REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ
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- Benedicta di Azevedo Caiado
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1 REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ Versão aprovada em CD de 08 de Junho de 2015
2 Documento Regulamento de Laboratórios do ISPAJ Data 08/06/2015 Conselho de Direcção 08/06/2015 Data entrega Assembleia A entregar REVISÃO DO DOCUMENTO Versão Objecto alteração Por Data 1 Versão inicial Francesco Di Nicola 25/05/ Revisão geral Francisco Santos 04/06/ Revisão pontual Conselho de Direcção 08/06/ Versão aprovada em Conselho de Direcção 08/06/2015 REGULAMENTO DE LABORATÓRIOS DO ISPAJ Aprovado em CD em 08/06/2015 2
3 Conteúdo Artigo 1 (Disposições gerais)... 4 Artigo 2 (Organização)... 5 Artigo 3 (Coordenação científica dos Laboratórios)... 6 Artigo 4 (Responsável Técnico dos Laboratórios)... 7 Artigo 5 (Técnico de Laboratório)... 8 Artigo 6 (Docentes das Disciplinas)... 9 Artigo 7 (Utilizadores dos laboratórios) Artigo 8 (Normas comportamentais) Artigo 9 (Entrada em vigor e revisão)
4 Artigo 1 (Disposições gerais) 1. Consideram-se para fins de aplicação deste regulamento, os Laboratórios do ISPAJ. 2. São laboratórios do ISPAJ, sob direcção dos seus departamentos, os seguintes: a) Laboratórios de Informática. b) Laboratório de Física. c) Ateliê de Engenharia civil, Arquitectura e Urbanismo. d) Laboratórios de Química, Anatomia, Histo-Embriologia, Biologia, Analises Clínicas, Cardiopneumologia, Enfermagem. e) Outros laboratórios a ser criados. 3. Os Laboratórios são de uso comum de todos os docentes e disciplinas dos Cursos de Graduação e Pós-graduação em funcionamento. 4. Os laboratórios têm por objectivo primário a realização de aulas práticas ligadas aos cursos de graduação e pós-graduação e o suporte ao desenvolvimento de projectos de pesquisa e de prestação de serviço. 5. Os Laboratórios poderão ser utilizados para desenvolvimento de pesquisas e prestação de serviços, desde que sejam respeitadas as actividades de ensino e de acordo com as normas deste regulamento e demais regras a serem estabelecidas por cada Laboratório. 6. O uso dos Laboratórios para a execução de aulas praticas e/ou projectos de pesquisa e prestação de serviços estará condicionado ao agendamento prévio por parte dos interessados com um prazo mínimo de dois dias, a ser concordado junto com o Técnico responsável. 7. O docente que optar por desenvolver actividades didácticas ou de pesquisa nos Laboratórios assume a responsabilidade pela orientação dos alunos e / ou da equipa de trabalho quanto ao uso adequado do espaço, dos equipamentos e sobre o conteúdo deste Regulamento. 4
5 Artigo 2 (Organização) 1. Os Laboratórios são estruturas de dependência directa dos Departamentos, contudo, enquanto os Departamentos não estiverem devidamente estruturados do ponto de vista técnico e cientifico, os Laboratórios ficarão na dependência da Direcção Geral. 2. O Director/Chefe de Departamento, responsável pela gestão e controlo das actividades realizadas nos Laboratórios do respectivo Departamento, assim como da utilização e manutenção do património instrumental, é coadjuvado por um Coordenador Cientifico e por uma equipe de Responsáveis Técnicos de Laboratórios. 3. O Conselho Científico de Departamento nomeia um Coordenador Cientifico, entre os Professores efectivos mais graduados, com função de supervisionar e definir o funcionamento e desenvolvimento das actividades, nos Laboratórios dependentes do respectivo Departamento. 4. Cada Laboratório será gerido por um Responsável Técnico, nomeado entre os Professores efectivos do Departamento, com função de coordenação e controle de todas as actividades a serem desenvolvidas no Laboratório. 5. O Responsável Técnico será coadjuvado por um Técnico de Laboratório, cuja atribuição principal é a gestão dos equipamentos e a assistência técnica aos docentes e pesquisadores e para o desenvolvimento das aulas praticas dos estudantes e/ou actividades de pesquisa e prestação de serviço. 6. Constitui organigrama dos Laboratórios o seguinte: 5
6 Responsável técnico Laboratório 1 Técnico de Laboratório Usuários Responsável técnico Chef de departamento Coordenador Cientifico Laboratório 2 Técnico de Laboratório Usuários Responsável técnico Laboratório n Técnico de Laboratório Usuários Artigo 3 (Coordenação científica dos Laboratórios) 1. O Coordenador Científico dos Laboratórios é nomeado entre os professores efectivos com titulo académico de Doutor, sob proposta do Conselho Cientifico e/ou Director de Departamento aprovado pela Direcção do ISPAJ. 2. A duração do cargo de Coordenador Cientifico dos Laboratórios é de 2 anos e pode ser renovado. 3. A função de Coordenador Científico é compatível com as funções institucionais de docência e investigação. 4. As atribuições principais do Coordenador Científico são: a) Propor as actividades / objectivos estratégicos de funcionamento e desenvolvimento das actividades nos Laboratórios dependentes do Departamento. 6
7 b) Elaborar anualmente, em conjunto com os Técnicos dos Laboratórios Responsáveis, uma relação sobre: i. O balanço das actividades desenvolvidas nos Laboratórios, entre as actividades de suporte á didáctica, actividades de pesquisa e actividades de prestação de serviços; ii. Eventuais interacções ou incompatibilidade entre as diversas actividades desenvolvidas; iii. Possíveis linhas de desenvolvimento e inovação das actividades científicas; iv. Programação das intervenções necessárias para a actualização, implementação e desenvolvimento dos equipamentos dos Laboratórios. c) Dar um parecer ao Director de Departamento, de acordo com as indicações dos Responsáveis Técnicos, sobre a possibilidade e/ou a oportunidade de desenvolver actividades especificas de prestação de serviços ou de pesquisa em relação as potencialidade e disponibilidade dos Laboratórios. d) Certificar a validade das provas, analises e ensaios laboratoriais caso necessário, e / ou de prestação de serviços. Artigo 4 (Responsável Técnico dos Laboratórios) 1. O Responsável Técnico de Laboratório é escolhido entre os professores efectivos com titulo académico de Mestre ou especialização técnica equivalente, sob indicação do Conselho e/ou Director de Departamento, ouvido o Director Geral do ISPAJ. 2. A duração do cargo do Responsável Técnico de Laboratório é de 2 anos e pode ser renovado. 3. A função de Responsável Técnico é compatível com as funções institucionais de docência e investigação. 4. O Responsável Técnico pode exercer a própria função em um ou mais Laboratórios dependentes do mesmo departamento. 7
8 5. São atribuições principais do Responsável Técnico: a) Controlar e coordenar todas as actividades do pessoal técnico de Laboratório; b) Conhecer as modalidades de fruição do Laboratório e o funcionamento dos equipamentos; c) Estabelecer as regras de segurança específica de cada Laboratório, a ser observada rigorosamente por todos os utilizadores; d) Coordenar todas as actividades ligadas a gestão, manutenção e desenvolvimento dos equipamentos do Laboratório; e) Elaborar, em cada semestre lectivo, uma relação dos equipamentos de Laboratório, o seu estado de funcionamento e a programação das intervenções de manutenção, implementação e gestão dos Laboratórios; f) Fornecer um parecer ao Coordenador Cientifico sobre a possibilidade e/ou oportunidade de desenvolver actividades especificas de prestação de serviços ou de pesquisa de acordo com as potencialidade e disponibilidade do Laboratório; g) Avaliar as provas, análises e ensaios do laboratório sempre que necessário, em especial na situação de prestação de serviços. Artigo 5 (Técnico de Laboratório) 1. Por cada Laboratório é nomeado um técnico, com qualificações adequadas para as específicas actividades a ser desenvolvidas no laboratório. 2. O Técnico de Laboratório deverá ter um conhecimento adequado do funcionamento dos equipamentos em posse do Laboratório e das principais tipologias de experimentações práticas que podem-se executar. 3. O cargo de Técnico de Laboratório é considerado a tempo integral e, como tal, é incompatível com qualquer outra atribuição. 4. São atribuições do Técnico de Laboratório: 8
9 a) Estabelecer o programa de utilização do Laboratório, com base nas solicitações / pedidos recebidos, com pelo mínimo dois dias de antecedência; b) Preparar as aulas práticas, organizar os equipamentos e materiais necessários para a execução das experiências práticas; c) Fornecer suporte técnico para o desenvolvimento das actividades de ensino, pesquisa, extensão e de prestação de serviços; d) Zelar pela organização do Laboratório e pelo material e equipamentos nele contido; e) Monitorar constantemente a disponibilidade dos materiais gastáveis e o funcionamento dos equipamentos; f) Comunicar ao Responsável Técnico, de acordo com a programação de funcionamento do laboratório e com a devida antecedência, a falta de material e/ou a necessidade de manutenção de equipamentos; g) Orientar os utilizadores sobre as normas de utilização dos Laboratórios; h) Comunicar de imediato ao Responsável Técnico qualquer ocorrência importante nos Laboratórios. i) Cumprir e fazer cumprir este regulamento e todas as regras de segurança. Artigo 6 (Docentes das Disciplinas) 1. São atribuições dos docentes das disciplinas: a) Apresentar ao Responsável Técnico dos Laboratórios e no inicio de cada semestre lectivo, a lista de materiais e equipamentos necessários ao desenvolvimento das actividades didácticas; b) Preencher, de acordo com a sua disponibilidade e com antecedência mínima de dois dias, a ficha de utilização do laboratório, solicitando no mesmo tempo, aos técnicos, a lista de matérias e equipamentos necessários para o desenvolvimento das próprias actividades didácticas; 9
10 c) Acompanhar os estudantes nas actividades a serem realizadas, orientando previamente sobre as medidas e as precauções de segurança e comportamentos a serem adoptadas; d) Responsabilizar-se pelo comportamento impróprio dos estudantes e por qualquer dano que possa ocorrer com o material ou equipamento durante a sua actividade didáctica; e) Cumprir e fazer cumprir este regulamento. Artigo 7 (Utilizadores dos laboratórios) 1. São utilizadores dos laboratórios: a) Pessoal docente e não docente com funções de coordenação científica, e responsabilidade técnica dos Laboratórios; b) Estudantes dos cursos de graduação e pós-graduação activados no ISPAJ; c) Docentes das disciplinas com aulas práticas a ser desenvolvidas nos Laboratórios; d) Docentes, pesquisadores e estudantes envolvidos em projectos de pesquisa e prestação de serviços; e) Qualquer outro docente, pesquisador e/ou estudante da mesma Instituição ou doutra Instituição, devidamente autorizado pela Direcção de Departamento. Artigo 8 (Normas comportamentais) 1. Compete aos utilizadores: a) Zelar pelo património do Laboratório, através um uso apropriado dos equipamentos e visando a sua conservação e consumo ponderado dos materiais; 10
11 b) Utilizar os equipamentos de protecção individual, quando necessário, e seguir rigorosamente as regras de segurança estabelecidas por cada laboratório; c) Manter um comportamento adequado, evitando perturbar a ordem e fomentar a indisciplina; d) Comunicar ao Docente responsável do Ensino e/ou ao Técnico de Laboratório sobre qualquer tipo de acidente e/ou irregularidade; e) Responsabilizar-se pela limpeza e organização do material e equipamentos utilizados na própria actividade prática; f) Cumprir este regulamento e todas as regras adicionais a serem estabelecidas por cada Laboratório. 2. É vedado aos utilizadores: a) Fumar, comer, beber e utilizar telemóveis no Laboratório; b) Utilizar qualquer equipamento sem a devida autorização, de maneira imprópria e sem a observação das relativas instruções de uso; c) Utilizar impropriamente materiais e soluções que podem causar riscos às pessoas e aos equipamentos do Laboratório; d) Utilizar os equipamentos para fins pessoais e/ou por qualquer outro fim que não seja didáctico, de pesquisa ou devidamente autorizado pelo Coordenador Científico ou Responsável Técnico do Laboratório; e) Utilizar equipamentos e materiais que não sejam os a disposição do Laboratório e/ou que não sejam devidamente autorizados pelo Responsável Técnico do Laboratório; f) Permanecer no Laboratório sem a presença do respectivo Técnico e / ou do Docente responsável pela actividade didáctica; g) Não cumprir com as normas deste regulamento e /ou com as demais regras a serem estabelecidas por cada Laboratório. Artigo 9 (Entrada em vigor e revisão) 11
12 1. O presente regulamento entra em vigor no dia imediatamente seguinte ao da sua aprovação. 2. O presente regulamento poderá ser objecto de especificações e/ou revisões que contribuam para a melhoria da eficácia prática dos procedimentos nele contido. 3. Cada Responsável Técnico de Laboratório deverá elaborar um regulamento interno sobre a utilização do Laboratório e a sua segurança. 12
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