Norma Técnica SABESP NTS 179
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- Marco Lameira Campos
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1 Norma Técnica SABESP NTS 179 Adaptador e união de material plástico para tubos de polietileno DE 20 mm, DE 25 mm e DE 32 mm para ramais prediais. Especificação São Paulo Janeiro:2017- revisão 8
2 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP S U M Á R I O 1 OBJETIVO REFERÊNCIAS NORMATIVAS DEFINIÇÕES REQUISITOS GERAIS Configuração básica do adaptador e união Materiais plásticos e elastômeros Componentes de vedação Roscas REQUISITOS ESPECÍFICOS Corpo do adaptador ou da união Elemento de vedação (anel) Alojamento do elemento de vedação Profundidade de penetração do tubo de polietileno na bolsa do adaptador ou da união Porca de acoplamento Material da garra de travamento Passagem mínima para escoamento da água Ovalização da bolsa e do canal de alojamento do elemento de vedação Requisitos aplicáveis ao adaptador e união conectados ao ramal predial Resistência ao impacto e estanqueidade Características químicas Aspectos visuais e de embalagem Informações sobre o produto e instruções de instalação Marcação QUALIFICAÇÃO DO FABRICANTE Qualificação Requisitos de qualidade durante a fabricação INSPEÇÃO E RECEBIMENTO Tamanho do lote de inspeção Amostragem para exame dimensional e visual Aceitação ou rejeição Liberação do lote RELATÓRIO DE INSPEÇÃO OBSERVAÇÕES FINAIS Anexo A-Imagens comparativas de dispersão de pigmentos /01/2017
3 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 Adaptador e união de material plástico para tubos de polietileno DE 20 mm, DE 25 mm e DE 32 mm para ramais prediais. 1 OBJETIVO Esta norma fixa os requisitos gerais e específicos exigíveis para o adaptador e união de material plástico para ramais prediais de polietileno, DE 20 mm, DE 25 mm e DE 32 mm, derivados de tubulações da rede de distribuição de água em PVC até DN 100 ou polietileno até DE 110, operando com pressão nominal máxima de 1,6 MPa e temperatura máxima da água 40 o C. O adaptador e a união devem manter bom desempenho ao longo de uma vida útil mínima de 50 anos quando submetido às condições de operação da rede de distribuição de água ao qual está instalado, à uma temperatura de 25º C. O atendimento pleno aos requisitos estabelecidos nessa norma é condição mínima necessária para que o produto seja considerado de bom desempenho. 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas). NTS 048: NTS 053: NTS 057: NTS 058: NTS 164: Tubos de polietileno para ramais prediais de água Tubos de polietileno - Verificação da resistência à pressão hidrostática. Composto de polietileno Verificação da dispersão de pigmentos Composto de polietileno Determinação do teor de negro-de-fumo Ramal predial de diâmetro externo nominal de 20 - Ligação de água de polietileno. ABNT NBR 5426: Plano de amostragem e procedimento na inspeção por atributos. ABNT NBR 5898: Dimensões dos anéis de vedação à base de elastômeros "o-rings". ABNT NBR 7423: Anel de borracha para tubulação de PVC rígido Determinação da dureza. ABNT NBR 7425: Anel de borracha do tipo toroidal para tubulação de PVC rígido Verificação do diâmetro externo e espessura. ABNT NBR 8219: Tubos e conexões de PVC Rígido Verificação do efeito sobre a água ABNT NBR 9023: Termoplásticos-Determinação do índice de fluidez ABNT NBR 9056: Tubo de Polietileno PE5 para ligação Predial de água Verificação da estanqueidade das juntas mecânicas com tubos curvados a frio. ABNT NBR 9058: Sistemas de ramais prediais - Tubo de polietileno PE - Determinação do teor de negro-de-fumo. ABNT NBR 9799: Conexão de Polipropileno Verificação da Estabilidade Térmica ABNT NBR 12184:Emprego de anéis O de vedação à base de elastômeros. ABNT NBR 14262:Tubos de PVC - Verificação da resistência ao impacto. ABNT NBR 14300:Sistemas de ramais prediais de água - Tubos, conexões e composto de polietileno PE - Determinação do tempo de oxidação induzida. ABNT ISO 18553: Método para avaliação da dispersão do grau de dispersão de pigmentos ou negro de fumo em tubos, conexões e compostos poliolefínicos. ABNT NM ISO -01:Rosca para tubos onde a junta de vedação sob pressão é feita pela rosca - parte 1 - Dimensões, tolerâncias e designação. EN : Plasting piping systems for water supply - Polyethylene (PE) Part 3 ISO 228-1: Fittings Pipe threads where pressure-tight joints are not made on the threads Dimensions, tolerances and designation. 17/01/2017 1
4 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP ISO 3501: Assembled joints between fittings and polyethylene (PE) pressure pipes Test of resistance to pull-out ISO1183-1: Methods for determination the density of non cellular plastic - Part 1 Immersion method, liquid pycnometer method and titration method ISO 12162: Thermoplastics materials for pipes and fittings for pressure applications - Classification and designation - Overall service (design) coefficient ISO 17885: Plastics pipes and fittings Mechanical fittings for pressure pipes systems - Specifications. ISO/TR 9080: Method of extrapolation of hydrostatic stress rupture data to determine the long term hydrostatic strength of thermoplastic pipe materials. ASTMD3677: Standard Test Methods for Rubber - Identification by Infrared Spectrophotometry. Portaria 2914: Dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade 3 DEFINIÇÕES Para os efeitos da presente norma, aplicam-se as seguintes definições: ADAPTADOR - Componente do sistema do ramal predial destinado a conectar o tubo de polietileno do ramal predial ao cavalete predial. Caracteriza-se por apresentar junta mecânica em uma das extremidades e junta roscável na outra. DIÂMETRO EXTERNO MÉDIO DO TUBO (D em ) - Razão entre o perímetro externo do tubo, em mm, pelo número 3,142 arredondado para o 0,1 mm mais próximo. DIÂMETRO EXTERNO NOMINAL (DE) - Simples número que serve para classificar, em dimensões, os elementos de tubulação (tubos, juntas, conexões e acessórios) e que corresponde aproximadamente ao diâmetro externo do tubo, em milímetros, não devendo ser objeto de medição, nem ser utilizado para fins de cálculo. DIÂMETRO INTERNO MÉDIO (D im ) - Média aritmética de, no mínimo, duas medições de diâmetro interno realizadas perpendicularmente em uma mesma seção transversal da conexão. DIÂMETRO NOMINAL (DN): Simples número que serve como designação para projeto e para classificar, em dimensões, os elementos de tubulação (tubos, conexões, anéis de borracha e acessórios) e que corresponde aproximadamente ao diâmetro interno dos tubos em milímetros. ESPESSURA MÍNIMA DA PAREDE (e) - Menor valor da espessura da parede, medida em milímetros, no perímetro de uma seção qualquer da peça. OVALIZAÇÃO DA CONEXÃO - Diferença entre os valores máximo e mínimo do diâmetro interno ou do diâmetro externo de uma mesma seção. PRESSÃO NOMINAL (PN) - Valor da pressão hidrostática máxima a que o ramal predial pode ser submetido em serviço contínuo. RAMAL PREDIAL - Trecho de ligação de água, compreendido entre o colar de tomada ou te de serviço, inclusive, situada na rede de abastecimento de água, e o adaptador localizado na entrada da unidade de medição de água ou adaptador do cavalete. RELAÇÃO DIÂMETRO / ESPESSURA (SDR - Standard Dimension Ratio) - Razão entre o diâmetro externo nominal (DE) do tubo e a sua espessura mínima de parede (e). SDR = DE/e. TUBO DE POLIETILENO - Tubo fabricado com composto de polietileno azul, conforme Norma Sabesp NTS 048, destinado à execução do ramal predial. UNIÃO - Componente do sistema do ramal predial destinado a permitir a união de dois segmentos de tubo de polietileno do ramal predial. Caracteriza-se por apresentar junta mecânica nas duas extremidades. 2 17/01/2017
5 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev REQUISITOS GERAIS 4.1 Configuração básica do adaptador e união O adaptador e união devem apresentar uma configuração conforme ilustram as figuras 1 e 2 e ser composto das partes descritas na tabela 1: Figura 1 Desenho esquemático de um adaptador Figura 2 Desenho esquemático de união Tabela 1 Identificação das partes que constituem o adaptador e união Número 1 Porca de acoplamento 2 Garra de travamento 3 Elemento de vedação (anel) Partes 4 Rosca de fixação da porca ao corpo 5 Aleta para aperto manual 6 Corpo da união* *O corpo deve ser monolítico. 7 Alojamento do anel de vedação 8 Corpo do adaptador* 9 Rosca da fixação do adaptador. Obs: Outras configurações dos diversos subsistemas, que compõem o adaptador e a união, devem ser submetidas à aprovação da Sabesp e, após a devida aprovação, serão incorporadas a esta Norma, para que possam ser utilizados. 17/01/2017 3
6 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP 4.2 Materiais plásticos e elastômeros Os materiais plásticos e elastômeros (resinas base, compostos e aditivos), empregados na fabricação dos componentes da união e do adaptador, devem corresponder às exigências definidas nesta norma. Esses materiais devem apresentar inocuidade em relação à qualidade de água para consumo humano conforme prescrito na Portaria MS 2914 de 12/12/2011, Seção IV, artigo 13 - III c, do Ministério da Saúde. O fabricante deve apresentar certificados atualizados (com validade máxima de um ano), fornecidos por laboratórios especializados, de reconhecida competência e idoneidade, atestando a conformidade da união e do adaptador, para uso em contato com água potável, atendendo à legislação. Para garantir a continuidade do atendimento ao estabelecido na Portaria MS 2914, o ensaio, que atesta a inocuidade do material quando em contato com a água, deve ser efetuado anualmente ou toda vez em que houver mudança do composto polimérico, de seu fabricante ou do processo de fabricação. Entretanto, a qualquer momento, a critério da Sabesp, pode ser solicitado que esse ensaio seja refeito Polímero base As uniões e adaptadores devem ser fabricados com os polímeros definidos na tabela 2. O polímero escolhido para o corpo principal do adaptador e da união deve estar conforme a ISO que estabelece o valor da resistência mínima requerida (MRS - Minimum Required Strength) e cujo valor deve ser certificado de acordo com a norma ISO Tabela 2 Propriedades dos componentes plásticos Material PP H Homopolímero tipo 1 PP B Copolímero tipo 2 PP R Copolímero randômico MRS( 1 ) (MPa) a ( 2 ) (MPa) Densidade( 3 ) Kg/m 3 MFI ( 4 ) g/10 min OIT ( 5 ) min 10,0 6,3 0,900 0,5 25 8,0 6,3 0,900 0,5 25 8,0 6,3 0,900 0,5 25 POM 10,0 6, (1) MRS (Minimum Required Strength) = Resistência Mínima Requerida, definida conforme norma ISO e certificada conforme norma ISO (2) a = tensão de dimensionamento. (3) Densidade = medido na resina base ou no composto, conforme norma ISO (4) MFI (Melt Flow Index) = Indice de fluidez a 230 C; 2,16 Kg, medido na resina base ou no composto, conforme norma ABNT NBR (5) OIT (Oxidation Induction Time) medido na resina base ou no composto, conforme a norma ABNT NBR A Petroquímica fabricante da resina ou do composto selecionado deve entregar ao fabricante da união ou adaptador, o certificado que ateste o atendimento às especificações acima. Os valores da Densidade, MFI e OIT da resina base ou do composto selecionado devem ser ensaiados e os valores comprovados através dos ensaios citados acima. O composto utilizado na fabricação da união ou do adaptador deve ser avaliado quanto ao seu comportamento no ensaio de longa duração de 1000 horas, conforme previsto no item desta Norma. Não é permitido o uso de material reprocessado ou reciclado na fabricação da união ou do adaptador Aditivos A aditivação dos polímeros base e dos elastômeros, tais como: absorvedores de raios ultravioleta, estabilizantes, pigmentos e outros, devem atender ao estabelecido na Portaria MS n o 2914, do Ministério da Saúde. 4 17/01/2017
7 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 Quando utilizado o negro de fumo, o tamanho médio das partículas deve ser de no máximo 25 m, atestado por certificado do fabricante Componentes de vedação Todos os componentes de vedação do adaptador e união devem ser fabricados com borracha nitrílica prensada, apresentando dureza Shore A entre 50 e 70, conforme a NBR Roscas As roscas utilizadas nas diversas partes do adaptador e união devem seguir as seguintes especificações: - Roscas do acoplamento devem ser do tipo rápido - ISO (figuras 1 e 2 - item 4). - Rosca de união à luva ou cotovelo situado no pé do cavalete predial NM-ISO-7 (figura 1 item 9) 5 REQUISITOS ESPECÍFICOS Os adaptadores e uniões fabricados de acordo com esta Norma devem resistir aos esforços aos quais, normalmente, estão sujeitas as tubulações dos ramais e das redes de distribuição de água nas quais se inserem, significando que não podem soltar, girar, deslocar axialmente, nem apresentar vazamentos, atendendo a todos requisitos estabelecidos nos itens subseqüentes. 5.1 Corpo do adaptador ou da união Dimensões A aleta de aperto manual deve apresentar uma largura livre mínima de 20 mm para o adaptador e para a união para tubos DE 20 mm e de 30 mm para tubos DE 25 mm e DE 32 mm, conforme indicado nas figuras 1 e 2 dessa norma Resistência à pressão hidrostática Para o material utilizado na fabricação do corpo do adaptador ou da união, exige-se que o mesmo apresente resistência mecânica adequada num ensaio de longa duração com valores de pressão hidrostática e temperatura da água definidas na tabela 3. Uma amostra de tubo extrudado com o material do mesmo lote utilizado na fabricação do corpo do adaptador ou da união deve ser submetida ao ensaio estabelecido na NTS 053. A amostra utilizada na verificação consiste em três segmentos de tubo com as seguintes características: - diâmetro externo não inferior a 32 mm; - SDR = 11 - comprimento de valor adequado para garantir que o comprimento livre para teste seja igual ao triplo do diâmetro externo. Quando ensaiados nestas condições, nenhum segmento de tubo da amostra deve apresentar vazamentos ou outras falhas durante o ensaio. Tabela 3 Condições para o ensaio de longa duração (conforme ISO 17885). Material Temperatura de ensaio (ºC) Duração do ensaio (h) Pressão hidrostática de Ensaio (MPa) PPH Homopolímero Tipo ,70 PP B Copolímero Tipo ,52 PP R Copolímero Randômico Tipo ,70 POM Homopolímero ,00 POM Copolímero , Resistência à pressão hidrostática do corpo da conexão Aprovados os compostos conforme 5.1.2, três corpos de prova do adaptador ou da união devem ser tamponados e submetidos ao ensaio de pressão hidrostática conforme tabela 3, com os parâmetros correspondentes ao composto utilizado no corpo do adaptador ou da união. 17/01/2017 5
8 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP 5.2 Elemento de vedação (anel) O elemento de vedação utilizado no adaptador e na união pode ser um toróide de seção circular, ou não, isento de rebarbas e defeitos superficiais, e montado(s) conforme figura 1 ou figura 2. Essas características devem ser verificadas por inspeção visual. O anel deve ser fabricado em borracha nitrílica prensada, com dureza nominal Shore A entre 50 e 70. A NBR 7423 deve ser utilizada na determinação da dureza do material utilizado na fabricação do anel. O elemento de vedação está representado na figura 3. A sua espessura (e a ) deve apresentar valores conforme estabelecido na tabela 4. A NBR 7425 deve ser utilizada na determinação do diâmetro e da espessura do anel. dia e a Figura 3 - Elemento de vedação Tabela 4 Dimensões do anel de vedação da derivação do adaptador e união NBR 5898 e NBR Diâmetro externo nominal do tubo do ramal (DE) Espessura máxima e mínima do anel (e a ) ou espessura equivalente (e q ) (mm) 20 2,5 4,5 25 4,0 6,0 32 4,0 6,0 Quando o anel de vedação não apresentar seção circular, sua seção transversal deve ter espessura equivalente (e q ), dada pela expressão: e q 5.3 Alojamento do elemento de vedação 4 A, onde A é a área da seção transversal do anel. O elemento de vedação deve ser alojado na bolsa, de forma a não apresentar qualquer deslocamento nas operações de montagem ou desmontagem da peça e na instalação do tubo de polietileno do ramal. A verificação dos requisitos apresentados neste item deve ser feita por inspeção visual. 5.4 Profundidade de penetração do tubo de polietileno na bolsa do adaptador ou da união A profundidade mínima de penetração (L) do tubo de polietileno na bolsa de derivação do adaptador ou da união deve observar os valores estabelecidos na tabela 5, e desenho esquemático da figura 4. Tabela 5 Valor da profundidade mínima de penetração do tubo de polietileno no adaptador ou união. Diâmetro externo nominal do tubo do ramal (DE) Profundidade que a extremidade do tubo penetra no adaptador ou na união a partir do canal do anel de vedação (mm) Figura 4 - Profundidade (L) de penetração do tubo na bolsa 6 17/01/2017
9 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev Porca de acoplamento A parte externa da porca de acoplamento deve ter aletas com formato adequado, sem arestas ou cantos vivos, de tal forma que seja possível o seu aperto e obtida a estanqueidade do ramal apenas com esforço manual. A montagem da derivação do adaptador ou união ao ramal predial deve ser feita com a introdução do tubo de polietileno após o afrouxamento da porca de acoplamento, sem a necessidade de sua retirada e sem a remoção do elemento de vedação. 5.6 Material da garra de travamento O material utilizado na fabricação da garra de travamento do tubo de polietileno do ramal, que tem a função de impedir seu deslocamento axial, deve ser de material plástico com dureza maior que a do tubo de polietileno. Recomenda-se o emprego de poliacetal (POM) cuja identificação deve ser feita segundo ASTM D A garra de travamento do tubo, não pode transmitir esforços ao anel de vedação no processo de instalação. 5.7 Passagem mínima para escoamento da água A passagem mínima para o escoamento da água no interior da derivação do adaptador e união para o ramal predial deve ser aquela indicada na tabela 6. A passagem mínima de água do adaptador e união é determinada pela medição do menor diâmetro interno (Di) verificado no interior da conexão por todo trajeto por onde escoará a água, conforme figura 5. Tabela 6 Passagem mínima para escoamento de água. Diâmetro externo nominal do tubo do ramal (DE) Passagem mínima (mm) Di Di Figura 5 - Diâmetro D i, menor diâmetro para o fluxo através da conexão 5.8 Ovalização da bolsa e do canal de alojamento do elemento de vedação O diâmetro interno da bolsa e o diâmetro interno do canal de alojamento do elemento de vedação não podem apresentar ovalização superior a 1,5 % do diâmetro externo nominal (DE) do tubo inserido na bolsa do adaptador ou união. A medida dessas dimensões deve ser efetuada em dois pontos defasados de 90º um do outro. A diferença percentual entre esses dois valores é a ovalização da bolsa ou do canal de alojamento 5.9 Requisitos aplicáveis ao adaptador e união conectados ao ramal predial Para realização dos ensaios prescritos em e 5.9.2, no caso do adaptador é necessária a instalação de uma conexão tipo tampão na extremidade da rosca e, na outra extremidade, deve ser instalado um segmento de tubo de polietileno, de composto PE 80, devidamente equipado com um tampão que permita a purga. No caso de união devem ser instalados dois segmentos de tubo de polietileno, de composto PE 80, devidamente equipado com um tampão que permita a purga. A pressurização prevista neste item deve ser efetuada com água. O sistema de pressurização a ser utilizado deve ser compatível com o ensaio. Os ensaios a serem realizados são: 17/01/2017 7
10 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP Estanqueidade da junta do adaptador e da união a) Tração axial O adaptador ou a união não podem apresentar vazamentos e nem permitir que o tubo do ramal se solte, quando da realização dos seguintes ensaios: - submeter o tubo do ramal a um esforço de tração no sentido axial do tubo conforme tabela 7, sem que o sistema esteja pressurizado, durante quinze minutos na temperatura de (23 2 )ºC. - submeter o tubo do ramal a um esforço de tração no sentido axial do tubo conforme tabela 7, com o sistema submetido a uma pressão interna de 2,4 MPa, durante uma hora na temperatura de ( 23 2 )ºC. O ensaio de tração deve ser realizado conforme a norma ISO Tabela 7 Força de tração (Fta) adotada para o ensaio de tração axial Diâmetro externo nominal do tubo inserido na derivação de acoplamento (DE) Fta (kn) 20 1,2 25 1,6 32 2,6 b) Estanqueidade da junta mecânica com tubo curvado a frio. A bolsa da junta mecânica do adaptador e da união, quando ensaiada conforme NBR 9056 a ( 23 ± 2 ) C, deve satisfazer ao seguinte: - Quando submetida, por uma hora, à pressão negativa de 0,08 MPa, não pode apresentar variação da sub-pressão aplicada. - Quando submetida à pressão interna de 2,4 MPa, durante uma hora, a junta não pode apresentar vazamento e nem permitir que o tubo se solte. Tendo sido aprovada neste ensaio, a conexão deve ser submetida ao ensaio de impacto previsto no item 5.10, desta norma Verificação da resistência à pressão hidrostática Para verificação da resistência às pressões hidrostáticas devem ser realizados os seguintes ensaios: a) Pressão hidrostática por 100 horas a 20º C O adaptador ou a união deve resistir, no mínimo, a 100 horas, na temperatura de (20 ± 2) ºC, quando submetido à pressão hidrostática apresentada na tabela 8, tendo como referência o método prescrito na NTS 053. Tabela 8 Valor da pressão hidrostática para o ensaio durante 100 horas a 20 o C, conforme ISO Diâmetro externo nominal do tubo inserido no adaptador e união (DE) Pressão (MPa) 20 2,4 25 2,2 32 1,9 Nota: No cálculo das pressões foi considerado o composto do tubo como sendo PE 80 e os diâmetros e espessuras conforme NTS 048. b) Resistência à pressão hidrostática por 1000 horas a 40ºC O adaptador ou a união deve resistir, no mínimo a 1000 horas, na temperatura de (40±2) ºC, quando submetido à pressão apresentada na tabela 9, tendo o método de ensaio prescrito na NTS /01/2017
11 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 Tabela 9 Valor de pressão hidrostática para o ensaio durante 1000 horas a 40ºC conforme ISO Material do corpo do adaptador ou da união ABS, POM, PP-H PP-B, PP-R Diâmetro externo nominal do tubo inserido no adaptador e união (DE) Pressão (MPa) Nota: No cálculo das pressões foi considerado o composto do tubo como sendo PE 80 e os diâmetros e espessuras conforme NTS Resistência ao impacto e estanqueidade O adaptador ou a união quando submetido a um impacto, com energia de 50 J, a partir da queda de um percussor com peso de 2,5 Kg, de uma altura de 2 m, na temperatura de (23 2) ºC, conforme NBR e indicado na figura 6. A peça deve resistir ao ensaio sem apresentar quebras ou trincas visíveis a olho nu, com iluminação intensa. A união deve ser submetida ao impacto em cada uma das suas extremidades. Para a execução deste ensaio é proibida a inserção de qualquer tipo de material ou produto no interior da peça. 1,8 1,4 Figura 6 Direção e local de aplicação do impacto no adaptador e união Tendo resistido ao ensaio de impacto, a conexão deve voltar a ser submetida ao ensaio previsto no item b desta norma, devendo atender aos mesmos requisitos estabelecidos nesse item Características químicas Comportamento de materiais plásticos em estufa Caso aprovados no ensaio de estanqueidade pós-impacto, os adaptadores e uniões devem ser desmontados e submetidos ao ensaio de comportamento em estufa. Todos os materiais plásticos dos adaptadores e das uniões devem ser ensaiados de acordo com a norma ABNT NBR 9799 nas temperaturas indicadas na tabela 10 durante 4 horas e não podem apresentar rachaduras, bolhas ou escamas. No local dos pontos de injeção pode, eventualmente, surgir um rechupe, cuja profundidade não pode exceder a 20% da espessura do componente no ponto de injeção. 17/01/2017 9
12 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP Tabela 10 - Comportamento em estufa Material do componente Temperatura C PP H Tipo 1 (150 ± 2) PP-B copolímero Tipo 2 (150 ± 2) PP R copolímero Tipo 3 (135 ± 2) POM copolímero (140 ± 2) POM homopolímero (150 ± 2) Compostos plásticos com negro-de-fumo Caso os adaptadores e uniões sejam aprovados no ensaio de comportamento em estufa, devem ser retiradas amostras dos mesmos para a realização dos ensaios a seguir: a) índice de fluidez medido de acordo com a norma ABNT NBR 9023, deve estar conforme tabela 2 desta NTS; b) estabilidade térmica (OIT) medido de acordo com a norma ABNT NBR 14300, deve estar conforme tabela 2 desta NTS; c) teor e dispersão do negro de fumo. A pigmentação dos componentes plásticos pretos dos adaptadores e das uniões deve ser feita com negro de fumo, de qualidade certificada e em conformidade com a Portaria MS O fornecedor do pigmento deve entregar cópia dos certificados referentes às exigências normativas da Portaria. O tamanho médio das partículas deve ser 25 m; O teor em massa deve ser de (2,0 a 2,5) %, medido de acordo com a norma ABNT NBR A avaliação do grau de dispersão do negro-de-fumo no composto deve ser feita conforme a norma ABNT NBR ISO e deve ser 3. Pode ser feita uma avaliação visual conforme item daquela norma, através da análise comparativa da dispersão apresentada nas lâminas dos corpos de prova com as imagens do Anexo A desta norma, sendo consideradas aprovadas as dispersões apresentadas nas imagens A1, A2 e A3, imagens essas reproduzidas da norma ABNT NBR ISO No caso de dúvida quanto à avaliação da dispersão pelo método comparativo, deve ser utilizado na integra o método apresentado na norma ABNT NBR ISO Compostos plásticos com outros pigmentos Caso os adaptadores e uniões sejam aprovados no ensaio de comportamento em estufa, devem ser retiradas amostras dos mesmos para a realização dos ensaios a seguir: a) índice de fluidez medido de acordo com a ABNT NBR 9023, deve estar conforme tabela 2; b) estabilidade térmica (OIT) medido de acordo com a norma ABNT NBR 14300, deve estar conforme tabela 2; c) dispersão de pigmentos Os compostos para os adaptadores e uniões podem ser pigmentados com qualquer cor, exceto a amarela, devendo ser aditivados com proteção anti UV. O fornecedor do composto deve apresentar cópia do certificado de qualidade de que o seu composto atende às exigências da Portaria MS A avaliação do grau de dispersão dos pigmentos no composto deve ser feita conforme a norma ABNT NBR ISO e deve ser 3. Pode ser feita a avaliação visual conforme item daquela norma, através da análise comparativa da dispersão apresentada nas lâminas dos corpos de prova com as imagens do Anexo A desta norma, sendo consideradas aprovadas as dispersões apresentadas nas imagens A1, A2 e A3, imagens essas reproduzidas da norma ABNT NBR ISO /01/2017
13 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 No caso de dúvida quanto à avaliação da dispersão pelo método comparativo, deve ser utilizado na integra o método apresentado na norma ABNT NBR ISO Ensaio de verificação da consistência entre matérias primas A fim de se estabelecer a consistência entre o(s) composto(s) recebido(s) da indústria petroquímica para a fabricação dos adaptadores e uniões e o(s) composto(s) final(is), a Sabesp poderá realizar às suas expensas e sem aviso prévio ao fabricante do adaptador ou da união, o ensaio FTIR (Fourier Transform Infrared Spectroscopy). Esses ensaios serão realizados num Laboratório acreditado junto ao INMETRO. Duas amostras (corpos de prova) dos adaptadores e das uniões deve(m) ser coletada(s) durante o período da qualificação técnica, com acompanhamento, identificação e posterior colocação de lacre, tanto por parte do fabricante quanto do inspetor da SABESP. Posteriormente, caso o fabricante seja qualificado, no início da inspeção de recebimento, devem ser coletadas duas novas amostras (corpos de prova), com a identificação completa prevista no item 5.12 desta Norma. As duas amostras (corpos de prova) identificadas serão encaminhadas pela SABESP ao Laboratório. No caso de discrepância entre o(s) composto(s) original(is) e o(s) composto(s) do produto final, novas amostras devem ser coletadas e novo ensaio realizado na presença da SABESP, do responsável indicado pelo Fabricante e pelo representante da Petroquímica. Confirmada a discrepância, a Sabesp pode adotar as medidas legais pertinentes Aspectos visuais e de embalagem Aspecto visual O adaptador ou a união deve apresentar cor e aspecto uniformes, estar isento de corpos estranhos, bolhas, fraturas, rachaduras, rebarbas ou outros defeitos que indiquem descontinuidade do material ou do processo de produção, que possam comprometer sua aparência, seu desempenho e sua durabilidade Embalagem Para evitar danos durante o manuseio, o transporte e estocagem do adaptador ou da união, as partes devem ser obrigatoriamente fornecidas montadas em embalagens lacradas contendo no máximo 15 peças Informações sobre o produto e instruções de instalação. Toda embalagem deve incluir um folheto do fabricante, informações sobre o produto e as instruções de montagem com desenhos ilustrativos para a adequada montagem do adaptador ou da união. As instruções e desenhos ilustrativos podem ser impressos na própria embalagem Marcação O adaptador ou a união deve conter marcações de forma indelével, com, no mínimo, os seguintes dados: - nome ou marca de identificação do fabricante; - material do corpo; - diâmetro do tubo PE ao qual o adaptador ou a união é conectado; - diâmetro da rosca de acoplamento ; - Pressão Nominal (PN); - código que permita rastrear a sua produção, tal que contemple um indicador relativo ao mês e ano da produção; - número desta norma. 6. QUALIFICAÇÃO DO FABRICANTE 6.1 Qualificação A qualificação deve ser refeita, perdendo a anterior sua validade, sempre que ocorrer qualquer mudança de característica da peça, seja de projeto, seja de especificação ou origem da matéria prima, seja por alterações dimensionais, ou quando a Sabesp julgar necessário para assegurar a constância da sua qualidade. 17/01/
14 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP O fabricante obriga-se a comunicar à Sabesp qualquer alteração no produto, sujeitando-se a nova qualificação. O fabricante deve manter em arquivo e fornecer à Sabesp os certificados de origem e dos ensaios dos materiais do adaptador e união e de seus componentes, inclusive os elastoméricos, com sua composição e características físico-químicas. Para a qualificação do adaptador ou da união, devem ser selecionados três corpos de prova de cada um dos produtos, os quais devem ser submetidos a todos os métodos de ensaio e os requisitos indicados na tabela 11. Para que o produto seja considerado qualificado os certificados devem estar conformes e as três peças devem atender aos critérios de todos os requisitos da tabela 11. Tabela 11 Métodos de ensaios de qualificação de adaptador e união Requisitos Método de Ensaio / Especificação Dimensões e material do corpo do adaptador ou da união Conforme e Elemento de vedação (anel) Conforme e 5.2 Alojamento do elemento de vedação Conforme 5.3 Profundidade de penetração Conforme 5.4 Porca de acoplamento Conforme e 5.5 Material da garra de travamento Conforme 5.6 Passagem mínima Conforme 5.7 Ovalização da bolsa Conforme 5.8 Aspectos visuais Conforme Embalagem Conforme Informações sobre o produto e instruções de instalação Conforme 5.14 Marcação Conforme 5.15 Resistência à pressão hidrostática do corpo da conexão Conforme Resistência tração axial Estanqueidade da junta mecânica com tubo curvado a frio Resistência à pressão hidrostática por 100 horas a 20 C Resistência à pressão hidrostática de longa duração Conforme a Conforme b Conforme a Conforme b Resistência ao impacto e estanqueidade Conforme 5.10 Comportamento em estufa Conforme Compostos plásticos com negro de fumo Conforme Compostos plásticos com outros pigmentos Conforme Requisitos de qualidade durante a fabricação O fabricante deve manter em arquivo os certificados de origem e de potabilidade de cada lote de matéria-prima ou dos componentes utilizados na fabricação dos adaptadores e das uniões, recomendando-se a execução dos ensaios indicados na tabela 12. A quantidade de peças a serem ensaiadas ou a periodicidade dos ensaios, são de responsabilidade única e exclusiva do fabricante dos adaptadores e das uniões /01/2017
15 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 Tabela 12 Métodos de ensaios do adaptador ou união durante a fabricação Partes / parâmetros Dimensões e Material do corpo do adaptador ou da união Método de Ensaio / Especificação Conforme e Elemento de vedação (anel) Conforme e 5.2 Alojamento do elemento de vedação Conforme 5.3 Profundidade de penetração Conforme 5.4 Porca de acoplamento Conforme e 5.5 Material da garra de travamento Conforme 5.6 Passagem mínima Conforme 5.7 Ovalização da bolsa Conforme 5.8 Aspectos visuais Conforme Embalagem Conforme Informações sobre o produto e instruções de instalação Conforme 5.14 Marcação Conforme 5.15 Resistência à tração axial Estanqueidade da junta mecânica com tubo curvado a frio Resistência à pressão hidrostática por 100 horas a 20 C Resistência à pressão hidrostática de longa duração Conforme a Conforme b Conforme a Conforme b Resistência ao impacto Conforme 5.10 Comportamento em estufa Conforme Compostos plásticos com negro de fumo Conforme Compostos plásticos com outros pigmentos Conforme INSPEÇÃO E RECEBIMENTO Nos ensaios de recebimento de adaptador e união devem ser seguidos os critérios de 7.1 a 7.3, tendo como referência a NBR Tamanho do lote de inspeção A inspeção deve ser feita em lotes de no máximo conexões de mesmo tipo e diâmetro. O lote mínimo para inspeção é de 26 peças. As amostras devem atender aos requisitos das tabelas 13 e 14. Independente da quantidade de lotes aprovados, o critério de amostragem a ser utilizado é o indicado nas tabelas 15 ou 16 dessa norma. 17/01/
16 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP Tabela 13 Métodos de ensaios do adaptador ou união durante a inspeção visual / dimensional Partes / parâmetros Plano de Amostragem Método de ensaio / Especificação Dimensões do corpo Tabela 15 Conforme Elemento de vedação (anel) Tabela 15 Conforme 5.2 Alojamento do elemento de vedação Tabela 15 Conforme 5.3 Profundidade de penetração Tabela 15 Conforme 5.4 Porca de acoplamento Tabela 15 Conforme e 5.5 Material da garra de travamento Tabela 15 Conforme 5.6 Passagem mínima Tabela 15 Conforme 5.7 Ovalização da bolsa Tabela 15 Conforme 5.8 Aspectos visuais Tabela 15 Conforme Embalagem Tabela 15 Conforme Informações sobre o produto e instruções de instalação Tabela 15 Conforme 5.14 Marcação Tabela 15 Conforme 5.15 Tabela 14 Métodos de ensaios e requisitos do adaptador ou união durante a inspeção por ensaios destrutivos Parâmetros Plano de Amostragem Método de ensaio / Especificação Resistência tração axial Tabela 16 Conforme a Estanqueidade da junta mecânica com tubo curvado Tabela 16 Conforme b Resistência à pressão hidrostática por 100 horas a Tabela 16 Conforme a 20 C Resistência ao impacto Tabela 16 Conforme 5.10 Comportamento em estufa Tabela 16 Conforme Composto com negro de fumo Tabela 16 Conforme Composto com outros pigmentos Tabela 16 Conforme Amostragem para exame dimensional e visual De cada lote são retiradas aleatoriamente amostras, conforme a tabela 15, (NQA 2,5; nível de inspeção II; regime normal; amostragem dupla - NBR 5426). Para que uma unidade do produto seja considerada não defeituosa, esta deve atender a todos os requisitos contidos na tabela 13. Para lotes com tamanho inferior à 26 unidades a amostragem deve ser de 100% dos elementos do lote. Quando dois ou mais lotes subseqüentes tiverem menos de 26 unidades cada, a quantidade dos lotes deve ser somada e, quando este valor for igual ou superior a 26, o lote assim formado deve ser amostrado usando o critério da tabela /01/2017
17 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 Tabela 15 Plano de amostragem para exame visual e dimensional (nível li) Tamanho do lote Tamanho da amostra 1ª amostra 2ª amostra Aceitação Peças defeituosas 1ª amostra 2ª amostra Rejeição Aceitação Rejeição 26 a a a a a a a Amostragem para ensaios destrutivos Caso as peças sejam aprovadas conforme critério do item 7.2, devem ser submetidas aos ensaios destrutivos em quantidade prevista na tabela 16 (NQA 2,5; nível de inspeção S4; regime normal; amostragem dupla - NBR 5426). Para que uma unidade do produto seja considerada não defeituosa, esta deve atender a todos os requisitos da tabela 14. Quando dois ou mais lotes subseqüentes tiverem menos de 26 unidades cada, a quantidade dos lotes deve ser somada e, quando este valor for igual ou superior a 26, o último lote será amostrado usando o critério da tabela 16. Tabela 16 Plano de amostragem para os ensaios destrutivos Tamanho do lote Tamanho da amostra 1ª amostra 2ª amostra Aceitação Peças defeituosas 1ª amostra 2ª amostra 17/01/ Rejeição Aceitação Rejeição 26 a a a a Aceitação ou rejeição Os lotes devem ser aceitos ou rejeitados de acordo com e Primeira amostragem Os lotes do adaptador ou da união são aceitos quando o número de amostras defeituosas for igual ou menor do que o número de aceitação. Os lotes do adaptador ou da união devem ser rejeitados quando o número de amostras defeituosas for igual ou maior do que o número de rejeição Segunda amostragem Os lotes do adaptador ou da união, cujo número de amostras defeituosas for maior do que o 1º número de aceitação e menor do que o 1º número de rejeição devem ser submetidos a uma segunda amostragem. Os lotes do adaptador ou união são aceitos quando o número de amostras defeituosas for igual ou menor do que o 2º número de aceitação. Os lotes do adaptador ou da união devem ser rejeitados quando o número de amostras defeituosas for igual ou maior do que o 2º número de rejeição. Na segunda amostragem considera-se para o critério de aceitação / rejeição, a soma dos itens da 1ª e 2ª amostra.
18 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP 7.5 Liberação do lote Caso o lote seja aprovado, este deve ser acondicionado em embalagens, conforme item e cada embalagem deve receber um selo de inspeção Sabesp. 8 RELATÓRIO DE INSPEÇÃO O relatório de inspeção deve apresentar de forma discriminada todos os resultados efetivamente obtidos em cada um dos corpos-de-prova efetivamente obtidos nos ensaios realizados. A aprovação ou reprovação do produto no exame visual deve ser justificada por escrito. Quando houver necessidade de arredondamento, este somente poderá ser efetuado no resultado final. Em caso de ocorrência de falhas futuras, o Relatório mencionado neste item será utilizado como parâmetro de referência para verificação da qualidade do material. 9 OBSERVAÇÕES FINAIS A Sabesp se reserva no direito de a qualquer momento retirar amostras no fornecedor ou em materiais já entregues e armazenados em seus Almoxarifados ou canteiros de obras, para realização de todos os ensaios previstos nesta norma, principalmente para checagem da origem da matéria prima identificada nas peças. Os ensaios serão realizados em laboratórios independentes escolhidos pela Sabesp. A Sabesp não aceitará nenhuma justificativa para não conformidades encontradas em materiais já entregues e inspecionados, principalmente com relação à adulteração da matéria-prima utilizada na fabricação das peças. Caso seja encontrada qualquer não conformidade a empresa fornecedora terá todos os materiais em poder da Sabesp devolvidos, será responsabilizada por todos os custos decorrentes e estará sujeita à perda do Atestado de Conformidade Técnica e outras penalidades /01/2017
19 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 Anexo A-Imagens comparativas de dispersão de pigmentos 17/01/
20 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP 18 17/01/2017
21 Norma Técnica SABESP NTS 179: Rev. 08 Adaptador e união de material plástico para tubos de polietileno DE 20 mm, DE 25 mm e DE 32 mm para ramais prediais. Considerações finais: 1) Esta norma técnica agrega informações de diversas normas da ABNT; 2) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados ao Departamento de Acervo e Normalização Técnica - TXA, no e - mail: [email protected] 3) Tomaram parte na revisão 8 desta Norma: ÁREA UNIDADE DE NOME TRABALHO T TXA Dorival Corrêa Vallilo (r8) C CSQ Walter Pellizon Júnior (r8) T TXA Pedro Jorge Chama Neto (r8) T T XA Marco Aurélio Lima Barbosa (r8) 17/01/
22 NTS 179: Rev. 08 Norma Técnica SABESP Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - TX Departamento de Acervo e Normalização Técnica - TXA rua Nicolau Gagliardi, CEP São Paulo - SP - Brasil Telefone: FAX: (011) Palavras Chave: Ramal predial de água, Adaptador e união. 18 páginas 17/01/2017
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ISO 91 1 / 14 Sumário: 1. OBJETIVO 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS 4. INSPEÇÃO, ENSAIOS DE FABRICAÇÃO E DE RECEBIMENTO: 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS: 6. REFERÊNCIAS 7. ANEXOS 1.
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