1 - CONCELHO DE ALIJÓ
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- Jorge Leão Damásio
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2 INTRODUÇÃO O Encontro Regional é uma actividade que se realiza anualmente e na qual se pretende que todos os Escuteiros da região estejam presentes e partilhem entre si o nosso tão querido espírito escutista. Isto é, há nesses dias uma maior interacção entre os Agrupamentos da região. Esta actividade é, e sempre foi, da responsabilidade da Junta Regional. Nasceu com ela e cedo se transformou - em termos regionais - Na Actividade. A única, diríamos, que está sempre presente no calendário de todos os Agrupamentos da região. No entanto, e com o desenvolvimento do escutismo na região, os agrupamentos começaram a colaborar e participar activamente com a Junta Regional na organização do Encontro. Articulando tudo o que foi exposto pensámos ser este o momento de dizermos: Sim! Sentimos que esta é a hora de participar activamente na organização desta actividade regional de referência!
3 1 - CONCELHO DE ALIJÓ Ordenação Heráldica do Brasão e Bandeira Publicada no Diário do Governo, I Série de 06/07/1932 Armas Escudo de ouro, com um castanheiro de verde arrancada de negro, acompanhado por duas torres de vermelho, realçados de negro. Bordadura de negro, carregado de oito ouriços de castanheiro de ouro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres: " VILA DE ALIJÓ ", de negro. História Até à década de trinta do século XX o Feriado Municipal do Concelho de Alijó festejava-se a 24 de Junho dia de S. João. Nenhum documento conhecido se lhe refere como sendo um dia de grandes festejos na sede de concelho. O Dr. Lourenço Matos Cordeiro Presidente da Câmara Municipal de Alijó entre 1928 e 1932 encomenda ao arqueólogo Dr. Afonso Dornelas um estudo para constituição heráldica da Bandeira, Armas, Selo e Feriado Municipal do Concelho de Alijó. Em 1932 o Dr. Afonso Dornelas apresenta ao Executivo Camarário o trabalho de investigação que fizera onde, entre outros aspectos, salienta que a obra mais antiga que dá conta das armas das cidades e vilas portuguesas Poblacion General de España editada em Madrid em 1645, refere-se a Alijó sem fazer menção das suas Armas ou Feriado Municipal, mas tão só como uma terra fertilíssima de castanha. Logo o executivo aceita de bom grado que o castanheiro ocupe o centro do Brasão de Armas e Bordadura do mesmo seja carregada com oito ouriços. Este Brasão foi publicado em 6 de Julho de 1932, pela Portaria n.º 7397 do Ministério do Interior. Estava dado o primeiro passo para que o Feriado Municipal do Concelho de Alijó deixasse de ser no dia 24 de Junho dia de S. João desde sempre festejado numa das freguesias do concelho: Castedo do Douro e passasse para o dia 11 de Novembro, dia de S. Martinho. Deste modo S. Martinho, castanhas e vinho celebravam-se as duas maiores riquezas agrícolas do concelho. É sob a presidência de Pedro Augusto Afonso Cardoso Dias (1932/34) que o dia de S. Martinho já então a maior feira do concelho passa a Feriado Municipal. Delimitado geograficamente pelos rios Douro, Tua, Tinhela e Pinhão e pelas montanhas transmontanas, com uma área aproximadamente de 300 Km 2, encontra-se o concelho de Alijó que pertence ao distrito de Vila Real. Historicamente implantado num eixo que terá servido de fronteira em permanentes mutações, só a partir do primeiro quartel do século XII (ano de 1225) é que D. Sancho II mandou povoar Alijó, que se encontrava até então abandonada. Deu-lhe carta de foral em Abril de D. Afonso III concede nova carta de foral, dia 15 de Novembro de 1269, em Santarém. Já no século XVI, D. Manuel I cria novamente carta de foral, dia 10 de Julho de 1514 (em Lisboa).
4 A ocupação ordenada do território, acontece a partir dos séculos XII e XIII, tendo nessa altura sido atraídos vários representantes da nobreza e da alta burguesia como os Távoras (sendo este o caso do Marquês de Távora, primeiro donatário de Alijó e seus termos). Ficaram os Marqueses de Távora senhores donatários deste concelho durante as dinastias Joanina, Filipina e parte da Brigantina até ao reinado de El-Rei D. José. Só em pleno consulado pombalino é que se assiste à execução dos Távoras (por suspeita de envolvimento na tentativa de assassinato do rei D. José I). Tanto hoje como no passado o clima, a situação geográfica e o magnífico património natural e arqueológico impuseram-se como factores de atracção. O concelho de Alijó é assim detentor dos mais belos solares, igrejas, capelas e casas senhoriais distribuídas pelas diversas freguesias. O concelho de Alijó apresenta um carácter rural, inserido na Região Demarcada do Douro. Alijó é um concelho que vive essencialmente da agricultura e do pequeno comércio. A cultura vitivinícola cultura dos vinhos finos ou generosos e de mesa, é praticada essencialmente nas terras junto aos rios que delimitam o concelho (principal suporte económico). Contribuem também para o sustento das gentes locais a prática da pastorícia (em lameiros) e os soutos (nas terras mais altas). No concelho de Alijó, a beleza é omnipresente e marcada por duas zonas distintas: a zona Norte agreste, rica na cultura do azeite, cereais, leguminosas, batata e amendoais e a zona Sul tipicamente duriense, repleta de vinhedos em socalcos e paisagens verdejantes. Em Alijó localiza-se a sede de concelho, sendo uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte e sub-região do Douro, com cerca de habitantes. Um concelho com 298 km² de área e habitantes (2006), subdividido em 19 freguesias, das quais 5 são vilas, e 49 lugares, cada um com as suas tradições, os seus usos e os seus costumes. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Pouca de Aguiar e Murça, a leste por Carrazeda de Ansiães, a sul por São João da Pesqueira e a oeste por Sabrosa. O Concelho tem uma zona norte e uma zona sul bastante diferentes, na zona norte predomina como principal riqueza a floresta e a de caça municipal. Na zona sul, a grande aposta e a grande potencialidade económica do Concelho está centrada no turismo e na agricultura. Um Concelho que tem a esse nível um conjunto de vinhos de enormíssima qualidade que vão desde o vinho generoso até ao vinho de consumo, ao moscatel e ao champanhe. A zona do Pinhão, classificada de Douro Património Mundial abre uma janela de desenvolvimento económico associando a agricultura, o turismo e o ambiente. Turismo Alijó é um concelho deliciosamente privilegiado pela sua localização geográfica. Situado no coração da Região Demarcada do Douro, constitui um dos mais pitorescos e aprazíveis municípios da região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
5 Caracterizado por um lado, pela belíssima paisagem vinhateira onde o escadario de socalcos verdejantes se espelha no esplendor do rio Douro, por outro, revê-se nas suas aldeias profundamente genuínas onde predomina ainda a tradição e a ruralidade de uma região de montanha. O Concelho de Alijó possui uma riqueza patrimonial inesgotável; desde o património natural ao arquitectónico, religioso e arqueológico, Alijó é não mais do que uma amálgama de cores, sensações e surpresas aos olhos de quem o visita. Delimitado pelos rios Douro, Tua, Pinhão e Tinhela, este Concelho tem para oferecer as mais belas paisagens a partir de pontos de miragem tais como: Casal de Loivos; Sanfins do Douro; Castedo; Santa Bárbara e Senhora da Cunha. Um património religioso admirável, como é o caso da Igreja de Nª Srª da Boa Morte, os santuários de Perafita e Sanfins do Douro, as imensas igrejas e capelas espalhadas pelas diversas freguesias. No aspecto arqueológico, Alijó possui valiosos vestígios, legados pelos nossos antepassados da Idade do Ferro, que foram sendo posteriormente romanizados, patentes nos castros, pontes e calçadas romanas. Da época megalítica, podemos encontrar no planalto da Chã, um interessante dólmen ou anta, intitulado Anta da Fonte Coberta. A Arte rupestre, da Idade do Bronze, também brindou este concelho com um notável conjunto pictográfico de símbolos solares, trata-se do Abrigo da Pala Pinta situado na freguesia de Carlão. Para além da imensa riqueza patrimonial, este município possui um bem único, o qual constitui a principal fonte de rendimento das gentes que o habitam o vinho.
6 Com um leque de vinhos de excelente qualidade, desde os vinhos de mesa, espumantes, moscatel (e não estivéssemos na região duriense), o famoso Vinho do Porto ou generoso, como também se denomina por estas bandas. Para saborear estes néctares, junta-se uma imensa variedade gastronómica de pratos e petiscos que nos deixam com água na boca. É o caso do cabrito assado, da Feijoada à Transmontana, dos enchidos, os milhos e as papas de sarrabulho, o pão de Favaios e a excelente bola de carne. Outros dos interessantes atractivos deste Concelho, são as diversas romarias que durante os meses de verão percorrem as nossas vilas e aldeias, perpetuando tradições, num clima de festa. Por tudo isto e essencialmente pela riqueza do seu património natural de uma beleza única, o Município de Alijó teve o reconhecimento mundial de uma região que é nossa, mas que tem as portas abertas ao mundo. Alijó convida-o a vir conhecer esta terra de gente sincera e hospitaleira. Uma região de encanto e de sonho! Como Chegar a Alijó? São variadas as formas de chegar ao concelho de Alijó. Por via terrestre, ferroviária ou fluvial. Se pretendermos chegar por via terrestre as opções são as seguintes: Através do IP4, que faz a ligação Amarante - Vila Real - Alijó, ou Bragança - Mirandela - Murça - Alijó. Através da A24, que liga Imagem 1 Viseu e Lamego ao nosso concelho, ou pela EN 322 que faz ligação com a cidade de Peso da Régua. O interior do concelho é atravessado pela EN 212, fazendo ligação a Norte com a EN 15 que conduz a Vila Real, e a Sul com a EN 222 Pinhão/Régua e a Este pela EN 323 que liga o concelho a Sabrosa. Em termos ferroviários, o concelho é servido a Sul pela linha do Douro, que provém da cidade do Porto, até à vila do Pinhão e que continua até ao Pocinho. A Este pela linha do Tua que faz ligação Mirandela - Tua.
7 Pela via fluvial, de Maio a Outubro, o concelho é servido pelos inúmeros cruzeiros que diariamente atravessam o rio Douro e chegam ao cais do Pinhão. Imagem 2
8 Gastronomia Mesa Típica Pratos Tradicionais: - Bola de Carne - Cozido à Portuguesa - Cabrito Assado - Carnes Fumadas - Feijoada à Transmontana - Milhos - Bacalhau assado com batatas a murro - Enchidos (alheiras, chouriço de sangue e linguiças) - Trigo de Favaios Doces: - Serrabulho Doce - Amêndoas Cobertas - Cavacas de St.ª Eugénia - Fritas de Chila - Bolo Borrachão - Doce da Teixeira - Bolo Mulato - Toucinho-do-céu - Pão-de-ló de água - Quinzinhos Vinhos: - Vinho Generoso (Porto) - Vinho Moscatel (Favaios e Alijó) - Vinho Espumante (Vale D'Anaias) Pão: - Trigo de Favaios - Pão de Centeio de Vila Chã
9 2 - OBJECTIVOS DO XX ENCONTRO REGIONAL Dinamizar o Escutismo nesta zona da Região de Vila Real; Eliminar barreiras e aproximar a Região de Vila Real; Proporcionar um dia de são convívio entre Escuteiros e Comunidade; Divulgar o movimento na Comunidade de acolhimento da actividade; Realizar actividades por secção, permitindo assim o contacto entre jovens oriundos de locais diferentes; Proporcionar aos jovens o contacto com a cultura duriense através das actividades planeadas; Intervir na comunidade local através de iniciativas que realcem a dimensão educacional do Escutismo.
10 3 - ASSOCIATIVISMO NO CONCELHO Clube Caça e Pesca de Alijó Atlético Clube Alijoense Grupo Recreativo e Cultural de Alijó; Associação Desportiva e Cultural de Pegarinhos Associação Cultural e Social de Sanfins do Douro Fundação Casa Museu Maurício Penha Rancho Folclórico de Sanfins do Douro Grupo de "Zés-Pereiras" de Sanfins do Douro Núcleo Teatral Sanfinense (NTS) Moto Clube de Alijó Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alijó Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cheires Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de São Mamede Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Favaios Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro Grupo de Zés-Preiras de Cheires Grupo de Zés-Preiras do Castedo Oficina de Teatro de Favaios Banda de Musica de São Mamede Ribatua Banda de Musica de Carlão Grupo Desportivo, Recreativo e Cultural de Favaios Clube Pinhoense
11 4 - HORÁRIOS E PROGRAMA Dia 17 de Outubro Até 9h00 Recepção dos Agrupamentos 09h30 Abertura Oficial do Encontro Regional 10h00 Inicio das Actividades 12h00 ás 14h00 Almoço (no decorrer das Actividades) 14h30 Concentração para o Desfile 15h00 Inicio do Desfile 16h00 Eucaristia 17h10 Encerramento
12 5 - RESPONSABILIDADES Responsáveis pelo Encontro Regional: António Pinto (Chefe de Agrupamento 756 de Alijó João Pedro Ribeiro (Chefe de Agrupamento 872 de Favaios Francisco Freitas (Chefe de Agrupamento 949 de Sanfins do Douro Responsável de Protocolo: José Pardal [email protected] Responsável pela Logística: Mário Furtado Filipe Pereira Responsável pela Eucaristia: Carla Gouveia Padre Pedro Rei Alves Responsável pelo o Check C heck-in: Rui Vieira - [email protected] Luís Pinto Carlos Gouveia Nélson Pinto
13 6 - Protocolo 1 Chefe de Protocolo Dirigente José Pardal 2 - Organização A organização do XX Encontro Regional é da responsabilidade dos Agrupamentos 756 de Alijó 872 de Favaios e 949 de Sanfins do Douro, conjuntamente com a Junta Regional de Vila Real. 3 - Informações Todas as dúvidas deverão ser tiradas directamente com os responsáveis do Encontro, ou caso seja uma dúvida especifica com o responsável da área, cujos contactos se encontram no ponto 6 deste caderno. 4 - Autocarros Os autocarros com o transporte dos Contingentes e outras viaturas deverão deslocarse para o Parque de Estacionamento situado junto às Piscinas Municipais de Alijó conforme imagem nº Refeições O almoço será oferecido pela organização, estando incluído no decorrer da actividade. 6 - Horários Os horários devem ser escrupulosamente cumpridos. Os chefes de Contingente deverão providenciar que tal aconteça. 7 - Recepção aos contingentes no Domingo A recepção dos contingentes será feita pela Equipa de Check In, colocada no jardim em frente às Piscinas Municipais. Haverá no local indicações de como proceder. O responsável pelo contingente do agrupamento entregará à chegada, uma listagem preenchida, previamente enviada para a organização. 8- Uniforme À chegada ao check In devem apresentar-se com Uniforme de Campo, que será utilizado na cerimónia de abertura e durante as actividades. Para o desfile deverão estar devidamente uniformizados com uniforme oficial.
14 Entre o termino das actividades e o inicio do cortejo será disponibilizado tempo e espaço para a troca de uniformes. (Podem utilizar os calções da farda oficial com o uniforme de campo, de forma a facilitar a mudança de uniforme.) 9 - Sessão de Boas-vindas Após o Chech In, os Agrupamentos irão deslocar-se para o Edifico da Câmara Municipal de Alijó, conforme imagem n.º 3 Formarão por Secção e por Agrupamento, consoante indicação da equipa de protocolo colocada no local para o efeito. Chefes de Agrupamento e estandartes irão ser colocados em local próprio consoante imagem n.º 4. A cerimónia contará com a presença dos Agrupamentos, Junta Regional e Entidades convidadas Actividades Programa próprio Desfile Todo o contingente deverá concentrar-se junto ao Pavilhão Municipal devidamente uniformizados, e dentro dos horários pré definidos. O desfile terá o percurso descrito na imagem n.º 5. Ver Anexo próprio Eucaristia a) A eucaristia será presidida pela entidade eclesiástica presente, sendo da responsabilidade dos Assistentes Regional e do Agrupamento Local; b)os escuteiros tomarão acento conforme esquema - ver Imagem 6; c)os Porta bandeiras deverão atender às Normas e procedimentos - ver anexo próprio Encerramento A cessão de encerramento decorrerá no mesmo lugar da eucaristia. O responsável pela animação dará início a esta cerimónia. Haverá um momento solene de entrega de condecorações, presidido pelo Chefe Regional.
15 Entrega de uma lembrança regional a todos os Agrupamentos presentes. Seguir-se-ão breves palavras dirigidas aos escuteiros da região pela seguinte ordem (Chefe do Agrupamento Local; Presidente da Junta de Freguesia de Alijó; Presidente do Município de Alijó; Chefe Regional) Terminando com a "Canção do Adeus" Omissões Qualquer omissão a estes Procedimentos, será resolvida pela organização. Imagem 3 Imagem 4 Imagem 5
16 DISPOSIÇÂO DAS BANDEIRAS DURANTE O DESFILE Conforme o Regulamento de Protocolo, no seu Capitulo I, Do uso das Bandeiras, no nº. 1, do seu artigo 1º, diz-nos que: Nos actos mais solenes, realizados a nível nacional, regional, de núcleo ou de agrupamento, deve presidir a Bandeira Nacional que, no entanto nunca deve ser transportada por grupos isolados. No nº. 3 e 4 do mesmo artigo, refere-se ao uso das bandeiras do Escutismo Mundial e à bandeira regional, de núcleo e de agrupamento, respectivamente. Nesse sentido, para o desfile regularmo-nos pelo Artigo 3º, é o referente à forma como se deve efectuar o transporte. ARTIGO 3º DO REGULAMENTO DE PROTOCOLO O Escuta que transporta uma bandeira deve proceder rigorosamente como a seguir se indica: 1.Em marcha, o transporte deve-se efectuar na posição vertical: A bandeira segura-se com a mão direita à altura do queixo, cotovelo direito para fora à altura da mão, bandeira pendida; e o braço esquerdo balançando livremente. A bandeira deverá seguir desfraldada: Devem os porta estandartes trazer o suporte para transporte da bandeira durante o desfile. ARTIGO 4º DO REGULAMENTO DE PROTOCOLO Relativamente à Bandeira Nacional sem prejuízo do fixado na Lei, é a seguinte ordenança de bandeiras: Em desfiles, a Bandeira Nacional deve ser conduzida na frente, do lado direito da marcha; também pode ser isolada à frente com a competente escolta de honra. Quando diversas bandeiras são conduzidas em linha, a bandeira nacional deve ser transportada ao centro em frente de todas as outras. 1 ORGANIGRAMA DO DESFILE Legenda: 1- Bandeira Nacional 2- Bandeira do Bureau 3- Bandeira Regional 4- Fanfarra 5- Bandeiras de Agrupamento 6- Chefes de Agrupamento 7- Chefes de Alcateia 8- Alcateia 9- Chefes do Grupo Explorador 10-Grupo Explorador 11-Chefes do Grupo Pioneiro 12-Grupo Pioneiro 13-Chefes de Clã 14-Clã 15-Dirigentes 16-Entidades
17 DISPOSIÇÂO DAS BANDEIRAS DURANTE A EUCARISTIA ARTIGO 2º DO REGULAMENTO DE PROTOCOLO 1 - Em cerimónias religiosas, a Bandeira Nacional fica do lado direito do celebrante, quando voltado para o publico e deve preceder as outras tanto à entrada como à saída do templo e da capela-mor. 2 - As escoltas devem apenas acompanhar as bandeiras até à entrada do altar-mor, ocupando depois o lugar que lhes for indicado. 3 - Os Escutas que prestem serviço dentro de uma igreja são colocados sob a coordenação de um único dirigente, que providencia para que cada Escuta porta-bandeira seja rendido, de modo a não permanecer naquela posição durante mais de meia hora consecutiva. 4 - Quando dos momentos culminantes nas cerimónias, as bandeiras devem baixar em continência, não tocando o chão. As trocas deveram ser efectuadas a cada 20 minutos ou em tempos a designar pela organização. Disposição do Espaço Durante a Eucaristia
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