LEI DE BASES desafios e interrogações
|
|
|
- Zaira da Mota Lemos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LEI DE BASES desafios e interrogações Jorge Carvalho Seminário Ordem dos Engenheiros 2014 Lisboa
2 LEI DE BASES, os grandes desafios Integração das normas em vigor Ambiente / Usos agrícola e florestal / Uso edificatório Processo urbano/edificatório quase omissa cumpre Perspetivar melhoria do Sistema de Ordenamento Inverter dinâmica edificatória expansionista? Sublinhar necessidade de articulação planos/execução cumpre (Artº 55.º e 56.º) Perspetivar simplificação processual do Sistema quase omissa Atenuar contradições entre função social do solo e direito de propriedade Externalidades ambientais versus remuneração da propriedade quase omissa Afetação de mais valias originadas por edificabilidade?
3 LEI DE BASES, os grandes desafios Integração das normas em vigor Ambiente / Usos agrícola e florestal / Uso edificatório Processo urbano/edificatório quase omissa cumpre Perspetivar melhoria do Sistema de Ordenamento Inverter dinâmica edificatória expansionista? Sublinhar necessidade de articulação planos/execução cumpre (Artº 55.º e 56.º) Perspetivar simplificação processual do Sistema quase omissa Atenuar contradições entre função social do solo e direito de propriedade Externalidades ambientais versus remuneração da propriedade quase omissa Afetação de mais valias originadas por edificabilidade?
4 INVERTER A DINÂMICA EDIFICATÓRIA os desafios: Dinamizar a regeneração / reabilitação Contrariar a expansão urbana Utilizar a Fiscalidade como instrumento a Lei de Bases: Enquadra normas em vigor Perímetros urbanos? Abre perspetivas ( Art. 62º, nº5; Art.63º, nº1)
5 INVERTER A DINÂMICA EDIFICATÓRIA os desafios: Dinamizar a regeneração / reabilitação Contrariar a expansão urbana Utilizar a Fiscalidade como instrumento a Lei de Bases: Enquadra normas em vigor Perímetros urbanos? Abre perspetivas ( Art. 62º, nº5; Art.63º, nº1) Perímetro Urbano Artº 10º Classificação e qualificação do solo 2. b) «Solo urbano» o que está total ou parcialmente urbanizado ou edificado e, como tal, afeto em plano territorial à urbanização ou à edificação; 3. A classificação e reclassificação do solo como urbano traduzem uma opção de planeamento, nos termos e condições previstos na lei. Artº 82º. 2. Regras relativas à classificação de solos previstas na presente lei são aplicáveis aos planos que : - se iniciem após a data da sua entrada em vigor - ainda se encontrem pendentes um ano após essa data
6 EXTERNALIDADES AMBIENTAIS versus REMUNERAÇÃO DA PROPRIEDADE os desafios: Determinados usos, e determinadas inibições de uso, criam externalidades ambientais positivas. Devem os proprietários ser remunerados por esses usos e compensados por essas inibições? Sendo a resposta afirmativa, quem os pode/ deve remunerar? Estado (ou seja, o contribuinte em geral)? Proprietários em geral? Proprietários e/ou utilizadores que mais delas usufruem?
7 EXTERNALIDADES AMBIENTAIS versus REMUNERAÇÃO DA PROPRIEDADE a Lei de Bases: Artº 64º. 7. A lei pode ainda estabelecer mecanismos de distribuição de encargos e benefícios destinados a compensar os custos decorrentes da proteção de interesses gerais, nomeadamente, a salvaguarda do património cultural, a valorização da biodiversidade ou da proteção de ecossistemas. Artº 62º. 4. Os municípios devem constituir um Fundo Municipal de Sustentabilidade Ambiental e Urbanística, ao qual são afetas receitas resultantes da redistribuição de mais-valias, com vista a promover a reabilitação urbana, a sustentabilidade dos ecossistemas e a prestação de serviços ambientais, sem prejuízo do município poder afetar outras receitas urbanísticas a este Fundo, com vista a promover a criação, manutenção e reforço de infraestruturas, equipamentos ou áreas de uso público.
8 AFETAÇÃO DE MAIS VALIAS ORIGINADAS POR EDIFICABILIDADE os desafios: A transformação do solo rural em urbano aumenta a renda fundiária, cria mais valias. Quem arrecada / deve arrecadar essas mais valias? Estado? Proprietários? Promotores Imobiliários? E, se forem arrecadadas (em parte ou no todo) por proprietários, como se repartem / devem repartir entre eles?
9 AFETAÇÃO DE MAIS VALIAS ORIGINADAS POR EDIFICABILIDADE a Lei de Bases: Artº 64º nº6 os planos territoriais de âmbito intermunicipal ou municipal fundamentam o processo de formação das maisvalias fundiárias e definem os critérios para a sua parametrização e redistribuição. Artº 68º nº2. As mais-valias originadas pela edificabilidade estabelecida em plano territorial são calculadas e distribuídas entre os proprietários e o Fundo Municipal de Sustentabilidade Ambiental e Urbanística. Artº 64 nº4. A redistribuição de benefícios e encargos a efetivar nos termos do número anterior, aplica-se a todas as operações urbanísticas sistemáticas e não sistemáticas que ocorram no território em causa, concretizando a afetação das mais-valias decorrentes do plano ou de ato administrativo.
10 AFETAÇÃO DE MAIS VALIAS ORIGINADAS POR EDIFICABILIDADE a Lei de Bases: Mas Artº 71º Avaliação do solo urbano 2. A avaliação do solo urbano atende: a) Ao valor correspondente ao aproveitamento ou edificabilidade concreta estabelecidos pelo plano aplicável ou, na sua ausência, ao valor referente à edificabilidade média definida no plano territorial de âmbito intermunicipal ou municipal, deduzidos os valores de cedência média por via perequativa. b) Ao valor do edificado existente no seu estado atual bem como, quando seja esse o caso, o valor dos ónus e deveres previstos para realização da edificabilidade concreta prevista no plano territorial de âmbito intermunicipal ou municipal.? Artº 15º Aquisição gradual das faculdades urbanísticas 2. A inexistência das faculdades urbanísticas referidas no número anterior não prejudica o disposto na lei em matéria de justa indemnização devida por expropriação.!
As mais valias associadas à classificação do solo como urbano
A LBSOTU perante as mais e menos valias originadas pelo Sistema de Planeamento As mais valias associadas à classificação do solo como urbano José António Lameiras - Urbanista ÍNDICE DESAFIOS NA ELABORAÇÃO
Plano de Urbanização de Abrantes REVISÃO
Plano de Urbanização de Abrantes REVISÃO PLANO EM VIGOR PROPOSTA DE REVISÃO ENQUADRAMENTO Aprovado em Assembleia Municipal a 24 de abril de 2009 e publicado através do Aviso n.º 10327/2009 em DR, 2ª série,
Turismo de Natureza no Alto Minho:
SEMINÁRIO FINAL VALOR GERÊS-XURÉS Turismo de Natureza: Balanço e Perspetivas 2014-2020 António Sá Melgaço, Porta de Lamas de Mouro 16 de dezembro de 2014 Turismo de Natureza no Alto Minho: Balanço 2007-2013
O Planeamento do. Gestão e ordenamento do território
O Planeamento do Território em Portugal Gestão e ordenamento do território Henrique Miguel Pereira Enquadramento jurídico Constituição da República Lei de Bases do Ambiente (Lei 11/1987) Lei de Bases de
Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico
Planos Directores Municipais Enquadramento Jurídico Lei de Bases de OT e Urbanismo Lei n.º 48/98 de 11 de Agosto - Lei de Bases da Política de Ordenamento do Território e de Urbanismo Lei n.º 54/2007 de
primeira Revisão do Plano Diretor Municipal do Cartaxo Modelo preliminar de ordenamento [Guia Orientador para a Discussão]
primeira Revisão do Plano Diretor Municipal do Cartaxo Modelo preliminar de ordenamento [Guia Orientador para a Discussão] março 2016 1 - Porque apresentamos e discutimos, nesta fase, a proposta de revisão
CARTOGRAFIA DE RISCO
CARTOGRAFIA DE RISCO Mapa de Perigosidade de Incêndio Florestal e Mapa de Risco de Incêndio Florestal A Carta de Risco de Incêndio Florestal tem como objetivo apoiar o planeamento de medidas de prevenção
ORDENAR A CIDADE ALARGADA
ORDENAR A CIDADE ALARGADA MODELO (EM DESENVOLVIMENTO, DIVULGAÇÃO E APLICAÇÃO) QUADRO CONCETUAL - REFERENCIAL - DESAFIOS QUADRO OPERATIVO - REFERENCIAL - INSTRUMENTOS Jorge Carvalho I Ana Blanco I Carina
P R O P O S T A N.º 284/2018. Planeamento, Urbanismo, Património e Obras Municipais
- P R O P O S T A N.º 284/2018 Assunto: Aprovar o início do procedimento de delimitação da Unidade de Execução de Entrecampos e a abertura de um período de discussão pública. Pelouros: Planeamento, Urbanismo,
5.350 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE 5.351 Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste
5.350 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE 5.351 Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza destinados às prestações de serviços da mesma natureza. 5.352 Prestação de
(RSCECE e RCCTE) e a posição ocupada por Portugal no ranking do potencial de crescimento do mercado das energias renováveis
As metas ambientais fixadas pela União Europeia para 2020 (aumento da eficiência energética e da utilização de energias renováveis em 20%), a recente legislação criada para o sector dos edifícios (RSCECE
1. CONTAS DE DEPÓSITO (PARTICULARES) (ÍNDICE)
1.1. Depósitos à ordem 1. Comissão de gestão/manutenção de conta Conta NB 100% (clientes particulares residentes e não residentes, maiores de 18 anos). Conta NB 100% 55+ (clientes particulares residentes
Projecto de Lei n.º /X
Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º /X DEFINE A CATIVAÇÃO PÚBLICA DAS MAIS-VALIAS URBANISTICAS COMO MEDIDA PREVENTIVA DE COMBATE AO ABUSO DE PODER E À CORRUPÇÃO Exposição de motivos O presente projecto
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo da contribuição previdenciária sobre Pro Labore
Cálculo da contribuição previdenciária sobre Pro 10/07/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações
Portaria n.º 1323-B/2001
Portaria n.º 1323-B/2001 Actualiza as prestações de invalidez e de velhice, bem como as de sobrevivência, e as pensões de doença profissional dos regimes de segurança social. Revoga a Portaria n.º 1141-A/2000,
A Equidade no Processo de Urbanização: Modelos de Perequação e o Grau de Execução de Planos
A Equidade no Processo de Urbanização: Modelos de Perequação e o Grau de Execução de Planos Ana Teresa Roque Prudêncio Dissertação para obtenção do grau de mestre em: Urbanismo e Ordenamento do Território
Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território. Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL
Quadro político e legislativo relativo ao ordenamento do território Planeamento Urbano 2011/12 JOÃO CABRAL FA/UTL LEI CONSTITUCIONAL nº 1/2005 Artigo 9.º Tarefas fundamentais do Estado São tarefas fundamentais
Avaliação Ambiental Estratégica Relatório Ambiental. PGRH-Açores 2016-2021. Anexo I
Anexo I Diretivas Diretiva Quadro da Água (DQA) Diretiva Quadro Estratégia Marinha (DQEM) Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de outubro de 2000, que estabelece um quadro de
ICMS Ecológico - A consolidação de uma experiência brasileira de incentivo a Conservação da Biodiversidade
ICMS Ecológico - A consolidação de uma experiência brasileira de incentivo a Conservação da Biodiversidade Artigo de Wilson Loureiro fala sobre o ICMS Ecológico. Trata da utilização de uma possibilidade
Alteração Regulamentar ao PDM de Sintra. Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território
Alteração Regulamentar ao PDM de Sintra Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território 24 março 2015 Enquadramento Participação pública preventiva Procedimentos Projetos de Relevante
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Base de cálculo do diferencial de alíquota EC87/2015 - MG
Segmentos Base 20/01/2016 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 3.1 Orientação Tributária DOLT/SUTRI nº 002/2016... 6 4. Conclusão...
terá 750 milhões do Estado
URBANISMO Reabilitação da margem Sul terá 750 milhões do Estado Arco Ribeirinho Sul deverá gerar 95 milhões de euros de receita fiscal MIGUEL PRADO [email protected] A reabilitação urbana nos concelhos
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo Elementos instrutórios do pedido Elementos comuns aos procedimentos de controlo prévio (Licença), nos termos da Portaria n.º 113/2015, de 22/04 1) 2)
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS Informação-síntesepara apoioà sessãode avaliação dos trabalhos desenvolvidosapóso GIF de Catraia São Brás de Alportel e Tavira, 24 de novembro de 2014 1. ÁREA ARDIDA ENTRE
Em resposta ao requerimento em epígrafe, cumpro-mo transmitir a V. Ex.ª a seguinte informação:
Em resposta ao requerimento em epígrafe, cumpro-mo transmitir a V. Ex.ª a seguinte informação: 1. Plano do Ordenamento da Orla Costeira do São Jorge Os Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) traduzem,
ASPECTOSJURÍDICOS DO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO NO BRASIL
Investimento Estrangeiro no Brasil ASPECTOSJURÍDICOS DO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO NO BRASIL Lisboa Junho 2016 Investimento Estrangeiro no Brasil ASPECTOSJURÍDICOS DO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO NO BRASIL MAÍRA
Avaliação Ambiental de Planos Municipais de Ordenamento do Território a integração da agenda ambiental e da sustentabilidade no planeamento local
Avaliação Ambiental de Planos Municipais de Ordenamento do Território a integração da agenda ambiental e da sustentabilidade no planeamento local JOÃO CABRAL FAUTL 2011 A integração da agenda ambiental
ZONAS DE INTERVENÇÃO FLORESTAL Um processo em desenvolvimento.
ZONAS DE INTERVENÇÃO FLORESTAL Um processo em desenvolvimento www.forestis.pt 27 de Abril de 2013 ASSOCIATIVISMO - ESTRATÉGIA SUSNTÁVEL PARA A GESTÃO DOS ESPAÇOS FLORESTAIS Decreto-Lei n.o 127/2005 de
EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃODO ESPAÇO RURAL
EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃODO ESPAÇO RURAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: CICLO URBANO DA ÁGUA VERTENTE EM BAIXA MODELO NÃO VERTICALIZADO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS
Capítulo I DO PROGRAMA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL
LEI Nº 2.598 DE 21 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre o Programa Municipal de Habitação de Interesse Social PMHIS, cria o Fundo Municipal e Habitação de Interesse Social FMHIS, revoga a Lei Municipal n 2.235,
ESTRATÉGIA NACIONAL PARA
ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A INTERNACIONALIZAÇÃO DO AGROALIMENTAR Orientações estratégicas e políticas públicas para a internacionalização do sector agroalimentar 1. A VISÃO ESTRATÉGICA: O GRANDE OBJECTIVO
PLANO DE PORMENOR DO DALLAS PROGRAMA DE EXECUÇÃO PLANO DE FINANCIAMENTO
PLANO DE PORMENOR DO DALLAS PROGRAMA DE EXECUÇÃO PLANO DE FINANCIAMENTO DIRECÇÃO MUNICIPAL DE URBANISMO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO URBANO DIVISÃO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo Território e Municípios
19 março 2015 A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo Território e Municípios A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo Atribuições e Competências das CIM Prossecução dos seguintes fins públicos: (Lei
DECRETO N.º 238/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.
DECRETO N.º 238/XII Estabelece o regime de acesso e de exercício da profissão de auditor de segurança rodoviária, de emissão dos respetivos títulos profissionais e de acesso e exercício da atividade de
REGULAMENTO DE CEDÊNCIA DE INSTALAÇÕES ESCOLARES
REGULAMENTO DE CEDÊNCIA DE INSTALAÇÕES ESCOLARES O Agrupamento de Escolas de Torrão dispõe de várias salas e outras estruturas de apoio integrado, que são utilizadas, nomeadamente para aulas e outras atividades
Programa de Execução revisão D
Av. do Brasil, 56-2º 1700-073 Lisboa Portugal T: (351) 21 361 04 20 F: (351) 21 361 04 22 E-mail: [email protected] www.risco.org RISCO Câmara Municipal de Castelo Branco Plano de Pormenor para a zona envolvente
Cidades Analíticas. das Cidades Inteligentes em Portugal
Cidades Analíticas Acelerar o desenvolvimento das Cidades Inteligentes em Portugal Programa Operacional Regional Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO CENTRO
PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 1ª CÂMARA EMENTÁRIO DOS ACÓRDÃOS FORMALIZADOS NO MÊS DE OUTUBRO DE 2008
PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 1ª CÂMARA EMENTÁRIO DOS ACÓRDÃOS FORMALIZADOS NO MÊS DE OUTUBRO DE 2008 Processo nº : 13851.000612/2005-46 Recurso nº : 159678 Recorrente : EMPRESA PAULISTA DE EMBALAGENS
SISTEMA DE GESTÃO DA UC - ENQUADRAMENTO -
- ENQUADRAMENTO - O que é o Sistema de Gestão da UC? É o conjunto de todos os documentos, procedimentos, sistemas de informação e outras ferramentas de apoio ao planeamento, execução, monitorização e melhoria
IRC opção pelo regime simplificado
IRC opção pelo regime simplificado Está em curso durante o presente mês de fevereiro o prazo concedido aos sujeitos passivos de IRC para procederem à opção pelo regime simplificado de determinação da matéria
PLANO DE ORDENAMENTO DA ALBUFEIRA DO DIVOR
INAG INSTITUTO DA ÁGUA PLANO DE ORDENAMENTO DA ALBUFEIRA DO DIVOR PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO ÍNDICE GERAL DOS ELEMENTOS COMPLEMENTARES PEÇAS ESCRITAS: Relatório Síntese dos Estudos de
Instrução Normativa RFB nº 1.127, de 7 de fevereiro de 2011
Instrução Normativa RFB nº 1.127, de 7 de fevereiro de 2011 DOU de 8.2.2011 Dispõe sobre a apuração e tributação de rendimentos recebidos acumuladamente de que trata o art. 12-A da Lei nº 7.713, de 22
ESTADO DO PIAUI PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL DOS ALVES PI CNPJ(MF) 01.612.572/0001-94 ADM.: A FORÇA DO POVO
LEI N o 123/2011. Estabelece diretrizes gerais para a elaboração do orçamento do Município de Cocal dos Alves para o exercício de 2012 dá outras providências. A Câmara Municipal de Cocal dos Alves, por
A fiscalidade na gestão da actividade agrícola
Ponto de partida: 2 sistemas contabilísticos diferentes Microentidades SNC pergunta: isto é relevante para a actividade agrícola? @Abílio Sousa Junho de 2011 2 Condicionante: a escolha do normativo contabilístico
ARGANIL INVESTE MAIS REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL. Nota Justificativa
ARGANIL INVESTE MAIS REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL Nota Justificativa Considerando que a competitividade da economia concelhia está na primeira linha das preocupações
PLANO DE INTERVENÇÃO NO ESPAÇO RÚSTICO DA VILA SANTA TERMOS DE REFERÊNCIA
PLANO DE INTERVENÇÃO NO ESPAÇO RÚSTICO DA VILA SANTA TERMOS DE REFERÊNCIA Estremoz, Fevereiro de 2016 1. INTRODUÇÃO Nos termos do disposto no n.º 5 do artigo 2.º, do artigo 69.º e artigo 76.º do D.L. n.º
REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS
REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PRIORIDADE DE INVESTIMENTO: INVESTIMENTO NA CONSERVAÇÃO, PROTECÇÃO, PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PATRIMÓNIO NATURAL
Dinis Ferreira. Gestão da Sustentabilidade da Reabilitação do Edificado: Vila de Alcochete
Dinis Ferreira Gestão da Sustentabilidade da Reabilitação do Edificado: Vila de Alcochete Introdução Reabilitação e Sustentabilidade 2 conceitos relevantes na revitalização e crescimento do sector construção
MINUTA DECRETO Nº, DE_ DE_ DE 2010. ALBERTO GOLDMAN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,
MINUTA DECRETO Nº, DE_ DE_ DE 2010. Cria o Parque Estadual Restinga de Bertioga, a Área de Relevante Interesse Ecológico Itaguaré e dá providências correlatas ALBERTO GOLDMAN, Governador do Estado de São
Município de Oliveira do Hospital PROJETO DO REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS
PROJETO DO REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS O Município de Oliveira do Hospital entende como de interesse municipal as iniciativas empresariais que contribuem para o desenvolvimento e dinamização
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE DE BAYU-UNDAN
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. o 3 /2003 de 1 de Julho SOBRE TRIBUTAÇÃO DOS CONTRATANTES DE BAYU-UNDAN O Tratado do Mar de Timor, assinado entre Timor-Leste e a Austrália
PROJETO VALE SUSTENTÁVEL: EDUCANDO E PRESERVANDO O MEIO AMBIENTE PARA AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES
PROJETO VALE SUSTENTÁVEL: EDUCANDO E PRESERVANDO O MEIO AMBIENTE PARA AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES Elisângelo Fernandes da Silva (E-mail: [email protected]); Francisco Auricélio de Oliveira
FACULDADE DOUTOR FRANCISCO MAEDA FAFRAM CURSO DE DIREITO PERÍODO 1º ANO: 2016/1 DIURNO HORÁRIO 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA SÁBADO
CURSO DE DIREITO PERÍODO 1º ANO: 2016/1 DIURNO Diurno/Not Diurno/Not de de de de CURSO DE DIREITO PERÍODO: 1º ANO: 2016/1 NOTURNO de de de de CURSO DE DIREITO PERÍODO 3º ANO: 2016 /1 DIURNO Volpe Volpe
O papel do QREN na consolidação e qualificação das redes de equipamentos coletivos
O papel do QREN na consolidação e qualificação das redes de equipamentos coletivos Porto, 18 de junho de 2013 Susana Monteiro Núcleo de Estudos e Avaliação Estrutura 1. Diagnóstico 2. Planeamento 3. Monitorização
