AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE DE SETÚBAL E PALMELA
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- Bárbara Esteves da Conceição
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1 RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE DE SETÚBAL E PALMELA As entidades prestadoras de cuidados de saúde devem publicar e divulgar, até 31 de Março de cada ano, um relatório circunstanciado sobre o acesso aos cuidados que prestam, o qual será auditado, aleatória e anualmente, pela Inspecção-Geral das Actividades da Saúde, conforme o disposto na alínea f) do artigo 4.º da Lei n.º 41/2007, de 24 de Agosto. O presente documento destina-se a orientar a elaboração do relatório pelas entidades prestadoras de cuidados do Serviço Nacional de Saúde. O relatório contempla a informação global de cada entidade, nos capítulos que lhe forem aplicáveis. As entidades que integram várias unidades (ex. centro hospitalar, unidade local de saúde, agrupamento de centros de saúde) devem elaborar apenas um relatório. As Unidades Locais de Saúde deverão preencher os itens respeitantes às unidades hospitalares e às unidades de cuidados de saúde primários que as integram. Os Hospitais, Centros Hospitalares, ULS e ACES deverão disponibilizar o relatório no seu site, quando exista. As Administrações Regionais de Saúde, IP, deverão, igualmente, disponibilizar no respectivo site os relatórios das instituições hospitalares, ULS e ACES da sua região. 1
2 A. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE Designação Agrupamento de Centros de Saúde Setúbal-Palmela Localização da sede Telefone Fax site Urbanização Vale do Cobro, Avenida das Descobertas, Setúbal Telefone: Fax: Unidades de saúde integradas na entidade Localização Telefone UCSP Santa Maria UCSP Azeitão UCSP Viso UCSP Praça da República UCSP Santos Nicolau UCSP Santos Nicolau UCSP São Sebastião Ext Stª Maria Rua de Damão, nº Setúbal Fax Ext Azeitão Rua Artur Horta, nº Azeitão Fax Ext Viso Rua batalha do Viso, Setúbal Fax Ext Praça da República Praça da República, Setúbal Fax Ext Stºs Nicolau Rua Augusto Gomes, nº Setúbal Fax Ext Sado Rua Manuel Francisco Novo - Stº Ovidio Setúbal Fax [email protected] Ext S. Sebastião Avª das Descobertas - Urb. Vale do Cobro, Setúbal Fax [email protected] 2
3 USF Santiago de Palmela UCSP Pinhal Novo UCSP Pinhal Novo UCSP Pinhal Novo UCSP Pinhal Novo UCSP Pinhal Novo UCSP Poceirão UCSP Pinhal Novo UCSP Brejos do Assa UCSP Águas Moura Ext Palmela Rua S. Filipe Estrada do Outeiro, Palmela Fax Ext Bº dos Marinheiros Rua Força do Povo, Qtª do Anjo Fax Ext Pinhal Novo 6 Avª Zeca Afonso, Pinhal Novo Fax [email protected] Ext Pinhal Novo 7 Rua Guerra Junqueiro, 1 r/c Pinhal Novo Fax [email protected] Ext Qtª do Anjo Rua João Vaz Corte Real, lote 160 lojas A e B, Qtª Anjo Fax [email protected] Ext Venda do Alcaide Caixa Postal 25704, Palmela Fax [email protected] Ext Poceirão Rua Vasco da Gama, Poceirão Fax [email protected] Ext Olhos Água Qtª das Flores, Qtª do Anjo Fax [email protected] Ext Brejos do Assa Brejos do Assa, Palmela Fax [email protected] Ext Águas de Moura Urb Aldeia do Sobreiro Grande, Águas de Moura Fax [email protected] 3
4 B. CARACTERIZAÇÃO GERAL (Órgãos de Administração, Direcção, Consulta e Apoio) (preencher sempre que aplicável) Órgãos Administração, de Direcção, de Apoio Técnico e de Consulta Órgãos Direcção / Administração Constituição / Nomeação Director Executivo - Drª Maria Cristina Manique Cabeçadas Refª e/ou Observações Fiscalização Conselho Clínico: Presidente do Conselho Clínico Drª Cristina Maria Ribeiro dos Santos Branco Vogal do Conselho Clínico - Enfermeira Maria Isabel Sanches dos Santos Vogal do Conselho Clínico - Helena Cristina Cunha de Carvalho Salazar Vogal do Conselho Clínico Dr João Manuel de Vilhena Diegues Direcção Executiva Director Executivo Drª Maria Cristina Manique Cabeçadas Presidente do Conselho Clínico Drª Cristina Maria Ribeiro dos Santos Branco Presidente do Conselho da Comunidade A nomear ( aguarda a constituição do Conselho da Comunidade ) Participação/Consulta (Ex: Comissão de utentes; Conselho consultivo; Conselho da comunidade; Comissão de trabalhadores) Conselho da comunidade Em fase de constituição Apoio Técnico no domínio do acesso aos cuidados de saúde (Ex: Unidade Hospitalar de 4
5 Gestão de Inscritos para Cirurgia; Unidade Hospitalar da Consulta a Tempo e Horas; Unidade Integrada para o Acesso a Cuidados de Saúde) Outras Comissões (apoio à gestão) (Ex: Comissões de ética, Unidades funcionais) Gabinete do Utente Telefone Unidade de Apoio à Gestão Drª Susana Maria Lopes Crisógono [email protected] 5
6 C. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO C.1. Aplicações informáticas em uso no(s) sector(es) que envolvem o acesso a cuidados e fornecidas pelo Ministério da Saúde/Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ou pelo antigo IGIF) no âmbito de contratos celebrados pelos serviços centrais (Assinalar com ) 1. SONHO 2. SINUS 3. SAM 4. SAPE 5. CTH 6. SIGIC 7. SIES - Sistema de Informação dos Equipamentos de Saúde 8. SICA 9. RNU 10. SISO 11. BAS 12. TAONET 13. VTC 14. SGTD 15. E-Agenda C.2. Outras aplicações informáticas utilizadas no(s) sector(es) que envolvem o acesso a cuidados de saúde C.3. Métodos e parâmetros de segurança e salvaguarda da confidencialidade da informação respeitante aos utentes, nos termos da legislação em vigor Todos os sistemas informáticos foram certificados pela Comissão de Protecção de Dados 6
7 D. OUTROS ASPECTOS DE REGULAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLO INTERNO COM REFLEO NO ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO S N Refª e/ou Observações 1.1 O Regulamento Interno (global) da instituição identifica as estruturas responsáveis pelo acesso a cuidados de saúde? Aguarda regulamentotipo proveniente da ARSLVT 1.2.Os Planos e Relatórios de Actividades incluem pontos relacionados com a matéria do acesso? 1.3. Os Planos e Relatórios apresentam avaliação da capacidade instalada/rentabilização dos recursos materiais e humanos disponíveis, designadamente ao nível das consultas e outras áreas de cuidados dos centros de saúde, consultas externas, MCDT, Bloco Operatório (qd. aplicável)? 1.4. Enumeração de Regulamentos/Manuais de Procedimentos de Sectores/Serviços fundamentais e/ou com afinidade temática com o acesso (gestão de doentes, Serviço Social, Gabinete do Utente, Serviços Financeiros/ Contratualização, ) 1.. Contratualização com as Unidades de Saúde Familiares 2.. Plano de Desempenho do Agrupamento de Centros de Saúde de Setúbal e Palmela Em Fase de Execução
8 E. IMPLEMENTAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DE ACESSO Medidas implementadas Sim Não Refª e/ou Observações 1.1 Existe estrutura multidisciplinar interna tendo em vista a implementação da carta dos direitos de acesso? Indicar os serviços envolvidos e constituição 1.2 No caso afirmativo, existe suporte de regulação de procedimentos para o efeito? Indicar a data de deliberação do CA e Normativo Interno de publicitação 1.3 Estão definidos pela própria instituição, ou de acordo com a(s) instância(s) de contratualização, indicadores de resultados na componente do acesso e de produção? Apresentar em anexo os indicadores definidos 1.4. Em caso afirmativo, os indicadores têm em conta os Tempos de Resposta Garantidos fixados pela instituição e integrados nos seus planos de actividades e de desempenho? 1.5 Os indicadores de resultados direccionados ao acesso são utilizados a todos os níveis da instituição (verticais e horizontais)? Especificar 1.6 A instituição utiliza estes indicadores para efectuar relatórios periódicos de situação (para além do relatório anual previsto na Lei n.º 41/2007, de 24 de Agosto? 1.7 Existem planos especiais de monitorização e correcção de desvios e/ou incumprimento de objectivos? 1.8Verificam-se, com regularidade, processos de revisão crítica da relevância e actualidade dos indicadores utilizados e respectiva comunicação às entidades e organismos competentes? 1.9 Estão definidos procedimentos de controlo para minimizar o risco de erros, insuficiência, inadequação e eventual desvirtuação de informação (que constitui fonte ou está associada aos indicadores de resultados)? 1.10 Foram fixados, nos termos da lei, os Tempos de Resposta Garantidos? 1.11 Quais os Tempos de Resposta Garantidos que foram estabelecidos nas diferentes áreas de prestação de cuidados? (apresentar em mapa anexo) 1.12 Os Tempos de Resposta Garantidos fixados constam dos Planos e Relatórios de Actividades? 1.13 Os Tempos de Resposta Garantidos foram integrados 8
9 no Contratos-programa/ Plano de Desempenho? 1.14 Está afixada, em locais de fácil acesso e consulta, informação actualizada relativa ao Tempos de Resposta Garantidos para os diversos tipos de prestações e por patologia ou grupos de patologias? Especificar 1.15 Está disponível, no sítio da internet, informação actualizada das áreas de actividade/serviços disponíveis e a capacidade instalada e, mais concretamente, os respectivos Tempos de Resposta Garantidos, nas diversas modalidades de prestação de cuidados de Saúde? 1.16 Existe comprovativo, mediante registo ou impresso próprio, da prestação de informação aos utentes no acto de pedido ou marcação de consulta, tratamento ou exame, sobre os Tempos de Resposta Garantidos para prestação dos cuidados de que necessita? Indicar Em caso de referenciação para outra unidade de saúde, estão definidos procedimentos para informar os utentes sobre o tempo máximo de resposta garantido para lhe serem prestados os respectivos cuidados no estabelecimento de referência? Indicar O relatório anual sobre o acesso foi divulgado e publicado em suporte autónomo ou consta do Relatório de Actividades e/ou do Plano de desempenho? 1.19 As reclamações e/ou sugestões relativas ao acesso são objecto de tratamento próprio, independentemente da sua génese/proveniência (Gabinete do Utente, Entidade Reguladora da Saúde, etc.)? Apresentar quadro-resumo discriminando tipo de reclamação, origem, objecto, consequências (anexo) 1.20 As sugestões e reclamações ou outras formas de participação dos utentes/cidadãos na melhoria do acesso são integradas na avaliação e medidas de correcção? 1.21 A Entidade Reguladora da Saúde promoveu diligências, intervenções ou outras medidas junto da instituição, em resultado de reclamações relativas ao acesso a cuidados de saúde? 1.22 Foram constituídos/abertos processos sancionatórios em resultado de reclamação e/ou mero incumprimento da Lei? Quantificar e caracterizar 1.23 O Relatório sobre o Acesso foi objecto de auditoria pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde? 1.24 As reclamações, sugestões e comentários foram comunicados à Direcção Geral da Saúde, no âmbito do projecto SIM Cidadão? (anexar um mapa com resumo do tratamento das reclamações) Não aplicável em 2010 Não aplicável em
10 ANÁLISE GLOBAL DE TEMPOS MÁIMOS DE RESPOSTA GARANTIDOS NO SNS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS CUIDADOS HOSPITALARES (ACES, ULS, Hospitais EPE, Hospitais SPA) 10
11 Tempos máximos de resposta garantidos (TMRG), Tempos de resposta garantidos (TRG) da entidade e tempos de resposta (TR) da entidade em 2009 (Lei nº 41/2007 de 28 de Agosto e Portaria nº1529/2008, de 26 de Dezembro) Nível de acesso TMRG TGR da TR da entidade e tipo de cuidados entidade Ano 2009 CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS Cuidados prestados na unidade de saúde a pedido do utente Motivo relacionado com Atendimento no dia do doença aguda pedido Motivo não relacionado com 10 (dez) dias úteis a partir doença aguda da data do pedido Renovação de medicação em 72 (setenta e duas) horas caso de doença crónica após a entrega do pedido Relatórios, cartas de 48 (quarenta e oito) horas referenciação, orientações e após a entrega do pedido outros documentos escritos (na sequência de consulta médica ou de enfermagem) Consulta no domicílio a pedido do 24 (vinte e quatro) horas se utente a justificação do pedido for aceite pelo profissional Atendimento no dia do pedido O sistema informático utilizado não permite monitorizar os TR HOSPITAIS DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE Primeira consulta de especialidade hospitalar referenciada pelos centros de saúde De realização muito 30 (trinta) dias a partir do prioritária de acordo com a registo do pedido da avaliação em triagem consulta no sistema hospitalar informático CTH pelo médico assistente do centro de saúde De realização prioritária de 60 (sessenta) dias a partir acordo com a avaliação em do registo do pedido da triagem hospitalar consulta no sistema informático CTH pelo médico assistente do centro de saúde De realização com prioridade 150 (cento e cinquenta) dias normal de acordo com a a partir do registo do pedido avaliação em triagem da consulta no sistema hospitalar informático CTH pelo médico assistente do centro de saúde Meios complementares de diagnóstico e terapêutica em doenças cardiovasculares Cateterismo cardíaco 30 (trinta) dias após a indicação clínica Pacemaker cardíaco 30 (trinta) dias após a 11
12 Cirurgia programada Prioridade de nível 4 de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar Prioridade de nível 3 de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar Prioridade de nível 2 de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar Prioridade de nível 1 de acordo com a avaliação da especialidade hospitalar indicação clínica 72 (setenta e duas) horas após a indicação clínica 15 (quinze) dias após a indicação clínica 60 (sessenta) dias após a indicação clínica 270 (duzentos e setenta) dias após a indicação clínica Notas Existem especificações especiais para a doença oncológica - consultar a Portaria. CTH - Consulta a Tempo e Horas Para a realização de uma primeira consulta de infertilidade o TMRG é de 90 (noventa) dias. 12
13 ANÁLISE ESPECÍFICA UNIDADES DE CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS (ACES e ULS) 13
14 AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE / UNIDADE LOCAL DE SAÚDE (centros de saúde, USF, extensões) Volume de cuidados prestados Área de cuidados Nº 1ªs consultas o 2008 Nº 1ªs consultas 2009 Variação (%) Nº consultas subsequentes 2009 Nº consultas subsequentes 2008 Variação (%) Consultas de Medicina Geral e Familiar (MGF) Consultas de saúde infantil Consultas de saúde materna Consultas de planeamento familiar Vigilância de doentes diabéticos Vigilância de doentes hipertensos Consultas médicas no domicílio Consultas de enfermagem no domicílio , , , , , , , ,89 Actualmente o sistema informático utilizado não nos permite apurar estes valores Actualmente o sistema informático utilizado não nos permite apurar estes valores , ,09 Em fase de implementação do sistema informático que permitirá apurar estes valores 14
15 ANÁLISE ESPECÍFICA HOSPITAIS (Centros hospitalares, Hospitais EPE, SPA e ULS) 15
16 HOSPITAIS: CONSULTA ETERNA Comparação da produção Ano 2009 e Ano 2008 (Fonte: SICA) Consultas Realizadas ESPECIALIDADE Nº 1ªs consultas Nº 1ªs consultas Variação Total consultas Total consultas ano Variação (%) (%) 16
17 PRIMEIRAS CONSULTAS DE ESPECIALIDADE - SISTEMA CTH (Fonte: ADW-CTH *) ESPECIALIDADE Pedidos a aguardar consulta. Tempo previsto até à data da consulta em pedidos agendados. N.º Pedidos Tempo Tempo agendados médio máximo (dias) (dias) Consultas Realizadas em 2009 Tempo até à realização da consulta por nível de prioridade Muito Prioritária Normal prioritária Realizadas Realizadas Consultas N.º Consultas Realizadas entre entre Realizadas Realizadas até 30 dias 31e 60 dias dias Fora TMRG * Caso a instituição não disponha ainda da ferramenta de análise e gestão específica do CTH poderá solicitar colaboração para obtenção dos dados à Unidade Central da Consulta a Tempo e Horas (UCCTH / ACSS, IP) ou à correspondente Unidade Regional (ARS, IP). 17
18 HOSPITAIS: ACTIVIDADE CIRÚRGICA. Comparação da produção em 2009 e 2008 (Fonte: SIGLIC) Produção Cirurgias Programadas Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) Mediana do Tempo de Espera ESPECIALIDADE Nº cirurgias programadas 2009 Nº cirurgias programadas 2008 Variação (%) Nº entradas em LIC 2009 Nº entradas em LIC 2008 Variação LIC (%) Variação (%) LIC Lista de inscritos em cirurgia TE Tempo de espera 18
19 HOSPITAIS: ACTIVIDADE CIRÚRGICA. Tempo de espera por nível de prioridade (Fonte: SIGLIC) Cirurgias programadas realizadas no ano n. Tempo até à realização da cirurgia após indicação clínica, por nível de prioridade Cirurgias ESPECIALIDADE Total cirurgias programadas realizadas 2009 Cirurgias com prioridade de nível 4 realizadas até 72 horas Cirurgias com prioridade de nível 3 realizadas até 15 dias com prioridade de nível 2 realizadas até 60 dias Cirurgias com prioridade de nível 1 realizadas até 270 dias Cirurgias realizadas fora do TMRG ( >270 dias) 19
20 HOSPITAIS: MEIOS COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA EM DOENÇAS CARDIOVASCULARES. (Fonte: Registo de Doenças Cardiovasculares) Intervenções realizadas e tempo de resposta Nº de exames Variação Nº de exames Tipo de intervenção Nº de exames realizados realizados (%) realizados até 30 dias seguidos após 2009 indicação clinica 2009 Cateterismo cardíaco Pacemaker cardíaco 20
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