Theodoro Vicente Agostinho
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- Adriana Ferretti Gusmão
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1 Theodoro Vicente Agostinho Doutorando e Mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP Especialista em Direito Previdenciário pela EPD-SP Coordenador e Professor no Curso de Pós-Graduação em Direito Previdenciário Coordenador e Professor da área de Direito Previdenciário da LEX Cursos Jurídicos Coordenador e Professor do IBEP Instituto Brasileiro de Estudos Previdenciários Conferencista e Parecerista junto à APEPREM e ABIPEM Conselheiro do CARF Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Autor e Coautor em diversas publicações especializadas de Direito Previdenciário Consultor Jurídico e Parecerista 1
2 @theoagostinho
3 Advocacia Empresarial Previdenciária 3
4 Advocacia Empresarial Previdenciária 4
5 Advocacia Empresarial Previdenciária 5
6 Considerações Iniciais Legislação Escritório/Estrutura Seguro Teses Prospecção 6
7 Seguridade Social Seguridade Social (art. 194 CF/88) Saúde (art. 196 a 200 CF/88) Assistência Social (art. 203 a 203 CF/88) Previdência Social (art. 201 CF/88) 7
8 ORGANOGRAMA GERAL Previdência Social Regimes Básicos RGPS Art. 201 CF/88 Previdência Social Regimes Complementares RPPS Art. 40 CF/88 Privado Art. 202 CF/88 Público - Fechado Art. 40, 14,15, 16 CF/88 Aberto Fechado 7
9 FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL IDÉIA GERAL (ESSÊNCIA) O sistema de seguridade idealizado pelo Constituinte tem por escopo a erradicação das necessidades sociais, assegurando a cada membro da nossa sociedade o mínimo essencial (mínimo existencial) para vida em sociedade. 9
10 Regimes de Financiamento Regime de Capitalização = opera com uma acumulação de fundos para o financiamento dos benefícios futuros. Regime de Repartição = não acumulação; os trabalhadores de hoje custeiam os benefícios atuais, e assim sucessivamente. Funciona como um regime de caixa no qual o que se arrecada é imediatamente gasto. 10
11 Aplicação Prática APELAÇÃO CÍVEL. REPETIÇÃO DE INDÉBITO DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA INCIDENTE SOBRE FUNÇÃO GRATIFICADA. PLEITO DE LEGALIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES COM BASE NO REGIME DE REPARTIÇÃO SIMPLES. IMPOSSIBILIDADE. ILEGALIDADE DO DESCONTO. PRINCÍPIO QUE VEDA O ENRIQUECIMENTO ILÍCITO. RECURSO DESPROVIDO. "A contribuição previdenciária não incide sobre as parcelas não incorporáveis pagas aos funcionários em atividade no exercício de funções comissionadas e gratificadas" (STJ-1ª Turma, RMS / DF, Rel. Min. MILTON LUIZ PEREIRA, j , p , p. 194). (TJ-PR - APCVREEX: PR , Relator: José Mauricio Pinto de Almeida, Data de Julgamento: 14/10/2008, 7ª Câmara Cível, Data de Publicação: DJ: 7733) 11
12 Aplicação Prática AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LEIS COMPLEMENTARES ESTADUAIS Nº (ART. 10-A E ART. 14) E Nº (ART. 10-A E ART. 15). PREVIDÊNCIA PÚBLICA. MAJORAÇÃO DA ALÍQUOTA DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA NO ESTADO. REGIME FINANCEIRO DE REPARTIÇÃO SIMPLES E REGIME FINANCEIRO DE CAPITALIZAÇÃO. MEDIDA LIMINAR. SUPENSÃO DA APLICAÇÃO IMEDIATA DOS DISPOSITIVOS LEGAIS INQUINADOS. A contribuição previdenciária, por força de sua natureza de tributo, subordina-se aos princípios constitucionais gerais de direito tributário e em especial aos princípios da correlação (art. 195, 5º, da CF), da finalidade (art. 149, 1º, da CF), do equilíbrio financeiro e atuarial (art. 40 da CF) e da vedação ao confisco (art. 150, inciso IV, da CF). Por se subordinar a tais princípios constitucionais, a majoração da alíquota da contribuição previdenciária deve vir amparada em minucioso cálculo atuarial. Os cálculos atuariais existentes nos autos, no entanto, a par de intempestivos, porquanto elaborados após a edição e sanção das leis complementares inquinadas, aparentemente trazem severas inconsistências que, em princípio, retiram a legitimação da majoração da alíquota da contribuição previdenciária no Estado. Assim, presentes o fumus boni iuris da autora e o periculum in mora, afigura-se prudente o deferimento da medida liminar para o efeito de suspender a aplicação imediata do disposto nos artigos 10-A e 14, ambos da Lei Complementar nº , e nos artigos 10-A e 15, ambos da Lei Complementar nº até o julgamento do mérito da presente ação direta de inconstitucionalidade. MEDIDA LIMINAR DEFERIDA, POR MAIORIA. (Ação Direta de Inconstitucionalidade Nº , Tribunal Pleno, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Marco Aurélio Heinz, Julgado em 12/11/2012) 12
13 PLANO DE CUSTEIO O plano de custeio consistirá em um conteúdo de normas e previsões de despesas e receitas estabelecidas com base em avaliações atuariais e destinadas à planificação econômica do regime e seu conseqüente equilíbrio técnico-financeiro. 13
14 Aplicação Prática EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS COMO AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. OMISSÃO, CONTRADIÇÃO, ERRO MATERIAL OU OBSCURIDADE. INEXISTÊNCIA. PREVIDÊNCIA PRIVADA FECHADA. CONCESSÃO DE VERBA A ASSISTIDO DE PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, SEM PREVISÃO NO PLANO DE CUSTEIO. INVIABILIDADE. PLANO DE BENEFÍCIOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PATROCINADO POR SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA. O ART. 3º, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI COMPLEMENTAR 108/2001 EXPRESSAMENTE VEDA O REPASSE DE GANHOS DE PRODUTIVIDADE, ABONO E VANTAGENS DE QUALQUER NATUREZA CONCEDIDOS AOS TRABALHADORES (PARTICIPANTES) PARA OS BENEFÍCIOS SUPLEMENTARES. PRETENSÃO DE EXTENSÃO DE ADICIONAL E AUXÍLIO CESTA ALIMENTAÇÃO À DENOMINADA "GRATIFICAÇÃO SEMESTRAL" RECEBIDA PELOS PARTICIPANTES. DESCABIMENTO DE CONCESSÃO DA VERBA, SOB PENA DE DESEQUILÍBRIO ATUARIAL AO PLANO DE CUSTEIO, EM PREJUÍZO DOS DEMAIS ASSISTIDOS E PARTICIPANTES. 1. O art. 3º, parágrafo único, da Lei Complementar 108/2001 estabelece que, no tocante aos planos de benefícios das entidades de que trata esta Lei Complementar, os reajustes dos benefícios em manutenção serão efetuados de acordo com critérios estabelecidos nos regulamentos dos planos de benefícios, "vedado o repasse de ganhos de produtividade, abono e vantagens de qualquer natureza para tais benefícios". 2. "Ademais, a determinação de pagamento de valores sem respaldo no plano de custeio implica desequilíbrio econômico atuarial da entidade de previdência privada com prejuízo para a universalidade dos participantes e assistidos, o que fere o princípio da primazia do interesse coletivo do plano (exegese defluente da leitura do artigo 202, caput, da Constituição da República de 1988 e da Lei Complementar 109/2001)." (AgRg no REsp /RS, Rel. Ministro MARCO BUZZI, QUARTA TURMA, julgado em 06/09/2012, DJe 28/09/2012) 3. Em precedente da Segunda Seção, julgado nos moldes do rito estabelecido pela Lei n /2008, REsp RJ, Relatora Ministra Maria Isabel Gallotti, foi alinhavado que o exame da legislação específica que rege as entidades de previdência privada e suas relações com seus filiados (art. 202 da CF e suas Leis Complementares 108 e 109, ambas de 2001) revela que o sistema de previdência complementar brasileiro foi concebido, não para instituir a paridade de vencimentos entre empregados ativos e aposentados, mas com a finalidade de constituir reservas financeiras, a partir de contribuições de filiados e patrocinador, destinadas a assegurar o pagamento dos benefícios oferecidos e, no caso da complementação de aposentadoria, proporcionar ao trabalhador aposentado padrão de vida próximo ao que desfrutava quando em atividade, com observância, todavia, dos parâmetros atuariais estabelecidos nos planos de custeio, com a finalidade de manutenção do equilíbrio econômico e financeiro. 4. Com efeito, a legislação de regência em diversos dispositivos deixa nítido o dever do Estado, inclusive na função jurisdicional, de velar os interesses dos participantes e beneficiários dos planos de benefícios - verdadeiros detentores do fundo formado - garantindo a irredutibilidade do benefício, mas não a concessão, em prejuízo do equilíbrio atuarial, de extensão de vantagens pagas aos trabalhadores da ativa (participantes) - que as recebem do patrocinador em relação contratual diversa, de emprego - ao assistido, que já goza de situação privilegiada com relação aos participantes que, a teor do art. 21, 1º, da Lei Complementar 109/2001 poderão, em caso de desequilíbrio atuarial, ver reduzidos os benefícios a conceder. 5. Embargos de declaração recebidos como agravo regimental a que se nega provimento. STJ. Processo: EDcl no AREsp RS 2013/
15 PRINCÍPIOS RELATIVOS AO CUSTEIO 1. Princípio da Diversidade da base de Financiamento. 1. Princípio da Solidariedade Social. 1. Princípio da Equidade na forma de participação no custeio. 1. Regra da Contrapartida. 15
16 PRINCÍPIO DA DIVERSIDADE DA BASE DE FINANCIAMENTO Segundo esse princípio as bases de custeio do sistema de seguridade social devem ser diversificadas, já que toda a sociedade deve contribuir. A existência de apenas uma fonte de manutenção do sistema poderia criar uma dependência de uma única forma de financiamento, além, é claro, de serem necessários outros sinais de riqueza, pois a existência de apenas uma única fonte poderia não ser suficiente para o custeio da seguridade. 16
17 Princípio da Solidariedade Social CF/88, art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: (...) Lei nº 8.212/91, art. 10. A Seguridade Social será financiada por toda sociedade, de forma direta e indireta, nos termos do art. 195 da Constituição Federal e desta Lei, mediante recursos provenientes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e de contribuições sociais. 17
18 PRINCÍPIO DA EQUIDADE NA FORMA DE PARTICIPAÇÃO NO CUSTEIO O Princípio da Equidade na forma de participação e custeio é aplicado nos dois modos de financiamento, o direto e o indireto. De acordo com o professor Wagner Balera, a eqüidade será encontrada desde que haja justa proporção entre as quotas com que cada um dos atores sociais contribua para o sucesso da seguridade. A eqüidade decorre do princípio da igualdade, baseandose na capacidade econômica dos contribuintes. Embora esteja relacionada com a capacidade contributiva, não se confunde com esta, porque na eqüidade no custeio a idéia relacionada é a da proporcionalidade. 18
19 REGRA DA CONTRA PARTIDA art. 195, 5º da CRFB/88 De acordo com a regra da contrapartida, nenhum beneficio ou serviço da seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total. Vide art. 125 da Lei nº 8.213/91. Todavia, é importante ressaltar que a regra da contrapartida não pode ser vista como um obstáculo à expansão do sistema, mas sim como uma exigência à sua respectiva manutenção. O sistema não está engessado com essa determinação, podendo se expandir, desde que tal expansão se dê de forma responsável, baseada em nova fonte de custeio, conforme disposto no art. 195, 4º, c/c o art. 154, I, ambos da Constituição Federal. 19
20 CON$$$$$ULTA A Câmara dos vereadores do Município de Gravatá lhe procura para que seja emitido um parecer sobre a viabilidade (constitucionalidade) de normas que instituem PENSÃO ESPECIAL VITÁLICIA aos exvereadores após o exercício de três mandatos consecutivos. Valor do parecer: R$20.000,00 (vinte mil reais). 20
21 Aplicação Prática AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. NORMAS QUE INSTITUEM PENSÃO ESPECIAL VITÁLICIA AOS EX- VEREADORES DO MUNCICÍPIO DE GRAVATÁ APÓS O EXERCÍCIO DE TRÊS MANDATOS CONSECUTIVOS. MEDIDA LIMINAR DE CARÁTER CAUTELAR DEFERIDA. PRESENÇA DE FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA. AFRONTA AOS PRINCÍPIOS DA MORALIDADE, IMPESSOALIDADE E PRECEDÊNCIA DA FONTE DE CUSTEIO. PRECEDENTES DA CORTE ESPECIAL DO TJPE. SUSPENSÃO CAUTELAR DA EFICÁCIA DO ART. 30 DA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE GRAVATÁ E DA LEI Nº 2461/1999 DO MUNICÍPIO DE GRAVATÁ. DECISÃO UNÂNIME. (TJ-PE - ADI: PE, Relator: Bartolomeu Bueno, Data de Julgamento: 16/03/2015, Corte Especial, Data de Publicação: 25/03/2015) 21
22 Competência Tributária das Contribuições Sociais CF/88: Art Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. É competência da União instituir contribuições sociais. 22
23 CON$$$$$ULTA Profissionais de uma determinada área lhe procuram, pois seu órgão representativo de classe, através de uma resolução, determinam que o valor da contribuição anual será de R$1.000,00 (mil reais). Diante deste questionamento, os mesmos gostariam de saber a legalidade ou ilegalidade do ato. Valor do parecer: R$40.000,00 (quarenta mil reais). 23
24 Aplicação Prática CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO. EXECUÇÃO FISCAL. CONSELHO PROFISSIONAL. FIXAÇÃO DE ANUIDADES POR RESOLUÇÃO. NATUREZA JURÍDICA DA CONTRIBUIÇÃO. ILEGALIDADE. EXIGÊNCIA DE LEI. 1. Compete à União instituir contribuições sociais de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais (art. 149, CF/1988). 2. As anuidades dos conselhos profissionais possuem natureza tributária, pois constituem contribuições sociais (artigos 149 e 150 da CF/1988), motivo pelo qual a fixação dos valores dessas anuidades deve obediência ao princípio da legalidade e, por consequência, a sua instituição ou seu aumento deve ser procedido mediante lei. 3. Apelação desprovida.(trf-1 - AC: BA , Relator: DESEMBARGADOR FEDERAL LEOMAR BARROS AMORIM DE SOUSA, Data de Julgamento: 21/02/2014, OITAVA TURMA, Data de Publicação: e-djf1 p.850 de 07/03/2014) 24
25 Competência Tributária das Contribuições Sociais Aos Estados, Distrito Federal e Municípios cabe a criação de contribuições para o custeio de sistema previdenciário próprio (de seus servidores). Ex: (Taxação dos Inativos). 25
26 Competência Tributária das Contribuições Sociais Competência residual art. 195, 4º, CRFB/88: a lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a manutenção ou expansão da Seguridade Social, obedecido o disposto no art. 154, inciso I da Constituição. por intermédio de lei complementar 26
27 Arrecadação e Fiscalização LEI Nº , DE 16 DE MARÇO DE 2007 Com a instituição da Lei da Super Receita ficou a cargo da União por meio da Receita Federal do Brasil a capacidade tributária de arrecadar, fiscalizar e cobrar as contribuições sociais. Em relação às chamadas contribuições previdenciárias, mais precisamente aquelas incidentes sobre a folha de salários, a cargo do empregador ou do trabalhador, a definição legal pertinente até a edição da Medida Provisória n. 222, de 2004 e Lei /07, fixava ao Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, a condição de sujeito ativo da respectiva relação jurídico-tributária. 27
28 Arrecadação e Fiscalização 1. À Receita Federal do Brasil a competência para arrecadar, fiscalizar, lançar e normatizar o recolhimento, em nome do INSS, das contribuições previdenciárias incidentes sobre a folha de salários. 2. À Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional a competência para inscrição e cobrança judicial da dívida ativa do INSS relativa às contribuições previdenciárias aludidas. 28
29 Arrecadação e Fiscalização Diante do quadro posto pela nova Lei nota-se que a União retomou a condição de sujeito ativo da relação jurídico-tributária antes entregue ao INSS. ***Por que a Lei esvaziou completamente o INSS da condição de sujeito ativo das contribuições previdenciárias e atribuiu a competência para a Receita Federal do Brasil? 29
30 Arrecadação e Fiscalização A resposta é que a União unificou o sistema das contribuições sociais de modo a buscar eficiência (sede???) na arrecadação e fiscalização dos tributos. Portanto, as empresas e equiparadas são fiscalizadas pela Receita Federal do Brasil, quanto às contribuições devidas em razão da folha de salários e demais rendimentos. O Empresário sempre lhe perguntará. 30
31 A Desoneração da Contribuição Patronal sobre a Folha Uma solução à Procura de PROBLEMAS!!! 31
32 Lei /2011 (MP 540) Exposição de motivos da MP 540: busca pela redução dos custos de mão de obra - empresas passaram a substituir seus funcionários empregados, pela prestação de serviços realizada por empresas subcontratadas ou terceirizadas. trabalhadores ficam desprovidos dos direitos sociais e do trabalho (férias, 13º salário, seguro desemprego, hora extra etc.). Os trabalhadores ficam sem proteção social e as empresas reduzem os gastos com encargos sociais. 32
33 Lei /2011 (MP 540) Objetivos: incrementar o registro dos empregos e fomentar as atividades dos setores contemplados aumentar o nível de emprego aumento do consumo PORÉM: Argentina e no Chile - desoneração da folha não foi acompanhada de geração significativa de empregos (o que houve foi melhoria de salários). Efeito direto da desoneração: sobre as médias e grandes empresas, onde o nível de informalidade é pequeno. As micro e pequenas empresas, no caso, já têm desoneração total da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários (SIMPLES). 33
34 Lei /2011 (MP 540) A MP 540, convertida na Lei , além de criar o REINTEGRA para estimular as exportações, substituiu pela receita bruta a base de cálculo da contribuição previdenciária devida pelas empresas dos setores de Tecnologia da Informação (TI), de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Call Centers; e empresas do setor de plásticos e borrachas, peles e couros, pastas de madeiras, papel ou cartão, têxteis, pedra, gesso, cimento, amianto, mica, cerâmicos e vidro, colchões, almofadas, etc, vestuário e acessórios (de malha ou não), outros artefatos têxteis confeccionados, calçados e artefatos, metais, botões, artigos esportivos 34
35 ATENÇÃO: Lei /2015 de 31/08 de 2015 Por intermédio da Lei /2015 publicada em 31/08/2015, a Lei /2011 que trata da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (desoneração da folha de pagamento) sofreu diversas modificações. 35
36 1ª. alteração ALTERAÇÃO DA ALÍQUOTA DE 2% PARA 4,5%. 36
37 2ª. alteração ALTERAÇÃO DA ALÍQUOTA DE 2% PARA 3% RELATIVOS AOS SERVIÇOS DE: Call center; Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal, intermunicipal em região metropolitana, intermunicipal, interestadual e internacional enquadrados nas classes e da CNAE 2.0; Transporte ferroviário de passageiros, enquadrados nas subclasses /01 e /02 da CNAE 2.0; Transporte metroferroviário de passageiros, enquadrados na subclasse /03 da CNAE
38 3ª. alteração ALTERAÇÃO DA ALÍQUOTA DE 1% PARA 2,5% PARA AS EMPRESAS QUE FABRICAM OS PRODUTOS CLASSIFICADOS NOS CÓDIGOS DA TABELA DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS. ACESSE: N%C2%BA%2013_161_15.PDF 38
39 4ª. ALTERAÇÃO. ALÍQUOTA DE 1% PARA 1,5% RELATIVOS A: Transporte aéreo de carga e de serviços auxiliares ao transporte aéreo de carga; Transporte aéreo de passageiros regular e de serviços auxiliares ao transporte aéreo de passageiros regular; Transporte marítimo de carga na navegação de cabotagem; Transporte marítimo de passageiros na navegação de cabotagem; Transporte marítimo de carga na navegação de longo curso; Transporte marítimo de passageiros na navegação de longo curso; Transporte por navegação interior de carga; Transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares; Empresas que realizam operações de carga, descarga e armazenagem de contêineres em portos organizados, enquadradas nas classes e da CNAE 2.0; Transporte rodoviário de cargas, enquadrados na classe da CNAE 2.0; Transporte ferroviário de cargas, enquadrados na classe da CNAE 2.0; Jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens, enquadradas nas classes , , , , , , , e da CNAE 2.0; Para as empresas que fabricam os produtos classificados na Tipi nos códigos , a e 87.02, exceto o produto classificado no código ; Permanecerão recolhendo sobre o percentual de 1% as empresas que fabricam os produtos classificados na Tipi nos códigos 02.03, , , 02.07, 02.09, , , 03.03, 03.04, , 05.05, , 16.02, Ex 01, Ex 01 e 03.02, exceto o produto classificado no código ; A opção pela tributação substitutiva, ocorrerá sempre no mês de janeiro de cada exercício, mediante o pagamento da referida contribuição e será irretratável para todo o ano calendário; Excepcionalmente, para o ano de 2015, a opção pela tributação substitutiva será manifestada mediante o pagamento relativo a receita de novembro de 2015; Para as empresas de construção civil, enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da CNAE 2.0, a opção será feita por obra e será manifestada mediante o pagamento da contribuição incidente sobre a receita bruta relativa à competência de cadastro no CEI ou à primeira competência subsequente para a qual haja receita bruta apurada para a obra, e será irretratável até o seu encerramento; Permanecerá o recolhimento sobre o percentual de 2% sobre o faturamento até o encerramento as obras: Com matrículas no CEI no período compreendido entre 1 o de abril de 2013 e 31 de maio de 2013; Com matrículas no CEI no período compreendido entre junho/2013 até outubro/2013, nos casos em que houve a opção pelo recolhimento com base no faturamento; Com matrículas no CEI a partir de novembro/2013 até
40 Forma de tributação do INSS Tradicional No modelo tradicional de tributação do INSS, as empresas (exceto SIMPLES) recolhem 20% do total da remuneração paga à seus trabalhadores para o custeio da Previdência Social. Dentro deste modelo, quanto mais trabalhadores, maior o total de remunerações e maior meu custo com INSS. 40
41 Exemplo da tributação tradicional Total da Remuneração (folha de pagamento): R$ ,00 Contribuição Previdenciária (20%) R$20.000,00 SAT (até 3% sujeito ao adicional do FAP) R$3.000,00 Salário Educação (2,5%) R$2.500,00 Sistema "S"(incra, Senai/Senac; Sesc/Sesi) (3,3%) R$3.300,00 Total de custo da empresa com INSS - R$28.800,00 41
42 Exemplo da Desoneração da Folha Receita Bruta da Empresa no mês: R$ ,00 Total da Remuneração (folha de pagamento): R$ ,00 Contribuição Previdenciária (...) sobre Receita Bruta R$... SAT (até 3% sujeito ao adicional do FAP) R$3.000,00 Salário Educação (2,5%) R$2.500,00 Sistema "S"(incra, Senai/Senac; Sesc/Sesi) (3,3%) R$3.300,00 Total de custo da empresa com INSS R$... A mudança afeta apenas a contribuição para o INSS. Os demais valores permanecem incidindo sobre o total de remunerações. 42
43 Pontos Controversos Quem custeia a diferença? A União compensará a perda de arrecadação da Previdência Social. Parte desta compensação virá da cobrança de 1% adicionais na COFINS sobre a importação dos mesmos produtos que foram selecionados para desoneração. E as empresas que se dedicam exclusivamente às atividades desoneradas, nos meses em que não auferirem receita? não recolherão as contribuições previdenciárias de 20% sobre a folha de Pagamento. 43
44 1ª. CON$$$$$ULTA Representantes do comércio varejista de produtos farmacêuticos lhe procuram querendo entrar com uma medida (qual seria a medida) para inseri-los dentro do programa da Lei de Desoneração. É possível? Valor para entrar com a ação R$40.000,00 (quarenta mil reais). 44
45 Aplicação Prática TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONTRIBUÇÃO PREVIDENCIÁRIA NO REGIME DE DESONERAÇÃO DA FOLHA DE SALÁRIOS. ISONOMIA. DESCABIMENTO 1. O benefício fiscal de "recolhimento da contribuição previdenciária no regime de desoneração da folha de salários, nos termos do art. 8º da Lei /2011" abrange "apenas o comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal..." e não o comércio varejista de produtos farmacêuticos. 2. "Não cabe ao Poder Judiciário, a não ser em situações excepcionais, alterar a política de desoneração fiscal/tributária instituída pelo legislador". 3. Agravo regimental da autora/agravante desprovido. (TRF-1 - AGA: , Relator: JUÍZA FEDERAL LANA LÍGIA GALATI (CONV.), Data de Julgamento: 20/02/2015, OITAVA TURMA, Data de Publicação: 20/03/2015) 45
46 2ª. CON$$$$$ULTA Dono de uma empresa que pela atividade está sujeita a Lei /2015 lhe procura e explica que para ele, de acordo com as contas elaboradas, é melhor continuar no modelo tradicional. Assim, inicialmente, ele lhe questiona: - A lei é obrigatória? - Se sim, qual seria a medida a ser adotada? - É possível? Valor para entrar com a ação R$60.000,00 (sessenta mil reais). 46
47 A desoneração é opcional? Não, o processo de desoneração é obrigatório. As atividades e produtos previstos em lei, estão obrigados a recolher seu INSS sobre a receita bruta e não mais sobre o total de remunerações. 47
48 Aplicação Prática TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. SUBSTITUIÇÃO DA BASE DE CÁLCULO. RECEITA BRUTA. MEDIDA PROVISÓRIA 540, CONVERTIDA NA LEI Nº /2011. CONSTITUCIONALIDADE. PECULIARIDADE DO CASO. EFEITO INVERSO. LACUNA SUPRIMIDA POR REDUÇÃO TELEOLÓGICA. 1. A Medida Provisória nº 540, posteriormente convertida na Lei nº /2011, visou, dentre outras medidas, desonerar a folha de pagamento das empresas que prestam serviços de tecnologia da informação - TI e tecnologia da informação e comunicação - TIC, bem como das indústrias moveleiras, de confecções e de artefatos de couro, visando à formalização das relações de trabalho e ao fomento das atividades de tais setores. 2. A Constituição, no 13 do art. 195, autoriza a possibilidade da substituição das contribuições previdenciárias incidentes sobre a folha de salários e os rendimentos do trabalho por aquelas incidentes sobre a receita ou sobre o faturamento. A Lei nº /2011 tem respaldo na Constituição. 3. A contribuição prevista na Lei nº /2011 incide sobre a receita bruta, uma das fontes da Seguridade Social, a teor do art. 195, I, 'b', da Constituição. Logo, não há necessidade de Lei Complementar. 4. O 13 do art. 195 da Constituição determina a aplicação do disposto no 12 do mesmo dispositivo na hipótese de substituição da contribuição incidente sobre a folha para aquelas incidentes sobre as outras fontes de custeio da seguridade social. Isso não significa que a lei que determina a substituição tenha que obrigatoriamente estabelecer a não-cumulatividade na nova sistemática. 5. Caso em que o regime instituído pela Lei nº /2011, adequado e legítimo para harmonizar interesses juridicamente relevantes das empresas e dos trabalhadores, revelou-se extremamente nocivo quanto aplicado concretamente com relação à empresa autora. 6. O sentido dos arts. 7º e 8º da Lei nº /2011 está em melhorar a competitividade da indústria e a geração de emprego e renda, mediante a desoneração da folha de salários. Se os dispositivos não prevêem situações em que sua aplicação produz o efeito inverso, contrário aos seus objetivos, surge a lacuna, que deve ser integrada pelo julgador, no caso concreto. 7. Reconhecido o direito da empresa autora continuar recolhendo integralmente as contribuições na forma do art. 22 da Lei nº 8.212/91. (TRF-4 - AC: PR , Relator: JOÃO BATISTA LAZZARI, Data de Julgamento: 28/01/2015, PRIMEIRA TURMA, Data de Publicação: D.E. 29/01/2015). 48
49 Contribuições Sociais para Financiamento da Seguridade Social (art. 195 da CRFB/88) Redação original : Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: I - dos empregadores, incidente sobre a folha de salários, o faturamento e o lucro; 49
50 Contribuições Sociais para Financiamento da Seguridade Social (art. 195 da CRFB/88) - EMENDA CONSTITUCIONAL nº 20/1998 I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício; 50
51 Contribuições Sociais para Financiamento da Seguridade Social (art. 195 da CRFB/88) Qual o objetivo da Emenda Constitucional nº 20/98? - Ampliação da base de incidência - Aumentar as possibilidades de cobrança - Inserção ao lado do empregador, a empresa e a entidade equiparada à empresa - Cobrança em face do pagamento de qualquer valor à pessoa física que lhe preste serviço (mesmo sem vínculo empregatício). 51
52 Antes da Emenda Constitucional nº 20/98 Depois da Emenda Constitucional nº 20/98 - Sujeito passivo do tributo = empregador - Base de cálculo do tributo = folha de salários - Sujeito passivo do tributo = empresa e entidade a ela equiparada - Base de cálculo do tributo = folha de salários e demais rendimentos do trabalho 52
53 Financiamento da Seguridade Social Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais... Pagamento. das Contribuições Sociais artigo 195 inc. I a IV Não podemos deixar de mencionar a DRU Desvinculação de Receitas da União. Aporte de Recursos Orçamentários da U, E, M, DF. Devem constar dos respectivos orçamentos dos entes federativos. Não integram o orçamento da união. 53
54 Financiamento da Seguridade Social FOLHA DE SALÁRIOS (Art. 195,I,a) e ( 195,II) RECEITA ou FATURAMENTO (Art.195,I,b) FONTES DE FINANCIAMENTO LUCRO (Art. 195,I,c) RECEITAS CONCURSOS de PROGNÓSTICOS (Art. 195,III) IMPORTADOR (Art.195,IV)
55 CONTRIBUIÇÕES INCIDENTES SOBRE A FOLHA DE SALÁRIOS COTA PATRONAL. SAT (SEGURO DE ACIDENTE DO TRABALHO). FAP (FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO). ENTIDADES TERCEIRAS (SESC; SENAR; SENAC; SENAI, SEBRAE; SEST; SESI; INCRA, SENAI;FUNDO AEROVIÁRIO, SALÁRIO EDUCAÇÃO (FNDE), DPC, SESCOOP). CONTRIBUIÇÕES SUBSTITUTIVAS. FGTS. 55
56 Entidade EQUIPARADA A EMPRESA A) contribuinte individual em relação a segurado que lhe presta serviço; B) a cooperativa; C) a associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade; D) a missão diplomática e a repartição consular de carreira estrangeiras; E) o operador portuário e o órgão gestor de mão-de-obra; F) o proprietário ou dono de obra de construção civil, quando pessoa física, em relação a segurado que lhe presta serviço. 56
57 Contribuições do Empregador, da Empresa e da Entidade a ela Equiparada (DICA!!!) No caso de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização, agentes autônomos de seguros privados e de crédito e entidades de previdência privada abertas e fechadas. adicional de dois vírgula cinco por cento (2,5%). 57
58 Advocacia Empresarial Previdenciária Teses Administrativas e Judiciais. 58
59 Financiamento da Seguridade Social FOLHA DE SALÁRIOS (Art. 195,I,a) e ( 195,II) RECEITA ou FATURAMENTO (Art.195,I,b) FONTES DE FINANCIAMENTO LUCRO (Art. 195,I,c) RECEITAS CONCURSOS de PROGNÓSTICOS (Art. 195,III) IMPORTADOR (Art.195,IV)
60 BASE CALCULÁVEL DA CONTRIBUIÇÃO PATRONAL A Lei 8.212/91, que instituiu o Plano de Custeio e dispôs acerca da organização da Seguridade Social, em seu artigo 22, inciso I, estabeleceu a incidência da contribuição patronal sobre a verba com destinação específica paga ao trabalhador: retribuição pelo trabalho exercido; 60
61 BASE CALCULÁVEL DA CONTRIBUIÇÃO PATRONAL Art. 22. A contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social, além do disposto no art. 23, é de: I - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999). (...) 61
62 Salário-de-contribuição Possui um conceito mais abrangente do que remuneração. As contribuições para o RGPS incidem sobre uma base que é denominada salário-de-contribuição. O salário-de-contribuição é uma base de cálculo da contribuição previdenciária tanto em relação aos segurados e empregadores domésticos, quanto para as empresas e entidades a elas equiparadas. Art. 28, I da Lei 8.212/91 conceitua o salário-de-contribuição. Salário-de-contribuição é a remuneração... 62
63 Compõe a remuneração (art. 457 da CLT) a) salário b) gorjetas c) gratificações contratuais d) prêmios e) adicional noturno f) adicional de insalubridade e periculosidade g) ajuda de custo e diárias de viagem que excederem 50% do salário h) comissões i) outras parcelas pagas habitualmente mesmo que por liberalidade do empregador.
64 TESES JUDICIAIS Exclusão da Base de Cálculo de Incidência da Contribuição Previdenciária 64
65 1a. - TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS Terço constitucional a título de férias: ganho eventual, não podendo ser incorporado ao salário para efeitos de incidência de contribuição previdenciária, já que não integra a base de cálculo do benefício. Resposta à luz do art. 201, 11, da CF: Os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei. 65
66 Aplicação Prática Posição Administrativa. SOLUÇÃO DE CONSULTA DISIT/SRRF01 Nº 1003, DE 20 DE JANEIRO DE ASSUNTO: Contribuições Sociais Previdenciárias EMENTA: TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. BASE DE CÁLCULO. INCLUSÃO. O terço constitucional de férias integra a base de cálculo para fins de incidência das contribuições sociais previdenciárias. SOLUÇÃO VINCULADA À SOLUÇÃO DE CONSULTA COSIT Nº 188, DE 27 DE JUNHO DE
67 Aplicação Prática TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. PRELIMINAR. LEGITIMIDADE DO INSS. REJEITADA. UNIÃO. ABRANGÊNCIA. FÉRIAS. UM TERÇO. NÃO INCIDÊNCIA DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCÁRIA. RESTITUIÇÃO DE INDÉBITO DEVIDA COM A OBSERVÂNCIA DA PRESCRIÇÃO. APELAÇÃO PROVIDA. (...) 2. O demandante alega a não incidência da contribuição previdenciária sobre os valores percebidos a título de um terço de férias. 3. Assim, no que concerne à cobrança da contribuição previdenciária, objeto dos autos, em face de possível incidência da referida contribuição sobre o terço constitucional de férias, ressalto que o Superior Tribunal de Justiça já possui entendimento consolidado sobre a matéria em que afasta a cobrança de tal contribuição sobre o terço constitucional de férias. (...) (TRF-5 - AC: , Relator: Desembargador Federal Manoel Erhardt, Data de Julgamento: Data de Publicação: 22/08/2013). 67
68 Aplicação Prática Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte. De acordo com a sistemática prevista no art. 543-C do Código de Processo Civil, o Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o (s) recurso (s) especial (ais) representativo (s) da controvérsia, pacificou o (s) assunto (s) ora tratado (s) nos seguintes termos: Tema STJ nº "Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial." Tema STJ nº "A importância paga a título de terço constitucional de férias possui natureza indenizatória / compensatória, e não constitui ganho habitual do empregado, razão pela qual sobre ela não é possível a incidência de contribuição previdenciária (a cargo da empresa)." (...) Em relação à vexata quaestio o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese apresentada nos autos em consonância com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça, de forma que a pretensão recursal não merece trânsito. Ante o exposto, com apoio no art. 543-C, 7º, inciso I, do CPC, declaro prejudicado o recurso. Intimem-se. (TRF-4 - REEX: RS , Relator: CARLOS EDUARDO THOMPSON FLORES LENZ, Data de Julgamento: 20/01/2016, VICE- PRESIDÊNCIA, Data de Publicação: D.E. 20/01/2016) 68
69 Aplicação Prática TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. NÃO INCIDÊNCIA. 1. A Primeira Seção do STJ, ao apreciar o REsp /RS (Rel. Min. Mauro Campbell Marques, DJe de ), aplicando a sistemática prevista no art. 543-C do CPC, pacificou orientação no sentido de que, "em relação ao adicional de férias concernente às férias gozadas, tal importância possui natureza indenizatória/compensatória, e não constitui ganho habitual do empregado, razão pela qual sobre ela não é possível a incidência de contribuição previdenciária (a cargo da empresa)". (...) 3. Agravo Regimental parcialmente provido. (STJ - AgRg no AgRg nos EDcl no REsp: RS 2014/ , Relator: Ministro HERMAN BENJAMIN, Data de Julgamento: 16/06/2015, T2 - SEGUNDA TURMA, Data de Publicação: DJe 05/08/2015) 69
70 Aplicação Prática STF (Recurso Extraordinário (RE ). Repercussão Geral. Recurso Extraordinário. Contribuição Social. Incidência. Adicional de Um Terço (1/3) sobre férias (CF, art. 7, XVII) IMPOSSIBILIDADE Diretriz Jurisprudencial firmada pelo Supremo Tribunal Federal Recurso de Agravo Improvido. O Supremo Tribunal Federal, em sucessivos julgamentos, fimou entendimento no sentido da não incidência de contribuição social sobre o adicional de um terço (1/3), a que se refere o art. 7, XVII, da Constituição Federal. Precedentes (RE n AgR, Rel. Min. Celso de Mello, Segunda Turma, DJE ). No mesmo sentido: AI AgR/MG Rel.: Min. Carmen Lucia. Julgamento: 07/04/2009. Primeira Turma do STF. 70
71 2a. SALÁRIO-MATERNIDADE À empregada gestante é garantido o período (licença) de 120 dias de repouso sem prejuízo do emprego e do salário (art. 7, inciso XVIII); Segundo parte da doutrina 4 por se tratar de benefício previdenciário, o salário-maternidade não detém a natureza salarial, destinando-se à cobertura de encargos familiares durante período não habitual, mas que se refere à estado peculiar gestação, não se tratando, inclusive, de remuneração da empregada pelo exercício da atividade laboral. Não é o que entendeu o STJ. 4 RDDT n. 171, pp ; 71
72 Aplicação Prática TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. INCIDÊNCIA. SALÁRIO MATERNIDADE, DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO E FÉRIAS GOZADAS. PRECEDENTES. 1. A Primeira Seção desta Corte, no julgamento do REsp /RS, processado nos termos do art. 543-C do Código de Processo Civil, firmou a compreensão no sentido de que o salário maternidade tem natureza salarial, devendo sobre ele incidir a contribuição previdenciária. 2. (...). (STJ - AgRg no REsp: RS 2014/ , Relator: Ministro SÉRGIO KUKINA, Data de Julgamento: 23/10/2014, T1 - PRIMEIRA TURMA, Data de Publicação: DJe 05/11/2014) 72
73 3ª. Despesas de Viagem As diárias referem-se a pagamentos ressarcitórios, mas para que não tenham escopo dissimulatório não farão parte do salário-de-contribuição, SALVO SE ULTRAPASSAREM 50% do valor da remuneração mensal. PODE ULTRAPASSAR ESTE LIMITE SEM INCIDÊNCIA? Poderá ser superior a este limite se for devidamente comprovado com documento hábil O CARATER RESSARCITÓRIO, não sendo considerado como incidentes de tributação. 73
74 Aplicação Prática TRF-4 - APELAÇÃO CIVEL AC PR (TRF-4). Data de publicação: 14/10/2009. Ementa: TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. RESSARCIMENTO DEDESPESAS COM TRANSPORTE PARA O TRABALHO. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DOS GASTOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS. VALE-TRANSPORTE EM PECÚNIA. INOBSERVÂNCIA À LEI Nº /85. DESCARACTERIZAÇÃO DA NATUREZA INDENIZATÓRIA. DIÁRIAS DE VIAGENSE AJUDA DE CUSTO. NÃO CONFIGURAÇÃO. INCIDÊNCIA DO TRIBUTO. 1. Os valores pagos aos empregados a pretexto de reembolsar despesas com transporte realizadas em virtude do trabalho não podem ser considerados indenizatórios se não há real comprovação dos gastos ou efetiva prestação de contas pelos funcionários, ou, ainda, se incluem o deslocamento casa-trabalho (configurando vale-transporte habitual em pecúnia) e não há respeito às determinações da Lei nº / Os aludidos valores também não podem ser enquadrados como diárias de viagens, na forma do art. 28, 9º, alínea h, da Lei nº /91, porquanto não há viagem, tampouco como a parcela de ajuda de custo de que trata o art. 28, 9º, alínea g, da Lei nº /91, visto que não se destinam ao reembolso de despesas oriundas da mudança de local de trabalho. 3. Afastada a natureza indenizatória da verba, bem assim o enquadramento nas hipóteses das alíneas do 9º do art. 28 da Lei nº /91, a parcela sujeita-se à incidência de contribuições previdenciárias. 74
75 4a. HORA EXTRA Buscando compensar o trabalhador pela jornada extraordinária do trabalho, a Constituição Federal fixou a obrigação de pagar um adicional pela hora extra laborada (art. 7, XVI). 75
76 Aplicação Prática PROCESSUAL CIVIL. PREVIDENCIÁRIO. AUSÊNCIA DE OMISSÃO. ART. 535, II, DO CPC. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. NÃO INCIDÊNCIA SOBRE AUXÍLIO- DOENÇA E TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. APLICAÇÃO SOBRE HORAS EXTRAS. FÉRIAS GOZADAS. 1. O Superior Tribunal de Justiça no julgamento do REsp /SP, de minha relatoria, sob o rito dos Recursos Repetitivos, art. 543-C do CPC, entendeu que incide a contribuição previdenciária sobre horas extras, adicional noturno, de insalubridade e periculosidade pagos pelo empregador, por possuir natureza remuneratória. (...). (STJ - REsp: SC 2015/ , Relator: Ministro HERMAN BENJAMIN, Data de Julgamento: 07/04/2015, T2 - SEGUNDA TURMA, Data de Publicação: DJe 21/05/2015) 76
77 4a. HORA-EXTRA STF (Recurso Extraordinário (RE ). Repercussão Geral. STF tem entendido, pela não incidência por se tratar de verba indenizátória e não habitual (AI Rel. Min. Eros Grau. Julgamento: 16/12/2008, Sexta Turma) 77
78 5ª. Transporte do Trabalhador De acordo com o art. 28, 9º, j não compõe o salário-de-contribuição a parcela recebida a título de vale-transporte NA FORMA DA LEI. 1) O vale transporte não é obrigatório, mas se oferecido conforme as exigências da Lei 7.418/85 o empregador participará do custeio do vale se a parcela exceder a 6% do salário do empregado; 2) Se a empresa fornecer o vale-transporte não descontando do empregado ou descontando valor menor que 6% SERÁ considerado salário-de-contribuição; 3) 3) Obrigatório fornecer in natura; PAGAMENTO EM DINHEIRO??? 78
79 Aplicação Prática Posição Administrativa. Número do Processo no / Data da Sessão 10/12/2015. Ementa. VALE-TRANSPORTE. PAGAMENTO EM PECÚNIA. NATUREZA INDENIZATÓRIA. MATÉRIA SUMULADA. SÚMULA CARF Nº 89. NÃO INCIDÊNCIA. Dada a natureza indenizatória do vale-transporte, os valores pagos a esse título aos segurados empregados, mesmo que em pecúnia, não integram a base de cálculo da contribuição social previdenciária, nem das contribuições destinadas a terceiros. (Súmula Carf nº 89) (...). Súmula CARF nº 89: A contribuição social previdenciária não incide sobre valores pagos a título de vale-transporte, mesmo que em pecúnia. 79
80 Aplicação Prática STF. DECISÃO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. VALE TRANSPORTE PAGO EM PECÚNIA. SELIC. COMPENSAÇÃO. 1. Segundo orientação desta Corte, tratando-se de ação ajuizada após o término da vacatio legis da LC 118/05 (ou seja, após ), objetivando a restituição ou compensação de tributos que, sujeitos a lançamento por homologação, foram recolhidos indevidamente, o prazo para o pleito é de cinco anos, a contar da data do pagamento antecipado do tributo, na forma do art. 150, 1º, e 168, inciso I, ambos do CTN, c/c art. 3º da LC 118/05. (...) 5. O valor pago, em dinheiro, a título de vale-transporte, não desnatura o caráter indenizatório da verba, razão pela qual não integra a base de cálculo da contribuição previdenciária, quota patronal. 7. As conclusões referentes às contribuições previdenciárias também se aplicam às contribuições ao RAT e às destinadas a terceiros, na medida em que a base de incidência das mesmas também é a folha de salários. 8. A atualização monetária incide desde a data do pagamento indevido do tributo até a sua efetiva compensação, sendo aplicável, para os respectivos cálculos, a taxa SELIC. 9. As contribuições previdenciárias recolhidas indevidamente podem ser objeto de compensação com parcelas vencidas posteriormente ao pagamento, relativas a tributo de mesma espécie e destinação constitucional, conforme previsto nos arts. 66 da Lei nº 8.383/91, 39 da Lei nº 9.250/95, observando-se as disposições do art. 170-A do CTN (...) o Supremo Tribunal Federal. À Secretaria Judiciária para as providências cabíveis. Publique-se. Brasília, 17 de fevereiro de Ministra CÁRMEN LÚCIA Relatora. (STF - RE: RS - RIO GRANDE DO SUL , Relator: Min. CÁRMEN LÚCIA, Data de Julgamento: 17/02/2015, Data de Publicação: DJe /02/2015) 80
81 6ª. AUXÍLIO-CRECHE Súmula 310 STJ: O auxílio-creche não integra o salário-de-contribuição. O auxílio tem caráter indenizatório e NÃO EXIGE A SÚMULA A COMPROVAÇÃO DO GASTO. 81
82 Aplicação Prática Decisão: Trata-se de recurso extraordinário interposto contra acórdão da 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, assim ementado: TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. PRESCRIÇÃO. TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS GOZADAS. AUXÍLIO-DOENÇA. PRIMEIROS QUINZE DIAS DE AFASTAMENTO. AUXÍLIO-CRECHE. AVISO PRÉVIO INDENIZADO. SALÁRIO-MATERNIDADE. SALÁRIO-FAMÍLIA. HORAS- EXTRAS. ADICIONAIS NOTURNO, DE PERICULOSIDADE E INSALUBRIDADE. COMPENSAÇÃO. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. (...) 5. Os valores pagos a título de auxílio-creche estão excluídos da base de cálculo das contribuições previdenciárias por expressa disposição legal (art. 28, 9º, alínea s, da Lei 8.212/91). A edição da Súmula nº 301 do STJ pôs fim à divergência na interpretação que a fiscalização tributária fazia a respeito do pagamento 'em conformidade com a legislação trabalhista', restando estabelecido que todos os pagamentos feitos a título de auxílio-creche, ainda que inexista acordo ou convenção coletiva, não integram o salário-de-contribuição. Assim, não há que se falar em ofensa ao art. 97 da Carta. (STF - RE: RS - RIO GRANDE DO SUL , Relator: Min. ROBERTO BARROSO, Data de Julgamento: 22/06/2015, Data de Publicação: DJe /06/2015) 82
83 7ª. PLR Participação nos Lucros e Resultados Quando pago a participação nos lucros e resultados em conformidade com a lei não é considerada salário-de-contribuição (art. 28, 9º, j ). Lei /00: -Ser estipulado em convenção ou acordo coletivo, -Deve conter regras objetivas e claras para a aferição nos critérios de produtividade, qualidade ou lucratividade ou programas de metas, resultados e prazos pactuados. -não pode ser pago em MAIS DE DUAS PARCELAS ANUAIS e em periodicidade inferior a um semestre. 83
84 Aplicação Prática TST - AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA AIRR (TST). Data de publicação: 30/06/2015. Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO DE REVISTA.CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO DAS PARCELAS. NATUREZA INDENIZATÓRIA. INCIDÊNCIA INDEVIDA. 1. (...) Consignou, ainda, que " a natureza indenizatória da PLR está constitucionalmente assegurada no artigo 7º, XI, da Constituição Federal. Ademais, o art. 28, parágrafo 9º, alínea "j" da Lei 8212/91 afasta, expressamente, a incidência da contribuição previdenciária sobre tal verba, assim como o art. 3º da Lei /2000 dispõe que tal parcela não constitui base de incidência de qualquer encargo trabalhista. Destarte, não há falar em incidência de contribuição previdenciária sobre essa rubrica, na medida em que tais valores não integram o salário de contribuição, nem se constituem como base para incidência de qualquer encargo previdenciário, por não se tratar de rendimento de trabalho, para os efeitos do art. 195, I, letra "a" da CF." (fl. 93). 2 (...). 84
85 PAGAMENTO A CONTRIBUINTE INDIVIDUAL? Importante: o PLR não se confunde com distribuição dos lucros ou dividendos * Distribuição de lucros é diferente de pró-labore. O pró-labore é a remuneração do trabalho dos sócios e sobre ele incide contribuição tanto a cargo da empresa como do sócio, na qualidade de contribuinte individual. Segundo entendimento do fisco Consulta Técnica 318/2003: os valores pagos aos sócios que não seja considerado prólabore é necessário a discriminação clara e precisa no livro caixa das parcelas referente ao lucro e da remuneração dos sócios. 85
86 Aplicação Prática Posição Administrativa Acórdão. Número do Processo: / Data de Publicação: 14/09/2015. Contribuinte: BANCO BTG PACTUAL S.A. Relator(a): WILSON ANTONIO DE SOUZA CORREA. Ementa: Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias Período de apuração: 01/01/2007 a 31/03/2007 Autos de Infração DEBCAD s n s ; ; ; ; Consolidados em 30/08/2012 PLR SEM PARTICIPAÇÃO DO SINDICATO. INDEVIDO. O PLR que não conta com a participação do sindicato da categoria não se encontra na regularidade. Ainda que o sindicato manifeste formalmente. 86
87 8ª. Aviso Prévio O aviso prévio terá incidência previdenciária SE O EMPREGADO TIVER CUMPRIDO, INTEGRALMENTE, TRABALHANDO. Caso o empregador dispense o cumprimento ELE SERÁ INDENIZADO pelo prazo do aviso, garantida sua integração no seu tempo de serviço (art. 487, 1º, da CLT). AVISO PRÉVIO INDENIZADO INCIDE? - O art. 28, 9º não elenca o aviso prévio indenizado como parcela não integrante do salário-de-contribuição, pois sua redação original que previa foi alterada. Mas, o Decreto 3048, art. 214, 9º prevê no inciso V, f esta exclusão. Decreto 6.727/2009 revogou a alínea f do parágrafo 9º do artigo 214 do Decreto 3.048/99. 87
88 Aplicação Prática STJ. "TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. AVISO PRÉVIO INDENIZADO. NÃO INCIDÊNCIA, POR SE TRATAR DE VERBA QUE NÃO SE DESTINA A RETRIBUIR TRABALHO, MAS A INDENIZAR. PRECEDENTES. RECURSO ESPECIAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO." (REsp /PR, Rel. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI, PRIMEIRA TURMA, julgado em 08/02/2011, DJe 23/02/2011) 88
89 9ª. PRIMEIROS 15 DIAS AUXÍLIO-DOENÇA Durante os 15 (quinze) primeiros dias de afastamento da atividade por motivo de doença o contrato de trabalho fica interrompido, cabendo ao empregador a manutenção do pagamento integral do salário do empregado. Embora a Lei nº 8.212, não afaste expressamente esse benefício da base de cálculo da contribuição previdenciária, o benefício não é pago em contraprestação pelo serviço prestado. 89
90 Aplicação Prática STJ - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AgRg no AREsp CE 2011/ (STJ). Data de publicação: 29/04/2014. Ementa: PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA.AUXÍLIO-DOENÇA. PRIMEIROS 15 DIAS DE AFASTAMENTO. ADICIONAL DE 1/3 DE FÉRIAS. NÃO INCIDÊNCIA. MATÉRIA JULGADO SOB O RITO DOS RECURSOS REPETITIVOS. AUSÊNCIA DE AFRONTA AO ARTIGO 97 DA CF. 1. A Primeira Seção, por ocasião do julgamento do REsp RS, da relatoria do Sr. Ministro Mauro Campbell Marques, sob o regime do artigo 543-C do CPC, Dje , reiterou o entendimento de que não incide contribuição previdenciária sobre as quantias pagas pelo empregador ao empregado nos primeiros quinze dias que antecedem o recebimento do auxílio-acidente, nem sobre o terço constitucional de férias. 2. Não há falar em afronta ao artigo 97 da Constituição Federal, pois, nos termos em que foi editada a Súmula Vinculante 10 do STF, a violação à cláusula de reserva de plenário só ocorre quando a decisão, embora sem explicitar, afasta a incidência da norma ordinária pertinente à lide, para decidi-la sob critérios diversos alegadamente extraídos da Constituição, o que não ocorreu na hipótese. Agravo regimental improvido. 90
91 Aplicação Prática- AFASTAMENTO COM ATESTADO MÉDICO STJ. AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº RJ (2014/ ) PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. ARGUMENTOS INSUFICIENTES PARA DESCONSTITUIR A DECISÃO ATACADA. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE O TERÇO DE FÉRIAS GOZADAS, ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E AFASTAMENTO COM ATESTADO MÉDICO. NÃO INCIDÊNCIA. APLICAÇÃO DA SÚMULA N. 83/STJ. I É pacífico o entendimento no Superior Tribunal de Justiça segundo o qual não incide contribuição previdenciária sobre o terço de férias gozadas e adicional de insalubridade. Ademais, em relação a afastamento do empregado com atestado médico que faltou ao trabalho por motivo de saúde ou consulta médica, o posicionamento é de que a não incidência de contribuição previdenciária sobre o valor pago nos quinze dias que antecedem o auxílio-doença não pode ser estendida para os casos em que há afastamento, esporádico, em razão de falta abonada. 91
92 Ver decisão (vigência MP 664). 92
93 Dicas: Prática Processual MS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS COMPENSAÇÃO (AULA SAT/RAT/FAP) CONTRATO/HONORÁRIOS DEMONSTRAR CONTAS!!! 93
94 Obrigado!!! Vamos em Frente!!! Abraços, Theodoro. 94
Theodoro Vicente Agostinho
Theodoro Vicente Agostinho Doutorando e Mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP. Especialista em Direito Previdenciário pela EPD-SP. Coordenador e Professor em cursos de Direito Previdenciário. Coordenador
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