PROTOCOLO DE CRIAÇÃO. 10 de Maio de 2006
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- Suzana Palha Marques
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1 PROTOCOLO DE CRIAÇÃO 10 de Maio de 2006
2 Quem é parte no Protocolo? A criação do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Dívidas Hospitalares CIMADH é iniciada através de um Protocolo promovido pelo Ministério da Justiça e assinado pelas seguintes entidades: Ministério da Justiça Ministério da Saúde Associação Portuguesa de Seguradores
3 O que é a Arbitragem? A arbitragem é um meio alternativo de resolução de litígios em que as partes submetem a resolução de um litígio a um (ou vários árbitros), que se organizam em tribunal arbitral. A arbitragem caracteriza-se pela voluntariedade e celeridade. As partes não são obrigadas a aderir à arbitragem. O litígio deve ser resolvido no prazo máximo de 6 meses.
4 Já existem experiências de arbitragem em Portugal? Existem 33 centros de arbitragem de carácter institucionalizado autorizados pelo Ministério da Justiça. Destes, 8 são apoiados pelo Ministério da Justiça: - Centro Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa; - Centro Arbitragem de Conflitos de Consumo do Distrito de Coimbra;
5 Já existem experiências de arbitragem em Portugal? - Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Vale do Ave; - Centro de Informação de Consumo e Arbitragem do Porto; - Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo do Algarve; - Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo do Vale do Cávado; - Centro de Arbitragem do Sector Automóvel; - Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Seguros Automóveis;
6 Já existem experiências de arbitragem em Portugal? No ano de 2005, os centros de arbitragem apoiados pelo Ministério da Justiça resolveram mais de 6000 processos. Destes processos, apenas 25% terminaram por sentença do tribunal arbitral. A grande maioria dos processos é resolvida por mediação e conciliação. O tempo médio de duração de um processo nos centros de arbitragem apoiados pelo Ministério da Justiça é de 2/3 meses.
7 O que é o CIMADH? O CIMADH é um centro de arbitragem de carácter institucionalizado, com competência para dirimir litígios emergentes da cobrança de dívidas hospitalares, por cuidados de saúde prestados no âmbito de contratos de seguro automóvel ou acidentes de trabalho. Ex: Alguém é assistido num hospital em consequência de um acidente de viação ou acidente de trabalho. Se a seguradora, por alguma razão, não proceder ao pagamento das despesas hospitalares, o hospital pode utilizar o CIMADH para resolver o conflito com a seguradora.
8 O que é o CIMADH? Este tipo de litígios é bastante frequente. Em 2003, cerca de 2,4% do total das acções declarativas findas nos tribunais de 1.ª Instância tinham como objecto a cobrança de dívidas hospitalares. Se as partes não chegassem a acordo, eram obrigadas a utilizar os tribunais. Com a criação do CIMADH permite-se que estes litígios sejam resolvidos fora dos tribunais de uma forma mais rápida, mais barata e mais simples.
9 O que é o CIMADH? O CIMADH pode ainda resolver outros litígios. Qualquer acção sobre dívidas hospitalares relativa a qualquer tipo de contrato de seguro, que oponha entidades do SNS a seguradoras e que hoje se encontre pendente em tribunal, pode ser imediatamente encaminhada para o CIMADH. Ex: Uma acção em que uma instituição do Serviço Nacional de Saúde reclama o pagamento de despesas suportadas com um paciente que foi objecto de tratamento ao abrigo de um seguro de saúde e que a seguradora, por alguma razão, se recusa a pagar. Esta acção, mesmo que pendente num tribunal, pode ser resolvida no CIMADH.
10 Como se pode aderir ao CIMADH? As seguradoras podem aderir ao CIMADH por duas formas: Adesão plena, ou seja, para todos os litígios que sejam apresentados no CIMADH (deixando de haver lugar a uma aceitação da arbitragem caso a caso); Adesão individual, em que a seguradora aceita submeter os litígios ao CIMADH caso a caso;
11 Como funciona o CIMADH? 5 passos para realizar uma arbitragem no CIMADH: 1.º passo A unidade de saúde apresenta a sua reclamação junto do CIMADH; 2.º passo O CIMADH contacta a seguradora para saber se esta aceita submeter o litígio à jurisdição do centro, caso não o tenha já efectuado anteriormente; 3.º passo Aceite a intervenção do centro, a seguradora é citada para, querendo, contestar a acção;
12 Como funciona o CIMADH? 4.º passo São efectuadas as diligências de prova que se revelem necessárias. 5.º passo É emitida sentença pelo tribunal arbitral. A sentença de um tribunal arbitral tem a mesma força do que uma sentença do tribunal de 1.ª instância.
13 Quanto tempo demora a decidir um processo no CIMADH? Utilizar o CIMADH é mais rápido do que utilizar os tribunais. O tempo médio de duração de uma acção declarativa, junto dos tribunais, é de cerca de 22 meses. A Lei da Arbitragem Voluntária estabelece que o litígio deve ser decidido no prazo máximo de 6 meses. Nos centros de arbitragem apoiados pelo Ministério da Justiça, o tempo médio para a resolução de um litígio é de cerca de 2/3 meses.
14 Quanto custa utilizar o CIMADH? É mais barato utilizar o CIMADH do que os tribunais judiciais. Numa acção em que um hospital reclame o pagamento de despesas no valor de 5000, cada parte deve pagar 222,5 (a título de taxa de justiça inicial e subsequente). No CIMADH, cada parte deve proceder ao pagamento de uma taxa equivalente a 2% do valor da acção, com o limite mínimo de 10 e o limite máximo de 70.
15 Quando e onde funcionará o CIMADH? O CIMADH entrará em funcionamento até ao final do mês de Junho. O CIMADH funcionará junto das instalações do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Seguros Automóveis CIMASA.
16 Um centro de arbitragem para resolver litígios de dívidas hospitalares
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