Introdução ao Design
|
|
|
- Sarah Aveiro Carreira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Introdução ao Design João Arthur e Guilherme Germoglio Coordenação de Pós-graduação em Informática - COPIN 16/10/2008 João Arthur e Guilherme Germoglio 1/ 33
2 Roteiro 1 Introdução Objetivos 2 Definições Design como Processo Design como Produto Benefícios Observações 3 O Processo Técnicas de design Design de baixo nível X Design de alto nível 4 João Arthur e Guilherme Germoglio 2/ 33
3 Objetivos Objetivos Introduzir os conceitos de design Apresentar design como processo e como produto Diferenciar design de baixo nível de design de alto nível Apresentar as principais técnicas de design João Arthur e Guilherme Germoglio 3/ 33
4 Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Duas visões (Taylor e Van der Hoek [5]): Nome Verbo Stroustrup [4]: Design is the end product of the design process. João Arthur e Guilherme Germoglio 4/ 33
5 Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Design surge de uma necessidade: ministrar uma aula sobre design Problema: Guiga está sobrecarregado Solução: Terceirizar O que o cliente (Guiga) quer: Uma aula bem dada sobre o que é design e o que é design de software. João Arthur e Guilherme Germoglio 5/ 33
6 Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Design surge de uma necessidade: ministrar uma aula sobre design Problema: Guiga está sobrecarregado Solução: Terceirizar O que o cliente (Guiga) quer: Uma aula bem dada sobre o que é design e o que é design de software. João Arthur e Guilherme Germoglio 5/ 33
7 Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Design surge de uma necessidade: ministrar uma aula sobre design Problema: Guiga está sobrecarregado Solução: Terceirizar O que o cliente (Guiga) quer: Uma aula bem dada sobre o que é design e o que é design de software. João Arthur e Guilherme Germoglio 5/ 33
8 Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Design surge de uma necessidade: ministrar uma aula sobre design Problema: Guiga está sobrecarregado Solução: Terceirizar O que o cliente (Guiga) quer: Uma aula bem dada sobre o que é design e o que é design de software. João Arthur e Guilherme Germoglio 5/ 33
9 Por que projetar? Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Por que não fazer a aula diretamente? Risco Temos que projetar! Temos que avaliar o projeto! João Arthur e Guilherme Germoglio 6/ 33
10 Por que projetar? Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Por que não fazer a aula diretamente? Risco Temos que projetar! Temos que avaliar o projeto! João Arthur e Guilherme Germoglio 6/ 33
11 Por que projetar? Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Por que não fazer a aula diretamente? Risco Temos que projetar! Temos que avaliar o projeto! João Arthur e Guilherme Germoglio 6/ 33
12 Requisitos Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações 40 alunos Mensagens a serem transmitidas (conteúdo) Duração de no máximo 2 horas João Arthur e Guilherme Germoglio 7/ 33
13 Requisitos Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações 40 alunos Mensagens a serem transmitidas (conteúdo) Duração de no máximo 2 horas João Arthur e Guilherme Germoglio 7/ 33
14 Requisitos Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações 40 alunos Mensagens a serem transmitidas (conteúdo) Duração de no máximo 2 horas João Arthur e Guilherme Germoglio 7/ 33
15 Requisitos Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações 40 alunos Mensagens a serem transmitidas (conteúdo) Duração de no máximo 2 horas João Arthur e Guilherme Germoglio 7/ 33
16 Possíveis Soluções Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Alternativas para resolução do problema: Aula ao ar livre Aula prática Aula virtual Aula tradicional João Arthur e Guilherme Germoglio 8/ 33
17 Análise das possíveis soluções Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Analisar restrições CD-105 ou Hattori Tempo Conhecimento interno sobre o assunto (viabilidade) Custo Nível dos alunos Escolher solução Escolher representação João Arthur e Guilherme Germoglio 9/ 33
18 Resultado Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Template Slides: Seções Relação entre as Seções Fontes Figuras Mensagens Exemplos Metodologia a ser utilizada João Arthur e Guilherme Germoglio 10/ 33
19 Benefícios Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Avaliação prévia Facilita comunicação Facilita implementação João Arthur e Guilherme Germoglio 11/ 33
20 Observações Introdução Definições Design como Processo Design como Produto Por que Projetar? Observações Embora seja mais barato que fazer o artefato, planejar não é barato. O resultado final não é a aula, mas a sua descrição (plano de aula)! João Arthur e Guilherme Germoglio 12/ 33
21 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Software Design O foco é software Geração de modelos Diretrizes para implementação João Arthur e Guilherme Germoglio 13/ 33
22 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Caraterísticas de Software Brooks [1] identifica quatro propriedades: Complexidade: muitos estados durante a execução Conformidade: estar em conformidade com padrões, hardware, software e outros componentes Changeability: sofrer constantes mudanças Invisibilidade: não há representação visual João Arthur e Guilherme Germoglio 14/ 33
23 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Como um nome Aspectos de representação do sistema [2]: Estrutura do software (hierarquia, subprogramas etc) Algoritmos Estrutura de pacotes (organização das unidades de compilação) Interação entre os módulos João Arthur e Guilherme Germoglio 15/ 33
24 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Como uma atividade João Arthur e Guilherme Germoglio 16/ 33
25 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Como uma atividade Belady [3]: Diversificação: Geração das alternativas Convergência: Seleção das alternativas que satisfazem objetivos e restrições João Arthur e Guilherme Germoglio 17/ 33
26 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Fases Objetivos Restrições Alternativas Representações Soluções João Arthur e Guilherme Germoglio 18/ 33
27 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Técnicas Diretrizes Guias Noções de boas práticas que podem resultar em um bom design Design Patterns João Arthur e Guilherme Germoglio 19/ 33
28 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Abstração Eliminar complexidade Focar no que realmente importa Interfaces e camadas Requer habilidade e experiência. Quanto abstrair? Benefícios: facilita comunicação, análise e entedimento João Arthur e Guilherme Germoglio 20/ 33
29 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Ocultação de Informação Encapsulamento Esconder detalhes de implementação Benefícios: redução de acoplamento João Arthur e Guilherme Germoglio 21/ 33
30 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Modularização Decompor em módulos o sistema Packaging Benefícios: facilita implementação, entendimento, diminui acoplamento etc João Arthur e Guilherme Germoglio 22/ 33
31 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Separação de interesses Modularizar interesses Exemplo clássico: Log João Arthur e Guilherme Germoglio 23/ 33
32 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Acoplamento e Coesão Acoplamento: entre módulos Evitar Difícil de entender Difícil de mudar Indício para melhorar a modularização Coesão: Quão relacionada está a classe com sua responsabilidade? João Arthur e Guilherme Germoglio 24/ 33
33 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Coincidental João Arthur e Guilherme Germoglio 25/ 33
34 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Lógica João Arthur e Guilherme Germoglio 26/ 33
35 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Temporal João Arthur e Guilherme Germoglio 27/ 33
36 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Outros tipos Procedural: Tarefas que ocorrem em ordem (sozinhas não fazem sentido) Comunicação: Compartilhamento de dados Sequencial: compartilham dados de entrada e saída (pipe) Funcional: A melhor! Objetos representam um único conceito João Arthur e Guilherme Germoglio 28/ 33
37 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Separação entre política e implementação Um módulo deve lidar com política ou implementação Módulos de implementação somente devem ser responsáveis por executar algoritmos Benefícios: Facilita reuso e manutenção dos módulos de implementação Qual o padrão para esta técnica? João Arthur e Guilherme Germoglio 29/ 33
38 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Separação de interface e Implementação Contratos O Que? X Como? Benefícios: redução de acoplamento entre clientes e módulos João Arthur e Guilherme Germoglio 30/ 33
39 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Comparação Alto nível: Fase de refinamento da arquitetura Definição de módulos Interação entre os módulos Bibliotecas a serem utilizadas Paradigma de persistência Atendimento a requisitos de qualidade Baixo nível Definição dos objetos e suas responsibilidades Questões de implementação: concorrência, tratamento de falhas, definição de esquema de BD etc João Arthur e Guilherme Germoglio 31/ 33
40 O Processo Técnicas de design Baixo nível X Alto nível Quando acontece? David Budgen João Arthur e Guilherme Germoglio 32/ 33
41 Design é processo Design é descrição Projetar não é barato Exige experiência (boas e ruins) Reduz riscos João Arthur e Guilherme Germoglio 33/ 33
42 F. Brooks. No Silver Bullet: Essence and Accidents of Software Engineering. IEEE Computer, 20(4):10 19, D. Budgen. Software Design. Addison Wesley, L. Peters. In Forward to Software Design: Methods and Techniques, B. Stroustrup and A. Publishing. The C+ Programming Language. IBM SYSTEMS JOURNAL, 31(4), R. Taylor and A. van der Hoek. Software design and architecture: The once and future focus of software engineering. João Arthur e Guilherme Germoglio 33/ 33
43 Future of Software Engineering, João Arthur e Guilherme Germoglio 33/ 33
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação
SOFT DISCIPLINA: Engenharia de Software AULA NÚMERO: 10 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir os conceitos de coesão e acoplamento. DESENVOLVIMENTO Projetar
Padrões. Projeto (Design) de Software
Padrões Projeto de Softwares Categorias de Padrões Processo de Tradução de modelos de análise (isentos de tecnologia, lógicos) para modelos de projeto (development-ready, físicos) Qual a Tecnologia Alvo
Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais
Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Prof. Marcos Francisco Pereira da Silva Especialista em Engenharia de Software Jogos Digitais - Computação Gráfica 1 Agenda Vantagens de usar a abordagem
do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;
1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,
Análise e Projeto de Software
Análise e Projeto de Software 1 Mundo Real Modelagem Elicitação Análise Problemas Soluções Gap Semântico Mundo Computacional Elicitação de Requisitos Análise de Requisitos Modelagem dos Requisitos 2 Projeto
Introdução ao Projeto. Projeto de Software. 1) Objetivos. 2) Importância. Análise e Projeto - Diferenças. Importância. Silvia Regina Vergilio - UFPR
Introdução ao Projeto Projeto de Software Silvia Regina Vergilio - UFPR 1. Objetivos 2. Importância 3. Fundamentos 4. O processo de projeto 5. Métodos de projeto 6. Analisando a estrutura do software 1)
Teste de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado [email protected]
Teste de Software Profa. Cátia dos Reis Machado [email protected] Qualidade Garantia de Qualidade Qualidade do processo Qualidade do produto Testes Estáticos Testes Dinâmicos Teste de software
build UNIP Sistemas de Informação Análise Essencial de Sistemas 3 Prof.Marcelo Nogueira A produção de Software é uma atividade build and fix.
UNIP Sistemas de Informação Análise Essencial de Sistemas Prof.Marcelo Nogueira Análise Essencial de Sistemas 1 Introdução A produção de Software é uma atividade build and fix. Análise Essencial de Sistemas
Projeto de Arquitetura
Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto
Padrões de projeto 1
Padrões de projeto 1 Design Orientado Objeto Encapsulamento Herança Polimorfismo Design Patterns 2 Responsabilidades Booch e Rumbaugh Responsabilidade é um contrato ou obrigação de um tipo ou classe. Dois
Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão
DCC / ICEx / UFMG Definição de Padrões Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Um padrão é uma descrição do problema e a essência da sua solução Documenta boas soluções para problemas recorrentes
UML - Unified Modeling Language
UML - Unified Modeling Language Casos de Uso Marcio E. F. Maia Disciplina: Engenharia de Software Professora: Rossana M. C. Andrade Curso: Ciências da Computação Universidade Federal do Ceará 24 de abril
Engenharia de Software
Universidade São Judas Tadeu Profª Dra. Ana Paula Gonçalves Serra Engenharia de O Processo Uma Visão Genérica Capítulo 2 (até item 2.2. inclusive) Engenharia de - Roger Pressman 6ª edição McGrawHill Capítulo
Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1
1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos
Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA)
Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Software Orientada a Serviços
Desenho de Software. Desenho de Software 1
Desenho de Software Desenho de Software 1 Sumário Caracterização Conceitos fundamentais Desenho funcional e desenho OO Qualidades Desenho de Software 2 Bibliografia Pfleeger, Capítulo 6 Design the Modules
Processos de Desenvolvimento de Software
Processos de Desenvolvimento de Software Gerenciamento de Projetos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e
Engenharia de Software na Prática Hélio Engholm Jr.
Engenharia de Software na Prática Hélio Engholm Jr. Novatec Sumário Agradecimentos... 17 Sobre o autor... 18 Prefácio... 19 Capítulo 1 Desenvolvimento de software para o valor de negócios... 20 1.1 Qualidade
Figura 5 - Workflow para a Fase de Projeto
5. Fase de Projeto A Fase de Projeto caracteriza-se por transformar as informações modeladas durante a Fase de Análise em estruturas arquiteturais de projeto com o objetivo de viabilizar a implementação
ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA
ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA História Os sistemas operacionais da Microsoft para PCs desktop e portáteis e para servidores podem ser divididos em 3 famílias: MS-DOS Windows baseado em MS-DOS Windows baseado
Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos. Centro Tecnológico. Universidade Federal do Espírito Santo
Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: ([email protected]) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de
Engenharia de Requisitos
Engenharia de Requisitos Introdução a Engenharia de Requisitos Professor: Ricardo Argenton Ramos Aula 08 Slide 1 Objetivos Introduzir a noção de requisitos do sistema e o processo da engenharia de requisitos.
Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa [email protected]
Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa [email protected] 1 Introdução BD desempenha papel crítico em todas as áreas em que computadores são utilizados: Banco: Depositar ou retirar
Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:
MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação
Disciplina de Banco de Dados Introdução
Disciplina de Banco de Dados Introdução Prof. Elisa Maria Pivetta CAFW - UFSM Banco de Dados: Conceitos A empresa JJ. Gomes tem uma lista com mais ou menos 4.000 nomes de clientes bem como seus dados pessoais.
Modelos de Dados e Arquitetura de um SGBD. Introdução 1º Bimestre Prof. Patrícia Lucas
Modelos de Dados e Arquitetura de um SGBD Introdução 1º Bimestre Prof. Patrícia Lucas Abstração Modelo de Dados Conjunto de conceitos que podem ser utilizados para descrever a estrutura lógica e física
ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE
ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração
TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http://www.edilms.eti.
TI Aplicada Aula 02 Áreas e Profissionais de TI Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos
ENGENHARIA DE SOFTWARE I
ENGENHARIA DE SOFTWARE I Prof. Cássio Huggentobler de Costa [[email protected]] Twitter: www.twitter.com/cassiocosta_ Agenda da Aula (002) Metodologias de Desenvolvimento de Softwares Métodos Ágeis
Bancos de Dados. Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações
Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados Abstração
Agenda da Aula. Resumo dos Padrões (Aula 4) Padrões Arquiteturais. Arquitetura Cliente-Servidor. Arquitetura Cliente-Servidor
Reuso de Software Aula 05 Agenda da Aula Linha de Produtos de Software Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo [email protected] 19 Março 2012 Padrões arquiteturais Cliente-Servidor
O modelo unificado de processo. O Rational Unified Process, RUP.
Cursos: Sistemas de Informação Disciplina: Administração ADM Prof. Jarbas Avaliação: Prova B1, 5º/6º semestres Data: 27/09/2010 Nome: Gabarito RA: Assinatura: Turma: 1) Segundo as afirmações a seguir,
Metodologia para Planejamento, Execução e Controle de Teste de Software. Roteiro
Metodologia para Planejamento, Execução e Controle de Teste de Software Arilo Claudio Dias Neto - [email protected] Gladys Machado P. S. Lima - [email protected] Guilherme Horta Travassos - [email protected]
Introdução a Computação
Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos
Arquitetura de Software. Silvia Regina Vergilio
Arquitetura de Software Silvia Regina Vergilio Atividades de Projeto Projeto Geral ou Preliminar: fase que traduz a especificação do sistema em termos da arquitetura de dados e de módulos. Descreve a organização
UML 01. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan
Faculdade INED UML 01 Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan Referências BARBIERI, Carlos. Análise e Programação
Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com [email protected]
Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com [email protected] Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,
02/10/2012. Padronização de interfaces. Referências
Referências Engenharia de Usabilidade Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Contribuição: Cláudio Márcio de Souza Vicente Gestus Hix, D.; Hartson, H. R. Developing User Interfaces: ensuring usability
MASTER IN PROJECT MANAGEMENT
MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como
Modelo para Documento de. Especificação de Requisitos de Software
Modelo para Documento de Especificação de Requisitos de Software Prof. Dr. Juliano Lopes de Oliveira (Baseado na norma IEEE Std 830-1993 - Recommended Practice for Software Requirements Specifications)
Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subseqüente ao Ensino Médio, na modalidade a distância, para:
INSTITUIÇÃO: IFRS CAMPUS BENTO GONÇALVES CNPJ: 94728821000192 ENDEREÇO: Avenida Osvaldo Aranha, 540. Bairro Juventude. CEP: 95700-000 TELEFONE: (0xx54) 34553200 FAX: (0xx54) 34553246 Curso de Educação
Análise e Projeto Orientados por Objetos
Análise e Projeto Orientados por Objetos Aula 02 Análise e Projeto OO Edirlei Soares de Lima Análise A análise modela o problema e consiste das atividades necessárias para entender
Requisitos de Software
Requisitos de Software Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco Kiev Gama [email protected] Slides originais elaborados por Ian Sommerville e adaptado pelos professores Márcio Cornélio,
Software de rede e Modelo OSI André Proto UNESP - São José do Rio Preto [email protected] O que será abordado Hierarquias de protocolos (camadas) Questões de projeto relacionadas às camadas Serviços
PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB)
RELATÓRIO DE ENTREGA DO PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) PARA A ELABORAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PMGIRS PARA OS MUNICÍPIOS DE NOVO HORIZONTE, JUPIÁ, GALVÃO,
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Sistemas de Informação Código da Matriz Curricular: 109P1NB
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Sistemas de Informação Código da Matriz Curricular: 109P1NB Plano de Disciplina Ano Letivo: 2013-1 º Semestre Dados da Disciplina Código Disc. Nome
Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ)
Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ) Aula 1: 4 de abril de 2016 1 Conceitos básicos sobre sistemas distribuídos 2 Computação distribuída Computação distribuída A computação distribuída envolve o projeto, implementação
PIM. CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Projeto Integrado Multidisciplinar. 4º/3º Períodos 2010/2 UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO
UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PIM Projeto Integrado Multidisciplinar 4º/3º Períodos 2010/2 PIM - PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR TEMA Projeto e implementação
Engenharia de software para desenvolvimento com LabVIEW: Validação
Engenharia de software para desenvolvimento com LabVIEW: Orientação a Objetos, Statechart e Validação André Pereira Engenheiro de Vendas (Grande São Paulo) Alexsander Loula Coordenador Suporte Técnico
Fase 1: Engenharia de Produto
Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Engenharia de Software Código da Matriz Curricular: 105P1NB
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Engenharia de Software Código da Matriz Curricular: 105P1NB Plano de Disciplina Ano Letivo: 2013-1 º Semestre Dados da Disciplina Código Disc. Nome
Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013
MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 Virtualização - motivação Consolidação de servidores. Consolidação de aplicações. Sandboxing. Múltiplos ambientes de execução. Hardware virtual. Executar múltiplos
PROJETO (OU DESIGN) DO SOFTWARE Diagrama de Estrutura
PROJETO (OU DESIGN) DO SOFTWARE Diagrama de Estrutura Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 8º Edição / Ian Sommerville 2007 Slide 1 PROJETO (OU DESIGN) DO SOFTWARE Na fase de projeto (ou design)
Módulo5. Módulo 5. Planejamento e realização de projeto de mapeamento e modelagem de processos, Responsabilidades, Atividades-chaves, Exercício
Módulo5 Módulo 5 Planejamento e realização de projeto de mapeamento e modelagem de processos, Responsabilidades, Atividades-chaves, Exercício Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição
Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior
Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Introdução Dados Informações Banco de Dados Conceitos Básicos em Bancos de Dados Definição BD - Banco de Dados SGBD - Sistema de Gerenciamento de BD Programa de Aplicação
Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software.
Processos de Software Objetivos Apresentar os modelos de processo de software Conjunto coerente de atividades para especificar, projetar, implementar e testar s de software Descrever os diferentes modelos
Introdução à Banco de Dados. Definição
Universidade Federal da Bahia Departamento de Ciência da Computação (DCC) Disciplina: Banco de Dados Profª. Daniela Barreiro Claro Introdução à Banco de Dados Definição Um banco de dados é uma coleção
MVC e Camadas - Fragmental Bliki
1 de 5 20-03-2012 18:32 MVC e Camadas From Fragmental Bliki Conteúdo 1 Introdução 2 Camadas: Separação Entre Componentes 3 MVC: Interação Entre Componentes 4 Conclusão 5 Referências Introdução A Arquitetura
Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011
Banco de Dados Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Roteiro Apresentação do professor e disciplina Definição de Banco de Dados Sistema de BD vs Tradicional Principais características de BD Natureza autodescritiva
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às
Introdução. Banco de dados. Por que usar BD? Por que estudar BD? Exemplo de um BD. Conceitos básicos
Introdução Banco de Dados Por que usar BD? Vitor Valerio de Souza Campos Adaptado de Vania Bogorny 4 Por que estudar BD? Exemplo de um BD Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária
BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING
BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 [email protected] Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação
Processos de Software
Processos de Software Prof. Márcio Lopes Cornélio Slides originais elaborados por Ian Sommerville O autor permite o uso e a modificação dos slides para fins didáticos O processo de Um conjunto estruturado
GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO
GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO Dado, Informação e Conhecimento DADO: Estímulos captados pelos sentidos humanos; Símbolos gráficos ou sonoros; Ocorrências registradas (em memória, papel, etc.); Indica uma situação
http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz [email protected]
http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz [email protected] Características O que são os Sistemas Distribuídos? Benefícios : Não são consequências automáticas da distribuição;
UFG - Instituto de Informática
UFG - Instituto de Informática Curso: Sistemas de Informação Arquitetura de Software Prof.: Fabrízzio A A M N Soares [email protected] Aula 4 Estilos Arquitetônicos Estilos Arquiteturais Dataflow
Introdução Banco de Dados
Introdução Banco de Dados Vitor Valerio de Souza Campos Adaptado de Vania Bogorny Por que estudar BD? Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária reserva de hotel matrícula em
Processos de gerenciamento de projetos em um projeto
Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 14 PROFª BRUNO CALEGARO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 14 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 01 de Novembro de 2013. Revisão aula passada Projeto de Arquitetura Decisões de projeto de Arquitetura
Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto
Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Engenharia de Software I Informática 2009 Profa. Dra. Itana Gimenes RUP: Artefatos de projeto Modelo de Projeto: Use-Case Realization-projeto
Tópicos Especiais em Engenharia de Software
Tópicos Especiais em Engenharia de Software [email protected] Ian Sommerville 2000 - Software Engineering, 6th edition Slide 1 Tópicos Especiais em Engenharia de Software Gerenciamento de Projeto de Software
O Processo de Engenharia de Requisitos
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA O Processo de Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 2o.
Engenharia de Software
Engenharia de Software Conceitos de Software Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http://www.edilms.eti.br Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o conceitos
Design de Software e Projeto Arquitetural de Software. Prof. Edison A M Morais http://www.edison.eti.br [email protected]
Design de Software e Projeto Arquitetural de Software Prof. Edison A M Morais http://www.edison.eti.br [email protected] Agenda 1. Contexto da Arquitetura e Projeto de Software 2. Definição de Arquitetura
MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Instituto de Computação - IC MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática Aula #1 Arquitetura de Banco de Dados Profs. Anderson Rocha e André Santanchè Campinas,
Fundamentos de Banco de Dados
Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema
Roteiro. BCC321 - Banco de Dados I. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. O que é um banco de dados (BD)?
Roteiro BCC321 - Banco de Dados I Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto [email protected] www.decom.ufop.br/luiz Conceitos Básicos Banco
Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural
Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural Sobre entidades externas ao sistema Quais sistemas externos devem ser acessados? Como serão acessados? Há integração com o legado a ser feita?
Programação Estruturada e Orientada a Objetos. Fundamentos Orientação a Objetos
Programação Estruturada e Orientada a Objetos Fundamentos Orientação a Objetos 2013 O que veremos hoje? Introdução aos fundamentos de Orientação a Objetos Transparências baseadas no material do Prof. Jailton
Unisant Anna Gestão Empresarial com ERP 2014 Modelagem de Sistemas - UML e MER
Objetivo dessa aula é descrever as características e a simbologia dos diagramas UML e MER na modelagem de sistemas de informação de uma forma a permitir a comunicação entre técnicos e gestores. Modelagem
Unidade II MODELAGEM DE PROCESSOS
Unidade II 3 MODELAGEM DE SISTEMAS 1 20 A fase de desenvolvimento de um novo sistema de informação (Quadro 2) é um momento complexo que exige um significativo esforço no sentido de agregar recursos que
Arquitetura de Banco de Dados
Arquitetura de Banco de Dados Daniela Barreiro Claro MAT A60 DCC/IM/UFBA Arquitetura de Banco de dados Final de 1972, ANSI/X3/SPARC estabeleceram o relatório final do STUDY GROUP Objetivos do Study Group
O Processo de Desenvolvimento de Software
O Processo de Desenvolvimento de Software Objetivos Contextualizar Análise e Projeto de software dentro de uma metodologia de desenvolvimento (um processo de desenvolvimento de software) Um processo de
UFG - Instituto de Informática
UFG - Instituto de Informática Curso: Sistemas de Informação Arquitetura de Software Prof.: Fabrízzio A A M N Soares [email protected] Aula 3 Introdução à Arquitetura de Software (continuação)
Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes
EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Aula 01 Introdução Prof. João Henrique Kleinschmidt Santo André, julho de 2013 Roteiro PARTE I Apresentação da Disciplina Apresentação do Professor Metodologia
Introdução. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos
Conceitos Básicos Introdução Banco de Dados I Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento de Computação DECOM Dados
Portaria Inep nº 190 de 12 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 13 de julho de 2011, Seção 1, pág. 13
Portaria Inep nº 190 de 12 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 13 de julho de 2011, Seção 1, pág. 13 A Presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),
REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br [email protected]
REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE Isac Aguiar isacaguiar.com.br [email protected] Software Sequencia de Instruções a serem seguidas ou executadas Dados e rotinas desenvolvidos por computadores Programas
Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) Copyright e-core LTDA, 2010. Todos os direitos reservados.
Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) Visão Geral e-coree Estabelecida em 1999 Escritórios rios no Brasil e EUA Aproximadamente 100 profissionais Atua em prestação de serviços offshore desde 2004 Roteiro
Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi
Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Histórico Uso de Metodologias Histórico Uso de Metodologias Era da Pré-Metodologia 1960-1970 Era da Metodologia
FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais
FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS Bancos de Dados Conceitos Fundamentais Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos
Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS)
Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS) Definição Geral: Disciplina de Compiladores Prof. Jorge Bidarra (UNIOESTE) A especificação de requisitos tem como objetivo
Histórico da Orientação a Objetos Ciclo de vida de Desenvolvimento de SW
Histórico da Orientação a Objetos Ciclo de vida de Desenvolvimento de SW Baseado nos materiais dos profs: Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Edna Canedo Marcio de Carvalho Victorino Brasília-DF,
