Maria de Fatima Andrade
|
|
|
- Fátima Aleixo Santiago
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Maria de Fatima Andrade
2 NARROWING THE UNCERTAINTIES ON AEROSOL AND CLIMATE CHANGE IN SAO PAULO STATE NUANCE-SPS Projeto Temático FAPESP 2008/ Neste projeto a Megacidade de São Paulo é considerada um exemplo de abordagem integrada para avaliação do impacto das mudanças climáticas na sua qualidade do ar.
3 NARROWING THE UNCERTAINTIES ON AEROSOL AND CLIMATE CHANGES IN SAO PAULO STATE NUANCE-SPS Website do projeto: Coordenação: Maria de Fatima Andrade Pesquisadores Principais: Paulo Saldiva, Eduardo Landulfo e Edmilson Dias de Freitas. Pesquisadores envolvidos e instituições: IAG: prof. Adalgiza Fornaro, prof. Edmilson Freitas, prof. Fabio Gonçalves, profa. Rita Yuri Ynoue, Profa. Maria Assunção Faus da Silva Dias IQ: profa. Perola Vasconcellos IPEN: prof. Eduardo Landulfo IGc: Profa. Marli Babinski IF: prof. Americo Kerr FMUSP: prof. Paulo Saldiva EACH-USP: profa. Regina Miranda e prof. Andrea Cavichiooli UFABC: profa. Claudia Boian Mackenzie: prof. Jairo Pedrotti UNESP: profa. Maria Lucia Antunes UTFPr: Prof. Jorge Martins, Profa. Leila Martins CETESB: Maria Lucia Guardani, Jesuino Romano, Maria Helena Martins, Maria Cristina Oliveira. Internacionais: Prof. Guy Brasseur, Dr. Pierre Herckes, Dr. Saravanan Avalaranan, Dra. Gabrielle Fisher, Dr. George Grell, Steven Peckham, Dr. Uma Shankar.
4 Continuidade do Projeto O impacto da megacidade para as emissões de GHG Ligando as emissões com as observações Descrição das fontes de GHG e de co-poluentes emitidos pela região
5 Por que as cidades passaram a ter um papel tão relevante para as emissões globais?
6 Global: mudanças climáticas I O impacto no clima Regional: Chuva ácida Ozônio Troposférico Aerossóis, gases efeito estufa Local: Poluição do Ar Efeitos à saúde Ilha de calor Pluma Pessoas Fonte: WMO
7 As cidades impactam o clima global I II E as mudanças climáticas têm efeito sobre as cidades FEEDBACK
8 Urbanized Area (km2) Population (million inhabitants) Região Metropolitana de São Paulo MASP Aumento da população -Uso do solo: urbanização -Qualidade do ar: local, regional e impactos globais Year 19 milhões de habitantes 7,2 milhões de veículos 8000 km 2 0
9 Emissões Globais x Emissões Locais Principais gases de efeito estufa efeitos globais: CO 2, CH 4, N 2 0, O 3 (estratosférico), CFC s Outros Poluentes atmosféricos efeitos Locais (possuem legislação para padrão de qualidade do ar): CO, HC, NOx, SO 2, MP, O 3 (troposférico), etc.
10
11 CO2eq (Gg/year) CO 2 eq Emissão pelo setor de transportes São Paulo State MASP
12 Vehicular Fleet (*1000) Emissão Setor de Transporte - RMSP Total de emissão de CO 2 Setor de Transporte Gg/year passengers cars commercial vehicles gasohol ethanol diesel Emissão por tipo de veículo Emissão por tipo de combustível
13 Poluentes emitidos/ formados em áreas urbanas com impacto global Aerossóis atmosféricos Sulfato Black Carbon Ozonio COV NOx O3
14 Concentração ng/m3 S Variação temporal da concentração Elementar São Paulo Pb MP2.5 Si S K Ca V Fe Ni Zn 1 Pb Linear (S) Projeto NUANCE
15 Porcentagem do MP Metais Ions BC Belo Horizonte Curitiba Porto Alegre Recife Rio de Janeiro São Paulo
16 Distribuição de Tamanho do aerossol De 10 a 660 nm.
17 Novas Medidas GHG CH4 NH3
18
19 Jaraguá IAG Pontos de medição CO2 e CH4
20 Exemplo Circulação de ventos na RMSP
21 CO2 Measurements downtown and down-wind Dados disponíveis para acesso!
22 CO2 (ppm) CH4 (ppm) Winter Season September, 2004 CO2(IAG) CO2(JARAGUA) September, 2014 CH4(IAG) CH4(JARAGUA) TIME TIME CO 2 and CH 4
23 CO2 (ppm) CH4(ppm) Spring Season October, 2014 CO2 (IAG) CO2 (JARAGUA) 2.8 October, 2014 CH4(IAG) CH4(JARAGUA) TIME TIME CO 2 and CH 4
24 Fatores de Emissão de CO 2 (g km -1, g/kg de combustível queimado) para 2011 FUEL CO 2 Veh (km Kg -1 ) g km -1 g kg -1 Light Heavy Calculado a partir de medidas em experimentos em túneis
25 Comparação entre inventário oficial e medidas em Túneis Emissão (Gg/ano) em 2011 calculado a partir das medidas em túneis CO NOx PM 10 CO 2 Gasohol/ Ethanol Diesel MOTO Total Mobile Inventário oficial Gg/year 4 x
26 Modelagem atmosférica de qualidade do ar
27
28
29
30
31
32
33
34 Síntese -São Paulo é uma importante referência pois é a maior metrópole da América do Sul. -A fonte mais importante de poluentes é a emissão veicular. - O uso em larga escala de bio-combustíveis é de interesse global. - Pretende-se a avaliação de GHG juntamente com os copoluentes (partículas e ozonio): como fazer a abordagem conjunta? -Como considerer a melhoria da qualidade do ar e a mitigação de emissão de gases GHG
35 OBRIGADA Agradecimentos
EMISSÃO DOS AEROSSÓIS VEICULARES MEDIDA NO TÚNEL JÂNIO QUADROS EM SÃO PAULO
EMISSÃO DOS AEROSSÓIS VEICULARES MEDIDA NO TÚNEL JÂNIO QUADROS EM SÃO PAULO Odón R. Sánchez-Ccoyllo 1, Rita Y. Ynoue 2, Leila D. Martins 1, Rosana Astolfo 1, Regina M. Miranda 3, Edmilson D. Freitas 1,
Meteorologia Ambiental 2017
Meteorologia Ambiental 2017 Meteorologia Ambiental Programa do curso: Introdução: composição atmosférica, tempo de residência dos compostos; poluentes atmosféricos: definição dos poluentes, estabelecimentos
NÚCLEO DE APOIO À PESQUISA EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS - INCLINE
NÚCLEO DE APOIO À PESQUISA EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS - INCLINE Tércio Ambrizzi Departamento de Ciências Atmosféricas IAG/USP Coordenador INCLINE Workshop Adaptação climática em megacidades: refletindo sobre
VOCÊ SABE QUAIS SÃO AS MAIORES FONTES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO?
MEIO AMBIENTE MUDANÇA CLIMÁTICA VOCÊ SABE QUAIS SÃO AS MAIORES FONTES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO? Comparação das Emissões Totais e por Habitante de São Paulo, em GWP (t CO2 eq)
ETANOL E AS EMISSÕES LOCAIS
ETANOL E AS EMISSÕES LOCAIS Alfred Szwarc 3 Seminário Internacional - Uso Eficiente do Etanol Campinas, SP 20/21 de setembro de 2016 Poluição do Ar Local e Regional Tema do aquecimento global colocou a
Indicadores de Qualidade do Ar
Indicadores de Qualidade do Ar Níveis de qualidade do ar determinados a partir dos valores de concentração de poluentes que são associados a atividades antropogênicas: CO, SO 2, NO x, O 3, orgânicos voláteis,
PREVISÕES DE CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES NO CICLO OPERACIONAL DO LABORATÓRIO MASTER
PREVISÕES DE CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES NO CICLO OPERACIONAL DO LABORATÓRIO MASTER Melissa Santi Itimura 1 Edmilson Dias de Freitas 2 Leila Droprinchinski Martins 3 Pedro Leite da Silva Dias 4 Saulo Ribeiro
COMBUSTÃO DEFINIÇÃO COMBUSTÍVEL - COMBURENTE - TEMPERATURA
COMBUSTÃO DEFINIÇÃO COMBUSTÍVEL - COMBURENTE - TEMPERATURA Quadro 1 - Entalpia de combustão ( H), a 25ºC, de algumas substâncias encontradas nos principais combustíveis utilizados. Componente. g/mol kj/mol
Notas de aula Ozônio troposférico
Notas de aula - 018 - Ozônio troposférico Eventos de poluição por alta concentração de ozônio estão associados principalmente com temperaturas altas e radiação solar, e ainda com ventos calmos e condições
Previsão e avaliação de impactes no Ar
Previsão e avaliação de impactes no Ar Poluição atmosférica É a presença um ou mais poluentes no ar ambiente atmosfera em quantidades e duração que possam ser nocivos para humanos, plantas ou vida animal,
Mudanças as Ambientais Globais PROPRIEDADE REGISTRADA
Mudanças as Ambientais Globais PROPRIEDADE REGISTRADA O que é a Camada de Ozônio? A camada de Ozônio É uma camada formada pelo composto O 3 (gás s ozônio) na partes altas da atmosfera. Após s sua formação
INFLUÊNCIA DA POLUIÇÃO VEICULAR NA SAÚDE HUMANA
IBAMA MMA INFLUÊNCIA DA POLUIÇÃO VEICULAR NA SAÚDE HUMANA CETESB HOMERO CARVALHO MOVIMENTO NOSSA SÃO PAULO ATO PÚBLICO PELA MELHORIA DA QUALIDADE DO DIESEL 12/09/2007 [email protected] CENÁRIO
Indicadores de Qualidade do Ar
Indicadores de Qualidade do Ar Níveis de qualidade do ar determinados a partir dos níveis de concentração de poluentes por atividades antropogênicas: CO, SO 2, NO x, O 3, orgânicos voláteis, matéria particulada.
Experimento Tunel 2011
Experimento Tunel 2011 Material Particulado CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS - EXTERNO Parâmetro Propriedades Locais Metodologia Responsável Tipo Quant Origem PM10 n-alcanos, HPA, Nitro-HPA, Profa. Perola
O PROCONVE L6 E ESBOÇOS PARA O L7
IBAMA MMA O PROCONVE L6 E ESBOÇOS PARA O L7 C E T E S B Renato R. A. Linke SEMINÁRIO TENDÊNCIAS E O FUTURO DAS EMISSÕES VEICULARES: IMPACTO NA SAUDE, LEGISLAÇÃO E TECNOLOGIA AEA São Paulo 02 de Abril de
Cidades Brasileiras e Emissões de Gases de Efeito Estufa
Cidades Brasileiras e Emissões de Gases de Efeito Estufa Carlos Rittl, Dr. Observatório do Clima Junho de 2014 Sumário Aspectos Críticos Caso: Município de São Paulo Exemplos: iniciativas Aspectos Críticos
O Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores
O Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores CETESB Divisão de Transporte Sustentável e Emissões Veiculares Vanderlei Borsari AEAMESP Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô 16ª Semana
Programação do Curso. Disposição I Atmosfera DISPOSIÇÃO NO MEIO-AMBIENTE
Programação do Curso Carga horária Formação Específica Tecnologias limpas 48 Gerenciamento das emissões 96 Disposição no meio ambiente 36 Análise de risco e segurança industrial 36 Gerenciamento estratégico
POLUIÇÃO SUBSTÂNCIA CERTA + LUGAR ERRADO
POLUIÇÃO SUBSTÂNCIA CERTA + LUGAR ERRADO POLUIÇÃO Formas do homem degradar o ambiente: Queimadas Desmatamento Indústria (chuva ácida, CFC, queimadas de produtos fósseis, DDT) Aterros clandestinos Derramamento
Dossiê Clima. Dossiê Clima. REVISTA USP São Paulo n. 103 p
Dossiê Clima Dossiê Clima 7 Dossiê Clima 8 Apresentação Mudanças climáticas e o Brasil 9 Dossiê Clima As mudanças no clima de nosso planeta já estão em andamento e estão tendo efeitos importantes sobre
Mais Demanda por Recursos com os Mesmos Recursos: o Aumento da Frota de Veículos em São Paulo
Mais Demanda por Recursos com os Mesmos Recursos: o Aumento da Frota de Veículos em São Paulo Mário de Souza Nogueira Neto Centro Universitário FEI São Bernardo do Campo, Amanda Carvalho S. Nogueira -
Análise das emissões de aldeídos em veículos a diesel e biodiesel
Seminário Tendências e o Futuro das Emissões Veiculares: impacto na saúde, legislação e tecnologia Análise das emissões de aldeídos em veículos a diesel e biodiesel Rui de Abrantes Laboratório de emissões
Sistema de Informações da Mobilidade Urbana. Relatório Comparativo
Sistema de Informações da Mobilidade Urbana Relatório Comparativo 2003-2012 Julho de 2014 Relatório comparativo 2003/2012 Comentários sobre o período de 10 anos considerado Este relatório apresenta os
O que contribui para a alteração do ar atmosférico?
O que contribui para a alteração do ar atmosférico? Emissões Fontes Naturais Fontes Antrópicas Transformações químicas Condições meteorológicas Fatores topográficos Fontes de Poluentes para a Atmosfera
Sistema de Informações da Mobilidade Urbana. Relatório Comparativo
Sistema de Informações da Mobilidade Urbana Relatório Comparativo 2003-2014 Julho de 2016 Relatório comparativo 2003/2014 Dados socioeconômicos O conjunto de municípios que integram o sistema de informações
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DE GOIAS ESCOLA DE ENGENHARIA GESTÃO DO RECURSO AR ENG 2140 Alunos: Luiz Gonzaga Netto e Vivian Christine de Marco
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DE GOIAS ESCOLA DE ENGENHARIA GESTÃO DO RECURSO AR ENG 2140 Alunos: Luiz Gonzaga Netto e Vivian Christine de Marco Analise de concentração de poluentes da cidade de Cubatão
Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 7 - Poluição do Ar. Professor Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Outubro de 2017.
Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental Graduação em Engenharia Ambiental 7 - Poluição do Ar Professor Sandro Donnini Mancini Sorocaba, Outubro de 2017.
O SISTEMA CLIMA URBANO. Júlio Barboza Chiquetto pós-graduando em geografia físicaf
O SISTEMA CLIMA URBANO Júlio Barboza Chiquetto pós-graduando em geografia físicaf Introdução Modificação do quadro natural pelo homem (sítios urbanos) Séc. XX intensa urbanização (85% da população brasileira
N 2 78% O 2. COMPOSIÇÃO DO AR SECO [% v/v] CO % ( %/a) 21% TODOS OS OUTROS?0.0034% Ne 18 ppm He 5.2 CH Kr 1.1 O 0.
COMPOSIÇÃO DO AR SECO [% v/v] N 2 78% O 2 21% CO 2 0.034% (0.3-0.4%/a) Ar 0.93% TODOS OS OUTROS?0.0034% Ne 18 ppm He 5.2 CH 4 1.6 Kr 1.1 N 2 O 0.3 H 2 0.5 CO 0.2 Xe 0.09 O 3 Variável Material Part : Variável
Qual o papel da Química?
FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA E MUDANÇAS CLIMÁTICAS Qual o papel da Química? Arnaldo Alves Cardoso Instituto de Química UNESP [email protected] Inicio do século XX e o aquecimento global Em 1827, o
Química Orgânica Ambiental
Química Orgânica Ambiental Aula 17 Smog fotoquímico Prof. Dr. Leandro Vinícius Alves Gurgel 1. Introdução A poluição das grandes cidades 300.000 chineses morrem por ano de doenças respiratórias SMOG NO
Unidade 4 Perturbações no equilíbrio dos ecossistemas. Planeta Terra 8.º ano
Unidade 4 Perturbações no equilíbrio dos ecossistemas Quais são as causas das perturbações dos ecossistemas? Causas naturais Causas humanas Quais são as fontes de alteração da atmosfera? A atmosfera é
IMPACTOS AMBIENTAIS DO AUTOMÓVEL ANÁLISE NUMÉRICA DO CICLO TERMODINÂMICO DE UM MOTOR DE 170kW OPERANDO A GÁS NATURAL
JOSÉ AUGUSTO MARINHO SILVA IMPACTOS AMBIENTAIS DO AUTOMÓVEL ANÁLISE NUMÉRICA DO CICLO TERMODINÂMICO DE UM MOTOR DE 170kW OPERANDO A GÁS NATURAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola Politécnica
AQUECIMENTO GLOBAL Fatos & Mitos
AQUECIMENTO GLOBAL Fatos & Mitos 25º Seminário Internacional de Educação Tecnológica Eliana Veleda Klering Meteorologista, D.Sc Estrutura da apresentação 1. Dependência do homem frente ao clima; 2. Causas
Tecnologia dos Veículos para Atendimento ao PROCONVE
Tecnologia dos Veículos para Atendimento ao PROCONVE Henry Joseph Junior Comissão de Energia e Meio Ambiente - ANFAVEA Seminário Emissões Veiculares e Meio Ambiente 26º Salão Internacional do Automóvel
EVOLUÇÃO DAS EMISSÕES VEICULARES NAS REGIÕES METROPOLITANAS DO ESTADO DE SÃO PAULO, NO PERÍODO DE 2006 A 2014
EVOLUÇÃO DAS EMISSÕES VEICULARES NAS REGIÕES METROPOLITANAS DO ESTADO DE SÃO PAULO, NO PERÍODO DE 2006 A 2014 Cristiane Dias 1 ; Liliana José Barbosa 1, Marcelo Pereira Bales 1 e Silmara Regina da Silva
Apêndice A. Ozônio: um exemplo atual de poluente secundário
Apêndice A Ozônio: um exemplo atual de poluente secundário 121 Apêndice A - Ozônio: um exemplo atual de poluente secundário. O ozônio não é um poluente emitido diretamente pelas fontes, o que o caracteriza
A TERRA E SUA ATMOSFERA
A TERRA E SUA ATMOSFERA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Ahrens, C. D. Meteorology Today Trewartha & Horn An Introduction to Climate Varejão-Silva, M. A. Meteorologia e Climatologia Tamanho relativo dos planetas
Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes.
ATMOSFERA Composição Camadas Troposfera Camada onde se dão a vida e os fenômenos meteorológicos. As temperaturas são menores quanto maiores forem as altitudes. Estratosfera Camada onde quase não há vapor
Climatologia de Cubatão
Climatologia de Cubatão Simone Valarini e Rita Yuri Ynoue 1 1 Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo- IAG-USP- Rua do Matão, 1226 São Paulo SP Brasil, email:
Paleoclima. Variabilidade. Mudanças climáticas
Paleoclima Variabilidade Mudanças climáticas Mudança climática O clima pode ser definido como A sucessão sazonal dos eventos meteorológicos num longo período de tempo O clima pode mudar em várias escalas
Ilhas de calor em centros urbanos. Bruno Silva Oliveira
Ilhas de calor em centros urbanos Bruno Silva Oliveira [email protected] Definição: Ilha de calor se refere a uma anomalia térmica resultante, entre outros fatores, das diferenças de absorção e armazenamento
A EVOLUÇÃO DAS EMISSÕES VEICULARES NO ESTADO DE SÃO PAULO: UMA NOVA ABORDAGEM NO PERÍODO DE 2009 A 2012
A EVOLUÇÃO DAS EMISSÕES VEICULARES NO ESTADO DE SÃO PAULO: UMA NOVA ABORDAGEM NO PERÍODO DE 2009 A 2012 Cristiane Dias 1 ;Marcelo Pereira Bales 1 e Silmara Regina da Silva 1 1 CETESB (Companhia Ambiental
Recursos Atmosfericos
Recursos Atmosfericos Professor: Neyval Costa Reis Jr. Departamento de Engenharia Ambiental Centro Tecnológico UFES Programa Detalhado Atmosfera Camadas Constituintes Balanço de energia Ventos na atmosfera
Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô. Externalidades no transporte metroferroviário Eduardo A Vasconcellos 14/9/2011 A E A M E S P
A E A M E S P ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE METRÔ EXTERNALIDADES NO TRANSPORTE METROFERROVIÁRIO 17ª Semana de Tecnologia Metroferroviária Eduardo A.Vasconcellos 14/09/2011 Mobilidade Consumos
Programa Analítico de Disciplina ENG426 Poluição do Ar
0 Programa Analítico de Disciplina ENG26 Poluição do Ar Departamento de Engenharia Agrícola - Centro de Ciências Agrárias Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 1 Carga horária
ACA0410 Introdução à química atmosférica
Universidade de São Paulo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas Departamento de Ciências Atmosféricas DCA/IAG/USP ACA0410 Introdução à química atmosférica Composição química da atmosfera
COLÉGIO NOVO ANGLO DE JABOTICABAL (QUÍMICA) PROFESSOR: JOÃO MEDEIROS
COLÉGIO NOVO ANGLO DE JABOTICABAL (QUÍMICA) ATMOSFERA TERRESTRE: TROPOSFERA PROFESSOR: JOÃO MEDEIROS 2012 Atmosfera terrestre Dividida em 5 camadas: Exosfera Ionosfera Mesosfera Estratosfera Troposfera
COMPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA
POLUIÇÃO DO AR COMPOSIÇÃO ATMOSFÉRICA Gases Nitrogênio Oxigênio Vapor de água Argônio Dióxido de Carbono Neon Hélio Metano % em Volume 78.1% 21% varia de 0-4% 0.93% por volta de 0.3% abaixo dos 0.002%
Os Componentes do Ar III UNIDADE
Os Componentes do Ar III UNIDADE O ar é um elemento fundamental, sendo formado por uma combinação de gases, vapor de água e partículas suspensas. É uma substância vital para a manutenção da vida na terra,
Poluição do Ar 3 Site UOL 29/06/2007 2
Curso de Especialização Aspectos Gerais sobre Qualidade do Ar Poluição do ar Aspectos Gerais Efeitos globais da poluição do ar Poluentes de efeito local Legislação Padrões de qualidade do ar Padrões de
INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
16 TÍTULO: BIODIESEL. FONTE DE ENERGIA SUSTENTÁVEL E VERDE. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FARMÁCIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
Minha experiência na Antártida OPERANTAR XXIV
III Seminário A Filosofia das Origens Minha experiência na Antártida OPERANTAR XXIV 21 de outubro 2005 a 20 de novembro 2005 Elaine Alves dos Santos Data: 30/07/2006 O continente Antártico Breve Histórico
O SISTEMA CLIMA URBANO. Uma visão geográfica. Júlio Barboza Chiquetto pós-graduando em geografia física
O SISTEMA CLIMA URBANO Uma visão geográfica Júlio Barboza Chiquetto pós-graduando em geografia física Introdução Apropriação da natureza pelo homem através dos tempos Modificação do quadro natural dos
