III. ATIVIDADES PREVISTAS E RECURSOS
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- Kléber Leandro de Escobar Belém
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1 III. ATIVIDADES PREVISTAS E RECURSOS Plano de Atividades 2012 III.1 Áreas de Competências III.1.1 Auditorias A presente área tem por objetivo a realização de auditorias aos serviços, estabelecimentos e organismos integrados no MS, ou por este tutelados, e assegurar serviços regulares de auditoria, designadamente de âmbito organizacional e financeiro. A sua atuação insere-se no âmbito do sistema de controlo interno da administração financeira do Estado, no que respeita às instituições e serviços integrados no MS ou sob sua tutela, e garantir a aplicação eficaz, eficiente e económica dos dinheiros públicos, bem como a correta utilização pelas entidades privadas de fundos públicos de que tenham beneficiado. No contexto do SCI, releva-se a participação no primeiro programa anual de heteroavaliações, nos termos do Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Serviços da Administração Pública (SIADAP1), conforme previsto no art.º 22º da Lei n.º 66-B/2077, de 28 de dezembro.
2 III. ATIVIDADES PREVISTAS E RECURSOS Plano de Atividades 2012 III.1 Áreas de Competências III.1.1 Auditorias A área de auditoria tem por objetivo avaliar a atividade das instituições e serviços, através do controlo financeiro e orçamental, da avaliação do desempenho organizacional e do acompanhamento da execução de projetos ou ações. Abrange 8 projetos, com caráter plurianual, prevendo-se a realização de 16 ações no ano em curso. a) Controlo financeiro setorial: a.1) Controlo financeiro setorial exercido nos organismos e serviços do Ministério da Saúde ou por este tutelados - acompanhamento da atividade dos órgãos de auditoria interna e dos órgãos de fiscalização; a.2) Auditoria de acompanhamento ao cumprimento do ponto 1.2. da Recomendação n.º 1/2009 do Conselho de Prevenção da Corrupção - avaliação dos Planos de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas dos organismos e serviços do Ministério da Saúde ou por este tutelados;
3 III.1.1 Auditorias (cont.) b) Auditorias ao abrigo do n.º 2 do art.º 62.º da Lei do Enquadramento Orçamental, também incluídas no plano para2012 do Sistema de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado, abrangendo um serviço central do Ministério da Saúde e três instituições hospitalares: b.1) Serviço Central/Regional do Ministério da Saúde; b.2) Estabelecimento hospitalar da Região do Alentejo; b.3) Estabelecimento hospitalar da Região Norte; b.4) Unidade Local de Saúde da Região Centro. c) Auditoria ao desempenho organizacional a um Centro Hospitalar da Região de Lisboa e Vale do Tejo (ao abrigo do n.º 1 do art. 62.º da Lei de Enquadramento Orçamental); d) Avaliação dos procedimentos de faturação, liquidação e cobrança de receita própria, situações incobráveis, processos de faturação em contencioso e contratação de serviços jurídicos para cobrança de dívidas - 2 instituições hospitalares;
4 III.1.1 Auditorias (cont.) e) Auditoria à utilização da capacidade instalada em meios complementares de diagnóstico e terapêutica de 2 centros hospitalares do SNS; f) Auditoria à execução de protocolos celebrados entre instituições hospitalares do SNS e a Clínica dos Arcos para a realização de IVG; g) Heteroavaliação, nos termos do Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Serviços da Administração Pública (SIADAP1), de um Serviço Regional de Saúde (também incluída no plano anual de heteroavaliações para 2012 do Sistema de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado, previsto no art. 20º da Lei n.º 66-B/2007 de 28 de dezembro); h) Verificação do cumprimento das recomendações emitidas no âmbito de auditorias anteriores em 2 Hospitais da Região do Algarve e num Hospital da Região Centro.
5 III.1.2 Inspeções A realização de inspeções temáticas, normativas e à qualidade ocupa uma posição central na atividade da IGAS. No presente plano de atividades, as inspeções temáticas e normativas, decorrentes das linhas estratégicas já mencionadas, incidem sobre: a) O acesso aos cuidados de saúde (em cumprimento da al. f) do art.º 4º da Lei 41/2007, de 24 de agosto); b) Controlo da prescrição médica e a utilização racional do medicamento nos ACES, em articulação com o CCF; c) O cumprimento do regime de impedimentos e incompatibilidades previsto no novo quadro legal das carreiras médicas(ii fase direcionada aos cuidados de saúde primários); d) Avaliação da regularidade dos pagamentos das remunerações e valorizações remuneratórias sinalizadas pela IGAS; e) O cumprimento dos normativos relativos à contratação de pessoal da carreira médica em regime de prestação de serviços pelos estabelecimentos e serviços do SNS (cfr. despacho SES n.º 10428/2011, de 18 de agosto);
6 III.1.2 Inspeções (cont.) f) Os mecanismos de controlo implementados nos estabelecimentos para combater o desperdício e prevenir a apropriação indevida de bens de consumo de hospitalar (follow-up - despacho do Ministro da Saúde de 24/01/2012); g) Avaliação das implicações financeiras e ao nível do acesso relacionadas com a realização de cirurgias refrativas no SNS; h) Avaliação da execução das políticas referentes aos recursos humanos no SNS, no tocante à organização do trabalho, cumprimento de horários e realização de trabalho extraordinário, suplementar ou adicional; i) Avaliação dos procedimentos de controlo, cobrança e arrecadação das taxas moderadoras nos estabelecimentos e serviços do SNS.
7 No âmbito das inspeções a realizar, ao nível da segurança e qualidade dos atos e serviços prestados, previram-se: a) Inspeções a estabelecimentos de saúde oficiais (públicos) no domínio da interrupção voluntária da gravidez - Lei n.º 16/2007, de 17 de abril e Portaria n.º 741-A/2007, de 21 de junho; b) Inspeções a estabelecimentos que tenham atividade na área dos tecidos e células, em articulação com a Direção-Geral da Saúde; c) Inspeções a Serviços de Sangue, em articulação com a Direção-Geral da Saúde; d) Inspeções aos Centros que ministram técnicas de PMA (Procriação Medicamente Assistida) - protocolo celebrado com o Centro Nacional de Procriação Medicamente Assistida nos termos do Decreto Regulamentar n.º 5/2008, de 11 de fevereiro; e) Inspeções no âmbito da implementação de Plano de Emergência nos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES); f) Inspeções sobre a aplicação do novo regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios hospitalares públicos (DL n.º 220/2008, de 12 de novembro) - follow up; g) Inspeções in loco ao funcionamento das Comissões de Controlo da Infeção de instituições hospitalares públicas selecionadas de acordo com matriz de risco (follow up do Processo n.º 2/2011-INS).
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