PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO

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1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO

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3 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ CUIABÁ/ MATO GROSSO FACULDADE DE DIREITO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO Projeto pedagógico elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante do curso de Direito da Universidade de Cuiabá, homologado pelo colegiado do curso.

4 Cuiabá/ Mato Grosso 2016 Sumário LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS... 8 APRESENTAÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR E DO CURSO GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) DADOS GERAIS DO CURSO PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS INSTITUCIONAIS PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS RESPONSABILIDADE SOCIAL POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO CONCEITOS ACADÊMICOS Modelo acadêmico Concepção e organização da matriz curricular METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL Aula modelo Material didático PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO Acompanhamento de egressos BSC acadêmico do curso de Direito OBJETIVOS DO CURSO ESTRUTURA CURRICULAR Matriz Curricular Interdisciplinaridade Flexibilização curricular... 57

5 3.5.4 Acessibilidade plena Compatibilização da carga horária Articulação da teoria com a prática Tópicos especiais CONTEÚDOS CURRICULARES Plano de ensino Ementário e bibliografia Conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental Conteúdos pertinentes às políticas de educação em direitos humanos Conteúdos pertinentes às políticas de educação das relações étnicoraciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Objetivos Carga Horária, Estrutura e Orientação Avaliação ATIVIDADES COMPLEMENTARES Estudos Dirigidos: Objetivos e Estrutura Estudos Dirigidos: Avaliação APOIO AO DISCENTE Apoio extraclasse Apoio psicopedagógico Atendimento educacional especializado Atividades de nivelamento Atividades extracurriculares Programas de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO- APRENDIZAGEM NÚMERO DE VAGAS

6 3.15 PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA AVALIAÇÃO DO PPC CORPO DOCENTE E TUTORIAL NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO Gestão Do Curso Relação do coordenador com os docentes e discentes do curso Representatividade nos colegiados superiores Experiência de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador Regime de trabalho do coordenador CORPO DOCENTE DO CURSO Titulação Regime de trabalho do corpo docente do curso Experiência profissional do corpo docente Experiência de magistério superior do corpo docente Produção científica, cultural, artística ou tecnológica FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO Representatividade dos segmentos Periodicidade das reuniões Registro e encaminhamento das reuniões Componentes do colegiado do curso INFRAESTRUTURA GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL (TI) ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA SERVIÇOS ACADÊMICOS SALA DE PROFESSORES SALAS DE AULA ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA BIBLIOTECA Acervo Bibliografia básica Bibliografia complementar Biblioteca virtual

7 5.6.5 Periódicos científicos eletrônicos LABORATÓRIOS Laboratórios didáticos especializados: quantidade Laboratórios didáticos especializados: qualidade... Erro! Indicador não definido Laboratórios didáticos especializados: serviços Erro! Indicador não definido. 5.8 NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES BÁSICAS NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA: ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO E MEDIAÇÃO REQUISITOS LEGAIS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (Conforme disposto na Lei N , de 27 de dezembro de 2012) TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS E LICENCIATURAS TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto nº 5.626/2005) INFORMAÇÕES ACADÊMICAS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC

8 LISTAS DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS Quadro 1 - O PDI e as políticas de ensino do curso Quadro 2 - O PDI e as políticas de extensão do curso Quadro 3 - O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso Quadro 4 - BSC acadêmico Quadro 5 - Competências gerais e técnicas Quadro 6 - Composição do NDE Quadro 7 - Perfil do coordenador do curso Quadro 8 - Titulação do corpo docente do curso Quadro 9 - Componentes do colegiado do curso Quadro 10 Titulação do corpo docente do curso lato sensu e stricto sensu Quadro 11 Carga Horária do Curso Figura 1- Disciplinas profissionalizantes Figura 2 - Aula Modelo Figura 3 - Tempos didáticos Tabela 1- Matriz curricular Tabela 2 - Infraestrutura da IES Tabela 3 - Acervo geral da biblioteca Tabela 4 - E-Books Tabela 5 - Periódicos eletrônicos da base EBSCO Tabela 6 - Periódicos eletrônicos de outras bases Tabela 7- Laboratórios didáticos especializados: quantidade

9 APRESENTAÇÃO A Universidade de Cuiabá entende o projeto pedagógico como um documento orientador de um curso, que traduz as políticas acadêmicas institucionais, fundamenta a gestão acadêmica, pedagógica e administrativa e articula as ações a serem adotadas em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais. O projeto contempla conhecimentos e saberes necessários à formação das competências, estabelecidas a partir do perfil do egresso, que norteiam todo o processo de ensino-aprendizagem. Sua estrutura prevê diversos elementos, dentre eles o contexto educacional e suas particularidades, os objetivos do curso, a matriz curricular com observância aos seus elementos e sua respectiva operacionalização, a metodologia e estratégias de ensino, os recursos humanos e materiais, bem como a infraestrutura adequada ao pleno funcionamento do curso. Dessa forma, o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Direito foi construído coletivamente, e é implementado por meio do seu Núcleo Docente Estruturante (NDE), órgão que elabora e acompanha a consolidação do projeto em sintonia com o colegiado do curso. O processo de elaboração do PPC considerou a concepção de um curso superior que venha a se concentrar na aprendizagem, no aluno e no professor. No que concerne à aprendizagem, ela se processa por meio de uma atividade cognitiva. Nesse sentido, aprender é operar mentalmente, é raciocinar, é refletir, é agir. Consequentemente, aprender resulta em mudanças de comportamento. Entende-se o aluno como um sujeito ativo que, ao assumir o papel de protagonista do seu processo de ensino-aprendizagem, viabiliza o desenvolvimento de suas capacidades intelectuais e atitudinais. Nesse contexto, o professor assume o papel de mediador da aprendizagem, um processo em que a transmissão de conhecimentos evolui para uma postura dinâmica que estimula o diálogo, a interação e a cooperação. Ao professor é necessário ter a capacidade de adequar sua linguagem, suas estratégias e seus recursos ao perfil dos alunos, de forma a viabilizar uma comunicação assertiva, tornando significativa a aprendizagem. Cabe ao NDE zelar para que esse documento se reflita como o produto de olhares atentos ao perfil do profissional, às competências e habilidades, aos conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais), à matriz curricular, à metodologia de ensino, às atividades de aprendizagem e ao processo de avaliação, de modo que todos sejam objetivo de discussões, de revisão de paradigmas, de mudança de modelos mentais, de hábitos e de culturas. Nesse sentido, este projeto pedagógico está aberto às inovações, práticas e legislações que exijam fazer reestruturações capazes de propiciar o fortalecimento dos vínculos entre educação e sociedade, visando, em última instância, direcionar, positivamente, os destinos das pessoas e as políticas públicas que as influenciam. Por essas razões, o PPC de Direito será atualizado para fazer frente aos desafios, sempre que se fizer necessário. A preocupação que permeia todo o PPC é a formação de um profissional com senso crítico e reconhecida capacidade em articular os conceitos para resolver problemas, agindo de forma ética e com competência, criatividade, autonomia, determinação, objetividade, sensibilidade e sociabilidade, competências tão reconhecidas e valorizadas pelo mundo do trabalho.

10 1 CONTEXTUALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR E DO CURSO 1.1 GRUPO KROTON EDUCACIONAL S.A. A Universidade de Cuiabá faz parte do grupo Kroton Educacional, empresa privada do ramo da educação, com uma trajetória de mais de 45 anos, por meio da marca Pitágoras, na prestação de serviços educacionais, com várias unidades de ensino distribuídas pelos estados brasileiros. Dentre as instituições de ensino que agregam o grupo estão a ANHANGUERA, ESTÁCIO DE SÁ, FAMA, PITÁGORAS, UNIC, UNIME, UNIRONDON, UNOPAR e UNIDERP. Dados institucionais da Kroton Educacional CNPJ/MF n.º / Av Paulista, 1106, Bela Vista, CEP SP CEP: São Paulo SP Fone: (11) [email protected] Home Page: Principais dirigentes executivos Presidente (CFO): Rodrigo Galindo Vice-presidente acadêmico: Mário Ghio Junior Vice-presidente presencial: Américo Matiello Diretora de avaliação e desenvolvimento institucional (DDI): Gislaine Moreno 1.2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA IUNI Educacional S.A. CNPJ n.º / Rua: Av. Manoel José de Arruda, Cidade: Cuiabá CEP

11 Fone: (65) Home page: Registro na Junta Comercial do Estado NIRE Representante legal da mantenedora NOME Gislaine Moreno FUNÇÃO Diretora de avaliação e desenvolvimento institucional (DDI) e representante legal 1.3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) Universidade de Cuiabá Rua: Avenida José Manoel de Arruda, 3.100, Jardim Europa Cidade: Cuiabá CEP Fone: : (65) [email protected] Home page: Atos legais: Portaria Ministerial de Autorização: Decreto Nº de 26 de junho Portaria Ministerial de Reconhecimento: Portaria do MEC n.º 1000, de 12 de julho de Dirigentes da IES NOME Fernando Ciriaco Dias Neto FUNÇÃO Diretor

12 Histórico da IES A União das Escolas Superiores de Cuiabá iniciou suas atividades em 04/04/1988, com três Faculdades: Letras, Pedagogia e Ciências Exatas, com um trabalho de responsabilidade, credibilidade e compromisso ético em suas atividades que em dezembro 1994 recebeu o título de Universidade. Em 07/08/1989 foi dada a aula magna inaugural do Curso de Direito, autorizado pelo Decreto Nº de 26 de junho A Faculdade de Direito veio atender uma grande demanda reprimida de interessados a fazer o curso, pois no Estado de Mato Grosso, só existia a UFMT que ofertava 40 vagas anuais. Foi também recebida está iniciativa que hoje mais vagas foram solicitadas e autorizada, tendo hoje o curso cerca de 3000 acadêmicos. A importância da Faculdade de Direito para o Estado de Mato Grosso e tão grande que hoje 65% dos profissionais das diversas carreiras jurídicas são egressos da instituição. A Faculdade mercê de sua visão arrojada e à frente do tempo é top of mind de todo o seguimento educacional, uma vez que busca preparar os seus acadêmicos para o mercado de trabalho cada vez mais exigente. Missão Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável e de qualidade, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, contribuindo para o desenvolvimento de seus projetos de vida. Visão Ser referência em educação, atuando de forma inovadora e sustentável, e a melhor escolha para estudar, trabalhar e investir, líder nos mercados onde atua. Valores Paixão por educar - Somos educadores movidos pela paixão em formar e desenvolver pessoas. Respeito às pessoas - Promovemos o respeito à diversidade e aos compromissos assumidos, cultivando relacionamentos. Honestidade e responsabilidade - Agimos com integridade, transparência e assumimos os impactos de nossas ações. Fazer acontecer - Somos ágeis em transformar ideias e desafios em realizações. Foco em geração de valor sustentável - Trabalhamos para gerar impactos positivos e sustentáveis para a sociedade.

13 Trabalhar e aprender juntos - Unimos esforços para o mesmo propósito. Dados socioeconômicos e socioambientais da região Mato Grosso tem uma população estimada no ano de 2016 de milhões de habitantes (IBGE 2016) nos seus 141 municípios, distribuídos em km², em um espaço físico com quatro ecossistemas complexos Pantanal, Cerrado, Floresta Amazônica e Araguaia; que associados à baixa densidade demográfica apresentam grandes desafios para área educacional e socioambiental, derivadas do processo de (re)ocupação ocorridos nos anos 70, com forte presença dos estados do Sul e Sudeste, influenciando sobretudo nos saberes tradicionais. Figura X Localização geográfica do Estado de Mato Grosso e da capital Cuiabá. Em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) o estado de Mato Grosso ocupa a 11ª posição, segundo os dados do PNUD (2013), o que deixa o estado na pior posição em relação aos demais do Centro-Oeste, com um valor de 0,725, que é inferior ao valor do Brasil (0,727), cuja variação é de 0 a 1; para especialistas isto é considerado um médio desenvolvimento nacional. Dos 141 municípios, 48 tem alto índice e 05 baixo; esses parâmetros de referência são baseados na longevidade, nível de escolaridade e renda. Em contrapartida o PIB é um dos mais altos do pais (14º), com R$ bilhões no ano de 2012, devido a grande arrecadação do agronegócio (IBGE 2016). Conforme dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) no Ensino Médio constata-se que a situação permanece grave, quando Mato Grosso

14 que ocupa a 24ª posição no ranking nacional atingindo uma pontuação de 2,7 pontos. O contexto é preocupante se considerarmos que houve uma queda a partir de 2013 ocorrendo regressão dos índices em 3,1% (IDEB 2013). Segundo o IBGE (2016) a capital do estado Cuiabá possui uma população estimada no ano de 2016 de 585 mil habitantes, com um IDHMunicipal (2010) de 0,785. O PIB per capita a preços correntes no ano de 2013 é de R$ 31 mil; e o valor do rendimento nominal mediano mensal per capita dos domicílios particulares permanentes urbano gira em torno de R$ DADOS GERAIS DO CURSO Instituição: Universidade de Cuiabá / Campus Beira Rio Endereço: Avenida Manoel José de Arruda, 3100, Bairro Jardim Europa, CEP Cuiabá- MT Nome do Curso: Direito Nº de vagas ofertadas: 720 vagas semestrais Turno de funcionamento: Matutino e Noturno Regime de Matrícula: Seriado Semestral Duração do Curso: 10 semestres Carga Horária Total: 3700 horas Coordenador do Curso: Antonio Alberto Schommer Atos legais: Portaria Ministerial de Autorização: Decreto Nº de 26 de junho o Portaria Ministerial de Reconhecimento: Portaria do MEC n.º 1000, de 12 de julho de Contexto educacional do curso O contexto educacional no qual é concebido o curso de Direito da Universidade de Cuiabá busca contemplar, com qualidade, as demandas efetivas de natureza econômica, social e socioambientais, como pode ser mostrado nas informações apresentadas neste capítulo. A Universidade de Cuiabá ocupa uma posição estratégica, pois se encontra instalada na capital do Estado de Mato Grosso, cujo território estadual conta com km 2 e possui os três ecossistemas cerrado, pantanal e floresta amazônica existentes na América do Sul. Mato Grosso é uma região rica em recursos naturais e oferece grandes possibilidades ao desenvolvimento econômico.

15 A população do Estado apresentou nas últimas décadas um índice elevado de crescimento. De acordo com dados obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, da década de 80 para a de 90 o crescimento populacional foi de 77,45%, com uma densidade demográfica de 1,25 hab/km 2 ; do ano 1990 para 1996 a evolução foi de 10,47%, sendo 2,22 hab/km 2 ; do ano de 1996 para o último censo de 2000, a evolução foi de 12,19%, apresentando a densidade demográfica de 2,76 hab/km 2 ; considerando o crescimento da década de 1990 para 2000, a evolução foi de 23,94%. Cuiabá acompanha, quase na mesma proporção, este acelerado processo de crescimento estadual, sendo que a população da grande Cuiabá compõe-se hoje de habitantes, sendo considerado pólo regional e presta vários serviços essenciais e especializados a todo interior do Estado e a Estados do norte do País, principalmente Acre e Rondônia. Cuiabá beneficiou-se enormemente com as mudanças econômicas ocorridas no norte e nordeste do Estado a partir de Se no início serviu de ponto de apoio para projetos de colonização, atualmente é prestadora de serviços ao desenvolvimento econômico em marcha. A partir do desenvolvimento experimentado pelo setor primário, calcado fortemente na agropecuária. Alguns dados: Produção de arroz menos de toneladas hoje Toneladas. Girassol em 1990 inexistia hoje toneladas. Soja, o grande produto agrícola do Estado, em 1990 produziu toneladas, hoje: toneladas. Na pecuária ocorreu o mesmo fenômeno: Em 1990 o Estado criava cabeças e hoje cerca de de cabeças de gado exportando carne para quase todos os países da Europa e da Ásia. Isto em meio à sua riqueza de recursos naturais e ao par desta produção agropecuária. Os setores da Indústria e Comércio começam a se desenvolver no Estado, o que o torna opção segura para novos investimentos com retorno a curtos e ou médio prazo em todos os setores da economia. Esta perspectiva atraía e continua a atrair o migrante, principalmente diante da viabilização dos programas e projetos ora em implantação que, com certeza, contribuirão para aceleração ainda maior do desenvolvimento regional, como por exemplo: a construção da ferrovia Leste-Oeste, ligando Cuiabá a São Paulo e posteriormente a Porto Velho - RO; término da Usina Hidrelétrica de Rio Manso, minimizando o problema energético da região; a implantação da Usina Termoelétrica de Cuiabá, auxiliando no controle e distribuição de energia para a região; saída pelo Atlântico através da Rodovia Cuiabá/Santarém, e hidrovia até Belém, encurtando pela metade a distância para exportação para o Mercado Comum Europeu e a Costa Leste americana; a saída do Pacífico, transformando a nossa região em autêntico Pólo Regional, com o corredor de exportação, centralizado na Zona de Processamento de Exportação - ZPE de Cáceres. Esta alternativa de rota de exportação diminui em aproximadamente km o transcurso entre o Brasil e os países Asiáticos; MERCOSUL promovendo a integração dos países latino-americanos e saída pelo rio Paraguai até Oceano Atlântico. Todos estes projetos, certamente, consolidarão a tendência de desenvolvimento para a região Centro-Oeste. No que diz respeito ao acelerado processo de ocupação territorial, o Estado de Mato Grosso vem sofrendo diferentes níveis de impactos resultantes da abertura de estradas, da colonização acelerada, da extração mineral e vegetal, dos projetos agropecuários, hidroelétricos, industriais e da urbanização, apresentando, portanto,

16 inúmeros problemas. Dentre estes se destacam o desmatamento, o comprometimento de cursos de água, a retração étnica e cultural do povo indígena, conflitos pela posse de terra, falta de saneamento básico nos núcleos urbanos, altas taxas de natalidade e mortalidade, carência de mão-de-obra especializada e de atendimento satisfatório da saúde pública, bem como deficiência na área educacional. Em toda a região, até 1987, a Universidade Federal de Mato Grosso era a única Instituição de Ensino Superior que, frente ao número limitado de vagas e a abrangência de seus cursos, não supria as necessidades regionais, tanto educacionais, de formação da massa crítica, quanto a de contribuir junto ao governo na solução dos problemas da comunidade. É neste contexto que se instalou a Universidade de Cuiabá UNIC, a primeira escola particular de ensino superior da região, oferecendo aos matogrossenses e migrantes, que aqui vieram contribuir com o desenvolvimento do Estado, oportunidade de frequentar cursos de nível superior. Formas de acesso ao curso O ingresso na Universidade de Cuiabá é disciplinado pela Constituição Federal, pelos Pareceres CNE/CP n o 95/98 e, sobretudo, pelo que determina o Artigo 44 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu inciso II: Art. 44º. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: [...] II - de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo. Desse modo, os alunos podem ingressar no curso de Direito por meio das seguintes formas: Concurso vestibular Visando a selecionar candidatos, semestralmente, a Universidade de Cuiabá oferece concursos vestibulares, cujas questões buscam mensurar no candidato o domínio de suas competências e habilidades, tais como aquelas definidas e avaliadas pelo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). As condições para submissão aos exames de seleção são que os candidatos tenham concluído o ensino médio ou equivalente, ou que estejam em processo de conclusão até o início das atividades letivas. Após os exames formais de seleção, caso haja vaga, o candidato poderá agendar e se submeter a um exame simplificado, que busca avaliar uma produção textual argumentativa. Uma vez aprovado no exame simplificado, o candidato pode ter acesso ao curso. Transferência externa Indicada para alunos regularmente matriculados, ou com matrícula trancada em outra IES, cujo curso seja devidamente autorizado ou reconhecido pelo MEC. Os alunos podem solicitar transferência externa, em um processo que está condicionado à

17 existência de vagas no curso pretendido. Caso o número de candidatos seja superior ao número de vagas, o candidato será submetido a um processo seletivo específico. Reaproveitamento de curso Esta é uma forma de ingresso em que o candidato portador de diploma de nível superior devidamente reconhecido solicita isenção do vestibular para ocupar uma vaga nos cursos da IES. Este processo está condicionado à existência de vaga no curso pretendido. Caso o número de vagas seja inferior ao número de candidatos, será realizado um processo seletivo específico. ProUni Por meio do Programa Universidade Para Todos (ProUni), do Governo Federal, é possível o ingresso de alunos de baixa renda em instituições particulares credenciadas pelo Ministério da Educação com bolsas integrais ou parciais. Enem Considerando que o Enem avalia competências e habilidades inerentes a esse nível de ensino, o candidato pode optar por ingressar na instituição utilizando suas notas obtidas nesse exame, de acordo com os critérios estabelecidos pelo MEC.

18 2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLÍTICAS INSTITUCIONAIS 2.1 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS A filosofia adotada pela Universidade de Cuiabá prevê um processo educacional onde predominam a formação crítica dos indivíduos sobre a sociedade e seu papel enquanto cidadãos transformadores e o compromisso com a formação do homem e com o desenvolvimento social, científico e tecnológico. Acredita-se que é preciso articular a formação científico-profissional e a formação ética, política e estética; a aprendizagem como atividade de assimilação/compreensão/produção do conhecimento; e o processo de ensino-aprendizagem que tem como proposta explícita a liberdade, igualdade, autonomia de direitos, democracia, cidadania, humanização da natureza, existência social e do próprio homem. A instituição trabalha ações na administração, nos cursos, nos colegiados e nos núcleos docentes estruturantes no sentido de manter uma estrutura organizacional dinâmica e flexível, que permite ajustes permanentes, adaptações e inovações contínuas, rupturas, quando necessárias, e transformações sobre o que estará acontecendo no que diz respeito a desenvolvimento cognitivo e tecnológico. Dessa forma, a instituição se torna agente promotora dessas transformações. Para tanto, as aulas apresentam propostas dinâmicas, com conteúdo que usam a problematização e os estudos de caso como forma de tornar o aluno agente ativo no processo de ensino-aprendizagem. Ao mesmo tempo, esta proposta metodológica será flexível e estimula a discussão e a contextualização acerca de temas atuais entre alunos e professor, alinhados com a proposta das competências a serem desenvolvidas na aula. Essa proposta desloca qualquer ideia de que a diretriz acadêmica definida pela Kroton possa causar engessamento ou falta de coerência com as demandas locais. A Universidade de Cuiabá se propõe a preparar profissionais pensantes, críticos, reflexivos e criativos, por meio do ensino, pesquisa e extensão, além de buscar formar profissionais competentes, éticos e cidadãos. A relação entre a concepção filosófica e a prática pedagógica é acompanhada por meio de avaliações de processos, avaliações de ensino-aprendizagem e avaliações atitudinais, e tem como ferramentas fundamentais a avaliação institucional e a Comissão Própria de Avaliação (CPA), bem como discussões sobre os cursos nos aspectos administrativos e didático-metodológicos e atividades do cotidiano dos colegiados. O projeto pedagógico da instituição, conforme descrito no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), visa a proporcionar aos alunos uma formação prática, realista, cidadã e solidária com as necessidades do meio, integrando aspectos regionais e nacionais, por meio de currículos flexíveis que permitem eleger, reformular e ampliar as modalidades de formação. Este trabalho é desenvolvido no curso por meio dos seus Colegiados, Núcleos Docentes Estruturantes, avaliações aplicadas pela Comissão Própria de Avaliação e reuniões entre coordenadores de curso, diretores e discentes. Em cada matriz curricular há disciplinas optativas que permitem atender a demandas de necessidades locais, caso não sejam contempladas em outras disciplinas, ou não sejam contextualizadas em discussões em salas de aula. A identidade da Universidade de Cuiabá é construída continuamente a partir dos princípios ético-políticos, epistemológicos e educacionais. Os princípios ético-políticos

19 que embasam o planejamento e as ações institucionais se refletem nos valores e atitudes da comunidade acadêmica, nas atividades de ensino, nas relações entre as pessoas e destas com o conhecimento. Esses princípios são: I. O respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, portador de direitos e deveres; II. O respeito às diversidades de pensamento e ideologias como possibilidades de crescimento individual e social; III. O compromisso com as finalidades e objetivos da instituição, considerando a atividade-fim, a educação, acima de qualquer interesse particular; IV. A busca constante da qualidade institucional através da qualidade de seus elementos humanos, de sua estrutura organizacional e de seus programas de ação; V. O respeito às limitações físicas, mentais e emocionais. A Universidade de Cuiabá, também adota o Princípio Ser Educador, que norteia as ações de todos os colaboradores, pois a instituição acredita que a educação somente é possível se houver comprometimento em educar. Nessa perspectiva, se assume o compromisso em contribuir com o estabelecimento no que diz respeito ao sentimento de pertença de toda a comunidade acadêmica. O ser educador possui, essencialmente, como característica do seu trabalho, a capacidade formadora, empreendedora e reflexiva, que contribui para o desenvolvimento de indivíduos conscientes, guiados por valores éticos e morais necessários à coletividade. Em consonância com os princípios filosóficos, a Universidade de Cuiabá reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolve ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, que buscam o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. 2.2 RESPONSABILIDADE SOCIAL A Universidade de Cuiabá reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolverá ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, buscando o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade. As ações de responsabilidade social são norteadas pelas diretrizes de seu Projeto de Desenvolvimento Institucional. Faz parte da missão da IES contribuir para melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável. Para alcançar esse objetivo, a Universidade de Cuiabá desenvolve projetos institucionais de responsabilidade social e sustentabilidade voltados para a diversidade e consciência humana, a fim de buscar o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade.

20 A garantia desse comprometimento institucional se dá por meio das seguintes políticas: I. gestão universitária democrática, aberta e transparente, especificando seu compromisso social com o ensino de qualidade e envolvendo o corpo social na tomada de decisão e no debate e direcionamento das ações; II. investimento na capacitação do corpo docente e promoção de programas de treinamento ao pessoal administrativo, que visem à permanente qualificação e atualização; III. possibilidade de oferta de bolsas de estudos a funcionários e docentes, como também aos seus dependentes, cumprindo seu compromisso social em propiciar o acesso e o crescimento profissional; promoção de palestras que abordem a promoção humana e a igualdade étnico- IV. racial; V. realização de ações que proporcionem a educação ambiental; VI. inclusão digital por meio da disseminação das tecnologias de informação; VII. manutenção de currículos dos cursos que contemplem atividades complementares para contribuir no desenvolvimento de habilidades e competências acadêmicas, inclusive aquelas constituídas fora do âmbito escolar, relacionadas ao mundo do trabalho, à prática profissional e às ações de extensão junto à comunidade; VIII. disseminação do conhecimento por meio de projetos de extensão e cursos livres; IX. ampliação do acesso ao ensino de qualidade por meio da adesão a programas de bolsas de estudos promovidos por órgãos federais, estaduais e municipais, além de programas promovidos com recursos próprios; X. desenvolvimento de projetos de extensão que envolva ações de inclusão social, promovendo a integração da comunidade com a instituição; XI. interação e atendimento à sociedade através de prestação de serviços de qualidade; XII. realização de ações voltadas à educação ambiental. Por meio dessas políticas, a Universidade de Cuiabá busca contribuir para o desenvolvimento econômico e social de sua região por meio de ações e programas de responsabilidade social, abaixo citadas, integrando as comunidades acadêmica e local: Trote solidário: é um programa com o objetivo de engajar alunos, professores, coordenadores, colaboradores, gestores e diretores no desenvolvimento de ações que promovam cidadania, educação e trabalho em equipe, reafirmando o compromisso de IES socialmente responsável e marcando posição contrária ao trote violento. Semana do ensino responsável: momento em que apresenta os resultados e feitos de seus projetos sociais desenvolvidos ao longo do ano à comunidade por meio de atendimentos, palestras, campanhas, oficinas, jogos e atividades recreativas envolvendo alunos e colaboradores de todos os cursos. Semana global de empreendedorismo: é um evento que envolve 190 países com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora,

21 conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreender a partir do movimento. A Universidade de Cuiabá participa todos os anos dessa semana, que ocorre durante todo o mês de novembro, por meio de diversas atividades, como oficinas, workshops, palestras, feiras, apresentação de projetos, e envolverá alunos, professores, colaboradores e a comunidade, abordando o empreendedorismo de alguma maneira. Além dessas ações, a Universidade de Cuiabá adota mecanismos de incentivo e apoio à inclusão social, envolvendo a alocação de recursos que possibilitem o acesso e permanência dos estudantes, tais como: Bolsas de estudo oferecidas por meio de uma política de gerenciamento e concessão interna; Financiamentos alternativos; Atendimento ao público alvo da educação especial por meio de um núcleo que garanta a acessibilidade plena a todos os acadêmicos da educação especial, respeitando seu direito de matrícula e permanência no Ensino Superior. Em consonância com os princípios filosóficos, a Universidade de Cuiabá reconhece a importância de sua contribuição para a melhoria das condições sociais da população, razão pela qual desenvolverá ensino, pesquisa e extensão voltados para a diversidade e consciência humana, de modo a buscar o desenvolvimento da democracia, a promoção da cidadania e o atendimento às demandas de diversos segmentos da sociedade, especialmente no que se refere à sua contribuição em relação: I. à inclusão social: a ser alcançada por meio da adoção de mecanismos de incentivo e apoio a processos de inclusão social, envolvendo a alocação de recursos que possibilitem o acesso e permanência dos estudantes (bolsas de estudo, atendimento ao público alvo da educação especial, financiamentos alternativos, programas de extensão que visem à integração e ampliação da participação da sociedade como um todo, desenvolvimento de conteúdo específico que estimule a inclusão social de deficientes além de ações que busquem incentivar a integração social da região com a comunidade acadêmica; II. à promoção humana e igualdade étnico-racial: partindo da premissa que a escola tem papel preponderante para eliminação das discriminações e para emancipação dos grupos discriminados, a instituição proporciona acesso aos conhecimentos científicos, aos registros culturais diferenciados, à conquista da racionalidade que rege as relações sociais e raciais. Promove, também, os conhecimentos avançados indispensáveis para consolidação e ajuste das nações enquanto educacionais, que valorizam e respeitam as pessoas para que não haja discriminações sociais e raciais em sua comunidade acadêmica. Para isso, são utilizadas ações como palestras, trote solidário, projetos de pesquisa, atendimentos e orientações em laboratórios, empresas juniores, Núcleo de Práticas Jurídicas e de conteúdos curriculares, com o objetivo de fomentar a promoção e respeito à igualdade entre as pessoas. Há eventos para recepção de estrangeiros e sua integração na comunidade local, feira das nações com a missão de integração e propagação de costumes, danças e comidas típicas de países. A instituição promove, também, mutirões de atendimentos integrados para atividades gratuitas à sociedade, como orientações e atendimentos nas diversas áreas e apoio às causas relacionadas aos direitos humanos; III. ao desenvolvimento econômico e social: almejado por meio de ações e programas que v i s a m a concretizar e integrar as diretrizes curriculares com os

22 setores sociais e produtivos, incluindo o mercado profissional, por meio de experiências de produção e transferência de conhecimentos, tecnologias e dispositivos decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais. A finalidade é atender as demandas locais, regionais e nacionais por meio da Semana Global de Empreendedorismo, de projetos e palestras que primam pelo desenvolvimento social da comunidade local como cursos de empreendedorismo, capacitações pessoais, atendimentos psicopedagógicos, orientações e ações. Ações essas que são concretizadas por meio de conteúdos e componentes curriculares como estágios e práticas em todas as áreas que oferecem orientações e atendimentos públicos, além da iniciação científica, primando pelo crescimento e desenvolvimento da sociedade no âmbito econômico e social; IV. à defesa do meio ambiente: está presente em ações e programas que visam a concretizar e integrar as diretrizes curriculares com políticas relacionadas à preservação do meio ambiente, estimulando parcerias e transferência de conhecimentos. Está também presente em experiências de produção e transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais voltadas para a preservação e melhoria do meio ambiente. Para tal fim, há palestras e políticas voltadas à educação ambiental para a comunidade acadêmica e local, de modo a estimular coleta seletiva, consumo racional de água e energia, preservação de áreas verdes na região, incentivo de logística reversa e gestão dos resíduos sólidos, entre outros; V. à preservação da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural: buscada por meio de ações e programas que concretizam e integram as diretrizes curriculares com as políticas relacionadas ao patrimônio histórico e cultural, visam à sua preservação e o estímulo à transferência de conhecimentos e tecnologias decorrentes das atividades científicas, técnicas e culturais com vistas à preservação da memória e do patrimônio cultural. Para isso, há a implantação de política de preservação cultural da região por meio de projeto de extensão, primando pela preservação e manutenção das origens, costumes e memória locais. Há a realização de palestras e orientações para estímulo de produções típicas artesanais, agrícolas, industriais e culturais. Ademais, são realizadas orientações e palestras com o objetivo de informação à comunidade local sobre a importância da produção artística e sua proteção. 2.3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO As políticas institucionais de ensino, pesquisa e extensão, constantes no PDI estão implantadas no âmbito do curso. O PDI e as políticas de ensino do curso Quadro 1 - O PDI e as políticas de ensino do curso PDI CURSO POLÍTICAS DE ENSINO DO PDI E DO CURSO Elaboração e execução de projeto para estimular a abordagem interdisciplinar e a convivência, com foco em resolução de problemas, inclusive de natureza regional, respeitando as diretrizes curriculares pertinentes. O curso de Direito da Universidade de Cuiabá busca estimular apoiar e estimular à participação de seus acadêmicos nos diversos eventos jurídicos mato-grossense,

23 PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI sendo estes, seminários, palestras, ações as comunidades, semanas acadêmicas entre outros Preparação do contexto e das circunstâncias para implementação das novas metodologias de ensino-aprendizagem adotadas. Ao início de cada semestre a faculdade de direito reúne-se com seus professores para analisar as ações realizadas no semestre anterior e planejar novas metas e melhorias para o semestre seguinte. Essa prática permite uma troca e a interação de todas as áreas de conhecimento. Elaboração e execução de projeto que, com base na abordagem interdisciplinar, maximize a integração entre a teoria e a prática, bem como entre a instituição e o seu entorno. As ações práticas são efetivadas através de parcerias com instituições públicas ou privadas, atendendo as necessidades da comunidade em geral. Elaboração e execução de projeto de oferta de cursos baseados em currículos por competências e habilidades. O curso de direito busca em sua prática o desenvolvimento humanístico dos acadêmicos, programando atividades que desperte todas a habilidade para resolução de problemas. Elaboração do Balanced Scorecard (BSC) acadêmico para cada curso. A definição do BSC do curso de Direito se deu através de uma ampla discussão entre gestores e docentes que analisaram todo os aspectos cognitivos, administrativos, legal que envolve o curso. Elaboração de atividades provocadoras de aprendizagem que visem a incutir no aluno o interesse pelo tema abordado nas atividades de aprendizagem presencial e/ou não presencial. A faculdade de Direito através de estudos de casos proporciona a seus acadêmicos a busca de respostas e pareceres que contemplam a pesquisa ao mundo jurídico, bem como visitas in loco que são amplamente discutidas, motivando o acadêmico a novas formas de fazer e agir. Promoção do estágio supervisionado com o objetivo de oferecer ao estudante experiências práticas que complementem sua aprendizagem, de forma a aperfeiçoar o seu processo de formação profissional e humana. As especificidades do estágio serão contempladas no plano de ensino e aprendizagem, que respeitará as determinações das diretrizes curriculares e do projeto pedagógico do curso, assim como todos os dispositivos legais federais e os fixados pelo Ministério da Educação e órgãos competentes. O estágio supervisionado no curso tem o intuito de proporcionar experiências realistas aos graduandos, funcionando como embasamento em situações reais e deverá realizar a ponte teórico-prática, permitindo que o aluno experimente o conteúdo do curso. O estágio curricular supervisionado implantado está regulamentado e institucionalizado, buscando considerar de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação Revisão e atualização contínua dos projetos pedagógicos segundo escala de prioridades baseada nas avaliações institucionais e nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Tendo como base a DCN do curso, priorizamos revisão do PPC e dos conteúdos para adequá-lo a nova realidade da sociedade. Toda e qualquer mudança e feita através das discussões do NDE e colegiado de curso. Promoção de eventos de difusão do conhecimento científico em áreas prioritárias, com envolvimento dos corpos docente e discente, inclusive com

24 CURSO PDI efeitos multiplicativos de outros eventos de que professores e alunos venham a participar. A faculdade de direito, busca através de seus eventos, oportunizar à seus acadêmicos o contato com os mais conceituados teóricos na área jurídica. Desenvolvimento de ações que reduzam as taxas de evasão. CURSO A faculdade de Direito, através da diretoria, proporciona incentivos para que os acadêmicos não desistam de fazer o curso, buscando alternativas como descontos em mensalidade para que o aluno permaneça estudando, sendo a questão financeira um dos elementos mais relevantes que o fazem deixar o curso. O PDI e as políticas de extensão do curso Quadro 2 - O PDI e as políticas de extensão do curso PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO POLÍTICAS DE EXTENSÃO DO PDI E DO CURSO Aperfeiçoamento das atividades de extensão nos cursos, à luz da autoavaliação institucional e de cursos. A Faculdade de Direito promove cursos de extensão com o objetivo de aprimorar as atividades acadêmicas. Ampliação das atividades, segundo áreas prioritárias, especialmente onde for considerado mais necessário o estreitamento das relações entre a teoria e a prática. As atividades são priorizadas conforme demanda e necessidade de aperfeiçoamento do conhecimento. Oferecimento de cursos de extensão em áreas selecionadas, conforme as demandas da comunidade, a serem detectadas mediante sondagem sistemática. As ofertas são atendidas conforme a necessidade e apontamento da própria comunidade acadêmica. Estímulo à experimentação de novas metodologias de trabalho comunitário ou de ações sociais, que venham a envolver o aluno com diferentes possibilidades de atuação no sentido de reduzir as mazelas sociais e promover a disseminação do conhecimento do bem público. As ações de extensão junto a comunidade permitem ao acadêmico trabalhar com situações reais. Estabelecimento de ações que aliem a projeção da imagem da instituição a serviços específicos a serem prestados à comunidade. A Faculdade de Direito nos projetos de extensão junto a comunidade e demais parceiros são bem aceita e respeitada. Estabelecimento de estratégias para parcerias na busca de recursos financeiros externos, governamentais ou não governamentais, desde que compatíveis com as normas e políticas da instituição. As parcerias firmadas são de extrema importância para nossas práticas, pois os acadêmicos têm a oportunidade de atender as comunidades não assistida pelo poder público.

25 O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso Quadro 3 - O PDI e as políticas de pesquisa ou iniciação científica do curso PDI CURSO PDI CURSO PDI CURSO POLÍTICAS DE PESQUISA DO PDI E DO CURSO Promoção a atividades de pesquisa científica Os docentes são estimulados a participarem de projetos de pesquisa, dentro e fora da instituição Promover estudos, pesquisas e atividades relacionadas à defesa e prevenção do meio ambiente Criação de grupo de pesquisa relacionados à temática de conservação e uso de recursos naturais, biodiversidade e sustentabilidade. Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, desenvolvendo desse modo o entendimento do homem e do meio em que vive. Há o estímulo à docentes e discentes no desenvolvimento de pesquisas, com disponibilidade de laboratórios e material para as atividades.

26 3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO 3.1 CONCEITOS ACADÊMICOS Para construção dos conceitos acadêmicos da instituição, primeiramente, debruça-se acerca de respostas que possam elucidar a seguinte pergunta: Qual o objetivo do aluno ao ingressar em um curso superior? Naturalmente, vários motivos podem responder a essa questão. Entretanto, é necessária uma resposta que, em certa medida, represente a maioria dos ingressantes, pois somente assim, num trabalho de pensar e repensar conjunto e participativo, é possível criar os conceitos, elaborar os processos e implementar ações que levam à concretização dos objetivos da grande maioria dos futuros alunos. Considerando isso, assumimos que o objetivo do aluno, ao ingressar no Ensino Superior, é ter sucesso pessoal e/ou profissional, é ter um sonho realizado de conquista e superação, é conquistar a empregabilidade, tornando-se apto a ingressar e manter-se no mercado de trabalho, seja por meio do emprego, do empreendedorismo, da pesquisa ou de qualquer outra forma de ocupação. Tendo reconhecido a empregabilidade como centro dessa representação, a próxima pergunta que estimula a busca por respostas é descobrir: o que é preciso ter para ganhar empregabilidade? Um dos valores emergentes na sociedade pós-industrial é a progressiva intelectualização da atividade humana, que requer cada vez mais o uso das tecnologias e do conhecimento constituído por quatro pilares: SABER, FAZER, SER e CONVIVER (DELORS, 1999). O SABER permite compreender melhor a área de conhecimento escolhida pelo aluno e compreender o ambiente sob os seus diversos aspectos. Dessa forma, deve despertar a curiosidade intelectual, estimular o sentido crítico e permitir compreender o real mediante a aquisição de autonomia na capacidade de discernir. Entretanto, de nada adianta SABER se o aluno não consegue utilizar e aplicar os conceitos e teorias adquiridas no meio onde vive (FAZER). O SER e o CONVIVER constituem a formação do cidadão, já que trata do desenvolvimento do indivíduo e da aprendizagem do viver com os outros. A Universidade de Cuiabá entende como tarefa fundamental a promoção da convivência entre os acadêmicos dos diversos cursos, e trabalha a competência socioafetiva tão necessária hoje no mercado de trabalho. Consonante com esses conceitos e com o objetivo de atender aos novos desafios da Educação Superior foi desenvolvido o Modelo Acadêmico Kroton Learning System (KLS 2.0), pautado na qualidade e na inovação, com foco na promoção da empregabilidade dos alunos.

27 3.1.1 Modelo acadêmico Tendo em vista a missão, a visão e os valores da IES, que remetem para o objetivo de melhorar a vida das pessoas e ser referência em educação com ética, respeito e integridade, promovendo o desenvolvimento das pessoas e atuando de forma inovadora e sustentável, o curso de graduação em Direito da Universidade de Cuiabá está organizado e sua matriz curricular está configurada para promover a relação entre a teoria e a prática profissional, a fim de formar egressos com as competências necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho. É levada em conta, nessa perspectiva, a progressiva intelectualização da atividade humana. Atualmente, as atividades de trabalho requerem inteligência, criatividade, preparação cultural, enfim, requerem conhecimento. Ou seja, o conhecimento é um recurso indispensável. Em concordância com Delors (1999), a Universidade de Cuiabá entende que cada um dos quatro pilares do conhecimento [...] deve ser objeto de atenção igual por parte do ensino estruturado, a fim de que a educação apareça como uma experiência global a levar a cabo ao longo de toda a vida, no plano cognitivo, no prático, para o indivíduo enquanto pessoa e membro da sociedade (UNESCO, 1999). Tendo como suporte pressupostos teóricos de autores como Perrenoud, Delors e Zabala, em termos práticos, são desenvolvidas ações para cada um dos pilares que a IES define como conhecimento. A aprendizagem baseada em conteúdos acumulados é substituída pela visão de que conteúdo não constituem o núcleo de uma proposta educacional, mas representam suporte para o desenvolvimento de competências. Assim, os métodos, as técnicas e as estratégias não são meios no processo de ensinar e aprender, mas se identificam com o próprio exercício das competências, mobilizados pelas habilidades, atitudes e conhecimentos em realizações profissionais. Por meio da integração entre o SABER, o FAZER, o SER e o CONVIVER, o curso desenvolve nos alunos não apenas uma nova mentalidade para o exercício profissional, mas um conjunto de habilidades procedimentais e atitudinais, que contribuem para a formação cidadã. O KLS 2.0 foi concebido para possibilitar a concretização dessa proposta. Um modelo integrado com as tecnologias da informação e comunicação (TIC), que focaliza na qualidade e na essencialidade dos conteúdos para a formação do perfil profissional desejado. Portanto, a proposta do curso privilegia os conteúdos essenciais que podem ser aplicados no desenvolvimento das competências necessárias para cada campo de atuação em questão. O pressuposto é o de que o conteúdo ensinado, por si só, não leva à formação do profissional que se deseja para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. A articulação, a operacionalização e a contextualização são o cerne do processo de aprendizagem para que os conhecimentos construídos e assimilados possam ser colocados em prática de forma eficaz.

28 Consequentemente, torna-se imperativo que o processo de ensino-aprendizagem forneça ao aluno as ferramentas necessárias para que ele possa desenvolver suas competências, a partir da junção de habilidades, tais como: mobilizar o que aprendeu, desenvolver autonomia intelectual diante de um desafio profissional, saber transformar informações em conhecimentos pessoais, fazer análises e sínteses, relacionar aprendizado e tirar conclusões. A ideia de competência pode ser sintetizada, segundo Moretto (2005), em três aspectos básicos: ideia de pessoa, ser capaz de; a ideia de mobilização, isto é, a capacidade de se mobilizar o que sabe para realizar o que se busca; e a ideia de conhecimento intelectual, a cognição. O conceito de competência, portanto, está relacionado à sua finalidade, que consiste em abordar e resolver situações complexas. Nesse contexto, o que muda na prática é que as atividades de aprendizagem que antes continham apenas conteúdos conceituais, agora, necessariamente, devem conter conteúdos procedimentais e atitudinais trabalhados metodologicamente numa proposta relacional dos diferentes conteúdos, atividades de aprendizagem e avaliação. Para a organização da matriz curricular do KLS 2.0, foi construída uma metodologia adaptada a partir de uma ferramenta de gestão denominada Balanced Scorecard, desenvolvida pelos professores da Harvard Business School (HBS) Robert Kaplan e David Norton. O BSC acadêmico é uma adaptação dos conceitos e princípios do Balanced Scorecard para escolha, organização, disponibilização, distribuição e avaliação das competências, habilidades e conteúdo de cada curso ofertado na IES. Na construção do BSC acadêmico são considerados: PERFIL DO EGRESSO O curso de Direito da Universidade de Cuiabá se compromete a estruturar e seguir um perfil profissional com sólida formação geral e humanística, capacidade de análise, domínio dos conceitos de sua área aliada a uma postura reflexiva e de visão crítica, que fomente a capacidade e a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, de forma a atender ao mercado de trabalho. ÁREA DE ATUAÇÃO A definição de área de atuação possui o intuito de facilitar a apuração das competências e habilidades necessárias para o bom desempenho profissional, e não deve ser confundida com local de trabalho. Tornar precisas as áreas de atuação do curso permite selecionar as competências e habilidades necessárias a tornar um profissional especialista na área escolhida, mas que também seja generalista e abrangente. COMPETÊNCIAS GERAIS Determinam o que o aluno deve conhecer bem para ser capaz de desempenhar suas funções na área de atuação em que está sendo formado. COMPETÊNCIAS TÉCNICAS

29 Determinam o que o aluno deve conhecer bem para aplicar métodos, processos e para ser capaz de responder às situações concretas encontradas na realidade profissional por meio da concretização da aprendizagem na forma de um produto, como por exemplo maquete, laudo, projeto, procedimento, entre outros. DISCIPLINA Representa o nome do componente curricular que agrega toda a estruturação de uma competência. UNIDADE DE ENSINO Tratam das ementas que representam o conjunto de conteúdo. CONTEÚDO Desdobramento dos assuntos granulares que devem ser trabalhados para o desenvolvimento das competências previstas. CLASSIFICAÇÃO DO CONTEÚDO Determina se o conteúdo é teórico ou prático (aquele que exige roteiros de aulas práticas e vivências em laboratórios específicos/campo). CARGA HORÁRIA DO CONTEÚDO Definição de carga horária para cada conteúdo a ser contemplado. TIPO DE OFERTA Modalidade de oferta presencial ou semipresencial. CATEGORIZAÇÃO DA DISCIPLINA Disciplina de fundamento ou profissionalizante Concepção e organização da matriz curricular O processo de concepção e organização da matriz curricular e, consequentemente, das disciplinas que a compõem, seguem um percurso particular dentro do KLS 2.0. Esse percurso se inicia com a definição das competências que subsidiam o ensino crítico, reflexivo e criativo por meio do desenvolvimento de conteúdos curriculares que contemplam saberes fundamentais à construção de um perfil acadêmico e profissional do egresso. O foco da construção da disciplina como elemento fundador resultante no currículo é desviado, sem, contudo, deixar de ser considerada sua importância no conjunto organizado que compõe a estrutura de uma matriz curricular. Sendo assim, no contexto do KLS, as competências podem ser compreendidas como aptidões adquiridas quando da junção e coordenação de conhecimentos, habilidades, valores e atitudes que permitirão ao aluno constituir domínio suficiente para exercer, de

30 modo eficaz e eficiente, as atividades requeridas no contexto do trabalho, nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Essa capacidade de mobilizar recursos cognitivos em resposta às diversas situações determina a seleção das técnicas apropriadas (o fazer associado ao aplicar, às habilidades exigidas pela prática) e suporta a definição dos conteúdos que devem ser ministrados em uma disciplina. O currículo é visto como conjunto integrado e articulado de situações-meio didaticamente concebidas e organizadas para promover aprendizagens significativas e funcionais. O alvo de controle se constitui na geração das competências profissionais gerais e específicas. A Universidade de Cuiabá trabalha o currículo por competências, no qual o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdo, em que aluno atua como sujeito passivo. É assumido, nessa construção, o conceito de que uma disciplina consiste na soma de competências gerais. A derivação da competência geral em seus componentes constitutivos depende, porém, da categorização das disciplinas, a saber: disciplinas de fundamentos ou disciplinas profissionalizantes. DISCIPLINAS DE FUNDAMENTOS Uma disciplina de fundamentos é, como se anuncia, elaborada para abranger as competências e conteúdo que estabelecem as relações de base e subsidiam a posterior imersão em conteúdo de cunho profissional. São alicerces que consolidam a estrutura conceitual necessária para o aluno progredir, e engloba conteúdos fundamentais que se interligam aos eixos de formação. Por meio de conteúdos que orientam a construção do conhecimento, é proporcionado ao aluno conhecer e aprender conceitos e contextos para que ele seja capaz de desenvolver as competências profissionalizantes. Uma boa fundamentação conceitual e contextualizada facilita a aprendizagem dos conteúdos profissionalizantes. Uma disciplina de fundamentos é, portanto, a base estruturante para que as disciplinas profissionalizantes possam oportunizar o desenvolvimento das competências exigidas durante o exercício profissional. DISCIPLINAS PROFISSIONALIZANTES As disciplinas profissionalizantes propiciam o desenvolvimento das competências técnicas exigidas para a atuação do futuro egresso. É no momento do seu percurso formativo que o aluno desenvolve o fazer prático, articula os saberes, habilidades, técnicas e atitudes que prenunciam a capacidade de responder a situações reais e complexas com os quais os profissionais se deparam cotidianamente. Essa capacidade de aprendizagem e de resposta às situações concretas contribui para o desenvolvimento de atitude profissional, e possibilita a construção dessas experiências em novos saberes, possíveis de serem mobilizados em diferentes contextos.

31 Uma disciplina profissionalizante depreende de competências gerais e técnicas, bem como de produtos ou entregas relacionadas ao exercício prático profissional. Os conteúdos que precisam ser ministrados derivam, portanto, da técnica e do produto (Figura 1). Figura 1- Disciplinas profissionalizantes G T P C Competência Geral Competência Técnica Produto Conteúdos CONHECER para ser capaz de ATUAR PROFISSIONALMENTE, nas diferentes Áreas de Atuação APLICAR (métodos, processos, técnicas) para ser capaz de RESPONDER as situações complexas encontradas na realidade profissional. ENTREGAR (maquete, laudo, projeto), para ser capaz de SOLUCIONAR problemas. TEMAS que orientam a construção do conhecimento e que constituem a base mais granular para o processo de ensino e aprendizagem. A disciplina profissionalizante é, portanto, concebida para atender ao conceito acadêmico do KLS 2.0, por meio de um ambiente de ensino-aprendizagem com enfoque na empregabilidade. 3.2 METODOLOGIA: AULA MODELO E MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL Nos dias de hoje, a educação visa fundamentalmente à preparação para o exercício da cidadania, cabendo ao curso formar acadêmicos com conhecimentos, habilidades, valores, atitudes, ética e formas de pensar em atuar na sociedade por meio de uma aprendizagem significativa. Nessa perspectiva, todas as ações do curso de Direito ocorrem no sentido de romper com a perspectiva tradicional e se dirigir para um modelo em que professor e aluno interajam no processo de ensino-aprendizagem, por meio de diferentes canais e procedimentos de ensino, visando a que as aprendizagens se tornem significativas. O principal papel na promoção de uma aprendizagem significativa é desafiar os conceitos já aprendidos, para que se reconstruam de forma mais ampliada. Isso é feito por meio de planejamento, quando se coloca ao aluno um novo desafio, no sentido de buscar formas de provocar instabilidade cognitiva. Dessa forma, planejar uma aula significativa é a primeira etapa da metodologia a ser aplicada, pois representa, em primeira análise, buscar formas criativas e estimuladoras de desafiar as estruturas conceituais dos alunos. Isso é importante, pois, segundo Ausubel (1982), é indispensável para que haja uma aprendizagem significativa, que os alunos se predisponham a aprender significativamente.

32 Neste sentido, são buscadas estratégias de ensino-aprendizagem que utilizam recursos tais como: mapas conceituais, metodologias baseadas em projetos, tecnologias interativas de ensino, visitas técnicas, aulas práticas de laboratório, estudo de caso, problematização, grupos de verbalização e grupo de observação, metodologias de simulação, oficinas (workshops), aulas expositivas dialogadas, tempestade cerebral, seminários, aprendizagem baseada em problema, etc. O curso de Direito adota uma metodologia de trabalho que considera o perfil do ingressante, e enseja que cada disciplina ofertada venha a possibilitar o desenvolvimento das habilidades e competências projetadas, permitindo que o egresso venha a ter o perfil que lhe garanta uma boa empregabilidade. Para tal, a metodologia nasce do planejamento, que propõe novas metodologias, mais atualizadas e condizentes com os perfis dos ingressantes e egressos na atualidade. Além disso, considerando os diferentes perfis que temos em nossa IES, busca-se contemplar nessa metodologia a acessibilidade plena. Entende-se que a acessibilidade plena se remete ao direito assegurado ao público-alvo da educação especial às condições de igualdade no acesso, na permanência e na terminalidade dos estudos na educação superior. Tais condições são promovidas institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de barreiras, a saber: arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, comunicativas e digitais. A acessibilidade arquitetônica se concretiza por meio do rompimento de barreiras físicas dentro do espaço acadêmico, incluindo a estrutura física da IES, de forma que seus ambientes permitam o desenvolvimento de atividades acadêmicas. Os exemplos mais comuns de acessibilidade arquitetônica são a presença de rampas, banheiros adaptados, elevadores adaptados, piso tátil, entre outras. A acessibilidade atitudinal está relacionada à capacidade do indivíduo de identificar-se como parte integrante da diversidade, livre de preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações, visto que serão as atitudes que impulsionarão a remoção de barreiras. Essa acessibilidade ocorre por meio de ações e projetos relacionados à acessibilidade em toda a sua amplitude. Por meio dessas atitudes, a acessibilidade metodológica (também conhecida como pedagógica) é promovida pela eliminação de barreiras por meio de metodologias e técnicas de estudo desenvolvidas pelo docente. É possível notar a acessibilidade metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos pedagógicos, flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência, como por exemplo: pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores e leitores de tela, comunicação alternativa, aprofundamento de estudos, entre outros recursos, conforme a Resolução VP Acadêmica de Graduação n 1/2015, que regulamenta o atendimento ao público-alvo da educação especial, por meio do Núcleo de educação especial Inclusiva - NUEEI. A acessibilidade digital e nas comunicações se efetiva por meio das variadas formas de comunicação sem obstáculos, como a língua de sinais, aprofundamento de estudos, uso de programas específicos por intermédio de computadores, bem como a difusão e facilidade no uso de novas tecnologias, mecanismos digitais e de tecnologias assistivas. Para garantir a contratação e gestão do intérprete, o NUEEI disponibiliza para as unidades o Manual de orientações para gestão do intérprete da Libras e a Declaração para solicitação de intérprete da Libras.

33 Além das orientações para a contratação dos intérpretes da Libras e, atentos à formação do professor e a familiarização com o contexto dos alunos, a IES oferece curso de capacitação em educação inclusiva e em Libras, oportunizando o contato e a difusão da Língua Brasileira de Sinais. Essas orientações contribuem para a eliminação de barreiras comunicacionais. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial no curso de Direito é realizado pelo NUEEI, composto por profissionais da área da educação especial, que conta com a participação colaborativa de outros profissionais do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo atendimento local na IES, composto por um representante dos coordenadores, um representante docente, um representante do corpo técnico-administrativo e um representante da CPA. O procedimento metodológico para execução das aulas considera o que determina o Kroton Learning System, cujos princípios, fundamentação e evolução foram descritos no item Aula modelo Em sintonia com os conceitos acadêmicos adotados, o curso de Direito busca estratégias de ensino-aprendizagem por meio de metodologias ativas que desenvolvem competências e habilidades necessárias ao egresso que se quer formar, como possibilidade de desenvolvimento do pensamento, da autoanálise e da autoaprendizagem. Por meio de situações propostas, didaticamente concebidas e organizadas para promover aprendizagens significativas e funcionais, o alvo se constitui na geração das competências profissionais gerais e técnicas. Dessa forma, o KLS 2.0 considera que a sala de aula é um espaço de aprendizado dialógico, baseando-se em situações da realidade profissional (SRs) e situaçõesproblema (SPs) que instiguem reflexão e ação. Nesse sentido, é criada a aula modelo, cujos principais objetivos são: Maximizar a eficácia das atividades em sala de aula. Estruturar o tempo fora da sala de aula para o máximo benefício de aprendizagem. Criar e manter o espírito de parceria entre alunos e professores. A aula modelo, baseada no conceito sala de aula invertida, compreende três momentos didáticos, a saber: Pré-aula, momento que antecede a aula, tem por objetivos desafiar, incentivar e estimular o aluno para a aprendizagem, por meio de proposições via webaula (WA), livro didático (LD), objetos de aprendizagem, textos ou outros recursos que o professor julgar relevantes. Aula mediada, momento em que são desenvolvidas atividades para resolver situações-problema, momento em que as trocas de experiências e conhecimentos são estimuladas.

34 Pós-aula, momento destinado à realização de atividades e de propor novos desafios a fim de despertar os alunos para novas aprendizagens. As aulas são planejadas para serem desenvolvidas na seguinte sequência: Introdução: levantamento de ideias a partir do assunto que será proposto na pré-aula. Desenvolvimento: desencadeamento do tema e explicação dialógica do assunto pelo professor. Conclusão: nessa etapa, o professor deve fazer uma síntese geral do assunto, retomando os pontos mais importantes, e questionando os alunos para perceber como a aprendizagem está se processando. O professor, tendo o plano de ensino como referência, estrutura a sua aula modelo e disponibiliza, juntamente com o plano de ensino, no ambiente virtual de aprendizagem (AVA), uma sequência sistematizada do que deve ser desenvolvido em sala de aula, como por exemplo: os conteúdos, os textos, os exercícios e/ou as atividades a serem realizadas. Os materiais sugeridos pelo professor não devem se limitar apenas ao assunto que será abordado, deve também permitir ao aluno o estudo aprofundado do tema. Todo o material e as atividades de aprendizagem a serem utilizadas ficam disponíveis para o aluno durante todo o tempo de sua formação. Assim, a qualquer momento, o aluno poderá revisar o tema estudado e, a cada semestre, terá à sua disposição não apenas os materiais e atividades de aprendizagem daquele semestre, mas também os de todos os semestres já cursados. Resumidamente, a aula modelo está representada pela figura a seguir (Figura 2): Figura 2 - Aula Modelo

35 Aula Modelo Pré-Aula Aula Mediada Pós-Aula Webaula Livro Didático Avaliação Diagnóstica Atividades Preparatórias Planos de aula e Roteiros de aula prática Atividades de Aprendizagem (Livro Didático) Atividades relacionadas ao conteúdo posterior Pensando a aula (avaliação formativa) Problematiz ando a aula (avaliação formativa) Provocando novas situações (avaliação formativa) Esse modelo parte do pressuposto de que o conhecimento não deve ocorrer apenas ao tempo previsto para a duração das aulas, conforme determina a Resolução n.º 3/2007 e no Parecer CNE/CES n.º 261/2006, que define que Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que compreenderá: I. preleções e aulas expositivas; II. atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. Deste modo, o aluno desenvolve, no mínimo, 60 minutos de atividades acadêmicas efetivas, 50 minutos de aula e 10 minutos de atividades orientadas compreendidas entre a pré-aula e a pós-aula. Todo o conteúdo é planejado pelo professor da disciplina, de modo a promover uma inter-relação entre os tempos didáticos e, consequentemente, viabilizar o desenvolvimento do aluno. Nesse cenário, o professor estará presente em todo o processo orientando, auxiliando e intermediando o processo de ensinoaprendizagem. É importante ressaltar que para a aula modelo é estruturado um material didático baseado na sistematização conceitual e no ensino fundamentado na problematização, que possibilitará ao aluno o desenvolvimento do pensamento crítico e a aplicação dos conhecimentos em situações práticas e reais. Os materiais didáticos visam a potencializar o processo ensino-aprendizagem por meio de livro didático, webaula, roteiro de aulas práticas, entre outros. Para além desses materiais, o professor pode, se julgar necessário, agregar novos recursos e materiais que contribuem com o desenvolvimento da disciplina. As disciplinas que não possuem material didático terão, da mesma forma, os três momentos didáticos planejados e aplicados pelo professor da disciplina.

36 Em uma disciplina de fundamento, a problematização do conteúdo é realizada a partir de sua competência e dos resultados geradores de aprendizagem. Já para uma disciplina profissionalizante, a problematização do conteúdo é realizada a partir da competência técnica e do produto. Resumindo, a metodologia adotada pelo KLS 2.0 pode ser representada por meio da aula modelo e pelos materiais adotados, conforme figura a seguir. Figura 3 - Tempos didáticos Pré-Aula Sistematização de conceitos. Deve ser provocativa e despertar o interesse do aluno no conteúdo. Webaula, roteiro do vídeo, livro didático e atividades diagnósticas. METODOLOGIA Aula Mediada Resolução de situação-problema. Pós-Aula Aprofundamento por meio de atividades. Preparação para a aula seguinte. Plano de aula e roteiros de aula prática (quando a disciplina exigir CH prática). Atividade de aprendizagem. Por fim, a metodologia a ser adotada, em consonância com o modelo acadêmico, promove ações de ensino-aprendizagem para desenvolver as competências necessárias para a empregabilidade dos seus alunos. Sabe-se que, entre os principais desafios da era contemporânea, é necessário que os jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento e do de suas comunidades. Uma das abordagens adotadas passará pelo desenvolvimento de competências socioemocionais. Nesse processo, se aprende a colocar em prática as atitudes e habilidades que possibilitam ao aluno controlar suas emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável. Dessa forma, com base nos quatro pilares da educação - aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver -, a IES prepara os alunos não apenas para o aprendizado dos conteúdos curriculares, mas também a serem pessoas colaborativas e críticas, preparadas para desenvolver uma atividade profissional.

37 3.2.2 Material didático O material didático da Universidade de Cuiabá é um recurso pedagógico relevante, que auxiliará o processo de ensino-aprendizagem e materializa o ensino por competências. A cada aula, que corresponde a uma seção do material, o conteúdo é abordado de forma contextualizada e exemplificada numa situação-problema (SP). Isso exige que o aluno compreenda e mobilize os conteúdos teóricos para análise, síntese e aplicação deles na resolução de um problema, viabilizando e reforçando o desenvolvimento das competências almejadas no perfil profissional do egresso. Para o corpo docente são disponibilizados planos de aulas e roteiros para as aulas práticas, contendo orientações de didática de ensino do conteúdo e técnicas de mediação para resolução da SP. Tais materiais auxiliam o planejamento do professor em relação à aula, permitindo a avaliação contínua e formativa da aprendizagem em sala de aula. Também estimulam a autonomia do professor em sala de aula, permitindo a flexibilidade e interdisciplinaridade, focando nas necessidades locorregionais de seus discentes. Dessa forma, por meio dos materiais didáticos, se busca desenvolver o pensamento crítico dos alunos e as competências profissionais para a resolução de problemas, competências essas que são cada vez mais exigidas pelos empregadores. A produção dos materiais didáticos segue etapas rigorosas de qualidade que são organizadas por processos que interligam uma cadeia que tem como princípio a elaboração, posteriormente a editoração e, por fim, a disponibilização do material ao aluno no ambiente virtual de aprendizagem (AVA). Essa construção tem o BSC do curso como documento norteador para promover a transformação do conteúdo em material didático, buscando oferecer todos os elementos necessários, compatibilizando com aprofundamento e coerência, aliando teoria e prática por meio das situações-problema a serem apresentadas ao longo do material. A acessibilidade plena ao material didático permite a inclusão de todos os alunos, com o rompimento de barreiras metodológicas, atitudinais, socioemocionais, comunicativas e digitais. Tal aspecto se evidencia com a oferta de material didático com o uso da Língua Brasileira de Sinais em seus vídeos e com a disponibilidade e uso de software específico para leitura aos deficientes visuais, o que permite o acolhimento pleno de todos os discentes por parte do professor dentro da sala de aula, principalmente aos autistas, que necessitam da rotina e do acolhimento em sala de aula. 3.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO E ÁREA DE ATUAÇÃO Partindo do princípio de que o aluno ingressa no Ensino Superior principalmente para ter empregabilidade, o curso de Direito da Universidade de Cuiabá por meio do KLS 2.0, se preocupa com uma formação do profissional-cidadão competente e capacitado a ingressar e manter-se no mercado de trabalho, desenvolvendo-se com eficiência e eficácia na área que escolheu atuar.

38 Para a formação desse egresso, a proposta de organização curricular é realizada em função das competências que os acadêmicos precisam desenvolver, respeitando-se as aprendizagens, conhecimentos e as construções adquiridas anteriormente. Nessa proposta, a elaboração do currículo tem como referência o perfil do egresso. É esse perfil que orienta a definição das áreas de atuação, a composição das competências a serem desenvolvidas e, consequentemente, o conjunto de elementos que contribuirão para se estabelecer as conexões necessárias. Compreendendo que as competências permitem mobilizar conhecimentos para enfrentar determinadas situações, as atividades de aprendizagem vão além dos conteúdos conceituais, abrangendo também os conteúdos procedimentais e atitudinais, que garantirão o perfil profissional do egresso que se deseja formar. As competências a serem trabalhadas no curso estão de acordo com as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e têm como foco o que o egresso necessita conhecer bem para ser capaz de desenvolver suas atividades nas diversas áreas de atuação de sua profissão. Neste contexto, o egresso deve ter como pressupostos essenciais o compromisso de atuar no contexto socioeconômico e político do país, sendo um profissional e cidadão comprometido com os interesses e desafios da sociedade contemporânea e capaz de acompanhar a evolução científica e tecnológica da sua área de atuação, mantendo adequado padrão de ética profissional, conduta moral e respeito ao ser humano. Considerando as concepções filosóficas e educacionais, os objetivos formativos da IES, sua missão, visão, valores, e os preceitos dispostos no seu PDI; Universidade de Cuiabá busca que os egressos de todos os seus cursos superiores, sejam profissionais que tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável; tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, tecnológica e científica; atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável; saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; e sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos. No âmbito do curso, a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Direito, define o perfil do egresso desse Curso da seguinte forma: Sólida formação geral, humanística e axiológica, capacidade de análise, domínio de conceitos e da terminologia jurídica, adequada

39 argumentação, interpretação e valorização dos fenômenos jurídicos e sociais, aliada a uma postura reflexiva e de visão crítica que fomente a capacidade e a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, indispensável ao exercício da Ciência do Direito, da prestação da justiça e do desenvolvimento da cidadania. Em alinhamento com os objetivos do curso, considerando os pressupostos assumidos pela Faculdade, e mediante o conjunto de conhecimentos que serão internalizados ao longo do Curso de Direito, busca-se que os seus egressos tenham o perfil de profissionais generalistas, aptos a analisar, interpretar e agir em situações pertinentes ao Direito, a partir de atitudes críticas, reflexivas e éticas, pois adquiriram habilidades suficientes para, eticamente, atuar: compreendendo, analisando e elaborando textos, atos e documentos jurídicos ou normativos; interpretando e aplicando o Direito; pesquisando e utilizando legislação, jurisprudência, doutrina e outras fontes do Direito; adequando a atuação técnico-jurídica, em diferentes instâncias administrativas ou judiciais, com o correto uso de atos, procedimentos e processos; empregando corretamente a terminologia empregada na Ciência jurídica e do Direito; utilizando o raciocínio jurídico, a argumentação, a persuasão, a conciliação e a reflexão crítica; tomando decisões orientadas por valores éticos e realizando julgamentos imparciais; dominando tecnologias e métodos para a constante compreensão e aplicação do Direito. Considerando as habilidades e competências desenvolvidas ao longo do Curso e seu perfil profissiográfico; o Bacharel em Direito formado pela Universidade de Cuiabá poderá atuar nas seguintes áreas: Direito Público, Direito Privado e Direitos Especiais. O conhecimento do PPC pelo corpo docente e discente ocorre por meio de reuniões de Colegiado, do Núcleo Docente Estruturante e de coordenadores de curso com discentes visando a participação da sociedade acadêmica como um todo na decisão do Projeto Pedagógico do Curso, permitindo o debate e o melhoramento, bem como com a análise de informações oriundas da Comissão Própria de Avaliação (CPA). A versão atualizada e impressa do Projeto Pedagógico do Curso de Direito está disponível na Biblioteca da Faculdade Universidade de Cuiabá em local público e acessível. Visando a atender a acessibilidade plena, o PPC pode ser divulgado também

40 em outras modalidades que se julgar necessária pelo NUEEI após análise de corpo docente e discente da unidade Acompanhamento de egressos A Política de Empregabilidade formaliza a atuação da Universidade de Cuiabá quanto à promoção da inserção de seus alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, o que afirma o compromisso em desenvolver a empregabilidade de seus alunos, por meio da promoção de sua qualificação profissional, especificamente nos seguintes aspectos: a) promover a inserção dos alunos e ex-alunos no mercado de trabalho, por meio da intermediação de emprego e do desenvolvimento de sua empregabilidade; b) acompanhar a evolução profissional dos egressos; c) entender o impacto do Ensino Superior na vida profissional dos alunos; e d) buscar atender aos requisitos de qualificação profissional do mercado. Esses objetivos são coerentes com a missão de Melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, gerando valor de forma sustentável. Integrante dessa política, o Canal Conecta é um portal web, criado para aproximar alunos e ex-alunos dos empregos disponíveis na região, de forma rápida, fácil e objetiva, bem como auxiliar as empresas na indicação dos melhores profissionais, de acordo com suas demandas mercadológicas atuais. Totalmente gratuita e inédita, a ferramenta permite às empresas a divulgação de suas vagas em aberto, incluindo estágio, visualização de currículos, agendamento de entrevistas e, ainda, a gestão de seus processos seletivos até a contratação do candidato. Os alunos e ex-alunos formados na IES poderão se candidatar para novas vagas, acompanhar o processo seletivo, acessar conteúdos sobre carreira, empreendedorismo e mercado, para auxiliar no crescimento profissional e desenvolvimento individual. A plataforma indicará cursos livres de curta duração a preços acessíveis, com o intuito de ampliar seu potencial competitivo e preparar-se para as oportunidades de empregabilidade. Por meio de algoritmos estatísticos, o sistema do Canal Conecta faz o cruzamento de dados dos candidatos mais indicados para cargos das empresas inscritas e consolida todo e qualquer tipo de vaga, para estudantes do ensino técnico até egressos que já possuem pós-graduação. A ferramenta auxiliará na gestão da carreira do aluno por tempo indeterminado, atuando como parceira da área de RH das empresas, estabelecendo uma relação com entidades de classe e empresas locais. Dessa forma a IES restabelece também seu compromisso com a responsabilidade social e com a cidadania no local onde está inserida. Por meio do acesso ao Canal Conecta, o aluno ou egresso registrado receberá mensagens e newsletters. Com isso, o ex-aluno poderá continuar a fazer parte da vida

41 da instituição, além de conhecer as possibilidades de continuação de seus estudos no âmbito da instituição. As pesquisas de empregabilidade, ao abranger também egressos, permitem conhecer a evolução do desempenho dos alunos em suas carreiras e, assim, entender os efeitos da formação superior sobre suas vidas, retroalimentando as decisões no âmbito da IES. Tal pesquisa permite um acompanhamento sistêmico e periódico de alunos e ex-alunos da Universidade de Cuiabá, subsidiando análises de evolução salarial, índice de ocupação, relação entre ocupação e formação recebida, importância das atividades acadêmicas para a inserção no mercado, entre outras BSC acadêmico do curso de Direito Considerando o perfil, as competências gerais e técnicas, o profissional formado poderá atuar nas seguintes áreas profissionais: Direito Público; Direito Privado; Direitos Especiais. O BSC do curso de Direito está demonstrado a seguir: Quadro 4 - BSC acadêmico PERFIL DO EGRESSO O Bacharel em Direito generalista e humanista, com senso crítico, apto a agir eticamente, capacitado e habilitado para interpretar, elaborar textos, atos e documentos jurídicos ou normativos, utilizar, aplicar e interpretar as normas técnicojurídicas frente aos fenômenos jurídicos e sociais, bem como adotar uma postura reflexiva, crítica e dinâmica para o exercício da ciência do Direito e da oferta de prestação jurídica, como também viabilizar o desenvolvimento da cidadania na sociedade. CICLO BÁSICO DE FORMAÇÃO Conhecer, interpretar e aplicar teorias, conceitos, princípios e fundamentos oriundos da filosofia, antropologia, ética, ciência política, economia, história, psicologia, lógica e argumentação relacionados ao Direito, concebendo uma formação interdisciplinar, humanista e holística. CICLO PROFISSIONALIZANTE DIREITO PRIVADO DIREITO PÚBLICO DIREITOS ESPECIAIS Atuar na prevenção, consultoria e resolução de conflitos por meio judicial e extrajudicial com predominância do interesse particular, prestando serviços jurisdicionais na defesa de direitos para pessoas físicas e jurídicas de direito privado essencialmente. Atuar na prevenção, consultoria e resolução de conflitos por meio judicial e extrajudicial com predominância do interesse estatal, prestando serviços jurisdicionais na defesa de direitos para pessoas físicas e jurídicas de direito privado e público, porém predominantemente de direito público. Atuar na prevenção, consultoria e resolução de conflitos por meio judicial e extrajudicial com predominância dos interesses coletivos, difusos e de novos temas da área jurídica, prestando serviços jurisdicionais na defesa de direitos para pessoas físicas e jurídicas de direito privado e público. DISCIPLINAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS Direito Civil - Atos e Fatos Jurídicos Direito Civil - Coisas Direito Civil - Família e Sucessões Direito Administrativo - Administração Pública Direito Administrativo - Organização da Administração Pública Direito Ambiental Direito da Seguridade Social Direito das Relações de Consumo Direito Internacional

42 Direito Civil - Obrigações Direito Civil - Pessoas e Bens Direito Civil - Teoria Geral dos Contratos Direito Coletivo do Trabalho Direito de Falência e Recuperação de Empresa Direito do Trabalho Direito Processual Civil - Execução, Cumprimento de Sentença e Procedimentos Especiais Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Teoria Geral da Empresa Títulos de Crédito Direito Constitucional Direito Econômico Direito Penal - Crimes contra a Dignidade Sexual e Administração Pública Direito Penal - Crimes Contra a Pessoa e o Patrimônio Direito Penal - Legislação Extravagante e Execução Penal Direito Penal - Parte Geral Direito Penal - Teoria das Penas Direito Processual Civil - Parte Geral Direito Processual Civil - Processo de Conhecimento Direito Processual Civil - Recursos Direito Processual do Trabalho Direito Processual Penal - Procedimentos Direito Tributário - Direito Constitucional Tributário Direito Tributário - Tributos em Espécie Estágio Supervisionado III Estágio Supervisionado IV Teoria Geral do Direito Constitucional Teoria Geral do Processo Teoria Geral do Processo Penal Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II Direito Político e Eleitoral Direitos Humanos Medicina Forense (OPTATIVA) Meios Alternativos de Conflito Responsabilidade Civil O BSC também elenca as competências que o aluno terá desenvolvido com a conclusão dos conteúdos presentes no curso de Direito: Quadro 5 - Competências gerais e técnicas BIODIREITO (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e entender os fundamentos éticos e jurídicos, os conceitos e as limitações que permeiam o biodireito. Competência técnica: Conhecer e aplicar as normas constitucionais e infraconstitucionais relacionadas à transfusão de sangue, anencefalia, transplante, estudos com células tronco, sexualidade e gênero e seus impactos no mundo jurídico. Conhecer os fundamentos do biodireito e aplicá-los para a proteção da dignidade da pessoa humana e dos direitos humanos. DIREITO ADMINISTRATIVO - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, características e procedimentos atinentes aos servidores e a intervenção do Estado nas propriedades

43 Competência técnica: Conhecer e interpretar conceitos, institutos, princípios e normas legais referentes à intervenção do estado na propriedade privada Conhecer e interpretar os conceitos, elementos e legislação versando sobre os servidores e domínio público Conhecer, aplicar e interpretar as características e conceitos da responsabilidade do Estado DIREITO ADMINISTRATIVO - ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, características e procedimentos aplicados à Administração Pública, sua organização, atos administrativos e processo licitatório Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos, características e espécies de serviços públicos e da Administração Pública Conhecer e interpretar conceitos, princípios e características dos contratos administrativos e diferencia-los Conhecer, interpretar e identificar os atos administrativos DIREITO AMBIENTAL Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios, instrumentos e legislações do Direito Ambiental Competência técnica: Conhecer e aplicar conceito de danos, princípios e dispositivos legais na tutela do meio ambiente nas esferas administrativa, cível e penal Conhecer e aplicar conceitos, princípios e legislação no âmbito setorial nacional e no âmbito internacional, permitindo sua relação com a defesa do patrimônio genético e cultural Conhecer e interpretar conceitos e princípios e legislação presentes na Constituição Federal e na Política Nacional de Meio Ambiente os correlacionando com as atividades de licenciamento, zoneamento e auditoria ambiental DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos e elementos relacionados aos atos, fatos e negócios jurídicos Conhecer e aplicar os institutos da prescrição e decadência nos negócios jurídicos, identificando seus elementos acidentais. Conhecer o conceito, a classificação, a interpretação dos negócios jurídicos e seus elementos de existência e validade Conhecer os elementos, requisitos e classificação dos fatos jurídicos DIREITO CIVIL COISAS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, características, institutos e espécies de Direitos reais no Direito Civil Competência técnica: Conhecer o direito da propriedade intelectual, identificando as características e distinções entre patentes, marcas, desenho industrial, concorrência desleal e o direito autoral Conhecer os institutos e características da posse, propriedade, usucapião e direito de vizinhança

44 Conhecer os institutos relacionados aos direitos reais de fruição e gozo DIREITO CIVIL - FAMÍLIA E SUCESSÕES Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, características, institutos e princípios do Direito de Família e de Sucessões Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos, institutos e disposições legais atinentes ao Direito Sucessório Conhecer e aplicar os institutos, conceitos e princípios aplicados ao Direito de Família DIREITO CIVIL OBRIGAÇÕES Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, elementos, espécies e formas de extinção das obrigações. Competência técnica: Conhecer as formas de adimplemento, extinção e inadimplemento das obrigações Conhecer os elementos constitutivos, modalidades e modos de transmissão das obrigações DIREITO CIVIL - PESSOAS E BENS Competência geral: Conhecer os fundamentos jurídicos da pessoa física, pessoa jurídica e a teoria jurídica sobre os bens Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características sobre a ausência de pessoas e sobre as características da pessoa jurídica Conhecer e aplicar conceitos e características sobre pessoas, personalidade e capacidade civil Conhecer os bens jurídicos e sua classificação DIREITO CIVIL - TEORIA GERAL DOS CONTRATOS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, institutos e características do Direito Contratual Competência técnica: Conhecer e aplicar princípios e características relacionadas ao Direito contratual Conhecer e interpretar as espécies contratuais elencadas na legislação nacional Conhecer os elementos e efeitos dos contratos no âmbito nacional DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos e institutos relacionados aos direitos coletivos dos trabalhadores e de segurança no trabalho Competência técnica: Conhecer as questões relacionadas à medicina e segurança no trabalho Conhecer e aplicar conceitos e institutos relativos aos direitos coletivos dos trabalhadores Conhecer os direitos fundamentais do trabalhador

45 DIREITO CONSTITUCIONAL Competência geral: Conhecer e entender a organização do Estado, dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário bem como o controle de constitucionalidade Competência técnica: Conhecer a organização político administrativa do Brasil Conhecer a separação de poderes, o processo legislativo e o controle de constitucionalidade Conhecer princípios gerais e institutos da ordem econômica, financeira e social presentes na Constituição Federal DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios, regimes previdenciários e benefícios presentes no Direito Previdenciário e de Seguridade Social Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de benefícios concedidos pela Previdência Social e a forma de custeio da Seguridade Social Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre o Direito Previdenciário e os regimes de Previdência DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios e institutos aplicados no Direito do Consumidor Competência técnica: Conhecer, aplicar e interpretar conceitos, características e legislação sobre as relações de consumo e a responsabilidade civil atinentes a ela. Conhecer, identificar e aplicar conceitos, características e legislação sobre o abuso de direito e da proteção dos contratos nas relações consumeristas DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, princípios e procedimentos adotados para a Recuperação e Falência de Empresas Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o processo falimentar Conhecer e aplicar o procedimento de Recuperação de Empresas Conhecer e aplicar os conceitos e procedimentos de liquidação extrajudicial de Instituições Financeiras DIREITO DO TRABALHO Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios, elementos essências para o Direito individual do Trabalho Competência técnica: Conhecer e aplicar as diversas espécies de contratos de trabalho, suas alterações e a extinção Conhecer e aplicar as fontes e normas gerais do direito do trabalho Conhecer e aplicar os diversos sujeitos da relação de trabalho e suas tipicidades correlacionando com os diferentes contratos de trabalho

46 DIREITO ECONÔMICO Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, teorias e questões legais e sociais na Ordem Econômica e no Direito Competência técnica: Conhecer e aplicar institutos, conceitos e princípios inerentes à ordem econômica e a intervenção no domínio econômico Conhecer, interpretar e aplicar conceitos, teorias e características do direito econômico e da economia política DIREITO ELETRÔNICO (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios e legislação sobre o Direito Eletrônico Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o e-commerce e os crimes realizados por meio eletrônico Conhecer e aplicar conceitos introdutórios do direito eletrônico e da legislação da Lei do Marco Civil da Internet DIREITO INTERNACIONAL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios, características, institutos, sistema de controle e legislações aplicadas ao Direito Internacional Público e ao Privado Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e fontes do direito internacional Conhecer o processo de formação dos tratados internacionais e sua aplicabilidade e eficácia nas Cortes Internacionais de Direitos Humanos Conhecer, interpretar e aplicar dispositivos legais atinentes ao Direito internacional privado e sua aplicabilidade DIREITO NOTARIAL E REGISTRAL (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e Interpretar conceitos, procedimentos e prática registral e notarial Competência técnica: Conhecer e aplicar as regras referentes aos tabelionatos e outras espécies de registros Conhecer e aplicar os conceitos fundamentais do Direito Notarial e Registral DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra o sentimento religioso, dignidade sexual, a Paz Pública, a Fé Pública e a Administração Pública Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de crimes contra o sentimento religioso e a dignidade sexual Conhecer e aplicar os conceitos de delitos relativos aos crimes contra a paz e a fé pública

47 DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A PESSOA E O PATRIMÔNIO Competência geral: Conhecer interpretar e aplicar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra a vida, a honra, à liberdade individual e o patrimônio Competência técnica: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra a honra e contra a saúde Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes contra a liberdade individual e contra o patrimônio DIREITO PENAL - LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos e princípios presentes nas tipificações dos crimes elencados na legislação penal extravagante Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação para proteção de crianças e idoso além de porte de arma de fogo Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre crimes no trânsito. Conhecer, interpretar e aplicar institutos, conceitos e princípios aplicados à Execução Penal Conhecer, interpretar e aplicar institutos, conceitos e princípios aplicados aos Crimes hediondos DIREITO PENAL - PARTE GERAL Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, fontes do direito e princípios aplicados à Parte Geral do Direito Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos da aplicação da lei e elementos da teoria do crime Conhecer e aplicar os conceitos e características da ilicitude, culpabilidade e concurso de pessoas Conhecer e aplicar os conceitos e princípios do Direito Penal Conhecer e aplicar os elementos e características da teoria do crime DIREITO PENAL - TEORIA DAS PENAS Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos e institutos relacionados à pena e sua aplicação Competência técnica: Conhecer e aplicar as espécies de penas aplicadas no Direito Penal e os concursos de crimes de modo a distingui-los e aplicar a dosimetria corretamente. Conhecer e aplicar as medidas de segurança e os incidentes de execução Conhecer e aplicar os institutos do direito penal, da ação penal e as causas de extinção da punibilidade DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, institutos e princípios do Direito Eleitoral e Político

48 Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre Direito eleitoral, instrumentos de participação popular e da organização da Justiça eleitoral. Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre sistemas eleitorais e partidos políticos Conhecer e aplicar os direitos políticos DIREITO PROCESSUAL CIVIL - EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, características e espécies processuais relacionadas à Execução no Processo Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação para cumprimento de sentença Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre procedimentos especiais Conhecer e aplicar os institutos e espécies de execução e liquidação de sentença DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PARTE GERAL Competência geral: Conhecer e interpretar princípios, institutos, conceitos e características gerais do Direito Processual Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre sujeitos e atos processuais Conhecer e aplicar os conceitos, institutos e disposições relacionadas ao processo físico e eletrônico, tratando de sua formação, suspensão e extinção. DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PROCESSO DE CONHECIMENTO Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, características, elementos e fases do Processo de conhecimento e tutela provisória do Processo Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos sobre sentença e coisa julgada e compreender a tutela provisória e suas características Conhecer e aplicar os institutos, conceitos, princípios e elementos probatórios no Processo de Conhecimento DIREITO PROCESSUAL CIVIL RECURSOS Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, princípios e espécies de recursos presentes no Processo Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação das diversas espécies de recursos e seus incidentes Conhecer e aplicar os princípios e elementos essenciais e introdutórios sobre recursos no Processo Civil DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, institutos e elementos do Direito Processual trabalhista

49 Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre atos, prazos e recursos no Processo do Trabalho Conhecer e aplicar conceitos, legislação e meios sobre modalidades de solução de conflitos, a jurisdição e competências no Direito do Trabalho DIREITO PROCESSUAL PENAL PROCEDIMENTOS Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os conceitos, princípios, institutos, procedimentos e recursos no Direito Processual Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre os diversos procedimentos no Processo Penal Conhecer e aplicar legislações sobre nulidades no Processo Penal Conhecer e aplicar os conceitos, princípios, características dos recursos penais e identifica-los DIREITO TRIBUTÁRIO - DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO Competência geral: Conhecer e aplicar os conceitos, fontes do direito e princípios aplicados à Parte Geral do Direito Tributário Competência técnica: Conhecer e aplicar os conceitos e dispositivos legais quanto a obrigação tributária, lançamento e constituição do crédito tributário Conhecer e aplicar os conceitos, princípios e dispositivos legais sobre tributos DIREITO TRIBUTÁRIO - TRIBUTOS EM ESPÉCIE Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar conceitos e características de impostos federais, estaduais e municipais compreendendo ainda a sua execução e o processo judicial tributário Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre o processo de execução fiscal e o Processo Judicial Tributário com a identificação no conhecimento e no recurso Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre os tributos estaduais e municipais os diferenciando. Conhecer e aplicar conceitos, características e legislação sobre os tributos federais. DIREITOS HUMANOS Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, princípios e características dos direitos humanos e seus tratados internacionais Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características dos tratados internacionais de direitos humanos e a evolução histórica dos Direitos Humanos Conhecer e aplicar conceitos, princípios e institutos aplicáveis aos Direitos Humanos e presentes na Constituição brasileira ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no Processo Civil

50 Competência técnica: Conhecer, identificar e aplicar as diversas espécies de petições no Processo Civil Conhecer, identificar e aplicar as petições mais utilizadas no Processo Civil Conhecer, identificar e aplicar os recursos presentes no Processo Civil ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no Processo do Trabalho Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, dispositivos e princípios na elaboração de petições iniciais e intermediárias no Processo do Trabalho Conhecer e aplicar conceitos, dispositivos e princípios na elaboração de recursos e na execução no Processo do Trabalho ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e a prática no Processo Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar o funcionamento, conceitos e petições relacionadas ao Tribunal do Júri Conhecer e aplicar os conceitos e características de petições iniciais e intermediárias utilizadas no Processo Penal Conhecer e aplicar os conceitos e características de recursos utilizados no Processo Penal ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, procedimentos e pratica no Processo Constitucional, Tributária e Empresarial Competência técnica: Conhecer e aplicar institutos e petições mais utilizadas na Prática Tributária e na Prática Empresarial Conhecer e aplicar os instrumentos de controle de constitucionalidade e remédios constitucionais Conhecer e aplicar os recursos utilizados nas Instâncias Superiores e distingui-los. ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO Competência geral: Conhecer e interpretar princípios éticos e a legislação atinentes à conduta ética de advogados e estagiários de Direito ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE Competência geral: Conhecer as relações entre a filosofia, a ética e a política. FILOSOFIA DO DIREITO Competência geral: Conhecer os conceitos, ideologias e teorias dos principais filósofos presentes no Direito

51 FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO Competência geral: Conhecer e relacionar os fundamentos filosóficos e teóricos gerais e do Direito. HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE Competência geral: Conhecer as diversas correntes teóricas que explicam o homem, a vida em sociedade e as diversas formas de explicação da realidade social. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Competência geral: Conhecer os conceitos, princípios e fundamentos teóricos do Direito, da Ciência Política, Sociologia e Teoria Geral do Estado LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer os fundamentos e a língua que possibilita o ensinoaprendizagem de surdos MEDICINA FORENSE (OPTATIVA) Competência geral: Conhecer e interpretar os conceitos, características, conhecimentos e importância da Medicina Forense Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e institutos sobre a Medicina Legal mostrando sua importância para o Direito Conhecer e aplicar conceitos e técnicas sobre perícias e identidade jurídica. Conhecer e aplicar conceitos, características e espécies de Traumatologia forense MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITO Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, institutos, princípios e modalidades de Solução Extrajudicial de Conflitos Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características do procedimento arbitral no âmbito internacional Conhecer e aplicar conceitos e características do procedimento arbitral retratando ainda as causas de nulidade da sentença arbitral Conhecer e aplicar técnicas e conceitos sobre os meios extrajudiciais de solução do conflito de modo a diferencia-los. METODOLOGIA CIENTÍFICA Competência geral: Conhecer Técnicas e métodos de Pesquisa Científica PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO Competência geral: Conhecer alguns aspectos da psicologia e suas aplicações no Direito.

52 RESPONSABILIDADE CIVIL Competência geral: Conhecer e interpretar conceitos, características e modalidades de Responsabilidade Civil Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características das diferentes espécies de responsabilidade civil Conhecer e aplicar conceitos e legislação sobre a responsabilidade de Administração pública Conhecer e aplicar os conceitos e características da Responsabilidade Civil Subjetiva e Objetiva TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA Competência geral: Conhecer os conceitos e teorias da Linguagem e da Argumentação destacando a linguagem jurídica TEORIA GERAL DA EMPRESA Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, legislação e institutos do Direito Empresarial Competência técnica: Conhecer, aplicar e interpretar conceitos, institutos e características sobre a reorganização societária e as modalidades de dissolução da sociedade Conhecer, aplicar e interpretar institutos, conceitos e características das sociedades empresariais, diferenciando suas espécies Conhecer, aplicar e interpretar institutos, conceitos e princípios atinentes ao Direito Empresarial TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL Competência geral: Conhecer os fundamentos teóricos da organização jurídicoconstitucional da Constituição Federal da República Federativa do Brasil de 1988 discando seus objetos, princípios e garantias. Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, princípios e elementos da Constituição Federal, de suas normas e da organização do Estado Conhecer e aplicar direitos, garantias fundamentais e remédios constitucionais Conhecer e aplicar os direitos civis e políticos e as espécies de nacionalidade TEORIA GERAL DO PROCESSO Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, institutos e características essenciais do Direito Processual Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos básicos de conflito, formas de resolução e atividade jurisdicional Conhecer e aplicar conceitos, características e estruturação da Jurisdição e dos Judiciário Conhecer e aplicar conceitos, espécies e características de competência e ação Conhecer e aplicar os princípios utilizados no Processo

53 TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL Competência geral: Conhecer, interpretar e aplicar os princípios, conceitos, características e espécies de ações, provas e competências no Direito Processual Penal Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos e características do Inquérito policial Conhecer e aplicar conceitos, características, legislação e princípios sobre as provas no processo Penal Conhecer e aplicar conceitos, institutos, princípios e características relacionados à ação penal e à jurisdição no Processo penal TÍTULOS DE CRÉDITO Competência geral: Conhecer e interpretar os princípios, conceitos, requisitos e espécies de títulos de credito existentes no ordenamento nacional Competência técnica: Conhecer e aplicar conceitos, requisitos e legislação dos títulos cambiar formes Conhecer e aplicar conceitos, requisitos e legislação dos títulos de crédito e cambiais TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Competência geral: Conhecer os critérios para as definições metodológicas e conhecer as etapas de elaboração do projeto de conclusão do curso. Competência técnica: Conhecer e aplicar as técnicas e métodos para o desenvolvimento do projeto, compondo a proposta com as etapas do projeto de conclusão do curso. Conhecer e aplicar técnicas e métodos para o delineamento do projeto. Conhecer as técnicas e métodos para o delineamento do projeto. Conhecer as técnicas e métodos para o desenvolvimento do projeto, compondo a proposta com as etapas do projeto de conclusão do curso. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Competência geral: Conhecer o processo de desenvolvimento do trabalho científico, norteado pelos os critérios da metodologia científica, cumprindo o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. Competência técnica: Conhecer e aplicar as características e meios para o desenvolvimento do trabalho científico, e ser capaz de definir os aspectos da metodologia científica, para cumprir o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo. Conhecer e aplicar as características e meios para estruturar o trabalho científico. Conhecer o as características e meios para estruturar o trabalho científico. Conhecer o as características e meios para o desenvolvimento do trabalho científico, e ser capaz de definir os aspectos da metodologia científica, para cumprir o embasamento teórico dentro do esboço do objeto de estudo.

54 3.4 OBJETIVOS DO CURSO Os objetivos do curso de Direito foram concebidos e implementados buscando uma coerência, em uma análise sistêmica e global, com os seguintes aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional. Nesse contexto, ao se definir o BSC do curso de Direito, foi definido o perfil profissional do Bacharel em Direito a ser formado pela Universidade de Cuiabá, e foram delineados os principais objetivos do curso à luz das DCNs, dispostas na Resolução CNE/ CES N. o 9, de 29 de setembro de Assim, o curso tem como objetivo principal: Formar um profissional generalista e humanista, com senso crítico, apto a agir eticamente, capacitado e habilitado para interpretar, elaborar textos, atos e documentos jurídicos ou normativos, utilizar, aplicar e interpretar as normas técnicojurídicas frente aos fenômenos jurídicos e sociais, bem como adotar uma postura reflexiva, crítica e dinâmica para o exercício da ciência do Direito e da oferta de prestação jurídica, como também viabilizar o desenvolvimento da cidadania na sociedade. O objetivo do curso é atender às necessidades locais e regionais, permitindo a integração social na comunidade externa por meio das seguintes atividades: A Faculdade de Direito através do UNIJURIS, presta serviço junta comunidade carente, de assuntos relacionado justiça gratuita, esclarece dúvidas, faz encaminhamentos quando necessário. Pelo número de atendimento realizado pelo núcleo de prática jurídica, somos considerados maior escritório jurídico do Estado de Mato Grosso ESTRUTURA CURRICULAR A estrutura curricular implantada no curso de Direito da Universidade de Cuiabá busca contemplar, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade plena, compatibilidade da carga horária total e articulação da teoria com a prática. Ao apresentar uma matriz curricular, o curso terá como preocupação realizar um currículo voltado para o alcance do perfil definido para o profissional a partir do desenvolvimento das competências previstas no BSC, estabelecidas a partir da Resolução CNE/CES No.9, de 29 de setembro de 2004 que institui as DCNs do curso de Direito, tendo em vista o mercado de trabalho e sua articulação com as tendências da profissão na sociedade contemporânea Matriz Curricular Em atendimento ao que recomendam as diretrizes nacionais para curso de Direito, instituídas pela Resolução CNE/ CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, a matriz curricular do curso de Direito será a seguinte:

55 Tabela 1- Matriz curricular DISCIPLINA SEM TIPO OFERTA TEÓRICA PRÁTICA OUTROS TOTAL ED - GRAMÁTICA 1 ACO-ED HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE 1 Presencial FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO 1 Presencial METODOLOGIA CIENTÍFICA 1 Presencial PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO 1 Presencial TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA 1 Presencial ED - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 2 ACO-ED 10 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO 2 Presencial DIREITO CIVIL PESSOAS E BENS 2 Presencial DIREITO DO TRABALHO 2 Presencial DIREITO PENAL PARTE GERAL 2 Presencial TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL 2 Presencial ED - COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA 3 ACO-ED TEORIA GERAL DO PROCESSO 3 Presencial DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS 3 Presencial DIREITO CONSTITUCIONAL 3 Presencial DIREITO PENAL TEORIA DAS PENAS 3 Presencial DIREITO PROCESSUAL CIVIL PARTE GERAL 3 Presencial ED - LOGICA MATEMÁTICA 4 ACO-ED DIREITO ECONÔMICO 4 Presencial DIREITO CIVIL OBRIGAÇÕES 4 Presencial DIREITO COLETIVO DO TRABALHO 4 Presencial DIREITO PENAL CRIMES CONTRA A PESSOA E O PATRIMÔNIO 4 Presencial DIREITO PROCESSUAL CIVIL PROCESSO DO CONHECIMENTO 4 Presencial ED - EMPREGABILIDADE 5 ACO-ED ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE 5 Presencial DIREITO CIVIL TEORIA GERAL DOS CONTRATOS 5 Presencial DIREITO PENAL CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 5 Presencial DIREITO PROCESSUAL CIVIL - RECURSOS 5 Presencial DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO 5 Presencial ED - EDUCAÇÃO AMBIENTAL 6 ACO-ED TEORIA GERAL DA EMPRESA 6 Presencial DIREITO CIVIL - COISAS 6 Presencial DIREITO PENAL LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL 6 Presencial DIREITO PROCESSUAL CIVIL EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS 6 Presencial TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL 6 Presencial ED - POLÍTICAS PÚBLICAS 7 ACO-ED TÍTULOS DE CRÉDITO 7 Presencial 60 60

56 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 7 Estágio DIREITO ADMINISTRATIVO ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 7 Presencial DIREITO CIVIL FAMÍLIA E SUCESSÕES 7 Presencial DIREITO PROCESSUAL PENAL - PROCEDIMENTOS 7 Presencial MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS 7 Presencial Tópicos ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO 7 Especiais ED - DEMOGRACIA, ÉTICA E CIDADANIA 8 ACO-ED FILOSOFIA DO DIREITO 8 Presencial DIREITO ADMINISTRATIVO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 8 Presencial ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 8 Estágio DIREITO AMBIENTAL 8 Presencial DIREITO TRIBUTÁRIO DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO 8 Presencial TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I 8 TCC ED - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE 9 ACO-ED DIREITOS HUMANOS 9 Presencial OPTATIVA 9 Presencial DIREITO TRIBUTÁRIO TRIBUTOS EM ESPÉCIE 9 Presencial Tópicos DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA 9 Especiais ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 9 Estágio TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II 9 TCC ED - RESPONSABILIDADE SOCIAL 10 ACO-ED DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO 10 Presencial DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL 10 Presencial DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL 10 Presencial DIREITO INTERNACIONAL 10 Presencial ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV 10 Estágio Tópicos RESPONSABILIDADE CIVIL 10 Especiais ATIVIDADES COMPLEMENTARES * ACO-EI BIODIREITO ** ** Optativa DIREITO ELETRÔNICO ** ** Optativa DIREITO NOTARIAL E REGISTRAL ** ** Optativa LIBRAS LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ** ** Optativa MEDICINA FORENSE ** ** Optativa Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade é uma estratégia de abordagem em que duas ou mais disciplinas poderão interagir, estabelecendo relações entre os conteúdos, com o objetivo de proporcionar um conhecimento mais abrangente e contextualizado ao aluno.

57 Nessa concepção, permanecem os interesses próprios de cada disciplina, porém, buscando soluções dos seus próprios problemas através da articulação com as outras disciplinas. No modelo KLS 2.0, essa articulação se inicia com a escolha das disciplinas de fundamento que embasam as disciplinas profissionalizantes, as quais darão suporte, a partir das competências previstas e desenvolvidas, para a atuação do futuro egresso nas diferentes áreas da profissão. A interdisciplinaridade é contemplada no currículo do Curso de Graduação em Direito que aborda as diversas áreas de conhecimento, habilidades, atitudes e valores éticos, fundamentais à formação profissional. Esta interdisciplinaridade pode ser comprovada nas disciplinas INSTITUCIONAIS HCS, EPS e Metodologia Científica e nas disciplinas DE ÁREA, aquelas disciplinas que são comuns aos cursos da área social. Nestas disciplinas os alunos terão conhecimento dos conteúdos interdisciplinares além de conviverem com os colegas de outros cursos da instituição. Neste sentido, a estrutura curricular foi organizada de forma oferecer situações de aprendizagem ao longo do curso que assegure uma formação técnica, humanística e política do graduando Flexibilização curricular O princípio da flexibilização da matriz curricular do curso de Direito é promover fluidez na oferta dos componentes curriculares e, dessa forma, possibilitar que coordenador e professores desenvolvam ações, entendidas como desdobramentos das competências previstas na matriz curricular, que fortalecem a identidade do curso, a partir de suas características e necessidades Considerando que o KLS 2.0 é organizado por competências, a flexibilidade para a oferta das disciplinas se potencializa. Significa dizer que a oferta das disciplinas se tornará um processo dinâmico, que oportuniza ao aluno um percurso que o desafie e o prepare para o desenvolvimento de uma visão crítica. Rompe-se a barreira da rigidez de oferta, valorizando-se e respeitando-se a articulação entre as disciplinas. Esse dinamismo estimula o trabalho com a diversidade, a interação entre os alunos e a interdisciplinaridade. Além dessa maleabilidade na oferta e disposição de disciplinas, a flexibilização curricular se efetivará também por meio de componentes acadêmicos, tais como: disciplinas optativas, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares. Disciplinas optativas A disciplina optativa prevista no curso de Direito é parte integrante da matriz curricular, e oportunizando a flexibilização do currículo por meio de um elenco de disciplinas à escolha dos alunos, sendo elas: Biodireito

58 Direito Eletrônico Direito Notarial e Registral Libras Língua Brasileira de Sinais A disciplina optativa prevista na matriz poderá ser substituída por uma das disciplinas escolhidas, devendo ser cursada com êxito pelos alunos para o cômputo da carga horária do curso e desenvolvimento das competências nela previstas. As disciplinas previstas no elenco de disciplinas optativas apresentam congruência com as áreas de atuação do egresso e com a legislação vigente, no que se refere à disciplina de Libras. A disciplina Libras, conforme determinam a Lei n.º /2002 e o Decreto n.º 5.626/2005, é obrigatória para as licenciaturas e o bacharelado em Fonoaudiologia e optativa para os demais cursos. Trabalho de conclusão de curso Descrito no item 3.8. Atividades complementares Descritas no item Acessibilidade plena Conforme descrito anteriormente a faculdade de Direito preocupa-se com o direito às condições de igualdade no acesso, assegurado ao público-alvo da educação especial a permanência e a terminalidade dos estudos na Educação Superior. Tais condições são promovidas institucionalmente a partir da eliminação do conjunto de barreiras, a saber: arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, comunicativas e digitais. Para o público-alvo da educação especial, a flexibilização curricular também acontece por meio da ampliação ou redução do tempo de integralização do curso. A ampliação, considerando considera especificidades e o tempo de aprender de alunos com deficiência intelectual, por exemplo. Redução, para alunos com altas habilidades/superlotação, caso comprovado extraordinário aproveitamento, conforme previsto no Art. 47 da LDB 9.394/ Compatibilização da carga horária A carga horária dos cursos é orientada pela Resolução CNE/CES n.º 3/2007 e pelo Parecer CNE/CES n.º 261/2006, que institui o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, por meio de preleções e aulas expositivas e/ou atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. Dessa forma, no modelo KLS 2.0, a carga horária é mensurada em horas (60 minutos), composta de 50 minutos de aula mediada e 10 minutos de atividades orientadas, totalizando 60 minutos de efetiva atividade acadêmica. As atividades orientadas foram

59 concebidas com a finalidade de desenvolver no aluno a cultura de auto estudo. Assim sendo, cada professor prepara e disponibiliza, antecipadamente, no ambiente virtual, o planejamento das atividades que irão preparar o aluno para a aprendizagem dos conteúdos da aula, conforme descrito anteriormente. A faculdade de Direito, atenta à Lei n.º /2014, também conhecida como Plano Nacional de Educação (PNE), visando a implementar a aplicação da carga horária mínima de 10% (dez por cento) do total da carga horária do curso de Direito para atender a tal normativa legal, aplicará gradativamente o aumento de sua carga horária para as atividades de extensão, e estará totalmente implementada até o ano de Articulação da teoria com a prática Essa articulação da teoria com a prática é contemplada na abordagem dos diversos conteúdo, observando o equilíbrio teórico-prático, permitindo o desenvolvimento de temas inerentes às atividades profissionais, de forma integrada, propiciando ao aluno o aprimoramento científico e a busca do avanço tecnológico. Nesse contexto, a estrutura curricular a ser desenvolvida, que possui coerência com o perfil traçado para o profissional egresso, foi organizada de forma a propiciar uma articulação dinâmica entre ensino e labor profissional, prática e teoria, ambiente acadêmico e convívio comunitário, o básico e o profissionalizante, de modo que assegure ao longo do curso a formação científico-ético-humanista do profissional almejado, e que agregue diversas competências necessárias ao desenvolvimento autônomo no pensar e decidir. Para isso, podem ser utilizados outros ambientes de aprendizagem, como laboratórios, empresas juniores, escritórios de aplicação, núcleos de prática jurídica, escolas de aplicação e outros ambientes externos, quando possível. Na elaboração da estrutura curricular foram adotados, também, princípios que promovem a organização do curso, partindo do geral para o específico, em níveis crescentes de complexidade e em sucessivas aproximações. Assim, uma sequência de conhecimentos definirá os objetivos a serem alcançados - novos conhecimentos e habilidades (cognitivos, afetivos e psicomotores) são introduzidos em momentos subsequentes, reforçando o que já se sabe e mantendo as interligações com as informações previamente aprendidas. Deste modo, o estudante irá gradualmente se apropriando do conhecimento em uma maior amplitude e profundidade, havendo uma concentração maior de disciplinas específicas à medida que o estudante vai avançando no curso. Contudo, se buscará essa articulação desde o início da formação acadêmica, por meio da metodologia de ensino a ser adotada Tópicos especiais Tópicos especiais são disciplinas obrigatórias, previstas nas matrizes curriculares, que têm como finalidade oferecer aos discentes a oportunidade de estudar e discutir assuntos atuais, articulados com conteúdo específicos do curso, e, portanto, de relevância para o curso. A ementa e os conteúdos podem ser revistos, editados, atualizados ou modificados a partir da necessidade mapeada, estimulando a interdisciplinaridade no curso e buscando contribuir para o desenvolvimento de habilidades e competências

60 acadêmicas, considerando os temas mais debatidos no momento, relacionados ao mundo do trabalho e à prática profissional. Coerente com os conceitos acadêmicos e a metodologia adotados, as disciplinas ofertadas como Tópicos Especiais promovem o debate entre o curso e os principais temas contemporâneos, a fim de formar os egressos com as competências necessárias para atenderem às demandas da sociedade e do mercado de trabalho. 3.6 CONTEÚDOS CURRICULARES Os conteúdos curriculares definidos para o curso estão em consonância com o que preconiza a Resolução CNE/CES nº 8, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as diretrizes nacionais para cursos de Direito, e buscam possibilitar, com qualidade, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: coerência com as DCNs e objetivos do curso, necessidades locorregionais, acessibilidade plena, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia e abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos, de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e pessoas com deficiência. Todos os conteúdos das disciplinas são apresentados juntamente com o ementário e bibliografia do curso. O curso considera as necessidades locorregionais objetivando atender e supri-las, gerando bem-estar à comunidade local e regional com a formação de qualidade de seu futuro egresso. Entre as necessidades locorregionais encontram-se: Para realização do estágio curricular do curso de Direito a instituição pactuou CONVÊNIOS diversos, com instituições públicas e privadas, governamentais e não governamentais filantrópicas ou com fins lucrativos, cujos contratos e termos de compromisso são arquivados e disponibilizados pela direção da instituição. Neste sentido a instituição dispensa especial relevo à relação entre estagiários, instituições de ensino e organizações onde se realizam os estágios, de formas a oportunizar ao aluno interações interpessoais, ao tempo que integra a bagagem conceitual a diferentes contextos da pratica profissional. Permite também, a compreensão das necessidades e das carências da comunidade loco-regional e auxilia na compreensão das diversas nuances do mercado de trabalho. A faculdade de direito participa ativamente das seguintes ações: Multiação; Operação cidadania; Justiça comunitária; Ação global. A acessibilidade plena é concretizada nos conteúdos por meio da eliminação de qualquer obstáculo arquitetônico, pedagógico, atitudinal, comunicativo e digital, oferecendo mecanismos e meios para alcançar a todos os públicos no processo de ensino-aprendizagem, visando a atender às diretrizes curriculares e objetivos do curso com a formação e desenvolvimento de egressos com formação de qualidade. A IES procura adequar os conteúdos ao perfil profissional do egresso, considerando as especificidades do público-alvo da educação especial. Assim, organizará o curso de Formação em Educação Inclusiva, e o ofertará para todos os professores, buscando

61 contribuir com as reflexões pedagógicas e adaptações necessárias para que todos os acadêmicos tenham condições de acesso para desenvolver esse perfil Plano de ensino O plano de ensino do curso da faculdade de direito é um instrumento de ação educativa, que promove a organização do conteúdo programático, o planejamento do processo metodológico e avaliativo e a sistematização do processo educacional das ações dos docentes e discentes em vista à consecução dos objetivos de aprendizagem estabelecidos. O processo de elaboração considera a participação ativa dos docentes e deverá ser consciente, refletido e planejado, trazendo consigo a característica da flexibilidade e da adaptabilidade a situações novas e imprevistas. O plano de ensino é elaborado e disponibilizado no ambiente virtual de aprendizagem, pois se trata de um documento em que se pactua o planejamento do semestre e a comunicação entre professor e aluno, passando a ser um instrumento de trabalho e um documento de compromisso com o processo de ensino-aprendizagem. Em consonância com seu modelo de ensino, os planos de ensino da faculdade de direito são organizados e disponibilizados para os alunos, de acordo com os seguintes tópicos: I. Curso. II. Identificação da disciplina. III. Docente. IV. Coordenador (a). V. Carga horária. VI. Objetivos da disciplina: - Competências gerais; - Competências técnicas (quando for o caso). VII. Estrutura da disciplina: - Unidade de ensino; - Conteúdo Programático. VIII. Proposta metodológica. IX. Sistemática de avaliação. X. Referências bibliográficas: - Referências básicas; - Referências complementares. XI. Outras referências. Esse modelo de plano de ensino permite ao professor ter clareza sobre o trabalho que desenvolverá em sala de aula. Embora a maioria das IES opte por adotar o termo objetivo geral, a faculdade de direito opta por utilizar o termo competência, considerando o entrelaçamento existente entre os conceitos de objetivo geral e competência, bem como de objetivos específicos e habilidades, depreendidos a partir das leituras em Perrenoud (2002), Mager (1984) e Bloom (1971).

62 A faculdade de direito trabalha o currículo por competências, no qual o aluno passa a ser responsável pelo ato de aprender e de construir a trajetória de sua aprendizagem, em contraposição ao ensino transmissor de conteúdo, em que aluno atua como sujeito passivo. O termo competência tem recebido vários significados ao longo do tempo. Na atual LDB, competência é definida como: Capacidade de mobilizar, articular, colocar em ação valores, habilidades e conhecimentos necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho. (BRASIL, 1996) Diante de todo o exposto, e considerando que o plano de ensino deve guiar a ação docente no processo ensino-aprendizagem, a faculdade de direito opta por utilizar o termo competências, entendendo que 1. O objetivo geral não está apenas no campo cognitivo, não se encontra em algo que o docente deseja para o seu aluno (pois esse é o seu dever ético), mas naquilo que, após a sua completa mediação, o aluno será capaz de fazer para demonstrar que, de fato, desenvolveu a competência geral projetada. 2. Uma competência geral pode originar uma competência técnica, por isso, a seguir, é necessário anunciar qual é o produto (uma entrega que consolide uma etapa de aprendizagem pelo aluno) originado por essa competência. Nesse contexto, o objetivo do conteúdo é desenvolver competências, cujo alcance abrangerá o CONHECER e se evidencia no FAZER do discente/egresso, prenunciando a qualidade da sua atuação como profissional Ementário e bibliografia 1 SEMESTRE HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE Ementa: A consolidação da sociedade global Acesso à informação e interconectividade global. Antecedentes históricos Aquecimento global. Aspectos econômicos e sociais da globalização. Aspectos políticos e culturais da globalização Cenários possíveis. Globalização como processo disforme, heterogêneo e inacabado. Implicações ambientais da globalização. Multiculturalismo e Homogeneidade cultural Pressupostos da globalização Ementa: As ciências sociais: formas de compreender o mundo

63 A busca da cientificidade da Sociologia. A crítica marxista ao Estado; A dominação ideológica a partir de K. Marx; A experiência da alienação. A especificidade do fenômeno sociológico: o fato social. A explicação materialista da vida social; O trabalho como característica humana. As leituras de Durkheim, Weber e Marx. O tipo-ideal; O desenvolvimento do capitalismo moderno: o espírito capitalista e a ética protestante. Origem e desenvolvimento da sociedade capitalista: a acumulação primitiva e extração da mais-valia; O modo de produção: infraestrutura e superestrutura. Os tipos de desigualdade em perspectiva weberiana: classe, estamento e partido. Os tipos de sociedade e as formas de solidariedade; A relação individuo-sociedade. Os três tipos puros de dominação legítima. Ementa: O Capitalismo: o surgimento de um novo mundo. A distinção entre Ciências Naturais e Ciências Humanas. A Revolução Francesa e um novo modelo político. Antecedentes da Revolução Francesa. Antecedentes da Revolução Industrial. Declínio do feudalismo e a emergência do capitalismo comercial. O Capitalismo e a Sociedade de Classes. O capitalismo e racionalização do mundo. O contexto histórico de surgimento das Ciências Humanas e Sociais. O desenvolvimento da Sociologia e seus principais pensadores. Revolução Industrial e a consolidação de um novo modelo econômico. Ementa: Sociedade, Exclusão e Direitos Humanos A condição humana. Explicações deterministas & Explicações antropológicas. Cultura: definições iniciais, características da cultura, Explicações sobre a origem das diferenças culturais. A distinção entre país, estado e nação; Paulo Prado e a discussão sobre a identidade nacional. Etnocentrismo x Relativismo cultural. Conceitos de raça e etnia. A formação histórica e heterogênea do povo brasileiro. A implantação de políticas afirmativas relacionadas às relações inter-étnicas: a Lei e o Estatuto da Igualdade Racial e políticas públicas. Antropologia como ciência: definição, objeto, objetivos e histórico. Campos de estudo: Antropologia Biológica e Antropologia Cultural. As heranças indígenas, portuguesa e africana. Movimentos de resistência contra o preconceito e a discriminação no Brasil O Mito da democracia racial. O preconceito como negação dos direitos humanos. Políticas afirmativas e as cotas como instrumentos de inclusão e de garantia dos direitos humanos. Políticas afirmativas relacionadas à diversidade sexual, às questões de gênero e à pessoa com deficiência. Reflexões sobre discriminação racial, sexual, social, de pessoas com deficiência e de gênero

64 Bibliografia Básica: CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 14. ed. São Paulo: Ática, p ISBN (80 Exemplares) LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 26ª reimpr. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. (Coleçao Antropologia Social). ISBN (79 Exemplares) LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, p. ISBN (48 Exemplares) Bibliografia Complementar: MARCONDES, Danilo. Iniciação a história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 13. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. ISBN: (08 Exemplares). ARANHA, Maria Lucia De Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introducao a filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009, 2010, 2011, p ISBN (66 Exemplares). GEERTZ, Clifford. Interpretação das culturas, A. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, viii, 213 p (Antropologia Social). ISBN (07 Exemplares). MONDIN, Battista. Homem, quem ele e, O?: elementos de antropologia filosofica. 15rp. Sao Paulo: Paulus, p. ISBN (35 Exemplares). CASTELLS, Manuel; GERHARDT, Klauss Brandini. Sociedade em rede, A. 11. ed. São Paulo: Paz e Terra, p. (A era da informação. Economia, sociedade e cultura ; 1) ISBN (16 Exemplares). FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO DIREITO Ementa: Direito Brasileiro: fundamentos e evolução histórica Assembleia Constituinte, A Constituição Cidadã e o Estado Democrático de Direito. Código de Defesa do Consumidor, Código Civil, Novo Código de Processo Civil e demais legislações relevantes desde Direito Transnacional, Tratados e Convenções Internacionais. O império e a consolidação das bases jurídicas nacionais. A República Velha e as transformações sociais. Inovações legislativas durante a era Vargas. Legislações da Ditadura Militar. Ementa: Direito Ocidental Moderno Direitos Fundamentais de 1ª a 6ª dimensão. Direitos Humanos Iniciação ao Direito Comparado. Direito germânico. Direito canônico. Direito costumeiro. Common Law. Constitucionalismo Latino-Americano.

65 O Código de Napoleão e sistemas jurídicos vigentes à época. O projeto do Estado de Direito. O fenômeno das guerras mundiais no século XX. Globalização. Ementa: O Direito como fato social: as codificações e os costumes na Antiguidade Direito Medieval e Idade Média. Egito. Babilônia. Hebreus. História e método. História do Direito e seu método. As sociedades em Estado. As sociedades em Estado na Antiguidade. O Direito Grego na Antiguidade. Ementa: O Direito Romano Fundamentos Gerais: Direito Penal e Processual Fundamentos Gerais: Direito Privado Fundamentos Gerais: Fontes Os pilares do Direito Romano e os atores do cenário jurídico. Bibliografia Básica: GLEREAN, Álvaro; SIMÕES, Manuel de Jesus Fundamentos de Histologia Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 09/2013 MUNSON, Bruce R; YOUNG, Donald F; OKIISHI, Theodore H. Fundamentos da Mecânica dos fluidos. São Paulo: Blucher, p ISBN WOLKMER, Antonio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. 4. ed. São Paulo: Saraiva, xvii, 215p ISBN Bibliografia Complementar: WOLKMER, Antonio Carlos; VERAS NETO, Francisco Q.; LIXA, Ivone M. Pluralismo jurídico : os novos caminhos da Contemporaneidade, 2ª Edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 5/2013 WOLKMER, Antonio Carlos História do Direito no Brasil, 7ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 11/2013 WOLKMER, Antonio Carlos; LEITE, José Rubens Morato (Org.). Os "novos" direitos no Brasil: natureza e perspectivas : uma visão básica das novas conflituosidades jurídicas. 2. ed. São Paulo: Saraiva, p. ISBN FREIRE, Paulo. Conscientizacao: teoria e pratica da libertacao: uma introducao ao pensamento de Paulo Freire. 3. ed. São Paulo: moraes, p METODOLOGIA CIENTÍFICA Ementa: Cientificidade do Conhecimento A ciência em construção, aspectos históricos e conceituais A ética e a ciência. A filosofia como suporte para a ciência.

66 As diferentes formas de explicação para os fenômenos os diferentes tipos de conhecimento. Característica do conhecimento científico. Características do conhecimento filosófico. Características do senso comum Conceituando o senso comum O espírito científico. O pensamento científico. O senso comum como base para o desenvolvimento da ciência. Ementa: Normas e Padronização Científica A apresentação oral do trabalho. As principais normas da ABNT utilizada em um trabalho científico. Aspectos formais de um TCC conforme as normas da ABNT Como elaborar papers e sua utilização em apresentações acadêmicas. Considerações sobre a tabulação e análise de dados Eventos científicos O que é um artigo científico Normas da ABNT para a elaboração do artigo científico. O que são as normas para apresentação de trabalhos científicos a padronização. Ementa: Projeto de Pesquisa A pesquisa bibliográfica e a revisão bibliográfica num processo de investigação científica. A pesquisa qualitativa e a pesquisa quantitativa. As características da pesquisa bibliográfica As características da pesquisa documental As principais abordagens teóricas no âmbito das ciências sociais. Elementos do projeto de pesquisa. O que é um projeto de pesquisa? Os paradigmas da ciência a influência das ciências naturais. Técnicas para coleta de dados. Ementa: Tipos de Produção Científica A pesquisa como ferramenta para construção do conhecimento científico A pesquisa como princípio. Como elaborar resumos e resenhas normas da ABNT Compreendendo melhor os resumos e resenhas. Diferentes tipos de leitura. O fichamento como estratégia para registro de informações. O método científico O método científico e a pesquisa. O que é pesquisa? Utilizando os recursos da informática organização de arquivos. Vantagens da utilização dos princípios do método científico nas práticas profissionais. Bibliografia Básica:

67 MARCONI, Marina De Andrade. Metodologia cientifica para o curso de direito. 2. ed. Sao Paulo Atlas p CHALMERS, A. F. A fabricação da ciência. São Paulo: Ed. UNESP, c p. (Biblioteca básica). ISBN DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 2. ed. São Paulo: Cortez, p (Polêmicas do nosso tempo ; 25) GRAMSCI, Antonio. Cartas do carcere. 4. ed. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, p RUIZ, Joao Alvaro. Metodologia cientifica: guia para eficiencia nos estudos: contem capítulo sobre normas da ABNT. 6. ed., 2rp. 5rp. São Paulo: Atlas, 2006, 2008, p ISBN (broch.). Bibliografia Complementar: SEMINARIO "O LAZER EM DEBATE": , Belo Horizonte, MG.; GOMES, Christianne Luce; ISAYAMA, Helder Ferreira. Coletanea III seminario "O lazer em debate". Belo Horizonte: UFMG/DEF/CELAR, p ZILLES, Urbano. Funcao humanizadora da Universidade. Caxias do Sul: Universidade p BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Aguas de chuva: engenharia das aguas pluviais nas cidades. 2. ed.rev.ampl. Sao Paulo: Edgard Blücher, p PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO Ementa: Comportamento As principais características do transtorno da conduta. Emoções, gênero e cultura. Agressão. Aspectos fundamentais para o estudo do comportamento. Comportamento normal e anormal. Aprendizagem e condicionamento. Conceito. Psicopata primário, secundário e criminoso. Percepção. Atenção. Memória. Linguagem. Pensamento. Emoção. Ementa: Personalidade Conceito. Exemplos de mecanismos de defesa: compensação, expiação, fantasia, formação reativa, identificação, isolamento, negação, projeção e regressão. Formação e determinantes da personalidade. Estruturas clínicas da personalidade. Personalidade antissocial e criminalidade. Influência de fatores ambiental/familiar e biológico. Personalidade: definição e abordagens. A genética da personalidade. Personalidade e ambiente. Ementa: Psicologia e Direito Contextualização histórica. Psicologia científica e senso comum. Fenômenos psicológicos e sua importância. Importância do estudo da Psicologia para os futuros profissionais do Direito.

68 Psicanálise. Gestalt. Humanismo. Behaviorismo Psicologia Criminal. Psicologia Judiciária. Psicologia Forense. Psicologia Legal. Ementa: Temas da Psicologia Jurídica Assédio (moral e sexual). Síndrome do Pânico decorrente de eventos traumáticos no ambiente de trabalho. Desgaste psicológico decorrente de condições laborais de estresse emocional Código de Menores e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Atos infracionais e o processo de inclusão social. Adolescente, judiciário e sociedade. Crime e criminalidade. Psicologia do testemunho. Processo de formação e rompimento do vínculo familiar. Separação e divórcio. Efeitos sobre os filhos. Síndrome de alienação parenteral Bibliografia Básica: TRINDADE, Jorge. Manual de psicologia jurídica para operadores do direito. 6. ed., rev. atual. e ampl. Porto Alegre: Livraria do Advogado, p. ISBN HUSS, Matthew T. Psicologia forense: pesquisa, prática clínica e aplicações. Porto Alegre, RS: Artmed, x, 431 p. ISBN (broch.). CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DE MINAS GERAIS. Congresso. Anais... Belo Horizonte, p. ISBN Bibliografia Complementar: ASPECTOS psicológicos na prática jurídica. 3. ed. Campinas: Millennium, p. ISBN COLETA, Jose Augusto Dela. Acidentes de trabalho: fator humano - contribuicoes da psicologia do trabalho - atividades de prevencao. 2. ed. Sao Paulo: Atlas, p GARCIA-ROSA, Luiz Alfredo. Acaso e repeticao em psicanalise: uma introducao a teoria das pulsoes. 5. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar p TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA Ementa: Linguagem Jurídica e Vocabulário Jurídico Estrutura e organização de julgados dos tribunais superiores (ementa, voto de relator, revisor e ministros, jurisprudência. Publicações no diário oficial e publicações de editais. Expressões úteis, brocardos, pronomes de tratamento, abreviaturas e siglas no direito. Locuções de coesão textual. Linguagem de grupo, linguagem técnica e linguagem tradicional. Níveis de linguagem (legislativa, processual, contratual, doutrinária, cartorária). Numeração e estrutura dos artigos de lei, regência de alguns verbos jurídicos. Ementa: Prática da Argumentação Jurídica Análise da estrutura das principais peças jurídicas: petição inicial, contestação, apelação.

69 Análise da estrutura de pareceres jurídicos. Análise de Cartas de Notificação. Análise de s. Análise da estrutura de requerimento para órgãos públicos e instâncias superiores privadas. Análise da estrutura de notificação extrajudicial, estrutura do requerimento extrajudicial e de requerimento judicial simples. Como iniciar, desenvolver e concluir os parágrafos de um texto jurídico. Ementa: Temas essenciais de Língua Portuguesa A Teoria da Comunicação (elementos da comunicação e funções da linguagem). Análise do discurso. Teoria sociointeracionista da linguagem. Gêneros e tipos textuais; os domínios discursivos documental e jurídico. Regência, concordância, modos de tratamentos oficiais, pontuação, uso da crase, questões ortográficas e da nova ortografia. Ementa: Teoria da Argumentação Jurídica Conceitos. Elementos. Possibilidade. Fundamentos e regras básicas das inferências dedutivas por oposição e silogismo. Lógica formal, lógica material e sua utilidade no raciocínio jurídico. Possibilidades e limites. Exemplos Aplicativos. Preliminares. Figuras de Escolha. Figuras de Presença. Figuras de comunhão. Preliminares, comunicação modus operandi, comunicação e argumentação. Argumentação objetiva. Argumentação Subjetiva. Comunicção conflitual. Bibliografia Básica: DAMIAO, Regina Toledo; HENRIQUES, Antonio. Curso de portugues juridico. 11. ed. São Paulo: Atlas, p ANDRADE, Maria Margarida De; HENRIQUES, Antonio. Lingua portuguesa: nocoes basicas para cursos superiores. 5. ed. Sao Paulo: Atlas, p CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro Lexikon p TRUBILHANO, Fabio; HENRIQUES, Antonio. Linguagem jurídica e argumentação: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN Bibliografia Complementar: Fiorin, José Luiz FIGURAS DE RETÓRICA Local: Contexto JOSÉ LUIZ FIORIN ARGUMENTAO Local: Contexto 274 JOSÉ ERASMO CASELLA MANUAL DE PRÁTICA FORENSE PROCESSO CIVIL, 7ª EDIÇÃO Local: Editora Saraiva São Paulo PERELMAN, Chaïm; OLBRECHTS-TYTECA, Lucie. Tratado da argumentação: a nova retórica. São Paulo: Martins Fontes, xxi, 653p ISBN PETRI, Maria Jose Constantino. Argumentacao linguistica e discurso juridico. Sao Paulo: Selinunte p (Colecao Processos Expressivos da Linguagem) PETRI, Maria Jose Constantino. Manual de linguagem jurídica. 2. ed. rev.atua. São Paulo Saraiva 2009,2011, p 2 SEMESTRE

70 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Ementa: Ciência Política e Teoria Geral do Estado Conceito, direito adquirido, ato jurídico perfeito e coisa julgada. Elementos: povo, território e soberania. Finalidade. Características da soberania e extinção de Estado. Formas de Estado, Formas de Governo e Sistema de Governo. Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário Tipos: emenda constitucional, lei complementar, lei ordinária, lei delegada, medida provisória, resolução e decreto legislativo. Fases do processo legislativo. Ementa: Direito, Justiça, Ciência, Sociedade e Fontes do Direito Conceito de fonte material e fonte formal: lei, jurisprudência, princípios gerais do direito, costumes e doutrina. Fontes formais: próprias e impróprias, estatais e nãoestatais, principais e acessórias. Homem e Sociedade. Fato social e Fato Jurídico. Jusnaturalismo. Contratualismo jurídico. O Direito como Fenômeno Jurídico: origem, significado e função. Relações entre Direito e Justiça. O Direito como técnica, ideologia e a cientificidade do direito. Ementa: Fontes do Direito e Hermenêutica Jurídica Conceito de norma social e jurídica. Norma: forma, poder e autoridade. Características das normas sociais e jurídicas. Sanção. Tipos de normas jurídicas. Normas de Direito Público, Direito Privado e Direitos Transindividuais. Conceito de Ordenamento Jurídico. Sistema, Poder e Estrutura do Ordenamento Jurídico. Conceito, Caracterísiticas, Classificação, Validade, Vigência, Revogação, Repristinação. Definição de hermêutica jurídica. Métodos (interpretação gramatical, lógica, sistemática, histórica, sociológica, evolutiva, teleológica e axiológica). Tipos (especificadora, restritiva, extensiva). Interpretação e Integração. Ementa: Fundamentos Filosóficos e Sociológicos do Direito Conceito e Características (científica, empírica, zetética, causal). Métodos da Sociologia do Direito (indutivo, positivista, compreensivo, dialético, estruturalista, funcionalista e desconstrutivista). Conceito e Características. Direito Objetivo e Subjetivo. Ato lícito e ilícito. Divisão do Direito Positivo. Conceitos, características e sua aplicação no Direito Positivo Brasileiro. O Positivismo Científico de Augusto Comte. A Escola Objetiva Francesa de Émile Durkheim. O materialismo histórico-dialético de Karl Marx. Culturalismo sociológico de Max Weber. Sociologismo jurídico: séc XIX - XX. O funcionalismo sociológico de Niklas Luhmann. Bibliografia Básica: DINIZ, Maria Helena. Compendio de introducao a ciencia do direito. 23. ed. Sao Paulo: Saraiva, p REALE, Miguel. Licoes preliminares de direito: edicao ajustada ao novo codigo civil. 27.ed. São Paulo: Saraiva, p ISBN NADER, Paulo. Introducao ao estudo do direito. 34. ed. rev. e atua. Rio de Janeiro: Forense, p

71 Bibliografia Complementar: TELLES JUNIOR, Goffredo. Iniciação na ciência do direito. 4. ed. 3tr. Sao Paulo: Saraiva, p GUSMÃO, Paulo Dourado De. Introdução ao estudo do direito. 40. ed.atual. Rio de Janeiro: Forense, p VENOSA, Silvio De Salvo. Introducao ao estudo do direito: primeiras linhas. 3. ed. Sao Paulo: Atlas, p ISBN DIREITO CIVIL - PESSOAS E BENS Ementa: Da Ausência e das Pessoas Jurídicas Classificação da pessoa jurídica: pessoas jurídicas de direito privado (associações, sociedades, fundações, organizações religiosas e partidos políticos); Desconsideração da personalidade jurídica; Responsabilidade das pessoas jurídicas de direito privado e público. Conceito e natureza jurídica e requisitos para constituição da pessoa jurídica (começo da existência legal, sociedades irregulares ou de fato e grupos personalizados). Curadoria dos bens do ausente. Sucessão provisória. Sucessão definitiva. Retorno do ausente. Ausência como causa de dissolução da sociedade conjugal. Responsabilidade por atos omissivos. Danos recorrentes de atos judiciais: atos em geral e erro judiciário; Danos decorrentes de atos legislativos causados por lei inconstitucional e lei constitucionalmente perfeita; Extinção da pessoa jurídica Ementa: Das Incapacidades Conceitos, fundamentos, características proteção dos direitos de personalidade. Atos de disposição do próprio corpo. Tratamento médico de risco. Direito ao nome, proteção à palavra e a imagem e intimidade. Incapacidade absoluta: menores de 16 anos, privados por discernimento e por causa transitória; Incapacidade relativa: maiores de 16 anos e menores de 18 anos, ébrios, excepcionais e pródigos. A situação jurídica dos índios. Modos de individualização: nome (conceito, natureza, elementos e imutabilidade do nome). Estado (aspectos e caracteres). Domicílio pessoa natural (conceitos e espécies) domicílio da pessoa jurídica. Atos de registro civil Modos de suprimento da incapacidade. Cessação da incapacidade: maioridade e emancipação (voluntária, judicial e legal). Extinção da personalidade: morte real, ocorrência, morte presumida e morte civil Ementa: Direito Civil, Introdução ao Código Civil e Pessoas Conceito, histórico do Direito Civil; Código Civil de 2002: estrutura, conteúdo, princípios e eficácia dos direitos fundamentais Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro: Conteúdo, função e fontes do Direito Civil. Artigo 1 do Código Civil: vigência da lei, início e revogação. Obrigatoriedade das leis; Integração das normas jurídicas: analogia, costume, princípios e equidade no contexto do Direito Civil; Aplicação e interpretação das normas jurídicas, conflito das leis no tempo e eficácia da lei no espaço Os sujeitos da relação jurídica. Conceito de pessoa natural e começo da personalidade natural Personalidade jurídica, capacidade jurídica e legitimação

72 Ementa: Dos Bens Bens fora do comércio Bens principais e acessórios. Classe de bens acessórios: produtos, frutos, pertenças e benfeitorias. Bens públicos e particulares Objeto da relação jurídica. Bens corpóreos e incorpóreos. Patrimônio. Bens móveis e imóveis. Bens fungíveis e infungíveis, consumíveis e inconsumíveis. Bens divisíveis e indivisíveis. Bens singulares e coletivos Bibliografia Básica: MONTEIRO, Washington de Barros; PINTO, Monteiro Ana Cristina de Barros Monteiro França. Curso de direito civil - v. 1 - parte geral, 44ª Edição Local: Editora Saraiva São Paulo 2/2012 PEREIRA, Caio Mário da Silva Instituições de Direito Civil - Vol. I - Introdução ao Direito Civil: Teoria Geral do Direito Civil, 28ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2015 ASCENSÃO, José de Oliveira. Direito civil: teoria geral : volume 1 : introdução, as pessoas, os bens. 2. ed. Coimbra: Coimbra Editora, p ISBN Bibliografia Complementar: Alexandre Cortez Fernandes Direito Civil introdução pessoas e bens. Local: Educs GAGLIANO, Pablo Stolze Novo curso de direito civil, volume 1: parte geral, 17ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 11/2014 ASCENSÃO, José de Oliveira. Direito civil: teoria geral volume 1 : introdução, as pessoas, os bens. 2. ed. Coimbra: Coimbra Editora, p ISBN DIREITO DO TRABALHO Ementa: Contrato de Trabalho - Direito do Trabalho Contrato de Trabalho, Conceito, Natureza Jurídica, Contrato sob a Lei 9.601/98. Contrato por Tempo Indeterminado. Sujeitos do Contrato de Trabalho Duração: Contrato a Prazo, Contrato de Experiência, Contrato de Trabalho por Obra Certa, Trabalho a Tempo Parcial Vícios de Consentimento e Forma de contrato de trabalho. Ementa: Extinção do Contrato de Trabalho Alteração do Contrato de Trabalho, Transferência do Empregado Assistência na Rescisão do Contrato de Trabalho, Prazo para Pagamento das Verbas Rescisórias, Sindicalismo Aviso Prévio, Conceito, Natureza Jurídica, Cabimento, Irrenucabilidade, Forma, Prazo, Efeitos Indenização Suspensão do Contrato de trabalho; Interrupção do Contrato de trabalho, Cessação do Contrato de Trabalho

73 Ementa: Introdução ao Direito do Trabalho Aplicação das Normas de Direito do Trabalho no Tempo e no Espaço Fontes do Direito do Trabalho História Geral do Direito do Trabalho Princípios do Direito do Trabalho Ementa: Sujeitos da Relação Laboral Empregado, Conceito, Elementos Essenciais, Tipos Especiais de Empregado Empregador, Conceito, Grupo de Empresas, Poder de Direção do Empregador, Sucessão de Empresas, Consórcio de Empregadores Rurais Trabalhador Rural Trabalho da Mulher, Trabalho da Criança e do Adolescente Bibliografia Básica: NASCIMENTO, Amauri Mascaro Curso de direito do Trabalho - História e Teoria, 29ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 6/2014 CALVO, Adriana Manual de direito do trabalho, 2ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 8/2013 GARCIA, Gustavo Filipe Barbosa Estudos de Direito do Trabalho e da Seguridade Social - Temas Atuais e Essenciais Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 06/2014 CASSAR, Vólia Bomfim Direito do Trabalho, 10ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 10/2014 Bibliografia Complementar: GARCIA, Gustavo Filipe Barbosa Curso de Direito do Trabalho, 10ª edição Local: Grupo GEN Rio de Jane LEITE, Carlos Henrique Bezerra Curso de direito do trabalho Local: Editora Saraiva São Paulo 04/2015 MARTINEZ, Luciano Curso de direito do Trabalho - relações individuais, sindicais e coletivas do trabalho,

74 DIREITO PENAL - PARTE GERAL Ementa: Ilicitude, Culpabilidade e Concurso de Pessoas Conceito. Causas de exclusão da ilicitude. Cumprimento do dever legal, exercício regular do direito. Consenso da vítima. Legítima defesa. Omissão, concurso de crimes e punição no concurso de pessoas. Pactum sceleris e teoria do domínio de fato. Circunstâncias incomunicáveis. Teorias da culpabilidade, Imputabilidade e potencial consciência da ilicitude. Exigibilidade de conduta diversa. Tipos e requisitos, da autoria. Co-autoria. Participação. Ementa: Introdução ao Direito Penal Culpabilidade, humanidade e proporcionalidade. In dubio pro reo, taxatividade, tipicidade. Limitação e individualização da pena Direito penal: função ético-profissional, objeto e Estado Democrático de Direito. Direito penal: princípios penais limitadores. Limites de controle material de tipo incriminador. Interpretação da norma penal: imediata, mediatas. Irretroatividade, intervenção mínima. Subsidiariedade, fragmentariedade, insignificância. Não-culpabilidade, ne bis in idem, adequação social. Princípio da legalidade: medida de segurança, conteúdo material e analogia da lei penal mais benigna. Escolas penais e sua evolução doutrinaria (positivismo, garantismo, funcionalismo e direito penal do inimigo) Ementa: Lei Penal e Teoria do Crime: fato típico Conceito, sujeito e classificação: infrações, crimes e divisão da infração penal e crime impossível. Crime doloso: elementos, espécies e características. Crime (conceito, ilícito, sujeitos e objeto). Classificação dos crimes. Validade temporal da lei penal, sucessividade no tempo e lei excepcional (intermitentes, temporárias e excepcionais). Tempo do crime. Responsabilidade penal, conceito e tipos penais, tipos incriminadores: delito e conduta. Teorias da conduta: finalismo (formas de conduta, efeitos da ausência, ação ou omissão) e resultado (conceitos e espécies). Teorias da conduta: nexo causal e tipicidade penal (juízo de tipicidade, tipo de injusto de ação dolosa e tipo de injusto de ação culposa). Territorialidade, Ultra territorialidade ou extraterritorialidade e Lugar do crime (teoria da ubiquidade). Contagem do prazo penal. Conflito aparente de normas: finalidade, princípio da especialidade, subsidiariedade, consunção e alternatividade. Ementa: Lei Penal e Teoria do Crime: iter criminis Crime culposo: compensação de negligências, elementos e espécies de culpa e excepcionalidade. Crime culposo: previsibilidade do resultado, desvalor de ação e resultado, tipicidade nos delitos culposos. Crime pelo resultado e preterdoloso. Desistência voluntária. Arrependimento eficaz. Arrependimento posterior. Crime impossível Iter criminis, atos preparatórios e início de execução e consumação provocada. Tentativa: tipo de injusto de ação culposa, perfeita e imperfeita, penalidade, dolo e culpa. Tipo de natureza, incidência e formas, efeitos do erro de tipo. Descriminantes putativas: conceito, natureza jurídica e espécies de excludentes putativas de ilucitude.

75 Bibliografia Básica: CAPEZ, Fernando Curso de direito penal, volume 1, parte geral : (arts. 1º a 120), 19ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 10/2014 CAPEZ, Fernando. Curso de direito penal, v.1: parte geral: arts. 1 a ed. rev. e atua. São Paulo Saraiva p SALLES JÚNIOR, Romeu de Almeida; SALLES, Roberto de Almeida. Curso completo de direito penal: parte geral e parte especial. 10. ed., rev. e atual. Belo Horizonte: Del Rey, p. ISBN Bibliografia Complementar: ESTEFAM, André Direito penal: parte geral (arts 1 ao 120). Volume 1, 5ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 1/2016 LOPES, Jair Leonardo. Curso de direito penal: parte geral. 4. ed. rev. e atua. Sao Paulo: LEUD, p GRECO, Rogerio. Curso de direito penal, v.1: parte geral. 5. ed. rev. atua. amp. Niteroi: Impetus, p JAPIASSÚ, Carlos; SOUZA, Artur Curso de Direito Penal - Parte Geral - Vol. 1, 2ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 08/2015 TEORIA GERAL DO DIREITO CONSTITUCIONAL Ementa: Constituição e Hermenêutica Conceito de Constituição e constitucionalização simbólica. Histórico das Constituições brasileira. Classificação e elementos da Constituição. Métodos e limites de interpretação: clássico, tópico problemático, hermenêuticoconcretizado; científico-espiritual, comparação constitucional. Princípios e regras de interpretação constitucional: Unidade, efeito integrador, máxima efetividade, justeza, harmonização, força normativa e proporcionalidade Mutação, reforma, regras, princípios e derrotabilidade. Estrutura da CF/88: preâmbulo e ADCT. Princípios fundamentais na CF/88: Republica, Federação e Estado Democrático de Direito. Separação de ""poderes"". Fundamentos, objetivos e princípios da República. Ementa: Direitos e Garantias Fundamentais - Direito Constitucional Diferenciação, características, abrangência, aplicabilidade e eficácia de direitos e garantias fundamentais. Deveres fundamentais e Direitos individuais, coletivos e sociais. Evolução das gerações de direitos: 1ª a 5ª dimensão Remédios constitucionais: habeas corpus e mandado de segurança Remédios constitucionais: mandado de injunção, habeas data, ação popular. Ementa: Direitos, partidos políticos e nacionalidade Cargos privativos de brasileiros e atividade nociva ao interesse nacional. Perda da nacionalidade: cancelamento e aquisição de outra nacionalidade.

76 Direitos políticos. Partidos políticos: conceito, regras constitucionais e fidelidade partidária. Nacionalidade: espécies e critérios. Nacionalidade: brasileiro nato e naturalizado Naturalização ordinária e extraordinária, quase nacionalidade, perda da nacionalidade e reaquisição da nacionalidade. Nato ou naturalizado: extradição (expulsão, deportação e banimento) Ementa: Eficácia, aplicabilidade e organização do Estado Entes federados: união federal e Estados-membros. Entes federados: municípios e territórios federais. Intervenção federal e estadual. Estado unitário e Federação: histórico, tipologias de federalismo, características. Federação brasileira na CF/88: fundamentos e objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. Modelos de repartição de competências. Normas constitucionais: eficácia jurídica, social e eficácia contida. Normas constitucionais: eficácia limitada, de eficácia exaurida e aplicabilidade esgotada e definidores dos direitos e garantias fundamentais e gradualismo eficacial. Bibliografia Básica: SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 29. ed. São Paulo: Malheiros, p. ISBN MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 28. ed. São Paulo: Malheiros, p. ISBN BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito constitucional. 22. ed. atual. São Paulo: Saraiva, xxvi, 515 p. ISBN Bibliografia Complementar: DANTAS, Ivo. O valor da constituição: do controle de constitucionalidade como garantia da supralegalidade constitucional. 2. ed. Rio de Janeiro: Renovar, p. ISBN CONSTITUIÇÃO Federal: avanços, contribuições e modificações no processo democrático brasileiro. São Paulo: R. dos Tribunais: CEU-Centro de Extensão Universitária, p. ISBN SILVA, José Afonso da; BRASIL. Comentário contextual à Constituição. 8. ed., atual. São Paulo: Malheiros, p. ISBN FRIEDE, Roy Reis. Curso de ciência política e teoria geral do Estado: teoria constitucional e relações internacionais. 2. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Forense, p. ISBN DANTAS, Ivo. O valor da constituição: do controle de constitucionalidade como garantia da supralegalidade constitucional. 2. ed. Rio de Janeiro: Renovar, p. ISBN FRIEDE, Roy Reis. Curso de ciência política e teoria geral do Estado: teoria constitucional e relações internacionais. 2. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Forense, p. ISBN SEMESTRE TEORIA GERAL DO PROCESSO

77 Ementa: Estruturação do Poder Judiciário e Teoria da Jurisdição Características da Jurisdição. Diferença entre jurisdição voluntária e jurisdição contenciosa. Direitos e deveres do Advogado. Diversas perspectivas conceituais da jurisdição Estruturação do juízo e tribunais. Funções essenciais à Justiça: juízes, desembargadores e ministros. Impedimentos dos Magistrados e do Ministério Público. Ministério Público, Defensoria Pública e Auxiliares da Justiça. Os princípios inerentes à jurisdição: aderência ao território, investidura, indelegabilidade, inevitabilidade, inafastabilidade, juiz natural. Partes e seus advogados Poder e Jurisdição. Atividades Jurisdicional, legislativa e executiva e suas diferenciações. Princípios garantidores da autonomia e imparcialidade do juiz. Ementa: Noções Teóricas Básicas do Processo Acesso à justiça e linhas evolutivas do processo Conceito de processo. Conflitos de interesses e seus modos de resolução nos tempos antigos Constituição Federal e processo Cooperação entre as partes e os órgãos jurisdicionais Distinção entre as normas de Direito Material e as normas de Direito Processual Fontes Modernas de resolução de conflitos Homem em sociedade. Interpretação da lei processual Noções introdutórias de arbitragem, mediação e conciliação no Novo Código de Processo Civil Normas processuais no tempo e no espaço. Eficácia temporal O fortalecimento do Estado e a atividade jurisdicional Ementa: Princípios Estruturais do Processo Princípio da Ação: da demanda e da iniciativa das partes Princípio da Economia Processual e da Instrumentalidade das formas. Princípio da efetividade. Princípio da Imparcialidade do Juiz. Princípio da Igualdade Princípio da Motivação das decisões judiciais. Princípio da Persuasão Racional do Juiz. Princípio da Oralidade. Princípio da Publicidade. Princípio da Lealdade Processual. Princípio da Tempestividade da prestação jurisdicional. Primazia do julgamento de mérito. Princípio do Acesso à Justiça. Princípio da Preclusão. Princípio do Contraditório e da Ampla Defesa. Princípio da Disponibilidade e da Indisponibilidade Princípio do devido processo legal em sentido material e em sentido material Princípio do Dispositivo e da livre investigação das provas. Princípio do Impulso Oficial. Princípio do Duplo grau de jurisdição. Princípio do Juiz Natural.

78 Princípios e regras: conceito e diferenciação. Princípios constitucionais e infraconstitucionais do Processo Ementa: Teoria da Competência e Ação Análise da delimitação da competência no Código de Processo Civil As condições para o exercício do direito de ação Classificação das Ações Competência absoluta e competência relativa: características e formas de impugnação. Conceito de Ação Critérios para determinação da competência: territorial, funcional e objetivo. Diferença entre competência e jurisdição. Diferença entre incompetência e impedimento. Elementos da Ação: partes, pedido e causa de pedir. Momento de fixação dos elementos. Importância dos elementos da ação: delimitação do julgamento, identidade de ações, litispendência, coisa julgada, conexão e continência Natureza jurídica do direito de ação e suas teorias Prevenção e princípio da perpetuaria jurisdictionis. Causas modificativas da competência. Reunião de processos. Prorrogação de competência Bibliografia Básica: WAMBIER, Luiz Rodrigues; ALMEIDA, Flavio Renato Correia De; TALAMINI, Eduardo. Curso avancado de processo civil, v.1: teoria geral do processo e processo de conhecimento. 12. ed. rev. amp. atu. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p DIDIER JÚNIOR, Fredie. Curso de direito processual civil, v.1: introdução ao direito processual civil e processo de conhecimento. 15.ed. Salvador: JusPODIVM, p ISBN THEODORO JUNIOR, Humberto. Curso de direito processual civil, v.1: teoria geral do direito processual civil e processo de conhecimento: atualizado ate a lei n , de 12 de junho de ed. Rio de Janeiro Forense p GRECO FILHO, Vicente. Direito processual civil brasileiro, v.1: teoria geral do processo a auxiliares da justiça. 21. ed.rev.atual. São Paulo Saraiva p Bibliografia Complementar: ALVIM, José Eduardo Carreira Teoria Geral do Processo, 18ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 05/2015 GAJARDONI, Fernando da Fonseca; DELLORE, Luiz; ROQUE, Andre Vasconcelos; OLIVEIRA Jr., Zulmar Duarte Teoria Geral do Processo - Comentários ao CPC de Parte Geral Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 06/2015 PINHO, Humberto Dalla Bernardina de Direito Processual Civil Contemporâneo vol. 1 - Teoria Geral do Processo, 6ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 8/2015 CINTRA, Antonio Carlos De Araujo; GRINOVER, Ada Pellegrini; DINAMARCO, Candido Rangel. Teoria geral do processo. 20. ed. rev. e atua. Sao Paulo: Malheiros p DIREITO CIVIL - ATOS E FATOS JURÍDICOS

79 Ementa: Atos jurídicos, prescrição, decadência, elementos acidentais e prova do negócio jurídico Conceito, Abuso de Direito e Causas de Excludentes e Ilicitude Conceitos, Prazos, Diferenças entre Prescrição e Decadência, Suspensão e Interrupção do Prazo Prescricional Condição, Termo e Encargo. Da Confissão Documentos Públicos e Particulares. Da Testemunha. Presunção e Perícia Ementa: Elementos de Existência e Validade do Negócio Jurídico. Defeitos. Invalidade. Agente emissor da vontade, objeto, forma, causa e manifestação de vontade. O silêncio como forma de manifestação de vontade Erro ou Ignorância, Dolo, Coação; Lesão Estado de Perigo; Simulação e Fraude contra credores Nulidade Absoluta e Nulidade Relativa Ementa: Fato Jurídico Ato-fato Jurídico Classificação dos Fatos Jurídicos Efeitos dos Fatos Jurídicos (aquisitivo, modificado, consertativos, extintivos) Fatos Naturais Ementa: Negócios Jurídicos Classificação dos Negócios Jurídicos Da representação no Negócio Jurídico Interpretação dos Negócios Jurídicos Negócio jurídico: conceito Bibliografia Básica: GAGLIANO, Pablo Stolze Novo curso de direito civil, volume 1 : parte geral, 17ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 11/2014 VENOSA, Sílvio de Salvo Direito Civil - Vol. I - Parte Geral, 16ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2016 GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito civil brasileiro, V ed. São Paulo: Saraiva, p Bibliografia Complementar: TARTUCE, Flávio Direito Civil - Vol. 1 - Lei de Introdução e Parte Geral, 12ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 12/2015 Carlos Roberto Gonçalves Esquematizado - Direito civil 1: parte geral, obrigações, contratos, 6ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 11/2015

80 Washington de Barros Monteiro e Ana Cristina de Barros Monteiro França Pinto Curso de Direito Civil 1 - Parte Geral, 45ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 12/2015 LOBO, Paulo Direito civil: parte geral, 5ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 5/2015 NADER, Paulo Curso de Direito Civil - Vol. 1 - Parte Geral, 10ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 Rui Carvalho Piva Direito civil parte geral obrigações contratos atos unilaterais responsabilidade civil direito das coisas Local: Manole DIREITO CONSTITUCIONAL Ementa: Controle de Constitucionalidade Ação Declaratória de Constitucionalidade. Arguição de descumprimento de preceito fundamental. Súmulas vinculantes Ação Direta de Inconstitucionalidade de Lei. Ação Direta de Inconstitucionalidade por omissão Controle de Constitucionalidade: conceito, pressupostos e requisitos, espécies de controle, controle preventivo Controle repressivo de constitucionalidade, controle repressivo realizado pelo poder legislativo, controle repressivo realizado pelo judiciário, controle concentrado ou via de ação direta Ementa: Ordem Econômica, Financeira e Social Educação, Cultura e Desporto. Ciência e Tecnologia. Comunicação social. Meio Ambiente. Família, criança, adolescente, jovem e idoso. Índios Estado de defesa e estado de sítio. Forças armadas. Segurança Pública. Política urbana. Política agrícola e fundiária e da reforma agrária. Princípios gerais da atividade econômica. Intervenção do Estado no domínio econômico. Sistema financeiro nacional Ementa: Organização Político-Administrativa Distribuição de competências em matéria administrativa e em matéria legislativa. Intervenção. Formação dos Estados. Formação de Municípios Regras de organização, adoção da federação, indissolubilidade do pacto federativo; Capital Federal; legislativa. Intervenção. União, Estados-membros; Municípios; Distrito Federal; Territórios. Ementa: Separação de Poderes Poder Judiciário: conceito, estrutura, funções típicas e atípicas, garantias, Conselho Nacional de Justiça, organização do Poder Judiciário. Ministério Público: origem, conceito, princípios, funções, garantias. Advocacia Pública: advocacia, indispensabilidade do advogado, imunidade. Defensoria Pública

81 Poder Legislativo: Funções, Congresso Nacional, Função típica; Tribunal de Contas: conceito, finalidade, funções. Poder Executivo: estrutura, responsabilidade do Presidente da República Processo Legislativo: Conceito. Processo legislativo ordinário. Espécies normativas. Separação das funções estatais; Funções estatais: Poder Legislativo, Executivo Judiciário. Ministério Público Bibliografia Básica: MORAES, Alexandre de (org.) Constituição da República Federativa do Brasil, 42ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2016 FERRERIA FILHO, Manoel Gonçalves Curso de direito constitucional, 40ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 11/2014 SILVA, José Afonso Da. Curso de direito constitucional positivo. 35. ed. rev. e atua. Sao Paulo: Malheiros p Bibliografia Complementar: MENDES, Gilmar Ferreira; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet Curso de direito constitucional. 11ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 2/2016 OLIVEIRA, James Eduardo Constituição Federal Anotada e Comentada Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 04/2013 NERY JUNIOR, Nelson. Principios do processo civil na constituicao federal: atualizada com as leis /2001 e / ed. rev e atua. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p (Colecao Estudos de Direitos de Processo Enrico Tullio Liebman; 21) DIREITO PENAL - TEORIA DAS PENAS Ementa: Ação Penal e causas de Extinção da punibilidade Ação penal pública e privada Anistia, graça e indulto e Renúncia Prescrição, decadência e perempção Retratação e Perdão judicial Ementa: Concurso de Crimes e de Sistema de aplicação da pena Concurso Formal Impróprio Concurso Formal Próprio Concurso Material Crime combinado Ementa: Incidentes de execução de penas e medida de segurança Detração penal Livramento Condicional

82 Medida de segurança Sursis Ementa: Penas e seus critério de aplicação Dosimetria da pena Pena de Multa Pena Privativa de liberdade (remissão, detração e progressão de regime) Penas restritivas de direito Bibliografia Básica: Gisele Mendes Pereira Direito Penal I Local: Educs Janaina Conceição Paschoal Direito penal Parte Geral 2a edição atualizada e ampliada Local: Manole 227 Flúvio Cardinelle Oliveira Garcia Noçes de direito processual penal luz de alguns de seus princípios Local: IBPEX Bibliografia Complementar: BITENCOURT, Cezar Roberto Tratado de direito penal v. 1ª, 22 edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 1/2016 CAPEZ, Fernando Curso de direito penal v. 2 Parte Especial, arts. 121 a 212, 16ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 1/2016 NUCCI, Guilherme de Souza Manual de Direito Penal, 12ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2016 BUSATO, Paulo César Direito Penal - Parte Especial - Vol. 2 - Artigos 121 a 234 do Código Penal, 2ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PARTE GERAL Ementa: Atos processuais Comunicação dos atos processuais: cartas; citações; intimações Comunicação dos atos processuais: nulidades Conceito; classificação; forma; publicidade Tempo e lugar dos atos processuais; prazos Ementa: Formação e Extinção do processo Formação do processo: impulso, citação Hipóteses de extinção com julgamento do mérito: acolhimento ou rejeição do pedido; transação; prescrição e decadência Hipóteses de extinção sem julgamento do mérito: indeferimento da inicial, abandono, carência da ação, perempção, litispendência Suspensão do processo: conceito e hipóteses Ementa: Processo judicial Eletrônico Comunicação eletrônica dos atos processuais. Informatização do processo judicial. Lei 11419/2006 e seus conceitos O processo eletrônico nos diversos estados e seu funcionamento

83 Ementa: Sujeitos Processuais Competência: conceito, classificação, modificação de competência e declaração de incompetência. Organização judiciária. Auxiliares da justiça Condições da Ação, Pressupostos processuais. Partes e procuradores: capacidade processual; substituição processual Litisconsórcio; intervenção de terceiros; oposição nomeação à autoria; denunciação da lide; denunciação da lide; chamamento ao processo; assistência Ministério Público: conceito e funções. Juiz: poderes e responsabilidade; impedimento; suspeição Bibliografia Básica: DIDIER JÚNIOR, Fredie. Curso de direito processual civil, v.1: introducao ao direito processual civil e processo de conhecimento. 14. ed. Salvador: JusPODIVM, p MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sérgio Cruz. Manual do processo de conhecimento. 5. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, p ISBN MARINONI, Luiz Guilherme. Curso de processo civil, v.2: processo de conhecimento. 7. ed.rev.atua. São Paulo: Revista dos Tribunais, p ISBN THEODORO JUNIOR, Humberto. Curso de direito processual civil, v.1: teoria geral do direito processual civil e processo de conhecimento: atualizado ate a lei n , de 22 de 16 de fevereiro de ed. Rio de Janeiro: Forense, p Bibliografia Complementar: CAMARA, ALEXANDRE FREITAS. Licoes de direito processual civil, v ed. rev. atua, 2tr. Rio de Janeiro: Lumen Juris, p GONÇALVES, Marcus Vinicius Rios. Novo curso de direito processual civil, v ed. São Paulo: Saraiva, p WAMBIER, Luiz Rodrigues; ALMEIDA, Flavio Renato Correia De; TALAMINI, Eduardo. Curso avancado de processo civil, v.1: teoria geral do processo e processo de conhecimento. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p MONTENEGRO FILHO, Misael. Curso de direito processual civil, v.1: teoria geral do processo e processo de conhecimento: com anotacoes sobre o projeto do novo CPC. 8. ed. São Paulo: Atlas, p DINAMARCO, Candido Rangel. Instituicoes de direito processual civil, v.4. Sao Paulo: Malheiros p CINTRA, Antonio Carlos De Araújo; GRINOVER, Ada Pelegrini; DINAMARCO, Cândido Rangel. Teoria geral do processo. 25. ed. rev. atua. São Paulo: Malheiros, 2008, p BUENO, Cassio Scarpinella. Curso sistematizado de direito processual civil, v.1: teoria geral do direito processual civil. 6. ed. rev atua amp. Sao Paulo: Saraiva, p 4 SEMESTRE DIREITO ECONÔMICO Ementa: A Ordem Econômica Constitucional e Internacional

84 A ordem econômica na Constituição de 1988: introdução e seus fins Imperfeições do liberalismo, agente regulador da economia, funções de legitimação e repressão, preservação do sistema capitalista Introdução à ordem econômica internacional e sua relação com a soberania Princípios constitucionais da Ordem Econômica Ementa: Economia Política Antiguidade e idade média, mercantilismo, fisiocratas, escola clássica, marginalismo, keynesianismo e neoliberalismo Comunismo primitivo, capitalismo de concorrência, capitalismo monopolista, socialismo Introdução ao tema da Economia Política Noções de mercado, Bens econômicos e sua classificação (bens exclusivos e bens públicos), o fato econômico e suas relações, Fatores de Produção Ementa: Intervenção do Estado no Domínio Econômico A fiscalização e controle da concorrência: CADE, funcionamento e julgamentos Formas de Intervenção do Estado na Economia Introdução ao tema da regulação, O papel das agências. O Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência Ementa: Introdução ao Direito Econômico A interpretação do conceito de ordem econômica, tipos de constituição, história das Constituições Econômicas Atividade econômica em sentido amplo e sentido estrito, serviço público, intervenção sobre o domínio econômico Conceito de direito econômico, sua importância e histórico Direito econômico e política econômica, o método, economia política da forma jurídica Bibliografia Básica: FIGUEIREDO, Leonardo Vizeu Lições de Direito Econômico, 8ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2015 MASSO, Fabiano Del Direito Econômico Esquematizado, 3ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 12/2014 CARVALHO, Elbruz Moreira De. Abuso do Poder Economico: Lei n 4.137/62 e legislacao complementar. Rio de Janeiro: Barrister's p NUSDEO, Fábio. Curso de economia: introdução ao direito economico. São Paulo: Revista dos Tribunais, p ISBN Bibliografia Complementar: FONSECA, João Bosco Leopoldino da Direito Econômico, 8ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 12/2014 COUTINHO, Diogo R.; ROCHA, Jean-Paul Veiga da; SCHAPIRO, Mario G. Série Direito Atual - Direito Econômico Atual Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 09/2015 MAGALHAES, Guilherme A. Canedo De. O abuso do poder economico: apuracao e repressao; legislacao e jurisprudencia. Rio de Janeiro: Artenova p

85 MACPHERSON, C. B. Ascensao e queda da justica economica: o papel do estado das classes e da propriedade na democracia do seculo XX. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p DIREITO CIVIL - OBRIGAÇÕES Ementa: Da Inadimplemento das Obrigações Cláusula Penal e Arras Dos Juros Legais Mora Perdas e Danos Ementa: Das Modalidades e Transmissão das Obrigações Da Cessão de Contrato Da Cessão de Crédito e de Débito Obrigações Propter rem. Obrigações em Relação ao seu Vínculo, Obrigações quanto à liquidez do objeto Obrigações quanto ao Conteúdo, ao Objeto e aos sujeitos Ementa: Do Adimplemento e da Extinção das Obrigações Da Dação em Pagamento Da Imputação do Pagamento e Dação em Pagamento Da Renovação, Compensação, Confusão e Remissão de Dívidas Do Pagamento: introdução, em consignação e com sub-rogação Ementa: Introdução ao Direito das Obrigações Conceito e Importância do Direito das Obrigações Distinções Fundamentais entre Direitos Pessoais e Direitos Reais. Elementos Constitutivos das Obrigações Fontes das Obrigações Bibliografia Básica: RENATO MONTANS DE SÁ, RODRIGO DA CUNHA LIMA FREIRE ( Alice Bianchini; Luiz Flávio Gomes - Coordenad Col. Saberes do Direito 24 - Processo Civil III - Recursos Cíveis e Outros Meios de Impgugnação às Decisões Judiciais, 1ª edição Local: Editora Saraiva São Paulo 02/2012 CAMPOS FILHO, Paulo Barbosa De. Obrigacoes de pagamento em dinheiro. Sao Paulo; Rio de Janeiro: Jurídica e Universitária, p (Biblioteca Juridica) SERRANO, Pablo Jimenez; CASEIRO NETO, Francisco. Principios basicos das obrigacoes e dos contratos: contem texto integral do livro III do codigo civil cubano e do codigo civil brasileiro. Sao Paulo: Julgar [199-]. 257 p SANTOS, J. M. De Carvalho. Codigo civil brasileiro interpretado, v.28: suplemento III. 11. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, p

86 THEODORO JÚNIOR, Humberto; TEIXEIRA, Sálvio de Figueiredo. Comentários ao novo código civil: volume 3: tomo 1: dos defeitos do negócio jurídico ao final do livro III, (arts 138 a 184). Rio de Janeiro: Forense, xviii, 683 p. ISBN PEREIRA, Caio Mário da Silva; FICHTNER, Regis. Instituições de direito civil: volume III. 12. ed. rev. e atual. / por Regis Fichtner. Rio de Janeiro: Forense, xvi, 604p ISBN X. Bibliografia Complementar: CAMPOS FILHO, Paulo Barbosa De. Obrigacoes de pagamento em dinheiro. Sao Paulo; Rio de Janeiro: Jurídica e Universitária, p (Biblioteca Juridica) SERRANO, Pablo Jimenez; CASEIRO NETO, Francisco. Principios basicos das obrigacoes e dos contratos: contem texto integral do livro III do codigo civil cubano e do codigo civil brasileiro. Sao Paulo: Julgar [199-]. 257 p MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sérgio Cruz. Processo cautelar. 3. ed., rev e atual. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. (Curso de Processo Civil ; 4) ISBN DIREITO COLETIVO DO TRABALHO Ementa: Direito Coletivo do Trabalho Conflitos Coletivos de Trabalho Greve Liberdade Sindical Organização Sindical Relações Coletivas de Trabalho Ementa: Direito Individual do Trabalho 2 Equiparação Salarial Estabilidade FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ) Salário e Remuneração Ementa: Direito Tutelar do Trabalho 2 Duração do Trabalho Férias Intervalos para descanso. Repouso semanal remunerado. Ementa: Medicina e segurança do trabalho Higiene, condição e ambiente de trabalho Medicina do trabalho e controle médico Risco Segurança e programa educativo

87 Bibliografia Básica: DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. 11. ed. São Paulo: LTr, p. ISBN MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. 28. ed., atual. São Paulo: Atlas, p. + CD-ROM ISBN BOMFIM, Vólia. Direito do trabalho. 9. ed. Rio de Janeiro: Método, p ISBN Bibliografia Complementar: SÜSSEKIND, Arnaldo. Curso de direito do trabalho. 2. ed., rev. e atual. Rio de Janeiro: Renovar, p. ISBN (enc.). BARROS, Alice Monteiro de. Curso de direito do trabalho. São Paulo: LTr, p ISBN NASCIMENTO, Amauri Mascaro; NASCIMENTO, Sônia Mascaro. Iniciação ao direito do trabalho. 39. ed. São Paulo: LTr, p. ISBN DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A PESSOA E PATRIMÔNIO Ementa: Da Periclitação da Vida e da Saúde Abandono de Incapaz - Artigo 133 do Código Penal Exposição ou Abandono de Recém-Nascido - Artigo 134 Maus Tratos - Artigo 136 do Código Penal Omissão de Socorro - Artigo 135 do Código Penal Perigo de Contágio de Moléstia Grave - Artigo 131 Perigo de Contágio Venéreo - Artigo 130 do Código Perigo para a Vida ou Saúde de Outrem - Artigo 123 Ementa: Do crime contra o patrimônio Da apropriação indébita Da receptação Da usurpação Do dano Do estelionato e outras fraudes Do furto Do roubo e da extorsão Ementa: Dos Crimes Contra a Liberdade Individual e inviolabilidade da pessoa Ameaça - Artigo 147 do Código Penal Constrangimento Ilegal - Artigo 146 do Código Pena Correspondência Comercial - Artigo 152 do Código P Redução à Condição Análoga a de Escravo - Artigo 149 Rixa - Artigo 137 do Código Penal Sequestro e Cárcere Privado - Artigo 148 do Código

88 Violação de Correspondência - Artigo 151 do Código Violação de Domicílio - Artigo 150 do Código Penal Ementa: Dos Crimes Contra a Vida e Honra Aborto - Artigos 124 a 128 do Código Penal, Lesão Corporal - Artigo 129 do Código Penal Calúnia - Artigo 138 do Código Penal Difamação - Artigo 139 do Código Penal Disposições Comuns - Crimes Contra a Honra - Artigo 141 Escritura do tipo Penal. Homicídio - Artigo 121, Código Penal Induzimento, Instigação ou Auxílio a Suicídio - Artigo 122, Código Penal Infanticídio - Artigo 123, Código Penal Injúria - Artigo 140 do Código Penal Princípios Constitucionais Limitadores e Orientadores do Direito Penal Bibliografia Básica: BITENCOURT, Cezar Roberto Tratado de direito penal v. 3, 12ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 1/2016 MASSON, Cleber Direito Penal Esquematizado - Parte Especial - Vol. 2, 7ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 01/2015 GRECO, Rogério. Curso de direito penal: parte especial, volume ed., rev., ampl. e atual. Rio de Janeiro: Impetus, p. ISBN Bibliografia Complementar: BUSATO, Paulo César Direito Penal - Parte Especial - Vol. 2 - Artigos 121 a 234 do Código Penal, 2ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 Costa Machado (org.) / David Teixeira de Azevedo (coord.) Código Penal interpretado artigo por artigo parágrafo por parágrafo Local: Manole PAPALEO, Celso Cezar. Aborto e contracepcao: atualidade e complexidade da questao. Rio de Janeiro: Renovar p ARANHA, Adalberto Jose Q. T. De Camargo. Crimes contra a honra. Sao Paulo: Saraiva, p FRANCO, Alberto Silva; STOCO, Rui (Coord.). Código penal e sua interpretação: doutrina e jurisprudência (possui CD ROM no DPCE). 8. ed.rev.atual. São Paulo-SP: Revista dos Tribunais, p DIREITO PROCESSUAL CIVIL - PROCESSO DO CONHECIMENTO Ementa: Da Tutela Provisória Da tutela da evidencia Disposições gerais Do procedimento da tutela antecipada requerida em caráter antecedente Do procedimento da tutela cautelar requerida em caráter antecedente Ementa: Processo de Conhecimento: Procedimento Comum Fase Postulatória e de saneamento Julgamento conforme o estado do processo

89 Providências preliminares Saneamento do processo; fase probatória Ementa: Sentença e Coisa julgada Classificação das sentenças Coisa julgada Estrutura e formalidades da sentença Fase Decisória; sentença Hipoteca judiciária Ementa: Teoria Geral das Provas - Direito Processual Civil A Prova; Meios de prova Audiência de Instrução e julgamento Espécies de Provas Procedimento probatório Bibliografia Básica: NERY JR., Nelson; WAMBIER, Teresa Arruda Alvim (Coord.). Aspectos polemicos e atuais dos recursos civeis: de acordo com a lei /2001. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p (Aspectos Polemicos e Atuais dos Recursos; 5) ALVIM, Eduardo Pellegrini De Arruda; NERY JR., Nelson; WAMBIER, Teresa Arruda Alvim (Coord.). Aspectos polemicos e atuais dos recursos. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p BARROS, Heleno Bosco S. Processo cautelar (Possui CD RON). Campinas: LZN p Bibliografia Complementar: THEODORO Jr., Humberto Curso de Direito Processual Civil - Vol. II, 49ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2014 MARINONI, Luiz Guilherme. A antecipacao da tutela. 10. ed. rev. e atua. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p WAMBIER, Luiz Rodrigues; ALMEIDA, Flavio Renato Correia De; TALAMINI, Eduardo. Curso avancado de processo civil, v.1: teoria geral do processo e processo de conhecimento. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p 5 SEMESTRE ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE Ementa: A disputa contemporânea entre as concepções de mundo A Socialdemocracia e o Estado de Bem-Estar Social. A reação da Europa ao modelo socialista. Os anos dourados do capitalismo. Meados do século XX. Consolidação do Estado Liberal e do Capitalismo no Séc. XIX e início do século XX.

90 O esgotamento dos modelos socialdemocrata e socialista. O liberalismo revisitado. O neoliberalismo no final do século XX. A crise mundial do início do século XXI e o questionamento do neoliberalismo. Políticas públicas e intervenção estatal. o Socialismo como alternativa real ao capitalismo: URSS, China e Cuba. Ementa: A formação do pensamento ocidental A lógica aristotélica e formação dos conceitos universais. A maiêutica socrática. O racionalismo platônico e o mundo das ideias. Agostinho e a revelação divina como fonte de conhecimento. Condições históricas para o surgimento da Filosofia. Definição de mito. Natureza do mito. Função do mito. Immanuel Kant e o movimento iluminista. John Locke e o Empirismo. O convencionalismo e relativismo dos sofistas. Principais características do período pré-socrático. René Descartes e o racionalismo. Tomás de Aquino e a busca pela conciliação entre fé e razão. Ementa: A política e a evolução das concepções de mundo Agostinho e o direito divino de governar. Aristóteles e o homem como um animal político. Hobbes e o Estado Soberano. Locke, o Estado Liberal e o direito à propriedade. Maquiavel e o realismo político. Os regimes políticos. Os sofistas e a política como uma construção circunstancial. Platão e a construção idealista da República. Rousseau e o contrato social. Ementa: Formação da Moral Ocidental Hegel e a moral como uma construção histórico-cultural. Kant e o imperativo categórico. Nietzsche e genealogia da moral. O conceito de virtude em Aristóteles e a sabedoria prática. O dualismo platônico e o antagonismo entre o corpo e a alma racional. Renê Descartes: o valor da intenção. Rousseau e a moral do coração. Santo Agostinho: a importância da revelação. Sartre e a questão da liberdade. Sofistas e o relativismo ético. Sócrates e o racionalismo ético. Bibliografia Básica: MACHADO, José Adir Lins; BALAN, Claudiane Ribeiro; VIEIRA, Mariana de Oliveira Lopes Pensamento Filosófico e Social no Brasil - UNOPAR ACADÊMICO: p.

91 CARDOSO JÚNIOR. Leuter D.; KLEFENS. Paula Cristina de Oliveira. Análise de Crédito, Cobrança e Risco - UNOPAR ACADÊMICO: p. OLIVEIRA, Mario De. Algebra, v.3. Belo Horizonte: Curso Mario de Oliveira [196-]. 128 p Bibliografia Complementar: CARDOSO JUNIOR, Leuter Duarte. GALERANI, Jair Galerani. OLIVEIRA, Sebastião de. Análise das demonstrações financeiras - UNOPAR ACADÊMICO: p. PRATES, Raquel Oliveira; BARBOSA, Simone Diniz Junqueira Avaliação de interfaces de usuário conceitos e métodos - TADS: p. OLIVEIRA, Adelize Generini De. Aplicacoes em DELPHI 3 (possui Livro no Acervo). Florianopolis: Advanced DIREITO CIVIL - TEORIA GERAL DOS CONTRATOS Ementa: Contratos em Espécies Comodato Compra e Venda Contrato Estimatório Depósito Doação Empreitada Empréstimo Locação Mútuo Prestação de Serviço Troca e Permuta Ementa: Contratos: Princípios; Classificação, Formação e Manifestação de vontade Aceitante ou Oblato Autonomia da Vontade, Supremacia da Ordem Pública, Consensual ismo, Obrigatoriedade da Convenção, Relatividade dos Efeitos do Contrato, Revisão dos Contratos ou Onerosidade Excessiva, Boa Fé. Classificação dos contratos: Unilaterais ou Bilaterais, Onerosos ou Gratuitos, Aleatórios ou Comutativos, Reais ou Consensuais, Solenes ou Não Solenes, Principais ou Acessórios, paritários ou de ades Conceito e Requisitos Declaração de Vontade Expressa Proponente ou Policitante Tácita Ementa: Elementos do Contrato, efeitos, contratos aleatórios, interpretação, vícios, evicção e extinção do contrato. Ações Edilícias: ação redibitória, ação quanti minoris ou estimatória

92 Conceito de evicção, requisitos, partes na relação de evicção, classificação, responsabilidade, deterioração ou benfeitorias. Conceito de vícios redibitórios, Fundamento Jurídico, Distinções. Conceito e interpretação dos contratos, efeitos, princípios básicos, regras esparsas, Interpretação dos Contratos no Código de Defesa ao Consumidor Contratos Aleatórios: conceito, característica e requisitos. Execução com o cumprimento do Contrato; Inexecução Contratual Formas de Extinção; Imperfeição anterior ao contrato Interpretação dos Contratos no Código de Defesa ao Consumidor Obrigações Personalíssimas, Obrigações Não Personalíssimas, Contratos que criam Deveres ou Direitos para Terceiros Prazos no Código Civil e código de defesa do consumidor Requisitos dos elementos do contrato: subjetivos, objetivos, formais. Função social do contrato Rescisão; requisitos; consequências; resilição; distrato; Ementa: Negociações, proposta, aceitação, momento da conclusão. Aceitação entre Presentes e entre ausentes Características e obrigatoriedade da proposta Entre Ausentes Entre Presentes Expressa, em Regra Negociação Pessoa Presente e ausente Requisitos de aceitação Tácita (art.432 CC ) Teoria da Congnição e Agnição Teorias Três subteorias - Declaração, Expedição e Recepção Bibliografia Básica: DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro, v.3: teoria das obrigações contratuais e extracontratuais. 19. ed. rev. e atua. São Paulo: Saraiva, p GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo curso de direito civil: contratos em espécie. 7. ed. São Paulo: Saraiva, p. (Novo curso de direito civil; 4). ISBN GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo curso de direito civil: contratos : teoria geral. 10. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, p. (Novo curso de direito civil; 4). ISBN GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito civil brasileiro: volume 3: contratos e atos unilaterias. 11. ed. São Paulo: saraiva, p. ISBN Bibliografia Complementar: VENOSA, Silvio De Salvo. Direito civil, v.2: teoria geral das obrigacoes e teoria geral dos contratos. 2. ed. Sao Paulo: Atlas, p

93 RODRIGUES, Silvio. Direito civil, v.3: dos contratos e das declaracoes unilaterais da vontade. 28. ed. atua. Sao Paulo: Saraiva, p NADER, Paulo. Curso de direito civil, v.3: contratos. 4. ed. rev. e atua. Rio de Janeiro: Forense, p LISBOA, Roberto Senise. Manual de direito civil, v.3: contratos. 6. ed. São Paulo: Saraiva, p GOMES, Orlando. Contratos. 25. ed. atual. Rio de Janeiro: Forense, xii, 523 p. ISBN (enc.). DIREITO PENAL - CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ementa: Dos Crimes contra a Administração Pública Dos crimes contra a administração da Justiça (arts. 338 a 348) Dos crimes contra a administração da Justiça (arts. 349 a 359) Dos crimes praticados por funcionário público contra a Administração em Geral (arts. 312 a 327) Dos crimes praticados por particular contra a administração em geral (arts. 328 a 337- A) Ementa: Dos Crimes contra a Dignidade Sexual Do Lenocínio e do tráfico de pessoa para fim de prostituição ou outra forma de exploração sexual (arts. 227 a 231-A) Do ultraje público ao pudor (arts. 233 e 234) Dos crimes contra a Liberdade sexual (arts. 213 a 216-A) Dos crimes sexuais contra vulnerável (arts. 217 a 218-B) Ementa: Dos Crimes contra a Paz E Fé Pública Apologia de crime ou criminoso (art. 287) Da falsidade de títulos e outros papéis públicos (art. 293) Da falsidade documental (arts. 296 a 305) Da Moeda falsa (arts. 289 a 292) De outras falsidades (arts. 306 a 311) Incitação ao crime (Art. 286) Quadrilha ou bando Ementa: Dos Crimes contra o Sentimento Religioso e contra o Respeito aos mortos Dos Crimes contra o respeito aos mortos (art. 209) Dos Crimes contra o respeito aos mortos (art. 210) Dos Crimes contra o respeito aos mortos (arts. 211 a 212) Dos Crimes contra o Sentimento religioso (art. 208)

94 Bibliografia Básica: ESTEFAM, André Direito Penal - Parte Especial 4, 2ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 1/2015 JESUS, Damasio de Direito penal: parte especial: crimes contra a fé pública a crimes contra a administração pública: volume 4, 19ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 3/2016 BITENCOURT, Cezar Roberto Tratado de direito penal vol. 4 - parte especial: dos crimes contra a fé pública, 10ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 12/2015 ANGHER, Anne Joyce (Coord). Vade Mecum Acadêmico de Direito. 20. ed. São Paulo, SP: Rideel, p. (Leis Rideel). ISBN Bibliografia Complementar: DELMANTO, Celso; DELMANTO, Roberto; DELMANTO JUNIOR, Roberto Delmanto Código Penal Comentado, 1ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 1/2016 CAPEZ, Fernando Código penal comentado, 6ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 4/2015 BITENCOURT, Cezar Roberto Código penal comentado, 9ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 8/2015 DIREITO PROCESSUAL CIVIL - RECURSOS Ementa: Do Processo e dos Incidentes nos Tribunais Ação Anulatória Ação Rescisória Da Declaração de inconstitucionalidade Da uniformização de jurisprudência Homologação de sentença estrangeira Incidentes expressos nos regimentos internos dos tribunais: análise comparativa entre Estados Processos nos tribunais Ementa: Princípios Fundamentais dos Recursos Civis Conceitos e Natureza Jurídica do Recurso Princípio a Proibição de reformatio in pejus Princípio da Complementaridade Princípio da Irrecorribilidade em sesparado de decisões interlocutórias Princípio da Taxatividade; singularidade; fungibilidade; volunariedade; dialeticidade Princípio do Duplo grau de jurisdição Ementa: Recurso em espécie Agravo Retido; agravo de instrumento; interno e regimental Apelação Cível Embargos de Declaração Embargos de Divergência Julgamento no STJ Prequestionamento

95 Recurso Especial retido Ementa: Teoria Geral dos Recursos Atos Processuais Sujeitos a Recurso Conceito e Natureza Jurídica de Recurso Efeitos dos Recursos - Devolutivo, Suspensivo, Expansivo, Translativo e Substitutivo Juízo de Admissibilidade e Juízo de Mérito dos recursos Bibliografia Básica: WAMBIER, Luiz Rodrigues; ALMEIDA, Flavio Renato Correia De; TALAMINI, Eduardo. Curso avancado de processo civil, v.1: teoria geral do processo e processo de conhecimento. 9. ed. rev. amp. atua. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p DIDIER JÚNIOR, Fredie. Curso de direito processual civil, v.1: introducao ao direito processual civil e processo de conhecimento. 14. ed. Salvador: JusPODIVM, p MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sergio Cruz. Manual do processo de conhecimento: a tutela jurisdicional atraves do processo de conhecimento. 2. ed. rev. atua amp. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p Bibliografia Complementar: THEODORO JUNIOR, Humberto. Curso de direito processual civil, v.1: teoria geral do direito processual civil e processo de conhecimento: atualizado ate a lei n , de 22 de dezembro de 2005 (da sentenca e da coisa julgada; da liquidacao de sentenca; do cumprimento da sentenca; dos embargos a execucaco contra a fazenda publica. 44. ed. Rio de Janeiro: Forense, p BUENO, Cassio Scarpinella. Curso sistematizado de direito processual civil, v.1: teoria geral do direito processual civil. 6. ed. rev atua amp. Sao Paulo: Saraiva, p MONTENEGRO FILHO, Misael. Curso de direito processual civil, v.1: teoria geral do processo e processo de conhecimento. 5. ed. São Paulo: Atlas, p ISBN CAMARA, ALEXANDRE FREITAS. Licoes de direito processual civil, v ed. rev. e atua. Rio de Janeiro: Lumen Juris, p SANTOS, Ernane Fidelis Dos. Manual de direito processual civil, v.1: processo de conhecimento. 13. ed. Sao Paulo: Saraiva, p SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras linhas de direito processual civil, v ed. Sao Paulo: Saraiva, p DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO Ementa: Atos, Termos e Prazos Processuais Atos Processuais Classificação Comunicação do Atos Processuais: Notificação, Cit Conceito e vícios da nulidade do Processo do Trabalho Prazos Processuais Principais Prazos na Justiça do Trabalho

96 Termos Processuais Ementa: Formas de Solucionar Conflitos Arbitragem Auto composição Autotutela Comissão de Conciliação Prévia Heterocomposição Jurisdição Mediação Negociação Coletiva Ementa: Jurisdição e Competências Trabalhistas Ações Oriundas das Relações de Emprego e trabalho Competência em Razão da Matéria Competência em Razão da Pessoas Competência em Razão do Lugar Competência Funcional O Ministério Público do Trabalho Órgãos Auxiliares da Justiça do Trabalho; Corregedorias e conselho Tribunais Regionais do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho Varas do Trabalho Ementa: Processo de conhecimento, de execução e recursos Ação Civil processo do trabalho Audiência Inicial, Instrução e Julgamento Cálculos trabalhistas Comparecimento das Partes, Arquivamento, Revelia e Confissão Contestação, renovação e execução Elementos da Ação, condição das ações, pressupostos de validade do processo Embargos à Execução, embargos de terceiro Forma, valor da causa, requisitos, inépcia da inicial Preposto, testemunhas, provas Presença do Juiz e Servidores das Audiências Recurso Ordinário, Revista, Embargos ao TST, Agra Bibliografia Básica: GIGLIO, Wagner D.; CORRÊA, Claudia Giglio Veltri. Direito processual do trabalho. 16. ed. rev., ampl. e adaptada à EC n. 45/2004 e. São Paulo: Saraiva, 2007 xxxi, 640 p LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Curso de direito processual do trabalho. 12. ed. São Paulo: LTR, p ISBN MARTINS, Sérgio Pinto. Direito processual do trabalho. 35. ed. São Paulo: Atlas, p. (Fundamentos jurídicos; 20). ISBN

97 Bibliografia Complementar: NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito processual do trabalho. 28. ed. São Paulo: Saraiva, p. ISBN PINTO, José Augusto Rodrigues. Processo trabalhista de conhecimento. 6. ed. São Paulo: LTr, p ISBN X. ALMEIDA, Amador Paes de. Curso prático de processo do trabalho. 11. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Saraiva, xxi, 449 p ISBN ALMEIDA, Ísis de. Manual de direito processual do trabalho: processo de conhecimento e processo de execução trabalhista. 10.ed. atual. e amp. São Paulo: LTr, p ISBN CARRION, Valentin; CARRION, Eduardo. Comentários a CLT: legislação complementar: jurisprudência. 39.ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, p. ISBN SEMESTRE TEORIA GERAL DA EMPRESA Ementa: Introdução ao Direito Empresarial e a Atividade Empresária A importância da propriedade Industrial para a empresa: questões relacionadas à concorrência desleal e à marca A origem e evolução do Direito Empresarial. Teoria da Empresa. Atividades empresariais e não empresariais. As fontes do Direito Empresarial. Princípios Gerais do Direito Empresarial. O Estabelecimento empresarial. Nome Empresarial. Registro do Comércio. Livros comerciais Ementa: Reorganização e Dissolução da Sociedade Fases da dissolução Incorporação, fusão e cisão. Sociedades coligadas: controladas e controladoras Introdução e transformação societária Mecanismos de Reorganização Societária: introdução e transformação Ementa: Sociedades em espécie Sociedade anônima: Noções gerais, constituição e capital social. Sociedade Anônima: Poder de controle, órgãos, administração, lucros e dividendos Sociedade Limitada. Empresa individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) Valores Mobiliários: Ações, partes beneficiárias, debêntures e bônus de subscrição Ementa: Teoria Geral do Direito Societário

98 Conceito de sociedade empresária. Personalização e Classificação da sociedade empresária Constituição das sociedades empresariais. Espécies Sociedade comum. Desconsideração da personalidade jurídica Sociedade em conta de participação. Sociedade simples. Sociedade cooperativa. Sociedade em nome coletivo. Sociedade em comandita simples. Sociedade em comandita por ações Bibliografia Básica: SANCHEZ, Alessandro Coleção saberes do direito; vol Direito empresarial I : teoria geral do direito empresarial, concorrência e propriedade intelectual, 1ª Edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 10/2012 NEGRAO, Ricardo. Manual de direito comercial e de empresa, v.1: evolucao historica do direito comercial - teoria geral da empresa - direito societario. 3. ed. ref. Sao Paulo: Saraiva, p ARNOLDI, Paulo Roberto Colombo. Teoria geral do direito comercial: introducao a teoria da empresa. Sao Paulo: Saraiva, p Bibliografia Complementar: Postiglione, Marino Luiz Direito Empresarial o estabelecimento e seus aspectos contratuais Local: Manole Branchier, Alex Sander Hostyn; Motta, Fernando Previdi Direito Empresarial Local: IBPEX SANCHEZ, Alessandro Coleção saberes do direito; vol Direito empresarial I : teoria geral do direito empresarial, concorrência e propriedade intelectual, 1ª Edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 10/2012 HENTZ, Luiz Antonio Soares. Direito empresarial: bases do direito empresarial, empresa e estabelecimento, empresario: direitos e deveres, sociedades empresariais. Leme: LED, p DIREITO CIVIL - COISAS Ementa: Da Posse; Propriedade; Usucapião Conceito e generalidades do direito das coisas Conceito, Características, espécies da propriedade Espécies de Usucapião Origem, conceito e modalidade de posse Ementa: Direitos Reais de Gozo e Fruição; Aquisição; Garantia Alienação Fiduciária Anticrese Direito de Superfície Habitação Hipoteca Penhor

99 Promessa de Compra e Venda Irretratável Servidões Prediais Uso Usufruto Ementa: Do Condomínio e Direitos de vizinhança Conceito e características do condomínio em geral Condomínio edilício. Direito de Vizinhança Uso regulares ou irregulares da propriedade dos direitos de vizinhança Ementa: Propriedade Intelectual Direitos Autorais Marcas e Concorrência desleal Patentes e Desenho industrial Propriedade Industrial: Introdução Bibliografia Básica: CALIXTO, Marcelo Junqueira. A culpa na responsabilidade civil: estrutura e funcao. Rio de Janeiro: Renovar, p CARNEIRO, Nelson. ABC da mulher e do divorcio. Rio de Janeiro: Sao Jose p MOUKARZEL, Munir. ABC do direito civil, v.1: Dos contratos. SÆo Paulo: Affonso [197-]. 192 p Bibliografia Complementar: PARIZATTO, Joao Roberto. Da penhora e da impenhorabilidade de bens no CPC e na lei n.8.009/90. Sao Paulo: LED, p LEHFELD, Neide Aparecida De Souza. Uma abordagem populacional para um problema estrutural: a habitacao. Petropolis: Vozes, p COSTA, Philomeno J. Costa. Accao pauliana. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p DIREITO PENAL - LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E EXECUÇÃO PENAL Ementa: Crimes de Trânsito Causas de Aumento de Pena. Fuga do Local do Acidente. Omissão de Socorro Dirigir sem Habilitação. Velocidade Incompatível. Fraude Processual Embriaguez ao Volante. Participação em ""Racha"". Entrega Temerária da Direção de Veículo Homicídio culposo. Lesão Culposa Ementa: Crimes Hediondos Equiparados Descriminalização ou Despenalização. Plantio para uso. Porte x Tráfico

100 Embasamento Constitucional, rol de crimes hediondos. Definição do Crime de Tortura, tortura por omissão. Porte de Entorpecentes / Drogas Oferecimento gratuito. Transporte. Delação Premiada Tráfico de Entorpecentes. Associação no Tráfico. Financiamento do tráfico Ementa: Execução Penal - Lei 7.210/84 D.D. - Regime Disciplinar Diferenciado: características, cabimento e aspectos constitucionais Finalidade da LEP. Competência. Procedimento judicial. Fixação de regimes. Livramento Condicional, Sursis, Extinção da Punibilidade Progressão. Autorização de saída. Remição. Trabalho e estudo. Contagem. Remição Presumida. Perda de dias remidos Ementa: Proteção aos direitos da pessoa Crime contra crianças e idoso Figuras Equiparadas. Responsabilidade Penal Posse / Porte Ilegal de Arma de uso permitido. Omissão de Cautela. Disparo de Arma de Fogo Posse / Porte Ilegal de Arma Restrita Tráfico de Armas Bibliografia Básica: GONÇALVES, Vitor Eduardo Rios. Legislação Penal, Ed. Saraiva MIRABETE, Julio Fabbrini, Execução Penal, Ed Atlas MARCÃO, Renato Flávio, Lei de Execução Penal Anotada, Ed. Saraiva Bibliografia Complementar: BITENCOURT, Cesar Roberto. A Falência da Pena de Prisão, Ed. Saraiva BENETI, Sidnei Agostinho. Execução Penal, Ed Saraiva ALBERGARIA, Jason. Manual de direito Penitenciário, Ed. Aide SILVA, Antonio Julião da. Prática da Execução Penal. Ed Juruá SILVA, Haroldo Caetano da. Manual da Execução Penal Ed. Book Seller FRANCO, Alberto Silva. Crimes Hediondos, Ed. RT DIREITO PROCESSUAL CIVIL - EXECUÇÃO, CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Ementa: Da execução em geral Da ordem dos processos e dos processos de competência originária dos tribunais Da suspensão e da extinção do processo de execução

101 Das diversas espécies de execução Dos Embargos a execução Dos processos nos tribunais e dos meios de impugnação das decisões judiciais Ementa: Da Liquidação da sentença Liquidação da sentença: disposições gerais Art. 509 a 512 Liquidação pelo procedimento comum (art. 511) Liquidação por arbitramento (art. 510) Liquidação provisória (art. 512) Ementa: Do Cumprimento da sentença Cumprimento de sentença de obrigação de fazer, de não fazer e de entregar coisa Cumprimento de Sentença: disposições gerais Cumprimento definitivo de obrigação de pagar quantia certa Cumprimento provisório de obrigação de pagar quantia certa Ementa: Procedimentos Especiais Da Ação de consignação em pagamento Da Ação de exigir contas Das Ações possessórias: disposições gerais Manutenção e reintegração de posse Bibliografia Básica: THEODORO Jr., Humberto Curso de Direito Processual Civil - Vol. III, 47ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 11/2015 Montenegro Filho, Misael Curso de Direito Processual Civil: Teoria Geral dos Recursos, Recursos em Espécie e Processo de Execução, (V. 2), 11ª edição Local: Grupo GEN São Paulo 02/2015 CÂMARA, Alexandre Freitas O Novo Processo Civil Brasileiro, 2ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 DIDIER JÚNIOR, Fredie. Curso de direito processual civil - v. 5: execução. 2. ed. Salvador: Podivm, p. ISBN Bibliografia Complementar: BUENO, Cássio Scarpinella Novo código de processo civil anotado, 2ªedição. Local: Editora Saraiva São Paulo 2/2016 BUENO, Cassio Scarpinella Manual de direito processual civil: volume único, 2ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 2/2016 NEVES, Daniel Amorim Assumpção Novo CPC - Código de Processo Civil - Lei /2015, 3ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 NEVES, Daniel Amorim Assumpção Manual de Direito Processual Civil - Volume Único, 7ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2015

102 BUENO, Cássio Scarpinella Novo código de processo civil anotado, 2ªedição. Local: Editora Saraiva São Paulo 2/2016 NOVO código de processo civil: Lei , de 16 de março de São Paulo: GEN, ISBN TEORIA GERAL DO PROCESSO PENAL Ementa: Ação Penal Ação penal privada - Prazos - Denúncia e queixa (requisitos, omissões, prazo, rejeição e aditamento); Ação civil ex delict: requisitos e condição de procedibilidade Ação penal pública incondicionada e condicionada Ação Penal: Conceito - Condições da ação penal Princípios; Titularidade Ementa: Inquérito Policial Conceito; natureza jurídica; características. Valor probatório - vícios - Dispensabilidade Notitia criminis. Inquérito em ação pública incondicionada, condicionada e privada. Providências. Arquivamento. Da liberdade provisória. Liberdade provisória mediante fiança. Liberdade provisória decorrente de ilegal constrangimento por excesso de prazo do encerramento do inquérito policial ou da instrução criminal. Ensinamentos sobre o excesso de prazo no encerramento da instrução criminal Da prisão em flagrante, conceito e efeitos. Prisão ilegal, efeitos, relaxamento com e sem a soltura do preso. Da prisão por mandado. Conceito e distinção da prisão em flagrante, tipos de prisão por mandado (prisão em virtude de sentença condenatória, prisão pela pronúncia, prisão temporária) Princípios processuais. Lei processual no tempo e no espaço. Lei processual em relação às pessoas Ementa: Jurisdição e Competência Competência em crime plurilocais. Competência para julgar crimes cometidos por prefeitos e policiais militares, Competência da justiça Comum Federal. Competência funcional ou foro especial por prerrogativa de função Competência pela natureza da infração. Competência por distribuição. Competência por conexão ou continência - Competência por prevenção - Competência por prerrogativa de função Das questões prejudiciais. Das exceções. Das incompatibilidades de impedimentos. Do conflito de jurisdição Delegação e prorrogação de competência. Competência pelo local da infração. Competência pelo domicílio do réu Ementa: Teoria Geral das Provas Conceito de provas. Sistemas de prova. Espécies de provas Perícias. Instrução criminal Princípio da correlação; Emendatio libelli; Mutatio libelli Provas inadmissíveis e provas nulas. Provas ilícitas e ilícitas por derivação

103 Bibliografia Básica: NUCCI, Guilherme de Souza Estatuto da Criança e do Adolescente Comentado, 2ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 07/2015 CAPEZ, Fernando Curso de Processo Penal, 23ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 11/2015 RANGEL, Paulo Direito Processual Penal, 24ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 04/2016 TOURINHO FILHO, Fernando Da Costa. Codigo de processo penal comentado, v.1: arts. 1 a ed. rev. atua. São Paulo: Saraiva, p Bibliografia Complementar: OLIVEIRA, Eugênio Pacelli de. Curso de processo penal. 18. ed. São Paulo: Atlas, xvii, 1067 p ISBN TORNAGHI, Hélio. Instituições de processo penal. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, vi, 481 p MIRABETE, Julio Fabbrini. Processo penal. 7. ed. rev. atua. Sao Paulo: Atlas, p 7 SEMESTRE TÍTULOS DE CRÉDITO Ementa: Outros Títulos Cambiariformes Cédula de Crédito Bancário Cédula de Crédito Imobiliário Cédula de Crédito: disposições gerais Conhecimentos de frete e de depósito Ementa: Títulos Cambiais Letra de Câmbio: histórico, conceito, figuras intervenientes e legislação aplicável. Letra de Câmbio: requisitos, aceite, aval, pagamento, protesto, prescrição Nota Promissória: conceitos, figuras intervenientes e legislação aplicável Nota Promissória: requisitos e prescrição Ementa: Títulos Cambiariformes Cheque: conceito, Natureza jurídica, legislação aplicável e requisitos. Cheque: figuras intervenientes, aval, apresentação para pagamentos, rescisão, prescrição, cobrança e modalidades Duplicata: aceite, pagamento, protesto, execução, prescrição, cobrança, duplicada de prestação de serviço e duplicata simulada Duplicata: Legislação aplicável, conceito de fatura e de duplicata e requisitos.

104 Ementa: Títulos de Crédito Ações, Ações Cambiais, Ações Causais Atributos; conceitos; princípios; classificação Conceito de Crédito Institutos de Direito Cambiário: emissão, endosso, aval, apresentação, aceite, pagamento e protesto Títulos de Crédito Bibliografia Básica: COELHO, Fabio Ulhoa Tratado de direito comercial Volume 1: Introdução ao direito comercial e teoria geral das sociedades,1ª Edição Local: Editora Saraiva São Paulo 5/2015 MARTINS, Fran Títulos de Créditos, 16ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 07/2013 MAMEDE, Gladston. Direito empresarial brasileiro, v.3: titulos de credito. 6. ed. São Paulo: Atlas, p Bibliografia Complementar: MIRANDA JUNIOR, Darcy Arruda. Curso de direito comercial, v.3: Titulos de credito (doutrina e jurisprudencia). 2. ed. Sao Paulo: Saraiva, p FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Direito comercial: empresário, sociedades, títulos de crédito, contratos, recuperações, falência. 7. ed. São Paulo: Atlas, p ISBN CAMPINHO, Amaury. Manual de títulos de crédito: (doutrina e legislação). 4. ed. ev., atual. ampl. Rio de Janeiro: Lumen Juris, viii, 271 p.; il ISBN SODERO FILHO, Fernando Pereira. Manual de titulos de credito e garantias a luz do novo codigo civil. Sao Paulo Paulistana jur p ALMEIDA, Amador Paes de. Teoria e prática dos títulos de crédito. 25. ed. rev. São Paulo: Saraiva, xv, 578p. ISBN CASTRO JUNIOR, Armindo De. Titulos de credito: doutrina e legislacao. 2. ed. Cuiaba-MT: Defanti p DIREITO ADMINISTRATIVO - ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ementa: Administração Pública A Estrutura Administrativa, conceito, elementos e poderes do Estado Entidades Políticas e a Administração. Entidades Estatais. Entidades Autárquicas. Entidades Fundacionais. Entidades empresariais. Entidades paraestatais Organização do Estado. Organização da administração. Governo e Administração. Administração pública Órgãos e Agentes públicos. Atividade administrativa. Poderes e Deveres do Administrador Público. Uso e abuso de poder Ementa: Atos Administrativos

105 Competência dos Atos Administrativos Conceito e Requisitos dos Atos Administrativos Forma e finalidade dos Atos Administrativos Invalidade dos Atos Administrativos Ementa: Licitação e Contratos Administrativos Considerações gerais sobre contratos. Conceito e peculiaridades do contrato administrativo. Formalização do Contrato Administrativo Execução do Contrato Administrativo. Inexecução, Revisão e Rescisão do Contrato Licitação e suas modalidades Principais Contratos Administrativos Ementa: Serviços Públicos Autarquias, Fundações, agências executivas, empresas estatais ou governamentais, entes de cooperação, entidades paraestatais, convênios e consórcios administrativos Conceito, Classificação, Regulamentação e Controle, requisitos Direitos do Usuário. Competência para prestar os serviços. Competência da União, Estados, Municípios e Distrito Federal Bibliografia Básica: GASPARINI, Diogenes. Direito administrativo. 17. ed., rev. e atual. São Paulo: saraiva, p ISBN DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 28. ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN MAZZA, Alexandre. Manual de direito administrativo. 6. ed. São Paulo: Saraiva, p. : il. ISBN Bibliografia Complementar: NOHARA, Irene Patrícia Direito Administrativo, 6ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 34. ed. atua. Sao Paulo Malheiros p JUSTEN FILHO, Marcal. Curso de direito administrativo. Sao Paulo: Saraiva, p MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 31. ed. São Paulo: Malheiros, p. ISBN CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de direito administrativo. 28. ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN DIREITO CIVIL - FAMÍLIA E SUCESSÕES Ementa: Da Liquidação da Herança Colação e Sonegados Inventário e procedimento

106 O Arrolamento (Sumário e Comum) - sua distinção do Inventário e seus Procedimentos Partilha e suas espécies Ementa: Do Direito Matrimonial Casamento Civil e Casamento Religioso, Idade Nupcial, Capacidade; impedimentos Matrimoniais Condições de Existência, Validade e Regularidade. Regimes de Bens Direito matrimonial: conceitos, natureza e princípios e União Estável Dissolução da Sociedade Conjugal, Divórcio, Separação Ementa: Do Direto Parenteral e Assistencial Estatuto da Criança e do Adolescente Guarda, Alimentos Relações de Parentesco, Adoção Tutela, Curatela e Interdição Ementa: Sucessão em Geral A Ordem de Vocação Hereditária, Sucessão de ascendentes, descendentes Noções Gerais acerca do Direito das Sucessões, Herança e sua transmissão Sucessão de colaterais e de convivente Sucessão Testamentária: testamento, princípios, legado e deserdação Bibliografia Básica: VENOSA, Sílvio de Salvo Direito Civil - Vol. VII - Direito das Sucessões, 16ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2016 GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito civil brasileiro, v.7: direito das sucessoes. 8.ed. São Paulo: Saraiva, p ISBN DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro, v.6: direito das sucessoes. 28.ed. São Paulo: Saraiva, p ISBN Bibliografia Complementar: RODRIGUES, Silvio Direito Civil - Direito das Sucessões - Volume 7-26ª Edição - Coleção Direito Civil Local: Editora Saraiva São Paulo 07/2003 NADER, Paulo Curso de Direito Civil - Direito das Sucessões - Vol. 6, 6ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 07/2014 LISBOA, Roberto Senise Manual de direito civil, v. 5 : direito de família e sucessões, 8ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 2/2013 Washington de Barros Monteiro e Ana Cristina de Barros Monteiro França Pinto Curso de Direito Civil - Direito das Sucessões - Vol. 06, 39ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 12/2015

107 DIAS, Maria Berenice. Manual das sucessões. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. ISBN DIREITO PROCESSUAL PENAL - PROCEDIMENTOS Ementa: Das citações e nulidades Diferença entre ato nulo e irregular e legitimidade para arguir. Espécies Natureza jurídica; previsão. Princípios Ementa: Introdução à teoria geral dos recursos Classificação dos recursos: quanto aos motivos, iniciativa, fonte. Conceito, Admissibilidade; Previsão legal, cabimento Efeitos, reforma in pejus (art.617 CPP) Fatos impeditivos, fatos extintivos, desistência, deserção Fundamentos dos recursos. Existência jurídica dos recursos, princípios Interesses jurídicos, legitimidade Interposição de recursos (art.578, CPP), natureza jurídica, juízo de admissibilidade Possíveis recursos das decisões Prazos dos recursos Pressuposto subjetivo (art.577 CPP) Pressupostos Objetivos, cabimento, adequação, tempestividade, regularidade, procedimento Ementa: Processo e procedimento Dos procedimentos do júri Procedimento Especial de legislação extravagante Procedimento comum/ ordinário Procedimento Especial do código Procedimento Sumário Procedimento Sumaríssimo Ementa: Recursos em espécie Agravo Apelação Carta testemunhável Correição parcial Embargos infringentes e de nulidade Habeas corpus Mandado de segurança em matéria criminal Recurso em sentido estrito Recurso especial no Processo Penal Recurso Extraordinário no Processo Penal Recurso ordinário constitucional

108 Revisão criminal Bibliografia Básica: CAPEZ, Fernando Curso de Processo Penal, 23ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 11/2015 NUCCI, Guilherme de Souza Manual de Processo Penal e Execução Penal, 13ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2016 TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Processo penal: volume ed. rev. e de acordo com a lei n /201. São Paulo: Saraiva, p ISBN Bibliografia Complementar: MARCÃO, Renato Curso de Processo Penal, 2ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 10/2015 OLIVEIRA, Eugênio Pacelli de Curso de Processo Penal, 20ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 04/2016 OLIVEIRA, Eugênio Pacelli de. Curso de processo penal. 18. ed. São Paulo: Atlas, xvii, 1067 p ISBN GRECO, Rogério; GRECO, Rogério. Curso de direito penal: parte geral v ed. Rio de Janeiro: Impetus, p ISBN MUCCIO, Hidejalma. Curso de processo penal. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Método, liv, 1711 p ISBN MEIOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS Ementa: Arbitragem Internacional A Convenção de Nova York de 1958; painel de arbitragem. A Corte de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional; Reconhecimento e execução de sentenças arbitrais estrangeiras Ementa: Da Sentença Arbitral e nulidades Intempestividade; competência; capacidade; Ausência de requisito obrigatório da sentença arbitral; Sentenças proferidas fora dos limites da convenção de arbitragem O cumprimento da sentença arbitral; Embargo de declaração; efeitos da sentença arbitral. Prevaricação; Concussão; anulação parcial do laudo; procedimento; direito de propor demanda anulatória; embargos do devedor. Sentença Arbitral; Prazo; questão prejudicial; requisitos essenciais; Ementa: Do Procedimento Arbitral Instituição; Preclusão; Incompetência; escolha do procedimento arbitral; Medidas cautelares; revelia; intervenção do judiciário Princípios do processo arbitral; Conciliação; poderes instrutórios do árbitro; Ementa: Meios Extrajudiciais de Solução de Conflitos

109 A preservação de relacionamentos; Flexibilidade procedimental; Executividade; cumprimento voluntário, Recorribilidade. Negociação; Conciliação; Mediação e Arbitragem Os métodos híbridos; Vantagens e desvantagens dos MESCs; Aspectos econômicos; temporais; sigilosos. Bibliografia Básica: PARIZATTO, Joao Roberto. Arbitragem: comentarios a lei 9.307, de : revogacao dos arts a do codigo de processo civil; doutrina e pratica forense: convencao de arbitragem, funcoes dos arbitros, procedimento arbitral, sentenca estrangeira, parte pratica. Leme: LED, p ALMEIDA, Ricardo Ramalho (Coord.). Arbitragem interna e internacional: questoes de doutrina e da pratica. Rio de Janeiro: Renovar p LORENTZ, Lutiana Nacur. Metodos extrajudiciais de solucao de conflitos trabalhistas: comissoes de conciliacao previa - termos de ajuste de conduta - mediacao e arbitragem. Sao Paulo: LTR, p DIAS, Mauricio Cozer. Direito autoral: jurisprudencia - pratica forense - arbitragem - normas regulamentares do escritorio - central de arrecadacao e distribuicao (ECAD) (possui CD-ROM no DPCE). Campinas: LZN p Bibliografia Complementar: PUCCI, Adriana Noemi. Arbitragem comercial nos paises do Mercosul: analise comparativa da legislacao, jurisprudencia e doutrina dos autores da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai relativas a arbitragem. Sao Paulo: LTR, p CARMONA, Carlos Alberto. Arbitragem e processo: um comentário à Lei nº 9.307/ ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN (enc.). NOHMI, Antônio Marcos. Arbitragem internacional: mecanismos de solução de conflitos entre Estados. Belo Horizonte: Del Rey, FUMEC, p ISBN CRUZ, Jose Raimundo Gomes Da. A arbitragem na Lei n.9.307, de 23/9/96. Sao Paulo: Oliveira Mendes, p (Colecao Saber Juridico) RIBEIRO, Gustavo Pereira Leite. Arbitragem nas relações de consumo. Curitiba: Juruá, p ISBN NERY JUNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria Andrade. Código de processo civil comentado. 16.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, p ISBN ÉTICA PROFISSIONAL EM DIREITO Ementa: Código de Ética Os deveres legais do estagiário e advogado Os deveres morais do estagiário e advogado Ementa: Deontologia Jurídica

110 A ética e moral como organização teleológica de comportamento humano Os princípios deontológicos Ementa: Estatuto do advogado O advogado e o direito de representação O processo Disciplinar contra estagiário e advogado Ementa: Prerrogativas O direito do estagiário e do advogado: Parte I O direito do estagiário e do advogado: Parte II Bibliografia Básica: MAMEDE, Gladston. A advocacia e a ordem dos advogados do Brasil: comentarios ao estatuto da advocacia e da OAB (lei n.8.906/94), ao regulamento geral da advocacia e ao codigo de etica e disciplina da OAB. 2. ed. rev. e amp. Sao Paulo: Atlas, p MAMEDE, Gladston. A advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil: comentários ao Estatuto da advocacia e da OAB (lei n /94), ao Regulamento geral da advocacia e ao Código de ética e disciplina da OAB. 2. ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN ESTUDOS dirigidos: OAB: questões organizadas por assunto e comentadas, raio-x das questões, dicas de estudo, seção direto ao ponto, pegadinhas, legislação e súmulas pertinentes ao tema, indicação de obras doutrinarias para o estudo, exames simulados. 3. ed. Salvador: JusPodivm, p. ISBN Bibliografia Complementar: Vale Junior, Lincoln Biela de Souza Ética na OAB: questões resolvidas, 2ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 4/2015 Neves, Gustavo Bregalda Col. OAB Nacional 1ª fase 11 - Direito Internacional, 6ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 4/2015 FIGUEIREDO, Fabio Vieira Col. OAB nacional 1º fase - Teoria unificada, 6ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 5/2015 CAPOBIANCO, Rodrigo Julio; SANTOS, Vauledir Ribeiro (coord.) Série Resumo 1ª Fase - OAB - Como se Preparar para o Exame de Ordem - Vol Leis Penais Especiais, 6ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 02/2015 Neves, Gustavo Bregalda Col. OAB Nacional 1ª fase 11 - Direito Internacional, 6ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 4/2015 FIGUEIREDO, Fabio Vieira Col. OAB Nacional 1ª fase - Questões Comentadas, 5ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 5/ SEMESTRE

111 FILOSOFIA DO DIREITO Ementa: Conceitos e Filosofia Clássica a Justiça Cristã: Paulo de Tarso e Agostinho de Hipona, o Pensamento Jurídico de Isidoro de Sevilha e Tomás de Aquino, a Evolução do Pensamento Jurídico na Idade Média, a Teocracia. Características do Filosofar, Distinção entre Conhecimento Científico e Conhecimento Filosófico, objeto de estudo da Filosofia Conceito, Atribuições, Funções, Métodos da Filosofia do Direito: Definição de Método, Modalidades de Métodos, a Teoria dos objetos, o Direito no mundo dos objetos. Filosofia do Direito e Ciência do Direito. Por que estudar filosofia do Direito? Sofistas, a Ética Socrática, o Idealismo Platônico, a Justiça Aristotélica, o Helenismo Greco-Romano, Contribuições da Filosofia Antiga para o Direito, o Direito Romano Ementa: Filosofia do Direito contemporâneo a Fenomenologia do Poder, a Legitimidade do Poder. Contrapontos entre o Poder, o Não-Poder e o Dever Justiça e Finalidade do Direito. Diquelogia Jurídica Teoria do Direito Enquanto Justiça. Miguel Reale, Tercio Sampaio, Celso Laffer, Bittar, Alysson Mascaro e outros. Normas Jurídicas e Normas Morais - Conceitos e Distinções Ementa: Filosofia e Direito Moderno a Ruptura do Renascimento, a Revolução Copernicana, o Jusnaturalismo, as Teorias Contratualistas, a Filosofia Moderna: Capitalismo e Modernidade, o problema do conhecimento, a Filosofia Política Moderna, a Filosofia do Direito Moderno, Contribuições para o Direito Moderno de Kant, Hegel e Marx Itália, Alemanha, França, Portugal, Brasil, Filosofia do Direito Comparado Kant, Hume e Hegel, a Filosofia Política Moderna, a Filosofia do Direito Moderno. Contribuições para o Direito Moderno de Karl Marx o Positivismo Jurídico de Hans Kelsen, a Proposta Existencialista, Hannah Arendt Direitos Humanos e os Neocontratualistas. Ementa: Temas Contemporâneos da Filosofia do Direito Direito e Linguagem. Epistemologia Jurídica. Da Amplitude Epistemológica do Direito Direito e valor. Os Valores e o Homem; e a Religião; e a Estética; E o Direito. Os Valores Axiologia Jurídica Teoria do Direito Enquanto Valor. o Livre Arbítrio, a Liberdade de Consciência, Dimensões Sociais Sistemicidade e unicidade do Direito. Intersecções e multidisciplinaridade. Bibliografia Básica: ADEODATO, João Maurício Filosofia do direito : uma crítica à verdade na ética e na ciência - em contraposição à ontologia de Nicolai Hartmann, 5ª Edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 01/2013 NUNES, Rizzato. Manual de filosofia do direito. 4. ed. rev. e amp. Sao Paulo: Saraiva, p MASCARO, Alysson Leandro. Filosofia do direito. 2. ed. Sao Paulo: Atlas, p

112 Bibliografia Complementar: MACIEL, José Fabio Rodrigues Formação humanística em direito, 2ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 6/2015 REALE, Miguel. Teoria tridimensional do direito. 5. ed.rev.reestr, 6tr. Sao Paulo: Saraiva, p MASCARO, Alysson Leandro. Filosofia do direito e filosofia politica: a justica e possivel. 2. ed. Sao Paulo: Atlas, p REALE, Miguel. Licoes preliminares de direito. 25. ed. 2tr. Sao Paulo: Saraiva, 2000, p DIREITO ADMINISTRATIVO - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ementa: Domínio Público Afetação e Desafetação Alienação dos Bens Públicos Aquisição dos Bens Públicos Características principais: Impenhorabilidade, Imprescritibilidade, intangibilidade e não oneração Conceito e Classificação dos Bens Públicos (Bens de uso comum do povo, bens de uso especial, bens dominicais). Afetação e Desafetação Domínio Eminente e Domínio Patrimonial: fundamentos Utilização dos Bens Públicos por particulares: Autorização de uso, autorização de uso especial, permissão de uso, concessão de uso, concessão de uso especial, concessão de direito real de uso Ementa: Intervenção do Estado na Propriedade Anulação de Desapropriação Competência para intervir na propriedade Declaração Expropriatória Desapropriação Fundamentos e Limites da Intervenção Indenização Limitações Administrativas Modalidades de Intervenção Processo Expropriatório Requisição e Ocupação temporária Retrocessão Tombamento Ementa: Responsabilidade Extracontratual do Estado Aplicação da Responsabilidade Objetiva. Reparação do Dano. Responsabilidade Civil do Estado. Tipos de Responsabilidade. Responsabilidade por atos judiciais Ementa: Servidores Públicos

113 Improbidade Administrativa Normas Constitucionais pertinentes aos Servidores Organização do Serviço Público Responsabilidade dos Servidores Bibliografia Básica: GASPARINI, Diogenes. Direito administrativo. 17. ed., rev. e atual. São Paulo: saraiva, p ISBN DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 28. ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN MAZZA, Alexandre. Manual de direito administrativo. 6. ed. São Paulo: Saraiva, p. : il. ISBN Bibliografia Complementar: NOHARA, Irene Patrícia Direito Administrativo, 6ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 34. ed. atua. Sao Paulo Malheiros p JUSTEN FILHO, Marcal. Curso de direito administrativo. Sao Paulo: Saraiva, p MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 31. ed. São Paulo: Malheiros, p. ISBN CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de direito administrativo. 28. ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN DIREITO AMBIENTAL Ementa: Competências e Princípios Fundamentais do Direto Ambiental Conceito de direito ambiental e legislação ambiental Normas constitucionais de competência Normas constitucionais gerais e específicas Princípios do direito ambiental Ementa: Direito Internacional, Políticas Nacionais e Patrimônio Genético Direito Internacional Ambiental Patrimonio genético. Patrimônio Cultural Política energética. Recursos Hídricos Política Nacional de Mudanças Climáticas, Política Nacional de Resíduos Sólidos Ementa: Política Nacional do Meio Ambiente Espaços territoriais especialmente protegidos (Reserva legal, Área de Preservação Permanente, Unidades de Conservação) Licenciamento Ambiental. Estudos e Avaliação ambiental. Auditoria Ambiental Política Nacional do Meio Ambiente

114 Zoneamento Ambiental e padrões de qualidade Ementa: Tutela Administrativa; Civil e Penal Dano Ambiental Infrações Administrativas Ambientais (Código Florestal, Lei 9605/98 e outros) Responsabilidade Civil e Processual Civil Ambiental Responsabilidade Criminal Ambiental Bibliografia Básica: FIORILLO, Celso Pacheco Princípios do direito processual ambiental, 6ª edição Local: Editora Saraiva São Paulo 10/2015 SILVA, Jose Afonso Da. Direito ambiental constitucional. 8. ed. atua. São Paulo: Malheiros p D'ISEP, Clarissa Ferreira Macedo. Direito ambiental econômico e a ISO 14000: análise jurídica do modelo de gestão ambiental e certificação ISO ed. São Paulo Revista dos Tribunais, p. ISBN FREITAS, Vladimir Passos De (Coord.). Direito ambiental em evolucao, v.4. Curitiba: Juruá, p Bibliografia Complementar: Moacir Ribeiro de Carvalho Júnior Apontamentos sobre o direito processual ambiental Local: IBPEX Débora Cristina Veneral (Org.); Luiz Carlos Guieseler Junior; José Henrique Cesário Pereira COLEO DIREITO PROCESSUAL CIVIL e DIREITO AMBIENTAL Teoria da Constituição e do Estado e Direitos e garantias fundamentais Local: IBPEX ABELHA, Marcelo. Ação civil pública e meio ambiente. 2. ed. rev. atua amp. Rio de Janeiro Forense Universitaria p BRASIL. LEIS. Legislacao do meio ambiente, v.1: dispositivos da constituicao federal, atos internacionais, leis, decretos-leis. 4. ed. Brasilia: Secretaria Especial de editoração e publicações, p DIREITO TRIBUTÁRIO - DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO Ementa: Constituição do Crédito Tributário Conceito e efeitos; Garantias e privilégios do crédito tributário; Lançamento Tributário; Lançamento de ofício; Lançamento por homologação; Reclamações e Recursos administrativos; Parcelamento; Extinção do crédito tributário; Revisão; Suspensão de Exigibilidade; Moratória; Depósito do Crédito Tributário; Ementa: O Conceito de Tributação e os Tributos Empréstimos compulsórios; Contribuições Sociais Isenções e Imunidades tributárias

115 Taxas, Contribuições de Melhoria Teorias e Espécies Tributárias - Impostos Ementa: Obrigação Tributária A Norma jurídica tributária; Conceito jurídico de tributo; Poder tributário: fundamentos, competência e capacidade ativa; Obrigação tributária; o Sujeito ativo; obrigação tributária principal e acessória; sujeito passivo da obrigação tributária; Capacidade tributária passiva; Obrigação: aspectos gerais. Conceito. Elementos. Fato gerador: conceito, características. Estrutura, elementos, tributação de atos ilícitos e atos ineficazes. Responsabilidade tributária Ementa: Princípios Constitucionais Tributários A Ciência do Direito Tributário e a Lógica dos Tributos; A ideologia Tributária. Estudo dos princípios Constitucionais Tributários; Noção de Direito Tributário; as Fontes do direito tributário; Domicilio Tributário; Pacto Federativo e Sistema Tributário Nacional; Federalismo Fiscal; Bibliografia Básica: Messa, Ana Flávia Direito Tributário e Financeiro 7 edição Local: Rideel MACHADO, Hugo de Brito (Coord). As contribuições no sistema tributário brasileiro. São Paulo: Dialética, p. ISBN (broch). XAVIER, Alberto. Administradores de sociedades: regime tributario da remuneracao e prestacao e aprovacao das contas. Sao Paulo: Revista dos Tribunais, p Bibliografia Complementar: da Silva, Vander Brusso Direito Tributário Concurso Descomplicado 2 edição Local: Rideel BRASIL. LEIS. Codigo tributario nacional e constituicao federal: lei n , de , atualizada e acompanhada de legislacao complementar, sumulas e indices sistematico e alfabetico-remissivo do codigo tributario nacional, cronologicos da legislacao e alfabetico da legislacao complementar e das sumulas. 13. ed. Sao Paulo: Saraiva, v (Legislacao Brasileira) FABRETTI, Láudio Camargo. Código tributário nacional comentado. 3. ed. rev. e atual. com a LC n. 104/2001. São Paulo: Atlas, p. ISBN SEMESTRE DIREITOS HUMANOS

116 Ementa: A Constituição Brasileira de 1988 e os Tratados Internacionais de Proteção dos Direitos Humanos A incorporação dos Tratados Internacionais de proteção de direitos humanos pelo Direito Brasileiro Gênese e principiologia O Estado Brasileiro em face do Sistema Internacional de proteção dos Direitos Humanos O impacto dos Tratados Internacionais dos Direitos Humanos na ordem Jurídica Brasileira Ementa: A Evolução Histórica dos Direitos Humanos Características dos direitos humanos. Evolução Histórica em nível global Os direitos Humanos e suas gerações Os Direitos Humanos na segunda metade do século XX Ementa: O Direito Internacional dos Direitos Humanos e a Redefinição da Cidadania no Brasil O movimento de internacionalização dos Direitos Humanos O sistema Interamericano de proteção dos Direitos Humanos Os refugiados e asilados Sistema de Proteção de Direitos Humanos das Nações Unidas e Tribunal Penal Internacional Ementa: O valor Jurídico dos Tratados Internacionais de proteção dos direitos Humanos A Organização das Nações Unidas Concepção contemporânea de Direitos Humanos O conceito de tratados O processo de formação dos tratados internacionais Bibliografia Básica: TESTA, Janaina Carla da Silva Vargas; ZAMBON, Rodrigo Eduardo; SANCHES, Wilson. Direitos Humanos e Cidadania - UNOPAR ACADÊMICO: p. Mondaini, Marco DIREITOS HUMANOS Local: Contexto Tercio Sampaio Ferraz Jr. (org.), Eduardo C. B. Bittar e Guilherme Assis de Almeida (coords.) Filosofia sociedade e direitos humanos ciclo de palestras em homenagem ao professor Goffredo Telles Jr Local: Manole COMPARATO, Fabio Konder. A afirmacao historica dos direitos humanos. 7. ed., 3tr. São Paulo: Saraiva, 2010, Bibliografia Complementar:

117 Sérgio Augustin e Mara de Oliveira Direitos Humanos Emancipação e Ruptura Local: Educs Enzo Bello Ensaios Críticos Sobre Direitos Humanos e Constitucionalismo Local: Educs Aloma Ribeiro Felizardo (Org.) ETICA E DIREITOS HUMANOS Local: IBPEX Miranda, Nilmário de Por que direitos humanos 1 edição Local: Editora Autêntica DIREITO TRIBUTÁRIO - TRIBUTOS EM ESPÉCIE Ementa: Execução Fiscal e Processo Tributário Ações de Autoria do Contribuinte Anulatória de Lançamento Tributário; Tutela Provisória Consignação em Pagamento Execução Fiscal, aspectos Gerais. Mandado de Segurança; Ação Declaratória Processo e Procedimento da Execução Fiscal Repetição de Indébito Ementa: Impostos Estaduais Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e às prestações de serviços (ICMS): função, fato gerador, não-cumulatividade, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, convênios interestaduais, imunidades, considerações; Imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Imposto sobre transmissão causa mortis e doações (ITCMD): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações Imposto sobre transmissão causa mortis e doação O ICMS e a Emenda Constitucional 87/2015 Ementa: Impostos Federais Imposto de exportação (IE): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Imposto de importação (II): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações. Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro e sobre operações relativas a títulos e valores mobiliários (IOF): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações. Imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza (IR): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Ementa: Impostos Municipais Contribuição para custeio do serviço de iluminação pública (COSIP)

118 Imposto sobre a transmissão Intervimos de bens imóveis e direitos a eles relativos (ITBI): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações; Imposto sobre propriedade predial e territorial urbana (IPTU): função, fato gerador, base de cálculo, progressividade, sujeito passivo, lançamento, considerações Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS): função, fato gerador, base de cálculo, sujeito passivo, lançamento, considerações Bibliografia Básica: Messa, Ana Flávia Direito Tributário e Financeiro 7 edição Local: Rideel da Silva, Vander Brusso Direito Tributário Concurso Descomplicado 2 edição Local: Rideel Érico Hack Direito tributário brasileiro 1 Edição Local: IBPEX Bibliografia Complementar: Janaina Carla da Silva Vargas Testa Jossan Batistute DIREITO TRIBUTÁRIO Local: Pearson 196 Érico Hack Direito tributário brasileiro 1 Edição Local: IBPEX Jossan Batistute Direito empresarial e tributário Local: Pearson 204 DIREITO DE FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESA Ementa: Liquidação Extrajudicial de Instituições Financeiras Da Intervenção e seu Processo Liquidação Extrajudicial e seu Processo Reorganização da Instituição Financeira Responsabilidade dos Administradores Ementa: Recuperação Extrajudicial e Judicial Homologação Facultativa e Obrigatória; os credores na Recuperação Extrajudicial Microempresa e empresa de pequeno porte Órgãos da Recuperação Judicial; Assembleia Geral; Administração Judicial; Comitê Processo da Recuperação Judicial; Convolação em Falência Requisito da Recuperação Extrajudicial Viabilidade da Empresa e Meios de Recuperação da Empresa Ementa: Regime Jurídico dos Atos e Contratos do Falido e dos Credores do Falido Atos Ineficazes, Declaração Judicial da Ineficiência. Classificação dos Créditos Credores Admitidos, Efeitos da Falência quando aos credores. Efeitos da Falência quanto aos Contratos do Falido

119 Ementa: Teoria Geral do Direito e Processo Falimentar Administração da Falência, Apuração do Ativo, Verificação de Crédito, Liquidação do Processo Falimentar, Reabilitação do Falido Introdução; Devedor sujeito a falência e insolvência Pedido de Falência, Sentença Declaratória da Falência, Sentença Denegatória da Falência Restrições pessoais e Regime Patrimonial do Falido, Reabilitação do Falido, Patrimônio Separado Bibliografia Básica: COELHO, Fábio Ulhoa. Comentários à nova lei de falências e recuperação de empresas : : (Lei n , de ). 3. ed. São Paulo: Saraiva, xlii, 536 p. ISBN RECUPERACAO judicial: da necessidade à oportunidade. São Paulo: LTR, p. ISBN BEZERRA FILHO, Manoel Justino. Súmulas do STJ comentadas: súmulas selecionadas relativas aos temas : direito empresarial, direito falimentar, direito bancário, direito securitário, direito marcário : efeito vinculante versus stare decisis. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. ISBN MAMEDE, Gladston. Direito empresarial brasileiro: volume 4: falência e recuperação de empresas. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas, xxiv, 470 p. (Direito empresarial brasileiro ; 4). ISBN COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial: direito de empresa. 18. ed. São Paulo: Saraiva, p. Bibliografia Complementar: REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. 34. ed. São Paulo: Saraiva, p. ISBN REQUIÃO, Rubens; REQUIÃO, Rubens Edmundo. Curso de direito comercial. 31. ed. atual. por / Rubens Edmundo Requião. São Paulo: Saraiva, volume 2 ISBN CAMPINHO, Sérgio. Falência e recuperação de empresa: o novo regime da insolvência empresarial. 5. ed. Rio de Janeiro: Renovar, p. ISBN NEGRÃO, Ricardo. Aspectos objetivos da lei de recuperação de empresas e de falências. 3. ed. São Paulo: Saraiva, xv, 220 p ISBN FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Lei de falência e recuperação de empresas. 5. ed., rev. e ampl. São Paulo, SP: Atlas, xvi, 384 p. ISBN SEMESTRE DIREITO DAS RELAÇÕES DE CONSUMO Ementa: Evolução das Relações de Consumo A evolução e fundamentos do direito do Consumidor; Direito do Consumidor no Brasil

120 Art. 4 do CDC e suas implicações Aspectos Constitucionais do Direito do Consumidor Conceito jurídico de Relações Negociais de Consumo. Produto e Serviço Direitos básicos do consumidor Princípios da vulnerabilidade; princípio do dever do Estado; da saúde e segurança; da transparência; do interesse econômico; da boa-fé; da dignidade; Ementa: Práticas Abusivas Conceito; Oferta, Publicidade; Formas de oferta; não cumprimento da oferta: Consequências; princípios aplicados. Inversão do ônus da prova Publicidade enganosa: conceito; por omissão; por comissão. Publicidade abusiva Responsabilidade do patrocinador e a repetição em dobro. Ementa: Proteção Contratual Ações coletivas, medidas cautelares Conceitos de SPC E Serasa; procedimentos, prazos; negativação indevida; indenização; Contrato de adesão; Multa, juros e correção monetária no CDC Força executiva, cláusula abusiva, contrato de consórcio, contrato de financiamento Interesses difuso, coletivo e individual homogêneo Introdução; formas de Contratos; princípios aplicados; interpretação contratual; Ementa: Responsabilidade Civil pelo Vício do Produto ou Serviço Conceito e distinção de defeito e de vício Conceito; Consequência do RECALL; Responsabilidade; Prazos; Desconsideração da Personalidade Jurídica Excludentes de responsabilidade; Responsabilidade solidária; Responsabilidade exclusiva do comerciante; Responsabilidade pelo fato do produto; Responsabilidade pelo fato do serviço. Responsabilidade pelo vício Garantia Legal, contratual, garantia estendida, contagem de prazo, correntes doutrinária, prazo prescricional, prazo decadencial Qualidade: Prazo de reparo do produto; Dilação do prazo; Formas de reparação do vício Regras de responsabilidade no CDC. Responsabilidade Objetiva e Subjetiva Bibliografia Básica: CORRÊA, Luís Fernando Nigro; CORRÊA, Osíris Leite. Código de defesa do consumidor: aspectos relevantes. Belo Horizonte: Del Rey, p ISBN MARQUES, Cláudia Lima. Contratos no código de defesa do consumidor: o novo regime das relações contratuais. 6. ed., rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. (Biblioteca de direito do consumidor ; 1) ISBN CAVALIERI FILHO, Sergio. Programa de direito do consumidor. São Paulo: Atlas, p. ISBN

121 Bibliografia Complementar: BENJAMIN, Antonio Herman V; MARQUES, Claudia Lima; BESSA, Leonardo Roscoe. Manual de direito do consumidor. 3. ed., rev. atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. ISBN SAMPAIO, Aurisvaldo Melo. Contratos de plano de saúde: regime jurídico; proteção do sujeito mais fraco das relações de consumo. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. (Biblioteca de Direito do Consumidor ; 40) ISBN OLIVEIRA, James Eduardo C. M BRASIL. Código de defesa do consumidor: anotado e comentado : doutrina e jurisprudência. 4. ed. São Paulo: Atlas, xi, 566 p. ISBN DIREITO POLÍTICO E ELEITORAL Ementa: Direitos Eleitorais Art. 14 da CF; Cidadania Direitos Políticos Perda e Suspensão dos Direitos Políticos Sufrágio e suas espécies Ementa: Fundamentos do Direito Eleitoral Conceito e Fontes do Direito Eleitoral. Conceito e espécies de Democracia História do Direito Eleitoral Instrumentos de participação direta da sociedade Referendo. Plebiscito e iniciativa popular Ementa: Justiça Eleitoral Juiz Eleitoral e Juntas Eleitorais Justiça Eleitoral Organização e Competência Tribunal Superior Eleitoral. Tribunal Regional Eleitoral Ementa: Sistemas Eleitorais Condições de Elegibilidades e Desincompatibilização. Breves Considerações sobre a Lei nº 9.096/95 Da criação e do Registro dos Partidos Políticos. Breves Considerações sobre a Lei nº 9.504/97 Inelegibilidades. Conceito e Classificação Sistemas Eleitorais. Majoritário e Proporcional Bibliografia Básica: BRASIL. CODIGO. Codigo eleitoral brasileiro: texto consolidado e anotado: lei organica dos partidos politicos: legislacao complementar alteradora correlata. 10. ed. Sao Paulo: EDIPRO, p

122 LENZA, Pedro; CERQUEIRA, Thales Tacito; CERQUEIRA, Camila Albuquerque (Coord.). Direito eleitoral esquematizado. 2. ed. Sao Paulo: Saraiva, p COSTA, Adriano Soares da; BRASIL. Instituições de direito eleitoral: Teoria da Inelegibilidade - Direito Processual Eleitoral. 9. ed., rev., ampl. e atual. Atualizada de acordo com a LC nº 135. Belo Horinzonte: Fórum, p. ISBN Bibliografia Complementar: Lucon, Paulo Henrique dos Santos; Vigliar, José Marcelon Menezes Código eleitoral interpretado: normas eleitorais complementares (Constituição...), 3ª edição Local: Grupo GEN São Paulo ZÍLIO, Rodrigo. Direito eleitoral: noções preliminares,elegibilidade e inelegibilidade,processo eleitoral(da convenção a diplomação),ações eleitorais. Porto Alegre: Verbo Juridico, p VADE Mecum RT. 8. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. ZÍLIO, Rodrigo. Direito eleitoral: noções preliminares,elegibilidade e inelegibilidade,processo eleitoral(da convenção a diplomação),ações eleitorais. Porto Alegre: Verbo Juridico, DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL Ementa: Benefícios da Seguridade Social Auxílio Doença. Salário-Família. Salário maternidade. Pensão por morte. Auxílio acidente. Auxílio reclusão. Benefícios previstos em leis esparsas Filiação, Inscrição, Dependentes, Manutenção e Perda da Qualidade de Segurado. Beneficiários - segurados e dependentes dos segurados. Período de Carência; Salário Benefício. Renda mensal do benefício. Reajustamento do valor do benefício. Espécies de benefícios. Aposentadoria por idade; Aposentadoria por tempo de contribuição; Aposentadoria por invalidez. Aposentadoria Especial Serviços da previdência social; Reconhecimento de filiação. Justificação administrativa. Pagamento de benefício. Restituição de benefícios indevidos Ementa: Custeio da Seguridade Social Compensação e Restituição. Prescrição e Decadência. Crimes contra a seguridade social Fontes de custeio, Natureza jurídica da contribuição previdenciária e Obrigação previdenciária. Segurados e Contribuintes da Previdência. Isenções de Contribuições. Salário de Contribuição. Arrecadação e Reconhecimento das contribuições sociais Segurados (empregado, empregado doméstico, contribuinte individual, trabalhador avulso, segurado especial, segurado facultativo). Empregador Doméstico, Empresa e equiparados, outros Empregadores. Contribuições (segurado, obrigatório e facultativo, contribuinte individual, empresas, cooperativas, empregador rural, segurado especial, empregador doméstico, clubes de futebol, PIS/PASEP, COFINS, CSLL, concurso de prognósticos, CPMF, outras receitas) Ementa: Introdução ao Direito Previdenciário

123 Benefícios atrelados ao salário de contribuição. Preservação do valor real dos benefícios. Previdência complementar facultativa, custeada por contribuição adicional Conceito de Previdência Social e Direito Previdenciário. Finalidade da Previdência Social. Seguridade Social na Constituição de 1988 Legislação aplicável no Direito Previdenciário. Histórico do Direito Previdenciário. Princípios da Seguridade Social e do Direito Previdenciário. Princípios da Seguridade Social e da Previdência Social Universidade de participação nos planos previdenciários, mediante contribuição. Valor da renda mensal dos benefícios, substitutos do salário-de-contribuição ou do rendimento do trabalho, não inferior do salário mínimo Ementa: Regimes de Previdência Regime da Previdência Oficial Complementar Regime Geral Previdência Social Regimes da Previdência Privada Regimes Próprios - União, Estados, Distrito Federal e Municípios Bibliografia Básica: PAIXAO, Floriceno. Os beneficios em dinheiro da previdencia social em perguntar e respostas. Porto Alegre: Síntese, p ASSOCIACAO NACIONAL DOS SERVIDORES DA PREVIDENCIA E DA SEGURIDADE SOCIAL-ANASPS. Codigo de defesa do consumidor: lei n , de 11 de setembro de Estatuto do idoso: lei n , de 1. de outubro de Lei Maria da Penha: lei n , de 7 de agosto de Brasilia: ANASPS p MARTINEZ, Wlademir Novais. Comentarios a lei basica da previdencia social, t.1: plano de custeio lei n / ed. Sao Paulo: LTR, p (Biblioteca Basica) Bibliografia Complementar: MARTINEZ, Wlademir Novais. Comentarios a lei basica da previdencia social, t.2: plano de beneficios - lei n / ed. Sao Paulo: LTR, p (Biblioteca Basica) TOME, Fabiana Del Padre. Contribuicoes para a seguridade social: a luz da constituicao federal. Curitiba: Juruá, p SILVA, José Afonso Da. Curso de direito constitucional positivo. 31. ed. rev e atua. São Paulo Malheiros p DIREITO INTERNACIONAL Ementa: Direito Internacional Privado Conflitos de leis Elementos de conexão Estatuto do Estrangeiro Homologação de sentença estrangéria Introdução ao Direito Internacional Privado

124 Ementa: Sistema de controle internacional dos Direito Humanos Corte Internacional de Justiça Corte Penal Internacional Sistema Europeu de Direitos Humanos e seu funcionamento Sistema Interamericano de Direitos Humanos e seu funcionamento Ementa: Sociedade Internacional Introdução e fontes Jurisdição e Imunidades Personalidade e sujeitos Responsabilidade internacional Ementa: Tratados internacionais Estrutura, classificação dos tratados internacionais Hierarquia dos tratados Processo de formação dos tratados: negociação e assinatura Processo de formação dos tratados: ratificação, adesão e denúncia Bibliografia Básica: REZEK, José Francisco. Direito internacional público: curso elementar. 11. ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, xxii, 415 p. ISBN AMORIM, Edgar Carlos. Direito internacional privado. 9. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, xx, 332p ISBN ACCIOLY, Hidelbrando; SILVA, G. E. Do Nascimento E; CASELLA, Paulo Borba. Manual de direito internacional publico: de acordo com o parecer da Corte Internacional de Justica sobre a independencia do Kosovo, de 22 de julho de ed. Sao Paulo Saraiva p SILVA, Geraldo Eulálio do Nascimento e; ACCIOLY, Hildebrando. Manual de direito internacional público. 15. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, xxvi, 566 p ISBN (enc.). Bibliografia Complementar: LESSA, Antônio Carlos Teoria das Relações Internacionais - 1ª edição Local: Editora Saraiva São Paulo 02/2009 MELLO, Celso A. Direito constitucional internacional: uma introducao. 2. ed. rev. Rio de Janeiro: Renovar, p BASSO, Maristela. Curso de direito internacional privado. 2. ed. Sao Paulo: Atlas, p TRINDADE, Otavio Augusto Drummond Cancado. O mercosul no direito brasileiro: incorporacao de normas e seguranca juridica. Belo Horizonte: Del Rey, p

125 GOMES, Fabio Luiz (Coord.). Direito internacional: perpectivas contemporaneas. Sao Paulo: Saraiva, p RESPONSABILIDADE CIVIL Ementa: Responsabilidade Civil Extracontratual Objetiva A Responsabilidade Civil no Novo Código Civil Brasileiro Evolução Doutrinária; Teoria do Risco; Modalidades de Risco Evolução histórica da responsabilidade civil Responsabilidade pelo Fato das Coisas. Ementa: Responsabilidade Civil Extracontratual Subjetiva Conduta Culposa Dano Espécies de Culpa Nexo de causalidade Ementa: Responsabilidade da Administração Pública Responsabilidade do Estado no Direito Civil Brasileiro: Parte I Responsabilidade do Estado no Direito Civil Brasileiro: Parte II Ementa: Teoria Geral da Responsabilidade Civil Função e Espécies de Responsabilidade Civil. Posicionamento da Responsabilidade Civil na Teoria Geral do Direito Brasileiro Bibliografia Básica: VENOSA, Sílvio de Salvo Direito Civil - Vol. IV - Responsabilidade Civil, 16ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 GAGLIANO, Pablo Stolze Novo curso de direito civil, volume 3 : responsabilidade civil, 13ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 12/2014 Débora Veneral (Org.), Paulo Henrique Franco Ayres, Marcos da Cunha e Souza e Cleber Florencio Silva RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL AMBIENTAL ASPECTOS PROCESSUAIS AMBIENTAL E LICENCIAMENTO AMBIENTAL Local: IBPEX 238 Bibliografia Complementar: VENOSA, Sílvio de Salvo Direito Civil - Vol. IV - Responsabilidade Civil, 16ª edição Local: Grupo GEN Rio de Janeiro 03/2016 GAGLIANO, Pablo Stolze Novo curso de direito civil, volume 3 : responsabilidade civil, 13ª edição. Local: Editora Saraiva São Paulo 12/2014 Débora Veneral (Org.), Paulo Henrique Franco Ayres, Marcos da Cunha e Souza e Cleber Florencio Silva RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL AMBIENTAL ASPECTOS PROCESSUAIS AMBIENTAL E LICENCIAMENTO AMBIENTAL Local: IBPEX 238

126 BRASIL. LEIS. Codigo civil: lei n , de , acompanhada de legislacao complementar, sumulas e indices sistematico e alfabetico-remissivo do codigo civil, cronologicos da legislacao e alfabetico da legislacao complementar, da lei de introducao e das sumulas. 55. ed. São Paulo: Saraiva, p (Legislacao Brasileira). OPTATIVAS BIODIREITO Ementa: Biodireito: Introdução Ética. Bioética: Evolução do termo; Princípios da bioética; Posturas liberal e Conservadora. Biodireito. Noção geral; O titular da dignidade: Nascituro e embrião. Os direitos humanos e o biodireito Análise e discussão de casos práticos. Ementa: Clonagem humana e Reprodução Assistida Clonagem reprodutiva e terapêutica. Ética, bioética e dignidade da pessoa humana e Clonagem humana. Direitos da personalidade. Tratamento constitucional da clonagem humana. Legislação aplicável à clonagem humana. Histórico. Mudança de tratamento na filiação. Presunções na reprodução assistida. Perícias. Paternidade e maternidade na reprodução assistida. Reprodução à revelia das partes. Laqueadura e vasectomia. Ementa: Experiência com seres humanos e Alimentos transgênicos Experiência com seres humanos: Conceituação. Riscos e benefícios. Anencefalia: Generalidades. Conceito. Caracterização. Aspectos jurídicos Celulas Tronco embrionárias: Aspectos gerais. Conceituação. Legislação aplicável. Discussão ética. Regulamentação internacional. A proteção dos transgênicos. Análise atual da biotecnologia alimentar. Risco do produto transgênicos. Ementa: Transfusão de sangue, Transplante de tecidos, órgãos e partes do corpo e Mudança de Sexo Transfusão de Sangue: Generalidades. Conflito de direitos fundamentais quando da recusa. Posicionamentos do Tribunais. Transplante: Conceito. Gratuidade. Consentimento. Momento da extração de tecidos, Órgão ou partes do corpo em caso de morte. Doador e receptor. Listas de doação. Limitação à doação. Cobertura de planos de sapude para o transplante. Legislação pertinente Sexualidade e gênero: Generalidades. Conceito. Transexualidade feminina e masculina. O casamento do transexual.

127 Bibliografia Básica: DINIZ, Maria Helena. O estado atual do biodireito. 9. ed. rev., aum. e atual. São Paulo: Saraiva, p. ISBN MALUF, Adriana Caldas do Rego Freitas Dabus. Curso de bioética e biodireito. 2. ed. São Paulo: Atlas, p. ISBN NOVOS desafios do biodireito : organização e coordenação Adriana Caldas do Rego Freitas Dabus Maluf, Alfredo Domingues Barbosa Migliore, ana Elizabeth Lapa Wanderley cavalcanti. Jorge Shiguemitsu Fujita. São Paulo, SP: LTR, p ISBN SA, Maria de Fatima Freire de; SÁ, Maria De Fátima Freire De; NAVES, Bruno Torquato De Oliveira. Manual de biodireito. 3. ed. Belo Horizonte: Del Rey, p. ISBN BARBOZA, Heloisa Helena; BARRETTO, Vicente de Paulo. Temas de biodireito e bioética. Rio de Janeiro: Renovar, p (Temas renovar) ISBN X. Bibliografia Complementar: VIEIRA, Tereza Rodrogues. Bioética e direito. São Paulo: Jurídica Brasileira, p. ISBN FORTES, Paulo Antônio de Carvalho. Ética e saúde: questões éticas, deontológicas e legais, tomada de decisões, autonomia e direitos do paciente, estudo de caso. São Paulo: E.P.U., p. ISBN GAMA, Guilherme Calmon Nogueira da. A nova filiação: o biodireito e as relações parentais: o estabelecimento da parentalidade-filiação e os efeitos jurídicos da reprodução assistida heteróloga. Rio de Janeiro: Renovar, p. ISBN FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Pesquisa em saúde: ética, bioética e legislação. 2. ed. rev., atual e ampl. Goiânia, GO: AB, xiii, 152p. (Coleção Curso de enfermagem) ISBN (broch.). MOREIRA FILHO, José Roberto. Ser ou não ser: os direitos sucessórios do embrião humano.. Belo Horizonte: New Hampton Press, p. ISBN LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Ementa: Aspectos gramaticais da Libras Adjetivos Classificadores Estruturas sintáticas da Libras Flexão de aspecto Flexão de número e grau Flexão de pessoa Pronomes interrogativos Pronomes pessoais e possessivos

128 Recursos narrativos da Libras Verbos "manuais" Verbos com concordância Verbos sem concordância Ementa: Aspectos linguísticos e culturais da Libras Diferenças culturais na interação em Libras Alfabeto manual da Libras Apresentação pessoal em Libras Configurações de mão, movimento, localização e orientação da(s) mão(s) Cumprimentos em Libras Derivações na Libras Desmitificando algumas crenças sobre a Libras Expressões faciais afetivas e gramaticais Formação de sinais compostos Incorporações na Libras Manifestações artísticas e culturais Variedades linguísticas da Libras Ementa: Fundamentos históricos e conceituais da educação de surdos A educação de surdos na Antiguidade A educação de surdos na Idade Média A educação de surdos na Idade Moderna até os dias atuais A Libras como símbolo de identidade Abordagem de ensino bilíngue Abordagem de ensino oralista Aparelho de Amplificação Sonora Individual e Implante Coclear Concepções sócio-antropológica e patológica da surdez Diferentes identidades surdas Graus de perdas auditivas O conceito de identidade Tipos de perdas auditivas Ementa: O surdo na escola A escrita de alunos surdos Atendimento educacional especializado Código de ética do intérprete Diferença entre tradutor e intérprete de Libras Escolas ou classes bilíngues para alunos surdos Estratégias didáticas de ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos Fundamentação legal do ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos Inclusão do aluno surdo na sala regular com ou sem a presença de intérprete de Libras O ensino de Libras como primeira língua O ensino de Libras como segunda língua

129 O intérprete educacional de Libras O profissional docente de Libras. Bibliografia Básica: ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi et al. Atividades ilustradas em sinais da LIBRAS. Rio de Janeiro: Revinter, QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, PIMENTA, Nelson; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de LIBRAS. Rio de Janeiro: LSB Vídeo, Bibliografia Complementar: COUTINHO, Denise. LIBRAS: língua brasileira de sinais e língua portuguesa. João Pessoa: Arpoador, CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Enciclopédia da língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, FERNANDES, Eulalia (Org.). Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, SILVA, Angela Carrancho da; NEMBRI, Armando Guimaraes. Ouvindo o silêncio. Porto Alegre: Mediação, MEDICINA FORENSE Ementa: Identidade Jurídica Documentos periciais Identificação Judiciária Papel da autoridade solicitante Papel do IML Ementa: Introdução a Medicina Legal Conceito e elementos da Perícia Legal História da Medicina Forense Importância da Medicina Forense para o Direito Provas Delitivas Ementa: Peritos e Perícias A emissão de documentos A importância dos peritos. Papel dos Peritos Laudo pericial Perícia e local de crime Ementa: Traumatologia Estudo da decomposição do organismo. Asfixias Mecânicas. Sexologia Forense

130 Gravidez, Parto e Puerpério. Aborto. Infanticídio Infortunística Traumatologia. Químicas, Físicas e Mecânicas Bibliografia Básica: ROMERO, Jose Odir. Roteiro de medicina legal. Sao Jose dos Campos: UNIVAP, p FRANÇA, Genival Veloso De. Medicina legal. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p ISBN GOMES, Hélio. Medicina legal. 33. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, p MARANHAO, Odon Ramos. Curso basico de medicina legal. 8. ed. rev. e amp. Sao Paulo: Malheiros 2002, 2004, p Bibliografia Complementar: AZEVEDO, Jose Barros. Medicina legal, v.2. Bauru: Colunadas [197-]. 83 p PENNA, Joao Bosco. Lesoes corporais: caracterizacao clinica e medico legal. Sao Paulo: LED, p CROCE, Delton; CROCE JUNIOR, Delton. Manual de medicina legal. Sao Paulo: Saraiva, p Bibliografia básica O acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por disciplina, está disponível na proporção média de um exemplar para vagas anuais autorizadas, de cada uma das disciplinas, de todos os cursos que efetivamente utilizarão o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. Bibliografia complementar O acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, cinco títulos por unidade curricular, com 2 (dois) exemplares de cada título ou com acesso virtual Conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental O reconhecimento do papel transformador da temática Educação Ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto regional, nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias são evidenciadas na prática social atual. A Universidade de Cuiabá entende que o termo Educação Ambiental é empregado para especificar um tipo de educação, um elemento estruturante em constante desenvolvimento, demarcando um campo político de valores e práticas, mobilizando a comunidade acadêmica, comprometida com as práticas pedagógicas transformadoras, capaz de promover a cidadania ambiental.

131 Neste contexto, no curso de Direito há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Os componentes curriculares que abordam a temática Educação Ambiental durante o período de integralização do curso são: o Estudo Dirigido e a disciplina de Direito Ambiental. A Universidade de Cuiabá concebeu como política institucional o Programa Kroton Verde a instituição precisa criar uma política que contemple o tema) aonde são desenvolvidas ações junto à comunidade acadêmica da Instituição, com os seguintes objetivos: desenvolver a compreensão integrada do meio ambiente para fomentar novas práticas sociais e de produção e consumo; garantir a democratização e acesso às informações referentes à área socioambiental; estimular a mobilização social e política e o fortalecimento da consciência crítica; incentivar a participação individual e coletiva na preservação do equilíbrio do meio ambiente; estimular a cooperação entre as diversas regiões do País, em diferentes formas de arranjos territoriais, visando à construção de uma sociedade ambientalmente justa e sustentável, e também fortalecer a cidadania, a autodeterminação dos povos e a solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos.

132 3.6.4 Conteúdos pertinentes às políticas de educação em direitos humanos O núcleo fundante dos direitos humanos é o direito à vida. Sem ela, não existe pessoa humana e, consequentemente, seriam inúteis a existência dos demais direitos. Assim, ninguém tem o direito de tirar a vida de outrem, ao contrário, é imprescindível que ela seja preservada em todos os momentos, por todos. Características dos Direitos Humanos 1 - Naturais Dizem respeito à dignidade da natureza humana, existem antes de qualquer lei e não precisam estar nela especificado para sua efetivação. 2 - Universais Estão acima das fronteiras geopolíticas. Referem-se à pessoa humana na sua universalidade, sem qualquer distinção de etnia, nacionalidade, sexo, classe social, nível de instrução, religião, opinião política, orientação sexual, ou de qualquer tipo de julgamento moral. Abrange os direitos da cidadania. 3 - Históricos Mudam ao longo do tempo num mesmo país e são reconhecidos de forma diferente em países distintos. 4 - Indivisíveis e interdependentes Não podem ser fracionados; nem considerados cumpridos, se separados. No Brasil, todos esses direitos nos foram garantidos na Constituição Federal de 1988 que, além dos já reconhecidos (direito de votar e ser votado para representantes do legislativo e Executivo) ampliou bastante os direitos da cidadania, o que só ocorreu pela organização do povo que se fez presente em sua elaboração. O poder constituinte, o governo ou parlamento definem as prioridades, os deveres e os direitos dos cidadãos em razão da idade, estado civil, condição de sanidade física e mental, estar ou não em dívida com a Justiça, entre outras coisas. Assim, do ponto de vista legal, o conteúdo dos direitos dos cidadãos ou a ideias de cidadania podem ser modificados (por exemplo, o Código Penal ou o Código Civil e estabelecer novos deveres ou direitos) e, embora decorrente de valores universais, não são universais, por isso existem cidadãos brasileiros, cidadãos norte-americanos, cidadãos argentinos, cidadãos italianos e assim por diante Conteúdos pertinentes às políticas de educação das relações étnico-raciais e ao ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena A temática da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena está inclusa na disciplina HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE e em outras atividades curriculares do curso (Estudos Dirigidos), conforme Modelo Acadêmico. A Universidade de Cuiabá entende que esta temática nos sistemas de ensino significa o reconhecimento da importância da questão do combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação da sociedade em redução às desigualdades. A Lei (BRASIL, 2008) e a Resolução CNE/CP n.1 (BRASIL, 2004), que concedem a mesma orientação quanto à temática indígena, não são apenas instrumentos de orientação para o combate à discriminação, são inclusive leis afirmativas, no sentido de que reconhece a escola

133 como lugar da formação de cidadãos e afirmam a relevância desta em promover a necessidade de valorização das matrizes culturais que fizeram do Brasil um país rico e múltiplo. Cabe esclarecer que o termo raça é utilizado com frequência nas relações sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira. Contudo, o termo foi modificado pelo Movimento Negro que, em várias situações, o utiliza com um sentido político e de valorização do legado deixado pelos africanos. É importante esclarecer que o emprego do termo étnico, na expressão étnico-racial, serve para marcar que essas relações tensas devido às diferenças na cor da pele e traços fisionômicos o são também devido à raiz cultural plantada na ancestralidade africana, que difere em visão de mundo, valores e princípios das de origem indígena, europeia e asiática. Assim sendo, a educação das relações étnicoraciais impõe aprendizagens entre brancos, negros e índios, trocas de conhecimentos, quebra de desconfianças e a criação de um projeto conjunto para construção de uma sociedade justa, igual, equânime ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O estágio curricular supervisionado oportuniza ao discente a realização de atividades práticas em situações reais de trabalho, enquanto componente da formação profissional, seja pelo desenvolvimento da competência técnica ou pelo compromisso político-social frente à sociedade. Por ser um componente fundamental na formação profissional e na cidadania dos alunos, tem como objetivos: proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade socioeconômica-política do país; promover a realização de experiências de ensino e aprendizagem visando à formação profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades, bem como no exercício do pensamento reflexivo e criativo. No curso de Direito, os estágios estão devidamente institucionalizados e normatizados pelo Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado, aprovado pela Resolução nº 40/2015. Carga horária Quanto ao aspecto CARGA HORÁRIA, o estágio curricular aparece na matriz do Curso de Direito como atividade obrigatória, de forma articulada e em complexidade crescente ao longo do processo de formação e absorve 10,7% da carga horária total do curso, perfazendo um total de 320 horas, estando assim em consonância com o DCN Art. 7º 1º e 2º do curso de graduação em Direito. O estágio é desenvolvido em atividades extra e intra-muros, distribuídas ao longo da matriz curricular com as seguintes denominações: Estágio Supervisionado I e II como prática simulada e Estágio Supervisionado III e IV como prática real através do núcleo de prática jurídica e através de convênios com outras entidades ou instituições e escritórios de advocacia; em serviços de assistência judiciária implantados na instituição, nos órgãos do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública ou ainda em departamentos jurídicos oficiais,

134 Existência de convênios A realização do estágio curricular da Universidade de Cuiabá também pode ser feita mediante a celebração de convênios com instituições públicas e/ou privadas, governamentais e não governamentais, filantrópicas ou com fins lucrativos, que possam prover ao discente as condições necessárias para o pleno desenvolvimento da prática de estágio, em um ambiente estimulante e formativo. Nesse sentido, a IES reconhece e dispensa atenção especial à relação entre discentes estagiários, comunidade e organizações, de forma a oportunizar um ambiente colaborativo, de forte interação interpessoal e que permita a aplicação da bagagem conceitual adquirida pelo discente em diferentes contextos da prática profissional, resgatando a premissa do modelo acadêmico sobre o saber, o fazer, o ser e o conviver. Formas de apresentação Quanto às formas de apresentação, durante o estágio o aluno pode desenvolver as seguintes atividades: observação - nesta modalidade de atividade o aluno deverá entender e compreender ações de planejamento, acompanhamento e avaliação de procedimentos práticos realizados, bem como analisar criticamente as condições em que são realizadas estas ações e a sua inserção nesse contexto; coparticipação - o discente, além dos itens citados em observação, deverá auxiliar o profissional nas ações desenvolvidas durante o estágio; e intervenção - quando o discente assume as atividades junto à comunidade. Orientação e supervisão Quanto à ORIENTAÇÃO e SUPERVISÃO do estágio supervisionado no curso de Direito, as instituições compreendem que os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem, sendo planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. O aluno será orientado e supervisionado pelos professores de estágio quando se tratar de estágio intra-muros ou extra-muros. Em alguns cenários de prática de estágio em espaços conveniados, é possível a participação de preceptores, profissionais do serviço que serão designados como orientadores ou supervisores de estagiário. Os preceptores e/ou professores de estágio possuem a responsabilidade de acompanhar as questões relacionadas à prática da profissão, bem como as questões pertinentes a comportamentos, frequência ou qualquer outro assunto que exija colaboração das partes envolvidas. Coordenação É função da coordenação de Núcleo de Prática Jurídica juntamente com a Coordenação do Curso, realizar os contatos com as instituições conveniadas, coordenar e acompanhar as atividades práticas reais e simuladas e definir os professores orientadores.

135 Avaliação A avaliação do desempenho do estagiário será realizada de forma contínua e sistemática, durante o desenvolvimento de todo o estágio, envolvendo a análise dos aspectos técnicos-científicos, sociais e humanos da profissão. São considerados na avaliação os seguintes aspectos: o grau de aproveitamento técnico-profissional, a frequência às atividades programadas, o cumprimento das atividades estabelecidas, a ética e o relacionamento pessoal, a entrega dos relatórios de estágio e demais documentos solicitados como peças, relatórios de visitas e participação em audiências. Os acadêmicos são avaliados tendo por base o programa de estágio e sua realização conforme o cronograma estabelecido e demais critérios relativos à sua dedicação, frequência e interesse, constantes dos planos de ensino dos respectivos estágios. As demais informações referentes aos critérios de avaliação estão descritas no Manual do aluno TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma oportunidade para o aluno integrar e aplicar conhecimentos adquiridos ao longo do curso, resultando em trabalhos que tenham cunho prático ou aplicado. O modelo acadêmico adotado preconiza a importância do TCC como elemento formativo, que estimula a produção intelectual dos alunos. No curso de Direito, o TCC corresponde à componente curricular obrigatório, sendo realizado individualmente, conforme estabelece a Resolução CNE/CES nº 9 de 29 de setembro de O TCC é a oportunidade para o aluno demonstrar sua capacidade de aplicar as competências adquiridas durante o seu percurso formativo de forma sistematizada, em um ambiente profissional controlado e sob orientação. Por meio do TCC, o discente poderá trabalhar temática relacionada a sua futura área de atuação, permitindo a pesquisa científica, visando a completar sua formação de qualidade e atingir o perfil desejado ao futuro egresso Objetivos O TCC tem como objetivos: - Estimular a produção intelectual dos alunos à luz de preceitos metodológicos e da interlocução com a prática profissional; - Demonstrar a capacidade do discente de aplicar competências sintetizando conhecimentos, habilidades e aspectos atitudinais adquiridos durante o seu percurso formativo.

136 Carga Horária, Estrutura e Orientação Em termos gerais, o aluno cursará o TCC I e TCC II, respectivamente, totalizando 120 (cento e vinte) horas, conforme previsto na estrutura curricular do curso e o que preconizam o regulamento e o manual específico da atividade. O Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso encontra-se anexo a este PPC e está institucionalizado pela Resolução 41/2015, e é de conhecimento da comunidade acadêmica, estando afixado em murais do curso e disponível na Biblioteca, em local acessível. A elaboração do TCC deve observar exigências metodológicas específicas e seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, no que forem a eles aplicáveis em relação aos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. As instruções referentes à estrutura e as orientações para a monografia encontram-se no Manual do aluno. Para realização do Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I), o acadêmico deve efetuar o desenvolvimento de um projeto de pesquisa intimamente ligado ao TCC II, que, por sua vez, deve cuidar do seu desenvolvimento, resultando, preferencialmente, em um trabalho que mereça publicação. Cabe ao discente escolher o tema, formular o problema, a justificativa; os objetivos gerais e específicos; elaborar a fundamentação teórica; escolher a metodologia, elaborar o cronograma de realização do trabalho e referenciar a bibliografia básica consultada Avaliação A avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso são contínuas e cumulativas, atendendo a um cronograma definido, considerando aspectos qualitativos e quantitativos, focalizando a aquisição de competências, habilidades e atitudes necessárias ao bom desempenho da prática profissional. Para ser considerado aprovado no TCC I e no TCC II, o acadêmico deve obter nota final igual ou superior a 7.0 (sete). Durante a realização do TCC I são contempladas três atividades avaliativas, que direcionam a elaboração do projeto, que deve ser entregue como atividade final. Durante o desenvolvimento do TCC II o acadêmico dará andamento ao projeto desenvolvido no TCC I, e será avaliado por meio de quatro atividades avaliativas. As atividades de 1 (um) a 3 (três) correspondem à elaboração do TCC final e contam como peso 6 para a integralização da nota final do aluno, enquanto a atividade 4 (quatro) corresponde à defesa presencial do TCC, e conta como peso 4 para a integralização da nota final do discente. 3.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES A Resolução CNE/CES nº 9 de 29 de setembro de 2004, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para curso de Direito, em seu artigo 8º diz que:

137 Art. 8º As atividades complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. Parágrafo único. A realização de atividades complementares não se confunde com a do Estágio Supervisionado ou com a do Trabalho de Curso. No curso de Direito da Universidade de Cuiabá, as atividades complementares são componentes curriculares obrigatórios, que se efetivam por meio de experiências ou vivências intra ou extracurriculares do discente durante o período em que frequentará o curso. Elas têm como objetivos flexibilizar, diversificar e enriquecer a formação do acadêmico, ampliando suas chances de sucesso no mercado de trabalho, e estão institucionalizadas e regulamentadas. O Regulamento de Atividades Complementares do curso de Direito determina as formas de aproveitamento a serem cumpridas por meio de atividades, que podem englobar atividades de ensino, de extensão, de iniciação científica e de estudos dirigidos. De modo geral, as atividades complementares podem ser cumpridas por meio de: I. Atividades de ENSINO cumpridas mediante aproveitamento de disciplinas afins cursadas em outro(s) curso(s) da instituição, mas não previstas na matriz curricular do discente; cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições; monitoria em disciplina(s) específica(s) do curso; II. Atividades de EXTENSÃO mediante participação em seminários, palestras, cursos, jornadas, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização e similares; programas de extensão, relativos à área do curso; realização de estágios extracurriculares e execução de ações de extensão promovidas pela instituição; III. Atividades de INICIAÇÃO CIENTÍFICA por meio de participação em programas de iniciação científica; trabalhos publicados na íntegra em periódicos da área, resumos publicados em anais de eventos científicos; apresentação de trabalhos em eventos científicos; IV. Atividades de Estudos Dirigidos visando a desenvolver as capacidades de refletir, analisar, sintetizar, avaliar, argumentar, buscar novas informações e construir novos conhecimentos de maneira autônoma, aos alunos do curso Direito da Universidade de Cuiabá, estimulando a autoaprendizagem, são propostos estudos de temas que não apenas diversifiquem, flexibilizem e enriqueçam seus currículos, mas também desenvolvem as competências e habilidades que são essenciais para a empregabilidade. Quanto às formas de aproveitamento, os documentos comprobatórios das Atividades Complementares tipo I, II e III, após apreciação pelo coordenador do curso, com a sua manifestação formal quanto à sua validação, são encaminhados para a secretaria acadêmica para registro no histórico escolar do aluno e guardados pela mesma até a expedição do diploma. Já as atividades cumpridas por meio dos estudos dirigidos são aproveitadas mediante aprovação nas atividades por frequência e por nota, conforme descrito no Manual do Estudo Dirigido. Os Estudos Dirigidos (ED) foram instituídos como uma inovadora modalidade de atividades complementares obrigatórias de ensino, respaldando-se no Parecer n o 67 do

138 CNE/CES, que estabelece um Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação, e na Resolução CNE/CES n o 2/2007, que dispõe sobre a carga horária e os procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação. A proposta dos EDs é a concretização do desejo institucional de fazer da educação, em todos os níveis, um instrumento de inclusão social, comprometida com a formação de atitudes, habilidades, interesses e valores que perpassam toda a realidade social, de modo a contribuir, dessa forma, para mudanças de comportamento a partir de uma formação acadêmica interdisciplinar. A realização das atividades referentes aos Estudos Dirigidos ocorre por meio de ambiente virtual de aprendizagem que possibilita a interatividade, o acesso a materiais didáticos, a exercícios e avaliações, a fórum de discussão, à biblioteca digital, entre outros Estudos Dirigidos: Objetivos e Estrutura Os EDs apresentam-se como instrumento capaz de viabilizar as exigências de qualidade pedagógica requeridas por um processo educacional que objetiva propiciar meios para que o acadêmico possa vir a desenvolver, entre outras habilidades, a capacidade de se comunicar e interpretar de forma eficaz, de raciocinar de forma crítica e analítica e de saber conviver com as pessoas. Além disso, os estudos dirigidos objetivam incentivar a autoaprendizagem, produzir novos conhecimentos com a integração de informações acadêmicas, oportunizar uma nova forma de aprender e desenvolver a criatividade, contribuir para mudanças de comportamentos e atitudes e estimular a autonomia e o aprimoramento do pensamento crítico. Considerando-se que o desenvolvimento científico e tecnológico tem provocado mudanças nas necessidades de formação profissional, as atividades centram-se no desenvolvimento de competências e habilidades, vinculando-se a um conceito mais abrangente e estrutural da inteligência humana. Nesse sentido, essa formação, antes de valorizar o conteúdo, busca valorizar o desenvolvimento de habilidades cruciais para a atuação profissional em um mercado em constante mutação. Para nortear os estudos foi elaborada uma matriz pedagógica, definindo-se em duas etapas: Revisão de conhecimentos prévios: faz parte da matriz curricular de cada curso e, como o próprio nome diz, no ED de revisão de conhecimentos prévios, o aluno realiza atividades que permitam rever os conteúdos de Ciências Biológicas, Matemática e Língua Portuguesa, para nivelamento e oportunizar ao aluno um melhor desempenho nas disciplinas oferecidas. Formação geral (empregabilidade; políticas públicas; democracia, ética e cidadania; ciência, tecnologia e sociedade; responsabilidade social; formação de professores): tem como meta possibilitar aos alunos o desenvolvimento do raciocínio crítico e analítico a partir de temas de grande relevância social, como políticas públicas, responsabilidade socioambiental, novas tecnologias. visando a formação de cidadãos preparados de forma adequada para o mercado profissional.

139 Os estudos de formação geral privilegiarão o desenvolvimento de habilidades, utilizando-se das seguintes estratégias: I. Estudo de textos teóricos; II. Pesquisas; III. Sistematização e esquematização de informações; IV. Resolução de questões discursivas e de múltipla escolha, com abordagens de situações-problema e estudos de caso; V. Simulações e interpretação de textos, imagens, gráficos e tabelas; VI. Produção escrita; VII. Discussão em fóruns. A integralização da carga horária pelo aluno nos Estudos Dirigidos é validada mediante o cumprimento dos critérios mínimos definidos em regulamento próprio e a realização das atividades nos prazos determinados no calendário Estudos Dirigidos: Avaliação A realização das atividades no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) conta como integralização da carga horária prevista para o ED do semestre. A nota do aluno será resultante da realização da avaliação on-line. A aprovação do aluno e, consequentemente, o cômputo da carga horária relativa à atividade, estão condicionados à integralização igual ou acima de 75% da carga horária e nota igual ou acima de 6,0 (seis) na avaliação final. Em caso de reprovação, acumula-se o respectivo ED para o próximo semestre, não acarretando encargos financeiros, nem implicando em retenção. O detalhamento das atividades e avaliações encontrar-se-ão descritos no manual de estudos dirigidos APOIO AO DISCENTE O atendimento aos discentes é fundamental para qualquer instituição de Ensino Superior, visto que o processo pedagógico só realiza seus objetivos quando contempla as necessidades dos alunos. Neste sentido, a Universidade de Cuaibá ordenou diversas formas integradas de apoio aos discentes, buscando contemplar com qualidade os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares (não computadas como atividades complementares) e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios Apoio extraclasse O curso de Direito da Universidade de Cuiabá oferece aos seus acadêmicos o apoio extraclasse no que diz respeito à sua vida acadêmica e à sua aprendizagem, este apoio é desenvolvido na modalidade presencial e na modalidade virtual:

140 Portal do aluno - por meio dele é possível oferecer o apoio extraclasse aos alunos, informando-os sobre o curso, disciplinas, biblioteca, materiais didático-pedagógicos e demais informações sobre a sua vida acadêmica. Ambiente Virtual de Aprendizagem - constituído de conteúdo web, avaliação/exercícios on-line, portfólio e sistema de mensagens, os quais têm os seguintes objetivos: I. Conteúdo web: enriquecem os conteúdos trabalhados em sala de aula por meio de conteúdos complementares à disciplina, que poderão conter hipertextos, vídeos e links para sites de interesse; II. Avaliação/exercícios on-line: contribui para a fixação e verificação da aprendizagem dos conteúdos por meio da resolução de problemas de forma contínua, além de auxiliar na complementação da avaliação presencial; III. Portfólio: se caracteriza como um espaço para a postagem de trabalhos acadêmicos desenvolvidos, solicitados pelos docentes, dentro dos objetivos e critérios estabelecidos e com prazo determinado conforme calendário; IV. Sistema de mensagens: espaço que possibilita a comunicação para troca de informações como avisos, comunicados e orientações entre alunos, professores e coordenador do curso. Serviço de atendimento ao aluno - virtual é o atendimento disponibilizado aos alunos que permite a realização de chamadas para esclarecimento de dúvidas sobre os produtos e serviços oferecidos presencialmente, além de acolhimento de reclamações, sugestões e solicitações diversas. Portanto, além do atendimento presencial, o aluno conta com o atendimento virtual por meio de: I. Chat, sendo uma forma de atendimento que o aluno poderá acessar, por meio do site da instituição, de qualquer lugar do mundo, e ter respostas on-line de forma rápida e segura; II. Fale conosco, em que o aluno poderá acessar o site e encaminhar uma mensagem de . Essa demanda é encaminhada para a equipe de atendimento, que irá registrar as solicitações e respondê-las no prazo máximo 48h. Coordenação do curso - o coordenador do curso na Universidade de Cuaibá, conforme prevê o Regimento Geral, tem como atribuições da gestão do curso: manter o clima organizacional e motivacional do corpo docente e corpo discente do curso; ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos evadidos; controlar e minimizar índices de evasão do curso; apreciar todos os requerimentos formulados pelos alunos; estimular a participação dos alunos na avaliação institucional; promover ações de autoavaliação do curso; entre outras. Assim, os alunos dispõem de acesso ao coordenador do curso para atendimento presencial e individual sempre que tiver necessidade, mediante agendamento prévio. Serviço de atendimento ao aluno - é a estrutura de boas-vindas aos discentes na instituição. O setor representa o ponto único de atendimento ao aluno, seja qual for o serviço solicitado. São atribuições do serviço de atendimento ao aluno: realizar o pronto atendimento às demandas presenciais dos alunos; facilitar a comunicação com os alunos provendo informações, documentos; facilitar e solucionar as negociações financeiras; minimizar índices de evasão; representar a ouvidoria da instituição; atender e encaminhar os alunos com dificuldades acadêmicas aos serviços de apoio psicopedagógico; atender às solicitações e entrega de documentos acadêmicos e financeiros; coordenar e realizar o processo de matrícula; gerar os serviços solicitados pelos discentes, como: revisão de provas; segunda via de boletos etc.; promover

141 negociação financeira com alunos inadimplentes; atendimento de retenção; efetuar atendimento Programa Universidade para Todos) ProUni, Promuni, Financiamento Estudantil (FIES) e outros créditos; e entregar documentos, tais como: declarações, históricos, certificados e diplomas. Sala integrada de coordenadores e professores - tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores; serve de ponto de atendimento aos alunos, que necessitam contato com professores e coordenadores, e para executar os seguintes processos da faculdade: operacionalizar o Processo Seletivo na unidade, como a organização de salas que serão utilizadas, convocação de fiscais e garantir a segurança das provas; confeccionar e controlar processos de alterações de faltas, abono de faltas, transferências internas e externas; cadastro do quadro de horários das aulas e dos professores; cadastro, abertura e controle de salas especiais (solicitações de alunos); cadastro de aproveitamentos de estudos aprovadas pelos coordenadores de Curso; coordenar o evento de ajuste de quadro de horários dos alunos no início de cada semestre; cadastro das datas de provas para cada disciplina dos Cursos da instituição; preparar os processos com documentação física para registro de diplomas no SRD; gerir o arquivo físico de documentos dos discentes. Setor de registro acadêmico O Setor de Registro de Diplomas e Certificados é um órgão vinculado à Reitoria da Universidade de Cuiabá UNIC, recredenciada pela Portaria n.º 316, de 15/04/2013, publicado em 17/04/2013. O setor é responsável pelo registro dos diplomas de cursos de graduação, sequencial de formação específica, de pós-graduação Stricto Sensu e certificados de pósgraduação Lato Sensu, Pronatec e de cursos complementares. O setor atua em conformidade com a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 48 1º. O processo tem como base a Portaria n.º 33 DAU/MEC, de 02/08/78, e Parecer CNE/CNS n.º 379/2004, de 08/12/04. O processo de registro é feito eletronicamente, gerando numeração sequencial em livros virtuais pelo Sistema SRD, um sistema desenvolvido pela Kroton Educacional que tem como objetivo garantir a implantação de processos que resultem em eficiência operacional, melhoria contínua, crescimento e segurança nos registros de diplomas e certificados. Tem como vantagem melhor eficiência no processo, rapidez e segurança nas informações. Todo o sistema é informatizado, permitindo acesso de qualquer lugar para um melhor acompanhamento. O principal objetivo do Setor de Registro de Diplomas e Certificados é o trabalho cartorial de dar fé pública em diplomas e certificados. As responsabilidades do Setor de Registro de Diplomas e Certificados (SRDC) são: 1. receber os processos via on-line por meio do sistema SRD;

142 2. proceder com a análise dos processos, conferindo as informações da vida acadêmica dos discentes e toda documentação que comporá o processo de diplomas e certificados; 3. efetuar o registro que obedecerá à sequência numérica gerada pelo próprio sistema; 4. imprimir os diplomas e certificados de acordo com o layout de cada unidade que compõe o Grupo Kroton em consonância aos seus atos regulatórios; 5. gerir o controle de registros e seus livros; 6. armazenar e controlar os processos de registro de diplomas de cada aluno. Ouvidoria - canal de comunicação entre as comunidades interna e externa e a Instituição, é disponibilizado para atender, registrar e responder as demandas dos solicitantes, referente aos serviços prestados pela IES, e que incluem sugestões, críticas, elogios, denúncias ou reclamações, que são contabilizados com vistas a produzir subsídios para as ações de aprimoramento permanente da Instituição. Cabe à Ouvidoria garantir o acesso direto a todos os membros da comunidade interna e externa para as seguintes categorias de serviços: I. reclamações fundamentadas; II. sugestões para mudanças de processos acadêmico-administrativos; III. denúncias de natureza acadêmico-administrativa; IV. agradecimentos e elogios pelos serviços prestados pelos órgãos/setores da instituição. Neste contexto, a Ouvidoria terá, prioritariamente, atendimento eletrônico, com o objetivo de facilitar e agilizar o processo de comunicação, devendo o seu endereço eletrônico ser amplamente divulgado na IES. A Ouvidoria terá até três dias úteis para responder aos contatos recebidos pelo canal eletrônico e qualquer prazo que exceda a esse limite deverá ser comunicado ao solicitante. Para garantir a melhoria e qualidade dos serviços prestados na instituição, a Ouvidoria deverá expedir relatórios semestrais com informação de quantidade e tipo de reclamações, denúncias, elogios, críticas ou sugestões, para integrar o relatório anual da CPA e o plano de ação decorrente do processo de avaliação institucional Apoio psicopedagógico O apoio psicopedagógico é disponibilizado para alunos com dificuldades de aprendizagem e visa a fortalecê-los, de modo que eles possam melhorar o desempenho acadêmico. O acompanhamento enfatiza a superação e/ou minimização dos problemas emocionais que se refletem no processo ensino-aprendizagem, por meio de uma proposta metodológica de acompanhamento sistemático, a ser desenvolvido de forma articulada com todos os setores da instituição.

143 Os casos identificados pelos professores, de distúrbios de comportamento do aluno, dificuldades de relacionamento interpessoal, dificuldade de aprendizagem ou assimilação de determinadas disciplinas, falta de concentração, depressão e outros, deverão ser levados para o Coordenador do Curso, que encaminhará ao Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), que poderá realizar o encaminhamento do aluno para profissionais qualificados, quando necessário. Durante o processo de interferência psicopedagógica, realizado por profissionais qualificados, poderá ser feito contato com a família, professores e coordenadores, que são de extrema importância, pois exercem um papel incentivador na valorização do aluno como pessoa ativa no processo de ensino, colaborando para o desenvolvimento da sua autoestima e liberdade. Cabe ressaltar que essas pessoas somente são envolvidas com a permissão e participação do próprio aluno. Assim, são realizados encaminhamentos para profissionais das diversas áreas, tais como: psicopedagogos, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, médicos, dentre outros, capacitados em prestar a melhor orientação na busca de superação das dificuldades do aluno. Após diagnóstico e orientação realizada por estes profissionais, o NAID reúne-se com a Coordenação do Curso, para elaboração de medidas a serem adotadas, com o objetivo de garantir educação inclusiva, igualdade de oportunidades, resguardando-se as diferenças e concebendo o aluno como sujeito de seu processo de aprendizagem e de construção Atendimento educacional especializado O Atendimento Educacional Especializado (AEE) ao público-alvo da educação especial é realizado pelo Núcleo de Educação Especial Inclusiva (NUEEI), que tem por base os seguintes princípios: I. Garantia dos direitos dos alunos caracterizados como público-alvo da educação especial, de acordo com as especificidades, oportunizando acesso e permanência desses alunos no Ensino Superior; II. Desenvolvimento de seu papel de responsabilidade social como instituição de Ensino Superior, respeitando a diversidade, garantindo educação justa e igualitária. Caracterizam-se como público-alvo da educação especial, com direito a atendimento pelo NUEEI, os alunos com: I. Deficiência (física, visual, auditiva, intelectual e múltipla); II. Transtorno global do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett, síndrome de Asperger e psicose infantil); III. Altas habilidades/superdotação. O NUEEI é composto por profissionais da área da educação especial e conta com a participação colaborativa de outros profissionais do Nucleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos (NAID), responsável pelo atendimento local na IES. São eles:

144 I. No Ensino Presencial: um representante dos coordenadores, um representante docente, um representante do Corpo técnico-administrativo e um representante da CPA; II. Nos Polos de Apoio Presencial: coordenador do Polo, três representantes dos tutores externos e um representante da secretaria do Polo. Esses profissionais desenvolverem as seguintes ações na IES: identificam o públicoalvo da educação especial na IES; garantem o acesso e a permanência dos alunos caracterizados como público-alvo da educação especial matriculados nos cursos presenciais e a distância; adaptam materiais didáticos para os alunos caracterizados como público-alvo da educação especial; prestam assessorias às IES nas especificidades de acessibilidade física por meio do estudo da NBR9050 e legislação vigente; orientam os colegiados de curso para que propiciem ações de ensino e aprendizagem voltadas para o respeito à diversidade; orientam coordenadores, professores, tutores presenciais e à distância e demais colaboradores para o AEE, bem como para as especificidades da educação especial; pesquisam recursos tecnológicos e propostas que propiciem a inclusão do público-alvo da educação especial nos cursos de graduação, pós-graduação; acompanham a trajetória dos acadêmicos, público-alvo da educação especial, desde o ingresso até a conclusão do curso de graduação; e buscam parcerias com outras instituições específicas de atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado ofertado na IES segue o fluxograma que apresentaremos a seguir: Figura 4 Fluxograma NUEEI

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146 Atividades de nivelamento Aula Modelo Institucional Adaptativa contemplando Nivelamento

147 A Universidade de Cuiabá preocupada com a qualidade do ensino e a formação do seu alunado, implantou uma política de ação sistemática voltada para a recuperação das deficiências de formação do ingressante dos diversos cursos da instituição, instituindo a atividade de nivelamento de Português. Tal iniciativa tem como maior objetivo dar oportunidade aos alunos revisarem esses conteúdos. O nivelamento responde satisfatoriamente às expectativas dos alunos e da Instituição, pois além de serem revistos aqueles conteúdos básicos, necessários ao adequado prosseguimento de seus estudos em nível superior, favorece seu desempenho acadêmico na fase inicial do curso superior escolhido. A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação utilizada pela IES, correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processo de ensino-aprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensinoaprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. A plataforma busca a todo momento entender os pontos de fragilidade do aluno e, a partir deste mapeamento e dos objetivos da disciplina, propor estudos na e personalizar o percurso da aprendizagem Atividades extracurriculares Centro de idiomas A Universidade de Cuiabá implantou um Centro de Idiomas, que tem por finalidade despertar nos alunos da instituição o desejo pelo aprendizado de uma segunda língua por meio de um processo motivador e interativo. Diante da universalização das línguas modernas, em especial das línguas Inglesa e Espanhola, devido a fatores políticos, socioculturais e econômicos, torna-se cada vez mais evidente a necessidade do conhecimento de tais idiomas por parte de quem não os domina, não somente pela influência cultural, mas principalmente no âmbito socioeconômico. O Centro de Idiomas tem como proposta de trabalho um ensino de línguas totalmente voltado para atender às necessidades dos alunos e envolvê-los num processo de comunicação real, em que haverá a participação direta de cada um deles, sendo ofertados cursos de idiomas adequados aos contextos. Os acadêmicos da instituição representam o público-alvo dos cursos de capacitação em línguas estrangeiras e possuem desconto nas mensalidades, que inclusive apresentam um valor bastante inferior àquele praticado no mercado externo à instituição Programas de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios

148 Apoio aos centros acadêmicos - CA O curso de Direito da Universidade de Cuiabá apresentou como princípios gerais o respeito ao ser humano, entendendo-o como cidadão integrante da sociedade, portador de direitos e deveres e o respeito às diversidades de pensamento e ideologias como possibilidades de crescimento individual e social. Na filosofia institucional se incluiu, além da preparação de indivíduos para o mercado, a preocupação com a formação do indivíduo que busque reflexivamente e em ações a solução de problemas imediatos da sociedade, constituindo-se num espaço privilegiado de transformação e conservação do saber, onde se exercitará a reflexão, o debate e a crítica, tendo como proposta explícita a liberdade, a igualdade, a autonomia de direitos, a democracia, a cidadania, a humanização e a sua existência social. Nesse contexto, os acadêmicos são incentivados pelo curso de Direito, por meio da coordenação de curso a motivar os líderes de turma, eleitos a cada semestre letivo, a manterem essa atividade de forma contínua, dinâmica e renovável. Reuniões periódicas são agendadas pelo coordenador do curso com os líderes, quando são discutidas as diversas questões relacionadas ao desenvolvimento das atividades acadêmicas, esportivas, científicas e culturais do curso. Além disso, periodicamente, a direção da instituição convida os alunos representantes de todos os cursos para discutir questões institucionais de interesse da comunidade acadêmica. Intercâmbios Será interesse do curso de Direito aprimorar o ensino, propiciando aos seus discentes a possibilidade de estabelecer e desenvolver relações com IES estrangeiras, pois entende-se que o contato com culturas distintas se constitui em um importante mecanismo de desenvolvimento intelectual para os discentes. O apoio ao intercâmbio é promovido pela Universidade de Cuiabá por meio do Programa de Bolsas de Mobilidade Internacional Santander Universidades, o qual possibilita a mobilidade internacional dos seus discentes, e tem por escopo propiciar aos discentes indicados pelas faculdades conveniadas a oportunidade de acesso às culturas estrangeiras, realizando cursos em renomadas universidades integrantes do programa. Além disso, considera-se que o contato com culturas distintas e o estabelecimento de relações com IES localizadas em outros países constituirão importante instrumento de formação intelectual dos seus estudantes. Os estudos e atividades acadêmicas a serem realizadas pelos discentes contemplados junto às IES de destino são computados, para efeito de integralização curricular, como AC, obedecendo ao disposto no Regimento Geral da instituição. Qualquer eventual aproveitamento de disciplina(s) cursada(s) pelos discentes contemplados nas IES de destino, a título de equivalência e para efeito de dispensa em disciplina(s) cursada(s) ou a cursar na instituição de origem, está sujeito a análise prévia e específica pelo Colegiado do Curso, obedecendo ao disposto no Regimento Geral AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO As ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, Enade, CPC e outras), no âmbito do curso, compõem o planejamento estratégico da instituição.

149 Nesse contexto, os resultados da autoavaliação do curso de Direito procuram identificar os aspectos que dificultam e/ou facilitam a ação acadêmica do curso, assim como sugerem estratégias de intervenção para corrigir rumos, consolidar sua ação pedagógica e alcançar efetivamente maior qualidade no ensino-aprendizagem. As ações acadêmico-administrativas, resultantes das avaliações externas (avaliação de curso, Enade e CPC), no âmbito do curso, resultam da análise do relatório do Enade emitido pelo MEC. São realizadas reuniões com os docentes a fim de discutir o desempenho dos acadêmicos em cada questão de conhecimento geral e específica da prova. Os resultados do questionário socioeconômico, considerando as questões gerais e aquelas relacionadas ao CPC, são analisadas, e ações serão empreendidas em busca de melhorias. Não se trata apenas de levantar dados, elaborar questionários, aplicá-los, analisá-los, utilizando técnicas sofisticadas, produzir relatórios, publicá-los, considerando os diversos ângulos da vida acadêmica. Esses aspectos são relevantes, mas o importante é ter clareza do que deve ser feito com os resultados levantados, com todos esses dados e informações colhidas. O importante é saber de que modo o processo de autoavaliação institucional e as avaliações externas podem vir a ser um efetivo e eficiente instrumento de mudança e melhoria de todos os processos acadêmicos e de gestão do curso. A Comissão Própria de Avaliação (CPA) trabalha de forma colaborativa com os coordenadores de curso, identificando fragilidades e potencialidades, a fim de desenvolver os projetos de melhorias. Todo processo é permeado por um ciclo de ações que envolvem sensibilização, coleta, análise e socialização de dados. Após a socialização dos dados revelados por meio dos instrumentos de avaliação, como o questionário de avaliação institucional (AVALIAR), os dados de Ouvidoria e das avaliações externas, inicia-se o desenvolvimento e divulgação das melhorias TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Tecnologias da informação e comunicação representam um conjunto de recursos tecnológicos que auxiliam nos processos informacionais e comunicativos como importante ferramenta para o atendimento às mudanças educacionais para a melhoria da qualidade do ensino, do planejamento e da gestão dos processos educacionais. Neste contexto, o curso de Direito incorpora continuamente as TIC através de diversas ferramentas, entre elas podemos destacar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), o Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA), o Livro Didático Digital (LDD) e a Studiare (Plataforma de Ensino Adaptativo). O AVA é um espaço virtual que proporciona aprendizagem por meio de materiais didáticos disponibilizados para as disciplinas. Nesse espaço, o aluno tem acesso a materiais interativos como webaulas e livros digitais, participa de discussões com sua turma e realiza atividades avaliativas colaborativas. O aluno tem à sua disposição documentos relativos ao seu curso e disciplinas, tais como manuais com regras avaliativas, cronogramas de interações e também o plano de ensino da sua disciplina.

150 Desse modo, docentes e discentes participam, de forma colaborativa, por meio da construção coletiva, do processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares e pesquisas adicionais de temas correlatos. O Banco de Objetos de Aprendizagem (BOA) é um ambiente de estudo onde se encontra um amplo acervo acadêmico de alta qualidade disponibilizado em diversos formatos digitais, como livros didáticos, simuladores, infográficos, vídeos, podcasts e objetos digitais de aprendizagem. Por meio da ferramenta de busca avançada, o usuário pode pesquisar sobre assuntos específicos, área de conhecimento, palavras-chave, autor e tipo de objeto que deseja utilizar. O acesso a ele se dá pelo link que estará disponível em: < Proporcionar uma experiência de aprendizagem inovadora e imersiva é a proposta do aplicativo Saber para a oferta dos livros didáticos digitais (LDDs). Lançado em 2015, ele está disponível para download na Apple Store, Google Play e Windows Store, e pode ser adquirido gratuitamente por qualquer usuário. Nesse espaço, são oferecidos livros didáticos digitais abertos ao público em geral e conteúdo exclusivo para os alunos de suas unidades e polos de apoio presencial. Os alunos têm acesso a centenas de LDDs sobre os mais diversos assuntos e áreas do conhecimento e vivenciam a experiência da leitura ativa, o que significa ler, escutar, assistir, interagir e simular o que aprendeu a qualquer hora e lugar. Tudo isso porque os LDDs estão disponíveis para download, garantindo o acesso aos conteúdos mesmo sem internet. A plataforma Studiare é outra tecnologia da informação a ser utilizada pela IES, correspondendo à plataforma cloud que trabalha com adaptive learning, big data, data mining, analytics, blended learning e estímulos adaptativos. O seu uso objetiva propiciar ao discente conteúdos que fazem sentido para sua realidade, facilitando o processo de ensino-aprendizagem. A plataforma busca apresentar as lacunas de aprendizagem dos discentes após uma avaliação diagnóstica inicial, norteando seu processo de ensino aprendizagem de modo individualizado diante da ferramenta adaptive learning. Os recursos apresentados aos discentes que ocorrem por meio do uso da plataforma Studiare são: Projeto Desafio Nota Máxima, Nivelamento e Aula Modelo Adaptativa. As TIC, diretamente relacionadas à comunicação dentro da unidade, são bastante diversificadas, envolvendo a Kroton e o conjunto de unidades. Existem três grandes áreas na comunicação, compreendendo a comunicação interna direcionada a todos os colaboradores; a comunicação acadêmica direcionada para diretores, coordenadores acadêmicos e coordenadores de curso e a comunicação aos discentes. Na comunicação interna são veiculados informes, comunicações, s e programas com o objetivo de divulgar informações fundamentais para o funcionamento da companhia como um todo, além da difusão de boas práticas e campanhas adotadas. São encontrados nesta modalidade o Portal Informa (intranet), Boletim Informa, s institucionais e de campanhas voltadas para os colaboradores, a Revista Conexão e a TV Kroton, a ser disponibilizada via Universidade Kroton. Para a comunicação acadêmica são direcionadas informações e instruções acadêmicas para o funcionamento das unidades e dos cursos, envolvendo assuntos diretamente relacionados às competências da Diretoria Geral, Coordenação Acadêmica, Coordenação de Curso e Docentes. Os meios utilizados para esta comunicação são o Portal Espaço Acadêmico, onde são divulgados documentos, informes e orientações relacionadas à área acadêmica, como Avaliação, Documentos, Processos, ENADE entre outros. Além disto, são utilizados s informativos e transmissão via satélite de informações e entrevistas às unidades, denominado Espaço Acadêmico, permitindo

151 inclusive o envio de questionamentos sobre o tema que está sendo abordado, sendo que alguns programas são gravados e outros ocorrem ao vivo. No início de cada semestre ocorre a Semana Pedagógica em todas as unidades, utilizando reuniões com o corpo docente, coordenação e direção, sendo ainda disponibilizados programas específicos para tal fim por meio do Espaço Acadêmico, visando oferecer todas as informações necessárias, desde questões pedagógicas como também institucionais, oferecendo uma visão sistêmica da área acadêmica da IES para todos os atores envolvidos diretamente com o modelo de ensino-aprendizagem. Na comunicação direcionada aos alunos são disponibilizados o Manual do Aluno, informações, orientações, calendários, documentos, assuntos financeiros e demais questões relacionadas à vida institucional do discente via Portal do Aluno, sendo direcionados s e informes visuais em TVs quando a unidade possui este mecanismo de comunicação. A informação também ocorre via afixação de avisos em painéis em sala de aula e em corredores da unidade, na Biblioteca, em laboratórios e demais locais de convivência acadêmica. O Coordenador de Curso e os professores também auxiliam para que esta comunicação se torne mais efetiva em sala de aula. Para os alunos calouros, ocorre uma semana de preparação e recepção nas unidades, com o repasse de todas as informações importantes, bem como a informação do Manual do Aluno e o acesso ao Portal do Aluno, à plataforma Studiare, ao AVA e à Biblioteca Virtual. O KLS 2.0 foi concebido a partir de metodologias atualizadas e aderentes às TIC centradas na autoaprendizagem, possibilitando o desenvolvimento da autonomia e da disciplina. Desse modo, foi possível compor um cenário de aprendizagem contemporâneo, inovador e motivador das atividades acadêmicas de ensino, em que as interações midiáticas são incorporadas como recursos indispensáveis. Cabe destacar que, tão importante quanto a proposição destas TIC no processo de ensino-aprendizagem, é a garantia da acessibilidade e do processo de assimilação e domínio das mesmas. Para garantir acesso às TIC, o NUEEI realiza testes de acessibilidade e usabilidade com leitores de tela e orientará os setores responsáveis pelo desenvolvimento dos produtos. Além das orientações que visam às melhorias contínuas nos sites, AVAs e materiais, os alunos usuários de tecnologia assistiva são acompanhados para que as possíveis dificuldades sejam sanadas. Com base nas dificuldades apresentadas é possível, também, avaliar e adequar os produtos às necessidades desse público. Nesse sentido, destaca-se a importância do corpo docente, coordenador de curso e acadêmico, diretor e demais colaboradores no monitoramento da disponibilidade e acesso a estas tecnologias na IES PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO- APRENDIZAGEM A prática da avaliação do processo ensino aprendizagem esta intrinsecamente relacionada a uma concepção de educação e à missão a que se propõe realizar uma instituição de ensino. Para a Universidade de Cuiabá, a avaliação do processo ensinoaprendizagem assumirá os seguintes pressupostos e princípios:

152 É um processo contínuo e sistemático. A avaliação não tem um fim em si mesma, é um meio, um recurso para acompanhar o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, por isso não pode ser esporádica ou improvisada. Deve ser constante e planejada, ocorrendo ao longo de todo o processo, para reorientá-lo e aperfeiçoá-lo. É funcional: Ela funciona em estreita relação com as competências e habilidades estabelecidas pelas DCNs, atendendo ao perfil do egresso, pois é o alcance desses itens que a avaliação deve buscar. É orientadora: Ela indica os avanços e dificuldades do aluno, ajudando-o a progredir na aprendizagem, orientando-o no sentido de atingir os objetivos propostos. É integral: pois deve considerar o aluno como um ser total e integrado, analisando e julgando todas as dimensões do comportamento: os elementos cognitivos, socioafetivos e psicomotor. Diante do exposto, a Universidade Cuiabá entende que a avaliação será um processo interpretativo, baseado em aspectos qualitativos e quantitativos, que permite uma redefinição e reorientação no sentido de se alcançar os objetivos propostos. Como tal, constitui-se em um importante instrumento para orientar o processo pedagógico, de modo a fornecer informações aos alunos, aos professores e à instituição sobre a atuação dos mesmos. Desse modo, a prática da avaliação há de cumprir funções, tais como: Diagnóstico: é importante investigar os conhecimentos que o discente possui antes de se introduzir um novo assunto; Acompanhamento: para saber se as competências e habilidades propostas para o processo ensino-aprendizagem foram alcançadas; Feedback: os resultados de avaliações têm caráter de mão dupla, pois fornecem aos alunos informações sobre o seu desempenho acadêmico e ao professor dados para avaliar sua ação didática; e Promoção: a ascensão a um nível seguinte deve ser consequência do alcance das competências, habilidades e objetivos institucionais propostos, essenciais para o alcance do perfil projetado para o egresso. O processo avaliativo do rendimento acadêmico do curso de Direito é regido pelas disposições gerais fixadas pelo Regimento Geral da Universidade de Cuiabá, e os procedimentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem utilizados no curso buscam ser coerentes com as concepções teóricas, filosóficas e sociais que permearão o PPC. De modo geral, a avaliação de aprendizagem do curso é feita por disciplina e incide sobre a frequência e o rendimento escolar, mediante acompanhamento contínuo do acadêmico e dos resultados por ele obtidos nas avaliações. O processo de avaliação se traduz em um conjunto de procedimentos aplicados nas etapas formativa e somativa, objetivando, na primeira, a aferição da apreensão, pelo acadêmico, das competências e habilidades previstas no plano de ensino de cada disciplina e, na segunda, o consequente resultado. As avaliações são adaptadas em formato acessível para o público-alvo da educação especial sempre que solicitado. Dessa forma, cabe destacar a disponibilização de provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos disponibilizados, é importante salientar a ampliação de tempo para realização da avaliação para alunos com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e deficiência auditiva e a flexibilidade de correção.

153 A flexibilidade de correção visa a respeitar a condição dos acadêmicos, levando em consideração o processo de ensino e aprendizagem. Desta forma, o NUEEI orienta professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os acadêmicos no momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras para acadêmicos com surdez e ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, intelectual, transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett e síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH, etc.) NÚMERO DE VAGAS O número de vagas implantadas visa corresponder, com qualidade, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da instituição. O curso de Direito possui 720 vagas anuais autorizadas pela Portaria Ministerial de Autorização: Decreto Nº de 26 de junho Portaria Ministerial de Reconhecimento: Portaria do MEC n.º 1000, de 12 de julho de Para esse número de vagas, é disponibilizado um corpo docente composto por 66 professores e uma infraestrutura de qualidade constituída por facilitar o processo ensino aprendizagem. Todas as salas são equipadas com show e computadores, ambiente refrigerado, boa luminosidade. O curso possui laboratório de informática exclusivo para os alunos do estágio PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NO ACOMPANHAMENTO E NA AVALIAÇÃO DO PPC Os discentes participarão no acompanhamento do Projeto Pedagógico do Curso mediante as reuniões com o colegiado do curso Direito, e sendo registrada ata de todas as intervenções e solicitações pretendidas, tornando-se disseminador do conhecimento aos demais colegas. Da mesma forma em que compartilha as informações, poderá também receber demandas dos alunos e compartilhá-las em discussões em próximas reuniões. Estas reuniões também ocorrerão entre Coordenador de Curso e representantes de turmas, visando ouvir coletivamente as sugestões de todos os grupos de discentes. Além da oportunidade de tratar recortes de temas relevantes do projeto, associando-os ao momento pedagógico da turma ou curso por meio da interlocução do professor em sala de aula. Dessa forma, os professores são orientados a debater e reforçar a importância do PPC com os alunos durante o semestre letivo, inserindo o tema em suas aulas. Entende-se o PPC como um documento vivo que revela as estratégicas e organização do curso, sujeito a inserções que oportunizam a sincronia com o contexto real,

154 importante para o estabelecimento das competências tão explicitadas pelo modelo acadêmico. Nesse sentido, se faz necessário ser conhecido por todos, ao mesmo tempo em que deve merecer contribuições de atores tão importantes ao cotidiano do curso, especialmente alunos, professores e coordenador. Novas interlocuções são propostas pelos professores além da avaliação realizada pela CPA, mediante itens avaliatórios específicos que fazem referência ao PPC, mensurando seu conhecimento e solicitando sugestões para melhoria do documento e do curso.

155 4 CORPO DOCENTE E TUTORIAL 4.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE O NDE do curso de Direito foi constituído em 09/08/2010 de acordo com a Resolução CONAES N 1, de 17/06/2010, é constituído por um grupo de docentes que exercem liderança acadêmica no âmbito do curso, percebida na produção de conhecimentos, no desenvolvimento do ensino e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição. A ata de constituição do NDE está disponível e arquivada na coordenação do curso. É constituído por cinco professores do curso, a ser um deles o coordenador de curso e 100% com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu; todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo 88 % em tempo integral. Importa ressaltar que a instituição, por meio do seu Regimento Geral, assegura a estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a garantir a continuidade no processo de acompanhamento do curso. Quadro 6 - Composição do NDE NOME COMPLETO TITULAÇÃO (mestrado doutorado) ou REGIME TRABALHO (integral ou parcial) DE DATA DE INGRESSO NO NDE 1 Marco Antonio Lorga Mestre Parcial Fevereiro José Valter Ribeiro Mestre Integral Fevereiro Neuza Cavalieri Rocha Mestre Integral Fevereiro Daniela Paes M Samaniego 5 Maximillian Mayolino Leão Mestre Integral Fevereiro 2015 Mestre Parcial Fevereiro 2015 As atribuições do Núcleo Docente Estruturante são: I. Conhecer, adotar, implementar e contribuir para a consolidação, aplicação e melhoria do projeto pedagógico do curso. II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino-aprendizagem do curso. III. Incentivar e contribuir para melhoria das atividades complementares. IV. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso.

156 V. Zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares do curso. VI. Zelar pela atualização da contextualização regional do curso e sua coerência com o perfil do egresso. VII. Garantir que a estrutura do curso possibilite adicionalmente aos alunos com necessidades educacionais especiais a diversificação e a flexibilização curricular e metodológica. VIII. Assegurar estratégias de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a garantir continuidade no processo de acompanhamento do curso. O NDE do curso de Direito realiza reuniões com intervalos semestrais, conforme atas disponíveis e arquivadas na Coordenação do Curso, para acompanhamento, estabelecimento das estratégias de consolidação e para avaliação deste PPC. Para tanto, a Coordenação do Curso se reúne periodicamente com os líderes de turma e com os professores do curso para avaliar fragilidades e fortalezas das disciplinas e seus planos de ensino. O resultado destas reuniões, juntamente com o resultado da autoavaliações promovidas com a Comissão Própria de Avaliação (CPA), são discutidos com o NDE, que define estratégias de melhorias e adequações deste PPC. O coordenador do curso de Direito, juntamente com professores, realiza orientações aos alunos em sala de aula, fazendo menção a partes e temas do PPC de forma a integrá-los no contexto do documento e da organização do curso, estimulando a participação da comunidade acadêmica como um todo no conhecimento e apropriação do documento, permitindo o debate e o aperfeiçoamento, inter-relacionando essas informações com a análise detalhada dos resultados refletidos nos relatórios gerados pela CPA. A versão atualizada e impressa do PPC do curso de Direito encontra-se disponível na biblioteca da Universidade de Cuiabá, em local público e acessível. Visando atender à acessibilidade plena, poderá ser divulgado também em outras modalidades que se julgar necessárias pelo NAID após análise de corpos docente e discente. 4.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO O coordenador de curso de Direito é o Professor Antonio Alberto Schommer designado pelo diretor da instituição, sendo o responsável pelo curso gestor eficaz, crítico, reflexivo, flexível e proativo, catalisa o comprometimento com uma visão clara e forte, bem como envolve-se na busca vigorosa desta, estimulando padrões mais elevados de desempenho de todo o corpo docente e discente de seu curso. O professor Antonio Alberto Schommer busca uma atuação com qualidade considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores. Quadro 7 - Perfil do coordenador do curso

157 FORMAÇÃO ACADÊMICA (graduação) TITULAÇÃO MÁXIMA OBTIDA TEMPO DE EXERCÍCIO NA IES (Data admissão IES) de na TEMPO DE EXERCÍCIO NA FUNÇÃO DE COORDENADOR (Data da Portaria de designação para o cargo) Advogado Especialização 18 anos 01/ Gestão Do Curso Em conformidade com o previsto no regimento da IES, são funções do coordenador de curso: I. Coordenar e supervisionar as atividades dos professores do curso. II. Convocar e presidir as reuniões do colegiado de curso. III. Representar a coordenação do curso perante as autoridades e órgãos da faculdade. IV. Elaborar, em consonância com o diretor da faculdade, o planejamento estratégico do curso sob sua gestão. V. Elaborar, implementar e acompanhar o orçamento do curso. VI. Gerenciar e responsabilizar-se pela coordenação dos processos operacionais, pedagógicos e de registro do curso. VII. Propor a adoção de estratégias de avaliação e ensino adequadas à educação inclusiva. VIII. Manter o clima organizacional e motivacional dos corpos docente e discente do curso. IX. Disseminar princípios e políticas que garantam a inclusão social e assegurar condições de acesso e permanência a estudantes com deficiências; X. Gerenciar e manter a padronização do projeto pedagógico do curso em conformidade com os princípios institucionais. XI. Coordenar o planejamento, (re)elaboração e avaliação das atividades de aprendizagem do curso. XII. Buscar melhorias metodológicas de aprendizagem em sua área e implementálas em seu curso.

158 XIII. Supervisionar as atividades dos professores do curso, buscando a maximização da qualidade do trabalho dos docentes. XIV. Ser responsável pela coordenação das instalações físicas, laboratórios e equipamentos do curso. XV. Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência dos docentes e discentes. XVI. Ser responsável pela indicação da contratação e demissão de docentes do curso. XVII. Ser corresponsável pela fidelização de alunos, bem como pelo retorno de alunos evadidos. XVIII. Ser corresponsável pela divulgação do curso. XIX. Estimular a oferta e a participação em atividades complementares, eventos e cursos de extensão. XX. Ser responsável pelos estágios supervisionados e não supervisionados realizados pelos discentes, quando aplicável. XXI. Ser corresponsável pela realização das atividades complementares, quando previstas. XXII. Ser responsável pelo estímulo ao bom desempenho dos discentes nas avaliações nacionais, como Enade e outras aplicáveis pelo nível do programa e pelo desempenho otimizado do curso nas demais avaliações. XXIII. Ser corresponsável por ações que promovam a empregabilidade dos estudantes e dos egressos. XXIV. Ser corresponsável pelo reconhecimento do curso e renovação periódica desse processo por parte do MEC, quando aplicável. XXV. Estimular a participação dos alunos na avaliação institucional. XXVI. Promover ações de autoavaliação do curso. XXVII. Ser responsável pelo desenvolvimento do corpo docente para aplicação de novas metodologias e técnicas pedagógicas. XXVIII. Ser responsável pela inscrição de alunos regulares e irregulares nas avaliações nacionais, como Enade e outras aplicáveis pelo nível do programa, nos termos legais. XXIX. Coordenar o processo de seleção dos professores da área profissional (específica do curso). XXX. Pronunciar-se sobre matrícula, quando necessário, e acompanhar o estudo do processo de transferência de aluno, inclusive no que se refere à adaptação, ao aproveitamento de estudos e à dispensa de disciplina, para deliberação superior.

159 XXXI. Acompanhar o cumprimento do calendário escolar. XXXII. Dar parecer sobre representação de aluno contra professor, quando couber. XXXIII. Controlar e minimizar índices de evasão do curso. XXXIV. Apreciar todos os requerimentos formulados pelos alunos, não previstos neste Regimento Relação do coordenador com os docentes e discentes do curso A relação do Professor Antonio Alberto Schommer com os docentes e discentes do curso é avaliada por meio de questionário presente na autoavaliação e os relatórios resultantes deste processo são analisados pela CPA da instituição, ocorrendo a disponibilização subsequente à coordenação do curso, onde se pode verificar a relação estabelecida do(a) coordenador(a) Antonio Alberto Schommer com os docentes e discentes do curso de Direito da Universidade de Cuiabá Representatividade nos colegiados superiores O coordenador do curso de Direito, conforme prevê o Regimento Geral da Instituição, preside o colegiado do curso, órgão deliberativo em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar. Além disso, conforme o artigo 15 do Regimento Geral, poderá atuar como representante do Conselho Superior da Instituição, órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa em matéria de políticas e procedimentos, administrativa, disciplinar, de natureza didático-científica da faculdade. O artigo 51 do Regimento Geral prevê a participação de coordenador de curso na composição do Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos, com o objetivo de garantir o atendimento ao estudante com deficiências, limitações, superdotações e com transtorno do espectro autista, prevendo o desenvolvimento de ações voltadas para o acesso, para a permanência e para qualidade do ensino oferecidos aos estudantes a serem matriculados na instituição e aos seus colaboradores e também promover ações de difusão dos Direitos Humanos, como processo dinâmico, multidimensional, que envolva toda a comunidade acadêmica e que dissemine a necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana.

160 4.2.4 Experiência de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador O coordenador do curso, professor Antonio Alberto Schommer, possui 40 anos de magistério superior e 18 anos de gestão acadêmica, totalizando 58 anos de experiência, conforme comprovantes no currículo profissional do coordenador. O coordenador do curso é graduado em Direito com pós - graduação em Direito Civil - Direito das Relações Contratuais. Doutorando na UMSA (Universidad Del museu Argentino). Linha de pesquisa: Divisão do Estado de Mato Grosso e suas influências na integração com Mercosul. Possui 40 anos de experiência acadêmica e 25 anos de experiência profissional fora da área acadêmica. Com carga horária de 40 horas semanais, dedica-se efetivamente à gestão administrativa e pedagógica do curso, articulando-se à gestão institucional, através de implementação das políticas institucionais constantes no PPI e PDI no curso e da participação efetiva no Colegiado do Curso e no CONSEPE. Participa das reuniões sistemáticas das Coordenações e Pró-reitorias. Para executar a gestão acadêmica, o coordenador trabalha e domina a legislação e tecnologia educacional disponíveis para seu curso, compatibilizando seu desenvolvimento científico na área educacional, na gestão de processos acadêmicos e na atualização e mudança curricular Regime de trabalho do coordenador O regime de trabalho do coordenador é de tempo integral, sendo que o número de vagas anuais autorizadas para o curso de Direito são de 720 vagas, e as horas semanais dedicadas à coordenação é 40 horas, ou seja, perfazendo uma relação de 5 vagas por hora de coordenação. 4.3 CORPO DOCENTE DO CURSO Titulação O curso de Direito possui 66 docentes, conforme relação abaixo, sendo 27 com mestrado e com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, ou seja, 40% com mestrado, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais.

161 De acordo com a relação apresentada, o curso de Direito possui 04 docentes com doutorado, ou seja, 0,6%, conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais. Quadro 8 - Titulação do corpo docente do curso Titulação Nome dos docentes (apenas mestre doutor) 1 Adriana Koszuoski Mestre 2 Adriana Pontes Pereira Mestre 3 Adriano da Silva Felix Mestre 4 Catia Gohda Ruiz de Lima Mestre 5 Clarissa Bottega Mestre 6 Daniela Marques Echeverria Mestre 7 Edson Abreu Xavier Mestre 8 Enéas Corrêa de Figueiredo Junior Mestre 9 Giovane Santim Mestre 10 Gisley Souza Rondon Mestre 11 Guiomar Teodoro Borges Mestre 12 Gustavo de Faria M Teixeira Mestre 13 Iloni Fochesatto Mestre 14 Ilson Fernandes Sanches Doutor 15 Jeverson Luiz Quinteiro Mestre 16 Jorge José Noga Mestre 17 José Patrocínio de Brito Junior Mestre 18 Lilia Marcia de Souza Figueiredo Mestre 19 Marcos Henrique Machado Mestre 20 Marigilda Antonio Cuba Doutora 21 Maximiliam Mayolino Leão Mestre 22 Miriã Oliveira Ferreira Mestre 23 Nello Augusto Santos Nocchi Mestre 24 Neuza Cavalieri Rocha Mestre 25 Nilzanil Maria Soares Mestre 26 Sandra Jorge da Silva Mestre 27 Sonia Cristina de Oliveira Doutora 28 Thays Machado Mestre 29 Vladia Maria de M Soares Doutora ou Regime de trabalho do corpo docente do curso O curso de Direito possui 48% de docentes com regime de trabalho parcial e 52% de docentes com regime trabalho integral, conforme contratos de trabalho anexados às respectivas pastas individuais de cada professor.

162 4.3.3 Experiência profissional do corpo docente O curso de Direito possuirá 100% dos docentes com experiência profissional (excluídas as atividades do magistério superior) com uma média de 06 anos de experiência) conforme documentos comprobatórios a serem anexados aos respectivos currículos profissionais Experiência de magistério superior do corpo docente O curso de Direito possui 100% dos docentes com experiência de magistério superior de, pelo menos, 06 anos de experiência), conforme documentos comprobatórios anexados aos respectivos currículos profissionais Produção científica, cultural, artística ou tecnológica De acordo com os respectivos Currículos Lattes, é possível comprovar que pelo menos 20% dos docentes do curso de Direito possuem, nos últimos três anos, 04 publicações) relativas a produção científica, cultural, artística ou tecnológica, entendidas como livros, capítulos de livros, material didático institucional, artigos em periódicos especializados, textos completos em anais de eventos científicos, resumos publicados em anais de eventos internacionais, propriedade intelectual depositada ou registrada, produções culturais, artísticas, técnicas e inovações tecnológicas relevantes, publicações nacionais com e sem Qualis e regionais, considerando sua abrangência. Para a Universidade de Cuiabá, a publicação tem como principal objetivo promover a produção intelectual, de modo a exercer função essencial, na medida em que disponibiliza a divulgação dos resultados de pesquisa e promove a disseminação de conhecimentos, o que permitirá aos docentes aperfeiçoar e atingir o nível exigido pela comunidade científica. Para a publicação de artigos, os docentes do curso de Direito contam com as revistas institucionais, disponíveis no link < Os critérios para publicação estão de acordo com os padrões estabelecidos pela comunidade científica. A revista conta com equipe constituída por editores científicos, corpo editorial externo, especialistas em editoração científica e revisores. 4.4 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO O funcionamento do colegiado do curso de Direito esta regulamentado e institucionalizado conforme Regimento Geral da Universidade de Cuiabá, considerando em uma análise sistêmica e global os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamentos das decisões.

163 4.4.1 Representatividade dos segmentos De acordo com o Regimento Geral da instituição, o colegiado de curso, órgão deliberativo em matéria de natureza acadêmica operacional, administrativa e disciplinar, é constituído: I. pelo coordenador de curso; II. por três representantes dos professores; III. por um representante dos alunos, indicado por seu órgão representativo, que esteja regularmente matriculado no curso e que não tenha sido reprovado em nenhuma disciplina dentre as já cursadas Periodicidade das reuniões As reuniões do colegiado do curso de Direito serão programadas e realizadas a cada semestre letivo, sendo realizada, ordinariamente, uma vez por semestre. Reuniões extraordinárias poderão ocorrer em conformidade com o artigo 25 do Regimento Geral da Universidade de Cuiabá Registro e encaminhamento das reuniões Nas reuniões do colegiado do curso de Direito serão produzidas as atas que, após lidas e acordadas, deverão ser devidamente assinadas e arquivadas para fins de registro documental da coordenação do curso. Após a realização das reuniões com a discussão e aprovação dos pontos de pauta, os encaminhamentos serão feitos pelos respectivos responsáveis designados em cada reunião. E, de acordo com o Regimento Geral da instituição, compete ao colegiado de curso: I. Apresentar propostas relacionadas ao projeto pedagógico do curso e acompanhar sua execução. II. Coordenar os programas de ensino e as experiências pedagógicas. III. Propor alterações na regulamentação da verificação do rendimento escolar, do trancamento de matrícula, da recepção de curso, da transferência e da obtenção de novo título, para decisão do conselho superior.

164 IV. Acompanhar a execução do regime didático e o cumprimento de programas aprovados. V. Emitir resoluções, normas complementares e ordens de serviço, dentro de sua esfera de competência. VI. Propor práticas de diversificação e flexibilização curricular, ouvido o NDE, quando couber, e estabelecer parâmetros para a consolidação da aprendizagem por todos os alunos do curso, inclusive aqueles com deficiência fisiológica ou psicológica, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. VII. Analisar e aprovar, em primeira instância, alterações no projeto pedagógico do curso, propostas pelo NDE, quando couber, e encaminhar o PPC para aprovação do conselho superior. VIII. Propor e implementar a autoavaliação no âmbito do curso em complemento à avaliação institucional. IX. Deliberar sobre proposta do coordenador do curso para desligamento de discente da faculdade motivado por ato de indisciplina, contrário à lei ou que apresente risco à integridade física ou moral dos discentes, docentes e empregados da faculdade. X. Aprovar o plano acadêmico da Empresa Júnior, quando houver. XI. Exercer outras funções na sua esfera de competência, de acordo com este Regimento Componentes do colegiado do curso Em conformidade com o artigo 23 do Regimento Geral é apresentado a composição do Colegiado de Direito: Quadro 9 - Componentes do colegiado do curso Nome dos docentes REPRESENTAÇÃO 1 Antonio Alberto Schommer Coordenador de curso 2 José Valter Ribeiro Representante Docente 3 Neuza Cavalieri Rocha Representante Docente 4 Carlos Eduardo Carmona Azevedo Representante Docente 5 Daniela Paes Moreira Samaniego Representante Docente 6 Maximillian Mayolino Leão Representante Docente 7 Giovani Santin Representante Docente

165 8 Leal Tadeu de Queiroz 9 Enéas Correa de Figueiredo Junior 10 Marco Antonio Lorga 11 Silvio Soares Junior 12 Adriano da Silva Felix 13 Catia Gohda Ruiz Lima 14 Clarissa Bottega 15 José Patrocínio de Brito Junior 16 Frederico Capistrano 17 Raphael Fabrini 18 Priscilla Rodrigues de Souza Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Docente Representante Discente

166 5. INFRAESTRUTURA A Universidade de Cuiabá está locada em prédios alugados, com um total de ,00 m 2 construídos. Essas dimensões são suficientes para o bom andamento das atividades acadêmicas, como pode ser comprovado pelas descrições a seguir. e uma boa acessibilidade aos espaços: 1. Calçadas - Recuo de 2 metros da grade de limite ao terreno, com rampas de acesso às faixas para pedestres com piso de altura do meio fio de 0,010m e sinalização tátil direcional a alerta conforme Legislação Urbana Municipal e a NBR Portarias - Três portarias, sendo elas: Avenida Beira Rio, Estacionamento, e Rua Itália, com balcões de atendimento contendo 0,73m de altura e numa extensão de 1,50m. 3. Estacionamento - O número de vagas do estacionamento foi calculado de acordo a Legislação Municipal, 1 vaga para cada 20 alunos, sendo necessário no mínimo 382 vagas. A capacidade total é de 712 vagas, destas 7 vagas reservadas para PCR e 7 vagas reservadas para idosos, respeitando a proporção exigida que é de 1% para os dois casos. 4. Pátios - Os passeios levemente elevados com piso nivelado de modo a evitar o empoçamento de água da chuva, facilitando o acesso a todas as dependências da instituição. Demais áreas compostas por jardim e paralelepípedos, facilitando assim a diminuição da temperatura e a absorção da água aos sistemas de drenagem. 5. Rampas - As rampas possuem 1,50m de largura, todas com guia de balizamento, os corrimões e guarda-corpos com altura de 0,90m à 0,72m, de acordo NBR Escadas - Com corrimãos estendem-se de 0,30m de início e fim da escada, pisos sinalizados visualmente nas laterais. No início e fim de cada lance contém um piso tátil de alerta. 7. Elevadores - As cabinas permitem a utilização de cadeiras de rodas, com espelhos instalados acima dos corrimões com painéis laterais e no fundo a uma altura de 0,90m com espaço livre entre o painel e o corrimão de 0,40m. Os comandos da cabina estão entre uma altura de 1,35m e,90m, providos de indicação visual, tátil e audível, com comandos de emergência interligado a central de segurança 24horas. 8. Banheiros - Projetados e equipados com boxes acessíveis e independentes para PCR. 9. Sinalização Geral - As sinalizações táteis de alerta e direcional foram implantadas de modo a oferecer uma boa identificação dos espaços e identificação visual da instituição. 10. Salas de Aula - Identificação braille nas portas de acesso, lousas brancas contendo 1,00m de altura a partir do chão, com cadeiras para obesos e canhotos.

167 11. Corredores Padronizados com interruptores, bebedouros acessíveis a PCR e lixeiras adequadas. A Universidade de Cuiabá possui uma área de 4372,10 m² destinada às instalações administrativas. Essas instalações são compostas por diversos ambientes, conforme especifica a tabela a seguir: Tabela 2 - Infraestrutura da IES Local Quantidade de sala Metragem (m²) Setor de Atendimento ao Aluno (SAA) 226,0 Sala Integrada de Coordenadores e 1007,0 Professores (SICP) Sala de Reuniões dos Coordenadores 25,0 Sala de Estudos 30,0 Reitoria 40,13 Recepção 14,04 Atendimento 5,50 Pró-Reitorias 68,64 Sala Reuniões 1 42,50 Recursos Humanos 80,51 Sala de Entrevista 12,10 Sala Técnico Segurança do Trabalho 12,10 Arquivo Recursos Humanos 94,58 edepartamento Pessoal Coordenadoria de Pós-Graduação - 13,82 Lato Sensu Divisão de Projetos de Eventos e 69,30 Cursos Divisão de Logística, Eventos e 9,38 Merchandising Arquivo Prouni 59,15 Agência Bancária 129,10 Arquivo Geral 178,80 Divisão de Registros e Diplomas 44,46 Núcleo de Informática e Computação 327,00 Almoxarifado 18,90 Sala de Reuniões/Atendimento 22,56 Transporte e Segurança 132,4 Depósito 8,74 Depósito de Obras 5,36 Capacidade

168 5.1 GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL (TI) Os espaços de trabalho na SICP para os docentes em tempo integral buscam atender com qualidade os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. Nesses ambientes, são disponibilizados equipamentos de informática para os professores em regime de tempo integral, sendo ainda disponibilizada rede Wi-Fi para aqueles que trarão seus computadores portáteis. 5.2 ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E PARA SERVIÇOS ACADÊMICOS O espaço destinado às atividades de coordenação está localizado na Sala de Coordenações e tem por objetivo promover a integração e a convivência entre todos os professores e coordenadores, servir de ponto de atendimento aos alunos que necessitam de algum contato com coordenadores. Cada coordenador possui gabinete individual de 5 metros quadrados, contando com computador, arquivos e telefone, ar condicionado, dotadas de extintores, hidrante, alarmes contra incêndio e sinalização e iluminação de emergência, a limpeza do ambiente é realizado diariamente pelo setor de limpeza da universidade, sendo realizado periodicamente as manutenções preventivas pela equipe de manutenção da universidade. São disponibilizadas senhas para acesso a todos os sistemas, permitindo sua familiarização e uso. O coordenador conta com o apoio da equipe de educadores auxiliar as atividades acadêmicas e administrativas do dia a dia. 5.3 SALA DE PROFESSORES A convivência e a cooperação são condições importantes do cotidiano dos educadores de todos os cursos, relações estas que, na medida em que se busca a melhoria da qualidade interpessoal e intrapessoal, pode-se desenvolver e aperfeiçoar competências na perspectiva de viver juntos e, a partir da troca de experiências, terem um desempenho melhor no processo de ensino-aprendizagem. Neste processo, o que se pretende com a Sala dos Professores é resgatar e valorizar atitudes e comportamentos mais humanos e cooperativos, para que surjam inovações e atividades de aprendizagem conjuntas entre os docentes dos diversos cursos. Nesse espaço são disponibilizados equipamentos de informática e impressoras para os professores, sendo ainda disponibilizada rede wifi para aqueles que trazem seus computadores portáteis

169 A Sala dos professores da Universidade de Cuiabá possui 237,15 metros quadrados, iluminação natural e iluminação artificial através de luminárias tipo calhas com aletas refletoras e lâmpadas tubulares com luz fria, por possuir um pé direito elevado a acústica é favorecida no ambiente. O sistema de refrigeração é mecânico através de condicionadores de ar tipo Split, condições de acessibilidade plena. Todo o espaço é adequado para a segurança dos usuários, contendo saída de emergência, e todo o sistema de segurança de incêndio e pânico. A limpeza e conservação é periodicamente realizada pela equipe especializada de limpeza, realizando a conservação diária dos móveis, sanitários e espaços do docente. 5.4 SALAS DE AULA Atualmente, o curso possui 3664 discentes matriculados no curso distribuidos em 21 turmas no turno matutino e 26 turmas no turno noturno, permitindo a excelente acomodação de seus discentes em suas salas de aula. A Universidade de Cuiabá possui uma área de ,08 m² destinada às salas de aula, totalizando 252 salas, conforme tabela abaixo. As salas de aula estão equipadas com ar-condicionado split e de janela para um maior conforto térmico das salas. Possui iluminação natural e artificial com luminárias tipo calha de lâmpada fria, algumas salas já possuem forro mineral que favorece a acústica e melhora o processo de ensino e aprendizagem dentro da sala de aula. As salas de aula são limpas diariamente e estão preparadas com antecedência para o início das aulas. As mesas, quadros e carteiras são higienizadas toda semana para conservação do patrimônio. As salas de aula contam com quadro branco, tela de projeção retrátil, bancada exclusiva para docente com computador de mesa, teclado, mouse, projetor multimídia (datashow) e cadeiras. Todos os blocos possuem sistema de segurança contra incêndio e pânico. Condições de acessibilidade plena elencada no item 3.2, possui rampas de acesso e elevadores, sinalização tátil e pintura de solo nas salas de aula.

170 Salas de aula Bloco Pavimento Número da sala Descrição Código Sala Área (m²) Bloco A 0 1 Sala de Aula 1-A0 46,78 Bloco A 0 2 Sala de Aula 2-A0 94,88 Bloco A 0 3 Sala de Aula 3-A0 47,50 Bloco A 0 4 Sala de Aula 4-A0 47,33 Bloco A 0 5 Sala de Aula 5-A0 95,27 Bloco A 0 6 Sala de Aula 6-A0 47,28 Bloco A 0 8 Sala de Aula 8-A0 53,84 Bloco A 0 9 Sala de Aula 9-A0 47,23 Bloco A 0 10 Sala de Aula 10-A0 48,75 Bloco A 0 11 Sala de Aula 11-A0 47,32 Bloco A 0 12 Sala de Aula 12-A0 47,33 Bloco A 0 13 Sala de Aula 13-A0 47,58 Bloco A 0 14 Sala de Aula 14-A0 47,35 Bloco A 0 15 Sala de Aula 15-A0 47,21 Bloco A 0 16 Sala de Aula 16-A0 47,15 Bloco A 0 17 Sala de Aula 17-A0 76,41 Bloco A 0 18 Sala de Aula 18-A0 46,72 Bloco A 0 19 Sala de Aula 19-A0 71,30 Bloco A 0 20 Sala de Aula 20-A0 76,52 Bloco A 0 21 Sala de Aula 21-A0 71,68 Bloco A 1 22 Sala de Aula 22-A1 47,75 Bloco A 1 23 Sala de Aula 23-A1 47,76 Bloco A 1 24 Sala de Aula 24-A1 71,64 Bloco A 1 25 Sala de Aula 25-A1 47,37 Bloco A 1 26 Sala de Aula 26-A1 71,43 Bloco A 1 27 Sala de Aula 27-A1 47,20 Bloco A 1 29 Sala de Aula 29-A1 47,30 Bloco A 1 30 Sala de Aula 30-A1 79,18 Bloco A 1 33 Sala de Aula 33-A1 47,37 Bloco A 1 35 Sala de Aula 35-A1 47,32 Bloco A 1 37 Sala de Aula 37-A1 47,49 Bloco A 1 38 Sala de Aula 38-A1 77,04 Bloco A 1 39 Sala de Aula 39-A1 47,23 Bloco A 1 42 Sala de Aula 42-A1 62,62 Bloco A 1 43 Sala de Aula 43-A1 71,68 Bloco B 0 44 Sala de Aula 44-B0 93,60 Bloco B 0 45 Sala de Aula 45-B0 97,11 Bloco B 0 46 Sala de Aula 46-B0 97,50 Bloco B 0 47 Sala de Aula 47-B0 97,39 Bloco B 0 52 Sala de Aula 52-B0 97,44

171 Bloco B 0 53 Sala de Aula 53-B0 97,16 Bloco B 0 54 Sala de Aula 54-B0 95,03 Bloco B 0 55 Sala de Aula 55-B0 95,15 Bloco B 1 56 Sala de Aula 56-B1 97,80 Bloco B 1 57 Sala de Aula 57-B1 97,58 Bloco B 1 58 Sala de Aula 58-B1 97,70 Bloco B 1 59 Sala de Aula 59-B1 97,58 Bloco B 1 61 Sala de Aula 61-B1 105,61 Bloco B 1 62 Sala de Aula 62-B1 98,38 Bloco B 1 63 Sala de Aula 63-B1 97,36 Bloco B 1 64 Sala de Aula 64-B1 98,44 Bloco B 1 65 Sala de Aula 65-B1 98,16 Bloco B 2 66 Sala de Aula 66-B2 97,98 Bloco B 2 67 Sala de Aula 67-B2 98,35 Bloco B 2 68 Sala de Aula 68-B2 96,69 Bloco B 2 69 Sala de Aula 69-B2 96,95 Bloco B 2 71 Sala de Aula 71-B2 51,70 Bloco B 2 72 Sala de Aula 72-B2 97,58 Bloco B 2 73 Sala de Aula 73-B2 52,67 Bloco B 2 74 Sala de Aula 74-B2 97,80 Bloco B 2 75 Sala de Aula 75-B2 96,96 Bloco B 2 76 Sala de Aula 76-B2 48,38 Bloco B 2 77 Sala de Aula 77-B2 48,01 Bloco C 1 78 Sala de Aula 78-C1 52,63 Bloco C 1 93 Sala de Aula 93-C1 54,92 Bloco C 1 95 Sala de Aula 95-C1 50,73 Bloco C Sala de Aula 103-C2 47,49 Bloco C Sala de Aula 104-C2 53,17 Bloco C Sala de Aula 105-C2 48,92 Bloco C Sala de Aula 106-C2 49,00 Bloco C Sala de Aula 107-C2 48,80 Bloco C Sala de Aula 108-C2 47,49 Bloco C Sala de Aula 109-C2 50,70 Bloco C Sala de Aula 110-C2 48,72 Bloco C Sala de Aula 111-C2 81,53 Bloco C Sala de Aula 112-C2 51,15 Bloco C Sala de Aula 113-C2 82,98 Bloco C Sala de Aula 114-C2 51,22 Bloco C Sala de Aula 115-C2 79,00 Bloco D Sala de Aula 116-D0 95,46 Bloco D Sala de Aula 117-D0 95,51 Bloco D Sala de Aula 118-D0 47,63 Bloco D Sala de Aula 119-D0 101,76 Bloco D Sala de Aula 120-D0 53,30 Bloco D Sala de Aula 121-D0 96,50

172 Bloco D Sala de Aula 122-D0 47,54 Bloco D Sala de Aula 123-D0 47,37 Bloco D Sala de Aula 124-D0 47,52 Bloco D Sala de Aula 125-D0 71,37 Bloco D Sala de Aula 127-D0 47,50 Bloco D Sala de Aula 129-D0 47,38 Bloco D Sala de Aula 130-D0 35,34 Bloco D Sala de Aula 132-D0 35,61 Bloco D Sala de Aula 134-D0 47,46 Bloco D Sala de Aula 136-D0 47,09 Bloco D Sala de Aula 138-D0 63,30 Bloco D Sala de Aula 139-D0 63,65 Bloco D Sala de Aula 140-D0 63,45 Bloco D Sala de Aula 141-D0 62,81 Bloco D Sala de Aula 142-D0 63,48 Bloco D Sala de Aula 143-D0 63,78 Bloco D Sala de Aula 144-D1 65,72 Bloco D Sala de Aula 145-D1 65,73 Bloco D Sala de Aula 146-D1 65,17 Bloco D Sala de Aula 147-D1 65,50 Bloco D Sala de Aula 148-D1 65,41 Bloco D Sala de Aula 149-D1 65,20 Bloco D Sala de Aula 150-D1 96,06 Bloco D Sala de Aula 151-D1 64,18 Bloco D Sala de Aula 152-D1 47,20 Bloco D Sala de Aula 153-D1 63,36 Bloco D Sala de Aula 155-D1 63,50 Bloco D Sala de Aula 156-D1 95,59 Bloco D Sala de Aula 159-D1 47,59 Bloco D Sala de Aula 161-D1 47,17 Bloco D Sala de Aula 164-D1 95,50 Bloco D Sala de Aula 165-D1 95,66 Bloco D Sala de Aula 166-D1 95,37 Bloco D Sala de Aula 167-D1 95,38 Bloco D Sala de Aula 168-D2 95,54 Bloco D Sala de Aula 169-D2 96,13 Bloco D Sala de Aula 170-D2 100,87 Bloco D Sala de Aula 171-D2 101,39 Bloco D Sala de Aula 172-D2 48,58 Bloco D Sala de Aula 173-D2 95,77 Bloco D Sala de Aula 174-D2 57,89 Bloco D Sala de Aula 179-D2 47,45 Bloco D Sala de Aula 180-D2 47,47 Bloco D Sala de Aula 181-D2 47,32 Bloco D Sala de Aula 182-D2 46,96

173 Bloco F Sala de Aula 190-F0 47,06 Bloco F Sala de Aula 191-F0 47,05 Bloco F Sala de Aula 192-F0 47,84 Bloco F Sala de Aula 193-F0 73,99 Bloco F Sala de Aula 194-F0 47,92 Bloco F Sala de Aula 195-F0 74,30 Bloco F Sala de Aula 196-F0 47,43 Bloco F Sala de Aula 198-F0 100,90 Bloco F Sala de Aula 202-F0 70,54 Bloco F Sala de Aula 205-F0 55,85 Bloco F Sala de Aula 206-F0 54,21 Bloco F Sala de Aula 209-F0 54,22 Bloco F Sala de Aula 210-F0 62,53 Bloco F Sala de Aula 211-F0 49,15 Bloco F Sala de Aula 212-F0 62,40 Bloco F Sala de Aula 213-F0 58,75 Bloco F Sala de Aula 214-F1 95,70 Bloco F Sala de Aula 215-F1 96,18 Bloco F Sala de Aula 216-F1 95,87 Bloco F Sala de Aula 217-F1 101,63 Bloco F Sala de Aula 218-F1 95,89 Bloco F Sala de Aula 219-F1 95,58 Bloco F Sala de Aula 220-F1 101,27 Bloco F Sala de Aula 221-F1 101,33 Bloco F Sala de Aula 222-F1 101,20 Bloco F Sala de Aula 223-F1 100,94 Bloco F Sala de Aula 224-F1 96,14 Bloco F Sala de Aula 225-F1 96,14 Bloco F Sala de Aula 226-F1 101,63 Bloco F Sala de Aula 227-F1 101,74 Bloco F Sala de Aula 228-F1 46,84 Bloco F Sala de Aula 229-F1 96,00 Bloco F Sala de Aula 230-F2 63,70 Bloco F Sala de Aula 231-F2 65,62 Bloco F Sala de Aula 232-F2 63,45 Bloco F Sala de Aula 233-F2 63,86 Bloco F Sala de Aula 234-F2 63,95 Bloco F Sala de Aula 235-F2 66,73 Bloco F Sala de Aula 236-F2 59,57 Bloco F Sala de Aula 237-F2 63,88 Bloco F Sala de Aula 238-F2 63,60 Bloco F Sala de Aula 239-F2 63,69 Bloco F Sala de Aula 240-F2 65,62 Bloco F Sala de Aula 241-F2 66,92 Bloco F Sala de Aula 242-F2 55,46

174 Bloco F Sala de Aula 243-F2 65,63 Bloco F Sala de Aula 244-F2 64,67 Bloco F Sala de Aula 245-F2 63,20 Bloco F Sala de Aula 246-F2 62,28 Bloco F Sala de Aula 247-F2 67,36 Bloco F Sala de Aula 248-F2 102,14 Bloco F Sala de Aula 249-F2 65,59 Bloco F Sala de Aula 250-F2 46,87 Bloco F Sala de Aula 251-F2 65,58 Bloco F Sala de Aula 252-F2 66, ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA A IES possui 19 laboratórios com capacidade para 632 alunos, com 632 computadores de mesa, softwares,atendendo plenamente o número total de usuários, possuindo velocidade de internet via banda larga de 2 link de 50 MB cada dedicados com operadoras diferentes, refrigeração com ar-condicionado, limpeza e conservação dos espaços físicos e equipamentos. A atualização de equipamentos e softwares é feita através de trabalho conjunto entre a diretoria, coordenadores e professores da unidade, visando ofertar novas tecnologias e equipamentos modernos a seus discentes. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de Atualização de Equipamentos e Softwares. A total adequação do espaço físico com condições de acessibilidade plena nos moldes elencados no item 3.2, eliminando as barreiras arquitetônicas, pedagógicas, atitudinais, de comunicação e digital. 5.6 BIBLIOTECA O Sistema de Bibliotecas da IES, unidade de apoio ao ensino, pesquisa e extensão, é formado pelo acervo bibliográfico presencial e virtual, e conta com recursos tecnológicos, espaços físicos adequados, serviços e produtos. Com base neste novo cenário educacional, a Instituição vem buscando novas abordagens e modelos na prestação de serviços e ofertas de produtos. Na Biblioteca, buscamos caminhos inovadores e criativos para apoiar a aprendizagem a distância e presencial, e, principalmente, oferecer aos estudantes de ambas as modalidades oportunidades iguais de acesso às fontes de informação.

175 Com as novas tecnologias e ferramentas de comunicação, a Biblioteca Virtual da Instituição tem como meta ofertar produtos e serviços à comunidade acadêmica, provocando na Instituição um repensar nossas ações, bem como a maneira em que os nossos serviços serão prestados no futuro. A Biblioteca tem, como premissa para atendimento, informação ao alcance de todos. E todos, para nossa unidade, são nossos alunos, professores, colaboradores, público-alvo da educação especial e a comunidade ao entorno desta. Os serviços disponibilizados pela biblioteca compreendem: Empréstimo domiciliar; Consulta local; Reserva local e on-line; Renovação local e on-line; Serviço de referência; Serviços específicos ao deficiente visual; Serviço de comutação bibliográfica; Apoio aos alunos quanto à normalização de trabalhos acadêmicos; Visita orientada; Catalogação na fonte de Trabalhos de Conclusão de Curso; Empréstimo entre Bibliotecas (EEB). As unidades recebem ainda suporte e apoio do corporativo para possíveis adequações e ampliações de espaço para a Biblioteca Presencial, orientação para as necessidades de acessibilidade plena nos termos do item 3.2, treinamento para as formas de acesso a novos produtos e serviços disponíveis na Biblioteca Virtual. Para facilitar e motivar os alunos no acesso aos E-books, periódicos científicos, jornais e revistas, são elaborados e encaminhados aos bibliotecários tutoriais com orientações de acesso às bases de dados, com o objetivo de capacitá-los e, por consequência, a orientação a alunos e professores. Também são ofertadas capacitações específicas, para que bibliotecários e assistentes recebam treinamento para apoio aos alunos público-alvo da educação especial. O horário de funcionamento da biblioteca da Universidade de Cuiabá busca atender toda a necessidade da comunidade acadêmica, adequando-se à realidade da Unidade. Assim, a Biblioteca funciona, de segunda a sexta entre 07:00 as 22:00 horas. Aos sábados, funciona das 08:00 até às 16:00 horas Acervo O acervo da biblioteca está disponível no catálogo on-line da Instituição, possibilitando a recuperação da informação pela internet, permitindo a possibilidade de buscas por meio da consulta simples e avançada. No catálogo on-line também é possível realizar reservas e renovação de empréstimos. O processamento técnico do acervo é feito de acordo com padrões bibliográficos, adotando as regras de catalogação Anglo-Americano (AACR2) e o sistema padrão de classificação bibliográfica a Classificação Decimal Dewey (CDD). O preparo físico dos livros é feito pela aplicação da identificação patrimonial (número de tombo) e de etiquetas contendo o número de chamada na lombada do livro. O sistema de circulação é automatizado, permitindo o controle através da carteira de identidade estudantil.

176 A atualização do acervo é feita por meio de trabalho conjunto entre o Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBLI, coordenadores e professores da unidade, em função das bibliografias adotadas nos Planos de Ensino. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo à Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo Bibliográfico. Todas as aquisições da biblioteca estão documentadas por notas fiscais e/ou termos de doações (originais ou cópias autenticadas disponíveis na unidade). O acervo do Sistema de Bibliotecas é totalmente informatizado pelo sistema Pergamum, no que diz respeito ao processamento técnico, trabalhos de circulação, catalogação, reserva (na biblioteca ou on-line) e consulta e renovação pelo catálogo on-line. A Biblioteca possui o serviço de alerta que informa a disponibilidade do material reservado. As unidades ainda contam com o apoio de uma equipe de especialistas em Biblioteca no corporativo, encarregados de identificar novos conteúdos, fornecedores e melhorias no acesso à informação, sejam através de conteúdos para a Biblioteca Virtual ou presencial. A aquisição sob demanda é feita no início de cada ano letivo, mas, no decorrer deste, outras sugestões podem ser feitas pelos coordenadores, professores e alunos, sendo que as obras são adquiridas de acordo com a necessidade de atualização das áreas, respeitada a programação orçamentária para esse fim. Também são fontes de sugestões de aquisições: o serviço de atendimento ao público e empréstimo entre bibliotecas, pois esses fornecem indicações sobre materiais que são procurados pelos usuários, mas que possuem alta demanda e/ou inexistentes em uma determinada unidade. Essas sugestões são reunidas, organizadas e distribuídas conforme procedimento estabelecido, sendo que este processo constitui a base do modelo de aquisição sob demanda. A organização das sugestões contribui para que seja adquirido material necessário e de acordo com a disponibilidade de recursos financeiros. No planejamento preestabelecido para a vigência do Plano de Desenvolvimento Institucional, a Biblioteca apresenta um plano de evolução para o crescimento de acervo. Outra função da Política de Aquisição e Atualização do Acervo Bibliográfico é a formação cultural, com a aquisição de grande número de títulos e periódicos, e-books e jornais, os quais possam oferecer informações diárias com a melhor qualidade. Além disso, são disponibilizadas matérias multimídias que agregam títulos técnicos e também filmes temáticos, desde clássicos do cinema até obras contemporâneas, as quais são utilizadas em exercícios pedagógicos com os alunos. Em ambos os casos, o processo de aquisição obedece às mesmas normas adotadas para a compra de obras do modelo de aquisição sob demanda. Outro formato de aquisição previsto é a compra dos Livros-Texto por parte de nossos alunos e ofertada pela Instituição através dos serviços prestados pela Biblioteca. O Programa do Livro-Texto (PLT), em função da alta qualidade das obras aliada ao baixo custo, incentiva a leitura e promove a cultura do combate às cópias de livros. Existe ainda a Livraria Kroton, que permite a aquisição de obras indicadas na Bibliografia básica e complementar, bem como PLTs a um custo menor, sendo ofertados descontos de até 70% no preço de mercado, sendo ainda praticadas outras ofertas, como a aquisição de combos de livros a valores diferenciados a seus discentes e funcionários de todas as áreas. Tais ofertas e aquisições podem ser realizadas por meio do link

177 Os Planos de Ensino das disciplinas são o ponto de referência fundamental para tal atualização, para a bibliografia básica, complementar e periódico científico. Tabela 3 - Acervo geral da biblioteca ÁREA DO CONHECIMENTO CNPQ QTD. DE TÍTULOS QTD. DE EXEMPLARES Enciclopédias e referências Ciências Exatas e da Terra Ciências da Saúde Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas Engenharias Linguística, Letras e Artes Ciências Biológicas Ciências Agrárias Multidisciplinares TOTAL Bibliografia básica O acervo da bibliografia básica possui 5929 títulos e exemplares sendo 3 títulos por disciplina títulos por disciplina, com disponibilização na proporção média de um exemplar para 01 vagas anuais autorizadas. Todo o acervo de bibliografia básica está informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES Bibliografia complementar O acervo da bibliografia complementar possui 5t títulos por disciplina, com disponibilização de dois exemplares de cada título ou com acervo virtual Biblioteca virtual A Biblioteca Virtual é um espaço que facilita o acesso à informação científica e cultural, além de levar comodidade aos alunos e eliminar barreiras de espaço e tempo. É referencial de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, já que promove a difusão intelectual. Esta ferramenta é composta por bases de dados, e-books, periódicos de

178 acesso livre, teses, monografias, artigos e links de órgãos institucionais, Regulamento, Fale Conosco e inclusive orientações quanto a acesso às bases de dados e orientações na elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso com base na Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. O acesso ocorre por meio do link Atualmente, a Biblioteca Virtual disponibiliza a seus alunos, professores e colaboradores de forma geral, um total aproximado de títulos de periódicos científicos, nas diversas áreas de conhecimento oferecidas pela Instituição, com acesso livre e de forma remota. Desta forma, auxilia na aprendizagem, permite o acesso simultâneo de vários usuários, amplia a coleção bibliográfica do acervo de forma significativa e diária. Destacamos, ainda, que praticamente toda a bibliografia complementar dos alunos se encontra disponível na Biblioteca Virtual, ofertando a seus usuários acesso simultâneo, de forma remota através de qualquer dispositivo móvel. A bibliografia complementar que está disponível na Biblioteca Virtual é atualizada e seu acervo cresce diariamente, conforme demonstrado na tabela abaixo: Tabela 4 - E-Books Títulos de e-books Quantidade Cengage 260 Minha biblioteca Pearson TOTAL Periódicos científicos eletrônicos O acervo de periódicos da Universidade de Cuiabá está disposto de acordo com as necessidades de cada curso, possuindo um total de títulos de assinaturas correntes distribuídas nas principais áreas do conhecimento, além de assinaturas dos principais jornais estaduais e municipais, com o acervo atualizado. Tabela 5 - Periódicos eletrônicos da base EBSCO ÁREA DO CONHECIMENTO CNPQ QTD. ESTRANGEIRA QTD. NACIONAL Ciências Exatas e da Terra Ciências da Saúde Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas Engenharias Linguística, Letras e Artes Ciências Biológicas Ciências Agrárias

179 Multidisciplinares TOTAL Tabela 6 - Periódicos eletrônicos de outras bases Revista dos Tribunais Quantidade Doutrinas Jurisprudência Súmulas Legislação Revistas 27 IOB - Informação Objetiva Quantidade Legislação Procedimento Notícia IOB - Informação Objetiva - Revista Síntese Quantidade Legislação Jurisprudência Doutrina Práticas Processuais 352 Súmulas Com a finalidade de manter nossos alunos e professores atualizados em relação ao mercado de forma geral, a Instituição se preocupa em proporcionar aos mesmos os principais jornais de circulação nacional e internacional, especialmente alguns direcionados aos cursos em funcionamento na Unidade. Com acesso através da Base Press Reader, o conteúdo disponível passa por reavaliação anualmente, privilegiando as escolhas em âmbito nacional, internacional e regional. Jornais Press Reader Quantidade Jornais - Títulos estrangeiros Jornais - Títulos nacionais 29 Revistas TOTAL LABORATÓRIOS Os laboratórios da Instituição são implementados para atender todas as áreas do conhecimento ofertadas na IES, orientados pelos cursos de graduação que estão em funcionamento, com a finalidade de assegurar as premissas acadêmicas previstas nesse documento e nos respectivos roteiros de aula prática. A importância dos laboratórios na IES também está presente nas pesquisas, relacionadas aos trabalhos realizados em sala de aula, e de conclusão de curso, onde

180 os mesmos ofertam horários específicos para desenvolvimento dos trabalhos sem impactar na programação das aulas. A preocupação da IES centra-se em oferecer os melhores equipamentos, sempre em sintonia com o mercado e roteiro das aulas práticas. Os técnicos de laboratórios são treinados e capacitados a preparar, montar e desmontar as aulas práticas, assegurando que as próximas turmas encontrem os laboratórios em condições de utilização. A estrutura física respeita o previsto em relação às normas de acessibilidade plena e equipamentos de segurança, para que todos tenham acesso aos serviços oferecidos sem causar qualquer tipo de dano aos alunos, professores e colaboradores presentes neste ambiente. Os laboratórios estão preparados para atender a demanda dos alunos caracterizados como público-alvo da Educação Especial, por meio de acessibilidade atitudinal, arquitetônica, instrumental, pedagógica e nas comunicações. Desta forma, a IES dispõe de espaços adaptados com placas de sinalização, rampas de acesso, elevador adaptado e portas adaptadas de acordo com a NBR Os computadores contam com leitor de tela instalado (NVDA) e, sempre que solicitado, a IES disponibiliza profissionais para o acompanhamento dos alunos, como o intérprete da Libras e ledor transcritor. A IES possui ainda uma equipe de profissionais especialistas em laboratórios, nas diversas áreas de conhecimento, cujas atividades principais são apoiar e zelar pela atualização dos equipamentos, planos de manutenção e garantir a entrega de insumos necessários para o bom andamento das atividades. Para garantir o programa de manutenção e atualização de equipamentos, os laboratórios são inventariados anualmente. Esta equipe ainda tem como atividade pesquisar constantemente novos fornecedores no mercado, nacional e internacional, que possam contribuir para manter as práticas alinhadas às tecnologias mais modernas ofertadas em um país com proporções continentais. A IES possui um programa de capacitação, a todos os técnicos de laboratórios, com a finalidade de desenvolver competências relacionadas às práticas laboratoriais, estímulo à pesquisa, garantir a utilização dos EPIs, aprendizagem para novos equipamentos e roteiros de aula Laboratórios didáticos especializados: quantidade Os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atenderão, com qualidade, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e alunos vagas autorizadas, conforme tabela. Tabela 7- Laboratórios didáticos especializados: quantidade LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS DO CURSO EQUIPAMENTOS QUANT.

181 Laboratório de Informática Microcomputadores NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES BÁSICAS O Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e reais, inclusive com visitas orientadas e busca atender, com qualidade, às demandas do curso. A Universidade de Cuiabá conta com o Núcleo de Prática Jurídica, visando a oferecer um ensino de qualidade coadunando a teoria com a prática real dos profissionais do Direito. Tal propósito visa oferecer a visão da realidade vivida pelos profissionais do Direito, buscando atender a todas as demandas, especialmente as relacionadas à prática jurídica nos tribunais em diversas áreas. O Núcleo de Prática Jurídica estará devidamente estruturado e operacionalizado para o melhor cumprimento das atividades do estágio supervisionado e será composto: Na prática simulada 428 alunos matriculados no 7º e 8º semestre, tiveram orientação de peças nas áreas cíveis, trabalhista e penais. Na prática real 400 alunos matriculados no 9º e 10º semestre, fizeram atendimentos aos processos do unijuris, com acompanhamentos dos professores orientadores. O Núcleo de Pratica Jurídica da Faculdade de Direito possui 01 Coordenador; 16 professores orientadores de estágio em número suficiente ao número de alunos de cada turma; 05 atendentes; 11 advogados/ professor para audiências. A estrutura física do Núcleo de Prática Jurídica busca proporcionar aos discentes e assistidos a maior qualidade de atendimento, informação e estrutura. Conta com 43 computadores, 18 estações de atendimento,01sala de reunião, 02 salas para conciliação, mediação, negociação e arbitragem, 01 salas do coordenador de NPJ, telefonia, ar-condicionado, iluminação e ventilação adequados. No Núcleo ocorrem simulações da prática cotidiana nos tribunais, que buscam atender todas as áreas, como a prática civil, a criminal, a trabalhista, constitucional e tributária. O Direito, não obstante o forte apego às tradições históricas, por se tratar de ciência dinâmica e que acompanha a evolução da sociedade, está cada vez mais sintonizado com as novas tecnologias de informação e comunicação, afirmação essa comprovada pela introdução do processo eletrônico em todas as instâncias e especialidades da Justiça de nosso País. Assim, nossa instituição, visando cada vez mais modernizar suas práticas de ensino e atender às diferentes realidades sociais, sempre com foco na inovação, sustentabilidade e na empregabilidade, disponibiliza aos alunos do Curso de

182 Direito uma nova forma de cumprimento de parte do Estágio Curricular Obrigatório (7º e 8º semestres). Esse será realizado através do Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA, uma plataforma interativa e moderna, cujo objetivo é, justamente, inseri-los nessa nova realidade social. Por meio dessa importante ferramenta tecnológica, os conteúdos de prática jurídica simulada, trabalhados nos 7 e 8 semestres do Curso, são agora realizados de maneira totalmente flexível. Essa flexibilidade permitirá que você possa definir os dias e horários que se dedicará à realização das tarefas. Porém, deverá cumpri-las dentro dos prazos determinados no cronograma de atividades, adquirindo, assim, o senso de responsabilidade no seu cumprimento, qualidade indispensável à formação de um bom profissional do Direito. Através dessa nova proposta de ensino, você irá percorrer um caminho de aprendizagem composto por materiais de apoio, vídeos de abertura e encerramento de cada temática trabalhada, dentre outros, partindo sempre de um caso prático hipotético, no qual serão abordadas diversas situações profissionais cotidianas, que possibilitarão a construção do conhecimento de forma gradual, com vistas a resolver todas as situações-problemas dele derivadas. Desta forma, partindo de uma temática central, que norteará todo o processo de ensino e aprendizagem, surgirão os desdobramentos processuais que permitirão um amplo entendimento do processo judicial em suas diversas fases, de maneira integrada e multidisciplinar (sempre serão trabalhadas duas frentes por semestre 7 - Direito APRESENTAÇÃO 5 MANUAL DO ALUNO NPJ 2017/1 / 7º SEMESTRE Civil e Direito Constitucional e 8º - Direito Penal e Direito do Trabalho), desde o início até o seu fim, o que não seria possível na prática real, tendo em vista o tempo médio de duração de um processo em nosso País (muito superior a um semestre letivo) Para realizar todas essas atividades no AVA (6 por temática, totalizando 12 entregas no semestre), você contará com o apoio do tutor, profissional formado em Direito, com especialização e experiência profissional para auxiliá-lo na elaboração das atividades práticas simuladas, além de responder às dúvidas que surgirem na construção dos produtos e soluções esperadas. Além de todo o suporte tecnológico mencionado, você conta também com o apoio do Coordenador do Curso e demais estruturas físicas da unidade (Núcleo de Prática Jurídica, laboratórios de informática), complementando, assim, todos os recursos necessários ao bom cumprimento dessa importante etapa do Estágio Curricular Obrigatório do Curso de Direito. Por fim, elaboramos o presente manual de forma bastante detalhada, com as informações mais relevantes, visando dirimir eventuais dúvidas e questionamentos acerca da dinâmica e relevância dessas atividades. Apresentamos todas as informações necessárias para a realização das atividades propostas, de forma organizada, propiciando uma visão mais abrangente dessa nova proposta pedagógica. Além da prática simulada, também ocorre a prática real, especialmente nos Estágios Supervisionados III e IV, por meio dos atendimentos às demandas do público em geral que necessita de auxílio e orientação aos problemas reais que enfrentam, buscando o acesso à justiça. São realizadas visitas orientadas a locais de interesse do discente do curso de Direito relacionadas à prática jurídica e à formação do perfil profissional do futuro egresso, como Tribunais Estaduais, Tribunais Federais, Juizados Especiais Estaduais e Federais, Centros de resolução de conflitos, escritórios jurídicos, Centros de arbitragem e conciliação privados, Procons, Delegacias de Polícia e presídios, autarquias da Administração Pública, órgãos da Administração Pública e organismos internacionais. O atendimento é realizado pelos alunos que contam com a supervisão de professores, e advogados disponíveis no núcleo.

183 5.9 NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA: ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO E MEDIAÇÃO O Núcleo de Prática Jurídica possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais, e busca atender com qualidade às demandas do curso. O NPJ da Universidade de Cuiabá possui convênio com TJ MT; TRT 23º região e Secretária de Segurança Pública, onde executará as atividades de conciliação e mediação. As atividades do Núcleo de Prática Jurídica são ordenadas de forma a priorizar a mediação, conciliação e negociação entre as partes antes da propositura das demandas através da aproximação dos demandantes e esclarecimento sobre as vantagens da conciliação e outros meios para solução de conflitos. Os discentes contam, ainda, com carga horária teórica exclusiva para Conciliação, Negociação, Mediação e Arbitragem por meio da disciplina Meios Alternativos de Solução de Conflitos bem como a realização de práticas simuladas e reais de negociação, mediação, conciliação e arbitragem por meio dos estágios curriculares supervisionados. Com relação às atividades de negociação e mediação, o discente do curso de Direito da Universidade de Cuiabá participa de atividades de extensão, como mutirões e treinamento junto ao CENTRO JUDICIÁRIO DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E CIDADANIA situado no fórum da comarca de Cuiabá e Várzea Grande e executado através de convênio e por meio de carga horária prática e teórica específica certificada e ministrada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Estado de Mato Grosso e aproveitadas pelo discente para integralização da carga horária necessária. Na execução deste convênio, os discentes, através do NPJ, também participam ativamente nas audiências de mediação, conciliação e negociação, executando as competências e habilidades adquiridas teoricamente 6 REQUISITOS LEGAIS 6.1 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Direito está coerente com a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituiu as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Direito, e buscou-se atendê-la integralmente. 6.2 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA (Conforme Lei n.º , de 10/3/2008; Resolução CNE/CP n.º 01, de 17/06/2004.)

184 A temática da história e cultura afro-brasileira e indígena está inclusa na disciplina Homem, Cultura e Sociedade e em outras atividades curriculares do curso, tais como os Estudos Dirigidos. A Universidade de Cuiabá entende que essa temática nos sistemas de ensino significa o reconhecimento da importância da questão do combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação da sociedade, com foco em redução às desigualdades. A disciplina Homem, Cultura e Sociedade articula a formação humano-social por meio do estudo do homem e de suas relações sociais, integrando aspectos psicossociais, culturais, filosóficos e antropológicos. São abordados assuntos como igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos; a compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais distintos, que possuem cultura e história próprias, igualmente valiosas, e que, em conjunto constroem sua história na nação brasileira; o conhecimento e a valorização da história dos povos africanos e da cultura afro-brasileira na construção histórica e cultural brasileira; a superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no geral, pertencem, são comumente tratados; a desconstrução, por meio de questionamentos e análises críticas, objetivando eliminar conceitos, ideias, comportamentos veiculados pela ideologia do branqueamento, pelo mito da supremacia racial, que tanto mal fazem a negros, índios e brancos. Além desses, outros importantes assuntos são abordados, como: a consolidação da sociedade global e implicações ambientais, sociedade, exclusão e direitos humanos por meio do desenvolvimento de conteúdos sobre antropologia, cultura, formação do povo brasileiro, heranças indígenas, portuguesas e africanas, discriminação racial, sexual, social, de pessoas com deficiência e de gênero. A Lei nº (BRASIL, 2008) e a Resolução CNE/CP nº 1 (BRASIL, 2004) concedem a mesma orientação quanto à temática indígena, não são apenas instrumentos de orientação para o combate à discriminação, são inclusive leis afirmativas, no sentido de que reconhecem a escola como lugar da formação de cidadãos e afirmam a relevância desta em promover a necessidade de valorização das matrizes culturais que fizeram do Brasil um país rico e múltiplo. Cabe esclarecer que o termo raça é utilizado com frequência nas relações sociais brasileiras para informar como determinadas características físicas, como cor de pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade brasileira. Contudo, o termo foi modificado pelo Movimento Negro que, em várias situações, o utiliza com um sentido político e de valorização do legado deixado pelos africanos. É importante esclarecer que o emprego do termo étnico, na expressão étnico-racial, serve para marcar que essas relações tensas devido às diferenças na cor da pele e traços fisionômicos o são também devido à raiz cultural plantada na ancestralidade africana, que difere em visão de mundo, valores e princípios das de origem indígena, europeia e asiática. Assim sendo, a educação das relações étnico-raciais impõe aprendizagens entre brancos, negros e índios, trocas de conhecimentos, quebra de desconfianças e a criação de um projeto conjunto para construção de uma sociedade justa, igual, equânime.

185 6.3 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS (Conforme disposto no Parecer CNE/CP n 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP n 1, de 30/05/2012.) A Educação em Direitos Humanos (Parecer CP/CNE N 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CP/CNE N 1, de 30/05/2012), está contemplada na disciplina Homem, Cultura e Sociedade e, transversalmente, nas demais disciplinas do curso, como tema recorrente, garantindo atendimento ao requisito legal. Por meio do seu núcleo de acessibilidade local (NAID), a IES garante o atendimento dos princípios da educação em direitos : a dignidade humana, a igualdade de direitos, o reconhecimento e a valorização das diferenças e da diversidade, a democracia na educação, a transversalidade. O NAID é orientado pelo NUEEI, que propicia ao aluno, regularmente matriculado a permanência no Ensino Superior, garantindo o direito à educação inclusiva, de acordo com as especialidades, acolhendo a diversidade e garantindo educação justa e igualitária. Ao NAID cabe promover ações de difusão dos direitos humanos como processo dinâmico, que venha a envolver toda a comunidade acadêmica e que dissemine a necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana. 6.4 PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (Conforme disposto na Lei N , de 27 de dezembro de 2012) O atendimento à Lei , de 27 de dezembro de 2012, é garantido pelo Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos. O NAID, responsável pelo Atendimento Educacional Especializado, realiza o acompanhamento dos alunos caracterizados como público-alvo da educação especial, a saber: pessoas com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, desde o processo seletivo até o término do curso. Dessa forma, buscará garantir os recursos de acessibilidade necessários para a inclusão deste público. Cabe ressaltar que comporão o grupo de pessoas com transtorno global do desenvolvimento as com transtorno do espectro autista, síndrome de Rett, síndrome de Asperger e psicose infantil. O NAID é responsável por garantir que a proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista, nos termos legais, seja completamente atendida. As avaliações são adaptadas em formato acessível para o público-alvo da educação especial, sempre que solicitado. Dessa forma, cabe destacar a disponibilização de provas em fonte ampliada e compatíveis com leitores de tela. Além dos formatos disponibilizados, é importante salientar a ampliação de tempo para realização da avaliação para alunos com deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento e deficiência auditiva, e a flexibilidade de correção. A flexibilidade de correção visa respeitar a condição dos acadêmicos, levando em consideração o processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, o NUEEI orienta professores sobre a valorização quanto ao aspecto semântico e reconhecimento da singularidade linguística dos alunos com deficiência auditiva/surdez. Sempre que solicitado, são disponibilizados profissionais para acompanhar os acadêmicos no momento da realização das provas. Quais sejam: intérpretes da Libras para acadêmicos

186 com surdez e ledor/transcritor para acadêmicos com deficiência visual, intelectual, transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndrome de Rett e síndrome de Asperger) e transtornos funcionais específicos (dislexia, TDAH, etc.). Para garantir acesso nos processos acadêmicos, sempre que solicitado, o NAID designará profissional para acompanhar o estudante. 6.5 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE O quadro a seguir apresenta o corpo docente do curso de Direito, no qual pode ser verificado que todos os professores possuem formação em pós-graduação (lato sensu ou stricto sensu). Quadro 100 Titulação do corpo docente do curso lato sensu e stricto sensu NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO 1 Adriana Cardoso Sales de Oliveira Especialista 2 Adriana Koszuoski Mestre 3 Adriano Gonçalves da Silva Mestre 4 Adriana Lopes Sandin Especialista 5 Adriana Pontes Especialista 6 Alexandre França Fontes Especialista 7 Antonio Alberto Schommer Especialista 8 Abia Barbos da Fonseca Especialista 9 Adriano Feliz Mestre 10 Bruno Devesa Cintra Especialista 11 Carlos Eduardo Carmona de Azevedo Especialista 12 Catia Gohda Ruiz de Lima Mestre 13 Clarissa Bottega Mestre 14 Dejango Campos Especialista 15 Daniela Marques Echeverria Mestre 16 Daniela Paes Moreira Samaniego Mestre 17 Dauto Barbosa Castro Passare Especialista 18 Emanuela M. Echeverria Especialista 19 Emanoel Gomes Especialsita 20 Edson Abreu Xavier Especialista 21 Enéas Correa de Figueiredo Junior Especialista 22 Fabiano Cotta de Melo N da Siva Especialista 23 Fabio Arthur da Rocha Capilé Especialista 24 Fernando Augusto Gomes Especialista 25 Flavio Jose Ferreira Especialista 26 Frederico Capistrano Tomé Especialista 27 Gabriel Costa Leite Especialista 28 Giovani Santin Mestre 29 Guiomar Teodoro Borges Mestre 30 Giselda Natalia de Souza W. Rocha Especialista

187 31 Gustavo Faria Teixeira Mestre 32 Heleno Bosco Santiago de Barros Especialista 33 Heliodorio Santos Nery Especialista 34 Helio Hudson Oliviera Ramos Especialista 35 Iloni Fochesatto Mestre 36 Ilson Fernades Sanches Doutor 37 José Diego Jaudy Especialista 38 Jeverson Quinteiro Mestre 39 Jeannie Rosa Especialista 40 Jorge Henrique Franco Godoy Especialista 41 Jorge José Noga Especialista 42 José Valter Ribeiro Especialista 43 José Patrocínio Brito Junior Mestre 44 Leal Tadeu de Queiroz Especialista 45 Laila Emediana de Oliveira Allemand Especialista 46 Leopoldo de Moraes Godinho Junior Especialista 47 Lucilo Macedo Especialista 48 Luiz Jorge Schommer Neto Mestre 49 Marco Antonio Lorga Mestre 50 Maria Isabel Marconi Zago Ribeiro Especialista 51 Miron Fernandes Dias Especialista 52 Mariana Gomes de Oliveira Especialista 53 Marigilda Antonio Cuba Doutora 54 Maximilian Mayolino Leão Mestre 55 Michelle Dias Especialista 56 Matheus Cunha Especialista 57 Miriã Oliveira Ferreira Mestre 58 Naime Marcio Martins Moraes Especialista 59 Neuza Cavalieri Rocha Mestre 60 Nilzanil Soares Mestre 61 Pedro Paulo Peixoto Silva Junior Especialista 62 Raphael Fernandes Fabrini Especialista 63 Ricardo M Oliveira Especialista 64 Rodrigo Ricci Especialista 65 Sebastião Ferreira de Souza Especialista 66 Selma Cristina Gestal Paes Especialista 67 Silvio Soares da Silva Junior Especialista 68 Sonia Cristina de Oliveira Doutora 69 Stanley Marcus de Almeida e Costa Especialista 70 Thays Machado Mestre 71 Vladia Maria S. Souza Doutora 6.6 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (Conforme Resolução CONAES n 1, de 17/06/2010.)

188 O NDE do curso de Direito é constituído, de acordo com a Resolução CONAES n. 1, de 17/06/2010, por um grupo de cinco docentes, conforme descrito no item 4.1: NOME COMPLETO TITULAÇÃO (mestrado ou doutorado) REGIME DE TRABALHO (integral ou parcial) DATA DE INGRESSO NO NDE 1 Neuza Cavalieri Rocha Mestre I Fevereiro Daniela Paes Moreira Mestre I Fevereiro Maximilian M Leão Mestre P Fevereiro Marco Antonio Lorga Mestre p Fevereiro José Patrocínio de Brito Jr. Mestre P Fevereiro CARGA HORÁRIA MÍNIMA - PARA BACHARELADOS E LICENCIATURAS Conforme Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). (licenciaturas). Resolução CNE/CP n.º 1/2006 (Pedagogia). Resolução CNE/CP n.º 1/2011 (Letras). Resolução CNE/CP n.º 2, de 1 de julho de 2015 (Formação inicial em nível superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada). O curso de Direito totaliza 3700 horas e atende à carga horaria mínima em horas estabelecida na Resolução CNE/CES nº 2 de 18 de junho de 2007, conforme pode ser demonstrado no quadro abaixo: Quadro 111 Carga Horária do Curso Atividades Complementares Descrição da Carga Horária Total da Carga Horária Teórica Total da Carga Horária Prática 50 ED's 100 Outras Total da Carga Horária de TCC 60 Total da Carga Horária de Estágio 320

189 TOTAL GERAL A compatibilidade da carga horária total cumpre a determinação da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de Todas as disciplinas são organizadas e mensuradas em horas-relógio de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo. A matriz curricular do curso de Direito da Universidade de Cuiabá será concebida com um total de 3700 (três mil e setecentas) horas, em consonância com o que preconiza a Resolução CNE/CES nº 9, de 29 de setembro de 2004, que instituíram as diretrizes curriculares do curso de Direito. Como explicado no item sobre aula modelo, o parecer CNE/CES n.º 261/2006 define que a carga horária é mensurada em horas (60 minutos) de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo, e que a hora-aula é decorrente de necessidades acadêmicas das instituições de Ensino Superior. 6.8 TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO Resolução CNE/CES n.º 02/2007 (graduação, bacharelado, presencial). Resolução CNE/CES n.º 04/2009 (área de saúde, bacharelado, presencial). Resolução CNE/CP n.º 2, de 1 de julho de 2015 (Formação inicial em nível superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada). O tempo mínimo de integralização do curso de Direito é de 10 (dez) semestres e atende ao tempo de integralização proposto na Resolução e o tempo máximo de integralização será de 15 (quinze) semestres. 6.9 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA. Conforme disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei n /2000, na Lei n /2015, nos Decretos n 5.296/2004, n 6.949/2009, n 7.611/2011 e na Portaria n 3.284/2003, A instituição, em respeito e acolhimento à diversidade, concebe a educação especial na perspectiva da educação inclusiva de forma transversal, pois entende que a inclusão escolar deve perpassar todos os níveis e modalidades de ensino. Dessa forma, oferecerá aos alunos público-alvo da educação especial atendimento educacional especializado e os recursos necessários para garantir a acessibilidade, desde o ingresso até a conclusão do curso de graduação. Cabe ressaltar que a concepção de inclusão da instituição converge com a política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva e busca garantir a acessibilidade aos alunos com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.

190 A Universidade de Cuiabá apresenta condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, atendendo ao Decreto 5.296/2004 e disponibilizando rampas de acesso às áreas acadêmico-administrativas, elevadores, possui em sua infraestrutura piso tátil, placas em braile, rampas, banheiros adaptados, entre outros. O NAID garante o atendimento a todas as condições de acessibilidade arquitetônica de acordo com a NBR 9050, pedagógica e atitudinal. A quebra de barreiras atitudinais, por meio de processos de implementação de núcleos de acessibilidade, sensibilização e formação humana, converge com um dos valores da IES, ou seja, o respeito às pessoas, contribuindo para a construção da cultura institucional inclusiva DISCIPLINA DE LIBRAS (Decreto nº 5.626/2005) A Universidade de Cuiabá contempla a disciplina de Libras na estrutura curricular do curso de Direito, sendo essa uma disciplina optativa na sua estrutura curricular, atendendo ao disposto no Decreto n.º 5.626/2005 e da Lei n.º INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (Art. 32 da Portaria Normativa n.º 40, de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC n.º 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010.) As informações acadêmicas exigidas pela Portaria Normativa n.º 40, de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC n.º 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010, estão disponibilizadas na forma impressa e virtual. Estão afixadas em local visível, próximo biblioteca da instituição, reitoria e coordenação acadêmica as seguintes informações: I. Ato autorizativo expedido pelo MEC, com a data de publicação no DOU; II. Dirigentes da instituição e coordenador de curso efetivamente em exercício; III. Relação dos professores que integram o corpo docente do curso, com a respectiva formação, titulação e regime de trabalho; IV. Matriz curricular do curso; V. Resultados obtidos nas últimas avaliações realizadas pelo MEC, quando houver; VI. Valor corrente dos encargos financeiros a serem assumidos pelos alunos, incluindo mensalidades, taxas de matrícula e respectivos reajustes e todos os ônus incidentes sobre a atividade educacional. As seguintes informações estão disponibilizadas no portal da universidade e também na biblioteca:

191 I. Projeto pedagógico do curso e componentes curriculares, sua duração, requisitos e critérios de avaliação; II. Conjunto de normas que regem a vida acadêmica, incluídos o estatuto ou regimento que instruíram os pedidos de ato autorizativo junto ao MEC; III. Descrição da biblioteca quanto ao seu acervo de livros e periódicos relacionados à área do curso, política de atualização e informatização, área física disponível e formas de acesso e utilização; IV. Descrição da infraestrutura física destinada ao curso, incluindo laboratórios, equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (Lei n.º 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002.) O reconhecimento do papel transformador da temática educação ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto regional, nacional e mundial, em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais e as necessidades planetárias são evidenciados na prática social atual. A Universidade de Cuiabá entende que o termo educação ambiental é empregado para especificar um tipo de educação, um elemento estruturante em constante desenvolvimento, demarcando um campo político de valores e práticas, mobilizando a comunidade acadêmica, comprometida com as práticas pedagógicas transformadoras, capaz de promover a cidadania ambiental. Neste contexto, no curso de Direito, há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. Os componentes curriculares que abordam a temática educação ambiental durante o período de integralização do curso serão: as disciplinas direito ambiental, direito internacional, direito constitucional homem, cultura e sociedade, estudo dirigido. Além disso, a Universidade de Cuiabá concebeu como política institucional, o Programa Kroton Verde por meio do qual são desenvolvidas ações junto à comunidade acadêmica da instituição com os seguintes objetivos: desenvolver a compreensão integrada do meio ambiente para fomentar novas práticas sociais e de produção e consumo; garantir a democratização e acesso às informações referentes à área socioambiental; estimular a mobilização social e política e o fortalecimento da consciência crítica; incentivar a participação individual e coletiva na preservação do equilíbrio do meio ambiente; estimular a cooperação entre as diversas regiões do país, em diferentes formas de arranjos territoriais, visando à construção de uma sociedade ambientalmente justa e sustentável, e também fortalecer a cidadania, a autodeterminação dos povos e a solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos.

192 7. REFERENCIAIS TEÓRICOS DO PPC AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, ALBRECHT, K. Revolução dos serviços: como as empresas podem revolucionar a maneira de tratar os seus clientes. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, BOSSIDY, L.; CHARAN, R. Execução: a disciplina para atingir resultados. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

193 BELLONI, I. A educação superior na nova LDB. In: BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2005, p BLOOM, B. S. et al. Taxonomy of educational objectives. New York: David Mckay, p. (v. 1) BLOOM, B. S.; HASTINGS, J. T.; MADAUS, G. F. Handbook on formative and sommative evaluation of student learning. New York: McGraw Hill, p. BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: MEC, Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, Lei n.º 9.795, de 27/04/1999 e Decreto n.º 4.281, de 25/6/2002. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002a.. Resolução CNE/CP n.º 2/2002 (licenciaturas). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002b.. Resolução CNE/CP n.º 3, 18/12/2002). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002c.. Lei n.º , de 14 de abril de Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, Lei n.º , de 10 de março de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, Decreto n.º 5.296/2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, Decreto n.º 5.622/2005, art. 4, inciso II. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2005a.. Decreto n.º 5.626/2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2005b.. Resolução CNE/CP n.º 1/2006 (Pedagogia). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006a.. Portaria n.º 10, 28/7/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006b.. Portaria n.º 1024, 11/5/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006c.. Portaria Normativa n.º 12/2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2006d.

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