ALVENARIA ESTRUTURAL
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- Benedita Beppler Leão
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1 Alvenaria Ministério Estruturalda Educação 17:52 Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Construção Civil II ( TC-025) Prof. José de Almendra Freitas Jr. [email protected] Versão 2013
2 Conceitos básicos: Processo construtivo que se caracteriza pelo uso de paredes como principal estrutura de suporte do edifício, dimensionadas através de cálculo racional. (Franco, L. S., 2004) Na Alvenaria Estrutural a parede desempenha um duplo papel: Vedação vertical e Suporte Estrutural.
3 Obras sem pilares ou vigas convencionais. Clube Park Santana, SP 4 torres 20 pavimentos em Alvenaria Estrutural, com blocos de concreto de 20 a 4 MPa 2007/2008
4 Conceitos básicos: Estruturas convencionais: Em estruturas convencionais, de concreto armado ou aço: as cargas são transferidas até as fundações através de elementos como pilares ou vigas.
5 Estruturas de edifícios Cassol Pré-fabricados Ed. com estrutura em pré-moldados de concreto armado.
6 Estruturas de edifícios (Freitas Jr., J. A.) Edifícios com estrutura em perfis de aço.
7 Conceitos básicos: Alvenaria Estrutural: As alvenarias são os elementos portantes das cargas até as fundações.
8 Conceitos básicos: Não existem pilares ou vigas convencionais. (Mohamad, G., 2006)
9 Conceitos básicos: Não existem pilares ou vigas convencionais. (Tauil,C. A.; BATIMAT 2011)
10 Conceitos básicos: Em um edifício em Alvenaria Estrutural nem todas as paredes são portantes. Classificação das alvenarias : Parede de alvenaria: Alvenaria de vedação; Alvenaria resistente ou portante; Alvenaria tradicional; Alvenaria Estrutural moderna.
11 Alvenarias (Freitas Jr., J. A.) (Furlan, S. 2005) de Vedação Edifício com estrutura em concreto armado. Estrutural Edifício com Alvenaria Estrutural armada.
12 Existem diferentes métodos de Alvenaria Estrutural: Alvenaria não armada: (Structural Masonry) Alvenaria simples: componentes + argamassa Alvenaria Armada: (Reinforced Masonry) Alvenaria reforçada por um armadura passiva de fios, barras ou telas de aço, dimensionadas racionalmente para resistir a esforços atuantes. (Franco, L. S., 2004)
13 Existem diferentes métodos de Alvenaria Estrutural: Alvenaria parcialmente armada: Alvenaria que incorpora uma armadura mínima em sua seção, por motivos construtivos (evitar fissuras por movimentações internas, evitar ruptura frágil, etc.) e que não é considerada no dimensionamento. Alvenaria Protendida: Alvenaria reforçada por uma armadura ativa (prétensionada) que submete a alvenaria à tensões de compressão. (Franco, L. S., 2004)
14 Histórico Principal técnica estrutural até o início do século XX. Vários exemplos na história da humanidade. Construções Sumérias; Egípcias; Romanas; Grandes catedrais européias medievais. (Franco, L. S., 2004)
15 Histórico Basílica de Maxentius e Constantino Roma, DC Pirâmides de Gisé Egito, AC
16 Histórico www. laboutiquedelpowerpoint. com Coliseu Roma, 82 DC
17 Histórico Catedral de Milão, (Duomo), Itália, 1386 a 1887 Basílica de Santa Sofia Istambul, Turquia, 532 a 537 DC
18 Histórico Catedral de Notre Dame, Paris, construída nos séculos 13 e 14.
19 Histórico Apesar do surgimento de teorias matemáticas sobre o comportamento dos elementos estruturais: Aristóteles e Da Vinci ARCOS; Euler COLUNAS. Estruturas são projetadas empiricamente: Técnicas passadas de geração para geração; Avanços com base na experiência anterior; Isso ocorre até os dias atuais. (Franco, L. S., 2004)
20 Histórico Exemplo mais marcante: MONADNOCK BUILDING Chicago construído entre 1889 e 1891; 16 andares ou 65 metros de altura; Paredes com 1,80 m de espessura no térreo!!! (Franco, L. S., 2004)
21 Histórico MONADNOCK BUILDING
22 Histórico Início do século XX Surge o Concreto Armado; Evolução da siderurgia; Pesquisas são concentradas nestes novos materiais; Inicia-se uma Nova Arquitetura ; Edifício Martinelli A alvenaria estrutural passou a ser não técnica. (Franco, L. S., 2004) Ed. Martinelli, São Paulo, 1922/29, estrutura em concreto armado. 120 m Empire States Building, NY, 1929.
23 Histórico 1933 terremoto de Long Beach (Califórnia) Proibição da alvenaria simples na Califórnia; Proibição posteriormente difundida pelos demais códigos de construção dos EUA; Influência indireta nas construções no Brasil. (Franco, L. S., 2004) Wikipedia
24 Histórico 1951 Marco inicial da MODERNA ALVENARIA ESTRUTURAL Paul Haller com base em ensaios e pesquisas na Universidade, projeta e constrói Suíça um edifício em alvenaria simples (não armada); 1953, Basiléia, ed. 13 andares e 41,4 m de altura, com paredes de 37,5 cm de espessura; 1954, Zurique, edifício de 20 andares, parede com 32 cm de espessura; Evidenciadas ass vantagens da construção em alvenaria.
25 Histórico MODERNA 1953, Suíça, edifício de 13 pavimentos e 42m de altura; Mudanças significativas nos principais critérios de elaboração dos projetos estruturais, a partir de testes em escala real. (Eng. Marcio Conte) (B. P. Sinha; A. W. Hendry, 1970)
26 Histórico MODERNA 1953, Suíça. Apoio na montanha possibilitou ensaios com ações horizontais. Paredes submetidas à vários níveis de pré-compressão, simulando o desempenho das paredes em diferentes andares de um edifício sob o efeito do vento. (Eng. Marcio Conte) (B. P. Sinha; A. W. Hendry, 1970)
27 Histórico A partir dos anos 60 ocorre a disseminação da alvenaria estrutural: Intensificação das pesquisas na área; Criação de teorias fundamentadas em extensas bases experimentais; Esforços de Engenheiros e projetistas em grandes realizações em alvenaria; Progressos na fabricação de materiais; Progressos nas técnicas de execução. (Franco, L. S., 2004) (ABCP) Ensaio de compressão de parede
28 Histórico º IBMAC (International Brick Masonry Conference): Tecnologia reconhecida como de dimensionamento racional e preciso; Hoje são construídos edifícios de até 22 pavimentos; Se o Monadnock fosse projetado hoje, ele possuiria paredes de 30 cm na sua base. (Franco, L. S., 2004)
29 Histórico No Brasil: 1966 Foi introduzida a Alvenaria Estrutural: Central Parque da Lapa ; São Paulo, edifícios de 12 pavimentos; Início dos anos 70: Fabricação de blocos sílico-calcários; Utilização da alvenaria não armada; Ed. com 13 pavimentos em Alphaville. (Franco, L. S., 2004) Central Parque da Lapa
30 Histórico No Brasil: Fabricação de blocos cerâmicos próprios para A. E.; No início dos anos 80 a A. E. é disseminada com a construção dos conjuntos Habitacionais; Reconhecida como processo construtivo bastante eficiente e racional; Existe ainda uma grande lacuna, principalmente na técnica de construção; Patologias são comuns; Considerada como processo para baixa renda. (Franco, L. S., 2004)
31 ALVENARIA ESTRUTURAL Recife, PE. Histórico (Silva, F. G., 2005) Araras, SP. (ABCP)
32 Histórico Início dos anos 90: Esforço de normalização; No Brasil: Início do desenvolvimento tecnológico no pais; Na EPUSP; - EPUSP/TEBAS, EPUSP/ENCOL; Formação de novos centros de pesquisa; Disseminação na produção de edifícios de padrão médio. (Franco, L. S., 2004) Ensaio de compressão de prisma (ABCP)
33 Histórico Ensaio de compressão de parede (Gomes de Olanda Jr., O.; 2002)
34 Histórico Pesquisas EPUSP (Franco, L. S., 2004) (Franco, L. S., 2004) EPUSP-TEBAS EPUSP-ENCOL
35 Histórico Importância histórica: Retomada de crescimento constante desde a década de 60; Principal processo construtivo para edifícios de pequena altura em todo o mundo. (Franco, L. S., 2004)
36 Histórico Disseminação na produção de edifícios de padrão médio; Alvenaria Armada até 24 pavimentos; Alvenaria Não Armada até 13 pavimentos; Outros usos: Muros de arrimo; Caixas d água; Alvenaria protendida. (Franco, L. S., 2004) Felice Due Condomínio, Curitiba, 14 pav. (Ribeiro, F., TÉCNICA Pré-moldados)
37 Histórico Felice Condomínio Curitiba, 2007/2010 NORCONSIL - 14 pavimentos (Ribeiro, F., TÉCNICA Pré-moldados) (Ribeiro, F., TÉCNICA Pré-moldados)
38 Histórico Felice Condomínio Curitiba, 2007/2010 NORCONSIL - 14 pavimentos (Ribeiro, F., TÉCNICA Pré-moldados) NORCONSIL
39 Histórico Desenvolvimento da arquitetura: (Franco, L. S., 2004)
40 Histórico Desenvolvimento da arquitetura: (Franco, L. S., 2004)
41 Histórico Desenvolvimento da arquitetura: (Franco, L. S., 2004) (Tauil,C. A.; BATIMAT 2011)
42 Histórico Desenvolvimento da arquitetura: (Franco, (Tauil,C. L. S., A.; 2004) BATIMAT 2011)
43 Histórico Desenvolvimento de outros usos: Muros de arrimo (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988) (Franco, L. S., 2004) (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
44 Histórico Desenvolvimento de outros usos: Muros de arrimo (Franco, L. S., 2004)
45 SERVIÇOS Histórico Alvenaria protendida Desenvolvimento de outros usos: (Franco, L. S., 2004) (Franco, L. S., 2004)
46 Histórico Piscinas e caixas d água Desenvolvimento de outros usos: (Franco, L. S., 2004) (Franco, L. S., 2004) (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
47 Histórico Mundialmente: Grandes realizações; Normalização em constante evolução; Aplicação a diferentes tipos de obras; Explora-se todo o potencial da alvenaria. (Franco, L. S., 2004) Ensaio de compressão de bloco
48 x Estrutura em C. A. com elevações não estruturais Alvenaria Estrutural: Estrutura em blocos de concreto ou cerâmicos próprios p/ A. E.; Lajes em concreto armado convencional ou pré-moldado; Revestimento interno c/ pasta de gesso (e=+-1 cm); Revestimento externo c/ argamassa de cal, cimento+areia (e=+-2 cm). Revestimento interno com gesso. Não necessita mais acabamentos, pode-se aplicar direto a pintura. Rev. Téchne Rev. Téchne
49 x Estrutura em C. A. com elevações não estruturais Alvenaria Estrutural: Redução de 60 a 90% nas formas (só lajes e detalhes); Redução em 50% no consumo de aço; Redução de 20% no consumo de concreto. (Eng.Marcio Conte, 2010)
50 x Estrutura em C. A. com elevações não estruturais Estruturado em concreto armado: Lajes em concreto armado convencional ou pré-moldado; Elevações em tijolos cerâmicos comuns de 6 furos; Revest. interno c/ argamassa de cal, cimento+areia (e=+-2,5 cm); Revestimento externo c/ argamassa de cal, cimento+areia (e=+-4 cm). Revestimento com argamassa de areia e cimento. Necessita de acabamentos mais finos como o calfino e a massa corrida antes da pintura. (Freitas Jr., J. A.)
51 x Estrutura em C. A. com elevações não estruturais Estruturado por alvenaria estrutural: Custo mais baixo da solução, até 20%; Maior racionalidade na construção; Vãos máximos da ordem de 4 a 5 metros; Pé direito limitado (flambagem das paredes); Não podem sofrer reformas que removam paredes estruturais. Estruturado em concreto armado: Maior flexibilidade arquitetônica; Edifícios de maior altura; Mais fácil compatibilizar térreo, pilotis e subsolos para garagem.
52 x Estrutura em C. A. com elevações não estruturais Estruturado por alvenaria estrutural: Blocos de concreto tem maior condutibilidade térmica; Soluções em blocos cerâmicos são otimizadas para fabricantes específicos dificultando a troca de fornecedor; Blocos de concreto modulações horizontais de 20 cm; Blocos cerâmicos modulações horizontais de 15 cm; Modulações verticais de 20 cm; Devido ao revestimento pouco espesso, há dificuldade em fixar pregos e parafusos;
53 x Estrutura em C. A. com elevações não estruturais Economias por tipo de obra: Quatro pavimentos Sete pavimentos sem pilotis, com alvenaria não armada Sete pavimentos com pilotis, com alvenaria armada Sete pavimentos com pilotis Doze pavimentos sem pilotis Doze pavimentos com pilotis, térreo e subsolo em concreto armado Dezoito pavimentos com pilotis, térreo e concreto armado 25% a 30% 20% a 25% 15% a 20% 12% a 20% 10% a 15% 8% a 12% 4% a 6% (Arnoldo Wendler)
54 Ações sobre o edifício: Cargas verticais Permanentes: Peso próprio da estrutura; Pisos; Revestimentos; Vedações; Caixa d água,... Acidentais: Cargas de utilização (res. 200 kg/m 2 ); Ação do vento.
55 Ações sobre o edifício: Cargas verticais As cargas verticais aplicadas sobre as lajes são somadas e distribuídas pelas paredes relativamente as suas áreas de influência. Cargas sobre as lajes: Peso próprio da laje; Pisos; Revestimentos; Paredes de vedação; Cargas de útil Residencial 200 kg/m 2.
56 Ações sobre o edifício: Cargas verticais As cargas das lajes, somadas ao peso das elevações, vergas, etc. formam as cargas verticais. As cargas verticais são transferidas para as fundações através dos elementos da Alvenaria Estrutural: Paredes portantes; Vergas; Pilastras. Estas cargas são distribuídas ao longo do comprimento das paredes portantes. Cargas concentradas maiores, (ex. caixas d água), podem ser suportadas por pilastras.
57 Ações sobre o edifício: Cargas verticais Para melhor representar a distribuição das cargas verticais pelas alvenarias, utiliza-se critérios de uniformização de cargas devido a: Interação entre grupos de paredes; Uniformização de cargas trecho a trecho.
58 Ações sobre o edifício: Efeito do vento As cargas horizontais devido ao efeito do vento são transformadas pela estrutura em ações verticais e também transferidas para as fundações. As ações são distribuídas pelas fundações conforme a geometria da planta.
59 Ações sobre o edifício: Existem modelos matemáticos simples e complexos para calcular a transformação dos esforços horizontais em verticais. Os modelos complexos são mais precisos mas mais difíceis de montar e analisar. O vento pode causar tração nas alvenarias, exigindo armaduras para resistir a este esforço. Efeito do vento
60 TÉCNICA RACIONALIZADA: A Alvenaria Estrutural é uma técnica racionalizada: Técnica executiva simplificada; Materiais e equipamentos próprios; Facilidade de treinamento profissionalização; Eliminação de interferências; Facilidade de controle; Menor diversidade de materiais e mão-de-obra; Grande potencial de redução de custos. (Franco, L. S., 2004)
61 TÉCNICA RACIONALIZADA: Materiais e equipamentos próprios (ABCP) Bloco de concreto próprio para paredes portantes. (Furlan, S. 2005) Régua de nível
62 Tecnologia abrange: estrutura, elevações, revestimentos e instalações. (Furlan, S. 2005) (Furlan, S. 2005)
63 Principais Vantagens da Alvenaria Estrutural: Excelente Flexibilidade e Versatilidade; Flexibilidade no planejamento de execução de obras; Facilidade de integração com os outros subsistemas. (Franco, L. S., 2004)
64 Desvantagens da Alvenaria Estrutural: A A. E. não admite improvisações do tipo... Depois tira na massa ; Faz e quebra; Na obra a gente vê o que faz. (Franco, L. S., 2004)
65 Alvenaria Estrutural com blocos de concreto próprios. (Furlan, S. 2005) (Furlan, S. 2005)
66 Alvenaria Estrutural com blocos cerâmicos próprios. (Furlan, S. 2005) (Furlan, S. 2005)
67 Desvantagens da Alvenaria Estrutural: Condiciona a arquitetura; Inibe a destinação dos edifícios; Restringe a possibilidade de mudanças. (Franco, L. S., 2004) (Farias, F. A. V., 2008)
68 Desvantagens da Alvenaria Estrutural: Para se conseguir as vantagens á necessário que se encare de forma sistêmica: PROJETO modulado; PROJETO bem estudado e elaborado; MATERIAIS com qualidade assegurada; Mão-de-obra TREINADA e supervisionada; Obra organizada e PLANEJADA. (Franco, L. S., 2004)
69 ALVENARIA ESTRUTURAL Modulação da Alvenaria PLANTA Planta com dimensões moduladas pelas unidades dos blocos As duas primeiras fiadas de blocos devem ser projetadas, bloco a bloco. As instalações correm por dentro dos blocos.
70 ALVENARIA ESTRUTURAL Modulação da Alvenaria PLANTAS Os projetos em Alvenaria Estrutural devem conter em planta desenhos detalhados dos blocos individualmente obrigatoriamente para a 1 a e 2 a fiadas. ELEVAÇÕES Cada parede portante deve ter desenhada sua elevação com cada bloco individual, assim como vergas pré-moldadas, blocos grauteados e armaduras.
71 ALVENARIA ESTRUTURAL Modulação da Alvenaria SUGESTÃO PARA APRESENTAÇÃO DO PROJETO (Eng. Marcio Conte Projetista alvenaria estrutural) Planta de 1ª e 2ª Fiada para locação escala 1:50 Cotas acumuladas Elétrico e hidráulico na planta Indicação de blocos grauteados Numeração das paredes e indicação das suas vistas
72 ALVENARIA ESTRUTURAL Modulação da Alvenaria SUGESTÃO PARA APRESENTAÇÃO DO PROJETO (Eng. Marcio Conte Projetista alvenaria estrutural) Elevações em Escala 1:25 - usar papel A3 Numerar fiadas 1ª e 2ª fiadas abaixo da elevação Representação de todos os pré-moldados leves (vergas, coxins, quadros, etc.) Indicação das canaletas e vergas Cotas dos níveis dos pavimentos e a espessura das lajes Tabela com resumo de quantidades de blocos, aço, graute e pré-moldados.
73 ELEVAÇÕES Modulação da Alvenaria
74 ELEVAÇÕES Modulação da Alvenaria
75 PLANTA Modulação da Alvenaria paredes Paredes de vedação (removível)
76 Blocos de concreto: Famílias: Família 29 (cm) Família 39 (cm) Módulos de 15 cm ( de junta) B29 14 x 19 x 29 B14 14 x 19 x 14 B44 14 x 19 x 44 Módulos de 20 cm ( de junta) B39 14 x 19 x 39 B19 14 x 19 x 19 B54 14 x 19 x 54 (larguras também de 19 cm)
77 Blocos cerâmicos: Famílias: Família 29 (cm) Módulos de 15 cm ( de junta) B29 14 x 19 x 29 B14 14 x 19 x 14 B44 14 x 19 x 44
78 Blocos cerâmicos: Famílias: Família 39 (cm) Módulos de 20 cm ( de junta) Espessura 14 cm de ½ comprimento B39 14 x 19 x 39 B19 14 x 19 x 19 B54 14 x 19 x 54 (larguras também de 19 cm)
79 Modulação da Alvenaria - Encontros Encontros da família 39 (espessura 14 cm) Blocos Especiais B54 e B34 Espessura 14 cm de ½ comprimento Bloco de 54 cm: 54 = Bloco de 34 cm: = 20 = (39+1)/2 São necessários para acertar os encontros em T, mantendo a amarração e os vazados verticais alinhados no mesmo prumo.
80 Modulação da Alvenaria - Encontros Encontros da família 39 (espessura 14 cm) Blocos Especiais B54 e B34 B54 B39 B39 B34 Espessura da parede 14 cm diferente da metade do comprimento de um bloco comum
81 Modulação da Alvenaria - Encontros Família 39 (espessura 14 cm) B34 B34 B34 (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988) B34 (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
82 Modulação da Alvenaria - Encontros Família 39 (espessura 14 cm) Encontro e canto com junta amarrada Bloco 34 (blocos de 34 e 54) Bloco 54 Espessura 14 cm de ½ comprimento
83 Modulação da Alvenaria - Encontros Encontros da família 39 (espessura 14 cm) PASTILHA/BOLACHA 5 cm Pastilha de 5 cm A pastilha maciça 4+1cm fecha meio bloco (19cm) ao ser colocada ao lado de um bloco de 14cm de espessura.
84 Modulação da Alvenaria - Encontros Encontros da família 29 (espessura 14 cm) Espessura 14 cm = ½ comprimento Bloco especial de 44 cm: 44 = É necessário para acertar os encontros em T, mantendo a amarração e os vazados verticais alinhados no mesmo prumo.
85 Modulação da Alvenaria - Encontros Família 39 (espessura 19 cm) Espessura 20 cm = ½ comprimento (39+1) (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
86 ALVENARIA ESTRUTURAL Modulação da Alvenaria Encontros Quando não há a amarração dos blocos Grampo (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
87 Modulação da Alvenaria - Encontros Quando não há a amarração dos blocos Encontro e canto com junta a prumo grampeados Encontro Canto
88 Modulação da Alvenaria - Encontros Quando não há a amarração dos blocos (com parede de vedação) (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988) (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
89 Modulação da Alvenaria - Encontros Paredes estruturais c/ paredes de vedação Amarração com tela (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
90 Ligação Alvenaria / Laje Paredes externas Laje externamente não aparente - Bloco J Uso de bloco compensador nas paredes internas
91 Ligação Alvenaria / Laje Paredes externas Laje externamente aparente - Bloco canaleta Necessita forma para acabamento lateral da laje
92 Ligação Alvenaria / Laje Paredes externas Laje pré-moldada Alveolar c/ bloco canaleta (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
93 Laje maciça c/ bloco J Ligação Alvenaria / Laje (Prudêncio,L. R.; Oliveira, A. L.; Bedim, C. A., 2002)
94 Ligação Alvenaria / Laje (Tauil,C. A.; Racca C. L.; 1988)
95 Ligação Alvenaria / Laje (Farias, F. A. V., 2008) Lajes com bloco J e bloco compensador. (Freitas, J. A. Jr.) Lajes direto sobre o bloco canaleta.
96 Tipos de lajes (Farias, F. A. V., 2008) (Tauil,C. A.; BATIMAT 2011) Laje maciça
97 Tipos de lajes (Farias, F. A. V., 2008) (Tauil,C. A.; BATIMAT 2011) Laje em painel treliçado Laje treliçada mista
98 Tipos de lajes (Farias, F. A. V., 2008) (Tauil,C. A.; BATIMAT 2011) Laje alveolar Laje steel deck
99 Ligação Alvenaria / Laje de cobertura Junta térmica DETALHE DOS APOIOS DAS LAJES (Farias, F. A. V., 2008) (Eng. Marcio Conte)
100 Ligação Alvenaria / Laje de cobertura Junta térmica DETALHE DAS JUNTAS DE DILATAÇÃO DAS LAJES (Farias, F. A. V., 2008) (Eng. Marcio Conte)
101 MATERIAIS Argamassa de assentamento É o elo de ligação entre as unidades de alvenaria. Normalmente: Cimento + Cal + Areia + Água Objetivos da argamassa de assentamento: Solidarizar as unidades transferindo as tensões; Distribuir as cargas uniformemente na parede; Compensar irregularidades entre as unidades; Selar juntas contra a entrada de água e vento.
102 MATERIAIS Blocos de Concreto: Largamente empregado ; Vários fornecedores; (CUIDADO!!!) Único com NBR para cálculo de alvenaria estrutural; Boa resistência à compressão, de 4,5 MPa a mais de 16 MPa; Mais pesado que os de cerâmica; Isolamento térmico inferior aos de cerâmica.
103 MATERIAIS Blocos Cerâmicos: Material mais leve que o concreto (até 40%); Melhor isolamento térmico que os de concreto; Não alcança resistência à compressão similares com a mesma geometria dos blocos. Edifício mais alto c/ bl. cerâmicos no Brasil tem 8 pavimentos; Pior aderência c/ argamassas de assentamento e revestimento.
104 MATERIAIS Blocos Sílico-calcário: Apenas um fornecedor no mercado nacional; Mistura de areia silicosa e cal virgem, autoclavados; Bastante utilizados na Europa; No Brasil: Blocos vazados p/ alvenaria armada de 6 MPa; Blocos maciços para não-armada de 10 MPa; É mais pesado que o bloco cerâmico; Maior isolamento térmico.
105 Bloco de concreto x Bloco Cerâmico Blocos de concreto: Maior número de fornecedores no Brasil ; Normas específicas para cálculo de alvenaria estrutural; Maior resistência à compressão dos prismas; Em geral disponível na família 39 cm (Curitiba), módulo de 40 cm;
106 Bloco de concreto x Bloco Cerâmico Blocos cerâmicos: Mais leve, maximiza mão de obra; Melhor isolante térmico; Resistência à compressão inferior dos prismas; Pior aderência c/ argamassas; Exige revestimento mais espesso devido a irregularidade dimensional; Disponível na família 29 cm (modulado em 15 cm).
107 Construção Civil II REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: PCC 2515 Alvenaria Estrutural Apresentações Escola Politécnica da USP Prof. Luiz Sérgio Franco, ALVENARIA ARMADA Arq. Carlos Alberto Tauil, Eng. Cid Luiz Racca, 4ª edição, PROJETO EDITORES, ALVENARIA COM BLOCOS DE CONCRETO Prática Recomendada 1 a 5 ABCP, EXECUÇÃO E E EQUIPAMENTOS PARA, Sydney Furlan, 2005., Prof. Sílvia Maria Baptista Kalil, PUCRS, COM BLOCOS DE CONCRETO ENSAIOS, Eng. Marcus Daniel F. dos Santos, ABCP, DE BLOCOS DE CONCRETO, Eng. MARCIO CONTE, MC Projetos, UFPr , Curitiba.
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