Trabalho Prático de Técnicas de Programação (2003/2004)
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- Augusto Camelo Castilho
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1 Trabalho Prático de Técnicas de Programação (2003/2004) Regras para a implementação do trabalho prático: 1. O trabalho é realizado individualmente ou em grupos de dois alunos. 2. O trabalho é atribuído pelo docente segundo a política por este definida, não podendo o aluno entregar qualquer outro trabalho que não o que lhe tenha sido atribuído. 3. Os trabalhos encontram-se classificados de T 0 a T 4. Ao aluno cabe apenas implementar um único T n a indicar pelo docente (Ver adiante as regras de atribuição dos trabalhos). 4. O trabalho é para entregar impreterivelmente até ao dia 10 de Janeiro de Os alunos devem entregar, até ao prazo estipulado, uma cópia dos ficheiros (disquete) e um relatório que aborde, entre outros, os seguintes pontos: descrição do problema; justificação das estruturas utilizadas; forma de modularização da implementação; descrição do funcionamento da aplicação; conclusões sobre os objectivos atingidos e não atingidos e, por último, uma listagem do programa devidamente comentada. 6. A avaliação do trabalho prático baseia-se na qualidade do relatório, na funcionalidade da aplicação desenvolvida (interface amigável e sucesso de utilização) e na defesa do próprio trabalho (obrigatória). 7. É da responsabilidade dos alunos garantirem que o trabalho funciona no sistema operativo e com o compilador utilizado nas aulas práticas. 8. A avaliação da época normal é atribuída pela média pesada das duas seguintes componentes: 1ª Componente 30 % Trabalho prático 2ª Componente 70 % Prova escrita Os Docentes: Pág. 1 de 7 (13/10/2003)
2 Atribuição do trabalho prático O trabalho correspondente a cada grupo/aluno é determinado segundo o valor de x da tabela seguinte: Trabalho X T0 0, 5 T1 1, 6 T2 2, 7 T3 3, 8 T4 4, 9 Para os trabalhos realizados individualmente o valor de x é determinado pela função f1(...): int f1(int nmec){ return (nmec / 10) % 10; } Onde nmec representa o número mecanográfico do aluno. Para os trabalhos em grupo, o valor de x é determinado pela função f2(...): int f2(int nmec1, int nmec2){ int res; res = (nmec1 / 10) % 10 + (nmec2 / 10) % 10; while(res > 9) res = res 10; return res; } Onde nmec1 e nmec2 representam os números mecanográficos dos alunos. NOTA: O aluno/grupo deve apenas implementar um único trabalho de entre T 0 a T 4. Pág. 2 de 7
3 T0 Gestão de um Registo Civil Objectivo: Desenvolver um software para apoio ao Registo Civil de Bragança Pretende-se implementar um sistema de registo de bebés aos quais é atribuído um número de cédula e a seguinte informação: nome, sexo, data de nascimento, naturalidade, nome do pai e nome da mãe. Pretende-se também descobrir a sua árvore genealógica de ascendentes com base nas árvores do pai e da mãe. Cada nodo filho terá como descendentes o nodo pai e o nodo mãe. 1ª Parte Módulo de gestão dos registos Este módulo deverá permitir efectuar um novo registo; calcular uma árvore genealógica e armazená-la no registo respectivo; alterar a informação de um registo e manter actualizado o número de registos efectuados. 2ª Parte Módulo de pesquisas Este módulo deverá permitir procurar informação sobre uma determinada pessoa através do nº da cédula; calcular a sua idade; calcular os irmãos, pais, tios e primos de uma determinada pessoa, indicando os seus nomes e datas de nascimento. Pág. 3 de 7
4 T1 Gestão de abastecimentos numa rede de supermercados Objectivo: Implementar um programa para gerir a rede de distribuição de produtos numa cadeia de supermercados Considere que uma rede de supermercados pretende optimizar o processo de distribuição de produtos, mantendo um registo de todas as suas lojas e respectivas localizações. Sempre que um produto está pronto para ser distribuído determina-se o conjunto de lojas que necessitam de ser abastecidas e é dado, ao distribuidor, informação sobre o percurso a efectuar. No registo de cada loja deve constar o nome/cidade, a sua localização (coordenadas), data de abertura e uma lista de produtos em falta. 1ª Parte Módulo de gestão de abastecimentos Este módulo será responsável por registar uma nova loja (deverá ter como adjacente a loja mais próxima); receber informação das lojas sobre os produtos em falta; calcular (dado o nome do produto) o percurso a efectuar (caso o produto não esteja em falta em nenhuma das lojas ou a quantidade a distribuir não for suficiente não haverá distribuição); actualizar os dados relativos aos produtos em falta em cada uma das lojas no final da distribuição; e manter um historial de distribuições. 2ª Parte Módulo de pesquisas Este módulo deverá permitir listar todas as lojas pertencentes à rede; procurar informação sobre uma determinada loja; calcular o produto que está em falta num maior número de lojas. Pág. 4 de 7
5 T2 Gestão de um parque de estacionamento Objectivo: Implementar um programa capaz de gerir a utilização diária de um parque de estacionamento gratuito. Um parque de estacionamento tem n pisos com x lugares disponíveis. Quando todos os lugares de um piso estão ocupados os veículos devem ser encaminhados para os seguintes. Cada piso tem um nome, nº de lugares e estado (aberto ou fechado). Quando todos pisos estão preenchidos, os automóveis formam uma fila de espera única. A fila vai diminuindo à medida que os lugares vão vagando e é indicado o piso para o qual o condutor se deve dirigir. Considerando que existem dois tipos de veículos, classe A (ligeiros) e classe B (mais pesados), é política dos parques reservar o 1º piso para os mais pesados. Assim um veículo classe A só vai para o 1º piso quando todos os outros estão ocupados e um de classe B só não vai para o 1º piso quando este está ocupado. 1ª Parte Módulo de inicialização Este módulo será responsável por definir o parque de estacionamento ao qual o programa vai ser aplicado (nº de pisos e nº de lugares por piso); inicializar o estado dos lugares (todos desocupados no início do dia); criar uma fila de espera vazia. 2ª Parte Módulo de gestão de lugares Este módulo servirá para dar entrada de um automóvel na fila; indicar o piso disponível ou dizer para aguardar; registar as entradas e saídas actualizando os dados relativos a nº de lugares ocupados em cada piso; abrir ou encerrar um piso do parque de estacionamento; manter um registo do número total de entradas. 3ª Parte Módulo de pesquisas Este módulo deverá permitir calcular o nº de entradas diárias; calcular o número de viaturas em fila de espera; e consultar o estado e o nº de lugares livres em cada piso. Pág. 5 de 7
6 T3 Gestão de uma casa de leilões Objectivo: Implementar um pequeno programa para gerir uma casa de leilões on-line. Uma casa de leilões tem, em cada momento, um conjunto de leilões a decorrer, agrupados por categoria de artigo a ser leiloado (electrodomésticos, automóveis, arte, etc.). Para cada leilão, interessa considerar a designação do artigo que está a ser leiloado, a data de início do leilão, a base de licitação inicial, a data de fim e uma lista com as licitações já obtidas, ordenadas por ordem cronológica inversa. O programa deverá também manter uma lista dos utilizadores registados na casa, identificados pelo endereço de . Apenas estes poderão efectuar licitações. Quando um leilão é dado por terminado, ele é retirado da estrutura inicial e colocado numa outra, onde interessa guardar a categoria, a designação do artigo, a data de fecho do leilão, a licitação vencedora, o do vencedor e o número de licitações obtidas. 1ª Parte Módulo de gestão das estruturas Neste módulo será possível gerir a estrutura que suporta os utilizadores e os leilões, inserindo novos utilizadores, novos leilões e novas licitações (só para leilões cuja data de fim ainda não tenha passado). Note que a licitação tem que ser superior à última licitação efectuada para o artigo. 2ª Parte Módulo de finalização e estatísticas Neste módulo o gestor do sistema deverá poder finalizar um leilão (cuja data de fim deverá ser anterior à data do sistema). Nesta situação, o sistema deverá simular o envio de um ao vencedor. Para os leilões terminados, interessa obter estatísticas, como por exemplo: o número de artigos leiloados em cada categoria; o número médio de licitações para cada categoria de artigos; o utilizador que mais leilões venceu. Pág. 6 de 7
7 T4 Gestão de uma empresa de construções civis XPTO Objectivo: Implementar um pequeno programa para gerir uma empresa de construções civis em seu departamento de orçamentos. A empresa XPTO de construções civis, possui um departamento de orçamentos, e este recebe pedidos de orçamentos para efectuarem obras. Quando um pedido chega o Eng.º responsável avalia e constata quais as empresas a subcontratar, consoante os serviços necessários, e a partir dai efectua o respectivo orçamento. O objectivo da aplicação a desenvolver, implica a existência de um repositório de informações relativas a cada empresa que são utilizadas para subcontratação, tendo cada uma delas uma lista de tipos de serviços e seus preços. No final o programa deverá ser capaz de permitir a criação e armazenamento de cada encomenda, sendo que cada encomenda é composta por vários tipos de serviços e seu respectivo preço uniário. 1ª Parte Módulo de gestão das estruturas Neste módulo será possível gerir a estrutura que suporta as empresas que podem ser subcontratadas pela empresa XPTO, com todas as suas identificações e os preços respectivos de cada tipo de serviço. 2ª Parte Módulo de finalização e estatísticas Neste módulo o gestor do sistema deverá poder gerar uma encomenda adicionando vários tipos de serviços de cada empresa possível de subcontratar e no final indicar qual o valor do orçamento. Para os orçamentos efectuados o programa deverá permitir saber o seguinte: o número de vezes que um subcontratado foi incluído nos orçamentos; o valor médio por orçamento; o cliente que mais orçamentos pediu. Pág. 7 de 7
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