TD HISTÓRIA GERAL I PROF. RAONI MACIEL
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- Antônio Santarém Garrau
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1 1 01. TD HISTÓRIA GERAL I PROF. RAONI MACIEL a) o comércio de importação entrou em colapso com a vinda da Família Real (1808); b) os Estados Unidos faziam concorrência aos nossos produtos, especialmente o açúcar; c) os principais produtos de exportação - açúcar e algodão - não eram suficientes para o equilíbrio da balança comercial do país; d) o capitalismo inglês se recusava a fornecer empréstimos para a agricultura; e) o sistema bancário era praticamente inexistente, só tendo sido fundado o Banco do Brasil em (Fuvest) A organização do Estado brasileiro que se seguiu à Independência resultou no projeto do grupo: A Constituição imperial brasileira, outorgada em 1824, estabeleceu linhas básicas da estrutura e do funcionamento do sistema político imperial tais como o(a): a) equilíbrio dos poderes com o controle constitucional do Imperador e as ordens sociais privilegiadas. b) ampla participação política de todos os cidadãos, com exceção dos escravos. c) laicização do Estado por influência das idéias liberais. d) predominância do poder do imperador sobre todo o sistema através do Poder Moderador. e) autonomia das Províncias e, principalmente, dos Municípios, reconhecendo-se a formação regionalizada do país. 02. (FGV) No Brasil, durante o Primeiro Império, a situação financeira era precária, pelo fato de que: a) liberal-conservador, que defendia a monarquia constitucional, a integridade territorial e o regime centralizado. b) maçônico, que pregava a autonomia provincial, o fortalecimento do executivo e a extinção da escravidão. c) liberal-radical, que defendia a convocação de uma Assembléia Constituinte, a igualdade de direitos políticos e a manutenção da estrutura social. d) cortesão, que defendia os interesses recolonizadores, as tradições monárquicas e o liberalismo econômico. e) liberal-democrático, que defendia a soberania popular, o federalismo e a legitimidade monárquica. 04. (Mackenzie) São fatores que levaram os E.U.A. a reconhecerem a independência do Brasil em 1824:
2 2 a) Doutrina Monroe (América para os americanos) e os fortes interesses econômicos emergentes nos E.U.A.. b) A aliança dos capitais ingleses e americanos interessados em explorar o mercado brasileiro e a crescente expansão do mercado da borracha. c) A indenização de 2 milhões de libras pagos pelo Brasil ao governo americano e a Doutrina Truman. d) A subordinação econômica à Inglaterra e o interesse de aliar-se ao governo constitucional de D. João VI. e) A identificação com a forma de governo adotada no Brasil e interesses coloniais comuns. 05. (Mackenzie) Apesar do Alvará de Liberdade Industrial de 1808, o desenvolvimento industrial brasileiro não ocorreu, dentre outros fatores, porque: a) a elite agrária, defensora das atividades manufatureiras, não tinha, contudo, expressão política. b) a falta de capital anulava as vantagens da excelente rede de transportes e comunicação da época. c) o tratado de 1810, com a Inglaterra, anulava nosso esforço industrial, já que oferecia a este país o controle de nosso mercado. d) embora com grande mercado e mãode-obra qualificada, faltava-nos tecnologia. e) a manutenção do rígido monopólio colonial impedia o sucesso de nossa industrialização. 06. (Ufes) Se o voto deixasse de ser obrigatório, o senhor iria votar nas próximas eleições? Conforme a pesquisa do Ibope, atualmente, mais da metade dos eleitores não faz questão de votar. Entretanto, durante o período de Império, de acordo com a Constituição de 1824, no Brasil era o sistema eleitoral que restringia a participação política da maioria, pois a) garantia a vitaliciedade do mandato dos deputados, tornando raras as eleições. b) convocava eleições apenas para o cargo de Primeiro Ministro, conforme regulamentação do Parlamentarismo. c) concedia o direito de votar somente a quem tivesse certa renda, sendo os votantes selecionados segundo critérios censitários. d) promovia eleições em Portugal, com validade para o Brasil. e) permitia apenas às camadas da elite portuguesa o direito de eleger seus representantes, limitando a influência da aristocracia rural brasileira. 07. (UFR-RJ) Leia os textos a seguir, reflita e responda. Após a Independência política do Brasil, em 1822, era necessário organizar o novo Estado, fazendo leis e regulamentando a administração por meio de uma Constituição. Para tanto, reuniu-se em maio de 1823, uma Assembléia Constituinte composta por
3 3 90 deputados pertencentes à aristocracia rural.(...) Na abertura dos trabalhos, o Imperador D. Pedro I revelou sua posição autoritária, comprometendo-se a defender a futura Constituição desde que ela fosse digna do Brasil e dele próprio. 08. (Ufrs) A partir da gravura a seguir, é possível afirmar que, logo após a emancipação política do Brasil. VICENTINO, C; DORIGO, G. "História Geral do Brasil." São Paulo: Scipione, A Independência política do Brasil, em 1822, foi cercada de divergências, entre elas, o desagrado do Imperador com a possibilidade, prevista no projeto constitucional, de o seu poder vir a ser limitado, o que resultou no fechamento da Constituinte em novembro de Uma comissão, então, foi nomeada por D. Pedro I para elaborar um novo projeto constitucional, outorgado por este imperador, em 25 de março de Em relação à Constituição Imperial, de 1824, é correto afirmar que nela: a) foi consagrada a extinção do tráfico de escravos, devido à pressão da sociedade liberal do Rio de Janeiro. b) foi introduzido o sufrágio universal, somente para os homens maiores de 18 anos e alfabetizados, mantendo a exigência do voto secreto. c) foi abolido o padroado, assegurando ampla liberdade religiosa a todos os brasileiros natos, limitando os cultos religiosos aos seus templos. d) o poder moderador era atribuição exclusiva do Imperador, conferindo a ele, proeminência sobre os demais poderes. e) o poder executivo seria exercido pelos ministros de Estado, tendo estes total controle sobre o poder moderador. I - os escravos estavam gratificados porque, desde aquele momento, não podiam ser recomprados pelos comerciantes de escravos e vendidos em outras partes da América. II - a abdicação do primeiro Imperador determinou o fim da escravidão. III - a situação dos escravos permaneceu essencialmente a mesma do período colonial. Quais afirmativas completam corretamente a frase inicial? a) Apenas I b) Apenas II c) Apenas III d) Apenas I e II e) Apenas I e III 09. Considere a quadrinha popular a seguir: Do Folclore pernambucano Por subir Pedrinho ao trono Não fique o povo contente Não pode ser coisa boa Servindo com a mesma gente (In: CALMON, Pedro. História do Brasil na poesia do povo. Rio de Janeiro: A Noite, s/d.)
4 4 Através do verso apresentado, temos a representação de um fato da História do Brasil que se dá no(a): a) Momento da eclosão de três conflitos internacionais onde o Brasil foi vitorioso, como na Guerra do Prata, a Guerra do Uruguai e a Guerra do Paraguai, sob o reinado de Pedrinho, e assim, prevaleceu o nosso pais em disputas internacionais e nas tensões domésticas. b) Oportunidade deste grande erudito de estabelecer sua reputação como vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências, onde, além de entrar na Maçonaria, ganha respeito de estudiosos como Graham Bell, Charles Darwin, Victor Hugo e F.Nietzsche, além da amizade com Richard Wagner, Louis Pasteur. c) Fato de que durante o final do Período Regencial houve o fortalecimento da descentralidade dos poderes executivos existentes no Império em detrimento da função legislativa das províncias. A não contenção de todas as tentativas de separação territorial, expressas nas reivindicações das várias revoltas regionais do período, e a manutenção da unidade territorial garantiram prestígio aos republicanos e comerciantes. d) Subida de D. Pedro II ao trono, quando houve o chamado Golpe da Maioridade, com o imperador assumindo com somente 14 anos e 7 meses, insuflado pelos pensadores da teoria Liberal. 10. (UEL) "...valorizava-se novamente o município, que fora esquecido e manietado durante quase dois séculos. Resultava a nova lei na entrega aos senhores rurais de um poderoso instrumento de impunidade criminal, a cuja sombra renascem os bandos armados restaurando o caudilhismo territorial (...). O conhecimento de todos os crimes, mesmo os de responsabilidade (...), pertencia à exclusiva competência do Juiz de Paz. Este saía da eleição popular, competindo-lhe ainda todas as funções policiais e judiciárias: expedições de mandatos de busca e seqüestro, concessão de fianças, prisão de pessoas,..." Em relação ao período regencial brasileiro, o texto refere-se: a) ao Ato Adicional. b) à Lei de Interpretação. c) ao Código de Processo Criminal. d) à criação da Guarda Nacional. e) à instituição do Conselhos de Províncias. 11. (Uece) "O período regencial foi um dos mais agitados da história política do país e também um dos mais importantes. Naqueles anos, esteve em jogo a unidade territorial do Brasil, e o centro do debate político foi dominado pelos temas da centralização ou descentralização do poder, do grau de autonomia das províncias e da organização das Forças Armadas." (FAUSTO, Boris. HISTÓRIA DO BRASIL. 2ed. São Paulo: EDUSP, p. 161.) Sobre as várias revoltas nas províncias durante o período da Regência, podemos afirmar corretamente que: a) eram levantes republicanos em sua maioria, que conseguiam sempre empolgar a população pobre e os escravos
5 5 b) a principal delas foi a Revolução Farroupilha, acontecida nas províncias do nordeste, que pretendia o retorno do Imperador D. Pedro I c) podem ser vistas como respostas à política centralizadora do Império, que restringia a autonomia financeira e administrativa das províncias d) em sua maioria, eram revoltas lideradas pelos grandes proprietários de terras e exigiam uma posição mais forte e centralizadora do governo imperial. 12. (ESPM) No século XIX, quando o Brasil era um império, ocorreu a aprovação de medida que continha algumas significativas decisões, tais como: Art. 1º - Câmaras dos Distritos e Assembleias substituirão os Conselhos Gerais, sendo estabelecido em todas as províncias com o título de Assembleias Legislativas Provinciais. Art. 26º - Se o Imperador não tiver parente algum, que reúna as qualidades exigidas, será o Império governado, durante a sua menoridade, por um regente eletivo e temporário, cujo cargo durará quatro anos, renovando-se para esse fim a eleição de quatro em quatro anos. Art. 32º - Fica suprimido o Conselho de Estado. (Ilmar Rohloff de Mattos. O Império da Boa Sociedade: A consolidação do Estado Imperial Brasileiro) Os artigos devem ser relacionados com: a) Constituição de 1891; b) Código do Processo Criminal; c) Projeto da Mandioca; d) Código do Processo Civil; e) Ato Adicional de O Período Regencial, compreendido entre 1831 e 1840, foi marcado por grande instabilidade, causada pela disputa entre os grupos políticos para o controle do Império e também por inúmeras revoltas, que assumiram características bem distintas entre si. Em 1838, eclodiu, no Maranhão, a Balaiada, somente derrotada três anos depois. Pode-se dizer que esse movimento: a) contou com a participação de segmentos sertanejos - vaqueiros, pequenos proprietários e artesãos - opondo-se aos bem-te-vis, em luta com os negros escravos rebelados, que buscavam nos cabanos apoio aos seus anseios de liberdade; b) foi de revolta das classes populares contra os proprietários. Opôs os balaios (sertanejos) aos grandes senhores de terras em aliança com escravos e negociantes; c) foi, inicialmente, o resultado das lutas internas da Província, opondo cabanos (conservadores) a bem-te-vis (liberais), aprofundadas pela luta dos segmentos sertanejos liderados por Manuel Francisco dos Anjos, e pela insurreição de escravos, sob a liderança do Negro Cosme, dando características populares ao movimento; d) lutou pela extinção da escravidão no Maranhão, pela instituição da República e pelo controle dos sertanejos sobre o comércio da carne verde e da farinha - então monopólio dos bem-te-vis -, sendo o seu caráter multiclassista a razão fundamental de sua fragilidade; e) sofreu a repressão empreendida pelo futuro Duque de Caxias, que não
6 6 distinguiu os diversos segmentos envolvidos na Balaiada, ampliando a anistia decretada pelo governo imperial, em 1840, aos balaios e aos negros de Cosme, demonstrando a vontade do Império de reintegrar, na vida da província, todos os que haviam participado do movimento. 14. (UFPA) Leia atentamente o texto a seguir sobre a Cabanagem: "É preciso compreender que se fazer cabano no Pará era uma opção difícil e que precisa ser analisada à luz de todo um modo de pensar e de estratégias de lutas, que, em certo modo, constituíam a vida cotidiana daqueles homens e mulheres de , porém que foram gestados muito tempo antes, entre pessoas concretas que vinham de inúmeros lugares, com línguas, tradições e trabalhos diferenciados dentro da realidade amazônica". Magda Ricci. De la independencia a la revolución cabana: la Amazonia y el nacimiento de Brasil ( ). In: PEREZ, José Manuel Santos & PETIT, Pere. "La Amazonia Brasileña en perspectiva histórica". Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2006, p. 88. A Cabanagem, um dos mais expressivos movimentos sociais do Brasil, ocorrido no Pará, no século XIX, tem suas raízes históricas na a) opressão histórica que índios e tapuios sofreram do domínio português, e a própria luta empreendida contra os privilégios das elites portuguesas, que foram mantidos após a independência do País, deixando esta gente pobre e até mesmo remediados e abastados, excluídos da participação política e dos negócios do governo provincial. b) diferença no tratamento dos assuntos políticos, estabelecida pelo governo provincial, entre os que eram nativos, como os índios e os tapuios, e aqueles que eram de nacionalidade estrangeira, ou que pelo menos tivessem um título nobiliárquico outorgado pelo Imperador do Brasil. c) memória de exploração que a sociedade nativa amazônica tinha do cativeiro imposto pelos senhores de escravos portugueses durante as lutas de Independência, considerando-se que essas lutas levaram a província do Pará a sofrer um período de escassez de produtos alimentícios, especialmente da farinha de mandioca. d) época em que os "malvados" cabanos, sem qualquer sentimento humanitário e sem comando revolucionário, trucidavam todos aqueles que fossem simpatizantes do governo regencial ou tivessem propriedades fundiárias na ilha do Marajó. e) revolta das camadas populares, especialmente negras e mestiças, contra o governo do regente Diogo Feijó, porque este havia determinado que todos os portugueses fossem expulsos da Província do Pará e a direção do governo provincial fosse entregue ao Barão do Marajó. 15. (FGV) Documentos inéditos descobertos na Inglaterra relatam que, apenas 13 anos depois de proclamada a Independência, o governo brasileiro pediu auxílio militar às grandes potências da época - Inglaterra e França - para reprimir a Cabanagem (...) no Pará. (...) Em 1835, o regente Diogo Antônio Feijó reuniu-se secretamente com os embaixadores da França e da Grã-Bretanha. Durante a reunião, Feijó pediu ajuda militar, de 300 a 400 homens para cada um dos países, no intuito de ajudar o governo central brasileiro a acabar com a rebelião. (Luís Indriunas, "Folha de S. Paulo", )
7 7 A partir das informações apresentadas pelos documentos encontrados, é correto afirmar que o período regencial a) foi marcado pela disputa política entre regressistas e progressistas, que defendiam, respectivamente, a escravidão e a imediata abolição da escravatura. b) pode ser considerado parte de um momento especial de construção do Estado nacional no Brasil, durante o qual a unidade territorial esteve em perigo. c) não apresentou grande preocupação por parte das autoridades regenciais e nem da aristocracia rural, apesar das inúmeras rebeliões espalhadas pelo país. d) teve como característica marcante a ampliação da participação popular por meio do voto universal e da criação do Conselho de Representantes das Províncias do Império. e) teve como momento mais importante a aprovação do Ato Adicional de 1834, que estabeleceu medidas políticoadministrativas voltadas para a centralização política. Gabarito 01.D 02.C 03.A 04.A 05.C 06.C 07.D 08.C 09.D 10.C 11.C 12.E 13.C 14.A 15.B
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