginológicas entre lesões benignas e malignas bucomaxilofaciais; características radiográficas das estruturas anatômicas adjacentes às patologias ósseas dos maxilares. Aspectos radiográficos e nomenclatura utilizada para descrição das patologias ósseas dos maxilares. Radiografia panorâmica; telerradiografia de perfil e frontal; radiografia lateral para ossos próprios do nariz; radiografia Lateral de cabeça; PA de seios maxilares; PA de seio frontal; AP de Towne; radiografia Axial de Face; radiografia PA de mandíbula (indicações e vantagens de cada radiografia extrabucais); imagem digital aplicada à Odontologia (indicações, vantagens e técnica). Ressonância Magnética; Ultrassonografia e Tomografia Computadorizada Cone Beam e Fan Beam: indicações, vantagens e técnica. Ementa: Farmacoterapia aplicada a Odontologia Anestésicos locais em Odontologia: histórico; instrumental; estrutura química; teoria do receptor específico; características e propriedades; período de latência e ação; principais drogas (Lidocaína, Prilocaína, mepivacaína, articaína, bupivacaína); vasoconstrictores; composição; toxicidade e critérios de escolha; aspectos anatômicos e fisiológicos (neurofisiologia, sinapse e transmissão do impulso nervoso, mecanismo de ação dos anestésicos locais, neuroanatomia da anestesia local); farmacoterapia; avaliação préanestésica do paciente (história médica, exame físico, interações entre drogas, cálculo da dose máxima; avaliação da eficácia anestésica: efeitos anestésicos e inervações relacionadas; influência do ph na absorção do anestésico e processos infecciosos e suas relações clínicas. Conceito e classificação das técnicas anestésicas locais odontológicas. Classificação, protocolos de uso, terapêutica medicamentosa dos analgésicos não-opióides e opióides; dos corticosteroides e as complicações do seu uso crônico; dos antiinflamatórios não esteróides; dos ansiolíticos; dos antiinflamatórios esteróides; dos antibióticos e dos hemostáticos em Odontologia. Receitas, receituário e formas farmacêuticas: definição de normas e legislação técnica para prescrição medicamentosa em Odontologia, habilitação do cirurgião-dentista para prescrição de medicamentos, identificação das formas farmacêuticas e diferenças na farmacocinética e biodisponibilidade soluções, emulsões, suspensões, cápsulas, drágeas e comprimidos, partes da receita, tipos e indicações dos tipos de receita: receita comum, magistral e especial, Drogas de uso odontológico Vias de administração de fármacos; farmacocinética da Absorção; farmacocinética de distribuição; farmacodinâmica, relação dose/efeito das drogas; biodisponibilidade e dosagem das drogas; farmacocinética da Excreção; farmacocinética da biotransformação Ementa: Princípios da técnica cirúrgica exodôntica e de biópsia em Odontologia Conceito e diferencial entre emergência e urgência; suporte básico de vida nas emergências odontológicas; incidências das emergências durante tratamento odontológico; recomendações básicas em situações de emergência durante tratamento odontológico; recomendações básicas em situações de emergência durante tratamento odontológico; planos do suporte básico de vida; classificação das emergências quanto ao sintoma; emergências por perda ou alteração de consciência diagnóstico e tratamento; emergências por alteração respiratória diagnóstico e tratamento; emergências por crise hipertensiva diagnóstico e tratamento; emergências por dor no peito diagnóstico e tratamento; administração de injetáveis e kit de emergência médica; drogas de emergência

199 197 em odontologia: uso da adrenalina, anti-histamínicos, anticonvulsivantes e corticosteroides; reações alérgicas e sobredosagem de anestésico local em odontologia diagnóstico e tratamento; sobredosagem ou intoxicação pelo anestésico e Cálculo da dose máxima diagnóstico e tratamento Conceito e Histórico de cadeia asséptica e cirurgia; processos da técnica cirúrgica asséptica; padrões de prática da cirurgia bucal; tratamento de resíduos, materiais e instrumentais cirúrgicos, Preparo da mesa cirúrgica; preparo do campo cirúrgico e do paciente; preparo da equipe cirúrgica. Técnica, tática e manobras fundamentais em cirurgia; conceito e tipos, Incisões e retalhos mais comuns em cirurgia bucal, Princípios de um bom retalho em cirurgia bucal, Instrumentos de síntese, Hemostasia: conceito e tipos, Instrumentos de hemostasia, Síntese em cirurgia: conceito e tipos, Tipos de sutura e fios de suturas utilizados em Odontologia: indicações e contraindicações, Instrumentos de diérese. Principais cuidados na prevenção dos Acidentes e complicações das exodontias e biópsias da cavidade bucal; principais cuidados na prevenção dos acidentes e complicações das anestesias locais; responsabilidade civil do Cirurgião-dentista e erros profissionais; comunicações buco-sinusais e buconasais - diagnóstico e tratamento; lesão em dentes adjacentes e fratura radicular diagnóstico e tratamento; deslocamento do dente para espaços anatômicos - diagnóstico e tratamento; hematomas e equimoses após exodontia diagnóstico e tratamento; aspiração de instrumentos durante cirurgia bucal diagnóstico e tratamento; infecções pós cirurgia bucal diagnóstico e tratamento; luxação da Articulação Temporomandibular durante tratamento odontológico diagnóstico e tratamento; fratura de agulha de anestesia odontológica diagnóstico e tratamento; dor e queimação à injeção de anestésico odontológico diagnóstico e tratamento; infecção e Edema após anestesia odontológica diagnóstico e tratamento; necrose e lesão de tecidos moles em cavidade bucal após anestesia odontológica; paralisia facial após anestesia odontológica diagnóstico e tratamento; trismo e hematoma após anestesia odontológica diagnóstico e tratamento; anestesia e parestesia persistente após anestesia odontológica diagnóstico e tratamento Técnicas anestésicas utilizadas em odontologia Terminais Infiltrativas; técnicas anestésicas utilizadas em odontologia - Bloqueios regionais; conceito, classificação e tipos de biopsia em cavidade bucal; indicações e contraindicações da biopsia em cavidade bucal; exame clínico-imaginológicos para biopsia de cavidade bucal; causas do fracasso da biópsia em cavidade bucal; técnicas cirúrgicas para biópsia de lesão periférica em cavidade bucal; cuidados com a amostra; ficha de biopsia em cavidade bucal; princípios cirúrgicos para biopsia de cavidade bucal em tecidos moles; técnicas para exodontias em cirurgia bucal: Exame clínico e planejamento das exodontias, Indicações e contraindicações das exodontias, Preparo do paciente, cirurgião e instrumental utilizado na exodontia, Exodontia pela técnica terceira (retalho e ostectomia) instrumentais, técnica, indicações e contraindicações, Exodontia pela técnica primeira (fórceps), Exodontia pela técnica segunda (extratores técnica, indicações e contraindicações), Princípios mecânicos do uso do extrator ou elevador na exodontia. ODONTOLOGIA LEGAL E DEONTOLOGIA Ementa: A importância da documentação odontológica e Atribuições dos profissionais auxiliares da odontologia Capacitação legal das categorias profissionais da Odontologia: ASB, TSB, TPD, APD Conceito e aspectos legais da documentação odontológica convencional e eletrônica Erros profissionais em Odontologia Segredo profissional em Odontologia

200 198 Ementa: Introdução ao estudo da Odontologia legal Aspectos éticos nas pesquisas em odontologia com seres humanos: TCLE, Princípios da Bioética Conduta lícita e ilícita no exercício profissional em Odontologia: art. 282, 283,284, 299 Estudo do Código de Ética Odontológica e do Código de Processo Ético História da Odontologia Legal e o Estudo da Lei 5.081/ regula profissão de C.D. e da Lei de 1964 Ementa: O estudo da Traumatologia Forense e da Tanatologia Forense pelo cirurgiãodentista Energias mecânicas (Física, química e mista): Conceito de Objeto, instrumento e os seus tipos. Enquadramento das lesões dentárias no Artigo 129 do Código Penal Brasileiro O cirurgião-dentista nos casos de maus tratos contra crianças e adolescentes e violência sexual Tanatologia e cronotanatognose. Ementa: Perícias odontológicas e identificação humana Conceito de Perícia e Peritos e os seus tipos Conceitos de Reconhecimento, Identidade, Identificação e métodos de identificação Determinação da espécie e do sexo pelos dentes Estimativa da idade, da estatura, fenótipo cor de pele pelos dentes CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA I Ementa: Diagnóstico Integrado em Odontologia: Odontologia preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia na complexidade inicial. Anamnese com ênfase na história médica e avaliação dos sistemas; exame físico - aferição dos sinais vitais, exame dos tecidos moles, exame de periodonto, exame de oclusão e odontograma. Classificação das alterações da mucosa bucal quanto à lesão fundamental, diagnóstico da cárie, doença periodontal, má-oclusão, alterações dentais pulpares iniciais. Interpretação dos exames hematológicos e sorológicos; análise dos resultados de biópsias de lesões bucais, interpretação e identificação das imagens das radiografias intrabucais. Tomadas radiográficas intrabucais periapicais e interproximais; realização dos procedimentos de processamento radiográfico de filmes intrabucais periapicais e interproximais. Ementa: Introdução aos procedimentos clínicos e cirúrgicos de complexidade básica inicial em Odontologia Montagem da mesa cirúrgica de acordo com o procedimento cirúrgico bucal a ser executado; manobras de sidesmotomia, luxação e exodontia propriamente dita com fórceps, extratores ou com uso de retalho cirúrgico e ostectomia; realização da sequência em todas as cirurgias bucais de diérese, hemostasia, cirurgia propriamente dita e síntese. Preparo do paciente para o procedimento de cirurgia bucal; preparo da técnica asséptica para o cirurgião e equipe; preparo do ambiente para cirurgia bucal e descarte de contaminantes. Suturas simples, duplas e contínuas de acordo com a extensão da ferida cirúrgica; prescrição no pré-operatório e pós-operatório com drogas analgésicas, antiinflamatórias e

201 199 antibióticos. Técnicas de anestesia local odontológica para anealgesia dos dentes maxilares e mandibulares; executar técnicas de anestesia local odontológica do tipo bloqueio e terminais infiltrativas Ementa: Planejamento Integrado em Odontologia: Odontologia preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia de complexidade básica inicial. Definição da técnica anestésica adequada para cada situação-problema; definição da quantidade de dose anestésica para cada paciente de acordo com o peso e alteração sistêmica; definição da técnica anestésica local se bloqueio regional o terminal infiltrativa Definição da técnica de exodontia a ser realizada: exodontia com fórceps, exodontia com uso de extratores ou exodontia com retalho bucal e osteotomia; atuação em possíveis acidentes e complicações da exodontia. Plano de tratamento das diversas afecções da cavidade bucal e grupo farmacológico ideal para o tratamento; definição do tipo de anestésico odontológico adequado para cada situação. Plano de tratamento integrado para a promoção da saúde bucal e prevenção de doenças bucais mais frequentes; plano de tratamento integrado para a doença cárie e doenças periodontais (gengivite e periodontite branda) Ementa: Tratamento Integrado em Odontologia: Odontologia preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia de complexidade básica inicial. Agendamento de retorno e acompanhamento clínico dos pacientes com lesões bucais, com periodontite e susceptível à cárie Exodontia com fórceps, exodontia com uso de extratores ou exodontias com retalho bucal e osteotomia; tratamento dos acidentes e complicações da exodontia. Prescrever medicamentos para as diversas afecções da cavidade bucal definindo o grupo farmacológico ideal para tratamento; uso de antimicrobianos para tratamento das infecções bucais ou prevenção de infecções em pacientes comprometidos imunologicamente Técnicas de anestesia local odontológica para analgesia dos dentes maxilares e mandibulares; técnicas de anestesia local odontológica do tipo bloqueio e terminais infiltrativas; acidentes e complicações da aplicação de anestésicos locais FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL I Ementa: Etapas clínicas em Prótese Parcial Fixa Provisórios Prótese Parcial Fixa: técnicas de confecção em Prótese Parcial Fixa direta e indireta Registro oclusal em Prótese Fixa e Montagem em ASA: revisão dos fundamentos de oclusão, registro e montagem em ASA em RC, MIH Retentores intrarradiculares em Prótese Parcial Fixa: conceito, indicações e contraindicações; vantagens e desvantagens e sequência clínica dos retentores intrarradiculares (pinos pré-fabricados e núcleo metálico fundido); preparo, moldagem do canal radicular e cimentação dos núcleos metálicos fundidos e preparo e cimentação dos pinos préfabricados. Técnicas de moldagem e modelos de trabalho em Prótese Parcial Fixa: técnica de moldagem com afastamento gengival com fio retrator e com casquete de moldagem Ementa: Introdução ao estudo da endodontia

202 200 Características anatômicas, exceções anatômicas, regras de acesso: poto de eleição, forma de contorno e forma de conveniência para incisivos, caninos e pré-molares. Inspeção clínica em Endodontia; Testes de sensibilidade; percussão e palpação periapical; Fistulografia. O complexo dentina-polpa; teorias da permeabilidade dentinária; tratamento da sensibilidade denta; Histopatologia da dor odontogênica e não odontogênica Patologias Pulpares: Hiperemia pulpar, Pulpites reversíveis e irreversíveis sintomáticas e assintomáticas, degenerações pulpares; Patologias Periapicais: Pericimentites sintomáticas e assintomáticas, Abscesso inicial, em evolução e Evoluído, Abscesso Crônico, Granulomas e Cistos Apicias Ementa: Introdução ao estudo da prótese fixa Conceito de prótese fixa; Exame do paciente, planejamento e elementos constituintes da Prótese Parcial Fixa; Indicações, sequência clínica e elaboração do plano de tratamento para Prótese Fixa Materiais de moldagem em Prótese Parcial Fixa: apresentação dos materiais de moldagem, suas características e sua aplicação na Prótese Parcial Fixa Preparos para coroas totais: conceito e aplicação dos princípios biológicos, mecânicos e estéticos dos preparos protéticos e preparo de dentes anteriores e posteriores seguindo a técnica da silhueta. Preparos parciais em prótese parcial fixa: conceito, indicações e contra-indicações; vantagens e desvantagens; preparo e sequência clínica das inlays/onlays/overlays, próteses adesivas e laminados cerâmicos (facetas). Ementa: Técnica Endodôntica Cinemática do instrumental endodôntico; Regras de biossegurança; Arrumação da mesa endodôntica, Limite Cemento dentinário; Técnica de Ingle para odontometria endodôntica Técnica de instrumentação do canal radicular; Substâncias químicas e auxiliares para irrigação do canal radicula e medicação intracanal Tipo de materiais obturadores; cimentos endodônticos; Técnica da Condensação lateral ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM DENTÍSTICA E PERIODONTIA Ementa: Aspectos técnicos e biológicos relacionados à Periodontia e preparos cavitários para restaurações diretas em dentística Anatomia do periodonto de inserção: biologia dos tecidos periodontais de suporte (osso alveolar, cemento radicular e ligamento periodontal) Anatomia do periodonto de proteção: biologia dos tecidos periodontais (mucosa queratinizada) Características e seleção do instrumental e instrumentação em periodontia Preparos cavitários para restaurações de cimento de ionômero de vidro e resina composta Ementa: Atividades laboratoriais em dentística e periodontia Polimento em manequim das restaurações de resina composta e cimento de ionômero de vidro Preparos cavitários em manequim para restaurações estéticas (resina composta e cimento de ionômero de vidro) Raspagem e alisamento radicular nos sextantes I, II, III, IV, V e VI

203 201 Restaurações em manequim (cimento de ionômero de vidro e resina composta) Ementa: Doença periodontal e hibridização dos tecidos dentários Etiologia e patogênese da doença periodontal Resposta imuno-inflamatória do hospedeiro frente a agressão microbiana ao periodonto Selantes de cicatrículas e fissuras: Propriedades físico-mecânicas, indicações e técnicas de aplicação. Terapia periodontal não cirúrgica: aspectos técnicos e biológicos da terapia relacionada à causa primária (raspagem e alisamento radicular) Ementa: Materiais odontológicos para restaurações adesivas diretas Classificação e características dos sistemas adesivos dentinários Propriedades físico-mecânicas dos materiais dentários: cimento de ionômero de vidro Propriedades físico-mecânicas dos materiais dentários: resinas compostas ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM ENDODONTIA E PRÓTESE Ementa: Prática laboratorial de Prótese Parcial Fixa: preparo para coroa total e INLAY/ONLAY Preparo para coroa total de dente anterior: técnica da silhueta Preparo para coroa total de dente posterior: técnica da silhueta Preparos parciais em Prótese Parcial Fixa: preparos para Prótese Fixa Adesiva e Facetas Preparos parciais em Prótese Parcial Fixa: INLAY/ONLAY/OVERLAY Ementa: Prática laboratorial de Prótese Parcial Fixa: preparos parciais, provisórios e retentores intrarradiculares Confecção de coroa provisória: técnica da faceta com dente de estoque e técnica da impressão negativa (bolinha) Confecção de coroa provisória: técnica da moldagem prévia Moldagem em Prótese Parcial Fixa: moldagem parcial para a confecção de coroa provisória Preparo e moldagem dos retentores intrarradiculares - pino pré-fabricado e núcleo metálico fundido/zircônia. Ementa: Prática laboratorial em Endodontia de canais birradiculares Acesso em manequim de canais birradiculares: ponto de eleição, forma de contorno e de conveniência em pré-molares Instrumentação Endodôntica em manequins: cinemática dos instrumentos, forma de irrigação e aspiração do canal radicular de pré-molares Odontometria em manequim de canais birradiculares: comprimento aparente do dente, comprimento real do instrumento e determinação do comprimento real de trabalho em prémolares. Técnica de Clark para visualização das duas raízes Técnica da condensação lateral em manequins: prova do cone, manipulação do cimento endodôntico, uso do espaçador digital, colocação dos cones acessórios em pré-molares Ementa: Prática Laboratorial em Endodontia de Canais Unirradiculares Acesso em manequim de canais uniradiculares: ponto de eleição, forma de contorno e de conveniência em incisivos e caninos

204 202 Instrumentação endodôntica em manequins: cinemática dos instrumentos, forma de irrigação e aspiração do canal radicular de incisivos e caninos Odontometria em manequim de canais unirradiculares: comprimento aparente do dente, comprimento real do instrumento e determinação do comprimento real de trabalho em Incisivos e caninos. Técnica da condensação lateral em manequins: prova do cone, manipulação do cimento endodôntico, uso do espaçador digital, colocação dos cones acessórios em incisivos e caninos PROPEDÊUTICA CLÍNICA Ementa: Diagnóstico Odontológico de Lesões periféricas do Sistema Estomatognático Identificação de reparos anatômicos em radiografias panorâmica e telerradiografia lateral Interpretação de achados clínicos e exames complementares radiográficos, laboratoriais e histopatológicos com ênfase em lesões bucais periféricas Prática clínica de descrição e diagnóstico de lesões cancerizáveis e câncer bucal Realização de exame clínico extra e intrabucal com ênfase em lesões bucais periféricas e realização de técnicas radiográficas periapicais, interproximais, oclusais, técnicas de localização radiográficas e processamento radiográfico aplicado ao diagnóstico de lesões bucais Ementa: Plano de tratamento de Lesões Periféricas do Sistema Estomatognático Diversos procedimentos odontológicos direcionados ao tratamento de lesões periféricas de origem infecciosas ou imuno-mediadas bucomaxilofaciais. Planejamento de biópsia incisional e excisional. Planejamento de terapia medicamentosa para tratamento de lesões periféricas imunomediadas bucomaxilofaciais e lesões periféricas bucomaxilofaciais de origem infecciosa. Planejamento para deplacagem, raspagem supragengival, orientação de higiene, motivação e fluorterapia. Ementa: Proservação dos casos clínicos e orientações de prevenção de lesões cancerizáveis e câncer bucal Autoexame de Câncer bucal. Encaminhamento dos pacientes aos centros médicos especializados para acompanhamento multidisciplinar. Identificação dos fatores de risco para o desenvolvimento do câncer bucal: Álcool, fumo, radiação ultravioleta, substâncias químicas, microorganismos, etc. Proservação dos casos clínicos de lesões periféricas bucomaxilofaciais reacionais, imunológicas, bacterianas, fúngicas etc. Ementa: Tratamento de Lesões Periféricas do Sistema Estomatognático Interpretação de laudo histopatológico aplicado ao diagnóstico de lesões bucais periféricas. Realização de biópsia incisional; execução de biópsia excisional. Realização de deplacagem, raspagem supragengival, motivação e fluorterapia. Realização de terapia medicamentosa aplicada ao tratamento de lesões bucais periféricas; outros procedimentos odontológicos direcionados ao tratamento de lesões bucais periféricas de origem infecciosas ou imuno-mediadas bucomaxilofaciais.

205 203 5º SEMESTRE FUNDAMENTOS PARA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA I Ementa: Adequação do meio bucal Fluoretos em odontologia: evidências norteadoras do uso racional, indicações e limitações técnicas. Indicações e limitações de uso dos cimentos de ionômero de vidro Remoção de áreas retentivas de biofilme bacteriano e curetagem e selamento provisório de cavidades dentárias Vantagens, desvantagens e sequência operatória em restaurações de cimento de ionômero de vidro Ementa: Exame da dentição permanente e princípios para a construção de um plano de tratamento em Odontologia Anamnese, determinação do risco, objetivos, decisões e prognóstico no plano de tratamento odontológico Exame dos dentes: odontograma Terapia de suporte e manutenção na atenção básica: determinação de fatores de risco e determinação da frequência de retorno ao consultório. Topografia dentária: fatores oclusais que interferem na posição dental, relações dentárias intra-arcada e inter-arcadas Ementa: O processo patológico da cárie Diagnóstico de atividade de cárie Diagnóstico de risco de cárie Epidemiologia da doença cárie Etiopatogenia da doença cárie Ementa: Saúde e doença em Periodontia Epidemiologia e classificação das doenças periodontais Exame clínico, diagnóstico e terapia de suporte em Periodontia Lesões agudas em periodontia Terapêutica medicamentosa em periodontia FUNDAMENTOS PARA PROPEDÊUTICA CIRÚRGICA II Ementa: Diagnóstico e tratamento cirúrgico das retenções dentárias, infecções odontogênicas e alterações de rebordo ósseo Conceito de infecção, virulência e sistema Imune; características da infecção odontogênica de disseminação rápida e lenta; classificação e tipos das infecções odontogênicas; fatores determinantes da disseminação das infecções odontogênicas; espaços fasciais da cabeça e pescoço primários e secundários, infecções odontogênicas e possibilidades de drenagens intra-bucais e extra-bucais; terapêutica para as infecções odontogênicas; infecções complexas da face e terapêutica; complicações e sequelas das infecções odontogênicas. Conceito, classificação e objetivos da cirurgia pré-protética maxilo-mandibular; princípios de

206 204 avaliação do paciente, avaliação de tecido duro e mole para a cirurgia pré-protética maxilomandibular; conceito e características de alvéolo dentário ideal; divisão das cirurgia préprotéticas maxilo-mandibulares; técnicas de cirurgia pré-protética para resolução de alterações de tecido duro em cavidade bucal; técnicas de cirurgia pré-protética para resolução de alterações de tecido mole em cavidade bucal; técnicas cirúrgicas para realização de alveoloplastias, redução de tuberosidade e torus em cavidade bucal; técnicas cirúrgicas em cavidade bucal para realização de remoção de hiperplasia fibrosa inflamatória, freios, redução de tuberosidade e aprofundamento de vestíbulo; considerações sobre confecção e instalação da prótese dentária imediata. Conceito, etiologia e classificação das lesões associadas aos ossos gnáticos; tratamento cirúrgico das lesões associadas aos ossos gnáticos Conceito, nomenclatura e sinonímia de dentes retidos; etiologia dos dentes retidos; classificações dos dentes retidos; indicações, contraindicações e complicações da permanência dos dentes retidos; formas terapêuticas para dentes retidos; fatores que dificultam a cirurgia dos dentes retidos; controle da dor e ansiedade na cirurgia de dentes retidos; exame clínico, planejamento para cirurgia de dentes retidos; métodos de localização por imagem de dentes retidos; técnica cirúrgica propriamente dita para remoção de dentes retidos; recomendações pós-operatórias e complicações da remoção de dentes retidos. Ementa: Diagnóstico e tratamento das alterações e patologias do complexo maxilomandibular (Lesões de origem odontogênica do complexo estomatognático, Lesões de origem não odontogênica do complexo estomatognático, Patologia das glândulas salivares Conceito de cistos odontogênicos de desenvolvimento; tipos de cistos odontogênicos de desenvolvimento (cisto dentígero; cisto de erupção; cisto periodontal lateral; cisto gengival do recém-nascido; cisto gengival do adulto; cisto odontogênico glandular); diagnóstico diferencial do granuloma e cisto radicular; diagnóstico e indicação terapêutica de cistos odontogênicos de desenvolvimento; epidemiologia, etiopatogenia, características clínicas, radiográficas e aspectos histopatológicos de cistos odontogênicos de desenvolvimento; conceito de Cistos Odontogênicos inflamatórios; tipos de Cistos Odontogênicos inflamatórios (cisto radicular apical e lateral; cisto radicular residual; cisto paradentário); diagnóstico diferencial de Cistos Odontogênicos inflamatórios; diagnóstico e indicação terapêutica de Cistos Odontogênicos inflamatórios; epidemiologia, etiopatogenia, características clínicas, radiográficas e aspectos histopatológicos de Cistos Odontogênicos inflamatórios. Conceito de tumores odontogênicos benignos; classificação de tumores odontogênicos benignos (Ameloblastoma multicístico ou sólido convencional; Ameloblastoma unicístico; Ameloblastoma periférico; Tumor odontogênico adenomatóide; Tumor odontogênico epitelial calcificante; Tumor odontogênico queratocístico; Odontoma composto/ complexo; Fibroma ameloblástico; Mixoma; Cementoblastoma); epidemiologia dos tumores odontogênicos benignos; prognóstico dos tumores odontogênicos benignos; características clínicas, radiográficas e histopatológicas dos tumores odontogênicos; diagnóstico dos tumores odontogênicos benignos; tipos de tratamento dos tumores odontogênicos benignos; etiopatogenia dos tumores odontogênicos benignos; conceito de tumores odontogênicos malignos; classificação de tumores odontogênicos malignos (Ameloblastoma maligno; Carcinoma odontogênico de células claras; Fibrossarcoma ameloblástico); epidemiologia de tumores odontogênicos malignos; prognóstico de tumores odontogênicos malignos; características clínicas, radiográficas e histopatológicas dos tumores odontogênicos malignos; diagnóstico de tumores odontogênicos malignos; tipos de tratamento de tumores odontogênicos malignos; etiopatogenia de tumores odontogênicos malignos; conceito de Cistos não Odontogênicos; tipos de Cistos não Odontogênicos (cisto do ducto nasopalatino; cisto nasolabial; cisto globulomaxilar); diagnóstico diferencial de Cistos não Odontogênicos; diagnóstico e indicação terapêutica de Cistos não Odontogênicos; epidemiologia, etiopatogenia, características clínicas, radiográficas e aspectos histopatológicos de Cistos não Odontogênicos; conceito e classificação das Lesões Associadas aos ossos gnáticos;

207 205 tratamento das Lesões Associadas aos Ossos gnáticos; diagnóstico das Lesões Associadas aos ossos gnáticos (aspectos clínicos, imaginológicos e histopatológicos); epidemiologia e etiopatogenia das Lesões Associadas aos ossos gnáticos; características clínicas, radiográficas e histopatológicas dos tumores não odontogênicos; conceito de Tumores não odontogênicos malignos; classificação de Tumores não odontogênicos malignos; prognóstico de Tumores não odontogênicos malignos; diagnóstico de Tumores não odontogênicos malignos; tipos de tratamento de Tumores não odontogênicos malignos; epidemiologia e etiopatogenia de Tumores não odontogênicos malignos; conceito de Tumores não odontogênicos benignos; classificação de Tumores não odontogênicos benignos (Papiloma escamoso; Lipoma; Hemangioma; Leiomioma; Neurilemoma; Neurofibroma e Neurofibromatose; Tumor de células granulares); epidemiologia de Tumores não odontogênicos benignos; prognóstico de Tumores não odontogênicos benignos; características clínicas, radiográficas e histopatológicas dos tumores não odontogênicos; diagnóstico de Tumores não odontogênicos benignos; tipos de tratamento de Tumores não odontogênicos benignos; etiopatogenia de Tumores não odontogênicos benignos. Indicações e contraindicações da biópsia de lesões intraósseas do complexo maxilomandibular; punção e os cuidados com lesões vasculares do complexo maxilo-mandibular; exame clínico e de imagem para biópsia de lesões centrais do complexo maxilo-mandibular; princípios cirúrgicos para biópsia de lesão intraóssea do complexo maxilo-mandibular (anestesia, dilaceração de tecido e material não representativo, técnica cirúrgica para biópsia de lesão central do complexo maxilo-mandibular; cuidados com a amostra da biópsia com material calcificado; formas terapêuticas cirúrgicas para os cistos do complexo maxilomandibular; fatores determinantes para a escolha da terapia cirúrgica dos cistos do complexo maxilo-mandibular; técnica cirúrgicas para tratamento dos cistos do complexo maxilo-mandibular (descompressão, marsupialização, tapizamento e nucleação); técnica cirúrgica de nucleação com uso de métodos auxiliares para tratamento de tumores do complexo maxilo-mandibular; considerações sobre o tumor odontogênico queratocístico e síndrome de Gorlin; considerações sobre reconstrução e reabilitação nos casos de ressecção dos tumores do complexo maxilo-mandibular; formas terapêuticas cirúrgicas para os tumores do complexo maxilo-mandibular; fatores determinantes para a escolha da terapia cirúrgica para os tumores do complexo maxilo-mandibular; técnica cirúrgica de descompressão, marsupialização, nucleação, curetagem e ressecção para tratamento dos tumores do complexo maxilo-mandibular; técnica cirúrgica de nucleação/curetagem com uso de métodos auxiliares para tratamento dos tumores do complexo maxilo-mandibular. Patologias das glândulas salivares reacionais/não infecciosas (Fenômeno de retenção de muco; Fenômeno de extravasamento de muco; Rânula; Mucocele; Cisto de retenção do seio maxilar; Sialometaplasia necrosante; Patologia das glândulas salivares induzida por radiação); patologias infecciosas das glândulas salivares (Sialodenites; Origem viral; Origem bacteriana); neoplasias malignas das glândulas salivares (Adenoma pleomórfico maligno; Carcinoma mucoepidermóide); neoplasias benignas das glândulas salivares (Adenoma pleomórfico ; Adenoma de células basais; Tumores sebáceos; Tumores oncocíticos; Sialadenoma papilífero; Papiloma ductal invertido; Mioepitelioma); patologias das glândulas salivares associadas com alterações imunológicas (Síndrome de Sjogren). Ementa: Introdução à cirurgia periodontal Indicações e contraindicações da Gengivectomia e Gengivoplastia; técnica para Gengivectomia e Gengivoplastia; reparo da ferida cirúrgica em Gengivectomia; gengivoplastia. Indicações e contraindicações da cunha distal e aumento de coroa clínica; técnica para aumento de coroa clínica; reparo da ferida cirúrgica em cunhas distais. Instrumental cirúrgico em Periodontia; objetivos e classificação da cirurgia periodontal; classificação dos retalhos periodontais - classificação quanto à forma, direção e espessura; Manobras cirúrgicas periodontais bisel da incisão; análise da área a ser trabalhada em cirurgia periodontal; tipos de sutura em cirurgia periodontal, diagnóstico e planejamento da

208 206 cirurgia periodontal; indicações e contraindicações da cirurgia periodontal; incisões em cirurgia periodontal - tipos, indicações, contraindicações, vantagens e desvantagens; cuidados pré e pós-operatórios periodontais. Procedimentos de cirurgia periodontal a retalho para acesso para raspagem; cirurgia óssea periodontal respectiva tradicional; procedimento de regeneração periodontal; reparo em procedimentos a retalho periodontal, Procedimentos respectivos para tecido mole periodontal. Ementa: Princípios do diagnóstico e tratamento imediato dos traumatismos alvéolodentário e trauma de face Avaliação médica- neurológica do paciente; exame clínico sumário e complementares; história de lesões traumáticas prévias e terapêutica medicamentosa em traumatologia Bucomaxilofacial. Classificação, diagnóstico dos traumatismos alvéolo-dentário dos tecidos de sustentação do dente (sub-luxação, luxação e avulsão); epidemiologia do traumatismo alvéolo-dentário; diagnóstico dos traumatismos alvéolo-dentário; avaliação e tratamento das lesões de tecidos moles bucais. Princípios do diagnóstico e tratamento das fraturas faciais Tratamento do traumatismo alvéolo-dentário dos tecidos de sustentação dos dentes (subluxação, luxação e avulsão); tipos de odontossíntese; tempo de contenção; prevenção do tétano e raiva. ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA I Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: diagnóstico para assistência odontológica integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local ou dos estágios em saúde coletiva Acolhimento humanizado do paciente e ações educativas em saúde com enfoque na atenção individual, visando à autonomia no cuidado. Anamnese e exame físico extra e intra-oral Diagnóstico e prognóstico dos principais agravos à saúde bucal (cárie, doença periodontal, câncer bucal, traumatismos dentários, fluorose dentária, edentulismo, má oclusão). Exame dos dentes, periodonto e oclusão e exames complementares ao diagnóstico com foco no atendimento integral do indivíduo Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Planejamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local ou dos estágios em saúde coletiva Apresentação e discussão do plano e cronograma de tratamento ao paciente com vistas à sua implementação Elaboração do cronograma de tratamento com foco na resolutividade da assistência ao paciente Elaboração do plano de tratamento com foco na integralidade da assistência ao paciente Hierarquização dos agravos à saúde bucal apresentados pelo usuário do serviço de acordo coma complexidade requerida pelo caso. Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Tratamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local ou dos estágios em saúde coletiva

209 207 Atendimento clínico para adequação do meio bucal visando a remoção da causa primária dos principais agravos à saúde bucal Atendimento clínico para realização de tratamento dentário e reabilitador (restaurações diretas em dentes anteriores e posteriores) Atendimento clínico para realização de tratamento periodontal (raspagem e alisamento radicular) Atendimento clínico para tratamento das urgências odontológicas no âmbito da Atenção Básica Ementa: Estágio supervisionado na atenção básica: monitoramento e referencia mento dos pacientes encaminhados das unidades de atenção básica local ou dos estágios em saúde coletiva Atendimento integral do paciente com foco na reavaliação do exame clínico: condição periodontal (programa), condição dentária (odontógrafa) e condição oclusa Atendimento integral do paciente com foco no controle da atividade das doenças apresentadas a partir da revisão da anamnese. Monitoramento dos pacientes tratados no Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 com vistas a manutenção da saúde. Referência mento dos pacientes atendidos para a Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 2,3,4 ou 5 e/ou contra referência para a unidade SUS de origem. ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Ementa: Intervenção primária em saúde bucal por ciclo de vida Aplicação tópica de flúor na população atendida nas atividades do estágio Realização de atividades de educação em saúde geral e em saúde bucal Realização de escovação supervisionada na população atendida nas atividades do estágio Utilização de métodos preventivos em saúde bucal por ciclo de vida Ementa: Planejamento em serviço de saúde Aplicação dos conceitos de epidemiologia em saúde bucal. Apresentação do plano de atividade do Estágio em Saúde Coletiva - ESF observando os princípios do SUS Elaboração de plano de atividade do estágio em saúde coletiva de acordo com as necessidades da comunidade. Inserção da equipe de saúde bucal na Estratégia Saúde da Família. Ementa: Reconhecimento de Campo Territorialização no Programa Saúde da Família Consolidação de dados epidemiológicos de saúde bucal levantados na área adstrita à Unidade de Saúde da Família Realização de visita domiciliar no âmbito da estratégia de Saúde da Família Uso de instrumento de coleta de dados epidemiológicos em odontologia. Ementa: Relatório de serviço em saúde Apresentação do relatório de acordo com as atividades do Estágio em Saúde Coletiva. Discussão dos dados encontrados nas atividades de campo

210 208 Elaboração do relatório do estágio em saúde coletiva. Tabulação dos dados coletados nas atividades de campo CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA II Ementa: Diagnóstico Integrado em Odontologia: Odontologia preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia de média complexidade Anamnese e exames físicos intra e extrabucais de forma detalhada. Periograma, exame dos dentes e avaliação da oclusão. Diagnóstico da cárie dental, doença periodontal, má-oclusão, alterações dentais pulpares e peripécias em estágio avançado; identificação das alterações sistêmicas com repercussões em cavidade bucal através de interpretação de exames hematológicos e sorológicos Realização de moldagem e levantamento de modelos de gesso para realização de planejamento cirúrgico - planejamento de incisão, osteologia e exérese Tomadas radiográficas intrabucais, peripécias, Inter proximais, ocluais e métodos de localização radiográficos; procedimentos de processamento radiográfico de filmes intrabucais. Ementa: Introdução aos procedimentos clínicos e cirúrgicos de média complexidade em Odontologia Cirurgias pré-protéticas estabilizadoras como remoção de torus mandibular ou palatino, freios labial e lingual e alveoloplastias Incisão adequada ao dente retido; desenho do retalho e descolamento na cirurgia de dentes retidos respeitando estruturas bucais nobres (vasos e nervos); osteotomias, odontossecções, exodontias do dentes retido e sutura da loja cirúrgica. Retalho bucal dividido e total; retalhos respeitando estruturas nobres como nervos e vasos sanguíneos; retalhos seguindo os princípios de um bom retalho. Retalhos e suturas para procedimentos cirúrgicos periodontais; aumento de coroa clínica, gengivectomia e gengivoplastia Ementa: Planejamento Integrado em Odontologia: Odontologia preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia de média complexidade Estudo e planejamento de biópsias de lesões centrais dos maxilares; passos de punção; técnica anestésica e técnica de biópsia. Planejamento de exodontias múltiplas; cirúrgico de dentes retidos e pré-protético. Planejamento do tratamento de cistos e tumores dos maxilares; das doenças infectocontagiosas e imunopatológicas e sua respectiva terapêutica medicamentosa; doenças fúngicas, bacterianas, virais e mediadas imunologicamente. Planejamento do tratamento integrado periodontia, dentística e cirurgia, priorizando o tratamento de acordo com a urgência definida pelo exame clínico. Ementa: Tratamento Integrado em Odontologia: Odontologia preventiva, Periodontia, Dentística e Cirurgia de média complexidade Biópsias de lesões centrais bucomaxilofaciais e cirurgia pré-protética Cirurgia periodontal; cirurgias de dentes retidos; exodontias múltiplas Realização de profilaxia; orientação preventiva e aplicação tópica de flúor para prevenção de doenças bucais; raspagem supra e subgengival e alisamento radicular para tratamento de casos de complexidade básica e média Restaurações dentárias definitivas

211 209 CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA III Ementa: Assistência Odontológica integrada com ênfase em endodontia de incisivos, caninos e pré-molares. Acesso clínico de incisivos, caninos e pré-molares: ponto de eleição, forma de contorno e conveniência Instrumentação endodôntica clínica: diferença entre biopulpectomia e necropulpectomia; medicação intracanal de Incisivos, caninos e pré-molares. Odontometria clínica de Incisivos, Caninos e pré-molares: Comprimento Aparente do Dente, estabelecimento do comprimento do real do instrumento, determinação do Comprimento real de trabalho Técnica da condensação lateral de incisivos, caninos e pré-molares. Ementa: Assistência Odontológica Integrada com ênfase em Prótese Parcial Fixa Acolhimento do paciente com necessidade clínica e de prótese fixa unitária; exames de imagem; diagnóstico da necessidade protética Análise funcional e estética e confecção do provisório protético fixo Desobstrução, preparo do canal e moldagem do retentor protético no canal radicular; confecção de provisório com retenção intrarradicular Prova e instalação do retentor protético e adaptação do provisório Ementa: Introdução aos procedimentos clínicos de diagnóstico integrado: Odontologia preventiva, Periodontia, Dentística, Oclusão, Cirurgia, Endodontia e Prótese Fixa em complexidade básica. Acolhimento do paciente com necessidade clínica e de endodontia de uni e birradiculares Avaliação clínica: odontograma, periograma, exame de oclusão do paciente com necessidade clínica e de endodontia de uni e birradiculares Diagnóstico precoce e biópsias de lesões periféricas se encontradas no exame clínico Realização de técnicas radiográficas intrabucais e processamento radiográfico; Interpretação radiográfica da indicação endodôntica Ementa: Práticas clínicas integradas ao tratamento odontológico: adequação do meio bucal Preparo da cavidade bucal no paciente com queixa inicial de endodontia de uni e pré radiculares: exodontias simples e restos radiculares Preparo da cavidade bucal no paciente com queixa inicial de endodontia de uni e pré radiculares: fechamento de cavidades de forma atraumática Preparo da cavidade bucal no paciente com queixa inicial de endodontia de uni e pré radiculares: prevenção à doença cárie e periodontal Preparo da cavidade bucal no paciente com queixa inicial de endodontia de uni e pré radiculares: raspagem de cálculo supra gengival SAÚDE BUCAL COLETIVA Ementa: Ações e serviços nos diferentes níveis de atenção do SUS Conceito da atenção primária; quais as unidades de saúde no SUS que fazem parte da atenção primária; a prática odontológica na atenção primária

212 210 Conceito da atenção secundária; quais as unidades de saúde no SUS que fazem parte da atenção secundária, o que são e como funcionam os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO); a prática odontológica na atenção secundária Conceito da atenção terciária; quais as unidades de saúde no SUS que fazem parte da atenção terciária; a prática odontológica na atenção terciária Conceito, características e como funciona o sistema de referência e contra-referência entre a atenção básica e outros níveis de atenção em saúde bucal no Sistema Único de Saúde Ementa: Ações específicas da saúde bucal coletiva e Política Nacional de Saúde Bucal Conceito e aplicação do controle social em Saúde; lei 8.080/90 e lei 8.142/90; princípios do SUS; Resolução 333/2003 Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal; apresentação do Programa Brasil Sorridente; situação atual da odontologia no serviço público após implementação do Programa Brasil Sorridente Diretrizes e pressupostos da Política de Humanização do SUS; aplicação e uso dos conceitos de acolhimento, clínica ampliada no SUS História das políticas nacionais de saúde bucal no mundo e no Brasil Ementa: Levantamentos e índices epidemiológicos em saúde bucal Etapas e cuidados para levantamento epidemiológico em saúde bucal; seleção da amostra; cálculo da amostra; calibração dos examinadores; idades-índices; índices utilizados. Características e resultados dos principais levantamentos epidemiológicos em saúde bucal realizados no Brasil (1986, 1996, 2003, 2010) Conceito e indicações dos indicadores de saúde; principais índices e coeficientes de mortalidade e morbidade em saúde. Índices epidemiológicos em saúde bucal: CPO, PIP, IPC, AG, traumatismo, fluorose, DEAN, DAI, uso e necessidade de prótese Ementa: Política Nacional de Atenção Básica em saúde e saúde bucal Educação em Saúde Bucal; educação em saúde; educação na escola; Programa Saúde na Escola Equipe de Saúde bucal na Estratégia Saúde da Família; as equipes de saúde bucal (modalidades); as ações e os serviços de saúde bucal na Estratégia de Saúde da Família; competências comuns a todos os profissionais; competências do dentista; competências dos auxiliares de saúde bucal; competências do médico; competências do enfermeiro; competências dos agentes comunitários de saúde Portaria 648/ Política Nacional de Atenção Básica; diretrizes e pressupostos da PNAB; Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF); Sistemas de Informação na Atenção Básica

213 211 Recursos necessários à implantação da Estratégia de Saúde da Família; Infraestrutura necessária à Estratégia de Saúde da Família; Territorialização em Saúde 6º SEMESTRE FUNDAMENTOS PARA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA II Ementa: Avaliação clínica da oclusão funcional e repercussões na decisão de tratamento Determinantes fixos e variáveis de oclusão (anteriores e posteriores): Importância clínica. Exame clínico da articulação temporomandibular (ATM) e músculos da mastigação pautado na fisiologia e mecanismos biomecânicos musculoarticulares. Exame da oclusão funcional: Avaliação das relações intermaxilares nas posições Centrica (repouso, oclusão habitual e Oclusão em relação Centrica) e durante os movimentos mandibulares. Protocolo de diagnóstico e conduta clínica nas disfunções articulares e musculares associadas as Disfunções Temporomandibulares Ementa: Conduta clínica das lesões dentárias não cariosas Dispositivos intraoclusais usados no tratamento das lesões dentárias não cariosas Epidemiologia, conceito e classificação das lesões dentárias não cariosas Etiologia e diagnóstico diferencial das lesões dentárias não cariosas Tratamento das lesões dentárias não cariosas: abordagem multifatorial Ementa: Procedimentos cosméticos em Odontologia Indicações e contra-indicações do clareamento dentário Materiais clareadores utilizados em odontologia Protocolos clínicos e de uso caseiro para clareamento dentário Vantagens, desvantagens e implicações sociais do clareamento dentário Ementa: Recursos para reabilitação de dentes permanentes Pinos intrarradiculares pré-fabricados: tipos e técnica operatória Protocolo clínico para confecção de facetas diretas em resinas compostas Tratamentos e materiais dentários restauradores: restaurações diretas e indiretas com resina composta e restaurações em amálgama Tratamentos e materiais para proteção do complexo dentina polpa

214 212 FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO À CRIANÇA I Ementa: Doenças e alterações na Prática Odontopediátrica Características clínicas do periodonto normal na infância e adolescência; Epidemiologia e etiologia da doença periodontal na infância e adolescência; Mudanças gengivais associadas à erupção dentária; Avaliação clínica periodontal, diagnóstico e tratamento das doenças periodontais na infância e adolescente. Conceito das afecções estomatológicas na criança e adolescente; Variações de normalidade na cavidade bucal de crianças e adolescentes; Alterações orofaciais congênitas; Lesões em glândulas salivares, ulcerativas, proliferativas não-neoplásica em crianças; Fibromatose gengival em crianças. Epidemiologia e fatores etiológicos da cárie dentária na infância e adolescência; Cárie de acomentimento precoce e transmissibilidade na infância; Métodos de diagnóstico da cárie dentária; Tratamento conservador, não invasivo e invasivo da cárie dentária; Progressão das lesões de cárie em esmalte e dentina. Etiologia e epidemiologia do traumatismo dentário na criança e adolescente; Traumatismo aos tecidos dentários; Traumatismo nas estruturas de suporte dos dentes; Odontologia desportiva; Prevenção do trauma dental na prática dos esportes; Protetores bucais: tipos, indicações e confecção. Ementa: Exame Clínico, Diagnóstico e Planejamento em Odontopediatria. Exame de oclusão na criança e adolescente; Análise facial no diagnóstico ortodôntico; Importância da análise radiográfica e de modelo no diagnóstico ortodôntico; Intervenções preventivas e interceptativas na dentição mista e permanente. Principais implicações da perda precoce dos dentes decíduos; Diagnóstico das perdas precoces na dentição decídua; Tratamento das perdas precoces na dentição mista; Extração seriada na correção da maloclusão. Reações teciduais no periodonto de sustentação decorrentes da aplicação de forças leves e pesadas; Movimentação dentária induzida e fatores de interferência; Conceitos básicos e tipos de movimentos dentários; Reações dento-alvoelares decorrentes da aplicação de forças leves e pesadas. Tipos de consulta na pratica odontopediátrica; Anamnese do paciente infantil e hebiátrico; Avaliação de risco à cárie dentária; índice de placa, sangramento e do periodonto da criança e do adolescente; Exame dos dentes na infância e adolescência; Diagnóstico por imagem na criança e adolescente; Exames complementares na pratica odontopediátrica. Ementa: Introdução ao atendimento odontológico infantil Abordagem psicológica no tratamento da criança e do adolescente; Técnicas de manejo não farmacológico; Característica do comportamento da criança e do adolescente de acordo com a faixa etária. Controle da dor e ansiedade na clínica odontopediátrica; Técnicas anestésicas na clínica odontopediátrica; Tipos, concentração e indicação das soluções anestésicas em odontopediatria. Odontogênese; A boca do recém-nascido; Desenvolvimento e características morfofuncionais da dentição decídua, mista e dentadura permanente; Alteração dos arcos dentárias durante o desenvolvimento das dentições. Princípios fundamentais do desenvolvimento infantil e pediátrico; Crescimento e desenvolvimento craniofacial; Transição criança-adolescente; O desenvolvimento físico da criança e adolescente; Puberdade e referências do amadurecimento sexual masculino e feminino.

215 213 Ementa: Reabilitação em odontopediatria Conceito de mordida cruzada; Classificação das mordidas cruzadas; Tratamento da mordida cruzada bilateral. Indicação para a terapia pulpar conservadora e radical em dentes decíduos; Exame e diagnóstico pulpar em dentes decíduos; Proteção indireta e direta do tecido pulpar; Pulpotomia, biopulpectomia e necropulpectomia em dentes decíduos; Materiais dentários no tratamento endodôntico de dentes decíduos. Peculiaridades da infância de importância no planejamento cirúrgico; Procedimentos cirúrgicos em tecido mole e dento-alveolares na criança e adolescência; Exodontia de dentes decíduos; Considerações preliminares pré, trans. e pós-operatórias na prática odontopediátrica. Tratamento conservador não invasivo e invasivo da cárie dentária; Paralisação das lesões de cárie dentária; os fluoretos na prevenção da cárie dentária na infância e adolescência; Controle químico e mecânico do biofilme; Selamento de cicatrículas e fissuras; Decisões de tratamento em odontopediatria. FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL II Ementa: Etapas Clínicas e Laboratoriais em Prótese Parcial Fixa Agentes e técnicas de Cimentação em Prótese Parcial Fixa (Provisórios e Definitivos) Agentes resinosos e técnica de Cimentação em Prótese Parcial Fixa Ajuste Funcional e Estético, Instalação e Preservação em Prótese Parcial Fixa Prova da Infraestrutura Metálica, solda, moldagem de transferência e Remontagem em ASA para Prótese Parcial Fixa Ementa: Sistemas Cerâmicos em Odontologia Análise das nuances e seleção de Cor em Prótese Parcial Fixa Preparos minimamente invasivos e laminados cerâmicos na Odontologia Reabilitadora Sistemas Cerâmicos Ácido Resistente em Prótese Parcial Fixa (Convencional e CAD/CAM) Sistemas Cerâmicos Ácido Sensível em Prótese Parcial Fixa (Convencional e CAD/CAM) Ementa: Sucessos e insucessos na endodontia Apicigênese, Pacificação e Regeneração Endodôntica. Indicações e contraindicações da cirurgia par endodôntica; Tipos, técnicas e instrumental para a cirurgia para endodôntica Indicações para o Retrata mento endodôntico; Técnica de desobstrução endodôntica; Despreparo e obturação endodôntica Reparo pós tratamento endodôntico; Interpretação do sucesso endodôntico; caracterísiticas clínicas e radiográficas do insucesso endodôntico; Causas do insucesso endodôntico Ementa: Tratamento endodôntico em molares Acesso à zona crítica apical em molares: preparo cervical inicial e técnicas de instrumentação endodôntica em molares Características do sistema proteger: Liga metálica e Design diferenciado; Vantagens e desvantagens do uso das limas de Níquel Titânio Características anatômicas, exceções anatômicas, regras de acesso: poto de eleição, forma de contorno e forma de conveniência para molares.

216 214 Localizadores Foraminais; Instrumentação Rotatória; Obturação Termo plastificada; Microscopia Endodôntica ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA II Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: diagnóstico para assistência odontológica integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 Acolhimento humanizado do paciente e ações educativas em saúde com enfoque na atenção individual, visando à autonomia no cuidado. Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: diagnóstico para assistência odontológica integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 Anamnese e exame físico extra e intra-oral Diagnóstico e prognóstico dos principais agravos à saúde bucal (cárie, doença periodontal, câncer bucal, traumatismos dentários, fluorose dentária, edentulismo, má oclusão). Exame dos dentes, periodonto e oclusão e exames complementares ao diagnóstico com foco no atendimento integral do indivíduo Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Planejamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 Apresentação e discussão do plano e cronograma de tratamento com vistas à sua implementação Elaboração do cronograma de tratamento com foco na resolutividade da assistência ao paciente Elaboração do plano de tratamento com foco na integralidade da assistência ao paciente Hierarquização dos agravos à saúde bucal apresentados pelo usuário do serviço de acordo coma complexidade requerida pelo caso. Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Tratamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 Atendimento clínico para adequação do meio bucal visando a remoção da causa primária dos principais agravos à saúde bucal Atendimento clínico para realização de tratamento reabilitador (restaurações diretas em dentes anteriores e posteriores) Atendimento clínico para realização de tratamento periodontal (raspagem e alisamento radicular) Atendimento clínico para tratamento das urgências odontológicas no âmbito da Atenção Básica Ementa: Estágio supervisionado na atenção básica: monitoramento e referencia mento dos pacientes encaminhados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1

217 215 Monitoramento e manutenção dos pacientes tratados no Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 2 Referência mento dos pacientes atendidos para a Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 3, 4 ou 5 e/ou contra referência para a unidade SUS de origem. Ementa: Estágio supervisionado na atenção básica: monitoramento e referencia mento dos pacientes encaminhados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 Atendimento integral do paciente com foco na reavaliação do exame clínico: condição periodontal (periograma), condição dentária (odontógrafa) e condição oclusal Atendimento integral do paciente com foco no controle da atividade das doenças apresentadas, a partir da revisão da anamnese. ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO Ementa: Aplicação e realização do Levantamento Epidemiológico Aplicação dos instrumentos de avaliação da condição bucal Atividades de educação em saúde bucal Escovação supervisionada e aplicação tópica de flúor em cenários de saúde coletiva Inserção do Tratamento Restaurador A traumático em Programas Preventivos e de educação em saúde bucal Ementa: Consolidação dos dados do Levantamento Epidemiológico em Saúde Bucal Apresentação do relatório final de um levantamento epidemiológico em saúde bucal Discussão dos dados encontrados nas atividades de campo Elaboração do relatório do levantamento epidemiológico em saúde bucal Tabulação dos dados coletados no Levantamento Epidemiológico Ementa: Princípios e Planejamento para Levantamento Epidemiológico Bucal Conceito, indicações e vantagens de Tratamento Restaurador A traumático em Programas Preventivos e de educação em saúde bucal Impacto dos Levantamentos Epidemiológicos em Saúde Bucal na Estratégia de Saúde da Família Normativas da Organização Mundial de Saúde para a padronização dos Levantamentos Epidemiológicos em Saúde Bucal Princípios e planejamento em levantamento epidemiológico: amostragem, instrumentos e métodos Ementa: Reconhecimento de Campo Calibração dos instrumentos de avaliação e dos avaliadores Elaboração de um plano de ação de acordo com os conceitos do Planejamento em Levantamento Epidemiológico Reconhecimento de campo: amostra, território e equipe de apoio

218 216 CLÍNICA INTEGRADA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA IV Ementa: Assistência Odontológica integrada com ênfase no diagnóstico dos insucessos endodônticos Acolhimento do paciente e coleta dos dados da anamnese do paciente com insucesso endodôntico: busca de causas sistêmicas ou técnicas no insucesso anterior Adequação do meio bucal com raspagem supra gengival e restaurações a traumáticas Diagnóstico e tratamento de lesões centrais e periféricas do sistema estomatognático com realização de biópsias Realização de técnicas radiográficas intrabucais e processamento radiográfico; Interpretação radiográfica do insucesso endodôntico Ementa: Assistência Odontológica integrada com ênfase no diagnóstico e planejamento de reabilitações com Prótese Parcial Fixa Exame inicial do paciente, manejo do complexo dentinopulpar e a interrelação entre a prótese e a periodontia durante o planejamento de tratamentos reabilitadores com prótese parcial fixa Moldagem de estudo e registro Oclusal em Prótese Fixa Planejamento do preparo dental (parcial ou total) e sistema reabilitador (convencional ou metal free) Registro do arco facial e montagem em ASA Ementa: Assistência Odontológica integrada com ênfase no tratamento dos insucessos endodônticos Avaliação da Reinstrumentação do canal; Medicação intracanal visando o sucesso do tratamento de canal Momento ideal para a nova obturação endodôntica visando o sucesso endodôntico Técnicas de desobturação do canal previamente obturado: retratamento do canal radicular Técnicas para correção do comprimento de trabalho no retratamento endodôntico Ementa: Assistência Odontológica integrada com ênfase no tratamento reabilitador com Prótese Parcial Fixa Fundamentos de oclusão, Ajuste Funcional e Estético, Cimentação e Proservação em Reabilitações com Prótese Parcial Fixa Materiais de moldagem, planejamento e técnicas de moldagem em reabilitações com Prótese Parcial Fixa. Preparo de dentes com finalidade protética CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO À CRIANÇA I Ementa: Adequação sistêmica e do meio bucal no paciente infantil Índice de placa visível; índice de Higiene Oral Simplificado (IHO-S); Índice de placa corada; Índice de Sangramento; Diário e recordatório alimentar; Remoção de cálculos; Acabamento e polimento de restaurações satisfatórias. Remoção de raízes residuais; Tratamento dos abcessos dento-alveolares Sinais vitais no paciente odontopediátrico; Exames laboratoriais na criança: valores normais e alterações; terapêutica medicamentosa em crianças e adolescentes.

219 217 Ementa: Introdução à assistência odontológica integrada ao paciente infantil Condicionamento psicológico do comportamento, anamnese e avaliação dos indicadores de risco do paciente infantil.j86 Diagnóstico em odontopediatria; Fases do plano de tratamento em odontopediatria; Cronograma do plano de tratamento em odontopediatria. Exame da oclusão, obtenção e análise de modelos de estudo, Análise facial; Análise radiográfica - exame de oclusão. Exame físico geral e extra-bucal, exame intra-bucal dos tecidos moles, dentes e periodonto. Técnicas e radiografias em odontopediatria - Ficha clínica e radiografias periapicais e interproximais - Ficha clínica Ementa: Práticas clínicas adequadas na preservação da assistência odontológica do paciente infantil Controle e manutenção do tratamento odontológico do paciente infantil - Reavaliação clínica Controle químico e mecânico do biofilme dentários. Orientação da higiene oral e de práticas alimentares Individualizada Manutenção e ajustes do aparelho ortodôntico; Controle do biofilme dentário associado ao uso de aparelhos ortodônticos - Aparelho ortodôntico preventivo. Orientação sobre hábitos deletérios e suas implicações na saúde bucal; Ementa: Tratamento reabilitador do paciente infantil Selamento de cicatrículas e fissuras: utilização do cimento de ionômero de vidro; Controle e proservação das lesões incipientes da cárie dentária; Proteção do complexo dentinopulpar; Adesão em dentes decíduos; Reabilitação estético funcional de dentes decíduos. Tratamento das doenças infecciosas bacterianas, virais e fúngicas do paciente infantil. Tratamento de doenças gengivais em crianças e adolescentes; Controle dos fatores etiológicos da doença periodontal na criança e adolescente; Cuidados periodontais durante o período de erupção dentária. Tratamento ortodôntico preventivo na infância. ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA EM ORTODONTIA Ementa: Análise Cefalométrica e de Modelos Análise da discrepância de modelos na dentadura mista: análise de Moyers, análise de Nance, análise de Tanaka-Johnston; Vantagens e desvantagens das técnicas ortodônticas; Aplicação das técnicas ortodônticas. Conceitos e utilização da análise de modelos no diagnóstico ortodôntico; Objetivo da técnica; Análise na dentadura permanente. Conceitos iniciais sobre cefalometria clínica; Construção do cefalograma. Demarcação de pontos e linhas; execução e interpretação da análise cefalométrica de Steiner. Ementa: Adestramento com fios ortodônticos Treinamento com fios ortodônticos, dobras de 2ª ordem sobre desenhos em folha de papel. Treinamento inicial com fios ortodônticos, dobras de 1ª ordem sobre desenhos em folha de papel.

220 218 Treinamento para confecção de grampos de retenção interproximal, circunferencial e de Adams em modelos de gesso Treinamento para confecção do arco vestibular para aparelho ortodôntico removível em modelo de gesso. Ementa: Princípios da confecção de aparelhos ortodônticos removíveis Treinamento de acabamento e polimento do aparelho ortodôntico removível. Treinamento para a execução da acrilização de aparelhos ortodônticos removíveis em modelo de gesso. Treinamento para a confecção de grade palatina para aparelho ortodôntico removível em modelo de gesso. Treinamento para a confecção de molas digitais de vestibularização de fechamento de diastemas, em modelo de gesso. Ementa: Princípios teóricos de diagnóstico básico em Ortodontia. Avaliação intra-arco: formato, dentes presentes; Avaliação inter-arco: avaliação ânteroposterior, vertical e transversal; Seis chaves da oclusão de Andrews; Avaliação facial. Classificação de Angle: realização e importância para a especialidade; Chave de molar e chave de canino; Características inerentes à Classes I, II e III de Angle; Exame do paciente deve ser realizado. Classificação de Graber: fatores gerais ou extrínsecos e fatores locais ou intrínsecos; Estudo da etiologia; Papel da hereditariedade; Associação dos fatores gerais e locais; Influência no diagnóstico, planejamento, prognóstico e limitações. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Ementa: Definição do Tema Adequações da Metodologia. Conferência das Referências Bibliográficas. Definição dos subcapítulos componentes dos capítulos. Estruturação dos capítulos a serem redigidos. Fundamentação teórica do desenvolvimento do trabalho. Ementa: Estrutura do Projeto Desenvolvimento do Resumo. Elaboração das Considerações Finais. Elaboração do Sumário. Entrega da Fundamentação Teórica. Revisão do texto. Ementa: Metodologia da Pesquisa Apresentação dos resultados e da discussão. Desenvolvimento e fundamentação do Capítulo 2. Desenvolvimento e fundamentação do Capítulo 3. Elaboração e ajustes do Referencial teórico do trabalho. Entrega da Estrutura do Trabalho.

221 219 Ementa: Projeto Final Alinhamento e revisão do trabalho final. Entrega das Considerações Finais. Entrega do Resumo. Entrega do Sumário. Verificação das normas. Inserção de todos os elementos pré e pós-textuais. 7º SEMESTRE FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO À CRIANÇA II Ementa: Adequação sistêmica e terapêutica medicamentosa em Odontopediatria Antibióticos, antifúngicos e antivirais em odontopediatria: posologia, formas farmacêuticas, vias de administração, farmacodinâmica, farmacocinética, prescrição. Sinais vitais no paciente odontopediátrico; Exames laboratoriais na criança: valores normais e alterações; Utilização de agentes quimioprofiláticos no controle de doenças biofilme-dependentes; Clorexidina, triclosan e óleos essenciais: mecanismo de ação e concentração de uso. Utilização de analgésicos, anti-inflamatórios e ansiolíticos em odontopediatria: posologia, formas farmacêuticas, vias de administração, farmacodinâmica, farmacocinética, prescrição. Ementa: Alterações de Desenvolvimento e Sistêmicas de interesse na Odontopediatria. Conceitos de anomalias dentárias; Desenvolvimento do germe dentário; Alterações de número, forma e estrutura dentária. Diagnóstico e tratamento de hábitos na dentição decídua e mista; Problemas esqueléticos causados por hábitos deletérios; Fluorose dental: conceito, epidemiologia, classificação, diagnóstico. Tratamento e maquiagem da fluorose dental; Microabrasão dentária. Implicações orais das desordens endocrinológicas: hematológicas, hepáticas, cardíacas, virais, oncológicas. Ementa: Distúrbios do comportamento da criança e do adolescente de interesse da prática odontopediátrica. A gravidez na adolescência e os agravos bucais; Orientações materno-infantil; Doenças sexualmente transmissíveis e os agravos bucais. Características do paciente adolescente; Patologias prevalentes na adolescência e dificuldades na abordagem; Motivação do paciente adolescente ao tratamento odontológico. Situações especiais em odontohebiatria: adornos bucais, tatuagens dentais; Cuidados aos pacientes com adornos bucais; Protocolo para colocação de adornos. Transtornos alimentares: bulimia, anorexia, compulsão alimentar; Uso de drogas líticas e ilícitas. Obesidade: fatores etiológicos e implicações orais. Ementa: Tratamento odontológico em crianças e adolescentes. Clareamento dentário de dentes vitalizados; Uso de resina composta em dentes extensamentes destruídos; Colagem de fragmentos dentários; Restaurações diretas utilizando pinos intra-radiculares. Princípios protéticos em odontopediatria; Indicações e contra-indicações de próteses em

222 220 odontopediatria; Próteses unitárias, fixas e removíveis em odontopediatria. Síndrome de Brodie; Tratamento da mordida cruzada unitária, em grupo, funcional e unilateral em odontopediatria. Tipos de movimentos dentários: inclinação controlada e descontrolada, translação e correção radicular; Movimentação dentária induzida. FUNDAMENTOS PARA REABILITAÇÃO ORAL III Ementa: Diagnóstico e Planejamento para Prótese Parcial Removível Delineadores para o planejamento de próteses: guias de Transferência do plano de inserção e dos preparos planejados em modelo de estudo Elementos constituintes das Próteses Parciais Removíveis: sistemas de retenção e estabilização; sistemas de conexão Exame do paciente desdentado parcial. Avaliação de áreas edêntulas e unidades pilares; classificação dos arcos parcialmente desdentados Obtenção de modelo de estudo e planejamento das quatro classes básicas de Kennedy Ementa: Diagnóstico e Planejamento para Prótese Total e Implantodontia Exame do paciente desdentado total, avaliação de suporte, possíveis lesões e moldagem anatômica Moldeiras individuais em prótese total e sobre implantes Princípios de estabilidade e retenção em Prótese Total Técnicas e materiais de moldagem Funcional em Prótese total Ementa: Procedimentos Clínicos em Prótese Parcial Removível Ajustes, Instalação, Orientações e Instruções de uso e higienização das Próteses Parciais Removíveis; Controle posterior da Prótese Parcial Removível Preparo de boca em Prótese Parcial Removível. Desgastes e reanatomizações; Obtenção do modelo de trabalho Provas clínicas em Prótese Parcial Removível: Características e ajustes da estrutura metálica da Prótese Parcial Removível; Seleção, prova e ajustes de Dentes artificiais em Prótese Parcial Removível Registros intermaxilares e montagem em Articulador Semi-Ajustável; Etapas laboratoriais da PPR Ementa: Procedimentos Clínicos em Prótese Total e Introdução à Implantodontia Ajustes dos planos de orientação, registros intermaxilares e Montagem em Articulador Semiajustável e seleção de dentes artificiais Histórico, abordagem multidisciplinar em osseointegração e planejamento em Implantodontia Montagem de dentes, inclusão, cocção, provas clínicas e instalação da Prótese Total Procedimentos pré-cirúrgicos, cirúrgicos e protéticos na Implantodontia

223 221 ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA III Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: diagnóstico para assistência odontológica integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 ou 2 Acolhimento humanizado do paciente e ações educativas em saúde com enfoque na atenção individual, visando à autonomia no cuidado. Anamnese e exame físico extra e intra-oral Diagnóstico e prognóstico dos principais agravos à saúde bucal (cárie, doença periodontal, câncer bucal, traumatismos dentários, fluorose dentária, edentulismo, má oclusão). Exame dos dentes, periodonto e oclusão e exames complementares ao diagnóstico com foco no atendimento integral do indivíduo Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Planejamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 ou 2 Apresentação e discussão do plano e cronograma de tratamento com vistas à sua implementação Elaboração do cronograma de tratamento com foco na resolutividade da assistência ao paciente Elaboração do plano de tratamento com foco na integralidade da assistência ao paciente Hierarquização dos agravos à saúde bucal apresentados pelo usuário do serviço de acordo coma complexidade requerida pelo caso. Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Tratamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 ou 2 Atendimento clínico para adequação do meio bucal visando a remoção da causa primária dos principais agravos à saúde bucal Atendimento clínico para realização de tratamento periodontal (raspagem e alisamento radicular, cirurgias periodontais reparativas) Atendimento clínico para realização de tratamento reabilitador (restaurações diretas em dentes anteriores e posteriores, incluindo dentes extensamente destruídos, utilizando retentores intrarradiculares quando necessário) Atendimento clínico para tratamento das urgências odontológicas no âmbito da Atenção Básica Ementa: Estágio supervisionado na atenção básica: monitoramento e referenciamento dos pacientes encaminhados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1 ou 2 Atendimento integral do paciente com foco na reavaliação do exame clínico: condição periodontal (periograma), condição dentária (odontograma) e condição oclusal Atendimento integral do paciente com foco no controle da atividade das doenças apresentadas a partir da revisão da anamnese. Monitoramento e manutenção dos pacientes tratados no Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 3 Referenciamento dos pacientes atendidos para a Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 4 ou 5 e/ou contra referência para a unidade SUS de origem.

224 222 ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA IV Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: diagnóstico para assistência odontológica integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2 ou 3 Acolhimento humanizado do paciente e ações educativas em saúde com enfoque na atenção individual, visando à autonomia no cuidado. Anamnese e exame físico extra e intra-oral Diagnóstico e prognóstico dos principais agravos à saúde bucal (cárie, doença periodontal, câncer bucal, traumatismos dentários, fluorose dentária, edentulismo, má oclusão). Exame dos dentes, periodonto e oclusão e exames complementares ao diagnóstico com foco no atendimento integral do indivíduo Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Planejamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2 ou 3 Apresentação e discussão do plano e cronograma de tratamento com vistas à sua implementação Elaboração do cronograma de tratamento com foco na resolutividade da assistência ao paciente Elaboração do plano de tratamento com foco na integralidade da assistência ao paciente Hierarquização dos agravos à saúde bucal apresentados pelo usuário do serviço de acordo coma complexidade requerida pelo caso. Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Tratamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2 ou 3 Atendimento clínico para adequação do meio bucal visando a remoção da causa primária dos principais agravos à saúde bucal Atendimento clínico para realização de tratamento periodontal (raspagem e alisamento radicular, cirurgias periodontais reparativas e ressectivas) Atendimento clínico para realização de tratamento reabilitador (restaurações em dentes anteriores e posteriores: diretas incluindo dentes extensamente destruídos, utilizando retentores intrarradiculares quando necessário, e indiretas com preparos dentários parciais e totais, utilizando a montagem dos modelos em articulador semi-ajustável quando necessário, tratamento endodôntico de dentes unirradiculares e birradiculares). Atendimento clínico para tratamento das urgências odontológicas no âmbito da Atenção Básica Ementa: Estágio supervisionado na atenção básica: monitoramento e referenciamento dos pacientes encaminhados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2 ou 3 Atendimento integral do paciente com foco na reavaliação do exame clínico: condição periodontal (periograma), condição dentária (odontograma) e condição oclusal Atendimento integral do paciente com foco no controle da atividade das doenças

225 223 apresentadas a partir da revisão da anamnese. Monitoramento e manutenção dos pacientes tratados no Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 4 Referenciamento dos pacientes atendidos para a Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 5 e/ou contra referência para a unidade SUS de origem. ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - ACOLHIMENTO E REFERENCIAMENTO Ementa: Acolhimento e referenciamento Aplicação do conceito e uso do acolhimento, vínculo e cuidado em saúde bucal Inserção do Cirurgião-dentista na Atenção Básica observando os princípios do SUS Inserção do Cirurgião-dentista nos níveis de média e alta complexidade observando os princípios do SUS Instituição do sistema de referência e contra-referência no âmbito do serviço odontológico Ementa: Humanização Atendimento clínico humanizado aos pacientes atendidos em domicílio da área adstrita Estudo e aplicação das diretrizes da Política Nacional de Humanização no acompanhamento dos indivíduos da área adstrita à Unidade de Saúde Implementação de programas preventivos e de educação em saúde bucal Referenciamento e contra-referenciamento dos pacientes atendidos nas visitas domiciliares Ementa: Reconhecimento de Campo Aplicação de questionário sobre as condições socioeconômicas e de saúde bucal em domicílio Realização de higiene bucal supervisionada e aplicação tópica de flúor de acordo com a situação de risco para cárie de cada indivíduo Realização de visitas domiciliares à população da área adstrita com observação da situação sócio-econômica e levantamento dos problemas de saúde bucal Reunião de planejamento com a equipe de saúde da família Ementa: Relatório de serviço em saúde Apresentação do relatório de acordo com as atividades do Estágio em Saúde Coletiva Conclusão e referenciamento dos casos atendidos na clínica Discussão dos dados encontrados nas atividades de campo Elaboração do relatório do estágio em saúde coletiva CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO À CRIANÇA II Ementa: Introdução à assistência odontológica integrada ao paciente infantil II Condicionamento psicológico do comportamento, anamnese e avaliação dos indicadores de risco do paciente infantil. Diagnóstico em odontopediatria; Fases do plano de tratamento em odontopediatria; Cronograma do plano de tratamento em odontopediatria e odontohebiatria.

226 224 Exame da oclusão, obtenção e análise de modelos de estudo; Análise facial; Análise radiográfica. Exame físico geral e extra-bucal, exame intra-bucal dos tecidos moles, dentes e periodonto. Técnicas e radiografias em odontopediatria. Ementa: Práticas clínicas adequadas na preservação da assistência odontológica do paciente infantil II Controle e manutenção do tratamento odontológico do paciente infantil. Controle químico e mecânico do biofilme dentários. Orientação da higiene oral e de práticas alimentares. Manutenção e ajustes do aparelho ortodôntico; Controle do biofilme dentário associado ao uso de aparelhos ortodônticos. Orientação sobre hábitos deletérios e suas implicações na saúde bucal - Clínica Integrada II Ementa: Tratamento reabilitador do paciente infantil II Avaliação clínica para indicação de próteses em odontopediatria; Próteses unitárias; Retenção intra-radicular; Prótese parcial fixa; Prótese parcial removível; Prótese total. Diagnóstico e tratamento de hábitos na dentição decídua e mista; Prevenção de problemas esqueléticos causados por hábitos deletérios; Elaboração e instalação de aparelhos removíveis mantenedores e recuperadores de espaço. Tratamento das mordidas cruzada e abertas nas dentições decíduas e mista. Ementa: Urgência odontológica em odontopediatria Avaliação da necessidade e oportunidade cirúrgica; Exodontia de dentes decíduos; Procedimentos cirúrgicos em tecidos moles e de suporte em odontopediatria. Exames e diagnóstico pulpar em crianças; Biopulpectomia e necropulpectomia em dentes decíduos; Proservação da terapia endodôntica de dentes decíduos. Exames e diagnóstico pulpar em crianças; Proteção indireta e direta do complexo dentinopulpar; Pulpotomia em dentes decíduos e permanentes. Semiologia do paciente traumatizado; Medidas de prevenção de traumatismos na infância; Urgência do traumatismo em odontopediatria; Controle e proservação do traumatismo em odontopediatria. CLÍNICA INTEGRADA DE REABILITAÇÃO ORAL I Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase na instalação e proservação da Prótese Parcial Removível. Ajuste e instalação da PPR Primeiro retorno: Verificação de áreas eritematosas e confirmação da função e estética Proservação após duas semanas: verificação de áreas eritematosas e confirmação da função e estética Prova e ajuste dos dentes em Cera. Análise funcional da oclusão, dimensão vertical e estética dentofacial; Consentimento do paciente; Seleção da cor da gengiva e envio ao laboratório Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase no diagnóstico da Prótese Parcial Removível.

227 225 Adequação do meio bucal; Preenchimento de cavidades e raspagem; Análise dos exames complementares Exame do paciente desdentado parcial e exame clínico-anamnésico; solicitação de exames complementares. Moldagem de estudo com alginato e possível moldeira de estoque Preparo do modelo de estudo, classificação dos arcos parcialmente desdentados; análise em delineador e confecção das guias. Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase no planejamento da Prótese Parcial Removível. Análise do modelo de trabalho, confirmação dos preparos, definição e registro do desenho; Planejamento escrito e desenhado da estrutura metálica, guia da direção de inserção e áreas retentivas demarcadas. Preparo da moldeira, moldagem de trabalho, com alginato ou silicona Preparo em boca: Confecção de nichos, reanatomizações em resina e desgastes seletivos em esmalte Prova e ajuste da Estrutura metálica Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase no tratamento bucal necessário para a execução da Prótese Parcial Removível. Confecção das bases de prova Escolha da marca comercial, cor, tamanho e características dos dentes artificiais para envio ao laboratório Montagem em ASA: superior com arco facial ou mesa de Camper e Inferior com registros sobre bases de prova Registro do arco facial e registros intermaxilares. CLÍNICA INTEGRADA DE REABILITAÇÃO ORAL II Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase na execução e proservação para Implantodontia Ajuste e instalação das próteses finais e orientações de higiene oral Procedimentos cirúrgicos na Implantodontia: técnicas e variações e possíveis enxertos Provisórios fixos sobre implantes e possível nova moldagem Segundo estágio cirúrgico para implantodontia: reabertura e moldagem Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase na instalação e proservação da Prótese Total e da Prótese Parcial Removível. Ajuste e instalação da PT Confecção e ajuste dos planos de orientação, seleção de dentes e envio para o laboratório Proservação e orientação de higiene do paciente com PT. Prova e ajuste dos dentes em cera. Análise funcional, oclusal e estética; Consentimento do paciente. Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase no diagnóstico e planejamento da Prótese Total.

228 226 Ajuste da moldeira individual, selado periférico e moldagem Funcional em Prótese total Confecção de moldeiras individuais em resina acrílica Exame do paciente desdentado total e coleta de dados anamnésicos Moldagem anatômica com moldeiras de estoque e confecção de modelos de estudo Ementa: Assistência Odontológica em Clínica Integrada de Reabilitação Oral com ênfase no Diagnóstico e Planejamento para Implantodontia Exame do paciente com necessidades de implantes unitários: análise de áreas desdentadas e dentes remanescentes; solicitação de exames de imagem: radiografias panorâmicas com traçado para implante/ tomografias e exames laboratoriais Interpretação dos exames complementares e planejamento cirúrgico/protético Preparo clínico básico e moldagem de estudo para implantodontia TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Ementa: Alinhamento Final Alinhamento e revisão do trabalho final. Entrega das Considerações Finais. Entrega do Resumo. Entrega do Sumário. Verificação das normas. Inserção de todos os elementos pré e pós-textuais. Ementa: Estrutura do Trabalho Adequações da Metodologia. Conferência das Referências Bibliográficas. Definição dos sub capítulos componentes dos capítulos. Estruturação dos capítulos a serem redigidos. Fundamentação teórica do desenvolvimento do trabalho. Ementa: Fundamentação Teórica Apresentação dos resultados e da discussão. Desenvolvimento e fundamentação do Capítulo 2. Desenvolvimento e fundamentação do Capítulo 3. Elaboração e ajustes do Referencial teórico do trabalho. Entrega da Estrutura do Trabalho. Ementa: Sumário, Resumo e Considerações Finais Desenvolvimento do Resumo. Elaboração das Considerações Finais. Elaboração do Sumário. Entrega da Fundamentação Teórica. 8º SEMESTRE

229 227 FUNDAMENTOS PARA ATENÇÃO AO IDOSO E AO PACIENTE ESPECIAL Ementa: Abordagem Odontológica e Manejo do PNE Relações humanas e o PNE Adequação do plano de tratamento odontológico ao PNE: periodontia em pacientes neurológicos e com doenças hematológicas; como e quando fazer próteses no PNE; Endodontia em pacientes com distúrbios neuropsicomotores. Possibilidades de assistência odontológica ao PNE: manobras de condicionamento para assistência odontológica ao PNE; Uso de sedativos e abridores de boca para assistência odontológica ao PNE. Urgências e emergências específicas para PNE: Identificação dos deflagradores de emergências na assistência odontológica ao PNE; Síncope, parada cardíaca, anafilaxia, hipoglicemia e convulsão na assistência odontológica ao PNE; Interação medicamentosa de importância para assistência odontológica ao PNE; Suporte básico de vida nas emergências odontológicas Ementa: Envelhecimento Populacional e Saúde do Idoso Abordagem dos problemas clínicos de idosos; Avaliação Sistêmica do Paciente idoso Fisiologia do envelhecimento: Teorias do Envelhecimento Humano; Odontologia geriátrica no século XXII; Aspectos Psicológicos no Atendimento do Paciente Geriátrico Legislação da pessoa idosa: cartilha do idoso; delegacias do idoso; estatuto do idoso. Medicamentos e nutrição do idoso; Métodos de Comunicação com o Idoso e seus Cuidadores Ementa: Introdução ao Estudo da Atenção Odontológica para o PNE As repercussões genéticas e o PNE: Sindromologia e malformações congênitas orofaciais relacionadas a odontologia para PNE; Fissura lábio palatina e a assistência odontológica. Conceito e classificação de PNE para odontologia e situações clínicas especiais na assistência odontológica ao PNE. Distúrbios neuropsicomotores na odontologia Pacientes sistemicamente comprometidos na assistência odontológica Ementa: Saúde Bucal do Idoso Abordagem e manejo do paciente idoso: aspectos psicológicos interferentes no atendimento odontológico do paciente idoso Alterações Bucais decorrentes do Processo de Envelhecimento Humano: repercussões das condições biossomáticas na saúde do sistema estomatognático e as interferências na conduta clínica odontológica Alterações sistêmicas na saúde e suas repercussões no sistema estomatognático: conduta odontológica Medidas preventivas e autocuidado; Terapia de suporte do paciente idoso ESTÁGIO EM ODONTOLOGIA HOSPITALAR Ementa: Assistência odontológica a pacientes internados nos leitos de enfermaria em ambiente hospitalar Abordagem preventiva às principais patologias que acometem a cavidade bucal de pacientes internados em leitos de enfermarias em ambiente hospitalar.

230 228 Avaliação de exames complementares dos pacientes internados em leitos de enfermarias em ambiente hospitalar. Avaliação de prontuários, interpretação e evolução dos pacientes internados em leitos de enfermarias em ambiente hospitalar. Diagnóstico e tratamento das principais patologias que acometem a cavidade bucal de pacientes internados em enfermarias de ambiente hospitalar Ementa: Assistência odontológica a pacientes internados nos leitos de unidades de terapia intensiva Estabelecer aparatos auxiliares para higiene oral em âmbito hospitalar. Estabelecer controle químico da placa bacteriana em âmbito hospitalar. Estabelecer protocolos de higiene oral para pacientes internados em UTI Sensibilizar e orientar a equipe da UTI para cumprir os protocolos determinados. Ementa: Assistência odontológica em ambiente hospitalar Assistência odontológica a grupos especiais dos pacientes internados em leitos de enfermarias em ambiente hospitalar. Assistência odontológica a pacientes com deficiência dos pacientes internados em leitos de enfermarias em ambiente hospitalar. Assistência odontológica em centro cirúrgico dos pacientes internados em leitos de enfermarias em ambiente hospitalar. Assistência odontológica em situações de emergência dos pacientes internados em leitos de enfermarias em ambiente hospitalar. Ementa: Comportamento e atuação em ambiente hospitalar Prática laboratorial de odontossíntese Prática laboratorial de comportamento, biossegurança, prontuário e exames complementares Prática laboratorial de medicações injetáveis Prática laboratorial de suporte básico de vida ESTÁGIO EM SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO BÁSICA V Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: diagnóstico para assistência odontológica integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2, 3 ou 4 Acolhimento humanizado do paciente e ações educativas em saúde com enfoque na atenção individual, visando à autonomia no cuidado. Anamnese e exame físico extra e intra-oral Diagnóstico e prognóstico dos principais agravos à saúde bucal (carie, doença periodontal, câncer bucal, traumatismos dentários, fluorose dentária, edentulismo, má oclusão). Exame dos dentes, periodonto e oclusão e exames complementares ao diagnóstico com foco no atendimento integral do indivíduo Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Planejamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica

231 229 local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2, 3 ou 4 Apresentação e discussão do plano e cronograma de tratamento com vistas à sua implementação Elaboração do cronograma de tratamento com foco na resolutividade da assistência ao paciente Elaboração do plano de tratamento com foco na integralidade da assistência ao paciente Hierarquização dos agravos à saúde bucal apresentados pelo usuário do serviço de acordo coma complexidade requerida pelo caso. Ementa: Estágio em saúde bucal na atenção básica: Tratamento odontológico para assistência integral aos pacientes referenciados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2, 3 ou 4 Atendimento clínico para adequação do meio bucal visando a remoção da causa primária dos principais agravos à saúde bucal Atendimento clínico para realização de tratamento periodontal (raspagem e alisamento radicular, cirurgias periodontais reparativas, ressectivas e regenerativas) Atendimento clínico para realização de tratamento reabilitador (restaurações diretas em dentes anteriores e posteriores, incluindo dentes extensamente destruídos, utilizando retentores intrarradiculares quando necessário; restaurações indiretas em dentes anteriores e posteriores, com preparos dentários parciais e totais, utilizando montagem dos modelos em articulador semi-ajustável quando necessário; tratamento endodôntico de dentes unirradiculares e birradiculares, prótese removível mucossuportada ou retida a grampo) Atendimento clínico para tratamento das urgências odontológicas no âmbito da Atenção Básica Ementa: Estágio supervisionado na atenção básica: monitoramento e referenciamento dos pacientes encaminhados das unidades de atenção básica local, dos estágios em saúde coletiva ou do Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 1, 2, 3 ou 4 Alta do paciente após finalização do tratamento integral Atendimento integral do paciente com foco na reavaliação do exame clínico: condição periodontal (periograma), condição dentária (odontograma) e condição oclusal Atendimento integral do paciente com foco no controle da atividade das doenças apresentadas a partir da revisão da anamnese. Monitoramento e manutenção dos pacientes tratados no Estágio em Saúde Bucal na Atenção Básica 5 ESTÁGIO EM SAÚDE COLETIVA - GESTÃO DO SUS Ementa: Gestão da Odontologia no SUS Política Nacional de Saúde Bucal (Brasil Sorridente) e SB Brasil Portaria Ministerial de implantação da ESB na ESF; modalidades de ESB Portaria Ministerial de implantação do CEO; constituição do CEO; infra-estrutura do CEO; especialidades do CEO; funcionamento Vigilância epidemiológica com ênfase no uso de fluoretos Ementa: Gestão do SUS

232 230 Constituição federal e lei 8080/1990 e a relação com o estágio supervisionado. Histórico do SUS; conferências nacionais de saúde e a relação com o estágio supervisionado. Lei 8142/1990 e Resolução 333 do Conselho nacional de Saúde e a relação com o estágio supervisionado. Princípios doutrinários e organizativos do SUS e a relação com o estágio supervisionado. Ementa: Planejamento em serviço de saúde Aplicação do Planejamento Estratégico em Saúde e PPLS Elaboração do plano de atividade do ESC - Gestão do SUS Plano de Saúde e Programação Anual de Saúde Sistemas de Informação em Saúde: SIM; SINASC; SIAB; SIH-SUS; SAI-SUS Ementa: Relatório em serviço de saúde Apresentação do relatório final do estágio supervisionado em Gestão do SUS Discussão dos dados encontrados no estágio supervisionado em Gestão do SUS Elaboração do relatório final do estágio supervisionado em Gestão do SUS Relatório Anual de Gestão da saúde bucal. ESTÁGIO EM URGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS Ementa: Estágio supervisionado em Odontologia na Atenção Básica - procedimentos com foco na adequação do meio do paciente com urgências Odontológicas Diagnóstico dos traumatismos dentais: fraturas coronárias e/ou radiculares; Tratamento Imediato e Mediato dos traumatismos Dentais. Drenagem intra e/ou extraoral do abscesso dentoalveolar Drenagem intraoral, raspagem e alisamento radicular para casos de abscessos periodontais Resolução para os casos de urgência com extração indicada Ementa: Estágio supervisionado em Odontologia na Atenção Básica - procedimentos com foco no diagnóstico da Urgência Odontológica Acolhimento do paciente e coleta dos dados da anamnese dos casos de dor: atendimento humanizado à queixa inicial do paciente Inspeção clínica e biópsias de lesões que estejam presentes no sistema estomatognático Realização de técnicas radiográficas intrabucais; Interpretação radiográfica para a interpretação do dente álgico Uso dos testes semiotécnicos para o diagnóstico da situação de urgência odontológica Ementa: Estágio supervisionado em Odontologia na Atenção Básica - procedimentos com foco no tratamento de urgências endodônticas Diagnóstico da dor intermitente; Técnicas conservadoras do complexo dentino pulpar: tratamento expectante, capeamento direto ou indireto, pulpotomia do dente permanente Exérese pulpar do dente com pulpite aguda; Medicação intracanal para dentes com polpa viva

233 231 Manejo do paciente com Abscesso Dentoalveolar; Drenagem intracanal e avaliação da necessidade de prescrição de medicação sistêmica Manejo do paciente com dor; Técnica Anestésica em Endodontia; acesso endodôntico do dente álgico Ementa: Estágio supervisionado em Odontologia na Atenção Básica - procedimentos para o tratamento endodôntico de molares Acesso clínico de molares: ponto de eleição, forma de contorno e conveniência; Inclinação do dente na arcada; Observação do longo eixo dos molares; Odontometria em molares: dentes multirradiculares Instrumentação endodôntica em molares: técnica com limas convencionais e/ou com limas Protaper Preparo cervical inicial e técnicas de instrumentação endodôntica em molares; Acesso à zona crítica apical em molares Técnica da Obturação endodôntica em Molares: Técnica da condensação lateral ou a Técnica do cone único Protaper CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO ADOLESCENTE Ementa: Adequação do meio bucal no paciente hebiátrico Diagnóstico pulpar de dentes permanentes com rizogênese incompleta odontohebiatria; Tratamento conservador da polpa dentária odontohebiatria; Penetração desinfetante em dentes permanentes odontohebiatria. Orientação de práticas alimentares e medidas de controle químico e mecânico do biofilme em odontohebiatria Remoção de cálculos e alisamento radicular odontohebiatria; Acabamento e polimento de restaurações satisfatórias odontohebiatria. Remoção de raízes residuais odontohebiatria; Tratamento dos abcessos dento-alveolares odontohebiatria. Ementa: Introdução à assistência odontológica integrada ao paciente infantil hebiátrico Acolhimento humanizado; Anamnese do paciente adolescente; Avaliação dos indicadores de risco do paciente hebiátrico Diagnóstico em odontohebiatria; Fases do plano de tratamento em odontohebiatria; Cronograma do plano de tratamento em odontohebiatria. Exame radiográfico do paciente hebiátrico: radiografias interproximais, periapicais e panorâmica. Índice de placa visível; Índice do sangramento; PSR; Periodonto; Exame de dentes no paciente hebiátrico. Ementa: Tratamento eletivo e proservação do paciente hebiátrico Abordagem e motivação do controle do biofilme dentários odontohebiatria. Clareamento de dentes vitalizados. Controle e manutenção do tratamento odontológico do paciente hebiátrico. Protocolo clínico de microabrasão dentária; Uso de infiltrantes resinosos no tratamento da fluorose. Ementa: Tratamento reabilitador do paciente hebiátrico

234 232 Confecção de núcleos intra-radiculares no paciente hebiátrico; Pinos de fibra de vidro no paciente hebiátrico. Próteses unitárias em dentes permanentes no paciente hebiátrico. Tratamento expectante da cárie dentária no paciente hebiátrico; Proservação de lesões incipientes da cárie dentária no paciente hebiátrico; Tratamento reabilitador estéticofuncional da cárie dentária no paciente hebiátrico. Uso de resina composta na reabilitação direta de dentes permanentes extensamente destruídos no paciente hebiátrico. CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO IDOSO Ementa: Avaliação e Diagnóstico das doenças bucais na assistência odontológica integrada ao paciente idoso Interpretação dos exames e planejamento do tratamento para o paciente idoso. Realização do exame clínico e odontológico: inspeção física, dentária e das mucosas para o paciente idoso. Solicitação de exames laboratoriais e imaginológicos necessários ao atendimento odontológico para o paciente idoso. Práticas clínicas no acolhimento ao paciente idoso e anamnese Ementa: Práticas clínicas adequadas ao tratamento odontológico ao paciente idoso Tratamento reabilitador para o paciente idoso. Adequação do meio bucal utilizando Ionômero de vidro e confecção de próteses provisórias para o paciente idoso. Tratamento cirúrgico (exodontias de restos radiculares e dentes sem função) e tratamento endodôntico das unidades destruídas parcialmente, visando reabilitação para o paciente idoso. Tratamento periodontal: raspagens supra e subgengival, adequação de técnicas de higienização para o paciente idoso. Ementa: Práticas clínicas adequadas ao tratamento odontológico ao paciente idoso com alterações sistêmicas Treinamento dos responsáveis e cuidadores para idosos parcial ou totalmente dependentes para o paciente idoso. Adaptação das próteses e cuidados com os fungos para o paciente idoso. Adequação do meio bucal de acordo com o estado sistêmico do paciente idoso Planejamento do tratamento de acordo com as especificidades para o paciente idoso. Ementa: Promoção de saúde e proservação do tratamento odontológico prestado ao paciente idoso Cuidados com a xerostomia e halitose, comuns em idosos Higiene oral - técnicas adequadas ao paciente e higienização das próteses para o paciente idoso. Planejamento do controle e manutenção do tratamento realizado para o paciente idoso. Prevenção da doença periodontal: meios de controle e higienização dos tecidos de suporte dos dentes para o paciente idoso.

235 233 CLÍNICA INTEGRADA DE ATENÇÃO AO PACIENTE ESPECIAL Ementa: Práticas clínicas integradas na proservação da assistência odontológica ao Paciente Especial Orientações de higiene oral para manutenção do tratamento realizado do paciente com necessidades especiais. Acompanhamento e proservação do paciente com necessidades especiais. Atendimento integral com apoio familiar do paciente com necessidades especiais. Orientações de dieta para manutenção do tratamento realizado do paciente com necessidades especiais. Ementa: Práticas clínicas integradas no diagnóstico da assistência odontológica ao Paciente Especial Anamnese e identificação da deficiência do paciente com necessidades especiais. Avaliação e interpretação de resultados dos exames de imagem do paciente com necessidades especiais. Avaliação e interpretação de resultados dos exames laboratoriais do paciente com necessidades especiais. Exame físico e avaliação de sinais vitais do paciente com necessidades especiais. Ementa: Práticas clínicas integradas no planejamento da assistência odontológica ao Paciente Especial Elaboração do planejamento diário de atendimento do paciente com necessidades especiais. Elaboração de assistência multidisciplinar do paciente com necessidades especiais. Elaboração do cronograma de atendimento do paciente com necessidades especiais. Elaboração do plano de tratamento do paciente com necessidades especiais. Ementa: Práticas clínicas integradas no tratamento odontológico ao Paciente Especial Aparatos auxiliares para assistência odontológica do paciente com necessidades especiais. Condicionamento e dessensibilização do paciente com necessidades especiais. Contenção física e química do paciente com necessidades especiais. Possibilidades de assistência odontológica do paciente com necessidades especiais. TÓPICOS EM ODONTOLOGIA Ementa: Abordagem técnico-administrativa sobre instalação de Consultório Odontológico. Contabilidade empresarial Montagem física do consultório odontológico Política de Recursos Humanos do Consultório Vigilância Sanitária X Alvará de funcionamento do consultório odontológico Ementa: Conteúdos frequentes específicos de Odontologia nos concursos.

236 234 Conteúdos recorrentes em provas Análise de bibliografia específica para preparação nos diferentes concursos Questões de concurso com conteúdos inerentes as especialidades Questões de concursos com conteúdos generalistas Ementa: Estratégias de preparação para a participação em concursos públicos. Abordagens das diferentes provas Análise de bibliografia específica para preparação nos diferentes concursos - Estratégias de preparação Principais etapas de um Concurso público Técnicas para memorização Conteúdo Ementa: Plano de negócio: da ideia à elaboração. Bens e serviços de saúde em odontologia Gestão e Empreendedorismo em Saúde Plano de Marketing de um consultório odontológico. Plano de negócio em odontologia DISCIPLINAS OPTATIVAS BIOLOGIA MOLECULAR E BIOTECNOLOGIA Ementa: Análise de Ácidos Nucleicos Bibliotecas de DNA. Projeto Genoma. Sequenciamento de DNA. Conceitos dos mecanismos moleculares envolvidos nos processos de replicação do DNA, transcrição e processamento do RNA. Transformação do RNA mensageiro em DNA. Introdução à biologia molecular. Estrutura e informações genéticas do DNA. Enzimas de restrição e DNA ligase. Clonagem de DNA e suas características. Métodos de extração de DNA e análise laboratorial de DNA. Ementa: Análise de proteínas Analisar a precipitação de proteínas pela alta concentração de sais, assim identificando um processo importante para a separação de misturas complexas de proteínas. Conceitos de genes e código genético. As mutações e alterações no código genético Conceitos e fundamentos da síntese proteica. Vetores de expressão. Sistemas de expressão de proteínas in vitro. Purificação de proteínas. Aplicações das proteínas recombinantes. Ementa: Biotecnologia Agentes biológicos usados em aplicações biotecnológicas. Bioprocessos artesanais e industriais. Cultivo in vitro de células animais. Marcadores moleculares. Micropropagação de vegetais. Organismos geneticamente modificados. Bioinformática na identificação de novos produtos biotecnológicos. Novas aplicações biotecnológicas em saúde. Produtos e processos biotecnológicos com potencial aplicação em meio ambiente.

237 235 Fundamentos de Biotecnologia e suas aplicações. Transgênicos como são produzidos, suas características e efeitos. Transgênicos de Importância Agronômica. Vacinas de DNA. O avanço proporcionado por pesquisas com células tronco. Ementa: Metodologias de análise em biologia molecular Conceitos de marcadores genéticos e utilização de DNA. Interação dos ácidos nucléicos e proteínas. PCR, Técnicas de hibridização (Southern, Western e NorthernBlotting, FISH). Conceitos, caracterização e métodos/técnicas moleculares Eletroforese de DNA (em gel de agarose) BIBLIOGRAFIA DO CURSO Odontologia BURKET, Lester W. Medicina bucal: Diagnostico y tratamiento. 2 ed. Mexico: Editorial Interamericana p Classificação: B959m 2 ed Ac NETTER, Frank H. CIBA collection of medical illustrations, The, v.3: digestive system, p.1: upper digestive tract. New York: CIBA p Classificação: N474c Ac NETTER, Frank H. CIBA collection of medical illustrations, The, v.3: digestive system, p.2: lower digestive tract. New York: CIBA p Classificação: N474c Ac NETTER, Frank H. CIBA collection of medical illustrations, The, v.3: digestive system, p.3: liver, biliary tract and pancreas. 2. ed. New York: CIBA p Classificação: N474c 2. ed Ac SAAD, William Abrao; FERRAZ-NETO, Ben-Hur. Doencas do aparelho digestivo: principios clinicos e cirurgicos. Sao Paulo: Robe p Classificação: S111d Ac Quantidade : Estomatologia. Patologia da boca e dos dentes. SCULLY, Crispian. Atlas de diagnostico bucal. Sao Paulo: santos, p Classificação: R S437a Ac Quantidade : 2 ARAUJO, Ney Soares De; ARAUJO, Vera Cavalcanti De. Patologia bucal. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: A663p Ac Quantidade : 6 BHASKAR, S. N. Patologia bucal. 4. ed. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: B575p 4. ed Ac Quantidade : 2 CAHN, Lester Richard. Patologia da cavidade oral. Rio de Janeiro: Cientifica p Classificação: C132p Ac CASTRO, Acyr Lima De. Estomatologia. São Paulo: santos, p Classificação: C355e 1992 (UNIC Brio) Ac Quantidade : 9 CASTRO, Acyr Lima De. Estomatologia. 2. ed. São Paulo: santos, p Classificação: C355e 2.ed 1995 Ac CASTRO, Acyr Lima De. Estomatologia. 3. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: C355e 3. ed Ac Quantidade : 2 GUIMARAES, Sergio A. Catanzaro. Patologia basica da cavidade bucal. Rio de Janeiro: Guanabara, p Classificação: G963p Ac LEITE, Aristeo Goncalves. Aftas bucais: causas e tratamento. 4. ed. Rio de Janeiro: Epume p Classificação: L533a 4. ed Ac LEITE, Aristeo Goncalves. Aftas bucais: causas e tratamento. 5. ed. Petropolis: EPUB, p Classificação: L533a 5. ed Ac Quantidade : 6 MARCUCCI, Gilberto. Estomatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p (Fundamentos de odontologia) ISBN Classificação: M322e 2012 (UNIC Brio) Ac Quantidade : 3 GUIA de estudo de patologia oral, v.2. [Aracatuba]: s.n [158 p]

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239 GENCO, Robert J., Ed.; GOLDMAN, Henry M., Ed.; COHEN, Walter, Ed. Periodontia contemporanea. 2. ed. rev. Sao Paulo: santos, p Classificação: G324p 2. ed. rev 1997 Ac Quantidade : 5 GENCO, Robert J., Ed.; GOLDMAN, Henry M., Ed.; COHEN, Walter, Ed. Periodontia contemporanea. 3. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: G324p 3. ed Ac Quantidade : 8 LASCALA, Nelson Thomaz; MOUSAALLI, Ninon Huguette. Compendio terapeutico periodontal. Porto Alegre: Artes Médicas, p Classificação: L341c Ac Quantidade : 2 LASCALA, Nelson Thomaz; MOUSAALLI, Ninon Huguette. Compendio terapeutico periodontal. 2. ed. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: L341c 2. ed Ac LASCALA, Nelson Thomaz; MOUSAALLI, Ninon Huguette. Compendio terapeutico periodontal. 3. ed. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: L341c 3. ed Ac Quantidade : 2 LASCALA, Nelson Thomaz; MOUSSALI, Ninon Huguette. Periodontia clinica, v.2: especialidades afins. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: L341p Ac Quantidade : 2 LASCALA, Nelson Thomaz. Prevencao na clinica odontologica: promocao de saude bucal. Porto Alegre: Artes Médicas, p Classificação: L341p Ac LINDHE, Jan. Tratado de periodontologia clinica. Rio de Janeiro: Interamericana p Classificação: L745t Ac Quantidade : 2 LINDHE, Jan. Tratado de periodontologia clinica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: L745t 2.ed 1992 Ac LINDHE, Jan. Tratado de periodontia clinica e implantologia oral. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: L745t 3.ed 1999 (UNIC Brio) Ac LINDHE, Jan. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: L745t 4. ed Ac Quantidade : 3 MACEDO, Nelson Luiz De; NETTO, Rogerio Lacaz. Manual de higienizacao bucal: motivacao dos pacientes. 2. ed. Sao Paulo: Publicacoes Medicas p Classificação: M141m 2. ed Ac MANSON, J. D.; ELEY, B. M. Manual de periodontia. 2. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: M289m 2. ed Ac Quantidade : 3 NEWMAN, Michael G; TAKEI, Henry H; KLOKKEVOLD, Perry R. Carranza: periodontia clinica. 10. ed. Rio de Janeiro: Saunders p Classificação: N554c 10. ed Ac Quantidade : 3 NEWMAN, Michael G; TAKEI, Henry H; KLOKKEVOLD, Perry R. Carranza: periodontia clinica. 11. ed. Rio de Janeiro: Saunders, Elsevier Editora Ltda., p ISBN Classificação: N554c 11. ed (USSA I) N554c 11.ed 2011 (UNIC Bri... Ac RAMFJORD, Sigurd P.; ASH, Major M. Periodontologia e periodontia: teoria e pratica moderna. Sao Paulo: santos, p Classificação: R172p Ac Quantidade : 4 RIGUEIRA, Itamar. Fundamentos de periodontia: morfologia, prevencao e terapeutica aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter p Classificação: R572f 2. ed Ac Quantidade : 5 ROBERTSON, Paul B; DEROUEN, Tomithy A. Controversias em periodontologia. Sao Paulo: santos, p (Periodontologia 2000; 1) Classificação: R651c Ac SCHOEN, Diane H; DEAN, Mary-Catherine. Instrumentacao em periodontia contemporanea. Sao Paulo: santos, p Classificação: S365i Ac Quantidade : 5 WILSON, Thomas G.; KORNMAN, Kenneth S. Fundamentos de periodontia. Sao Paulo: Quintessence p Classificação: W753f Ac Quantidade : 6 WORTHINGTON, Helen; NEEDLEMAN, Ian. Prevencao e tratamento da doenca periodontal baseados em evidencias. Sao Paulo: santos, p (Periodontologia 2000; 11) Classificação: W933p Ac Quantidade : 3 Duarte.Cesário António. Cirurgia periodontal: pré-protética, estética e peri-implantar. 3.ed. São Paulo: Santos, p Classificação: D812c 3 ed D812c 3.ed 2009 (UNIC Brio) Ac

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251 GRUPO BRASILEIRO DE PROFESSORES DE ORTODONTIA E ODONTOPEDIATRIA-GBPOO. Setimo, 7 livro anual do grupo brasileiro de professores de ortodontia e odontopediatria. Sao Paulo: Image Maker Comunicacoes p Classificação: G892s Ac HAUPL, Karl; GROSSMANN, William J; CLARKSON, Patrick. Ortopedia funcional de los maxilares. Buenos Aires: Mundi p Classificação: H374o Ac HOUSTON, W. J. B. Diagnostico ortodontico. 3. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: H843d 3. ed Ac Quantidade : 3 INTERLANDI, S. Ortodontia: mecanica do arco de canto introducao a tecnica. Sao Paulo: Sarvier p Classificação: I61o Ac Quantidade : 5 INTERLANDI, S. (Coord.). Ortodontia: bases para a iniciacao. 3. ed. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: I61o 3. ed Ac LANGLADE, Michel. Cefalometria ortodontica. Sao Paulo: santos, p Classificação: L282c Ac Quantidade : 3 LANGLADE, Michael. Diagnostico ortodontico. Sao Paulo: santos, p Classificação: L282d Ac Quantidade : 3 LAWSON, Harvey W.; BLAZUCKI, Joan L. Bases laboratoriais da ortodontia. Rio de Janeiro: Quintessence p Classificação: L425b Ac Quantidade : 4 LIMA, Mauricio Vaz De. Reabilitacao dinamica funcional dos maxilares sem extracao. Chicago: Quintessence p Classificação: L732r Ac LINDEN, Frans P. G. M. Van Der. Ortodontia: desenvolvimento da denticao. Sao Paulo: Quintessence p Classificação: L744o Ac MACIEL, Roberto Nascimento. Oclusao e ATM: procedimentos clinicos. Sao Paulo: santos, 1996; p Classificação: M152o Ac MARCOTTE, Michael R. Biomecanica em ortodontia. Sao Paulo: santos, p Classificação: M321b Ac Quantidade : 3 MCNEILL, Charles. Ciência e prática da oclusão. São Paulo: Quintessence p Classificação: M478c Ac Quantidade : 2 MCLAUGHLIN, Richard P; BENNETT, John C; TREVISI, Hugo J. Mecanica sistematizada de tratamento ortodontico. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: M479m Ac MEZZOMO, Elio; SUZUKI, Roberto M. Reabilitacao oral contemporanea. São Paulo: santos, 2006/ p ISBN Classificação: M617r 2006 (UNIC Brio) M617r 1. ed 2006 (UDI) M617r... Ac FUNDAMENTOS de oclusao. Rio de Janeiro: Quintessence p Classificação: M698f Ac MONDELLI, Jose. Estetica e cosmetica: em clinica integrada estauradora. São Paulo: Quintessence, p Classificação: M741e Ac Quantidade : 2 MONGINI, Franco. O sistema estomatognatico: funcao, disfuncao e reabilitacao. Rio de Janeiro: Quintessence p Classificação: M743s Ac MOURA, Cyro Ribeiro De. Teoria & tecnica de Begg passo a passo. Sao Paulo: Panamed p Classificação: M929t Ac MOYERS, Robert E. Manual de ortodoncia. 4. ed. Sao Paulo: Panamericana p Classificação: M938m 4. ed Ac MOYERS, Robert E. Ortodontia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: M938o 3. ed Ac Quantidade : 2 MOYERS, Robert E. Ortodontia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: M938o 4.ed 1991 Ac MURRAY, John J.; BENNETT, T. Gordon. Atlas colorido sobre technica do ataque acido. Sao Paulo: Manole, p Classificação: M982a Ac Quantidade : 5 OKESON, Jeffrey P. Fundamentos de oclusao e desordens temporo-mandibulares. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, p Classificação: O41f 2. ed Ac Quantidade : 8 249

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253 DAVARPANAH, Mithridade et al; DAVARPANAH, Mithridade et al. Manual de implantodontia clínica: conceitos, protocolos e inovações. 2.ed. Porto Algre: Artmed, p Classificação: D245m 2.ed 2013 (ULF-Ba) D245m 2.ed 2013 (UNIC Brio) Ac Quantidade : Odontologia JORGE, Antonio Olavo C. Microbiologia bucal. 3. ed. São Paulo: Santos, p ISBN Classificação: 579: J82m 3. ed :579 J82m 3.ed 2007 (UNIC Brio)579: J82... Ac Quantidade : 6 SCHMIDSEDER, Josef; SCHMIDSEDER, Josef. Odontologia estética. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, p (Colecao Artmed de Atlas Coloridos de Odontologia). ISBN Classificação: S348o 2.ed 2011 (UNIC Brio) S348o 2.ed 2011 (ULF-Ba) Ac Quantidade : 2 WOLF, Herbert F.; HASSELL,Thomas M. Manual de periodontia: fundamentos, diagnósticos, prevenção e tratamento. Porto Alegre: Artmed, p ISBN Classificação: W853m (USSA I) (FED) (USSA II) W853m 2008 (UNIC Brio) Ac Quantidade : 3 TOLEDO, Orlando Ayrton De. Odontopediatria: fundamentos para a prática clínica. 4.ed. Rio de Janeiro: MedBook, p ISBN Classificação: T649o 4.ed 2012 (UNIC Brio) (USSA I) T649o 4.ed 2012 (ULF-Ba) Ac Quantidade : 3 VENDOLA, Maria Cecília Ciaccio; ROQUE NETO, Augusto. Bases clínicas em odontogeriatria: Maria Cecília Ciaccio Vendola. Sao Paulo: Santos, p ISBN Classificação: B895o V452b 2009 (ULF-Ba) B895o Ac Quantidade : 8 VIEIRA, Dirceu; VIEIRA,Danielle Monsores. Inlay/Onlay estético. São Paulo Santos p Classificação: V657i 2007 (UNIC Brio) (UNIC TS) Ac Quantidade : 3 RUSSO, Eliza Maria Agueda; et al. Dentística: restaurações diretas. Santos, p (Fundamentos de odontologia) ISBN Classificação: R969d 2010 (ULF-Ba) R969d 2010 (UNIC Brio) R9... Ac Quantidade : 3 BIANCHINI, Marco Aurélio. O passo a passo cirúrgico na implantodontia: da instalacao a protese. São Paulo: Santos, 2008/ p ISBN Classificação: B577p B577p 2011 (UNIC Brio) B /2011 (ULF-... Ac Quantidade : 3 CARDOSO, Antonio Carlos; CARDOSO, Antonio Carlos. O passo-a-passo da protese sobre implante: da 2. etapa cirurgica a reabilitacao final. 2.ed. São Paulo: Santos, 2012/ p ISBN Classificação: C268p 2.ed 2012/2014 (ULF-Ba) C268p 2.ed 2012 (UNIC Bri... Ac Quantidade : 7 FIGUN, Mario Eduardo; GARINO, Ricardo Rodolfo. Anatomia odontológica funcional e aplicada. São Paulo: Panamericana, Artmed, p ISBN Classificação: : F477a : F477a 2003 (UNIC Brio) : F477a Ac Quantidade : 3 TERAPÊUTICA medicamentosa em odontologia. 2. ed. São Paulo: Artes Medicas, p ISBN Classificação: :615 A553t 2. ed (UNIC TS) :615 A553t 2.ed 2006 (UNIC Brio) (USSA I) Ac Quantidade : 3 SERRANO JR, Carlos V.; SERRANO JUNIOR, Carlos; OLIVEIRA, Maria Cristina Marino De; [Et Al]. Cardiologia e odontologia: uma visão integrada. São Paulo: Santos, p ISBN Classificação: : S487c S487c 2007 (ULF-Ba) : S487c Ac Quantidade : 6 FEJERSKOV, Ole; FEJERSKOV, Ole; KIDD, Edwina. Cárie dentária: a doença e seu tratamento clínico. 2.ed. São Paulo: Santos, p Classificação: F311c 2.ed 2008 (ULF-Ba) F311c 2.ed 2013 (UNIC Brio) Ac Quantidade : Endodontia. Odontologia ALVARES, Sergio. Endodontia clinica. Sao Paulo: santos, p Classificação: A473e Ac ALVARES, Sergio. Endodontia clinica. 2. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: A473e 2. ed Ac Quantidade : 2 BARBOSA, Sergio Valmor. Terapeutica endodontica. Sao Paulo: santos, p Classificação: B238t Ac COHEN, Stephen; BURNS, Richard C (Ed.). Caminhos da polpa. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: C678c 2.ed 1982 (UNIC Brio) Ac COHEN, Stephen; BURNS, Richard C (Ed.). Caminhos da polpa. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p 251

254 Classificação: C678c 7. ed Ac DEUS, Quintiliano Diniz De. Endodontia. Belo Horizonte: Odontomedica e Juridica p Classificação: D486e Ac DEUS, Quintiliano Diniz De. Endodontia. 5. ed. Rio de Janeiro: Medsi, p Classificação: D486e 5.ed 1992 Ac DIAS, Amaryllis Tinoco. Manual de endodontia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. Classificação: D53m D541m 1980 (UNIC Brio) D53m Ac ESTRELA, Carlos; FIGUEIREDO, Jose Antonio P. Endodontia: principios biologicos e mecanicos. 1rp. Sao Paulo: Artes Médicas, 1999; p Classificação: E82e 1999 (UNIC Brio) Ac Quantidade : 8 FERNANDES, Kristianne Porta Santos; DEL MONACO, Rodrigo Jardim; TENIS, Carlos Alberto. Guia visual de endodontia. Sao Paulo: santos, p Classificação: F363g Ac FILGUEIRAS, Jayme; BEVILACQUA, Sylvio; MELLO, Claudio Ferreira De. Endodontia clinica. Rio de Janeiro: Cientifica p Classificação: F481e Ac GROSSMAN, Louis I. Endodontia pratica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, p Classificação: G878e 10.ed 1983 Ac Quantidade : 2 GROSSMAN, Louis I. Endodontia pratica. 3. ed. Rio de Janeiro: ATHENEU, p Classificação: G878e 3. ed Ac GROSSMAN, Louis I. Practica endodontica. 7. ed. Buenos Aires: Mundi p Classificação: G878p 7. ed Ac HARGREAVES, Kenneth M; COHEN, Stephen. Cohen: caminhos da polpa. 10. ed. Rio de Janeiro: Mosby, Elsevier Editora Ltda., p ISBN Classificação: H279c 10.ed 2011 (USSA II) H279c 10.ed (USSA I) H... Ac Quantidade : 2 INGLE, John Ide; BEVERIDGE, Edward Edgerton. Endodontia. 2. ed. Rio de Janeiro: Interamericana, p Classificação: I51e 2.ed 1979 (UNIC Brio) Ac Quantidade : 3 INGLE, John Ide; TAINTOR, Jerry F. Endodontia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, p Classificação: I51e 3. ed Ac Quantidade : 3 LEONARDO, Mario Roberto; LEAL, Jayme Mauricio. Endodontia: tratamento de canais radiculares. 2. ed. Sao Paulo: Panamericana p Classificação: L581e 2. ed Ac Quantidade : 3 LEONARDO, Mario Roberto; LEONARDO, Renato de Toledo. Endodontia: conceitos biológicos e recursos tecnológicos. São Paulo: Artes Medicas, p ISBN Classificação: L581e 2009 (UNIC Brio) L581e 2009 (USSA I) Ac Quantidade : 8 TRATAMENTO de canais radiculares: atualidades tecnicas. Sao Paulo: Premier p Classificação: L581t Ac Quantidade : 5 LOPES, Helio Pereira; SIQUEIRA JR, Jose Freitas. Endodontia: biologia e tecnica. Sao Paulo: Medsi p Classificação: L864e Ac Quantidade : 4 LOPES, Helio Pereira; SIQUEIRA JR, Jose Freitas. Endodontia: biologia e tecnica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: L864e 3.ed 2010 (UNIC TS) L864e 3.ed 2013 (ULF-Ba) (BR) Ac Quantidade : 5 MACHADO, Manoel Eduardo De Lima. Endodontia da biologia à técnica. São Paulo: Santos, 2007/ p ISBN Classificação: M149e M149e 2007 (UDI) M149e 2007 (ULF-Ba)61... Ac Quantidade : 3 MACHADO, Manoel Eduardo de Lima. Urgencias em endodontia: bases biológicas clínicas e sistêmicas. São Paulo: Santos, p ISBN Classificação: M149u 2010 (UNIC Brio) M149u 2010 (ULF-Ba) M149u... Ac Quantidade : 8 OLIET, Seymour. Diagnostico e tratamento de emergencia endodonticas. Rio de Janeiro: Quintessence p Classificação: O46d Ac Quantidade : 2 PAIVA, Jose Gustavo De; ANTONIAZZI, Joao Humberto. Endodontia: bases para a pratica clinica. 2. ed. Sao Paulo: Artes Médicas, p Classificação: P142e 2. ed Ac Quantidade : 4 252

255 PAIVA, Jose Gustavo; ALVARES, Sergio. Endodontia. Sao Paulo: ATHENEU, p Classificação: P149e Ac RAMOS, Carlos Alberto Spironelli; BRAMANTE, Clovis Monteiro. Endodontia. Londrina: UEL, p Classificação: R175e Ac RAMOS, Carlos Alberto Spironelli; BRAMANTE, Clovis Monteiro. Endodontia: fundamentos biologicos e clinicos. 2. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: R175e 2. ed Ac TORABINEJAD, Mahmoud; WALTON, Richard E. Endodontia: princípios e prática (possui DVD). 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda., p Classificação: T676e 4.ed T676e 4.ed 2010 (UNIC Brio) T676e... Ac Quantidade : 3 Yoshiro Shoji. Endodoncia sistematica. Chicago: Quintessence p Classificação: Y61e Ac Odontologia LINDHE, Jan. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, 2011, p ISBN Classificação: L745t 5. ed. 2010, 2011 (UNIC TS) L745t 5.ed 2011 (UNI... Ac Quantidade : 8 CARLSSON, Gunnar E.; MAGNUSSON, Tomas; GUIMARÃES, Antonio Sèrgio. Tratamento das disfunções temporomandibulares na clínica odontologica. São Paulo: Quintessence, 2006, p Classificação: C278t C279t 2006 (UNIC Brio) C278t Ac Quantidade : 3 KATCHBURIAN, Eduardo; ARANA, Victor. Histologia e embriologia oral: texto, atlas, correlações clínicas. 3. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. ISBN Classificação: K19h 3. ed. rev. e atua K19h 3. ed 2012 (UDI) Ac Quantidade : 2 NANCI, Antonio. Ten cate, histologia oral: desenvolvimento,estrutura e função. 8.ed. Rio de Janeiro: Mosby, Elsevier Editora Ltda., p ISBN Classificação: N176t 8.ed N176t 8. ed (IPATINGA) N1... Ac Quantidade : 8 MUGAYAR, Lêda Regina Fernandes. Pacientes portadores de necessidades especiais: manual de odontologia e saúde oral. São Paulo: Pancast, p ISBN Classificação: M951p M951p 2000 (UNIC Brio) M951p Ac Quantidade : 8 BUSSADORI, Sandra Kalil; Masuda.Milton S. Manual de odontohebiatria. 2.ed. São Paulo: Santos, p ISBN Classificação: B981m 2.ed 2012 (UNIC Brio) B981m 2.ed (ULF-Ba) Ac Quantidade : 8 PINTO, Vitor Gomes. Saúde bucal coletiva. 6. ed. São Paulo: Santos, p. ISBN Classificação: P659s 6.ed P659s 6. ed 2013 (UDI) P659s 6.ed... Ac Quantidade : 4 VANRELL, Jorge Paulete. Odontologia legal e antropologia forense. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009, p ISBN Classificação: : V274o 2. ed. 2009, : V274o 2.ed 2009 (UNIC Brio)... Ac MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia da face: bases anatomofuncionais para a prática odontológica. 8. ed. Sao Paulo: Sarvier, p ISBN Classificação: : M181a 8. ed : M181a 8.ed 2012 (UNIC Brio) Ac Quantidade : :615 - Farmacologia odontológica AMERICAN DENTAL ASSOCIATION. Remedios dentarios oficiais: drogas usadas na pratica odontologica incluindo uma lista de especialidades aprovadas pelo conselho de terapeutica dentaria da American Dental Association. 27. ed. Rio de Janeiro: USAID p Classificação: :615 A512r 27. ed Ac ARMONIA, Paschoal Laercio; Tortamano. Como prescrever em odontologia. Sao Paulo: santos, p Classificação: :615 A733c Ac Quantidade : 2 CURRO, Frederick A. Clinicas odontologicas de norteamerica: dolor. Mexico: Interamericana p Classificação: :615 C976c Ac DECHY, H; LAGIER, G. Elementos basicos em farmacologia odontologica. 2. ed. Sao Paulo: Andrei p Classificação: :615 D293e 2. ed Ac Quantidade : 2 253

256 FARMACOTERAPIA: clinicas odontologicas da America do Norte. Sao Paulo: Roca p Classificação: :615 G133f Ac GUIA terapeutica odontologico: G.T.O. Sao Paulo: Medisa p Classificação: :615 G943g Ac NEDER, Antonio Carlos. Farmacoterapia para cirurgioes dentistas. 6. ed. Piracicaba: A. C. Neder p Classificação: :615 N371f 6. ed Ac NEDER, Antonio Carlos. Farmacoterapia para cirurgioes dentistas. 9. ed. Piracicaba: A. C. Neder p Classificação: :615 N371f 9. ed Ac Quantidade : 4 NEIDLE, Enid A.; YAGIELA, John A. Farmacologia e terapeutica para dentistas. 3. ed. Sao Paulo: Guanabara, p Classificação: :615 N397f 3. ed Ac QUARESMA, Aguinaldo. Guia terapeutico odontologico. 3. ed. Sao Paulo: Medisa p Classificação: :615 Q1g 3. ed Ac TORTAMANO, Nicolau (Coord.). G.T.O: guia terapeutico odontologico. 12. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: :615 T699g 12. ed Ac TORTAMANO, Nicolau,Coord. G.T.O: guia terapeutico odontologico. 8. ed. Sao Paulo: Brasileira de Odontologia(E.B.O) p Classificação: :615 T699g 8. ed Ac TORTAMANO, Nicolau (Coord.). G.T.O: guia terapeutico odontologico. 9. ed. Sao Paulo: Brasileira de Odontologia(E.B.O) p Classificação: :615 T699g 9. ed Ac Quantidade : 2 WANNMACHER, Lenita; FERREIRA, Maria Beatriz Cardoso. Farmacologia clinica para dentistas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: :615 W249f Ac Quantidade : 2 WANNMACHER, Lenita; FERREIRA, Maria Beatriz Cardoso. Farmacologia clinica para dentistas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: :615 W249f 2. ed Ac Quantidade : 5 YAGIELA, John A; NEIDLE, Enid A.; DOWD, Frank J. Farmacologia e terapêutica para dentistas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: :615 Y12f 4. ed Ac Quantidade : Materiais odontológicos. ANUSAVICE, Kenneth J. Phillips : materiais dentários. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda., Saunders, p ISBN Classificação: A636p 12.ed 2013 (UNIC Brio) A636p 12. ed A63... Ac Quantidade : 5 CARDOSO, Rielson Jose Alves; MACHADO, Manoel Eduardo De Lima. Odontologia arte e conhecimento, v.3: dentistica: protese: ATM: implantodontia: cirurgia pre-protetica: odontogeriatria. Sao Paulo, SP: Artes Médicas, p Classificação: C268o v Ac Quantidade : 5 CRAIG, Robert G.; POWERS, John M. Materiais dentários restauradores. 11. ed. São Paulo: santos, p Classificação: C886m 11. ed Ac CRAIG, Robert G.; O'BRIEN, William J.; POWERS, John M. Materiais dentarios: propriedades e manipulacao. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, p Classificação: C886m 3. ed Ac Quantidade : 8 CRAIG, Robert G.; POWERS, John M; WATAHA, John C. Materiais dentarios: propriedades e manipulacao. 7. ed. Sao Paulo: santos, p Classificação: C886m 7. ed Ac GALAN JUNIOR, Joao. Materiais dentarios: o essencial para o estudante e o clinico geral. Sao Paulo: santos, p Classificação: G146m Ac Quantidade : 9 MOTTA, Reynaldo Gomes Da. Aplicacoes clinicas dos materiais dentarios. Rio de Janeiro: Epuc p Classificação: M921a Ac Quantidade : 2 NAVARRO, Maria Fidela De Lima; PASCOTTO, Renata Correa. Cimentos de ionômero de vidro: aplicações clínicas em odontologia. São Paulo: Artes Medicas, p Classificação: N322c N322c 1998 (UNIC Brio) N322c Ac PHILLIPS, Ralph W. Materiais dentarios de Skinner. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, p Classificação: P562m 8.ed 1986 Ac

257 Quantidade : 9 PHILLIPS, Ralph W. Skinner: materiais dentarios. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Classificação: P562s 9. ed Ac VIEIRA, Dioracy Fonterrada. Bases para aplicacao racional dos materiais odontologicos. 2. ed.atual. Sao Paulo: ATHENEU, p Classificação: V658b 2. ed.atual 1976 Ac Quantidade : 9 WILSON, Harold J.; MCLEAN, John W; BROWN, David. Materiais dentarios e suas aplicacoes clinicas. Sao Paulo: santos, p Classificação: W748m Ac Quantidade : 2 Total geral de títulos : 421 Total geral de exemplares :

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