Defesa Fitossanitária e seus desafios
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- Maria do Loreto Madureira Marques
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1 Defesa Fitossanitária e seus desafios Rita Lourenço Fiscal federal Agrocupecuário Serviço de Sanidade Vegetal SFA-SP Departamento de Sanidade Vegetal
2 Mesa Redonda Importância da certificação de mudas livres de doenças para o agronegócio brasileiro
3 AGENDA Missão; Política fitossanitária; Estratégica de ação; Contextualizando cenários; Paisagens Agrícolas e Riscos Fitossanitários; COSAVE.
4 MISSÃO Elaborar as diretrizes de ação governamental para a sanidade vegetal, com vistas a contribuir para a formulação da política agrícola; (POLÍTICA FITOSSANITÁRIA) Implementar: Vigilância fitossanitária; Requisitos fitossanitários; Prevenção e controle de pragas; Fiscalização do trânsito de vegetais; Educação sanitária; Coordenar as ações de defesa fitossanitária no Brasil;
5 Ameaças Fitossanitárias Ameaças Fitossanitárias Segundo a Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA), 150 Pragas Exóticas têm a possibilidade de chegar ao Brasil. Dessas, 10 têm chances reais de chegarem às lavouras brasileiras
6 * Adaptado da Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária
7 Algumas pragas que representam grande risco para agricultura brasileira Pragas Culturas Pulgão da soja Soja Necrose letal do milho Milho Monilíase do cacaueiro Cacau Amarelecimento letal do coqueiro Coco Striga sp. Milho Ferrugem do trigo raça Ug99 Trigo Mosaico africano da mandioca Mandioca Ácaro chileno das fruteiras Uva, Kiwi e Citros Xanthomonas do arroz Arroz
8 Espécies Exóticas Invasoras - origem e evolução do problema Globalização da atividade humana
9 Fonte: Produção Agrícola Municipal (IBGE, 2012) Potenciais vias de acesso de pragas e distribuição da na produção das culturas alvo Brasil tem km de fronteiras, sendo km terrestres e km marítimas.
10 PORTOS Unidades VIGIAGRO AEROPORTOS - 27 FRONTEIRAS - 26 ADUANAS INTERIORES - 27
11 Paisagem do Agroecossistema A ocupação das lavouras no espaço e no tempo. SISTEMA + alimento para as pragas + tempo para multiplicação
12 Somos uma única fazenda É preciso pensar no complexo de pragas do Sistema.
13 POLÍTICA FITOSSANITÁRIA É o conjunto de ações coordenadas pelo Estado que visem a sanidade dos vegetais e a sustentabilidade do agronegócio, sempre alinhada com o princípio científico, a transparência das decisões e a legislação vigente. Conceitos que a norteiam: Base legal: Decreto de Sanidade Vegetal (24.114/1934); Lei Agrícola (8.171/1991): conceitos do SUASA; CIPV (Convenção Internacional de Proteção dos Vegetais); Princípio científico; Lei (1990);
14 POLÍTICA FITOSSANITÁRIA Qual o principal conceito científico a ser utilizado na política fitossanitária? MIP Manejo Integrado de Pragas MIP: É o conjunto de ações integradas contendo 5 eixos não excludentes: rotação de culturas, alternância de variedades, monitoramento de pragas, controle biológico (inimigos naturais), controle químico (supressão).
15 Internacional Vigilância Análise de Risco Quarentena Fronteira Nacional Barreiras Certificação Monitoramento Rotação Cultural Manejo Varietal Controle biologico Controle químico
16 Estratégia de Ação Divulgação da política fitossanitária (nova proposta de lei de defesa fitossanitária); Estruturação do sistema de defesa em função do novo projeto estabelecido pelo Departamento de Sanidade Vegetal; Estabelecimento de um processo de gestão pública eficiente voltada para indicadores úteis ao agronegócio e a fitossanidade em todas as esferas do processo de defesa. Zoneamento do país em função das paisagens agrícolas e inclusão da fitossanidade na política agrícola clássica.
17 Paisagens Agrícolas É o conceito de integração agrícola de uma região que permite a definição de estratégias de manejo eficientes e a manutenção da fitossanidade.
18 Estratégia de Ação (contin.) Divulgação da política fitossanitária (nova proposta de lei de defesa fitossanitária); Estruturação do sistema de defesa em função do novo projeto estabelecido pelo Departamento de Sanidade Vegetal; Estabelecimento de um processo de gestão pública eficiente voltada para indicadores úteis ao agronegócio e a fitossanidade em todas as esferas do processo de defesa. Zoneamento do país em função das paisagens agrícolas e inclusão da fitossanidade na política agrícola clássica. Definição de riscos fitossanitários (externos e internos) para a gestão da política pública.
19 Riscos Fitossanitários Risco = perigo x exposição Risco fitossanitário = a relação do perigo que uma praga representa para o agronegócio brasileiro x a probabilidade de sua entrada (ou dispersão) em nosso território.
20 Riscos Fitossanitários É possível medir riscos e gerenciá-los? Sim. Essa é a premissa que deve ser perseguida pela alta gestão da fitossanidade do Brasil: a classificação dos riscos e a definição de planos de contingência e controle para a manutenção da fitossanidade no Brasil. Para isso, necessita-se de técnica, ciência e coordenação de esforços e competências.
21 Estratégia de Ação (contin.) Divulgação da política fitossanitária (nova proposta de lei de defesa fitossanitária); Estruturação do sistema de defesa em função do novo projeto estabelecido pelo Departamento de Sanidade Vegetal; Estabelecimento de um processo de gestão pública eficiente voltada para indicadores úteis ao agronegócio e a fitossanidade em todas as esferas do processo de defesa. Zoneamento do país em função das paisagens agrícolas e inclusão da fitossanidade na política agrícola clássica. Definição de riscos fitossanitários (externos e internos) para a gestão da política pública. Integração Público/Privado na gestão da fitossanidade no Brasil.
22 Comitê de Sanidade Vegetal do Cone Sul É a Organização Regional de Proteção Fitossanitária; Reúne as ONPFs dos países do Cone Sul: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Bolívia e Chile. Harmoniza procedimentos, define políticas regionais e fortalece os princípios do SPS e da CIPV.
23 Mensagem final Fazer Política fitossanitária não é fazer política com fitossanidade. Luis Eduardo Pacifici Rangel - DSV
24 Obrigada Rita Lourenço Superintendência Federal de Agricultura em São Paulo SFA Tel. (11) / (19)
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