Dossier de Actuação Setembro 2009
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- Marcelo Tuschinski Rocha
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1 Dossier de Actuação Setembro 2009
2 Indice Págs.INTRODUÇÃO OBJECTIVO PRESSUPOSTOS FASES DA GRIPE PANDÉMICA PLANO DE CONTINGÊNCIA DA DRAPCentro Etapas do Plano: Etapa Conscientizar Etapa 2 Cenários Etapa 3 Prevenção e Protecção Etapa 4 - Medidas activas de actuação Conteúdo Resumo Actividades que podem ser temporariamente suspensas PLANO DE COMUNICAÇÃO ACÇÕES A DECORRER ANEXOS Ficha da Doença Cartaz Gripe A Informação Importante (DGS) Cartaz Lavagem das Mãos (DGS) Cartaz Fricção Anti-séptica das Mãos (DGS) Cartaz Gripe A Como se Proteger a si e aos outros (DGS) Cartaz Gripe A Portal Sapo Saúde BIBLIOGRAFIA... 2
3 2. INTRODUÇÃO Os organismos internacionais, nomeadamente a Organização Mundial de Saúde, e as autoridades nacionais de saúde têm vindo a alertar e a informar, a sociedade em geral, os organismos e as empresas para a ameaça duma provável pandemia de gripe recomendando a preparação de novas estratégias e de planos de contingência face ao previsível alastramento da pandemia. Uma das consequências da pandemia, caso venha a acontecer, será um elevado número de ausências ao trabalho que provocará e perturbará o normal desenvolvimento das actividades programadas. No caso da DRAPCentro, o desenvolvimento do quadro de responsabilização de actividades a nível regional poderá ficar condicionado. A resposta a esta situação passa pela definição dum Plano de Contingência orientador da actuação a seguir pela DRAPCentro numa situação de gripe pandémica. O plano de Contingência para a Gripe A (HN) que agora se apresenta foi delineado para a DRAPCentro tomando em consideração a sua área geográfica, a localização dos seus serviços e unidades orgânicas assim como a especificidade das actividades desenvolvidas. O dossier foi pensado para dar resposta a uma pandemia de gripe conforme o alertado pela Direcção Geral de Saúde. É necessário manter actualizado o Plano de Contingência para ajudar a garantir que a DRAPCentro possui os recursos e a informação de que necessita para gerir situações de emergência. 2. OBJECTIVO O presente Plano de Contingência tem por objectivo manter em funcionamento, na medida do possível, os serviços e as actividades essenciais da DRAPCentro tomando em consideração os objectivos operacionais:. Preparar a resposta operacional para minimizar as condições de propagação da pandemia e manter os serviços essenciais em funcionamento; Redução de contaminação nos locais de trabalho; 2. Definir a estrutura de decisão e de coordenação na DRAPCentro; Assegurar serviços mínimos; 3. Preparar resposta às necessidades de notificação e comunicação, para o interior e para o exterior da DRAPCentro (Plano de Comunicação); 4. Preparar o restabelecimento da situação e actividade normais, tão rápido e seguro quanto possível.
4 3 3. PRESSUPOSTOS A ocorrência duma Pandemia é imprevisível, mas a acontecer as entidades de saúde antevêem que possam ser afectados grupos significativos da população, provocando brechas significativas nos domínios social e económico. Na elaboração do Plano foram considerados os três pressupostos seguintes, que serão tomados como referência na DRAPCentro:. Assegurar os serviços essenciais a um nível equivalente ao normal esperado (expectativas dos trabalhadores e colaboradores e dos utentes); 2. Período crítico de duração da situação de pandemia de 2 semanas; 3. Aproximadamente até 40% dos trabalhadores poderão estar ausentes por períodos de cerca de duas semanas (taxa de ausência ao trabalho num período de tempo em que o trabalhador era suposto estar a trabalhar). 4. FASES DA GRIPE PANDÉMICA Os Momentos para a implementação das medidas preconizadas no Plano são determinados pela Direcção/Coordenação da DRAPCentro, tomando como referência as indicações que vierem do Plano de Contingência Nacional, das autoridades ou das entidades nacionais de saúde. Para cada fase serão definidas directivas para a execução do Plano e sua avaliação. Todos os planos específicos serão alvo de permanente revisão e actualização, de acordo com as fases evolutivas da actividade gripal. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera as seguintes fases na evolução da gripe pandémica: NÍVEL DE ALERTA RESPOSTA FASE Não foram detectados novos subtipos de vírus de gripe. Se foram identificados em animais, o risco de infecção para o homem é considerado baixo. FASE 2 Não foram detectados novos subtipos de vírus de gripe em humanos. Contudo a existência de um novo subtipo de vírus em circulação em animais aumenta o risco de doença para os humanos. FASE 3 Período de Alerta Ocorreram infecções em humanos com um novo subtipo de vírus, mas não transmissão pessoa a pessoa, ou aconteceram em casos muito raros devido a grande proximidade.
5 4 FASE 4 Risco Elevado Pequenas bolsas com transmissão pessoa a pessoa limitada, de difusão muito localizada, sugerindo que o vírus não está bem adaptado a humanos. FASE 5 Pandemia Iminente Largas bolsas, mas com transmissão pessoa a pessoa ainda localizada, sugerindo que o vírus está a adaptar-se cada vez melhor a humanos. FASE 6 Pandemia Transmissão crescente e sustentada na população em geral. PERÍODO PRÉ-PANDÉMICO PERÍODO DE ALERTA PANDÉMICO Espera (Stand-by) Severo 5.. Etapas do Plano 5. PLANO DE CONTINGÊNCIA DA DRAPCentro 5... Etapa - Conscientizar Consciencialização da situação (reuniões) Designação de grupo coordenador:.ª Linha: Eng.ª Carla Pinto Andrade Dra. Maria Ercília Hilário Rodrigues (ext.) Dra. Maria Manuela Nunes Castilho ª Linha : Chefe Divisão Dr. António José Baetas da Silva (ext.) Dra. Aldina de Oliveira Santos (ext) Eng.ª Téc. Agrária Maria Adelaide Vilhena de Sousa (ext.) Competências: Decidir sobre a gestão estratégica face ao evoluir da situação; Coordenar as actuações ao nível geral; Obter e consolidar a informação das diferentes áreas operacionais da DRAPCentro; Conduzir o processo de comunicação externa com os respectivos trabalhadores, colaboradores, utentes, prestadores de serviços e fornecedores.
6 Etapa 2 Preparação e Cenários Na preparação do Plano de Contingência para a contenção de uma eventual pandemia de Gripe A procedeu-se: - À elaboração de uma matriz de funções por Divião/Delegação identificando cada colaborador por nome, categoria, formação e descrição sumária de funções; 2 À identificação dos colaboradores indispensáveis por forma a que os serviços mínimos imprescindíveis fossem assegurados equacionando-se 2 situações: Cenário A Cenário de um forte e rápido ataque, situação em que o Serviço praticamente terá de encerrar, situação em que o critério de imprescindibilidade deverá prevalecer; Cenário B Cenário de evolução lenta e progressiva da doença, em que o critério de serviço mínimo deverá ser o cenário corrente por via de substituição de colaboradores. Cada Unidade Orgânica elaborou uma matriz de substituição para assegurar o serviço mínimo face a cada situação, onde identificou um responsável para estabelecer a comunicação com a Divisão de Recursos Humanos da DRAPCentro, Unidade Orgânica responsável pela operacionalização do Plano. Assim como a existência de sala de isolamento (Mapa n.º e Gráfico n.º ), equipamentos de protecção e produtos de desinfecção. Mapa n.º Legenda: Localização de sala de isolamento.
7 6 Gráfico n.º - Distribuição das Salas de Isolamento por localização e n.º de funcionários Ne las Viseu/IFAP Viseu 39 0 Sertã 4 Leiria Guarda 0 35 Gouveia Fig.Cast. Rodrigo 5 4 Coimbra/Loreto 8 Coimbra 0 Fundão Covilhã 3 9 Castelo Branco 30 Alcains Gafanha Aveiro Anadia Trabalhadores Sala Isolamento As salas de isolamento (7) distribuídas pela área geográfica da DRAPCentro serão apetrechadas com materiais de protecção e de desinfecção adequados e de acordo com as normas exigidas pelas entidades de saúde responsáveis no âmbito do alertado para a Pandemia de Gripe A/HN).
8 7 Quadro n.º PLANO CONTINGÊNCIA CENÁRIO A CENÁRIO B INDICAÇÃO DE RESPONSÁVEIS SERVIÇOS MATRIZ DE FUNÇÕES DSIC DPAAP COIMBRA SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO ENG.ª SILVINA GASPAR ENG.º JOSÉ PAULO SILVA DIAS DSIC DPAAP AVEIRO SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO DSIC DPAAP VISEU SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO DSIC DPAAP GUARDA SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO DSVAAS - DADQMR SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO - ENG.ª ADELINA MARTINS DSVAAS - DOAI COIMBRA TÉC.+ASSIST COIMBRA - 3 TÉCNICOS POR CADA DOMÍNIO + ASSIST. CHEFE DE DIVISÃO - ENG.º ALCINDO CARDOSO C.BRANCO - TÉCNICO C.BRANCO - 2 TÉCNICOS DSVAAS - DLAL SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO (Plano próprio de prevenção) DSAGR - DRH TELEFONE E INTERNET CHEFE DE DIVISÃO DR. BAETAS DA SILVA DRA. ERCÍLIA RODRIGUES ABERTO O NUCLEO DE SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES DRA ALDINA SANTOS REMUNERAÇÕES DRA. LA SALETE SILVA DSAGR - DGFP SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO DR. DAVID NUNES DSAGR - DGSIC SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÂO DSAP - DPQP SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO ENG.ª HELENA CORTEZ DSAP - DPAP SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO DELEGAÇÃO C.BRANCO ABERTOS OS NÚCLEOS ABERTOS OS NUCLEOS CHEFE DA DELEGAÇÃO ENG.º LUIS PIRES C.BRANCO E FUNDÃO C.BRANCO; FUNDÃO; COVILHÃ E IDANHA-A-NOVA DELEGAÇÃO DE GOUVEIA ATENDIMENTO, RECEPÇÃO SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DA DELGAÇÃO ENG.º PINTO DE SOUSA E TELEFONE TÉCNICO CONSTANTINO MATOS ASSIST.TEC. LUIS GONÇALVES DELEGAÇÃO DE COIMBRA RECEPCIONISTA RECEPCIONISTA/TELEFONISTA CHEFE DA DELGAÇÃO DRA.ª ANGELA TELEFONISTA TEC. NUCLEO DE COIMBRA DRA. ISABEL MADEIRA OU CARLOS SILVA TÉC. SALA PARCELÁRIO COLABORADOR NA TESOURARIA DELEGAÇÃO AVEIRO ATENDIMENTO, RECEPÇÃO TELEFONE SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DA DELEGAÇÃO ENG.ª FERNANDA LADEIRA TÉC. SUPERIOR OLINDA CASTRO OU JAIME VINAGRE NÚCLEO PESCAS GAFANHA ATENDIMENTO/RECEPÇÃO SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES DR. ANTÓNIO BARROCA TELEFONE DR. LUIS TEMPRILHO DELEGAÇÃO DE VISEU TEC.SUP ANTONIO CARREIRA SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DA DELEGAÇÃO ENG. FERREIRA BRITES COORD.TEC. LUIS ALEXANDRE ASSIST.TEC.MANUELA DOMINGUES DELEGAÇÃO SERTÃ SERVIÇOS MÍNIMOS NA SEDE SERVIÇOS MINIMOS NA SEDE CHEFE DA DELEGAÇÃO ENG. ANTÓNIO CARVALHO TEC. E ASSIST. TEC. 2 TEC. NUCLEOS DIA SEMANA (EM TODOS OS DIAS UTEIS) TEC. E ASSIST. TEC.NA SEDE A TEMPO INTEIRO DELEGAÇÃO GUARDA SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO DELEGAÇÃO FIG. C.RODRIGO SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO DELEGAÇÃO DE LEIRIA SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO A UNIDADE ORGÂNICA SERVIÇOS MÍNIMOS DPE - Div. Plan.Estrategico PRATICAMENTE TERÁ DE COM SUBSTITUIÇÃO DOS CHEFE DE DIVISÃO DR. ANSELMO CUNHA ENCERRAR TRABALHADORES DPC - Div. Plan. Controlo SERVIÇOS MÍNIMOS SUBSTITUIÇÃO DE COLABORADORES CHEFE DE DIVISÃO ENG.ª ANA SEREJO
9 Etapa 3 Prevenção e Protecção Distribuição de folhetos de boas práticas comportamentais de higiene a adoptar na DRAPCentro; Salas de isolamento na sede e delegações face aos sintomas( máscaras, desinfectante, lenços de papel, termómetro, etc.); Reforço da higienização da sede, delegações e das unidades orgânicas; Distribuição por salas de frasco de álcool etílico; Instalações sanitárias para os utentes no rés do chão (se possível); Doseadores de solução alcoólica na recepção dos serviços; Assegurar reserva de bens; Identificar as áreas estratégicas de funcionamento da DRAPCentro e activar os cenários de substituição de trabalhadores; Criação de um dossier informativo e sistematicamente actualizado a disponibilizar na página da internet e intranet da DRAPCentro; Realização de acções de sensibilização. Medidas Preventivas A higiene das mãos deve ser feita com grande frequência e com maior incidência nos casos seguintes: Marcação de ponto; Quando sair do elevador; Quando chegar ao local de trabalho vindo da rua; Antes e após as refeições; Após ir à casa de banho; Após tossir ou espirrar; Após manusear lenços com secreções; Após tocar em superfícies muito manuseadas como por exemplo os manípulos de portas. Deve-se evitar: o contacto das mãos com os olhos, nariz e boca; Deve-se limpar frequentemente as superfícies e objectos mais sujeitos a contacto com as mãos; Estas medidas são também muito importantes nas crianças; Se adoecer deve-se assegurar que terá o apoio de outras pessoas. Fonte: Plano de Contingência para a Gripe A da Secretaria-Geral do MADRP.
10 9 Quadro N.º 2 Medidas Preventivas Cuidados que a empresa de Limpeza deverá ter e produtos de limpeza que deverá utilizar Limpeza: - Terminal relógio de ponto; - Corrimãos; - Mesas de trabalho; - Maçanetas das portas; - Interruptores da luz; - Telefones; - Computadores /Teclados; - Elevador (Painéis de comando interno e externos); - Móveis da recepção; Salas de atendimento e uso público; Medidas Preventivas: Medidas de Protecção Individual: Consumíveis e estruturas: Verificação sistemática da existência e qualidade de consumíveis e equipamentos relacionados com a higiene das mãos: - Sabão para higiene das mãos; - Doseadores de sabão líquido; - Toalhetes de papel para secagem das mãos; - Solução anti-séptica de base alcoólica para desinfecção das mãos em locais estratégicos tais como recepção e salas de espera e atendimento (vidé Anexo 4); Boa gestão dos stocks; Sensibilizar os responsáveis pela reposição deste tipo de materiais. Cuidados a ter: Evite o contacto próximo com pessoas com gripe; Se ficar doente permaneça em casa ( contactar a linha Saúde ); Se tossir ou espirrar, cubra a boca ou o nariz com um lenço de papel ou com o antebraço e deposite o lenço utilizado num caixote; Lave as mãos frequentemente com água e sabão durante 20 segundos e após ter tossido ou espirrado (vidé Anexo 3). Fonte: in Plano de Contingência da Secretaria-Geral do MADRP para a Gripe A
11 Etapa 4 - Medidas activas de actuação Divulgação de medidas activas de orientação em caso de suspeita de doença e se o trabalhador adoecer no serviço: Avisar : O responsável do serviço ou unidade orgânica; O grupo operativo;.ª Linha: Eng.ª Carla Pinto Andrade Dra. Maria Ercília Hilário Rodrigues (ext.) Dra. Maria Manuela Nunes Castilho ª Linha : Chefe de Divisão Dr. António José Baetas da Silva (ext.) Dra. Aldina de Oliveira Santos (ext.) Eng.ª Técnica Agrária Maria Adelaide Vilhena de Sousa (ext.) Enviar o trabalhador para sala própria de isolamento onde lhe será dada uma máscara que deverá colocar sozinho e lavar as mãos; Se o trabalhador pertence aos serviços ou unidades orgânicas fora da Delegação Regional de Coimbra e da sede da DRAPCentro em Castelo Branco o responsável desse sector liga para a linha a dar conhecimento da ocorrência e informará posteriormente o grupo operativo; Se o trabalhador exerce as suas funções na Delegação Regional de Coimbra e na sede da DRAPCentro em Castelo Branco um elemento do grupo operativo liga para a linha saúde a dar conhecimento da ocorrência. O trabalhador é posto em comunicação com a linha de apoio e os procedimentos seguintes serão da responsabilidade dos representantes de saúde; Os responsáveis de saúde é que decidirão se o trabalhador terá de ser transportado para o hospital e em caso afirmativo deverá aguardar no serviço a chegada do INEM; Caso seja necessário deslocar-se-á um delegado de saúde aos serviços para efectuar estudo da situação, nomeadamente a quimioprofilaxia dos trabalhadores que estiveram em contacto com o colega; Caso o trabalhador ou um familiar adoeça em casa deverá contactar a Linha Saúde
12 MEDIDAS ACTIVAS Medidas imediatas a tomar pelo Organismo quando um trabalhador apresente sintomas da Gripe A Quadro N.º 3 Situação Trabalhador Organismo Trabalhadores que estiveram em contacto com o colega Avisar o responsável Enviar o trabalhador do serviço e/ou o grupo para sala designada operativo quando para o efeito e é-lhe suspeita ter sintomas entregue uma máscara de Gripe A que o próprio deverá colocar Contactar a Linha Saúde Se esteve em contacto próximo com o colega doente esteja atento ao seu estado de saúde durante 7 dias, a contar da última vez em que esteve com o doente. A - Quando o Trabalhador mostra sintomas da doença no Serviço Deve medir a febre de manhã e à noite, durante esses sete dias. Caso tenha febre (38º), tosse, dores de cabeça, dores musculares, dores nas articulações, dores de garganta, nariz a pingar, vómitos ou diarreia, comunicar com o grupo de apoio ou directamente com a Linha Saúde 24. A partir deste contacto serão os representantes de saúde que orientarão e indicarão os próximos procedimentos Assim que detectar os sintomas atrás deve: _ Colocar uma máscara de protecção ou, tapar a boca e o nariz com um lenço de papel ou toalhete de papel quando espirrar ou tossir. _ Manter as mãos limpas, lavando-as com água e sabão frequentemente, depois de se assoar, espirrar ou tossir. B - Quando o Contactar a Linha Saúde 24 Trabalhador adoece em casa seguir as orientações dadas C - Quando o Contactar a Linha Saúde 24 Trabalhador tem um familiar que seguir as instruções dadas adoece Fonte: in Plano de Contingência da Secretaria-Geral do MADRP para a Gripe.
13 2 5.. Conteúdo Resumo O Plano de Contingência da DRAPCentro para a Gripe A (HN): Estabelece a composição do respectivo Grupo de Coordenação da Crise. Identifica serviços essenciais, com vista a facilitar a aplicação dos procedimentos definidos pelo estado e autoridades de saúde na preparação para a resposta à pandemia. Identifica as condições, recursos e meios para assegurar o funcionamento dos serviços essenciais: Equipas e postos de trabalho; Respectivas condições de trabalho (no local de trabalho habitual; e meios e recursos informáticos) ; Postos de trabalho que possam ficar temporariamente desactivados e os respectivos colaboradores ausentes do trabalho; Instalações que possam ser temporariamente desactivadas (encerramento das instalações). Define a participação dos Prestadores de Serviços regulares no plano de contingência. Identifica todos os utentes que devem ser considerados nos serviços essenciais e incluídos no plano de comunicação. Identifica a necessidade de garantir previamente determinados equipamentos de protecção contra a propagação da gripe: Equipamentos de protecção individual para o pessoal operacional (luvas e máscaras); Utilização pelos utentes dos contactos via telefone e Internet; Meios de protecção para o atendimento ao público que não possam ser substituídos por outra via (evitar o contacto livre face-a-face). Identifica eventuais necessidades de aumentar temporariamente a reserva de materiais e consumíveis. Determina o contacto com os fornecedores essenciais para conhecer os seus planos de contingência. Estabelece os canais de comunicação com as entidades de saúde e protecção civil locais e regionais (listas de contactos, informação a recolher e a transmitir) Actividades que podem ser suspensas temporariamente De acordo com a evolução da situação poderá ser aconselhável, para reduzir os riscos de contágio, suspender temporariamente as actividades que não sejam absolutamente necessárias para a execução das tarefas essenciais, nomeadamente as actividades que exijam a deslocação dos colaboradores a instalações, que não as da DRAPCentro.
14 3 Nesse caso os colaboradores ficarão temporariamente dispensados de se apresentarem no local de trabalho, até ordem em contrário dada pela respectiva hierarquia, por indicação do grupo coordenador. Estes colaboradores poderão em qualquer altura ser chamados para substituir outros colaboradores em actividades de acordo com o seu perfil de competências. 6. PLANO DE COMUNICAÇÃO O Plano de Comunicação da DRAPCentro deverá abranger os seguintes alvos de comunicação: Os trabalhadores e os utentes; Os colaboradores que exercem funções na DRAPCentro; Informação sobre a situação; Procedimentos específicos a observarem para limitar contágio e propagação; Os prestadores de serviços externos; Os fornecedores de equipamentos e serviços; Comunicação social; Entidades externas (oficiais e colaborantes). 7. ACÇÕES A DECORRER Elaboração do Plano de Prevenção; Criação e composição do Grupo coordenador; Identificação dos serviços essenciais; Identificação das condições, recursos e meios para assegurar o funcionamento dos serviços; Aquisição de máscaras e de produtos de desinfecção.
15 4 8. ANEXOS
16 5 8.. ANEXO Gripe A (HN) FICHA DA DOENÇA Formas de contágio O vírus transmite-se de pessoa para pessoa, através de gotículas libertadas quando se fala, espirra ou tosse. Grupos de risco Não há grupos de risco determinados, uma vez que o organismo humano ainda não desenvolveu anti-corpos contra este vírus. Contudo, pessoas com o sistema imunitário fragilizado (doentes crónicos, como diabéticos, asmáticos, idosos, crianças e grávidas) devem ter mais cuidado. Período de incubação a 7 dias Período de contágio 7 dias (enquanto durarem os sintomas) Período de recuperação Cerca de 5 a 7 dias Número de casos previstos em Portugal Prevê-se que 25 por cento da população venha a ser infectada. Pico de doença estimado De Dezembro a Janeiro, em Portugal. Fonte: Portal Sapo Saúde
17 ANEXO
18 ANEXO
19 ANEXO
20 ANEXO
21 ANEXO Fonte: Portal Sapo Saúde
22 2 9. BIBLIOGRAFIA 9.. Plano de Contingência da Secretaria-Geral do MADRP para a Gripe A Agosto de 2009; 9.2. Plano de Contingência da ASAE para a Gripe A Agosto de 2009; 9.3. Plano de Contingência da AIRC para a Gripe A Assoc. Informática Reg. Centro; Directrizes da OMS; 9.6. Portal GRIPENET; 9.7. Portal Sapo Saúde; 9.8. Legislação aplicável Orientações da DGS para a Gripe A; Castelo Branco, 22 de Setembro de 2009
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