PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL
|
|
|
- Guilherme Gabriel Henrique Marinho Andrade
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 23/03/ PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL Prof. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira
2 Sumário Evolução, Definição e Objetivos do Planejamento/Ordenamento Territorial; Tipologias do Planejamento/Ordenamento Territorial; Escalas de intervenção do Planejamento/Ordenamento Territorial; 23/03/2015 2
3 ORDENAMENTO TERRITORIAL PERIODO MODERNO 1900: Rússia: Realiza o primeiro plano territorial 1900: Plano urbano de Nova Iorque 1925: EUA: 1 Doutrina de Planificação Regional: Criar condições para estabelecer uma relação harmônica entre os seres humanos e a natureza, e orientada a limitar o crescimento das cidades 1935: EUA.: Desenvolvimento das Bacias Hidrográficas 1950: Europa Central: Planejamento de complexos industriais 1960: América Latina: Planejamento do Desenvolvimento Regional 1970: Primeiros cursos universitários de planejamento territorial - FAO: Land Evaluation Land Use Planning - Europa: Leis de Ordenamento Territorial 23/03/2015 3
4 Ordenamento Territorial, segundo a Carta Européia O.T. (1983)...é a expressão espacial das políticas econômicas, sociais, culturais e ecológicas da sociedade. É também uma disciplina científica, uma técnica administrativa e uma política concebida como um enfoque interdisciplinar e global, cujo objetivo é o desenvolvimento equilibrado das regiões e a organização do espaço segundo um conceito norteador. Seus objetivos são: Desenvolvimento sócio-econômico regional equilibrado Melhoria da qualidade de vida da população Uso sustentável dos RN. e proteção do meio ambiente Utilização racional do território 23/03/2015 4
5 IDÉIAS COMUNS EM O. TERRITORIAL CONFLITOS DE USO: Conflitos de intereses sobre o território baseados em percepcões de incompatibilidade, competência por R.N. escassos e/ou impedimentos na procura de objetivos. Conflitos entre sistemas de uso antrópico e os requerimentos ecológicos ou ambientais de determinada área (Conflitos ambientais) DISPARIDADES REGIONAIS: Desequilíbrios sócio-econômicos entre diferentes regiões de um país. EQÜIDADE TERRITORIAL: Principio do ordenamento territorial orientado a diminuir ou compensar as disparidades existentes entre as regiões de um país. 23/03/2015 5
6 Território O conceito: limite espacial dentro do qual o Estado exerce de modo efetivo e exclusivo o poder sobre pessoas e bens ; Ou porção do espaço geográfico onde são projetadas relações de poder, que geram uma apropriação e um controle sobre este espaço, independentemente se ele é ou não territorializado por um ou mais agentes Ordenamento do território = papel do Estado Mas... Não há geografia e direito misturados aí? 6 23/03/2015 6
7 Composição de conceitos O espaço geográfico e jurídico devem se conjugar, já que existe o território envolvido Vivência de atores que Interagem em seu desenvolvimento Distinção dos significados de lugar Geógrafos, engenheiros, Arquitetos, Planejadores, avessos à normatividade do Planejamento Visão Equilibrada CONFLITOS Resultado da Interpretação dos fatores Políticos e sociais Processos políticos/sociais de Produção do espaço Juristas avessos à adoção de Instrumentos flexíveis de Gestão de políticas 7 23/03/2015 7
8 Escolas ou tradições Urbanismo Sua origem é na arquitetura Se orienta a: i) desenvolvimento urbano; ii) Design urbano; iii) equilíbrio entre as funções urbanas: residencial, industrial, etc. iv) Controle da atividade de construção imobiliária. Comum nos países mediterrâneos (e suas ex-colônias) Implementado através de Planos Reguladores Caráter normativo Zoneamento do solo urbano (resid., indust., áreas de riscos, á.verdes) Baixa prior. política: baixa efetividade no controle do Desenv.Territ 23/03/2015 8
9 23/03/2015 9
10 23/03/
11 23/03/
12 Condições necessárias para o Ord. Territorial Compreender o território como um espaço no qual existem diferentes objetivos ou interesses (econômicos, sociais e ambientais) em conflito. Entender o planejamento e o ordenamento territorial como processos políticos, nos quais é necessário estabelecer procedimentos transparentes de ponderação de objetivos e tomada de decisões. Aceitar que para manter certos equilíbrios é necessário estabelecer padrões mínimos de qualidade para os diferentes objetivos de desenvolvimento. Compreender que mais importante que os planos é o processo político que os sustenta. Aprender que para ponderar e tomar decisões vinculantes sobre o território é necessário operacionalizar os diferentes objetivos de desenvolvimento. 23/03/
13 O que justifica o ordenamento territorial? Conceitualmente se justifica como un mecanismo de prevenção e ataque aos problemas gerados pelos desequilíbrios territoriais e as externalidades provocadas pelo crescimento econômico expontâneo, onde os mecanismos do mercado resultam insuficientes (Barragán, 1993) 23/03/
14 Segundo Gastó (2002) o ordenamento territorial deve permitir ao menos resolver os seguintes problemas: Desequilíbrio territorial que concentra a população em algumas áreas despovoando outras; Impactos ecológicos e paisagísticos, devido à localização incompatível com o meio ambiente; Descontrole no uso de recursos naturais; Riscos naturais na localização de atividades econômicas; Superposição desordenada de usos do solo; Déficit entre infra-estruturas e equipamentos coletivos (moradia e emprego, etc); Conflitos de setores e atividades; Descoordenação entre organismos públicos de mesma hierarquia e entre distintos níveis administrativos; Conflitos entre os objetivos propostos pelos habitantes locais e pelos atores externos. 23/03/
15 Econômicos Políticos Fatores Ambientais Critérios de Avaliação Técnicos Sociais Alternativas de Cenários Autoridades Públicas Federal Estadual Municipal Tomada de decisão Consulta a atores: Empresários, ONG s, Acadêmicos, População ESCOLHA DO MODELO 23/03/
16 23/03/ Imagem-guia para o Desenvolvimento: Efetividade econômica Equidade social (responsabilidade intrageneracional/ nortesul/ centro-periferia) Sustentabilidade ambiental Dimensão temporal (responsabilidade intergeneracional) Orientação participativa Dimensão processal (processo continuo de mudança) Reticularidade (intereses S,Ec.,C,Ecol.) Sustentabilidade ambiental Desenvolvimento Sustentável PLANEJAMENTO TERRITORIAL O Desenvolvimento Sustentável requer tomar em conta, de maneira simultânea e equilibrada, intereses sociais, econômicos, culturais e ecológicos (Reticularidade) baixa consideração de aspectos de justiça tanto quanto entre as generações presentes como entre as generações atuais e futuras (orientação de longo prazo) em um enfoque participativo de planificação e ação. A Planificação Territorial pode aportar à operacionalização de um desenvolvimento sustentável (Weiland 1999). 23/03/
MODELOS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DE TERRITÓRIOS TURÍSTICOS. Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira
MODELOS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DE TERRITÓRIOS TURÍSTICOS Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira 1 Estratégico OS MODELOS DE PLANEJAMENTO Sem caráter vinculativo, de conteúdo flexível; une objetivos
Planejamento Ambiental
Universidade de São Paulo PHD2344 Manejo de recursos Naturais Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Planejamento Ambiental Aula 2 Prof. Dr. Arisvaldo V. Méllo Júnior Enga. Carla Voltarelli da
H1. Conhecer o objetivo do estudo da Geografia para entender o espaço em que vive.
2ª Geografia 4º Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade C1- CATEGORIAS DA GEOGRAFIA: Compreender a Geografia como ciência do espaço geográfico, reconhecendo-se, de forma crítica, como elemento
O Planejamento Urbano e o Planejamento Estratégico. Prof. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira
O Planejamento Urbano e o Planejamento Estratégico Prof. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira Planejamento urbano Planejamento Urbano Urbanismo Fenômeno Urbano em sua dimensão espacial Processo Social
Prof. RAQUEL ROLNIK REGULAÇÃO URBANISTÍCA E ZONEAMENTO FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO AGOSTO 2011
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO REGULAÇÃO URBANISTÍCA E ZONEAMENTO ORIGENS (EUROPÉIA E NORTE AMERICANA E SUA DISSEMINAÇÃO NA AMERICA LATINA) Prof. RAQUEL ROLNIK AGOSTO 2011
Política Nacional de Recursos Hídricos
Política Nacional de Recursos Hídricos João Bosco Senra Diretor de Recursos Hídricos SRHU/MMA Workshop Sobre Contas de Água, Energia, Terra e Ecossistemas Rio de Janeiro, 23 a 25 de setembro de 2009 BRASIL
METODOLOGIAS DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL. Prof. Marcos Aurelio Tarlombani da Silveira
METODOLOGIAS DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL Prof. Marcos Aurelio Tarlombani da Silveira CONTEXTO A NOVA DINÂMICA TERRITORIAL O intenso processo de urbanização e a descentralização difusa de
Geografia - 6º AO 9º ANO
5ª Série / 6º Ano Eixos norteadores Temas Conteúdo Habilidades Competências A Geografia como uma - Definição de Geografia - Noções de tempo e -Compreender processos - Identificar diferentes formas de representação
PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO
PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO SÃO CARLOS, 03 de Julho de 2013 O Plano Diretor de Desenvolvimento Físico e Ambiental, como peça constituinte do
Planejamento Urbano. Prof. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira
Planejamento Urbano Prof. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira Definindo alguns conceitos que, pelo menos em parte, se sobrepõem: 1. Cidade e Município; cidade e campo 2. Planejamento urbano e planejamento
POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS
POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS DE RECURSOS HÍDRICOS PRINCÍPIOS BÁSICOS - A ÁGUA É UM BEM DE DOMÍNIO PÚBLICO; - O RECONHECIMENTO DO VALOR ECONÔMICO DA ÁGUA; - USO PRIORITÁRIO PARA CONSUMO
A regularização fundiária como forma de efetivação de direitos
sociais A regularização fundiária como forma de efetivação de direitos Professor Fabrício Adriano Alves O Estado, na função de implementador de políticas públicas, deve buscar a aplicação dos direitos
Os avanços e as lacunas do sistema de gestão sustentável dos Recursos Hídricos no Brasil
Os avanços e as lacunas do sistema de gestão sustentável dos Recursos Hídricos no Brasil Palestrante: Rafael F. Tozzi Belém, 10 de agosto de 2017 1 Contexto Geral A seca e escassez no Sudeste, as inundações
Curso de Especialização em Gestão Pública MATRIZ CURRICULAR. Módulo 1/Semestre 1 Carga horária total: 30h. 30h -
Curso de Especialização em Gestão Pública CÂMPUS Florianópolis MATRIZ CURRICULAR Módulo 1/Semestre 1 Carga horária total: 30h Introdução a Informática e Ambiente Virtual de Ensino- Aprendizagem (AVEA)
PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA. Adaptado de Devanir Garcia dos Santos Agência Nacional de Águas Gerência de Uso Sustentável de Água e Solo
PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA Adaptado de Devanir Garcia dos Santos GESTÃO COMPARTILHADA Harmonizar a relação entre produtor a montante da bacia hidrográfica e usuário a jusante Através do reconhecimento econômico
PROCESSO SELETIVO GEOGRAFIA
PROCESSO SELETIVO GEOGRAFIA EIXO TEMÁTICO: O MUNDO 1 O ESPAÇO MUNDIAL CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS HABILIDADES Compreender o espaço geográfico como resultante das interações históricas entre sociedade e natureza
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM 2009
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM 2009 EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento) I. Dominar
mento., Ecológico-Econômico da rea de Influência da Rodovia BR-163 (Cuiabá.-Santarém).
mento., Ecológico-Econômico da rea de Influência da Rodovia BR-163 (Cuiabá.-Santarém). Zonea.mento - ECOLOGICO-ECONOMICO, (ZEE) Instrumento de planejamento direcionado para gestão e. ordenamento territorial,
I-Política de ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE 1) Como é definida? * Um conjunto de ações em saúde (amplas, complexas que abrangem múltiplas facetas da realida
A atuação do Assistente Social na e a interface com os demais níveis de complexidade Inês Pellizzaro I-Política de ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE 1) Como é definida? * Um conjunto de ações em saúde (amplas, complexas
CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE
2009 PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE GESTORES AMBIENTAIS PNC/PR Elias Araujo Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE Texto de apoio
A Ecologia Industrial no Contexto das Políticas Públicas de Meio Ambiente
A Ecologia Industrial no Contexto das Políticas Públicas de Meio Ambiente - Uma discussão preliminar sobre as oportunidades e limites da incorporação da ecologia industrial à gestão pública do meio ambiente
PLANIFICAÇÃO DE GEOGRAFIA 10º. ANO LECIONAÇÃO DOS
Direção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas Figueira Mar Código 161366 Contribuinte nº 600 074 978 Escola Secundária Dr. Bernardino Machado PLANIFICAÇÃO DE GEOGRAFIA 10º. ANO 2012 2013
Disciplina: Desenvolvimento sócio-espacial e dinâmica urbana. Profa. Dra. Silvia Ap. Guarnieri Ortigoza
Faculdade de Ciências e Letras, UNESP - Campus de Araraquara Curso de Especialização em Governança Pública e Novos Arranjos de Gestão Disciplina: Desenvolvimento sócio-espacial e dinâmica urbana Profa.
Turismo e Espaço Econômico. Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira
Turismo e Espaço Econômico Prof. Dr. Marcos Aurélio Tarlombani da Silveira TURISMO: Fenômeno socioespacial contemporâneo O ESPAÇO TURÍSTICO É A CONFIGURAÇÃO E A DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL DOS ATRATIVOS TURÍSTICOS
PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 Conteúdos Habilidades Avaliação
Disciplina: Geografia Trimestre: 1º PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 1. Mundo contemporâneo: economia e geopolítica: - Processo de desenvolvimento do capitalismo - Geopolítica e economia do pós-segunda
A IMPORTÂNCIA DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA NA PROMOÇÃO DO SANEAMENTO AMBIENTAL
XXI ENCONTRO TÉCNICO AESABESP A IMPORTÂNCIA DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA NA PROMOÇÃO DO SANEAMENTO AMBIENTAL São Paulo/SP, 11 de Agosto de 2010 GERMANO HERNANDES FILHO PARADIGMA DA MODERNIDADE PARADIGMA
Riscos Naturais em Portugal
Riscos Naturais em Portugal Lúcio Cunha Anabela Ramos Fernandes Departamento de Geografia - FLUC CEGOT Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território Plano das sessões Tema Horas Docente Quarta
ARTHUR ARTEAGA DURANS VILACORTA A INFLUÊNCIA DO NÍVEL DE PERCEPÇÃO DE RISCO DA POPULAÇÃO NAS ESTATÍSTICAS DE INCÊNDIOS URBANOS NA CIDADE DE BELÉM
ARTHUR ARTEAGA DURANS VILACORTA A INFLUÊNCIA DO NÍVEL DE PERCEPÇÃO DE RISCO DA POPULAÇÃO NAS ESTATÍSTICAS DE INCÊNDIOS URBANOS NA CIDADE DE BELÉM Plano de trabalho apresentado ao Programa de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências e Tecnologias
Faculdade de Ciências e Tecnologias Universidade Nova de Lisboa Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Duração: 5 anos Grau: Mestrado Coordenador: Maria de Graça Martinho Objectivos: A Engenharia
25 anos. Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro
25 anos Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro PAINEL 2 - Instrumentos de Gestão e Processo de Implementação e Avaliação ZONA COSTEIRA Pau-Brasil Cana-de-açucar Industrialização/Turismo Pré-Sal ZONA
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL. Documento(s) Orientador(es): Programa de Geografia A
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Geografia A ENSINO SECUNDÁRIO GEOGRAFIA 11ºANO TEMAS/DOMÍNIOS CONTEÚDOS OBJETIVOS
Curso de Engenharia Florestal
Curso de Engenharia Florestal Dados Gerais sobre o curso Local: Campus Universitário de Gurupi Formação: Barechal Criação: Resolução CONSEPE/UFT N Implantação: 2 Sem./2007 05/2006, de 24/05/2006. Reconhecimento:
PROJETO MILÊNIO: rio, Coesão Social e Governança a Democrática. Pesquisa: Estudo comparativo sobre o papel das atividades imobiliário
PROJETO MILÊNIO: Observatório rio das Metrópoles: Território, rio, Coesão Social e Governança a Democrática Pesquisa: Estudo comparativo sobre o papel das atividades imobiliário rio-turísticas na transformação
SEMINÁRIO Araguaína em Foco: participação e direito à cidade.
SEMINÁRIO Araguaína em Foco: participação e direito à cidade. REALIZAÇÃO DO EVENTO: Universidade Federal do Tocantins UFT. Cursos: Arquitetura e Urbanismo (Palmas), Direito (Palmas) e Geografia (Araguaína).
LEI DE BASES desafios e interrogações
LEI DE BASES desafios e interrogações Jorge Carvalho Seminário Ordem dos Engenheiros 2014 Lisboa LEI DE BASES, os grandes desafios Integração das normas em vigor Ambiente / Usos agrícola e florestal /
Projeto Akvolernigi (Parceria UNICAMP/SABESP intermediado pela ABES-SP)
AKVO = Água I - Projeto Akvolernigi (Material preparado para o Curso) LERNIGI = Ensinar, I - Aspectos Legislativos e Instrumentos de Gestão Aprender e Fazer a) Princípios Gerais do Direito Ambiental b)
Disciplina: Cartografia Geoambiental
Disciplina: Cartografia Geoambiental Professor: Me. Diego Alves de Oliveira Outubro de 2013 Amanhã, dia 24 de outubro de 2013, não haverá aula. Atividade programada: Elaboração de resumo do artigo: SANN,
O Planeamento do. Gestão e ordenamento do território
O Planeamento do Território em Portugal Gestão e ordenamento do território Henrique Miguel Pereira Enquadramento jurídico Constituição da República Lei de Bases do Ambiente (Lei 11/1987) Lei de Bases de
GESTÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EMENTA GESTÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL DISCIPLINA: Educação Ambiental EMENTA: Educação ambiental no contexto histórico do desenvolvimento da sociedade capitalista. História contemporânea da questão ambiental.
Resolução de Questões de Provas Específicas de Geografia Aula 5
Resolução de Questões de Provas Específicas de Geografia Aula 5 Resolução de Questões de Provas Específicas de Geografia Aula 5 1. (UEMG) circunscrito aos países que primeiro se industrializaram. Após
Lei nº 6.938/81. Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos
Lei nº 6.938/81 SINOPSE: a) Meio ambiente é PATRIMÔNIO PÚBLICO, devendo ser protegido, tendo em vista o uso coletivo; b) Planejar, fiscalizar e racionalizar o uso dos recursos ambientais; c) Proteger os
Politica Ambiental e os municípios da Costa Rica. Erika Linares Orozco Presidenta Executiva
Politica Ambiental e os municípios da Costa Rica Erika Linares Orozco Presidenta Executiva Costa Rica A Costa Rica é um país da América Central. Sua capital e centro econômico e político de San Jose. A
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL (AIA) E AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA (AAE)
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL (AIA) E AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA (AAE) Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim DEFINIÇÃO Avaliação Ambiental Estratégica é o procedimento sistemático e contínuo
EIXO FUNDAMENTAL CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC LINHAS DE PESQUISA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC LINHAS DE PESQUISA Direito Constitucional e Teoria Geral do Estado * O Poder Constituinte * Processo Legislativo
DINÂMICAS GEOAMBIENTAIS: DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
DINÂMICAS GEOAMBIENTAIS: DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Rafael Brugnolli Medeiros¹ O homem como integrante do meio, necessita da natureza para sua sobrevivência, assim, é necessário
PROJETOS DE PESQUISA VINCULADOS AO MESTRADO PROFISSIONAL EM GEOGRAFIA
Circuitos da exclusão social e da pobreza urbana Produção do Espaço Urbano (PEU) Raul Borges Guimarães Este projeto tem como objetivos aprofundar o conhecimento sobre os processos de exclusão social no
Competência Objeto de aprendizagem Habilidade
3ª Geografia 4º Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade C1: Compreender a Geografia como ciência do espaço geográfico, reconhecendo-se, de forma crítica, como elemento pertencente e transformador
Dec. nº 4.339, de 22/08/2002
POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica
Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Abastecimento de Água em Angola. 1.º Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa LUCRÉCIO COSTA
1.º Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa A Engenharia como fator decisivo no processo de desenvolvimento" Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Abastecimento de Água em Angola LUCRÉCIO COSTA
CBCN Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável
CBCN Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento Sustentável ÁREAS DE ATUAÇÃO MEIO AMBIENTE ORDENAMENTO TERRITORIAL CBCN 50 anos Centro Brasileiro para Conservação da Natureza e Desenvolvimento
Carlos Hoyos, Paisaje Cultural Cafetero, Colombia Iniciativa Regional da Paisagem: proposta ou estratégia que serve de origem, nesse caso, para promover o reconhecimento, a valorização, a proteção, o planejamento
Universidade Federal do Pará Processo Seletivo Especial Conteúdo de Geografia 1. ESPAÇO MUNDIAL
Universidade Federal do Pará Processo Seletivo Especial 4-2011 Conteúdo de Geografia 1. ESPAÇO MUNDIAL EIXO TEMÁTICO I MUNDO COMPETÊNCIAS HABILIDADES CONTEÚDOS 1. Entender a reestruturação do espaço mundial
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ GEOGRAFIA PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA EIXO TEMÁTICO I MUNDO 1. ESPAÇO MUNDIAL
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ GEOGRAFIA PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA EIXO TEMÁTICO I MUNDO 1. ESPAÇO MUNDIAL COMPETÊNCIAS HABILIDADES CONTEÚDOS 1. A reestruturação do espaço mundial:modos de 1. Entender a reestruturação
Proposta de diretrizes para elaboração de Plano Diretor de Ocupação da Área 2 do Campus de São Carlos
1 Comissão de Implantação do Campus 2 USP S. Carlos Proposta de diretrizes para elaboração de Plano Diretor de Ocupação da Área 2 do Campus de São Carlos Prof. Carlos Martins, Arq. Sérgio Assumpção, Prof.
A Questão Ambiental PETER BERNSTEIN (1996) Direito Ambiental
Prof. Dr. Thiago Leite Engenheiro Florestal (UnB-DF) Mestrado em Ciências Ambientais e Florestais com ênfase em Educação Ambiental (UnB-DF) Doutorado em Ciências Florestais com ênfase em Agroecologia (UnB-DF)
GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014
GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014 ETAPAS DO EXAME 19/09 - Divulgação eletrônica da lista de estudantes inscritos e convocados ao Enade 2014 21/10 a 23/11 Período para resposta eletrônica ao Questionário do Estudante
CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL
CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Matriz Curricular válida para os acadêmicos ingressantes a partir
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC LINHAS DE PESQUISA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC LINHAS DE PESQUISA Direito Constitucional e Teoria Geral do Estado *Aspectos de Direito Eleitoral *Controle
GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS
GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS Política Nacional de Recursos Hídricos Lei Federal Nº 9.433/97 A partir da década de 1990: a legislação propõe substituir um sistema centralizador e setorial por outro
Geografia 8º ano. Planificação a longo prazo 2013/2014. Filipe Miguel Botelho TOSHIBA
0/04 Geografia 8º ano Planificação a longo prazo Filipe Miguel Botelho TOSHIBA Planificação a longo prazo 8º ano - Geografia º Período Aulas º Período Aulas º Período Aulas TEMA B MEIO NATURAL Tema C População
Programa Cidade ustentáveis ONU
Programa Cidade ustentáveis ONU 10 passos para as Cidades Sustentáveis 1: Âmbito institucional e administrativo 2: Financiamento e recursos 3: Avaliação dos riscos múltiplos e perigos 4: Proteção da infraestrutura,
Humanismo e a Nova Administração Pública
Universidade do Estado de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento Governo Eletrônico Humanismo e a Nova Administração Pública (Capítulo 5) Professores: Aires Rover
II ENCUENTRO INTERNACIONAL INCLUSIÓN SOCIAL EN LOS METROS LA INCLUSIÓN SOCIAL EM SISTEMAS DE TRANSPORTE LA EXPERIENCIA BRASILEÑA
II ENCUENTRO INTERNACIONAL INCLUSIÓN SOCIAL EN LOS METROS LA INCLUSIÓN SOCIAL EM SISTEMAS DE TRANSPORTE LA EXPERIENCIA BRASILEÑA LIMA, DICIEMBRE del 2012 Prof. Dr. Emilio Merino INDICE 1. Que es la movilidad
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS
1. EMENTA A energia e os fundamentos da vida. Os ciclos biogeoquímicos. Padrões de distribuição e organização dos seres vivos na superfície terrestre. Evolução e caracterização dos biomas terrestres; A
Planejamento Estratégico Sistêmico de Municípios: Avenidas de Crescimento e Desenvolvimento Sustentável, rumo a Resiliencia 28/04/2016
Planejamento Estratégico Sistêmico de Municípios: Avenidas de Crescimento e Desenvolvimento Sustentável, rumo a Resiliencia 28/04/2016 Pensamento Sistêmico Não é sobre... Pensamento Sistêmico é a competência
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente Perfil de Ordenamento do Território e Impactes Ambientais
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente Perfil de Ordenamento do Território e Impactes Ambientais ANA MORGADO DE BRITO NEVES Orientador: Mestre José Carlos Ribeiro Ferreira
1ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL
1ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL A ação humana sobre a natureza faz parte da história da civilização. Neste inicio de século, porém, a consciência sobre os impactos desta intervenção tem adquirido
Metas Curriculares. Ensino Básico. Ciências Naturais
Metas Curriculares Ensino Básico Ciências Naturais 2013 8.º ANO TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da célula à biodiversidade 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS ESCOLA BÁSICA 2/3 MARTIM DE FREITAS Ano letivo 2016/2017
ESCOLA BÁSICA / MARTIM DE FREITAS Ano letivo 06/0 º Ano de Escolaridade I Período (6 aulas) (6 aulas) I ( aulas) DOMÍNIO: A TERRA, ESTUDOS E REPRESENTAÇÕES Unidade A Geografia e o Território -O objeto
LEGISLAÇÃO URBANA DE JUIZ DE FORA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE URBANISMO - ENGENHARIA CIVIL LEGISLAÇÃO URBANA DE JUIZ DE FORA Prof. Ms.
Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico
Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico Lei de Bases de OT e Urbanismo Lei n.º 48/98 de 11 de Agosto - Lei de Bases da Política de Ordenamento do Território e de Urbanismo Lei n.º 54/2007 de
Engenharia Civil - 5º ano / 10º semestre Engenharia do Território - 4º ano / 8 º semestre. Conceitos base Ciclo de decisão e papel da AIA
Engenharia Civil - 5º ano / 10º semestre Engenharia do Território - 4º ano / 8 º semestre Conceitos base Ciclo de decisão e papel da AIA IMPACTES AMBIENTAIS 2 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário
PREVENÇÃO. You created this PDF from an application that is not licensed to print to novapdf printer (http://www.novapdf.com)
PREVENÇÃO I CONTEXTO II A PRÁTICA III DESAFIOS I CONTEXTO I CONTEXTO 1. LEI Nº 9.433/1997 - Política Nacional de Recursos Hídricos - PNR Art. 1º Fundamentos... Bacia hidrográfica unidade territorial para
Planificação Curricular Anual Ano letivo 2014/2015
Terra, um planeta com vida Sistema Terra: da célula à biodiversidade 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta com vida conhecida no Sistema Solar 1.1. Identificar a posição
Gestão Integrada de Recursos Hídricos
Gestão Integrada de Recursos Hídricos 1. O que é GIRH? 2. Porque GIRH? 3. Princípios 4. Usuários 5. O Processo 6. Políticas 7. Instituições 1. O que é a GIRH? (1 de 3) A base da Gestão Integrada de Recursos
GEOGRAFIA. COORDENADOR Eduardo José Pereira Maia
GEOGRAFIA COORDENADOR Eduardo José Pereira Maia [email protected] 314 Currículos dos Cursos do CCH UFV Currículo do Curso de Geografia Bacharelado ATUAÇÃO O profissional de Geografia deve ter um perfil
Plano Municipal de Mobilidade Urbana e Rural de Corumbá/MS
Urbana e Rural de Corumbá/MS O que é mobilidade urbana e rural? Mobilidade é a forma de deslocamento de pessoas e cargas no território....a outro pessoas e/ou cargas de um lugar... destino Bolívia Corumbá/MS
LEGISLAÇÃO URBANA DE JUIZ DE FORA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE URBANISMO - ENGENHARIA CIVIL LEGISLAÇÃO URBANA DE JUIZ DE FORA Prof. Ms.
