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- Lucas Gabriel Diegues Olivares
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16 Agenda
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19 Evolução de mapas legais
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21 Obrigado
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23 RoadShow Mais PHC - O novo SNC
24 Bem-vindos
25 Sistema de Normalização Contabilística Trata-se de uma mudança de grande monta.....é ela própria indutora de uma alteração cultural pelo que o processo de interiorização, para ser eficaz, terá de ser, necessariamente, lento e gradual Prof. Domingos Cravo In Revisores e Auditores nº 45
26 PROGRAMA 1. Introdução A normalização e harmonização contabilística 2. O que é o SNC e diferenças em relação ao POC 3. Quadro e código de contas 4. Demonstrações financeiras: modelos e seu enquadramento 5. As vantagens de se preparar desde já 6. As principais mudanças de conceitos 7. A nova terminologia do SNC 8. As dificuldades da transição do POC para o SNC
27 1. Introdução A normalização e harmonização contabilística VII DIRECTIVA IV DIRECTIVA Harmonização Contabilística: uma nova estratégia na direcção da harmonização internacional ESTRATÉGIA DE LISBOA REGULAMENTO (CE) 1606/ /1/2010 1º POC 2º POC DC 28 PROJECTO DE NOVO MODELO ADAPTAÇÃO EM CURSO DAS IAS/IFRS Entrada Em vigor DC 1 ACTUAL POC (DL 35/05) IAS/IFRS na BOLSA e BANCA 1ª Etapa até ª Etapa de 90 a 03 3ª Etapa após 03
28 Sistema de Normalização Contabilística Publicação dos decretos: No passado dia 13 de Julho foram publicados em Diário da República, os diplomas que aprovam: O Sistema de Normalização Contabilística (DL 158/2009), A alteração do Código de IRC (DL 159/2009) O regime jurídico de organização e funcionamento da Comissão de Normalização Contabilística (DL 160/2009).
29 Aviso n.º 15655/2009. D.R. n.º 173, Série II de , referente ao Sistema de Normalização Sistema de Normalização Contabilística Publicação dos avisos: Aviso n.º 15652/2009. D.R. n.º 173, Série II de , referente ao Sistema de Normalização Contabilística - Estrutura Conceptual Aviso n.º 15653/2009. D.R. n.º 173, Série II de , referente ao Sistema de Normalização Contabilística - Normas Interpretativas Aviso n.º 15654/2009. D.R. n.º 173, Série II de , referente ao Sistema de normalização contabilística - Norma Contabilística e de Relato Financeiro para Pequenas Entidades
30 Sistema de Normalização Contabilística Publicação das portarias: Portaria n.º 1011/2009, D.R. n.º 175, Série I de , referente ao Código de Contas Portaria n.º 986/2009, D.R. n.º 175, Série I de , referente aos Modelos de Demonstrações Financeiras Decreto Regulamentar n.º 25/2009, D.R. n.º 178, Série I de , referente ao regime regulamentar das depreciações e amortizações.
31 PROGRAMA 1. Introdução A normalização e harmonização contabilística 2. O que é o SNC e diferenças em relação ao POC 3. Quadro e código de contas 4. Demonstrações financeiras: modelos e seu enquadramento 5. As vantagens de se preparar desde já 6. As principais mudanças de conceitos 7. A nova terminologia do SNC 8. As dificuldades da transição do POC para o SNC
32 ( ) Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA (SNC) E S T R U T U R A C O N C E P T U A L E C MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (MDF) NORMAS CONTABILÍSTICAS E DE RELATO FINANCEIRO (NCRF) ESTRUTURA CONCEPTUAL (EC) CÓDIGO DE CONTAS (CC) B.A.D.F MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA PEQUENAS ENTIDADES (MDF - PE) NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO PARA PEQUENAS ENTIDADES (NCRF - PE) R E G I M E P A R A P E Q U E N A S E N T I D A D E S * NORMAS INTERPRETATIVAS (NI) O P Ç Ã O
33 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL NOVO CÓDIGO DE CONTAS Alterações DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS NORMAS - NCRF Óptica Princípios Substitui as directrizes e partes do POC (critérios Óptica Regra
34 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF Substitui as 29 directrizes A PARTIR DE 37 IAS IFRS ADOPÇÃO DE 28 NCRF 1 NCRF-PE... A PARTIR DE 15 NCRF
35 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC Substitui as 29 NORMAS - NCRF directrizes NCRF NORMAS CONTABILÍSTICAS E DE RELATO FINANCEIRO 1 Estrutura e Conteúdo das Demonstrações Financeiras IAS 1 2 Demonstração de Fluxos de Caixa IAS 7 3 Adopção pela primeira vez das NCRF IFRS 1 4 Políticas Contabilísticas, Alterações nas Estimativas Contabilísticas e Erros IAS 8 5 Divulgação de Partes Relacionadas IAS 24 6 Activos Intangíveis IAS 38 7 Activos Fixos Tangíveis IAS 16 8 Activos Não Correntes Detidos para Venda e Unid. Oper.Descontinuadas IFRS 5 9 Locações IAS Custos de Empréstimos Obtidos IAS 23
36 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF Substitui as 29 directrizes NCRF NORMAS CONTABILÍSTICAS E DE RELATO FINANCEIRO 11 Propriedades de Investimento IAS Imparidade de Activos IAS Interesses em Empreendimentos Conjuntos e Investimentos em Associadas IAS 28 e Concentrações de Actividades Empresarias IFRS 3 15 Investimentos em Subsidiárias e Consolidação IAS Exploração e Avaliação de Recursos Minerais IFRS 6 17 Agricultura IAS Inventários IAS 2 19 Contratos de Construção IAS Rédito IAS 18
37 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC Substitui as 29 NORMAS - NCRF directrizes NCRF NORMAS CONTABILÍSTICAS E DE RELATO FINANCEIRO 21 Provisões, Passivos Contingentes e Activos Contingentes IAS Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo IAS Os Efeitos de Alterações em Taxas de Câmbio IAS Acontecimentos Após a Data do Balanço IAS Impostos Sobre o Rendimento IAS Matérias Ambientais 27 Instrumentos Financeiros IAS IFRS7 28 Benefícios dos Empregados IAS 19
38 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS NCRF PE destinada a entidades de pequena dimensão que incorporará as matérias relativas a: - Estrutura e Conteúdo das Demonstrações Financeiras - Adopção pela primeira vez da NCRF - Políticas Contabilísticas, Alterações nas Estimativas Contabilísticas e Erros - Activos Intangíveis - Activos Fixos Tangíveis - Locações - Custos de Empréstimos Obtidos -- Inventários -- Rédito - Provisões, Passivos Contingentes e Activos Contingentes - Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo - Os Efeitos de Alterações em Taxas de Câmbio - Impostos Sobre o Rendimento - Instrumentos Financeiros Benefícios dos Empregados
39 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC PEQUENA ENTIDADE Artigo 8º Menos de de total de balanço Menos de vendas liquidas e outros rendimentos Menos de 20 trabalhadores DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Artigo 10º Dispensa de elaboração da DFC e da DACP Só Balanço D.R. Natureza NORMAS NCRF-PE (inclui normas interpretativas) Ver Anexo ao DL ponto 6.3
40 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF Exemplos para que servem? Uma mercadoria cujo valor esteja abaixo da quantia escriturada deve ser alvo de registo de imparidade? E se for uma matéria prima? Inventários SIM. Se for matéria prima, em princípio, não.
41 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF Exemplos para que servem? Que devo fazer se um activo fixo tangível deixar de ter valor de uso e se tiver apenas valor de venda? Porque valor o devo considerar no balanço? Activos não correntes detidos para venda Devo desreconhecer como AFT e reconhecer ao justo valor como A.Ñ.C.Det.p/ Venda.
42 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF Exemplos Como mensurar um activo biológico? Agricultura para que servem? Ao justo valor. Se não for possível ao custo
43 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF Exemplos para que servem? Tem que divulgar informação sobre as transacções como uma subsidiária? Divulgação de Partes Relacionadas Divulgação no Anexo de informação decomposta
44 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF Exemplos para que servem? Posso capitalizar custos de empréstimos num inventário (existências)? Custos de Empréstimos Obtidos Não só posso como, em determinadas circunstâncias, devo.
45 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC NORMAS - NCRF O que são? para que servem? São documentos orientadores estruturados por temas que visam a harmonização do relato financeiro à escala global. As normas são dinâmicas alterando a cada momento em função da alteração dos consensos existentes. O que é verdade hoje amanhã pode ser mentira com as normas pode acontecer um pouco assim, ou seja, o que é norma (regra) hoje amanhã pode não ser. As normas são documentos complexos que devem ser analisados em função do caso concreto.
46 ESTRUTURA CONCEPTUAL EDIFÍCIO ESTRUTURA NORMATIVA NCRF e N.I. ALICERCES ESTRUTURA CONCEPTUAL Emissão de normas Novas situações
47 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital
48 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital UM BALANÇO UMA DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS Por natureza e adicionalmente por funções (artº 10) UMA DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO UMA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Opcional para Peq. entidades UM ANEXO (Notas)
49 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras. Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital CONTINUIDADE REGIME DE ACRÉSCIMO
50 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Posição financeira Activo Passivo Capital próprio Desempenho Rendimento Gasto Ajust. de manutenção capital
51 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Posição financeira Activo Passivo Capital próprio Desempenho Rendimento Gasto Ajust. de manutenção capital Activo é um recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se espera que fluam para a entidade benefícios económicos futuros
52 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Posição financeira Activo Passivo Capital próprio Desempenho Rendimento Gasto Ajust. de manutenção capital Passivo é uma obrigação presente da entidade proveniente de acontecimentos passados, da liquidação da qual se espera que resulte um exfluxo de recursos da entidade incorporando benefícios económicos.
53 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Posição financeira Activo Passivo Capital próprio Desempenho Rendimento Gasto Ajust. de manutenção capital Capital próprio é o interesse residual nos activos da entidade depois de deduzir todos os seus passivos.
54 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Posição financeira Activo Passivo Capital próprio Desempenho Rendimento Gasto Ajust. de manutenção capital Rendimentos são aumentos nos benefícios económicos durante o período contabilístico na forma de influxos ou aumentos de activos ou diminuições de passivos que resultem em aumentos no capital próprio, que não sejam os relacionados com as contribuições dos participantes no capital próprio;
55 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Posição financeira Activo Passivo Capital próprio Desempenho Rendimento Gasto Ajust. de manutenção capital Gastos são diminuições nos benefícios económicos durante o período contabilístico na forma de exfluxos ou deprecimentos de activos ou na incorrência de passivos que resultem em diminuições do capital próprio, que não sejam as relacionadas com distribuições aos participantes no capital próprio.
56 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC O que é? para que serve? ESTRUTURA CONCEPTUAL Exemplos O goodwill gerado internamente é um activo? Estrutura conceptual - Conceito de activo e de reconhecimento de activo Activo é um recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se espera que fluam para a entidade benefícios económicos futuros;
57 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC O que é? para que serve? ESTRUTURA CONCEPTUAL Exemplos O goodwill gerado internamente é um activo? Activo é um recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se espera que fluam para a entidade benefícios económicos futuros; recurso controlado acontecimentos passados benefícios económicos futuros SIM SIM SIM É activo Questão SIM Deve ser reconhecido no balanço?
58 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Probabilidade de BEF Fiabilidade da mensuração Reconhecimento de activo Reconhecimento de passivo Reconhecimento de rendimento Reconhecimento de gasto
59 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Probabilidade de BEF Fiabilidade da mensuração Reconhecimento de activo Reconhecimento de passivo Reconhecimento de rendimento Reconhecimento de gasto Um activo é reconhecido no balanço quando for provável que os benefícios económicos futuros fluam para a entidade e o activo tenha um gasto ou um valor que possa ser mensurado com fiabilidade.
60 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Probabilidade de BEF Fiabilidade da mensuração Reconhecimento de activo Reconhecimento de passivo Reconhecimento de rendimento Reconhecimento de gasto Um passivo é reconhecido no balanço quando for provável que um exfluxo de recursos incorporando benefícios económicos resulte da liquidação de uma obrigação presente e que a quantia pela qual a liquidação tenha lugar possa ser mensurada com fiabilidade.
61 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC O que é? para que serve? ESTRUTURA CONCEPTUAL Exemplos O goodwill gerado internamente é um activo? Estrutura conceptual - Conceito de activo e de reconhecimento de activo Activo é um recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se espera que fluam para a entidade benefícios económicos futuros; É activo Um activo é reconhecido no balanço quando for provável que os benefícios económicos futuros fluam para a entidade e o activo tenha um gasto ou um valor que possa ser mensurado com fiabilidade. provável que os BEF mensurado com fiabilidade SIM NÃO Deve ser reconhecido no balanço? NÃO
62 Estrutura do SNC e diferenças em relação ao POC ESTRUTURA CONCEPTUAL Definição de um conjunto completo de demonstrações financeiras Pressupostos subjacentes à preparação das demonstrações financeiras Características qualitativas da informação financeira (de primeira e segunda ordem) Elementos das demonstrações financeiras Reconhecimento dos elementos das demonstrações financeiras Mensuração dos elementos das demonstrações financeiras Conceitos de capital e manutenção de capital Custo histórico; custo corrente; Valor realizável (de liquidação); valor presente; justo valor QUAIS OS CONCEITOS DE BASE RELATIVOS À MENSURAÇÃO DOS ELEMENTOS DAS DF
63 PROGRAMA 1. Introdução A normalização e harmonização contabilística 2. O que é o SNC e diferenças em relação ao POC 3. Quadro e código de contas 4. Demonstrações financeiras: modelos e seu enquadramento 5. As vantagens de se preparar desde já 6. As principais mudanças de conceitos 7. A nova terminologia do SNC 8. As dificuldades da transição do POC para o SNC
64 Principais diferenças no código de contas Quadro síntese de contas Código de Contas: comparação entre POC/89 e SNC
65 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
66 Principais diferenças no código de contas POC/89 Caixa 11 Caixa SNC Depósitos à ordem 12 Depósitos à ordem Depósitos a prazo 13 Outros depósitos bancários Outros depósitos bancários 14 Instrumentos Financeiros Títulos negociáveis Outras aplicações de tesouraria 18 Ajustamentos de aplic. tesouraria Derivados 142 Instrumentos Financeiros detidos para negociação 143 Outros activos e passivos financeiros (JVAR)
67 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
68 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Clientes 21 Clientes Fornecedores 22 Fornecedores Empréstimos obtidos 23 Pessoal Estado e outros entes públicos 24 Estado e outros entes públicos Accionistas (sócios) 25 Financiamentos obtidos Outros devedores e credores 26 Accionistas/sócios Acréscimos e diferimentos 27 Outras contas a receber e a pagar Ajustamentos de dívidas a receber 28 Diferimentos Provisões 29 Provisões
69 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
70 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Compras 31 Compras Mercadorias 32 Mercadorias Produtos acabados e intermédios 33 Matérias primas, subsidiárias e de consumo Subprodutos, desp., resíduos e refugos 34 Produtos acabados e intermédios Produtos e trabalhos em curso 35 Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos Mat. primas, subsid. e de consumo 36 Produtos e trabalhos em curso Adiantam. por conta de compras 37 Activos biológicos Regularização de existências 38 Reclassificação e regularização de inventários e activos biológicos Ajustamentos de existências 39 Adiantamentos por conta de compras
71 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
72 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Investimentos financeiros 41 Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas 42 Propriedades de investimento Imobilizações incorpóreas 43 Activos fixos tangíveis Imobilizações em curso 44 Activos intangíveis 45 Investimentos em curso 46 Activos não correntes detidos para venda 47 Amortizações acumuladas 48 Ajust. de investimentos financeiros 49
73 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
74 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Capital 51 Capital Acções (quotas) próprias 52 Acções (quotas) próprias Prestações suplementares 53 Outros instrumentos de capital próprio Prémios emissão acções (quotas) 54 Prémios emissão acções (quotas) Ajust. partes cap. filiais e assoc. 55 Reservas Reservas de reavaliação 56 Resultados transitados Reservas 57 Ajustamentos em activos financeiros 58 Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Resultados transitados 59 Outras variações no capital próprio
75 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
76 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Custo merc. vend. e mat. consumidas 61 Custo merc. vend. e mat. consumidas Fornecimentos externos 62 Fornecimentos e serviços externos Impostos 63 Gastos com o pessoal Custos com o pessoal 64 Gastos de depreciação e de amortização Outros custos e perdas operacion. 65 Perdas por imparidade Amortiz. e ajustam. do exercício 66 Perdas por reduções de justo valor Provisões do exercício 67 Provisões do período Custos e perdas financeiros 68 Outros gastos e perdas Custos e perdas extraordinários 69 Gastos e perdas de financiamento
77 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Custo merc. vend. e mat. consumidas 61 Custo merc. vend. e mat. consumidas Fornecimentos externos 62 Fornecimentos e serviços externos Impostos 63 Gastos com o pessoal Custos com o pessoal 64 Gastos de depreciação e de amortização Outros custos e perdas operacion. 65 Perdas por imparidade Amortiz. e ajustam. do exercício 66 Perdas por reduções de justo valor Provisões do exercício 67 Provisões do período Custos e perdas financeiros 68 Outros gastos e perdas Custos e perdas extraordinários 69 Gastos e perdas de financiamento
78 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Custo merc. vend. e mat. consumidas 61 Custo merc. vend. e mat. consumidas Fornecimentos externos 62 Fornecimentos e serviços externos Impostos 63 Gastos com o pessoal Custos com o pessoal 64 Gastos de depreciação e de amortização Outros custos e perdas operacion. 65 Perdas por imparidade Amortiz. e ajustam. do exercício 66 Perdas por reduções de justo valor Provisões do exercício 67 Provisões do período Custos e perdas financeiros 68 Outros gastos e perdas Custos e perdas extraordinários 69 Gastos e perdas de financiamento
79 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Custo merc. vend. e mat. consumidas 61 Custo merc. vend. e mat. Consumidas Fornecimentos externos 62 Fornecimentos e serviços externos Impostos 63 Gastos com o pessoal Custos com o pessoal 64 Gastos de depreciação e de amortização Outros custos e perdas operacion. 65 Perdas por imparidade Amortiz. e ajustam. do exercício 66 Perdas por reduções de justo valor Provisões do exercício 67 Provisões do período Custos e perdas financeiros 68 Outros gastos e perdas Custos e perdas extraordinários 69 Gastos e perdas de financiamento
80 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Custo merc. vend. e mat. consumidas 61 Custo merc. vend. e mat. consumidas Fornecimentos externos 62 Fornecimentos e serviços externos Impostos 63 Gastos com o pessoal Custos com o pessoal 64 Gastos de depreciação e de amortização Outros custos e perdas operacion. 65 Perdas por imparidade Amortiz. e ajustam. do exercício 66 Perdas por reduções de justo valor Provisões do exercício 67 Provisões do período Custos e perdas financeiros 68 Outros gastos e perdas Custos e perdas extraordinários 69 Gastos e perdas de financiamento
81 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Custo merc. vend. e mat. consumidas 61 Custo merc. vend. e mat. consumidas Fornecimentos externos 62 Fornecimentos e serviços externos Impostos 63 Gastos com o pessoal Custos com o pessoal 64 Gastos de depreciação e de amortização Outros custos e perdas operacion. 65 Perdas por imparidade Amortiz. e ajustam. do exercício 66 Perdas por reduções de justo valor Provisões do exercício 67 Provisões do período Custos e perdas financeiros 68 Outros gastos e perdas Custos e perdas extraordinários 69 Gastos e perdas de financiamento
82 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
83 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Vendas 71 Vendas Prestações de serviços 72 Prestações de serviços Proveitos suplementares 73 Variações nos inventários de produção Subsídios à exploração 74 Trabalhos para a própria entidade Trabalhos para a própria empresa 75 Subsídios à exploração Outros proveitos e ganhos operac. 76 Reversões Reversões de amortiz. e ajustam. 77 Ganhos por aumentos de justo valor Proveitos e ganhos financeiros 78 Outros rendimentos e ganhos Proveitos e ganhos extraordinários 79 Rendimentos e ganhos de financiamento
84 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Disponibilidades 1 Meios financeiros líquidos Terceiros 2 Contas a receber e a pagar Existências 3 Inventários e activos biológicos Imobilizações 4 Investimentos Capital, reservas e res. transitados 5 Capital reservas e res. transitados Custos e perdas 6 Gastos Proveitos e ganhos 7 Rendimentos Resultados 8 Resultados Contabilidade de custos
85 Principais diferenças no código de contas POC/89 SNC Resultados operacionais 81 Resultado do período Resultados financeiros 82 (Resultados correntes) 83 Resultados extraordinários 84 (Resultados antes de impostos) 85 Imposto s/rendimento do exercício Resultado líquido do exercício 88 Dividendos antecipados 89 Dividendos antecipados
86 PROGRAMA 1. Introdução A normalização e harmonização contabilística 2. O que é o SNC e diferenças em relação ao POC 3. Quadro e código de contas 4. Demonstrações financeiras: modelos e seu enquadramento 5. As vantagens de se preparar desde já 6. As principais mudanças de conceitos 7. A nova terminologia do SNC 8. As dificuldades da transição do POC para o SNC
87 Os novos modelos de demonstrações financeiras Balanço (posição financeira) Demonstração dos resultados (desempenho) Demonstração dos resultados por funções (Facultativa) Demonstração dos fluxos de caixa Mapa de alterações do capital próprio NOVO Anexo (notas) às demonstrações financeiras DIFERENTE
88 Os novos modelos de D.F. Balanço (posição financeira) Mesmo modelo Individual/consolidado Referenciação cruzada com o Anexo Só uma coluna (líquido)
89 Os novos modelos de D.F. Balanço (posição financeira) Corrente Não corrente Influência (respeito) Pelas normas
90 Os novos modelos de D.F. Balanço (posição financeira) pelo líquido... no capital próprio
91 Os novos modelos de D.F. Demonstração de resultados Naturezas Mesmo modelo Individual/consolidado Referenciação cruzada com o Anexo
92 Os novos modelos de D.F. Demonstração de resultados Naturezas modelo VERTICAL Análise Financeira
93 Os novos modelos de D.F. Demonstração de resultados Naturezas
94 Os novos modelos de D.F. Demonstração das alterações no capital próprio Linhas Colunas
95 Os novos modelos de D.F. Identificação da entidade 1. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2. Principais políticas contabilísticas 3. Fluxos de caixa 4. Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros 5. Partes relacionadas 6. Activos intangíveis 7. Activos fixos tangíveis 8. Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas 9. Locações 10. Custos de empréstimos obtidos 11. Propriedades de investimento 12. Imparidade de activos 13. Interesses em Empreendimentos Conjuntos e Investimentos em Associadas 14. Concentrações de actividades empresariais 15. Investimentos em Subsidiárias e Consolidação 16. Exploração e avaliação de recursos minerais 17. Agricultura 18. Inventários 19. Contratos de construção 20. Rédito 21. Provisões, passivos contingentes e activos contingentes 22. Subsídios do Governo e apoios do Governo 23. Efeitos de alterações em taxas de câmbio 24. Acontecimentos após a data do balanço 25. Impostos sobre o rendimento 26. Matérias ambientais 27. Instrumentos financeiros 28. Benefícios dos empregados 2 9.Divulgações exigidas por diplomas legais 30. Outras informações Obrigatório Opção Obrigatório Anexo
96 Os novos modelos de D.F. Identificação da entidade 1. Referencial contabilístico de preparação das DF 2. Principais políticas contabilísticas 3. Fluxos de caixa Anexo Identificação da entidade 1. Designação da entidade: 2. Sede: 3. Natureza da actividade: 4. Designação da empresa-mãe: 5. Sede da empresa-mãe:
97 Identificação da entidade 1. Referencial contabilístico de preparação das DF 2. Principais políticas contabilísticas 3. Fluxos de caixa 1. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras Indicação e justificação das disposições do SNC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras, tendo em vista a necessidade de estas darem uma imagem verdadeira e apropriada do activo, do passivo e dos resultados da entidade Indicação e comentário das contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os do exercício anterior.
98 Os novos modelos de D.F. Identificação da entidade 1. Referencial contabilístico de preparação das DF 2. Principais políticas contabilísticas 3. Fluxos de caixa Anexo 2. Principais políticas contabilísticas 2.1. Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras: 2.2. Outras políticas contabilísticas relevantes: 2.3. Juízos de valor (exceptuando os que envolvem estimativas) que o órgão de gestão fez no processo de aplicação das políticas contabilísticas e que tiveram maior impacte nas quantias reconhecidas nas demonstrações financeiras: 2.4. Principais pressupostos relativos ao futuro (envolvendo risco significativo de provocar ajustamento material nas quantias escrituradas de activos e passivos durante o ano financeiro seguinte): 2.5. Principais fontes de incerteza das estimativas (envolvendo risco significativo de provocar ajustamento material nas quantias escrituradas de activos e passivos durante o ano financeiro seguinte):
99 Os novos modelos de D.F. Identificação da entidade 1. Referencial contabilístico de preparação das DF 2. Principais políticas contabilísticas 3. Fluxos de caixa Anexo 3. Fluxos de caixa 3.1. Comentário da gerência sobre a quantia dos saldos significativos de caixa e seus equivalentes que não estão disponíveis para uso:
100 Identificação da entidade 1. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2. Principais políticas contabilísticas 3. Fluxos de caixa 4. Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros 5. Partes relacionadas 6. Activos intangíveis 7. Activos fixos tangíveis 8. Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas 9. Locações 10. Custos de empréstimos obtidos 11. Propriedades de investimento 12. Imparidade de activos 13. Interesses em Empreendimentos Conjuntos e Investimentos em Associadas 14. Concentrações de actividades empresariais 15. Investimentos em Subsidiárias e Consolidação 16. Exploração e avaliação de recursos minerais 17. Agricultura 18. Inventários 19. Contratos de construção 20. Rédito 21. Provisões, passivos contingentes e activos contingentes 22. Subsídios do Governo e apoios do Governo 23. Efeitos de alterações em taxas de câmbio 24. Acontecimentos após a data do balanço 25. Impostos sobre o rendimento 26. Matérias ambientais 27. Instrumentos financeiros 28. Benefícios dos empregados 2 9.Divulgações exigidas por diplomas legais 30. Outras informações Obrigatório Obrigatório Anexo
101 Identificação da entidade 1. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2. Principais políticas contabilísticas 3. Fluxos de caixa 4. Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros 5. Partes relacionadas 6. Activos intangíveis 7. Activos fixos tangíveis 8. Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas 9. Locações 10. Custos de empréstimos obtidos 11. Propriedades de investimento 12. Imparidade de activos 13. Interesses em Empreendimentos Conjuntos e Investimentos em Associadas 14. Concentrações de actividades empresariais 15. Investimentos em Subsidiárias e Consolidação 16. Exploração e avaliação de recursos minerais 17. Agricultura 18. Inventários 19. Contratos de construção 20. Rédito 21. Provisões, passivos contingentes e activos contingentes 22. Subsídios do Governo e apoios do Governo 23. Efeitos de alterações em taxas de câmbio 24. Acontecimentos após a data do balanço 25. Impostos sobre o rendimento 26. Matérias ambientais 27. Instrumentos financeiros 28. Benefícios dos empregados 2 9.Divulgações exigidas por diplomas legais 30. Outras informações 5 Opção N-2 Anexo
102
103 Terminologias Algumas contas Conteúdos das demonstrações financeiras
104 Terminologias Disponibilidades Terceiros Existências Meios financeiros Líquidos Contas e receber e a pagar Inventários Amortizações (corpóreo) Custos Proveitos Depreciações (tangível) Gastos Rendimentos (réditos)
105 Terminologias Ajustamento Reavaliação Imparidade Revalorização Títulos negociáveis Imobilizações financeiras Imobilizado corpóreo Imobilizado incorpóreo Instrumentos financeiros Investimentos financeiros Activo fixo tangível Activo intangível
106 Algumas contas POC Saem ou mudam de posição SNC Entram novas ou trocam de posição Despesas de instalação Investimentos em imóveis Despesas confidenciais 68 - Custos e perdas financeiros 78 - Proveitos e ganhos financeiros 69 - Custos e perdas extraordinários 79 - Proveitos e ganhos extraordinários 141- Derivados 42 - Propriedades de investimento Impostos diferidos Locações financeiras 29 - Provisões - 295Matérias ambientais 66 - Perdas por reduções de justo valor 37 - Activos biológicos Equipamentos biológicos Benefícios pós-emprego Benefícios pós-emprego
107 Algumas contas POC Saem ou mudam de posição SNC Entram novas ou trocam de posição X Despesas de instalação Investimentos em imóveis 653 X - Despesas confidenciais 68 - Custos e perdas financeiros 78 - Proveitos e ganhos financeiros 69 - Custos e perdas extraordinários 79 X- Proveitos e ganhos extraordinários X 141- Derivados 42 - Propriedades de investimento Impostos diferidos Locações financeiras 29 - Provisões - 295Matérias ambientais 66 - Perdas por reduções de justo valor 37 - Activos biológicos Equipamentos biológicos Benefícios pós-emprego Benefícios pós-emprego
108 Formato e conteúdos das demonstrações financeiras
109 Com o SNC ficamos com uma ferramenta que nos permite encarar e resolver novos factos e transacções dá maior comparabilidade às demonstrações financeiras reduz os custos do reporte internacional pois o que se faz em Portugal é igual ao que se faz no resto do mundo
110 Com o SNC iremos fazer em Portugal o que se faz no resto do mundo.
111 Obrigada
112
113 Enquadramento do SNC Decreto-Lei 158/2009 Objectivos Terminologia
114 Terminologia POC Existências Imobilizado incorpóreo Imobilizado corpóreo Amortização SNC Inventários / Activos biológicos Activo intangível Activo fixo tangível Depreciação e amortização
115 Terminologia POC SNC Registo Custos Proveitos e ganhos Reconhecimento Gastos Rendimentos
116 NIC versus SNC
117 8 IFRS 28 NCRF NIC/IFRS 32 IAS SNC/NCRF 1 NCRF- PE COTADAS EM BOLSA NÃO COTADAS EM BOLSA
118 SNC Estrutura Conceptual 1. Apresentação Decreto - Lei 2. Bases para apresent. das DF 3. Modelos de DF Anexo 4. Código de contas 5. NCRF 6. NCRF PE 7. NI
119 Demonstrações Financeiras Balanço de Abertura - PE Balanço PE Demonstração dos resultados por Funções - PE Demonstração dos Resultados por Naturezas PE
120 Demonstrações Financeiras Balanço / Balanço de Abertura DR por Funções DR dos Resultados por Naturezas Demonstração das Alterações no Capital Próprio Demonstração dos Fluxos de Caixa ( método directo )
121 O que foi feito no Software PHC?
122 Demo
123 Exemplo de Transição POC 2009 SNC Depósitos a Prazo 55,000 Euros 13 Outros Depósitos 14 Instrumentos Financeiros 10,000 Euros 14 Instrumentos Financeiros 141 Derivados 1411 Potencialmente Positivos 142 Inst. Detidos p/ Negociação 1422 Passivos Financeiros
124 Resumindo Colocar o ano da contabilidade em 2010 Rotina de criar contas/diários e códigos Adaptar os parâmetros para as novas contas Importar o ficheiro com as contas do SNC Grelha de transição Importar os novos Mapas de Gestão
125 Cuidados no momento da transição Cenários possíveis no software PHC, no ano de transição. Quais?
126 Cenário 1 Manter as configurações Manter as configurações e as integrações dos CPOC s com as contas do POC
127 Cenário 2 Configurações actualizadas Através da grelha de transição Actualização das configurações Para novas contas do SNC
128 E depois? PHC Imobilizado/ PHC Contabilidade Alterações para responder às normas 6, 7 e 12 Renomear campos existentes Novos campos Novas rotinas
129 Renomear Campos SNC Histórico Depreciações SNC Tipo de Activos: Activo Fixo Tangível (Activo) e Activo Intangível (Incorpóreo) SNC Quant. Depreciável SNC Valor Líquido Fiscal
130 Renomear Campos SNC Justo Valor
131 Imobilizado ficha dos bens Novos Campos Quantia recuperável Perdas por imparidade Valor da quantia escriturada Novas contas Novos separadores Depreciações contabilísticas Histórico de imparidades Histórico de revalorizações
132 Novas rotinas Imobilizado Processamento de imparidades Processamento de reversões Processamento de revalorizações Contabilidade Integrar perdas/reversões por imparidade Integrar revalorizações
133 Conteúdos Manual Grelha de Transição idirecto O novo SNC e o seu Software PHC Vantagem PHC Contabilidade Grelha de transição (18m)
134
135
136
137
138
139
140 Vantagem Garantida PHC
141
142 idirecto PHC
143 Directo PHC
144 Site SNC Especialmente criado para se manter informado sobre o SNC:
145 Obrigado
146
147
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XIII JORNADAS DE CONTABILIDADE E FISCALIDADE DA APOTEC - LISBOA / CULTURGEST / 1 DE MARÇO DE 2007 - - FUTURA NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA NACIONAL - 1 TENDÊNCIAS INTERNACIONAIS... E NÓS SEC IOSCO PORTUGAL
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Informação Financeira Balanço ANO: 2014 Referencial contabilístico utilizado no ano 2014: POCMS Referencial contabilístico utilizado no ano 2014: POCMS Referencial contabilístico utilizado no ano 2014:
2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras:
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Código de Contas (SNC): 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS * 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros * 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412
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2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras:
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ÍNDICE GERAL NOTA PRÉVIA 23 PREFÁCIO DA 24. a EDIÇÃO 25 TÍTULO I NOÇÕES DE CONTABILIDADE GERAL CAPÍTULO I - INTRODUÇÃO Considerações gerais............................................. 29 A evolução e
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C N 2 - CÓDIGO DE CONTAS
o m i s s ã o 1 MEIOS FINANEIROS LÍQUIDOS * 11 aixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Instrumentos financeiros * 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente desfavoráveis
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ACTIVO BRUTO E ACTIVO LÍQUIDO ACTIVO LÍQUIDO PROVISÕES IMOBILIZADO:
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2.1 O referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras é o instituído pelo Decreto Lei n.º 36 -A/2011, de 9 de Março;
O presente Anexo visa complementar a informação financeira apresentada noutras demonstrações financeiras, divulgando as bases de preparação e políticas contabilísticas adotadas e outras divulgações exigidas
Imobilizaçoes corpóreas: Edificios e outras construções
DESIGNAÇÕES EXERCÍCIOS 1º SEM 01 1º SEM 00 AMORTIZAÇÕES ACT.BRUTO ACT.LÍQUIDO ACT.LÍQUIDO E PROVISÕES IMOBILIZADO ACTIVO Imobilizações incorporeas: Despesas de instalação 384 261 180 982 203 279 32 821
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Anexo III. Taxonomia M - SNC Microentidades. (a que se refere o artigo 4.º da presente portaria)
Anexo III Taxonomia M - SNC (a que se refere o artigo 4.º da presente portaria) 1 11 Caixa 2 12 Depósitos à ordem 3 13 Outros depósitos bancários 4 14 Outros 5 211 Clientes - Clientes c/c 6 212 Clientes
Balanço. Valores em Euros EXERCICIOS. ACTIVO NÃO CORRENTE: Ativos fixos tangíveis: Terrenos e Recursos Naturais. Ferramentas e Utensilios
Anexo Demonstrações Financeiras 204 Balanço Valores em Euros EXERCICIOS 204 ACTIVO 203 AB AP AL AL 5.009,24 4.750,83 9.258,4 9.22,88 Equipamento Básico 42.978,7 26.0,2 6.877,50.538,96 Equipamento de Transporte
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