INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO
|
|
|
- Gabriela Balsemão Barata
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1
2 CAPÍTULO 1 1. INTRODUÇÃO 1.1 ENQUADRAMENTO GERAL 1.2 CONCEITOS DE REABILITAÇÃO 1.3 A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DOS CUSTOS DE INTERVENÇÃO 1.4 ESTRUTURA DO TRABALHO 2
3 INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 1.1 ENQUADRAMENTO GERAL Nas últimas décadas, tem sido efectuado, em Portugal, um enorme esforço na construção de novos edifícios de habitação, e verifica-se simultaneamente, que a reabilitação dos edifícios é praticamente inexistente. Como consequência os centros urbanos apresentam uma degradação crescente. Fig. 1 Estado de conservação dos fogos Época de construção [1] O fraco investimento em reabilitação que tem existido, em Portugal, consiste habitualmente na consulta de algumas empresas de construção que elaboram orçamentos para os trabalhos que lhe são propostos, sendo a selecção efectuada pelo preço mais baixo apresentado. Importa alterar o princípio, sobretudo quando estamos em presença de obras de valores muito elevados, como é o caso dos investimentos realizados na reabilitação de edifícios escolares. Muitos dos edifícios de habitação colectiva construídos em Portugal nas décadas de 60, 70 e 80, encontram-se profundamente degradados e os Donos de Obra são os múltiplos condóminos, realidade que torna muito difícil fazer convergir diversos pontos de vista sem um adequado suporte técnico. 3
4 CAPÍTULO 1 Fig. 2 Peso dos diferentes tipos de edifícios consoante a época de construção [1] Segundo dados publicados pela Euroconstruct, no ano de 2005, o peso do investimento na reabilitação de edifícios no volume total de produção do sector de construção em Portugal, é de apenas 18,7%, contra uma média de 37,3% no conjunto dos países do Euroconstruct. Fig. 3 Peso do investimento na renovação de edifícios no volume total de produção [2] Entre os países do Euroconstruct, Portugal tem o maior atraso na reabilitação dos edifícios dos intervalos anteriores a 1940 e No intervalo apenas é ultrapassado pela Rep. Checa. 4
5 INTRODUÇÃO Fig. 4 Peso da reabilitação no total do sector da construção nos diferentes países europeus [1] Em 1995, Portugal aplicava 6% do investimento total da construção na reabilitação/conservação de edifícios, enquanto França, Itália, Reino Unido e Dinamarca investem mais de 40% do total dos investimentos em construção de obras de reabilitação. Em 2005, dez anos depois, verifica-se que Portugal apresentava um aumento de apenas 19%, em relação a 1995, o que quer dizer que em 2005, se aplicava 25% do investimento total na reabilitação de edifícios. E observa-se que é ultrapassado por apenas 3 países, num total de 19. Fig. 5 Gráficos representativos da evolução da produção de engenharia civil, do segmento não residencial e do segmento residencial [1] 5
6 CAPÍTULO 1 Estes números demonstram que, embora se fale muito em reabilitação e ela se encontre consignada na Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável, este segmento de actividade tem ainda uma expressão reduzida e, com inconvenientes graves para a boa gestão do património edificado, para o bom ordenamento do território e, de forma indirecta, para a salvaguarda do património arquitectónico e do património natural do nosso país. 1.2 CONCEITOS DE REABILITAÇÃO Antes de passar propriamente à problemática da determinação de custos de reabilitação, é importante conhecer bem, os respectivos conceitos e definições constantes da legislação portuguesa. No Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (Lei nº 60/2007) estão disponíveis as seguintes definições, para os diferentes tipos de obras relacionadas com a reconstrução e conservação de edifícios [3] : «Obras de reconstrução sem preservação das fachadas» as obras de construção subsequentes à demolição total ou parcial de uma edificação existente, das quais resulte a reconstituição da estrutura das fachadas, da cércea e do número de pisos; «Obras de alteração» as obras de que resulte a modificação das características físicas de uma edificação existente ou sua fracção, designadamente a respectiva estrutura resistente, o número de fogos ou divisões interiores, ou a natureza e cor dos materiais de revestimento exterior, sem aumento da área de pavimento ou de implantação ou da cércea; «Obras de conservação» as obras destinadas a manter uma edificação nas condições existentes à data da sua construção, reconstrução, ampliação ou alteração, designadamente as obras de restauro, reparação ou limpeza; «Obras de demolição» as obras de destruição, total ou parcial, de uma edificação existente; «Obras de reconstrução com preservação das fachadas» as obras de construção subsequentes à demolição de parte de uma edificação existente, preservando as fachadas principais com todos os seus elementos não dissonantes e das quais 6
7 INTRODUÇÃO não resulte edificação com cércea superior à das edificações confinantes mais elevadas; Enquanto que a conservação tem por objectivo a manutenção do nível de qualidade ou características iniciais do edifício tendo em conta o envelhecimento natural dos materiais sinistros, uso corrente, etc.; a reabilitação é o termo que se aplica quer à Beneficiação quer à Recuperação, destinando-se, portanto em geral a melhorar o nível da qualidade do edifício, modernizando-o, criando novas funções ou mantendo as existentes e a obstar à sua degradação acentuada, conforme as novas exigências e/ou regulamentos. Sendo, a beneficiação o conjunto de acções tendentes a elevar o padrão de qualidade inicial e a recuperação o conjunto de acções tendentes a repor o edifício no seu estado inicial (por inexistência de conservação). A distinção entre reabilitação e conservação deve ser entendida fundamentalmente pelo tipo de obra e não pela grandeza relativa dos respectivos custos. Esta, pode ser considerada em sentido lato, para todo o edifício ou em sentido restrito, para determinados elementos ou partes da construção. A reabilitação pode ser classificada de acordo com o custo por m 2 ou com percentagens. Estas são referentes aos custos das obras de reabilitação em relação ao custo total do edifício construído de novo, como se pode verificar na tabela 1. Tabela 1 Classificação dos vários tipos de reabilitação [4] Reabilitação Ligeira Se a % de custo das obras é 25% (entendida correntemente como reabilitação em sentido restrito) Reabilitação Média Se a % de custo das obras está compreendida entre 25 a 50%. Reabilitação Profunda Se a % de custo das obras está compreendida entre 50 a 80%. Reabilitação Excepcional Se a % de custo das obras é> 80%. Reabilitação ligeira compreende trabalhos de melhoria das instalações sanitárias, dos revestimentos e das caixilharias. Poderá incluir trabalhos de reparação da cobertura; Reabilitação média os trabalhos poderão ser da mesma natureza, mas com maior profundidade. É comum ter lugar a criação de locais para instalações sanitárias; Reabilitação profunda há consolidação quer das fachadas, quer de elementos estruturais, para além dos já referidos; 7
8 CAPÍTULO 1 Reabilitação excepcional eventualmente sem interesse numa perspectiva economicista, diz respeito a edifícios classificados com interesse histórico e arquitectónico, nos quais, em geral, não se discute se vale ou não a pena reabilitar. [5] Esta pode acontecer não só porque tem um número moderado de trabalhos mas de custos elevados devido a dificuldades das obras, ou a um numeroso conjunto de trabalhos de custos médios, ou, ainda, a um elevado conjunto de trabalhos que correspondem praticamente a construção nova. É o caso corrente em que do edifício anterior restam apenas as paredes resistentes exteriores [4]. Fica-se com uma primeira ideia de que a reabilitação excepcional poderá ser, em termos médios uma operação de maior custo que a construção de habitação corrente, sendo no entanto de referir que não se trata de valores comparáveis em termos de aceitação ou de rejeição da operação de reabilitação, visto a motivação entre uma e outra operação apresentar diferenças importantes. Este índice é de carácter meramente indicativo, permitindo-nos perceber que as obras de reabilitação excepcional têm elevados custos e que por isso estas operações deverão ser cuidadas em termos do planeamento dos recursos e das soluções, sendo indispensável na avaliação das alternativas ter presente que para o mesmo nível de desempenho técnico, o custo das soluções terá que ser ponderado [6]. 1.3 A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DOS CUSTOS DE INTERVENÇÃO O Dono de Obra conhece as necessidades e poderá decidir uma intervenção global ou parcial no edifício. Depois de ser efectuado um diagnóstico circunstanciado, os peritos identificam as patologias dos espaços e propõem soluções de reparação que visem uma melhor adequação desses espaços às exigências actuais ou a exigências distintas das inicialmente previstas; identificam as patologias e os desajustamentos das edificações relativas a aspectos estruturais ou construtivos ou relacionadas com instalações ou equipamentos e a proposta de intervenções correctivas adequadas; e estimam os custos unitários dos trabalhos de reabilitação das edificações, mediante análises de custo/benefício, tendo em conta a profundidade das intervenções a considerar em cada caso, definindo assim a estratégia de intervenção. 8
9 INTRODUÇÃO 1.4 ESTRUTURA DO TRABALHO O trabalho de dissertação está organizado em 5 partes: Na primeira parte (Capítulo 2) descreve-se a forma de determinação de custos de trabalhos de construção civil, com principal incidência na determinação e especificidade, dos custos dos trabalhos de reabilitação. No capítulo 3 apresentam-se os dados recolhidos sobre o tema desenvolvido neste estudo, que insidem sobre a análise e estimação de custos de reabilitação. Faz-se uma abordagem à estimação técnico-económica de custos, onde se apresentam vários métodos defendidos por determinados autores e finalmente são descritas várias metodologias para estimação de custos de trabalhos de reabilitação em países europeus. No capítulo seguinte Capítulo 4 é apresentada informação de apoio à determinação de custos de reabilitação. Dentro deste tema, são referidas diferentes fontes de informação existentes em Portugal e de outros países. No capítulo 5, é descrito o estudo realizado, apresenta-se uma listagem de trabalhos de reabilitação em fachadas de edifícios, é feita uma análise dos dados recolhidos e apresentadas fichas de rendimento de trabalhos de reabilitação, à semelhança das fichas existentes para obras novas, publicadas pelo LNEC. Também é apresentada uma comparação dos preços obtidos com base na informação disponibilizada noutros países. Finalmente, no capítulo 6, é feita uma breve conclusão geral onde são descritas as considerações finais, referidas as dificuldades sentidas no desenvolvimento do trabalho e anotadas as intenções de desenvolvimento futuro. 9
10
CONCEITOS E DEFINIÇÕES
CONCEITOS E DEFINIÇÕES Patologia da Construção Anomalia Degradação Inoperacionalidade Envelhecimento Tempo de vida útil Sintoma Diagnóstico Reabilitação Estudo das anomalias das construções, dos seus elementos
Candidatura IFRRU passos 2. Guião informativo IFRRU2020 OAZ
Candidatura IFRRU2020 3 passos 2 Guião informativo O que é o IFRRU2020? 1 reabilitação urbana O IFRRU2020 é um instrumento financeiro destinado a apoiar investimentos em reabilitação urbana. O IFRRU2020
Projecto formativo Urbanatur: "Quem faz, ensina"
Projecto formativo Urbanatur: "Quem faz, ensina" Formação em Reabilitação do Edificado e da Infra-estrutura. Conservação e Restauro do Património Arquitectónico. Projecto formativo Urbanatur À medida que
Habitação, Construção e Obras Públicas. Anexo nº 2 - Sistema Conceptual completo
Bens e serviços imobiliários Alojamento Alojamento colectivo Alojamento de convivência Estabelecimento hoteleiro e similar Alojamento familiar Alojamento familiar clássico Alojamento sobrelotado Alojamento
REABILITAÇÃO TÉRMICA DE EDIFÍCIOS
Reabilitação Urbana Sustentável 13 de Março de 2008 Auditório Alto dos Moinhos REABILITAÇÃO TÉRMICA DE EDIFÍCIOS Carlos Carlos Pina Pina dos dos Santos Santos Investigador Investigador Principal Principal
CRITÉRIOS GERAIS PARA A REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS
CRITÉRIOS GERAIS PARA A REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS HABITACIONAIS Qualquer intervenção deve respeitar e integrar-se dentro das características tipológicas e morfológicas que marcam a arquitectura do lugar
PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Elaboração de um Catálogo
1 PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Elaboração de um Catálogo Marília Margarida Ferreira de Sousa O PROBLEMA DA PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO FRANÇA AQC SYCODÉS Seguro de Responsabilidade Decenal Seguro de Reparação de
Cen e t n r t o r o U rbano o do o Futu t ro
Centro Urbano do Futuro Parcerias para a Regeneração Urbana Dezembro 2010 Centro Urbano do Futuro - Parcerias para a Regeneração Urbana Índice Geral 1. Plano de trabalho 9 1.1. Fase 1 Análise do levantamento
Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014
Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014 7ª Aula Prática Continuação do trabalho à escala 1:10000 8ª Aula Prática Apresentações dos trabalhos desenvolvidos à escala 1:10000. 9ª Aula
4 QUADRO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS/INCENTIVOS ASSOCIADOS À REABILITAÇÃO URBANA
4 QUADRO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS/INCENTIVOS ASSOCIADOS À REABILITAÇÃO URBANA Na delimitação de área de reabilitação urbana, nos termos da alínea c) do n.º2 do artigo 13º e da alínea a) do artigo 14º do
Regime Jurídico da Requalificação Urbana Enquadramento Jurídico
Enquadramento Jurídico Decreto-Lei n.º 307/2009 de 23 de Outubro - Regime Jurídico da Reabilitação Urbana Legislação relacionada Decreto-Lei n.º 152/82 de 3 de Maio - Regime de criação de ADUP's e ACP's
C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E
C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E Fundada em 1962, a COBA é hoje a maior empresa portuguesa de Consultores de Engenharia 250 colaboradores. 400 colaboradores ao serviço do
VILAS OPERÁRIAS EM LISBOA EMERGÊNCIA DE NOVOS MODOS DE HABITAR O Caso da Vila Berta
VILAS OPERÁRIAS EM LISBOA EMERGÊNCIA DE NOVOS MODOS DE HABITAR O Caso da Vila Berta MOTIVAÇÃO / JUSTIFICAÇÃO / OBJECTIVOS Viabilidade de utilização de edifícios de habitação pluri-familiar que se inserem
JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DO CENTRO HISTÓRICO DE SINES A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA
JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DO CENTRO HISTÓRICO DE SINES A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E URBANISMO
Regime jurídico da urbanização e da edificação
Regime jurídico da urbanização e da edificação A Lei dos Solos (Decreto-Lei nº 794/76, de 5 de Novembro) distingue o direito da propriedade do direito de urbanizar. O direito de urbanizar e edificar é
Regime Excecional para a Reabilitação Urbana (RERU) 24 de Fevereiro, 2014
Regime Excecional para a Reabilitação Urbana (RERU) 24 de Fevereiro, 2014 Aposta na Reabilitação Urbana O novo modelo de desenvolvimento territorial proposto na Lei de Bases da Política dos Solos, do Ordenamento
Reabilitação e Reforço de Estruturas
Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 23.1: Conservação do Património. Slides de Pedro Santos (IPLeiria) a partir de Recomendações do ICOMOS para a Conservação
I - FACTOS APRESENTADOS E ENQUADRAMENTO DO SUJEITO PASSIVO
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 18º; Verbas 2.23 e 2.27 da Lista I anexa ao CIVA Taxas - Taxas - Obras de reabilitação urbana Obras de conservação e reparação - Empreitadas prestações
ANÁLISE DE ANOMALIAS E TÉCNICAS DE REPARAÇÃO EM 128 CASOS DE REVESTIMENTOS EM PEDRA NATURAL (RPN): PRINCIPAIS CONCLUSÕES
ANÁLISE DE ANOMALIAS E TÉCNICAS DE REPARAÇÃO EM 128 CASOS DE REVESTIMENTOS EM PEDRA NATURAL (RPN): PRINCIPAIS CONCLUSÕES Natália M. Lima Neto * [email protected] Jorge de Brito [email protected]
Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território. Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL
Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL LEI CONSTITUCIONAL nº 1/2005 Artigo 9.º Tarefas fundamentais do Estado São tarefas fundamentais
Regulamento de Incentivos Programa Cidade Histórica
MUNICÍPIO DA RIBEIRA GRANDE Regulamento de Incentivos Programa Cidade Histórica Preâmbulo A cidade da Ribeira Grande apresenta uma zona histórica com características peculiares que urge preservar, contribuindo-se
Dia 28 de Maio Renovar com Sustentabilidade. Prof. João Appleton A2P. Reabilitação Sustentável. João Appleton
Dia 28 de Maio Renovar com Sustentabilidade Prof. João Appleton A2P Reabilitação Sustentável João Appleton 28 de Maio de 2009 1 Reabilitação Sustentável A reabilitação de edifícios antigos é hoje uma tarefa
JORNADAS DA CONSTRUÇÃO EM CIMENTO 2013 REABILITACÃO CASOS DE REFERÊNCIA. VILA d ESTE: Reabilitação e Requalificação Arquitectónica Vila Nova de Gaia
JORNADAS DA CONSTRUÇÃO EM CIMENTO 2013 REABILITACÃO CASOS DE REFERÊNCIA. 29 DE MAIO DE 2013, CENTRO CULTURAL DE BELÉM VILA d ESTE: Reabilitação e Requalificação Arquitectónica Vila Nova de Gaia PROF. VITOR
Requerimento. sujeitas a licenciamento
Requerimento Comunicação Prévia para alterações ao projecto Licenciado ou com Admissão de Comunicação Prévia durante a execução da obra Alterações que se fossem obra nova estariam sujeitas a licenciamento
REABILITAÇÃO E RECONSTRUÇÃO DE UM
Jornadas de REabilitação e COnservação 2018 REABILITAÇÃO E RECONSTRUÇÃO DE UM QUARTEIRÃO NA AVENIDA DA LIBERDADE - LISBOA David Gama JSJ Structural Engineering Lisbon - Portugal [email protected] João Almeida
Técnicas de Diagnóstico METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE DEGRADAÇÃO DO EDIFICADO. Ana Alves(1); Clara Vale(2); Fernanda Rodrigues(3)
Técnicas de Diagnóstico METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE DEGRADAÇÃO DO EDIFICADO Ana Alves(1); Clara Vale(2); Fernanda Rodrigues(3) (1) Ana Alves: Arquitecta, [email protected] (2) Clara Vale:
SECÇÃO 1.1. Área urbana de edificabilidade extensiva (EE)
Índice Preâmbulo Capítulo I Disposições gerais artigo 1.º artigo 2.º artigo 3.º artigo 4.º artigo 5.º artigo 6.º artigo 7.º artigo 8.º artigo 9.º artigo 10.º artigo 11.º artigo 12.º artigo 13.º Âmbito
MUNICÍPIO DE PENICHE
Para apreciação nos termos do n.º 1 do art. 14.º do RJUE, ficando sujeito a um pedido de licenciamento, após parecer favorável por parte dos serviços: Documentos Obrigatórios: 1.2 Folha de registo do movimento
CATÁLOGO DE REABILITAÇÃO URBANA
reabilitação urbana 3 Com 15 anos de experiência na Salvaguarda e Valorização de Património Cultural, a Signinum Gestão de Património Cultural, tem vindo a realizar projetos de renome a nível nacional
CARTA PARA A PROTECÇÃO E VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE EDIFICADO
Pág. 1 de 5 CARTA PARA A PROTECÇÃO E VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE EDIFICADO CARTA DE APPLETON Publicada pelo ICOMOS Canadá sob os auspícios do Comité Anglófono, Ottawa, Canadá Agosto de 1983 Tradução por António
importância da REABILITAÇÃO URBANA
importância da REABILITAÇÃO URBANA na construção de cidades inteligentes WORKSHOP SMARTCITIES PORTUGAL 2014 roadshow Aveiro 20 de Maio de 2014 1 2 3 REABILITAÇÃO URBANA uma estratégia de desenvolvimento
Desafios, Estratégias e. Instrumentos de Sustentabilidade. para o Ambiente Urbano. Carla Silva. Serpa, 20/11/2010
Desafios, Estratégias e Instrumentos de Sustentabilidade para o Ambiente Urbano Carla Silva Serpa, 20/11/2010 SUMÁRIO: APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL O DESAFIO DA SUSTENTABILIDADE URBANA O PAPEL DO AMBIENTE
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA. 4. ARU da Rua da Lavoura, na cidade de Beja (objeto de duas alterações)
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA 1. ARU do Centro Histórico de Beja 2. ARU do Bairro Social de Beja 3. ARU do Centro Histórico de Beja II 4. ARU da Rua da Lavoura, na cidade de
2. METODOLOGIA DE INSPECÇÃO
METODOLOGIA DE INSPECÇÃO 1/240 2. METODOLOGIA DE INSPECÇÃO INSPECÇÃO E DIAGNÓSTICO Sub-capítulos: 2.1 Introdução 2.4 Métodos de diagnóstico 2.5 Conclusões do capítulo 2/240 1 2.1 Introdução 3/240 1. INSPECÇÃO
PATOLOGIA DA ENVOLVENTE EXTERIOR DE CONSTRUÇÕES EDIFICADAS NO DISTRITO DE CASTELO BRANCO ENTRE 1970 E 1995
PATOLOGIA DA ENVOLVENTE EXTERIOR DE CONSTRUÇÕES EDIFICADAS NO DISTRITO DE CASTELO BRANCO ENTRE 1970 E 1995 Armando Manuel Matos Araújo * [email protected] Jorge de Brito [email protected] Eduardo
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA. 3. ARU do Centro Histórico de Beja II (nova delimitação)
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA 1. ARU do Centro Histórico de Beja 2. ARU do Bairro Social de Beja 3. ARU do Centro Histórico de Beja II (nova delimitação) 4. ARU da Rua da Lavoura,
SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS PRÓ-EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E CONFORTO TÉRMICO
António Curado SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS PRÓ-EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E CONFORTO TÉRMICO Índice 1. ENERGIA E CONFORTO TÉRMICO 2. SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS REGULAMENTARES 2.1. REQUISITOS DE DESEMPENHO 2.2. FACHADAS
Mestrado Integrado em Engenharia Civil ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTE URBANISMO
Mestrado Integrado em Engenharia Civil ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTE URBANISMO Conceitos ACTIVIDADES HUMANAS Habitar Trabalhar Circular Cultivar o corpo e o espírito (Carta de Atenas, 1933) Espaços adaptados
Habitação em Portugal: evolução e tendências.
Habitação em Portugal: evolução e tendências João Branco Lisboa http://portugalfotografiaaerea.blogspot.pt/search/label/arcos%20de%20valdevez Sumário Introdução 1. Publicação 2. Estrutura e conteúdo da
DISSERTAÇÃO COM VISTA À OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL. Opção de Processos e Gestão da Construção
DISSERTAÇÃO COM VISTA À OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL Opção de Processos e Gestão da Construção TEMA: ANÁLISE DO COMPORTAMENTO TÉRMICO DE CONSTRUÇÕES NÃO CONVENCIONAIS ATRAVÉS DE SIMULAÇÃO
LEVANTAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DO PARQUE EDIFICADO EM ADOBE NA CIDADE DE AVEIRO
LEVANTAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DO PARQUE EDIFICADO EM ADOBE NA CIDADE DE AVEIRO Dora Silveira* (Portugal) Departamento de Engenharia Civil - Universidade de Aveiro Humberto Varum** (Portugal) Departamento
índice 1 o Tijolo Cerâmico 17
indice índice 1 o Tijolo Cerâmico 17 1.1 Introdução 17 1.2 O tijolo cerâmico como produto de construção 18 1.2.1 Tipos de tijolo cerâmico 18 1.2.2 As matérias primas e o processo cerâmico 19 1.2.3 Características
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011 (Oficina de Arquitectura 1997) índice 1. PDM Amadora: Objectivos estratégicos para
GUIAS PARA INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO OU DE LICENCIAMENTO DE OBRAS (NA ÁREA DE COMPETÊNCIAS DA APSS, S.A.)
1. De acordo com a legislação em vigor (Decreto-Lei n.º 338/98, de 3 de Novembro), na sua área de jurisdição, compete à APSS, S.A. conceder licenças para a execução de obras directamente relacionadas com
DADOS QUANTITATIVOS ÁREA TOTAL A LOTEAR - oitenta e nove mil cento e dezanove metros quadrados (89119 m²); NÚMERO DE LOTES - 30 numerados de 1 a 40;
ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO URBANO DA ÁREA DA CERÂMICA DE MORTÁGUA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA A proposta de alteração ao Loteamento que se apresenta surge na sequência da modificação das condições
PEDIDO DE INFORMAÇÃO PRÉVIA
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE INFORMAÇÃO PRÉVIA (Artº14 do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001 de 4 de Junho) Ex.mo Senhor Presidente da Câmara
Estratégias de Crescimento e Internacionalização no cluster Habitat. AICCOPN Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas
Estratégias de Crescimento e Internacionalização no cluster Habitat AICCOPN Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas 1 Universo de Referência: A Fileira da Construção e do Imobiliário
REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS Uma visão estratégica
REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS Uma visão estratégica V ASCO PEIXOTO DE FREITAS Pr of. Catedr ático Labor atório de Física das Constr uções - FEUP PORTO_FEUP NOV. 2007-1 ESTRUTURA 1. O PROBLEMA 2. TIPIFICAÇÃO
Termo de Responsabilidade do Projecto de Arquitectura
Termo de Responsabilidade do Projecto de Arquitectura Termo de Responsabilidade da Autora do Projecto de Arquitectura Susana Maria Pinto Martins, funcionária da câmara municipal de Vinhais, com sede na
FICHA DE INVENTÁRIO. 4.CARACTERIZAÇÃO HISTÓRICO-ARTÍSTICA Época de construção Século XVIII/XIX. Síntese Histórica
FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Beco das Cruzes, nº2 a 4 Freguesia- Almedina Concelho- Coimbra Distrito- Coimbra 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação. Função
Decreto Regulamentar nº 9/2009, de 29 de Maio. Breve apresentação
Decreto Regulamentar nº 9/2009, de 29 de Maio Breve apresentação A REGULAMENTAÇÃO DOS CONCEITOS TÉCNICOS DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E URBANISMO Decreto Regulamentar nº 9/2009, de 29 de Maio Previsto
PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO
PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Vasco Peixoto de Freitas Vasco Peixoto de Freitas FC_FEUP Novembro de 2007-1 ESTRUTURAÇÃO I. PATOLOGIA ACTIVIDADE PROFISSINAL II. III. O PROBLEMA DA PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO RESPONSABILIDADES,
REVISÃO DO RGEU O NOVO RGE
CONSTRUÇÃO 2004 REVISÃO DO RGEU O NOVO RGE PROF. FERNANDO BRANCO HISTÓRIA DA REVISÃO DO RGEU 07 de Agosto de 1951 Dec. Lei nº 38382 aprova o RGEU. 16 de Dezembro de 1975 Portaria nº 748/75 cria uma subcomissão
I. O Regime Jurídico de Urbanização e Edificação
I. O Regime Jurídico de Urbanização e Edificação 1 Edificação Urbanização Loteamento 1. As operações urbanísticas Remodelação de terrenos Utilização de edifícios 2 Utilização dos solos para fins não agrícolas,
Principais alterações Lei n.º 60/2007 REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO
REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO FISCALIZAÇÃO MUNICIPAL ISABEL GARCIA CCDR-LVT 28-29 NOVEMBRO DE 2011 D.L. n.º 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 60/2007, de
Regulamento do Plano de Pormenor da Zona Industrial da Calvela CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.º Âmbito e aplicação
Regulamento do Plano de Pormenor da Zona Industrial da Calvela CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e aplicação O Plano de Pormenor da Zona Industrial da Calvela abrange a área assinalada na
Contributos para a concepção de um Manual de Manutenção da Casa Burguesa do Porto
Investigação Contributos para a concepção de um Manual de Manutenção da Casa Burguesa do Porto Joaquim Lopes Teixeira Professor auxiliar, Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo, Faculdade de Arquitectura,
Decreto-lei n.º 168/93 de 11 de Maio (DR 109/93 SÉRIE I-A de )
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Decreto-lei n.º 168/93 de 11 de Maio (DR 109/93 SÉRIE I-A de 1993-05-11) A sociedade actual, caracterizada por uma acelerada mudança, reafirma a participação da juventude
AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA DECLARAÇÃO AMBIENTAL
Pllano Diirector Muniiciipall de Coiimbra 2.ª Alteração AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA DECLARAÇÃO AMBIENTAL Janeiro 2010 A presente Declaração Ambiental (DA), que integra o procedimento de Avaliação Ambiental
MUNICÍPIO DE VILA FRANCA DE XIRA REGULAMENTO PROGRAMA MUNICIPAL RECUPERE A SUA CASA
MUNICÍPIO DE VILA FRANCA DE XIRA REGULAMENTO PROGRAMA MUNICIPAL RECUPERE A SUA CASA NOTA JUSTIFICATIVA Constata-se no concelho de Vila Franca de Xira a existência de conjuntos e sítios urbanísticos caracterizados
Licenciamento de Obras de Edificação Alterações ao projecto licenciado durante a execução da obra que envolvam alterações da implantação ou ampliação
Requerimento Licenciamento de Obras de Edificação Alterações ao projecto licenciado durante a execução da obra que envolvam alterações da implantação ou ampliação Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal
ISEL. termos de património
termos de património anastilose quando se trata de ruínas, impõe-se uma conservação escrupulosa, com a recolocação nos seus lugares dos elementos originais encontrados (anastilose), cada vez que o caso
CONTRIBUTO S PA RA A C O N CEPÇÃO D E U M M A N U A L D E M A N U TEN ÇÃO D A CASA BURGUESA D O PO RTO
CONTRIBUTO S PA RA A C O N CEPÇÃO D E U M M A N U A L D E M A N U TEN ÇÃO D A CASA BURGUESA D O PO RTO Joaquim Lopes Teixeira 1 [email protected] Rui Fernandes Póvoas 3 [email protected] Teresa Cunha
FACHADAS DE DUPLA PELE e REABILITAÇÃO DE CAIXILHARIAS DE EDIFÍCIOS ANTIGOS
FACHADAS DE DUPLA PELE e REABILITAÇÃO DE CAIXILHARIAS DE EDIFÍCIOS ANTIGOS Vasco Peixoto de Freitas Prof. Catedrático Laboratório de Física das Construções FACULDADE DE ENGENHARIA - UNIVERSIDADE DO PORTO
APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA
APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA RJRU REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA AS NOVAS POLÍTICAS Reabilitar em vez de construir Reabilitar a área urbana em vez do edifício Diferenciar a responsabilidade
Os direitos autorais da presente apresentação são de exclusividade do Gabinete de Perícias Gomide, sendo vedada sua utilização sem prévia
Os direitos autorais da presente apresentação são de exclusividade do Gabinete de Perícias Gomide, sendo vedada sua utilização sem prévia autorização. A reabilitação consiste na reparação ou modificação
O ALOJAMENTO LOCAL NA REVITALIZAÇÃO E REABILITAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO DE LAGOS
O ALOJAMENTO LOCAL NA REVITALIZAÇÃO E REABILITAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO DE LAGOS Cláudia Gonçalves Outubro 18 O CENTRO HISTÓRICO DE LAGOS O CENTRO HISTÓRICO DE LAGOS Parque Edificado caracterização Marcado
