MUNICIPIODE MODELO CNPJ /
|
|
|
- Mafalda Figueiroa Carlos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LEI MUNICIPAL Nº 2167/2014 DE 06 DE NOVEMBRO DE DISPÕE SOBRE A APROVAÇÃO DAS NORMAS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE MODELO SC, CONFORME ESPECIFICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. RICARDO LUIS MALDANER, Prefeito Municipal de Modelo SC, no uso de suas atribuições legais e regimentais e especialmente tendo em vista o disposto na Lei Federal n. 8842, de 04/01/94, FAZ SABER, que a Câmara de Vereadores de Modelo SC,votou, aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Ficam aprovadas as normas para a Educação Especial do Sistema Municipal de Ensino de Modelo SC, de conformidade com as disposições da Resolução COMED (Conselho Municipal da Educação), nº 001 de 2014, anexo integrante desta Lei. Art. 2º - As despesas decorrentes da aplicação desta Lei estão consignadas no orçamento vigente e subsequente. Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de publicação desta Lei. Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Modelo SC, aos 06 de novembro de RICARDO LUIS MALDANER PREFEITO MUNICIPAL Registrada e Publicada na data supra: JANICE MARTINI MULLER CONTADORA
2 RESOLUÇÃO COMED Nº 001 de 2014 Fixa normas para a Educação Especial do Sistema Municipal de Ensino de Modelo. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE Modelo, no uso de suas atribuições legais, considerando o disposto no Decreto n 3.956, de 08 de outubro de 2001, na Resolução CNE/CEB N 02, de 11 de setembro de 2001, Lei Nº , de 24 de abril de 2002, Decreto 5296/08, Decreto Nº de 22 de dezembro 2005, Decreto Nº. 186 de 09 de julho de 2008, Decreto 6571/08, Decreto 6949/09, Resolução CNE/CEB Nº 4 de 02 de outubro de 2009, Decreto 7611/11, Lei 12796/13 Resolução CNE/CEB 04/10, Lei Municipal 1321/97 e Resolução Municipal 001/2000. R E S O L V E: CAPÍTULO I DOS PRINCIPIOS E FINALIDADES Art. 1º A Educação Especial integra o Sistema Municipal de Ensino de Modelo, caracterizada como modalidade que demanda um conjunto de procedimentos e recursos específicos que visam ao ensino, à prevenção e à reabilitação da pessoa com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e transtornos funcionais específicos. Art. 2º As pessoas de que trata esta Resolução são aquelas diagnosticadas com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e transtornos funcionais específicos. 1 A pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial que em interação com diversas barreiras podem ter restringida sua participação plena e efetiva nas instituições educativas e na sociedade. As deficiências podem ser: I. Deficiência Sensorial: a) Deficiência auditiva (surdez) é a perda parcial ou total, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala através do ouvido. A mensuração é feita através de avaliações que comprovem perda bilateral de 25 decibéis (db) ou mais, resultante da média aritmética do audiograma, aferida nas frequências de 500 Hertz (Hz), Hz, Hz, Hz, Hz; variando de acordo com o nível ou acuidade auditiva da seguinte forma: 1 Leve: perda auditiva de 25 a 40 db; 2 Moderada: perda auditiva de 41 a 70 db; 3 Severa: perda auditiva de 71 a 90 db; 4 Profunda: perda auditiva acima de 91 db. b) Deficiência Visual é a redução ou perda total da capacidade de ver com o melhor olho e após a melhor correção óptica. Classifica-se em: 1 cegueira é a perda total ou o resíduo mínimo de visão que leva a pessoa a necessitar do Sistema Braille como meio de leitura e escrita; 2 baixa visão é o comprometimento do funcionamento visual de ambos os olhos, mesmo após tratamento ou correção óptica, mantendo um resíduo visual. c) Surdocegueira É uma deficiência única, com graves perdas visual e auditiva combinadas. Essa condição leva a pessoa surdacega a ter necessidade de formas específicas de comunicação, para ter acesso a educação, lazer, trabalho, vida social, entre outros. A surdocegueira pode ser subdividida em quatro categorias: 1 Indivíduos que eram cegos e se tornaram surdos; 2 Indivíduos que eram surdos e se tornaram cegos;
3 3 Indivíduos que se tornaram surdocegos; 4 Indivíduos que nasceram ou adquiriram surdocegueira precocemente, ou seja, não tiveram a oportunidade de desenvolver linguagem, habilidades comunicativas ou cognitivas nem base conceitual sobre a qual possam construir uma compreensão de mundo. II. Deficiência Física é a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paresia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou a ausência de membros, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. III. Deficiência Intelectual (mental) se caracteriza por comprometimento cognitivo relacionado com o intelecto teórico (capacidade para utilização das formas lógicas de pensamento conceitual) que também pode se manifestar no intelecto prático (capacidade para resolver problemas de ordem prática de modo racional) que ocorre no período de desenvolvimento, ou seja, até os 18 anos de idade. IV. Deficiência Múltipla é associação de duas ou mais deficiências primárias, sejam elas na área mental, visual, auditiva ou física. 2º A pessoa com transtornos globais de desenvolvimento é aquela que apresenta alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesse e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Inclui-se nesse grupo pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo, Síndrome de Rett, Transtorno Desintegrativo da Infância (psicoses) e Transtornos Invasivos sem outra especificação. 3º A pessoa com transtornos funcionais específicos é aquela que apresenta: dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtornos de déficit de atenção e hiperatividade. Nestes casos e outros, que implicam em transtornos funcionais específicos, a educação especial atua de forma articulada com o ensino comum, orientando para o atendimento às necessidades educacionais especiais desses alunos. Parágrafo único - Transtorno hipercinético ou do déficit de atenção por hiperatividade/impulsividade se caracteriza pela combinação de comportamento hiperativo com desatenção marcante. 4º A pessoa com altas habilidades/superdotação é aquela que demonstra potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes. Também apresenta elevada criatividade, grande envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse. Art. 3º A Educação Especial fundamenta-se no princípio básico da inclusão das pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, transtornos funcionais específicos e altas habilidades, utilizando-se da contribuição de pesquisas científicas, de novas tecnologias e processos pedagógicos que favoreçam a participação na sociedade. Art. 4º A Educação Especial, no âmbito do Sistema Municipal de Ensino, deve ser compreendida como uma modalidade transversalizada nos níveis de ensino, etapas e modalidades da Educação Básica, organizada para apoiar, complementar e suplementar a aprendizagem dos alunos de que trata essa Resolução. CAPÍTULO II DOS RECURSOS E SERVIÇOS Art. 5º As instituições de ensino disponibilizarão, quando necessário: 1º Segundo Professor Bilíngüe professor ouvinte com fluência em Língua Portuguesa e LIBRAS para atuar junto às turmas de; I Educação Infantil; II Anos Iniciais do Ensino Fundamental; 2º Professor bilíngue professor ouvinte com fluência em Língua Portuguesa e LIBRAS para atuar em: I Sala de Recursos Multifuncional 3º Professor Instrutor da Língua Brasileira de Sinais preferencialmente surdo com fluência em LIBRAS para atuar no Atendimento Educacional Especializado, no ensino de
4 LIBRAS para os alunos ouvintes e para atuar na formação de professores da Rede Regular de Ensino. 4º Segundo Professor em Turma professor com habilitação em Licenciatura Educação Especial ou Pedagogia Educação Especial ou Pedagogia com complementação em Educação Especial ou Pedagogia (Educação Infantil e/ou Ensino Fundamental) que atuará com o professor regente nas turmas onde exista matrícula de alunos da Educação Especial considerando a funcionalidade do aluno, mediante diagnóstico clínico, psicológico e parecer pedagógico, nos casos de: I. Transtornos globais de desenvolvimento; II. Deficiência Múltipla; III. Surdocegueira; IV. Deficiência Mental Moderada a Severa com dependência em atividades de vida prática. 5º Professor Estagiário - cursando Licenciatura Educação Especial ou cursando Pedagogia séries Iniciais ou Educação Infantil para atuar como apoio ao professor regente, após análise e deliberação da Secretaria de Educação considerando a funcionalidade do aluno, mediante diagnóstico clínico, psicológico e parecer pedagógico, nos casos de: I TDAH Transtornos de Déficit de Atenção e Hiperatividade com sintomatologia exacerbada; II Deficiência Física com sérios comprometimentos motores e dependência em atividades de vida prática; 6º Sala de Recursos Multifuncionais nos termos do Decreto Nº de 17 de setembro de 2008 e da Resolução do CNE/CEB Nº 4 de 2 de outubro de 2009, oferecendo ao aluno Atendimento Educacional Especializado no contra turno do ensino comum e assessoramento sistemático às Instituições de Ensino, para atender a rede municipal de ensino, com previsão e provisão de recursos para deslocamento do profissional entre as unidades escolares. Parágrafo único o aluno com TDAH também se beneficiará do Atendimento Educacional Especializado da sala de recursos multifuncional. 7º Serviço de Atendimento Educacional Especializado através das instituições de Educação Especial conveniadas com o Município para atender os alunos com deficiência mental moderada a severa e autismo. Art. 6º Nas turmas em que houver concentração de crianças com deficiências, comprovada por diagnóstico, e que não couber o segundo professor, a Secretaria de Educação avaliará e, se comprovada à necessidade, far-se-á redução do número de alunos. Art. 7º Casos não previstos no Artigo 5º do Capítulo II, da presente Resolução serão analisados e encaminhados pela Secretaria Municipal de Educação. CAPÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR, DA AVALIAÇÃO E TERMINALIDADE SEÇÃO I DO CURRÍCULO Art. 8º O Sistema Municipal de Ensino deve garantir adequações curriculares, previstas no Projeto Político Pedagógico das Instituições de Ensino, para contemplar a diversidade
5 acadêmica dos alunos, entre eles o público alvo da educação especial, promovendo o acesso e permanência com qualidade dos alunos na rede regular de ensino. 1º As adequações curriculares envolvem a utilização de recursos especializados, flexibilização das metodologias de ensino, dos planejamentos, da organização didática para atender a diversidade de todos os alunos. 2º As adequações curriculares quanto à temporalidade, avaliação e terminalidade, para serem efetivadas pelas unidades educativas do Sistema Municipal de Ensino, dependem de legislação específica e parecer técnico da Secretaria Municipal da Educação. I. A temporalidade refere-se ao ajuste de permanência do aluno na mesma série, sem que se caracterize retenção. No caso de alunos com altas habilidades/superdotação, poderá haver aceleração de estudos a fim de concluir o curso em menor tempo. SEÇÃO II DA AVALIAÇÃO E TERMINALIDADE Art. 9º A avaliação do processo ensino e aprendizagem deverão contemplar adequações de instrumentos e procedimentos que atendam a diversidade dos alunos. Art. 10 Terminalidade Específica as Instituições de Ensino devem assegurar a terminalidade específica, para os alunos que em virtude de suas deficiências ou transtornos não puderem atingir os níveis exigidos. Aplica-se a terminalidade específica para os alunos, mediante Declaração de Conclusão de Terminalidade Específica da série, nível ou modalidade, com relato descritivo das competências desenvolvidas durante sua permanência na Educação Básica. 1º A Declaração de Conclusão de Terminalidade Específica da série, nível ou modalidade, para os referidos alunos, difere do Certificado de Conclusão do Ensino Fundamental, uma vez que o mesmo destina-se a identificar o nível de conhecimento alcançado pelo aluno, possibilitando novas alternativas educacionais, tais como o encaminhamento para cursos de Educação Profissional de nível básico, independentemente de escolaridade prévia, além dos cursos de nível técnico e tecnológico e a possibilidade de serem beneficiados com a qualificação para o exercício de funções demandadas no mundo do trabalho. 2 º Aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os alunos com altas habilidades/superdotação. CAPÍTULO IV DO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO Art. 11 A Educação Especial, no âmbito dos Centros de Atendimento Educacional Especializado em Educação Especial CAESP deve ser compreendida como Programas Pedagógicos, Reabilitatório, Profissionalizante e de Assistência Sociais voltados ao atendimento das necessidades dos alunos. Parágrafo Único. Para o atendimento nos CAESPs, dos alunos de que trata essa Resolução é necessária avaliação diagnóstica realizada pelas instituições. Art. 12 O Município, através da Secretaria Municipal de Educação, disponibilizará, de forma indireta mediante os Centros de Atendimento Educacional Especializado em Educação Especial e diretamente na Rede Municipal de Ensino, serviços de educação especial para apoiar, complementar ou suplementar a aprendizagem dos alunos de que trata esta Resolução. 1º Sala de Recursos Multifuncionais, que objetiva o Atendimento Educacional Especializado (AEE), com função complementar ou suplementar à formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para a sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.
6 Parágrafo único para os alunos com transtornos funcionais específicos, os atendimentos especializados serão oferecidos pela Secretaria de Saúde. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 13 A assessoria e supervisão das Salas de Recursos Multifuncionais serão efetuadas pela Secretaria Municipal de Educação. Art. 14 Os serviços de Educação Especial não substituem o ensino obrigatório oferecido pela rede regular de ensino. Art. 15 A implantação das Salas de Recursos Multifuncionais nas Instituições de Ensino da Rede Municipal de Ensino dependerá de autorização da Secretaria Municipal de Educação. Art. 16 A liberação do apoio na sala de aula e a inclusão na Sala de Recursos Multifuncional se darão mediante a análise de funcionalidade do educando X diagnóstico, feito pelos profissionais da Secretaria Municipal de Educação em parceria com os profissionais do CAESP. Parágrafo único entendem-se por funcionalidade,um termo que engloba todas as funções corporais e cognitivas, atividades e participação do aluno no espaço escolar em relação a aprendizagem, independente do diagnóstico atribuído a ele. Art. 17 A Política de Educação Especial para o Município de Modelo, deverá contar com o compartilhamento de responsabilidades das áreas da saúde, assistência social e infraestrutura. Art. 18 O Poder Público para efetivar suas ações, na área da Educação Especial, através da Secretaria Municipal de Educação promoverá a articulação com as demais Secretarias Municipais, órgãos federais e empresas ou organismos nacionais e internacionais. Art. 19 Os profissionais que atuam na Educação Especial deverão ter habilitação em Educação Especial e/ou Pedagogia (Educação Infantil e Ensino Fundamental) e estar qualificados para o exercício da função e permanentemente atualizados. 1º Os profissionais que atuam na Sala de Recursos Multifuncionais deverão ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e especialização em Atendimento Educacional Especializado. 2º A Secretaria de Educação promoverá, na forma da legislação vigente, podendo ser em parceria com outras instituições, a capacitação dos recursos humanos para o exercício da Educação Especial. Art. 20 As instituições educativas pertencentes ao Sistema Municipal de Ensino deverão adequar-se para a acessibilidade e atendimento às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida nos termos da Norma Brasileira 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT e Decreto Nº 5296 de 2 de dezembro de Art. 21 As diretrizes de funcionamento de cada serviço de apoio à educação especial e o papel de cada profissional da educação especial estará definido em documento próprio. Art. 22 Os casos omissos nesta Resolução serão resolvidos pela Secretaria Municipal de Educação mediante consulta ao Conselho Municipal de Educação. Art. 23 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação revogando as disposições em contrário. CONSELHEIROS: JANETE TOSETO JUSSANE M. T. FRANDOLOSO
7 ELIANE F..H. CHAVES SIRLEI MARINS SILVAINHA KREUTZ ELIANA KOTHE DULCE REINEHR ILIANA CASAGRANDE LUCIA FRANDOLOSO DANIELA MARINS LOVANI BARON ROSANE FERRONATTO SIMONE SPIER HELENA WERLANG NILVA FATIMA ALLEBRANDT Presidente do Conselho Municipal de Educação COMED/Modelo
Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial
Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial DIRETRIZES OPERACIONAIS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA EDUCAÇÃO BÁSICA O Ministério da Educação, por intermédio
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva Instituto Paradigma O Instituto Paradigma é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), dedicada a desenvolver e implementar projetos nas
PARECER DOS RECURSOS
01) As definições do público alvo para a educação especial devem ser contextualizadas e não se esgotam na mera categorização e especificações atribuídas a um quadro de deficiência, transtornos, distúrbios
20 EDUCAÇÃO ESPECIAL
EDUCAÇÃO ESPECIAL 20 21 EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA INCLUSIVA A Educação Especial, de acordo com a legislação brasileira, é uma modalidade de ensino transversal, que perpassa todos os níveis de ensino
:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:
:: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual
Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires
Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Resolução Nº 02, de 14 de julho de 2010. Regulamenta implementação, no Sistema Municipal de Ensino, do disposto na Resolução
GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Atendimento Educacional Especializado (AEE) O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço da Educação Especial que organiza atividades, recursos pedagógicos
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE Edital nº 001/2014 SELEÇÃO DE REPRESENTANTES DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA PARA COMPOR O COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE
II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras
II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP Material das Palestras II Encontro MPSP e MEC Educação Inclusiva MARCOS LEGAIS CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 208. O dever do Estado com a educação
Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes
Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes Instituto Municipal Helena Antipoff Educação Especial no Município do Rio de
RESOLUÇÃO Nº 07/2015. O Conselho Municipal de Educação - CME, no uso de suas competências e considerando:
RESOLUÇÃO Nº 07/2015. Estabelece normas para Educação Especial na perspectiva de educação inclusiva para Alunos com necessidades educacionais especiais durante o período escolar em todas as etapas e modalidades
IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES
ANEXO III LAUDO DE COMPROVAÇÃO DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA E/OU VISUAL Serviço Médico/Unidade de Saúde: CNES: IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE E DADOS COMPLEMENTARES Nome: Data de Nascimento: / / Sexo: Feminino
RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e;
RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011 Institui os procedimentos e orientações para Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Sistema Municipal de Ensino de Manaus. O CONSELHO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Inclusão A concepção da inclusão educacional expressa o conceito
Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação
Deficiência Deficiência Estabelecidos pelo Decreto Federal 3.298 de 20 de dezembro de 1999 (art. 3º, I e 4 ), que foi alterado pelo Decreto 5.296 de 02 de dezembro de 2004. É todo e qualquer comprometimento
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Constituição Federal/88 Artigo 208, III - atendimento preferencialmente
DOCUMENTO ORIENTADOR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE FLORIANÓPOLIS
DOCUMENTO ORIENTADOR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE FLORIANÓPOLIS A Educação Especial da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis/SC visa garantir as condições de o aluno, com deficiência
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO FARROUPILHA-RS
11-12-1934 FARROUPILHA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO FARROUPILHA-RS RESOLUÇÃO nº 04, de 10 de DEZEMBRO de 2009. Institui parâmetros para a oferta da Educação Especial no Sistema Municipal de Ensino. O
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. Marizete Almeida Müller
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AEE Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva - SEESP/MEC (2008) CONCEITO É um serviço da educação
CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2014 GLOSSÁRIO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Organização do Atendimento Educacional Especializado nas Salas de Recursos Multifuncionais
Organização do Atendimento Educacional Especializado nas Salas de Recursos Multifuncionais Fonte: MEC/SEE - Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva O que é a Educação
Portaria 002/2012. O Secretário Municipal de Educação, no uso de suas atribuições, e considerando os preceitos legais que regem a Educação Especial:
Portaria 002/2012 Estabelece normas para o exercício dos profissionais do magistério, detentores dos cargos de Agentes de Apoio em Educação Especial, de natureza pedagógica e as de cuidar, no Atendimento
LEI N 511, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009.
Pág. 1 de 7 LEI N 511, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009. CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL ACRE, no uso das atribuições
RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005
RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005 Aprova o Programa de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais da Universidade do Contestado-UnC O Reitor da Universidade do Contestado, no uso de suas atribuições,
POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO. Secretaria de Educação Especial/ MEC
POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO Secretaria de Educação Especial/ MEC Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva Objetivo Orientar os sistemas
Educação Especial. 5. O que é a Sala de Recursos Multifuncionais?
Educação Especial 1. Qual a definição de pessoa com deficiência? De acordo com a ONU, pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação
Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
Programa 1374 Desenvolvimento da Educação Especial Numero de Ações 16 Ações Orçamentárias 0511 Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Produto: Projeto apoiado UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento
Assunto: Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado
Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L 6º andar - Gabinete -CEP: 70047-900 Fone: (61) 2022 7635 FAX: (61) 2022 7667 NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 9/2010 Data:
Art. 1º A presente Resolução dispõe sobre a educação especial na educação básica no Estado de Minas Gerais e dá outras providências.
RESOLUÇÃO CEE Nº 460, de 12 de dezembro de 2013 Consolida normas sobre a Educação Especial na Educação Básica, no Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais, e dá outras providências O Presidente do Conselho
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira
LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA E O SISTEMA DE COTAS.
LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA E O SISTEMA DE COTAS. Entra em vigor nesse mês a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015, sancionada em julho e publicada
Pearson Education do Brasil. Orientações aos Municípios para Solicitação de. Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais
Pearson Education do Brasil Orientações aos Municípios para Solicitação de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais Outubro de 2012 Apresentação Este documento oferece orientações para que os gestores
GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
GOVERNO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE GESTÃO DE ENSINO SUPERINTENDÊNCIA PEDAGÓGICA DIRETORIA DE INTEGRAÇÃO EDUCACIONAL COORDENAÇÃO DE INCLUSÃO EDUCACIONAL GLOSSÁRIO
NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Especialização Modalidade: A distância
NOME DO CURSO: Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Especialização Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Nível
Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva (2008)
Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva (2008) Público-alvo da Educação Especial Alunos com: surdez deficiência física, intelectual cegueira, baixa visão, surdocegueira
CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades
EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas
EDUCAÇÃO ESPECIAL Metas Meta 4 (compatível com a meta do Plano Nacional de Educação) Meta 4: universalizar, para a população com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades
Especialização em Atendimento Educacional Especializado
Especialização em Atendimento Educacional Especializado 400 horas Escola Superior de Tecnologia e Educação de Rio Claro ASSER Rio Claro Objetivos do curso: De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, especialmente
INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED
INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED Estabelece critérios para o funcionamento da Classe Especial nas séries iniciais do Ensino Fundamental, na área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento. A Superintendente
REDE VIRTUAL INESPEC http://radioinespec2013.yolasite.com/
INSTITUTO INESPEC Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura REDE VIRTUAL INESPEC http://radioinespec2013.yolasite.com/ Dr. Fernando Augusto, 873 Bairro Santo Amaro, CEP 60.540.260. http://wwwestatutoinespec.blogspot.com/
RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
RESOLUÇÃO 003, de 06 de abril de 2006. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino Teresina. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA, no uso de suas atribuições
Estado de Santa Catarina CÂMARA MUNICIPAL DE PALHOÇA Setor de Expediente
PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 98/2012. NAEP. Dispõe sobre a criação do Núcleo de Atendimento Especializado da Rede Municipal de Ensino de Palhoça. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PALHOÇA, Estado de Santa Catarina,
C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN
C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 05 /2009 Fixa normas relativas à educação das pessoas com necessidades educacionais especiais no Sistema Municipal de Ensino do Natal/RN. O CONSELHO
Pesquisa sobre o perfil dos alunos com deficiência da PUC/SP Dezembro/2010
Pesquisa sobre o perfil dos alunos com deficiência da PUC/SP Dezembro/2010 As Instituições de Ensino Superior se vêem, cada vez mais, diante do desafio de criar estratégias eficazes que promovam a inclusão,
Lei Municipal Nº 172/2010 De 30 de Dezembro de 2010.
Lei Municipal Nº 172/2010 De 30 de Dezembro de 2010. Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, do Município de São Francisco do Conde - CMDPPD
MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Estabelece Normas Operacionais Complementares em conformidade com o Parecer CNE/CEB nº 06/2010, Resoluções CNE/CEB nº 02/2010
CHAMAMENTO ESCOLAS FEDERAIS, MUNICIPAIS E ESTADUAIS
CHAMAMENTO ESCOLAS FEDERAIS, MUNICIPAIS E ESTADUAIS POR QUE UM CURSO DE INCLUSÃO ESCOLAR? Uma equipe gestora comprometida e qualificada é componente fundamental para garantir o aprendizado dos alunos.
LEI N.º 4.013 de 17 de dezembro de 2010.
LEI N.º 4.013 de 17 de dezembro de 2010. O PREFEITO MUNICIPAL DE URUGUAIANA: Cria Cargos de Professor para os Níveis da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, de provimento efetivo, no Quadro de Pessoal
Orientações gerais: Aditamento dos Convênios
Orientações gerais: Aditamento dos Convênios Público-alvo Educandos com deficiência intelectual, deficiência múltipla ou com transtorno do espectro autista que necessitam de apoio permanente/pervasivo.
Conselho Brasileiro para Superdotação www.conbrasd.org
Conselho Brasileiro para Superdotação www.conbrasd.org Ofício Nº 05/2013 Ref. : Resolução CME/CEINC Nº 11, de 26/10/2011 Ao Conselho Municipal de Educação de São Leopoldo Ilma. Zaira Carina Corneli Presidenta
diversificadas do currículo da sala comum e de forma não substitutiva à escolarização.
DELIBERAÇÃO CME Nº 01/07 Fixa normas para a Educação Inclusiva no Sistema Municipal de Ensino de São José do Rio Preto. O Conselho Municipal de Educação, no uso de suas atribuições, com fundamento na Lei
EDUCAÇÃO ESPECIAL. Estratégias
EDUCAÇÃO ESPECIAL Metas Meta 4 (compatível com a meta do Plano Nacional de Educação) Meta 4: universalizar, para a população com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades
CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GUARUJÁ 2013 REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Artigo 1º - O Estágio
PERÍCIA É O EXAME, VISTORIA OU AVALIAÇÃO DE COISAS OU PESSOAS, MATÉRIA, COM A FINALIDADE DE DAR UM PARECER TÉCNICO E CONCLUSIVO.
A PERÍCIA E OS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE PERÍCIA MÉDICA PERÍCIA E JUSTIÇA SOCIAL Novembro de 2008 MARCO AURÉLIO DA SILVA CESAR PERÍCIA PERÍCIA É O EXAME, VISTORIA
Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada
Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Art. 1º Os Cursos ofertados pela Diretoria de Educação Continuada da Universidade Nove de Julho UNINOVE regem-se pela legislação vigente, pelo
CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
2006 N.º Despacho PROJETO DE LEI N.º 903/2006 RECONHECE A PESSOA COM AUTISMO COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA, PARA FINS DA FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO.
ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT
ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT Dispõe sobre os critérios para atribuição do professor articulador e professor da sala de recursos multifuncionais
Ministério da Educação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Convenção Sobre os Direitos it das Pessoas com Deficiência(ONU
A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar:
A Educação Bilíngüe Proposta de educação na qual o bilingüismo atua como possibilidade de integração do indivíduo ao meio sociocultural a que naturalmente pertence.(eulália Fernandes) 1 A Educação Bilíngüe»
PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO
PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 2597, DE 22 DE SETEMBRO DE 2003. Regulamenta a Lei n.º 8.160, de 31 de março de 2003, que dispõe sobre a Política Municipal de Atenção às Pessoas
Diretrizes Operacionais Referentes à Rede de Apoio à Inclusão. Gerência de Ensino Especial
Diretrizes Operacionais Referentes à Rede de Apoio à Inclusão Gerência de Ensino Especial I - Equipe multiprofissional Profissionais: psicólogo, fonoaudiólogo, assistente social. Lotação: Nos Centros de
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,
RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT.
RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Estadual de Ensino O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de atribuições que lhe confere os
11º GV - Vereador Floriano Pesaro
PROJETO DE LEI Nº 95/2011 Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento de Educação Especial, por meio do Programa INCLUI, instituído pelo Decreto nº 51.778, de 14 de setembro de 2010, e dá outras providências.
RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015.
RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015. O Magnífico Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas IFAM, neste ato como Presidente do Conselho Superior, órgão
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Estágio, pela sua natureza, é uma atividade curricular obrigatória,
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira
RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
RESOLUÇÃO CME/THE N 003 de 15 de abril 2010 Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Teresina e revoga a Resolução CME/THE Nº 003, de 06 de abril de 2006.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Diretoria de Políticas de Educação Especial
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Coordenação Geral de Políticas Pedagógicas de Educação Especial
CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2012. Manual do Usuário
1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR CENSO DA EDUCAÇÃO
R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.
RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus
INSTRUÇÃO Nº 015/2008 - SUED/SEED
INSTRUÇÃO Nº 015/2008 - SUED/SEED Estabelece critérios para o funcionamento da SALA DE RECURSOS para o Ensino Fundamental - séries iniciais, na área da Deficiência Mental/Intelectual e Transtornos Funcionais
Projeto de Lei N.º 013/2.014
Projeto de Lei N.º 013/2.014 Dispõe sobre exames de audiometria e oftalmológico para alunos da rede pública de ensino do Município de Jacutinga e dá outras providências JUSTIFICATIVA O presente Projeto
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA RESOLUÇÃO Nº 03/2011 Fixa normas para o Estágio Supervisionado em
Data: 10/05/2013 Assunto: Orientação à atuação dos Centros de AEE, na perspectiva da educação inclusiva
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4º andar, sala 412
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO COMISSÃO DE MINORIAS ÉTNICAS E SOCIAIS DELIBERAÇÃO Nº 291, DE 14 DE SETEMBRO DE 2004. Estabelece normas
Decreto Lei de LIBRAS
Decreto Lei de LIBRAS Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe
INSTRUÇÃO N.º 008/08- SUED/SEED
INSTRUÇÃO N.º 008/08- SUED/SEED Estabelece normas para atuação do profissional tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais - Libras/Língua Portuguesa - TILS nos Estabelecimentos de Ensino da rede
CLASSIFICAÇÃO EVOLUÇÃO DA LEGISLAÇÃO E DA TERMINOLOGIA CONSTITUIÇÕES ANTERIORES: - DESVALIDOS; - EXCEPCIONAIS. COMENTÁRIOS SOBRE
COMENTÁRIOS SOBRE A AVALIAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E INCAPACIDADES NA PERSPECTIVA DE UMA NOVA CLASSIFICAÇÃO NO BRASIL COORDENADORIA NACIONAL PARA INTEGRAÇÃO DA PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA CORDE
Acessibilidade à pessoa com deficiência
Acessibilidade à pessoa com deficiência V1.01 - Novembro de 2012 1. Sigla E-EQI-01 Sumário: Sigla Nome Conceituação Domínio Relevância Importância Estágio do Ciclo de Vida Método de Cálculo Definição de
O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica
O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE [email protected] 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus.
PROJETO DE LEI N º 280/2013 ESTADO DO AMAZONAS Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus. Art.
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS ESPECIAIS DE ENSINO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A Política
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS
Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE
Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007.
Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007. Altera na integra o texto da Lei nº. 334/2002, de 20 de Dezembro de 2002, que cria o Conselho Municipal de Educação e da outras providencias. Faço saber
TERMO DE REFERENCIA ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO OPERACIONAL REDE DE CUIDADOS A PESSOA COM DEFICIÊNCIA
TERMO DE REFERENCIA ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO OPERACIONAL REDE DE CUIDADOS A PESSOA COM DEFICIÊNCIA 1. Introdução O contínuo processo de aperfeiçoamento do Sistema Unico de Saúde SUS, desde sua
JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul.
LEI MUNICIPAL Nº 580/2004, de 15-06-04. REESTRUTURA o Conselho Municipal de Educação do Município de Mormaço e dá outras providências. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do
ATENDIMENTO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO MUNICÍPIO DE CORNÉLIO PROCÓPIO-PR
ATENDIMENTO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO MUNICÍPIO DE CORNÉLIO PROCÓPIO-PR Emylaine Maria Graciano de Souza (PIBIC Jr/CNPq), Gyovana Persinato Inoue (PIBIC Jr/CNPq), Heloísa
PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2010. (Do Sr. Eduardo Barbosa) O Congresso Nacional decreta:
PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2010 (Do Sr. Eduardo Barbosa) Susta a aplicação do 1º do art. 29 da Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de julho de 2010, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional
RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT.
RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. Fixa normas complementares, para o Sistema Estadual de Ensino, à lmplementação das Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Infantil e dos anos iniciais
1 - EDUCAÇÃO PROPOSTAS APROVADAS
1 - EDUCAÇÃO PROPOSTAS APROVADAS 01) Ampliar e implantar nas universidades públicas e privadas o curso de graduação Letras Libras/ Língua Portuguesa, Curso de Pedagogia Bilíngue na perspectiva da educação
Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO
Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO - Abordagem multiprofissional e interdisciplinar - assistência prestada por
PROJETO DE LEI N.º 030/2013.
PROJETO DE LEI N.º 030/2013. Institui o Programa Menor Aprendiz no âmbito do Município de Bela Vista de Minas e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Bela Vista de Minas, Estado de Minas Gerais,
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
PARECER COREN/SC Nº 013/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca de critérios para abertura e funcionamento de Curso de Instrumentação Cirúrgica. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico ao
NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 11/2010
Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L 6º andar - Gabinete -CEP: 70047-900 Fone: (61) 2022 7635 FAX: (61) 2022 7667 NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 11/2010
DELIBERAÇÃO CEE/MS N 9367, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010.
DELIBERAÇÃO CEE/MS N 9367, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010. Dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado na educação básica, modalidade educação especial, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso
EDUCAÇÃO ESPECIAL: A INCLUSÃO ESCOLAR DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE CÁCERES
EDUCAÇÃO ESPECIAL: A INCLUSÃO ESCOLAR DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE CÁCERES Rodrigo Barretto Vila 1 Aline Cezário Coutinho 2 Cristiane Tenuta Cabral
