CURRÍCULO HORIZONTAL DO ENSINO MÉDIO
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- Laís de Oliveira Taveira
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1 Objetivo Pedagógico e Metas de Ensino de uma Escola Waldorf - Tobias Richter CURRÍCULO HORIZONTAL DO ENSINO MÉDIO 12º ano As questões colocadas por um jovem de anos são diferentes daquelas colocadas por um jovem de 17 anos. Muitas vezes é assim: "Como é que eu, como indivíduo, atuo de maneira concreta sobre a realidade social, econômica, técnica e política? Qual é o meu ponto de vista?" No currículo do 12 ano deve aparecer num quadro amplo como resumo da seqüência dos 12 anos escolares, o conteúdo mais significativo da escola Waldorf: o ser humano essência da criação; o ser humano como ser central do universo. É esse o tema do 12 ano em todas as matérias. No ensino da Biologia, a tarefa é a seguinte: levar a uma visão de conjunto todos os conteúdos e capacidade que foram trabalhados durante os últimos anos. Nesse contexto, a biologia adquire, frente às ciências do mundo inorgânico, um significado especial. Existem, neste último ano da escola, duas épocas de biologia: a botânica das plantas superiores e a zoologia de todo o reino animal, abrangendo inclusive o ser humano. Durante o ensino fundamental, a criança tinha estudado o mundo a partir do ser humano que ela já conhecia em sentido descendente passando pelos reinos da natureza até a mineralogia. No ensino médio, pode-se trilhar o caminho inverso, das formas elementares da vida até o ser humano, atravessando os reinos da natureza em sentido ascendente. O aluno se depara com a questão da evolução que no ser humano pode ser tratado como meta e motivo para a vida. Cabe uma função de síntese também à Geografia. Os alunos estão no limiar da idade adulta e refletem sobre a situação do mundo e sobre o seu futuro pessoal. Eles estão maduros para compreender determinadas questões já tratadas em anos anteriores e retomadas agora, inclusive em outras matérias. O ensino pode ter, como fundamento, a diversidade cultural da humanidade nas várias regiões do mundo, as raças, a realidade cultural e a sócio-política. Seria a continuação dos temas tratados no 7 e 8 ano, mas desta vez, com a compreensão dos aspectos espirituais que dão a terra seu cunho humano. Seria lícito falar em um envoltório cultural da terra. De maneira semelhante, o aluno do 12 ano deve compreender os estilos lingüísticos e modos de pensar próprios das Línguas Estrangeiras e conhecer os impulsos mais significativos das pessoas de um determinado meio cultural em sua língua original. Pode resultar disso uma compreensão sólida, qualitativa das contribuições das civilizações para a história universal, e, em seguida, também uma compreensão mais profunda da própria cultura e língua. O reconhecimento, a compreensão e a descrição da linguagem musical própria do século XX estão entre as metas pedagógicas da Música. O aluno precisa conscientizar-se do seu próprio posicionamento diante das questões da música contemporânea. O interesse pelas tendências da composição musical da atualidade pode ser vivenciado como um interesse pela situação atual da humanidade. Na Língua Materna, o aluno adquire um panorama literário geral até a atualidade e, com isso, a capacidade de decifrar a literatura como sintoma da evolução da consciência humana. Tal panorama não deveria
2 restringir-se à língua materna, mas, sim, incluir a literatura universal. O aprofundamento na imagem do ser humano moderno, tal como é refletida pela literatura dos séculos XIX e XX, pode levar a um trabalho intensivo com o Fausto de Goethe. O drama proporciona a oportunidade de se confrontar com a representação do mundo científico atual, com suas conquistas e limites. O currículo de História proposto por Rudolf Steiner corresponde, em certos aspectos, ao de geografia: tratase, entre outros assuntos, da elaboração de uma compreensão qualitativa da estrutura intrínseca e da evolução periódica conjunta das civilizações. (O que é uma Antiguidade, uma Idade Média, uma Idade Moderna numa determinada civilização histórica?) Inequivocamente valoriza-se, nesta época, o fato de transformar em vivência o que é definido historicamente como uma manifestação exterior de um contexto evolutivo interior, o que significa uma continuação do ensino causal no plano histórico. Isso leva, durante a aula, a uma apreensão consciente do próprio ponto de vista e à constatação de que cada indivíduo "faz história" tanto pelo que fez quanto pelo que deixou de fazer, atuando no mundo, e, por isso, devendo e podendo assumir responsabilidade. O ensino de história no 12 ano, complementado pelas ciências sociais, traz uma mudança metodológica: a estrutura cronológica é seguida de uma estrutura com enfoques temáticos, processos e estudos transdisciplinares. Essa mudança de enfoque deve transmitir ao jovem uma visão da filosofia e da metodologia da ciência histórica. A fim de poder vivenciar a educação política, o ensino de Ciências Sociais pressupõe como pontos de partida os estudos conjuntos de casos (p. ex. um processo num Supremo Tribunal, uma negociação de um contrato coletivo, um projeto de lei atual no Congresso Nacional) e também excursões, isto é, a evolução da política, do direito e da economia europeus desde a Revolução Francesa até o Estado de bem-estar social moderno do fim do século XX. Com ajuda da evolução dos direitos humanos e civis, são estudadas as diretrizes de desenvolvimento e são analisados, p. ex., os conflitos leste-oeste e norte-sul. Dessa maneira, também aqui o estudo de diversas áreas específicas leva a uma imagem global de toda a nossa civilização humana. (A partir do 9 ano, essa matéria pode, também, ser ministrada em aulas avulsas.) Na época de Química, procura-se chegar a uma visão geral de processos químicos, partindo da tradicional química de substâncias, na qual foram tratados e discutidos vários modelos químicos. Os processos de metamorfose são o assunto principal; os vários tipos de proteínas são estudados sob uma ótica fenomenológica e qualitativa. Dessa maneira, o aluno deve aprender, de acordo com a sua idade, a entender inter-relações qualitativas. A bioquímica está em primeiro plano; trata-se de apresentar uma química que não envenena, mas tem, sobre o ser humano e sobre o meio ambiente, uma influência terapêutica. O ensino de Tecnologia pode ser a continuação das aulas de química (neste caso, o tema principal seria: "tecnologia química") ou dar continuidade à tecnologia do computador do 11 ano. No primeiro caso, os assuntos poderiam ser, por exemplo, a produção de substâncias sintéticas e a indústria, conseqüências da poluição ambiental, tratamento de resíduos, reabilitação do meio ambiente etc. e, no caso de haver um estágio em alguma indústria, seria possível discutir questões relativas à saúde e ao ambiente de trabalho. Nesse contexto é também possível examinar novas tecnologias sob o aspecto da solução de problemas práticos. Se o tema principal for a tecnologia do computador, o aluno elabora nas aulas de informática, entre outras coisas, programas, cuja viabilidade será verificada na prática. Dessa maneira, o jovem constata que o ser humano não enfrenta a máquina como escravo dela, mas como espírito criador. Na Física, como na química, a abordagem é fenomenológica. Depois de ter conhecido no 11 ano regiões infra-sensoriais da física, no 12 ano o aluno vem a conhecer, por exercícios, novos caminhos da ótica. Uma abordagem que se orienta pelo ser humano vem a complementar a aplicação da teoria quântica no
3 microcosmos e da teoria da relatividade no macrocosmos. A partir do ato de ver e da análise racional de fatos, tenta-se uma aproximação da "essência da luz". A questão do ponto de vista tem importância central. As perguntas que surgem tornam evidente a situação particular do ser humano no universo. Ao mesmo tempo, as aulas de Artes podem abordar, através de pinturas, a Teoria das Cores de Goethe. Além disso, a Pintura e a Escultura oferecem a oportunidade de estudar a cabeça, ou seja, a parte individualmente mais expressiva do corpo humano. Pintando e esculpindo, ou talhando a pedra, o aluno dá à "sua" cabeça forma e expressão inconfundíveis. Desarmonias ou incongruências formais fazem surgir perguntas como: "Será o corpo humano expressão da alma e do espírito?" Algo semelhante tenta-se na Euritmia, onde a tarefa é desenvolver a forma correspondente à estrutura de uma obra musical ou poética, de modo que no todo da apresentação se revelem a originalidade, a iconologia, a qualidade interior da obra. Num trabalho final de euritmia, o jovem deve demonstrar que é capaz de se expressar enquanto personalidade até mesmo através da forma e do movimento. Se o caminho do 11 ano, dentro da geometria analítica, conduzia do explicitamente geométrico para o cálculo algébrico, agora, no 12 ano, o ensino da Matemática se reverte. Na análise, o aluno deve buscar, a partir do aspecto meramente numérico, uma vivência que possibilite a passagem para o cálculo diferencial e integral. Os valores limites das seqüências devem ser entendidos como substitutos de um processo que não se interrompe. A compreensão do conceito "quociente diferencial" deve ajudar o aluno a entender aquela nova dimensão da matemática: o quociente de duas seqüências diferenciais, que convergem para zero, constitui algo totalmente novo. Esse processo não deve apenas ser aplicado, mas deve ser descoberto, deve ser experimentado, deve ser vivenciado. Somente depois disto, o aspecto gráfico, acessível aos sentidos, poderá ser acrescentado. Passar da equação para a forma e vice-versa, isso deve despertar no aluno uma atividade interior, além da compreensão do elemento qualitativo na matemática algo imprescindível para o entendimento da Física Aplicada. Nesse contexto, pode ser demonstrado que equações do mesmo tipo podem ser utilizadas, na física aplicada, de muitas maneiras: na ótica, na eletricidade, na mecânica e nas viagens interestelares. A qualidade e a quantidade se separam. Ao estudar os fundamentos do cálculo integral, o aluno deve reconhecer que um processo matemático tem, no âmbito da matemática superior, um processo correspondente que lhe é polarmente oposto (a diferenciação) o que leva a um novo patamar de compreensão matemática do mundo. Uma segunda época, a Geometria Projetiva, pode ser desenvolvida a partir da projeção central (perspectiva); ou pode acontecer o estudo da geometria no espaço. Isso dependerá do que foi trabalhado no ano anterior. A geometria projetiva pode ser apresentada de forma a criar uma compreensão de sua aplicação na perspectiva Kavalier e no desenho em perspectiva para a época de Arquitetura e a Viagem de Arte. A geometria no espaço pode ser tratada por cálculos ou por meio de desenhos, dedicando-se mais à astronomia ou permanecendo mais ligada a terra. Outra possibilidade para uma segunda época de Matemática: elaboração de uma visão de conjunto que abrange a matemática, a botânica, a astronomia, a embriologia e a geometria. Mas isso dependerá do nível da classe. Um conceito de "tolerância" totalmente diferente daquele do estágio de assistente social do 11 ano está presente durante o Estágio Industrial no 12 ano." Aqui se trata talvez de tolerâncias milimétricas no processo de produção de uma indústria metalúrgica. Durante esse estágio de várias semanas, o aluno experimenta as mais variadas situações em relação ao trabalho, às pessoas que o realizam e a si próprio. Objetivo dessa época é conhecer a vida econômica "a partir de sua base"; o aluno vivencia o que significa
4 servir trabalhando em colaboração com outras pessoas a uma meta econômica. Vem a conhecer os problemas e as possibilidades da nossa sociedade moderna baseada na divisão do trabalho e pode verificar como um defeito de produção em um único momento poderá repercutir em todo o processo produtivo. Evidentemente, o jovem aprende, no processo produtivo, a usar corretamente uma máquina, a efetuar testes de material e outros tipos de controles; e constata, "na própria pele", quanta energia pessoal é necessária para introduzir, conscientemente, um elemento criador, espiritual, entre os pólos "trabalho" e "tempo livre". Dessa maneira, esse estágio cumpre tarefas pedagógicas no sentido mais amplo. A responsabilidade individual dentro da comunidade e a experiência de que a colaboração de um grupo produz mais do que a soma das capacidades individuais revela-se no Teatro de Classe. Numa grande peça de teatro, ópera, musical, espetáculo de variedades etc., a classe experimenta, pela última vez, suas capacidades conjuntas. Texto, mímica, música, canto (eventualmente euritmia), encenação, cenário, iluminação, cartazes, publicidade tudo deve ser elaborado e demonstrado em algumas apresentações, muitas vezes com elencos diferentes. Se urna escola Waldorf emite um tipo próprio de certificado de conclusão, pode valer o seguinte: Cada aluno deve apresentar como Trabalho Anual tanto um tema prático-artístico como um tema teórico (interdisciplinar), que ele vem elaborando durante todo o ano, paralelamente às demais aulas que lhe são ministradas. Cada aluno tem um orientador a sua disposição. Os trabalhos de conclusão práticos são apresentados em público numa exposição ou numa apresentação. Como complemento do trabalho teórico, cada aluno deve ministrar uma palestra seguida de discussão. Constitui também uma tarefa do 12 ano dar a essas apresentações uma forma adequada. De acordo com a idéia principal do 12 ano que é fazer prevalecer critérios universais e abrangentes surge, como tema principal da História da Arte, a arquitetura como arte universal e "rainha das ar-tes", onde o conjunto de todas as artes pode culminar na idéia de uma obra de arte universal. O ensino deve também satisfazer a necessidade de compreender o sentido e a essência da arte. Um tema importante do 12 ano é a estética: filosofar a respeito da arte. O 12 ano como representante do todo doze anos de ensino Waldorf deve contribuir para a meta pedagógica "ser humano", que Rudolf Steiner definiu em 1920 assim: ano: "Ao conhecer o mundo, o ser humano encontra a si próprio, e conhecendo a si próprio, o mundo se revela a ele." Critérios pedagógicos do ponto de vista antropológico para o 12 ano: a) Aprender a compreender qualidades partindo da observação sensorial, dos fatos. Avançar daquilo que é estruturado em partes para a unidade. b) Criar conexões, estabelecer as relações intrínsecas e com isto tornar visível a atuação das forças espirituais no mundo; agir de forma sintética, agir produzindo idéias. Vivenciar a atuação conjunta do espiritual com o que é visível, da forma com a matéria. c) Acompanhar um processo para frente e para trás. Estimular a atividade interior.
5 d) Avançar da consideração analítico-causal para a observação teleológica. Aprender a observar conjuntamente o que é lei, necessidade, liberdade e responsabilidade. Ser humano e natureza, ser humano e sociedade permeiam-se mutuamente (a parte e o todo). e) Confrontar-se com a questão do destino. Permitir que questões relativas à humanidade emergissem f) O aluno do 12 ano deve vivenciar o pioneirismo, exercitar-se na revisão das próprias idéias em vez de pregar as suas aos outros.
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