Manual de Procedimentos
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- Juliana Peralta de Miranda
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1 Manual Procedimentos Volume 5 Direção Serviços Informática 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação
2 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 5 Legislação Aplicável... 6 Mapa Atualização do Documento... 7 Área Aplicações e Sistemas Informação... 8 Processo 1 Resolução pedidos... 8 Sub 1.1 Receção do pedido... 8 Sub 1.2 Análise da complexida implementação/resolução... 8 Sub 1.3 Análise da disponibilida... 8 Sub 1.4 Análise da viabilida... 8 Sub 1.5 Colocação em fila espera... 9 Sub 1.6 Resolução do pedido... 9 Sub 1.7 Fechar o pedido... 9 Processo 2 Deployment Aplicações Sub 2.1 Nomeação um Sub 2.2 Atualização da configuração Sub 2.3 Preparação do ambiente ployment Sub 2.4 Atualização do ambiente produção Sub 2.5 Confirmação da atualização Página: 2
3 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Princípios Gerais A Direção Serviços Informática tem como funções a manutenção, senvolvimento e suporte dos serviços informáticos e comunicações do Instituto Superior Técnico, com níveis fiabilida e resiliência que possibilitem o funcionamento contínuo com elevados níveis qualida serviço. As principais competências da Direção Serviços Informática são a manutenção e suporte da infraestrutura passiva e ativa comunicações, incluindo dados, voz e vío, o senvolvimento aplicações inovadoras para os serviços informação académicos e administrativos, e a configuração e manutenção aplicações externas, open source ou contratadas, orientadas para a gestão sistemas informação, fluxos informação e procedimentais da gestão do Técnico Lisboa, o senvolvimento interfaces web e a otimização usabilida das aplicações senvolvidas internamente, o apoio técnico à comunicação interna e externa da Escola, nas vertentes sign e vío e o suporte ao utilizador. A Direção Serviços Informática compreen três áreas (capítulos), que por sua vez se divim em vários núcleos. O presente capítulo refere-se à Área Aplicações e Sistemas Informação (AASI), que se organiza em dois núcleos:! Núcleo Aplicações Académicas (NAA)! Núcleo Aplicações Gestão Administrativa (NAGA) A AASI tem como objetivos prestar apoio técnico, assegurando o funcionamento dos sistemas informação da Escola. As suas principais competências compreenm o senvolvimento, configuração e manutenção aplicações relativas aos s académicos e aos s administrativos da Escola. Página: 3
4 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação A AASI tem como funções:! análise s e requisitos;! análise sistemas informação;! arquitetura sistemas informação;! senho soluções;! senvolvimento soluções. As suas principais competências são o suporte, a configuração e o senvolvimento aplicações internas relativas aos s académicos e aos s administrativos da escola. Página: 4
5 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Abreviaturas e Acrónimos ALU AI Área Ligação ao Utilizador Área Infraestruturas AASI Área Aplicações e Sistemas Informação DSI Direção Serviços Informática NAA Núcleo Aplicações Académicas NAGA Núcleo Aplicações Gestão Administrativa NCVV Núcleo Comunicação Voz e Vío NM Núcleo Microinformática NME Núcleo Multimédia e e-learning NRS Núcleo Res e Sistemas NSU Núcleo Suporte ao Utilizador Página: 5
6 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Legislação Aplicável Legislação Despacho Normativo n.º 5 -A/ abril, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 77, 19 abril Despacho n.º 12255/2013, 09 setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 185, 25 setembro Despacho n.º 1696/2014, 21 janeiro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 23, 03 fevereiro Despacho (extrato) n.º 3279/2014, 20 fevereiro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 41, 27 fevereiro Descrição Estatutos da Universida Lisboa Estatutos do Instituto Superior Técnico Regulamento Organização e Funcionamento dos Serviços Natureza Administrativa e Apoio Técnico do Instituto Superior Técnico Regimento do Conselho Gestão do Instituto Superior Técnico Página: 6
7 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Mapa Atualização do Documento O quê Quando Como Resultado/ Registo Luís Cruz, Joana Viana Prof.Fernando Mira da Silva Tiago Machado, José Luís, Joana Viana, Rosa Barbosa Prof. Luís Guerra e Silva Luís Cruz, Joana Viana Prof. Luís Guerra e Silva Revisão do volume Validação da revisão Revisão do volume Validação da revisão Revisão do volume Validação da revisão Dezembro 2013 Dezembro 2013 outubro 2014 Dezembro 2014 Dezembro 2015 Dezembro 2015 Aquação s Aquação s Submissão da revisão ao Prof. Mira da Silva Envio da revisão à AQAI Submissão da revisão ao Prof. Luís Guerra e Silva Envio da revisão à AQAI Submissão da revisão ao Prof. Luís Guerra e Silva Envio da revisão à AQAI As propostas são sempre enviadas à AQAI para análise juntamente com o formulário alteração. Página: 7
8 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Área Aplicações e Sistemas Informação Processo 1 Resolução pedidos Sub 1.1 Receção do pedido É realizado um pedido por uma pessoa ou unida interessada, relativa a uma nova funcionalida ou resolução um problema ou erro intificado. Sub 1.2 Análise da complexida implementação/resolução O pedido é analisado em termos complexida resolução. Caso o pedido seja resolução simples, quem o analisa ve procer em função da sua disponibilida para a sua resolução (sub 1.3). Caso o pedido não seja resolução simples, ve ser levado à consiração da coornação (sub 1.4). Sub 1.3 Análise da disponibilida Depois da análise da complexida implementação ou resolução do pedido, analisa-se a disponibilida para a sua resolução. Consira-se que um colaborador tem disponibilida para resolver um pedido, sempre que o consiga fazer no espaço temporal poucos dias. Caso não haja disponibilida para resolver o problema em poucos dias, este ve ser colocado numa fila pedidos por resolver (sub 1.5). Sub 1.4 Análise da viabilida Quando um pedido não é resolução simples, ou sempre que hajam dúvidas em relação à sua viabilida, este ve ser analisado junto da coornação. A alocação re- Página: 8
9 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação cursos a projetos e a tarefas, e ainda a finição das prioridas é da responsabilida da direção da DSI. Caso o pedido tenha viabilida, ve ser colocado em fila (sub 1.5), caso contrário ve ser fechado (sub 1.7). Sub 1.5 Colocação em fila espera Quando não é possível resolver o pedido logo após ser cidida a sua viabilida, o pedido é colocado em fila espera. Cada colaborador ve alocar semanalmente algum tempo para a resolução pedidos, que estejam em fila espera resolução ou que lhe sejam solicitados pela direção. Sub 1.6 Resolução do pedido O ciclo habitual resolução pedidos, aproxima-se particularmente da metodologia senvolvimento adaptativo, existindo ciclos curtos senho, implementação e teste. Na fase senho há que incluir não só os responsáveis s s do respetivo pedido, mas também as outras áreas da DSI, sempre que se justifique. Em todas as fases vem ser incluídos os responsáveis s s, que vem nomear um ponto contato encarregue por acompanhar a resolução do pedido. Cabe à pessoa nomeada para o efeito, alocar algum do seu tempo diariamente para responr as questões relativas ao pedido e esclarecer requisitos; validar tanto as soluções propostas como a solução implementada. Sub 1.7 Fechar o pedido Sempre que termina a resolução um pedido ou que seja terminada a sua não viabilida é comunicado ao requisitante e o pedido é dado como fechado/terminado. O diagrama seguinte exemplifica o fluxo habitual na análise e resolução pedidos: Página: 9
10 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Página: 10
11 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação MAPA DO PROCESSO Descrição do Processo: Resolução pedidos Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova Equipa do NSU 1.1 Receção do pedido Quando é realizado um pedido por uma pessoa ou unida interessada numa nova funcionalida ou na resolução um problema Recebe-se o pedido através Encaminhamento para os responsáveis Pessoa ou unida interessada Responsáveis por este pela gestão pedidos do NSU do núcleo Página: 11
12 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova 1.2 Análise da complexida implementação/resolução 1.3 Análise da disponibilida Quando há disponibilida por parte do respetivo Depois analisada a complexida implementação/resolução Se o pedido é resolução simples, quem o analisa ve procer em função da sua disponibilida; caso não seja resolução simples, ve ser levado à consiração da coornação Análise da disponibilida do para a resolução do pedido, no espaço poucos dias. Equipa NSU Verificação da disponibilida para a resolução do pedido ou colocação do pedido numa fila pedidos por resolver por este por este por este Intificação da complexida implementação/resolução por este por este ou coornação do núcleo do núcleo Página: 12
13 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova 1.4 Análise da viabilida 1.5 Colocação em fila espera Quando um pedido não é resolução simples Quando não é possível resolver o pedido logo após ser cidida a sua viabilida Colocação do pedido em fila espera Colocação do pedido em fila espera resolução Análise da viabilida, consirando a alocação recursos a projetos e a tarefas e a finição das prioridas Colocação do pedido em fila espera por este por este ou da direção da DSI Direção da DSI por este por este por este do núcleo do núcleo 1.6 Resolução do pedido Após a análise da viabilida do pedido Responr às questões relativas ao pedido, esclarecer requisitos, validar as soluções propostas e a solução imple-mentada Resolução do pedido por este por este por este do núcleo Página: 13
14 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Processo 2 Deployment Aplicações A atualização software nos ambientes produção ve ser feita forma a minimizar, sempre que possível, a indisponibilização do serviço. No caso um ployment requerer a indisponibilização do serviço, esta ve ser feita entre as 20h00 e as 8h00. Fora ste intervalo a indisponibilização serviços ve ser evitada, excetuando casos urgentes, que vem ser justificados junto da Direção da DSI. Sub 2.1 Nomeação um Para ve ser nomeada uma pessoa pela sua colocação e atualização nos ambientes produção. Sub 2.2 Atualização da configuração Sempre que seja necessário, o ficheiro configuração ve ser atualizado acordo com as alterações que são colocadas no ramo principal senvolvimento da aplicação. Sub 2.3 Preparação do ambiente ployment A preparação do ambiente para fazer o ployment uma aplicação envolve a obtenção do código fonte da aplicação e dos scripts ployment respetivos. Cada aplicação tem requisitos próprios, que ve ser consultada a documentação interna relativa a cada aplicação com vista à correta preparação do ambiente. Sub 2.4 Atualização do ambiente produção Depois preparado o ambiente ployment, a atualização do ambiente produção ve ser feita apenas ntro do horário estipulado pela direção da DSI. Para efetuar a atualização ve ser invocado o respetivo script ployment. Página: 14
15 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Sub 2.5 Confirmação da atualização Após a atualização do ambiente produção, cabe ao ployment da aplicação verificar que aplicação ficou operacional. No caso da aplicação não ter ficado operacional vem ser tomadas as medidas necessárias para repor o correto funcionamento da aplicação, mesmo que isso envolva o regresso à versão anteriormente em produção. Página: 15
16 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação MAPA DO PROCESSO Descrição do Processo: Deployment aplicações Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova do núcleo ployment 2.1 Nomeação um 2.2 Atualização da configuração Quando é criada uma nova aplicação Sempre que hajam alterações no senvolvimento da aplicação Nomeação um pela colocação uma aplicação e atualização nos ambientes produção Atualização do ficheiro configuração, acordo com as alterações que são colocadas no ramo principal senvolvimento da aplicação Nomeação uma pessoa ployment uma aplicação Atualização do ficheiro configuração da aplicação do núcleo do núcleo ployment ployment cada aplicação do núcleo do núcleo do núcleo Página: 16
17 Volume: 5.1 Área Aplicações e Sistemas Informação Responsáveis Intificação (, sub procedimento) Quando se proce /prazo Como se proce Resultado/ registo Fluxo do Quem valida Rececionado : Expedido para: Quem aprova ployment ployment ployment 2.3 Preparação do ambiente ployment 2.4 Atualização do ambiente produção 2.5 Confirmação da atualização Depois da atualização do ficheiro configuração Depois preparado o ambiente produção Depois da atualização do ambiente produção Obtenção do código fonte da aplicação e dos scripts ployment respetivos Através da invocação do respetivo script ployment, no horário estipulado pela direção da DSI Verificar que a aplicação ficou operacional Preparação do ambiente ployment da aplicação Atualização do ambiente produção Confirmação da atualização da aplicação sem problemas ployment ployment ployment cada aplicação ployment ployment ployment cada aplicação ployment ployment ployment cada aplicação do núcleo do núcleo do núcleo Página: 17
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