Acesso Venoso por Flebotomia
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- Eliza Martini Valverde
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1 Acesso Venoso por Flebotomia Carlos Adriano Silva dos Santos Aldemar Araujo Castro INTRODUÇÃO O acesso venoso central por dissecação é a primeira escolha dos doentes vítimas de trauma e a segunda escolha quando por segurança ou indisponibilidade não conseguimos realizar o acesso por punção. No membro superior existem três possibilidades de realização da dissecação na face medial: a) terço inferior do braço, b) terço médio, c) terço superior. Por seu mais freqüente descrevemos o acesso no terço distal. Nos outros segmentos, o procedimento é semelhante, devendo ser observado a sintopia das estruturas, devido a relação da veia a ser dissecada com a artéria e nervos. ACESSO VENOSO CENTRAL POR FLEBOTOMIA DA VEIA BASÍLICA providencia-se a escolha do lado a ser dissecado. No centro cirúrgico, o doente é colocado em decúbito dorsal, com o membro superior levado em abdução. Figura 2 - Identificado o vaso a ser dissecado, providencia-se a anti-sepsia rigorosa abrangendo todo o braço até o 1/3 médio do antebraço. Figura 1 - Depois do informe prévio ao doente sobre o procedimento a ser realizado, Figura 3 - Realiza-se assepsia ampla com campos operatórios. Versão preliminar 26/11/00 Página 1 de 7
2 Figura 4 - Optou-se pela dissecação da veia basílica no 1/3 distal do braço. No sulco bicipital injeta-se anestésico ao longo dos planos, em todo trajeto da dissecação. Devese ter o cuidado para não injetar anestésico intravascular. Figura 7 - Incisa-se a fáscia. Figura 5 - Incisa-se a pele e o tecido celular subcutâneo transversalmente ao eixo maior do membro superior. Figura 8 - Rebate-se a fáscia longitudinalmente com o afastador. Neste momento é possível visualizar a veia basílica e o nervo cutâneo medial do antebraço (ramos). Caso não seja possível visualizar a veia basílica, facilmente encontra-se os ramos do nervo citado, a veia estará, freqüentemente, entre os dois ramos deste nervo. Figura 6 - Divussiona-se o tecido celular subcutâneo com um afastador até expor a fáscia braquial superficial. Por vezes, é possível visibilizar a veia basílica por transparência da fáscia. Figura 9 - Identifica-se a veia basílica. Versão preliminar 26/11/00 Página 2 de 7
3 Figura 10 - Providencia-se a dissecação da veia. É importante livrar-se de qualquer estrutura circunvizinha a veia. proximal ao vaso, neste momento iremos esvaziar o conteúdo sangüíneo da veia, liberando inicialmente o fio proximal e observando se existe refluxo sangüíneo para dentro da veia, une-se os fios e torna-os a afastar com o cuidado para se esfaziar o conteúdo da veia, libera-se o fio distal e se observa o enchimento da veia. O teste será positivo para veia quando na manobra de liberação do fio distal a veia for preenchida de forma rápida e plena. Se após a liberação do fio proximal for observado um rápido enchimento do vaso, dois fatores podem estar influenciando: 1 O paciente apresenta um aumento da pressão venosa central, 2 Tratase de uma artéria. Observando tal anormalidade deve-se reavaliar a anatomia do vaso dissecado para se continuar com o procedimento. Figura 11 - Isola-se a veia com um fio de algodão. Figura 13 - Certificado de que a estrutura dissecada é uma veia, providencia-se a sua ligadura proximal. Figura 12 - É passado um outro fio de algodão desta vez distal ao primeiro. A estes fios, identificado-os como fios de reparo. Este momento da dissecação venosa é extremamente importante, com os fios reparos iremos identificar o sentido do fluxo sangüíneo dentro do vaso, desta forma corroboremos a estrutura dissecada como veia. O procedimento a ser realizado com os fios de reparo intitula-se de testes dos reparos e consiste na tração simultânea dos fios distal e Figura 14 - Um botão anestésico é providenciado distal a ferida cirúrgica, para que se realize a contra-abertura e saída do cateter. Procedimento indispensável para uma boa manutenção da cateterização, minimiza os riscos de infecção da dissecação. Versão preliminar 26/11/00 Página 3 de 7
4 Figura 15 - Incisão do situ da contraabertura. Figura 18 - Antes de se providenciar a flebotomia, realiza-se a tunelização do cateter a partir da contra-abertura. Figura 16 - De acordo com a necessidade de reposição volêmica o cateter será selecionado, lembrando-se que o volume será inversamente proporcional ao comprimento e diretamente proporcional ao diâmetro. Também deverá ser avaliada a indicação da cateterização central se para monitorização ou para fins de reposição volêmica ou medicamentosa, bem como a de nutrição parenteral. Figura 19 - A flebotomia é realizada através de incisões combinadas, sendo a primeira transversa e a segunda longitudinal ao vaso, de tal forma a representar a figura de um T invertido. Este detalhe técnico facilita a dilatação da incisão do vaso e possibilita uma melhor apreensão da borda da ferida venosa para progressão do cateter. Figura 20 - Dilatação da incisão venosa. Figura 17 - Corta-se a ponta do cateter sem a necessidade de biselar. O biselamento da ponta do cateter pode dificultar a sua progressão e favorecer lesões da parede venosa. Versão preliminar 26/11/00 Página 4 de 7
5 Figura 21 - Apreensão da borda da ferida venosa. Este procedimento auxilia na progressão do cateter. Figura 24 - Avaliação da hemostasia e do final da cateterização. Figura 22 - Progressão do cateter. Deve ser de forma lenta e gradativa, pode ser realizado movimentos de rotação e conectar uma seringa para que seja injetado, em bolos, soro fisiológico, desta forma se consegue uma melhor dilatação do vaso ao longo da progressão do cateter. Figura 25 - Confirmada a posição do cateter, observa-se se há fluxo, com o livre escoamento do volume infundido, e refluxo, com o retorno de sangue pelo cateter. Figura 26 - Síntese da ferida por planos. Figura 23 - Fixação do cateter ao vaso com a ligadura do fio distal à veia. O cateter deve ser mantido com soro fisiológico em seu interior a fim de evitar trombose de sua luz. Versão preliminar 26/11/00 Página 5 de 7
6 Figura 27 - Síntese da pele com fio de nylon 4-0. Figura 28 - Fixação do cateter à Pele com fio de nylon 3-0. Figura 30 - Curativo definitivo da ferida cirúrgica. Com uma seringa conectada é feito infusões constantes de soro fisiológico, antes da conexão do equipo de soro. CONSIDERAÇÕES FINAIS Figura 29 - Aspecto final da cateterização venosa central por dissecação da veia basílica. A flebotomia de uma veia na extremidade para acesso venoso pode ser fundamental na condução dos doentes vasculares. Outros locais podem ser utilizados, porém são exceções, o membro inferior e a região cervical. A escolha do local apropriado e a técnica cirúrgica meticulosa são decisivos na qualidade do acesso. REFERÊNCIAS 1. Batista Neto J. Dissecção venosa. In: Batista Neto J, editor. Condutas em cirurgia de urgência. Maceió: Comissão Científica do Departamento de Cirurgia da UFAL; 1991: Castro AA, Pitta GBB. Acesso venoso em pacientes pediátricos utilizando aveia facial comum: relato de sete casos. ECMAL 1994; 7: Castro AA. Acesso venoso por flebotomia. In: Batista Neto J, editor. Cirurgia de urgência: condutas. Rio de Janeiro: Revinter; 1999: Castro AA. Flebotomia em "T" invertido: nota técnica. ECMAL 1994;7: Guidelines for cardiopulmonary ressuscitation and emergency cardiac care: Emergency Cardiac Care Committee and Subcommitees. American Heart Association. JAMA 1992;16: Hiat JR. Vascular access for trauma, emergency surgery, and intensive care. In: Wilson SE. Vascular access surgery. 2nd ed. Chicago: Year Book Medical, Menezes FH. Acesso à circulação venosa. In: Lane JC, Albarran-Sotelo R. Reanimação cardiorespiratória cerebral. Rio de Janeiro: Medsi;1993: Santos CAS, Gusmão LCB. Estudo anatômico sobre a veia basílica no braço de cadáveres humanos. Rev HU UFAL, 1997;4: Parsa MH, Tabora F, Al-Sawwaf M. Técnicas de acesso vascular. In: Shoemaker WC, Ayres S, Grenvik A, Holbrook PR, Thompson WE, editores. Tratado de terapia intensiva. 2a ed. São Paulo: Panamericana, 1992: Testut L, Latarget A. Tratado de Anatomia Humana. Barcelona: Salvat, Warwick R, Williams PL. Gray Anatomia. 35a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1984: Versão prévia publicada: Nenhuma Versão preliminar 26/11/00 Página 6 de 7
7 Conflito de interesse: Nenhum declarado. Fontes de fomento: Nenhuma declarada. Data da última modificação: 13 de outubro de Como citar este capítulo: Santos CAS, Castro AA. Acesso venoso por flebotomia. in: Pitta GBB, Castro AA, Burihan E, editores. Angiologia e Cirurgia Vascular: guia ilustrado. Maceió: UNCISAL/ECMAL; Sobre os autores: Carlos Adriano Silva dos Santos Médico-Residente em Cirurgia Vascular do Hospital da Agamenon Magalhães, Recife, Brasil. Aldemar Araujo Castro Professor Assistente Substituto do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Paulo / Escola Paulista de Medicina São Paulo, Brasil. Endereço para correspondência: Aldemar Araujo Castro Rua Pedro de Toledo São Paulo, SP Fax: [email protected] (1378 palavras, 59 parágrafos) Versão preliminar 26/11/00 Página 7 de 7
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