EDUCAÇÃO PARA (A AUTONOMIA DE) TODOS
|
|
|
- Maria Vitória Camilo Padilha
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EDUCAÇÃO PARA (A AUTONOMIA DE) TODOS
2 PROF.ª LEOMAR MARCHESINI Fundadora e Coordenadora do Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais SIANEE Centro Universitário Internacional UNINTER
3 EDUCAÇÃO COM FOCO NO INGRESSO NO MUNDO DO TRABALHO QUALIFICADO Compartilhamento do extrato da experiência adquirida nos 12 anos de trabalho com alunos adultos, com deficiência, síndromes psiquiátricas e disfunções, na educação de nível superior.
4 EDUCANDO PARA AUTONOMIA Além de objetivar a aprendizagem do aluno com deficiência, referente ao domínio dos conteúdos do programa de cada curso, é de enorme valor que os programas de inclusão das instituições de ensino e de educação continuada das organizações foquem: o desenvolvimento da autonomia; Autonomia: Faculdade de se governar por si mesmo, aquele que não depende de outro. Dicionário Aurélio Buarque de Holanda o desenvolvimento de competências necessárias no mundo do trabalho, incluindo a convivência com colegas com e sem deficiência, visando a aprendizagem para realização de atividades colaborativas e conhecimento compartilhado; a convivência com colegas cujas deficiências sejam diferentes da sua, utilizando a tecnologia assistiva compatível; ex.: cegos e surdos se comunicando pelo computador.
5 EDUCANDO PARA A AUTONOMIA Acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários, e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes, da informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. (LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO, 2015).
6 DIMENSÕES DA ACESSIBILIDADE Para pessoas com deficiência ou sem deficiência, conforme concepção do Desenho Universal, as sete dimensões da acessibilidade, obrigatórias por lei e/ou por consequência do paradigma da inclusão, para as empresas inclusivas e organizações inclusivas de todos os gêneros, são as seguintes:
7 AS SETE DIMENSÕES DA ACESSIBILIDADE Acessibilidade arquitetônica (incapacidade física dos campi e empresas) Acessibilidade comunicacional (Libras, Braille, Word, caracteres ampliados) Acessibilidade metodológica (professor bilíngue) Acessibilidade instrumental (instrumentos e utensílios) Acessibilidade programática (barreiras invisíveis em políticas) Acessibilidade natural (menor interferência nos espaços da natureza) Acessibilidade atitudinal (sem preconceitos e estigmas) (SASSAKI, 2013).
8 AS CINCO DIMENSÕES DA ACESSIBILIDADE Acessibilidade física e arquitetônica Acessibilidade comunicacional Acessibilidade digital (portais e sítios eletrônicos e Internet decreto lei 5296, 2004) Acessibilidade pedagógica Acessibilidade atitudinal (INEP, 2015)
9 EDUCANDO PARA A AUTONOMIA Conquistar a autonomia implica no desenvolvimento de competências para a convivência produtiva com os diferentes e a aprendizagem da utilização dos recursos da tecnologia assistiva, cujo fim é a própria promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência. Entretanto, isto pode ser percebido como uma dificuldade adicional, devido exigir determinação e dedicação para a aquisição de outras competências. E também pela necessidade de um parcial abandono de práticas antigas que, de certa forma, não são as mais adequadas ao ambiente de trabalho.
10 EDUCANDO PARA A AUTONOMIA Quanto mais compartilhamento de percepções, opiniões e conceitos houver entre as diversidades, mais aprendizagem acontecerá para todos os participantes. As instituições de ensino e as empresas podem possibilitar isto, promovendo debates em clima de informação aberta, destruindo nichos, permitindo que a energia da comunicação e informação flua produtivamente, produzindo o crescimento e a autonomia.
11 MUITO OBRIGADA!
FACULDADE DE TECNOLOGIA ALCIDES MAYA
PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE ACESSIBILIDADE - 2016 - FACULDADE DE TECNOLOGIA ALCIDES MAYA CORPO DIRIGENTE DA MANTENEDORA SOCIEDADE EDUCACIONAL ID Isio Eizerik Presidente da Mantenedora Devanir de Lourdes Oss-Emer
Universidade do Sul de Santa Catarina Unisul. Programa de Promoção de Acessibilidade
Universidade do Sul de Santa Catarina Unisul Programa de Promoção de Acessibilidade O que é o Programa de Promoção de Acessibilidade da Unisul O Programa de Promoção de Acessibilidade (PPA) busca promover
Profa. Dra. VANESSA H. SANTANA DALLA DÉA
Profa. Dra. VANESSA H. SANTANA DALLA DÉA UFG - Números 2015 GRADUAÇÃO Deficiência No. Especificidade No. Auditiva 57 Surdos 27 Física 52 Cadeirante 4 Intelectual 19 Sínd. de Down 2 Visual 36 Cego 2 Asperger
A importância da acessibilidade digital na construção de objetos de aprendizagem
1 A importância da acessibilidade digital na construção de objetos de aprendizagem Profª Drª Patrícia A. Behar PPGIE Msc. Eliane Kiss de Souza PPGIE Mestranda. Camila G. G. Góes PPGEDU Mestranda. Edilma
SEMINÁRIO LOCAL DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO PARA A UNIFESP UNIFESP PARA Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis - PRAE Junho/2015
SEMINÁRIO LOCAL DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO PARA A UNIFESP UNIFESP PARA TOD@S Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis - PRAE Junho/2015 AÇÕES PRAE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO - A Prae acolhe questões de acessibilidade
RESOLUÇÃO Nº 03 DE 25 DE FEVEREIRO DE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO- CONSEPE Secretaria dos Órgãos Colegiados Superiores (Socs) Bloco IV, Segundo Andar, Câmpus de Palmas (63) 3232-8067 (63) 3232-8238
AMBIENTE AUTOCONFIGURÁVEL COM IMPLEMENTAÇÃO DE ACESSIBILIDADE
AMBIENTE AUTOCONFIGURÁVEL COM IMPLEMENTAÇÃO DE ACESSIBILIDADE Prof Erik Ferreira Tecnologia da Informação NeaD/Unesp [email protected] Prof. Dr. Klaus Schlünzen Junior Coordenador do NEaD/Unesp [email protected]
NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NACI REGULAMENTO
INSTITUTO DE ENSINO SANTA NATALIA LTDA. Mantenedora FACULDADE FASIPE CUIABÁ - FFC Mantida CUIABÁ / MATO GROSSO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS, DA FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1. A Faculdade FASIPE CUIABÁ,
12 PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE E DE ATENDIMENTO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA
12 PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE E DE ATENDIMENTO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA 142 12 PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE E DE ATENDIMENTO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA A promoção
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA www.trilhante.com.br 1. Estatuto da Pessoa com Deficiência O estatuto da pessoa com deficiência, lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015, foi criado visando a assegurar,
Acessibilidade como Prática na Educação Superior
Acessibilidade como Prática na Educação Superior Profª Fabiane Vanessa Breitenbach 26/06/2014 Acessibilidade enquanto Norma Acessibilidade é a condição para utilização, com segurança e autonomia, total
Escola para todos: Inclusão de pessoas com deficiência
Escola para todos: Inclusão de pessoas com deficiência Sobre o projeto A Fundação Telefônica Vivo atua há 20 anos no Brasil e integra uma rede de 17 fundações do Grupo Telefônica, presentes em países da
LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
35 Coleção LEIS ESPECIAIS para concursos Dicas para realização de provas com questões de concursos e jurisprudência do STF e STJ inseridas artigo por artigo Coordenação: LEONARDO GARCIA MAURÍCIO MAIA LEI
RELATÓRIO CIRCUNSTANCIADO AÇÕES EDUCACIONAIS INCLUSIVAS
FACULDADE DE INFORMÁTICA DE PRESIDENTE PRUDENTE CURSO DE GRADUAÇÃO: TECNÓLOGO EM JOGOS DIGITAIS RELATÓRIO CIRCUNSTANCIADO AÇÕES EDUCACIONAIS INCLUSIVAS EMERSON SILAS DORIA Coordenador do CST Jogos Digitais
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2016 NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE DA UFES
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2016 Proposta aprovada em Reunião Ordinária de fechamento de exercício do NAUFES realizada no dia 15 de janeiro de 2015. Vitória (ES), 15 de dezembro de 2015. Introdução UNIVERSIDADE
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
No âmbito da competência do Ministério da Educação, a Portaria n 3.284, de 07 de novembro de 2003, determina as condições que devem ser cumpridas para garantir ao estudante com necessidades educacionais
A EDUCAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA: QUESTÕES LEGAIS E PEDAGÓGICAS.
A EDUCAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA: QUESTÕES LEGAIS E PEDAGÓGICAS. Cristiane de Fátima Costa Freire; Disneylândia Maria Ribeiro Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. E-mails: [email protected];
PROGRAMA DE PROMOÇÃO À PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
PROGRAMA DE PROMOÇÃO À PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA - 2016 - FACULDADE DE TECNOLOGIA ALCIDES MAYA CORPO DIRIGENTE DA MANTENEDORA SOCIEDADE EDUCACIONAL ID Isio Eizerik
REGULAMENTAÇÃO INTERNA NÚCLEO DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS NAPNE \CAMPUS BARREIRAS
REGULAMENTAÇÃO INTERNA NÚCLEO DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS NAPNE \CAMPUS BARREIRAS Considerando o Termo de Acordo de Metas e Compromissos firmado entre a Rede Federal de Educação Profissional
EXPERIÊNCIA DO NÚCLEO DE ATENDIMENTOS A PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS DA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS
EXPERIÊNCIA DO NÚCLEO DE ATENDIMENTOS A PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS DA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS PATO BRANCO Dalvane Althaus 1 Eixo Temático Políticas Educacionais
NOME DO CURSO: O uso pedagógico dos recursos de Tecnologia Assistiva Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial
NOME DO CURSO: O uso pedagógico dos recursos de Tecnologia Assistiva Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina
ADAPTAÇÕES CURRICULARES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
ADAPTAÇÕES CURRICULARES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Rosana Maria do N. Nogueira Pedagoga Psicopedagoga Psicomotricista Especialista em Educação Especial e Inclusiva Coordenadora Pedagógica APAE S.C.S. 12/09/2017
Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se: DO DIREITO À EDUCAÇÃO
Lei Nº 13.146 de 06/07/2015 Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Art. 3 o Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se:... XIII - profissional
5. ANEXO DO PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL Ano letivo: Escolha um item.
5. ANEXO DO PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL Ano letivo: Escolha um item. Nome do aluno: Ano de escolaridade: Turma: Nº Escolha um item. : Professor(a) de Educação Especial: 5.1. Medidas Educativas a implementar
Dra. h.c. Isabel Regina Depiné Poffo Presidente
RESOLUÇÃO Nº 29/2019/CONSUN Aprova o Regulamento do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão NAIA do Centro Universitário Avantis - UNIAVAN. A Presidente do Conselho Universitário, no uso das atribuições que
A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS DE ACESSIBILIDADE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO.
A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS DE ACESSIBILIDADE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. [email protected] Quem somos nós? Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva,
Rita Bersch 2014 Assistiva Tecnologia e Educação
Tecnologia Assistiva ou Tecnologia de Reabilitação? TA Construção conceitual CAT Novembro de 2006, o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT), estabelecido pelo Decreto nº 5.296/2004. Portaria nº 142 Secretaria
ANEXO I DO EDITAL DETALHAMENTO DOS SERVIÇOS
EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 002/2013 - OFICINAS E PALESTRAS PARA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E SERVIÇOS DE ACESSIBILIDADE O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE SÃO PAULO
DECRETO 7611/2011 Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências
DECRETO 7611/2011 Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências Art. 1 o O dever do Estado com a educação das pessoas público-alvo da educação especial
RESOLUÇÃO Nº 030/2016 DE 17 DE JUNHO DE 2016
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 030/2016 DE 17
CURSO PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA
OBJETIVOS: - Discutir e fomentar conhecimentos sobre a compreensão das potencialidades, das barreiras e das diferenças das pessoas, criando condições para que o egresso proponha ações interativas com a
Rodrigo Machado Merli Diretor Escolar da PMSP Pedagogo Didática de Ensino Superior PUC/SP Estudante de Direito
MEC 555 Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008. Rodrigo Machado Merli
Caderno de Prova 2 AE02. Educação Especial. ( ) prova de questões Objetivas. Auxiliar de Ensino de
Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação Edital n o 001/2009 Caderno de Prova 2 AE02 ( ) prova de questões Objetivas Auxiliar de Ensino de Educação Especial Dia: 8 de novembro
Caderno 2 de Prova PR08. Educação Especial. Professor de. Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação. Edital n o 003/2009
Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação Edital n o 003/2009 Caderno 2 de Prova PR08 Professor de Educação Especial Dia: 22 de novembro de 2009 Horário: das 8 às 11 h (12
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS F U T U R O T E N D Ê N C I A S I N O V A Ç Ã O Uma instituição do grupo CURSO 2 OBJETIVOS Discutir e fomentar conhecimentos sobre a compreensão das potencialidades,
O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA
O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA HTTP://WWW.REVIDE.COM.BR/BLOG/SAMIRA-FONSECA/ BREVE HISTÓRICO CONSTITUCIONAL 1976 Constituição Brasileira expressamente
Da inclusão: Incluir por incluir?
Da inclusão: Incluir por incluir? Com o Advento da Lei 13.146/2015 que institui a Inclusão da Pessoa com Deficiência na rede de Ensino Pública e Particular, tornou-se quase que obrigatório a inclusão de
Parte 1 Código / Área Temática. Educação Especial
NOME DO CURSO: O Ensino de Língua Portuguesa como segunda língua para estudantes surdos e/ou com deficiência auditiva Nível: Especialização Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código
O IFPB Campus Monteiro disponibilizará para o Curso Técnico em Edificações, as instalações elencadas a seguir:
INFRAESTRUTURA 1 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS O Curso Técnico Integrado em Edificações do IFPB Campus Monteiro conta com uma infraestrutura que inclui equipamentos audiovisuais e multimídias existentes e
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 022/2012-CONSU/UEAP
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 022/2012-CONSU/UEAP Aprova a matriz curricular do Curso de Especialização em Educação Especial. A Presidente do Conselho Superior
EDUCAÇÃO INCLUSIVA SUPERANDO BARREIRAS. Kátia Marangon Barbosa
EDUCAÇÃO INCLUSIVA SUPERANDO BARREIRAS Kátia Marangon Barbosa A EDUCAÇÃO ESPECIAL E O DESENVOLVIMENTO DE PRÁTICAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS Era uma vez cinco cegos que nunca haviam visto um elefante até
INCLUSÃO E ACESSIBILIDADES: O QUE É E COMO FAZER. Sonia Hoffmann DEFICIÊNCIA/DIFERENÇA, INCLUSÃO E ACESSIBILIDADES
INCLUSÃO E ACESSIBILIDADES: O QUE É E COMO FAZER Sonia Hoffmann DEFICIÊNCIA/DIFERENÇA, INCLUSÃO E ACESSIBILIDADES Pessoa com deficiência Quem apresenta impedimento de longo prazo de natureza física/motora,
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO TURMA: 2010/2 EMENTA
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação CURSO: Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado
NOME DO CURSO:O uso do sistema de FM no ambiente escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial
NOME DO CURSO:O uso do sistema de FM no ambiente escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Educação Especial
PROGRAMA GRUPO DE ESTUDO Graduação
PROGRAMA GRUPO DE ESTUDO Graduação 2017.2 Titulo do grupo de estudo Design Universal, Acessibilidade e Inclusão DD018 Ciência G turma DD Docentes Profª. Laura Bezerra Martins, Drª. Profª. Gabriela Yoshie
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DE BOM DESPACHO. Gabinete da Reitoria RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 30, DE 11 DE JULHO DE 2018
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DE BOM DESPACHO Gabinete da Reitoria RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 30, DE 11 DE JULHO DE 2018 O Presidente em exercício do Conselho Universitário de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE,
Questões Nota % DE NOTAS 4 e 5
O conhecimento adquirido no curso com relação às suas necessidades profissionais (as suas necessidades profissionais foram atendidas com o conhecimento adquirido? Pontue de 1 a 5) 1 - Um - Fraco - 12 (2.19%)
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Dos Direitos Fundamentais Profa. Sandra Kiefer - Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD), 2009: - status de Emenda Constitucional - modelo
HABILITAÇÃO E REABILITAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA PERSPECTIVA DA SAÚDE
HABILITAÇÃO E REABILITAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA PERSPECTIVA DA SAÚDE AUTORES: Renatha de Carvalho ([email protected]), Andréa de Jesus Lopes ([email protected]. CER II
Fundação Presidente Antônio Carlos Faculdade Presidente Antônio Carlos de Teófilo Otoni
Portaria nº 03, de 06 de abril de 2016. Institui a Politica de Acessibilidade da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Teófilo Otoni. A Diretora Acadêmico-Pedagógica da Faculdade Presidente Antônio Carlos
Prof. Maria das Vitórias V. A. de Sá Pró-reitora de Graduação
Prof. Maria das Vitórias V. A. de Sá Pró-reitora de Graduação Introdução e Histórico BCT - Principal projeto do programa REUNI/UFRN Criação de Unidade Acadêmica Especializada ECT em 2008 BCT entrou em
