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1 AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº PR (2013/ ) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN AGRAVANTE : FLEXO TECH INDUSTRIAL LTDA ADVOGADO : ROQUE SÉRGIO D'ANDRÉA AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EMENTA PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS. CONTRIBUIÇÃO PATRONAL INCIDENTE SOBRE A RECEITA BRUTA. IMPOSSIBILIDADE. ART. 26 DA LEI /2007. VEDAÇÃO LEGAL. 1. In casu, o Tribunal de origem decidiu que, conforme o art. 26 da Lei /2007, é vedada a compensação de outros tributos com contribuições previdenciárias que abrangem as contribuições previstas nas alíneas "a", "b" e "c" do parágrafo único do art. 11 da Lei 8212/1991 e as contribuições instituídas a título de substituição, hipótese em que se enquadra o art. 8º da Lei / O art. 74 da Lei 9.430/1996, com as alterações promovidas pela Lei /2002, autoriza a compensação de créditos apurados pelo contribuinte com quaisquer tributos e contribuições "administrados pela Secretaria da Receita Federal". 3. A Lei /2007 criou a Secretaria da Receita Federal do Brasil a partir da unificação dos órgãos de arrecadação federais. Transferiu-se para a nova SRFB a administração das contribuições previdenciárias previstas no art. 11 da Lei 8.212/1991, assim como as instituídas a título de substituição. 4. Ocorre que o art. 26, parágrafo único, c/c o art. 2º da Lei /2007, afastou expressamente essa prerrogativa em relação às contribuições sociais do art. 11, parágrafo único, "a", "b" e "c", da Lei 8.212/1991 (contribuições patronais, dos empregadores domésticos e dos trabalhadores) e aquelas instituídas a título de substituição. 5. A intenção do legislador foi, claramente, resguardar as receitas necessárias para o atendimento aos benefícios, que serão creditadas diretamente ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social, nos termos do art. 2º, 1º, da Lei / A contribuição prevista no art. 8º da Lei /2011 foi instituída a título de substituição da contribuição do art. 11, II, parágrafo único, "a", da Lei 8212/1991 e, portanto, sua compensação é vedada, por ser esta incluída entre as contribuições referidas no art. 2º da Lei / Agravo Regimental não provido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 1 de 8

2 acordam os Ministros da SEGUNDA Turma do Superior Tribunal de Justiça: "A Turma, por unanimidade, negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a)." Os Srs. Ministros Og Fernandes, Mauro Campbell Marques (Presidente), Assusete Magalhães e Humberto Martins votaram com o Sr. Ministro Relator. Brasília, 05 de junho de 2014(data do julgamento). MINISTRO HERMAN BENJAMIN Relator Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 2 de 8

3 AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº PR (2013/ ) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN AGRAVANTE : FLEXO TECH INDUSTRIAL LTDA ADVOGADO : ROQUE SÉRGIO D'ANDRÉA AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO HERMAN BENJAMIN (Relator): Trata-se de Agravo Regimental contra decisão que negou seguimento ao Recurso Especial interposto por Flexo Tech Industrial Ltda. (fls , e-stj). A insurgente, em breve síntese, alega: a) malferimento quanto à Lei 8212/91, uma vez que a proibição legal de compensação dos créditos tributários abrange tão somente as alíneas "a", "b" e "c" do art. 11 da mencionada norma; b) ofensa ao art. 170 do CTN, em decorrência lógica do que foi anteriormente argumentado; e c) divergência jurisprudencial devidamente comprovada. Pugna pela reconsideração da decisão agravada ou pelo provimento, pelo colegiado, do Agravo Regimental. É o relatório. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 3 de 8

4 AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº PR (2013/ ) VOTO O EXMO. SR. MINISTRO HERMAN BENJAMIN (Relator): Os autos foram recebidos neste Gabinete em O Agravo Regimental não merece prosperar, pois a ausência de argumentos hábeis para alterar os fundamentos da decisão ora agravada torna incólume o entendimento nela firmado. Portanto não há falar em reparo na decisão. Conforme consignei no decisum, não há falar em contrariedade ao art. 11 da Lei 8212/91, nem ao art. 170 do CTN. Ao dirimir a controvérsia, o Tribunal a quo assim se manifestou (fls , e-stj, grifei). "Parece bastante claro, portanto, que a contribuição do art. 8º da Lei n /11 foi instituída a título de substituição da contribuição do art. 11, II, parágrafo único, 'a', da Lei n /91, donde se deduz que ela está incluída entre as contribuições referidas no art. 2º da Lei n /07 ('e das contribuições instituídas a título de substituição'), cuja compensação é vedada. Em outras palavras, a tese da impetrante é que o art. 26, parágrafo único, da Lei n /07 apenas impede a compensação das contribuições sociais indicadas no art. 2º da mesma lei, norma esta que faz referência somente ao art. 11, parágrafo único, letras 'a', 'b' e 'c', da Lei n /91, não fazendo referência à letra 'd', na qual se funda, ao ver da impetrante, a contribuição do art. 8º da Lei n /11, com a qual a impetrante pretende compensar seus créditos de IPI. Todavia, esse raciocínio somente seria correto se o art. 2º da Lei n /07 não fizesse referência às contribuições sociais previstas nas alíneas a, b e c do parágrafo único do art. 11 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, e às contribuições instituídas a título de substituição, dentre as quais está exatamente a contribuição do art. 8º da Lei n /11, instituída a título de substituição da contribuição da letra 'a' do parágrafo único do art. 11. Note-se que embora a contribuição do art. 8º da Lei n /11 tenha por base de cálculo a receita bruta, da mesma forma que a do art. 23, I, da Lei n /91, a primeira é substitutiva da contribuição do art. 11, II, parágrafo único, 'a', da Lei n , e a segunda está referida ao art. 11, II, parágrafo único, 'd'. Isto, porque as contribuições substitutivas destinam-se especificamente à Previdência Social, diversamente das contribuições fundadas originariamente na receita bruta (e que não se destinam a substituir nenhuma outra), cuja destinação é mais ampla, ao orçamento da Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 4 de 8

5 Seguridade Social. Daí a impossibilidade de compensação das primeiras com o IPI e a possibilidade de compensação das segundas. É incontroverso que, em regra, os créditos do contribuinte contra a Receita Federal do Brasil podem ser compensados com quaisquer débitos tributários administrados pelo mesmo órgão, por meio da declaração eletrônica (DECOMP), nos termos do art. 74 da Lei 9.430/1996 (redação dada pela Lei /2002). Ocorre que o art. 26, parágrafo único, c/c o art. 2º da Lei /2007, afastou expressamente essa prerrogativa em relação às contribuições sociais do art. 11, parágrafo único, "a", "b" e "c", da Lei 8.212/1991 (contribuições patronais, dos empregadores domésticos e dos trabalhadores) e àquelas instituídas a título de substituição : Art. 26. O valor correspondente à compensação de débitos relativos às contribuições de que trata o art. 2º desta Lei será repassado ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social no máximo 2 (dois) dias úteis após a data em que ela for promovida de ofício ou em que for deferido o respectivo requerimento. Parágrafo único. O disposto no art. 74 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, não se aplica às contribuições sociais a que se refere o art. 2º desta Lei. A intenção do legislador foi, claramente, resguardar as receitas necessárias para o atendimento aos benefícios, que serão creditadas diretamente no Fundo do Regime Geral de Previdência Social, nos termos do art. 2º, 1º, da Lei /2007. Sobre o tema, confiram-se recentes julgados desta Corte: PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. OFENSA AO ART. 535 DO CPC NÃO CONFIGURADA. COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS DE TRIBUTOS ADMINISTRADOS PELA ANTIGA RECEITA FEDERAL COM DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS CUJA COMPETÊNCIA ERA DO INSS. IMPOSSIBILIDADE. ART. 26 DA LEI /2007. VEDAÇÃO EXPRESSA À APLICAÇÃO DO ART. 74 DA LEI 9.430/ A solução integral da controvérsia, com fundamento suficiente, não caracteriza ofensa ao art. 535 do CPC. 2. O art. 74 da Lei 9.430/96, com as alterações promovidas pela Lei /02, autoriza a compensação de créditos apurados pelo contribuinte com quaisquer tributos e contribuições "administrados pela Secretaria da Receita Federal". 3. A Lei /2007 criou a Secretaria da Receita Federal do Brasil, a partir da unificação dos órgãos de arrecadação federais.transferiu-se Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 5 de 8

6 para a nova SRFB a administração das contribuições previdenciárias previstas no art. 11 da Lei 8.212/91, assim como as instituídas a título de substituição. 4. A referida norma, em seu art. 26, consignou expressamente que o art. 74 da Lei 9.430/96 é inaplicável às exações cuja competência para arrecadar tenha sido transferida, ou seja, vedou a compensação entre créditos de tributos que eram administrados pela antiga Receita Federal com débitos de natureza previdenciária, até então de responsabilidade do INSS. 5. A intenção do legislador foi, claramente, resguardar as receitas necessárias para o atendimento aos benefícios, que serão creditadas diretamente ao Fundo do Regime Geral de Previdência Social, nos termos do art. 2º, 1º, da Lei / Agravo Regimental não provido. (AgRg no REsp /RS, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, DJe 24/10/2011). PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. VIOLAÇÃO DO ART. 535 DO CPC. INEXISTÊNCIA. COMPENSAÇÃO TRIBUTÁRIA. CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS COM DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS. IMPOSSIBILIDADE. VEDAÇÃO LEGAL. ART. 26 DA LEI N / Inexiste violação do art. 535 do CPC quando a prestação jurisdicional é dada na medida da pretensão deduzida. 2. A Lei n /07 criou a Secretaria da Receita Federal do Brasil, transferindo-lhe a competência para arrecadar as contribuições previstas na Lei n / A compensação entre créditos tributários administrados pela antiga Receita Federal com débitos de natureza previdenciária é vedada, ante a expressa disposição de lei disposta no art. 26 da Lei n /07. Recurso especial improvido. (REsp /SC, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, DJe 01/09/2011). Sendo assim, o recurso não merece prosperar, pois a Corte de origem solucionou a demanda em consonância com a orientação do STJ, uma vez que a contribuição prevista no art. 8º da Lei /2011 foi instituída a título de substituição da contribuição do art. 11, II, parágrafo único, "a", da Lei 8212/91 e, portanto, sua compensação é vedada, por estar incluída entre as contribuições referidas no art. 2º da Lei /2007. Incide, in casu, o princípio estabelecido na Súmula 83/STJ: "Não se conhece do Recurso Especial pela divergência, quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida." Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 6 de 8

7 Ressalta-se que o referido verbete sumular aplica-se aos recursos interpostos tanto pela alínea "a" quanto pela alínea "c" do permissivo constitucional. Nesse sentido: REsp /DF, Segunda Turma, Relator Ministro Castro Meira, D.J. de Ausente a comprovação da necessidade de retificação a ser promovida na decisão agravada, proferida com fundamentos suficientes e em consonância com entendimento pacífico deste Tribunal, não há prover o Agravo Regimental que contra ela se insurge. Por tudo isso, nego provimento ao Agravo Regimental. É como voto. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 7 de 8

8 CERTIDÃO DE JULGAMENTO SEGUNDA TURMA Número Registro: 2013/ AgRg no REsp / PR Números Origem: PR TRF PAUTA: 05/06/2014 JULGADO: 05/06/2014 Relator Exmo. Sr. Ministro HERMAN BENJAMIN Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES Subprocuradora-Geral da República Exma. Sra. Dra. MARIA SÍLVIA DE MEIRA LUEDEMANN Secretária Bela. VALÉRIA ALVIM DUSI AUTUAÇÃO RECORRENTE : FLEXO TECH INDUSTRIAL LTDA ADVOGADO : ROQUE SÉRGIO D'ANDRÉA RECORRIDO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL ASSUNTO: DIREITO TRIBUTÁRIO - Impostos - IPI / Imposto sobre Produtos Industrializados AGRAVO REGIMENTAL AGRAVANTE : FLEXO TECH INDUSTRIAL LTDA ADVOGADO : ROQUE SÉRGIO D'ANDRÉA AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL CERTIDÃO Certifico que a egrégia SEGUNDA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "A Turma, por unanimidade, negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a)." Os Srs. Ministros Og Fernandes, Mauro Campbell Marques (Presidente), Assusete Magalhães e Humberto Martins votaram com o Sr. Ministro Relator. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 25/09/2014 Página 8 de 8

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