Núcleos Uni e Multirradiculares
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- Fátima Covalski Camarinho
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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO CURSO DE ODONTOLOGIA Núcleos Uni e Multirradiculares Prof. Itamar Lopes Júnior
2 Os núcleos intra-radiculares ou de preenchimento estão indicados em dentes que apresentam-se com a coroa clínica com certo grau de destruição e que necessitam tratamento com prótese. PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
3 1. Dentes Polpados???? Núcleo de preenchimento? X? Núcleo intracanal????? PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
4 1. Dentes Polpados Existindo aproximadamente a metade da estrutura coronária, de preferência envolvendo o terço cervical do dente, o restante da coroa pode ser restaurada com material de preenchimento. Dente Material restaurador Interdependentes PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
5 2. Dentes Despolpados Nos casos de grande destruição coronária, nos quais o remanescente coronário não é suficiente para prover resistência estrutural ao material de preenchimento, indica-se o uso de núcleos com retenção intracanal. PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998. MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
6 Núcleos com retenção intracanal Núcleos metálicos fundidos; Núcleos pré-fabricados; Núcleos metálicos; Núcleos cerâmicos; Fibra de carbono; Fibra de vidro; MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
7 metálicos fundidos MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
8 Núcleo Metálico Fundido 1. Indicações Dentes posteriores; Dentes inclinados ou com raiz dilacerada; Dentes anteriores com grande destruição; PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998. MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
9 Núcleo Metálico Fundido 2. Preparo do remanescente coronário Preservar o máximo de estrutura dentária (resistência e retenção); Paredes devem manter espessura mínima de 1mm PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
10 Núcleo Metálico Fundido 3. Preparo do conduto Fatores para propiciar retenção adequada: Comprimento; Inclinação das paredes; Diâmetro Característica superficial PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
11 Núcleo Metálico Fundido 3. Preparo do conduto Fatores para propiciar retenção adequada: Comprimento; 2/3 do comprimento total do remanescente dental; Metade do suporte ósseo da raiz envolvida; PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998. MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
12 1/2 2/3 2/3 1/2 1/3 4mm
13 Núcleo Metálico Fundido 3. Preparo do conduto (Comprimento) O comprimento adequado do pino no interior da raiz proporciona uma distribuição mais uniforme das forças oclusais ao longo de toda superfície radicular, diminuindo a possibilidade de concentração de tensões em determinadas áreas. Comprimento adequado Longevidade PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
14 Núcleo Metálico Fundido 3. Preparo do conduto (Inclinação das Paredes) Paredes inclinadas Paredes paralelas Menos retenção; Concentração de tensões nas paredes circundantes; Efeito de cunha; Fraturas Maior retenção; Concentração de tensões no longo eixo do dente; Reduz efeito de cunha; Menor possibilidade de fraturas PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
15 Núcleo Metálico Fundido 3. Preparo do conduto (Diâmetro do núcleo) O diâmetro da porção intrarradicular do núcleo metálico é importante na retenção da restauração e na sua habilidade para resistir aos esforços transmitidos durante a função mastigatória. PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
16 Núcleo Metálico Fundido 3. Preparo do conduto (Diâmetro do núcleo e característica superficial) Diâmetro (Ø) Retenção Resistência Resistência do remanscente 1/3 do diâmetro total da raiz Ø de 1 mm na extremidade apical > Anteriores PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
17 Núcleo Metálico Fundido 4. Remoção do material obturador 0,5-0,7-0,9-1,1-1,3-1,5 PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
18 Núcleo Metálico Fundido 4. Remoção do material obturador Manter um mínimo de 4mm de material obturados no ápice; 2/3 do remanescente radicular; Diâmetro mínimo de 1mm (resistência); PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
19 Núcleo Metálico Fundido 5. Confecção do núcleo Técnica direta Técnica indireta Conduto moldado e a parte coronária é esculpida diretamente na boca; Moldagem dos condutos e porção coronária remanescente com elastômero. PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
20 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
21 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
22 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
23 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
24 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
25 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
26 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
27 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
28 Núcleo Metálico Fundido 5.1. Confecção do núcleo (Técnica Direta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
29 Núcleo Metálico Fundido 5.2. Confecção do núcleo (Técnica Indireta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
30 Núcleo Metálico Fundido 5.2. Confecção do núcleo (Técnica Indireta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
31 Núcleo Metálico Fundido 5.2. Confecção do núcleo (Técnica Indireta) PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
32 1/2 2/3 2/3 1/2 1/3 4mm
33 1/2 2/3 2/3 1/2 1/3
34 2/3
35 2/3
36 Pré-fabricados
37 Núcleos Pré-fabricados Metálicos Alto módulo de elasticidade; Fabricados em aço inox ou titânio; Requerem núcleo de preenchimento coronário; Alguns recomendam rosqueamento em dentina (trincas?); Simplificam e agilizam procedimentos clínicos; Pouco utilizado; PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
38 Núcleos Cerâmicos Cimentados diretamente no conduto radicular; Boa estética; Alto módulo de elasticidade (fratura radicular); Fabricados em cerâmica; Requerem núcleo de preenchimento coronário; Pouco utilizado; PEGORARO, LF. et al. Prótese fixa. São Paulo: Artes Médicas,1998.
39 Núcleos de fibra de carbono Coloração escura dificulta estética; Radiolúcidos; Pinos mistos (fibra de carbono e fibras de quartzo estética) MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
40 Núcleos de fibra de vidro 1. Características Produzidos com fibras de reforço dispostas longitudinalmente imersas em matriz resinosa; Resistência variável (densidade de fibra, tipo de matriz, desenho, diâmetro); MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
41 Núcleo de fibra de vidro 1. Características Necessidade de núcleo de preenchimento coronário (resina); Cimentação adesiva; Boa estética; MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
42 Núcleo de fibra de vidro 1. Características Coloração compatível com a estética; Não sofrem corrosão; Dispensa fase laboratorial (uma sessão clínica); Preservação de tecidos radiculares; Melhor aproveitamento do remanescente coronário; Fraturas geralmente são mais favoráveis ao aproveitamento do remanescente dental; Falha do núcleo ou da endodontia não implicará perda do dente, podendo o núcleo ser removido; Alta translucidez; MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
43 Núcleo de fibra de vidro 1. Características Durante as duas décadas de avaliação clínica e laboratorial, vários estudos confirmam o bom desempenho dos pinos de fibra e a maioria dos trabalhos relaciona suas falhas à ausência de remanescente coronário (< 2mm), onde são observados deslocamentos desses retentores, principalmente, na fase de remoção das restaurações provisórias. MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
44 Núcleo de fibra de vidro 2. Desenho Adaptação do retentor Boa adaptação Retenção friccional X Cimento Resinoso Fosfato de zinco Ionômero de vidro MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
45 Núcleo de fibra de vidro 2. Desenho Cilíndrico ou paralelo Melhor retenção (preparo paralelo); Adaptação deficiente x desgaste excessivo; Risco de perfurações; Maior volume de cimento na cervical (contração de polimerização); MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
46 Núcleo de fibra de vidro 2. Desenho Cônico Melhor adaptação às paredes do conduto; Respeita e preserva anatomia endodôntica; Desenhos e conicidades diferentes; MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
47 Núcleo de fibra de vidro 2. Desenho Cônico MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
48 Núcleo de fibra de vidro 3. Indicações Dentes com remanescente radicular fragilizado (módulo de elasticidade próximo da dentina); Estrutura coronário com destruição > 50% e remanescente coronário com altura 2mm; MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
49 Núcleo de fibra de vidro 4. Contraindicações Dentes pilares para próteses parciais fixas sem remanescente coronário; Comprimento inadequado do pino em função da proporção coroa raiz ou devido a curvaturas radiculares; Dentes inclinados ou com dilacerações radiculares que há necessidade de mudança da direção do núcleo coronário; MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
50 Núcleo de fibra de vidro 5. Técnica de prepato e Cimentação Seleção de um pino com desenho e diâmetro compatíveis com a anatomia endodôntica; Preservação de dentina radicular; Preservação de remanescente coronário; Redução do volume de material resinoso durante cimentação; Endodontista Protesista MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
51 5. Técnica de prepato e Cimentação (seleção do pino) MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
52 5. Técnica de prepato e Cimentação (seleção do pino) MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
53 5. Técnica de prepato e Cimentação Gates 2 Alargador DC 0,5 Alargador DC 1 Alargador DC 2 MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
54 5. Técnica de prepato e Cimentação Alargador DCE 2 Prova do Pino Exame radiográfico MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
55 5. Técnica de prepato e Cimentação MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
56 5. Técnica de prepato e Cimentação Corte do pino Prova do pino cortado MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
57 5. Técnica de prepato e Cimentação Limpeza do pino Aplicação de silano MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
58 5. Técnica de prepato e Cimentação Lavagem com álcool Secagem Condicionamento ácido Lavagem com água MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
59 5. Técnica de prepato e Cimentação Secagem Aplicação de adesivo dual Remoção de excesso Fotopolimerização MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
60 5. Técnica de prepato e Cimentação Cimento resinoso (aplicador) Cimento resinoso (lentugo) Inserção do pino Remoção de excesso MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
61 5. Técnica de prepato e Cimentação Fotopolimerização Aspecto clínico Avaliação radiográfica Núcleo de preenchimento MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
62 5. Técnica de prepato e Cimentação MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
63 Núcleo de fibra de vidro 6. Remoção MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
64 Núcleo de fibra de vidro 6. Remoção MUNIZ, L. et al. Reabilitação estética em dentes tratados enodonticamente. São Paulo: Santos, 2010.
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