Apresentação do Pacote Mobilidade
|
|
|
- João Pedro Castelo Gorjão
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Apresentação do Pacote Mobilidade Isabel Seabra IMTT/GPIA 0
2 ENQUADRAMENTO DOS ESTUDOS EM CURSO Como contribuir para melhores práticas em favor de uma mobilidade sustentável? Ou seja, como qualificar e aprofundar o Planeamento e a Acção, a nível local, com este objectivo? Escolheram-se 2 caminhos para responder a esta questão Através dos PMOT Planos Municipais de Ordenamento do Território: PDM - PU - PP Através de instrumentos específicos Linhas estratégicas, planos, programas e projectos de Acessibilidade, Mobilidade e Transportes 1
3 A ATRAVÉS DOS PLANOS MUNICIPAIS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO (PMOT) PDM - PU - PP Produção de GUIÃO ORIENTADOR PARA A ABORDAGEM DAS ACESSIBILIDADES, TRANSPORTES E MOBILIDADE NOS PLANOS MUNICIPAIS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO (PDM, PU E PP) Documento técnico de apoio dirigido às equipas técnicas que elaboram e acompanham a elaboração dos PMOT conceitos e reflexões / preocupações chave e guide lines técnicas. questões de mobilidade acessibilidade e transportes nas Avaliações de Impacto Ambiental (AIA) eventuais recomendações para a revisão de legislação urbanística 2
4 RELAÇÃO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO acessibilidade / transportes / mobilidade no centro das preocupações Como reduzir a utilização quotidiana do transporte individual? Valorizar o cidadão multimodal Incentivar a deslocação a pé e em transportes leves Tornar mais acessível o Transporte Público 3
5 TRANSPORTES E ACESSIBILIDADES NOS PLANOS MUNICIPAIS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Que reflexões sobre as opções a fazer aos vários níveis? Plano Director Municipal Estratégia de desenvolvimento municipal Modelo de organização espacial do território municipal Referência para a elaboração dos PU e PP Plano de Urbanização Estrutura urbana e regime do uso do solo Plano de Pormenor Desenho urbano, dimensionamento dos espaços 4
6 PRINCÍPIOS Os PMOT não devem substituir-se aos instrumentos de planeamento de transporte! Os PMOT devem definir padrões de (qualidade) de acessibilidade Os PMOT devem cruzar-se com os instrumentos de planeamento de transporte!! PDM PDU PP INTERFACE FIGURAS DE PLANOS/ PROGRAMAS DE MOBILIDADE PROJECTOS DE MOBILIDADE 5
7 O QUE SE ESPERA DESTE GUIÃO Que nos ajude a perceber: a relação entre a morfologia do território e dos espaços urbanos e padrões desejáveis de acessibilidade Que nos forneça guide lines para: a abordagem dos temas estratégicos do ordenamento do território na relação com o sistema de acessibilidades, transporte e mobilidade : redes, nós, corredores urbanos, áreas de baixa densidade de ocupação, áreas habitacionais, áreas de concentração de actividades e de utilizadores, grandes equipamentos colectivos, centros urbanos tradicionais e centros históricos Que aprofunde, conteúdos dos PMOT, em matéria de acessibilidades e Transportes nas fases de análise, diagnóstico e propostas e, em função do tipo de Plano (PDM, PU, PP), Que nos transmita conceitos através de uma selecção de casos para cada um dos níveis de planos
8 B ATRAVÉS DE INSTRUMENTOS ESPECÍFICOS I. DIRECTRIZES NACIONAIS PARA A MOBILIDADE II. III. IV. PROGRAMA DE APOIO TECNICO-FINANCEIRO DO ESTADO GUIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE: Mobilidade urbana: AM, outras aglomerações urbanas (centros urbanos e espaços periurbanos envolventes), de média e pequena dimensão; Acessibilidade / Mobilidade em espaços supra municipais SOLUÇÕES DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL FICHAS TEMÁTICAS V. METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS TÉCNICOS FICHAS TÉCNICAS VI. GUIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS DE EMPRESAS E SERVIÇOS Grandes e Médios geradores / atractores de deslocações 7
9 O QUE SE ESPERA DAS DIRETRIZES DA MOBILIDADE? Que estabeleçam: os princípios orientadores; os objetivos e metas a atingir; os instrumentos / planos / programas para a sua prossecução e respectivos conteúdos; a abrangência territorial e obrigatoriedade; o processo de elaboração, aprovação e participação pública; o período de vigência dos respectivos instrumentos; e, as condições da respectiva monitorização e revisão
10 III - GUIA PARA A ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE MOBILIDADE Algumas questões-chave Qual a designação mais adequada / apropriada para este tipo de planos? - Plano/Programa de Mobilidade? Plano de Mobilidade e Transportes? Obrigatoriedade de realização ou estímulo? - Obrigatoriedade AML e AMP (Lei 1/2009), Capitais de Distrito (PNAEE) + Cidades mais habitantes? Escala do plano: cidade/ concelho/ região? Que período de vigência? Que mecanismos de aprovação? Como se garante a participação pública? Quais os conteúdos grau de detalhe/complexidade função da dimensão dos problemas?
11 O QUE SE ESPERA DESTE GUIA Que nos apoie na elaboração de Planos de Mobilidade, dando indicações sobre: Fases e etapas Metodologias e processo Temas a aprofundar e identificação da sua gravidade/complexidade Aprofundamento dos estudos função da dimensão dos problemas Estruturas políticas e técnicas de acompanhamento Participação pública Parcerias locais para a gestão e implementação do Plano Monitorização e avaliação de resultados
12 IV FICHAS TEMÁTICAS Soluções de Mobilidade Sustentável Colecção de brochuras sobre conceitos, medidas e acções que constituem soluções de apoio a uma mobilidade mais sustentável Exemplos dos primeiros números: Intermodalidade Integração física, horária, tarifária, informativa Sistemas integrados de Informação ao público - TP e modos suaves Transportes ajustados à procura (transportes flexíveis, a pedido; táxis colectivos; serviços porta a porta ) Medidas de prioridade ao transporte público Medidas a favor da co-modalidade Carsharing, Bikesharing; Comunicação, Informação, branding.
13 V FICHAS TÉCNICAS Metodologias e Instrumentos Técnicos Colecção de brochuras informativas de suporte à análise, caracterização e diagnóstico e à escolha de soluções de tranportes Exemplos dos primeiros números: Levantamentos e inquéritos - tráfego viário e estacionamento, Transporte público, distribuição urbana Tipologias meios de transporte em sítio próprio potencialidades / limitações Medidas de prioridade ao transporte público Tipologias meios de transporte rodoviário em função da fonte de energia potencialidades/ limitações Comunicação, Informação, branding Tarificação de transportes públicos, privados e estacionamento.
14 VI GUIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE DE PÓLOS GERADORES E ATRACTORES DE DESLOCAÇÕES Enquadramento Nacional: PNAEE (RCM 80/2008 de 20/5) Planos de mobilidade integrados para «office parks» e parques industriais com mais de 500 trabalhadores.
15 A NOSSA OPÇÃO DE BASE Alargar o âmbito da elaboração deste tipo de Planos de Mobilidade a todos os pólos de actividade geradores e atractores de um número significativo de deslocações Isto significa que estamos a falar não apenas de office parks e de áreas industriais, mas de edifícios, conjuntos de edifícios, áreas de concentração de actividades, com muitos trabalhadores e/ou com muitos visitantes, fornecedores, utilizadores. Exemplos: Edifícios sede de empresas ou organismos públicos; equipamentos de ensino, saúde; centros comercias e áreas urbanas de concentração de comércio, etc.
16 PRINCÍPIOS Com que objectivo se devem fazer estes Planos? Com o objectivo de se conseguir tornar as deslocações atraídas ou geradas por unidades de média grande dimensão mais sustentáveis, ou seja, menos dependentes do automóvel. Estes Planos procuram organizar e gerir a procura, em função das necessidades/especificidades A quem caberá fazer os Planos? Às organizações em articulação com os empregados, os fornecedores e os visitantes/utilizadores dos serviços ou equipamentos com a colaboração dos operadores de transportes das autarquias locais de outros intervenientes
17 AS QUESTÕES - CHAVE A EXPLICITAR NO GUIA Quais são as tipologias de pólos atractores e geradores de deslocações que nos devem merecer atenção Como se diferenciam os problemas em função da actividade ou da localização da unidade em questão. Que medidas e acções poderão integrar um Plano de Mobilidade com estas características? Que práticas têm sido adoptadas e com que resultados Quais são os benefícios trazidos para empregadores e gestores, para empregados e para a sociedade.
18 AS QUESTÕES - CHAVE A EXPLICITAR NO GUIA Que metodologias de trabalho e que instrumentos utilizar Como se deve procurar envolver os interessados e intervenientes Como se devem monitorizar e avaliar os resultados
19 ENQUADRAMENTO DOS ESTUDOS EM CURSO 4 equipas de consultores 4 Hearings com 11 peritos nas áreas do Urbanismo, Ambiente e Transportes (já realizados) 1 Hearing com empresas, instituições públicas e universidades (já realizado) Vários Hearings com autarquias locais, CCDR e organismos da administração central - ordenamento do território, ambiente e energia. (a realizar) 18
20 HEARINGS Quando? Numa fase inicial ouvir os peritos como técnicos especialistas por forma a que contribuíssem para a definição da matriz dos documentos; Para quê? Envolver no processo e tão cedo quanto possível, os principais peritos nacionais em matéria de mobilidade estabelecer documentos coesos e que se constituam como documentos de referência no que respeita ao planeamento e gestão da mobilidade; Em fase de maior desenvolvimento técnico, ouvir os peritos novamente, já para uma reflexão mais concreta e para aprofundamento do contributo; Numa fase seguinte, envolver também outros actores, ou seja ouvir 19
21 ESTRATÉGIA PARA A ACESSIBILIDADE TRANSPORTES MOBILIDADE VOLTAREMOS AO LONGO DESTA CONFERÊNCIA AOS DOIS CAMINHOS a b Instrumentos de Planeamento e Gestão territorial Instrumentos Sectoriais Acessibilidade, Transportes e Mobilidade 20
22 Apresentação do Pacote Mobilidade Isabel Seabra IMTT/GPIA 21
23 O QUE SE FEZ NOS HEARINGS SOBRE: AS DIRECTRIZES E GUIAS No caso do Guião para os PMOT e das Directrizes e Guia para os Planos de Mobilidade e Transportes Estabelecer balizas para os documentos Definir âmbitos, grau de flexibilidade, orientações em matéria de acessibilidade transportes e mobilidade. Discutir formas de enquadrar os diferentes contextos territoriais Definir objectivos, metas, indicadores de avaliação Identificar temas e questões a abordar Compatibilizar conceitos Acertar metodologias ixar processos
24 O QUE SE FEZ NOS HEARINGS No caso do Guia para os Planos de Mobilidade de Pólos Conhecer casos com e sem medidas de gestão da mobilidade para o trabalho/escola Debater ideias sobre os principais problemas e oportunidades ao nível da implementação de medidas de gestão da mobilidade; Conhecer necessidades específicas de mobilidade associadas a diferentes ramos de actividade. Entidades que participaram no hearing: - Caixa Geral de Depósitos - CTT Correios - GalpEnergia - Taguspark - Câmara Municipal Lisboa/ Lisboa E-Nova - Hospital Garcia de Orta - Instituto Politécnico de Leiria/ ESTG - EDP - BCSD Portugal + ADENE, DGEG + Equipas técnicas + IMTT
25 OBJECTIVOS DO GUIA Explicitar a importância da implementação de Medidas de Gestão da Mobilidade, visando deslocações sustentáveis; Contribuir para a consciencialização de empresas e instituições públicas e privadas, sobre os problemas actuais relacionados com a mobilidade dos seus trabalhadores, visitantes e fornecedores; Estabelecer orientações gerais para a elaboração e implementação de planos de mobilidade, que contribuam para solucionar os problemas decorrentes da mobilidade associada ao mercado de trabalho; Expor exemplos práticos de medidas implementadas em Portugal e noutros países da Europa consideradas casos de sucesso.
Colecção de Brochuras Técnicas / Temáticas
Workshop Regional de Disseminação do Universidade de Évora Évora 24 de Abril de 2012 Colecção de Brochuras Técnicas / Temáticas Transitec www.transitec.net [email protected] Colecção de brochuras técnicas
Plano de Mobilidade Sustentável de Faro. Definição de Objectivos e. Conceito de Intervenção
Plano de Mobilidade Sustentável de Faro Definição de Objectivos e Conceito de Intervenção Vítor Teixeira Manuela Rosa Celeste Gameiro João Guerreiro (coord.) Universidade do Algarve Metodologia Diagnóstico
Colecção de Brochuras Técnicas / Temáticas
Workshop Regional de Disseminação do Pacote da Mobilidade Universidade de Évora Évora 24 de Abril de 2012 Colecção de Brochuras Técnicas / Temáticas Margarida Neta Transitec www.transitec.net [email protected]
Projecto Mobilidade Sustentável PLANO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL DE MIRANDELA. (3 de Outubro 2007)
Projecto Mobilidade Sustentável PLANO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL DE MIRANDELA (3 de Outubro 2007) 1. OBJECTIVOS DE INTERVENÇÃO 2. ÁREA DE INTERVENÇÃO A cidade, delimitada como área de estudo, ocupa uma
ECOXXI 2014 Indicador Mobilidade Sustentável. Catarina Marcelino, GPIA/IMT David Vale, FA-UTL Mário Alves, Transitec
ECOXXI 2014 Indicador Mobilidade Sustentável Catarina Marcelino, GPIA/IMT David Vale, FA-UTL Mário Alves, Transitec O problema: Predominância de soluções de transporte para problemas urbanos Aumento das
Avaliação Ambiental de Planos Municipais de Ordenamento do Território a integração da agenda ambiental e da sustentabilidade no planeamento local
Avaliação Ambiental de Planos Municipais de Ordenamento do Território a integração da agenda ambiental e da sustentabilidade no planeamento local JOÃO CABRAL FAUTL 2011 A integração da agenda ambiental
Vital Rosário Licenciado em Urbanismo Adjunto da Coordenação do PROT OVT
http://consulta-protovt.inescporto.pt/ Vital Rosário Licenciado em Urbanismo Adjunto da Coordenação do PROT OVT PENICHE * 06 DE NOVEMBRO DE 2008 PROT: O QUE É É um instrumento de desenvolvimento territorial
Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG
Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem
1.º SEMINÁRIO DE ACOMPANHAMENTO Apresentação das operações em curso
Política de Cidades Polis XXI Acções Inovadoras para o Desenvolvimento Urbano QREN/ POVT/ Eixo IX Desenvolvimento do Sistema Urbano Nacional 1.º SEMINÁRIO DE ACOMPANHAMENTO Apresentação das operações em
Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro. Susana Castelo
Boas Práticas: Região de Aveiro Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro Susana Castelo [email protected] Região de Aveiro O processo do PIMT-RA Em 2011, a CIRA lançou o
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011 (Oficina de Arquitectura 1997) índice 1. PDM Amadora: Objectivos estratégicos para
Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014
Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014 7ª Aula Prática Continuação do trabalho à escala 1:10000 8ª Aula Prática Apresentações dos trabalhos desenvolvidos à escala 1:10000. 9ª Aula
Municípios Sustentáveis
Municípios Sustentáveis ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO AMBIENTE URBANO Lisboa 11 de fevereiro de 2014 ÍNDICE Descrição do Indicador Ordenamento do Território e Ambiente Urbano Metodologia: Sub indicadores A.
Urbanismo,Transportes
Urbanismo,s Vias de Comunicação Area de Especialização DEC-FCTUC ÁREAS TEMÁTICAS Ordenamento do Território Urbanismo Vias de Comunicação Tráfego e s Sistemas de Gestão de Cidades e Infraestruturas 2 1
Principais linhas de orientação política nacional e local sobre transporte de passageiros
Workshop Projecto Alter-Motive Centro de Informação Urbana de Lisboa 27 de Outubro de 2010 Principais linhas de orientação política nacional e local sobre transporte de passageiros Francisco Ferreira [email protected]
MOBILIDADE SUSTENTÁVEL
MOBILIDADE SUSTENTÁVEL Workshop Regional U.M. BRAGA 10 ABRIL 2012 SUMÁRIO Compromissos Estudos e avaliação Intervenções Financiamento e Cooperação Institucional Desafios para Municípios COMPROMISSOS A
Projecto Mobilidade Sustentável Município de Santarém Objectivos e Propostas
Objectivos e Propostas Objectivos e Propostas Relatório de Diagnóstico Diagnóstico de problemas, intenções e projectos Relatório de Objectivos e Conceito de Intervenção Definição de objectivos e escalas
Delimitação e normativa para a urbanização rural difusa em Mafra
Delimitação e normativa para a urbanização rural difusa em Mafra Seminário: A Ocupação Dispersa no quadro dos PROT e dos PDM Universidade de Évora Évora 12 de Novembro de 2009 :00 Índice :01 :02 Definição
Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território. Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL
Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL LEI CONSTITUCIONAL nº 1/2005 Artigo 9.º Tarefas fundamentais do Estado São tarefas fundamentais
PLANO DE PORMENOR DA ZONA INDUSTRIAL DE SANTA COMBA DÃO Termos de Referência
PLANO DE PORMENOR DA ZONA INDUSTRIAL DE SANTA COMBA DÃO Novembro de 2007 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO - OPORTUNIDADE DE REVISÃO DO PLANO DE PORMENOR DA ZONA INDUSTRIAL DE SANTA COMBA DÃO 2 2. ENQUADRAMENTO LEGAL
PLANO DE PORMENOR ESPAÇOS RESIDENCIAIS EM SOLO URBANIZÁVEL TERMOS DE REFERÊNCIA
PLANO DE PORMENOR ESPAÇOS RESIDENCIAIS EM SOLO URBANIZÁVEL TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração do Plano 3. Enquadramento do plano nos instrumentos de gestão territorial 4.
Estratégia para a Aplicação de Planos de Intervenção em Espaço Rural em Espaço Periurbano. O caso de Setúbal.
Estratégia para a Aplicação de Planos de Intervenção em Espaço Rural em Espaço Periurbano. O caso de Setúbal. Discussão para obtenção do grau de Mestre em Urbanismo e Ordenamento do Território Patrícia
PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020
FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho [email protected] Vendas
Projecto Mobilidade Sustentável Diagnóstico e Objectivos Município de Santarém
Projecto Mobilidade Sustentável Diagnóstico e Objectivos Município de Santarém Diagnóstico/Objectivos Relatório de diagnóstico Definição de perímetros de estudo (diferentes escalas de intervenção) Síntese
Estratégias Locais de. Habitação
Estratégias Locais de Habitação 1. Estratégias Locais de Habitação Qual o enquadramento das ELH? As Estratégias Locais de Habitação são instrumentais na concretização dos princípios orientadores da Nova
AVALIAÇÃO E BOA GOVERNAÇÃO MODELOS E PRÁTICAS
AVALIAÇÃO E BOA GOVERNAÇÃO MODELOS E PRÁTICAS Aplicação do Sistema de Avaliação de Desempenho dos Serviços Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território 12.03.2010 Aplicação do Sistema de Avaliação
P R O P O S T A N.º 284/2018. Planeamento, Urbanismo, Património e Obras Municipais
- P R O P O S T A N.º 284/2018 Assunto: Aprovar o início do procedimento de delimitação da Unidade de Execução de Entrecampos e a abertura de um período de discussão pública. Pelouros: Planeamento, Urbanismo,
Programa Estratégico 2020 Oeste Portugal Fórum Inaugural, 05 de março 2013
Programa Estratégico 2020 Oeste Portugal Fórum Inaugural, 05 de março 2013 1 Índice Enquadramento Estratégia 2020 Oeste Portugal Metodologia Estratégia 2020 Oeste Portugal Construção da Estratégia 2020
Principais diplomas com relevo para o Ordenamento do Território e o urbanismo:
Os problemas da ocupação do território; A necessidade do seu enquadramento jurí-dico/legislativo; O direito do urbanismo e o direito do ordenamento do território necessitam de um quadro jurídico tendencialmente
Workshop Regional de Disseminação do Pacote da Mobilidade
Workshop Regional de Disseminação do Pacote da Mobilidade Évora, Universidade de Évora, 24 de Abril de 2012 Programa Preliminar Tema Intervenientes 9h30 Receção aos Participantes 9h45 Boas Vindas e Abertura
SIGGESC. Sistema de Informação Geográfica de Gestão de Carreiras
SIGGESC Sistema de Informação Geográfica de Gestão de Carreiras 1 SIGGESC Sistema de Informação Geográfica de Gestão de Carreiras 2 Sistema de informação geográfica vocacionado para o sector do transporte
Caso de estudo: Portimão
PROJECTO MOBILIDADE SUSTENTÁVEL Fase I Análise e Diagnóstico Caso de estudo: Portimão Lisboa, 12 de Fevereiro de 2008 Localização geográfica da área em estudo 25% 20% 15% Caracterização Socioeconómica
Planos de Mobilidade e Transportes (PMT) e Planos de Mobilidade Urbana Sustentável (SUMP / PMUS): Diferenças e Semelhanças
Planos de Mobilidade e Transportes (PMT) e Planos de Mobilidade Urbana Sustentável (SUMP / PMUS): Diferenças e Semelhanças Susana Castelo TIS.pt Planeamento da Mobilidade Urbana Sustentável 2º Workshop
O Sistema Nacional de Indicadores de Ordenamento do Território e a sua articulação com outros sistemas de indicadores
O Sistema Nacional de Indicadores de Ordenamento do Território e a sua articulação com outros sistemas de indicadores Vitor Campos Director-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Porquê
Urbanismo,Transportes Vias de Comunicação Area de Especialização DEC-FCTUC
Urbanismo,s Vias de Comunicação Area de Especialização DEC-FCTUC UTVC Urbanismo,s e Vias de Comunicação ÁREAS TEMÁTICAS Tráfego e s Vias de Comunicação Sistemas de Gestão de Cidades e Infraestruturas Urbanismo
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO PLANO DE MELHORIAS Introdução A análise sobre dados recolhidos pela equipa de auto-avaliação do Agrupamento
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente Perfil de Ordenamento do Território e Impactes Ambientais
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente Perfil de Ordenamento do Território e Impactes Ambientais ANA MORGADO DE BRITO NEVES Orientador: Mestre José Carlos Ribeiro Ferreira
Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico
Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico Lei de Bases de OT e Urbanismo Lei n.º 48/98 de 11 de Agosto - Lei de Bases da Política de Ordenamento do Território e de Urbanismo Lei n.º 54/2007 de
SISTEMA DE PLANEAMENTO EM PORTUGAL
SISTEMA DE PLANEAMENTO EM PORTUGAL João Cabral Faculdade de Arquitectura Universidade Técnica Lisboa projecto territorial ATELIER INTERNACIONAL DE DESENHO URBANO MARÇO 2012 LOULÉ Escala / Nivel Governo
Prevenção e análise de riscos naturais A articulação entre os Planos Directores Municipais e os Planos Municipais de Emergência
Prevenção e análise de riscos naturais A articulação entre os Planos Directores Municipais e os Planos Municipais de Emergência Rui Miguel Amaral Cabral de Frias Dissertação para obtenção do grau de Mestre
Desafios, Estratégias e. Instrumentos de Sustentabilidade. para o Ambiente Urbano. Carla Silva. Serpa, 20/11/2010
Desafios, Estratégias e Instrumentos de Sustentabilidade para o Ambiente Urbano Carla Silva Serpa, 20/11/2010 SUMÁRIO: APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL O DESAFIO DA SUSTENTABILIDADE URBANA O PAPEL DO AMBIENTE
2. Termos de referência 2.1 Área de Intervenção 2.2 Enquadramento no PDM
Janeiro 2010 Fundamentação para a Elaboração do Plano de Pormenor do Conjunto das Azenhas do Boco Termos de Referência Índice 1. Introdução 2. Termos de referência 2.1 Área de Intervenção 2.2 Enquadramento
RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA UNIDADE ORGÂNICA Decreto Regulamentar n.º 18/2009, de 4 de Setembro, artigo 10.º
UNIDADE ORGÂNICA: DIRECÇÃO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DIRIGENTE: LUCIANO COSTA CARVALHO DIAS DATA DE ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL: 24 DE FEVEREIRO DE 2014 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS OE I - Promover
INFORMAÇÃO PRÉVIA MUNICÍPIO DO SEIXAL CÂMARA MUNICIPAL. Livro: Registo N.º: /Ano: Entrada de: Classif. Ou Proc N.º: Registado por:
MUNICÍPIO DO SEIXAL CÂMARA MUNICIPAL Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal do Seixal Livro: Registo N.º: /Ano: Entrada de: Classif. Ou Proc N.º: Registado por: SGD Sistema de Gestão Documental INFORMAÇÃO
Volume 2 Relatório Síntese
IP2 LANÇO TRANCOSO / CELORICO DA BEIRA / IP5 (Projecto Base), LIGAÇÃO DO IP2 A VILA FRANCA DAS NAVES (Projecto Base), LIGAÇÃO DO IP2 À EN 102 (Projecto de Execução) e BENEFICIAÇÃO DA EN 102 (Projecto de
