ROTA 2030 MOBILIDADE E LOGÍSTICA. Setembro de 2017
|
|
|
- João Gabriel Castro Salgado
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ROTA 2030 MOBILIDADE E LOGÍSTICA Setembro de 2017
2 ROTA 2030 Política Industrial Brasileira Política industrial multisetorial, divida em vários eixos, conforme as cadeias industriais envolvidas; Ex: Setor Automotivo: Rota 2030 Mobilidade e Logística. MOBILIDADE E LOGÍSTICA
3 ROTA 2030 Mobilidade e Logística PROGRAMA ROTA 2030 Mobilidade e Logística: Nova trajetória para a indústria automotiva brasileira; Alinhamento da produção nacional, em termos de tecnologia, eficiência energética e segurança, aos produtos fabricados nos grandes polos globais de desenvolvimento; Participação ativa da indústria nacional nas cadeias globais de valor; Política de longo prazo, com correções de rota periódicas: ; Formulação conjunta entre governo e setor privado, contemplando seis eixos de trabalho: Eixo 1: Reestruturação da cadeia de autopeças; Eixo 2: Dispêndios de P&D, Engenharia e Estruturantes Eixo 3: Eficiência energética, novas tecnologias de motorização e biocombustíveis; Eixo 4: Segurança veicular, inspeção técnica veicular e renovação de frota; Eixo 5: Produção em baixos volumes, eletrônica embarcada e sistemas estratégicos;
4 ROTA 2030 Mobilidade e Logística PROGRAMA ROTA 2030 Mobilidade e Logística: Nova trajetória para a indústria automotiva brasileira; Alinhamento da produção nacional, em termos de tecnologia, eficiência energética e segurança, aos produtos fabricados nos grandes polos globais de desenvolvimento; Participação ativa da indústria nacional nas cadeias globais de valor; Política de longo prazo, com correções de rota periódicas: ; Formulação conjunta entre governo e setor privado, contemplando seis eixos de trabalho: Eixo 1: Reestruturação da cadeia de autopeças; Eixo 2: Dispêndios de P&D, Engenharia e Estruturantes Eixo 3: Eficiência energética, novas tecnologias de motorização e biocombustíveis; Eixo 4: Segurança veicular, inspeção técnica veicular e renovação de frota; Eixo 5: Produção em baixos volumes, eletrônica embarcada e sistemas estratégicos;
5 EXPERIÊNCIA ANTERIOR Plano Brasil Maior
6
7 O Programa Programa Nacional de Desenvolvimento de Fornecedores Projetos de capacitação e desenvolvimento de fornecedores, apoiados em empresa âncora Convênios firmados com o MDIC Integrante do Plano Brasil Maior Execução deve ocorrer de acordo com o Plano de Trabalho aprovado no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse do Governo Federal (SICONV).
8 Seleção dos Convenentes Edital de Chamamento Público Entidade privada sem fins lucrativos Qualificação técnica e capacidade operacional para executar o projeto Efetiva experiência na implementação de projetos de extensionismo industrial e empresarial, bem como interação com o setor respectivo.
9 Objetivos Definir, estruturar e capacitar uma rede de fornecedores para os segmentos de autopeças e de petróleo, gás e naval Adensamento produtivo e tecnológico das cadeias de valor Melhoria da competitividade das empresas envolvidas e da cadeia de valor como um todo Desenvolvimento técnico, gerencial e tecnológico das empresas participantes
10 Convenentes
11 Âncoras
12 Resultados 180 empresas capacitadas Mais de R$ 7 milhões de repasse do MDIC Cerca de horas de consultoria Diversas metodologias de gestão do projeto
13 PRÓXIMO CICLO
14
15 01 Atuais Fornecedores Difusão de Métricas de Desempenho e Tecnologias de Processo Montadora 01 Tier1 Tier1 Tier2 Tier2 Tier3 Tier3 Tier4 Tier4
16 02 Novos Produtos e Novos Fornecedores Nacional Importado Nacional Importado Nacional Importado Novos Produtos de Fornecedores Nacionais Novos Fornecedores Atração de Investimentos
17 03 Startups e Indústria
18 Ações já executadas Eixo 1: Assinatura do convênio MDIC/ABDI (60 beneficiárias) Eixo 2: Apex-Brasil iniciou processo de identificação de possíveis investidores para partes e peças não-produzidas Sebrae está buscando novos fornecedores nacionais para estas partes e peças Parceria MDIC/Apex-Brasil: participação do MDIC durante o Salão do Automóvel IAA em Frankfurt Eixo 3: 14/06: Lançamento do Novo Programa de Tecnologia da Ford, financiado pelo Ford Fund, durante a Campus Party Brasília para apoiar empreendedores com soluções de mobilidade inovadoras e escaláveis em fases iniciais de desenvolvimento (protótipo e primeiras vendas); Match-making durante o Congresso de Inovação, realizado em parceria MDIC/Sebrae, contou com a participação de 5 montadoras (PSA, Nissan, FCA, Ford e Toyota) e 1 sistemista (Bosch)
19 Ações futuras Geral: Lançamento de edital para seleção de gestora do plano e implementação de ações complementares Eixo 1: Adesão de empresas âncoras e estruturação dos planos de trabalho Eixo 2: Parceria com SENAI e Sebrae Eixo 3: Conexão Startup-Indústria Mobilidade (em fase de detalhamento com ABDI) Corporate Venture in Brasil Automotive (organizado pela Apex-Brasil) Parcerias com SENAI e Embrapii
20 Obrigada! Ana Caroline Suzuki Bellucci
Rede Nacional dos Institutos SENAI de Inovação
Rede Nacional dos Institutos SENAI de Inovação Como Ação Estruturante do Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira SENAI Departamento Nacional São Paulo, 15 de Março de 2015 Agenda
Bernardo Hauch Ribeiro de Castro Gerente AI/DEPIP Agosto 2012
Linhas de Financiamento Veículos Elétricos Bernardo Hauch Ribeiro de Castro Gerente AI/DEPIP Agosto 2012 Agenda Indústria Automotiva Drivers para difusão Situação atual Linhas do BNDES Indústria Automotiva
OFERTA DE SERVIÇOS DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL
Lançamento do PROMINP na Bahia Auditório FIEB OFERTA DE SERVIÇOS DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL SENAI - IEL OFERTA DE SERVIÇOS DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA
Referencial Teórico. Redes de cooperação produtivas:
Referencial Teórico Redes de cooperação produtivas: Formas de cooperação a partir de alianças estratégicas: Complexos industriais / organizações virtuais / parques tecnológicos / incubadoras de empresas
APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL
APLICAÇÃO DO BPM PARA REESTRUTURAÇÃO DO PORTFÓLIO DE SERVIÇOS DA APEX-BRASIL BPM Congress Brasília, 27 de novembro de 2012. Carlos Padilla, CBPP, Assessor da Gerência de Negócios. PANORAMA DA APEX-BRASIL
SENAI Vetor da inovação no Brasil
SENAI Vetor da inovação no Brasil Foto: ISI Conformação de Materiais. Foto: ISI Laser. Desafio de transformar conhecimento e inovação em produtividade e competitividade nas indústrias O que estamos fazendo
Inovação como prioridade estratégica do BNDES
Inovação como prioridade estratégica do BNDES Helena Tenorio Veiga de Almeida APIMECRIO 20/04/2012 Histórico do apoio à inovação no BNDES 2 Histórico do apoio à inovação no BNDES 1950 Infraestrutura Econômica
O que é um APL? Conjunto significativo de empresas com vínculo entre si: Atividade produtiva predominante. Mesmo território
O que é um APL? O que é um APL? Um Arranjo Produtivo Local se caracteriza por: Conjunto significativo de empresas com vínculo entre si: Associação Empresarial Entidade ou Governo Instituição de Ensino
Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação do Setor de Mineração e Transformação Mineral
Inova Mineral Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação do Setor de Mineração e Transformação Mineral Articulação e participação MME, ABDI, MCTI, CETEM, MDIC, empresas e ICT s Crédito e renda
Objetivo do programa. Desenvolvimento competitivo e sustentável. Promoção de parcerias estratégicas. Produtividade. Valor agregado. Ganho de qualidade
Objetivo do programa Desenvolvimento competitivo e sustentável Produtividade Promoção de parcerias estratégicas Valor agregado Ganho de qualidade Contextualização Os 3 Pilares para o desenvolvimento da
APOIO A VEÍCULOS HÍBRIDOS E ELÉTRICOS. Rafael Alves da Costa 07 de Dezembro/2011
APOIO A VEÍCULOS HÍBRIDOS E ELÉTRICOS Rafael Alves da Costa 07 de Dezembro/2011 Fatores Impulsionadores Segurança energética Desenvolvimento tecnológico de componentes (especialmente baterias) Meio ambiente
BNDES Funtec. Abril, 2016
BNDES Funtec Abril, 2016 Mecanismos de Financiamento à Inovação Start-up MPME Média-Grande/Grande Produtos BNDES Linha BNDES Inovação/ Programas Setoriais Participação Acionária CRIATEC Fundos de Investimento
PROJETOS APOIADOS SISTEMA CACB E PARCEIROS
PROJETOS APOIADOS SISTEMA CACB E PARCEIROS AL INVEST 5.0 03 grandes blocos focados no empoderamento feminino: Mentoring para Mulheres AÇÃO FOCO META Desenvolvimento de negócio, mulheres na política e mulheres
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo Planeamento Estratégico Regional
INFORMAÇÕES SOBRE O BDMG
"Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia para a retomada do desenvolvimento INFORMAÇÕES SOBRE O BDMG BDMG: Foco em Inovação Novembro/14 Dezembro/15 O BDMG em resumo 2 O Banco de Desenvolvimento de Minas
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA Coordenadoria de Economia Mineral Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Premissas do Desenvolvimento Sustentável Economicamente
Instrumentos de Financiamento. 27 e 28 de Junho NATAL-RN
Instrumentos de Financiamento 27 e 28 de Junho NATAL-RN Agenda A Finep Reembolsável Inovacred Finep Startup Programa Telecom Análise e Acompanhamento Não-reembolsável Agenda A Finep Reembolsável Inovacred
ENCADEAMENTO PRODUTIVO Oportunidade para as pequenas empresas Bom negócio para as grandes
ENCADEAMENTO PRODUTIVO Oportunidade para as pequenas empresas Bom negócio para as grandes ENCADEAMENTOS PRODUTIVOS COMPETITIVIDADE SUSTENTABILIDADE INOVAÇÃO PRODUTIVIDADE CADEIA DE VALOR APRESENTAÇÃO O
Edital. SENAI SESI de Inovação
Edital SENAI SESI de Inovação 2017 Edital de Inovação para a indústria 2017 O SENAI Departamento Nacional (SENAI-DN)e o SESI Departamento Nacional (SESI-DN) disponibilizarão até R$ 53,6 milhões, para projetos
ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DO SEBRAE EM INOVAÇÃO E TECNOLOGIA
ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DO SEBRAE EM INOVAÇÃO E TECNOLOGIA Sebraetec Inovação ALI Centro Sebrae de Sustentabilidade INOVAÇÃO PARA O SEBRAE A concepção de novo produto ou processo produtivo, bem como a agregação
Departamento de Energia e Tecnologias Limpas DENE
Departamento de Energia e Tecnologias Limpas DENE A Finep A Finep é uma empresa pública vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em 24 de julho de 1967. Seu objetivo é atuar
Debate Menos Gargalos e Mais Empregos Grandes obras e sua capacidade de geração de empregos
Debate Menos Gargalos e Mais Empregos Grandes obras e sua capacidade de geração de empregos 24/01/2017 Iniciou suas atividades em 1998 Oferece um amplo conjunto de serviços especializados de consultoria
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Inovação. Nelson Akio Fujimoto Secretário de Inovação
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Inovação Nelson Akio Fujimoto Secretário de Inovação Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer.
PETROBRAS EMPRESA ÂNCORA
PETROBRAS EMPRESA ÂNCORA Missão da Petrobras Atuar de forma segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, nos mercados nacional e internacional, fornecendo produtos e serviços adequados às
SESSÃO DE APRESENTAÇÃO Cursos Técnicos Superiores Profissionais TeSP
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 SESSÃO DE APRESENTAÇÃO Cursos Técnicos Superiores Profissionais TeSP Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo
Estudo BNDES: diagnóstico e proposta de políticas públicas para IOT
Estudo BNDES: diagnóstico e proposta de políticas públicas para IOT Seminário a Internet na América Latina e a Contribuição Econômica do Ecossistema Digital Painel: Políticas Públicas: Tecnológica Ricardo
Educação Profissional SENAI. Inovação. Tecnologia. Eixos de atuação. Institutos. Tecnologia e Inovação
SENAI Há mais de 70 anos, o Senai no Paraná é referência em educação profissional para a indústria. Mas os desafios do setor inspiraram o Senai a ir além, tornando-se um dos maiores centros indutores de
APRESENTAÇÃO HUB SEBRAE-SP
APRESENTAÇÃO HUB SEBRAE-SP HUB SEBRAE-SP O QUE É HUB? O princípio do HUB vem da informática, sendo um dispositivo com diferentes portas para conexão de pequenos equipamentos de vários tipos. Nessse contexto,
PLANO DE APRESENTAÇÃO
PLANO DE APRESENTAÇÃO Apex-Brasil Principais Soluções Programa de Internacionalização Ações de internacionalização e promoção para o México Juarez Leal Coordenador de Internacionalização A APEX-BRASIL
Sistemas de Incentivos do QREN
Sistemas de Incentivos do QREN Sistemas de Incentivos do QREN 1. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME 2. Sistema de Incentivos à Inovação 3. Sistema de Incentivos à Investigação
INSTITUTO SENAI de tecnologia em MATERIAIS
INSTITUTO SENAI de tecnologia em MATERIAIS INSTITUTOs SENAI de TECNOLOGIA E DE INOVAÇÃO Atento às necessidades do mercado, o SENAI interligará o país numa rede de conhecimento e desenvolvimento com a implantação
Investimento para a inovação e competitividade
Investimento para a inovação e competitividade Os novos instrumentos de financiamento Pedro Cilínio Fóruns da Garantia Mútua 2015 O presente conteúdo é válido no contexto do presente evento como complemento
PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013.
DECRETO Nº 44.159 DE 15 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO DO RIO CRIATIVO - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,
COMUNICADO. 1. Ambiente de Negócios 1.2 Contexto dos Pequenos Negócios no Brasil 1.3 Políticas públicas de apoio aos Pequenos Negócios
COMUNICADO O SEBRAE NACIONAL Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, por meio da Universidade Corporativa SEBRAE, comunica que, na prova, serão avaliados conhecimentos conforme as áreas descritas
REDE METROLÓGICA DE ALAGOAS
ASSEMBLÉIA DE CONSTITUIÇÃO 22 de Março de 2005 LANÇAMENTO DA RMAL 29 de Março de 2005 MISSÃO Promover a cultura e a credibilidade dos serviços metrológicos, de forma a estimular a competitividade dos setores
Inovação em Arranjos Produtivos Locais
Inovação em Arranjos Produtivos Locais Rafael Lucchesi Workshop IPEA: Arranjos Produtivos Locais 26 e 27 de agosto de 2003 Brasília. Arranjos Produtivos Locais São aglomerações territoriais de agentes
Demandas Tecnológicas das Unidades Operacionais da Petrobras em Sergipe. Eng. Aladio Antonio de Sousa Consultor da Petrobras
Demandas Tecnológicas das Unidades Operacionais da Petrobras em Sergipe Mar Hotel Recife PE 20/07/2012 Eng. Aladio Antonio de Sousa Consultor da Petrobras Índice PARTE 1: Macroprocesso do Convênio Petrobras-Sebrae
Apresentação ao Comitê Diretivo
Ações de Desenvolvimento Tecnológico Industrial 31 de Março de 2011 Apresentação ao Comitê Diretivo Política Industrial Dirigida por Demanda Elementos Conceituais e Papel dos Agentes Indústria Nacional
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa 2016 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Missão Oferecer soluções educacionais para elevar a competitividade e a sustentabilidade do setor de autopeças.
PROFARMA Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômco e Social - BNDES PROFARMA Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde Belo Horizonte dezembro/2007 1 Aprovado em maio / 2004 MACRO-OBJETIVO
Encadeamento Produtivo Estratégia de atuação do Sistema SEBRAE PEQUENAS E GRANDES EMPRESAS TRABALHANDO JUNTAS PELA SUSTENTABILIDADE
Encadeamento Produtivo Estratégia de atuação do Sistema SEBRAE PEQUENAS E GRANDES EMPRESAS TRABALHANDO JUNTAS PELA SUSTENTABILIDADE Encadeamento Produtivo Estratégia para aumentar a competitividade, a
SEMINÁRIO INTERNACIONAL Painel: Experiências bem-sucedidas em CT&I: das estratégias de financiamento à vanguarda na gestão empresarial
SEMINÁRIO INTERNACIONAL Painel: Experiências bem-sucedidas em CT&I: das estratégias de financiamento à vanguarda na gestão empresarial SÉRGIO PAUPÉRIO SÉRIO FILHO DEZEMBRO/2015 24 QUEM SOMOS De origem
Desafios, Necessidades e Perspectivas na Formação e Capacitação de Recursos Humanos para Exportação, Refino e Distribuição de Produtos Existentes nas
Desafios, Necessidades e Perspectivas na Formação e Capacitação de Recursos Humanos para Exportação, Refino e Distribuição de Produtos Existentes nas Reservas Petrolíferas do Pré-Sal Audiência Pública
Prof. Dr. Evandro Prestes Guerreiro (UNIP Santos) Prof. Ms. Edison da Silva Monteiro (UNIP Santos) Prof. Ms. Henrique Cesar Nanni (UNIP Santos)
Desenvolvimento Sustentável e Governança Participativa: Arranjo Produtivo Local e Parque Tecnológico de Santos. Prof. Dr. Evandro Prestes Guerreiro (UNIP Santos) Prof. Ms. Edison da Silva Monteiro (UNIP
Apresentação Institucional BNDES Departamento de Bens de Capital Programa BNDES ProBK
Apresentação Institucional BNDES Departamento de Bens de Capital Programa BNDES ProBK Fevereiro de 2016 Bruno Plattek [email protected] Como apoiamos Tx. de Interm. Fin. Organização Interna Área
CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
9º Diálogos da MEI ESTRATÉGIA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL JAILSON BITTENCOURT DE ANDRADE SECRETÁRIO DE POLÍTICAS E PROGRAMAS
PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO DA NOVA GESTÃO. Presidente Joilson Barcelos
PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO DA NOVA GESTÃO Presidente Joilson Barcelos RESGATANDO NOSSA HISTÓRIA 1963 1964 a 2015 2016 Fundada em 30 de maio, fruto de um movimento nacional, com a finalidade de fortalecer
Evolução do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular PBE Veicular. 13/09/2013 PBE Veicular
Evolução do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular PBE Veicular Sumário Histórico do Programa e Marcos Legais O programa veicular PBEV Próximos Passos Inovar Auto Resultados Conclusões Histórico e
O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:
EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE APOIO A INFRA-ESTRUTURAS CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de
Novas políticas OPERACIONAIS. Condições
Novas políticas OPERACIONAIS Condições Destaques 02 Ampliação de ACESSO AO CRÉDITO Ampliação de ACESSO A GARANTIAS Ampliação de ACESSO A CAPITAL DE GIRO com operações diretas (sem intermediação de agente
Indústria Química, Sociedade e Território: novos desafios para o Grande ABC
Indústria Química, Sociedade e Território: novos desafios para o Grande ABC Luis Paulo Bresciani Consórcio Intermunicipal Grande ABC Universidade Municipal de São Caetano do Sul ciclo de debates A indústria
Ambiente Sustentável de Inovação: Estudo de Caso do Centro de Inovação Tecnológica de Marília (CITec-Marília)
Ambiente Sustentável de Inovação: Estudo de Caso do Centro de Inovação Tecnológica de Marília (CITec-Marília) Elvis Fusco 1, Fábio Dacêncio Pereira 2, Marcos Luiz Mucheroni 3, Edward David Moreno Ordonez
Capacitação da Indústria. Nacional e Perspectivas de. Ampliação do Fornecimento. Local de Bens e Serviços para o. Setor de Óleo e Gás
Capacitação da Indústria Nacional e Perspectivas de Ampliação do Fornecimento Local de Bens e Serviços para o Setor de Óleo e Gás 1 Agentes Governamentais Indústria Nacional Operadoras de P&G Missão Maximizar
Agenda. Contexto. O Nordeste Territorial. Fórum de Governança da Atividade Econômica. Formas de Financiamento
Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento Área de atuação do BNB Nordeste: 1.554,4 mil Km 2 Semi-árido: 974,4 mil Km 2 (62,7% do território
Pesquisa de impacto. Evolução das startups aceleradas. pesquisa quantitativa dezembro de 2016
Pesquisa de impacto Evolução das startups aceleradas pesquisa quantitativa dezembro de 2016 1 introdução objetivo Levantar os principais resultados do InovAtiva Brasil e crescimento das startups após o
Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável VISÃO GERAL
Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável VISÃO GERAL O futuro começa aqui! Eng. Celso Ribeiro B. de Novais Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável 1 Fatores que contribuíram para decisão Mudança
