Moagem: teoria, tipos de moinhos e contaminação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Moagem: teoria, tipos de moinhos e contaminação"

Transcrição

1 Moagem: teoria, tipos de moinhos e contaminação 11/4/18

2 Massa acumulada (%) Moagem 8 horas 24 horas 48 horas 72 horas Como recebido Diâmetro esférico equivalente ( m) Evolução da granulometria de um pó Al 2 O 3 com o tempo em um moinho de bolas

3 Moagem Objetivo: Fragmentar partículas a tamanhos adequados para o uso direto Custos e investimentos Área da fragmentação que requer grandes investimentos Grande consumo de energia

4 Moagem Fundamentos A energia de trituração produzida durante a moagem é proporcional a massa (m) e a velocidade (v) do meio de moagem no instante do impacto E 1 mv 2 2 A massa específica e o tamanho do corpo moedor têm importância fundamental na energia de trituração.

5 Moagem Massa Específica de alguns Corpos Moedores Industriais E 1 mv 2 2 Material Massa específica (g.cm -3 ) Porcelana 2,3 Alumina de alta densidade 3,6 Zirconita 3,7 Zircônia 5,5 Aço 7,8 WC 15,6

6 Moagem Tipos de fratura de materiais frágeis Compressão Impacto Cisalhamento Fonte: Metzo

7 Moagem Tipos de fratura de materiais frágeis Tipos de fraturamento de partículas [MAZ09] Distribuição do tamanho de partículas de acordo com o tipo de fratura ocorrido [MAZ09]

8 Moagem Métodos de Moagem Por rotação Por agitação Por vibração Outros: facas martelos

9 Moagem Equipamentos mais empregados em moagem autógeno Moinhos cilíndricos barras bolas seixos Moinho de martelos Moinho vibratório

10 Moagem Moinhos cilíndricos

11 Moagem Moinhos cilíndricos Moinhos de bolas comuns

12 Moagem - Moinhos cilíndricos Moinhos especiais cilíndricos Moinhos de bolas com setor cônico seco ou a úmido corpo cônico para carga graduada de bolas e ótima redução de tamanhos disponíveis em tamanhos pequenos e intermediários muito eficiente elevado grau de redução

13 Moagem - Moinhos cilíndricos Ceramica Lanzi

14 Moagem - Moinhos cilíndricos

15 Moagem Velocidade crítica e regime de operação dos moinhos de bolas Moagem em regime de catarata Moagem em regime de cascata Normalmente trabalha-se com um porcentual da velocidade crítica o regime de operação dos moinhos de bolas depende da velocidade e do fator de enchimento, além de outros fatores

16 Moagem Regime de operação dos moinhos de bolas Moagem em regime de catarata Bolas vão até posição elevada e caem sobre as outras e sobre a polpa, Predomina a fragmentação por impacto, Bolas maiores maior energia, Baixo fator de enchimento, Adequado para fragmentação de material mais grosso evita a formação de muito finos

17 Moagem Regime de operação dos moinhos de bolas Moagem em regime de cascata Velocidade baixa do moinho, Alto fator de enchimento, Bolas alcançam certa altura e rolam sobre as outras, Pouco impacto Moagem por abrasão Bolas menores Produto final com granulometria mais fina.

18 Moagem Tamanho dos corpos moedores O tamanho dos corpos moedores afeta a eficiência e a capacidade dos moinhos Princípios teóricos ajustados para cada instalação com a prática Melhor tamanho tamanho adequado para fragmentar as maiores partículas da alimentação (tem limites) O diâmetro das bolas ou barras é muito importante B F K Tipo de moagem 0,5 S. W i Cs D 0,25 Moinho de transbordo a úmido 350 Moinho de grade a úmido 330 Moinho de barras a seco 335 K B = Diam. (inches) of ball, rod, or pebble F = Size in microns passed by 80% of new feed K = Proportionality constant tabuled for various media and circuits S = Specific gravity of material being ground W i = Work index at feed size F C s = % critical speed of mill D = Mill diameter (feet) inside liners Fonte: Mineral Processing: E.J. Pryor

19 Moagem Moinho vibratório

20 Moagem Moinho vibratório moagem a úmido

21 Fonte: METSO

22 Moagem Moinho de atrição

23 Moagem Moinho de atrição com recirculação

24 Moagem Moinho de planetário

25 Moagem Moinhos planetários são usados sempre que seja necessário obter o máxima finura. Além dos clássicos processos de mistura e redução de tamanho, os moinhos também atendem a todas as exigências técnicas para moagem coloidal e fornecem energia suficiente para os processos de preparo mecânico de ligas mecânicas. As forças centrífugas extremamente altas dos moinhos planetários resultam em altíssima energia de pulverização e, portanto, curtos tempos de moagem. O PM 400 é um modelo de piso robusto, com 4 estações de moagem. Fonte: RETSCH - Solutions in Milling & Sieving

26 Contaminação por moagem materiais cerâmicos são abrasivos (na sua maioria) desgaste da parte que efetivamente promovem a moagem o produto de desgaste, dependendo da quantidade, pode contaminar o material moído escolha correta da partes em contato em função do material a ser moído.

27 Moagem Revestimentos

28 FIM

Tratamento de minérios MOAGEM 13/5/19

Tratamento de minérios MOAGEM 13/5/19 MOAGEM 13/5/19 MOAGEM E A Em uma indústria mineral 25% da energia consumida é para a moagem Somente 5% dessa energia é efetiva para geração de novas superfícies Massa acumulada (%) 8 horas 24 horas 48

Leia mais

Moagem: teoria, tipos de moinhos e contaminação.

Moagem: teoria, tipos de moinhos e contaminação. Moagem: teoria, tipos de moinhos, carregamento e contaminação Moagem: teoria, tipos de moinhos e contaminação. 14/5/19 Moagem Objetivo: Fragmentar partículas a tamanhos adequados para o uso em massas cerâmicas

Leia mais

Curso de especialização em tratamento de minérios. Moinhos de bolas e barras

Curso de especialização em tratamento de minérios. Moinhos de bolas e barras Curso de especialização em tratamento de minérios Cominuição Moinhos de bolas e barras Poços de Caldas 09 de Novembro de 2012 Professor Mauricio Guimarães Bergerman UNIFAL MG - Instituto de Ciência e Tecnologia

Leia mais

Operações Unitárias: Fragmentação de sólidos. Profª. Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão

Operações Unitárias: Fragmentação de sólidos. Profª. Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão Operações Unitárias: Fragmentação de sólidos Profª. Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão Moagem Redução Termos empregados Muitos processos na indústria de alimentos Forças mecânicas através de equipamentos

Leia mais

Processamento de Materiais Cerâmicos

Processamento de Materiais Cerâmicos Processamento de Materiais Cerâmicos Beneficiamento de matériasprimas 1 Processamento de Materiais Cerâmicos Beneficiamento de matérias-primas Quanto mais específica a aplicação de um produto cerâmico

Leia mais

Formas sólidas: operações unitárias na fabricação de pós farmacêuticos

Formas sólidas: operações unitárias na fabricação de pós farmacêuticos Formas farmacêuticas sólidas Formas sólidas: operações unitárias na fabricação de pós farmacêuticos Tecnologia de Medicamentos e Cosméticos Profs. Fabiana Graziola e Giovanna Borini Agosto/010 Cápsulas

Leia mais

Curso de especialização em tratamento de minérios. Desgaste, carga circulante e prática operacional

Curso de especialização em tratamento de minérios. Desgaste, carga circulante e prática operacional Curso de especialização em tratamento de minérios Cominuição Desgaste, carga circulante e prática operacional Poços de Caldas 10 de Novembro de 2012 Professor Mauricio Guimarães Bergerman UNIFAL MG - Instituto

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Curso de Tecnologia em Cerâmica Trabalho de Conclusão de Curso

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Curso de Tecnologia em Cerâmica Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Curso de Tecnologia em Cerâmica Trabalho de Conclusão de Curso ESTUDO da eficiência de moagem de matérias-primas cerâmicas em função do tipo do elemento moedor Filipe

Leia mais

Fragmentação. Tratamento de Minérios. Britagem

Fragmentação. Tratamento de Minérios. Britagem Fragmentação Britagem 26/4/2018 Introdução A britagem consiste na etapa primária da cominuição, subsequente ao desmonte na lavra Etapa caracterizada por razões de redução relativamente pequenas, fazendo

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA SOFIA DE ALMEIDA MIGUEL

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA SOFIA DE ALMEIDA MIGUEL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA SOFIA DE ALMEIDA MIGUEL ESTUDO DA INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS NO PROCESSO DE MOAGEM EM MOINHO DE ESFERAS DE INGREDIENTES ATIVOS PARA AGROQUÍMICOS. Lorena

Leia mais

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DE MOINHO VERTICAL NA REMOAGEM DE CONCENTRADO DA KINROSS PARACATU

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DE MOINHO VERTICAL NA REMOAGEM DE CONCENTRADO DA KINROSS PARACATU VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DE MOINHO VERTICAL NA REMOAGEM DE CONCENTRADO DA KINROSS PARACATU L.T. Santos Junior 1, M.P.D. Gomes 1, R.B. Gomides 1, G.G. Oliveira Junior 1, W. Phillips 1 1 Kinross Brasil

Leia mais

Operações Unitárias Experimental I. Moagem Profa. Lívia Chaguri

Operações Unitárias Experimental I. Moagem Profa. Lívia Chaguri Operações Unitárias Experimental I Moagem Profa. Lívia Chaguri FRAGMENTAÇÃO DE SÓLIDOS: Operação que tem por objetivo reduzir o tamanho dos fragmentos do material, matéria-prima ou produto final. Exemplos

Leia mais

Comparação entre as Tecnologias de Moagem a Seco como Referência para os Parâmetros Tecnológicos do Grânulo Formado

Comparação entre as Tecnologias de Moagem a Seco como Referência para os Parâmetros Tecnológicos do Grânulo Formado Publicado originalmente no Congreso Mundial de la Calidad del Azulejo y del vimento Cerámico - Qualicer 2016: www.qualicer.org Acesse a versão colorida no site: www.ceramicaindustrial.org.br http://dx.doi.org/10.4322/cerind.2017.009

Leia mais

Tratamento de Minérios. Fragmentação. Britagem. continuação 11/5/17

Tratamento de Minérios. Fragmentação. Britagem. continuação 11/5/17 Fragmentação Britagem continuação 11/5/17 Britadores primários Britadores giratórios Britador de mandíbulas Britador giratório Britador de impacto Britador de rolos dentados Grande porte Circuito aberto

Leia mais

CRITÉRIOS DE DESINTEGRAÇÃO MECÂNICA:

CRITÉRIOS DE DESINTEGRAÇÃO MECÂNICA: REDUÇÃO DE TAMANHO TODAS AS FORMAS EM QUE AS PARTÍCULAS DE SÓLIDOS SÃO ROMPIDAS EM OUTRAS MENORES CRITÉRIOS DE DESINTEGRAÇÃO MECÂNICA: APARELHOS TÍPICOS: BRITADORES E OS MOINHOS UM BRITADOR OU UM MOINHO

Leia mais

Beneficiamento gravimétrico

Beneficiamento gravimétrico Beneficiamento gravimétrico Projeto de circuitos e seleção de equipamentos Prof. Régis Sebben Paranhos Projeto de circuitos Introdução A concentração gravimétrica apresenta alguma possibilidade na separação

Leia mais

A Moagem Superfina em Moinho Agitador

A Moagem Superfina em Moinho Agitador Brasil A Moagem Superfina em Moinho Agitador Um processo físico para obtenção de Nanopartículas Eng. Theron W. Harbs Gerente U. N. Moagem e Dispersão Netzsch do Brasil Em oposição ao conhecido processo

Leia mais

Moagem em Moinho de Bolas: Estudo de algumas Variáveis e Otimização Energética do Processo

Moagem em Moinho de Bolas: Estudo de algumas Variáveis e Otimização Energética do Processo Moagem em Moinho de Bolas: Estudo de algumas Variáveis e Otimização Energética do Processo Manuel Joaquim P.M. Ribeiro e João Carlos Castro Abrantes Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico

Leia mais

MOINHOS DE MARTELOS 1. DESCRIÇÃO:

MOINHOS DE MARTELOS 1. DESCRIÇÃO: 1. DESCRIÇÃO: Moinhos de Martelos são equipamentos empregados em moagem de minérios de média dureza; Para minérios de alta dureza, a porcentagem de sílica associada á sua composição química é o fator limitante

Leia mais

peneira abertura Peneiramento Pó A Pó B # μm Intervalos % % #

peneira abertura Peneiramento Pó A Pó B # μm Intervalos % % # Lista de exercícios Ao produzir uma peça de pó de ferro de diâmetro 20mm e altura 20mm, numa prensa de dupla ação, qual a densidade obtida na linha neutra da peça quando a força aplicada era de 18,8 toneladas.

Leia mais

OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL 1: GRANULOMÉTRICA. Prof. Dr. Félix Monteiro Pereira

OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL 1: GRANULOMÉTRICA. Prof. Dr. Félix Monteiro Pereira OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL 1: REDUÇÃO DE TAMANHO E ANÁLISE GRANULOMÉTRICA Prof. Dr. Félix Monteiro Pereira REDUÇÃO DE TAMANHO REDUÇÃO DE TAMANHO: TODAS AS FORMAS EM QUE AS PARTÍCULAS DE SÓLIDOS SÃO

Leia mais

Britadores cônicos série GP. Guia de aplicação das peças de desgaste

Britadores cônicos série GP. Guia de aplicação das peças de desgaste Britadores cônicos série GP Guia de aplicação das peças de desgaste Produto Alimentação 2 Guia de aplicação das peças de desgaste - Britadores cônicos série GP Britadores cônicos série GP e conceitos básicos

Leia mais

Operações Unitárias. Colégio Técnico de Lorena. Prof. Lucrécio Fábio Dep. de Engenharia Química

Operações Unitárias. Colégio Técnico de Lorena. Prof. Lucrécio Fábio Dep. de Engenharia Química Colégio Técnico de Lorena Operações Unitárias Prof. Lucrécio Fábio Dep. de Engenharia Química Atenção: Estas notas destinam-se exclusivamente a servir como roteiro de estudo. Figuras e tabelas de outras

Leia mais

WELLINGTON LACERDA GOMES INTEGRAÇÃO DE MODELOS ENERGÉTICOS E DE BALANÇO POPULACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE MOAGEM EM MOINHOS DE BOLAS

WELLINGTON LACERDA GOMES INTEGRAÇÃO DE MODELOS ENERGÉTICOS E DE BALANÇO POPULACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE MOAGEM EM MOINHOS DE BOLAS WELLINGTON LACERDA GOMES INTEGRAÇÃO DE MODELOS ENERGÉTICOS E DE BALANÇO POPULACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE MOAGEM EM MOINHOS DE BOLAS São Paulo 2014 WELLINGTON LACERDA GOMES INTEGRAÇÃO DE MODELOS ENERGÉTICOS

Leia mais

MARCELO LUIZ BRUNATTO

MARCELO LUIZ BRUNATTO UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL ÁREA DO CONHECIMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA PPGMEC MESTRADO PROFISSIONAL MARCELO LUIZ BRUNATTO EFICIÊNCIA DA MOAGEM

Leia mais

DESENHO E CONSTRUÇÃO DE UM MOINHO DE ATRIÇÃO PARA A OBTENÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS

DESENHO E CONSTRUÇÃO DE UM MOINHO DE ATRIÇÃO PARA A OBTENÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS DESENHO E CONSTRUÇÃO DE UM MOINHO DE ATRIÇÃO PARA A OBTENÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS J.L. Dávila, V.H. Guerrero, C. Alvarez Ladrón de Guevara E11-253. EC170109, Quito, Ecuador, [email protected] Laboratorio

Leia mais

Compactação. Compactação

Compactação. Compactação Compactação Compactação Objectivo tornar o betão mais compacto possível provocando a saída do ar e facilitando o arranjo interno das partículas. O contacto com os moldes e armaduras deve ser perfeito.

Leia mais

Compactação. Para se conseguir este objectivo torna-se indispensável diminuir o atrito interno das partículas.

Compactação. Para se conseguir este objectivo torna-se indispensável diminuir o atrito interno das partículas. Compactação Objectivo tornar o betão mais compacto possível provocando a saída do ar e facilitando o arranjo interno das partículas. O contacto com os moldes e armaduras deve ser perfeito. Para se conseguir

Leia mais

Moagem Fina à Seco e Granulação vs. Moagem à Umido e Atomização na Preparação de Massas de Base Vermelha para Monoqueima Rápida de Pisos Vidrados

Moagem Fina à Seco e Granulação vs. Moagem à Umido e Atomização na Preparação de Massas de Base Vermelha para Monoqueima Rápida de Pisos Vidrados Moagem Fina à Seco e Granulação vs. Moagem à Umido e Atomização na Preparação de Massas de Base Vermelha para Monoqueima Rápida de Pisos Vidrados G. Nassetti e C. Palmonari Centro Cerâmico Italiano, Bologna,

Leia mais

Tratamento de Minérios. Análise Granulométrica

Tratamento de Minérios. Análise Granulométrica Análise Granulométrica 15/3/2018 -9,5 +4,8 mm brita 0 seixo rolado Análise Granulométrica o que é? Compreende o estudo dos métodos que estabelecem a distribuição de tamanhos das partículas em um material

Leia mais

ANATÁLIA LARA SILVA MOAGEM SEMIAUTÓGENA PILOTO DO MINÉRIO DE OURO DA RIO PARACATU MINERAÇÃO

ANATÁLIA LARA SILVA MOAGEM SEMIAUTÓGENA PILOTO DO MINÉRIO DE OURO DA RIO PARACATU MINERAÇÃO MOAGEM SEMIAUTÓGENA PILOTO DO MINÉRIO DE OURO DA RIO PARACATU MINERAÇÃO São Paulo 2012 MOAGEM SEMIAUTÓGENA PILOTO DO MINÉRIO DE OURO DA RIO PARACATU MINERAÇÃO Dissertação apresentada à Escola Politécnica

Leia mais

20 a 22 de Junho de São Paulo/SP Influência dos Aditivos nos Processos de Moagem

20 a 22 de Junho de São Paulo/SP Influência dos Aditivos nos Processos de Moagem - São Paulo/SP Influência dos Aditivos nos Processos de Moagem Realização Espaço para a Logomarca do Patrocinador 20 a 22 de Junho de 2016 Agenda Introdução. Fenômenos Indesejadas nas Moagens. Influencia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA WLADMIR JOSÉ GOMES FLORÊNCIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA WLADMIR JOSÉ GOMES FLORÊNCIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA WLADMIR JOSÉ GOMES FLORÊNCIO ESTUDO DO COMPORTAMENTO DINÂMICO DA CARGA EM MOINHOS

Leia mais

MOINHOS VERTICAIS SOLUÇÕES PARA O DESGASTE DE ROLOS E PISTAS

MOINHOS VERTICAIS SOLUÇÕES PARA O DESGASTE DE ROLOS E PISTAS MOINHOS VERTICAIS SOLUÇÕES PARA O DESGASTE DE ROLOS E PISTAS 3º Seminário Técnico da Indústria de Cimento Curitiba - PR 17 e 18 de maio - 2017 Flávio Martins RESUMO 1. MAGOTTEAUX GRUPO SIGDO KOPPERS (SK)

Leia mais

Equipamentos Portáteis para Jateamento de Pisos e Pavimentos Industriais

Equipamentos Portáteis para Jateamento de Pisos e Pavimentos Industriais INFORMES TECNICOS Equipamentos Portáteis para Jateamento de Pisos e Pavimentos Industriais O sistema portátil para jateamento de pisos por turbinas centrífugas, além de ser um processo económico, rápido

Leia mais

INFLUÊNCIA DA ADIÇÂO DE NbC NA SINTERIZAÇÂO POR METALURGIA DO PÓ DO BRONZE-ALUMÍNIO

INFLUÊNCIA DA ADIÇÂO DE NbC NA SINTERIZAÇÂO POR METALURGIA DO PÓ DO BRONZE-ALUMÍNIO INFLUÊNCIA DA ADIÇÂO DE NbC NA SINTERIZAÇÂO POR METALURGIA DO PÓ DO BRONZE-ALUMÍNIO A. N. O. Dias¹; D. A. Amancio¹; J. V. Toledo¹; M. L. N. M. Melo¹; G. Silva¹ Universidade Federal de Itajubá UNIFEI; [email protected]

Leia mais

PROCESSAMENTO DE LIGAS À BASE FERRO POR MOAGEM DE ALTA ENERGIA

PROCESSAMENTO DE LIGAS À BASE FERRO POR MOAGEM DE ALTA ENERGIA PROCESSAMENTO DE LIGAS À BASE FERRO POR MOAGEM DE ALTA ENERGIA Lucio Salgado *, Francisco Ambrozio Filho * * Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, Comissão Nacional de Energia Nuclear, C.P. 11049

Leia mais

ESTUDO DA POROSIDADE EM AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX OBTIDO POR MOAGEM DE ALTA ENERGIA

ESTUDO DA POROSIDADE EM AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX OBTIDO POR MOAGEM DE ALTA ENERGIA ESTUDO DA POROSIDADE EM AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX OBTIDO POR MOAGEM DE ALTA ENERGIA Angélica Cristina Mendes Corrêia (BIC/Araucária - UEPG), Osvaldo Mitsuyuki Cintho (Orientador), e-mail: [email protected].

Leia mais

Expect results Esta é a promessa que fazemos aos nossos clientes e é também a essência de nossa estratégia.

Expect results Esta é a promessa que fazemos aos nossos clientes e é também a essência de nossa estratégia. Expect results Esta é a promessa que fazemos aos nossos clientes e é também a essência de nossa estratégia. Esta é a atitude que compartilhamos globalmente. Nossos negócios consistem em fornecer resultados

Leia mais

Alimentadores. Alimentadores vibratórios MV

Alimentadores. Alimentadores vibratórios MV Alimentadores Alimentadores vibratórios MV Alimentadores vibratórios MV Os Alimentadores MV operam com material de grande granulometria, sendo ideais para alimentação de britadores primários e secundários.

Leia mais

MODELAGEM DO MOINHO DE BOLAS DE ROCHA FOSFÁTICA DA EMPRESA ANGLO AMERICAN FOSFATOS BRASIL UTILIZANDO A FERRAMENTA MOLY-COP TOOLS

MODELAGEM DO MOINHO DE BOLAS DE ROCHA FOSFÁTICA DA EMPRESA ANGLO AMERICAN FOSFATOS BRASIL UTILIZANDO A FERRAMENTA MOLY-COP TOOLS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS UFG REGIONAL CATALÃO ESPECIALIZAÇÃO EM TRATAMENTO DE MINÉRIOS JULIANA ALIQUES DE OLIVEIRA SILVA MODELAGEM DO MOINHO DE BOLAS DE ROCHA FOSFÁTICA DA EMPRESA ANGLO AMERICAN FOSFATOS

Leia mais

SINTERIZAÇÃO DE WC-CO COM ATMOSFERA DE ARGÔNIO, PREPARADO EM MOINHO ATRITOR

SINTERIZAÇÃO DE WC-CO COM ATMOSFERA DE ARGÔNIO, PREPARADO EM MOINHO ATRITOR SINTERIZAÇÃO DE WC-CO COM ATMOSFERA DE ARGÔNIO, PREPARADO EM MOINHO ATRITOR Torres, C.S. (1) ; Schaeffer, L. (2) Av. Bento Gonçalves, 9500 - CEP: 91501-970, Porto Alegre RS [email protected] Laboratório

Leia mais

Beneficiamento gravimétrico

Beneficiamento gravimétrico Beneficiamento gravimétrico Beneficiamento em meios densos Prof. Régis SEBBEN PARANHOS Concentração meio-denso Introdução Concentração gravimétrica emprega ar ou água como meio de separação; Como todos

Leia mais

REDEMAT REDE TEMÁTICA EM ENGENHARIA DE MATERIAIS

REDEMAT REDE TEMÁTICA EM ENGENHARIA DE MATERIAIS REDEMAT REDE TEMÁTICA EM ENGENHARIA DE MATERIAIS UFOP CETEC UEMG UFOP - CETEC - UEMG Dissertação de Mestrado "A moabilidade na moagem secundária de pellet-feeds de minérios de ferro em função da mineralogia,

Leia mais

Operações Unitárias Experimental I PENEIRAMENTO

Operações Unitárias Experimental I PENEIRAMENTO Operações Unitárias Experimental I PENEIRAMENTO Tamisação Separação sólido - sólido A tamisação (peneiramento) trata da separação de uma mistura de materiais sólidos granulados de diversos tamanhos em

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO (PERFIL 2) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO (PERFIL 2) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO (PERFIL 2) «21. Um britador primário tem top size 18 e relação de redução 6:1. Qual é o gape do britador secundário alimentado pelo britador primário? a) 6. b) 3,75.

Leia mais

Título: Sistemas Expertos para controle de moagens.

Título: Sistemas Expertos para controle de moagens. Controle Experto Redução Energética Filipe Apóstolo [email protected] Título: Sistemas Expertos para controle de moagens. Fábrica de Cimento e Consumo Energia Produção em 2015: 4,6 bilhões ton. Tendo

Leia mais

OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL I Prof. Félix Monteiro Pereira

OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL I Prof. Félix Monteiro Pereira OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL I Prof. Félix Monteiro Pereira REUÇÃO E TAMANHO NOTAS E AULA O termo redução de tamanho se aplica a todas as formas em que as partículas de sólidos são rompidas em outras

Leia mais

OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1 SÓLIDOS PARTICULADOS 2:

OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1 SÓLIDOS PARTICULADOS 2: OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1 SÓLIDOS PARTICULADOS 2: - REDUÇÃO DE TAMANHO PROF. DR. FÉLIX MONTEIRO PEREIRA 1 Grão de trigo Grão de milho Grão de soja Processo Processo Processo Farinha de trigo Farinha de milho

Leia mais

2.1.1 MATÉRIA-PRIMA B CARACTERIZAÇÃO DA MATÉRIA-PRIMA POLIMORFISMO

2.1.1 MATÉRIA-PRIMA B CARACTERIZAÇÃO DA MATÉRIA-PRIMA POLIMORFISMO 2.1.1 MATÉRIA-PRIMA B CARACTERIZAÇÃO DA MATÉRIA-PRIMA POLIMORFISMO Exemplo: estabilização da ZrO 2 por CaO 2.1.1 MATÉRIA-PRIMA B CARACTERIZAÇÃO DA MATÉRIA-PRIMA POLIMORFISMO Dilatação térmica de uma argila

Leia mais

Influência da Distribuição de Tamanho de Partículas sobre a Piroplasticidade em Porcelanato Técnico em Função do Procedimento de Moagem

Influência da Distribuição de Tamanho de Partículas sobre a Piroplasticidade em Porcelanato Técnico em Função do Procedimento de Moagem Influência da Distribuição de Tamanho de Partículas sobre a Piroplasticidade em Porcelanato Técnico em Função do Procedimento de Moagem Radamés Darós Darolt a,b * a Engenharia de Materiais, Universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE PRENSA DE ROLOS EM CIRCUITOS DE COMINUIÇÃO DE UM MINÉRIO DE FERRO ITABIRITICO*

AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE PRENSA DE ROLOS EM CIRCUITOS DE COMINUIÇÃO DE UM MINÉRIO DE FERRO ITABIRITICO* AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE PRENSA DE ROLOS EM CIRCUITOS DE COMINUIÇÃO DE UM MINÉRIO DE FERRO ITABIRITICO* Kelly Cristina Ferreira 1 Maria Auxiliadora Mendes Aguiar 2 Ângelo Quintiliano Nunes da Silva 3

Leia mais

AVALIAÇÃO HIDRODINÂMICA DE UM CIRCUITO INDUSTRIAL DE MOAGEM-CLASSIFICAÇÃO

AVALIAÇÃO HIDRODINÂMICA DE UM CIRCUITO INDUSTRIAL DE MOAGEM-CLASSIFICAÇÃO AVALIAÇÃO HIDRODINÂMICA DE UM CIRCUITO INDUSTRIAL DE MOAGEM-CLASSIFICAÇÃO E.B. DE JESUS 1 e L.R.P. DE ANDRADE LIMA 2 1 Universidade Federal da Bahia, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Industrial

Leia mais

Coluna x célula mecânica. Geometria (relação altura: diâmetro efetivo). Água de lavagem. Ausência de agitação mecânica. Sistema de geração de bolhas.

Coluna x célula mecânica. Geometria (relação altura: diâmetro efetivo). Água de lavagem. Ausência de agitação mecânica. Sistema de geração de bolhas. FLOTAÇÃO Colunas Coluna x célula mecânica Geometria (relação altura: diâmetro efetivo). Água de lavagem. Ausência de agitação mecânica. Sistema de geração de bolhas. Flotação em coluna Geometria (relação

Leia mais

CENTRO DE TECNOLOGIA MINERAL REQUERIMENTOS ENERGÉTICOS PARA MOAGEM DE ROCHAS PARA APLICAÇÕES DE ROCHAGEM.

CENTRO DE TECNOLOGIA MINERAL REQUERIMENTOS ENERGÉTICOS PARA MOAGEM DE ROCHAS PARA APLICAÇÕES DE ROCHAGEM. CENTRO DE TECNOLOGIA MINERAL REQUERIMENTOS ENERGÉTICOS PARA MOAGEM DE ROCHAS PARA APLICAÇÕES DE ROCHAGEM Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações MISSÃO Desenvolver tecnologias inovadoras

Leia mais

Soluções para proteção contra desgaste em fábricas de cimento

Soluções para proteção contra desgaste em fábricas de cimento Soluções para proteção contra desgaste em fábricas de cimento Com a Kalenborn para a solução ideal Custos reduzidos e prevenção contra tempo inativo Tubos, componentes e serviços A solução ideal para cada

Leia mais

Curso de especialização em tratamento de minérios

Curso de especialização em tratamento de minérios Curso de especialização em tratamento de minérios Cominuição Fundamentos Catalão 26 de Outubro de 2012 Professor Mauricio Guimarães Bergerman UNIFAL MG - Instituto de Ciência e Tecnologia Núcleo de Engenharia

Leia mais

9 PENEIRAMENTO UMA DAS OPERAÇÕES MECÂNICAS MAIS SIMPLES É O PENEIRAMENTO. É UMA OPERAÇÃO DE SEPARAÇÃO DE SÓLIDOS E PODE TER DOIS OBJETIVOS:

9 PENEIRAMENTO UMA DAS OPERAÇÕES MECÂNICAS MAIS SIMPLES É O PENEIRAMENTO. É UMA OPERAÇÃO DE SEPARAÇÃO DE SÓLIDOS E PODE TER DOIS OBJETIVOS: 9 PENEIRAMENTO UMA DAS OPERAÇÕES MECÂNICAS MAIS SIMPLES É O PENEIRAMENTO. É UMA OPERAÇÃO DE SEPARAÇÃO DE SÓLIDOS E PODE TER DOIS OBJETIVOS: A) DIVIDIR O SÓLIDO GRANULAR EM FRAÇÕES HOMOGÊNEAS B) OBTER FRAÇÕES

Leia mais

AVALIAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DO CIRCUITO DE MOAGEM E SEPARAÇÃO DO CIMENTO ESTUDO DE CASO

AVALIAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DO CIRCUITO DE MOAGEM E SEPARAÇÃO DO CIMENTO ESTUDO DE CASO AVALIAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DO CIRCUITO DE MOAGEM E SEPARAÇÃO DO CIMENTO ESTUDO DE CASO M. C. R. BEHAR1, V. M. SILVA2, V. S. MADEIRA¹, E. MEDEIROS¹, R.E.L.ABREU¹ 1 Universidade Federal da Paraíba, Centro de

Leia mais

WI: CORRELAÇÃO ENTRE METODOLOGIAS. O CASO PRÁTICO DA USINA DO SOSSEGO

WI: CORRELAÇÃO ENTRE METODOLOGIAS. O CASO PRÁTICO DA USINA DO SOSSEGO WI: CORRELAÇÃO ENTRE METODOLOGIAS. O CASO PRÁTICO DA USINA DO SOSSEGO A. M. Imbelloni 1, A. J. B. Macêdo 1, L. C. R. Machado 2 1 Faculdade de Engenharia de Minas e Meio Ambiente/Universidade Federal do

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL. Agregados

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL. Agregados Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Agregados Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro [email protected] AGREGADOS Material granular

Leia mais

RESISTÊNCIA À ABRASÃO HIDRÁULICA DE CONCRETOS COM AGREGADOS DE LAMA VERMELHA

RESISTÊNCIA À ABRASÃO HIDRÁULICA DE CONCRETOS COM AGREGADOS DE LAMA VERMELHA RESISTÊNCIA À ABRASÃO HIDRÁULICA DE CONCRETOS COM AGREGADOS DE LAMA VERMELHA Carlos Rodrigo Costa Rossi Graduando em Engenharia Civil, Universidade Federal do Pará e-mail [email protected] Michelle

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO (PERFIL 1) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO (PERFIL 1) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO (PERFIL 1) «21. Quando um material apresentar deformações permanentes sem perder sua capacidade de resistência, ele é considerado como um material: a) Frágil. b) Coerente.

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Curso de Tecnologia em Cerâmica Trabalho de Conclusão de Curso

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Curso de Tecnologia em Cerâmica Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Curso de Tecnologia em Cerâmica Trabalho de Conclusão de Curso Estudo da influência do regime de moagem na distribuição granulométrica da barbotina José Eduardo

Leia mais

ELEMENTOS CONSTITUINTES DO CONCRETO

ELEMENTOS CONSTITUINTES DO CONCRETO ELEMENTOS CONSTITUINTES DO CONCRETO O concreto, de emprego usual nas estruturas, são constituídos de quatro materiais: 1. Cimento Portland 2. Água 3. Agregado fino 4. Agregado graúdo O cimento e a água

Leia mais

Cerâmicos encontrados na natureza como a argila. Utilizado basicamente para peças de cerâmica tradicional.

Cerâmicos encontrados na natureza como a argila. Utilizado basicamente para peças de cerâmica tradicional. PROCESSAMENTO DE CERÂMICOS 1. Características de materiais cerâmicos - alta dureza (resistência à abrasão) e resistência a elevadas temperaturas - alta fragilidade - grande diferença entre resistência

Leia mais

AULA 3 AGREGADOS Propriedades Físicas

AULA 3 AGREGADOS Propriedades Físicas AULA 3 AGREGADOS Propriedades Físicas Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dra. Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil FINALIDADE

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais MONOGRAFIA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais MONOGRAFIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais MONOGRAFIA Equipamentos de Fragmentação: Uma Revisão Avaliando Circuitos Alternativos para a Moagem de Finos

Leia mais

O Trellex Poly-Cer traz o aumento da sua rentabilidade

O Trellex Poly-Cer traz o aumento da sua rentabilidade O Trellex Poly-Cer traz o aumento da sua rentabilidade O Trellex Poly-Cer é projetado para ser extremamente resistente à abrasão mesmo com grandes fluxos e altas velocidades de material. O design exclusivo

Leia mais

MELHORIA NA RECUPERAÇÃO DE Ni

MELHORIA NA RECUPERAÇÃO DE Ni MELHORIA NA RECUPERAÇÃO DE Ni A. B. de Souza Departamento de Processo e Desenvolvimento Tecnológico, Mirabela Mineração da Brasil Fazenda Santa Rita s/nº, Zona Rural, Itagibá-Ba, 45.585-000. email: [email protected]

Leia mais

COMPOUND ADESIVO GEL

COMPOUND ADESIVO GEL Produto COMPOUND ADESIVO GEL é um adesivo estrutural de base epóxi que apresenta altíssimas resistências em baixas idades, alta fluidez, possibilitando a aplicação até mesmo em locais de difícil acesso.

Leia mais

Preparação de Amostras para MET em Ciência dos Materiais

Preparação de Amostras para MET em Ciência dos Materiais Preparação de Amostras para MET em Ciência dos Materiais I Escola de Microscopia Eletrônica de Transmissão do CBPF/LABNANO Junho/2008 Ana Luiza Rocha Sumário 1. Condições de uma amostra adequada para MET

Leia mais

Efeito do tamanho de partícula no desvio provável médio em separadores estáticos e dinâmicos

Efeito do tamanho de partícula no desvio provável médio em separadores estáticos e dinâmicos MEIOS-DENSOS EQUIPAMENTOS DE SEPARAÇÃO 0.15 Desvio pro ovável méd dio - E p 0.12 0.09 0.06 0.03 Ciclones LARCODEMS Separadores estáticos 0.00 0.1 1 10 100 Tamanho de partícula (mm) Efeito do tamanho de

Leia mais

Moinho Triturador ± Linha LDF. Silo Secador de Plásticos. Alimentador Automático a Vácuo. Succionador a Vácuo. Misturador para Plásticos Coloridos

Moinho Triturador ± Linha LDF. Silo Secador de Plásticos. Alimentador Automático a Vácuo. Succionador a Vácuo. Misturador para Plásticos Coloridos Índice 3. Moinho Triturador ± Linha LDF 4. Moinhos Granuladores 7. 5.. Silo Secador de Plásticos Alimentador Automático a Vácuo Succionador a Vácuo 8. Misturador para Plásticos Coloridos 9. Silo Secador

Leia mais

Inovação no processamento mineral como ferramenta de transformação de rejeito em produto

Inovação no processamento mineral como ferramenta de transformação de rejeito em produto Inovação no processamento mineral como ferramenta de transformação de rejeito em produto Roque Torres Alexandre Passos Engenheiro de Negócios Brasil Pesquisador NAP MINERAÇÃO / USP [email protected]

Leia mais

Laboratório de Pesquisa de Materiais Estruturais - Instituto Lewis - Chicago. Boletim 4 Efeito da Finura do Cimento

Laboratório de Pesquisa de Materiais Estruturais - Instituto Lewis - Chicago. Boletim 4 Efeito da Finura do Cimento pág. 1/10 Laboratório de Pesquisa de Materiais Estruturais - Instituto Lewis - Chicago Boletim 4 Efeito da Finura do Cimento por Duff A. Abrams Professor Chefe do Laboratório Edição revisada de Novembro

Leia mais

Extrusora Mono Rosca (tipo Cascata) para filmes, fios e tecidos plásticos com troca de telas hidráulico.

Extrusora Mono Rosca (tipo Cascata) para filmes, fios e tecidos plásticos com troca de telas hidráulico. Extrusora Mono Rosca (tipo Cascata) para filmes, fios e tecidos plásticos com troca de telas hidráulico. LDA - SJP Moagem; Alimentação para funil através de venturi; Funil com alimentação forçada; Cilindro

Leia mais

Metso MX Britador cônico Multi-Ação (Multi-Action)

Metso MX Britador cônico Multi-Ação (Multi-Action) Metso MX Britador cônico Multi-Ação (Multi-Action) Metso MX Britador cônico Multi-Ação (Multi-Action) Disponibilidade 10% maior Tecnologia Multi-Ação (Multi-Action) Custos operacionais 10% menores Utilização

Leia mais

CATÁLOGO - EQUIPAMENTOS DE PROCESSO

CATÁLOGO - EQUIPAMENTOS DE PROCESSO CATÁLOGO - EQUIPAMENTOS DE PROCESSO EQUIPAMENTOS DE PROCESSO AGITADORES E CONDICIONADORES Nas operações em que se faça necessária mistura de líquidos, a dispersão ou a suspensão de sólidos, os Agitadores

Leia mais

MOINHOS A MARTELOS PIG

MOINHOS A MARTELOS PIG MOINHOS A MARTELOS PIG Os moinhos a martelos tipo PIG caracterizam-se por uma elevada relação da redução granulométrica no tratamento das argilas de todo o tipo, miscelas cerâmicas com uma percentagem

Leia mais

MOLDAGEM. Prof. Ivanir L. Oliveira. Carga Horária: 4 horas -17 semanas (17 faltas)

MOLDAGEM. Prof. Ivanir L. Oliveira. Carga Horária: 4 horas -17 semanas (17 faltas) MOLDAGEM Prof. Ivanir L. Oliveira Carga Horária: 4 horas -17 semanas (17 faltas) PLANEJAMENTO DE ENSINO /Processos PLANEJAMENTO DE ENSINO Processos em moldes não permanentes. Conceito de areias de fundição

Leia mais