INSERÇÃO DA TEMÁTICA GEODIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO
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- Luiz Eduardo Chaplin Coimbra
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1 INSERÇÃO DA TEMÁTICA GEODIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO Antonio Liccardo 1, Carla Pimentel 2, Gilson Guimarães 3, Samara Alessi 4, Kleverson Maieski 5 1,2,3,4,5 Departamento de Geociências Universidade Estadual de Ponta Grossa [email protected] RESUMO: A partir do projeto de extensão Geodiversidade na Educação, criado na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e vinculado aos cursos de Geografiacaracterizado inicialmente por uma mostra de materiais geológicos- visou-se a inserção desta temática nos níveis escolares fundamental, médio e superior, fundamentando-se nos conceitos de educação não formal, à semelhança de museus didáticos. Entre as metas do projeto, a ampla divulgação e a possibilidade de acesso às informações em meio físico e virtual receberam a maior ênfase. Consolidadas a montagem e a visitação na exposição, algumas ações foram implantadas para otimização do processo de inserção. Nas vitrines foram implantados códigos QR que conectam as amostras com o referencial teórico do portal virtual ( por meio de smartphones. Vários materiais didáticos vêm sendo elaborados para uma maior interação entre alunos de licenciatura que participam do projeto, os professores das escolas e os alunos visitantes. Entre estas ações estratégicas, destacaram-se: a criação e manutenção do website com repositório virtual; a publicação de um livro (Geodiversidade na Educação) que também é disponibilizado integralmente no site; a publicação de uma cartilha de mineralogia como o primeiro número de uma série; a criação de um vídeo explicativo de mineralogia disponibilizado no site e conectado à cartilha pelo código QR; a criação de um kit de identificação de minerais um minilaboratório portátil com amostras e equipamentos, também conectado com o vídeo e a cartilha pelo código QR; uma maquete do Paraná (2,0 m x 1,2 m) correlacionando a geomorfologia do estado com a geologia e suas rochas mais comuns; 25 painéis geodidáticos (1,20 m x 0,80 m) com conteúdos específicos sobre os principais geossítios do Paraná, implantados na área de exposição e também disponibilizados no site. Entre os resultados acumulados nos cinco anos de existência deste projeto, os mais notáveis são: em média, a presença de 2 mil visitantes/ano na mostra e 40 mil visitas/ano no ambiente virtual; a formação especializada de 20 alunos de Licenciatura em Geografia (presencial) que atuaram como monitores ou estagiários desde o início das atividades; 200 minilaboratórios portáteis de mineralogia foram repassados ao curso de Licenciatura em Geografia do Ensino à Distância da UEPG e serão utilizados por futuros docentes; a valorização e o contínuo crescimento de um acervo geológico que já se tornou referência regional; a apropriação dos conceitos de território e conhecimento de seu substrato por parte dos visitantes. A expectativa é de que a disponibilização máxima destes conteúdos, ligados ao atrativo estético em que a mostra acabou se constituindo, possa inserir com mais eficiência a discussão da geodiversidade na geografia em todos os níveis de educação formal. PALAVRAS CHAVE: geodiversidade; educação; museu
2 1 - INTRODUÇÃO Desde 2011, vem funcionando o projeto de extensão Geodiversidade na Educação na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) vinculado aos cursos de Geografia (Licenciatura, Bacharelado e EAD), que tem a intenção de divulgar conteúdos de geociências para a comunidade e principalmente para estudantes dos níveis fundamental, médio e superior. A geodiversidade ainda é um tema bastante desconhecido do público geral, assim como dos alunos de geografia no primeiro ano do curso. No entanto, esta é uma temática emergente nos cursos de Geografia e Geologia pelo Brasil e é importante como fundamento para discussões ambientais e de planejamento territorial. Além das aulas de geologia geral e disciplinas correlatas, que são ministradas no currículo de vários cursos na UEPG, o projeto buscou uma ampla inserção do conteúdo geocientífico, aumentando o contato de alunos e público leigo com os materiais geológicos por meio de uma exposição. Apesar de estar inserida no ambiente universitário (saguão e áreas de passagem do Bloco de Ciências Exatas e Naturais) a exposição é um exemplo de educação não formal (BIANCONI e CARUSO, 2005; ARANTES, 2008; OLIVEIRA e GASTAL, 2009; LICCARDO e PIMENTEL in LICCARDO e GUIMARÃES, 2014), eventualmente complementando as atividades de aula. Na evolução deste projeto, os principais pontos de mudança considerados estratégicos ocorreram quando: 1- Visitas externas à universidade foram agendadas e receberam monitoria de alunos de Licenciatura e Bacharelado em Geografia; 2 Livro e cartilhas foram publicados a partir do conteúdo da exposição; 3 Um website foi criado e passou a disponibilizar conteúdos de referência específicos de cada temática abordada; 4 Códigos QR foram implantados nas vitrines da exposição, conectando as amostras com o site; 5 Materiais didáticos, como um minilaboratório de mineralogia, foram criados e divulgados; 6 Vídeos, do estilo aula-documentário, foram produzidos para
3 disponibilização no site; 7 O minilaboratório de mineralogia foi inserido no programa de ensino à distância da UEPG em caráter experimental. Ao tentar despertar o interesse e discutir geociências com os públicos recebidos procura-se, também, sensibilizá-los quanto aos cuidados com patrimônio natural e a geodiversidade, além de buscar uma abertura de horizontes e conscientização para a educação ambiental e patrimonial. A proposta visa um desenvolvimento cultural do visitante, em última instância. 2 METODOLOGIA O primeiro passo adotado no projeto Geodiversidade na Educação foi a montagem de uma exposição em áreas de passagem da UEPG, já que não havia um espaço próprio para acomodação do acervo de rochas, minerais, fósseis, meteoritos, etc. (Figura 1). Esta locação apresentou uma vantagem, à medida que o público passante já é o usuário principal, com tempo e disponibilidade variáveis típicos de mecanismos de educação não formal (LICCARDO E PIMENTEL, 2014). Nas palavras de Falk e Dierking (2002), a estratégia é provocar uma aprendizagem por livre escolha (freechoice learning). Significa oferecer a estudantes e outros interessados, conteúdo suficiente e autoexplicativo sobre geociências para que possam aprender por seus próprios caminhos.
4 Figura 1 Exemplo de nicho temático da exposição, com materiais dispostos em áreas de passagem. Cerca de 1200 amostras de cunho geocientífico foram dispostas em nichos com diferentes temáticas (Mineralogia, Paleontologia, Arqueologia, Gemologia, Rochas ígneas, sedimentares e metamórficas, Aplicação de Materiais Geológicos, Geodiversidade e Meteoritos), com etiquetas informativas e comunicação visual adequada em painéis. Além disso, mapas e uma maquete com a geomorfologia e a geologia do Paraná (2,00 x 1,20 m) também foram dispostos em locais de destaque do saguão. Assim que instalada, a exposição atraiu a presença de grupos visitantes externos à UEPG, levando à necessidade de monitoria e criação de um roteiro explicativo, com conteúdo adaptado aos diferentes perfis de visitantes.
5 Figura 2 Maquete do Paraná com conteúdos de geomorfologia e geologia associados é um dos aspectos que exercem maior atratividade na exposição. Apesar da intensa visitação recebida (já foram agendados grupos de até 100 pessoas), ficou evidente a necessidade de ampliar o alcance do conteúdo teórico associado às amostras. Com este objetivo foi publicado o livro Geodiversidade na Educação (LICCARDO E GUIMARÃES, 2014) que buscou dar suporte teórico à exposição, consolidando seu caminhamento didático (Figura 3a). Também com o mesmo escopo, foi criado o website (Figura 3b), que apresenta o projeto e disponibiliza conteúdos selecionados ou criados pela equipe participante buscando a difusão do conhecimento. O site reúne todos os conteúdos da exposição explicados de maneira simplificada, além de oferecer aulas, artigos de apoio e e-books gratuitos incluindo o livro explicativo do projeto e cartilha (LICCARDO E GUIMARÃES, 2014, LICCARDO et al. 2016), para um possível desenvolvimento autodidata.
6 Figura 3 A - Capa do livro dedicado ao conteúdo da exposição, que apresenta 12 temáticas em 136 páginas ilustradas. B - Imagem da página de abertura do website que oferece um ambiente virtual de acesso ao conhecimento geocientífico. Com base nas carências identificadas em grupos escolares variados e a partir do intercâmbio com os professores responsáveis pelos grupos, verificou-se que uma das principais dificuldades em se desenvolver estes conteúdos nas escolas era uma absoluta falta de laboratórios ou amostras geocientíficas adequadas. Esta é uma opinião compartilhada por Bourotte et al. (2014), que desenvolveram um kit de areias com o mesmo objetivo de introduzir tais assuntos no ensino médio. Neste sentido, buscou-se suprir uma destas lacunas criando-se conjuntos de amostras que oferecessem custos acessíveis, portabilidade e fácil manuseio. Um destes materiais é o minilaboratório portátil de mineralogia (ou kit de mineralogia), que se apresenta em organizador plástico com 12 amostras de minerais e equipamentos de testes, como ímã, lupa, canivete, minilanterna com luz negra, placas de vidro e porcelana (Figura 4). Além disso, acompanha uma cartilha impressa de 28 páginas com as propriedades dos minerais e informações básicas para o reconhecimento. Tanto a cartilha quanto a própria caixa recebem o código QR que permite a conexão com o tema correspondente no site e uma vídeo-aula de 13 minutos sobre este contexto.
7 Figura 4 - Minilaboratório portátil de mineralogia e cartilha. Exemplo de materiais desenvolvidos para ensino e divulgação do conhecimento de geociências, conectável pelo código QR ao site por meio de smartphones ou dispositivos interativos como os óculos Google Glass. 3 - RESULTADOS PRELIMINARES Já com cinco anos de existência, o projeto demonstra alguns resultados mensuráveis. A exposição conta com a presença de 2 mil visitantes/ano em média, vindos de escolas, universidades e outras instituições com interesses em geoturismo, geoconservação e educação não formal, além dos incontáveis passantes do bloco que, frequentemente, são observados fazendo uma pausa para contemplar as amostras e conteúdos expostos. De 2011 a 2016, estima-se que entre 8 e 9 mil pessoas acessaram a exposição física de geodiversidade. Neste ínterim, 20 alunos do curso de Licenciatura em Geografia e 3 de Bacharelado em Geografia participaram como monitores/estagiários do projeto, recebendo públicos diversos e desenvolvendo o diálogo com públicos diversos.
8 Avaliações preliminares indicaram a validade desta experiência como formação paralela para a futura prática docente, no caso dos alunos da licenciatura. Outro ganho deste projeto foi uma integração da Geografia com outros cursos, como Química, Física e Engenharia de Materiais, inclusive com produção de pesquisas a partir de amostras da exposição. No ambiente virtual, o website geocultura.net apresenta um aumento constante na visitação, facilmente mensurável por relatórios do provedor. De agosto de 2014 a junho de 2016, aproximadamente 80 mil visitantes acessaram o website, com média de ao mês. No entanto, nos últimos seis meses registra-se um número sempre maior que 6 mil visitantes ao mês, o que aponta um rápido crescimento de visibilidade. A visitação originada em outros países, principalmente lusófonos, como Cabo Verde, Moçambique e Portugal, e o caminho de navegação seguido por estes usuários indica o caráter didático deste conteúdo. Os dados sugerem um grande potencial deste tema, a importância e necessidade em divulgá-lo e o meio virtual como importante ferramenta de acessibilidade, não obstante a experiência da visitação física seja considerada, sempre que possível, prioritária. A oferta de suporte didático, entre e-books, vídeos, publicações e materiais teóricos selecionados, propõe uma facilitação de acesso e constante ampliação de conteúdo disponível para professores, estudantes e usuários em geral. A inserção do kit de mineralogia nas escolas é ainda um desafio, já que o resultado apresenta um custo que necessita de mecanismos para um suporte financeiro contínuo. No entanto, em parceria com o Núcleo de Ensino à Distância (NUTEAD) da UEPG, foram repassados 200 minilaboratórios portáteis de mineralogia ao curso de Licenciatura em Geografia do Ensino à Distância e serão, possivelmente, utilizados por futuros docentes, que contarão com a oferta de conteúdo constantemente atualizada do site. Em termos de Educação Patrimonial, a visibilidade do projeto subsidia uma valorização de um importante acervo geocientífico, em contínuo crescimento, graças a doações de pesquisadores e do público, por já ter se tornado referência regional. A consolidação da exposição tem conduzido estudantes e visitante à apropriação de conceitos ligados a seu território e conhecimento da geodiversidade como parte
9 fundamental das questões ambientais, juntamente com a biodiversidade e suas relações com a sociedade. As perspectivas de desenvolvimento nesta estratégia contemplam, ainda, a criação de um museu virtual para aproximar a experiência a partir do acesso remoto da sensação física da exposição, além da edição de mais cartilhas com outros minilaboratórios portáteis (rochas, fósseis...). A expectativa é de que a disponibilização máxima destes conteúdos, ligados ao atrativo estético que a mostra acabou se constituindo, possa inserir com mais eficiência a discussão da geodiversidade na geografia em todos os níveis de educação formal. 4 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARANTES, V. A. Educação formal e não formal. São Paulo: Summus, BIANCONI, M.L.; CARUSO F. Apresentação educação não formal. Ciência e Cultura, vol. 57 no. 4, São Paulo BOUROTTE, C.L.M.; TOLEDO, M.C.M.; DULEBA, W; ARAMAQUI G.T.; CAMPOS, L.G.D.; VIANA P.J. Kit Didático da rocha ao grão...de areia. Terrae Didatica 10-3: FALK, J. & DIERKING, L. D. Lessons Without Limit how free-choice learning is transforming education. Altamira Press, California, LICCARDO, A; GUIMARÃES, G. B. (Orgs). Geodiversidade na Educação. Ponta Grossa: Estúdio Texto, p. LICCARDO, A.; GUIMARÃES, G. B.; PIMENTEL, C. S. (Orgs). Minerais Características e Principais Propriedades. Ponta Grossa: Estúdio Texto, p. OLIVEIRA R.I.R & GASTAL M.L.A. Educação formal fora da sala de aula olhares sobre o ensino de ciências utilizando espaços não-formais. Anais do VII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS. Florianópolis, SC
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