PLANO DE CONTINGÊNCIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE CONTINGÊNCIA"

Transcrição

1 PLANO DE CONTINGÊNCIA GRIPE PANDÉMICA (H1N1) 1. INTRODUÇÃO Os organismos internacionais e as autoridades nacionais de saúde vêm alertando a sociedade e as empresas para a ameaça duma possível pandemia de gripe recomendando a preparação de planos de contingência. Uma das consequências da pandemia, se vier a acontecer, será o elevado nível de ausências ao trabalho que provocará e consequente perturbação no normal desenvolvimento das actividades. No caso da AIRC, tanto o desenvolvimento de soluções informáticas, como a prestação de serviços de suporte e consultoria - dos quais dependem, em grande medida, a maioria dos nossos Clientes e Associados poderão, perante o quadro e cenários que se afiguram, ser condicionadas. A resposta a esta ameaça passa pela definição dum Plano de Contingência orientador da actuação a seguir pela AIRC numa situação de gripe pandémica. 2. OBJECTIVO O presente Plano de Contingência pretende antecipar e gerir o impacto duma eventual situação de gripe pandémica nos colaboradores e nas actividades da AIRC, visando: 1. Preparar a resposta operacional para minimizar as condições de propagação da pandemia e manter os serviços essenciais em funcionamento; 2. Definir a estrutura de decisão e de coordenação na AIRC; 3. Preparar resposta às necessidades de notificação e comunicação, para o interior e para o exterior da AIRC (Plano de Comunicação); 4. Preparar o restabelecimento da situação e actividade normais, tão rápido e seguro quanto possível. AIRC Plano de Contingência Gripe Pandémica 1/7

2 3. PRESSUPOSTOS A ocorrência duma Pandemia é imprevisível, mas a acontecer as entidades de saúde antevêem que possam ser afectadas parcelas significativas da população, provocando rupturas significativas nos domínios social e económico. Na elaboração do Plano foram considerados os três pressupostos seguintes, que serão tomados como referência na AIRC: 1. Assegurar os serviços essenciais a um nível equivalente ao normal esperado (expectativas dos clientes); 2. Período crítico de duração da situação de pandemia de 12 semanas; 3. Até 40% dos colaboradores poderão estar ausentes por períodos de cerca de duas semanas (taxa de ausência ao trabalho num período de tempo em que o trabalhador era suposto estar a trabalhar). 4. FASES DA GRIPE PANDÉMICA Os Momentos para a implementação das medidas preconizadas no Plano são determinados pela Direcção/Coordenação da AIRC, tomando como referência as indicações que vierem do Plano de Contingência Nacional, das autoridades ou das entidades nacionais de saúde. Para cada fase serão definidas directivas para a execução do Plano e sua avaliação. Todos os planos específicos serão alvo de permanente revisão e actualização, de acordo com as fases evolutivas da actividade gripal. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera as seguintes fases na evolução da gripe pandémica. AIRC Plano de Contingência Gripe Pandémica 2/7

3 PERÍODO PRÉ-PANDÉMICO FASE 1 Não foram detectados novos subtipos de vírus de gripe. Se foram identificados em animais, o risco de infecção para o homem é considerado baixo. FASE 2 Não foram detectados novos subtipos de vírus de gripe em humanos. Contudo a existência de um novo subtipo de vírus em circulação em animais aumenta o risco de doença para os humanos. NÍVEL DE ALERTA RESPOSTA Espera (Stand-by) PERÍODO DE ALERTA PANDÉMICO FASE 3 FASE 4 FASE 5 FASE 6 Período de Alerta Ocorreram infecções em humanos com um novo subtipo de vírus, mas não transmissão pessoa a pessoa, ou aconteceram em casos muito raros devido a grande proximidade. Risco Elevado Pequenas bolsas com transmissão pessoa a pessoa limitada, de difusão muito localizada, sugerindo que o vírus não está bem adaptado a humanos. Pandemia Iminente Largas bolsas, mas com transmissão pessoa a pessoa ainda localizada, sugerindo que o vírus está a adaptar-se cada vez melhor a humanos. Pandemia Transmissão crescente e sustentada na população em geral. Elevado Severo 5. ACTIVAÇÃO DO PLANO 5.1 Cadeia de Gestão A gestão da situação de eventual pandemia justifica a criação de um Gabinete de Coordenação de Crise (GCC), constituído por representantes da Direcção (2) e da Coordenação (2) da AIRC. No impedimento dos representantes efectivos, deverá ser imediatamente designado um suplente respeitando a hierarquia existente. AIRC Plano de Contingência Gripe Pandémica 3/7

4 5.2 Gabinete de Coordenação de Crise (GCC) Compete ao GCC: Decidir sobre a gestão estratégica face ao evoluir da situação; Coordenar as actuações ao nível geral; Obter e consolidar a informação das diferentes áreas operacionais da AIRC; Designar os interlocutores das diferentes áreas de actividade da AIRC; Conduzir o processo de comunicação externa com os respectivos colaboradores, clientes, Prestadores de Serviços e Fornecedores de Equipamentos; 6. PLANO DE CONTINGÊNCIA DA AIRC 6.1 Conteúdo O Plano de Contingência da AIRC: Estabelece a composição do respectivo Gabinete de Coordenação da Crise. Identifica serviços essenciais, com vista a facilitar a aplicação dos procedimentos definidos pelo estado e autoridades de saúde na preparação para a resposta à pandemia. Identifica as condições, recursos e meios para assegurar o funcionamento dos serviços essenciais: Equipas e postos de trabalho; Respectivas condições de trabalho (no local de trabalho habitual; à distância (teletrabalho) e meios e recursos informáticos; Postos de trabalho que possam ficar temporariamente desactivados e os respectivos colaboradores ausentes do trabalho; Instalações que possam ser temporariamente desactivadas (encerramento das instalações); Bolsa de potenciais substitutos internos e externos (antigos colaboradores com a experiência requerida); Necessidades de formação acelerada para potenciais reservas/substitutos; Formadores e instalações para formação. AIRC Plano de Contingência Gripe Pandémica 4/7

5 Define a participação dos Prestadores de Serviços regulares no plano de contingência. Identifica todos os clientes que devem ser considerados nos serviços essenciais e incluídos no plano de comunicação. Identifica a necessidade de garantir previamente determinados equipamentos de protecção contra a propagação da gripe: Equipamentos de protecção individual para o pessoal operacional (luvas e máscaras) Utilização pelos clientes dos contactos via telefone e Internet; Meios de protecção para o atendimento ao público que não possam ser substituídos por outra via (evitar o contacto livre face-a-face). Identifica eventuais necessidades de aumentar temporariamente a reserva de materiais e consumíveis para obstar eventuais dificuldades na cadeia de fornecimento habitual. Determina o contacto com os fornecedores essenciais para conhecer os seus planos de contingência. Estabelece os canais de comunicação com as entidades de saúde e protecção civil locais e regionais (listas de contactos, informação a recolher e a transmitir). 6.2 Trabalho à distância (Teletrabalho) Visando a diminuição do risco de contágio, por princípio todo o posto de trabalho que não exija presença ou operação a partir do local habitual, deve ser incentivado a ficar em situação de trabalho à distância (ou teletrabalho). No entanto, como o trabalho à distância exige que se aceda à rede interna da AIRC e como o número de ligações de acesso remoto à rede (VPN AIRC) é limitado, devem ser considerados apenas os necessários para assegurar os serviços / actividades essenciais. Sempre que possível, para as situações de trabalho à distância, o trabalhador utilizará o PC que lhe está afecto no seu local de trabalho, ou, aquele que a AIRC lhe puder disponibilizar para o efeito. Mais uma vez, considerando a limitação dos recursos existentes, na atribuição de autorizações para a realização de trabalho à distância serão adoptados critérios rigorosos. AIRC Plano de Contingência Gripe Pandémica 5/7

6 6.3 Actividades que podem ser temporariamente suspensas Consoante a evolução da situação poderá ser aconselhável, para diminuir os riscos de contágio, suspender temporariamente as actividades que não sejam absolutamente necessárias para a prestação dos serviços essenciais, designadamente: acções de formação e actividades que exijam a deslocação dos colaboradores a instalações, que não as da AIRC. Nesse caso os colaboradores ficarão temporariamente dispensados de se apresentarem no local de trabalho, até ordem em contrário dada pela respectiva hierarquia, por indicação do GCC. Estes colaboradores poderão em qualquer altura ser chamados para substituir outros colaboradores em actividades de acordo com o seu perfil de competências. 7. PLANO DE COMUNICAÇÃO O Plano de Comunicação da AIRC deverá abranger os seguintes alvos de comunicação: Os clientes e associados. Os colaboradores que exercem funções na AIRC. Informação sobre a situação; Procedimentos especiais a observarem para limitar contágio e propagação. Os prestadores de serviços externos. Os fornecedores de equipamentos e serviços. Comunicação social. Entidades externas (oficiais e colaborantes). AIRC Plano de Contingência Gripe Pandémica 6/7

7 8. ACÇÕES A DECORRER Elaboração do Plano de Prevenção. Criação e composição do Gabinete de Coordenação da Crise (GCC). Identificação dos serviços essenciais. Identificação das condições, recursos e meios para assegurar o funcionamento dos serviços. Aquisição de máscaras e de produtos de esterilização; Elaboração de modelos de comunicação a enviar aos clientes, associados, e às empresas que prestam serviço na AIRC. Criação de um endereço de para facilitar a gestão da informação sobre a evolução da crise ([email protected] ). AIRC Plano de Contingência Gripe Pandémica 7/7

PLANO DE CONTINGÊNCIA

PLANO DE CONTINGÊNCIA PLANO DE CONTINGÊNCIA 1. OBJECTIVO O Plano de Contingência (PPGA) pretende antecipar e gerir o impacto duma eventual situação de gripe pandémica em todos os que exercem funções na Assembleia da República,

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE QUÍMICA DE COIMBRA

REGULAMENTO DO CENTRO DE QUÍMICA DE COIMBRA Digitally signed by Luís José Proença de Figueiredo Neves Date: 2011.10.11 23:56:26 +01'00' REGULAMENTO DO CENTRO DE QUÍMICA DE COIMBRA Artigo 1º - Natureza O Centro de Química de Coimbra (CQC) é uma unidade

Leia mais

Plano de Contingência da Gripe A (H1N1)

Plano de Contingência da Gripe A (H1N1) Plano de Contingência da Gripe A (H1N1) 1. Introdução Os estabelecimentos de ensino assumem um papel muito importante na prevenção de uma pandemia de gripe, pela possibilidade de contágio e rápida propagação

Leia mais

Dossier de Actuação Setembro 2009

Dossier de Actuação Setembro 2009 Dossier de Actuação Setembro 2009 Indice Págs.INTRODUÇÃO... 2 2. OBJECTIVO... 2 3. PRESSUPOSTOS... 3 4. FASES DA GRIPE PANDÉMICA... 3 5. PLANO DE CONTINGÊNCIA DA DRAPCentro... 4 5..Etapas do Plano:...

Leia mais

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESCOLARES ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DAS MEDIDAS DE AUTOPROTECÇÃO NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO RJ-SCIE Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios

Leia mais

Regulamento do Programa Valorização Profissional

Regulamento do Programa Valorização Profissional Regulamento do Programa Valorização Profissional 1 - Objectivos: a) Qualificar activos que se encontram em períodos temporários de inactividade por baixa de actividade sazonal comprovada, através de Planos

Leia mais

Gripe A (H1N1)v. Plano de Contingência

Gripe A (H1N1)v. Plano de Contingência Gripe A (H1N1)v Plano de Contingência Outubro de 2009 Índice 1 - Introdução, 2 2 - Objectivos, 3 3 - Coordenador e Equipa Operativa, 4 3.1 - Coordenador Geral do Plano, 4 3.2 - Equipa Operativa, 4 4 -

Leia mais

MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DO SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL

MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DO SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DO SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL Edital n.º 82/2000 (2.ª série). AP. Carlos Alberto Pinto de Oliveira, presidente da Câmara Municipal da Azambuja: Torna público

Leia mais

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Formadora - Magda Sousa MÓDULO 1 NORMATIVOS LEGAIS OBJECTIVO Interpretar e aplicar a legislação, regulamentos

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES

CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES DA SECRETARIA-GERAL DO MF Índice Introdução 2 I - Âmbito 3 II Objectivos 3 III - Princípios Gerais 4 IV - Relações Internas e Externas 6 V Vigência, Publicidade e Revisão

Leia mais

Política Antifraude POLÍTICA ANTIFRAUDE

Política Antifraude POLÍTICA ANTIFRAUDE Política Antifraude Página 1 de 14 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. ÂMBITO E OBJECTIVO... 5 3. IMPLEMENTAÇÃO... 5 4. DEFINIÇÕES... 5 4.1. Fraude... 5 4.2. Política Anti-Fraude... 6 4.3. Fraude Externa... 6

Leia mais

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho CERTIFICADO Data e hora de entrega: 2017-04-07 17:50 Chave de certificação: 35804WNB997222D MINISTÉRIO DO TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL Autoridade para as Condições de Trabalho Gabinete de

Leia mais

O QUE O PÚBLICO DEVE SABER SOBRE A GRIPE PANDEMICA H1N1 2009

O QUE O PÚBLICO DEVE SABER SOBRE A GRIPE PANDEMICA H1N1 2009 O QUE O PÚBLICO DEVE SABER SOBRE A GRIPE PANDEMICA H1N1 2009 1. Introdução Dado que a gripe pandémica H1N1 2009 foi assinalada em vários países de outras regiões, é possível que se propague em breve a

Leia mais

REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ

REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ Versão aprovada em CD de 08 de Junho de 2015 Documento Regulamento de Laboratórios do ISPAJ Data 08/06/2015 Conselho de Direcção 08/06/2015 Data entrega Assembleia

Leia mais

REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Definição e atribuições 1 O Departamento de Química da Universidade do Minho, adiante designado por departamento, é uma subunidade

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE

PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL CONSTRUÇÃO CIVIL 2007 1 2 1 3 4 2 5 6 3 7 8 4 9 10 5 11 12 6 CONSIDERAÇÕES GERAIS O Plano de Segurança e Saúde

Leia mais

Anexo Único. Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária

Anexo Único. Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária Anexo Único Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária Artigo 1º - Definição Um GABIP é uma estrutura de iniciativa municipal,

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Comissões de Controlo de Infecção Nº: 18/DSQC/DSC DATA: 15/10/07 Para: Contacto na DGS: Todas as Unidades de Saúde Direcção de Serviços da Qualidade Clínica, Divisão da Segurança Clínica NORMA

Leia mais

Preparação Verificação Aprovação

Preparação Verificação Aprovação 1/7 1. Introdução Conscientes da realidade que nos rodeia, a segurança e saúde no trabalho é privilegiada a todos os colaboradores, dando cumprimento às normas, métodos e procedimentos de segurança e saúde

Leia mais

Ministério da Saúde Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza

Ministério da Saúde Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza Ministério da Saúde Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza Jarbas Barbosa da Silva Jr Secretário de Vigilância em Saúde Rio de Janeiro, novembro de 2005 Cenário Mundial da Influenza

Leia mais

Influenza A (H1N1). João Pedro Monteiro (Colégio de São Bento) Orientador: André Assis Medicina UFRJ

Influenza A (H1N1). João Pedro Monteiro (Colégio de São Bento) Orientador: André Assis Medicina UFRJ Influenza A (H1N1). João Pedro Monteiro (Colégio de São Bento) Orientador: André Assis Medicina UFRJ Éuma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1) que normalmente provoca surtos de

Leia mais

Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural

Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural Decreto executivo n.º 1/06 de 9 de Janeiro Havendo necessidade de regulamentar o funcionamento, estruturação e organização do Secretariado Executivo do

Leia mais

CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC)

CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC) CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC) 1. Missão A RCRC tem por missão facilitar o acesso a informação estratégica, em vários suportes, aproximar e criar interfaces entre

Leia mais

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS)

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) CAPÍTULO I Natureza, Fins e Atribuições Artigo 1º (Natureza, Constituição, Localização) 1. O Instituto de Psicologia

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MÃES D ÁGUA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MÃES D ÁGUA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MÃES D ÁGUA REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR Página 1 Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo MÃES D ÁGUA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

Leia mais

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - CERTIFICAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Doença Profissional - Certificação (N28 v4.06) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

b) intervir na emissão de títulos de concessão de terras

b) intervir na emissão de títulos de concessão de terras 1278 DIÁRIO DA REPÚBLICA ANEXO II Organigrama da Direcção Nacional de Engenharia Rural a que se refere o artigo 20.º do regulamento interno que antecede Decreto Executivo n.º 181/13 de 30 de Maio Havendo

Leia mais

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem

Leia mais

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO Título do projecto: Nome do responsável: Contacto telefónico Email: 1.1. Descrição sumária da Ideia de Negócio e suas características inovadoras (Descreva

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Componente de Formação Sociocultural Português (b) Língua Estrangeira I ou II (c) Área

Leia mais

A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH cooperam no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde

A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH cooperam no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH cooperam no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde Lisboa, 1 de Julho 2008 A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH Serviço de

Leia mais

Silvia Viana e Márcia Danieluk Programa Nacional de Imunização Departamento de Vigilância Epidemiológica. -março de

Silvia Viana e Márcia Danieluk Programa Nacional de Imunização Departamento de Vigilância Epidemiológica. -março de Silvia Viana e Márcia Danieluk Programa Nacional de Imunização Departamento de Vigilância Epidemiológica -março de 2010 - A Influenza A (H1N1) Uma doença respiratória causada por um novo subtipo do vírus

Leia mais

Sistema de Gestão da Prevenção em

Sistema de Gestão da Prevenção em Sistema de Gestão da Prevenção em SST Trabalho realizado por: André Andrade nº18990 Curso: Engenharia do Ambiente Data: 29/10/2008 Disciplina: PARP Índice Introdução... 3 Sistema de gestão da prevenção

Leia mais

PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS

PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS Siguler Guff Gestora de Investimentos (Asset Management) Brasil Ltda. 1.0 July / 2016 1. OBJETIVO Este Plano de Continuidade de Negócios ( PCN ) da Siguler Guff Gestora

Leia mais