Submódulo 11.5 Diagnóstico dos sistemas de proteção e controle
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- Eric Leão Benke
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1 Submódulo 11.5 Diagnóstico dos sistemas de proteção e controle Rev. Nº. Motivo da revisão Data de aprovação pelo ONS Data e instrumento de aprovação pela ANE- EL 0.0 Este documento foi motivado pela criação do Operador Nacional do Sistema Elétrico 07/07/ Adequação a resolução nº 140/2002-/ANEEL, de 25/03/ /05/ /12/2002 Resolução nº 791/ Atendimento à Resolução Normativa ANEEL nº 115, de 29 de novembro de /10/ /09/2007 Resolução Autorizativa nº 1051/ Versão decorrente da Audiência Pública nº 049/2008, submetida para aprovação em caráter definitivo pela ANEEL. 17/06/ /08/2009 Resolução Normativa nº 372/09 Nota: Convencionou-se como 1.0 a primeira versão deste procedimento aprovada em caráter definitivo pela ANEEL. A numeração das versões anteriores foi alterada de forma a ter numeração inferior a 1.0 (ex. a antiga versão 0 é agora chamada de 0.0, a antiga versão 1 é agora chamada de 0.1, e assim em diante). Endereço na Internet:
2 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS PRODUTOS ALTERAÇÕES DESTA REVISÃO RESPONSABILIDADES DO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO ONS DOS AGENTES DE GERAÇÃO, DE TRANSMISSÃO, DE DISTRIBUIÇÃO, DE IMPORTAÇÃO, DE EXPORTAÇÃO E DOS CONSUMIDORES LIVRES E POTENCIALMENTE LIVRES DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO REQUISITOS E PROCESSOS PARA REALIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO PRELIMINAR DOS SISTEMAS DE PROTEÇÃO E DAS INSTALAÇÕES EM SERVIÇO NA REDE BÁSICA ANÁLISE DO DIAGNÓSTICO PELOS AGENTES DE OPERAÇÃO CONSOLIDAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO E EMISSÃO DO RELATÓRIO IMPLANTAÇÃO DAS ADEQUAÇÕES ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DO PLANO DE AÇÃO HORIZONTE, PERIODICIDADE E PRAZOS... 6 Endereço na Internet: Página 2/6
3 1 INTRODUÇÃO 1.1 A segurança de um sistema elétrico é fortemente influenciada pelo desempenho dos seus sistemas de proteção e controle. A falha de um relé de proteção pode ocasionar desligamentos intempestivos, ampliação da abrangência das perturbações, com cortes de carga, oscilações eletromecânicas e, nos casos mais graves, pode evoluir para blecautes locais, regionais ou sistêmicos. 1.2 A importância dos sistemas de proteção e controle justifica o cuidado no estabelecimento de requisitos mínimos para esses sistemas nas novas instalações e nas ampliações das instalações existentes (Submódulo 2.6 Requisitos mínimos para os sistemas de proteção, de supervisão e controle, de telecomunicações) e no acompanhamento do seu desempenho por meio de técnicas estatísticas (Submódulo 11.2 Avaliação de desempenho dos sistemas de proteção). 1.3 As perturbações mais significativas, em que algum sistema de proteção e controle atua de forma incorreta ou indevida, originam análises para a determinação das causas dessas falhas e recomendações para a correção das deficiências apresentadas (Submódulo 22.3 Análise de perturbação). 1.4 Os Submódulos 2.6, 11.2 e 22.3 e as informações fornecidas pelos agentes de operação são a base para a análise e diagnóstico das condições atuais dos sistemas de proteção e controle em serviço na rede básica do Sistema Interligado Nacional SIN. 1.5 Este submódulo é pertinente ao planejamento e programação e à operação do sistema, no âmbito do Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS. 1.6 Os agentes de geração considerados neste submódulo são aqueles detentores, por concessão ou autorização, de usinas classificadas na modalidade de operação como Tipo I Programação e despacho centralizados, conforme critérios e sistemática estabelecidos no Módulo 26 Modalidade de operação de usinas. 1.7 O módulo e submódulos aqui mencionados são: (a) Submódulo 2.6 Requisitos mínimos para os sistemas de proteção e de telecomunicações; (b) Submódulo 11.2 Avaliação de desempenho dos sistemas de proteção; (c) Submódulo 22.3 Análise de perturbação; e (d) Módulo 26 Modalidade de operação de usinas. 2 OBJETIVOS 2.1 O objetivo deste submódulo é estabelecer diretrizes e responsabilidades para a adequação dos sistemas de proteção e controle das instalações existentes e conseqüente aumento da segurança do SIN. Essa adequação requer a elaboração e revisão do Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica, de forma a permitir a elaboração do Plano de ação pelos agentes de operação para a realização das adequações recomendadas nesse diagnóstico. 3 PRODUTOS 3.1 O produto do processo descrito nesse submódulo é o: Endereço na Internet: Página 3/6
4 (a) Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica. 4 ALTERAÇÕES DESTA REVISÃO 4.1 Alterações decorrentes das contribuições recebidas e aprovadas pela ANEEL relativas ao processo de Audiência Pública nº 049/2008 com o objetivo de possibilitar a aprovação em caráter definitivo dos Procedimentos de Rede. 5 RESPONSABILIDADES 5.1 Do Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS (a) Determinar os critérios para a realização do Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica. (b) Elaborar, em conjunto com os agentes de operação, o Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica. (c) Acompanhar a execução de Plano de ação pelos agentes de operação e registrar as nãoconformidades observadas. 5.2 Dos agentes de geração, de transmissão, de distribuição, de importação, de exportação e dos consumidores livres e potencialmente livres (a) Fornecer as informações referentes aos sistemas de proteção e controle em serviço nas instalações da rede básica para a elaboração do diagnóstico. (b) Elaborar, em conjunto com o ONS, o Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica. (c) Elaborar, em conjunto com o ONS, Plano de Ação para melhorias ou substituições nos sistemas de proteção e controle de forma a atender ao Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica e estabelecer os prazos e prioridades para implantação das melhorias ou substituições constantes do Plano de ação. (d) Implantar as adequações nos sistemas de proteção e controle das instalações de sua propriedade, conforme as recomendações do diagnóstico desses sistemas e a priorização estabelecida no Plano de ação. 6 DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO 6.1 Requisitos e processos para realização do diagnóstico O ONS elabora o Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica com base nos requisitos mínimos estabelecidos no Submódulo 2.6 e nos resultados obtidos nos processos estabelecidos nos Submódulos 11.2 e Endereço na Internet: Página 4/6
5 6.2 Elaboração do diagnóstico preliminar dos sistemas de proteção e controle das instalações em serviço na rede básica O ONS deve solicitar aos agentes de operação a realização da análise dos sistemas de proteção e controle das instalações em serviço na rede básica, indicando os critérios estabelecidos, conforme os requisitos dos processos definidos no item 6.1 deste submódulo, e a forma como as informações devem ser fornecidas Os agentes de operação devem realizar a análise das condições atuais dos sistemas de proteção e controle das instalações de sua propriedade em serviço na rede básica, em conformidade com os critérios definidos pelo ONS Os agentes de operação devem informar ao ONS os resultados das análises realizadas, bem como as adequações que julgarem necessárias nos sistemas de proteção e controle em serviço nas instalações de sua propriedade Após o recebimento das informações dos agentes de operação, o ONS deve elaborar o diagnóstico preliminar dos sistemas de proteção e controle das instalações em serviço na rede básica. 6.3 Análise do diagnóstico pelos agentes de operação O ONS deve encaminhar o diagnóstico preliminar para análise dos agentes de operação Com base no diagnóstico preliminar, os agentes de operação devem apresentar propostas de prioridades para a execução das adequações identificadas, formular as justificativas da priorização proposta, informar os investimentos e os prazos necessários apara a viabilização das modificações, substituições ou melhorias e encaminhar esse conjunto de informações para análise do ONS. 6.4 Consolidação do Plano de ação e emissão do relatório O ONS deve analisar as propostas de prioridades com a participação dos agentes de operação sempre que considerar pertinente, e proceder à consolidação do o Plano de ação para implementação das modificações, substituições e melhorias nos sistemas de proteção e controle das instalações em serviço na rede básica O diagnóstico juntamente com o Plano de ação devem ser consolidados em relatório técnico emitido pelo ONS e encaminhado aos agentes de operação e à ANEEL. 6.5 Implantação das adequações Os agentes de operação devem executar as atividades de especificação, aquisição, aceitação em fábrica, projeto, instalação, cálculo de ajustes e comissionamento das adequações aprovadas e incluídas no Plano de ação para adequação dos sistemas de proteção e controle das instalações em serviço na rede básica. 6.6 Acompanhamento da execução do Plano de ação O ONS deve realizar o acompanhamento da execução pelos agentes de operação das melhorias propostas no Plano de ação. Endereço na Internet: Página 5/6
6 7 HORIZONTE, PERIODICIDADE E PRAZOS 7.1 O Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica deve ser feito com periodicidade anual, compreendendo o horizonte de um ano. 7.2 Os agentes de operação devem fornecer os resultados das análises dos sistemas de proteção e controle em serviço na rede básica 60 (sessenta) dias após a solicitação do ONS. 7.3 O ONS deve emitir o diagnóstico preliminar dos sistemas de proteção e controle em serviço na rede básica 120 (cento e vinte) dias após o recebimento das informações com as análises realizadas pelos agentes de operação. 7.4 Os agentes de operação devem apresentar as propostas de prioridades, as justificativas e os investimentos necessários 30 (trinta) dias após a emissão do diagnóstico preliminar pelo ONS. 7.5 O ONS deve emitir o relatório de consolidação do Diagnóstico dos Sistemas de Proteção e Controle das Instalações em Serviço na Rede Básica, com o Plano de ação 30 (trinta) dias após o recebimento dos comentários dos agentes de operação. Endereço na Internet: Página 6/6
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