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- Giuliana Pereira Ribeiro
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1 fls. 1 SENTENÇA Processo Físico nº: Classe - Assunto Procedimento Comum - Indenização por Dano Moral Requerente: Requerido: e outro Juiz(a) de Direito: Dr(a). Joel Birello Mandelli Justiça Gratuita Vistos., qualificada nos autos, ingressou com a presente ação indenizatória por danos morais em face de e IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SANTOS, igualmente qualificados. Em síntese, alega que o réu é médico ginecologista, e que teria realizado o parto cesariana de seu primeiro filho no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Santos, em 04/08/2011. Afirma que foi vítima de erro médico consubstanciado em falso diagnóstico de tumor, que acarretou sua internação em regime de emergência no Hospital/réu, tendo sido submetida a cirurgia, precedida de procedimento anestésico. Ocorre que durante o procedimento cirúrgico se constatou que o suposto tumor se tratava de compressa cirúrgica colada à parede de seu intestino, acidentalmente esquecida pelo médico durante o parto da autora. Discorre sobre a responsabilidade civil do médico, a responsabilidade objetiva da instituição ré, a incidência do código de defesa do consumidor ao caso, o erro médico, a conduta lesiva e o consequente dano moral. Requer a procedência da ação para condenar a requerida pelos danos morais suportados, estimados em 500 (quinhentos) salários mínimos, além da inversão do ônus da prova. Solicita a concessão dos benefícios da assistência judiciária gratuita. Atribuiu à causa o valor de R$ ,00 (trezentos e dez mil reais). Juntou procuração e documentos (fls. 23/70 e 76) lauda 1
2 fls. 2 fls.78. Deferidos os benefícios da assistência judiciária gratuita em favor da autora às Os corréus foram regularmente citados (fls. 81) e apresentaram contestações (fls. 83/110 e 283/307). Em sua defesa, a instituição ré alegou a preliminar de ilegitimidade passiva. No mérito, aduziu a ausência de vínculo empregatício com o médico escolhido pela autora, e a ausência de responsabilidade objetiva por parte do hospital. Ademais, afirmou que a alegação do corréu de existência de um tumor seria falsa e desprovida de provas, complementando que o procedimento cirúrgico transcorreu normalmente, sem deixar qualquer sequela ou dano físico permanente. Requereu a concessão da assistência judiciária gratuita. Juntou procuração e documentos (fls. 111/281). O corréu, em sua contestação, alega ter agido de forma profissional e diligente, isenta de negligência, imprudência e imperícia, sendo o caso de insucesso procedimental decorrente de caso fortuito. Sustentou, ainda, a obrigação de meio e a inexistência de dano moral indenizável. Juntou procuração e documentos (fls. 308/439). Foi apensado a estes autos o incidente de Impugnação ao Valor da Causa de nº 290/ (fls. 440), o qual restou rejeitado (fls. 466). Houve réplica (fls. 442/455). Especificação de provas às fls. 459 e 461/462. Designada audiência de conciliação, esta restou infrutífera. O feito foi saneado, deferindo-se prova pericial médica (fls. 468). Quesitos às fls. 470/479. Laudo pericial às fls. 496/501 e 522/524. As partes se manifestaram acerca do laudo (fls. 506/575 e 527/537). Encerrada a instrução processual, apresentaram memoriais às fls. 551/568. É o breve RELATÓRIO lauda 2
3 fls. 3 DECIDO. A preliminar arguida confunde-se com o mérito e com este será apreciada. Trata-se de ação de indenização por danos morais que teria experimentado a autora em virtude da verificação de uma compressa cirúrgica em sua cavidade abdominal, lá introduzida e deixada por ocasião da realização de parto cesariana. Primeiro foi diagnosticado como tumor. Com a cirurgia foi removida. A autora submeteu-se a parto cesário no dia 04/08/2011, sob os cuidados do médico ginecologista ora réu, realizado nas dependências da instituição corré. Obteve alta médica após dois dias do parto, com registro de dificuldade em evacuar e pequena dor abdominal. Em retorno médico, após aproximadamente um mês referindo massa abdominal, foi solicitado por seu médico a realização de exames. Foi internada em caráter emergencial, tendo sido realizada cirurgia (laparotomia exploradora) devido à diagnóstico de abcesso abdominal. Após o procedimento cirúrgico, foi apurada a causa determinante do desconforto abdominal relatado, qual seja, a existência de compressa cirúrgica deixada em sua cavidade abdominal. pericial, às fls. 501: As conclusões do perito do juízo, assim foram sintetizadas no item 5 do laudo "Realizou cirurgia no dia 19/02/2011 de retirada de corpo estranho. Refere alterações psicológicas após o evento com tratamento psiquiátrico de depressão. Ao exame físico, com cicatriz em região pélvica sem alterações cicatriciais. Avaliação documental compatível com o relatado. Corpo estranho após cirurgia abdominal é um evento raro esperado na vida laboral médica de cirurgiões que abrem a cavidade abdominal, que podem ocorrer com renomados cirurgiões. Este fato independe de habilidade técnica ou procedimentos para evitar o fato. Entre os cirurgiões existe a tendência de não se considerar o fato como grave e deve ser tratado de forma adequada. (...) Pericianda sem incapacidade laborativa ou para a vida habitual. Sem alterações psicológicas ou psiquiátricas durante a perícia. Apresenta nexo causal de corpo estranho com cirurgia de parto cesariana. Alterações psicológicas/psiquiátricas de difícil estabelecimento de nexo causal" lauda 3
4 fls. 4 Ademais, o Perito conclusivamente afirmou: "Procedimentos médicos adequados para a atual prática médica". Nesta senda, restou afastado o erro médico. O infortúnio que acometeu a autora não pode ser imputado a má técnica ou procedimento do primeiro réu. A responsabilidade do Hospital como na hipótese dos autos está condicionada à configuração de erro médico por negligência, imprudência ou imperícia, cuja responsabilidade, por seu turno, é subjetiva. Em outras palavras, diante das conclusões da perícia, sendo a responsabilidade do profissional médico subjetiva, não há que se falar em responsabilidade objetiva da corré. Justiça de São Paulo: É o que basta para a improcedência da ação. Neste sentido, cabe colacionar, ainda, entendimento jurisprudencial do Tribunal de Apelação Cível Responsabilidade Civil Responsabilidade subjetiva do profissional da medicina Inteligência do 4º do art. 14 do Código de Defesa do Consumidor Erro médico não configurado Prova pericial que reconheceu como corretas as condutas médicas adotadas Inexistência do dever de indenizar Sentença mantida. Recurso desprovido. (Relator(a): José Roberto Furquim Cabella; Comarca: Itapevi; Órgão julgador: 6ª Câmara de Direito Privado; Data do julgamento: 30/06/2016; Data de registro: 30/06/2016) As demais questões arguidas pelas partes restam prejudicadas, anotando-se que "não há obrigação processual no sentido de impor ao juiz a análise e pronunciamento sobre todos os pontos arguidos nos arrazoados das partes. Basta a explicitação dos motivos norteadores do seu convencimento, concentrando-se no núcleo da relação jurídico-litigiosa, com suficiência para o deslinde da causa" (TJ/SP Apelação Comarca: Santos Relator: Edson Luiz de Queiroz j. 26/07/2016). Isto posto, JULGO IMPROCEDENTE a presente ação de indenização por danos lauda 4
5 fls. 5 morais promovida por em face e IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SANTOS, todos qualificados, o que faço com fundamento no artigo 487, inciso I, do Código de Processo Civil. A autora arcará com as custas e despesas processuais além dos honorários advocatícios em favor da ré, ora arbitrados em 10% (dez por cento) do valor atribuído à causa, ficando, contudo, com a execução suspensa em virtude do disposto no artigo 98, parágrafo terceiro, do Código de Processo Civil. P.R.I. Santos, 13 de outubro de DOCUMENTO ASSINADO DIGITALMENTE NOS TERMOS DA LEI /2006, CONFORME IMPRESSÃO À MARGEM DIREITA lauda 5
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