(Diretorias, Sustentável Regionais e Equipes)
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- Daniel Antas Jardim
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1 SESSÃO: Reunião Amazônia de Planejamento e Desenvolvimento do Ideflor (Diretorias, Sustentável Regionais e Equipes) O Papel do IDEFLOR no Manejo Sustentável das Florestas Nativas no Estado do Pará Prof. Dr. Jorge A. G. Yared Diretor Geral Ideflor Jorge Yared Diretor Geral Ideflor Belém, 01 de setembro de 2009 VI Simpósio de Meio Ambiente, 20 a 22 de setembro de 2010 Viçosa - MG
2 SUMÁRIO Marcos Legais/Institucionais para Gestão Florestal O Ideflor Florestas Naturais Madeireiro Perfil do setor, florestas naturais, Concessões Estaduais Florestas Naturais Extrativismo Perfil da atividade, florestas naturais, Ações Reflexões Finais
3 Marcos institucionais/legais de gestão dos recursos florestais
4 Marcos institucionais/legais de gestão dos recursos florestais ZEE PAS Plano BR-163 Sustentável Distritos Florestais Lei Federal de Gestão de Florestas Públicas e SFB: /2006 Lei Estadual de criação do Ideflor: 6.963/2007
5 O IDEFLOR Lei 6.963/2007, 16 de abril 2007 Autarquia com autonomia administrativa e financeira Vinculado a SEMA (Decreto) FUNDEFLOR (30% - 30% - 40%) COMEF Câmara Técnica Setorial de Florestas (CTSF) COMEX
6 Promover o desenvolvimento sustentável dos diferentes segmentos florestais, por meio de MISSÃO políticas e da gestão de florestas do Estado do Pará, garantindo a transparência e a democratização dos benefícios para a sociedade.
7 UNIDADES REGIONAIS DO IDEFLOR UR SANTARÉM. SEDE BELÉM UR ALTAMIRA UR ITAITUBA. UR MARABÁ.
8 RECURSOS HUMANOS/FINANCEIROS Efetivo + Comissionado: 139 (71 hoje) Orçamento: Orçamento (Prev.) R$ em ,059 3,900 4,900 7,300 15,000
9 ÁREA ESTRATÉGICA DE ATUAÇÃO - AEA CONCESSÃO FLORESTAL REFLORESTAMENTO CADEIAS PRODUTIVAS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Promover a concessão e o monitoramento de áreas de florestas públicas estaduais para fortalecer a economia florestal Promover e estimular o reflorestamento através de modelos diversificados de produção com ênfase as espécies nativas Estruturar os arranjos produtivos da economia florestal visando o fortalecimento das cadeias produtivas EXTRATIVISMO Fomentar a organização da produção e construção do conhecimento e tecnologia para agregação de valor aos produtos extrativistas
10 ATIVIDADE FLORESTAL NO PARÁ: FLORESTAS NATURAIS - MADEIRA
11 Perfil Setor Madeireiro SFB/IMAZON (2010) Amazônia: 14,2 milhões m³ de madeira em tora Pará: 6,6 milhões m³ toras (47%) - 2,6 milhões madeira processada empresas Empregos Renda Bruta Anual R$ 2 bilhões Exportações: 790 (2007), 630 (2008), 320 (2009) milhões de dólares Aumento produtos beneficiados
12 Produção florestal madeireira para 2010 por região de integração Volume total estimado: 6,5 milhões de m³
13 Ocupa cerca de 20% do território Florestas públicas paraense no Estado do Pará 17,8 milhões de há de florestas públicas 65,6% são florestas públicas federaocupa cerca de 20% do território paraense 17,8 milhões de há de florestas públicas 65,6% são florestas públicas federais e 2,9% são florestas públicas estaduais is e 2,9% são florestas públicas estaduais TIPO ÁREA % Florestas Federais ,08 72,62 Florestas Estaduais ,716 27,24 TOTAL , ,00 Florestas Federais Florestas Estaduais 27% 73%
14 Florestas Passíveis ao Manejo Florestal no Estado do Pará Flota Trombetas ,188 ha Flota Faro ,770 ha Flota Paru ,469 ha Gleba Joana Peres II ,240 ha Tipo Área (ha) % FLONA ,410 28,70 FLOTA ,285 34,91 CONTRATO TRANS. FEDERAL ,560 0,35 Conjunto de Glebas Mamuru-Arapiuns ,358 ha Gleba Guajará I ,914 ha Gleba Bacajaí ,644 ha Gleba Cairari ,172 ha CONTRATO TRANS. ESTADUAL PLANO DE MANEJO* (até 2007) ,650 0, ,410 20,33 GLEBAS ESTADUAIS ,888 15,63 TOTAL , ,00 Flota Iriri ,858 ha Gleba Gorotire ,047 ha FLONA FLOTA CONTRATO TRANS. FEDERAL CONTRATO TRANS. ESTADUAL PLANO DE MANEJO* (até 2007) GLEBAS ESTADUAIS Gleba São Benedito I e II ,600 ha Gleba Altamira VI ,113 ha 0,35% 20% 16% 35% 29% 0,08% 0,06%
15 Flota Trombetas ,115 ha Flota Faro ,796 ha Flota Paru ,950 ha Conjunto de Glebas Mamuru-Arapiuns ,676 ha Gleba Joana Peres II Gleba Guajará I ,281 ha ,033 ha Gleba Bacajaí ,816 ha Gleba Cairari ,704 ha ÁREA TOTAL: ,89 Flota Iriri ,715 ha Gleba São Benedito ,521 ha Gleba Gorotire ,453 ha Gleba Altamira IV ,444 ha Para Concessão Florestal (Flotas e Glebas Estaduais) Reflorestamento (Glebas) Reflorestamento ou Concessão (Glebas Estaduais) 1% 8% 91%
16 Florestas Estaduais da Calha Norte Paru 3.6 milhões ha ÁREAS EM PROCESSO DE CONCESSÃO ESTADUAL 2010 Concessão: mil ha Municípios: Almeirim Monte Alegre Conjunto de Glebas Mamuru-Arapiuns 1.2 milhões ha Concessão: 300 mil ha Total Geral: mil ha Municípios: Santarém Aveiro Juruti
17 MAPA GERAL DAS UMF DO CONJUNTO DE GLABAS MAMURU-ARAPIUNSARAPIUNS Unidade de Manejo Florestal Área (ha) UMF-I ,65 UMF-II ,00 UMF-III ,31 UMF-IV ,28 UMF-V ,51 UMF-VI ,09 UMF-VII ,21 UMF-VIII ,00 Total ,77
18 ALMEIRIM MONTE ALEGRE REGIÃO DE INTEGRAÇ FONTE:
19 PREVISÃO DE ÁREA E VOLUME DE MADEIRA DE CONCESSÕES DE FLORESTAS ESTADUAIS: FLORESTAS ESTADUAIS ÁREA DE CONCES- SÃO (HA) ÁREA DE EXPL. (HA) VOLUME DE MADEIRA (M3) ÁREA DE EXPL. (HA) VOLUME DE MADEIRA (M3) ÁREA DE EXPL. (HA) VOLUME DE MADEIRA (M3) ÁREA DE EXPL. (HA) VOLUME DE MADEIRA (M3) ÁREA DE EXPL. (HA) VOLUME DE MADEIRA (M3) MAMURU- ARAPIUNS BACAJAÍ JOANA PERES FLOTA PARU FLOTA FARO FLOTA TROMBETAS FLOTA IRIRI CONTRATOS DE TRANSIÇÃO TOTAL MÃO DE OBRA DIRETA (exploração e processamento)
20 Florestas Nacionais e Estaduais (+ Glebas) com potencial para concessão 15 milhões há ( 6, 5 milhões federais e 8,5 milhões estaduais) Até 2013 : 3 milhões de hectares em regime de concessão florestal (Flonas e Flotas)
21 ATIVIDADE FLORESTAL NO PARÁ: FLORESTAS NATURAIS - EXTRATIVISMO
22 EXTRATIVISMO FEDERAL Política preços mínimos para produtos extrativos Política de manejo florestal comunitário e familiar (planos anuais) Programa Nacional de Produtos da Sociobiodiversidade ESTADUAL Programa Plurianual (PPA) Política Estadual do Extrativismo (Decreto 1001, de )
23 Perfil Extrativismo 34 milhões de hectares de florestas públicas destinadas (estadual e federal) em mãos de comunidades Pará representa 35-40% do extrativismo Brasil (valores da produção) Movimenta cerca U$ 800 milhões de dólares Pelo menos100 mil famílias envolvidas Manutenção dos recursos florestais
24 Florestas Públicas Estaduais Destinadas Comunidades no Pará Tipo Área (ha) % PEAX Camutá do Pucuruí ,832 ha PEAS ,850 50,67 PEAX Aruã ,094 ha PEAX Vista Alegre 5.719,090 ha PEAX Majari I ,200 ha PEAS Borba Gato 8.509,634 ha RDS Alcobaça ,779 ha PEAEX ,479 12,83 RDS ,733 36,51 RDS Pucuruí-Ararão ,954 ha TOTAL ,062100,00 PEAEX PEAS RDS 36% 51% 13%
25 Florestas Públicas Dest. Comunidades no Pará (milhões) Área Tipo % (ha) Federal 34,2 99,5 Estadual 0,2 0,5 TOTAL
26 E X T R A T I V I S M O 1 Estudos de Mercado Produtos Extrativistas 2- Fomento a estruturação de empreendimentos (Visão de cadeias produtivas) 3 Fomento a iniciativas econômicas extrativista ( assessoramento técnico + investimentos) 4 Fortalecimento Organizações Representativas (autonomia e gestão social) 5 Elaboração de Planos de Uso (território e recursos) Políticas Públicas Federal e Estadual
27 REFLEXÕES FINAIS
28 A produção de madeira Florestas Naturais Florestas públicas passíveis de concessão: suficientes para suprir a capacidade instalada das indústrias. Concessão é forma de acesso legal aos recursos florestais e deve ser acelerada Alto desperdício: 1 m3 expl/3 resíduos; rendimento 42% Limite de DMC (DAP > 55cm): restringe intensidade de exploração e uso novas espécies Certificação florestal é necessário Áreas Concessões X Áreas Comunitárias
29 Considerações Cont Manejo Florestal Comunitário e Familiar Aspectos legais e normativos Reconhecimento de Estoques (Inventário RN) Aspectos técnicos (melhorar capacidade operativa e de gestão) Aspectos institucionais (Arranjos institucionais e produtivos)
30 Considerações Cont Indústria (política industrial) modernizar parque industrial, novos produtos Verticalização: APLs Incentivos Crédito L â m inas d e p a ricá D o n E liseu Infraestrutura e logística Instrumentos de Gestão: Plano Safra Florestal
31 Considerações Cont As políticas públicas (ZEE, PAS, Lei de Gestão de Florestas Públicas, Distritos Florestais ) são marcos para um novo modelo de desenvolvimento florestal Só isso não é suficiente. Queremos apenas legalizar o uso da madeira? Ou queremos uma nova relação para o desenvolvimento? Necesidade de uma Política de Desenvolvimento Florestal Além de políticas integradas.
32 ESTADO DO PARÁ GESTÃO FLORESTAL Equilibrar o Clima Conservar a biodiversidade Manejar a Floresta Gerar emprego e renda GRATO! [email protected]
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