Norma Técnica Sabesp NTS 193

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1 Norma Técnica Sabesp NTS 193 Conexões soldáveis para tubos de polietileno Especificação São Paulo Março

2 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp S U M Á R I O 1 OBJETIVO REFERÊNCIAS NORMATIVAS DEFINIÇÕES REQUISITOS Matéria prima Conexões CONEXÃO DE TERMOFUSÃO CONEXÃO DE ELETROFUSÃO Tipo bolsa Tipo sela VERIFICAÇÕES E ENSAIOS Perpendicularidade das extremidades das conexões Densidade Índice de fluidez Comportamento de materiais plásticos em estufa Compostos plásticos com negro-de-fumo Resistência à pressão hidrostática Soldabilidade e compatibilidade de solda Resistência coesiva Resistência ao impacto Aspectos visuais Marcação das conexões MÉTODOS DE ENSAIOS E REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE CONEXÕES SOLDÁVEIS POR ELETROFUSÃO MÉTODOS DE ENSAIOS E REQUISITOS DURANTE A FABRICAÇÃO DE CONEXÕES POR ELETROFUSÃO INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE CONEXÕES POR ELETROFUSÃO Tamanho do lote de inspeção Amostragem para exame dimensional e visual Amostragem para ensaios destrutivos Aceitação ou rejeição Liberação do lote FABRICAÇÃO, INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE CONEXÕES POR TERMOFUSÃO Peças produzidas a partir de tubos Peças produzidas a partir de tarugos ou placas de polietileno RELATÓRIO DE INSPEÇÃO RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE OBSERVAÇÕES FINAIS ANEXO A (NORMATIVO) CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE CONEXÕES.. 29 ANEXO B (INFORMATIVO) CORRELAÇÃO DE DIMENSÕES PARA LIGAÇÕES FLANGEADAS DE TUBOS DE POLIETILENO PE E OUTROS ELEMENTOS DE TUBULAÇÃO30 ANEXO C IMAGENS COMPARATIVAS DE DISPERSÃO DE PIGMENTOS /03/2007

3 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Conexões soldáveis de polietileno PE 1 OBJETIVO Esta Norma fixa as condições exigíveis para conexões soldáveis por termofusão e eletrofusão destinadas a aplicação em redes de distribuição, adutoras e rede de esgoto pressurizadas, em PE com máxima pressão de operação de 1,6 MPa para temperaturas de até 25 C, para uma vida útil de 50 anos. Para outras temperaturas, deve ser atendido o descrito no Anexo A. 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta norma técnica. As edições indicadas são as que estão em vigor no momento desta publicação. Caso haja revisões posteriores, recomenda-se que seja analisada a conveniência de se adotar as edições mais recentes das normas citadas a seguir: NTS 048:2006 NTS 049:1999 NTS 050:1999 NTS 053:1999 NTS 058:1999 NTS 189:2004 Tubo de polietileno para ramais prediais de água Polietileno Determinação da densidade por deslocamento. Polietileno Determinação do tempo de oxidação indutiva (OIT) Tubos de polietileno - Verificação da resistência à pressão hidrostática interna. Composto de polietileno - PE Determinação do teor de negro de fumo Projeto de redes de distribuição, adutoras e linhas de esgotos em polietileno PE 80 ou PE 100. NTS 194:2004 Tubos de polietileno para redes de distribuição, adutoras ou para linhas de esgoto pressurizadas. NBR 5426:1985 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos. NBR 8219:1999 NBR 9023:1985 NBR 9799:1987 NBR 14464:2000 NBR 14465:2000 Tubos e conexões de PVC rígido Verificação do efeito sobre a água. Termoplásticos Determinação do índice de fluidez Método de ensaio. Conexão de polipropileno Verificação da estabilidade térmica. Sistemas para distribuição de gás combustível para redes enterradas - Tubos e conexões de polietileno PE 80 e PE Execução de solda de topo. Sistemas para distribuição de gás combustível para redes enterradas - Tubos e conexões de polietileno PE 80 e PE Execução de solda por eletrofusão. NBR 14467:2000 Conexões de polietileno PE 80 e PE Verificação da resistência coesiva. NBR 14469:2000 Conexões de polietileno PE 80 e PE Determinação das dimensões. NBR 14470:2000 Conexões de polietileno PE 80 e PE Verificação da resistência ao impacto em tês de serviço. ANSI B16.5:1973 Steel Pipe Flanges, Flanged Valves and Fittings 27/03/2007 1

4 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp ISO 1183:1987 ISO 9080:1992 ISO 12162:1995 Plastics - Method for determining the density and relative density of non-cellular plastics. Method of extrapolation of hydrostatic stress rupture data to determine the long term hydrostatic strength of thermoplastic pipe materials Thermoplastics materials for pipes and fittings for pressure applications - Classification and designation - Overall service (design) coefficient. ISO 18553:2002 Method for the assessment of the degree of pigment or carbon black dispersion in polyolefin pipes, fittings and compounds. DIN :1988 Pipe joint assemblies and fittings for high-density polyethylene (PE-HD) pressure pipes; adaptors for fusion jointing, flanges and sealing elements; dimensions. 3 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma aplicam-se as definições abaixo: COLARINHO OU ADAPTADOR PE/FLANGE - Designação específica de junta de transição para unir tubo PE a tubo ou elemento de tubulação por flange. COMPOSTO DE POLIETILENO (PE) - Material fabricado com polímero base de polietileno contendo os aditivos e os pigmentos necessários à fabricação de conexões de polietileno conforme esta especificação. CONEXÃO DE TRANSIÇÃO DE SDR - Conexão de PE tipo ponta para unir tubos de PE de SDR s diferentes por solda de topo por termofusão. CONEXÃO POR ELETROFUSÃO - Conexão de PE, que incorpora um ou mais filamentos metálicos, cujas extremidades são conectadas a terminais externos e que, submetidos à corrente elétrica, geram calor, possibilitando a soldagem da conexão a um tubo ou a uma outra conexão de polietileno. CONEXÃO POR TERMOFUSÃO - Conexão de PE, cujas extremidades são soldadas através do aquecimento do material, com auxílio de elemento térmico externo à conexão e ao tubo. CONEXÃO TIPO PONTA - Conexões de PE cujas dimensões na região de soldagem correspondem às dimensões do tubo equivalente, podendo ser conexões injetadas e/ou usinadas. CONEXÃO TIPO SELA - Conexão de PE que possui uma base em forma de sela que se assenta sobre o tubo, permitindo a execução de uma derivação. DIÂMETRO EXTERNO MÉDIO (DE) - - Razão entre o perímetro externo, em mm, e o número 3,142, com o valor arredondado para o 0,1 mm mais próximo. DIÂMETRO EXTERNO NOMINAL (DN) - Simples número que serve para classificar em dimensões os elementos de tubulações (tubos, juntas, conexões e acessórios) e que corresponde aproximadamente ao diâmetro externo do tubo em mm. O diâmetro externo nominal não deve ser objeto de medição. DIÂMETRO INTERNO MÉDIO (DIm) - Média aritmética de, no mínimo, duas medições de diâmetro interno realizadas perpendicularmente em uma mesma seção transversal da conexão. ESPESSURA MÍNIMA DE PAREDE (e) - Menor valor da espessura da parede da conexão, medida em milímetros, em uma seção qualquer. ESPESSURA DA PAREDE NA ÁREA DE SOLDAGEM (Es) - Espessura no perímetro da seção pertencente à área de soldagem da conexão. ESPESSURA DA PAREDE NO CORPO DA CONEXÃO (Ec) - Espessura no perímetro de qualquer seção pertencente ao corpo da conexão. 2 27/03/2007

5 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 JUNTA DE TRANSIÇÃO - Conexão para unir tubo de PE a tubo de outro material ou elemento de tubulação. Uma das extremidades é do tipo ponta ou de eletrofusão para unir-se ao tubo de PE e a outra extremidade adequada à união a outro material ou elemento da tubulação (soldagem, rosca, flange, etc). MÁXIMA PRESSÃO DE OPERAÇÃO (MPO) - Máxima pressão, especificada em MPa, que a ligação predial deve suportar em serviço contínuo, conduzindo água, variável com a temperatura até 40 C. A MPO é calculada com base na pressão nominal PN, levando-se em conta a variação da tensão admissível (σ) para temperaturas superiores a 25 o C, conforme a tabela A2 do anexo A. OVALIZAÇÃO DA CONEXÃO - Diferença entre os valores máximo e mínimo do diâmetro interno de uma mesma seção no caso de conexões de eletrofusão. Diferença entre os valores máximo e mínimo do diâmetro externo de uma mesma seção no caso das conexões tipo ponta. PRESSÃO NOMINAL (PN) - Máxima pressão, especificada em MPa, a que os tubos, conexões e respectivas juntas podem ser submetidos em serviço contínuo, em temperaturas de até 25 C. RELAÇÃO DIÂMETRO / ESPESSURA (SDR - Standard Dimension Ratio) - Razão entre o diâmetro externo nominal (DE) do tubo e a sua espessura mínima de parede (e), (SDR DE/e). RUPTURA DÚCTIL -. Aquela que ocorre com deformação plástica do material. RUPTURA FRÁGIL - Aquela que ocorre sem deformação plástica do material. TENSÃO CIRCUNFERENCIAL (σ) - Tensão tangencial à parede do tubo, normal à sua seção longitudinal, decorrente da pressão interna do fluido. TUBO DE POLIETILENO PE - Tubo fabricado com composto de polietileno, conforme Normas Sabesp NTS 048 e REQUISITOS 4.1 Matéria prima As conexões devem ser fabricadas a partir de composto virgem de polietileno, contendo de origem, todos os aditivos e corantes necessários, não sendo permitido o uso de material reprocessado ou reciclado. O fabricante deve garantir a processabilidade e a soldabilidade da conexão e atender ás demais exigências desta Norma, informando com quais materiais o seu produto pode ser soldado. O composto utilizado na fabricação das conexões deve atender ao prescrito na Portaria 912, de 13/11/1998, da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. O fabricante das conexões deve apresentar certificado atualizado, fornecido por laboratório especializado, de reconhecida competência e idoneidade, atestando a adequação da(s) matéria(s)-prima(s) utilizada(s), para uso em contato com a água potável, atendendo à legislação. Pode ser aceito também certificado de conformidade emitido por organismo internacionalmente reconhecido, que ateste o atendimento às exigências de qualquer uma das seguintes entidades, entre outras: NSF - National Sanitation Foundation. FDA - Food and Drug Administration (documento normativo 21 CFR Ch.1, part 177, Indirect food additives: Polymers, , Olefin Polymers ). WHO - World Health Organization, Guidelines for drinking water quality, volume 1: Recommendations. 27/03/2007 3

6 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp EEC - Council Directive of 15 July 1980 on the quality of water intended for human consumption Classificação e designação do composto de polietileno O composto deve ser classificado como PE 80 ou PE 100, conforme norma ISO 9080, sendo sua tensão hidrostática de longa duração (LTHS): PE 80: MRS = 8 MPa, quando (8,0 LTHS < 10) MPa PE 100: MRS = 10 MPa, quando LTHS 10 MPa. O fabricante do composto deve fornecer o certificado que comprove a classificação acima, a sua curva de regressão e demais características Cor da conexão de polietileno Conexões por termofusão, produzidas a partir de tubo, devem atender a NTS 194. Conexões por termofusão, produzidas a partir de tarugos ou barras, devem seguir as mesmas cores da tubulação onde serão aplicadas. Conexões por eletrofusão azuis ou pretas Dispersão de pigmentos A dispersão de pigmentos do composto de polietileno, durante o seu recebimento, deve ser avaliada conforme a norma NTS 057. A avaliação visual deve ser feita através da comparação das imagens do anexo C, desta norma, com as imagens observadas nos corpos-de-prova. Aqueles que apresentarem dispersão compatível com qualquer uma das dispersões apresentadas nas figuras A1, A2 ou A3, são considerados aprovados. No caso do composto ser pigmentado com negro de fumo, além da dispersão de pigmentos, os seguintes requisitos devem ser atendidos: - conteúdo na massa do composto: (2,5 ± 0,50) % - tamanho médio das partículas: 25 ηm O teor em massa do negro-de-fumo deve ser medido de acordo com a NTS Estabilidade térmica A estabilidade térmica do composto, medida através do ensaio de determinação do Tempo de Oxidação Indutiva (OIT) deve ser de no mínimo 20 minutos, quando testado a 200 C. O ensaio deve ser realizado conforme NTS Índice de fluidez (IF) O índice de fluidez do composto não deve apresentar desvio maior que ± 30% em relação ao valor nominal especificado pelo seu fabricante. TABELA 1 - Variação do índice de fluidez do composto em relação ao valor nominal 4 27/03/2007

7 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Característica Índice de fluidez Requisito Parâmetros do ensaio Método de ensaio Desvio máximo de ±30% em relação ao valor nominal dotemperatura 190 C ABNT NBR 9023 composto na mesma condição do ensaio NOTA: Para cada tipo de composto, seu fabricante deve especificar o valor nominal do índice de fluidez e a massa utilizada para determinação do ensaio Densidade A densidade do composto deve ser informada pelo seu fabricante e seu valor deve ser conforme item 7.2, quando medida conforme NTS 049. Sua tolerância em relação ao valor nominal deve ser de ± 0,003 g/cm Efeito sobre a água O material do corpo da conexão, quando submetido ao ensaio de efeito sobre a água, conforme NBR 8219 deve satisfazer às seguintes exigências: - Na primeira extração a quantidade de chumbo (Pb) não deve exceder a 1 ppm; - Repetindo duas vezes o ensaio, com o mesmo corpo-de-prova, na terceira determinação a quantidade de chumbo (Pb) na água não deve exceder a 0,3 ppm; - Substâncias tais como cromo (Cr), arsênio (As), mercúrio (Hg), estanho (Sn) e cádmio (Cd) não devem estar presentes em quantidades que excedam 0,5 ppm cada uma; A verificação desta exigência deve ser feita em um corpo-de-prova fabricado por extrusão com o mesmo material empregado na fabricação da conexão que ficará em contato com a água. O tubo deve ser fabricado conforme especificado no item 4.1 e apresentar diâmetro e comprimento suficiente para acumular um volume de 250 ml, como previsto na NBR Conexões Classificação e Designação de conexões de polietileno As conexões são designadas pela classificação do composto de polietileno, pelo diâmetro externo (DE) e pelo SDR do tubo de polietileno equivalente. 27/03/2007 5

8 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp Tipos, Dimensões e tolerâncias Dimensões significativas não especificadas nesta norma devem ser indicadas pelo fabricante de conexões, com suas respectivas tolerâncias. As mudanças de espessura de parede da conexão devem ser graduais, a fim de se evitar concentrações de tensões. 5 CONEXÃO DE TERMOFUSÃO As conexões de termofusão, do tipo ponta, devem ser fabricadas a partir de tubos produzidos conforme NTS 194. a) As dimensões e nomenclatura das conexões tipo ponta são mostradas na figura 1 e tabela 2; Ec Es D2 D3 D1 L1 L2 Figura 1 - Conexão tipo ponta Onde: D1 = diâmetro externo médio da extremidade que será soldada, medida em qualquer plano paralelo à distância máxima L1, da extremidade; D2 = diâmetro externo médio do corpo da conexão (DE); D3 = menor diâmetro interno que permite o escoamento do fluido através da conexão; L1 = comprimento da região de soldagem (profundidade da bolsa) L2 = comprimento tubular da conexão que permita: - o uso de braçadeiras quando for utilizada solda de topo, ou; - a soldagem com conexões de eletrofusão. Ec = espessura da parede do corpo da conexão; Es = espessura da parede na região de soldagem, isto é, a espessura da parede medida à distância máxima L1 da extremidade; 6 27/03/2007

9 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Tabela 2 Principais dimensões das conexões tipo ponta (DE) L1 min. L2 min. D3 min. (DE) L1 min. L2 min. D3 min , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,6 b) A espessura de parede ( E c ou E s ) em qualquer ponto da conexão, deve ser maior ou igual a e ; onde e é a espessura mínima de parede do tubo de DE equivalente; c) Na região do comprimento tubular L2, o diâmetro externo médio (dem), e sua tolerância e ovalização, devem atender ao especificado nas NTS 048 e 194 para o tubo de DE equivalente. d) Na região do comprimento de soldagem L1, o diâmetro externo médio (dem), a espessura de parede da conexão (Es), suas tolerâncias e ovalização devem atender ao especificado nas NTS 048 e 194 para o tubo de DE equivalente; e) Para montagem em fábrica ou em associação a uma luva de eletrofusão, as conexões tipo ponta podem ser fornecidas com o comprimento L2 min. Caso contrário, o comprimento L2 deve ser especificado em função do equipamento de solda disponível no campo. f) A conexão do tipo colarinho é um caso particular da conexão tipo ponta, utilizada em transição de materiais. Suas dimensões e os principais símbolos (adaptador PE/Flange) são mostradas na figura 2 e tabelas 3 a 5. As demais dimensões dos flanges devem atender às normas pertinentes. 27/03/2007 7

10 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp D5 D1 r L2 L4 L3 D3 D4 Figura 2 - Colarinho D1 = diâmetro externo médio da extremidade do corpo da conexão; D3 = menor diâmetro interno que permite o escoamento do fluido através da conexão; D4 = diâmetro externo médio do ressalto do colarinho; D5 = diâmetro interno do flange; L2 = comprimento do corpo da conexão; L3 = medida de transição do plano de usinagem; L4 = medida do ressalto; r = raio de curvatura. 8 27/03/2007

11 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Dimensões de colarinhos Tabela 3 - Colarinho para flange norma DIN PN 10 / PB 15 D1 D4 D5 L3 min L4 r /03/2007 9

12 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp Tabela 4 - Colarinho para flange norma DIN PN 16 / PB15 D1 D4 D5 L3 min L4 r Tabela 5 - Colarinho para flange norma ANSI B 16,5-150 Lb (PN 10) D1 D4 D5 L3 min L4 r Obs.: Para os diâmetros entre 110 e 630 mm os colarinhos são idênticos aos colarinhos para flange norma DIN PN /03/2007

13 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 D5 Figura 3 - Flange Solto Tabela 6 Flange solto D1 D5 D1 D CONEXÃO DE ELETROFUSÃO As conexões de eletrofusão devem: a) Ter uma etiqueta devidamente fixada, de modo a impedir a sua remoção durante o manuseio da peça. Nessa etiqueta deve haver um código de barras com todas as informações necessárias para a execução da solda. b) Ter os terminais elétricos devidamente protegidos através de receptáculos existentes na própria conexão; c) Ser dotada de sinalizadores externos, facilmente visíveis, que indiquem se houve a fusão após a execução da solda; 27/03/

14 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp Família de Conexões para Solda de Eletrofusão Solda de eletrofusão Luva e Redução Cotovelo 90º e 45º Tê com saída ponta ou com luva EF DE DE DE Tê de Sela, ligação sem carga e Tê de Serviço p/ ligação em carga 12 27/03/2007

15 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 d) Suportar um ciclo de reaquecimento, sem ocasionar sua deterioração, quando da execução da solda; e) Ser projetada e fabricada de tal forma que, quando da montagem da conexão no tubo ou em outra conexão, não ocorra deslocamento ou deformação dos filamentos; f) Ter todos os elementos metálicos, elastoméricos ou outros componentes, como os existentes em algumas juntas de transição ou tês de serviço, em conformidade com as Normas Técnicas Sabesp e/ou Normas Brasileiras específicas; g) Ser embalada individualmente em sacos plásticos fechados e lacrados, que somente devem ser abertos no momento da soldagem, de modo a não sofrerem danos durante o manuseio e transporte. Dentro da embalagem deve haver um folheto com as instruções de soldagem. Deve ser estocada em local fechado, protegido de umidade e exposição solar. Caso a conexão seja produzida com composto de polietileno de MRS diferente do tubo onde será aplicada, a relação entre a espessura de parede do corpo da conexão (E) e a do tubo (e) deve ser conforme a tabela 7. Tabela 7 - Relação entre espessura de parede da conexão (E c ou E s ) e do tubo (e) para compostos de diferentes MRS. Composto da Conexão Composto do Tubo Relação entre espessura do tubo (e) e da conexão (E c ou E s ) PE 100 PE 80 (E c ou E s ) 0,8 e PE 80 PE 100 (E c ou E s ) 1,25 e Para um mesmo diâmetro externo (DE), tipo e fabricante, a tolerância da resistência elétrica do filamento é de 5% a (+ 5% + 0,1) ohm. A verificação da integridade dos elementos que compõem a resistência elétrica deve ser feita em todas as peças produzidas, através de um multímetro; O fabricante deve informar a mínima espessura de parede (e) de tubo ao qual a conexão pode ser soldada; A verificação da compatibilidade da solda será feita de acordo com o item 7.8. Nos casos em que a energia para a solda de eletrofusão é obtida por diferença de potencial constante, a voltagem não deve ser superior a 48 V; 6.1. Tipo bolsa As dimensões e nomenclatura das conexões de eletrofusão tipo bolsa são mostradas na figura 4 e tabela 8; 27/03/

16 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp L1 CONEXÃO Es TUBO PE OU CONEXÃO TIPO PONTA e D2 D3 L2 L3 D1 Onde: Figura 4 - Conexão de eletrofusão tipo bolsa D1 = diâmetro interno médio na região de soldagem, medido em um plano paralelo ao da extremidade da conexão à distância de L3 + L2/2 desta face; D2 = diâmetro externo médio do corpo da conexão (DE); D3 = menor diâmetro interno que permita o escoamento do fluido através da conexão; E s = espessura da bolsa na região da solda. Deve ser maior ou igual a espessura do tubo ou da ponta na região da solda; L1 = profundidade da bolsa; L2 = comprimento da região de soldagem; L3 = distância entre a extremidade da conexão e o início da área de soldagem. Deve ser maior ou igual a 5 mm; 14 27/03/2007

17 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 (DE) Tabela 8 - Dimensões das conexões de eletrofusão tipo bolsa D1 L2 L1 D3 min Ovalização máxima Min min máx. min 20 20,1 0, , ,1 0, , ,1 0, , ,1 0, , ,1 0, , ,2 1, , ,2 1, , ,2 1, , ,3 1, , ,3 1, , ,3 2, , ,4 2, , ,4 2, , ,4 3, , ,5 3, , ,5 3, , ,6 4, , ,7 4, ,8 6.2 Tipo sela A nomenclatura das dimensões dessas conexões são mostradas na figura 5. Figura 5 - Conexão de eletrofusão tipo sela 27/03/

18 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp Onde: de = diâmetro externo da derivação da conexão, isto é, o diâmetro externo do tubo do ramal; R = raio da sela, equivalente à metade do diâmetro externo do tubo; h = altura do ramal do tubo, isto é, a distância entre os eixos do tubo principal e o do ramal; L = distância entre o eixo do tubo e a extremidade do ramal. a) As dimensões da derivação para o ramal (de) devem estar de acordo com 5 (tipo ponta) e 6.1 (tipo bolsa de eletrofusão); b) O diâmetro externo mínimo da ferramenta de furação no tubo (d) deve atender à tabela 9, enquanto que o furo da passagem do corpo da conexão para o ramal (D3) deve atender às dimensões da tabela 2; Tabela 9 - Furo de Ligação ao Ramal DE d min Diâmetro externo nominal do ramal 20 e > 32 0,8.D3 * *Onde D3 é o valor especificado nas tabelas 2 ou 8 para o tubo do ramal. c) As conexões de eletrofusão tipo sela para ramais de diâmetro (DE) 20, 25 e 32 devem ser dimensionadas para SDR 11; d) O ferramental do tê de serviço tipo sela, deve possuir características equivalentes ao do tê de serviço contemplado na NTS VERIFICAÇÕES E ENSAIOS 7.1 Perpendicularidade das extremidades das conexões a) As extremidades das conexões devem ser perpendiculares a sua geratriz, sem rebarbas, admitindo-se um desvio de perpendicularidade conforme tabela 10. b) A perpendicularidade deve ser medida conforme método NBR /03/2007

19 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Tabela 10 - Perpendicularidade das extremidades das conexões Desvio máximo de Diâmetro Externo nominal perpendicularidade (DE) , , , , , ,0 > 500 3,0 7.2 Densidade A densidade da conexão deve ser 0,938 g/cm3 para conexões pretas e, 0,930 g/cm3 para a conexão de cor azul a 23 º C. A diferença entre a densidade da conexão e do lote do composto de polietileno (ambos medidos por um mesmo transformador) deve ser inferior a ± 0,005g/cm 3. O corpo de prova deve ser extraído da parede da conexão e a densidade deve ser medida conforme NTS Índice de fluidez Para o índice de fluidez da conexão admite-se uma tolerância conforme o item O corpo de prova deve ser extraído do centro da parede da conexão e o índice de fluidez deve ser medido conforme NBR Comportamento de materiais plásticos em estufa Todos os materiais do corpo-de-prova, quando ensaiados de acordo com NBR 9799 à temperatura de (150 ± 2)ºC durante 4 horas, devem apresentar-se sem rachaduras, bolhas ou escamas. A região do(s) ponto(s) de injeção pode apresentar uma depressão que não deve exceder a 20% da espessura da parede nesse ponto. O ensaio deve ser feito com a conexão desmontada e retiradas as partes metálicas. 7.5 Compostos plásticos com negro-de-fumo Os componentes plásticos de cor preta da conexão devem ser pigmentados com negro-de-fumo, de qualidade certificada, em conformidade com os requisitos e ensaios adicionais referidos no item 4 do Anexo IV dos Apêndices da Portaria nº 912 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, de 12 de novembro de O fornecedor do pigmento deve fornecer os certificados referentes a estas exigências normativas. 27/03/

20 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp 7.6 Resistência à pressão hidrostática Para as conexões que apresentarem extremidades com diferentes SDR s, deve-se adotar o maior valor de SDR (menor espessura de parede) especificado na conexão para o cálculo da pressão de ensaio. No caso de tês de serviço e tês de sela para ramais (DE) de 20, 25 e 32 o SDR deve ser 11. Os ensaios devem ser realizados conforme a NTS Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração a 20 C As conexões de polietileno devem ser submetidas por no mínimo 100 horas, na temperatura de ( 20 ± 1 ) C à pressão hidrostática calculada pela fórmula abaixo com os valores de tensão circunferencial apresentados na tabela 11., sem apresentar qualquer falha. 2 σ P = SDR 1 onde σ = tensão circunferencial de ensaio. Tabela 11 - Valores de tensão circunferencial para ensaio de pressão hidrostática interna de curta duração a 20 C Composto Tensão circunferencial (MPa) PE 80 10,0 PE , Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração a 80 C As conexões de polietileno devem ser submetidas por, no mínimo 165 horas, na temperatura de ( 80 ± 1 ) C à pressão hidrostática calculada pela fórmula apresentada em com os valores de tensão circunferencial apresentados na tabela 12, sem apresentar qualquer falha. Tabela 12 - Valores de tensão circunferencial para ensaio de pressão hidrostática interna de curta duração a 80 C Composto Tensão circunferencial (MPa) PE 80 4,6 PE 100 5,5 NOTA: conexões de termofusão: se ocorrer ruptura dúctil antes de 165 h, deve ser escolhida na tabela 13 uma nova relação (tempo x tensão), para a realização de um novo ensaio /03/2007

21 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Tabela 13 - Valores de tensão circunferencial x tempo para o ensaio de resistência à pressão hidrostática interna de curta duração a 80 C PE 80 PE 100 tensão (MPa) tempo (h) tensão (MPa) tempo (h) 4, , , , , , , , , , , , , A amostra ensaiada é considerada reprovada caso ocorra a ruptura frágil Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração a 80 C As conexões de polietileno devem ser submetidas por no mínimo, a 1000 horas, na temperatura de ( 80 ± 1 ) C quando submetidas à pressão hidrostática calculada pela fórmula apresentada em com os valores de tensão circunferencial apresentados na tabela 14, sem apresentar qualquer falha. Tabela 14 - Valores de tensão circunferencial para ensaio de pressão hidrostática interna de longa duração a 80 C Composto Tensão circunferencial (MPa) PE 80 4,0 PE 100 5,0 7.7 Soldabilidade e compatibilidade de solda O ensaio de soldabilidade e compatiblidade deve ser executado utilizando-se tubos com o mesmo SDR da conexão, com a realização de 3 soldas conforme NBR ou , conforme o tipo de conexão e deve atender ao ensaio de pressão hidrostática de longa duração a 80 o.c, conforme item Resistência coesiva As conexões de eletrofusão e de termofusão, soldadas ao tubo, devem manter a integridade da solda, quando submetidas ao ensaio de resistência coesiva a ( 23 ± 2 ) C, tal que não apresentem ruptura ou descolamento da interface de solda com extensão superior a 1 L2 do comprimento nominal de solda ( ), conforme NBR /03/

22 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp 7.9 Resistência ao impacto As conexões do tipo sela, de eletrofusão, quando submetidas a um impacto, com energia de 100 J, a partir da queda de um percurssor com peso de 50 N, caindo de uma altura de 2 m, na temperatura de ( 23 ± 2 ) o C, aplicado na direção axial conforme NBR 14470, deve resistir ao ensaio sem apresentar quebras ou trincas visíveis a olho nu, com iluminação intensa, nem se deslocar em relação ao tubo no qual esteja instalado. As conexões do tipo luva, redução, cotovelo 45, cotovelo 90 e tê com saída em ponta, quando submetidas a um impacto, com energia de 50 J, a partir da queda de um percurssor com peso de 25 N, caindo de uma altura de 2 m, na temperatura de (23 ± 2) o C, aplicado na direção axial conforme NBR 14470, devem resistir ao ensaio sem apresentar quebras ou trincas visíveis a olho nu, com iluminação intensa. Para a execução dos ensaios é proibida a inserção de qualquer tipo de material ou produto no interior das bolsas, das pontas ou no interior da peça Aspectos visuais As superfícies das conexões devem apresentar cor e aspecto uniformes e serem isentas de corpos estranhos, ranhuras, marcas, bolhas, fraturas do fundido, rachaduras, ou outros defeitos visuais que comprometam o desempenho da conexão. Conexões que possuam componentes soldados devem apresentar soldas em conformidade com o controle visual de solda do procedimento empregado (NBR ou 14465) Marcação das conexões As conexões devem ser marcadas de forma indelével, em relevo decorrente do próprio molde de injeção, ou através de marcação mecânica com no mínimo as seguintes informações: a) nome ou marca de identificação do fabricante; b) classificação do composto; c) diâmetro externo; d) SDR da conexão; e) código que permita rastrear a sua produção, tal que contemple um indicador relativo ao mês e ano da produção; f) número desta norma ou norma internacional equivalente, aprovada e aceita pela Sabesp. As conexões de eletrofusão devem trazer etiqueta com código de barras, adequadamente fixada na conexão, tal que permita a correta leitura pelo equipamento de soldagem automático /03/2007

23 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : MÉTODOS DE ENSAIOS E REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE CONEXÕES SOLDÁVEIS POR ELETROFUSÃO O fabricante da conexão deve apresentar comprovantes de que o composto utilizado na fabricação da peça esteja classificado como PE-80 ou PE-100. A classificação do composto deve ser realizada pelo método de extrapolação definido na ISO Para qualificação das conexões soldáveis de polietileno devem ser aplicados os métodos de ensaios e requisitos indicados na tabela 15, de tal forma que todos os corpos-de-prova atendam aos seus requisitos. Tabela 15 - Métodos de ensaios e requisitos de qualificação de conexões soldáveis por eletrofusão de polietileno Propriedade. No de Amostras Método de Ensaio Embalagem 3/tipo conexão/diâmetro conforme 6 (g) Aspectos visuais 3/tipo conexão/diâmetro conforme 7.11 Dimensões 3/tipo conexão/diâmetro conforme NBR e item 7.1 Marcação 3/tipo conexão/diâmetro conforme 7.11 Verificação da integridade dos componentes que compõem a resistência elétrica 3/tipo conexão/diâmetro conforme 6 Estabilidade Térmica 3/tipo conexão/diâmetro conforme Resistência à pressão hidrostática de curta duração (100 horas) a 20 C Resistência à pressão hidrostática de curta duração (165 horas) a 80 C Resistência à pressão hidrostática de longa duração (1.000 horas) 80 C Soldabilidade 3/tipo conexão/diâmetro conforme /tipo conexão/diâmetro conforme /tipo conexão/diâmetro conforme /tipo conexão/diâmetro concomitante com o ensaio de 1000 horas conforme 7.7 Resistência coesiva 3/tipo conexão/diâmetro conforme 7.8 Resistência ao impacto 3/tipo conexão/diâmetro conforme 7.9 Densidade do composto 3/tipo conexão/diâmetro conforme Índice de fluidez do composto 3/tipo conexão/diâmetro conforme Efeito sobre a água 3/tipo conexão/diâmetro conforme Comportamento em estufa 3/tipo conexão/diâmetro conforme 7.4 Dispersão de Pigmentos 3/tipo conexão/diâmetro conforme 7.6 Teor de Negro de Fumo de compostos pretos 3/tipo conexão/diâmetro conforme /03/

24 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp 9 MÉTODOS DE ENSAIOS E REQUISITOS DURANTE A FABRICAÇÃO DE CONEXÕES POR ELETROFUSÃO O fabricante das conexões deve manter os certificados de cada lote de composto de polietileno utilizado na fabricação e executar os ensaios indicados na tabela 16. Tabela 16 Métodos de ensaios e requisitos durante a fabricação Propriedade N o. Amostras Periodicidade Dimensões 1/tipo de conexão/diâmetro/ca vidade do molde 2h ou 250 peças (o que ocorrer primeiro) Aspectos visuais 100% Ininterruptamente Marcação Verificação de integridade da resistência elétrica Resistência à pressão hidrostática de curta duração (100 horas) a 20 C Resistência à pressão hidrostática de curta duração (165 horas) a 80 C Resistência à pressão hidrostática de longa duração (1.000 horas) a 80 C Soldabilidade 1/tipo conexão/diâmetro/ca vidade do molde Ininterruptamente Método de ensaio/ especificação conforme NBR e item 7.1 conforme 7.10 conforme % Ininterruptamente conforme 6 1/tipo de conexão/diâmetro/ca vidade do molde 1/tipo de conexão/diâmetro/ca vidade do molde 1/tipo de conexão/diâmetro/ca vidade do molde 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão, concomitante com o ensaio de 1000 horas conforme conforme conforme conforme 7.7 /continua 22 27/03/2007

25 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Tabela 16 (conclusão) Métodos de ensaios e requisitos durante a fabricação Propriedade N o. Amostras Periodicidade Resistência coesiva Resistência ao impacto Densidade Estabilidade térmica Comportamento em estufa Índice de fluidez Efeito sobre a água Dispersão de Pigmentos Teor de negro de fumo 1/tipo conexão/diâmetro 1/tipo conexão/diâmetro 1/tipo de conexão /independente do diâmetro 1/tipo de conexão/independente do diâmetro 1/tipo de conexão /independente do diâmetro 1/tipo de conexão/independente do diâmetro 1/tipo de conexão/independente do diâmetro 1/tipo de conexão/independente do diâmetro 1/tipo de conexão/independente do diâmetro 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão. 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança de lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no recebimento do composto ou a cada mudança do lote do composto 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão 1 ensaio no inicio e outro no término da fabricação, ou a cada mudança do lote do composto/conexão Método de ensaio/ especificação conforme 7.8 conforme 7.9 conforme conforme conforme 7.4 conforme conforme conforme 7.6 conforme 7.5 Caso ocorra uma falha, deve-se rastrear os lotes defeituosos e elimina-los, não sendo permitido o seu reprocessamento para a fabricação de conexões de polietileno conforme esta norma. 27/03/

26 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp 10 INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE CONEXÕES POR ELETROFUSÃO Nos ensaios de recebimento das conexões soldáveis de polietileno devem ser seguidos os critérios em 10.2 e 10.3 tendo como referência a NBR Tamanho do lote de inspeção A inspeção deve ser feita em lotes de no máximo conexões de mesmo tipo e diâmetro. O lote mínimo para inspeção é de 26 peças. As amostras devem atender aos requisitos da Tabela 17. Tabela 17 Métodos de ensaios das conexões durante a Inspeção Partes / parâmetros Plano de amostragem Método de Ensaio / Especificação Embalagem Tabela18 conforme 6 (g) Aspectos visuais Tabela18 conforme 7.10 Dimensão da conexão Tabela 18 conforme NBR e item 7.1 Marcação Tabela18 conforme 7.11 Verificação da integridade dos elementos que compõem a resistência elétrica. Resistência à pressão hidrostática de curta duração (100 horas) a 20 C Resistência à pressão hidrostática de curta duração (165 horas) a 80 C Tabela 18 conforme 6 Tabela 19 Tabela h conforme h conforme Resistência Coesiva Tabela 19 conforme 7.8 Soldabilidade concomitante com o ensaio de 165 horas conforme 7.7 Resistência ao impacto Tabela 19 conforme 7.9 Comportamento em estufa Tabela 19 conforme 7.4 Dispersão de pigmentos Tabela 19 conforme 7.6 Teor de negro-de-fumo Tabela 19 conforme 7.5 Índice de fluidez Tabela 19 conforme Densidade Tabela 19 conforme Estabilidade térmica Tabela 19 conforme Devem ser solicitados os certificados de potabilidade do composto, conforme itens 4.1 e Facultativamente, a critério da unidade responsável pela inspeção da Sabesp, poderá ser exigida, no recebimento das peças, a execução do ensaio conforme item /03/2007

27 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : Amostragem para exame dimensional e visual De cada lote são retiradas aleatoriamente amostras, conforme a Tabela 18, (NQA 2,5; nível de inspeção II; regime normal; amostragem dupla NBR 5426). Para que uma unidade do produto seja considerada não defeituosa, esta deve atender a todos os requisitos contidos na Tabela 17. Não serão aceitos lotes com tamanho inferior à 26 unidades. Tabela 18 Plano de amostragem para exame visual e dimensional (nível li) Tamanho da amostra Peças defeituosas Tamanho do lote 1ª amostra 2ª amostra Aceitação 1ª amostra 2ª amostra Rejeição Aceitação Rejeição 26 a a a a a a a Amostragem para ensaios destrutivos Caso as peças sejam aprovadas conforme critério do item 10.2, devem ser submetidas aos ensaios destrutivos previstos na tabela 17 (NQA 2,5; nível de inspeção S4; regime normal; amostragem dupla NBR 5426). Para que uma unidade do produto seja considerada não defeituosa, esta deve atender a todos os requisitos da tabela 17. Tabela 19 Plano de amostragem para os ensaios destrutivos Tamanho da amostra Peças defeituosas Tamanho do lote 1ª amostra 2ª amostra Aceitação 1ª amostra 2ª amostra Rejeição Aceitação Rejeição 26 a a a a Aceitação ou rejeição Os lotes devem ser aceitos ou rejeitados de acordo com e /03/

28 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp Primeira amostragem Os lotes de conexões são aceitos quando o número de amostras defeituosas for igual ou menor do que o número de aceitação. Os lotes de conexões devem ser rejeitados quando o número de amostras defeituosas for igual ou maior do que o número de rejeição Segunda amostragem Os lotes de conexões, cujo número de amostras defeituosas for maior do que o 1º número de aceitação e menor do que o 1º número de rejeição, devem ser submetidos a uma segunda amostragem. Os lotes de conexões são aceitos quando o número de amostras defeituosas for igual ou menor do que o 2º número de aceitação. Os lotes de conexões devem ser rejeitados quando o número de amostras defeituosas for igual ou maior do que o 2º número de rejeição. Na segunda amostragem considera-se para o critério de aceitação / rejeição, a soma dos itens da 1ª e 2ª amostra Liberação do lote As peças liberadas, de acordo com esta norma, deverão ser obrigatoriamente identificadas uma a uma, com o respectivo selo de inspeção. 11 FABRICAÇÃO, INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE CONEXÕES POR TERMOFUSÃO 11.1 Peças produzidas a partir de tubos As conexões do tipo gomada não são recomendadas, conforme item 5.2 da NTS 189. Caso, a critério da Sabesp, sua utilização seja imprescindível, o processo de fabricação deve atender a todos os critérios prescritos na NTS 189, respeitando sua aplicabilidade, ou seja, tubo produzido a partir de composto azul para utilização em redes e adutoras de água ou produzido a partir de composto preto para utilização em linhas pressurizadas de esgoto. A autorização para a fabricação das peças será dada pela unidade da Sabesp, responsável pela inspeção e liberação dos tubos. Os tubos a serem utilizados na produção dessas peças, deverão ser produzidos por empresas qualificadas com base na NTS 194. Independente dos tubos já serem qualificados, os mesmos devem ser ensaiados conforme NTS 194, para comprovação de sua qualidade. No recebimento das peças deverão ser efetuados os ensaios prescritos na tabela /03/2007

29 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Tabela 20 Métodos de ensaios das conexões durante a Inspeção Partes / parâmetros Método de Ensaio / Especificação Aspectos visuais conforme 7.10 Dimensões da conexão conforme NBR e item 7.1 Marcação conforme 7.11 Resistência à pressão hidrostática de curta duração (100 horas) a 20 C Resistência à pressão hidrostática de curta duração (165 horas) a 80 C 100 h conforme h conforme Soldabilidade conforme 7.7 Estabilidade térmica conforme Densidade conforme Índice de fluidez conforme Dispersão de pigmentos conforme 7.6 Teor de negro-de-fumo conforme Peças produzidas a partir de tarugos ou placas de polietileno Os tarugos ou placas de polietileno a serem utilizados na fabricação das peças soldáveis por termofusão, deverão ser de composto de polietileno que atenda aos requisitos do item 4.1, respeitando sua aplicabilidade, ou seja, tarugo ou placa produzido a partir de composto azul para utilização em redes e adutoras de água ou produzidos a partir de composto preto para utilização em linhas pressurizadas de esgoto. O fabricante destas peças deve possuir e manter todos os certificados do composto utilizado na fabricação dos tarugos e placas e executar os ensaios indicados na tabela 21. No recebimento das peças deverão ser efetuados os ensaios prescritos na tabela 21. Tabela 21 - Métodos de ensaios e requisitos para aprovação de tarugos ou placas de polietileno. Propriedade. Requisitos Método de Ensaio Estabilidade Térmica 20 min. conforme Soldabilidade conforme 7.7 Compatibilidade conforme 7.7 Densidade do composto 0,938 g/cm3 se preta ou 0,930 g/cm3 se não preta e satisfazer a tolerância de ± 0,005g/cm3 conforme Índice de fluidez do satisfazer a tolerância de ± 25% conforme composto Efeito sobre a água (somente para compostos na cor azul). conforme /continua 27/03/

30 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp Tabela 21 (conclusão) - Métodos de ensaios e requisitos para aprovação de tarugos ou placas de polietileno Propriedade. Requisitos Método de Ensaio Dispersão de Pigmentos conforme Teor de Negro de Fumo (somente para compostos na cor preta) (2,5 ± 0,50)% conforme Para cada um dos ensaios mencionados na tabela 21, deve ser retirado um corpo-deprova para cada tarugo ou placa a partir das quais serão produzidas as peças. Nas peças fabricadas, serão feitos todos os demais ensaios previstos na tabela RELATÓRIO DE INSPEÇÃO O relatório de inspeção deve apresentar de forma discriminada todos os resultados efetivamente obtidos em cada um dos corpos-de-prova efetivamente obtidos nos ensaios realizados. A aprovação ou reprovação do produto no exame visual deve ser justificada por escrito. Quando houver necessidade de arredondamento, este somente poderá ser efetuado no resultado final. Em caso de ocorrência de falhas futuras, o Relatório mencionado neste item será utilizado como parâmetro de referência para verificação da qualidade do material. 13 RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE É responsabilidade do fabricante planejar, estabelecer, implementar e manter atualizado um programa da qualidade, que envolva os fornecedores das matérias primas e componentes, capaz de assegurar que as conexões que produz estejam de acordo com esta Norma. Deve manter todos os relatórios dos ensaios realizados durante a fabricação das conexões, bem como os certificados de origem do composto e dos componentes utilizados. 14 OBSERVAÇÕES FINAIS A Sabesp se reserva no direito de a qualquer momento retirar amostras no fornecedor ou em materiais já entregues e armazenados em seus Almoxarifados ou canteiros de obras, para realização de todos os ensaios previstos nesta norma, principalmente para checagem da origem da matéria prima identificada nas peças. Os ensaios serão realizados em laboratórios independentes escolhidos pela Sabesp. Caso seja encontrada qualquer não conformidade a empresa fornecedora terá todos os materiais em poder da Sabesp devolvidos, será responsabilizada por todos os custos decorrentes e estará sujeita à perda do Atestado de Conformidade Técnica e outras penalidades /03/2007

31 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 ANEXO A (NORMATIVO) CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE CONEXÕES A.1 TENSÃO ADMISSÍVEL DE PROJETO A tensão admissível para o projeto do tubo é obtida aplicando-se um coeficiente não inferior a 1,25 ao valor da resistência mínima requerida (MRS - Minimum Required Strength) do material, resultando os valores da tabela seguinte: Tabela A.1 Tensão máxima admissível para tubos de polietileno, σa Material MRS σa ISO (MPa) (MPa) PE 80 8,0 6,3 PE ,0 8,0 MRS conforme ISO 9080 (50 anos a 20 C) A.2 MÁXIMA PRESSÃO DE OPERAÇÃO (MPO) A máxima pressão de operação é definida em função da temperatura do fluido conduzido, considerando-se sempre uma vida útil mínima de 50 anos. O fator de resistência à pressão em função da temperatura (Ft) é determinado baseando-se na curva de regressão obtida pelo método de extrapolação ISO 9080, donde extrai-se o valor da tensão circunferencial (σ) para a temperatura e vida útil de 50 anos. Aplica-se sobre (σ) o fator de segurança (FS) de 1,25 para obter a tensão de dimensionamento (σd) na temperatura desejada. A pressão de operação resultante é obtida pela fórmula MPO = PN x Ft; Para temperaturas de 25 C a 50 C aplicar os valores de Ft conforme Tabela A.2 Tabela A.2 - Fatores de redução de pressão para temperaturas entre 25 C e 50 C Temp. ºC 25 27, * 50* Ft 1,00 0,86 0,81 0,72 0,62 0,52 0,43 Nota: * limitado à vida útil máxima de 15 anos 27/03/

32 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp ANEXO B (INFORMATIVO) CORRELAÇÃO DE DIMENSÕES PARA LIGAÇÕES FLANGEADAS DE TUBOS DE POLIETILENO PE E OUTROS ELEMENTOS DE TUBULAÇÃO Tabela orientativa da correlação de dimensões de tubos ou conexões de polietileno PE para ligação flangeada com outros elementos de tubulação (DN e polegadas). Tubos ou conexões de PE DE Outros tubos ou elementos de tubulação DN Polegadas 20 ½ 25 ¾ ¼ 50 1 ½ ½ /03/2007

33 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 ANEXO C IMAGENS COMPARATIVAS DE DISPERSÃO DE PIGMENTOS 27/03/

34 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp 32 27/03/2007

35 Norma Técnica Sabesp NTS 193 : 2007 Conexões soldáveis de polietileno PE Considerações finais: 1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados à Assessoria para Desenvolvimento Tecnológico T V V. 2) Tomaram parte na elaboração desta Norma: UNIDADE ÁREA DE TRABALHO C CSQ Dorival Corrêa Vallilo R REQ Pedro Jorge Chama Neto T T V V Marco Aurélio Lima Barbosa T T V V Reinaldo Putvinskis NOME 27/03/2007

36 NTS 193 : 2007 Norma Técnica Sabesp Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Diretoria de Tecnologia e Planejamento - T Assessoria para Desenvolvimento Tecnológico - T V V Rua Costa Carvalho, CEP São Paulo - SP - Brasil Telefone: (0xx11) / FAX: (0xx11) [email protected] Palavras-chave: Conexão de polietileno; solda - 32 páginas 27/03/2007

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