Introdução à Robótica Móvel
|
|
|
- Letícia Damásio Neto
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Introdução à Robótica Móvel Aula 4 Edson Prestes Departamento de Informática Teórica [email protected]
2 Introdução Mckerrow, P. J. Introduction to Robotics. Addison Wesley, Borenstein, J.; Everett, H. R.; Feng, L. Navigating Mobile Robots: Sensors and Techniques. shared/pos96rep.pdf Siegwart, R. Nourbakhsh, I. R. Introduction to Autonomous Mobile Robots. MIT Press, Thrun, S.; Wolfram, B.; Fox, D. Probabilistic Robotics (Intelligent Robotics and Autonomous Agents, MIT Press, R. Murphy. Introduction to AI Robotics, MIT Press, Silva Jr. E. P. Navegação Exploratória baseada em Problemas de Valores de Contorno, Tese de Doutorado, UFRGS, 2003.
3 Introdução Artigos das seguintes revistas IEEE Transactions on Robotics Robotics and Autonomous Systems Journal of Intelligent and Robotic Systems Autonomous Robots Artigos das conferências IEEE/RSJ International Conference on Intelligent Robots and Systems (IEEE/RSJ IROS) IEEE International Conference on Robotics and Automation (IEEE ICRA) RUR
4 Paradigmas Existem três paradigmas usados organizar a inteligência em robôs [1]: Hierárquico ou Deliberativo; Reativo; Híbrido. Em todos os casos, eles referem-se ao relacionamento entre as primitivas básicas: Observar (SENSE); Planejar (PLAN); Atuar (ACT).
5 Paradigmas Arquiteturas Fornecem templates para a implementação dos paradigmas. De acordo com Shaw e Galan[16], uma arquitetura de software define um sistema em termos de componentes computacionais e a interação entre eles. De acordo com Russel [13], Uma arquitetura de um robô define como o trabalho de gerar ações a partir da percepção é organizado De acordo com Pettersson[14], Uma arquitetura é um desenho ou uma abstração de um sistema de controle.
6 Foi dominante de 1967 a A estrutura de operação do robô é top-down, com ênfase no planejamento. Em geral, o modelo do mundo possui informações definidas a priori. É baseado em uma visão introspectiva de como a pessoa pensa. Basicamente o robô observa o mundo, planeja a próxima ação, e então a executa.
7 Figura Extraída de [1]
8 STRIPS Sharkey foi o primeiro robô a usar o paradigma hierárquico. Ele usou uma variante do GPS (General Problem Solver) chamada STRIPS (STanford Research Institute Problem Solver). STRIPS usa uma abordagem chamada means-ends analysis, que permite com que o robô diminua continuamente a diferença entre o estado corrente e o desejado. STRIPS não é uma arquitetura. É uma técnica que surgiu a partir da tentativa inicial de se construir uma arquitetura.
9 STRIPS R1 e R2 -salas D1 -porta IT -robô B1 -objeto Exemplo extraído de [1]
10 STRIPS Estado Inicial R1 e R2 -salas D1 -porta IT -robô B1 -objeto
11 STRIPS Estado Final R1 e R2 -salas D1 -porta IT -robô B1 -objeto
12 STRIPS Tabela de Diferenças
13 STRIPS Avaliação começa com OP2 Estado Inicial Estado Final
14 STRIPS Estado Inicial OP2 falha e OP1 é avaliado. Estado Final
15 STRIPS OP2 falha e OP1 é avaliado. Estado após OP1 Estado Final
16 STRIPS Controle volta para OP2 Estado após OP2 Estado Final
17 STRIPS STRIP assume que o modelo do mundo é conhecido e contém tudo o que o robô precisa saber (Closed World Assumption). O sucesso do robô em sua tarefa é fortemente dependente do programador humano. Um robô não conhece previamente todas as possíveis situações que pode se deparar. Não existem surpresas(open World Assumption)
18 Arquitetura NHC (Nested Hierarchical Controller) É uma arquitetura baseada no paradigma deliberativo. Ela possui os componentes SENSE, PLAN e ACT. O robô adquire informações sobre o ambiente e as armazena em uma representação do mundo. Esta representação pode conter conhecimento prévio, por exemplo, o mapa de uma região do ambiente. Após a atualização do modelo do mundo, o robô planeja as ações a executar.
19 Arquitetura NHC (Nested Hierarchical Controller) NHC. Figura extraída de [1]
20 Arquitetura NHC (Nested Hierarchical Controller) Componentes do módulo de planejamento do NHC. Figura extraída de [1]
21 Comportamento animal Comportamento é o elemento fundamental da inteligência natural. É um mapeamento das entradas sensoriais para um padrão de ação motor que é usado para executar uma tarefa. Os etologistas dividem comportamentos em [1] : Reflexivos : comportamentos puros de estimulo-resposta. Reativos : são aprendidos, consolidados e usados de forma inconsciente : andar de bicicleta. Comportamentos associadas à memória muscular são reativos. Conscientes: são deliberativos ou seja envolvem planejamento.
22 Comportamento animal A palavra reativo em etologia tem conotação diferente em robótica. Na etologia, comportamento reativo é comportamento aprendido, enquanto que na robótica denota reflexo.
23 Comportamento animal Os comportamentos reflexivos são particularmente interessantes pois não necessitam de qualquer tipo de cognição. Eles podem ser divididos em: reflexos : a resposta dura de acordo com o estimulo e é proporcional a intensidade do estímulo. taxia : a resposta está associada a um movimento em uma direção em particular. Exemplo : quimiotaxia, fototaxia, etc. padrões de ação fixa: a resposta tem duração maior que o estímulo. Exemplo: comportamento de defesa de cavalos.
24 Comportamento animal Existem quatro maneiras de adquirir comportamentos: Inatos: nascer com o comportamento. Exemplo: reflexo de regurgitar das andorinhas do artico; Seqüências de comportamentos inatos: nascer com uma seqüência de comportamentos. Exemplo: ciclo de acasalamento das vespas ; Inatos com memória: nascer com comportamentos que necessitam de inicialização. Exemplo: aprendizado da localização da colméia; Aprendidos : aprender a partir da interação com o mundo. Exemplo: comportamento de caça dos leões.
Introdução à Robótica Móvel
à Robótica Móvel Aula 3 Edson Prestes Departamento de Informática Teórica http://www.inf.ufrgs.br/~prestes [email protected] Mckerrow, P. J. Introduction to Robotics. Addison Wesley, 1995. Borenstein,
Robótica Móvel Inteligente: Aplicações da Inteligência Artificial nas Pesquisas em Robótica
! " # $% #'&()(& Robótica Móvel Inteligente: Aplicações da Inteligência Artificial nas Pesquisas em Robótica * +, -. - / 012 34 5 1 6 7 8 7 9 : 7 ;< = >? > 8 @ A B : 8 : B 7 8 @ C 9 D 0 E. F 0,. / 0, +
INTRODUÇÃO À ROBÓTICA MÓVEL
INTRODUÇÃO À ROBÓTICA MÓVEL Aula 19 Edson Prestes Departamento de Informática Teórica http://www.inf.ufrgs.br/~prestes [email protected] Campos Potenciais Harmônicos É um metodo proposto por Connolly
Computação Embarcada Projeto e Implementação de Veículos Autônomos Inteligentes
XXV CONGRESSO DA SBC JAI 2005 Computação Embarcada Projeto e Implementação de Veículos Autônomos Inteligentes - GPVA http://www.eletrica.unisinos.br/~autonom Dr. Christian R. Kelber Dr. Cláudio R. Jung
Sistema de Controle Híbrido para Robôs Móveis Autônomos
Sistema de Controle Híbrido para Robôs Móveis Autônomos Farlei J. Heinen, Fernando S. Osório Unisinos, Mestrado em Computação Aplicada Av. Unisinos 950, São Leopoldo RS - Brasil [email protected]
Robôs para Inspeção. Tubulações. EESC-USP M. Becker /78
Aplicações Robôs para Inspeção Tubulações EESC-USP M. Becker 2008 41/78 Aplicações Robôs para Indústrias - AGVs FLD 1604 AGV EESC-USP M. Becker 2008 42/78 Aplicações Robôs para Indústrias - AGVs FLD 1604
Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 4 Tipos de Agentes Inteligentes Racionais e Ambientes
Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 4 Tipos de Agentes Inteligentes Racionais e Ambientes 1 Um programa de IA pode ser visto como um Agente Racional Plano da aula Ambientes e arquiteturas
Protótipo de um Simulador de um Aspirador de Pó, Utilizando Algoritmo de Busca e Agentes Inteligentes, em Ambientes com Barreiras
Protótipo de um Simulador de um Aspirador de Pó, Utilizando Algoritmo de Busca e Agentes Inteligentes, em Ambientes com Barreiras Jussara Vieira Ramos ROTEIRO Objetivo Introdução: I.A. X Robótica Agentes
INTRODUÇÃO À ROBÓTICA MÓVEL
INTRODUÇÃO À ROBÓTICA MÓVEL Aula 15 Edson Prestes Departamento de Informática Teórica http://www.inf.ufrgs.br/~prestes [email protected] REPRESENTAÇÃO DO AMBIENTE Decomposição Aproximada - Occupancy
RUP RATIONAL UNIFIED PROCESS
O que é RUP? É um metodologia para gerenciar projetos de desenvolvimento de software que usa a UML como ferramenta para especificação de sistemas. Ele é um modelo de processo híbrido Mistura elementos
Redes Neurais e Sistemas Fuzzy
1. Inteligência Computacional Redes Neurais e Sistemas Fuzzy Apresentação da disciplina Conceitos básicos A chamada Inteligência Computacional (IC) reúne uma série de abordagens e técnicas que tentam modelar
Aula 06 - Máquina Multinível e Von Neumann
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Campus Currais Novos Instalação e Organização de Computadores Aula 06 - Máquina Multinível e Von Neumann Prof. Diego Pereira
Notas de Aula 03: Introdução a Orientação a Objetos e a UML
Notas de Aula 03: Introdução a Orientação a Objetos e a UML Objetivos da aula: Introduzir os conceitos da Orientação à Objetos (O.O) Introduzir os conceitos da UML Relacionar os processos às ferramentas
DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ EXPLORADOR PARA AMBIENTES INDOOR
DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ EXPLORADOR PARA AMBIENTES INDOOR Fernando Emilio Puntel 1, Giann Carlos Spileri Nandi 1, Joildo Schueroff 1, Anderson Luiz Fernandes Perez 1, 1 Laboratório de Automação e Robótica
Sistemas de Informação. Administração e Finanças. Componentes de Sistemas de Informação. Componentes de Sistemas de Informação.
Administração e Finanças Sistemas de Uniban Notas de Aula Fundamentos de Sistemas de Prof. Amorim Material complementar às aulas presenciais: complemente com as anotações manuscritas e consulta à bibliografia
Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 5 Resolvendo Problemas
Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 5 Resolvendo Problemas 1 Agente solucionador de problemas (guiado por objetivo) O agente reativo Escolhe suas ações com base apenas nas percepções
Objetivo do Curso. Introdução à Interação Humano-Computador. Professora: Raquel Oliveira Prates
Introdução à Interação Humano-Computador Professora: Raquel Oliveira Prates http://www.dcc.ufmg.br/~rprates/ihc \ Aula 1: 14/05 1 Objetivo do Curso Apresentação dos conceitos básicos da área de Interação
Disciplina de Programação de Robôs Móveis SSC-0712
USP - ICMC - SSC LRM (Lab. de Robótica Móvel) SSC 0712 (PRM) - 1o. Semestre 2012 Disciplina de SSC-0712 1 Março 2012 Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Estagiário
Mapeamento de ambientes e processamento visual utilizando Kinect
Mapeamento de ambientes e processamento visual utilizando Kinect Mário Alberto Cecchi Raduan Bolsista PIBIC/UFRJ Orientador: Adriano Joaquim de Oliveira Cruz, PhD Laboratório de Inteligência Computacional
Engenharia de Software Simulado para a 1ª Avaliação Bimestral Professor: Danilo Giacobo - RESPOSTAS. Nome:
Engenharia de Software Simulado para a 1ª Avaliação Bimestral Professor: Danilo Giacobo - RESPOSTAS Nome: 1. No ciclo de vida de software, a estrutura de dados, a arquitetura, os detalhes procedimentais
A pesquisa no ensino de computação. Práticas de ensino de algoritmos (Hazzan, Cap. 4) Péricles Miranda
A pesquisa no ensino de computação Práticas de ensino de algoritmos (Hazzan, Cap. 4) Péricles Miranda Existe pesquisa na área de ensino? Existe uma variedade de tópicos Conhecimento de novatos Investiga
ENGENHARIA DE USABILIDADE E INTERFACES
Unidade III Desenvolvimento de Projetos de IHC Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático desta Unidade Técnicas de Concepção Técnicas de Modelagem Objetivo Demonstrar técnicas
Requisitos de Sistemas
Requisitos de Sistemas Unidade II - Processos de Negócio Identificação Conceitos Modelagem - BPM - UML Processos x Requisitos 1 Processo de negócio CONCEITO Um processo de negócio, processo organizacional
Engenharia Reversa e Reengenharia Software 13/05/2015
Engenharia Reversa e Reengenharia Software 13/05/2015 Problemas na manutenção de Software Código fonte e documentação mal elaborada. Falta de compreensão do sistema e suas funcionalidades. Muitas vezes
OMNET++ APLICADO À ROBÓTICA COOPERATIVA
OMNET++ APLICADO À ROBÓTICA COOPERATIVA Daniel Costa Ramos Doutorando Disciplina de Redes de Comunicação Professor Carlos Montez 07/2014 2/25 Estrutura da Apresentação Introdução Robótica Cooperativa Material
Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Sistemas e Automação Departamento de Engenharia - Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Sistemas e Automação Área de Concentração: Engenharia de Sistemas e Automação (Engenharias IV) As atividades de pesquisa na área de concentração em Engenharia
JADEX: A BDI REASONING ENGINE. Alexander Pokahr, Lars Braubach e Winfried Lamersdorf Springer US - Multi-Agent Programming 2005 pp.
JADEX: A BDI REASONING ENGINE Alexander Pokahr, Lars Braubach e Winfried Lamersdorf Springer US - Multi-Agent Programming 2005 pp. 149-174 Volume 15 Motivação Existem muitas plataformas para desenvolvimento
Inteligência Artificial
Faculdade Ieducare 7º Semestre Sistemas de Informação Professor: Rhyan Ximenes 1 Objetivos de hoje: Agentes Inteligentes 2 Revisão: Barr & Feigenbaum (1981) IA é a parte da ciência da computação que se
Inteligência Artificial. Aula 2
Inteligência Artificial Aula 2 Retomada da aula passada O que é Inteligência Artificial Inteligência Artificial é o estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, no momento, as pessoas fazem
Histórico de Linguagens de Programação
Bacharelado em Ciência da Computação PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO Histórico de Linguagens de Programação Prof. Claudinei Dias email: [email protected] Objetivos Geral: Estudar as características
Agentes Inteligentes. Inteligência Artificial
Agentes Inteligentes (Capítulo 2 - Russell) Inteligência Artificial Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Ambiente de Tarefas 3. Exemplos de ambiente de Tarefas 4. Propriedades
Introdução a Programação de Jogos
Introdução a Programação de Jogos Aula 05 Introdução ao Löve Edirlei Soares de Lima Hello World em Löve function love.draw() love.graphics.print("hello World", 360, 300) end O comando
Resumo parcial da Tese de Doutorado. Um modelo de Sistema de Gestão do Conhecimento para grupos de pesquisa e desenvolvimento.
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Disciplina: PROJETOS I Aluno: Cleosvaldo G. Vieira Jr [email protected] Resumo parcial da Tese de Doutorado Um modelo de Sistema de Gestão do Conhecimento
6. QUADRIMESTRE IDEAL 7. NÍVEL Graduação 8. Nº. MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA TEORIA: 60 LABORATÓRIO: 30
Universidade Federal do ABC Rua Santa Adélia, 166 - Bairro Bangu - Santo André - SP - Brasil CEP 09.210-170 - Telefone/Fax: +55 11 4996-3166 1. CÓDIGO E NOME DA DISCIPLINA MC5001 - SISTEMAS MULTIAGENTES
Requisitos de sistemas
Requisitos de sistemas Unidade III - Casos de Uso Identificação de casos de uso Conceitos de orientação a objetos Modelagem do diagrama de classes e casos de uso 1 Casos de uso CONCEITO Especifica o comportamento
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura
Disciplina de Sensores Inteligentes SSC-0715
USP - ICMC - SSC SSC 0715 (SensInt) - 2o. Semestre 2010 Disciplina de SSC-0715 1 Prof. Fernando Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Estagiário PAE: Daniel Sales Web: http://www.icmc.usp.br/~fosorio/
PROJETO DE PROGRAMAS. Projeto de Programas PPR0001
PROJETO DE PROGRAMAS Projeto de Programas PPR0001 Desenvolvimento de Software 2 3 Desenvolvimento de Software Análise de Requisitos Distinguir e dividir o sistema em componentes: Analisar os componentes
DEFINIÇÃO DE ROBÔ INDUSTRIAL
DEFINIÇÃO DE ROBÔ INDUSTRIAL O termo robô deriva da palavra eslava robota, que significa trabalho forçado. Em 1921, o dramaturgo Karel Capek usou-a pela primeira vez, numa peça teatral, para referir-se
A modelagem é tida como a parte central de todas as atividades para a construção de um bom sistema, com ela podemos:
Módulo 6 Análise Orientada a Objeto É interessante observar como a análise orientada a objeto utiliza conceitos que aprendemos há muito tempo: objetos, atributos, classes, membros, todos e partes. Só não
Engenharia de Software II
Engenharia de Software II Aula 4 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 4-03/05/2006 1 Modelos Prescritivos de Processo Modelo em cascata Modelos incrementais Modelo incremental Modelo RAD Modelos
Agentes Inteligentes. Módulo 02 27/02/2013. Inteligência Artificial. Profª Hemilis Joyse
Agentes Inteligentes Módulo 02 1 Agente É tudo que pode ser considerado capaz de perceber seu ambiente por meio de sensores e de agir sobre esse ambiente por intermédio de atuadores. 2 Agente Tabela parcial
ENGENHARIA DE USABILIDADE
ENGENHARIA DE USABILIDADE Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Questão 1 Quais os objetivos da IHC? Questão 1 Resposta Quais os objetivos da IHC? - Socialização da informação; - Aumentar
Avaliação dos Sistemas Operacionais MQX Lite e FreeRTOS em Aplicações de Robótica Móvel
Computer on the Beach 2014 - Artigos Completos 164 Avaliação dos Sistemas Operacionais MQX Lite e FreeRTOS em Aplicações de Robótica Móvel Fernando Emilio Puntel 1, Joildo Schueroff 1, Giann Carlos Spilere
Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Engenharia. Projecto Final e Tese I
Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Engenharia Projecto Final e Tese I M E S T R A D O S E M E N G E N H A R I A : A M B I E N T E E U R B A N I S M O, B I O M É D I C A, C I V I L, C L Í N I
Introdução a Ciência da Computação. Prof. Andréa Iabrudi. 2012/1
Introdução a Ciência da Computação Prof. Andréa Iabrudi 2012/1 [email protected] 2 3 Quem sou eu no DECOM? Ensino: Disciplinas Inteligência Artificial (6º. Período) Atual: Projeto e Análise de
Interatividade. Limitado Reativa Coativa. Alargado Coativa Proativa
Interatividade Num ambiente virtual, consiste na possibilidade de o utilizador dar instruções ao sistema, de forma a este, segunda essas instruções, se adapte e transforme, criando novas situações ao utilizador.
Sistemas Especialistas. Prof. Msc. Jacson Rodrigues
Sistemas Especialistas Prof. Msc. Jacson Rodrigues Sistemas Especialistas Características: Sistema computacional; Destinado a representar o conhecimento de um ou mais especialistas humanos sobre um domínio
PCS3413 Engenharia de Software e Banco de Dados
PCS3413 Engenharia de Software e Banco de Dados Aula 23 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo 1 Acoplamento! Indica dependência entre classes.! Deve ser o menor possível.! Direcionar associações
Introdução ao Design
Introdução ao Design João Arthur e Guilherme Germoglio Coordenação de Pós-graduação em Informática - COPIN 16/10/2008 João Arthur e Guilherme Germoglio 1/ 33 Roteiro 1 Introdução Objetivos 2 Definições
PDS. Aula 1.4 Modelos de Processo. Prof. Dr. Bruno Moreno
PDS Aula 1.4 Modelos de Processo Prof. Dr. Bruno Moreno [email protected] 2 Introdução Há alguns anos, o desenvolvimento de softwares era muito obsoleto; Existiam diversos problemas relacionados
Inteligência Artificial Aplicada a Robôs Reais
Inteligência Artificial Aplicada a Robôs Reais Prof. Dr. Eduardo Simões Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP Cópias das Transparências: http://www.icmc.usp.br/~simoes/seminars/semi.html
Agentes inteligentes. Capítulo 2 Inteligência Artificial Sistemas de Informação
Agentes inteligentes Capítulo 2 Inteligência Artificial Sistemas de Informação Resumo Agentes e ambientes Racionalidade Desempenho, ambiente, atuadores e sensores Tipos de ambientes Tipos de agentes Agentes
TÍTULO: FUZZY TAKAGI-SUGENO PARA IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE INERCIAL DE UM ROBÔ MÓVEL
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: FUZZY TAKAGI-SUGENO PARA IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE INERCIAL DE UM ROBÔ MÓVEL CATEGORIA: EM ANDAMENTO
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Apresentação da disciplina Conceitos básicos Objetivos Apresentar uma visão geral da Inteligência Artificial, com ênfase na utilidade e aplicação das diferentes abordagens de solução
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 02
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 02 Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação POR QUE APRENDER CONCEITOS
Introdução a Inteligência Artificial
1 Introdução a Inteligência Artificial Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina de 2 Introdução a Conceitos Agindo de forma humana Pensando como humano Pensando racionalmente
34º JAI - Jornadas de Atualização em Informática Simulação de Robôs Móveis e Articulados: Aplicações e Prática
34º JAI - Jornadas de Atualização em Informática Simulação de Robôs Móveis e Articulados: Aplicações e Prática Fernando Santos Osório Rafael Alceste Berri Introdução à Robótica Fernando Santos Osório Rafael
Modelando sistemas Multiagentes Analisando Metodologias
Modelando sistemas Multiagentes Analisando Metodologias Ricardo Almeida Venieris [email protected] Modelagem e Implementação OO de Sistemas Multi-Agentes Dissertação apresentada ao Departamento
Este capítulo apresenta os conceitos básicos da área de banco de dados que são necessário à compreensão do projeto de banco de dados.
Este capítulo apresenta os conceitos básicos da área de banco de dados que são necessário à compreensão do projeto de banco de dados. São apresentados conceitos como banco de dados, sistema de gerência
Protótipo de um robô rastreador de objetos. Orientando: Emerson de Oliveira Orientador : Miguel Wisintainer
Protótipo de um robô rastreador de objetos Orientando: Emerson de Oliveira Orientador : Miguel Wisintainer Estrutura da apresentação Introdução Processamento e análise de imagens Redes neurais e reconhecimento
1. Introdução. 1.1.Objetivo
1. Introdução 1.1.Objetivo O objetivo desta dissertação é desenvolver um sistema de controle por aprendizado acelerado e Neuro-Fuzzy baseado em técnicas de inteligência computacional para sistemas servo-hidráulicos
Introdução à Redes Neurais. Prof. Matheus Giovanni Pires EXA 868 Inteligência Artificial Não-Simbólica B Universidade Estadual de Feira de Santana
Introdução à Redes Neurais Artificiais Prof. Matheus Giovanni Pires EXA 868 Inteligência Artificial Não-Simbólica B Universidade Estadual de Feira de Santana 2 Introdução Redes Neurais Artificiais (RNAs)
Carla Koike Depto. Ciências da Computação UnB
Robótica Modular Reconfigurável Carla Koike Depto. Ciências da Computação UnB Definição Robôs compostos de um grande número de módulos repetidos que podem organizar suas conexões e formar uma grande variedade
ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA (1)
ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA (1) Prof. Dr. Onofre Miranda (1) ZANELLA, L. C. H. Metodologia da Pesquisa. Florianópolis: SEaD:UFSC, 2006. OBJETIVO(S) GERAL Apresentar as etapas para desenvolvimento de
Computação Gráfica. Visão Geral, conceitos básicos e terminologia Professora Sheila Cáceres
Computação Gráfica Visão Geral, conceitos básicos e terminologia Professora Sheila Cáceres O que é Computação Gráfica? A definição comumente encontrada da computação gráfica é a seguinte: Conjunto de métodos
AULA 03: FUNCIONAMENTO DE UM COMPUTADOR
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 03: FUNCIONAMENTO DE UM COMPUTADOR Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação O QUE É UM COMPUTADOR?
ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS I PROF. EDSON IFARRAGUIRRE MORENO
ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS I PROF. EDSON IFARRAGUIRRE MORENO INFORMAÇÕES Horário: 3CD 6CD Créditos: 4 Carga-horária: 60 horas-aula E-mail: [email protected] Material: http://www.inf.pucrs.br/emoreno
