Manual de Procedimentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de Procedimentos"

Transcrição

1 Manual Procedimentos Volume 5 Direção Serviços Informática 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação

2 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 5 Legislação Aplicável... 6 Mapa Atualização do Documento... 7 Área Aplicações e Sistemas Informação... 8 Processo 1 Resolução pedidos... 8 Sub 1.1 Receção do pedido... 8 Sub 1.2 Análise da complexida implementação/resolução... 8 Sub 1.3 Análise da disponibilida... 8 Sub 1.4 Análise da viabilida... 8 Sub 1.5 Colocação em fila espera... 9 Sub 1.6 Resolução do pedido... 9 Sub 1.7 Fechar o pedido... 9 Processo 2 Deployment Aplicações Sub 2.1 Nomeação um Sub 2.2 Atualização da configuração Sub 2.3 Preparação do ambiente ployment Sub 2.4 Atualização do ambiente produção Sub 2.5 Confirmação da atualização Página: 2

3 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Princípios Gerais A Direção Serviços Informática tem como funções a manutenção, senvolvimento e suporte dos serviços informáticos e comunicações do Instituto Superior Técnico, com níveis fiabilida e resiliência que possibilitem o funcionamento contínuo com elevados níveis qualida serviço. As principais competências da Direção Serviços Informática são a manutenção e suporte da infraestrutura passiva e ativa comunicações, incluindo dados, voz e vío, o senvolvimento aplicações inovadoras para os serviços informação académicos e administrativos, e a configuração e manutenção aplicações externas, open source ou contratadas, orientadas para a gestão sistemas informação, fluxos informação e procedimentais da gestão do Técnico Lisboa, o senvolvimento interfaces web e a otimização usabilida das aplicações senvolvidas internamente, o apoio técnico à comunicação interna e externa da Escola, nas vertentes sign e vío e o suporte ao utilizador. A Direção Serviços Informática compreen três áreas (capítulos), que por sua vez se divim em vários núcleos. O presente capítulo refere-se à Área Aplicações e Sistemas Informação (AASI), que se organiza em dois núcleos:! Núcleo Aplicações Académicas (NAA)! Núcleo Aplicações Gestão Administrativa (NAGA) A AASI tem como objetivos prestar apoio técnico, assegurando o funcionamento dos sistemas informação da Escola. As suas principais competências compreenm o senvolvimento, configuração e manutenção aplicações relativas aos s académicos e aos s administrativos da Escola. Página: 3

4 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação A AASI tem como funções:! análise s e requisitos;! análise sistemas informação;! arquitetura sistemas informação;! senho soluções;! senvolvimento soluções. As suas principais competências são o suporte, a configuração e o senvolvimento aplicações internas relativas aos s académicos e aos s administrativos da escola. Página: 4

5 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Abreviaturas e Acrónimos ALU AI Área Ligação ao Utilizador Área Infraestruturas AASI Área Aplicações e Sistemas Informação DSI Direção Serviços Informática NAA Núcleo Aplicações Académicas NAGA Núcleo Aplicações Gestão Administrativa NCVV Núcleo Comunicação Voz e Vío NM Núcleo Microinformática NME Núcleo Multimédia e e-learning NRS Núcleo Res e Sistemas NSU Núcleo Suporte ao Utilizador Página: 5

6 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Legislação Aplicável Legislação Despacho Normativo n.º 5 -A/ abril, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 77, 19 abril Despacho n.º 12255/2013, 09 setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 185, 25 setembro Despacho n.º 1696/2014, 21 janeiro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 23, 03 fevereiro Despacho (extrato) n.º 3279/2014, 20 fevereiro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 41, 27 fevereiro Descrição Estatutos da Universida Lisboa Estatutos do Instituto Superior Técnico Regulamento Organização e Funcionamento dos Serviços Natureza Administrativa e Apoio Técnico do Instituto Superior Técnico Regimento do Conselho Gestão do Instituto Superior Técnico Página: 6

7 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Mapa Atualização do Documento O quê Quando Como Resultado/ Registo Luís Cruz, Joana Viana Prof.Fernando Mira da Silva Tiago Machado, José Luís, Joana Viana, Rosa Barbosa Prof. Luís Guerra e Silva Luís Cruz, Joana Viana Prof. Luís Guerra e Silva Revisão do volume Validação da revisão Revisão do volume Validação da revisão Revisão do volume Validação da revisão Dezembro 2013 Dezembro 2013 outubro 2014 Dezembro 2014 Dezembro 2015 Dezembro 2015 Aquação s Aquação s Submissão da revisão ao Prof. Mira da Silva Envio da revisão à AQAI Submissão da revisão ao Prof. Luís Guerra e Silva Envio da revisão à AQAI Submissão da revisão ao Prof. Luís Guerra e Silva Envio da revisão à AQAI As propostas são sempre enviadas à AQAI para análise juntamente com o formulário alteração. Página: 7

8 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Área Aplicações e Sistemas Informação Processo 1 Resolução pedidos Sub 1.1 Receção do pedido É realizado um pedido por uma pessoa ou unida interessada, relativa a uma nova funcionalida ou resolução um problema ou erro intificado. Sub 1.2 Análise da complexida implementação/resolução O pedido é analisado em termos complexida resolução. Caso o pedido seja resolução simples, quem o analisa ve procer em função da sua disponibilida para a sua resolução (sub 1.3). Caso o pedido não seja resolução simples, ve ser levado à consiração da coornação (sub 1.4). Sub 1.3 Análise da disponibilida Depois da análise da complexida implementação ou resolução do pedido, analisa-se a disponibilida para a sua resolução. Consira-se que um colaborador tem disponibilida para resolver um pedido, sempre que o consiga fazer no espaço temporal poucos dias. Caso não haja disponibilida para resolver o problema em poucos dias, este ve ser colocado numa fila pedidos por resolver (sub 1.5). Sub 1.4 Análise da viabilida Quando um pedido não é resolução simples, ou sempre que hajam dúvidas em relação à sua viabilida, este ve ser analisado junto da coornação. A alocação re- Página: 8

9 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação cursos a projetos e a tarefas, e ainda a finição das prioridas é da responsabilida da direção da DSI. Caso o pedido tenha viabilida, ve ser colocado em fila (sub 1.5), caso contrário ve ser fechado (sub 1.7). Sub 1.5 Colocação em fila espera Quando não é possível resolver o pedido logo após ser cidida a sua viabilida, o pedido é colocado em fila espera. Cada colaborador ve alocar semanalmente algum tempo para a resolução pedidos, que estejam em fila espera resolução ou que lhe sejam solicitados pela direção. Sub 1.6 Resolução do pedido O ciclo habitual resolução pedidos, aproxima-se particularmente da metodologia senvolvimento adaptativo, existindo ciclos curtos senho, implementação e teste. Na fase senho há que incluir não só os responsáveis s s do respetivo pedido, mas também as outras áreas da DSI, sempre que se justifique. Em todas as fases vem ser incluídos os responsáveis s s, que vem nomear um ponto contato encarregue por acompanhar a resolução do pedido. Cabe à pessoa nomeada para o efeito, alocar algum do seu tempo diariamente para responr as questões relativas ao pedido e esclarecer requisitos; validar tanto as soluções propostas como a solução implementada. Sub 1.7 Fechar o pedido Sempre que termina a resolução um pedido ou que seja terminada a sua não viabilida é comunicado ao requisitante e o pedido é dado como fechado/terminado. O diagrama seguinte exemplifica o fluxo habitual na análise e resolução pedidos: Página: 9

10 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Página: 10

11 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação MAPA DO PROCESSO Descrição do Processo: Resolução pedidos Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova Equipa do NSU 1.1 Receção do pedido Quando é realizado um pedido por uma pessoa ou unida interessada numa nova funcionalida ou na resolução um problema Recebe-se o pedido através Encaminhamento para os responsáveis Pessoa ou unida interessada Responsáveis por este pela gestão pedidos do NSU do núcleo Página: 11

12 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova 1.2 Análise da complexida implementação/resolução 1.3 Análise da disponibilida Quando há disponibilida por parte do respetivo Depois analisada a complexida implementação/resolução Se o pedido é resolução simples, quem o analisa ve procer em função da sua disponibilida; caso não seja resolução simples, ve ser levado à consiração da coornação Análise da disponibilida do para a resolução do pedido, no espaço poucos dias. Equipa NSU Verificação da disponibilida para a resolução do pedido ou colocação do pedido numa fila pedidos por resolver por este por este por este Intificação da complexida implementação/resolução por este por este ou coornação do núcleo do núcleo Página: 12

13 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova 1.4 Análise da viabilida 1.5 Colocação em fila espera Quando um pedido não é resolução simples Quando não é possível resolver o pedido logo após ser cidida a sua viabilida Colocação do pedido em fila espera Colocação do pedido em fila espera resolução Análise da viabilida, consirando a alocação recursos a projetos e a tarefas e a finição das prioridas Colocação do pedido em fila espera por este por este ou da direção da DSI Direção da DSI por este por este por este do núcleo do núcleo 1.6 Resolução do pedido Após a análise da viabilida do pedido Responr às questões relativas ao pedido, esclarecer requisitos, validar as soluções propostas e a solução imple-mentada Resolução do pedido por este por este por este do núcleo Página: 13

14 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Processo 2 Deployment Aplicações A atualização software nos ambientes produção ve ser feita forma a minimizar, sempre que possível, a indisponibilização do serviço. No caso um ployment requerer a indisponibilização do serviço, esta ve ser feita entre as 20h00 e as 8h00. Fora ste intervalo a indisponibilização serviços ve ser evitada, excetuando casos urgentes, que vem ser justificados junto da Direção da DSI. Sub 2.1 Nomeação um Para ve ser nomeada uma pessoa pela sua colocação e atualização nos ambientes produção. Sub 2.2 Atualização da configuração Sempre que seja necessário, o ficheiro configuração ve ser atualizado acordo com as alterações que são colocadas no ramo principal senvolvimento da aplicação. Sub 2.3 Preparação do ambiente ployment A preparação do ambiente para fazer o ployment uma aplicação envolve a obtenção do código fonte da aplicação e dos scripts ployment respetivos. Cada aplicação tem requisitos próprios, que ve ser consultada a documentação interna relativa a cada aplicação com vista à correta preparação do ambiente. Sub 2.4 Atualização do ambiente produção Depois preparado o ambiente ployment, a atualização do ambiente produção ve ser feita apenas ntro do horário estipulado pela direção da DSI. Para efetuar a atualização ve ser invocado o respetivo script ployment. Página: 14

15 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Sub 2.5 Confirmação da atualização Após a atualização do ambiente produção, cabe ao ployment da aplicação verificar que aplicação ficou operacional. No caso da aplicação não ter ficado operacional vem ser tomadas as medidas necessárias para repor o correto funcionamento da aplicação, mesmo que isso envolva o regresso à versão anteriormente em produção. Página: 15

16 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação MAPA DO PROCESSO Descrição do Processo: Deployment aplicações Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova do núcleo ployment 2.1 Nomeação um 2.2 Atualização da configuração Quando é criada uma nova aplicação Sempre que hajam alterações no senvolvimento da aplicação Nomeação um pela colocação uma aplicação e atualização nos ambientes produção Atualização do ficheiro configuração, acordo com as alterações que são colocadas no ramo principal senvolvimento da aplicação Nomeação uma pessoa ployment uma aplicação Atualização do ficheiro configuração da aplicação do núcleo do núcleo ployment ployment cada aplicação do núcleo do núcleo do núcleo Página: 16

17 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova ployment ployment ployment 2.3 Preparação do ambiente ployment 2.4 Atualização do ambiente produção 2.5 Confirmação da atualização Depois da atualização do ficheiro configuração Depois preparado o ambiente produção Depois da atualização do ambiente produção Obtenção do código fonte da aplicação e dos scripts ployment respetivos Através da invocação do respetivo script ployment, no horário estipulado pela direção da DSI Verificar que a aplicação ficou operacional Preparação do ambiente ployment da aplicação Atualização do ambiente produção Confirmação da atualização da aplicação sem problemas ployment ployment ployment cada aplicação ployment ployment ployment cada aplicação ployment ployment ployment cada aplicação do núcleo do núcleo do núcleo Página: 17

Manual de Procedimentos. Volume 23 Direção de Aplicações e Sistemas de Informação

Manual de Procedimentos. Volume 23 Direção de Aplicações e Sistemas de Informação Manual de Procedimentos Volume 23 Direção de Aplicações e Sistemas de Informação Direção de Aplicações e Sistemas de Informação Volume: 23.1 Núcleo de Aplicações e Processos Índice Princípios Gerais...

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 9.4 Área Para a Qualidade e Auditoria Interna

Manual de Procedimentos. Volume 9.4 Área Para a Qualidade e Auditoria Interna Manual de Procedimentos Volume 9.4 Área Para a Qualidade e Auditoria Interna Volume: 9.4 área para a Qualidade e Auditoria Interna Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 5.3 Área de Ligação ao Utilizador

Manual de Procedimentos. Volume 5.3 Área de Ligação ao Utilizador Manual de Procedimentos Volume 5.3 Área de Ligação ao Utilizar Direção de Serviços de Informática Volume 5 Área de Ligação ao Utilizar Índice Princípios Gerais... 6 Abreviaturas e Acrónimos... 11 Legislação

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 3 Direção de Recursos Humanos

Manual de Procedimentos. Volume 3 Direção de Recursos Humanos Manual de Procedimentos Volume 3 Direção de Recursos Humanos Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 6 Legislação Aplicável... 7 Lista de Símbolos... 11 Mapa de Atualização do Documento...

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 9 Serviços de Saúde do IST

Manual de Procedimentos. Volume 9 Serviços de Saúde do IST Manual de Procedimentos Volume 9 Serviços de Saúde do IST Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação Aplicável... 5 Mapa de Atualização do Documento... 6 Capítulo 1 - Serviços

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 11 Direção de Recursos Humanos

Manual de Procedimentos. Volume 11 Direção de Recursos Humanos Manual de Procedimentos Volume 11 Direção de Recursos Humanos Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 6 Legislação Aplicável... 7 Lista de Símbolos... 11 Mapa de Documento... 12 Verificado

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 3 Direção de Recursos Humanos

Manual de Procedimentos. Volume 3 Direção de Recursos Humanos Manual de Procedimentos Volume 3 Direção de Recursos Humanos Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 6 Legislação Aplicável... 7 Lista de Símbolos... 11 Mapa de Documento... 12 Verificado

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 9.2 Direção de Apoio Jurídico

Manual de Procedimentos. Volume 9.2 Direção de Apoio Jurídico Manual de Procedimentos Volume 9.2 Direção de Apoio Jurídico Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação Aplicável... 5 Mapa de Actualização do Documento... 6 Processo 1 Elaboração

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 9.8 Núcleo de Serviços Médicos e de Apoio e Avaliação Psicológica

Manual de Procedimentos. Volume 9.8 Núcleo de Serviços Médicos e de Apoio e Avaliação Psicológica Manual de Procedimentos Volume 9.8 Núcleo de Serviços Médicos e de Apoio e Avaliação Psicológica Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação Aplicável... 5 Mapa de Actualização

Leia mais

Manual de Procedimentos do Instituto Superior Técnico

Manual de Procedimentos do Instituto Superior Técnico Manual de Procedimentos do Instituto Superior Técnico 2014 Manual de Procedimentos Volume Introdutório ÍNDICE PARTE I Introdutória Volume introdutório (volume único) PARTE II Procedimentos Volume 1 Direção

Leia mais

FSPT Fundo para o Serviço Público de Transportes

FSPT Fundo para o Serviço Público de Transportes FSPT Fundo para o Serviço Público de Transportes Projeto de transporte flexível Pinhal Interior Aviso Convite ooooooo 08 de agosto de 2018 Projeto de transporte flexível Pinhal Interior Aviso convite 1.

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 11.2 Área de Gestão de Recursos Humanos Núcleo de Prestação de Trabalho

Manual de Procedimentos. Volume 11.2 Área de Gestão de Recursos Humanos Núcleo de Prestação de Trabalho Manual de Procedimentos Volume 11.2 Área de Gestão de Recursos Humanos 11.2.4- Núcleo de Prestação de Trabalho Revisão n.º 00-17 Índice Capítulo 11.2.4 Núcleo de... 3 Processo 1 Horário de Trabalho...

Leia mais

Regulamento da Biblioteca Escolar nos CTT. CTT Correios de Portugal, S.A. Sociedade Aberta

Regulamento da Biblioteca Escolar nos CTT. CTT Correios de Portugal, S.A. Sociedade Aberta Regulamento da Biblioteca Escolar nos CTT I. Objetivo 1. A Biblioteca Escolar nos CTT é um projeto desenvolvido pela: CTT Correios de Portugal, S.A. Sociedade Aberta Av. D. João II lote 1.12.03, 1999-001

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 5.3 Área de Ligação ao Utilizador

Manual de Procedimentos. Volume 5.3 Área de Ligação ao Utilizador Manual de Procedimentos Volume 5.3 Área de Ligação ao Capítulo: 1 Núcleo de Microinformática Índice Princípios Gerais... 6 Abreviaturas e Acrónimos... 10 Legislação Aplicável... 11 Mapa de Atualização

Leia mais

FLUXOGRAMAS DE PROCEDIMENTOS DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO

FLUXOGRAMAS DE PROCEDIMENTOS DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO FLUXOGRAMAS DE PROCEDIMENTOS DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO SECÇÃO I PROCEDIMENTOS ACADÉMICOS 1- Criação de cursos conferentes de grau; 2- Extinção de cursos conferentes de grau; 3- Alteração ou reformulação

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES Atividades de Enriquecimento Curricular Escola Agosto de 2015 V02

MANUAL DE INSTRUÇÕES Atividades de Enriquecimento Curricular Escola Agosto de 2015 V02 MANUAL DE INSTRUÇÕES Atividades de Enriquecimento Curricular Escola Agosto de 2015 V02 Índice 1 ENQUADRAMENTO... 5 1.1 Aspetos gerais... 5 1.2 Principais Orientações... 5 1.3 Normas Importantes de Acesso

Leia mais

Mapa de Pessoal Proposta

Mapa de Pessoal Proposta Mapa Pessoal - 206 Atribuições/ competências/ atividas Definição da política da Universida. Governação e representação externa da Universida. Unida Orgânica.º Grau - Chefe Equipa al 4 5 0 4 5 0 in Gestão

Leia mais

EMPREGO JOVEM ATIVO. Guia de Apoio à apresentação de candidaturas

EMPREGO JOVEM ATIVO. Guia de Apoio à apresentação de candidaturas EMPREGO JOVEM ATIVO Guia de Apoio à apresentação de candidaturas Atualizado em 23.08.2018 ÍNDICE 1. Procedimentos de candidatura... 3 1.1 Efetuar o registo da entidade e do representante no portal iefponline...

Leia mais

Município de Alcobaça

Município de Alcobaça Processamento de Registo de Utilizadores nos Serviços Online Descrição do Serviço Permite efetuar o registo de um utilizador para aceder à área reservada da plataforma de serviços online do Município.

Leia mais

Manual de Processos dos Serviço Integrados nos SPUP

Manual de Processos dos Serviço Integrados nos SPUP Manual de Processos SPUP SEF: NIS Página 1 de 10 Manual de Processos dos Serviço Integrados nos SPUP Serviço Económico-Financeiro Núcleo de Informação e Suporte Manual de Processos SPUP SEF: NIS Página

Leia mais

INFORMAÇÕES E MANUAL. Matrícula / Inscrição ALUNOS COLOCADOS NO ISEL PELO 1º ANO 1ª VEZ OU CNAES - 1ª FASE ATUAIS ALUNOS DO ISEL

INFORMAÇÕES E MANUAL. Matrícula / Inscrição ALUNOS COLOCADOS NO ISEL PELO 1º ANO 1ª VEZ OU CNAES - 1ª FASE ATUAIS ALUNOS DO ISEL INFORMAÇÕES E MANUAL Matrícula / Inscrição 2013-14 - ALUNOS COLOCADOS NO ISEL PELO 1º ANO 1ª VEZ OU CNAES - 1ª FASE 2013 - ATUAIS ALUNOS DO ISEL - OUTROS CONCURSOS DE ACESSO Autor Data Inscrições / Matrículas

Leia mais

Guião de Preenchimento do Módulo Reporte de Execução Física Versão 1.0

Guião de Preenchimento do Módulo Reporte de Execução Física Versão 1.0 Guião de Preenchimento do Módulo Reporte de Execução Física Versão 1.0 Índice Guião de Preenchimento do Módulo Reporte de Execução Física... 1 Versão 1.0... 1 1 Introdução... 4 1.1 Enquadramento... 5 1.2

Leia mais

Portal de Requisição de Vinhetas e Receitas. Registo de prescritor. Novo registo. Prescritor particular

Portal de Requisição de Vinhetas e Receitas. Registo de prescritor. Novo registo. Prescritor particular Portal de Requisição de Vinhetas e Receitas Registo de prescritor Novo registo Prescritor particular Guia de utilização versão 1 07 nov 2012 A utilização do Portal de Requisição de Vinhetas e Receitas

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 9.4 Área Para a Qualidade e Auditoria Interna

Manual de Procedimentos. Volume 9.4 Área Para a Qualidade e Auditoria Interna Manual de Procedimentos Volume 9.4 Área Para a Qualidade Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 5 Legislação Aplicável... 6 Mapa de Atualização do Documento... 7 Capítulo 1 Auditoria

Leia mais

Manual de Processos e Procedimentos Serviços de Manutenção

Manual de Processos e Procedimentos Serviços de Manutenção Manual de Processos e Procedimentos Serviços de Manutenção DOCUMENTO ATUAL Referência: PC.S.SM Versão: 2.0 Data: 15/03/2016 Criado por: Inês Reis de Almeida / Maria José Letras / Edite Pinho Aprovado por:

Leia mais

ANEXO REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE ARMAMENTO E MUNIÇÕES. CAPÍTULO I Disposições gerais

ANEXO REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE ARMAMENTO E MUNIÇÕES. CAPÍTULO I Disposições gerais ANEXO (a que se refere o artigo único do Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada n.º 42/2016, de 3 de maio) REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE ARMAMENTO E MUNIÇÕES CAPÍTULO I Disposições gerais

Leia mais

Atualizado a 25 de Maio de Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD)

Atualizado a 25 de Maio de Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) Atualizado a 25 de Maio de 2018 - Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) Com a finalidade de cumprir a nova legislação sobre o novo Regulamento de Proteção de Dados, a aplicar no contexto das atividades

Leia mais

Regulamento, Curtos Estágios Médicos em Férias (CEMEF s).

Regulamento, Curtos Estágios Médicos em Férias (CEMEF s). 1 Regulamento, Curtos Estágios Médicos em Férias (CEMEF s). CAPÍTULO I Participação ARTIGO 1 DESCRIÇÃO 1.1. Os Curtos Estágios Médicos em Férias (CEMEF s) são uma atividade organizada anualmente pela Direção

Leia mais

Utilização das infraestruturas informáticas, de audiovisuais e de comunicação da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Versão 1

Utilização das infraestruturas informáticas, de audiovisuais e de comunicação da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Versão 1 Utilização das infraestruturas informáticas, de audiovisuais e de comunicação da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Versão 1 Serviço de Informática IDENTIFICAÇÃO Título do Documento UTILIZAÇÃO DAS

Leia mais

MANUAL DE REGISTO DE NASCIMENTOS DE BOVINOS ATRAVÉS DA WEB, Mod. 255-B/DGAV. Entidade

MANUAL DE REGISTO DE NASCIMENTOS DE BOVINOS ATRAVÉS DA WEB, Mod. 255-B/DGAV. Entidade MANUAL DE REGISTO DE NASCIMENTOS DE BOVINOS ATRAVÉS DA WEB, Mod. 255-B/DGAV Entidade SOLICITAÇÃO DE ACESSOS À BASE DE DADOS DO IDIGITAL Para se poder proceder ao Registo de Nascimentos de Bovinos via Web,

Leia mais

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL, REVISÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E CONCEÇÃO DE SERVIÇOS

PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL, REVISÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E CONCEÇÃO DE SERVIÇOS PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL, REVISÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E CONCEÇÃO DE Nº: PSQ 01 Orientações da Tutela Resp: Tutela Objetivo: Definir a forma

Leia mais

MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA DAS ESCOLAS

MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA DAS ESCOLAS «Instrumento de notação do Sistema Estatístico Nacional (Lei 22/2008, de 13 de Maio de RESPOSTA OBRIGATÓRIA, registado no INE sob o n.º 10076, válido até 31/12/2015» MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA DAS ESCOLAS

Leia mais

Constituição da República Portuguesa Edição Académica, 6.ª Edição Col. Legislação

Constituição da República Portuguesa Edição Académica, 6.ª Edição Col. Legislação COLEÇÃO LEGISLAÇÃO Atualizações Online orquê as atualizações aos livros da COLEÇÃO LEGISLAÇÃO? No panorama legislativo nacional é frequente a publicação de novos diplomas legais que, regularmente, alteram

Leia mais

- Manual do Utilizador - Relatórios de Contratação no SRVI

- Manual do Utilizador - Relatórios de Contratação no SRVI Março de 2016 Índice 1 Enquadramento... 3 2 Credenciação no SAC... 5 3 Relatório de Contratação (RC)... 7 3.1 Preencher e submeter um RC na PECP... 7 3.2 Criar um RC diretamente no SRVI... 7 3.3 Consultar

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 20 Núcleo de Informática do Taguspark

Manual de Procedimentos. Volume 20 Núcleo de Informática do Taguspark Manual de Procedimentos Volume 20 Núcleo de Informática do Verificado Página: 2 Índice Princípios Gerais... 4 Abreviaturas e Acrónimos... 6 Mapa de Atualização do Documento... 7 Capítulo 1 Núcleo de Informática

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo MANUAL DE INSTRUÇÕES AVISO DE ABERTURA DE PROCEDIMENTO PARA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE ASSOCIAÇÃO 31 de maio de 2017 V01 Índice 1 ENQUADRAMENTO... 5

Leia mais

Laboratório de Informática Avançada Automatização de Horários Manual do Professor

Laboratório de Informática Avançada Automatização de Horários Manual do Professor Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura Informática e Computação Laboratório de Informática Avançada Automatização de Horários Manual do Professor João Braga http://www.fe.up.pt/~ei97027/lia.html

Leia mais

Declaração de existências de aves JULHO 2015

Declaração de existências de aves JULHO 2015 Declaração de existências de aves 1 Declaração de existências de aves 1 INTRODUÇÃO... 2 2 ENTIDADES INTERVENIENTES... 3 3 OBJETIVO... 4 4 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL... 4 5 PERÍODOS DE DECLARAÇÃO... 5 5.1 GALINHAS

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE ENQUADRAMENTO

MANUAL DA QUALIDADE ENQUADRAMENTO I 1.1 Índice 1.2 Promulgação do Manual da Qualidade 1.3 Âmbito e campo de aplicação do Manual da Qualidade 1.4 Objetivos do Manual da Qualidade 1.5 Estrutura do Manual da Qualidade 1.6 Controlo do Manual

Leia mais

AVALIAÇÃO PESSOAL DOCENTE Guia de referência para docentes em processo de avaliação do desempenho

AVALIAÇÃO PESSOAL DOCENTE Guia de referência para docentes em processo de avaliação do desempenho INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO SERVIÇOS DE INFORMÁTICA. 0 ON-IPVC PESSOAL DOCENTE Guia de referência para docentes em processo de avaliação do desempenho Revisão 09.Julho.0 INTRODUÇÃO Este manual

Leia mais

Índice. Como efetuar uma operação de renovação da certificação? Como efetuar uma operação de confirmação de estimativas?

Índice. Como efetuar uma operação de renovação da certificação? Como efetuar uma operação de confirmação de estimativas? Índice Como efetuar uma operação de renovação da certificação? Como efetuar uma operação de confirmação de estimativas? Como efetuar uma operação de renovação da certificação? A operação de Renovação da

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO Nota justificativa Com a entrada em vigor dos novos Estatutos da Região de Turismo do Algarve, publicados através do despacho nº 8864/2013 de 8 de julho de 2013, torna-se necessário proceder à atualização

Leia mais